Sailor Moon Portugal, A Navegante da Lua

A verdadeira força de Serenidade - o Poder Absoluto cap.12

#21
Gostei bastante do que li. A tua maneira de escrever é maravilhosa e parece que tens umas boas ideias que farão desta Fic uma daquelas em que ficamos presos até ao final. E sim está pequenino este capitulo mas isso melhora com o tempo não te preocupes, daqui a algum tempo se for preciso já estás a escrever capitulos que precisaram de ser divididos em 2 LOL.

Só te posso dizer que gostei bastante e pedir-te que continues assim!
Jokinhas!

Thank you Dumpling! *w*
#22
Olaaa obrigada a todas! =)
Ainda bem que estão a gostar...
sim,eu sei que está um pouco pequenino mas os próximos serão maiores!
fico super feliz por estar a receber tão boas críticas, para mim que adoro e passo a vida a escrever ou a rabiscar =)
Obrigada Dumpling... parece me k vou gostar de ti Razz

prometo que farei os capítulos maiores meninas sim?
divirtam-se e continuem a ler.

Beijinhos a todas =)


Fanfic: O princípio do fim: a verdadeira força de Serenidade cap.12 act 07/02/14
Tinoco-chan es simplesmente adorável, muito obrigada ^^
#23
Capítulo 2: O sonho não é segredo


Serenidade continuava abraçada à pequena Chibi-usa que em nada reclamava dos abraços ternos e calorosos da mãe. Continuava a mexer nos seus cabelos como se nunca os tivesses visto, talvez fosse da sua cor dourada ou do seu toque macio. Não importava: eram os cabelos da mamã e Chibi-usa adorava-os. Serenidade olhava da janela, como se a qualquer momento Endymion pudesse chegar. Preocupava-a aquela demora ainda mais agora que se sentia verdadeiramente receosa e preocupada, só queria que ele ali estivesse para a abraçar e dizer-lhe que tudo iria correr bem. Que todos juntos iriam enfrentar e vencer o que quer que fosse. Mas ele não estava e ela tinha medo. A criada continuava ali, enternecida, a ver mãe e filha.

Subitamente, Serenidade lembrou-se que não estava só, que nunca tinha estado e a sua expressão mudou. Com um sorriso quente e vivo voltou-se para a empregada:

- As meninas, chame por favor as meninas. Este palácio é demasiado grande para mim. Peça-lhes que venham passar cá uma temporada. Chame todas.

Estava visivelmente feliz com a ideia. Seria tudo como antes, ou quase tudo.

- Agrada-te a ideia Chibi-usa? Perguntava-lhe enquanto dançava com ela ao colo para lá e para cá. A ideia pareceu agradar a pequena que batia palmas de contentamento.

- Vamos pôr um vestido bem bonito sim? Dizia Serenidade com a sua alegria costumada.

A empregada afastou-se visivelmente feliz, com a felicidade da sua Princesa.

*************************************************************

Serenidade andava para cá e para lá, atarefada mas profundamente feliz e ansiosa com a vinda das companheiras.

- Quero que mande preparar um grande almoço, um grande almoço para as receber a todas. Quero lembrar e reviver a nossa adolescência, feita de momentos tão simples mas tão maravilhosos. Está preparada para me ver com 16 anos? Perguntava enquanto lhe piscava o olho. A Princesa tinha mudado muito. Já não era tratada por Bunny, mas sim pela sua verdadeira pessoa e essência. Já não era aquela menina doce, ingénua e infantil. Era uma verdadeira Lady, majestosa, justa, bondosa e amada. A Lua e a Terra não podiam desejar alguém melhor para os encaminhar e guiar.

- Mamã! Mamã! Pu!

Serenidade voltou o olhar para Chibi-usa que brincava no chão. Sorriu-lhe e sentou-se com ela no chão.

- Sim querida, a Pu também vem. Vêm todas. Daqui a nada estaremos aqui todas juntas.

- Mamã! Pu! Balbuciava um pouco irritada a princesinha como quem quer contar alguma coisa e se sente incompreendida.

- Minha Senhora. – Chamou a criada. – A Senhorita Susana chegou, está aqui.

- A Susana já chegou? Bem, foi bastante rápida. Disse satisfeita.

- Mas senhora, chamei-as fez agora uma hora. Nunca teria tempo de ter chegado.

Um olhar de assombro percorreu o rosto de Serenidade.
- Como poderia ela saber que teria de vir sem que lho dissesse? E, e a Chibi-usa como podia saber que estava aqui a Susana antes mesmo da criada entrar? Pensou confusa e perturbada.

- Ah, diz-lhe, sim diz-lhe que entre, que venha para aqui. A confusão aumentava e com ela aquele terror em que se encontrava desde a noite passada.

- Pu! Disse Chibi-usa num gritinho feliz e esticando os seus braços fininhos para a tímida Susana. Chibi-usa adorava-a.

- My Lady, Small Lady. Disse solenemente assim que entrou. – Como estás crescida princesa e bonita.

