Sombras do passado
Aquela Emi
Mas até que gostei dela! (apesar da sua atitude ter provocado um afastamento entre aqueles dois, mas o relacionamento deles fica giro assim
)
O capítulo está muito giro, com uma leveza que faz com seja fácil de ler, mas que também nos deixa ansiosos para ver o que se vai passar a seguir! Também gostei da descrição do lugar onde o Clã vive, imaginei logo um sítio coberto pela névoa, na floresta...
Agora fiquei curiosa com uma coisa, que é a sensação da Ayumi para com o medalhão.
Fico ansiosamente à espera por mais!
Mas até que gostei dela! (apesar da sua atitude ter provocado um afastamento entre aqueles dois, mas o relacionamento deles fica giro assim
)O capítulo está muito giro, com uma leveza que faz com seja fácil de ler, mas que também nos deixa ansiosos para ver o que se vai passar a seguir! Também gostei da descrição do lugar onde o Clã vive, imaginei logo um sítio coberto pela névoa, na floresta...
Agora fiquei curiosa com uma coisa, que é a sensação da Ayumi para com o medalhão.
Fico ansiosamente à espera por mais!
*Kaoru escreveu:Aquela EmiMas até que gostei dela! (apesar da sua atitude ter provocado um afastamento entre aqueles dois, mas o relacionamento deles fica giro assim
)
O capítulo está muito giro, com uma leveza que faz com seja fácil de ler, mas que também nos deixa ansiosos para ver o que se vai passar a seguir! Também gostei da descrição do lugar onde o Clã vive, imaginei logo um sítio coberto pela névoa, na floresta...
Agora fiquei curiosa com uma coisa, que é a sensação da Ayumi para com o medalhão.
Fico ansiosamente à espera por mais!
Bom ponto de vista em relação à Emi, sim senhora!

Obrigada
E era esse mesmo o tipo de local que queria que vocês imaginassem 
Vai ser revelado um bocadinho mais sobre o medalhão no próximo capítulo

Adorei!!!! (como smpre!) tá lindo (como smpre!) Parabéns (mais uma vez!)
Akela Emi!!! Raios a partam!!!! a atirar-se ao darkeen!!!!! mas adorei akela parte em k a ayumi dá o pontapé ao portão.... e o darkeen a dar-lhe o vestido numa atitude de dsculpas...... tá lindo.....
agora a frase habitual: quero mais!!
Akela Emi!!! Raios a partam!!!! a atirar-se ao darkeen!!!!! mas adorei akela parte em k a ayumi dá o pontapé ao portão.... e o darkeen a dar-lhe o vestido numa atitude de dsculpas...... tá lindo.....
agora a frase habitual: quero mais!!

Yupi!!! Mais um capitulo para ler... xD
Adorei... os espacos geograficos (oki... hoje e a panca de escrever politico... xD) estao muito bem descritos e as sensacoes tambem muito bem reveladas... xD
A Ayumi a corar... o Darkeen a pensar em dar explicacoes... tudo comeca assim... xD
Adorei
Adorei... os espacos geograficos (oki... hoje e a panca de escrever politico... xD) estao muito bem descritos e as sensacoes tambem muito bem reveladas... xD
A Ayumi a corar... o Darkeen a pensar em dar explicacoes... tudo comeca assim... xD
Adorei

"To be alive is to be loved. That's what my heart whispers to me"

Gostas de anjos? E de vampiros tambem? ----> Nas asas de um anjo

Gostas de anjos? E de vampiros tambem? ----> Nas asas de um anjo
neptuno_avista escreveu:Adorei!!!! (como smpre!) tá lindo (como smpre!) Parabéns (mais uma vez!)
Akela
Emi!!! Raios a partam!!!! a atirar-se ao darkeen!!!!! mas adorei akela
parte em k a ayumi dá o pontapé ao portão.... e o darkeen a dar-lhe o
vestido numa atitude de dsculpas...... tá lindo.....
agora a frase habitual: quero mais!!
Obrigada, ehehe

Ainda bem que gostaste! Obrigada pelo teu comentário!

