A Flor de Pandora
*mim chora desalmadamente* :g11:
Eu não acredito!! Este capitulo está lindo! E grande! *olhinhos a brilhar*
*volta a chorar*
Adorei a maneira como foste descrevendo o desenrolar dos acontecimentos, os sentimentos que assulavam cada uma das personagens intervenientes e os acontecimentos do passado e as recordaçõe da Mercúrio.
Devo admitir que fiquei com a lágrima no canto do olho na última parte!!
Opah! Eu vou chorar!! :='(:

Muitos parabéns por este incrivel e maravilhoso capitulo!
Fico à espera de mais!!
Eu não acredito!! Este capitulo está lindo! E grande! *olhinhos a brilhar*
*volta a chorar*
Adorei a maneira como foste descrevendo o desenrolar dos acontecimentos, os sentimentos que assulavam cada uma das personagens intervenientes e os acontecimentos do passado e as recordaçõe da Mercúrio.
Devo admitir que fiquei com a lágrima no canto do olho na última parte!!
Opah! Eu vou chorar!! :='(:

Muitos parabéns por este incrivel e maravilhoso capitulo!
Fico à espera de mais!!


TBK escreveu:Comecei ontem a ler a tua fic e prendeu-me desde o inicio, tanto pelas fantásticas descrições e pelo modo como nos consegues fazer sentir os sentimentos das personagens, como pela história bem estrutura e misteriosa que nos faz ansiar pelo capítulo seguinte.
Está mesmo demais! Já venho tarde para comentar os outros capítulos, por isso vou só comentar este último que gostei muito, se calhar até foi o que gostei mais.
Primeiro não gostei da Anfiterite parecia-me que as suas intenções eram um bocado maléficas talvez. Mas depois notava-se que ela se sentia angustiada ao ter de fazer aquele sacrifico e pelo que se passava pelo mundo. As visões da Ami seguidas pela forma como se queria sacrificar estão expostas de uma forma mesmo...mesmo.. sei lá não dá para explicar mas foi mesmo tocante.
Depois descobrimos que a Neptuno é que se teve de sacrificar (uma reviravolta!), gostei muito da forma como o fez e do seu discurso, pareceu-me que se encaixava mesmo na personagem.
A Ami e a Michiru foram sempre duas das minhas personagens favoritas e achei este capítulo mesmo fantástico, assim como toda a história até agora. Tens mesmo talento e força para continuar com a história. :-)
Em primeiro lugar, tenho de te agradecer com toda a sinceridade o facto de teres começado a ler a minha história! É com grande orgulho e honestidade que te agradeço!

Muito obrigada por teres gostado da história, nem sabes o quanto isso me deixa feliz! Gostei imenso do teu comentário, penso que consegui passar a ideia e isso deixa-me realmente satisfeita
E mesmo sabendo que elas são duas das tuas personagens preferidas, gostaste! Ainda bem que consegui tornar este momento tocante. E parece que a tua opinião acerca da Anfitrite mudou 
Muito obrigada por todos os elogios e todas as palavras! Estou mesmo contente!
_S.E.A_ escreveu:Yah, o Michi fica mais na menteO msm nome real como assim? *tou lenta hoje*
O teu nome verdadeiro, o teu nome próprio
Likinhas escreveu:*mim chora desalmadamente* :g11:
Eu não acredito!! Este capitulo está lindo! E grande! *olhinhos a brilhar*
*volta a chorar*
Adorei a maneira como foste descrevendo o desenrolar dos acontecimentos, os sentimentos que assulavam cada uma das personagens intervenientes e os acontecimentos do passado e as recordaçõe da Mercúrio.
Devo admitir que fiquei com a lágrima no canto do olho na última parte!!
Opah! Eu vou chorar!! :='(:
Muitos parabéns por este incrivel e maravilhoso capitulo!
Fico à espera de mais!!
Likinhas! Outra rapariga que consegue colocar-me um grande sorriso na cara!
.o:Ainda bem que gostaste! É verdade, tive de me esforçar, porque prometi um capítulo duplamente maior, e acho que as circunstâncias obrigavam a tal!

Ainda bem que gostaste de todos os sentimentos! Não foi fácil explicar ao certo tudo, mas penso que fiquei até satisfeita com o resultado. Oh, mas não queria que ninguém chorasse, apesar de tudo... Não vos quero ver tristes!

Muito obrigada, eu já nem tenho mais palavras depois destes comentários todos maravilhosos! :]
*Kaoru* escreveu:_S.E.A_ escreveu:Yah, o Michi fica mais na menteO msm nome real como assim? *tou lenta hoje*
O teu nome verdadeiro, o teu nome próprio![]()
Ai é? K giro!! Foste ver ao meu hi5?
Não nos queres pôr tristes e dps fazes estes capitulos assim? Snif snif! :g11: Só para não parecer um offtopic... *faz-se desentendida do assunto* :
': 
Um grande, grande obrigada pela sign e pelo avie Xaninha kida! ^^

