Sombras do passado
mercurio escreveu:Omg!!!! Como foste capaz de acabar o capitulo nessa parte?????
Tou em pulgas para saber o que ira acontecer em seguida
Toda a gente me quer bater por ter acabado ali XD
Mas teve de ser ;P
Obrigada pelo comentário!

Gostas de mistérios, dramas, romance, acção, emoções e muito mais?
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FanFic: Sombras do Passado (Capítulo 4 postado dia 19/02!)
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FanFic: Sombras do Passado (Capítulo 4 postado dia 19/02!)
Likinhas escreveu:cheguei a pouco da escola toda contente a pensar a pensar que ia ler um novo capitulo...
ligo o pc toda apressada porque daqui a pouco tenho de me por a estudar portugues para o teste da amanha...
venho ao forum e nao vejo nada...
mas o que é isto???
quero um capitulo! ja! xD
Peço desculpas pelo atraso

O resto do capítulo já vem a caminho ;P
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FanFic: Sombras do Passado (Capítulo 4 postado dia 19/02!)
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FanFic: Sombras do Passado (Capítulo 4 postado dia 19/02!)
Bem, esta parte é maior do que as anteriores...
Eu disse que ia compensar
Tem um bocadinho mais de acção (teve de ser), mas também tem partes românticas no decorrer do capítulo
Ah! E um pequeno bónus para vocês no final...
Espero que gostem!
-----------------
Capítulo 2 – O encontro
(2º parte)
Apenas existiam eles e o bater dos seus corações.
Ayumi sentiu as bochechas quentes, como se um fogo ardesse vivamente na sua cara. Começara a corar assim que o seu olhar o detectara entre a multidão que se encontrava no grande salão, e o seu coração quase lhe saía do peito.
Darkeen parecia sentir-se assim, pois fixava os seus olhos nos dela, quase sem pestanejar. Acabou por corar também, embora ligeiramente. Darien olhava ora para Ayumi ora para Darkeen, que se encontrava com uma expressão deveras estranha.
- Phsstt… - Yuthy beliscou Darkeen devagar, o que fez com que ele abanasse a cabeça e se voltasse a concentrar em tudo o que acontecia à sua volta.
- Parecias hipnotizado… - Darien riu-se, adivinhando o motivo que deixara assim o seu amigo.
- É bonita, não é? – Interrogou Yuthy divertido. – É bonita mas não é para ti rapaz. Lembra-te, ela não passa de um Nobre, é igual a todos os outros.
- Sim é… - Respondeu num murmúrio.
- Não te apaixones em momentos de guerra. – Darien continuava a troçar do seu amigo, e achava imensa piada à cena que presenciara.
- Não digas disparates! – Retorquiu Darkeen. – Apenas me distraí por uns segundos, isso não significa que goste dela! Apenas… apenas achei que ela era bonita, pronto. Mas não passa daí. – Corou ainda mais, olhando para o chão.
- Sim pois… - Darien voltou-se para a frente, a fim de continuar a escutar o que o Rei tinha para dizer.
Yuthy tentava espreitar para algo ou alguém, através dos longos vestidos de todas as mulheres e dos fatos dos senhores. Parecia bastante ocupado com o assunto, até que se virou e desculpou-se pelo facto de ter achado uma mulher ao seu agrado e de necessitar de estar com ela, para o chamarem quando o serviço começasse. Darkeen murmurou algo como “não te apaixones em momentos de guerra”, mas nem Darien nem Yuthy se aperceberam.
- Desde já, quero mostrar o meu grande agradecimento pelo Rei Klynun, que aceitou a minha filha como esposa do seu filho. Uma salva de palmas para este grande homem. – Continuou o Rei, seguido de vários aplausos ruidosos.
Klynun e seu filho, Raidon, entraram pela cortina vermelha que se encontrava por detrás da cadeira onde Ayumi se encontrava sentada, acenando ao público que gritava, assobiava e batia palmas freneticamente.
Por instantes, Darkeen viu-o dar a mão à princesa Ayumi, que a retirou delicadamente e se levantou, aproximando-se mais da população. Sentiu algo a corroer as entranhas do seu estômago, mas continuou a ouvir.
- E este é Raidon, o noivo. Os preparativos para o casamento já estão quase prontos, e se quisessem ir, receberia todos com muito prazer. – Cerrou os olhos, virou costas e sentou-se. – Agora, divirtam-se!
Raidon insistiu novamente em pegar na mão de Ayumi, mas esta foi mas rude, puxando-a bruscamente. Ainda não estava preparada para assumir o que quer que fosse, muito menos um casamento. Queria fugir dali, queria fugir para executar o seu plano e acabar com todas aquelas farsas de seu pai.
