Sailor Moon Portugal, A Navegante da Lua

A Flor de Pandora

#681
prontos enganei.m >.<
é o q dá escrever à noite Embaracoso'''
qeria dzer extraordinário, óptimo, formidável, tava a pensar noutra coisa qq qdo escrevi aqilo >.<
eu amei msmo dsculpa >.<



merci, André <3
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Hapinnes in colour motion... porque a cor é, afinal, a base de toda a felicidade! - by dizzy

#682
Princess Serenity escreveu:prontos enganei.m >.<
é o q dá escrever à noite Embaracoso'''
qeria dzer extraordinário, óptimo, formidável, tava a pensar noutra coisa qq qdo escrevi aqilo >.<
eu amei msmo dsculpa >.<

Não peças desculpa, Gabizinha, estava a brincar contigo, eu percebi Very Happy

E já agora, para todos, a próxima parte está para breve Embaracoso
#683
Desculpem o double-post, mas já passou mesmo muito tempo :Embaracoso':

Desculpem ter demorado tanto, mas... A segunda parte virá hoje ou amanhã. É só para avisar Wink
#684
Que bom! Mal posso esperar! Very Happy

Um grande, grande obrigada pela sign e pelo avie Xaninha kida! ^^



Jovens escritores, nao resistem a chocolate? Especialmente Kinder? Então cuidado, o gang anda rondando
#685
Parte II

Um sorriso. Várias pétalas brotavam do seu interior, rodando numa espiral arroxeada e branca, levando consigo um perfume delicado e tão intenso. Os lábios arqueados eram mais quentes que o sol; eram o sol duma tarde de Primavera. Fragmentos de uma memória desconhecida; as mãos largas e fortes, o cabelo negro a esvoaçar no céu, os olhos cristalinos e banhados de compreensão. E tantas pétalas nessa memória, como uma sombra que resguarda e conforta, companheira de segredos infinitos. Por que razão não eram rosas, Bunny não sabia. Mas sabia que eram bonitas, e isso bastava-lhe.

Bunny…

Não acordes agora. As memórias serão suficientes. Se acordares, o que restará? Um espírito errante, incapaz de estender os seus dedos para aqueles que sofrem? Não foste capaz de proteger aqueles que amavas. Sucumbiste, perdeste. Não te resta nada neste mundo de comiseração; apenas a tua.

Bunny!

***

A dor fluía-lhe pelas veias num reboliço interminável, manchada pelos borrões de sangue que deslizavam pelo pavimento encharcado. Cada gota que caía do céu ecoava nos seus ouvidos num rufar incessante e demasiado altivo para ser ignorado. Talvez se abrisse os olhos a dor atenuasse um pouco. Bastava um pouco, um pouco para que se convencesse de que havia realmente sucumbido. Que a sua vida havia finalmente terminado, numa rua de Tóquio. Bastava erguer as pálpebras e fitar o rosto satisfeito do anjo que trouxera a punição. Bastava um gesto, um gesto tão difícil.

Abre os olhos, Bunny. Não estás sozinha!

Na escuridão, era mais fácil distinguir os contornos dos rostos das amigas. O olhar compreensivo e carinhoso de cada uma delas, os seus sorrisos, as suas faces. Era mais penoso do que imaginara e, por isso, num acto desesperado, abriu as pálpebras para uma escuridão interrompida pela luz fraca dos candeeiros de rua. O céu negro, pautado por alguns trovões, tais ramos de árvores luminosos, continuava o seu choro lastimoso, ignorando firmemente que também os seres humanos imitam o seu gesto natural e espontâneo. Com a face deitada sobre o solo, Bunny mirou um pedaço ensanguentado do seu cabelo loiro, incrivelmente inerte e pálido, onde um fragmento de sombra repousava, certamente proveniente do homem que acabara de a matar. Então, estava feito. Acabou.

Subitamente, um objecto pontiagudo caiu diante de si. Estava manchado de sangue e assemelhava-se muito às setas que Peo havia utilizado para atingir Bunny. Incapaz de compreender com exactidão o que se passara, Bunny reparou que a sombra tremia, como se se tratasse da extensão da copa de uma árvore que dança alegremente ao sabor do vento. Tentando ignorar os lampejos de dor que sentia naquele momento, Bunny esforçou-se por erguer um pouco a cabeça, procurando uma resposta para aquele problema sem solução aparente. Diante de si, uma capa esvoaçava ligeiramente, lambendo o passeio e voltando a erguer-se num ondular constante. Ao vê-la, Bunny conteve um suspiro de surpresa e pavor quando os seus músculos se contraíram num esgar defensivo. Estava, definitivamente, viva; podia afirmá-lo não pelas dores que percorriam todo o seu corpo, não pela sensação demasiado vívida da chuva a envolvê-la, mas sim pela expressão de raiva do homem que a tentara assassinar, impedido pela figura encapuçada que anteriormente a ameaçara e atacara Mário.

