Sailor Moon Portugal, A Navegante da Lua

A Flor de Pandora

#181
Likinhas escreveu:affraid
como e que tives te coragem se acabar ali??? estas a ver se ma da uma coisinha ma??? Matreiro

o capitulo esta lindo, como sempre. a tua maneira de escrever continua ser incrivel e cativante!!
e como ja se tornou habitual, destes um capitulo cheio de misterios por desvendar.

" Era o Bréde Pité, era?"
OMG! partime a rir com estas Matreiro


fico a espera de mais Very Happy

Muito obrigada! ^__^ Eu revelo mas também tenho de continuar a tecer mais mistérios Razz Ainda bem que gostaste! Muito obrigada pelo comentário! Very Happy


_S.E.A_ escreveu:Ai ai ai ai ai ai!! E tu acabas assim?? N é justo Sad

Bem... Isto tá cada vez mais empolgante, e agora parece-me fazer sentido aquela mulher de cabelo azul. Devia ser msm a Aluminium Siren. E a outra (tenho ideia k havia duas) devia ser a Lead Crow. Mas o k estão elas aki a fazer?

Bem... Formou-se uma mega teoria na minha mente. XD Com a descrição da Anfitrite, pareceu-me mt a Neptune e o tempo da destruição... Deve estar a falar kd o Milénio Prateado foi distruido pela Saturn dps do ataque da Berryl, ela destruiu td né? Se fosse assim, todas estas coisas em volta da Saturn e da Neptune, e dela ter conseguido ler o livro, se explicavam! Very Happy

Adorei o capitulo, como sempre. As descrições estão tão boas!! Kd há mais?

Uau, _S.E.A_! Tanta teoria! Very Happy Não posso dizer nada sobre o que disseste, apenas que as tuas teorias têm lógica, sim senhor! Fiquei mesmo contente quando as li Embaracoso Agora se realmente são verdade ou não, bem... Isso já não posso dizer Razz Talvez sim, talvez não, hehe.

Ainda bem que estás a gostar, muito obrigada! ^__^ Vou tentar colocar o próximo amanhã Wink
#182
Capítulo X
Ligação
~Uma história de embalar~

Apesar de quase cheio, o silêncio instalara-se no apartamento de Maria. Octávia, sentada no confortável sofá, olhava para as plantas murchas amontoadas a um canto e, com um peso no coração, sentia que algo de terrivelmente errado se passava. Se tentasse indagar esta sua sensação, perguntando-lhe porque tinha surgido, certamente que não obteria nenhuma resposta, mas sabia que algo se passava, algo que a magoava subtilmente e que doía demasiado. O que ela não podia adivinhar era que todas as pessoas que ali se encontravam experimentavam o mesmo e, por isso, as palavras não fluíam.

Gonçalo olhou para o relógio. As únicas pessoas que faltavam eram a Joana e a sua Bunny. Já as tinham avisado e, por isso, deviam estar quase a chegar, mas mesmo assim não conseguia deixar de ficar preocupado. Felizmente, um som seco anunciou a chegada das duas, e Maria apressou-se a abrir a porta.

- Ainda bem que chegaram, estávamos a ficar preocupados…

- Eu vi-a! – gritou Bunny, para espanto geral. – Eu vi-a! Tenho a certeza que era ela!

- Acalma-te, Bunny. – Gonçalo aproximou-se dela, vendo-a muito ansiosa e ofegante. – Estás muito nervosa… O que é que se passou?

Todos viram o misto de confusão e incompreensão a envolvê-la.

- Bunny, senta-te aqui. – Haruka levantou-se da cadeira que ocupara desde que chegara e obrigou a rapariga a sentar-se. – Antes de tudo, eu e a Mariana precisamos de vos contar uma coisa extremamente importante. Por favor, ouve-nos primeiro.

- Mas não compreendem? Era ela! Era mesmo ela! – Bunny parecia desesperada, apertando firmemente a mão de Gonçalo.

- Acalma-te, Bunny. – sossegou-a Ami, na sua voz doce e serena. – Primeiro penso que é essencial ouvirmos o que é que a Haruka e a Mariana têm para nos contar acerca do livro que consegui parcialmente decifrar.

Bunny, ainda nervosa, acabou por assentir, embora um pouco contrariada. O aparecimento da Sailor Aluminum Siren parecia-lhe razão mais do que urgente para ela falar, mas resolveu dar a palavra às duas raparigas, perante as faces tensas que exibiam os presentes.

- Sim, vamos começar por aí. – corroborou Haruka, aproximando-se de Mariana. As duas ficaram de pé, fitando todas as guerreiras do espaço interior, Octávia e Gonçalo. Olharam uma para a outra e compreenderam-se através do olhar, decidindo em pensamento quem iria começar.

- Tudo começou há alguns anos atrás. – disse Mariana. – Quando o Faraó 90 foi derrotado, como sabem, eu, a Haruka e a Susana levámos a Octávia para nossa casa e decidimos tomar conta dela e educá-la o melhor que sabíamos. Toda a nossa atenção era para ela. – sorriu ao pronunciar estas palavras e olhou a rapariga, que retribuiu o gesto. – Ela cresceu muito rápido e pedia regularmente que lhe contássemos histórias para adormecer, sempre teve uma imaginação muito fértil. A Susana ficava sempre a cargo dessa responsabilidade e eu, juntamente com a Haruka, também as ouvíamos. Muitas vezes contava histórias do Milénio Prateado, da Princesa da Lua e das guerreiras que protegiam a Terra e o Sistema Solar. Nós também conhecíamos a maior parte, mas pela boca dela pareciam extremamente reais e pormenorizadas, como se trouxessem fragmentos de memórias que tivéssemos perdido.

