A Flor de Pandora
Já há muito tempo (muito, muito tempo) que esta fanfic está na minha cabeça. No entanto, só agora decidi escrevê-la! Chama-se "A Flor de Pandora" e o seu tamanho está indefinido
;
Espero que gostem e que critiquem à vontade
;Espero que gostem e que critiquem à vontade

Título: A Flor de Pandora
Novas Personagens:Índice
. Prólogo (pág.1). Capítulo I - Mudança (pág.1)
~A incerteza do futuro~. Capítulo II - Encontro (pág.2;3)
~A marca das chamas~. Capítulo III - Incertezas (pág.3)
~O presságio da tempestade~. Capítulo IV - Ataque (pág.3;4;5)
~A intervenção misteriosa~. Capítulo V - Festa (pág.6)
~A subtileza da flor~. Capítulo VI - Revelação (pág.7)
~A fugacidade do reencontro~. Capítulo VII - Frustração (pág.7;8 )
~A eternidade perdida~. Capítulo VIII - Símbolos (pág.9)
~As peças do conhecimento~. Capítulo IX - Descoberta (pág.9)
~A incredulidade do destino~. Capítulo X - Ligação (pág.10)
~Uma história de embalar~
Já com as Navegantes e Gonçalo reunidos, Mariana e
Haruka revelam como Susana costumava contar a Octávia, enquanto bebé, a história das Irmãs e dum período tenebroso que a Terra passou, o tempo da Destruição. É através desta história que as navegantes descobrem estar ligadas a cada uma das Protectoras; Ami com Mariana à Protectora dos Mares; Haruka e Maria à Protectora dos Ventos; Rita e Susana à Protectora das Chamas; Octávia e Joana à Protectora das Montanhas. Compreendendo que a sua missão é encontrarem as Irmãs antes dos inimigos, as navegantes decidem separar-se e fazê-lo. Ao mesmo tempo, Haruka e Mariana utilizam uma pequena bola que Susana lhes deixara a cargo, a fim de poderem descobrir o que se passa no futuro, e todos os presentes são transportados para uma outra dimensão onde uma figura familiar e simultaneamente misteriosa os aguarda.. Capítulo XI - Medo (pág.10)
~O terrível futuro~
Uma navegante de Plutão em forma de criança anuncia-se como
Caronte, Barqueira do Tempo, detentora das memórias da guerreira em coma e do
seu poder. Depois de ordenar as navegantes separarem-se e ocuparem duas barcas
distintas, juntamente com o Mascarado, Caronte ordena a Sailor Moon para a
acompanhar na sua barca, enquanto navegam pelo Rio do Tempo. Assim, a Navegante
da Lua vê aquilo que se passa no século XXX; o desaparecimento de Chibiusa, a
aflição da Rainha Serenidade e a dor de Marte. Profundamente afectada com esta
visão, e já de volta à realidade, Bunny foge do apartamento de Gonçalo, incapaz de
enfrentar o presente e o medo que sente.. Capítulo XII - Reconforto (pág.11)
~A força das decisões~
Sozinha num jardim, Bunny chora devido à
visão que Caronte lhes mostrara. É aí que reencontra Ayame que a consegue animar, distraindo-a enquanto lhe mostra fotografias dos vários países onde já esteve. Entre essas fotografias, Bunny descobre uma dos Três Luzes, acabando por sentir uma grande saudade destes. No final do encontro, Bunny sente a força para lutar a crescer dentro de si, não se apercebendo de duas figuras que a observam; Aluminum Siren e Lead Crow.. Capítulo XIII - Intuição (pág.12)
~A melodia dos oceanos~
Ami e Mariana partem em direcção à Gruta
das Mil Flores, o local onde Anfitrite se encontra. Após serem arrastadas por uma grande onda para a entrada da gruta, Mercúrio e Neptuno aliam os seus poderes e intuição, tocando uma bela melodia que desperta Anfitrite e que, por sua vez, aceita dar-lhes o Fragmento, com a condição de uma delas ser sacrificada.. Capítulo XIV - Sacrifício (pág.14)
~A escolha do destino~
Após revelar a necessidade de uma das guerreiras se sacrificar, Anfitrite utiliza os seus poderes para adormecer Neptuno e Mercúrio, que são respectivamente confrontadas com visões passadas diferentes, sendo transportadas para outros lugares que não a Gruta. Neptuno acorda numa praia, onde não existem sinais de Mercúrio. Intrigada com o que se havia passado, Neptuno constata que ninguém é capaz de a ver quando dois homens irrompem pela praia, ameaçando-se um ao outro; um chamado Peo e outro já conhecido, Zoicite. Mercúrio, por sua vez, experimenta visões da sua infância e juventude; a falta de atenção e tempo da mãe, a partida de Rui. São estas recordações perturbantes que a levam a crer ser dispensável, confinada à solidão que sempre sentira.
Já acordadas, ambas as navegantes enfrentam a morte. Incapazes de fugir, têm de tomar uma decisão quanto ao sacrifício imposto por Anfitrite. Desolada com a sua inutilidade, Mercúrio prepara-se para se oferecer, mas é interrompida por Neptuno, que escolhe ser a sacrificada. Antes de ser sucumbir, Neptuno confessa que Mercúrio é a mais inteligente de todas e que sempre invejou a enorme amizade existente entre as guerreiras do espaço interior e a princesa da lua. Anfitrite retira a semente de estrela da navegante, necessária para a manter viva, e uma marca em forma de pétala brilha intensamente no seu tornozelo quando um pedaço de cristal surge das suas mãos e se transforma numa pulseira que envolve o pulso de Mercúrio. Apesar da sua dor e dúvidas, Mercúrio acaba por sucumbir uma vez mais, detendo agora o Fragmento.. Capítulo XV - Choque (pág.15)
~A decisão inabalável~
Perturbadas e espantadas com o sacrifício
de Neptuno retratado por Ami, Haruka e Maria partem de imediato em direcção às
montanhas, deixando para trás Bunny, Octávia e Ami. Embora tentando encobrir os
seus sentimentos, Haruka recorda-se constantemente de Mariana enquanto procuram
a Protectora dos Ventos. Depois de finalmente alcançarem o topo da montanha
e de combinarem os seus poderes, Úrano e Júpiter são também adormecidas pela
recém-aparecida Irmã, Hemera.
Spoiler
Amigos/Aliados:
Anfitrite: Protectora dos Mares, primeira Lágrima Sagrada a ser derramada na época da Destruição
Hemera: Protectora dos Ventos
Héstia: Protectora das Chamas
Deméter: Protectora das Montanhas
Inimigos (?)
Ayame: rapariga de cabelos castanhos, inicialmente amiga de Bunny e fotógrafa. Revela a sua identidade como sendo a rapariga que ameaçara Bunny por diversas vezes, e deseja obter os Fragmentos
Vio: homem de cabelos negros que, por diversas vezes, salva Marte duma morte certa. Parece ter uma ligação qualquer com a navegante.
Peo: homem de cabelos loiros curtos, munido com um arco e flecha. Tenta matar Bunny, acusando-a de ser a Destruidora.
Geran: homem de cabelos vermelhos que tenta também matar Bunny, armado com uma espada. Parece ser poderoso
Cérbe: lacaio da maior inimiga, é um homem de cabelos grisalhos que serve a senhora da escuridão
Equidna: mulher de cabelos vermelhos que surge, finalmente, no capítulo 27. Foi a responsável por possuir Plutão quando esta ficou em coma
Outros:
Gaia: Rainha da Terra, mãe de Endymion
Anfitrite: Protectora dos Mares, primeira Lágrima Sagrada a ser derramada na época da Destruição
Hemera: Protectora dos Ventos
Héstia: Protectora das Chamas
Deméter: Protectora das Montanhas
Inimigos (?)