Jovens escritores, nao resistem a chocolate? Especialmente Kinder? Então cuidado, o gang anda rondando
_S.E.A_ escreveu:Ai é? K giro!! Foste ver ao meu hi5?
Não nos queres pôr tristes e dps fazes estes capitulos assim? Snif snif! :g11: Só para não parecer um offtopic... *faz-se desentendida do assunto* :':
Tenho de começar a fazer coisas mais alegres :
': Hehe 
Sim
Tens razão, vou terminar o off-topic
;
* me ronda o topico...*
Kaoru-chan quando poes mais um capitulo?
estou a ficar demasiado ansiosa...
quero saber como vao correr os encontros com as outras duas irmas de Anfitrite...
quero ler a reaçao de Haruka...
e quero um capitulo daqueles que so tu sabes fazer..bem emotivos!!
*me senta-se com o ovo kinder na mao...e ( quem me dera)
um bilhete para um concerto dos Do As Infinity*
Kaoru-chan quando poes mais um capitulo?
estou a ficar demasiado ansiosa...
quero saber como vao correr os encontros com as outras duas irmas de Anfitrite...
quero ler a reaçao de Haruka...
e quero um capitulo daqueles que so tu sabes fazer..bem emotivos!!
*me senta-se com o ovo kinder na mao...e ( quem me dera)
um bilhete para um concerto dos Do As Infinity*
Capítulo XV
Choque
~A decisão inabalável~
Choque
~A decisão inabalável~
O carro avançava a alta velocidade pela estrada ampla e vazia, as gotas da chuva a esbarrarem sonoramente contra o vidro e a afastarem-se da vista das pessoas que nele viajavam. O céu era uma mancha cinzenta que se estendia pelo horizonte, nunca cansado de derramar as suas lágrimas cristalinas e grossas que eram, por sua vez, desviadas pelos ventos fortes que sopravam de quatro direcções distintas. Os recortes das altas montanhas, sombrios e rudes, contornavam toda a vista e as árvores que nelas se achavam viam os seus ramos a serem abanados freneticamente sem dó nem piedade.
Nos arredores da cidade, as montanhas eram muitas, sobrepondo-se umas quase sobre as outras, formando paisagens admiráveis. Nelas residiam florestas, animais, riachos e lagos, um verdadeiro pedaço da natureza, onde a única presença humana era, de vez em quando, devida a um templo xintoísta. Por isso, Maria não estava habituada à paisagem, muito embora sempre a tivesse admirado pelas fotografias ou livros, e estava longe de imaginar que um dia fosse obrigada, naquelas circunstâncias, a vê-la assim tão de perto. Bom, pelo menos assim o esperava, enquanto agarrava o banco com as mãos, exigindo de si todas as forças que possuía para se manter no lugar. Aqueles mais de duzentos quilómetros por hora incomodavam-na muito, mas não se atrevia a pronunciar uma palavra que fosse.
A seu lado, com as mãos firmemente agarradas ao volante, Haruka guiava sem se dar conta da alta velocidade a que o fazia. Maria notou, pelo canto do olho, a sua expressão compenetrada e apática; parecia que nenhum sentimento se lhe atravessava pela pele. Mas o seu olhar não a enganava, aquele olhar baço, ausente e sofrido. Não tentou sequer imaginar a dor que lhe devia corroer o interior do coração e afastou o olhar fugitivo quando se apercebeu que aquela mesma dor, embora de proporções não comparáveis, começava também a movimentar-se dentro de si.
Maria olhou pelo vidro do carro, tentando distrair-se e acompanhar o trajecto das gotas que escorriam rapidamente por ele, mas as imagens ainda recentes desfilavam diante da sua memória, sendo impossível mantê-las afastadas por muito tempo. Apesar de terem apenas acontecido há uma hora atrás, parecia que tinham sido apenas um sonho difícil, daqueles quase inacreditáveis de tão maus que são. Tentou organizar os pensamentos e conferir-lhes uma ordem cronológica, já que sabia que não seria capaz de os esquecer.
***
Maria rondava as panelas com um sorriso na cara. Pegou numa frigideira e, com uma colher, verteu um pouco do líquido claro nela, tendo o cuidado de fazer uma roda quase perfeita. Octávia observava com atenção, fazendo, de vez em quando, uma pergunta ou outra, o que deixava Maria bastante feliz. Adorava poder ser útil na cozinha.- E, pronto, depois vem o segredo! – disse, arregaçando as mangas e pondo-se a postos. – Repara com atenção! – mordeu o lábio inferior e, com calma, deixou que o disco agora levemente dourado rodopiasse com um movimento gracioso no ar e caísse directamente no centro da frigideira. Octávia soltou um exclamar de admiração e bateu levemente palmas.
- Oh, deixa-me tentar, deixa-me tentar!
Bunny aparecera por detrás das duas raparigas, com os olhos a brilhar de entusiasmo. Tinha vestido um avental demasiado cor-de-rosa e parecia mesmo decidida a tentar. Maria hesitou.
- Tens a certeza? – perguntou.
- Eu consigo, melhorei muito! – retorquiu Bunny, fingindo-se ofendida. - Empresta aí isso. – disse, enquanto lhe arrancava literalmente a frigideira das mãos.
- Octávia, é melhor afastares-te. – avisou Haruka que, sentada no sofá do apartamento da Maria, olhava a televisão inexpressivamente. Parecia estar constantemente à espera de alguma coisa, tamborilando os dedos na mesa, com uma respiração ansiosa e nervosa. Maria nunca a tinha visto assim, mas não se atrevia a perguntar-lhe o que quer que fosse. Tinha ido levar a Octávia ao apartamento, mas no momento em que atravessara a entrada sentiu-se mal e ela e Bunny obrigaram-na a permanecer mais um pouco, suspeitando que se tratava de uma quebra de tensão.
Quando Bunny se preparava para replicar, um batimento seco e fraco cruzou a divisão e Haruka levantou-se imediatamente.
- Eu vou lá. – disse Maria, retirando o avental e pousando-o na mesa. Bunny, contente por já não estar a ser supervisionada pela amiga, preparava-se para virar a panqueca com Octávia a observá-la com prudência, mantendo uma distância de segurança.
- Bunny, tem lá cuidado com isso, não me sujes a cozinha… - disse Maria enquanto rodava o puxador da porta. No momento em que a abriu, Bunny ergueu a frigideira com demasiada força e a panqueca rodou no ar, acabando por se colar no tecto. Octávia riu-se instantaneamente e, depois dos insultos de Bunny à frigideira incompetente de Maria, o disco ainda pastoso acabou por se descolar, caindo-lhe directamente na cara. Foi neste clima de risos e de indignação de Bunny que Maria viu Mercúrio, transformada e ferida, apoiada por um braço à parede, a cair no soalho, diante de si.
- Mercúrio! – exclamou Maria com um grito. Haruka reagiu num ápice, apressando-se a pegar na rapariga e a levá-la para o sofá, onde a deitou com cuidado. Depois de o ter feito, voltou-se para ver se Neptuno a seguia, e quando reparou que tal não iria acontecer, um terrível pressentimento toldou-lhe momentaneamente a visão.
Bunny, apressando-se a limpar-se com um pano de cozinha, juntou-se a elas, assim como Octávia. As quatro raparigas rodearam Ami que, com o perder dos sentidos, acabara por perder também a sua transformação. Estava muito pálida e ofegante, o corpo a ser perturbado por tremuras inconstantes. Bunny reparou ainda numa bonita e reluzente pulseira que a amiga exibia no pulso. Uma estranha e calorosa energia emanava dela.
- Temos de a levar ao hospital! – disse Bunny.
- Espera, ela já está a recuperar.
Ami entreabriu os olhos para ver, diante de si, quatro caras preocupadas. Tentou visualizá-las melhor e quando reparou na rapariga de cabelos curtos loiros, não conseguiu evitar e desviou o olhar. Haruka colocou-lhe as mãos nos ombros.
- Ami, olha para mim. O que é que se passou? Onde é que está a Mariana?
- Calma, Haruka, ela ainda está a acordar… - começou Maria, compreendendo o crescente desespero que se lhe ia formando na voz.
Ami permaneceu de olhos baixos, tentando encontrar as palavras certas, se é que as havia, para contar a Haruka o que se tinha passado. Correra até ao apartamento da Maria, esgotando todas as suas forças para se manter afastada dos possíveis olhares das pessoas, conseguindo passar desapercebida, e não houve um momento em que não se perguntara como haveria de contar a Haruka. Era uma tarefa tão difícil que não sabia como começar.
- Ami, conta-me! – insistiu Haruka, exercendo um pouco mais de pressão nos ombros desta.
- Nós… Nós conseguimos encontrar a Anfitrite... Conseguimos obter o Fragmento, mas… - a muito custo, Ami fitou os olhos profundos de Haruka. – Alguém tinha de se sacrificar… A Mariana… Ela…
Não foi necessária nem mais uma palavra de Ami para que todas compreendessem que aquele sacrifício tinha sido realizado pela navegante de Neptuno. Uma onda de diferentes reacções atravessou o compartimento; Octávia gritou e ficou praticamente em choque, Bunny abraçou-a e começou a chorar compulsivamente, Maria abriu a boca e não conseguiu dizer mais nada. Haruka, por seu turno, manteve-se apática e impassível quando largou Ami e se levantou, com a franja a ocultar-lhe o olhar. Por entre o seu choque, pequenas lágrimas corriam pelo rosto de Maria e conseguiu, ao fim de alguns minutos, perguntar:
- Mas… Como é que…
- Anfitrite disse-nos que só poderíamos obter o Fragmento se uma de nós se sacrificasse. Para ela sobreviver, necessitaria de uma semente de estrela suficientemente poderosa. A Mariana sacrificou-se e ela apoderou-se da sua semente… - Ami interrompeu-se e começou a chorar quando as imagens daquele momento voltaram a aparecer vívidas diante dos seus olhos. Bunny não conseguia acreditar que aquilo tinha acontecido e, ao abraçar Octávia, sentiu-a mais gelada do que alguma vez acontecera. Sofriam em conjunto, tentando apoiar-se. Fazendo um esforço enorme, Ami relatou-lhes tudo o que aconteceu na gruta, desde a onda gigante que tiveram de ultrapassar até ao momento em que Anfitrite lhe entregara a pulseira com o Fragmento. Optou por não se alongar muito nos pormenores do sacrifício de Mariana, pois nem ela própria se sentia em condições de tal. Ao terminar, a sala ficou novamente em silêncio.
- Vamos embora. – disse Haruka normalmente, olhando para Maria. – Vamos atrás da Protectora dos Ventos. Temos uma missão a cumprir.
Aquelas palavras chocaram as restantes raparigas que esperaram, no mínimo, num ataque de fúria ou de choro de Haruka, algo que demonstrasse o desespero que devia sentir. E, no entanto, ali estava ela, completamente indiferente. Maria, apanhada de surpresa, vacilou na sua resposta.
- Se estás com medo do tal sacrifício, não te preocupes. – disse Haruka secamente. – Havemos de arranjar uma maneira qualquer. Além disso, a Rita já partiu e não sabe de nada. Quanto mais depressa cumprirmos esta missão, melhor. – virou-se para Octávia que conservava a face escondida no peito de Bunny. – Quando te sentires melhor, Octávia, parte com a Joana para o lugar onde a Protectora das Montanhas está. Já todas conseguimos decifrá-los, por isso, é urgente agora agir.