- Havia, no entanto, uma que parecia agradar particularmente à Octávia e que a Susana repetia com regularidade. – continuou Haruka. – Eu e a Mariana presumimos que fosse uma invenção sua, porque não nos lembrávamos dela.

- Era sobre as Irmãs… - interrompeu Octávia, pensativa. – Agora que mencionam isso, penso que me recordo vagamente…

- Exactamente. – prosseguiu Haruka. – No início não associei ao que a Rita contou, mas agora tenho a certeza que se trata do mesmo. A história começava com uma Terra fria e soturna. O céu era negro por todo o lado, as pessoas caminhavam ao lado da destruição, pelos escombros do que havia sido um lindo planeta. Não havia esperança para ninguém. Nem os livros de História se atrevem a pronunciar esta época em que os homens se julgaram perdidos para sempre.

“Mas, inesperadamente, do horizonte, surgiu uma mulher de longos cabelos azuis, um azul que já não viam há algum tempo. Do mar tenebroso, uma mulher lançou as mãos ao céu e as águas acalmaram-se, os maremotos cessaram e a vida voltou aos oceanos. As pessoas da Terra pensaram que era uma deusa e chamaram-lhe a Protectora dos Mares.”

“Ao mesmo tempo, do céu, um raio de luz estendeu-se pela terra e, de entre as nuvens, uma mulher de cabelos prateados fechou os olhos e os furacões e as tempestades cessaram, os relâmpagos extinguiram-se e o sol voltou a brilhar acima dos seus olhares. Os quatro ventos varreram a poeira cinzenta do solo e, vinda não se sabe de onde, uma outra mulher de cabelos castanhos-escuros como o tronco de um carvalho secular juntou as mãos e as árvores encheram-se de folhas, as flores desabrocharam e um perfume doce envolveu todo o planeta, fazendo com que os próprios animais celebrassem com os humanos. A terra voltou a ganhar vida e cor e, com ela, uma chama encheu o coração de todos os seres vivos. Os incêndios desapareceram e o calor voltou a trazer a esperança quando uma mulher ruiva, com cabelos curtos como chamas se juntou às outras três. Foi a única e última vez que as Irmãs se reuniram. Por terem salvo a Terra foram chamadas de Protectora dos Mares, dos Ventos, das Montanhas e das Chamas, respectivamente. Com o passar do tempo, como tudo aquilo que é importante, foram esquecidas, para bem do futuro e deste mundo.”

- Adormeceram num sono profundo e foram separadas, encerradas em locais distantes e escondidos para nunca mais serem perturbadas. – contou Mariana. – Nós nunca soubemos de nada porque isto aconteceu imediatamente após a destruição do Milénio Prateado. Foi assim que a Terra sobreviveu à devastação causada pela Rainha Metallia.

- Porque é que não nos contaram logo isso? – perguntou Rita.

Mariana e Haruka olharam uma para a outra, procurando força no espírito de cada uma. Subtilmente, deram as mãos, como se aquele toque as pudesse segurar e proteger.

- Uma vez perguntámos à Susana se esta história era verdadeira. Ela respondeu que não sabia, mas que a tivera sonhado várias vezes. Disse que um dia iria ver a Rainha para lhe perguntar, mas tal nunca chegou a acontecer. Mas… - olharam para Octávia. – Um dia, tu continuaste a história. E, infelizmente, nunca chegámos a perguntar nada no futuro, porque depois a Rainha Nehellenia surgiu e insensatamente esquecemos esta situação.

Gradualmente, aquelas palavras iam despertando algo no interior de Octávia. Sim, ela começava a recordar-se daquele momento em que, numa noite, e sem saber, tivera uma visão.

- Eu vi-vos. – disse, perdida nas suas recordações. – Vi a Mariana junto de um grande oceano com uma rapariga a seu lado. A Haruka com outra rapariga a fitar uma montanha. Vi-me a mim numa floresta e não estava sozinha… - Subitamente, Octávia compreendeu.
#183
- Sim. – replicou Mariana. – Eu conheço os símbolos que estão no livro porque estou ligada à Protectora dos Mares, assim como a Ami o está.

- E eu estou ligada à Protectora dos Ventos, tal como tu, Maria. – disse Haruka, olhando para Maria, que ficara atónita.

- Eu estou ligada à Protectora das Montanhas, assim como a Joana. – concluiu Octávia. – E, portanto, tu, Rita, estás ligada à Protectora das Chamas, como a Susana o estava. E assim a nossa missão é encontrá-las e impedir que os inimigos o façam antes de nós. Temos de nos separar e fazê-lo.