- TU! – grunhiu Peo, dando um salto para trás. A figura, com a mão ensanguentada, libertara a seta que se alojara no braço esquerdo, depois de ter empurrado Bunny duma morte certeira. Na sua mão direita, uma espada surgia ameaçadora e enorme, onde a face de Peo, marcada por rugas de irritação, surgia reflectida. Durante breves segundos, ambos estudaram-se até que um trovão marcou o início da luta.

Incapaz de compreender aquela situação, Bunny observava a luta dos dois inimigos, obviamente marcada pelo desejo da morte de um dos intervenientes. O instinto dizia-lhe para se tentar arrastar para longe dali, mas, no seu interior, sabia que não seria capaz de o fazer. Enquanto procurava apoiar a perna ferida no solo, Bunny tentava encontrar uma solução para aquela luta sem fundamento, onde o objectivo de ambos os lutadores era o mesmo. Um homem que a acusava de ter destruído o mundo e o seu irmão, fosse ele quem fosse. Uma mulher que a ameaçara, atacara Mário e Gonçalo. A dor a incendiar-lhe os membros, incapacitando-a de fugir dali, embalada pelo ritmo frenético da luta que se desenrolava naquele lugar.

Ao mesmo tempo que se procurava habituar à dor, Bunny assistia aos movimentos ágeis dos seus inimigos, assombrada pelas capacidades muito superiores às suas próprias. Embora não utilizassem qualquer tipo de poder como as navegantes, o modo como se esgueiravam e desviavam dos ataques unicamente para contra-atacar de seguida era impressionante. Peo optava por saltar de árvore em árvore, procurando ganhar espaço e tempo suficiente para enviar setas à sua oponente que, por sua vez, lhe acompanhava tão de perto as intenções ao ponto de quase lhe conseguir acertar com a lâmina da sua espada. Era um círculo vicioso de tentativas e perseguições que certamente já a teria deixado cansada se fosse ela própria quem estivesse a lutar.

“Vamos, Bunny, anda! Levanta-te!” – pensou para consigo própria, sentindo ambas as pernas a tremer à medida que tentavam suportar o seu peso. As feridas, embora não muito profundas, rasgavam-lhe a pele e ardiam demasiado, fazendo com que lágrimas lhe inundassem os olhos. Faltava pouco para que se conseguisse erguer, o que já seria um avanço. Depois disso, tentaria esgueirar-se para as sombras e pensar no que poderia fazer a seguir.

Um som seco, acompanhado por um grito de dor, fez com que Bunny estacasse, procurando pelas árvores um sinal do que se havia passado. Ao perscrutar os ramos, Bunny conseguiu distinguir Peo a escorregar e a embater contra o solo, libertando o arco e ficando totalmente desarmado. A figura encapuçada surgiu imediatamente a seu lado, apontando a espada directamente ao pescoço do jovem homem condenado à morte. Sem pensar nas consequências dos seus actos, Bunny ergueu-se finalmente e, com esforço, apontou o braço na direcção da figura.

- Não! Não o mates!

O capuz da mulher moveu-se ligeiramente quando se apercebeu de onde provinha aquele grito desesperado. Embora a tivesse tentado assassinar, Bunny não suportava a ideia de ver Peo morto. Por momentos, podia jurar ter visto mágoa no seu olhar raivoso, um arrependimento por entre o desejo frio e amargo da sua morte e acreditava que devia existir algo mais nas suas intenções. Talvez até tivesse razão em querer a sua morte, Bunny não o sabia, mas ansiava por tal. Se pudesse apenas interrogá-lo, se pudesse saber...

