A Flor de Pandora
Capítulo VI
Revelação
~A fugacidade do reencontro~
Revelação
~A fugacidade do reencontro~
Os longos corredores sucediam-se, envoltos no negrume, marcados nos passos rápidos e secos da sombra que deslizava por eles. Urgia em apressar-se, contornando cada esquina o mais velozmente que as forças lhe permitiam, ignorando as pedras que ia encontrando pelo caminho e que quase o faziam tropeçar. Quando viu uma saliência em forma de arco, passou a mão pelas minúsculas gotas que lhe deslizavam pela testa, respirou fundo e entrou numa das enormes galerias das ruínas do palácio.
- Que novidades trazes, Cérbe?
O homem, controlando a vontade que tinha de ofegar, fez uma vénia e curvou-se diante da sombra feminina, cuja voz grave se prolongava por todos os recantos do local.
- Estão a chegar, Senhora. Conseguimos sentir a presença de mais duas, mas suspeito que virão mais, muitas mais. – O homem chamado Cérbe interrompeu o seu relato ao distinguir a mulher a mover-se e a fitar o universo no horizonte. Uma esfera azul brilhava, próxima de outra branca, mais pequena.
- Sim. Manda-os agir. – ordenou a voz. – Não conseguimos aguentar o cerco por muito mais tempo, e não podemos tampouco descuidar-nos. – Erguendo a mão e abrindo-a, uma pequena luz irradiou e iluminou-lhe os lábios finos. A mulher controlava-a claramente, impedindo que o seu brilho se intensificasse em demasia. – Diz-me, Cérbe, elas já sabem?
- Minha senhora, não! Corre tudo como planeado, ninguém desconfia da nossa presença, muito menos das nossas intenções…
- O nosso poder não será suficiente para permitir que as guerreiras desse planeta desconheçam a nossa presença por muito mais tempo. Não sabem quem somos, é certo, mas têm de recear-nos. Estou certa de que já desconfiam de alguma coisa, nem que seja porque aqueles três andam a pisar o risco. Pensas que eu não sei, Cérbe? Fazem o que queremos, mas têm um mínimo de vontade própria. Isso tem de acabar. Percebeste?
O homem engoliu em seco e acenou afirmativamente. Uma ordem era uma ordem, tinha de falar novamente com aqueles três idiotas que estavam sempre a causar-lhe problemas.
- Vai. Transmite-lhes as minhas ordens. Está na hora.
Cérbe curvou-se novamente e, sem voltar as costas, saiu da galeria. A mulher permaneceu a olhar para o infinito, extinguindo a luz por entre os seus dedos. Dos seus lábios nasceu um sorriso satisfeito. Finalmente, finalmente. Faltava pouco.
***
As gotas de água batiam na janela como se quisessem tocar na cara de Rita, que as fitava inexpressivamente. Com o indicador ia seguindo ocasionalmente o curso de cada uma até se perder de vista e, por vezes, um suspiro preocupado embaciava o vidro frio. Tinham passado três dias desde a festa de Bunny e Rita ainda não tinha dado mais notícias às restantes amigas. No dia anterior, Ami telefonara-lhe para combinar um encontro, a fim de discutirem mais uma vez o que iriam fazer, mas ela simplesmente não conseguia estar com elas. Parecia-lhe inútil falarem sempre de inimigos que não se mostravam, daquele tempo instável e, pior do que tudo, ela própria sentia-se inútil e confusa como nunca antes havia acontecido. Não era capaz de deixar de pensar na única e terrível visão que tivera na floresta.
Por um lado, sabia que não tinha sido a responsável por aquele incêndio mas, por outro, a sua visão nunca a enganara antes. Já tinha inventado muitas teorias, tentado ver mais alguma coisa, mas em vão. Cada especulação parecia-lhe idiota, as visões não ocorriam e um sentimento de culpa incendiava-lhe o coração. Era a primeira vez que experimentava uma coisa assim e não era capaz de lidar com ela. O seu avô já tinha reparado naquele seu estado e tentara compreender o que se passava com a adorada neta e, para sua mágoa, fora afastado com um sorriso fraco. Felizmente que ultimamente tinha de ir mais vezes ao orfanato ajudar as crianças a aprenderem as suas orações, pois não suportava vê-la assim durante muito tempo. Assim, naquela tarde, Rita encontrava-se sozinha, fitando a chuva a aglomerar-se em poças lá fora, reflectindo o seu próprio estado de espírito.
O relógio anunciou as cinco horas da tarde, lembrando-a de que tinha de limpar as folhas secas que se empilhavam na entrada do templo. Pegou numa vassoura, vestiu um casaco por ali abandonado e saiu, avaliando o trabalho que tinha pela frente. Em pleno verão, as folhas já tinham caído dos ramos das árvores circundantes, e Rita fora sempre a encarregada, juntamente com Fernando, de as limpar quando o Outono chegava. Desde que Fernando partira numa viagem espiritual que essa missão era apenas realizada por ela, cumprindo-a com afinco. Começou assim a varrer a entrada parando, por vezes, para avaliar a dimensão do trabalho e, consoante o tamanho da pilha, colocar algumas folhas num saco que utilizava para o efeito.
Assim se passaram vinte minutos em que Rita se tentava unicamente concentrar no trabalho, limpando a mente e procurando refugiar-se dos seus pensamentos inquietantes. Embora muitas vezes conseguisse concretizar a sua vontade, havia sempre uma dor instalada no peito que lhe relembrava o que não queria e, embora fosse forte, a confusão de sentimentos que se debatia dentro de si era praticamente insuportável. Era como se uma valsa desconcertante fosse dançada no centro do palco que era ela própria. Varria mais arduamente, com as mãos a exercerem pressão no cabo da vassoura, como se procurasse limpar a sucessão de incógnitas gigantes que se passavam no seu íntimo. Acabando por não aguentar, parou, olhando o chão. A chuva caía, pesada, e uma pequena explosão fez com que tudo o que sentia colidisse e se estilhaçasse. Havia uma dor que transcendia todas as restantes e que não conseguia entender. Fechou os olhos e ouviu passos por entre as folhas que se aglomeravam nas escadas que davam acesso ao templo.
Quando abriu os olhos, reconheceu-o de imediato. Não precisou de ver a sua capa negra, o cabelo escuro que lhe tocava os ombros, as mãos firmes e grandes. Ela sentiu o cheiro adocicado e suave a percorrer a distância que os separava como uma seta que é disparada em direcção ao alvo. Através da visão enublada das lágrimas, reconheceu-o e soube-o ali, de novo, caminhando até si. As suas mãos abriram-se. Não soube quanto tempo passou desde que o fizera até a vassoura colidir com o solo, mas pareceu-lhe muito tempo, pois quando ouvira o som já apenas dois passos os separavam.