- Separarmo-nos? – perguntou Joana incrédula. – Mas dessa forma o inimigo estaria em vantagem! A Bunny não consegue transformar-se e, sinceramente, duvido que apenas duas de nós consigam derrotar o que quer que venha aí, que não deve ser nada fraco em matéria de poderes. Não podemos deixá-la sozinha, além de que a Susana está em coma. Se temos mesmo de encontrar essas Protectoras, Irmãs ou lá o que é, porque não o fazemos juntas?

- Porque é assim que as coisas têm de ser. – replicou Octávia. – Ami, empresta-me o livro, por favor.

Ami entregou-lhe o livro, que Octávia abriu nas últimas páginas. Todas viram símbolos estranhos a desfilarem pelo papel, diferentes de tudo aquilo que já tinham visto antes. Todas, excepto duas pessoas naquela sala.

- Eu percebo o que está aí escrito… - disse Joana surpreendida.

- Assim como eu, porque está relacionado com a Protectora da Terra. Compreendem agora? Por alguma razão há uma ligação estabelecida entre as navegantes do espaço interior e as do espaço exterior que nos une, obrigando a actuar em simultâneo e, ao mesmo tempo, em separado.

O silêncio instalou-se novamente na sala. Não era a ideia de que essa ligação existia que as preocupava, mas sim o facto de se separarem das suas companheiras. A verdade é que a ligação das guerreiras do espaço interior sempre fora muito forte entre si, necessária para protegerem a Princesa e, no futuro, a Rainha. As guerreiras do espaço exterior tinham outra missão, também necessária ao equilíbrio e protecção do Sistema Solar, e portanto tinham estabelecido laços antigos e inquebráveis. Eram todas amigas e preocupavam-se umas com as outras, mas a questão era se os seus poderes permaneceriam fortes se estivessem separadas.

- Se é essa a vossa missão, eu estarei aqui para proteger a Bunny. – disse Gonçalo, que se mantivera em silêncio. – Estou certo que nada disto aconteceu por acaso e que vocês serão bem sucedidas. Acreditem em vocês, guerreiras. – Com isto, apertou a mão de Bunny e olhou para ela. Esta também não tinha dito uma palavra durante toda a conversa.

- Ainda assim, continua a faltar uma pessoa. – Rita, que olhava pela janela, sentia a cabeça pesada perante a grande quantidade de informação assimilada. – E seria agora tão conveniente sabermos o que realmente se passa no futuro… Quanto mais soubéssemos sobre este assunto, melhor.

- Quanto a isso… - Com a mão direita, Haruka retirou do bolso das calças uma pequena bola vermelha, semelhante àquela que Plutão tinha no seu ceptro. Parecia uma pequena bola comum que facilmente passaria despercebida. – Há algum tempo atrás, a Susana entregou-nos isto. Disse que se algo lhe acontecesse, poderíamos utilizá-la só uma vez para contactarmos com o futuro e que era a única forma de o fazer se ela não estivesse entre nós.

- Porque é que não nos mostraste isso antes?! Já podíamos ter sabido há mais tempo o que se passa! – Bunny parecia exaltada. Durante todo aquele tempo tinha-se perguntado o que é que se passaria no futuro e como estaria Chibiusa, com a preocupação sempre instalada no seu peito e, afinal, sempre houvera uma forma de o saber.

- Porque tu irias querer saber como estava a Chibiusa. – respondeu Mariana, como que lhe lendo os pensamentos. – Eu compreendo a tua ansiedade, e também eu, tal como tu, estou muito preocupada com a Small Lady. Mas não podíamos simplesmente gastar isto caso tivéssemos novas revelações, como é agora o caso, e fosse de extrema urgência saber algo mais.

- Elas têm razão. – disse Gonçalo, afagando a mão a Bunny. – Eu também não consigo deixar de pensar nela, mas se protegermos a Terra, ela ficará bem.

- Desculpem, eu sei… Mas tenho estado tão preocupada… - Bunny baixou a cabeça, envergonhada.

- Não precisas de te desculpar, cara de lua. – Haruka sorriu, descansando-a. – Agora preciso que todas vocês se juntem e façam um círculo. Tu também, Gonçalo, fica ao lado da Bunny.

- Vejam lá se não me destroem a casa. – disse Maria enquanto tirava os vasos do caminho.

O espaço era pequeno, mas depois de afastarem as cadeiras e o sofá, conseguiram reunir-se num círculo, com Haruka segurando a bola encarnada nas duas mãos. Com uma troca fugaz de olhares, todas se transformaram, e Gonçalo adoptou a sua forma de Mascarado.

- Convergindo das sombras do Tempo, ó sábia Ajudante dos Escombros do Universo, Barqueira das Memórias Efémeras, permite, pelo nome de Plutão, um vislumbre daquilo que está destinado a acontecer! Eu, Navegante de Úrano, te peço!

Úrano abriu as mãos e lançou aquela bola nos ares, fazendo um arco perfeito e ficando a milímetros do soalho, suspensa no ar. Como que pulsando, a cor vermelha daquele objecto intensificou-se e uma espécie de sombra surgiu no seu interior. Lentamente, um nevoeiro frio e húmido rastejou pelos pés dos presentes e, erguendo-se sorrateiramente, envolveu todo o espaço até que este desaparecesse. Sailor Moon juntou-se um pouco mais a Mascarado, procurando conforto naquele ambiente gélido e desértico, onde apenas via as suas amigas e nada mais.