Um segundo bastou para que tudo mudasse. Um segundo decorrido no intervalo do brotar dum trovão no céu escuro. Bunny viu aquele sorriso satisfeito, um sorriso zombeteiro da sua própria ignorância e inocência. Viu Peo a erguer a perna e a pontapear a figura encapuçada que, apanhada de surpresa por tal acção, se desequilibrou e, procurando escapar ao ataque eminente, enterrou a espada no ombro esquerdo do homem. Um grito avassalador quase dilacerou os ouvidos de Bunny, um grito de desespero e dor. A figura encapuçada, tomada de sobressalto pelo seu próprio gesto, retirou a espada manchada de sangue num movimento demasiado rápido, fazendo com que o seu capuz deslizasse e revelasse a sua identidade. Nesse preciso momento, Peo desapareceu na escuridão, resignado pela profundidade da sua ferida e da derrota.

Era o momento ideal para Bunny escapar. Com Peo fora do seu alcance e aquela mulher presa pelos seus próprios movimentos, com o olhar perdido pelo que havia feito, ninguém notaria se caminhasse sorrateiramente para a escuridão e fugisse. No entanto, tal possibilidade nem lhe passou pela cabeça, tal era o peso da revelação que lhe fora dada a conhecer. Não, era impossível. De todas as pessoas, de todas as memórias, de todas as criaturas. Não, era impossível.

O engano, demasiado amargo para ser digerido com facilidade, era tudo quanto existia naquela noite quente de Verão. Existia em cada gota que caía do céu, em cada pedaço de vento que levantava os cabelos de ambas as pessoas que ali se encontravam, em cada respirar indiscreto, em cada consciência. Naquele tudo, naquele nada. A traição, a impotência. A ingenuidade. Quando a face da mulher finalmente a mirou, Bunny deu um passo atrás, um reflexo da consciência de que podia cair a qualquer momento. Aquele rosto. Aqueles olhos. A pessoa que a ameaçara, a pessoa que considerara como sua inimiga. Como é que não tinha percebido antes?
#686
Cada passo que diminuía a distância entre as duas era um interminável rol de perguntas. Bunny queria fugir, mas não conseguia; por alguma razão qualquer, doía demasiado. Doía tanto quanto as feridas que, abertas para o mundo, choravam consigo própria. Cada passo que diminuía a distância aumentava a mágoa. Os cabelos dela, ondulantes na noite que parecia eterna, contrastavam com a cor cristalina dos seus olhos. Um âmbar manchado de sombras. Agora, Bunny sabia o porquê delas. E, no seu interior, talvez preferisse continuar na ignorância que a salvaria de tantos tormentos e provações. Salva da ironia que fora desejar uma vida normal com a companhia dela.

- Desculpa, Bunny, mas temos de te tirar daqui.

A face de Ayame, mais pálida do que os relâmpagos que a iluminavam esporadicamente, era um mistério que Bunny já não desejava descortinar. Todas aquelas revelações, trazidas das sombras, eram demasiado para si. Não queria ter de pensar, não queria ter de perguntar o que quer que fosse. Queria apenas fugir, desaparecer daquele cenário. A capa negra de Ayame trazia-lhe recordações penosas, memórias que desejava erradicar da sua vida, daqueles longos meses que tivera de suportar. Sentira-se bem com ela, procurara a sua companhia e, no fundo, sempre soubera.

- Bunny, sei que estás confusa, mas não há tempo para explicações. – sussurrou Ayame, parecendo constrangida e impaciente. – Vamos, antes que...

Um estrondo repentino cortou a frase de Ayame que, sobressaltada, deu um passo atrás para não colidir com o homem que acabara de se interpor entre ela e Bunny. Embora a sua capa também fosse negra, o suave e familiar perfume a rosas que emanava acalmou momentaneamente Bunny, proporcionando-lhe uma ténue e falsa sensação de segurança. Logo de seguida, sentiu umas mãos a apoiá-la e erguê-la à medida que alguém a arrastava suavemente para as sombras.

- Então eras tu quem nos perseguia e atacava! – gritou o Mascarado, olhando Ayame através da sua máscara.

Emudecida, Ayame observou a navegante de Marte a amparar Bunny, consciente da situação em que se colocara. Sabia, no entanto, que a situação exigia medidas desesperadas. Com a espada ainda ensanguentada na sua mão, Ayame fechou os olhos e suspirou, como se pensasse no próximo passo a dar.

- Não quero lutar com vocês mas, se tiver de o fazer, não hesitarei. – respondeu lentamente. – É melhor fazerem aquilo que vos digo para que ninguém saia magoado.

- Magoado?! – gritou Marte, subitamente enraivecida. – Em que estado achas que está a Bunny?! Tudo por tua culpa!

- Não fui eu quem a atacou.

