Sombras do passado
Chibi-Star escreveu:Hoje neh? *-*
Sim, é hoje

Ou pelo menos, assim espero!
Quero também informar todos de que o desenho da Ayumi já vai avançado... e penso que está quase concluído, pelo que a criadora me disse

Quanto ao do Darkeen não sei ainda, mas vou perguntar-lhe... ou então ela mesma vem cá dizer

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FanFic: Sombras do Passado (Capítulo 4 postado dia 19/02!)
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mercurio escreveu:So agora é k konsegui ler mais
Parabens a historia ta cada e melhor
Não faz mal mercurio!
Eu entendo
Fico feliz na mesma por saber que leste 
Muito obrigada!

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Peço muitas desculpas... mas ontem tive de sair por causa do meu irmão (batam-lhe a ele! XD).
Não tive tempo para postar o capítulo... o que significa que irei postar hoje
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Obrigada por esperarem
Aqui vai o 5º capítulo! Espero que gostem
Capítulo 5 – O brilho místico
Os soldados discutiam entre si, pois nenhum deles queria dar a notícia a Raidon com medo da sua reacção. Ele não iria gostar nada de ouvir o que lhe tinham para dizer, principalmente porque receavam que ele lhes aplicasse algum tipo de castigo como o Rei costumava fazer.
- Senhor Raidon… - Um soldado aproximou-se timidamente dele, impulsionado pelos restantes. – Não existe ninguém nas restantes divisões, apenas encontrámos algo…
- O que foi? – Disse, olhando para o que o soldado lhe estendia. – Isso é…
- Sim, é o fato que o Rei dizia que ela vestia quando foi raptada.
Raidon olhou para o fato como se de uma coisa esquisita se tratasse. A ideia de que alguém tinha raptado Ayumi no meio de toda aquela confusão e que provavelmente já lhe tinha posto as mãos em cima provocava-lhe náuseas. O facto de ela estar longe e de estar com outro homem, fazia com que o ódio lhe penetrasse profundamente no coração.
Só desejava poder matar aquela criatura, para que não mais se aproximasse da sua amada. Pedia por tudo que eles não se tivessem beijado ou tocado. Ele queria ser o único a ter o privilégio de beijar aqueles doces lábios que agradáveis recordações lhe traziam.
- Vasculhem toda a zona! Eles não podem estar longe! – Ordenou, cada vez mais impaciente.
*********
Entretanto, Darkeen encontrara o caminho certo para o local onde o Clã se encontrava. Dirigiam-se rapidamente para lá, pois ele sabia que uma vez encontrando o refúgio, estariam a salvo de qualquer pessoa.
E foi então, para surpresa de Ayumi, que avistaram uma pequena povoação totalmente isolada de tudo, erguida no meio da floresta. Existiam várias casas ladeadas por altos muros de pedra, dando um ar assustador e vazio.
Atravessaram o grande portão da povoação, que estava fortemente guardado por vários soldados em posição de ataque, e Ayumi não os reconheceu como estando ao serviço do Rei. Encolheu-se apertando contra si Darkeen, pois sentia todos os olhares pousados nela.
- Tantas pessoas! – Exclamou ela, ao verificar a população que saía de casa ou que se colocava à janela para a ver passar. – Porque é que estão tão isoladas do reino?
- Bem… somos todos Rebeldes, não suportamos o teu pai. – Referiu com um tom de desprezo na voz. – E recusamo-nos a seguir as ordens ou regras dele.
Ayumi sentiu uma ponta de vergonha pelo seu pai, pois tinha receio que todas as pessoas ali a odiassem pelas injustiças que ele cometera. Mesmo assim, pensava para si mesma que não ia baixar a cabeça, pois a culpa não era sua, e de certeza que as pessoas dali iriam entender.