- Onde é que estamos? – perguntou Marte, num fio de voz.

- Ouçam. – disse Vénus, ouvindo algo a mergulhar.

Todas se voltaram para o local de onde aparentemente provinha o som, embora fosse impossível sabê-lo ao certo, pois aquela imensidão de neblina impedia ver o que quer que fosse. O som começou a aumentar, passo a passo, como se algo chapinhasse. Parecia que estavam perto de água, mas ninguém se atrevia a avançar.

- Vem aí alguém. – Saturno colocou-se em posição de alerta, e todos a imitaram. Uma sombra distorcida começava a irromper do nevoeiro. Neptuno foi a primeira a vê-la com nitidez, identificando o que produzia aquele som como sendo uma barca velha e praticamente podre, como se aquela madeira fosse feita do tronco da primeira árvore do mundo. Não havia ninguém que a remasse, mas ela flutuava sozinha naquilo que parecia ser um rio. Uma figura baixa mantinha-se de pé, sem se movimentar, e todos estacaram quando a viram surgir, atracando na margem e fitando-as com um olhar baço, sem brilho e dolorosamente familiar.
#184
Oh meu deus!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Este capitulo está excelente!!!
a serio..talvez porque amei a tua ideia de as sailors estarem ligados..as innes com as outers..faz todo o sentido haver uma de cada ligada a cada uma das irmas! A tua imaginaçao e fantastica!! parabens! e...ja nem tenho palavras...
tambem adorei a parte da barca..misterioso..mistico...como deveria ser qd se vai para algum tempo que nao o nosso...
oh acho que vou ler outra vez...!! AMEI!!!



"jovens escritores, nao resistem a chocolate? Especialmente Kinder? Entao cuidado, o gang anda rondando"
...............
Fic: "Sailor Moon- o último suspiro"
#185
neptune escreveu:Oh meu deus!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Este capitulo está excelente!!!
a serio..talvez porque amei a tua ideia de as sailors estarem ligados..as innes com as outers..faz todo o sentido haver uma de cada ligada a cada uma das irmas! A tua imaginaçao e fantastica!! parabens! e...ja nem tenho palavras...
tambem adorei a parte da barca..misterioso..mistico...como deveria ser qd se vai para algum tempo que nao o nosso...
oh acho que vou ler outra vez...!! AMEI!!!

Oh, neptune, se eu tivesse palavras que fossem suficientes para expressar o quão contente me deixaste com o que disseste! Very Happy Ainda bem que gostaste da ideia...! Foi uma revelação grande da história e não sabia se iam gostar... Ainda bem que aprovaste! ^__^

A parte da barca é realmente mística, fico contente que tenha conseguido passar essa sensação. E adorei o teu comentário quanto a ela!

Muito obrigada, a sério! Very Happy
#186
amei! adorei este capitulo. tu és fantastica, eu devoro cada palavra que escreves. isto cada vez está melhor. adorei o facto de as navegantes estarem todas ligadas entre si. tu tens uma grande imaginaçao, e ainda bem que assim o é, pois adoro ler a tua fic. parabens.
a barca..uiui...que misterio, deixas-me desejosa de querer saber mais, quase em estado de agonia. lol. qual quer dia dá-me uma coisa má...lol...deixas-me sempre curiosa, com tanto misterio. demais!
#187
Tina_Xana escreveu:amei! adorei este capitulo. tu és fantastica, eu devoro cada palavra que escreves. isto cada vez está melhor. adorei o facto de as navegantes estarem todas ligadas entre si. tu tens uma grande imaginaçao, e ainda bem que assim o é, pois adoro ler a tua fic. parabens.
a barca..uiui...que misterio, deixas-me desejosa de querer saber mais, quase em estado de agonia. lol. qual quer dia dá-me uma coisa má...lol...deixas-me sempre curiosa, com tanto misterio. demais!

Muito obrigada, Tina_Xana!! Ainda bem que gostaste! Very Happy Obrigada pelos elogios, fico mesmo muito contente por saber isso :]

Não digas que te dá alguma coisa má, não quero ser responsável por acidentes Razz Estou a brincar, mas fico contente por estares curiosa! No próximo capítulo já saberão quem é a figura misteriosa Smile Obrigada mais uma vez Simpatico2
#188
OMG!!
o capitulo esta lindo!! esta simplesmente fantastico!!
a maneira como descreves as coisas! e aquela revelaçao...

continuo curiosa com muitas coisas...
quem e aquela figura que apareceu no fim?
onde e que as guerreiras estao??

e depois ainda falas de mim... tu ainda es pior no que toca a misterios!! Matreiro

adorei o capitulo!
fico a espera de mais Very Happy


#189
Likinhas escreveu:OMG!!
o capitulo esta lindo!! esta simplesmente fantastico!!
a maneira como descreves as coisas! e aquela revelaçao...

continuo curiosa com muitas coisas...
quem e aquela figura que apareceu no fim?
onde e que as guerreiras estao??

e depois ainda falas de mim... tu ainda es pior no que toca a misterios!! Matreiro

adorei o capitulo!
fico a espera de mais Very Happy

Oh, não sou nada pior Razz Acho que somos ela por ela! x)