- Desta vez, queres tu dizer. – cortou o Mascarado. – Afinal de contas, quem és tu?! O que é que pretendes de nós?

Ao abrir os olhos, Ayame reparou nas sombras que se iam consolidando em seu redor, revelando as formas femininas que iam surgindo, ofegantes e encharcadas. A pouco e pouco, todas as navegantes, avisadas por Marte, haviam chegado ao local onde sabiam que Bunny estava. A surpresa inicial devido à sua presença foi-se gradualmente metamorfoseando numa raiva latente e contida, consequência da traição que cada uma sentia a florescer. O olhar inquiridor de cada uma delas era prolongado pelo rufar das gotas de chuva que lhe iam amansando o cabelo, uma cascata negra, escurecida pelos contornos da noite.

- Quero que me entreguem os Fragmentos. Será mais fácil se mos entregarem de livre vontade, pouparemos tempo e esforço.

- Poupa-me. – disse Úrano, elevando a voz num tom ameaçador. – Queres que conte por ti? Não achas que somos suficientes para dar cabo duma...

- Úrano! – disse Neptuno, olhando-a com surpresa.

- Duma pessoa sem escrúpulos como tu. – completou, mordendo a língua para não deixar escapar um insulto menos próprio.

- Não duvido. – replicou Ayame, contendo um suspiro. – Mas há coisas que vocês não sabem e que não podem entender. Se ficarmos muito tempo aqui, o mundo mudará e não haverá salvação para vocês. Só com os Fragmentos em minha posse ficarão a salvo. Presumo, no entanto, que a vossa resposta continue a ser negativa.

- Podes apostar que sim. – disse Júpiter, colocando-se em posição de ataque. – Fizeste mal em subestimar-nos. Vou castigar-te em nome de Júpiter por teres atacado a nossa princesa!

Bunny queria gritar novamente, impedir que as suas amigas lutassem por algo que não considerava valer a pena. Sentia-se a perder progressivamente toda a esperança naquilo em que vinha a acreditar, naquilo em que confiara. No entanto, esse grito morreu nos seus lábios quando o choque embateu contra o seu peito, no preciso momento em que a navegante de Júpiter se elevou no ar e caiu aos pés da navegante de Mercúrio. Esta, por sua vez, também apanhada de surpresa pelo ataque que a amiga sofrera, apressou-se a ampará-la, constatando, com alívio, que se encontrava apenas um pouco dorida. Uma mulher com um fato de guerreira navegante erguia a mão em frente a ambas, obviamente a responsável pela salvaguarda de Ayame. Uma mulher que, apesar de tudo, era extremamente familiar...

- Trata delas, Sailor Aluminum Siren. – disse uma voz a seu lado. – Eu trato das outras.

- Oh, mas não nos apresentamos? – perguntou a rapariga de cabelos azulados amuada.

- Não sejas parva, minha idiota! – gritou Lead Crow, cujos cabelos castanhos, tais como os de Ayame, pareciam sombras no seio da noite negra. – Elas sabem perfeitamente quem tu és. Vai!

Demasiado surpreendidas com o aparecimento das duas mulheres, as navegantes demoraram algum tempo a reagir aos ataques que ambas enviaram em diferentes direcções, procurando atingir o grupo das guerreiras do espaço interior e exterior em separado. Enquanto Aluminum Siren tratava de atacar as guerreiras do espaço interior, rodopiando no ar e caindo graciosamente em cada local, Lead Crow deslizava furiosamente por entre as guerreiras do espaço exterior, combinando a sua força com uma agilidade impressionante. Emudecida com aquela situação, a navegante de Marte, que ainda apoiava Bunny, hesitou em juntar-se às suas amigas para as ajudar, receando deixar a rapariga ferida sozinha. Como se lhe ouvisse os pensamentos, Bunny gemeu e empurrou a navegante, pedindo-lhe numa súplica muda para que terminasse aquela situação. Depois de sorrir e acariciar levemente a nuca de Bunny, Marte apressou-se a atacar Aluminum Siren com um jacto latente de fogo, investida que esta facilmente evitou.

