Sombras do passado
Sombras do Passado
Autor: Haruhi
Classificação: Drama, Acção, Romance, Mistério
Comentário: Esta foi uma história que já tinha escrito há algum tempo (mesmo antes de entrar para o fórum), e por isso já está concluída. Vou postando os capítulos conforme o tempo que tenho disponível.
Todos os personagens são inventados por mim, assim como a história, e talvez daqui a uns tempos arranje uns desenhos feitos por mim ou por uma amiga, para que tenham uma ideia de como imaginei essas personagens. Sim, são personagens de anime, ou pelo menos era essa a minha intenção.
’Quanto à história, basta lerem o prólogo e irão perceber mais ou menos do que se trata
Creio também que a qualidade de escrita vai melhorando ao longo dos capítulos, embora que tenha uma grande consciência de que ainda me falta melhorar bastante para ser uma fic realmente boa, mas como algumas pessoas me pediram para postar, aqui vai.Espero que gostem, e para melhorar agradecia que lessem, comentassem e dessem as vossas opiniões e teorias, pois embora a fic já esteja acabada à algum tempo… quem sabe se não altero ou tenho ideias para outra história?

Imagens:
Ayumi:
(Cena do capítulo 2)
https://2img.net/r/ihimizer/img186/3605/ayumichanwd4.jpg
Spoiler

Prólogo: Como tudo começou
Capítulo 1:
1º parte - O começo de um novo destino
2º parte - O começo de um novo destino (II)
Capítulo 2:
1º parte - O encontro
2º parte - O encontro (II)
Capítulo 3:
1º parte - A verdade
2º parte - A verdade (II)
Capítulo 4: Fragmentos do passado
Capítulo 5: O brilho místico
Capítulo 6: Aldeia dos Rebeldes
Capítulo 7: O novo sentimento
Capítulo 8:
1º parte - União de duas almas
2º parte - União de duas almas (II)
Capítulo 9: A decisão de Darkeen
Capítulo 10: Lágrimas Soltas
Capítulo 11:
1º parte - O início da batalha
2º parte - O início da batalha (II)
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FanFic: Sombras do Passado (Capítulo 4 postado dia 19/02!)
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FanFic: Sombras do Passado (Capítulo 4 postado dia 19/02!)
Editado pela última vez em
Obrigada pelo comentário nee-sama Chibi-star 
Obrigada também Andre!