Ayame: rapariga de cabelos castanhos, inicialmente amiga de Bunny e fotógrafa. Revela a sua identidade como sendo a rapariga que ameaçara Bunny por diversas vezes, e deseja obter os Fragmentos
Vio: homem de cabelos negros que, por diversas vezes, salva Marte duma morte certa. Parece ter uma ligação qualquer com a navegante.
Peo: homem de cabelos loiros curtos, munido com um arco e flecha. Tenta matar Bunny, acusando-a de ser a Destruidora.
Geran: homem de cabelos vermelhos que tenta também matar Bunny, armado com uma espada. Parece ser poderoso
Cérbe: lacaio da maior inimiga, é um homem de cabelos grisalhos que serve a senhora da escuridão
Equidna: mulher de cabelos vermelhos que surge, finalmente, no capítulo 27. Foi a responsável por possuir Plutão quando esta ficou em coma
Outros:
Gaia: Rainha da Terra, mãe de Endymion
. Prólogo (pág.1)
Spoiler
Tudo começa quando, algures no Mundo, uma
voz lamentosa se anuncia como um mau presságio. Ao mesmo tempo, sombras movem-se num lugar desconhecido, emanando mistério nas suas intenções. Por fim, Plutão é atacada e o Portão do Tempo desaparece.
voz lamentosa se anuncia como um mau presságio. Ao mesmo tempo, sombras movem-se num lugar desconhecido, emanando mistério nas suas intenções. Por fim, Plutão é atacada e o Portão do Tempo desaparece.
~A incerteza do futuro~
Spoiler
Na casa das guerreiras do espaço exterior, Octávia descobre Susana no seu quarto sem respirar. Ao mesmo tempo, Bunny, que há
muito ansiava o regresso de Chibiusa, dois anos depois da guerra contra
Galáxia, é avisada por uma imagem de Susana que o Portal do Tempo havia
desaparecido.
muito ansiava o regresso de Chibiusa, dois anos depois da guerra contra
Galáxia, é avisada por uma imagem de Susana que o Portal do Tempo havia
desaparecido.
~A marca das chamas~
Spoiler
Depois dum encontro acidental na floresta Karuizawa, Rita e Maria são subitamente confrontadas com um incêndio de grandes proporções que põe em risco as suas vidas. Já como navegante de Marte, Rita tenta travar as chamas, mas quase socumbe às mesmas, sendo salva por uma misteriosa figura. Por sua vez, Bunny corre para avisar as amigas do sucedido com Plutão, quando descobre que Susana se encontra internada no hospital em coma.
~O presságio da tempestade~
Spoiler
As navegantes e Gonçalo reunem-se para discutir todos os estranhos acontecimentos recentes, incluindo os fenómenos meteorológicos anormais que se alastram pelo globo.
~A intervenção misteriosa~
Spoiler
Algures, duas pessoas conspiram planos incógnitos. Enquanto isso, Bunny e Maria encontram-se para visitarem Susana, e no caminho para casa de Gonçalo são atacadas por um homem com uma capa negra e cabelos da cor do sangue. Maria transforma-se em Júpiter para proteger Bunny, mas é rapidamente derrotada pelo homem armado com uma espada que acusa Bunny de ser a "Destruidora da Terra". É então que uma figura encapuçada surge e salva Bunny e Maria de uma morte certa. Enquanto isso, Ami e Joana discutem qual o melhor presente de aniversário que devem comprar para Bunny, e Rita, que voltara à floresta para se confrontar com a fraqueza dos seus poderes, tem uma visão que a mostra a incendiar a mesma floresta.
~A subtileza da flor~
Spoiler
Depois destes acontecimentos perturbadores,
a calma regressa temporariamente para celebrar a festa de aniversário surpresa que as navegantes e Gonçalo prepararam a Bunny; um baile de máscaras com a alta sociedade japonesa e internacional! É aqui que Bunny conhece uma bonita e solitária rapariga: Ayame Nohana.
a calma regressa temporariamente para celebrar a festa de aniversário surpresa que as navegantes e Gonçalo prepararam a Bunny; um baile de máscaras com a alta sociedade japonesa e internacional! É aqui que Bunny conhece uma bonita e solitária rapariga: Ayame Nohana.
~A fugacidade do reencontro~
Spoiler
Rita, que não consegue esquecer a sua visão
perturbadora de se ver a incendiar a Floresta, afasta-se das amigas e do avô, fazendo as lidas do templo solitariamente, num dia de chuva. É nesse instante em que o seu salvador, Vio, a reencontra e lhe revela a verdadeira razão dos desequilíbrios meteorológicos que alastram pelo Mundo; a existência de 4 Protectoras, 4 Irmãs que detêm 4 dos 5 Fragmentos que existem para manter o equilíbrio do Mundo. Acrescenta ainda, antes de se ir embora, que a sua visão fora apenas uma forma dos seus poderes a avisarem incêndio eminente e que cada Fragmento se relaciona com os poderes das Navegantes.
perturbadora de se ver a incendiar a Floresta, afasta-se das amigas e do avô, fazendo as lidas do templo solitariamente, num dia de chuva. É nesse instante em que o seu salvador, Vio, a reencontra e lhe revela a verdadeira razão dos desequilíbrios meteorológicos que alastram pelo Mundo; a existência de 4 Protectoras, 4 Irmãs que detêm 4 dos 5 Fragmentos que existem para manter o equilíbrio do Mundo. Acrescenta ainda, antes de se ir embora, que a sua visão fora apenas uma forma dos seus poderes a avisarem incêndio eminente e que cada Fragmento se relaciona com os poderes das Navegantes.
~A eternidade perdida~
Spoiler
Enquanto passeia pelo parque, Bunny é atacada por um
homem de cabelos curtos e loiros, armado com uma flecha e a já familiar capa negra. Depois de lhe fazer frente e avisar Ami do perigo que corria, Bunny vê-se confrontada com um monstro que o homem invocara. É antes da amiga chegar que Bunny se confronta com a impossibilidade de se transformar na sua forma Eterna. As suas são salvas pela figura encapuçada que já havia salvado Maria e Bunny antes, e o alfinete desta última adquire a forma de coração que há muito não via.
Entretanto, já todas reunidas, as navegantes descobrem que já tinham ouvido falar da história das Irmãs antes, num dos livros antigos da Biblioteca. Assim, Bunny, Joana e Ami decidem investigar, deixando Haruka e Mariana pensativas e cientes de que Susana há muito conhecia aquela mesma história.
homem de cabelos curtos e loiros, armado com uma flecha e a já familiar capa negra. Depois de lhe fazer frente e avisar Ami do perigo que corria, Bunny vê-se confrontada com um monstro que o homem invocara. É antes da amiga chegar que Bunny se confronta com a impossibilidade de se transformar na sua forma Eterna. As suas são salvas pela figura encapuçada que já havia salvado Maria e Bunny antes, e o alfinete desta última adquire a forma de coração que há muito não via.
Entretanto, já todas reunidas, as navegantes descobrem que já tinham ouvido falar da história das Irmãs antes, num dos livros antigos da Biblioteca. Assim, Bunny, Joana e Ami decidem investigar, deixando Haruka e Mariana pensativas e cientes de que Susana há muito conhecia aquela mesma história.