Ainda bem que gostaste! Fico mesmo muito contente por sabê-lo! Essas perguntas todas têm uma resposta que não estão assim muito longe de se saber Simpatico2

Muito obrigada pelo comentário!! Very Happy
#190
Ai k lindo!! Deixaste-me super curiosa!! Estas explicações, agora tudo faz sentido! Achei muito interessante esta ligação das inners com as outers. E agora este final, deixou-me mortinha por saber o resto!
Tá tão bem escrito, sério!! Lindo adorei Very HappyDVery Happy

Um grande, grande obrigada pela sign e pelo avie Xaninha kida! ^^



Jovens escritores, nao resistem a chocolate? Especialmente Kinder? Então cuidado, o gang anda rondando

Editado pela última vez em

#191
_S.E.A_ escreveu:Ai k lindo!! Deixaste-me super curiosa!! Estas explicações, agora tudo faz sentido! Achei muito interessante esta ligação das inners com as outers. E agora este final, deixou-me mortinha por saber o resto!
Tá tão bem escrito, sério!! Lindo adorei Very HappyDVery Happy

Muito obrigada!! Fico mesmo muito contente por saber que gostaste Very Happy Os teus elogios deixam-me sempre com um grande sorriso ^__^ A curiosidade vai ser saciada já no próximo capítulo Razz Muito obrigada!

Editado pela última vez em

#192
Ai k bom!! Ups esqueci-me de uma coisa!!

*dá um grande saco de chocolates à Kaoru, mas tira dois ou três para ela* XD

Um grande, grande obrigada pela sign e pelo avie Xaninha kida! ^^



Jovens escritores, nao resistem a chocolate? Especialmente Kinder? Então cuidado, o gang anda rondando
#193
*recebe os chocolates* Chocolates! *olhos a brilhar* Muito obrigada, _S.E.A_! (sou perdida por chocolate, heh)

Acho que vou começar a escrever mais e mais se continuo a receber presentes destes Razz
#194
Capítulo XI
Medo
~O terrível futuro~

Ninguém estava preparado para aquilo e as diferentes reacções prolongaram-se nas faces incrédulas dos presentes. Saturno baixou um pouco a guarda, perguntando-se se o que estaria a ver não seria uma miragem, uma ilusão causada por toda aquela estranha neblina. Quando esta se desfez parcialmente, uma nota de espanto escapou da boca de Marte.

- Plutão? – perguntou Mascarado, aparentemente o primeiro que se recompôs do choque.

A rapariga, envolta num manto imensamente negro, era muito mais baixa que a Navegante de Plutão que conheciam, mas a sua face era idêntica à desta. O seu corpo perdera as formas curvilíneas, pelo que parecia uma criança, mas as semelhanças eram inegáveis; a cor da pele, os cabelos longos, a posição digna. Apenas as suas vestes, escondidas pelo pesado manto e os olhos baços e sem brilho lhe davam um aspecto distinto.

- Sailor Moon. – A sua voz rouca foi um choque para todos. Notava-se um timbre muito semelhante ao de Plutão, mas aquela rouquidão não combinava com a sua figura e muito menos com a idade que aparentava. Por momentos, Sailor Moon julgou estar a ter uma visão e imaginou o momento em que uma velha esquelética irromperia do seu disfarce.

- Tu não és a Plutão. – disse Saturno solenemente. Os seus olhos frios, imensamente negros e profundos cruzaram-se com olhar de Saturno, dissipando as réstias de dúvidas que ainda persistiam no seu coração.

- O meu nome é Caronte. Chamam-me Barqueira do Tempo. Vocês penetraram no Rio, um lugar que nunca ninguém antes visitou, senão duas Rainhas e a minha protegida, a guerreira conhecida como Plutão.

Uma mão negra que se assemelhava a ramos secos e mortos de uma árvore surgiu debaixo da pesada manga do seu manto, fazendo aparecer algo semelhante a um remo prateado com uma bola vermelha incrustada no cabo, idêntica à que Úrano tinha lançado ao ar. A seu lado, duas barcas iguais à sua surgiram por entre o nevoeiro.

- A navegante de Plutão disse-nos que se algum dia algo lhe acontecesse e se necessitássemos de viajar pelo tempo podíamos usar isto – Úrano ergueu a bola vermelha agora sem brilho – e fazê-lo apenas uma vez.

Erguendo uma mão, Caronte fez com que a bola, para espanto de Úrano, se erguesse no ar e, num segundo, se estilhaçasse em mil pedaços que rapidamente foram incorporados pela neblina soturna.

- Sim, é certo. A única maneira de regressarem ao vosso tempo é, agora, unicamente por minha vontade. Mas, não temam. – pronunciou, ao ver as caras espantadas daquelas visitas. – Eu sei quem vocês são. E sei que pretendem ver o que se passa no século XXX. O tempo aqui não existe, mas ele continua a girar no local de onde vieram. Por isso, irão seguir-me para que eu vos possa conduzir até onde pretendem.

- Espera aí. – interrompeu Júpiter. – Porque é que não sabíamos da existência deste sítio? E como sabemos que podemos confiar em ti? Pareces mesmo a nossa amiga, mas está à vista que não és ela.

Caronte exibiu um sorriso gélido que em nada combinava com aquele que Plutão fazia.