A princesa idolatrava verdadeiramente a Pu. Queria estar no seu colo e também mexer-lhe nos cabelos. Aqueles eram longos e lisos e a pequena princesa era verdadeiramente amorosa com os seus gestos pequeninos e carregados de ternura e leveza. Susana olhava para ela. Um dia, também ela seria a sua rainha e ainda pequena já possuía o encanto e graciosidade para tal. Mas até lá, sabia que ainda iria precisar muito de sua protecção e ajuda. Até lá ainda havia tanto para acontecer. A timidez e tristeza de Susana, desapareciam diante daquele pequeno amor que tinha ao colo. Era absolutamente maternal e inocente, era belo.

Subitamente lembrou-se do propósito da sua vinda e toda a sua expressão se desvaneceu. Não, ainda não estava na hora. Era preciso esperar, só mais um pouco e, enquanto esperava, podia continuar a brincar com Small Lady.

- Susana! Chamou ao seu lado a Princesa. Susana esboçou-lhe um belo sorriso.

- Sim my Lady?

- Ah...eu mandei chamar-vos a todos esta manhã. Mas nunca terias tido tempo de chegar. Como sabias que queria que viesses?

- Tudo a seu tempo My Lady. Não tarda nada saberá a razão.

A sensatez, a delicadeza e a discrição de Susana, tinham feito dela a única escolha que Serenidade alguma vez quis para guardiã da sua filha.

- Sei que fiz a escolha mais acertada. Toda esta timidez e tristeza, por viver sozinha e isolada no Portal do Tempo, fizeram dela uma pessoa calma, paciente e generosa. Tinha um coração enorme e era fiel e, a minha pequena Princesa traz um pouco de alegria ao seu coração. Sim, nunca tive dúvidas. Teria de confiar nela, como até agora...

- Senhora, as Princesas acabam de chegar.

Serenidade numa empolgação que não queria nada esconder, afastou aqueles pensamentos que não sabia ainda digerir e que neste momento não eram precisos porque queria apenas estar com elas.

- Que bom, diz-lhes que venham para aqui. Vem Susana, traz a Chibi-usa.

O reencontro foi maravilhoso. Tinham acordado que haveriam de apoiar a sua Princesa e, como Princesas também elas, haveriam de ajudar a governar este reino imenso que era o Universo. Cada uma no planeta guardião, representaria Serenidade como Senhora do Universo, a estabelecedora da Paz Universal.

Tantos abraços, risos, beijos e felicidade, fizeram daquele momento único, um momento que fez lembrar os 14 e os 16 anos, quando iam comer bolos ou passear no parque. Agora havia responsabilidades, mas elas estariam unidas para sempre pela amizade e, naquele momento, Serenidade sentiu que nunca lhes devia ter pedido tamanha tarefa, que só as queria com ela, para sempre.

Chibi-usa, do colo de Susana, apreciava este momento com entusiasmo. Também queria colo, beijos e abraços. Não era só para a mamã. Assim que a vislumbraram correram a abraçá-la, a ela e a Susana. Esta não sabia muito bem como reagir e, à sua maneira, estava feliz.

- Meninas, ainda bem que vieram, Mariana, Joana, Octávia, todas. Ainda bem que aqui estão. Dizia visivelmente emocionada Serenidade.

- Bem, e se fossemos comer, estou cá com uma fome... Dizia Joana para o momento se tornar cómico. Todas riram de uma gargalhada.

- Realmente Joana, há coisas que não mudam. Sorriu Ami.

- E ainda bem que assim é. Acrescentou Serenidade.

A por a conversa em dia, dirigiram-se para o grande salão. Susana movia-se em silêncio, penetrada nalgum pensamento. O almoço estava preparado e havia todas as coisinhas boas que costumavam comer há uns anos. Era tanta coisa, iriam demorar-se ali umas valentes horas, perdidas no meio de tantas iguarias e memórias. A criada aproximou-se para começar a servi-las, mas Serenidade interceptou-a;

- Não, espere. Eu sirvo o almoço. Vamos fazer tudo como antigamente. Está dispensada, tire o dia para si, para fazer tudo o que lhe apetecer.

A velha criada agradeceu a generosidade e retirou-se.

Sentadas em redor da mesa, comiam a falavam de tudo. Das doidices da juventude, dos amores, das responsabilidades, da Ultima Batalha... a expressão de Serenidade mudou. Tinha de contar-lhes, elas tinham de saber mas não tinha coragem. Por um lado, se realmente fosse um novo inimigo, precisava delas e elas mereciam saber mais do que ninguém, por outro lado não queria envolvê-las de novo em Batalhas e monstros. Queria que eles vivessem vidas minimamente normais, que se preocupassem também com as suas vidas e não só com a Missão.

- Não achas Serenidade? Perguntou Haruka.

- Desculpa?

- Tu estás bem cara de lua? Perguntou Haruka, estranhando aquela ausência de Princesa.

- Sim, estou bem, desculpem a minha distracção, pensava noutra coisa. Sossegou-as.