Se ela tivesse esperado apenas mais um segundo, se tivesse apenas reparado mais, certamente que não o teria feito. Era cautelosa demais. Além disso, ele nunca a vira senão como Navegante de Marte. Mas, naquele momento, nada parecia mais importante. A mágoa era aliviada pelo olhar que a fitava, os pensamentos deixavam de fazer sentido e a sua mente era limpa, como se um céu de inverno se fosse gradualmente transformando, deixando vislumbrar a luz do sol. E tal como um suspiro doce do vento que afasta as nuvens, a sua voz prolongou-se no sorriso dos seus lábios.
- Finalmente encontrei-te.
Aquelas palavras fizeram com que as dela morressem na sua garganta e, sem saber porquê, sentiu as lágrimas como um reflexo da chuva nos seus olhos. Sem saber porquê, a vontade de chorar redobrou. Tinha os cabelos ensopados e tremia. Queria perguntar-lhe de onde a conhecia, como a reconhecera mas, ao mesmo tempo, não desejava falar porque, dentro de si, algo lhe sussurrava que não iria querer ouvir. E, diante dele, chorou. Chorou sem medo, afastando todo o rancor que sentia pelos homens, chorou como nunca fizera diante de ninguém. Por entre soluços, os braços daquele homem rodearam-na e assim ficaram, enquanto ele lhe afagava o cabelo.
- Eu… Eu conheço-te… - começou Rita, mas ele cortou-lhe a palavra quando a cobriu com a sua capa, protegendo-a da chuva. Pegou-lhe na mão e dirigiu-se com ela até uma árvore cujos ramos os resguardariam um pouco mais da água que caía do céu.
- Tu já não me conheces, Rita. – disse, retirando a capa de cima de si. – Em tempos conheceste-me, sim, mas não disponho do tempo suficiente para que te recordes de mim. – A sua voz, apesar de melancólica, não se alterou. – E como não disponho desse tempo, tens de ouvir com o máximo de atenção que consigas…
Com os olhos manchados de vermelho e sem compreender, Rita sentiu que devia obedecer. Fez um gesto com a cabeça e incentivou-o a continuar.
- O que está a acontecer a este planeta não é obra da natureza, nem tampouco do inimigo. É da responsabilidade das Irmãs da Harmonia, das Lágrimas Sagradas, do Selo Vital, como lhes queiras chamar. Elas vivem em locais sagrados e desconhecidos das pessoas comuns, nunca outrora invioláveis. Nem mesmo vocês, guerreiras, os conhecem. Elas existem para manter o equilíbrio deste mundo, e nem mesmo a força dos Protectores é suficiente para as igualar, porque elas nasceram de uma necessidade maior.
“Há muitos, muitos anos atrás elas nasceram para manter o equilíbrio deste mundo, depois da morte do Príncipe e do declínio do seu Protector, Hélios. Elas guardam em si um fragmento sagrado e nunca, por qualquer circunstância que seja, se devem encontrar. Se isso acontecer, o Mal abater-se-á não somente aqui, mas por todo o Universo. E não é uma força qualquer; é A Força. Contudo, elas são quatro irmãs, e os fragmentos são cinco. Assim, algo ou alguém mais tem, na sua posse, um dos fragmentos, e está a usar o seu poder para destabilizá-las. De alguma forma elas já sentiram isso, e estas alterações são reflexo disso mesmo. Rita. Não, Marte. Se os cinco fragmentos se juntarem, não existirá retorno possível e não haverá nada que vocês possam fazer.”
- Mas… Porque é que nós não sentimos nada? Porque é que eu não consigo ver nada? – perguntou Rita confusa.
- Muito provavelmente porque o vosso inimigo deve estar a usar uma força para se esconder. Quanto às Irmãs, vocês não as sentiram porque, por alguma razão, não se recordam de acontecimentos do vosso passado. Estou certo?
Rita acenou afirmativamente. Nem se lembrava dele, e sabia que o conhecia de algum lado…
- Se querem salvar este mundo, terão de encontrá-las e impedir que os Fragmentos sejam unidos. Estes furacões, dilúvios, ondas de calor e de frio, são tudo consequências do desequilíbrio que elas estão a experimentar. E… Aquele fogo foi causado por uma delas. Foi por isso que não o conseguiste vencer.
- Não, não pode ser… Eu vi-me a provocá-lo! Eu estava com uma venda e… - Rita interrompeu-se, sentindo aquela dor a apertar-lhe o cérebro num nó.
- O que tu viste foi a tua impossibilidade de sentir e reconhecer o que se passava, por não seres capaz de te lembrares de nada, e isso foi representado pela venda nos teus olhos. E o fogo está intimamente ligado a uma das Lágrimas Sagradas. O teu poder tentou avisar-te como podia, Marte. – A sua mão tocou-lhe no ombro e ela, surpreendida, olhou-o. Ele tinha acabado de destruir vários dos receios que se haviam instalado no seu espírito desde há muitos dias. O homem olhou para o céu e, com uma ruga a formar-se na sua testa, voltou a dirigir-se a ela.
- Tenho de ir, agora. Perdoa-me, mas não posso revelar-te mais, o meu tempo acabou. Segue os meus conselhos... – voltando-se, deu alguns passos e começou a afastar-se. Em choque, Rita gritou:
- Espera! Não me disseste sequer o teu nome…
O homem parou e, voltando-se novamente para ela, sorriu daquela forma melancólica que já tinha presenciado. Com nostalgia, a voz serena respondeu-lhe.
- Vio. O meu nome é Vio.
Rita ficou a vê-lo afastar-se, desaparecendo quando desceu as escadas por onde tivera vindo. Não conseguiu mover-se e ir atrás dele para continuar a interrogá-lo, para tentar perceber mais o que se tinha passado. Um peso tinha sido retirado de dentro de si, sendo substituído por outro. Olhou para o templo e, correndo, apressou-se a entrar, esquecendo-se de se descalçar e, chapinhando o corredor, entrou no seu quarto, pegou num papel e dirigiu-se ao telefone, marcando os dígitos com uma velocidade urgente.
- Sim? Fala a Haruka Tenoh.
- Haruka, é a Rita. Podes vir buscar-me? Não posso discutir isto no templo. É urgente, tenho novidades muito importantes e precisamos de estar todas reunidas.
- Não te preocupes, passo já aí. Avisa as outras para estarem em minha casa dentro de meia hora. Acalma-te e até já.