Ela sabia o motivo para aquela festa, e pelo seu aniversário não era de certeza. O seu pai apenas quisera convidar todas aquelas pessoas pelo prestígio e para anunciar o seu noivado. Porque duvidava que ele conhecesse todas elas de facto, eram apenas mais peças de um jogo sujo que ele teimava sempre em ganhar.
Preparou-se para sair dali, mas mal afastou a cortina vermelha, sentiu o seu braço esquerdo a ser apertado com bastante força.
- Está a magoar-me! – Acusou, tentando soltar-se, o que fazia com que lhe doesse ainda mais.
- Quem pensas que és para me humilhares desta maneira à frente de todos? – Os seus olhos negros fitavam-na amargamente.
- Sua filha. – Replicou, caindo no chão após ele lhe ter puxado o braço bruscamente para baixo.
- Pois se és minha filha, não devias deixar o teu pai passar por tal vergonha. – Pegou nela pelos cabelos, levantando-a. Raidon levantou-se também, tentando intervir, mas o seu pai mandou-o sentar-se novamente.
E em frente a todas as pessoas, ele deu-lhe um estalo, deixando-a cair de joelhos em seguida.
A bochecha de Ayumi começou a ficar de um tom rosa-avermelhado, talvez não só pelo estalo, mas mais pela vergonha. Tinha todos os olhares presentes no salão cravados em si, e sentia que lhe perfuravam a nuca.
Fora a primeira vez que passara por tamanha vergonha. Já tinha apanhado antes, mas não em frente a outros indivíduos. Cerrou os dentes com força, e fechou os dedos em forma de punho. Lágrimas quentes e finas corriam-lhe pelo rosto branco, deixando-o cada vez mais alterado pela raiva, que lhe consumia o peito, que lhe doía mais do que a bochecha. Tinha a noção que chorava pelo que lhe ia dentro do coração, pelo gesto que o seu pai tivera.
Ele levantou a mão de novo, ameaçando bater-lhe. Quando se preparava para o fazer, algo voou na direcção do seu braço, acertando-lhe na manga. Não conseguia mexê-lo, pois um pequeno punhal atravessava a manga e espetara na parede. Indignado, voltou-se para o público.
- Quem ousa fazer algo desta gravidade ao próprio Rei?? – Olhou para todos os convidados presentes, tentando perceber qual deles tinha atirado.
- Fui eu majestade. – Darkeen caminhou entre a multidão, que abriu para o deixar passar. Ironicamente, parou mesmo debaixo do parapeito da varanda interna, como se o estivesse para desafiar.
- Sabes o que acabaste de fazer miúdo? – A sua voz forte e grave oscilava na garganta, de tanta raiva que tinha.
- Sim, sei perfeitamente. O que me parece é que o senhor não sabe o que faz. – Encarava-o como se de um simples Nobre se tratasse. A multidão presente murmurava sobre a cena, admirados com a coragem suicida do rapaz.
- Que dizes? Tencionas ensinar-me como educar a minha própria filha? – Replicou, sentindo uma enorme vontade de o magoar.
- Não majestade, de modo algum… - E sorrindo, curvou-se. – Apenas lhe tenciono ‘explicar’ que numa mulher não se bate, nem com uma flor. –
Darkeen sabia o risco que corria, mas continuava a sorrir e a encarar tudo aquilo de uma forma normal. A atitude do Rei não lhe agradara, e sentia uma enorme pena da rapariga. Não conseguia suportar vê-la a ser torturada pelo próprio pai ali.
Uma onda de calor percorreu o corpo de Ayumi novamente. Levou a mão direita à cara, enxugando as lágrimas. Em seguida levantou-se e compôs-se, saindo a correr, sem sequer olhar mais para o pai.
Saiu para o jardim, pois teria de o atravessar para chegar ao seu quarto.
Doíam-lhe os pés da corrida, e por isso descalçou-se. Sentia todo o seu corpo a ferver, à medida que pisava a calçada branca e fria.
Abriu finalmente a porta da divisão, apressando-se a trocar de roupa. Em poucos minutos, havia mudado; encontrava-se agora vestida com um fato azul, parecido aos que os ninjas usavam. Notava-se que ela mesma o tinha costurado para ficar assim. O fato tinha duas luvas que iam até pouco mais de meio, um decote em bico com renda na parte do peito e uma fita à volta da cintura e da garganta. Era recortado nas partes laterais perto das pernas, e tinha um pequeno desenho de uma flor no lado esquerdo. Atou o cabelo e olhou-se ao espelho. Em seguida pegou na espada que se encontrava numa caixa e prendeu-a na fita da cintura.
Saiu novamente em direcção ao baile.
Eu disse que ia compensar
Tem um bocadinho mais de acção (teve de ser), mas também tem partes românticas no decorrer do capítulo