Mas não, não estava realmente bem. Olhava para Chibi-usa, para elas. Não conseguiria suportar tudo de novo. Os seus olhos encheram-se de lágrimas grossas.

- Desculpem meninas. Disse quase sufocada, correndo para sair da sala.

Olhavam estarrecidas umas para as outras e para toda aquela cena. Alguma coisa não estava bem.

- Bunny! Gritou Maria.

- Princesa! Suplicou Mariana.

Todas se preparavam para ir ter com ela quando Susana as impediu.

- Meninas esperem por favor. Pedia com aquela voz clemente a quem não se consegue negar nada. - Fiquem aqui com a Chibi-usa, eu vou ter com ela e confiem em mim.

Entreolharam-se mutuamente até que Rita decidiu intervir.

- Certo Susana, vai. Nós confiamos em ti. Disse Rita decidida e determinada. – Não se preocupem meninas, ela sabe o que faz.

Serenidade encontrava-se sentada junto ao lago, banhando elegantemente os seus dedos. Susana aproximou-se quase silenciosamente.

- Princesa! Serenidade não se moveu. – Não precisa de ter medo, eu estou aqui. O sonho não é segredo. Revelava-lhe num compasso certo. Serenidade voltou imediatamente o rosto.

- Sei do seu sonho, das visões que tem tido. Sei o que viu e como é verdadeiramente aterrador. Sei também que não será a única vez. Tudo o que vê nessas visões eu também vejo. A Small Lady também foi iluminada por essas visões, devido à ligação forte que mantém comigo, a protegia de Plutão e com a Princesa Serenidade, sua mãe. Não tem ainda discernimento para as compreender, para ela é como todos os outros sonhos e não sente qualquer temor. Sei também que tem medo da atitude das restantes navegantes, mas elas nunca por um momento a abandonariam. Estão dispostas a fazer tudo por si, pela Bunny e não foi um sonho quem mo disse.

Serenidade abraçou Susana, feliz por ter alguém que compreendia plenamente o que ela sentia.

- Vamos voltar para dentro e vai contar-lhes tudo.

- Sim. Disse Serenidade visivelmente mais calma e reconfortada.

Entraram no salão, estavam todas sentadas e surpreendidas quando viram Susana que trazia apoiada a si Serenidade. Sentaram-se junta delas e o silêncio era sepulcral, pois a espera, apesar de curta, revelou-se mais eterna do que a junção de muitos milénios.

- Meninas há uma coisa que preciso contar-vos. Disse com a cabeça baixa, como uma criança que faz uma asneira.

- Vá Bunny, sabes que podes contar-nos tudo. Seja o que for sabes que te iremos apoiar. Disse confiante Ami. Serenidade olhou para Susana como quem procura apoio. Esta esboçou-lhe um enorme sorriso e abanou a cabeça em sinal afirmativo, incutindo-lhe confiança. Serenidade encarou-as.

- Um novo inimigo aproxima-se. Foi assim, fria e crua. Talvez assim doesse menos, não queria chorar à frente delas, ela a futura rainha de Cristal Tokyo.

- Um inimigo? Como sabes? Perguntou Rita.

- Viste-o? Atacou-te? Perguntou consternada Maria, como se preparasse para lutar. Como Serenidade fosse sucumbir a toda aquela pressão e romper em choro, Susana acabou aquela contenda que se começava a formar.

- A Princesa não viu, nem esteve na sua presença. O novo inimigo, apareceu-lhe sob a forma de uma visão em sonhos. Apareceu-me a mim também por isso tenho total conhecimento do que viu e como é verdadeiramente horrível. Mais tarde ela irá contar-vos calmamente o que viu. A Missão tem de se unir de novo, quero que entendam que isto é superior a tudo o que já viram e tiveram de enfrentar.

Serenidade estava sentada, com os olhos a humedecerem-se de dor, de revolta.

- Na verdade, ela não queria contar-vos por medo. Não queria mais uma vez, preocupar-vos em Batalhar mais uma vez, para ajudarem a manter a paz no mundo. Ela precisa muito de vocês.

A maneira sábia e adulta de Susana lidar com os problemas, fascinava-as verdadeiramente. Haruka levantou-se.

- Cara de Lua, não acredito. Não acredito que algum dia pudeste pensar que te iríamos deixar sozinha. Disse visivelmente aborrecida.

- Bunny! Disse Rita. – Como é que isto ainda me espanta. Achas que alguma dia alguma de nós de iria deixar só?

Serenidade levantou o olhar para elas. Ami segurou as suas mãos:

- Bunny, sempre que precisaste de nós, estivemos perto para te ajudar. Quer fosse para uma Batalha, quer fosse para nos divertirmos e comer bolos como antigamente. O que nos une é a amizade e isso é indestrutível.

Serenidade secou as últimas lágrimas.

- Obrigada meninas.