Ninguém disse uma palavra. Perante aquela falta de respostas, Haruka fechou o punho e bateu com força na mesa de jantar.
- Vens ou não?! Não me importo nada de ir sozinha. Se preferes ficar aqui a lamuriar-te com as outras, por mim, tudo bem. Eu sei o que tenho de fazer!
Foi com aquelas palavras rudes que Maria compreendeu a tristeza e dor profundas que Haruka devia estar a sentir naquele momento. O facto de tentar manter uma posição fria, capaz de tomar decisões, era prova da força que tinha. Durante um momento fugaz, apeteceu-lhe abraçá-la, dizer-lhe que podia chorar, mas os seus membros estavam rígidos e sabia que, se o fizesse, seria imediatamente rejeitada. Aquela era a sua forma de demonstrar o desespero interior que se instalara em si.
- Adeus a todas. - Haruka pegou nas chaves do carro e fez um aceno com a cabeça a Maria, que se apressou a segui-la.
- Verifiquem se a porta fica bem fechada quando saírem, por favor. – pediu Maria. – Encontramo-nos mais tarde! – disse, despedindo-se com um tímido sorriso.
- Não, Maria, Haruka! Não vão! – gritou Bunny mas, quando o fez, já estas tinham abandonado o apartamento. Bunny fechou os olhos, deixou que as lágrimas lhe manchassem a camisola e, no seu interior, pediu por tudo para que as suas amigas voltassem a salvo.
Ao longo de toda a viagem, Maria e Haruka não trocaram uma palavra. A estrada alcatroada e recta começara a transformar-se, adquirindo uma textura mais íngreme e curvilínea, mas nem por isso a velocidade do carro diminuíra. A cidade era agora uma miragem e as montanhas aproximavam-se cada vez mais, a sua enormidade e sumptuosidade realçada pelos extensos raios de sol que conseguiam escapar-se por entre as nuvens e que, ao trespassarem as gotas da chuva, se alongavam no horizonte. A tarde ia no seu auge, pois a viagem de Ami e Mariana até à Gruta das Mil Flores ocupara somente a manhã e parte da tarde. Finalmente, minutos mais tarde, a estrada passara a ser apenas um caminho de terra demasiado estreito para o carro prosseguir; tinham chegado à raiz de uma das extensas montanhas que as cercavam, há uma hora atrás, ao longe, no horizonte. Uma viagem que demoraria com certeza uma manhã e tarde inteiras ocupara apenas uma hora. Ao pensar nisso, Maria arrepiou-se.
- Temos de prosseguir a pé, a partir daqui. – disse Haruka, quebrando o silêncio enquanto desligava o motor.
Maria assentiu e abriu a porta. O ar estava fresco e húmido, tal como esperava. A encosta da montanha encontrava-se rodeada por uma extensa floresta, como acontecia na maior parte dos casos naquela região, mas existia um caminho tosco que era usado pelos antigos guerreiros. Haruka apontou para ele e, antes de começarem a subir, retirou do bolso do casaco vermelho a sua caneta de transformação.
- É melhor transformarmo-nos já. Não deve haver ninguém aqui por perto, e sempre é mais aconselhável.
- Sim, está bem. – retorquiu Maria ao empunhar a sua caneta. Num ápice, as duas guerreiras transformadas iniciaram a dura subida que as levaria ao encontro da Protectora dos Ventos.
A paisagem envolvente era linda. Os bosques verdes formavam agora uma mancha indistinta, cada copa de árvore visível por baixo dos seus olhares. Júpiter nunca tinha visto nada assim tão belo e em estado puro. O ar era límpido e bravio, as flores silvestres floresciam timidamente na berma daquele caminho sinuoso, tomando tonalidades azuis e amarelas. Por várias vezes viu ervas difíceis de encontrar nas prateleiras dos supermercados e que funcionavam como condimentos fabulosos. Havia também várias pedras que tinham de cruzar e contornar para poderem seguir em frente, blocos angulosos que se dispunham preguiçosamente, por vezes, no meio do caminho.
A subida demorou cerca de uma hora e meia e nem por uma vez Úrano e Júpiter falaram. Júpiter respeitava o espaço da companheira, sabendo que o seu sofrimento era maior do que aquele que se podia nomear ou expressar por palavras. Também ela, no entanto, sofria pela perda de Mariana. Enquanto pensava em todas estas coisas, sentiu Úrano a parar abruptamente e olhou para o local onde haviam chegado.
O topo da montanha, achatado, era pequeno, mas parecia imponente devido à paisagem envolvente. Dali de cima podia ver-se uma extensão enorme de montanhas, umas à frente das outras, de diferentes tonalidades. Do outro lado, era possível distinguir-se a linha do mar, os edifícios da cidade agora tão minúsculos quanto insignificantes. Júpiter nunca tinha visto nada assim e observava com deleite a disposição tão perfeita das montanhas recobertas por árvores cujas copas se assemelhavam a pontos verdes e amarelos. O ar era mais límpido do que alguma vez sentira, mas talvez por isso se tornasse tão difícil de respirar.
- É por causa da altitude. – disse Úrano, como que lhe lendo os pensamentos. – O ar aqui é mais irrespirável, inspira com cuidado e calmamente.
Júpiter assim fez e constatou que, de facto, era verdade. Úrano, por seu turno, caminhou um pouco, as botas a arrastarem pela vegetação rasteira. Quando se aproximou da berma, olhou para baixo e viu nuvens a formarem-se, demonstrando a elevada altitude a que se encontravam. No entanto, não havia sinais alguns da chamada Protectora dos Ventos, cujo verdadeiro nome ainda desconheciam por não ter sido referido no livro, ao invés do que acontecera com Anfitrite.
- Úrano. – disse Júpiter atrás de si. – Há qualquer coisa aqui.
A navegante de Júpiter apontava para o chão e Úrano reparou numa espécie de símbolo circular rústico, provavelmente muito antigo. Ajoelhou-se e, com a ponta dos dedos, acariciou-lhe os contornos seculares, notando que tinha sido feito com bronze fundido. No centro desse círculo, uma marca dourada, feita de ouro, adquiria a forma de uma pétala, pelo que o coração de ambas as raparigas deu um salto ao perceber que estavam muito perto do que procuravam.
Úrano, sentindo algo forte dentro de si a contorcer-se para ser libertado, notou que um leve formigueiro se formava a partir do antebraço e deslizava em direcção ao pulso. Quase que podia jurar ter visto aquele símbolo a reluzir, reclamando por algo… E, como se seguisse o seu instinto, levantou o braço. Júpiter observou-a, surpreendida, a pronunciar:
- WORLD SHAKING!
O ataque brilhou no cimo da montanha e aquele selo desfez-se completamente, emitindo uma luz intensamente dourada antes de se reduzir em pó. Júpiter tossia e, com os olhos fechados, tacteou o ar à procura de Úrano. Quando a poeira assentou, conseguiu ver, para seu espanto, uma flor a desabrochar no lugar onde anteriormente tinha estado aquele selo que Úrano acabara de destruir. E, como que guiada por uma força superior, também ela sentiu que havia algo esperado de si, algo que era impossível de explicar. Aquela flor da cor do ouro, uma rosa divina, era absolutamente encantadora e perfeita, com uma delicadeza que nunca antes tinha visto em nenhuma outra flor. Ao aproximar-se, inclinou-se e notou, para seu espanto, que não se tratava, na verdade, de uma planta, mas sim de um cálice ricamente adornado e em tudo muito semelhante a uma flor verdadeira. Um líquido rosa flutuava no seu interior e, mesmo antes de Úrano a poder ter impedido, atrás de si, quando a poeira assentou definitivamente e lhe possibilitou a visão, Júpiter sorveu o líquido da taça, como se fosse esperado dela que assim o fizesse.
Um vento muito forte, vindo de Sul, refrescou a face de Júpiter que sentiu as pálpebras a ficarem extremamente pesadas. O cálice escorregou-lhe das mãos e Úrano só teve tempo de a apanhar nos braços, impedindo-a que caísse ao chão. Um sono muito profundo apoderou-se da navegante de Júpiter que cerrou os olhos e adormeceu instantaneamente nos braços da companheira, indiferente aos seus gritos.
Úrano empalideceu, pensando que Júpiter acabara de ser envenenada. Com alívio, constatou que era capaz de sentir-lhe a pulsação, acabando por concluir que estava, de facto, adormecida. Tentou acordá-la, batendo-lhe ao de leve na face, mas foi impossível. E, de repente, o som de passos fê-la voltar-se, pousando com cuidado a companheira no solo e colocando-se à frente dela.
- Quem está aí?
O som de uma flauta encheu-lhe os ouvidos, ecoando uma canção triste e bela por todo aquele lugar. De uma forma perspicaz, Úrano presumiu tratar-se daquela melodia que Ami lhes tinha falado e deu por si, inconscientemente, a imaginar Mariana a tocá-la, com o violino apoiado junto ao pescoço, cada nota a nascer das suas mãos delicadas. Uma impressão ardente instalou-se-lhe nos olhos e abanou a cabeça. Não, aquela não era a altura. Não podia pensar agora em Mariana, no facto de ela já não estar lá, de lhe ter sido roubada por aquelas Irmãs…
Subitamente, uma forma alta e esbelta formou-se diante de si, a escassos metros de distância. Flutuava no ar, uma sombra indefinida de contornos femininos que se materializou numa mulher de longos cabelos, os quais estavam apanhados e formavam quatro madeixas da cor do luar. O vestido, semelhante ao deu uma guerreira, adquiria tonalidades douradas e também algo transparentes, como o de Anfitrite. No braço direito, uma marca em forma de pétala, igual à daquele selo, brilhava, e uma flauta repousava nos seus dedos que, por seu turno, se moviam graciosamente para tocar aquela bela canção. Úrano, ainda em posição de defesa, tentou não demonstrar a surpresa que sentia. Os olhos daquela mulher abriram-se calmamente e fitaram-na, exibindo uma cor verde extremamente pálida e clara, uma tonalidade não humana. Devagar, retirou os lábios da flauta e a sua voz grave mas melodiosa fez-se sentir pela primeira vez.
- Eu, Protectora dos Ventos, segunda Lágrima a ser derramada, tenho estado à vossa espera, guerreiras. A manhã que me guia, que cruza os ventos da minha existência, mostrou-me a desgraça que este mundo vai sentir.
A sua voz profética fez com que pequenos arrepios se instalassem na nuca de Úrano. Os escassos raios de sol que, timidamente, deixavam que o final de tarde se prolongasse no horizonte, acentuavam a cor prateada do cabelo daquela mulher, que brilhava como as estrelas.
- Navegante de Úrano e Júpiter. – chamou a mulher, erguendo a flauta em direcção ao céu. – Eu, Hemera, desejo contar-vos uma história.