Rita pousou o auscultador com as mãos a tremer. Olhando pela janela, repetiu as últimas palavras que ouvira da sua boca, como se já as tivesse pronunciado num outro tempo, num outro lugar. E, sem dar por si, o nome “Vio” abandonou os seus lábios, perdendo-se nas revelações e na marca que o cheiro do seu perfume deixou em si.
- Eu… Eu conheço-te… - começou Rita, mas ele cortou-lhe a palavra quando a cobriu com a sua capa, protegendo-a da chuva. Pegou-lhe na mão e dirigiu-se com ela até uma árvore cujos ramos os resguardariam um pouco mais da água que caía do céu.
- Tu já não me conheces, Rita. – disse, retirando a capa de cima de si. – Em tempos conheceste-me, sim, mas não disponho do tempo suficiente para que te recordes de mim. – A sua voz, apesar de melancólica, não se alterou. – E como não disponho desse tempo, tens de ouvir com o máximo de atenção que consigas…
Com os olhos manchados de vermelho e sem compreender, Rita sentiu que devia obedecer. Fez um gesto com a cabeça e incentivou-o a continuar.
- O que está a acontecer a este planeta não é obra da natureza, nem tampouco do inimigo. É da responsabilidade das Irmãs da Harmonia, das Lágrimas Sagradas, do Selo Vital, como lhes queiras chamar. Elas vivem em locais sagrados e desconhecidos das pessoas comuns, nunca outrora invioláveis. Nem mesmo vocês, guerreiras, os conhecem. Elas existem para manter o equilíbrio deste mundo, e nem mesmo a força dos Protectores é suficiente para as igualar, porque elas nasceram de uma necessidade maior.
“Há muitos, muitos anos atrás elas nasceram para manter o equilíbrio deste mundo, depois da morte do Príncipe e do declínio do seu Protector, Hélios. Elas guardam em si um fragmento sagrado e nunca, por qualquer circunstância que seja, se devem encontrar. Se isso acontecer, o Mal abater-se-á não somente aqui, mas por todo o Universo. E não é uma força qualquer; é A Força. Contudo, elas são quatro irmãs, e os fragmentos são cinco. Assim, algo ou alguém mais tem, na sua posse, um dos fragmentos, e está a usar o seu poder para destabilizá-las. De alguma forma elas já sentiram isso, e estas alterações são reflexo disso mesmo. Rita. Não, Marte. Se os cinco fragmentos se juntarem, não existirá retorno possível e não haverá nada que vocês possam fazer.”
- Mas… Porque é que nós não sentimos nada? Porque é que eu não consigo ver nada? – perguntou Rita confusa.
- Muito provavelmente porque o vosso inimigo deve estar a usar uma força para se esconder. Quanto às Irmãs, vocês não as sentiram porque, por alguma razão, não se recordam de acontecimentos do vosso passado. Estou certo?
Rita acenou afirmativamente. Nem se lembrava dele, e sabia que o conhecia de algum lado…
- Se querem salvar este mundo, terão de encontrá-las e impedir que os Fragmentos sejam unidos. Estes furacões, dilúvios, ondas de calor e de frio, são tudo consequências do desequilíbrio que elas estão a experimentar. E… Aquele fogo foi causado por uma delas. Foi por isso que não o conseguiste vencer.
- Não, não pode ser… Eu vi-me a provocá-lo! Eu estava com uma venda e… - Rita interrompeu-se, sentindo aquela dor a apertar-lhe o cérebro num nó.
- O que tu viste foi a tua impossibilidade de sentir e reconhecer o que se passava, por não seres capaz de te lembrares de nada, e isso foi representado pela venda nos teus olhos. E o fogo está intimamente ligado a uma das Lágrimas Sagradas. O teu poder tentou avisar-te como podia, Marte. – A sua mão tocou-lhe no ombro e ela, surpreendida, olhou-o. Ele tinha acabado de destruir vários dos receios que se haviam instalado no seu espírito desde há muitos dias. O homem olhou para o céu e, com uma ruga a formar-se na sua testa, voltou a dirigir-se a ela.
- Tenho de ir, agora. Perdoa-me, mas não posso revelar-te mais, o meu tempo acabou. Segue os meus conselhos... – voltando-se, deu alguns passos e começou a afastar-se. Em choque, Rita gritou:
- Espera! Não me disseste sequer o teu nome…
O homem parou e, voltando-se novamente para ela, sorriu daquela forma melancólica que já tinha presenciado. Com nostalgia, a voz serena respondeu-lhe.
- Vio. O meu nome é Vio.
Rita ficou a vê-lo afastar-se, desaparecendo quando desceu as escadas por onde tivera vindo. Não conseguiu mover-se e ir atrás dele para continuar a interrogá-lo, para tentar perceber mais o que se tinha passado. Um peso tinha sido retirado de dentro de si, sendo substituído por outro. Olhou para o templo e, correndo, apressou-se a entrar, esquecendo-se de se descalçar e, chapinhando o corredor, entrou no seu quarto, pegou num papel e dirigiu-se ao telefone, marcando os dígitos com uma velocidade urgente.
- Sim? Fala a Haruka Tenoh.
- Haruka, é a Rita. Podes vir buscar-me? Não posso discutir isto no templo. É urgente, tenho novidades muito importantes e precisamos de estar todas reunidas.
- Não te preocupes, passo já aí. Avisa as outras para estarem em minha casa dentro de meia hora. Acalma-te e até já.
Rita pousou o auscultador com as mãos a tremer. Olhando pela janela, repetiu as últimas palavras que ouvira da sua boca, como se já as tivesse pronunciado num outro tempo, num outro lugar. E, sem dar por si, o nome “Vio” abandonou os seus lábios, perdendo-se nas revelações e na marca que o cheiro do seu perfume deixou em si.
Aaaaaaaaaaaaaaaaah k lindo!! Deixaste-me com uma lagrimita no canto do olho. Eu sou mt romântica msm XD
Bem, vou voltar a repetir-me. As tuas descrições são tão lindas! Descreves os sentimentos de uma forma que se sente. As duvidas da Rei, a sua confusão, o medo, o amor... tudo! Gostas mt dela n é? XD
Agora é k isto se começa a revelar um cadinho mais. Akele principio foi tão misterioso... msm Sugoi!!
.o: E a explicação do Vio... Kem será ele?
Adorei o capitulo! Tu devias escrever livros!!!
Bem, vou voltar a repetir-me. As tuas descrições são tão lindas! Descreves os sentimentos de uma forma que se sente. As duvidas da Rei, a sua confusão, o medo, o amor... tudo! Gostas mt dela n é? XD
Agora é k isto se começa a revelar um cadinho mais. Akele principio foi tão misterioso... msm Sugoi!!
.o: E a explicação do Vio... Kem será ele? Adorei o capitulo! Tu devias escrever livros!!!