Icy_Angel escreveu:Yupi!!! Mais um capitulo para ler...
Adorei...
os espacos geograficos (oki... hoje e a panca de escrever politico...) estao muito bem descritos e as sensacoes tambem muito bem
reveladas...
A Ayumi a corar... o Darkeen a pensar em dar explicacoes... tudo comeca assim...
Adorei
Deixa estar que às vezes também me dão essas pancas

Obrigada!
.o:(Pois começa... vamos lá ver é como acaba
)Kristea escreveu:Oh pá, mais uma vez só me deu para comentar muito depois de ter lido... x'D
Mas pois bem, acho que é escusado dizer alguma coisa, o pessoal já disse tudo: está excelente, como sempre!
Obrigada por leres e pelo comentário Kristea!

Fico contente por isso

Jujumoon escreveu:*respira fundo* Uff... acabei de ler!
Adorei a fic. Escreves de uma forma impressionante, tão bonita...
O Darkeen parece fixe *-* A Ayumi parece kawaii *-* A Emi parece chatinha *-* O rei é um tolinho *-* Está super fixe!
Mais uma leitora, ehehe

Fico feliz por teres lido os capítulos
.o: E muito muito obrigada pelos elogios!mais um capitulo maravilhoso haruhi
.o:
gostei da cena de ciumes e do pedido de desculpa, as reacções de cada um deles foi muito engraçado, em contrapartida na gostei nada daquela intervenção da emi e ja tenho uma teoria:
acho que ela vai conhecer o raidon e que se vai juntar a ele para separar os futuros pombinhos, acertei? ( eu e as minhas teorias da conspiração XD)
bem de qualquer maneira muitos parabens ( ja não sei quantas vezes disse isto, mas nunca e de mais elogiar uma pessoa com talento
ai a graxa XD), com a tua maneira de escrever consegues envolvernos de tal maneira que um capitulo so não chega para nos matar a curiosidade
sendo assim...... quero mais XD
.o: gostei da cena de ciumes e do pedido de desculpa, as reacções de cada um deles foi muito engraçado, em contrapartida na gostei nada daquela intervenção da emi e ja tenho uma teoria:
acho que ela vai conhecer o raidon e que se vai juntar a ele para separar os futuros pombinhos, acertei? ( eu e as minhas teorias da conspiração XD)
bem de qualquer maneira muitos parabens ( ja não sei quantas vezes disse isto, mas nunca e de mais elogiar uma pessoa com talento
ai a graxa XD), com a tua maneira de escrever consegues envolvernos de tal maneira que um capitulo so não chega para nos matar a curiosidade sendo assim...... quero mais XD
Novo capítulo 
Espero que gostem!
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Capítulo 6 – Aldeia dos Rebeldes
O medalhão brilhava intensamente, demonstrando uma luz de um tom vermelho vivo. Tinha a forma de uma estrela com várias pontas, e em cada uma tinha algumas pedras cravadas. Ou pelo menos, assim deduziu Ayumi, ao verificar que os buraquinhos estavam vazios.
E tal como aparecera, a luz desvaneceu, fazendo-a dar um pequeno pulo para trás, chegando-se à porta. Ali conseguia escutar alguns sons vindos da rua, e apercebeu-se que alguém se dirigia para lá. Com medo que Darkeen a repreendesse, voltou a colocar o medalhão no casaco dele, sacudindo-se de seguida.
Mas para seu grande espanto, não fora Darkeen que entrara na casa. A mesma rapariga que os interceptou à um tempo lá fora apresentava-se agora diante dela, feliz e radiante.
- Yuuhuuu, Darkeen!! – Chamou ela, como se fosse uma criança. – Ah, és tu… como era mesmo o teu nome? – Desapontada levou o dedo à testa, como se isso a ajudasse a lembrar.
- Ayumi. – Respondeu, num tom de desprezo.
- Ah sim, Alumin. – Entrou e dirigiu-se à sala, agindo como se estivesse na sua própria casa.
- É A-Y-U-M-I! – Soletrou, com uma grande vontade de lhe apertar o pescoço.
*******
Num quarto escuro, algures no Castelo, alguém acendia velas velhas e cheias de pó. A figura ajoelhou-se perante uma estátua pequena de uma santa, que sorria.
- Por favor… - Pediu Mayumi. – Que a minha filha esteja bem… só te peço isso, e tu sabes que eu não costumo pedir nada! – Juntou as mãos, como num acto de súplica perante a Santa. De seguida, murmurou algumas palavras incompreensíveis e ergueu os olhos para o céu. – Obrigado.
Levantou-se, limpou a estátua com um pano que tinha no bolso do avental e apagou todas as velas que iluminavam a divisão. Em seguida saiu, fechando a porta atrás de si.