Ah! E um pequeno bónus para vocês no final...
Espero que gostem!
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Capítulo 2 – O encontro
(2º parte)
Apenas existiam eles e o bater dos seus corações.
Ayumi sentiu as bochechas quentes, como se um fogo ardesse vivamente na sua cara. Começara a corar assim que o seu olhar o detectara entre a multidão que se encontrava no grande salão, e o seu coração quase lhe saía do peito.
Darkeen parecia sentir-se assim, pois fixava os seus olhos nos dela, quase sem pestanejar. Acabou por corar também, embora ligeiramente. Darien olhava ora para Ayumi ora para Darkeen, que se encontrava com uma expressão deveras estranha.
- Phsstt… - Yuthy beliscou Darkeen devagar, o que fez com que ele abanasse a cabeça e se voltasse a concentrar em tudo o que acontecia à sua volta.
- Parecias hipnotizado… - Darien riu-se, adivinhando o motivo que deixara assim o seu amigo.
- É bonita, não é? – Interrogou Yuthy divertido. – É bonita mas não é para ti rapaz. Lembra-te, ela não passa de um Nobre, é igual a todos os outros.
- Sim é… - Respondeu num murmúrio.
- Não te apaixones em momentos de guerra. – Darien continuava a troçar do seu amigo, e achava imensa piada à cena que presenciara.
- Não digas disparates! – Retorquiu Darkeen. – Apenas me distraí por uns segundos, isso não significa que goste dela! Apenas… apenas achei que ela era bonita, pronto. Mas não passa daí. – Corou ainda mais, olhando para o chão.
- Sim pois… - Darien voltou-se para a frente, a fim de continuar a escutar o que o Rei tinha para dizer.
Yuthy tentava espreitar para algo ou alguém, através dos longos vestidos de todas as mulheres e dos fatos dos senhores. Parecia bastante ocupado com o assunto, até que se virou e desculpou-se pelo facto de ter achado uma mulher ao seu agrado e de necessitar de estar com ela, para o chamarem quando o serviço começasse. Darkeen murmurou algo como “não te apaixones em momentos de guerra”, mas nem Darien nem Yuthy se aperceberam.
- Desde já, quero mostrar o meu grande agradecimento pelo Rei Klynun, que aceitou a minha filha como esposa do seu filho. Uma salva de palmas para este grande homem. – Continuou o Rei, seguido de vários aplausos ruidosos.
Klynun e seu filho, Raidon, entraram pela cortina vermelha que se encontrava por detrás da cadeira onde Ayumi se encontrava sentada, acenando ao público que gritava, assobiava e batia palmas freneticamente.
Por instantes, Darkeen viu-o dar a mão à princesa Ayumi, que a retirou delicadamente e se levantou, aproximando-se mais da população. Sentiu algo a corroer as entranhas do seu estômago, mas continuou a ouvir.
- E este é Raidon, o noivo. Os preparativos para o casamento já estão quase prontos, e se quisessem ir, receberia todos com muito prazer. – Cerrou os olhos, virou costas e sentou-se. – Agora, divirtam-se!
Raidon insistiu novamente em pegar na mão de Ayumi, mas esta foi mas rude, puxando-a bruscamente. Ainda não estava preparada para assumir o que quer que fosse, muito menos um casamento. Queria fugir dali, queria fugir para executar o seu plano e acabar com todas aquelas farsas de seu pai.
Ela sabia o motivo para aquela festa, e pelo seu aniversário não era de certeza. O seu pai apenas quisera convidar todas aquelas pessoas pelo prestígio e para anunciar o seu noivado. Porque duvidava que ele conhecesse todas elas de facto, eram apenas mais peças de um jogo sujo que ele teimava sempre em ganhar.
Preparou-se para sair dali, mas mal afastou a cortina vermelha, sentiu o seu braço esquerdo a ser apertado com bastante força.
- Está a magoar-me! – Acusou, tentando soltar-se, o que fazia com que lhe doesse ainda mais.
- Quem pensas que és para me humilhares desta maneira à frente de todos? – Os seus olhos negros fitavam-na amargamente.
- Sua filha. – Replicou, caindo no chão após ele lhe ter puxado o braço bruscamente para baixo.