E, sem poder sequer se ter desviado, Úrano viu um raio pálido a romper as nuvens e a abater-se ferozmente sobre si. O seu último pensamento foi para Mariana e a revolta interna dissolveu-se, deixando que um suspiro doloroso ecoasse no ar antes de ser abafado pelo ribombar do trovão.
--
Queria só agradecer à Xana e à neptune por me subornarem! Vocês andam cada vez a oferecer coisas melhores, assim vou ficar mal habituada
São umas queridas...! Muito obrigada! 
- Temos de prosseguir a pé, a partir daqui. – disse Haruka, quebrando o silêncio enquanto desligava o motor.
Maria assentiu e abriu a porta. O ar estava fresco e húmido, tal como esperava. A encosta da montanha encontrava-se rodeada por uma extensa floresta, como acontecia na maior parte dos casos naquela região, mas existia um caminho tosco que era usado pelos antigos guerreiros. Haruka apontou para ele e, antes de começarem a subir, retirou do bolso do casaco vermelho a sua caneta de transformação.
- É melhor transformarmo-nos já. Não deve haver ninguém aqui por perto, e sempre é mais aconselhável.
- Sim, está bem. – retorquiu Maria ao empunhar a sua caneta. Num ápice, as duas guerreiras transformadas iniciaram a dura subida que as levaria ao encontro da Protectora dos Ventos.
***
Maria, embora habituada ao esforço físico, não tinha uma forma tão boa quanto a de Haruka, que seguia na sua frente em posição erecta, aparentemente sem qualquer ponta de cansaço a percorrer-lhe o corpo. Ao fim de meia hora, a navegante de Júpiter começava já a sentir as pernas a tremer e a reclamar por descanso, mas Úrano não dava mostras de querer parar, pelo que a seguiu sem nada dizer. A chuva, para grande agrado de Júpiter, cessara, mas o solo, enlameado, era incomodativo e contribuía para a atrasar ainda mais. Além disso, a encosta da montanha era extremamente inclinada, o que fazia com que a subida fosse mais difícil.A paisagem envolvente era linda. Os bosques verdes formavam agora uma mancha indistinta, cada copa de árvore visível por baixo dos seus olhares. Júpiter nunca tinha visto nada assim tão belo e em estado puro. O ar era límpido e bravio, as flores silvestres floresciam timidamente na berma daquele caminho sinuoso, tomando tonalidades azuis e amarelas. Por várias vezes viu ervas difíceis de encontrar nas prateleiras dos supermercados e que funcionavam como condimentos fabulosos. Havia também várias pedras que tinham de cruzar e contornar para poderem seguir em frente, blocos angulosos que se dispunham preguiçosamente, por vezes, no meio do caminho.
A subida demorou cerca de uma hora e meia e nem por uma vez Úrano e Júpiter falaram. Júpiter respeitava o espaço da companheira, sabendo que o seu sofrimento era maior do que aquele que se podia nomear ou expressar por palavras. Também ela, no entanto, sofria pela perda de Mariana. Enquanto pensava em todas estas coisas, sentiu Úrano a parar abruptamente e olhou para o local onde haviam chegado.
O topo da montanha, achatado, era pequeno, mas parecia imponente devido à paisagem envolvente. Dali de cima podia ver-se uma extensão enorme de montanhas, umas à frente das outras, de diferentes tonalidades. Do outro lado, era possível distinguir-se a linha do mar, os edifícios da cidade agora tão minúsculos quanto insignificantes. Júpiter nunca tinha visto nada assim e observava com deleite a disposição tão perfeita das montanhas recobertas por árvores cujas copas se assemelhavam a pontos verdes e amarelos. O ar era mais límpido do que alguma vez sentira, mas talvez por isso se tornasse tão difícil de respirar.
- É por causa da altitude. – disse Úrano, como que lhe lendo os pensamentos. – O ar aqui é mais irrespirável, inspira com cuidado e calmamente.
Júpiter assim fez e constatou que, de facto, era verdade. Úrano, por seu turno, caminhou um pouco, as botas a arrastarem pela vegetação rasteira. Quando se aproximou da berma, olhou para baixo e viu nuvens a formarem-se, demonstrando a elevada altitude a que se encontravam. No entanto, não havia sinais alguns da chamada Protectora dos Ventos, cujo verdadeiro nome ainda desconheciam por não ter sido referido no livro, ao invés do que acontecera com Anfitrite.
- Úrano. – disse Júpiter atrás de si. – Há qualquer coisa aqui.
A navegante de Júpiter apontava para o chão e Úrano reparou numa espécie de símbolo circular rústico, provavelmente muito antigo. Ajoelhou-se e, com a ponta dos dedos, acariciou-lhe os contornos seculares, notando que tinha sido feito com bronze fundido. No centro desse círculo, uma marca dourada, feita de ouro, adquiria a forma de uma pétala, pelo que o coração de ambas as raparigas deu um salto ao perceber que estavam muito perto do que procuravam.
Úrano, sentindo algo forte dentro de si a contorcer-se para ser libertado, notou que um leve formigueiro se formava a partir do antebraço e deslizava em direcção ao pulso. Quase que podia jurar ter visto aquele símbolo a reluzir, reclamando por algo… E, como se seguisse o seu instinto, levantou o braço. Júpiter observou-a, surpreendida, a pronunciar:
- WORLD SHAKING!
O ataque brilhou no cimo da montanha e aquele selo desfez-se completamente, emitindo uma luz intensamente dourada antes de se reduzir em pó. Júpiter tossia e, com os olhos fechados, tacteou o ar à procura de Úrano. Quando a poeira assentou, conseguiu ver, para seu espanto, uma flor a desabrochar no lugar onde anteriormente tinha estado aquele selo que Úrano acabara de destruir. E, como que guiada por uma força superior, também ela sentiu que havia algo esperado de si, algo que era impossível de explicar. Aquela flor da cor do ouro, uma rosa divina, era absolutamente encantadora e perfeita, com uma delicadeza que nunca antes tinha visto em nenhuma outra flor. Ao aproximar-se, inclinou-se e notou, para seu espanto, que não se tratava, na verdade, de uma planta, mas sim de um cálice ricamente adornado e em tudo muito semelhante a uma flor verdadeira. Um líquido rosa flutuava no seu interior e, mesmo antes de Úrano a poder ter impedido, atrás de si, quando a poeira assentou definitivamente e lhe possibilitou a visão, Júpiter sorveu o líquido da taça, como se fosse esperado dela que assim o fizesse.
Um vento muito forte, vindo de Sul, refrescou a face de Júpiter que sentiu as pálpebras a ficarem extremamente pesadas. O cálice escorregou-lhe das mãos e Úrano só teve tempo de a apanhar nos braços, impedindo-a que caísse ao chão. Um sono muito profundo apoderou-se da navegante de Júpiter que cerrou os olhos e adormeceu instantaneamente nos braços da companheira, indiferente aos seus gritos.
Úrano empalideceu, pensando que Júpiter acabara de ser envenenada. Com alívio, constatou que era capaz de sentir-lhe a pulsação, acabando por concluir que estava, de facto, adormecida. Tentou acordá-la, batendo-lhe ao de leve na face, mas foi impossível. E, de repente, o som de passos fê-la voltar-se, pousando com cuidado a companheira no solo e colocando-se à frente dela.
- Quem está aí?
O som de uma flauta encheu-lhe os ouvidos, ecoando uma canção triste e bela por todo aquele lugar. De uma forma perspicaz, Úrano presumiu tratar-se daquela melodia que Ami lhes tinha falado e deu por si, inconscientemente, a imaginar Mariana a tocá-la, com o violino apoiado junto ao pescoço, cada nota a nascer das suas mãos delicadas. Uma impressão ardente instalou-se-lhe nos olhos e abanou a cabeça. Não, aquela não era a altura. Não podia pensar agora em Mariana, no facto de ela já não estar lá, de lhe ter sido roubada por aquelas Irmãs…
Subitamente, uma forma alta e esbelta formou-se diante de si, a escassos metros de distância. Flutuava no ar, uma sombra indefinida de contornos femininos que se materializou numa mulher de longos cabelos, os quais estavam apanhados e formavam quatro madeixas da cor do luar. O vestido, semelhante ao deu uma guerreira, adquiria tonalidades douradas e também algo transparentes, como o de Anfitrite. No braço direito, uma marca em forma de pétala, igual à daquele selo, brilhava, e uma flauta repousava nos seus dedos que, por seu turno, se moviam graciosamente para tocar aquela bela canção. Úrano, ainda em posição de defesa, tentou não demonstrar a surpresa que sentia. Os olhos daquela mulher abriram-se calmamente e fitaram-na, exibindo uma cor verde extremamente pálida e clara, uma tonalidade não humana. Devagar, retirou os lábios da flauta e a sua voz grave mas melodiosa fez-se sentir pela primeira vez.
- Eu, Protectora dos Ventos, segunda Lágrima a ser derramada, tenho estado à vossa espera, guerreiras. A manhã que me guia, que cruza os ventos da minha existência, mostrou-me a desgraça que este mundo vai sentir.
A sua voz profética fez com que pequenos arrepios se instalassem na nuca de Úrano. Os escassos raios de sol que, timidamente, deixavam que o final de tarde se prolongasse no horizonte, acentuavam a cor prateada do cabelo daquela mulher, que brilhava como as estrelas.
- Navegante de Úrano e Júpiter. – chamou a mulher, erguendo a flauta em direcção ao céu. – Eu, Hemera, desejo contar-vos uma história.
E, sem poder sequer se ter desviado, Úrano viu um raio pálido a romper as nuvens e a abater-se ferozmente sobre si. O seu último pensamento foi para Mariana e a revolta interna dissolveu-se, deixando que um suspiro doloroso ecoasse no ar antes de ser abafado pelo ribombar do trovão.
--
Queria só agradecer à Xana e à neptune por me subornarem! Vocês andam cada vez a oferecer coisas melhores, assim vou ficar mal habituada
São umas queridas...! Muito obrigada! 
*Kaoru escreveu:
Queria só agradecer à Xana e à neptune por me subornarem! Vocês andam cada vez a oferecer coisas melhores, assim vou ficar mal habituadaSão umas queridas...! Muito obrigada!
E eu?? Até parece... só por essa n te dou mais chocolates nem bolos!
Ando praki a gastar o meu stoque de reserva... :zangado: (XD)Bem... Eu fikei sem fôlego, o principio... Fikei cheia de vontade de chorar kom a reacção da Harukal, o desespero k ela sentia, conseguiste fazer-me sentir tão bem isso!!
:g11: Tipo, eu fico assim kd as minhas personagens preferidas morrem (mt lamechas, sim eu sei... se tu visses o k eu chorei no Harry Potter 7)E a seguir, tipo, k máximo, os pensamentos da Makoto... As descrições... Tudo tão lindo! Só não gostei de uma coisa: teres acabado naquele momento, kd eu já tava tão envolvida na história. Fikei ali... então, n há mais? XD E akela parte da Hotaru a aprender a fazer panquecas. K cómico!! Gosto tanto destas partes...
Bem, adorei!! Kd é k pões mais???
*mim dá um gande saco de ovos de chocolate* Humpf... n devia, mas pronto!