~As peças do conhecimento~
Spoiler
Na biblioteca, enquanto procuram o livro, Bunny
reencontra Ayame que, apressada, a cumprimenta num ápice. Quando finalmente encontram o livro, as três amigas descobrem estar escrito numa linguagem antiga e feita de símbolos que nem todas conseguem ler. Como é Ami quem compreende a primeira parte, encarrega-se de interpretar em casa o seu conteúdo misterioso.
reencontra Ayame que, apressada, a cumprimenta num ápice. Quando finalmente encontram o livro, as três amigas descobrem estar escrito numa linguagem antiga e feita de símbolos que nem todas conseguem ler. Como é Ami quem compreende a primeira parte, encarrega-se de interpretar em casa o seu conteúdo misterioso.
~A incredulidade do destino~
Spoiler
Ao analisar o livro, Ami descobre a existência da primeira
das Irmãs, Anfitrite, Protectora dos Mares, detentora do poder da Água. Contudo, é incapaz de descobrir a sua localização, por existirem páginas em branco no lugar onde devia constar essa informação. Afectada com o seu fracasso, Ami decide encontrar-se com as restantes navegantes, mas é atacada por outro monstro no caminho, acabando por ser ajudada por Úrano e Neptuno. É através deste encontro que Neptuno se revela ser capaz de decifrar a localização da primeira Lágrima Sagrada, Anfitrite, através do seu espelho reflectido nas páginas do livro.
Ao mesmo tempo, Bunny jura a Joana ter visto Aluminum Siren na rua.
das Irmãs, Anfitrite, Protectora dos Mares, detentora do poder da Água. Contudo, é incapaz de descobrir a sua localização, por existirem páginas em branco no lugar onde devia constar essa informação. Afectada com o seu fracasso, Ami decide encontrar-se com as restantes navegantes, mas é atacada por outro monstro no caminho, acabando por ser ajudada por Úrano e Neptuno. É através deste encontro que Neptuno se revela ser capaz de decifrar a localização da primeira Lágrima Sagrada, Anfitrite, através do seu espelho reflectido nas páginas do livro.
Ao mesmo tempo, Bunny jura a Joana ter visto Aluminum Siren na rua.
~Uma história de embalar~
Spoiler
Já com as Navegantes e Gonçalo reunidos, Mariana e
Haruka revelam como Susana costumava contar a Octávia, enquanto bebé, a história das Irmãs e dum período tenebroso que a Terra passou, o tempo da Destruição. É através desta história que as navegantes descobrem estar ligadas a cada uma das Protectoras; Ami com Mariana à Protectora dos Mares; Haruka e Maria à Protectora dos Ventos; Rita e Susana à Protectora das Chamas; Octávia e Joana à Protectora das Montanhas. Compreendendo que a sua missão é encontrarem as Irmãs antes dos inimigos, as navegantes decidem separar-se e fazê-lo. Ao mesmo tempo, Haruka e Mariana utilizam uma pequena bola que Susana lhes deixara a cargo, a fim de poderem descobrir o que se passa no futuro, e todos os presentes são transportados para uma outra dimensão onde uma figura familiar e simultaneamente misteriosa os aguarda.
~O terrível futuro~
Spoiler
Uma navegante de Plutão em forma de criança anuncia-se como
Caronte, Barqueira do Tempo, detentora das memórias da guerreira em coma e do
seu poder. Depois de ordenar as navegantes separarem-se e ocuparem duas barcas
distintas, juntamente com o Mascarado, Caronte ordena a Sailor Moon para a
acompanhar na sua barca, enquanto navegam pelo Rio do Tempo. Assim, a Navegante
da Lua vê aquilo que se passa no século XXX; o desaparecimento de Chibiusa, a
aflição da Rainha Serenidade e a dor de Marte. Profundamente afectada com esta
visão, e já de volta à realidade, Bunny foge do apartamento de Gonçalo, incapaz de
enfrentar o presente e o medo que sente.
~A força das decisões~
Spoiler
Sozinha num jardim, Bunny chora devido à
visão que Caronte lhes mostrara. É aí que reencontra Ayame que a consegue animar, distraindo-a enquanto lhe mostra fotografias dos vários países onde já esteve. Entre essas fotografias, Bunny descobre uma dos Três Luzes, acabando por sentir uma grande saudade destes. No final do encontro, Bunny sente a força para lutar a crescer dentro de si, não se apercebendo de duas figuras que a observam; Aluminum Siren e Lead Crow.
~A melodia dos oceanos~
Spoiler
Ami e Mariana partem em direcção à Gruta
das Mil Flores, o local onde Anfitrite se encontra. Após serem arrastadas por uma grande onda para a entrada da gruta, Mercúrio e Neptuno aliam os seus poderes e intuição, tocando uma bela melodia que desperta Anfitrite e que, por sua vez, aceita dar-lhes o Fragmento, com a condição de uma delas ser sacrificada.
~A escolha do destino~
Spoiler
Após revelar a necessidade de uma das guerreiras se sacrificar, Anfitrite utiliza os seus poderes para adormecer Neptuno e Mercúrio, que são respectivamente confrontadas com visões passadas diferentes, sendo transportadas para outros lugares que não a Gruta. Neptuno acorda numa praia, onde não existem sinais de Mercúrio. Intrigada com o que se havia passado, Neptuno constata que ninguém é capaz de a ver quando dois homens irrompem pela praia, ameaçando-se um ao outro; um chamado Peo e outro já conhecido, Zoicite. Mercúrio, por sua vez, experimenta visões da sua infância e juventude; a falta de atenção e tempo da mãe, a partida de Rui. São estas recordações perturbantes que a levam a crer ser dispensável, confinada à solidão que sempre sentira.
Já acordadas, ambas as navegantes enfrentam a morte. Incapazes de fugir, têm de tomar uma decisão quanto ao sacrifício imposto por Anfitrite. Desolada com a sua inutilidade, Mercúrio prepara-se para se oferecer, mas é interrompida por Neptuno, que escolhe ser a sacrificada. Antes de ser sucumbir, Neptuno confessa que Mercúrio é a mais inteligente de todas e que sempre invejou a enorme amizade existente entre as guerreiras do espaço interior e a princesa da lua. Anfitrite retira a semente de estrela da navegante, necessária para a manter viva, e uma marca em forma de pétala brilha intensamente no seu tornozelo quando um pedaço de cristal surge das suas mãos e se transforma numa pulseira que envolve o pulso de Mercúrio. Apesar da sua dor e dúvidas, Mercúrio acaba por sucumbir uma vez mais, detendo agora o Fragmento.
~A decisão inabalável~
Spoiler
Perturbadas e espantadas com o sacrifício
de Neptuno retratado por Ami, Haruka e Maria partem de imediato em direcção às
montanhas, deixando para trás Bunny, Octávia e Ami. Embora tentando encobrir os
seus sentimentos, Haruka recorda-se constantemente de Mariana enquanto procuram
a Protectora dos Ventos. Depois de finalmente alcançarem o topo da montanha
e de combinarem os seus poderes, Úrano e Júpiter são também adormecidas pela
recém-aparecida Irmã, Hemera.
Editado pela última vez em
. Capítulo XVI - Paralelismo (pág.16)
~A outra face dos acontecimentos~
Spoiler
Abalada, Bunny encontra Ayame por acidente, acabando por a convidar para um gelado no salão de jogos, como retribuição pelo que havia feito por ela. Esta concorda e as duas passam momentos agradáveis e divertidos, apesar de Mário jurar ter já visto Ayame antes.
Entretanto, Joana fica furiosa depois de ter sido rejeitada novamente para outro casting. Octávia acaba por a encontrar nesta situação, alertando-a para os acontecimentos mais recentes; o sacrifício de Neptuno, a partida súbita de Haruka e Maria. Ambas seguem o exemplo das companheiras, partindo imediatamente em busca da Protectora da Terra.