- Pois se és minha filha, não devias deixar o teu pai passar por tal vergonha. – Pegou nela pelos cabelos, levantando-a. Raidon levantou-se também, tentando intervir, mas o seu pai mandou-o sentar-se novamente.
E em frente a todas as pessoas, ele deu-lhe um estalo, deixando-a cair de joelhos em seguida.
A bochecha de Ayumi começou a ficar de um tom rosa-avermelhado, talvez não só pelo estalo, mas mais pela vergonha. Tinha todos os olhares presentes no salão cravados em si, e sentia que lhe perfuravam a nuca.
Fora a primeira vez que passara por tamanha vergonha. Já tinha apanhado antes, mas não em frente a outros indivíduos. Cerrou os dentes com força, e fechou os dedos em forma de punho. Lágrimas quentes e finas corriam-lhe pelo rosto branco, deixando-o cada vez mais alterado pela raiva, que lhe consumia o peito, que lhe doía mais do que a bochecha. Tinha a noção que chorava pelo que lhe ia dentro do coração, pelo gesto que o seu pai tivera.
Ele levantou a mão de novo, ameaçando bater-lhe. Quando se preparava para o fazer, algo voou na direcção do seu braço, acertando-lhe na manga. Não conseguia mexê-lo, pois um pequeno punhal atravessava a manga e espetara na parede. Indignado, voltou-se para o público.
- Quem ousa fazer algo desta gravidade ao próprio Rei?? – Olhou para todos os convidados presentes, tentando perceber qual deles tinha atirado.
- Fui eu majestade. – Darkeen caminhou entre a multidão, que abriu para o deixar passar. Ironicamente, parou mesmo debaixo do parapeito da varanda interna, como se o estivesse para desafiar.
- Sabes o que acabaste de fazer miúdo? – A sua voz forte e grave oscilava na garganta, de tanta raiva que tinha.
- Sim, sei perfeitamente. O que me parece é que o senhor não sabe o que faz. – Encarava-o como se de um simples Nobre se tratasse. A multidão presente murmurava sobre a cena, admirados com a coragem suicida do rapaz.
- Que dizes? Tencionas ensinar-me como educar a minha própria filha? – Replicou, sentindo uma enorme vontade de o magoar.
- Não majestade, de modo algum… - E sorrindo, curvou-se. – Apenas lhe tenciono ‘explicar’ que numa mulher não se bate, nem com uma flor. –
Darkeen sabia o risco que corria, mas continuava a sorrir e a encarar tudo aquilo de uma forma normal. A atitude do Rei não lhe agradara, e sentia uma enorme pena da rapariga. Não conseguia suportar vê-la a ser torturada pelo próprio pai ali.
Uma onda de calor percorreu o corpo de Ayumi novamente. Levou a mão direita à cara, enxugando as lágrimas. Em seguida levantou-se e compôs-se, saindo a correr, sem sequer olhar mais para o pai.
Saiu para o jardim, pois teria de o atravessar para chegar ao seu quarto.
Doíam-lhe os pés da corrida, e por isso descalçou-se. Sentia todo o seu corpo a ferver, à medida que pisava a calçada branca e fria.
Abriu finalmente a porta da divisão, apressando-se a trocar de roupa. Em poucos minutos, havia mudado; encontrava-se agora vestida com um fato azul, parecido aos que os ninjas usavam. Notava-se que ela mesma o tinha costurado para ficar assim. O fato tinha duas luvas que iam até pouco mais de meio, um decote em bico com renda na parte do peito e uma fita à volta da cintura e da garganta. Era recortado nas partes laterais perto das pernas, e tinha um pequeno desenho de uma flor no lado esquerdo. Atou o cabelo e olhou-se ao espelho. Em seguida pegou na espada que se encontrava numa caixa e prendeu-a na fita da cintura.
Saiu novamente em direcção ao baile.
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FanFic: Sombras do Passado (Capítulo 4 postado dia 19/02!)
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FanFic: Sombras do Passado (Capítulo 4 postado dia 19/02!)
Ao lá chegar, deparou-se com a confusão que se havia instalado. Encostou-se sorrateiramente a um dos grandes postes que enfeitavam o espaço, esperando que não a vissem no meio de toda aquela grande confusão. Punhais, facas e até garfos que anteriormente se encontravam nas mesas, voavam em todas as direcções. Um deles chegou mesmo a embater no poste onde ela se encontrava, apanhando-a desprevenida e fazendo com que mandasse um pulo de susto.