Um grande, grande obrigada pela sign e pelo avie Xaninha kida! ^^

Jovens escritores, nao resistem a chocolate? Especialmente Kinder? Então cuidado, o gang anda rondando
_S.E.A_ escreveu:*Kaoru escreveu:
Queria só agradecer à Xana e à neptune por me subornarem! Vocês andam cada vez a oferecer coisas melhores, assim vou ficar mal habituadaSão umas queridas...! Muito obrigada!
E eu?? Até parece... só por essa n te dou mais chocolates nem bolos!Ando praki a gastar o meu stoque de reserva... :zangado: (XD)
Bem... Eu fikei sem fôlego, o principio... Fikei cheia de vontade de chorar kom a reacção da Harukal, o desespero k ela sentia, conseguiste fazer-me sentir tão bem isso!!:g11: Tipo, eu fico assim kd as minhas personagens preferidas morrem (mt lamechas, sim eu sei... se tu visses o k eu chorei no Harry Potter 7)
E a seguir, tipo, k máximo, os pensamentos da Makoto... As descrições... Tudo tão lindo! Só não gostei de uma coisa: teres acabado naquele momento, kd eu já tava tão envolvida na história. Fikei ali... então, n há mais? XD E akela parte da Hotaru a aprender a fazer panquecas. K cómico!! Gosto tanto destas partes...
Bem, adorei!! Kd é k pões mais???
*mim dá um gande saco de ovos de chocolate* Humpf... n devia, mas pronto!
Oh, _S.E.A_... *Kaoru corre na sua direcção* Eu referi-me à Xana e à neptune porque elas colocaram dois comentários antes de eu postar o novo capítulo e foi para lhes agradecer e evitar fazer double post! É claro que tu também és uma querida por me subornares e acompanhares sempre com muita atenção a minha história! Não fiques chateada... ;__;
(E, já agora, agradeço a todas as outras pessoas que já passaram/passam por aqui, principalmente à Chou e à Likinhas que vêm aqui regularmente!
)Passando ao teu comentário, gostei imenso dele!
.o: Ainda bem que gostaste, fico mesmo muito contente! Tentei conjugar partes mais "leves" com as mais "pesadas" porque isso também faz parte da história, apesar destes momentos! Ainda bem que gostaste disso
Os pensamentos da Makoto foram uma parte que gostei bastante de escrever, fico feliz por ter conseguido passar essa sensação 
Quanto ao próximo, espero que não demore muito, até porque tive ontem um "turbilhão" de ideias