Fanfic: O princípio do fim: a verdadeira força de Serenidade cap.12 act 07/02/14
Tinoco-chan es simplesmente adorável, muito obrigada ^^
#24
Esperancoso

este ultimo momento foi mesmo qrido!
principalmente a part da Ami agarrar.lhe as maos Esperancoso

vamos la ver o q vem ai!
qem sera, qem sera...

lool

Espero por mais!
Bjinho*



so uma coisa... falta um "N" no titulo, em princípio"
#25
Ola
espero que a fica nao esteja chata enm aborrecida, mas quero provovcar suspense a cada momento =)
beijinho
e obrigada pela correcção, nem tinha notado


Fanfic: O princípio do fim: a verdadeira força de Serenidade cap.12 act 07/02/14
Tinoco-chan es simplesmente adorável, muito obrigada ^^
#26
Saturno escreveu:Ola
espero que a fica nao esteja chata enm aborrecida, mas quero provovcar suspense a cada momento =)
beijinho
e obrigada pela correcção, nem tinha notado
*Nao! aborrecida?
eu n acho mas caso achasse, penso q a tua escrita pega qualqer pessoa ao ecra e eu leria de qualqer maneira Matreiro

E n tens de agradecer pela correçao, so tens eh de mudar entao Matreiro

Kissus*
#27
Como não foi um comentário do tipo, muito expansivo pensei que não estivesses a gostar.
agora ja estão maiores, os capítulos e as emoções vão ser sempre a aumentar

=) beijinho fica desse lado


Fanfic: O princípio do fim: a verdadeira força de Serenidade cap.12 act 07/02/14
Tinoco-chan es simplesmente adorável, muito obrigada ^^
#28
ai ai ai que emoção... hummmmmmmm
estou delirando com tanta ternura... gosto de como vc descreve
os dialogos... consegue passar realmente uma emoção...
quando lir fiquei imaginando vc escrevendo... deve se entregar
a cena visualizar e descrever o que está se passando na sua
imaginação... e consegue fazer com que nos leitores viva
isso...

bem é tudo que quero lhe passar...estou aqui na arquibancada
esperando por mais.... e mais... bjs Very Happy

eu escolho te louvar senhor com tudo o que sou, da minha vontade eu abro
mão, pois eu escolho o som do céu....
#29
bem, nem sei o que dizer. este suspance vai persegui-me pelo resto do dia...

quem seré este inimigo?! onde está o Gonçalo?!

espero ansiosamente pelo proximo.

bjinhu
**podem tratar-me por Vânia ou Banny-chan**


fic: Sayonara sweet days
#30
Capítulo 3: Existem outras navegantes?


- Papá! Sorria Chibi-usa, batia palmas e saltitava sentada no chão como se quisesse andar. os seus olhos negros como ébano brilhavam e tremeluziam ao pronuciá-lo, papá...

Serenidade levantou os olhos.
Ficaram cravados na parede em frente, segurava as mãos de Ami com mais força ainda. Uma espécie de visão rápida passou-lhe pelos olhos doces e perplexos, fazendo-a voltar o rosto para a porta, soltar Ami com sofreguidão e ansiedade e gritar:

- Endymion!!

Passos calmos e calculados aproximavam-se da porta. a respiração deteve-se por instantes e o vulto aproximou-se em silêncio e Serenidade, não sabendo bem porquê, não se movia.

- Então meu amor, a fazer um festa e nem convidaste? Disse sorrindo, naquele sorriso claro que era também o da sua pequena Princesa.

- Endymion!! gritou visivelmente plena de felicidade, indo correr atirar-se nos seus braços num abraço que não queria ter fim. apertava com força, como se jurasse a si mesma que não mais o deixaria ir, não sem ela. As lágrimas correram frescas e puras como a chuva da Primavera.

- Pronto Serenidade acalma-te eu já estou aqui. disse passando-lhe de leve as mãos pelos cabelos. - E não vou sair mais.

- Eu sei, desculpa. Disse agora sorrindo. - Estou apenas muito feliz. O seu sorriso era encantador.

- E quem é a Princesa linda do papá quem é? Correu Endymion no alcance das luz dos seus olhos. Pegou-lhe e fê-la girar no ar, fazendo-a rir freneticamente. Deu-lhe um beijo longo e demorado.

- Papá! Suspirou quase que aliviada a agarrou-se ao seu pescoço.

As Princesas admiravam esta bela cena, indo também cumprimentar
Endymion. Passado este momento inicial, todos se juntaram à roda da mesa. O bom humor do Príncipe não tinha desaparecido.

- Bem, continuam as mesmas comilonas do costume. disse piscando um olho. - E agora que estamos todos reunidos de novo, vamos almoçar como nos velhos tempos, onde não havia preocupações.

Todos assentiram e sentaram-se à mesa para almoçar. Serenidade, essa, estava preocupada e, como não podia deixar de ser, Susana sabia-o. Não que uma visão lho tivesse dito, mas porque era próprio, característico dela.

- Princesa. Chamou-a no seu tom de voz calmo e equilibrado. - Mais tarde falará com ele, já houve emoções suficientes por hoje. Com mais calma vai poder explicar-lhe tudo. Agora anime-se e desfrute deste momento, que é tudo o sempre desejou.