Um grande, grande obrigada pela sign e pelo avie Xaninha kida! ^^

Jovens escritores, nao resistem a chocolate? Especialmente Kinder? Então cuidado, o gang anda rondando
...
fiquei sem palavras... nem consigo descrever o efeito que este capitulo teve me mim...
esta simplesmente lindo, divino!!
a maneira como descresves as coisas, os sentimentos e pensamentos das personagens, a propria maneira como escreves e simplesmente perfeita!! nunxca vi ninguem que escreve assim!!
adorei este capitulo e fiquei curiosa, para variar
Vio... pelo menos ja sabemos o nome do salvador da Rita, mas... quem e ele na verdade? de onde e que ela o conhece??
ai rapariga... queres que me de uma coisinha ma??
fico a espera de mais!!
fiquei sem palavras... nem consigo descrever o efeito que este capitulo teve me mim...
esta simplesmente lindo, divino!!
a maneira como descresves as coisas, os sentimentos e pensamentos das personagens, a propria maneira como escreves e simplesmente perfeita!! nunxca vi ninguem que escreve assim!!
adorei este capitulo e fiquei curiosa, para variar

Vio... pelo menos ja sabemos o nome do salvador da Rita, mas... quem e ele na verdade? de onde e que ela o conhece??
ai rapariga... queres que me de uma coisinha ma??

fico a espera de mais!!



Os vossos comentários...
.o:
A sério que ficaste assim...? Uau, nem consigo descrever o sorriso que fiz quando disseste isso tudo!
Quanto a eu gostar da Rei, é muito engraçado que tenhas feito essa pergunta! Por acaso nunca foi das personagens que mais gostei, para dizer a verdade, o que pode parecer um pouco contraditório
Mas gosto muito de a explorar, tem uma personalidade muito vincada e forte, e quis escrever sobre o seu lado mais frágil e sentimental! Além disso, imagino-a na perfeição neste capítulo, não sei, ela é misteriosa e isso agrada-me. Mas vou explorar as outras também, fica prometido 
Muito obrigada pelo teu comentário :]
Oh, este teu comentário tocou-me...! Mesmo! Mais uma vez, mil obrigadas
É muito bom saber que aquilo que escrevo provoca alguma sensação nas pessoas que lêem :]
Não quero não!
Sim, chama-se Vio, e ele já revelou umas coisinha mais, até fui simpática 
Ainda bem que gostaste! ^__^ Obrigada pelo comentário!
.o:_S.E.A_ escreveu:Aaaaaaaaaaaaaaaaah k lindo!! Deixaste-me com uma lagrimita no canto do olho. Eu sou mt romântica msm XD
Bem, vou voltar a repetir-me. As tuas descrições são tão lindas! Descreves os sentimentos de uma forma que se sente. As duvidas da Rei, a sua confusão, o medo, o amor... tudo! Gostas mt dela n é? XD
Agora é k isto se começa a revelar um cadinho mais. Akele principio foi tão misterioso... msm Sugoi!!.o: E a explicação do Vio... Kem será ele?
Adorei o capitulo! Tu devias escrever livros!!!
A sério que ficaste assim...? Uau, nem consigo descrever o sorriso que fiz quando disseste isso tudo!