Bunny assistia à cena com a confusão espelhada no olhar, incapaz de reagir ou seguir os movimentos de cada um dos intervenientes naquela cena surreal. Por entre as mulheres esbaforidas e extenuadas, conseguiu distinguir a silhueta do seu amado a competir contra Ayame, erguendo o bastão e fazendo-o chocar contra a espada afiada. Apesar de desejar ser útil naquela situação, a dor das feridas, ainda demasiada, incapacitava-a de se transformar, frustrando-a e causando-lhe uma enorme sensação de impotência. Não compreendia o porquê daquela luta, o porquê da rapariga que considerara sua amiga desejar apoderar-se dos Fragmentos e o súbito aparecimento de duas inimigas que já deviam ter morrido há muito.

A frustração, transformada em pequenas lágrimas, rolava pelo seu rosto triste e repleto de mágoa. Se simplesmente existisse uma forma de parar tudo aquilo, de impedir que tudo voltasse ao mesmo... Se somente existisse um escape daquela realidade incompreensível. Uma fuga. Um som. Um chamamento. Uma palavra.

Bunny…

O seu nome, a doçura intemporal duma voz mágica. Instintivamente, Bunny rodou o seu corpo para trás, afastando a atenção da luta desenfreada. E lá estava ela; enorme, eterna. A mulher de branco que sorrira e a acariciara com um toque invisível. Os seus braços, cujos contornos perfeitos se erguiam numa disposição simétrica, convidavam-na a aproximar-se, a abraçar aquela que lhe sorria. Parecia-se tanto com alguém, com uma pessoa que há muito deixara de fazer parte da sua vida, que morrera por sua causa... Parecia-se tanto com...

- Mãe...?

Ao olhá-la com mais atenção, Bunny viu o rosto da mulher a iluminar-se, revelando a face duma mulher jovem, aproximadamente da sua idade, incrivelmente parecida a si própria. Os cabelos soltos assemelhavam-se aos seus quando desfazia os odangos para dormir, com a única diferença do brilho esbranquiçado que soltavam a cada segundo que passava. Se aquela era a sua mãe, estaria segura. Durante momentos, apenas escassos momentos, recordaria de novo uma vida que já não lhe pertencia, uma vida na qual, por certo, havia sido feliz. Lentamente, Bunny foi avançando na direcção daquela luz quente e maternal, de braços ligeiramente abertos. Cada passo que dava aliviava-lhe as dores, como se a proximidade daquela mulher lhe curasse as feridas que, de facto, se fechavam e saravam. Faltava tão pouco. Mãe. Tão pouco. Filha.

Seriam uma só. De novo.
#687
No cerne da luta, Ayame esforçava-se por manter Bunny debaixo de olho enquanto procurava, de alguma forma, imobilizar o Mascarado. No entanto, a persistência daquele homem obrigava-a a distrair-se durante vários momentos, consciente de que, se desse um passo em falso, sucumbiria ao seu ataque. Um pouco irritada com aquela situação, Ayame rodou para o lado, ignorando os lampejos de dor que o seu braço sofria esporadicamente, e tentou escapar do seu atacante, optando por ir subir aos ramos das árvores. Contudo, a rápida resposta deste não se fez demorar, seguindo-a de perto e quase abatendo-a da árvore.

- Pára! – gritou Ayame, impedindo um ataque com a lâmina da espada. – Eu preciso dos Fragmentos! Vocês não compreendem!

- Nunca te deixarei tocar na Bunny. – replicou furiosamente o Mascarado, esforçando-se por atingir a mulher que magoara o seu amigo e a sua amada. – Nunca!

Depois de se esgueirar novamente duma investida do seu oponente, Ayame recomeçou a sua corrida desenfreada pelas copas das árvores, procurando avistar Bunny por entre a confusão que era a da luta que se desenrolava debaixo dos seus pés. Atrás de si, o Mascarado seguia-a de perto, incapaz de compreender como é que aquela mulher, a qual não aparentava ter poderes de maior calibre, conseguia mover-se com tamanha destreza praticamente inumana.

“Onde é que ela está?!” – perguntou-se Ayame, deslizando o olhar por entre os vultos coloridos que dançavam numa luta interminável. – “Bolas... Será que...”

Subitamente, um trovão cortou o ar e, após um estrondo descomunal, caiu directamente em frente a Ayame, incendiando e destruindo a árvore que se encontrava diante de si. Apanhada de surpresa, a rapariga sentiu o desequilíbrio a arremessá-la e a projectá-la do ramo onde pousara, acabando por embater contra o solo. Um ruído seco, acompanhado por uma dor avassaladora, instalou-se no seu braço ferido, quase fazendo com que desmaiasse. Depois de morder o lábio e evitar um grito, Ayame ergueu a cabeça, tentando compreender o que se passara ao certo. Horrorizada, viu Bunny a avançar pela escuridão, em direcção a um muro onde, pousado neste, uma sombra aguardava. A sombra.