Entretanto, Joana fica furiosa depois de ter sido rejeitada novamente para outro casting. Octávia acaba por a encontrar nesta situação, alertando-a para os acontecimentos mais recentes; o sacrifício de Neptuno, a partida súbita de Haruka e Maria. Ambas seguem o exemplo das companheiras, partindo imediatamente em busca da Protectora da Terra.
~A intemporalidade do amor~
Spoiler
Úrano vê-se numa situação quase surreal: juntamente com Hemera, vê-se em criança e recorda todos os momentos do seu passado que a levaram a encontrar Mariana pela primeira vez. A dor, ainda demasiado recente, torna-se insuportável à medida que recorda cada instante do seu passado conjunto com a companheira, incluindo a destruição da Lua. Assim, toma a decisão de ser ela própria a sacrificada, para poder ficar eternamente com a amada.
Ao mesmo tempo, Júpiter acorda num palácio desconhecido, sendo acompanhada também por Hemera. Juntas, assistem a uma cena peculiar; o Príncipe Endymion a conversar com Mário.
Ao mesmo tempo, Júpiter acorda num palácio desconhecido, sendo acompanhada também por Hemera. Juntas, assistem a uma cena peculiar; o Príncipe Endymion a conversar com Mário.
~O desabar dos intentos~
Spoiler
A pedido de Hemera, Úrano prepara-se para se sacrificar, apesar dos protestos de Júpiter, quando sofrem o ataque inesperado do homem de cabelos vermelhos que já havia atacado Bunny e Maria , que imobiliza Hemera e reclama o Fragmento. A fim de se livrar daquele intruso, Úrano debate-se com este numa luta renhida, enquanto Júpiter procura, sem sucesso, libertar Hemera da prisão infligida por aquele homem. Hemera revela a Júpiter que só um sacrifício a poderá libertar.
Enquanto isso, o atacante quase destrói as duas navegantes através duma tempestade de trovões e raios negros, mas são salvas por uma - miragem? - Neptuno sorridente que aparece no céu e que só Júpiter consegue ver. Como que compreendendo tudo, Júpiter acaba por se sacrificar, deixando Úrano revoltada e amargurada. A navegante de Júpiter confessa à amiga que apenas o fez por o amor de Mariana e Haruka ser intemporal e por Bunny necessitar desta última muito mais do que a si mesma.
Enquanto isso, o atacante quase destrói as duas navegantes através duma tempestade de trovões e raios negros, mas são salvas por uma - miragem? - Neptuno sorridente que aparece no céu e que só Júpiter consegue ver. Como que compreendendo tudo, Júpiter acaba por se sacrificar, deixando Úrano revoltada e amargurada. A navegante de Júpiter confessa à amiga que apenas o fez por o amor de Mariana e Haruka ser intemporal e por Bunny necessitar desta última muito mais do que a si mesma.
~A ameaça do inimigo~
Spoiler
Num outro local, uma mulher que detém um Fragmento conversa com o seu lacaio, Cérbe, revelando-lhe que a hora de agirem havia chegado. Enquanto isso, já na Terra, e longe da escuridão imponente daquele local, Bunny agradece a Ayame pela companhia antes de se despedirem. Momentos mais tarde, é Gonçalo quem aparece no salão, fazendo companhia à sua amada.
Subitamente, Bunny sente um pressentimento e pede a Gonçalo e Mário para mandarem todos os clientes embora do salão. Momentos mais tarde, os três são violentamente atacados por um vulto feminino de cabelos encaracolados que ameaça Bunny, já transformada como Sailor Moon; se esta não se afastar dos Fragmentos, todas as suas amigas e namorado morrerão. Revela-lhe ainda, antes de desaparecer, que mais uma das suas amigas tinha sido sacrificada.
Subitamente, Bunny sente um pressentimento e pede a Gonçalo e Mário para mandarem todos os clientes embora do salão. Momentos mais tarde, os três são violentamente atacados por um vulto feminino de cabelos encaracolados que ameaça Bunny, já transformada como Sailor Moon; se esta não se afastar dos Fragmentos, todas as suas amigas e namorado morrerão. Revela-lhe ainda, antes de desaparecer, que mais uma das suas amigas tinha sido sacrificada.
~O estreito limite dos sentimentos~
Spoiler
À semelhança das amigas, Rita parte em busca do Fragmento e da Protectora das Chamas, deslocando-se sozinha até Ise, seguindo uma voz que ouvira através das labaredas. Envolvida por paisagens tipicamente japonesas e um clima anormal, onde uma camada de neve embeleza ainda mais o local, Rita acaba por chegar ao Santuário Kotaijingu, onde é apanhada de surpresa pelo frio aterrador, quase morrendo. É, no entanto, salva por Vio. Os dois sentem-se muito próximos e experimentam um curto momento de cumplicidade, apenas interrompido pelo aparecimento duma pessoa; a navegante de Plutão que, para espanto de Rita, ameaça Vio, afirmando que não permitirá que este a mate novamente.
~A traição perdida na escuridão~
Spoiler
Perante a incompreensão e incredulidade de Rita, Plutão revela à amiga que Vio era um traidor, tendo-a enganado no passado, aquando a destruição do Milénio de Prata. Perante a confirmação desta afirmação por parte de Vio, Rita, guiada pela raiva e mágoa, já transformada em Marte, ameaça Vio de morte. Depois de este desaparecer, as duas navegantes concentram-se na sua missão de obter o Fragmento. Acabam por encontrar a Protectora das Chamas, Héstia, que lhes revela que duas amigas suas já haviam sido sacrificadas, tendo entregue as suas sementes de estrela às respectivas Protectoras. À semelhança das outras Irmãs, Héstia exige um sacrifício, fazendo as duas navegantes desmaiar.
Rita acorda envolvida pela solidão, encontrando aí Susana. Sentindo-se extremamente só e perturbada, Rita decide sacrificar-se, apesar dos protestos de Susana, argumentando que Susana merece viver. De volta já à realidade, Marte sacrifica-se e Plutão recebe uma gargantilha com o Fragmento. Esta desaparece e Héstia é tomada por um pressentimento terrível.
Rita acorda envolvida pela solidão, encontrando aí Susana. Sentindo-se extremamente só e perturbada, Rita decide sacrificar-se, apesar dos protestos de Susana, argumentando que Susana merece viver. De volta já à realidade, Marte sacrifica-se e Plutão recebe uma gargantilha com o Fragmento. Esta desaparece e Héstia é tomada por um pressentimento terrível.
~A surpresa dos reencontros~
Spoiler
Indiferente às alterações meteorológicas que afectam os habitantes de Tóquio, Ayame atravessa a cidade, deslocando-se até aos seus subúrbios mais afastados, chegando a um local que ainda não havia sido invadido pelas construções mais modernas, o qual ainda ostentava alguns pilares antigos e esquecidos. Envolvida por flores, irís e miosótis, Ayame sente a calma daquele local, interrompida apenas pela chegada de um homem ferido. Apesar da surpresa, Ayame corre em seu auxílio, procurando estancar as suas feridas. O homem, que parece conhecê-la, agradece-lhe e afirma que conhece a sua identidade, pelo que esta não precisa de fingir. Ayame e Vio travam uma conversa cúmplice e a rapariga fica a saber, através dele, que a navegante de Plutão fora a última das navegantes a ficar com o Fragmento.
No quarto de Bunny, esta e Ami esperam por novidades, ambas bastante perturbadas. Finalmente, Susana aparece e conta-lhes como acordara do coma e se juntara a Rita, obtendo o Fragmento. Ao saber do sacrifício de Rita, Bunny fica bastante perturbada, mas promete a si mesma que irá recuperar as amigas perdidas.