Quanto a eu gostar da Rei, é muito engraçado que tenhas feito essa pergunta! Por acaso nunca foi das personagens que mais gostei, para dizer a verdade, o que pode parecer um pouco contraditório
Mas gosto muito de a explorar, tem uma personalidade muito vincada e forte, e quis escrever sobre o seu lado mais frágil e sentimental! Além disso, imagino-a na perfeição neste capítulo, não sei, ela é misteriosa e isso agrada-me. Mas vou explorar as outras também, fica prometido 
Muito obrigada pelo teu comentário :]
Likinhas escreveu:...
fiquei sem palavras... nem consigo descrever o efeito que este capitulo teve me mim...
esta simplesmente lindo, divino!!
a maneira como descresves as coisas, os sentimentos e pensamentos das personagens, a propria maneira como escreves e simplesmente perfeita!! nunxca vi ninguem que escreve assim!!
adorei este capitulo e fiquei curiosa, para variar
Vio... pelo menos ja sabemos o nome do salvador da Rita, mas... quem e ele na verdade? de onde e que ela o conhece??
ai rapariga... queres que me de uma coisinha ma??
fico a espera de mais!!
Oh, este teu comentário tocou-me...! Mesmo! Mais uma vez, mil obrigadas
É muito bom saber que aquilo que escrevo provoca alguma sensação nas pessoas que lêem :]Não quero não!
Sim, chama-se Vio, e ele já revelou umas coisinha mais, até fui simpática 
Ainda bem que gostaste! ^__^ Obrigada pelo comentário!
sempre ás ordens e pronta a comentar!! xD
nao precisas de agradecer... nos e que temos de agradecer por podermos ler esta fic!!
se continuas a escrever assim qualquer dia ainda publicas um livro!! eu era a primeira a ir comprar! xD
ahhh! uma coisa que me esqueci de dizer no comentario...
ja revelas te quem eram aquelas raparigas que apareciam no inicio dos capitulos...
adorei a explicação que ela deu sobre elas!!
agora falta saber se as guerreiras as vao conseguir encontrar!!
nao precisas de agradecer... nos e que temos de agradecer por podermos ler esta fic!!
se continuas a escrever assim qualquer dia ainda publicas um livro!! eu era a primeira a ir comprar! xD
ahhh! uma coisa que me esqueci de dizer no comentario...
ja revelas te quem eram aquelas raparigas que apareciam no inicio dos capitulos...
adorei a explicação que ela deu sobre elas!!
agora falta saber se as guerreiras as vao conseguir encontrar!!


Oh, agradeço sim!
E quanto ao publicar um livro, bom... Não é que já não pense nisso há muito tempo, quem sabe se um dia não acontece? E quem sabe se um dia não publicas tu um! Não era nada mal pensado, já que gostas muito de escrever também ^_~
Ah, bem visto, são mesmo! Embora ainda só tenham aparecido duas
Vamos ver se vão, pelo menos vão tentar fazer por isso! E mais não digo 
E quanto ao publicar um livro, bom... Não é que já não pense nisso há muito tempo, quem sabe se um dia não acontece? E quem sabe se um dia não publicas tu um! Não era nada mal pensado, já que gostas muito de escrever também ^_~Ah, bem visto, são mesmo! Embora ainda só tenham aparecido duas
Vamos ver se vão, pelo menos vão tentar fazer por isso! E mais não digo 
eu um livro?? era bom de mais para ser verdade!! xD
mas quem sabe nao seja uma coisa a pensar para daqui a mais algum tempo!! lol
nao dizes porque?? eu quero saber!! xD
ja vi que nao te vou conseguir arrancar nadinha de nada...
*mim encolhe os ombros visto que a unica coisa que pode fazer e esperar pelo proximo capitulo*

mas quem sabe nao seja uma coisa a pensar para daqui a mais algum tempo!! lol
nao dizes porque?? eu quero saber!! xD
ja vi que nao te vou conseguir arrancar nadinha de nada...
*mim encolhe os ombros visto que a unica coisa que pode fazer e esperar pelo proximo capitulo*



mais uma vez, indiscritivel, nao sei o que dizer...aquele deve ser um antigo amor da rita, nao? do passado?
aí mulher eu tambem sou romantica, por isso adorei este capitulo, achei-o tao lindo.
se publicares um livro eu compro..lol...adoro romances, e bem descritos como tem sido estes capitulos...lol
aí mulher eu tambem sou romantica, por isso adorei este capitulo, achei-o tao lindo.
se publicares um livro eu compro..lol...adoro romances, e bem descritos como tem sido estes capitulos...lol