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FanFic: Sombras do Passado (Capítulo 4 postado dia 19/02!)
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FanFic: Sombras do Passado (Capítulo 4 postado dia 19/02!)
Este prólogo é baseado naquilo que aconteceu à uns anos atrás, apenas no primeiro capítulo "começa" mesmo a história. É só para se situarem e saberem os acontecimentos passados
Espero que gostem.
Prólogo
O céu, outrora azul, apresentava-se agora pálido e cinzento, como num dia de tempestade. Das poucas pessoas que ainda se encontravam na rua, muitas recolheram para as suas casas, e as restantes apanhavam a roupa apressadamente, temendo que estas se molhassem com a chuva que estava para vir.
No meio dessa extensa povoação, erguia-se um castelo com quatro torres nos extremos, e as suas muralhas ladeavam todas as casas do reino de Wiryl. De uma dessas torres saiu uma mulher com um ar aflito, correndo e tropeçando nas túnicas que trazia vestidas e manchadas de sangue. Desceu as pequenas escadas que conduziam da torre ao corredor principal, afim de encontrar o Rei. Parou junto à porta, tremendo e suando por saber que ele iria gostar da notícia. Afastou o olhar e preparou-se para rodar a maçaneta quando sentiu uma mão macia e rugosa a pousar-lhe pesadamente no ombro.
- É um rapaz? – Perguntou serenamente.
- Sim, é… - A parteira olhou-o de cima a baixo. Ele tinha umas longas barbas brancas que lhe chegavam à barriga, e envergava um manto castanho com uma pequena bolsa presa na cintura.
- Tal como eu previra… - Murmurou entre dentes, enfiando a mão na bolsa e retirando de lá uma pedra de um tom desmaiado, embora brilhante. Olhou para a mulher mais uma vez, e depois encarou a porta.
Ao entrar no grande salão, cerrou os olhos devido à enorme claridade que ali se centrava. Quando se habituou, voltou a abri-los, contemplando ao fundo uma cadeira onde o Rei estava sentado, com uma expressão nula. Até lá chegar tinha de caminhar sobre uma passadeira vermelha com bordas douradas e brilhantes, e de lado, vários postes esculpidos à mão com os mais variados símbolos enfeitavam o local. Dirigiu-se ao rei, e antes de lhe contar o que acabara de prever, olhou para o tecto. Várias estrelas com diversas pontas brilhavam, dando luminosidade ao majestoso salão.
- O que queres? – O rei dirigiu-se a ele como se ele se tratasse de um animal. Fitou-o perigosamente através dos seus olhos negros e profundos.
- O seu filho nasceu… majestade. – Anunciou com cautela, ajoelhando-se perante ele.
O rei penteou nervosamente com os dedos os seus cabelos também negros, atirando-os para trás, contemplando o momento. Finalmente, um herdeiro para o trono. As ideias para aquele feto eram demasiadas, e rodopiavam na sua cabeça.
- E como é ele? – Inclinou-se para a frente, cada vez mais interessado.
- Oh, meu senhor… lindo, lindo ele. Tão inocente… todavia, temo que… - Hesitou, mas acabou por ceder perante o olhar penetrante do seu rei. – Isto é… com os meus poderes, e sendo o vosso leal conselheiro e vidente, previ que ele não só é herdeiro deste trono como também… da sagrada “Mystica”.
- O QUE DIZES? – Explodiu, e as suas faces brancas revelaram-se cada vez mais vermelhas. – Livra-te dessa criança! Mata-a se for preciso! EU sou aquele que vai ter o poder da Mystica, mais ninguém! – Levantou-se com um pulo, pegando nos ombros do homem e sacudindo-o.
- T-tenha calma senhor… - Gaguejou, levando novamente a mão à bolsa. – Veja. Ela está aqui… e não lhe reage. Isso significa que existe um dono. O senhor sabe bem que é Ela que escolhe o seu mestre…
- Sim, sei disso… - Disse, recompondo-se e sacudindo-se. – Mas talvez… se a pessoa que ela escolheu for morta… eu poderei ser o seu mestre, já que passei muito tempo com ela em minha posse.
- Não pode. Meu senhor, sabe como o povo e os Nobres falam. Todos sabem que a sua mulher estava prestes a dar à luz um filho seu. Não pode eliminá-lo assim… - Suplicou, aterrado com tal ideia.
- Não te preocupes cobarde. Vais seguir as minhas ordens. Prende a minha mulher nas masmorras e mata o meu filho… - Fez uma pausa, pensando numa solução, retomando o raciocínio em seguida. – Vamos dizer que ela morreu durante o parto. Quanto ao bebé, irás raptar a primeira criança decente que vires.
- Mas senhor… - Tentou apelar.
- Não questiones as minhas ordens. Sabes bem que não podes fazê-lo. Eu quero esse poder a todo custo, e não vai ser um bebé que mo vai tirar, nem sendo ele meu filho! – Disse em voz alta, voltando a sentar-se na sua cadeira. – Agora vai e faz o que te mandei.
O homem voltou a colocar a pedra na bolsa, fez uma profunda vénia e retirou-se pela mesma porta. À saída a parteira cruzava as mãos junto ao peito, e seguiu-o em surdina assim que ele saiu.
- Mulher inútil, arranja uma carruagem. É urgente. – Disse, num tom irritado.