No quarto de Bunny, esta e Ami esperam por novidades, ambas bastante perturbadas. Finalmente, Susana aparece e conta-lhes como acordara do coma e se juntara a Rita, obtendo o Fragmento. Ao saber do sacrifício de Rita, Bunny fica bastante perturbada, mas promete a si mesma que irá recuperar as amigas perdidas.
~O sonho de um novo começo~
Spoiler
Na floresta Aokigahara, na base do monte Fuji, Joana e Octávia caminham na busca da Protectora das Montanhas. À medida que caminham, Joana sente-se inferior a Octávia, apesar de ser considerada a líder das guerreiras do espaço interior. Depois de transformadas, as duas navegantes chegam a um local belíssimo, enfeitado por flores coloridas, árvores delicadas e um lago que, no seu centro, ostenta uma estátua. Perturbada, Joana é tomada por um sentimento enorme, não evitando as lágrimas, e, momentos depois, Vénus e Saturno encontram Deméter, a Protectora das Montanhas. Esta convida-as a ver o passado, e Vénus acorda no salão do Palácio do Reino da Terra. É nele que se vê a si própria, falando com uma mulher chamada Rainha Gaia, mãe do Príncipe Endymion. Estupefacta, acaba por assistir à cena em que a Terra declara guerra à Lua.
Saturno, por seu turno, assiste a uma cena completamente distinta; vê-se a si própria a destruir o Milénio de Prata. Contrariamente às restantes companheiras, Saturno consegue estabelecer uma espécie de ligação entre a sua forma passada, sentindo-se compreender muitas coisas.
Saturno, por seu turno, assiste a uma cena completamente distinta; vê-se a si própria a destruir o Milénio de Prata. Contrariamente às restantes companheiras, Saturno consegue estabelecer uma espécie de ligação entre a sua forma passada, sentindo-se compreender muitas coisas.
~O encerrar de um ciclo~
Spoiler
Depois de serem acordadas por uma gentil Deméter, ambas as navegantes são confrontadas com a necessidade de se sacrificarem. É Saturno quem o faz, revelando admirar Vénus, o seu coração puro, genuinidade e alegria, confessando-lhe gostar de ser como ela, contando-lhe que todas as navegantes a haviam resgatado da solidão do seu coração e como se sentia grata por isso. Com este sacrifício, e depois de ter o Fragmento, Vénus compreende finalmente o porquê dos sacrifícios.
No hospital, Gonçalo experimenta preocupações e pensamentos distintos. Já na rua, Gonçalo é tomado por uma sensação estranha que o perturba e debilita, sendo ajudado por duas pessoas conhecidas: Sailor Aluminum Siren e Lead Crow, que o pretendem guiar até Sailor Moon, esperando não ser tarde demais.
No hospital, Gonçalo experimenta preocupações e pensamentos distintos. Já na rua, Gonçalo é tomado por uma sensação estranha que o perturba e debilita, sendo ajudado por duas pessoas conhecidas: Sailor Aluminum Siren e Lead Crow, que o pretendem guiar até Sailor Moon, esperando não ser tarde demais.
~Depois da Tempestade~
Spoiler
Bunny, Susana, Ami e Haruka reúnem-se finalmente no templo Hikawa. Lá, Susana revela-lhes que conhece uma forma de trazer as companheiras sacrificadas de volta: libertando o poder dos Fragmentos, com a ajuda do Cristal de Prata. Subitamente, surge Vénus, que acusa Susana de ser uma impostora. A falsa Plutão ataca as navegantes, que são salvas por Lead Crow e Aluminum Siren. Quando tudo parece estar perdido, Bunny é salva por uma figura que lhe dá um novo ceptro e afugenta a mulher demoníaca e Cérbe. No final, as 4 Irmãs aparecem.
As Irmãs explicam às guerreiras e Mascarado o porquê de existirem. Com a ajuda de Vénus, Úrano e Mercúrio compreendem a razão dos sacrifícios: para que todas pudessem perceber que a Amizade e o Amor seria a única forma de vencerem a batalha, que não existiam diferenças entre as guerreiras do espaço Interior e Exterior. Satisfeitas por finalmente perceberem, as Irmãs revelam que os Fragmentos que todas pensavam ter eram, de facto, as sementes de estrela das amigas.
Com todas as navegantes finalmente reunidas, as 4 Irmãs despedem-se e sobem nos céus, desaparecendo para sempre, com o dever cumprido.
As Irmãs explicam às guerreiras e Mascarado o porquê de existirem. Com a ajuda de Vénus, Úrano e Mercúrio compreendem a razão dos sacrifícios: para que todas pudessem perceber que a Amizade e o Amor seria a única forma de vencerem a batalha, que não existiam diferenças entre as guerreiras do espaço Interior e Exterior. Satisfeitas por finalmente perceberem, as Irmãs revelam que os Fragmentos que todas pensavam ter eram, de facto, as sementes de estrela das amigas.
Com todas as navegantes finalmente reunidas, as 4 Irmãs despedem-se e sobem nos céus, desaparecendo para sempre, com o dever cumprido.
~A Bonança depois do Tormento~
Spoiler
Bunny e as amigas combinam um almoço festivo, preparando-se simultaneamente para uma reunião após este. No salão de jogos, Bunny encontra Ayame e, vendo-a tão solitária, pede-lhe para que as acompanhe no almoço, servindo-se das suas qualidades de fotógrafa como pretexto para que a rapariga aceite o convite.
Ao mesmo tempo, a vilã incógnita revela a Cérbe que os seus planos estão a correr conforme o esperado, e que conseguirá destruir as navegantes.
Ao mesmo tempo, a vilã incógnita revela a Cérbe que os seus planos estão a correr conforme o esperado, e que conseguirá destruir as navegantes.
~Um novo desabar~
Spoiler
No almoço, reina a felicidade, e todas as raparigas apreciam a companhia de Ayame. Só Bunny sente algo estranho em relação à rapariga.
Após a sua partida, as navegantes discutem assuntos sérios. Luna revela a Bunny que o seu novo ceptro, Febe, pertenceu a todas as grandes soberanas da Lua, passando de geração em geração. Revela-lhe ainda a identidade do pai de Bunny, Céos. E, após ser confrontada pela questão da razão de Bunny não se conseguir transformar na sua forma eterna, Luna revela a sua suspeita: que Gonçalo, no futuro, será morto, e que, por esse motivo, e perante o desgosto, Bunny nunca mais será capaz de se transformar nessa forma.
Após a sua partida, as navegantes discutem assuntos sérios. Luna revela a Bunny que o seu novo ceptro, Febe, pertenceu a todas as grandes soberanas da Lua, passando de geração em geração. Revela-lhe ainda a identidade do pai de Bunny, Céos. E, após ser confrontada pela questão da razão de Bunny não se conseguir transformar na sua forma eterna, Luna revela a sua suspeita: que Gonçalo, no futuro, será morto, e que, por esse motivo, e perante o desgosto, Bunny nunca mais será capaz de se transformar nessa forma.
~O revelar das sombras~
Spoiler
Confusa e magoada com a revelação de Luna, Bunny foge, acabando por encontrar Peo numa rua deserta, sendo atacada por este.
Entretanto, as navegantes e Gonçalo separam-se para encontrar Bunny. Marte e Plutão encontram-se, na procura, com Vio. Marte inicia uma luta feroz com Vio, mas este acaba por a proteger contra o ataque de Geran, que a tenta matar. Vio revela a Marte a localização de Bunny e diz-lhe para a encontrar, ou será tarde demais.