oh...amei este capitulo! eu tambem sou uma romantica incuravel e adorei o homem misterioso de nome Vio...tao querido! tambem concordo com a teoria que tera sido um amor de Rita no passado..sera?
finalmente percebi quem sao as mulheres que despertaram e se mostraram tao confusas no inicio da fic!
gostei imenso da explicaçao dele! alias tua! explicas tudo tao bem! quem me dera escrever como tu!
ja agora excelente imaginaçao...a historia das 4 irmas..como foram criadas e porque...
e o 5 fragmento seria o que estava na mao da inimiga? e quem sera a inimiga? hmm...
rita tambem nunca foi a minha personagem favorita mas realmente neste capitulo gostei imenso dela...acho que foi por transmitires tao bem o lado mais sensivel dela.
olha nem sei o que te dizer mais...dou te os parabens sempre que comento mas acho que e uma coisa inevitavel depois de ler cada capitulo! por isso again parabens!!!
finalmente percebi quem sao as mulheres que despertaram e se mostraram tao confusas no inicio da fic!
gostei imenso da explicaçao dele! alias tua! explicas tudo tao bem! quem me dera escrever como tu!
ja agora excelente imaginaçao...a historia das 4 irmas..como foram criadas e porque...
e o 5 fragmento seria o que estava na mao da inimiga? e quem sera a inimiga? hmm...
rita tambem nunca foi a minha personagem favorita mas realmente neste capitulo gostei imenso dela...acho que foi por transmitires tao bem o lado mais sensivel dela.
olha nem sei o que te dizer mais...dou te os parabens sempre que comento mas acho que e uma coisa inevitavel depois de ler cada capitulo! por isso again parabens!!!
Tina_Xana escreveu:mais uma vez, indiscritivel, nao sei o que dizer...aquele deve ser um antigo amor da rita, nao? do passado?
aí mulher eu tambem sou romantica, por isso adorei este capitulo, achei-o tao lindo.
se publicares um livro eu compro..lol...adoro romances, e bem descritos como tem sido estes capitulos...lol
Muito obrigada pelo comentário! Oh, a sério que compravas? *cora* Nem sei o que dizer! Ainda bem que gostaste do capítulo, fico muito feliz!
Quanto à tua pergunta... Não sei, não sei!
Não posso dizer, mas vou tentar revelar esse mistério em breve 
neptune escreveu:oh...amei este capitulo! eu tambem sou uma romantica incuravel e adorei o homem misterioso de nome Vio...tao querido! tambem concordo com a teoria que tera sido um amor de Rita no passado..sera?
finalmente percebi quem sao as mulheres que despertaram e se mostraram tao confusas no inicio da fic!
gostei imenso da explicaçao dele! alias tua! explicas tudo tao bem! quem me dera escrever como tu!
ja agora excelente imaginaçao...a historia das 4 irmas..como foram criadas e porque...
e o 5 fragmento seria o que estava na mao da inimiga? e quem sera a inimiga? hmm...
rita tambem nunca foi a minha personagem favorita mas realmente neste capitulo gostei imenso dela...acho que foi por transmitires tao bem o lado mais sensivel dela.
olha nem sei o que te dizer mais...dou te os parabens sempre que comento mas acho que e uma coisa inevitavel depois de ler cada capitulo! por isso again parabens!!!
Oh, o teu comentário surpreendeu-me (que foi bem grande
)...! Muito obrigada, neptune! As tuas perguntas são pertinentes, infelizmente não te posso é responder
Mas fiquei mesmo feliz com aquilo que disseste sobre a Rita e de ter passado esse lado que pretendia! Eu gosto de explorar este lado das personagens que menos se espera, e a Rita inspira-me a isso 
Muito obrigada mesmo