A meio de um dos corredores do castelo, encontrou uma das figuras que não suportava: O rei.
Ele parou quando a viu, mas ela, fingindo que ele não existia, baixou a cabeça e desviou o olhar. Indignado, empurrou-a violentamente contra a parede, onde ela foi embater com a cabeça. Deixou-se escorregar, sentindo o cérebro pesado.
- Porque… fez... isto senhor? – Gemeu, contendo-se para não derramar qualquer lágrima.
- Nunca, mas nunca ignores o teu mestre. – Rugiu, retomando a sua caminhada como se apenas tivesse enxotado alguma mosca que o atormentava.
Mayumi levantou-se a custo, apertando as mãos contra o peito. Cada vez mais temia pela ‘sua pequenina’, cada vez mais se preocupava com o que aquela besta lhe podia fazer. E não aguentando mais, grossas lágrimas escorreram-lhe pelo rosto, demonstrando a sua parte fraca.
*******
- Raidon! – Chamou ele, não contendo a emoção.
- Diga mestre. – Raidon curvou-se, ansioso saber o motivo de tamanha felicidade do rei.
- O meu… ajudante, digamos assim, localizou o paradeiro da tua amada. Irás partir com algumas tropas amanhã. Infelizmente, vais demorar três dias ou mais para lá chegares.
- Mas meu senhor… eu pensava que esse local não era muito longe da zona onde nós chegámos? – Interrogou, fortemente desconfiado de tal afirmação.
- Bem, de facto não está… o meu problema reside aí. – Coçou a barba nervosamente, rodopiando os olhos.
- O que quer dizer com isso? Não entendo…
- Bem, nunca antes ninguém achou aquele local. Excepto os que lá vivem, claro. – Acrescentou. – Felizmente o meu ajudante é vidente, e conseguiu captar algumas memórias através dos indícios que o raptor e Ayumi deixaram para trás. Quero que encontres esse refúgio e que massacres ou mates todos, se for necessário.
- M…matar… todos?! – Raidon arregalou os olhos, atordoado. Que pessoa era aquela que lhe mandava executar um bando de inocentes indefesos? Ele pensara que aquilo era só entre ele e o raptor! Nunca imaginaria outra coisa.
- Achas que te vão receber calorosamente, sorrindo que nem imbecis, se o teu objectivo é matar um deles??
O rei começava a ficar cada vez mais impaciente e cansado de lhe dar explicações. Tinha de lhe enfiar aquilo no cérebro, o mais rápido possível. Perder tempo era escusado.
- Não, de modo algum… - Murmurou. – Vendo por esse ponto, têm razão Rei Vladimir.
- NÃO PRONUNCIES O MEU NOME, NÃO TE DEI CONFIANÇA PARA ISSO! – E ergueu-se violentamente, dando uma bofetada a Raidon, o que fez com que este recuasse assustado.
Assim que percebeu o erro que cometera, o rei acalmou-se. Não podia ser tão rude para ele, se o queria manipular. Sabia bem disso. Mas olhava para aquela criatura fraca e apetecia-lhe matá-lo. Voltou a sentar-se, pedindo desculpa.
- Eu é que devia pedir desculpa, não fazia ideia…
- Tudo bem. – Replicou. – Agora vai, mata aqueles que não te querem com a tua amada, trá-la de volta e terás a felicidade garantida.
Raidon fez outra vénia e preparou-se para se retirar. Não queria matar tanta gente, mas por Ayumi faria tudo ao seu alcance.
- Ah… e rapaz… - Começou o rei.
- Diga?
- Darás um bom rei se conseguires cumprir a tua missão. – Disse com falsidade, quase enojando-se a si próprio.
Raidon sorriu, mais confiante, e acabou por se retirar ao encontro do exército que iria levar na busca por Ayumi. Finalmente iria salvar a sua amada.
********
Emi roçava-se de uma forma estúpida nas camisas de Darkeen, que encontrava espalhadas pelo quarto. Cheirava-as sob o olhar ameaçador e chocado de Ayumi.
- Porque estás a olhar para mim? – Perguntou Emi sarcasticamente. – Também as queres cheirar?
- Que dizes? – Ayumi achou aquela pergunta bastante parva.
- Ora, não me digas que não gostas dele… vê-se nos teus olhos. – Acusou Emi, levantando-se, despindo a sua camisa e vestindo em seguida uma branca de Darkeen. – Olha, fica-me bem… sexy. – Riu-se.
Ayumi corou fortemente. Sentia todo o seu rosto a arder, e não se conseguia controlar. Cada vez detestava mais aquela rapariga. Para além do seu pai, aquela seria a primeira pessoa que ela odiava profundamente.
- Gostar dele? DELE? – Repetiu-se. – Quem é que gosta de um indelicado daqueles? – Proferiu, irritada.