Entretanto, a figura encapuçada que uma vez atacara e ameaçara Bunny surge e salva-a de Peo. No meio da luta, Bunny acaba por descobrir a sua identidade: a inimiga é, afinal, Ayame! Depois de derrotar Peo, Ayame revela que precisa dos Fragmentos. As navegantes e Mascarado finalmente aparecem, iniciando uma batalha contra Ayame, Lead Crow e Aluminum Siren, que parecem estar do lado de Ayame.
No final, a inimiga aparece finalmente: uma mulher de cabelos vermelhos que ludibria Bunny e consegue retirar os Fragmentos das tiaras das navegantes, prometendo-lhe revelar os segredos do Universo. Um jarro aparece nas suas mãos, e Bunny acaba por desmaiar.
Entretanto, as navegantes e Gonçalo separam-se para encontrar Bunny. Marte e Plutão encontram-se, na procura, com Vio. Marte inicia uma luta feroz com Vio, mas este acaba por a proteger contra o ataque de Geran, que a tenta matar. Vio revela a Marte a localização de Bunny e diz-lhe para a encontrar, ou será tarde demais.
Entretanto, a figura encapuçada que uma vez atacara e ameaçara Bunny surge e salva-a de Peo. No meio da luta, Bunny acaba por descobrir a sua identidade: a inimiga é, afinal, Ayame! Depois de derrotar Peo, Ayame revela que precisa dos Fragmentos. As navegantes e Mascarado finalmente aparecem, iniciando uma batalha contra Ayame, Lead Crow e Aluminum Siren, que parecem estar do lado de Ayame.
No final, a inimiga aparece finalmente: uma mulher de cabelos vermelhos que ludibria Bunny e consegue retirar os Fragmentos das tiaras das navegantes, prometendo-lhe revelar os segredos do Universo. Um jarro aparece nas suas mãos, e Bunny acaba por desmaiar.
~O regresso da Destruição~
. Capítulo XXX - Passado (pág.38)
~A Solidão de um Tempo Perdido~ (Parte I)
Editado pela última vez em
Prólogo
Parte I
Nos recônditos do mundo, uma força mais alta se levantava. Num lugar desconhecido, que muito poucos ousavam sequer conhecer, tão silencioso durante séculos de existência, apenas marcado pelo batimento rítmico das gotas de água num lago profundo, uma música começava a soar no interior da gruta. Um lamento suave, quase inaudível, enchia todo o lugar, preenchia as águas e as estalactites que pendiam do tecto, feitas de cristais translúcidos. Um lago, no centro da pequena gruta, exibia as suas águas serenas que, gradualmente, começavam a mover-se.Parte I
Um círculo. Dois círculos. Uma sucessão de anéis, no centro do lençol de água. E a música aumentava, os cânticos eram mais fortes quando, do centro do lago, dum pequeno remoinho, surgiu a silhueta duma mulher. Os seus olhos fechados faziam com que se assemelhasse a uma deusa dormente, cujo sono se prolongava havia milénios. Os seus cabelos eram um prolongamento das águas; as suas mãos, junto do peito, com os dedos abertos, pareciam leques delicados. E os seus lábios, entreabertos, fonte de toda a música que agora ressoava sem medo, iam movendo-se lentamente.
Permaneceu, durante algum tempo, com as pálpebras cerradas, sobre as águas, flutuando no ar. Os seus cabelos perdiam-se no lago, confundindo-se com este. A sua serenidade era tal que podia acalmar qualquer tempestade, qualquer vento arrasador, qualquer espírito inquieto. Até que, quando nada o fazia esperar, as suas mãos fecharam-se num ápice, tremeram, como se todo o seu corpo fosse atacado por mil agulhas. Absorveu e expirou grandes quantidades de ar e a música mudou radicalmente, passando a ser um lamento insuportável. As suas pálpebras tremiam, o seu corpo fazia lembrar as velas de um barco a tremer, no meio de uma tempestade terrível. Mas nada se pôde comparar ao momento em que os seus olhos se abriram e, do azul mais intenso e profundo, pequenas gotas de água brotaram, descendo pela sua face e juntando-se às águas debaixo de si.
Nesse momento, como se um feitiço se quebrasse, aquela mulher caiu. Com a água a cobrir-lhe o corpo e tremendo, levou uma mão ao peito. A música tinha cessado, mas o seu espírito continuava inquieto. Há muito, muito tempo que nada assim acontecia. Olhou em frente e, num sussurro, disse:
- Não pode ser… Tenho de avisar as outras. Não pode ser…
E, nesse momento, três outros lamentos soaram noutras três partes desconhecidas do mundo.
Parte II
Ao mesmo tempo, a noite eterna não conseguia ser tão negra quanto o palácio que surgia das sombras. Era um palácio desfeito, o esqueleto de algo que teria sido grandioso, em tempos. As ruínas dum palácio negro, enorme e imenso, onde os corredores se perdiam sem fim.
Lá dentro, o silêncio sepulcral era perturbado por passos rápidos e secos. Uma sombra movia-se rápida e dignamente, com um manto a roçar o chão poeirento. Apesar do emaranhado de pedras caídas e colunas decapitadas, parecia saber exactamente em que esquina virar, qual a passagem que devia seguir, qual o pilar que tinha de contornar. E fazia-o tão rapidamente que, se não fosse o som do seu andar, poderia facilmente passar despercebida naquela escuridão.
Subitamente, os passos cessaram. A sobra acabara de chegar a um pátio amplo, sem quaisquer obstáculos a impedir o caminho. Aqui, a escuridão parecia ainda mais intensa, como um manto que envolvia tudo. Porém, os olhos da sombra, tão habituados ao ambiente, distinguiram com facilidade uma outra, apoiada num pilar. Lentamente, aproximou-se, tocou com o joelho no chão e a sua voz rouca falou.
- Senhora.
A outra sombra, que já sentira a sua presença, fez um aceno.
- Encontrámo-la.
- A que distância nos encontramos? – a voz feminina era grave.
- Pouca. É exactamente aquilo que esperávamos.
A mulher, afastando-se do pilar, caminhou pelo pátio até penetrar novamente nos corredores. A sombra do homem seguiu-a e, apesar de não o poder ver, sentiu o sorriso da mulher e, também ele, sorriu.
***
A mulher alta, de ceptro na mão e em posição de ataque, olhava em redor. A sua cabeça parecia um tambor, tais eram as dores que sentia. O portão imponente, atrás de si, parecia-lhe diferente, mas não havia sinais de perturbação. Mas ela sabia que o sentimento profundo que acabara de nascer no ínfimo do seu ser não podia ser ignorado.
Tentou concentrar-se e procurar vestígios de algum inimigo. Como Guardiã, nunca se descuidava. Se fosse preciso, daria a sua vida unicamente para proteger aquele portão. Mas, naquele momento, e embora algo dentro de si lhe dissesse que algo estava errado, não havia qualquer sinal de ataque eminente. As nuvens estavam tranquilas, o vento não sofrera nenhuma perturbação. E, no entanto, ela sabia que não podia ser cansaço ou algo semelhante. Não, aquela dor não era normal.
De repente, um estrondo. Um raio percorreu cem metros e parou exactamente diante de si que, por sua vez, depressa se protegeu antecipadamente com o ceptro erguido. Mas a dor aumentara tanto que fora obrigada a ajoelhar-se. A esfera do ceptro reluzia tão intensamente que semicerrou os olhos. E quando uma dor imensa se espalhou das têmporas para o peito, olhou para o portão, levantou-se, correu e ergueu a mão, gritando:
- Não!
O portão acabara de desaparecer. Plutão caiu, bateu com o punho no chão e sentiu a luz de um raio a rasgar os céus e abater-se sobre si.
Editado pela última vez em
Wow
.o:
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Simplesmente adoro a tua maneira de escrever!
Descreves tudo ao promenor, amei!
Tens muito jeito!