- De facto, não sou. Mas faço parte dela. Eu sou uma parcela do poder que flui nas suas veias, o poder que lhe permite manipular o tempo. Com receio de um dia algo lhe poder acontecer, no palácio do seu planeta, ela criou-me. Como uma nébula difusa, uma visão suprema, numa existência desconhecida. Eu sou a guardiã das suas memórias.

- Como…? – perguntou Vénus confusa. – Isto são as memórias da Plutão? Mas se isso é verdade, como é que vamos ver o futuro?

- Mesmo nas suas memórias, o seu poder existe. Sou apenas um espectro sombrio que é capaz de se movimentar no tempo. Só posso fazê-lo uma vez porque, se forçarmos a travessia por este Rio que é o Tempo misturado com as memórias da minha protegida, isso poderá causar-lhe danos irreversíveis. Eu sou meramente uma intermediária. O tempo existe, mas a navegante de Plutão não pode, neste momento, controlá-lo. Assim, ela criou quem o pudesse fazer, no seio das suas memórias. Isto só pode acontecer uma vez em cada renascimento.

- Então… Esta neblina difusa é a mente da navegante de Plutão e tu és o seu poder personificado numa pessoa que nos conduzirá pelo tempo. – resumiu Mercúrio perspicazmente.

- Brilhante. – Caronte perscrutou aquelas pessoas com um olhar rápido. A sua outra mão, também podre, apontou para Neptuno, Úrano, Saturno e Mascarado. – Vocês vão na barca da esquerda e, vocês – disse, apontando para Mercúrio, Marte, Júpiter e Vénus – vão na da direita.

- Espera aí, e a Sailor Moon? – perguntou Mascarado, agarrando-lhe a mão, sinal de que não estava disposto a largá-la por nada.

- A Sailor Moon vem comigo. Tem de haver equilíbrio, ou o ténue fio que os liga aqui será quebrado. Quatro em cada barca e um na minha.

- Mas porquê ela? – avançou Vénus. – Eu posso ir…

- Não. – A resposta soou como uma sentença, e depressa compreenderam que não havia nada que pudessem dizer que demovesse Caronte da sua decisão.

- Vai ficar tudo bem. – disse Sailor Moon, tentando sossegar todos. – De qualquer das formas, não nos vamos afastar muito! Não se preocupem.

Com um sorriso, trocou um olhar cúmplice com Mascarado e dirigiu-se num passo decidido até à barca onde Caronte a aguardava. As guerreiras do espaço interior deslocaram-se para aquela que lhes estava destinada, enquanto que as restantes, juntamente com Mascarado, aproximaram-se da outra. Caronte, em sinal de aprovação, aguardou que todos subissem e, com Sailor Moon a seu lado, ergueu o remo. Com um movimento subtil, as barcas começaram a navegar.
#195
Inicialmente, Sailor Moon sentiu o desconforto que era manter-se em pé. Nunca fora muito boa a equilibrar-se, e pressentia que a qualquer momento podia cair ao rio. No entanto, a presença de Caronte, que emanava uma energia tão forte, desvaneceu aquele incómodo, e rapidamente se habituou à viagem. Olhou em volta e verificou que todos navegavam muito próximos de si.

A paisagem, se é que assim se lhe pode chamar, era aterradoramente pálida e vazia. Um ar frio emanava do rio, congelando-lhe os tornozelos. Por algumas vezes, Sailor Moon deu por si a esfregar as mãos nos braços enquanto um fio de fumo se surripiava dos seus lábios. Agora conseguia perceber porque é que Caronte usava aquele manto tão pesado e aparentemente tão quente. O nevoeiro entranhava-se-lhe na pele, humedecia-lhe os cabelos e irritava-lhe os olhos, como se pequenas partículas de cristais se depositassem nas suas pestanas. Lembrou-se daquele dia em que viajara até ao Pólo Norte para destruir a Rainha Beryl, onde pensou que iria acabar por morrer de frio.

Esfregando as mãos, fechou um pouco os olhos para os proteger do contacto gélido que era o da atmosfera envolvente. O lento avançar da barca em nada a ajudava; parecia-lhe que era cada vez mais vagaroso, como se estivessem a perder a parca velocidade a que já viajavam. E, quando voltou a abrir as pálpebras, para seu espanto, viu que tanto as amigas como o Mascarado tinham desaparecido.

- Mas… - Sailor Moon virou-se para Caronte que parecia totalmente imperturbável. - Onde é que estão os outras?! E o Mascarado?!

A barqueira voltou-lhe a face e, para seu espanto, quase que lhe pareceu ver uma lágrima a deslizar-lhe pela face sombria. Durante momentos, foi como se a verdadeira navegante de Plutão estivesse diante de si, tentando dizer-lhe algo. No entanto, essa sensação desvaneceu-se tão rapidamente como tivera surgido quando ouviu de novo aquela voz gélida.

- Não temas, Sailor Moon. Limpa o teu espírito e vê o Futuro.

Por alguma razão, um pressentimento abateu-se sobre si, como se cada gota daquela neblina estivesse manchada de um relampejo do futuro que ansiava e, ao mesmo tempo, temia ver. Quando sentiu algo semelhante a um remoinho a sugá-la, colocou rapidamente os braços à frente da face, protegendo-a dos múltiplos cortes que lhe eram infligidos na pele, devido ao frio que queimava e arranhava tudo. Fechou os olhos e, num instante, uma escuridão apoderou-se da sua visão ao mesmo tempo que perdia o equilíbrio e, quando finalmente voltou a recuperá-lo, atreveu-se a abri-los.