- Concentra-te… - Pensava para si mesma. Olhou à volta. O seu pai estava sentado na cadeira, observando tudo com uma calma indescritível. Parecia que até estava a gostar do espectáculo.
Darkeen debatia-se com a sua espada contra um Nobre, que parecia controlar o poder da água, visto que atirava vários jactos com alguma força. Darkeen limitava-se a rebolar pelo salão, tentando proteger-se. Ayumi deduziu que ele estava à espera do momento certo para atacar. Ao fundo ela conseguia ver aqueles que lhe pareciam os amigos dele, lutando também contra quatro Nobres ao mesmo tempo, demonstrando alguma dificuldade.
E ela? O que faria agora? Não tinha a certeza se podia atacar, ou simplesmente se deveria esperar mais um bocado.
A multidão que há algumas horas estivera ali, tinha agora saído, provavelmente com receio da situação. O Rei ordenara a alguns guardas para entrarem em cena, pois mais companheiros de Darkeen tinham invadido o local.
Todos eles tinham um oponente. Todos menos ela. E o oponente que queria era o seu pai. Não queria matá-lo nem magoá-lo, apenas deixar-lhe um aviso. Pegou numa máscara que tinha consigo e colocou-a na cara, para ninguém a reconhecer. E numa tentativa de conseguir passar por todos e chegar perto do seu pai sem ter de lutar antes, envolveu-se na confusão.
Pelo canto do olho, Darkeen viu um vulto a correr no salão. Concentrou-se totalmente e bateu com a pega da espada na cabeça do seu inimigo, fazendo com que ele caísse inanimado no chão. Olhou então em volta, e viu-a a correr em direcção ao Rei. Ignorava de quem se tratava, mas decerto não fazia parte do Clã. Escondeu-se debaixo de uma mesa, com o intuito de observar o que ia acontecer.
A rapariga tirara a espada para fora, e preparava-se para atacar. O Rei afinal não estava não distraído como parecia; para surpresa geral, levantou-se e parou-a apenas com um empurrão da mão esquerda. Ela caiu, rebolando pelo chão. Levantou-se com dificuldade, e voltou a investir sobre ele.
Darkeen notara que ela tinha uma boa manutenção de espada, e que provavelmente já tinha treinado bastante. Era também rápida e flexível, o que ajudava em muito numa batalha. Mas o Rei recebia o título por ser o mais forte de todos, e ela não teria qualquer hipótese. O desfecho da batalha entre eles foi fácil de prever: ele atirou-lhe com um jacto de água enrolado com uma fita de fogo. Provavelmente deveria controlar vários poderes ao mesmo tempo.
Ela caiu novamente, ferindo a perna num bocado de rocha que se encontrava no chão, caído de algum poste ou parede. Darkeen tentou desviar a cara; por alguma razão não suportava ver aquilo, embora fosse uma luta que não lhe dizia respeito.
- Idiota! – Berrou. – Ao dar-te aquele estalo pensei que tivesses aprendido!
Ayumi ficou perplexa perante tal afirmação.
- Você… você… sabia que era eu! – Exclamou, desesperada. Entretanto, Darkeen lutava e tentava ouvir a conversa, mas era-lhe quase impossível.
- Claro que sabia. Julgas que sou idiota sua inútil?!? – Encheu-se de fúria, e formou nas suas mãos uma bola de fogo que faiscava intensamente.
Ela não conseguia articular qualquer palavra que fosse. Conservava-se imóvel, nem o seu corpo nem o seu cérebro tencionavam agir. O seu pai lançou o feitiço, e Ayumi limitou-se a fechar os olhos, ao mesmo tempo que uma lágrima voltara a percorrer a sua face.
E de repente, o salão iluminou-se.
Aproveitando-se da luz, o Clã tentara exterminar o máximo possível de soldados, que estavam ofuscados. Apesar de ser uma tarefa difícil, conseguiram deitar alguns por terra.
Assim que voltou tudo ao normal, todos tentavam situar-se.
- Darkeen! – Gritou Darien. – Estás bem? – Percorreu o salão com o olhar, vendo-o no chão, agarrado a qualquer coisa.