Fico anciosamente à espera do 1º capítulo
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FanFic: Sombras do Passado (Capítulo 4 postado dia 19/02!)
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FanFic: Sombras do Passado (Capítulo 4 postado dia 19/02!)
Capítulo I
Mudança
~A incerteza do futuro~
I
O despertador tocou irritantemente quando os dígitos vermelhos marcaram as sete e um quarto da manhã. Debaixo dos lençóis, Octávia bocejou e, com a mão esquerda, silenciou o relógio, ligando em seguida a sucessão de candeeiros em série que enfeitavam o seu quarto. Depois de se espreguiçar e esfregar os olhos, olhou em volta.Mudança
~A incerteza do futuro~
I
“A Susana esqueceu-se completamente de me acordar!”
Octávia já se habituara a que às sete e dez da manhã em ponto Susana entrasse silenciosa no seu quarto, desligasse o despertador e abrisse as cortinas, acordando-a assim com a luz fresca da manhã. Este ritual repetia-se desde o dia em que Octávia passara a sua primeira noite na casa que partilhava com Mariana, Haruka e Susana. Esta última insistiu que a manhã devia ser aproveitada com a sua luz, e não com a artificialidade dos candeeiros que Octávia insistia em coleccionar.
“Deve ter adormecido” – pensou, depois de bocejar mais uma vez. - “Ah, tenho de me despachar, não quero chegar atrasada.”
Pegou no uniforme limpo e engomado e, depois de um banho fresco, já estava pronta para tomar o pequeno-almoço. Normalmente, era Haruka quem o preparava, com a ajuda de Mariana. Enquanto esta última preparava o seu batido de morango, Haruka manejava com habilidade a frigideira, onde fazia deliciosas panquecas. Octávia perguntava-se várias vezes se existiria algum pequeno-almoço no mundo tão delicioso como aquele.
Ao descer as escadas, considerou a hipótese de acordar Susana, mas acabou por seguir o seu caminho, movida pelo cheiro agradável que vinha da cozinha. Haruka, de avental preso na cintura, já distribuía as panquecas doiradas e estaladiças pelos quatro pratos.
- A Mariana ainda está a preparar-se, mas já desce. – disse Haruka que, embora conseguisse preparar uma refeição como aquelas, acordava sempre um pouco mal-humorada.
- A Susana ainda está a dormir. – Octávia pegou no doce e colocou-o na mesa.
- O quê, ainda está na cama?! Ela que não espere que lhe vou dar boleia, assim. Ora essa, são quase oito menos um quarto, tens aulas às oito, e-
- Pronto, tem calma! Eu vou acordá-la.
Octávia não gostava de discussões e, além do mais, também estranhara a ausência de Susana. Ao subir as escadas, cumprimentou Mariana com um sorriso. Esta, que acordava sempre de bom humor, retribuiu-lhe o sorriso, com o cabelo envolto numa toalha.
- Su, o pequeno-almoço está na mesa. – disse Octávia, com suavidade, enquanto batia levemente na porta do seu quarto. O silêncio era absoluto e, com um sorriso meigo, Octávia entreabriu a porta. A escuridão confirmava o que pensava; Susana ainda dormia. Devagar, dirigiu-se à cabeceira da cama, colocou a mão no ombro de Susana e abanou-a suavemente.
- Su, acorda. Já passa das horas.
Contudo, Susana insistia em dormir. Octávia abanou-a um pouco mais, mas não obteve resposta. Normalmente, Susana acordaria num ápice, pois tinha o sono leve. Octávia sentiu uma picada no coração.
- Su? Su! Susana!
O pânico invadiu Octávia que bateu levemente na cara de Susana. Porque não acordaria? Não era normal, decididamente. Ela sempre acordara facilmente, e nunca ficara tanto tempo a dormir. Com um choque terrível, Octávia levantou-se.
- Octávia? Essa preguiçosa não quer descer?
Mariana olhou para as escadas e, quando viu Octávia lívida e pálida, sentiu a mesma picada no coração ao ouvi-la dizer que Susana não respirava.
Esta fic está linda, gostei! Não me digas que a Susana está morta!
http://suspended.byethost2.com/ O melhor fórum do mundo!
Fic - As Estrelas Voltam
Oh yeah! Má forma! Oh não! Estou magra!
Fic - As Estrelas Voltam
Oh yeah! Má forma! Oh não! Estou magra!
Obrigada Likinhas!
Então, aqui está!
---
“Finalmente, a Primavera. Parece que a Natureza sabe que ela está prestes a chegar.” – pensou, enquanto sorria. A impaciência e ansiedade brotavam como pequenos botões de rosa no interior do seu peito, imaginando o momento em que Chibiusa irromperia do céu.
Arregaçou a manga e olhou para o relógio. Chibiusa nunca se atrasava, muito devido a Susana, sempre pontual. Bunny torceu o nariz. “O mesmo já não se pode dizer daquelas cinco.” Depois de um suspiro breve, tentou imaginar a desculpa que a Joana daria pelo atraso. Era sempre devido a ela que as outras se atrasavam. Não devia ter deixado que a Octávia fosse ter com ela. Ela sabia que a Chibiusa gostaria de as ver ali, todas reunidas, à sua espera, mas sobretudo a guerreira de Saturno, a sua melhor amiga e companheira.
Voltou a olhar para o céu. Já havia passado dois anos desde que vira Chibiusa pela última vez. Depois da partida das Sailor Stars e da sua Princesa, ali estava ela, no parque, esperando pela menina que adorava e pela qual nutria uma profunda admiração e ternura, embora não o admitisse. Desde os acontecimentos que envolveram Galáxia, a calma repousava entre todos, mas Chibiusa continuou no Futuro durante algum tempo, até finalmente anunciar o seu regresso.
Consultou novamente o relógio e constatou que faltavam apenas cinco minutos para a chegada. Torceu novamente o nariz. Nem sequer a Luna, ansiosa por rever a sua filha Diana, tinha chegado a horas. Com agora dezoito anos (que, em breve, se tornariam em dezanove), e embora mais madura, Bunny continuava a mesma; trapalhona, descontraída e divertida, atrasada para onde quer que fosse. A única excepção fora esta; uma hora de adiantamento em relação à hora prevista.
Um minuto. Bunny levantou-se e olhou com mais atenção para o céu. As nuvens, outrora tão calmas, começavam a condensar-se e a formar uma espiral de algo semelhante a algodão-doce cinzento. Uma pequena mancha no céu, facilmente despercebida ao resto das pessoas, cujos movimentos haviam parado no tempo. Os pássaros, estáticos, mantinham-se alheios aos acontecimentos que despertavam em redor. Só Bunny assistia ao espectáculo que se formava diante dos seus olhos, já familiar. Esperava, a qualquer momento, ver a silhueta de Chibiusa no céu.
Quatro horas da tarde em ponto. Um estrondo enorme soou por todo o lado. Da enorme massa cinzenta, um raio cruzou o céu e, como se o rasgasse, iluminou a área circundante com uma luz tão intensa que obrigou Bunny a semicerrar os olhos.
“Há algo de errado…!” – pensou, enquanto protegia a visão da luz e, ao mesmo tempo, tentava vislumbrar o que se passava. Um pássaro foi atingido e caiu a pique no lago do parque, deixando um rasto de fumo atrás de si. Com medo de uma nova investida, Bunny afastou-se das árvores e olhou em volta. O perigo era eminente; com as pessoas paradas no tempo, tão próximas das árvores e da água do lago, podiam ser facilmente atingidas. Voltou a olhar para o céu e, com os olhos abertos de espanto, viu uma silhueta curvada, claramente ferida, a surgir do céu, que não era a de Chibiusa.