Ayame quis gritar. Correr na direcção da rapariga que caminhava para o abismo. Para o fim do mundo. E, no entanto, via já o fim antes de este acontecer. O fim preconizado e anunciado pelos braços esperançosos da rapariga loira que avançava para a perdição. Não. Por favor, não deixes. Depois de tudo, depois de milénios. Depois de uma longa solidão. Não, por favor. Não.

- NÃO!

Quando tudo aconteceu, cada uma das pessoas que se encontrava naquele local sentiu o impacto de uma forma diferente. Mercúrio sentiu uma onda gelada a envolver-lhe o peito e a arremessá-la contra o solo, impossibilitando-a de agir; Marte gritou, as chamas a brotarem-lhe da testa e a desfazerem-lhe a tiara brilhante; Júpiter expirou e perdeu imediatamente o equilíbrio; Vénus chorou lágrimas de dor e de desalento; Úrano tapou os ouvidos e mordeu os lábios até à exaustão; Neptuno cerrou os punhos e caiu ao lado da companheira; Plutão abriu os olhos espantada numa agonia profunda; Saturno perdeu imediatamente os sentidos, incapaz de suportar tamanho sufoco. O Mascarado, ainda por entre as copas das árvores, perdeu o equilíbrio, chocando com o solo e desmaiando. E Bunny, por entre os braços de uma sombra dilacerante, sorria. Um sorriso que se desvaneceu quando a voz da mulher ecoou pelo ar e as palavras desfilaram por entre as guerreiras, destruindo as suas tiaras e quebrando consigo um sonho.

- Não...

Bunny esforçava-se por se afastar daquela mulher que a fitava, com um sorriso de satisfação a banhar-lhe os lábios finos. Apesar das suas feridas estarem saradas, uma maior cortava-lhe o coração; o preço da sua ingenuidade. As suas amigas, tombadas no chão, contorciam-se com a dor, algumas delas agarradas às testas onde pequenos pedaços de cristais brilhavam, expulsos das tiaras quebradas. E tinha sido ela a causa do seu sofrimento.

- Princesa da Lua, finalmente. Finalmente encontramo-nos!

Espantada com aquela voz suave e alegre, Bunny olhou directamente para a mulher que pairava à sua frente. Embora a sua face se tivesse alterado, revelando os seus verdadeiros contornos, continuava a ser uma mulher bela e fascinante. Os seus cabelos, apanhados na nuca numa espécie de rolo, deslizavam de seguida pelo ar, ondulados e excessivamente encarnados, acabando por alisar nas pontas que lhe tocavam no final das costas. Usava um vestido negro, da cor dos seus olhos, cujas mangas largas escondiam as suas mãos. Parecia excessivamente doce e feliz, como uma adolescente educada que mal pode conter a excitação.

- Devo dizer que ansiava já por este momento há muito tempo. – prosseguiu, falando pausadamente. – Infelizmente, uns contratempos impediram-me de fazer uma visitinha mais cedo. Mas são tudo águas passadas, não é verdade? O que importa é que, apesar de tudo, estamos aqui.

- Quem és tu...? – balbuciou Bunny, incapaz de acreditar no que via.

A mulher, sempre sorridente, riu-se, causando um arrepio a Bunny. Aquela voz gelada contrastava drasticamente com a sua aparência jovem, a face desprovida de rugas e de qualquer sinal de envelhecimento. Depois de terminar, a mulher dirigiu o seu olhar a Ayame que, caída no chão, se esforçava por se erguer.

- Vejo que ninguém te explicou. Bem, será mais fácil assistir a tudo, não é? – perguntou, ao mesmo tempo que estalava os longos dedos. Imediatamente a seguir, um homem surgiu a seu lado, envergando uma capa negra idêntica à de Peo, e Bunny reconheceu-o como sendo aquele que resgatara a mulher que expulsara do corpo de Plutão. A mulher... Aquela mulher. A mulher que era a sua inimiga. Horrorizada, Bunny compreendeu o erro que cometera ao considerar Ayame a sua verdadeira inimiga. Aquela mulher fora a que ocupara o lugar de Plutão e tentara apoderar-se dos Fragmentos, iludindo-as e ludibriando-as. Aquela mulher.