Entre alguns gemidos de dor, Darkeen ergueu-se um pouco, ficando por cima de Ayumi. Ela abrira também os olhos, corando intensamente. Ambos continuaram a olhar um para o outro. Ele conhecia aqueles olhos cor de mel, era impossível esquecê-los… sentiu um leve formigueiro no estômago, e aproximou-se dela no intuito de a proteger.
Nesse mesmo momento, o Rei lançou uma rajada de vento, fazendo com que os dois se separassem. Ayumi foi arrastada pelo chão, embatendo com a cabeça numa parede e caindo inconsciente. Darkeen recuperou o fôlego, e já a sangrar do lábio inferior, tentou fazer com que todos o ouvissem.
- Vamos retirar! – Gritou. – Já massacramos suficientes Nobres!
- Oh, estava a ser divertido… - Protestou Yuthy. – Mas se tem de ser… VAMOS!
Todo o Clã presente precipitou-se para a saída. O exército preparava-se para fazer o mesmo, mas o Rei ordenou para que os deixassem ir. Darkeen foi o ultimo a sair; no entanto, já perto da porta parou e olhou para a rapariga estendida. Não a podia deixar ali, certamente ia ser morta. Voltou para trás, desviando-se habilmente de alguns feitiços que lhe eram dirigidos, pegou nela pela cintura e correu para fora dali.
Quando atravessou a noite fria, reparou que todos os seus companheiros já tinham partido. Sentia o lábio e o braço a latejarem, mas ignorou totalmente a dor, correndo para o seu cavalo. Subiu com Ayumi às costas, colocando os braços dela na sua cintura.
- Estás a salvo agora… - Sorriu.
Ayumi ainda abriu os olhos, pois não tinha desmaiado totalmente. Através de imagens pouco nítidas e cortadas que os seus olhos lhe transmitiam, verificou que estava agarrada a alguém. Sentia o calor que o corpo dele emitia. Ficaria assim para sempre, se pudesse, colada àquele corpo quente e forte. Sentia-se protegida como nunca se sentira antes. E nesta paz fechou as pálpebras, desmaiando de vez.
-----
E agora, o bónus
Bem, é um desenho que eu fiz sobre o fato que ela usou para lutar neste capítulo.
Eu tinha feito sombras, mas o scanner não permitiu que se notassem
Não está nada de especial, é mesmo só para terem uma ideia
Para a posição, inspirei-me num desenho de uma anime girl já existente.
Vai em spoiler, para não demorar muito a carregar a página.
- Concentra-te… - Pensava para si mesma. Olhou à volta. O seu pai estava sentado na cadeira, observando tudo com uma calma indescritível. Parecia que até estava a gostar do espectáculo.
Darkeen debatia-se com a sua espada contra um Nobre, que parecia controlar o poder da água, visto que atirava vários jactos com alguma força. Darkeen limitava-se a rebolar pelo salão, tentando proteger-se. Ayumi deduziu que ele estava à espera do momento certo para atacar. Ao fundo ela conseguia ver aqueles que lhe pareciam os amigos dele, lutando também contra quatro Nobres ao mesmo tempo, demonstrando alguma dificuldade.
E ela? O que faria agora? Não tinha a certeza se podia atacar, ou simplesmente se deveria esperar mais um bocado.
A multidão que há algumas horas estivera ali, tinha agora saído, provavelmente com receio da situação. O Rei ordenara a alguns guardas para entrarem em cena, pois mais companheiros de Darkeen tinham invadido o local.
Todos eles tinham um oponente. Todos menos ela. E o oponente que queria era o seu pai. Não queria matá-lo nem magoá-lo, apenas deixar-lhe um aviso. Pegou numa máscara que tinha consigo e colocou-a na cara, para ninguém a reconhecer. E numa tentativa de conseguir passar por todos e chegar perto do seu pai sem ter de lutar antes, envolveu-se na confusão.
Pelo canto do olho, Darkeen viu um vulto a correr no salão. Concentrou-se totalmente e bateu com a pega da espada na cabeça do seu inimigo, fazendo com que ele caísse inanimado no chão. Olhou então em volta, e viu-a a correr em direcção ao Rei. Ignorava de quem se tratava, mas decerto não fazia parte do Clã. Escondeu-se debaixo de uma mesa, com o intuito de observar o que ia acontecer.