Emi dirigiu-se à entrada, passando por Ayumi, e assobiava num tom alto, o que fazia com que os decibéis fossem insuportáveis aos ouvidos dela. Estacou, calando-se e continuando a olhar em frente. Inclinou ligeiramente a cabeça, quase pousando-a no ombro da outra.
- Não te metas no meu caminho. – Sussurrou secamente.
E dirigiu-se à porta da saída, rindo e saltitando, aparentemente alegre e indiferente a Ayumi.
Esta, cada vez mais fula, seguiu-a, fechando a porta com uma força abundante, ao que conseguiu ouvir lá fora, após disso, um sonoro “não te zangues que não vale a pena”.
Enquanto isso, Darkeen seguia para casa do seu velho amigo. Era uma habitação bastante degradada, coberta de palha em toda a volta. Algumas telhas eram uniformes, levando Darkeen a interrogar-se se não choveria dentro da casa.
Bateu à porta, e ouvindo um “entre”, abriu-a vagarosamente, observando um ambiente obscuro e misterioso lá dentro. Já não entrava lá à algum tempo, pois sempre o encontrava na rua, não era necessário vir a sua casa.
Estava espantando, tinha realmente mudado muito. Existam prateleiras de madeira espalhadas por todas as paredes e repletas de vários recipientes com líquidos estranhos. Alhos, patas de coelho e itens bizarros encontravam-se pendurados no tecto. E ao centro encontrava-se o seu amigo, que o tempo fizera velho, penteando as suas longas e espessas barbas brancas, sentado perto de uma mesa redonda. Observava atentamente a sua bola de cristal.
- Olá. – Saudou Darkeen, puxando um banco e sentando-se também.
- Oh, já te esperava… - Murmurou profundamente.
- Como assim? Eu não lhe disse que vinha…
- Sabes que um velho como eu já tem muita experiência… e eu sou vidente, não me subestimes. – Suspirou lentamente, pousando em Darkeen um olhar pesado. - Finalmente sentiste alguma coisa?
Darkeen estremeceu. Era impressionante como ele previa as coisas; mal tinha entrado e já sabia que lhe vinha perguntar algo relacionado com o assunto que sempre ansiara saber.
- Aquele medalhão que costumo usar, sabe? – O velho assentiu com a cabeça. – Senti-o hoje de manhã a tremer.
O senhor de barbas brancas olhou-o de baixo a cima e em seguida para os olhos. Darkeen sentia – se como estando a ser ‘lido por dentro’.
- Reagiu, eh? – Voltou a suspirar. – Já não era sem tempo. – Virou-se novamente para a bola de cristal. – Estavas com uma rapariga?
- Nunca me disseste como se chama… e sim, estava acompanhado por uma rapariga… - Darkeen não via a importância daquela pergunta.
- Já estás na idade para saber… chama-se “Mystica”. – Sorriu maliciosamente. – É gira?
- Tu já viste a “Mystica”, ou lá como se diz, porque me perguntas se é gira?
- Estava a falar da rapariga. – Disse ironicamente.
- Ah! Continuas o mesmo, hem! – Riu-se do velho, corando ao mesmo tempo.
- Oh, não me digas que foi a Emi! – Acusou, levantando-se. – Diz lá, confessa!
Darkeen não gostou daquilo. Acabara de se chatear com Ayumi por causa daquela rapariga. E quando isso lhe assombrou a cabeça, levantou-se também e saiu porta a fora.
- Hey, não te queria ofender! – Chamou. – Volta aqui!
Não o quis ouvir, voltaria mais tarde para o fazer, assim que acalmasse. Ao longe, avistou precisamente Emi. Viu-se forçado a olhar para ela, pois reparara que aquela camisa lhe era familiar.
As nuvens cobriram o céu, e começou a chover intensamente. Correu para ela, gritando.
- Oh, és tu Darkeen! – Sorriu-lhe, ignorando a chuva.
- O que fazes com a minha camisa?? – Perguntou, levemente irritado.
- Gostei dela.
- Devolve-ma! – Ordenou ele, agarrando-lhe o braço.
E uma ideia vaga mas tentadora percorreu o cérebro de Emi. Iria empatar Darkeen, fazer com que ambos se molhassem. Ele teria de a levar para sua casa.
- Oh, estou molhada, nestas condições não posso resolver o teu problema! – Replicou, fazendo um olhar triste. – E estou com frio… por este andar congelo.
Chegou-se perto de Darkeen.
Este corou. Não sabia o que fazer; nervoso e não querendo que ela tivesse frio, rodeou-a com os seus braços quentes e fortes.
- Tudo bem, vamos para minha casa e lá trataremos disso.
- É hoje. – Sorriu Emi maliciosamente.