Obrigada pelos chocolates! E mais uma vez não fiques ofendida comigo... ;_;
Em primeiro lugar:
Nao precisas agradecer, pois eu vou continuando a subornar sempre e se ficas mal habituada, nao faz mal, assim sempre postas capitulos mais depressa! XD
Em relaçao ao capitulo:
Nem sei por onde começar. Está tao lindo e tao magnifico...é um capitulo tao triste mais uma vez. já li e reli umas quantas vezes e fico sempre triste ao ler :g11:. Estou mesmo emocionada que as palavras custam a sair dos meus dedos, mas vou tentar e dar o meu melhor!
Bem a primeira parte tao bem descrita, tu descreves tao bem que tudo se torna realidade na minha mente, parece que estou mesmo lá naquele cenario. Parabens.
A rimeira descriçao do ambiente e do seu envolvente é mesmo propricio para o momento triste que está acontecendo, ou seja o sacrifico da Mariana e a chegada da Amy para dar esta triste noticia à Haruka, nem sei o que dizer, está mesmo otimo este capitulo.
Quando a Amy chega bastante ferida e conta o que se passou às meninas, mas principalmente à Haruka, foi magico e bastante deprimente (no bom sentido claro), pois tu transmitiste os sentimentos tao bem que me parceram tao reais e que mais uma vez nao me aguentei e as lagrimas escorreram-me pelo rosto. A tristeza das meninas, o pior foi a tristeza da Haruka por ter perdido a pessoa que mais ama no mundo, mas nao o demonstrado, isso deixou-me com o coraçao nas maos, pois ela nao demonstrou esse sentimento, mas eu parece que sentia o sofrimento que ela sentia por dentro e depois a preocupaçao da Maria quando esta, a Haruka quis vir embora à procura da protectora dos ventos, foi tao real, que assim como ela eu tambem gostaria de abraçar a Haruka e reconfortá-la.
Depois a partida e a tristeza das outras meninas, principalmente da Bunny, mais uma vez tao real que uma vez mais me emocionei. Mas tambem gostei que metesses um pouco de "comedia" neste capitulo para nos relaxar um pouco antes dos acontecimentos mais sérios,e o conseguiste por um pouco, pois este capitulo é completamente triste, como tem acontecido ultimamente com esta fic. Parabens, novamente!!
Mais uma vez a descriçao dos cenarios exteriores foi fantatisca, aquelas montanhas maravilhosas e de inigualavel beleza, deu-me vontade de tambem ir para lá, pois na minha cabeça imaginava como era esse local, pela tua maravilhosa descriçao. Serio, nao estou brincando, gostava mesmo de ir para um lugar assim, de incrivel beleza, descansar. Mais uma vez parabens!!!
O sentimento de tristeza da Haruka ocultado pela sua rapidez para chegar ao local e a admiraçao da Maria para com ela, por nao ser tao forte como a Haruka, por continuar apesar do acontecido. Fantastico mesmo.
Depois a musica da flauta com um som mais uma vez belo, harmonioso e melancolico, para nao falar de triste, parece que a ouvia na minha cabeça e a sentia no meu coraçao deixando uma certa angustia e tristeza nele, levando a que me emocinasse mais uma vez (nao estou brincando nem inventando, pode parecer mas nao é. é o que eu sinto mesmo).
Para finalizar, pois nao sei o que mais dizer deste maravilhoso capitulo, as palavras já me faltam, só tenho que dizer que desta vez acabaste bem sem deixar ninguem em choque. Acabaste em beleza, mesmo, sem nenhuma afirmaçao que nos deixasse sem respiraçao. XD
*mim estende o ovo kinder gigante com um bilhete para uma viagem à Irlanda(gostaria mesmo que fosse verdade)*, pois é mais que merecido
*Kaoru escreveu:
Queria
só agradecer à Xana e à neptune por me subornarem! Vocês andam cada vez
a oferecer coisas melhores, assim vou ficar mal habituadaSão umas queridas...! Muito obrigada!
Nao precisas agradecer, pois eu vou continuando a subornar sempre e se ficas mal habituada, nao faz mal, assim sempre postas capitulos mais depressa! XD
Em relaçao ao capitulo:
Nem sei por onde começar. Está tao lindo e tao magnifico...é um capitulo tao triste mais uma vez. já li e reli umas quantas vezes e fico sempre triste ao ler :g11:. Estou mesmo emocionada que as palavras custam a sair dos meus dedos, mas vou tentar e dar o meu melhor!
Bem a primeira parte tao bem descrita, tu descreves tao bem que tudo se torna realidade na minha mente, parece que estou mesmo lá naquele cenario. Parabens.
A rimeira descriçao do ambiente e do seu envolvente é mesmo propricio para o momento triste que está acontecendo, ou seja o sacrifico da Mariana e a chegada da Amy para dar esta triste noticia à Haruka, nem sei o que dizer, está mesmo otimo este capitulo.
Quando a Amy chega bastante ferida e conta o que se passou às meninas, mas principalmente à Haruka, foi magico e bastante deprimente (no bom sentido claro), pois tu transmitiste os sentimentos tao bem que me parceram tao reais e que mais uma vez nao me aguentei e as lagrimas escorreram-me pelo rosto. A tristeza das meninas, o pior foi a tristeza da Haruka por ter perdido a pessoa que mais ama no mundo, mas nao o demonstrado, isso deixou-me com o coraçao nas maos, pois ela nao demonstrou esse sentimento, mas eu parece que sentia o sofrimento que ela sentia por dentro e depois a preocupaçao da Maria quando esta, a Haruka quis vir embora à procura da protectora dos ventos, foi tao real, que assim como ela eu tambem gostaria de abraçar a Haruka e reconfortá-la.
Depois a partida e a tristeza das outras meninas, principalmente da Bunny, mais uma vez tao real que uma vez mais me emocionei. Mas tambem gostei que metesses um pouco de "comedia" neste capitulo para nos relaxar um pouco antes dos acontecimentos mais sérios,e o conseguiste por um pouco, pois este capitulo é completamente triste, como tem acontecido ultimamente com esta fic. Parabens, novamente!!
Mais uma vez a descriçao dos cenarios exteriores foi fantatisca, aquelas montanhas maravilhosas e de inigualavel beleza, deu-me vontade de tambem ir para lá, pois na minha cabeça imaginava como era esse local, pela tua maravilhosa descriçao. Serio, nao estou brincando, gostava mesmo de ir para um lugar assim, de incrivel beleza, descansar. Mais uma vez parabens!!!
O sentimento de tristeza da Haruka ocultado pela sua rapidez para chegar ao local e a admiraçao da Maria para com ela, por nao ser tao forte como a Haruka, por continuar apesar do acontecido. Fantastico mesmo.
Depois a musica da flauta com um som mais uma vez belo, harmonioso e melancolico, para nao falar de triste, parece que a ouvia na minha cabeça e a sentia no meu coraçao deixando uma certa angustia e tristeza nele, levando a que me emocinasse mais uma vez (nao estou brincando nem inventando, pode parecer mas nao é. é o que eu sinto mesmo).
Para finalizar, pois nao sei o que mais dizer deste maravilhoso capitulo, as palavras já me faltam, só tenho que dizer que desta vez acabaste bem sem deixar ninguem em choque. Acabaste em beleza, mesmo, sem nenhuma afirmaçao que nos deixasse sem respiraçao. XD
*mim estende o ovo kinder gigante com um bilhete para uma viagem à Irlanda(gostaria mesmo que fosse verdade)*, pois é mais que merecido



OMG
Nem tenho palavras para descrever este capitulo!
Quando penso que é impossível tu escreveres melhor do que já escreves, aparece este capitulo que me deixou estupefacta!
Acho que já dei para perceber que adorei!

Está lindo!
Desculpa não comentar mais mas é que não tenho palavras para descrever este capitulo!!