Só quero dizer que os vossos comentários me têm deixado mesmo contente, de todas! Muito obrigada mesmo por estarem a acompanhar! :]
Capítulo VII
Frustração
~A eternidade perdida~
I
Bunny passeava calmamente pelo parque que frequentava várias vezes com Gonçalo. Com o seu guarda-chuva branco a protegê-la das grossas gotas de chuva, atravessou todo o local e continuou a andar pelo passeio, olhando ocasionalmente as montras das lojas com despreocupação, até que um ruído se manifestou, proveniente do interior do seu bolso. Pegou no intercomunicador com a mão que tinha livre, suspeitando que algo tinha acontecido.Frustração
~A eternidade perdida~
I
- Bunny, onde estás?! – a voz de Ami soou grave. – A Rita mandou-nos ir ter à casa da Haruka e da Mariana.
- Agora? Mas o que é que se passou? – olhou em volta. – Estou um bocado longe, perto do parque, e o Gonçalo ainda está nas aulas…
- É importante! Explico-te depois, se quiseres vou buscar-te, a minha mãe deixou o carro na garagem e-
Ami calou-se quando um grito proveniente do intercomunicador encheu o seu quarto.
- Bunny? Bunny, estás bem? O que é que aconteceu?
- Eu… Eu estou bem! – a sua voz tremeu um pouco. – Vi uma barata e quase ia deixando cair as cenouras que comprei para o jantar. Tu sabes que eu adoro cenouras, ah, ah! Bem, eu vou sozinha, peço boleia ao meu pai, não te preocupes. Até logo! – O ecrã ficou negro e Ami fitou-o, vestindo o casaco. Aquela Bunny era sempre a mesma!
Quando pegou nas chaves do carro da mãe, um pensamento súbito passou-lhe pela cabeça, iluminando-a.
- Espera… A Bunny odeia cenouras. – disse em voz alta. – Oh, não! – E, num ápice, saiu de casa, temendo o pior.
***
Com o intercomunicador ainda na mão e o guarda-chuva caído no pavimento, Bunny olhava em frente. Uma flecha apontada directamente à sua testa fora aviso suficiente para que interrompesse de imediato o contacto com Ami. Só esperava que ela tivesse percebido a intenção camuflada nas suas palavras.Um homem de cabelos curtos e loiros fitava-a e, empunhando um arco, parecia prestes a disparar. Uma pessoa que por ali passava, ao ver a cena, fugiu receosa, deixando cair os sacos das compras que transportava. A capa negra era inconfundível, e até os próprios traços da sua cara eram semelhantes aos do homem que a atacara antes.
- Mexe-te e mato-te. – Disse, ao ver a mão dela a tentar tocar o alfinete de transformação.
- Afinal, o que é que vocês querem de mim?! – as náuseas começavam já a invadi-la. – Qual é a razão para estes ataques?!
O homem sorriu e puxou mais a flecha.
- Só te quero avisar; faças o que fizeres, nunca nos poderás parar. Sejam quais tenham sido os inimigos que enfrentaste até agora, nenhum se compara a nós. Nem mesmo essa ninharia que tens aí te pode salvar. – Dirigiu o olhar para o lugar onde se encontrava o Cristal Prateado.
- Enganas-te. – decidida a fazer-lhe frente, Bunny ripostou. – Não subestimes a minha força e a das guerreiras deste planeta. Seja qual for o vosso objectivo, nós somos mais fortes!
Claramente satisfeito, o homem baixou o arco. Surpreendida, Bunny recuou.
- De verdade? Então vamos tirar isso a limpo. – Abrindo a palma da mão, o homem soprou e uma sombra começou a surgir no ar numa forma de espiral. Espantada, pareceu-lhe ver o próprio universo daquela pequena sombra, como se fosse um vórtice espacial. O homem estalou os dedos e um monstro gigantesco surgiu das sombras, com apenas um enorme olho vermelho de sangue. A sua boca abriu-se e um rugido ameaçador, fazendo com que os pássaros voassem para longe. Bunny ouviu gritos e, num instante, as ruas vizinhas ficaram completamente desertas, perante a visão aterradora que era aquela criatura horrenda.
- Derrota isso, Destruidora, e terás o meu respeito. – Afastando a capa negra, o homem voltou a estalar os dedos e desapareceu. Bunny estava agora sozinha com o monstro que finalmente notara a sua presença, depois de se habituar à luminosidade. Com um arremesso, golpeou o lugar onde Bunny estava. Esta desviou-se a tempo e, levando a mão ao alfinete, gritou:
- MOON ETERNAL, MAKE UP!
Esperou alguns segundos e nada aconteceu. Intrigada, repetiu as mesmas palavras ainda mais alto e, novamente, nem uma alteração.
- Mas, que… - desta vez, o monstro arrancara um ramo e arremessara-o contra Bunny, que se desviou por um triz.
“Porque é que não me consigo transformar?!”
A criatura parecia indiferente à confusão que se instalara na cabeça da rapariga loira que fugia aos seus ataques. Fechou o olho e, ao abri-lo, jactos de luz negra foram colidir com um carro estacionado que imediatamente explodiu, projectando pedaços de metal por todos os lados. Bunny baixou-se e viu uma criança paralisada a olhar para as chamas, com uma bola de brincar nas mãos.
- NÃO! – gritou, quando viu o monstro a enviar um novo jacto de luz negra à criança.
- MERCURY AQUA RAPSODY!
Com um enorme alívio, Bunny viu Mercúrio a evitar o pior. A criança correu, assustada e em choque, pela rua abaixo, perdendo-se de vista.
- Bunny, estás bem?! – gritou, atacando o monstro novamente. – Porque é que ainda não te transformaste?!
- Não consigo! Vou chamar as ou-
De súbito, a criatura voltou-se novamente para si, atirando-lhe um poste de electricidade. O poder da Mercúrio não era suficiente para impedir aquele monstro de causar mais estragos, e não iria conseguir proteger Bunny por muito mais tempo. Tentou chamar as outras, mas um novo jacto negro impediu-a de o fazer. Por seu turno, ao afastar-se daquele poste, Bunny deixara cair o intercomunicador e este encontrava-se feito em pedaços no chão.
- Isto só a mim, verdade seja dita! – gritou Bunny em desespero.
- Sim, és uma inútil…
Uma voz elevava-se dentro da sua mente, provocando-lhe tonturas.
- Não consegues transformar-te, não consegues salvar os outros. Vês, Destruidora? Afinal, eu sempre tinha razão. Não vales nada. – Aquele homem invadia-lhe o pensamento, distraindo-a e obrigando-a a tapar os ouvidos com as mãos.
- BUNNY! BUNNY, CUIDADO! – gritou Mercúrio, conseguindo afastar o ataque do monstro a tempo.
- Não, isso não é verdade! – Bunny falava com aquela voz, tentando calá-la. – MOON ETERNAL, MAKE UP!
- Patético!
- BUNNY!
Aparentemente farto daquela luta, o monstro rodopiou sobre si mesmo e enviava múltiplos raios fulminantes que Mercúrio não conseguiria travar. Desesperada, tentava destrui-los um a um, mas muitos escaparam-lhe e dirigiam-se mortalmente até Bunny, que continuava a debater-se num transe profundo sem reparar no que a rodeava.
- COLOURFUL SCENT ATTACK!
Um clarão colorido passou diante dos seus olhos e uma explosão atirou-a para o chão. O monstro rugiu de dor e afastou-se, com o olho a sangrar. Bunny olhou e viu a figura encapuçada novamente diante de si que, por sua vez, se ajoelhou e apontou para o alfinete de transformação. Este adquirira a sua forma de coração que há anos a ajudara a combater tantos inimigos das Almas Penadas. Sem ter tempo para se perguntar o que havia sido feito do seu antigo alfinete, e compreendendo a urgência da personagem misteriosa, levantou-se e gritou:
- MOON COSMIC POWER, MAKE UP!
Bunny sentiu de novo o poder a regressar a si, inundando-a e transformando-a. O que a preocupava agora era se aquele mesmo poder seria suficiente para derrotar aquele inimigo tão poderoso. O seu ceptro também se modificara e materializara-se nas suas mãos naquela sua forma antiga que nunca mais vira.
- Sailor Moon! – gritou Mercúrio, aproximando-se da amiga. A figura encapuçada desembainhou a sua espada e, saltando sobre o monstro, golpeou-lhe o ombro, obrigando-o a cair.
- MOON SPIRAL HEART ATTACK!
- MERCURY AQUA RAPSODY!
Os dois ataques juntos colidiram contra a criatura que desapareceu como pó, esfumando-se diante dos seus olhos. Ofegantes, as duas guerreiras sorriram uma para a outra e voltaram-se para a figura que voltava a guardar a espada na cintura e se preparava para abandonar o local.
- Espera! Explica-nos o que é que se está a passar! Quem és tu e porque é que nos salvaste outra vez?!
A pessoa não respondeu e, voltando-se, caminhou lentamente até se perder de vista. Bunny olhou em redor e viu a destruição se instalara ali.
- Não temos tempo para ajudarmos… - relembrou a voz sábia da Navegante de Mercúrio. – As outras devem estar preocupadas, temos de nos despachar e tentar perceber o que é que aconteceu…
Bunny acenou afirmativamente com a cabeça e tocou no seu velho alfinete com a mão. Havia muitas perguntas na sua mente, demasiadas. E nenhuma resposta veio ao seu encontro.
oh..mais um capitulo...eheh!!
gostei muito! adoro a maneira como descreves as batalhas que elas travam..porque a Bunny nao se consegue transformar? porque tem que voltar a forma antiga? e porque e que o salvador (é o vio nao é?) conseguiu mudar o alfinete de Bunny?
ai ai ai...ja tenho outra vez a cabeça cheia de perguntas...quero maissss...!
e a Bunny a dizer que é esperta com aquela das cenouras!lol!
como sempre excelente!
gostei muito! adoro a maneira como descreves as batalhas que elas travam..porque a Bunny nao se consegue transformar? porque tem que voltar a forma antiga? e porque e que o salvador (é o vio nao é?) conseguiu mudar o alfinete de Bunny?
ai ai ai...ja tenho outra vez a cabeça cheia de perguntas...quero maissss...!
e a Bunny a dizer que é esperta com aquela das cenouras!lol!
como sempre excelente!
Obrigada pelo teu comentário, neptune! ^__^ Resolvi colocar mais este capítulo como uma espécie de bónus por todos os comentários tão simpáticos de todas vocês!
Quanto às tuas perguntas, bom, o salvador pode ser ou não o Vio. Não posso mesmo dizer
O facto da Bunny não se conseguir transformar na sua forma eterna já é algo mais profundo, também não posso revelar, desculpa!
Mas prometo que lá mais para a frente vai tudo começar a fazer sentido 
Fico mesmo contente por gostares da forma como descrevo as batalhas! ^__^
Obrigada, mais uma vez!
Quanto às tuas perguntas, bom, o salvador pode ser ou não o Vio. Não posso mesmo dizer
O facto da Bunny não se conseguir transformar na sua forma eterna já é algo mais profundo, também não posso revelar, desculpa!
Mas prometo que lá mais para a frente vai tudo começar a fazer sentido 
Fico mesmo contente por gostares da forma como descrevo as batalhas! ^__^
Obrigada, mais uma vez!
K lindo!! Porque será que a Haruka e a Michiru chamaram a Usagi e as outras?
E este inimigo... K raiva!!!!!!!!!!!!!!!!
Bem... isto tá tão misterioso!! Adorei o capitulo, como sempre mt bem escrito e com um toque cómico!
Eu continuo com a minha teoria... Mas n tenho nada para o facto da Usagi n se conseguir transformar em Eternal Sailor Moon...
*sem grande inspiração para comentários mais elaborados*
E este inimigo... K raiva!!!!!!!!!!!!!!!! Bem... isto tá tão misterioso!! Adorei o capitulo, como sempre mt bem escrito e com um toque cómico!
Eu continuo com a minha teoria... Mas n tenho nada para o facto da Usagi n se conseguir transformar em Eternal Sailor Moon... *sem grande inspiração para comentários mais elaborados*