Então, aqui está!---
II
A Primavera anunciava-se no horizonte, percorrendo a tarde e repousando nos ramos das cerejeiras em flor. Pelos caminhos do parque, polvilhados por pequenas pétalas cor-de-rosa, passavam pessoas de mãos dadas, crianças risonhas, idosos com os braços atrás das costas. Os bancos, cobiçados nesta altura do ano, enchiam-se gradualmente de casais, estudantes ou simplesmente alguém que, a caminho do emprego, parara para ler um pouco o seu jornal. Com as mãos apoiadas na pedra áspera de um desses bancos, Bunny fitava o céu, com o olhar perdido numa nuvem pachorrenta, embalada pela suave brisa que percorria os seus cabelos loiros.“Finalmente, a Primavera. Parece que a Natureza sabe que ela está prestes a chegar.” – pensou, enquanto sorria. A impaciência e ansiedade brotavam como pequenos botões de rosa no interior do seu peito, imaginando o momento em que Chibiusa irromperia do céu.
Arregaçou a manga e olhou para o relógio. Chibiusa nunca se atrasava, muito devido a Susana, sempre pontual. Bunny torceu o nariz. “O mesmo já não se pode dizer daquelas cinco.” Depois de um suspiro breve, tentou imaginar a desculpa que a Joana daria pelo atraso. Era sempre devido a ela que as outras se atrasavam. Não devia ter deixado que a Octávia fosse ter com ela. Ela sabia que a Chibiusa gostaria de as ver ali, todas reunidas, à sua espera, mas sobretudo a guerreira de Saturno, a sua melhor amiga e companheira.
Voltou a olhar para o céu. Já havia passado dois anos desde que vira Chibiusa pela última vez. Depois da partida das Sailor Stars e da sua Princesa, ali estava ela, no parque, esperando pela menina que adorava e pela qual nutria uma profunda admiração e ternura, embora não o admitisse. Desde os acontecimentos que envolveram Galáxia, a calma repousava entre todos, mas Chibiusa continuou no Futuro durante algum tempo, até finalmente anunciar o seu regresso.
Consultou novamente o relógio e constatou que faltavam apenas cinco minutos para a chegada. Torceu novamente o nariz. Nem sequer a Luna, ansiosa por rever a sua filha Diana, tinha chegado a horas. Com agora dezoito anos (que, em breve, se tornariam em dezanove), e embora mais madura, Bunny continuava a mesma; trapalhona, descontraída e divertida, atrasada para onde quer que fosse. A única excepção fora esta; uma hora de adiantamento em relação à hora prevista.
Um minuto. Bunny levantou-se e olhou com mais atenção para o céu. As nuvens, outrora tão calmas, começavam a condensar-se e a formar uma espiral de algo semelhante a algodão-doce cinzento. Uma pequena mancha no céu, facilmente despercebida ao resto das pessoas, cujos movimentos haviam parado no tempo. Os pássaros, estáticos, mantinham-se alheios aos acontecimentos que despertavam em redor. Só Bunny assistia ao espectáculo que se formava diante dos seus olhos, já familiar. Esperava, a qualquer momento, ver a silhueta de Chibiusa no céu.
Quatro horas da tarde em ponto. Um estrondo enorme soou por todo o lado. Da enorme massa cinzenta, um raio cruzou o céu e, como se o rasgasse, iluminou a área circundante com uma luz tão intensa que obrigou Bunny a semicerrar os olhos.
“Há algo de errado…!” – pensou, enquanto protegia a visão da luz e, ao mesmo tempo, tentava vislumbrar o que se passava. Um pássaro foi atingido e caiu a pique no lago do parque, deixando um rasto de fumo atrás de si. Com medo de uma nova investida, Bunny afastou-se das árvores e olhou em volta. O perigo era eminente; com as pessoas paradas no tempo, tão próximas das árvores e da água do lago, podiam ser facilmente atingidas. Voltou a olhar para o céu e, com os olhos abertos de espanto, viu uma silhueta curvada, claramente ferida, a surgir do céu, que não era a de Chibiusa.
Ai, a Hotaru-chan entra na fic!
.o:
.o:
Estou a adorar!! Desculpa não ter vindo comentar antes, mas andei cheia de trabalhos e isso
OMG, o que aconteceu à Susana?? Não morreu pois não?
E que sombra era aquela?
Descreves tudo tão bem, cada vez me espantas mais!
.o:
A fic está cheia de mistérios e muito interessante, fiquei viciada!
Oh rapariga, vais matar-me com um ataque cardíaco!
Quando postas mais?
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.o:Estou a adorar!! Desculpa não ter vindo comentar antes, mas andei cheia de trabalhos e isso

OMG, o que aconteceu à Susana?? Não morreu pois não?

E que sombra era aquela?
Descreves tudo tão bem, cada vez me espantas mais!
.o: A fic está cheia de mistérios e muito interessante, fiquei viciada!
Oh rapariga, vais matar-me com um ataque cardíaco!

Quando postas mais?
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FanFic: Sombras do Passado (Capítulo 4 postado dia 19/02!)
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FanFic: Sombras do Passado (Capítulo 4 postado dia 19/02!)
Oh, não tens nada de te desculpar, Haruhi! Eu é que tenho de agradecer pelo comentário tão simpático ^__^
A Hotaru tinha de entrar, é das minhas personagens favoritas *olha em volta* acho que ela iria perseguir-me se não entrasse
Vou colocar a terceira e última parte do primeiro capítulo, que é pequena. Quanto à pergunta acerca da Susana... Em breve vão saber
A Hotaru tinha de entrar, é das minhas personagens favoritas *olha em volta* acho que ela iria perseguir-me se não entrasse

Vou colocar a terceira e última parte do primeiro capítulo, que é pequena. Quanto à pergunta acerca da Susana... Em breve vão saber

III
Bunny estava muda de espanto. Com ambas as mãos a empunharem com toda a força o seu ceptro, Plutão tentava controlar as nuvens densas, que parecia que iam a qualquer momento engoli-la.- Plutão! – gritou, finalmente, quando sentiu a voz na garganta. Ela ouvira-a, pois olhara na sua direcção. Estava visivelmente ferida: múltiplas manchas negras cobriam-lhe o corpo e um fio de sangue descia da testa, perdendo-se pelo pescoço. Mas o que mais surpreendeu Bunny foi o seu aspecto transparente, como se fosse…
- Plutão?! Plutão!
- Bunny… - a sua voz rouca e anormalmente alta, como se ressoasse por todo o mundo, assustou-a. – Presta atenção ao que te vou dizer… A Small Lady não virá, o Portão do Tempo está fechado… Isto significa que o futuro está a mudar… O que se passa no futuro é uma incógnita, algo que não poderemos saber…
“Não tenho muito tempo… Algo se passa, algo está a alterar-se… Senti-o tarde demais, peço-te que me perdoes… A pessoa que agora estás a ver é apenas uma memória do espaço intemporal que guardo. Algo de muito grave se passa… Bunny, protege o mundo… Eu-“
Mas Bunny não chegou a saber o que Plutão queria ter dito pois, nesse preciso momento, o peso das nuvens abateu-se sobre si e desapareceu por entre elas. A espiral cinzenta permaneceu na sua roda-viva durante mais alguns segundos e, por fim, extinguiu-se, dando lugar ao céu sereno que lhe precedera. Os pássaros continuaram a voar e as pessoas caminhavam novamente, como se nada se houvesse passado.
- Susana… Chibiusa… Chibiusa!
Um pressentimento abateu-se sobre si mesma e, tremendo, começou a correr. Tinha de encontrar as outras.
Tens de entrar para responderes neste tópico.





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