- Sim senhor, vou aguardar lá em baixo com uma pronta.
Ele viu-a sair do corredor em direcção à saída do castelo, chamando histericamente por alguém que trouxesse a carruagem. Em seguida subiu novamente as escadas da torre, entrando numa divisão bastante escura, diferente da outra em que o rei se encontrava. A rainha estava deitada na cama, despenteada e suada, com um olhar perdido. Notava-se o grande esforço que tinha feito para ter aquela criança. Sem quaisquer remorsos, o homem pegou no menino, enrolou-o num cobertor azul que se encontrava perto da cama e saiu de rompante. Dirigiu-se para o portão do castelo, enfrentando o frio e o nevoeiro lá fora. Uma carruagem preta esperava-o, e ao subir depositou a criança numa cesta.
Passado algum tempo que lhe pareceu uma eternidade, chegara ao destino pretendido. Saiu, pedindo ao cocheiro que esperasse por ele, e dirigiu-se com a criança para uma rua pobre daquele reino. Para todos os lados que olhava, só via pessoas a dormir enroladas num cobertor, provavelmente sem um tecto. Virou a cara e prosseguiu. Ao chegar a uma casa bastante razoável para o local em que se encontrava, pousou o cesto à porta e baixou-se.
- Sabes… - Dirigiu-se ao bebé, que bocejava preguiçosamente. – A minha curiosidade chega a ser maior do que a lealdade… o que será que farias com a Mystica? – Tirou a pedra para fora e enrolou-a no cobertor que envolvia o rapaz. – Faz de conta de te atirei da falésia e deixei cair a pedra… um dia voltarei para a vir buscar e obter o seu poder… afinal de contas, não posso deixar que o Rei fique com o poder todo para ele, pois não? – Riu-se estupidamente.
Voltou a erguer-se e bateu à porta, afastando-se de seguida para não ser visto. Enquanto os moradores daquela casa abriam a porta e olhavam incrédulos para o bebé, ele correu e dirigiu-se ao coche, que esperara por ele do lado oposto de onde tinham vindo.
Atravessou a ponte que lá se encontrava, e ao subir para a carruagem, ouviu um choro. Virou-se e deparou-se com uma pequena bebé que estava sentada e salpicava as mãos na água, irritada. Pegou nela ao colo, interrogando-se se poderia levar uma menina para junto do Rei.
- Não sei se será a opção mais correcta, mas visto que não me sobram mais, terás de servir… - Disse, franzindo a sobrancelha. – Não sei de onde vieste… mas bem-vinda, Princesa Ayumi.
E afastou-se, segurando a criança e voltando para o coche como se nada tivesse acontecido. Um sorriso estampou-se na cara da pessoa que se encontrava ali escondida.
- Levaram-na… boa sorte Princesa.
E os anos passaram…
Espero que gostem.
Prólogo
O céu, outrora azul, apresentava-se agora pálido e cinzento, como num dia de tempestade. Das poucas pessoas que ainda se encontravam na rua, muitas recolheram para as suas casas, e as restantes apanhavam a roupa apressadamente, temendo que estas se molhassem com a chuva que estava para vir.
No meio dessa extensa povoação, erguia-se um castelo com quatro torres nos extremos, e as suas muralhas ladeavam todas as casas do reino de Wiryl. De uma dessas torres saiu uma mulher com um ar aflito, correndo e tropeçando nas túnicas que trazia vestidas e manchadas de sangue. Desceu as pequenas escadas que conduziam da torre ao corredor principal, afim de encontrar o Rei. Parou junto à porta, tremendo e suando por saber que ele iria gostar da notícia. Afastou o olhar e preparou-se para rodar a maçaneta quando sentiu uma mão macia e rugosa a pousar-lhe pesadamente no ombro.
- É um rapaz? – Perguntou serenamente.
- Sim, é… - A parteira olhou-o de cima a baixo. Ele tinha umas longas barbas brancas que lhe chegavam à barriga, e envergava um manto castanho com uma pequena bolsa presa na cintura.
- Tal como eu previra… - Murmurou entre dentes, enfiando a mão na bolsa e retirando de lá uma pedra de um tom desmaiado, embora brilhante. Olhou para a mulher mais uma vez, e depois encarou a porta.
Ao entrar no grande salão, cerrou os olhos devido à enorme claridade que ali se centrava. Quando se habituou, voltou a abri-los, contemplando ao fundo uma cadeira onde o Rei estava sentado, com uma expressão nula. Até lá chegar tinha de caminhar sobre uma passadeira vermelha com bordas douradas e brilhantes, e de lado, vários postes esculpidos à mão com os mais variados símbolos enfeitavam o local. Dirigiu-se ao rei, e antes de lhe contar o que acabara de prever, olhou para o tecto. Várias estrelas com diversas pontas brilhavam, dando luminosidade ao majestoso salão.
- O que queres? – O rei dirigiu-se a ele como se ele se tratasse de um animal. Fitou-o perigosamente através dos seus olhos negros e profundos.
- O seu filho nasceu… majestade. – Anunciou com cautela, ajoelhando-se perante ele.