Um grande, grande obrigada pela sign e pelo avie Xaninha kida! ^^

Jovens escritores, nao resistem a chocolate? Especialmente Kinder? Então cuidado, o gang anda rondando
lindo, lindo, LINDO!!!!
esta fic esta cada vez mais misteriosa e cada vez mais perguntas se formam na minha mente deixando-me cada vez mais curiosa!!
escreves tao bem, de uma maneira que eu nao consigo descrever... cada vez que leio um capitulo desta fic fico num estado que nem eu mesma conseigo compreender para poder explicar!!
adorei o capitulo, como sempre!
e agora ca vai a tipica frase do costume: quero mais!!! xD
esta fic esta cada vez mais misteriosa e cada vez mais perguntas se formam na minha mente deixando-me cada vez mais curiosa!!
escreves tao bem, de uma maneira que eu nao consigo descrever... cada vez que leio um capitulo desta fic fico num estado que nem eu mesma conseigo compreender para poder explicar!!
adorei o capitulo, como sempre!
e agora ca vai a tipica frase do costume: quero mais!!! xD


_S.E.A_ escreveu:K lindo!! Porque será que a Haruka e a Michiru chamaram a Usagi e as outras?E este inimigo... K raiva!!!!!!!!!!!!!!!!
Bem... isto tá tão misterioso!! Adorei o capitulo, como sempre mt bem escrito e com um toque cómico!Eu continuo com a minha teoria... Mas n tenho nada para o facto da Usagi n se conseguir transformar em Eternal Sailor Moon...
*sem grande inspiração para comentários mais elaborados*
Muito obrigada pelo teu comentário, _S.E.A_, mais uma vez!

Essa pergunta posso responder, a Haruka e a Michiru chamaram todas as navegantes porque a Rei quer dizer-lhes o que se passou com o Vio
Quanto à eternidade, bem, é um mistério que terei de revelar depois! E fico contente por continuares com a teoria!Obrigada!

Likinhas escreveu:lindo, lindo, LINDO!!!!
esta fic esta cada vez mais misteriosa e cada vez mais perguntas se formam na minha mente deixando-me cada vez mais curiosa!!
escreves tao bem, de uma maneira que eu nao consigo descrever... cada vez que leio um capitulo desta fic fico num estado que nem eu mesma conseigo compreender para poder explicar!!
adorei o capitulo, como sempre!
e agora ca vai a tipica frase do costume: quero mais!!!
Oh, Likinhas, muito obrigada!
.o: Essas palavras têm mesmo um grande impacto em mim! Fico tão feliz quando as leio... :]É o que eu digo, tenho que começar a resolver alguns mistérios x)
Obrigada, mais uma vez!

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