A neblina tinha desaparecido, juntamente com todas as suas amigas e com o seu amado. Já não estava naquele local desértico e desnorteante, e ela reconheceu sem demora o sítio para onde Caronte a trouxera. A seu lado, a barqueira permanecia impassível, mirando os corredores cristalinos e lustrosos. O interior do palácio de Cristal Tóquio parecia igual, imutável nos seus contornos delicados. Sailor Moon olhou em volta e, quando ia perguntar a Caronte onde estavam os restantes, ouviu passos vindos do fundo do imenso corredor. Uma enorme sensação de alívio acalentou-lhe o coração.

- Marte! Marte, estou aqui! – gritou, acenando à amiga que corria na sua direcção. Contudo, esta passou por si sem sequer reparar na sua presença.

- Ela não te consegue ouvir. Estamos no futuro, mas não em presença material até porque, como sabes, não podes estar no mesmo local com a tua forma futura. – disse Caronte, começando a seguir o caminho que Marte houvera feito há segundos atrás. Confusa, Sailor Moon seguiu-a, o seu estômago a pulsar numa dor ansiosa.

Não andaram muito até chegarem a uma porta imponente mas acolhedora, como a maior parte daquelas que estavam espalhadas por todo o palácio. Marte abriu-a apressada e, deixando-a entreaberta, penetrou na divisão. Caronte, aparentemente indiferente aos pensamentos perturbantes que trespassavam a mente de Sailor Moon, fez o mesmo que Marte e desapareceu no interior do quarto. E, no mais profundo recanto do seu ser, num lugar tão pequeno e, ao mesmo tempo, enorme, ela compreendeu. No âmago do coração, ela soube exactamente o significado do pressentimento que tivera no parque. O significado daquelas dores no estômago. O significado daquela ansiedade hesitante. E tudo isso tinha um nome tão grande mas tão difícil de pronunciar. Duas únicas sílabas que lhe tremiam e pendiam dos lábios, como um pequeno pássaro que se prepara para abandonar o ninho pela primeira vez.

Medo. Ela, Sailor Moon, sentia medo, um medo diferente daquele que se tem quando se espera pela nota negativa de um teste, diferente daquele que se invoca quando se ouve o ranger de uma porta, uma aparente presença de um fantasma, até mesmo diferente do da visão de uma bata branca de um dentista. Foi esse medo que a conduziu, indiferente às lágrimas palpitantes que ameaçavam brotar dos seus olhos. E, mesmo assim, quando a esquina da porta revelou uma ampla divisão banhada de reflexos rosa e estrelas coladas no tecto, quando os seus olhos vislumbraram a Navegante de Marte voltada, de olhos fechados, para a parede, quando se viu, envergando um vestido branco de Rainha, debruçada sobre o colchão, soluçando intermitentemente e, principalmente, quando o corpo transparente da menina que tanto amava se dissolvia no espaço, não conseguiu controlar esse sentimento. O Medo materializou-se em centenas de lágrimas cristalinas quando viu Chibiusa a desfalecer.

- Chibiusa… Filha… Filha! – gritou a Rainha, tentando em vão segurar as mãos da filha.

No enorme quarto, cujas paredes cor-de-rosa rivalizavam com o cabelo agora praticamente transparente de Chibiusa, um pálido raio de sol punha a descoberto as minúsculas partículas de pó que viajavam até à cama. Chibiusa, de olhos fechados, parecia ausente, ignorando no seu sono extenuado a aflição daqueles que a amavam. O seu corpo desintegrava-se, como quando acontecera quando a navegante de Saturno aparecera ou quando a Galáxia retirara as sementes de estrela às guerreiras.

- Ainda temos… Tempo… Ainda… - soluçou Marte.

- Ela está assim há dias! Não vai aguentar mais! Recuso-me, recuso-me a isto…! – A Rainha ergueu o cristal que conservava na mão esquerda, que permaneceu inerte e sem brilho. Desesperada e fatigada, com profundas olheiras a contornarem-lhe os olhos, voltou a apoiar a cabeça no colchão.

Aquelas imagens eram demasiado para ela. Sentiu todas as forças a abandonarem-na, as pernas a fraquejarem e a vergarem-se sobre o solo. Num ápice, perdeu a sua forma de Sailor Moon sem sequer dar conta disso. A Chibiusa estava a desaparecer. A desvanecer-se. A…

Caronte repousou a mão negra e desfeita no seu ombro. Se Bunny não estivesse com o olhar fixo na sua futura filha, certamente que teria visto a sua expressão de sofrimento e compaixão, como se fosse a Navegante de Plutão que ali estivesse. Mas a única coisa que conseguiu distinguir foi a voz gasta e com uma subtil nota de tristeza que se perdeu por entre os soluços da Rainha e de Marte.

- Lamento.