O rei penteou nervosamente com os dedos os seus cabelos também negros, atirando-os para trás, contemplando o momento. Finalmente, um herdeiro para o trono. As ideias para aquele feto eram demasiadas, e rodopiavam na sua cabeça.
- E como é ele? – Inclinou-se para a frente, cada vez mais interessado.
- Oh, meu senhor… lindo, lindo ele. Tão inocente… todavia, temo que… - Hesitou, mas acabou por ceder perante o olhar penetrante do seu rei. – Isto é… com os meus poderes, e sendo o vosso leal conselheiro e vidente, previ que ele não só é herdeiro deste trono como também… da sagrada “Mystica”.
- O QUE DIZES? – Explodiu, e as suas faces brancas revelaram-se cada vez mais vermelhas. – Livra-te dessa criança! Mata-a se for preciso! EU sou aquele que vai ter o poder da Mystica, mais ninguém! – Levantou-se com um pulo, pegando nos ombros do homem e sacudindo-o.
- T-tenha calma senhor… - Gaguejou, levando novamente a mão à bolsa. – Veja. Ela está aqui… e não lhe reage. Isso significa que existe um dono. O senhor sabe bem que é Ela que escolhe o seu mestre…
- Sim, sei disso… - Disse, recompondo-se e sacudindo-se. – Mas talvez… se a pessoa que ela escolheu for morta… eu poderei ser o seu mestre, já que passei muito tempo com ela em minha posse.
- Não pode. Meu senhor, sabe como o povo e os Nobres falam. Todos sabem que a sua mulher estava prestes a dar à luz um filho seu. Não pode eliminá-lo assim… - Suplicou, aterrado com tal ideia.
- Não te preocupes cobarde. Vais seguir as minhas ordens. Prende a minha mulher nas masmorras e mata o meu filho… - Fez uma pausa, pensando numa solução, retomando o raciocínio em seguida. – Vamos dizer que ela morreu durante o parto. Quanto ao bebé, irás raptar a primeira criança decente que vires.
- Mas senhor… - Tentou apelar.
- Não questiones as minhas ordens. Sabes bem que não podes fazê-lo. Eu quero esse poder a todo custo, e não vai ser um bebé que mo vai tirar, nem sendo ele meu filho! – Disse em voz alta, voltando a sentar-se na sua cadeira. – Agora vai e faz o que te mandei.
O homem voltou a colocar a pedra na bolsa, fez uma profunda vénia e retirou-se pela mesma porta. À saída a parteira cruzava as mãos junto ao peito, e seguiu-o em surdina assim que ele saiu.
- Mulher inútil, arranja uma carruagem. É urgente. – Disse, num tom irritado.
- Sim senhor, vou aguardar lá em baixo com uma pronta.
Ele viu-a sair do corredor em direcção à saída do castelo, chamando histericamente por alguém que trouxesse a carruagem. Em seguida subiu novamente as escadas da torre, entrando numa divisão bastante escura, diferente da outra em que o rei se encontrava. A rainha estava deitada na cama, despenteada e suada, com um olhar perdido. Notava-se o grande esforço que tinha feito para ter aquela criança. Sem quaisquer remorsos, o homem pegou no menino, enrolou-o num cobertor azul que se encontrava perto da cama e saiu de rompante. Dirigiu-se para o portão do castelo, enfrentando o frio e o nevoeiro lá fora. Uma carruagem preta esperava-o, e ao subir depositou a criança numa cesta.
Passado algum tempo que lhe pareceu uma eternidade, chegara ao destino pretendido. Saiu, pedindo ao cocheiro que esperasse por ele, e dirigiu-se com a criança para uma rua pobre daquele reino. Para todos os lados que olhava, só via pessoas a dormir enroladas num cobertor, provavelmente sem um tecto. Virou a cara e prosseguiu. Ao chegar a uma casa bastante razoável para o local em que se encontrava, pousou o cesto à porta e baixou-se.
- Sabes… - Dirigiu-se ao bebé, que bocejava preguiçosamente. – A minha curiosidade chega a ser maior do que a lealdade… o que será que farias com a Mystica? – Tirou a pedra para fora e enrolou-a no cobertor que envolvia o rapaz. – Faz de conta de te atirei da falésia e deixei cair a pedra… um dia voltarei para a vir buscar e obter o seu poder… afinal de contas, não posso deixar que o Rei fique com o poder todo para ele, pois não? – Riu-se estupidamente.
Voltou a erguer-se e bateu à porta, afastando-se de seguida para não ser visto. Enquanto os moradores daquela casa abriam a porta e olhavam incrédulos para o bebé, ele correu e dirigiu-se ao coche, que esperara por ele do lado oposto de onde tinham vindo.
Atravessou a ponte que lá se encontrava, e ao subir para a carruagem, ouviu um choro. Virou-se e deparou-se com uma pequena bebé que estava sentada e salpicava as mãos na água, irritada. Pegou nela ao colo, interrogando-se se poderia levar uma menina para junto do Rei.
- Não sei se será a opção mais correcta, mas visto que não me sobram mais, terás de servir… - Disse, franzindo a sobrancelha. – Não sei de onde vieste… mas bem-vinda, Princesa Ayumi.
E afastou-se, segurando a criança e voltando para o coche como se nada tivesse acontecido. Um sorriso estampou-se na cara da pessoa que se encontrava ali escondida.
- Levaram-na… boa sorte Princesa.
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Aww