Espero que gostem!
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Capítulo 6 – Aldeia dos Rebeldes
O medalhão brilhava intensamente, demonstrando uma luz de um tom vermelho vivo. Tinha a forma de uma estrela com várias pontas, e em cada uma tinha algumas pedras cravadas. Ou pelo menos, assim deduziu Ayumi, ao verificar que os buraquinhos estavam vazios.
E tal como aparecera, a luz desvaneceu, fazendo-a dar um pequeno pulo para trás, chegando-se à porta. Ali conseguia escutar alguns sons vindos da rua, e apercebeu-se que alguém se dirigia para lá. Com medo que Darkeen a repreendesse, voltou a colocar o medalhão no casaco dele, sacudindo-se de seguida.
Mas para seu grande espanto, não fora Darkeen que entrara na casa. A mesma rapariga que os interceptou à um tempo lá fora apresentava-se agora diante dela, feliz e radiante.
- Yuuhuuu, Darkeen!! – Chamou ela, como se fosse uma criança. – Ah, és tu… como era mesmo o teu nome? – Desapontada levou o dedo à testa, como se isso a ajudasse a lembrar.
- Ayumi. – Respondeu, num tom de desprezo.
- Ah sim, Alumin. – Entrou e dirigiu-se à sala, agindo como se estivesse na sua própria casa.
- É A-Y-U-M-I! – Soletrou, com uma grande vontade de lhe apertar o pescoço.
*******
Num quarto escuro, algures no Castelo, alguém acendia velas velhas e cheias de pó. A figura ajoelhou-se perante uma estátua pequena de uma santa, que sorria.
- Por favor… - Pediu Mayumi. – Que a minha filha esteja bem… só te peço isso, e tu sabes que eu não costumo pedir nada! – Juntou as mãos, como num acto de súplica perante a Santa. De seguida, murmurou algumas palavras incompreensíveis e ergueu os olhos para o céu. – Obrigado.
Levantou-se, limpou a estátua com um pano que tinha no bolso do avental e apagou todas as velas que iluminavam a divisão. Em seguida saiu, fechando a porta atrás de si.
A meio de um dos corredores do castelo, encontrou uma das figuras que não suportava: O rei.
Ele parou quando a viu, mas ela, fingindo que ele não existia, baixou a cabeça e desviou o olhar. Indignado, empurrou-a violentamente contra a parede, onde ela foi embater com a cabeça. Deixou-se escorregar, sentindo o cérebro pesado.
- Porque… fez... isto senhor? – Gemeu, contendo-se para não derramar qualquer lágrima.
- Nunca, mas nunca ignores o teu mestre. – Rugiu, retomando a sua caminhada como se apenas tivesse enxotado alguma mosca que o atormentava.
Mayumi levantou-se a custo, apertando as mãos contra o peito. Cada vez mais temia pela ‘sua pequenina’, cada vez mais se preocupava com o que aquela besta lhe podia fazer. E não aguentando mais, grossas lágrimas escorreram-lhe pelo rosto, demonstrando a sua parte fraca.
*******
- Raidon! – Chamou ele, não contendo a emoção.
- Diga mestre. – Raidon curvou-se, ansioso saber o motivo de tamanha felicidade do rei.
- O meu… ajudante, digamos assim, localizou o paradeiro da tua amada. Irás partir com algumas tropas amanhã. Infelizmente, vais demorar três dias ou mais para lá chegares.
- Mas meu senhor… eu pensava que esse local não era muito longe da zona onde nós chegámos? – Interrogou, fortemente desconfiado de tal afirmação.
- Bem, de facto não está… o meu problema reside aí. – Coçou a barba nervosamente, rodopiando os olhos.
- O que quer dizer com isso? Não entendo…
- Bem, nunca antes ninguém achou aquele local. Excepto os que lá vivem, claro. – Acrescentou. – Felizmente o meu ajudante é vidente, e conseguiu captar algumas memórias através dos indícios que o raptor e Ayumi deixaram para trás. Quero que encontres esse refúgio e que massacres ou mates todos, se for necessário.