Inesperadamente, vários gritos de dor ressoaram pelo local, obrigando Bunny a voltar a cabeça para constatar que os Fragmentos giravam numa espiral cíclica e destrutiva. Recordou-se imediatamente das palavras de Rita quando lhe dissera, por via de Vio, que, se os Fragmentos fossem reunidos, livres dos seus invólucros, causariam a destruição do Mundo. Movida pelo desespero e pelo facto de já estar curada, Bunny transformou-se em Sailor Moon, a fim de impedir o que desfilava perante os seus olhos, mas já era tarde de mais. Em poucos segundos, viu os Fragmentos a desaparecerem e a darem lugar a um objecto pequeno, cuja cor dourada brilhava tal estrela acabada de nascer. Imediatamente a seguir, o objecto pousou nas mãos do homem, e Sailor Moon reparou que se tratava dum jarro ricamente ornamentado.

- Minha querida Destruidora... Conheces a história do Universo?

Emudecida, Sailor Moon abanou negativamente a cabeça, enquanto olhava para aquele objecto terrivelmente belo e cativante.

- Então testemunharás o seu fim.


--

Spoiler
Desculpem mais uma vez a demora :Embaracoso':


Bem, espero que gostem desta parte. A partir de agora, vou tentar actualizar mais vezes, porque a faculdade vai começar e eu quero mesmo terminar a história Razz

Boa leitura!
#688
Já estava com saudades desta fic!

Ai ai ai ai!! Tão excitante! E tiveste de parar na melhor parte! (andas a aprender comigo n andas?).

Vai um comentário mais rapidinho mas eu n tarda tenho de ir embora que vou apanhar o comboio para Lisboa.

Bem, como sempre, adoro as tuas descrições, os pensamentos da Usagi enquanto se julgava morta, a luta, toda a acção e o ambiente tão bem descrito. Imaginei isto como se estivesse a ver o anime, aliás como nos outros capítulos.

A revelação da Ayame, é estranho como parece que começamos a saber tanto e depois descobrimos como n sabemos quase nada. Este final mostrou isto mesmo, eu pensava que finalmente estava a desvendar mais coisas e de repente aparece uma série de novos acontecimentos e uma pessoa volta a ficar como antes XD

O facto da Ayame ser essa pessoa, eu já tinha pensado nisso numa parte qualquer da fic, só que depois com o passar do tempo nunca mais me lembrei dessa teoria.

Bem... Como estou mesmo a ter de ir o comentário fica por aqui. Já sabes o que eu acho, depois completo isto melhor.

Como sempre adorei! 1746 vezes adorei! XD Fico ansiosamente à espera do próximo capítulo.

*mim vai embora, mas não sem antes deixar um cesto cheio de ovos da kinder à Kaoru Embaracoso*

Um grande, grande obrigada pela sign e pelo avie Xaninha kida! ^^



Jovens escritores, nao resistem a chocolate? Especialmente Kinder? Então cuidado, o gang anda rondando
#689
Não me lembro da última vez que comentei, mas pronto... Eu li!!! Eu leio sempre! Matreiro
Afinal sempre estava certa. A Ayame é boazinha! O meu sexto sentido continua melhor que nunca... Matreiro
E o jarro... É-me algo familiar... O jarro com o qual Pandora é representada, talvez. O jarro que contém todos os males do mundo... Mas que, no entanto, possui também a Esperança...
Hum... Gostei da maneira como descreveste as memórias da Bunny. Como uma flor... Começo a pensar que, se calhar, o título remete mesmo para isso. As memórias de Pandora... O início do universo provavelmente estará relacionado com isso... Matreiro
Hum... Destruidora... Bem, há quem considere a Pandora como sendo a destruidora do mundo. Mas eles estão a chamar destruidora à Bunny... O que significaria que a Pandora seria ela e não a Ayame, como eu penso que é. Mas, de facto, faz algum sentido segundo o meu raciocínio... o.O
Flor -> memórias
Destruidora -> Pandora -> Bunny
As memórias da Bunny... Destruir o passado dela para que ela não possa ter um futuro? Argh, acho que dei um nó no cérebro de tanto pensar... x'D
Mais uma vez, repito... Adoro a maneira como escreves, adoro como consegues meter-nos a fazer esta e outra teoria, adoro a história... Surprised.o:
Como desta vez houveram muitas revelações, deixo-te um camião cheio de ovos kinder gigantes e retiro-me, esperando um novo capítulo brevemente. Embaracoso
#690
Muito obrigada pelos rápidos comentários! Very Happy


_S.E.A_, como sempre, muito obrigada! Very Happy Eu também já estava com saudades de colocar qualquer coisinha Razz E é claro que aprendo contigo, tenho de retribuir as *quase* paragens cardíacas que me provocas enquanto leio a tua história, hehe.