Com um último agitar do seu remo, os olhos de Bunny fecharam-se e perderam-se na escuridão, tombando inerte no pavimento que se dissolveu em fragmentos nebulosos e inconsistentes. Caronte olhou uma derradeira vez para a rapariga de cabelos loiros que exibia uma expressão de imensa dor. A bola vermelha incrustada no remo brilhou e tudo, incluindo-se a si própria, desapareceu.

E como se tratasse de um longo pesadelo, como se fosse apenas um daqueles horríveis sonhos em que se acorda com as faces maceradas de lágrimas secas sem se saber muito bem porquê, Bunny abriu os olhos e enfrentou a visão do tecto do apartamento de Maria. Estava deitada no sofá, rodeada pelas amigas e por Gonçalo. Uma dor instalada a um canto da sua cabeça sussurrava-lhe a sua existência através de ciclos latejantes que a obrigaram a franzir as sobrancelhas quando se tentou levantar.

- Calma. – A voz de Gonçalo era tão instável e insegura que Bunny soube imediatamente que nada se tratara de um sonho. Sondou as faces das amigas e viu a dor misturada com a surpresa das revelações. Tinha agora a certeza que todos haviam visto o que Caronte lhe mostrou.

- Bunny… Tens de ter calma… - começou Joana, aproximando-se dela.

- Nós vamos fazer tudo para que aquilo não aconteça… Para que… - Maria engoliu em seco. – Para que ela…

Bunny estava horrorizada. No fundo, quando acordara, tivera a ténue esperança de ter adormecido no colo de Gonçalo quando Haruka e Mariana contavam a história das Irmãs. Lentamente, o choque foi apoderando-se de si. Não, não podia ser. A Chibiusa estava bem. Estava tudo bem.

- Bunny. – Gonçalo olhava para um canto do sofá, incapaz de a enfrentar, com os olhos vermelhos. Aquilo fora a gota de água. A segurança que experimentara, a reconfortante certeza que de nada daquilo voltaria a acontecer, tudo isso se extinguiu. Aquela dor no seu peito, na cabeça, no estômago, era tudo demasiado insuportável. Ela só queria sair dali. E foi o choque que lhe deu as forças que julgava já não ter e que a empurrou para fora do apartamento de Maria, que a fez descer a rua e correr sem parar, contornando quarteirões e evitando carros enfurecidos com a sua insensatez, e perder-se pelo emaranhado de ruas, deixando para trás um Gonçalo desolado e sete raparigas de olhar baixo e impotente perante o terrível futuro que lhes fora anunciado.


Notas:
Spoiler
Não me matem por causa deste capítulo! Embaracoso; Sei que ficou um pouco triste, mas espero que isso não vos afaste da história, pois ainda há muito para acontecer Razz
#196
Tou a ler a tua fic há já algum tempo, e devo confessar que está muito gira...
continua!, embora eu ainda vá prai só no capitulo 5 mal posso esperar por ler o proximo study!
#197
rmmr111 escreveu:Tou a ler a tua fic há já algum tempo, e devo confessar que está muito gira...
continua!, embora eu ainda vá prai só no capitulo 5 mal posso esperar por ler o proximo study!

Muito obrigada, rmmr111! ^__^ Eu acabei de colocar um novo capítulo, mas em princípio agora vou demorar um pouco mais a actualizar a história. Ainda bem que estás a gostar, fico mesmo muito satisfeita que o tamanho não te esteja a desencarojar a leitura! Razz

Muito obrigada Very Happy
#198
*Kaoru escreveu:
rmmr111 escreveu:Tou a ler a tua fic há já algum tempo, e devo confessar que está muito gira...
continua!, embora eu ainda vá prai só no capitulo 5 mal posso esperar por ler o proximo study!

Muito obrigada, rmmr111! ^__^ Eu acabei de colocar um novo capítulo, mas em princípio agora vou demorar um pouco mais a actualizar a história. Ainda bem que estás a gostar, fico mesmo muito satisfeita que o tamanho não te esteja a desencarojar a leitura! Razz

Muito obrigada Very Happy
não, de modo algum! eu tb escrevo capitulos grandes nas minhas fics por isso jatou habituadolol!
#199
matar te?
deixar de ler a historia?
a rapariga passou se de vez!!

o capitulo esta lindo, embora triste, ficou maravilhoso!
a maneira como descreves te o meio envolvente, as sensaçoes e sentimentos que a Bunny ia exprimentando ao longo de todo o capitulo!!

adorei e estou cada vez mais presa a esta historia!
fico, ansiosamente, a espera do proximo capitulo!


#200
o capitulo está divino...
oh...tive a ler o manga e vi la a uma parte onde aparece a barqueira..meu deus exactamente como imaginei ao ler a tua fic...tens imenso jeito a transmitir o que queres!!
Fiquei sem palavras...
sera que plutao um dia ficara boa? oh fizeste me lembrar tanto dela...mesmo em coma arranjou maneira de ajudar...lindo..
e a pequena chibi usa...o futuro esta mesmo em perigo...
ja estou ansiosa por ler outro capitulo! o que e que irao fazer agr que sabem o que se passa no futuro?
Disseste que vais demorar a actualizar a fic?! oh...nao faças isso..eu nao sei se aguento...



"jovens escritores, nao resistem a chocolate? Especialmente Kinder? Entao cuidado, o gang anda rondando"
...............
Fic: "Sailor Moon- o último suspiro"

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