Assim fazes-me corar !
Fico muito muito feliz por saber isso, nem sabes o quanto
Principalmente vindo de ti
Muito obrigada

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Fico muito muito feliz por saber isso, nem sabes o quanto
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Muito obrigada

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sar4hhh escreveu:De mim ? Mas porque??
Mystica.. Ela? É um poder ou alguem que controla um poder... humm... E a menina .. foi la posta de proposito .... qem sera... acho q ela e o verdadeiro principe vao se apaixonar
Adoro as descriçoes... transportam memo para o ambiente *-*
Porque sim, ahaha
Comentários vindos de amigos são sempre importantes
Assim como todos os outros, claro!
Sim, é um poder
Era giro se eles se apaixonassem pois era
Mas eu nao posso contar o que vai acontecer, muahaha *Haruhi esconde-se antes que lhe batam*No capítulo 1 desvenda-se um pouco mais sobre poderes, sobre eles e etc...
Quanto às descrições lol, eu adoro descrever :X
Ainda bem que consegui fazer isso

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FanFic: Sombras do Passado (Capítulo 4 postado dia 19/02!)
Kristea escreveu:Muito fixe! Fico à espera de mais... Acertaste exactamente no que eu gosto numa história. (já vi que deve meter fantasia a torto e a direito e eu adoro XD)
Off-topic: Se quiseres, lê o meu conto. Chama-se "O Tesouro". É lamechas, pequenino e tal... Foi um trabalho meu para português. XD
Obrigada

Fico contente por saber
A história inclui tudo aquilo que está escrito no "género", por isso sim 
Vou ler então
Não te preocupes que eu gosto de coisas lamechas! XDPodes dar-me o link?
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Prepara-te, aquilo é lamechice aguda. LOL
https://sm-portugal.forumeiros.com/fanfics-gerais-f23/o-tesouro-t2831.htm
Oh pá, eu estou com o meu romantic mood ligado. Espero que o romance não demore muito a aparecer na tua história. LOL
https://sm-portugal.forumeiros.com/fanfics-gerais-f23/o-tesouro-t2831.htm
Oh pá, eu estou com o meu romantic mood ligado. Espero que o romance não demore muito a aparecer na tua história. LOL

Kristea escreveu:Prepara-te, aquilo é lamechice aguda. LOL
https://sm-portugal.forumeiros.com/fanfics-gerais-f23/o-tesouro-t2831.htm
Oh pá, eu estou com o meu romantic mood ligado. Espero que o romance não demore muito a aparecer na tua história. LOL
Ok

Não, não vai demorar

Aliás, vai aparecer já no 1º capítulo um bocadinho.
*É melhor fugir para não contar mais nada*
Não te preocupes. Lamechice rulla *-* vou então ler o conto e já te digo qualquer coisa

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Lol 
Tenho a ligeira impressão de que após lerem alguns capítulos, vocês vão matar-me ;_;
Depois logo vêem

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Obrigada gêmea Chibi-star! 
Assim nem sei o que dizer

Deixas-me sem palavras, lol

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Chibi-Star escreveu:Eu nao fui obrigada *coft* *coft* *esconde a pistola de Haruhi tinha usado pra m obrigar a ler*
XDD
Na brinka, tu escreves msm mt bem
Isso isso, agora diz que fui eu que te obriguei xD Tu é que me pedes sempre pa saber as coisas hem!
Tu já tinhas visto um bocado antes de eu postar >.< (oops, isto não era para ser dito xD).
Tens as novidades em primeira mão e depois ainda me dizes essas coisas O_O
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Tens de entrar para responderes neste tópico.

God! Mestra... tu escreves imensamente bem ! ADOREI MESMO ! Adoro estas historias *-*
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