- Onde é a tua casa? – Perguntou timidamente, sem desviar o olhar.
- Oh, é já ali à frente. – Respondeu.
Chegaram perto de uma casa de paredes feitas de pedra, grande e majestosa. Tinha um pequeno jardim à frente, onde algumas flores murchavam e as árvores impunham as suas sombras; não imaginava Darkeen a viver ali, parecia-lhe espaçosa demais para uma só pessoa.
- Vives sozinho? – Sorriu, sentindo pena por ele.
Ambos desmontaram o cavalo, e foi nesse momento que ela sentiu uma mão fina a empurrá-la, para dar espaço aos longos braços que envolveram o pescoço de Darkeen. Voltou-se, observando uma rapariga alta, magra e de cabelo castanho-claro. Parecia alguém alegre e sociável, mas não gostou dela. Não gostou mesmo.
- Darkeen! Voltaste! – Disse alegremente e beijando-lhe a face, o que fez Ayumi corar de raiva. – Sentimos todos a tua falta! Pensámos que algo te tinha acontecido…
- Tem calma Emi. – Disse, docemente e pegando-lhe na mão direita. – Eu estou bem.
O queixo de Ayumi descaiu levemente. Ele estava a ser simpático, deveras. Simpático demais; nada daquilo lhe agradava, apenas lhe apetecia sair dali a correr.
- Ainda bem… - Emi corou ligeiramente, olhando-o de lado. – Senti a tua falta.
- Ora… não estive fora assim tanto tempo! – Riu-se e coçou a cabeça, totalmente embaraçado com a atitude da rapariga.
Ayumi não aguentou mais a cena. Murmurou algo incompreensível, e deu um pontapé ao pequeno portão de ferro, que se abriu de rompante. Seguiu para a casa, entrando sem sequer olhar para Darkeen, de tão irritada que estava. Não conhecia a casa, mas apenas não queria ter de olhar para a cara dele.
- Ayumi, espera, eu… - Tentou correr atrás dela, mas algo o impediu.
- Oh, deixa-a… deve estar constrangida por não conhecer ninguém daqui. – Replicou Emi, voltando a enrolar-se ao pescoço dele e acariciando-lhe os cabelos negros.
- Emi desculpa, mas estou cansado… - Disse, afastando-a delicadamente. – Vemo-nos depois. – E correu para alcançar Ayumi, deixando Emi para trás, furiosa.
- Um dia ainda vais ser meu! – Murmurou.
Darkeen entrou em casa, procurando-a por todas as divisões possíveis. Sentia-se mal por a ter magoado, principalmente porque foi sem qualquer intenção. Ao passar pelo quarto de hóspedes, dirigiu-se ao armário e retirou de lá um vestido branco, simples mas bonito.
Como Ayumi apenas estava enrolada num lençol, pensou que seria uma boa ideia oferecer-lho, pelo menos como forma de desculpa. Logo abandonou esse último pensamento, interrogando-se se tinha de facto jeito para as mulheres.
Voltou a sair do quarto em silêncio, vasculhando as restantes divisões. Ayumi estava afinal no quarto dele, olhando com um ar magoado pela janela. Aproximou-se dela, pousando a mão no seu ombro.
- Olha, aquilo não foi nada do que estás a pensar… - Disse, estendendo-lhe o vestido. – Desculpa-me.
- Não tens nada de te explicar, muito menos de pedir desculpa. – Respondeu amargamente, enquanto pegava no vestido e lhe fazia um gesto para ele se retirar. – Ah, e obrigada pelo vestido, é muito giro.
Darkeen fechou a porta atrás de si, com os remorsos a corroerem-lhe o cérebro e o coração. Não se perdoava por aquilo, mas ela também não podia tirar conclusões precipitadas.
Agora que pensara nisso, veio-lhe também à cabeça que afinal ela estava certa; eles não tinham nada um com o outro, porque é que ele tinha de lhe dar explicações? Abanou a cabeça e preparou-se para sair de casa. Iria visitar o seu velho amigo.
**********
- Idiota… - Murmurou, sentindo raiva de tudo e de todos. – Mas quem é que ele pensa que é?? Ora esta…