- Obrigada Susana, és a pessoa mais generosa que conheço.
Esta mostrou o seu humilde agrado com o seu belíssimo sorriso.
O almoço foi tão agradável e descontraido que se prolongou pela tarde e pela noite. Foram horas de descontracção, de reviver memórias, de gargalhadas frenéticas, como era boa a adolescência. Quando a Joana já dormia com a cabeça aconchegada no regaço de Mariana e Chibi-Usa no de Maria, perceberam que era realmente bastante tarde.

- Vamos levá-las para a cama, sem que acordem. Disse Amy.
Lá levaram as duas belas adormecidas para a cama e desejaram boa noite umas às outras.
Serenidade apoiava-se em Endymion, quando entraram no quarto Serenidade abraçou-o uma vez mais, com receio.

- Serenidade, estás estranha o que se passa? Perguntou-lhe preocupado.
Serenidade olhou-o nos olhos, como quem quer deitar cá para fora tudo de uma vez só, mas limitou-se a olhar para ele, visivelmente cansada e em silêncio.

- Estou só bastante cansada, não tenho dormido bem. o seu olhar estava abatido e distante.

- Serenidade, não me mintas. Conheço-te melhor que ninguém. Sei que se passa alguma coisa. Conta-me por favor.
Serenidade sentou-se na beira da cama e desbobinou tudo, tal e qual como era, como iria ser. Endymion não queria acreditar, tudo de novo, mas a sua total surpresa era Serenidade.

- E então? Um novo inimigo? Seja lá ele quem for nunca nos poderá vencer, não se estivermos juntos. As meninas estão connosco, não há mal algum que detenha a nossa força.
Serenidade já tinha ouvido esta promessa dezenas de vezes durante todo aquele dia,mas nenhuma lhe parecia tão convincente como aquela.

- Obrigada meu amor. Por seres assim, esta noite só quero ficar assim, pertinho de ti.
- Claro que sim, também eu. dando-lhe um longo beijo.

******************************************************************

A noite ia já alta, Serenidade dormia um sono feliz, abraçada a Endymion quando, tal como Susana havia advertido, o "sonho" apareceu-lhe novamente. No entanto, para surpresa, apenas a imagem vestida de branco, a da voz doce apareceu. Não havia o que temer, fosse ela quem fosse, o seu dever e vontade era proteger Serenidade.

- Princesa, a promessa que te dirigi ontem mantém-se. Quero e vou proteger-te. Não deves deixar-te abalar nem desfalecer mesmo que ambas saibamos que esta força é difrente, que o seu poder é descomunal e quase indomável. O seu objectivo é fazer-te temer por aqueles que amas e está a consegui-lo. Percebo o teu receio, mas não deixes que o sinta também. Todas nós estamos contigo e quero que confies piamente na Sailor Plutão. Brevemente terás notícias felizes, basta que o queiras muito...

Serenidade acordou, mas desta vez estava calma e tranquila. Era incrível como aquela presença a conseguia acalmar e tranquilizar. Voltou o rosto para a cama pequena ao lado da sua e conseguiu sentir Chibi-usa, que dormia.

- Outro pesadelo?
A voz fê-la voltar a rosto. Sorriu.

- Não Endymion, desta vez apenas um doce sonho. Posso sempre contar contigo não posso? Suplicou-lhe.

- Claro minha Princesa, sempre.
Afagava-lhe os cabelos quando ela deixou cair a cabeça tonta de sono, no seu peito...

******************************************************************

O dia clareou e o Sol tinha vindo para ficar. O dia era fresco a agora perfeito.

Susana estava acordada, encontrava-se comprenetada e pensativa, tanto que nem deu pela presença de Haruka, Mariana e Octávia. Esta última tinha-se tornado numa bela jovem mulher, com os seus 19 anos a florescerem de beleza e maturidade.

- Susana! Chamou-a.
Esta olhou-a por cima do ombro.

- Sim?

- Estás aqui há horas, quase não dormiste. O que mais que não nos contaste?

- A Princesa. Nós as guerreiras do Sistema Solar Externo temos um papel preponderante na desenrolar da história, da nossa história. Brevemente vão ocorrer mudanças. Há sailors, sailors novas das quais vocês nunca ouviram falar?

- Existem outras navegante? Perguntou Haruka.

- Sim, muitas navegantes.

- Eu sabia, tinha sentido forças novas e estranhas há muio tempo. Respondeu Octávia.

- Sim, tu e nos as três, mas principalmente tu Octávia que és a guerreira da morte e do renascimento. Nós as guerreiras do Sistema Solar Externo, temos uma capacidade forte para sentir presenças como a nossa noutros pontos distantes da galáxia, e de outras galáxias.

- Estas forças desde sempre, desde que me lembro de lutas e batalhas, que as sinto. Eram presenças fortes e cheguei a achar que eram inimigos. Quando derrotámos as forças malignas, continuei a senti-las no entanto não me assustavam, não sentia qualquer tipo de apreensão e o espelho não me mostrava absolutamente nada. Concluiu Mariana.