- M…matar… todos?! – Raidon arregalou os olhos, atordoado. Que pessoa era aquela que lhe mandava executar um bando de inocentes indefesos? Ele pensara que aquilo era só entre ele e o raptor! Nunca imaginaria outra coisa.
- Achas que te vão receber calorosamente, sorrindo que nem imbecis, se o teu objectivo é matar um deles??
O rei começava a ficar cada vez mais impaciente e cansado de lhe dar explicações. Tinha de lhe enfiar aquilo no cérebro, o mais rápido possível. Perder tempo era escusado.
- Não, de modo algum… - Murmurou. – Vendo por esse ponto, têm razão Rei Vladimir.
- NÃO PRONUNCIES O MEU NOME, NÃO TE DEI CONFIANÇA PARA ISSO! – E ergueu-se violentamente, dando uma bofetada a Raidon, o que fez com que este recuasse assustado.
Assim que percebeu o erro que cometera, o rei acalmou-se. Não podia ser tão rude para ele, se o queria manipular. Sabia bem disso. Mas olhava para aquela criatura fraca e apetecia-lhe matá-lo. Voltou a sentar-se, pedindo desculpa.
- Eu é que devia pedir desculpa, não fazia ideia…
- Tudo bem. – Replicou. – Agora vai, mata aqueles que não te querem com a tua amada, trá-la de volta e terás a felicidade garantida.
Raidon fez outra vénia e preparou-se para se retirar. Não queria matar tanta gente, mas por Ayumi faria tudo ao seu alcance.
- Ah… e rapaz… - Começou o rei.
- Diga?
- Darás um bom rei se conseguires cumprir a tua missão. – Disse com falsidade, quase enojando-se a si próprio.
Raidon sorriu, mais confiante, e acabou por se retirar ao encontro do exército que iria levar na busca por Ayumi. Finalmente iria salvar a sua amada.
********
Emi roçava-se de uma forma estúpida nas camisas de Darkeen, que encontrava espalhadas pelo quarto. Cheirava-as sob o olhar ameaçador e chocado de Ayumi.
- Porque estás a olhar para mim? – Perguntou Emi sarcasticamente. – Também as queres cheirar?
- Que dizes? – Ayumi achou aquela pergunta bastante parva.
- Ora, não me digas que não gostas dele… vê-se nos teus olhos. – Acusou Emi, levantando-se, despindo a sua camisa e vestindo em seguida uma branca de Darkeen. – Olha, fica-me bem… sexy. – Riu-se.
Ayumi corou fortemente. Sentia todo o seu rosto a arder, e não se conseguia controlar. Cada vez detestava mais aquela rapariga. Para além do seu pai, aquela seria a primeira pessoa que ela odiava profundamente.
- Gostar dele? DELE? – Repetiu-se. – Quem é que gosta de um indelicado daqueles? – Proferiu, irritada.
Emi dirigiu-se à entrada, passando por Ayumi, e assobiava num tom alto, o que fazia com que os decibéis fossem insuportáveis aos ouvidos dela. Estacou, calando-se e continuando a olhar em frente. Inclinou ligeiramente a cabeça, quase pousando-a no ombro da outra.
- Não te metas no meu caminho. – Sussurrou secamente.
E dirigiu-se à porta da saída, rindo e saltitando, aparentemente alegre e indiferente a Ayumi.
Esta, cada vez mais fula, seguiu-a, fechando a porta com uma força abundante, ao que conseguiu ouvir lá fora, após disso, um sonoro “não te zangues que não vale a pena”.
Enquanto isso, Darkeen seguia para casa do seu velho amigo. Era uma habitação bastante degradada, coberta de palha em toda a volta. Algumas telhas eram uniformes, levando Darkeen a interrogar-se se não choveria dentro da casa.
Bateu à porta, e ouvindo um “entre”, abriu-a vagarosamente, observando um ambiente obscuro e misterioso lá dentro. Já não entrava lá à algum tempo, pois sempre o encontrava na rua, não era necessário vir a sua casa.