Parou de falar, sentindo algo estranho ali. Agora que pensara nisso, tinha aquela sensação desde que conhecera Darkeen, e aumentou quando entrou na povoação. Saiu do quarto dirigindo-se ao hall de entrada, onde o casaco de Darkeen estava pendurado num cabide.
Observou cada canto da divisão com cuidado, e num impulso vasculhou todos os bolsos do casaco. Foi aí que a sua mão tocou em algo quente, algo que a fazia sentir diferente e especial… retirou um medalhão, observando como brilhava intensamente.
Era estranho, mas algo naquele objecto a atraía. Era como se ambos se completassem inteiramente.
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Capítulo 5 – O brilho místico
Os soldados discutiam entre si, pois nenhum deles queria dar a notícia a Raidon com medo da sua reacção. Ele não iria gostar nada de ouvir o que lhe tinham para dizer, principalmente porque receavam que ele lhes aplicasse algum tipo de castigo como o Rei costumava fazer.
- Senhor Raidon… - Um soldado aproximou-se timidamente dele, impulsionado pelos restantes. – Não existe ninguém nas restantes divisões, apenas encontrámos algo…
- O que foi? – Disse, olhando para o que o soldado lhe estendia. – Isso é…
- Sim, é o fato que o Rei dizia que ela vestia quando foi raptada.
Raidon olhou para o fato como se de uma coisa esquisita se tratasse. A ideia de que alguém tinha raptado Ayumi no meio de toda aquela confusão e que provavelmente já lhe tinha posto as mãos em cima provocava-lhe náuseas. O facto de ela estar longe e de estar com outro homem, fazia com que o ódio lhe penetrasse profundamente no coração.
Só desejava poder matar aquela criatura, para que não mais se aproximasse da sua amada. Pedia por tudo que eles não se tivessem beijado ou tocado. Ele queria ser o único a ter o privilégio de beijar aqueles doces lábios que agradáveis recordações lhe traziam.
- Vasculhem toda a zona! Eles não podem estar longe! – Ordenou, cada vez mais impaciente.
*********
Entretanto, Darkeen encontrara o caminho certo para o local onde o Clã se encontrava. Dirigiam-se rapidamente para lá, pois ele sabia que uma vez encontrando o refúgio, estariam a salvo de qualquer pessoa.
E foi então, para surpresa de Ayumi, que avistaram uma pequena povoação totalmente isolada de tudo, erguida no meio da floresta. Existiam várias casas ladeadas por altos muros de pedra, dando um ar assustador e vazio.
Atravessaram o grande portão da povoação, que estava fortemente guardado por vários soldados em posição de ataque, e Ayumi não os reconheceu como estando ao serviço do Rei. Encolheu-se apertando contra si Darkeen, pois sentia todos os olhares pousados nela.
- Tantas pessoas! – Exclamou ela, ao verificar a população que saía de casa ou que se colocava à janela para a ver passar. – Porque é que estão tão isoladas do reino?
- Bem… somos todos Rebeldes, não suportamos o teu pai. – Referiu com um tom de desprezo na voz. – E recusamo-nos a seguir as ordens ou regras dele.
Ayumi sentiu uma ponta de vergonha pelo seu pai, pois tinha receio que todas as pessoas ali a odiassem pelas injustiças que ele cometera. Mesmo assim, pensava para si mesma que não ia baixar a cabeça, pois a culpa não era sua, e de certeza que as pessoas dali iriam entender.
- Onde é a tua casa? – Perguntou timidamente, sem desviar o olhar.
- Oh, é já ali à frente. – Respondeu.
Chegaram perto de uma casa de paredes feitas de pedra, grande e majestosa. Tinha um pequeno jardim à frente, onde algumas flores murchavam e as árvores impunham as suas sombras; não imaginava Darkeen a viver ali, parecia-lhe espaçosa demais para uma só pessoa.