- Lembro-me perfeitamente de termos falado disto Mariana.
Afinal, eram só aliadas, outras sailors tal como nós.
O espanto crescia, criando confusão. - Se são sailors como nós, porque nunca as vimos antes? Porque nunca se juntaram a nós? Perguntou Haruka um bocadinho irritada e perturbada.

- Porque não tinha de ser, porque não tinham de aparecer antes. A Missão delas é esta, é agora. Só agora vão poder acordar. Esclareceu Susana.

- Acordar? Retorquiu Octávia.

- Sim, estas navegantes nâo têm memória. Não sabem o que são. Vivem apenas uma vida de mortal, simples e igual a tantas outras. Tal como aconteceu com todas vocês, elas irão despertar, recuperar as suas memórias anteriores e juntar-se à Missão.

- E quando poderemos tê-las connosco? Perguntou Mariana.
Um rajada de vento percorreu-lhes o corpo. As três olharam em volta.

- Aquelas forças outra vez. Disse Haruka.

- Sim, estão muito perto. O dia da União aproxima-se.

- Sabes quem elas são? Perguntou Mariana?

- Sim, sei quem são, os seus nomes, os seus guardiões... Respondeu complacivamente Susana - A seu tempo saberão também. Disse para evitar qualquer tipo de pergunta.

- Como vos disse, o nosso papel é fundamental, o das quatro, mas tu Octávia será o centro de tudo isto.

- Eu? Porquê? Questionou-se.

- Queres que o Universo escolha alguém melhor do que a Guerreira da destruição e do renascimento? Respondeu-lhe sem tirar os olhos da janela...


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#31
- Endymion!! gritou visivelmente plena de
felicidade, indo correr atirar-se nos seus braços num abraço que não
queria ter fim. apertava com força, como se jurasse a si mesma que não
mais o deixaria ir, não sem ela. As lágrimas correram frescas e puras
como a chuva da Primavera.

destaquei esse trexo pq foi o que mas mim chamou atenção...
... na verdade sua fic é muito interresante... cada vez que á leio
fico mas ansiosa a saber o que passará mas adiante... está otima as suas descrição, vejo que coloca a alma quando está escrevendo.. bjs e até o próximo... o que será que estão
pensando em fazer com a
Octávia pq ela??? nesse mato tem cachorro... veremos Very Happy

eu escolho te louvar senhor com tudo o que sou, da minha vontade eu abro
mão, pois eu escolho o som do céu....
#32
Anny Paula es uma fofa
obrigada por leres a minha fic =)
vou continuar a publicar mesmo que mais ninguem venha ver
Obrigada beijinho


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#33
Ele voltou!
OMG fiqei super feliz Esperancoso
serio. a serenidade desmanchou.se em lagrimas e a pqenina abraçou.o Esperancoso foi lindo.

ah novas sailors? OHHHHooohhh isso n me agraaada naaada!
ja têm uma inimiga Mongloide2 n gosto de intrusos... neste caso intrusas bah... pq n apareceram antes Mal disposto

Queres que o Universo escolha alguém melhor do que a Guerreira da destruição e do renascimento? Respondeu-lhe sem tirar os olhos da janela
*Boa qestao... o q ira responder ela???

go on ta lindo!
Bjinho*
#34
Sim novas sailors...
se não apareceram até agora, é porque o momento delas é este. preparavam-se para um mal maior digamos.
e as novas sailors...uhuhuhuhu vão dar muito que falar isso eu garanto...

Obrigada tb a ti por leres a minha fic...
=) beijinhos


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#35
e as novas sailors...uhuhuhuhu vão dar muito que falar isso eu garanto...
*Por isso msm q n gosto delas! vao ficar cm o protagonismo todo por serem novas! Dono da razao 2 e vieram meter o nariz onde n devem, o sistema solar eh protegido por nos e n por mais ninguem Mal disposto

n confio nelas *e ainda nem apareceram atençao! vejam so cmo desconfiada sou Mongloide2 Dono da razao 2 *

Obrigada tb a ti por leres a minha fic...
=) beijinhos
*lol sempre ca e as ordens!
ca espero Matreiro
#36
Não vão ficar com o protagonismo todo não...loool
não te esqueças que o título é "a verdadeira força de serenidade"
Posso já é adiantar-te que aqui algumas das nossas navegantes vão ter um papel crucial no desenrolar da história, e a octávia salta logo à vista, algumas delas serão as novas...
bem como sou querida e tal até te digo... elas serão 5, para já loool, e vão ajudar a perceber muitas coisas...

verás que vais gostar =)


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Tinoco-chan es simplesmente adorável, muito obrigada ^^
#37
Não vão ficar com o protagonismo todo não...loool
*Ainda bem! ja gosto um pouco mais delas Nao te metas cmg2

Posso já é adiantar-te que aqui algumas das nossas navegantes vão ter um papel crucial no desenrolar da história, e a octávia salta logo à vista, algumas delas serão as novas...
*Ya ja vi q sim caso n fossem, elas n entravam na historia...

bem como sou querida e tal até te digo... elas serão 5, para já loool
*5??? WHAT???? Aparvalhado
TRAGAM.ME 5 PISTOLAS JAAAAAA! ah e espadas! Esperancoso

e vão ajudar a perceber muitas coisas...
* Mal disposto eh bom q sim ou mando.as po sitiozinho de onde vieram a pontapeEsperancoso... no ass! Mongloide2

verás que vais gostar =)
*Hummm.............
maybe Embaracoso n sei Dono da razao 2
se ainda fossem irmas das starlights talvez ainda iam ... pq as outer fizeram treguas cm elas mas ... agr outras....??? humm... logo se ve, logo se ve...