A rapariga tirara a espada para fora, e preparava-se para atacar. O Rei afinal não estava não distraído como parecia; para surpresa geral, levantou-se e parou-a apenas com um empurrão da mão esquerda. Ela caiu, rebolando pelo chão. Levantou-se com dificuldade, e voltou a investir sobre ele.
Darkeen notara que ela tinha uma boa manutenção de espada, e que provavelmente já tinha treinado bastante. Era também rápida e flexível, o que ajudava em muito numa batalha. Mas o Rei recebia o título por ser o mais forte de todos, e ela não teria qualquer hipótese. O desfecho da batalha entre eles foi fácil de prever: ele atirou-lhe com um jacto de água enrolado com uma fita de fogo. Provavelmente deveria controlar vários poderes ao mesmo tempo.
Ela caiu novamente, ferindo a perna num bocado de rocha que se encontrava no chão, caído de algum poste ou parede. Darkeen tentou desviar a cara; por alguma razão não suportava ver aquilo, embora fosse uma luta que não lhe dizia respeito.
- Idiota! – Berrou. – Ao dar-te aquele estalo pensei que tivesses aprendido!
Ayumi ficou perplexa perante tal afirmação.
- Você… você… sabia que era eu! – Exclamou, desesperada. Entretanto, Darkeen lutava e tentava ouvir a conversa, mas era-lhe quase impossível.
- Claro que sabia. Julgas que sou idiota sua inútil?!? – Encheu-se de fúria, e formou nas suas mãos uma bola de fogo que faiscava intensamente.
Ela não conseguia articular qualquer palavra que fosse. Conservava-se imóvel, nem o seu corpo nem o seu cérebro tencionavam agir. O seu pai lançou o feitiço, e Ayumi limitou-se a fechar os olhos, ao mesmo tempo que uma lágrima voltara a percorrer a sua face.
E de repente, o salão iluminou-se.
Aproveitando-se da luz, o Clã tentara exterminar o máximo possível de soldados, que estavam ofuscados. Apesar de ser uma tarefa difícil, conseguiram deitar alguns por terra.
Assim que voltou tudo ao normal, todos tentavam situar-se.
- Darkeen! – Gritou Darien. – Estás bem? – Percorreu o salão com o olhar, vendo-o no chão, agarrado a qualquer coisa.
Entre alguns gemidos de dor, Darkeen ergueu-se um pouco, ficando por cima de Ayumi. Ela abrira também os olhos, corando intensamente. Ambos continuaram a olhar um para o outro. Ele conhecia aqueles olhos cor de mel, era impossível esquecê-los… sentiu um leve formigueiro no estômago, e aproximou-se dela no intuito de a proteger.
Nesse mesmo momento, o Rei lançou uma rajada de vento, fazendo com que os dois se separassem. Ayumi foi arrastada pelo chão, embatendo com a cabeça numa parede e caindo inconsciente. Darkeen recuperou o fôlego, e já a sangrar do lábio inferior, tentou fazer com que todos o ouvissem.
- Vamos retirar! – Gritou. – Já massacramos suficientes Nobres!
- Oh, estava a ser divertido… - Protestou Yuthy. – Mas se tem de ser… VAMOS!
Todo o Clã presente precipitou-se para a saída. O exército preparava-se para fazer o mesmo, mas o Rei ordenou para que os deixassem ir. Darkeen foi o ultimo a sair; no entanto, já perto da porta parou e olhou para a rapariga estendida. Não a podia deixar ali, certamente ia ser morta. Voltou para trás, desviando-se habilmente de alguns feitiços que lhe eram dirigidos, pegou nela pela cintura e correu para fora dali.
Quando atravessou a noite fria, reparou que todos os seus companheiros já tinham partido. Sentia o lábio e o braço a latejarem, mas ignorou totalmente a dor, correndo para o seu cavalo. Subiu com Ayumi às costas, colocando os braços dela na sua cintura.
- Estás a salvo agora… - Sorriu.
Ayumi ainda abriu os olhos, pois não tinha desmaiado totalmente. Através de imagens pouco nítidas e cortadas que os seus olhos lhe transmitiam, verificou que estava agarrada a alguém. Sentia o calor que o corpo dele emitia. Ficaria assim para sempre, se pudesse, colada àquele corpo quente e forte. Sentia-se protegida como nunca se sentira antes. E nesta paz fechou as pálpebras, desmaiando de vez.
-----
E agora, o bónus