- Vives sozinho? – Sorriu, sentindo pena por ele.
Ambos desmontaram o cavalo, e foi nesse momento que ela sentiu uma mão fina a empurrá-la, para dar espaço aos longos braços que envolveram o pescoço de Darkeen. Voltou-se, observando uma rapariga alta, magra e de cabelo castanho-claro. Parecia alguém alegre e sociável, mas não gostou dela. Não gostou mesmo.
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O queixo de Ayumi descaiu levemente. Ele estava a ser simpático, deveras. Simpático demais; nada daquilo lhe agradava, apenas lhe apetecia sair dali a correr.
- Ainda bem… - Emi corou ligeiramente, olhando-o de lado. – Senti a tua falta.
- Ora… não estive fora assim tanto tempo! – Riu-se e coçou a cabeça, totalmente embaraçado com a atitude da rapariga.
Ayumi não aguentou mais a cena. Murmurou algo incompreensível, e deu um pontapé ao pequeno portão de ferro, que se abriu de rompante. Seguiu para a casa, entrando sem sequer olhar para Darkeen, de tão irritada que estava. Não conhecia a casa, mas apenas não queria ter de olhar para a cara dele.
- Ayumi, espera, eu… - Tentou correr atrás dela, mas algo o impediu.
- Oh, deixa-a… deve estar constrangida por não conhecer ninguém daqui. – Replicou Emi, voltando a enrolar-se ao pescoço dele e acariciando-lhe os cabelos negros.
- Emi desculpa, mas estou cansado… - Disse, afastando-a delicadamente. – Vemo-nos depois. – E correu para alcançar Ayumi, deixando Emi para trás, furiosa.
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Darkeen entrou em casa, procurando-a por todas as divisões possíveis. Sentia-se mal por a ter magoado, principalmente porque foi sem qualquer intenção. Ao passar pelo quarto de hóspedes, dirigiu-se ao armário e retirou de lá um vestido branco, simples mas bonito.
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- Não tens nada de te explicar, muito menos de pedir desculpa. – Respondeu amargamente, enquanto pegava no vestido e lhe fazia um gesto para ele se retirar. – Ah, e obrigada pelo vestido, é muito giro.
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ixtu ta cada vex melhor!!!! yuhuuuuu!!!! =D=D=D tou a mar cd vex maix... parabens pikena! ^.~
o desenhu ta kuas... falta uma mao! xDDDDD e ter mta sort e conseguir scanariza-lo decentement... seria a primeira vex! T_T dpx paxo-to pelo msn!
maix uma vex, ta lindo demaix!!! =D=D
o desenhu ta kuas... falta uma mao! xDDDDD e ter mta sort e conseguir scanariza-lo decentement... seria a primeira vex! T_T dpx paxo-to pelo msn!

maix uma vex, ta lindo demaix!!! =D=D
Reaching for you melody... The black Sea...

~*~Nayomira~*~

~*~Nayomira~*~
Nayomira escreveu:ixtu ta cada vex melhor!!!! yuhuuuuu!!!!=D=D tou a mar cd vex maix... parabens pikena! ^.~
o desenhu ta kuas... falta uma mao! xDDDDD e ter mta sort e conseguir scanariza-lo decentement... seria a primeira vex!dpx paxo-to pelo msn!
maix uma vex, ta lindo demaix!!!
Obrigada!

Fico feliz por saber!
Estou anciosa para ver o desenho!

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Likinhas escreveu:
mas que e que aquela rapariga pensa que e???
ai o amor entre aqueles dois ta cada vez mais bonito de se ver.o:
adorei a recção da Ayumi!!! aquele pontape no portão... não pode deixar de rir!!!
adorei...adorei e simplesmente ADOREI!!!
fico a espera de mais!!!
Desgraçada da rapariga, veio estragar as coisas

*sou tão evil*
Obrigada Likinhas!

Nayomira: Aposto que vou gostar imenso

Tu és uma artista!
E mais uma vez, muito obrigada 
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