Matreiro
#38
ola,
finalmente net par ler e comentar esta fic que eu adoru...

a verdade é que eu não sei o que comentar, porque acho que está muito, mesmo muito boa...

por isso só posso dizer que espero ansiosamente por mais...

beijinho gande
**podem tratar-me por Vânia ou Banny-chan**


fic: Sayonara sweet days
#39
Obrigada Banny-chan =)

Beijinho


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Tinoco-chan es simplesmente adorável, muito obrigada ^^
#40
Capítulo 4: Octávia, a Escolhida do Universo

-Susana, não podes esconder uma coisa destas de nós. Nós somos as Outer, protegemos o Sistema Solar Externo, a nossa união e poder não conhece limites nem barreiras. É através da nossa força que o Sistema Solar não conhece a destruição nem a verdadeira força do mal. Sabes, sempre soubeste que fomos as escolhidas do Universo para não deixar o mal chegar perto da nossa Princesa.

A consternação de Haruka era evidente. Sentia-se rejeitada e enfurecida por sentir que talvez já não fosse suficiente o que fazia para salvar o que quer e quem quer que fosse.

- Outras navegantes? Outras? Até aqui nunca ouvimos falar da existência de mais ninguém. Na Batalha com a Galáxia, a Paz Universal esteve a um fio de se perder e vens tu agora dizer-nos “outras navegantes”? Onde estavam elas quando apareceu o “Messias do Silêncio”? Quando a Princesa chorava como um bebe acabado de nascer por não conseguir proteger-nos? Não estavam Susana. Nunca estiveram e nunca nos ajudaram quando tudo parecia perdido. Para que precisamos delas agora. Eu não preciso, não quero nem confio nelas.

A porta bateu com força, levada pela força mais magoada e inconsolável, do que furiosa ou zangada de Haruka. A rainha dos Céus, estava magoada. Susana continuava de costas, a vislumbrar aquela bela paisagem que muito rapidamente iria desaparecer, iria começar tudo de novo.

- Tens de ter um pouco mais de paciência Susana. É a Haruka, é natural dela reagir assim. Não está habituada a que as coisas sejam assim, mas não te preocupes estou do teu lado e vou ajudar-te, dá-lhe só um pouco mais de tempo para que possa assimilar tudo com calma.

Mariana colocou a mão no ombro de Susana e esta sorriu-lhe visivelmente confortada. Ter de carregar com toda esta responsabilidade sozinha, parecia-lhe, por vezes, demais para ela, pelo facto de sentir tanta ingratidão à sua volta.

- Obrigada Mariana, é preciso que alguém, alguém tal e qual como tu perceba plenamente o que isto é e representa. Temos de conseguir: pela Princesa e pelo Príncipe, futuros reis de Cristal Tóquio, pela nossa doce Small Lady que é ainda tão pequena, precisa tanto de nós, pela Paz Universal, pela Terra, por todos nós! Não devíamos estar a pensar em namorados? E pela primeira vez, a tímida Susana rasgou um belo sorriso quente.

Octávia balançava sozinha, no baloiço do jardim. Não pensava sequer em baloiçar, porque ser a guerreira escolhida do Universo não lhe parecia fazer muito sentido.

- A escolhida do Universo? Pensava e falava para si própria.- Não sei, não entendo isto. Há tantas navegantes, a Haruka é uma belíssima e destemida guerreira, protege a Missão e a todos nós como se de a vida de um pequeno bebé se tratasse. Ou então a sensibilidade e força da Mariana, mas não sou eu.
E o seu rosto entristeceu-se.
- Tenho consciência plena de todo o poder que tenho, de tudo o que posso causar e...e tenho medo...

- Não temas medo Octávia. Sei, como desejava não poder saber, tudo o que sentes, tudo o que cada uma de vocês sente. Tu és a melhor escolhida e disso eu não tenho dúvidas. Disse-lhe Susana tentando fazê-la perceber que não havia o que temer.

- Este poder Susana, este poder que tenho é imenso, maior que muitas coisas que já vi. Elas não sabem, elas não o conhecem mas ele vive dentro de mim e anseia por sair. Tenho medo,medo de não o conseguir controlar, de cometer erros do passado.
Um misto de revolta e medo faziam-na perder o equilíbrio.