Tina_Xana escreveu:Em primeiro lugar:*Kaoru escreveu:
Queria
só agradecer à Xana e à neptune por me subornarem! Vocês andam cada vez
a oferecer coisas melhores, assim vou ficar mal habituadaSão umas queridas...! Muito obrigada!
Nao precisas agradecer, pois eu vou continuando a subornar sempre e se ficas mal habituada, nao faz mal, assim sempre postas capitulos mais depressa! XD
Em relaçao ao capitulo:
Nem sei por onde começar. Está tao lindo e tao magnifico...é um capitulo tao triste mais uma vez. já li e reli umas quantas vezes e fico sempre triste ao ler :g11:. Estou mesmo emocionada que as palavras custam a sair dos meus dedos, mas vou tentar e dar o meu melhor!
Bem a primeira parte tao bem descrita, tu descreves tao bem que tudo se torna realidade na minha mente, parece que estou mesmo lá naquele cenario. Parabens.
A rimeira descriçao do ambiente e do seu envolvente é mesmo propricio para o momento triste que está acontecendo, ou seja o sacrifico da Mariana e a chegada da Amy para dar esta triste noticia à Haruka, nem sei o que dizer, está mesmo otimo este capitulo.
Quando a Amy chega bastante ferida e conta o que se passou às meninas, mas principalmente à Haruka, foi magico e bastante deprimente (no bom sentido claro), pois tu transmitiste os sentimentos tao bem que me parceram tao reais e que mais uma vez nao me aguentei e as lagrimas escorreram-me pelo rosto. A tristeza das meninas, o pior foi a tristeza da Haruka por ter perdido a pessoa que mais ama no mundo, mas nao o demonstrado, isso deixou-me com o coraçao nas maos, pois ela nao demonstrou esse sentimento, mas eu parece que sentia o sofrimento que ela sentia por dentro e depois a preocupaçao da Maria quando esta, a Haruka quis vir embora à procura da protectora dos ventos, foi tao real, que assim como ela eu tambem gostaria de abraçar a Haruka e reconfortá-la.
Depois a partida e a tristeza das outras meninas, principalmente da Bunny, mais uma vez tao real que uma vez mais me emocionei. Mas tambem gostei que metesses um pouco de "comedia" neste capitulo para nos relaxar um pouco antes dos acontecimentos mais sérios,e o conseguiste por um pouco, pois este capitulo é completamente triste, como tem acontecido ultimamente com esta fic. Parabens, novamente!!
Mais uma vez a descriçao dos cenarios exteriores foi fantatisca, aquelas montanhas maravilhosas e de inigualavel beleza, deu-me vontade de tambem ir para lá, pois na minha cabeça imaginava como era esse local, pela tua maravilhosa descriçao. Serio, nao estou brincando, gostava mesmo de ir para um lugar assim, de incrivel beleza, descansar. Mais uma vez parabens!!!
O sentimento de tristeza da Haruka ocultado pela sua rapidez para chegar ao local e a admiraçao da Maria para com ela, por nao ser tao forte como a Haruka, por continuar apesar do acontecido. Fantastico mesmo.
Depois a musica da flauta com um som mais uma vez belo, harmonioso e melancolico, para nao falar de triste, parece que a ouvia na minha cabeça e a sentia no meu coraçao deixando uma certa angustia e tristeza nele, levando a que me emocinasse mais uma vez (nao estou brincando nem inventando, pode parecer mas nao é. é o que eu sinto mesmo).
Para finalizar, pois nao sei o que mais dizer deste maravilhoso capitulo, as palavras já me faltam, só tenho que dizer que desta vez acabaste bem sem deixar ninguem em choque. Acabaste em beleza, mesmo, sem nenhuma afirmaçao que nos deixasse sem respiraçao. XD
*mim estende o ovo kinder gigante com um bilhete para uma viagem à Irlanda(gostaria mesmo que fosse verdade)*, pois é mais que merecido
*Kaoru arregala os olhos com o enorme comentário que a Xana fez* Xana! Muito obrigada por todas as palavras que figuram aí, todas, mesmo!

Se soubesses o quão contente fico por saber que gostaste e que sentiste tudo aquilo que realmente quis transmitir... Nunca pensei que te envolvesses tanto com a história ao ponto de imaginares tudo com tanto detalhe e de sentires vontade de visitares esses locais! A sério, isso deixa-me mesmo muito satisfeita e feliz, nunca cheguei a imaginar que te integrasses tanto no enredo e descrições... :]
Oh, emocionaste-te...! Eu sei que isto anda um pouco triste, mas os acontecimentos que se têm passado levam a isso... Mas eu não me esqueci que há humor e que vai ainda haver! Por isso, quero muitos sorrisos quando assim for!

Analisaste tudo com tanto precisão e fiquei tão feliz por isso...! Eu não mereço..! Muito obrigada!

*recebe o ovo e o bilhete* Pode ser que este bilhete um dia se torne mesmo em realidade e aí vou lembrar-me muito bem deste momento! Obrigada!! ^__^
Likinhas escreveu:
OMG
Nem tenho palavras para descrever este capitulo!
Quando penso que é impossível tu escreveres melhor do que já escreves, aparece este capitulo que me deixou estupefacta!
Acho que já dei para perceber que adorei!
Está lindo!
Desculpa não comentar mais mas é que não tenho palavras para descrever este capitulo!!
Muito obrigada pelo comentário, Likinhas!
Não precisas de pedir desculpa, porque se consegui deixar-te com uma ausência de palavras por teres gostado do capítulo, então isso deixa-me também muito feliz e satisfeita por teres gostado! Obrigada, a sério!
Quanto ao escrever melhor do que já escrevo, quem me dera, pois eu não escrevo mesmo nada de especial... Mas obrigada por tudo, pelos elogios, por gostares desta nova parte... Por tudo!

moonshine escreveu:meu deus
na tenho palavrx pra cmentr
:g1: a maneira km xcrevx e tao especial :='(:
tadinha d Haruka :g11:
adr
fantastico mxm
keep going
Muito obrigada, moonshine, pelos elogios e por teres gostado! Obrigada pela força também e por teres passado por este cantinho! ^__^
*Kaoru escreveu:
*Kaoru arregala os olhos com o enorme comentário que a Xana fez* Xana! Muito obrigada por todas as palavras que figuram aí, todas, mesmo!
Se soubesses o quão contente fico por saber que gostaste e que sentiste tudo aquilo que realmente quis transmitir... Nunca pensei que te envolvesses tanto com a história ao ponto de imaginares tudo com tanto detalhe e de sentires vontade de visitares esses locais! A sério, isso deixa-me mesmo muito satisfeita e feliz, nunca cheguei a imaginar que te integrasses tanto no enredo e descrições... :]
Oh, emocionaste-te...! Eu sei que isto anda um pouco triste, mas os acontecimentos que se têm passado levam a isso... Mas eu não me esqueci que há humor e que vai ainda haver! Por isso, quero muitos sorrisos quando assim for!
Analisaste tudo com tanto precisão e fiquei tão feliz por isso...! Eu não mereço..! Muito obrigada!
*recebe o ovo e o bilhete* Pode ser que este bilhete um dia se torne mesmo em realidade e aí vou lembrar-me muito bem deste momento! Obrigada!! ^__^
Entao fico à espera desses momentos para sorrir.