Bem, é um desenho que eu fiz sobre o fato que ela usou para lutar neste capítulo.
Eu tinha feito sombras, mas o scanner não permitiu que se notassem

Não está nada de especial, é mesmo só para terem uma ideia

Para a posição, inspirei-me num desenho de uma anime girl já existente.
Vai em spoiler, para não demorar muito a carregar a página.
Spoiler

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FanFic: Sombras do Passado (Capítulo 4 postado dia 19/02!)
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Tá tão lindo...
Fogo tou com uma raiva a esse rei, quem é que ele pensa que é para a tratar assim???
numa mulher não se bate nem com uma flor
adorei , fartei-me de rir
bem fico à espera de mais
à bocado é k reparei k ja tinhas comentado a minha fic à algum tempo.... espero k continues a gostar
Fogo tou com uma raiva a esse rei, quem é que ele pensa que é para a tratar assim???
numa mulher não se bate nem com uma flor
adorei , fartei-me de rir
bem fico à espera de mais
à bocado é k reparei k ja tinhas comentado a minha fic à algum tempo.... espero k continues a gostar

O Regresso das Sailor Stars - Prólogo reescrito
3 anos e 11 meses *.* Uranus coisa mai linda do meu
Obrigada pelos elogios! 
Ainda bem que gostaram
Fico muito feliz!

Ainda bem que gostaram
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FanFic: Sombras do Passado (Capítulo 4 postado dia 19/02!)
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FanFic: Sombras do Passado (Capítulo 4 postado dia 19/02!)
mercurio escreveu:Tá tão lindo...
Fogo tou com uma raiva a esse rei, quem é que ele pensa que é para a tratar assim???
numa mulher não se bate nem com uma flor
adorei , fartei-me de rir
bem fico à espera de mais
à bocado é k reparei k ja tinhas comentado a minha fic à algum tempo.... espero k continues a gostar
Ehehe
Ele é evil lol.Obrigada!
Chibi-Star escreveu:WOW! O_O
Depois de tanto trabalhar e estudar hoje, isto foi perfeito para terminar o dia *-*
Arigato Nee-chan
Com que então só vinhas ler na quinta ham...

Obrigada eu!

Chibi-Star escreveu:Mor tu escrevex tao bem ;_; *chora baba e ranho*
Obrigada pelo elogio
.o:Angeless escreveu:ia agora dizer que ainda não tinhas posto mais fic quando vejo que postas-te. ai tan lindo
.o: , c*brão do pai dela
, partia-o todo
, bater na própria filha
.
Lol

Dá vontade de o espancar, não dá? Ele é malvado ;_;
Likinhas escreveu:.o: tao lindo!!!
fiz uma pausa no estudo para espreitar e pelos vistos valeu a pena!!!
adorei tudo!! noa tenho palavras para descrever este capitulo!!!
ainda por cima grandecomo eu gosto
lindo, lindo, lindo!!! e agora quero mais
Obrigada Likinhas!

Sim, este foi um bocadinho maior
claudia-chan escreveu:wow![]()
tao lindoooooooooooooooo.o:
adorei...não.....AMEI
o darkeen e tão quido " numa mulher não se bate nem com uma flor "
e aquele rei da vontade de o mandar caparloool
o que vale e que o darkeen ta sempre em cima do acontecimento XD
cada vez gosto mais disto
KERO MAIS XD
Sim
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Chibi-Star escreveu:Tipo, supostamente essa era a ideia... o.O'
Estar a estudar
Lol

Depois diz que a culpa é minha!

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, partia-o todo
, bater na própria filha 
como eu gosto

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