Estava espantando, tinha realmente mudado muito. Existam prateleiras de madeira espalhadas por todas as paredes e repletas de vários recipientes com líquidos estranhos. Alhos, patas de coelho e itens bizarros encontravam-se pendurados no tecto. E ao centro encontrava-se o seu amigo, que o tempo fizera velho, penteando as suas longas e espessas barbas brancas, sentado perto de uma mesa redonda. Observava atentamente a sua bola de cristal.
- Olá. – Saudou Darkeen, puxando um banco e sentando-se também.
- Oh, já te esperava… - Murmurou profundamente.
- Como assim? Eu não lhe disse que vinha…
- Sabes que um velho como eu já tem muita experiência… e eu sou vidente, não me subestimes. – Suspirou lentamente, pousando em Darkeen um olhar pesado. - Finalmente sentiste alguma coisa?
Darkeen estremeceu. Era impressionante como ele previa as coisas; mal tinha entrado e já sabia que lhe vinha perguntar algo relacionado com o assunto que sempre ansiara saber.
- Aquele medalhão que costumo usar, sabe? – O velho assentiu com a cabeça. – Senti-o hoje de manhã a tremer.
O senhor de barbas brancas olhou-o de baixo a cima e em seguida para os olhos. Darkeen sentia – se como estando a ser ‘lido por dentro’.
- Reagiu, eh? – Voltou a suspirar. – Já não era sem tempo. – Virou-se novamente para a bola de cristal. – Estavas com uma rapariga?
- Nunca me disseste como se chama… e sim, estava acompanhado por uma rapariga… - Darkeen não via a importância daquela pergunta.
- Já estás na idade para saber… chama-se “Mystica”. – Sorriu maliciosamente. – É gira?
- Tu já viste a “Mystica”, ou lá como se diz, porque me perguntas se é gira?
- Estava a falar da rapariga. – Disse ironicamente.
- Ah! Continuas o mesmo, hem! – Riu-se do velho, corando ao mesmo tempo.
- Oh, não me digas que foi a Emi! – Acusou, levantando-se. – Diz lá, confessa!
Darkeen não gostou daquilo. Acabara de se chatear com Ayumi por causa daquela rapariga. E quando isso lhe assombrou a cabeça, levantou-se também e saiu porta a fora.
- Hey, não te queria ofender! – Chamou. – Volta aqui!
Não o quis ouvir, voltaria mais tarde para o fazer, assim que acalmasse. Ao longe, avistou precisamente Emi. Viu-se forçado a olhar para ela, pois reparara que aquela camisa lhe era familiar.
As nuvens cobriram o céu, e começou a chover intensamente. Correu para ela, gritando.
- Oh, és tu Darkeen! – Sorriu-lhe, ignorando a chuva.
- O que fazes com a minha camisa?? – Perguntou, levemente irritado.
- Gostei dela.
- Devolve-ma! – Ordenou ele, agarrando-lhe o braço.
E uma ideia vaga mas tentadora percorreu o cérebro de Emi. Iria empatar Darkeen, fazer com que ambos se molhassem. Ele teria de a levar para sua casa.
- Oh, estou molhada, nestas condições não posso resolver o teu problema! – Replicou, fazendo um olhar triste. – E estou com frio… por este andar congelo.
Chegou-se perto de Darkeen.
Este corou. Não sabia o que fazer; nervoso e não querendo que ela tivesse frio, rodeou-a com os seus braços quentes e fortes.
- Tudo bem, vamos para minha casa e lá trataremos disso.
- É hoje. – Sorriu Emi maliciosamente.
Emi = Deusa da Agricultura nº1!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Pronto, agora que despenjei aqui a minha raiva em relação àquela "deusa da agricultura" detestável, vou comentar o conteúdo do capítulo (não comento a Emi, essa não precisa de nenhum outro comentário a não ser "deusa da agricultura"). Como sempre, está excelente! Fico à espera de mais!
Pronto, agora que despenjei aqui a minha raiva em relação àquela "deusa da agricultura" detestável, vou comentar o conteúdo do capítulo (não comento a Emi, essa não precisa de nenhum outro comentário a não ser "deusa da agricultura"). Como sempre, está excelente! Fico à espera de mais!