Ando mesmo muito emotiva e depois os capitulos sao emotivos ainda ajuda mais!!
é realmente estou-me a esmerar nos comentarios e a anaisá-los com toda a precisao, mas isso só acontece com as fics que eu adoro e amo de coraçao, melhor dizendo, as minhas preferidas, por isso é que os comentarios saem grandes, por isso mesmo nao precisas agradecer!!!
Fico contente por ficares contente, acredita que realmente senti isso tudo, mas o facto de eu sentir esses sentimentos e o facto de o teres conseguido transmitir a mim, deve-se a ti e só a ti, pois escreves maravilhosamente bem. És uma GRANDE escritora, mesmo!
Quando descreves esses locais, descreves até ao mais infimo (axo que é assim que se escreve, pois gosto de usar palavras caras, com a GRANDE escritora. XD) detalhe, acredita que visualizo esses locais magnificos (a minha futura profissao tambem assim o exige e como artista tambem) e a sério que o local para onde a Haruka e a Maria foram eu adorava ir, deve ser lá uma paz e calmaria!!!
Mais uma vez, nao precisas de agardecer!!!
Se um dia isso acontecer, ficarei super feliz e quem sabe se eu nao irei contigo (senao te importares claro
)!!!
Tina_Xana escreveu:Entao fico à espera desses momentos para sorrir.
Ando mesmo muito emotiva e depois os capitulos sao emotivos ainda ajuda mais!!
é realmente estou-me a esmerar nos comentarios e a anaisá-los com toda a precisao, mas isso só acontece com as fics que eu adoro e amo de coraçao, melhor dizendo, as minhas preferidas, por isso é que os comentarios saem grandes, por isso mesmo nao precisas agradecer!!!![]()
![]()
Fico contente por ficares contente, acredita que realmente senti isso tudo, mas o facto de eu sentir esses sentimentos e o facto de o teres conseguido transmitir a mim, deve-se a ti e só a ti, pois escreves maravilhosamente bem. És uma GRANDE escritora, mesmo!
Quando descreves esses locais, descreves até ao mais infimo (axo que é assim que se escreve, pois gosto de usar palavras caras, com a GRANDE escritora. XD) detalhe, acredita que visualizo esses locais magnificos (a minha futura profissao tambem assim o exige e como artista tambem) e a sério que o local para onde a Haruka e a Maria foram eu adorava ir, deve ser lá uma paz e calmaria!!!
Mais uma vez, nao precisas de agardecer!!!![]()
![]()
![]()
Se um dia isso acontecer, ficarei super feliz e quem sabe se eu nao irei contigo (senao te importares claro)!!!
Pronto, agora fiquei sem palavras! Só estes comentários para me fazerem sorrir assim...!
Eu, grande escritora? *sem fala* Embora não ache isso, acredita que essas palavras não me podem deixar mais feliz, porque é nisso que realmente me gostava de tornar...! :]A minha história está entre as tuas favoritas? Oh, esta rapariga deixa-me sem palavras, assim...! :] Nem sei o que dizer... (a não ser que o sentimento é recíproco!)
Importar-me?! Claro que não, até fazia questão!
Assaltávamos um avião e ficávamos por lá uns tempos ^__^ *Kaoru sonha com um grande sorriso na cara e fica completamente sem palavras*
*Kaoru escreveu:
Pronto, agora fiquei sem palavras! Só estes comentários para me fazerem sorrir assim...!Eu, grande escritora? *sem fala* Embora não ache isso, acredita que essas palavras não me podem deixar mais feliz, porque é nisso que realmente me gostava de tornar...! :]
A minha história está entre as tuas favoritas? Oh, esta rapariga deixa-me sem palavras, assim...! :] Nem sei o que dizer... (a não ser que o sentimento é recíproco!)
Importar-me?! Claro que não, até fazia questão!Assaltávamos um avião e ficávamos por lá uns tempos ^__^ *Kaoru sonha com um grande sorriso na cara e fica completamente sem palavras*
Acredito piamente em como te vais tornar numa grande escritora. E vais ver que vais ter enormes filas de pessoas para comprarem os teus livros e pedir-te autografos e eu vou estar na frente da fila

Isso de assaltar o aviao, é uma hipotese, temos que pensar bem em como o vamos fazer, talvez se subornarmos o comandante e a companhia aeria com com ovos kinder, eles nos deixem entrar sem pagarmos nada. XD
*mim junta-se a Kaoru e sonha com ela*

Loool é claro k n fico ofendida!
Deixa lá isso 
Epá... tive agora a ler os mega comentários da Tina-chan e tipo, é msm isso k ela disse k eu sinto a ler a tua fic, é uma das poucas em k eu consigo imaginar as coisas a passarem-se e em k eu consigo imaginar o k elas estão a sentir.
Bem... Esta está a tornar-se a minha fic preferida e olha k eu sou bastante exigente nos meus critérios!! Está tão lindo, sério! Pk é k n escreves um livro? Havia de fazer sucesso!
Sabes kts vezes eu tive vontade de chorar a ler uma fic?? DUAS vezes, ambas aki! Se tu conseguiste k eu me emocionasse a este ponto é pk és msm mt boa a escrever, pk é raríssimo eu chorar a ler ou a ver filmes, e então a ler fics ainda é pior!
Agora vê lá é se postas outro capitulo rapidinho pra n nos matares de suspense!
(Epá... tb kero ir com vcs! XD)
Deixa lá isso 
Epá... tive agora a ler os mega comentários da Tina-chan e tipo, é msm isso k ela disse k eu sinto a ler a tua fic, é uma das poucas em k eu consigo imaginar as coisas a passarem-se e em k eu consigo imaginar o k elas estão a sentir.
Bem... Esta está a tornar-se a minha fic preferida e olha k eu sou bastante exigente nos meus critérios!! Está tão lindo, sério! Pk é k n escreves um livro? Havia de fazer sucesso!
Sabes kts vezes eu tive vontade de chorar a ler uma fic?? DUAS vezes, ambas aki! Se tu conseguiste k eu me emocionasse a este ponto é pk és msm mt boa a escrever, pk é raríssimo eu chorar a ler ou a ver filmes, e então a ler fics ainda é pior!
Agora vê lá é se postas outro capitulo rapidinho pra n nos matares de suspense!
(Epá... tb kero ir com vcs! XD)

Um grande, grande obrigada pela sign e pelo avie Xaninha kida! ^^

Jovens escritores, nao resistem a chocolate? Especialmente Kinder? Então cuidado, o gang anda rondando
Ai senhores, que vocês matam-me um dia de felicidade! 
@Xana: E se tal acontecer, eu faço questão de te colocar na primeira fila, furo-a e vou buscar-te
Ah, ah, ah, subornar o pessoal do avião com ovos Kinder x) Ora aí está uma excelente ideia!
Temos de nos organizar e fazer isso!
@_S.E.A_: Oh, peço desculpa outra vez! ;_; E agora voltei a ficar sem palavras. Tu sentes o mesmo que a Xana...? Eu nunca pensei que isto vos fizesse sentir assim, fico mesmo tão feliz, ainda para mais sabendo que és muito exigente! E isso de apenas duas vezes te apetecer chorar aqui... Eu nem sei o que dizer! Só posso agradecer e dizer que isto me surpreende de uma forma tão positiva e que me deixa mesmo feliz!
Com estas vossas palavras já comecei a escrever o próximo capítulo, as ideias vieram e tive de as registar
(_S.E.A_, anda connosco! Não queres fazer parte do gang? Se subornares talvez possamos ir x) *fica toda contente a rabiscar planos sobre o assunto*)

@Xana: E se tal acontecer, eu faço questão de te colocar na primeira fila, furo-a e vou buscar-te

Ah, ah, ah, subornar o pessoal do avião com ovos Kinder x) Ora aí está uma excelente ideia!
Temos de nos organizar e fazer isso!@_S.E.A_: Oh, peço desculpa outra vez! ;_; E agora voltei a ficar sem palavras. Tu sentes o mesmo que a Xana...? Eu nunca pensei que isto vos fizesse sentir assim, fico mesmo tão feliz, ainda para mais sabendo que és muito exigente! E isso de apenas duas vezes te apetecer chorar aqui... Eu nem sei o que dizer! Só posso agradecer e dizer que isto me surpreende de uma forma tão positiva e que me deixa mesmo feliz!

Com estas vossas palavras já comecei a escrever o próximo capítulo, as ideias vieram e tive de as registar

(_S.E.A_, anda connosco! Não queres fazer parte do gang? Se subornares talvez possamos ir x) *fica toda contente a rabiscar planos sobre o assunto*)
Bom, dando o meu recadinho do dia :
:
Kaoru, que história! Nossa, se não fosse a correria da minha vida agora, ia te fazer uma surpresa... fica pra próxima
Sempre me impressionas mais! Este capítulo foi, sem dúvida, emocionante. Agora, será que Haruka sacrificará sua vida? Acho que tem mais surpresa por aí que no Kinder Ovo
Bem que eu queria fazer comentários maiores, mas "tá braba a situação".
Abraços!
:Kaoru, que história! Nossa, se não fosse a correria da minha vida agora, ia te fazer uma surpresa... fica pra próxima

Sempre me impressionas mais! Este capítulo foi, sem dúvida, emocionante. Agora, será que Haruka sacrificará sua vida? Acho que tem mais surpresa por aí que no Kinder Ovo

Bem que eu queria fazer comentários maiores, mas "tá braba a situação".
Abraços!

Presente do Brancus- Visitem www.imagevisiondesign.com

Semi-ausente até março

Moon Revenge- exerto do volume 2 publicado 02/01
Tens de entrar para responderes neste tópico.


Reportar comentário
Escolhe o motivo da denúncia e acrescenta mais contexto se necessário.