- Este poder é teu Octávia. O Universo assim o quis, e se entregou a ti acreditou e eu também que mais ninguém seria melhor guardiã para ele do que tu.Que mais ninguém saberia ou poderia utilizá-lo melhor do que tu. Tem fé Octávia, acredita em ti.

- Já viste Susana? O que eu posso fazer? Dar e tirar vida sem que isso me custe absolutamente nada? Tens noção de como é grandioso?
Quantos, diz-me, quantos não estão sedentos de uma força assim?
E isso fazia-a sentir-se na imensidão de uma abismo sem fim.

- Muitas querida Octávia, muitos. Ele é teu e sei que vais usá-lo com sabedoria. Quero que estejas alerta, uma missão aproxima-se para ti.

- Uma Missão?

- Sim. E nada de perguntas, sabes que não as posso responder ainda que queira. E vamos anima-te, quero ver um sorriso a condizer com esses belos olhos.

Octávia sorriu.

- Isso mesmo! Sorriu também Susana. E a tua missão neste momento é mantê-lo.

- Obrigada Susana. Por seres, com as meninas, a minha família.

- Vocês são a melhor família que alguém poderia ter. E vamos buscar a pequena Small Lady, vamos levá-la a dar um passeio.
Susana tentava encorajar a jovem guerreira e fazê-la esquecer um pouco a Missão. Afinal era só uma rapariga a quem não era permitido ter uma vida banal.

- Sim vamos. Disse visivelmente mais animada.

Encaminharam-se as duas para o palácio a fim de irem buscar a pequena infanta para um passeio no parque. Estarem sempre ali fechadas não era saudável, era bom verem outras pessoas, outros lugares.
A pequena traquina estava sentada no chão do grande salão, sobre um grande manta rodeada de brinquedos.
Assim que viu chegar Susana estendeu-lhe de imediato os bracitos a pedir colo.

- Puh!

- Sim Small Lady, vim buscar-te para irmos dar um passeio no parque, só as três. Eu, tu e a Octávia. Que te parece?

O entusiamo estava estampado no rosto da pequena, só por poder estar com a sua querida Puh.

- Sim, parece-me que te agradou a ideia. Vamos lá avisar a mamã que vamos sair?

- Sair Susana? Mas será seguro?

- Mi Lady, não pode estar sempre a pensar no mesmo. É preciso que as nossas vidas corram o mais normalmente possível. A Octávia encontra-se um pouco desanimada e as duas adoram-se. Brincarem um pouco no parque fará bem a ambas.

-Susana, sempre tão sábia! O que seria de mim sem ti? Pois vão e divirtam-se.

E por um momento todas se esqueceram de que havia algo ou alguém que queria destruir a humanidade.
O parque tinha um ar fresco e puro de crianças e namorados. O dia estava belíssimo com o lago parado a ondular levemente na brisa.
Chibi-usa queria brincar e Octávia satisfez a vontade da pequena. A pequena Chibi-usa não conseguia ainda manter-se muito tempo de pé mas queria jogar à bola com Octávia, não queria jamais dar parte fraca.

- Não chibi-usa vamos sentar-nos, as duas sim? E podes atirar-me a bola e é mais fácil para ti.

O brincadeira decorria animada quando o vento, de mansinho decidiu brincar também. Empurrou a bola pelo ar e lá foi, cair no meio dos arbustos. A pequenita olhava em todas as direcções, procurando por ela.

- Fugiu "Tá"! Fazendo ar de profundo espanto. Octávia ria divertida daquela inocência.

- Espera um pouco, a Tá vai buscá-la sim?

Assim que se levantou e olhou em volta, sentiu-se fraquejar. Levou de imediato a mão à cabeça, quase perdendo os sentidos.

- Octávia!! Gritou Susana e correu ao seu encontro. - Octávia que se passa? Sentes-te mal?

- Susana? Nã-o. Foi só uma tontura. Está tudo bem.
A bola apareceu, mas não vinha sozinha. Trazida pelas mãos de uma bela jovem que se aproximou da pequena Chibi-usa. Assim que viu o sorriso desta, percebeu que a bola lhe pertencia.

- É tua certo pequena? Vá toma cuidado para que não voe para longe. Aproximou-se da pequena e afagou-lhe o rosto com carinho e uma expressão de perplexidade lhe assombrou o rosto..

- Ah...estes olhos!São os olhos dele...são iguais aos dele! Endymion!

Octávia sentiu-se fraquejar de novo...

- Small La-dy. Articulou Octávia com dificuldade.

Susana correu para a princesa, pegando-a no colo fazendo a estranha como que acordar de um sono profundo.

- Ah? Desculpe, vim só devolver a bola. Desculpe-me sim?

Octávia estava a levantar-se do chão, as forças voltavam novamente ao seu corpo.

- É ela! Murmurou para si Susana, com Chibi-usa ao colo, enquanto via afastar-se numa frenética corrida aquela estranha...


Fanfic: O princípio do fim: a verdadeira força de Serenidade cap.12 act 07/02/14
Tinoco-chan es simplesmente adorável, muito obrigada ^^

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