Kristea escreveu:Emi = Deusa da Agricultura nº1!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Pronto, agora que despenjei aqui a minha raiva em relação àquela "deusa da agricultura" detestável, vou comentar o conteúdo do capítulo (não comento a Emi, essa não precisa de nenhum outro comentário a não ser "deusa da agricultura"). Como sempre, está excelente! Fico à espera de mais!
Deusa da Agricultura loool xDD
Obrigada Kristea
.o: Ainda bem que gostaste!aquela tipa!!! arghhhhhhh
apetece me espanca la!!! como e que ela se atreve a tratar a Ayumi daquela maneira??? e depois ainda se atira ao Darkeen???
*mim furiosa*
e aquele velho? deixas te me curiosa... quero seber quem ele e!!!
adorei o capitulo, para variar, e estou cada vez mais viciada!!
esta fic esta um espetaculo!!!
apetece me espanca la!!! como e que ela se atreve a tratar a Ayumi daquela maneira??? e depois ainda se atira ao Darkeen???
*mim furiosa*
e aquele velho? deixas te me curiosa... quero seber quem ele e!!!
adorei o capitulo, para variar, e estou cada vez mais viciada!!
esta fic esta um espetaculo!!!


AAIIIIIIIIIIIIIII!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! k nrvos!!!! k raiva k mete akela emi!!!!!! k estruponcia, mesquinha, estupida!!!!!!! só apatece esquartejá-la!!!!! *vou imprimir uma folha com a cara dela e pendurá-la na porta para espetar-lhe facas!!!!*
e resumindo: o capitulo está excelente.... e akele medalhão..... porque será k reage á ayumi... será pelo facto de ser a tal princesa???
e resumindo: o capitulo está excelente.... e akele medalhão..... porque será k reage á ayumi... será pelo facto de ser a tal princesa???

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