Ainda bem que achaste as descrições do mesmo nível que as anteriores, estava com receio que este capítulo fosse decrescer em termos de qualidade nesse sentido. É engraçado teres essa sensação em relação à Ayame, nunca pensei nisso... Mas fico contente por andar a trocar-vos as voltas Razz

Talvez tenha sido por causa dos cabelos ondulados que descrevi nessa pessoa. Na altura, não confirmei nem afastei a hipótese... Razz

Espero que tenhas feito uma boa viagem Embaracoso Muito obrigada pelos ovos Kinders e pelo teu comentário! Very Happy


Kristea, em primeiro lugar, obrigada por leres sempre! Fico mesmo muito feliz por isso Very Happy Obrigada também por comentares, é algo que também me deixa bastante feliz Embaracoso

É verdade, muito bem visto Embaracoso (a não ser que agora haja uma revolução e a Ayame passe para o lado negro... Estou a brincar Razz) O jarro será algo importante, faz parte do enredo crucial desta história. É provável que esteja relacionado com a "Pandora", sim, agora como... Razz

Como sempre, gosto bastante das tuas teorias! Se bem que não posso confirmar nem desmentir nada em particular. Sim, o teu raciocínio faz sentido, e há pelo menos algumas coisas que podem estar correctas... Mas já falta pouco para se saber Embaracoso

Muito obrigada por gostares do modo como escrevo! Fico sempre tão feliz quando leio isso... =] E muito obrigada também pelo camião de ovos Kinders! Very Happy
#691
i'm back.......................
lol
plo menos por agora...Embaracoso

li os 2 ultimos capitulos, n de uma vez p falta de tempo...mas li...

nao vou fazer um dakeles koments em tamanh XL pk n ando la mto bem...pa variar...mas enfim...

mas uma koisa eu vou dizer....
eu sabia k a mulher d cabelo castanho c algumas ondulaçoes ao lado sa cara era a Ayame...eu sabia...=p
lala lala lala...

mas afinal ela n é a Evilesca...lol (k raio d nome m haveria de sair)

pa mim a senhora k deu o ceptro a bunny foi a tal Lunesca (isto é só escas....lol)...mas a tal Evilesca, sinceramente nao sei...sera k era a rival da Lunesca?

mas voltando aos fragmentos...eu agora tive uma ideia...mas n sei se é boa...pk m lembrei k a saturno xorou antes d destruir o MP e arredores...poderia ter sido ela a criadora das ditas lagrimas...mas tb se assim fosse as irmas trata-la-iam komo tal...e nao komo ás outras navegantes...
p isso pode ter sido a lunesca a xorar as tais lagrimas...nao?e se foi ela a fundadora do mp, pode ter sido tb a criadora, ou algo parecido, do cristal prateado...nao???
e sendo assim, provavelmente os fragmentos precisarao do cristal prateado da bunny pa destruirem o mundo.....ou koisa parecida...nao???ou entao precisarem do ceptro k pertenceu á lunesca e k agora esta c a bunny...
so estou é super intrigada c o papel da Ayame nisto tudo...pk é obvio k ela é do tempo do MP...pois o Vio lembrou-se dela e deu ate a sensaçao de a ter conhecido mto bem...e ele conhecia a Martedo tempo do MP...

n me lembro d mais nada p onde m por a especular...
tb n estou c mta cabeça pa isso...e ate ja escrevi mais do k o k estava a espera....loool....
foi so komeçar c uma as minhas teorias....
enfim...ja n estou a dizer coisa c koisa...
p isso é melhor parar p aki....lool
senao n tarda entro em off topic e dps ralham cmg...
looool
Embaracoso
bem...continua a escrever pois eu adorooooooo
ler esta fic
Embaracoso
bijitx e mtos ovinhos kinder pa dar força no inicio da faculdade...
Embaracoso
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sonhar nao mata...mas magoa...e por vezes ainda mais do que qualquer ferida fisica...
#692
moonlight, já estava com saudades tuas! Very Happy Oh, espero mesmo que as coisas fiquem melhores contigo... E espero que o que se passe contigo não seja nada de muito grave...!

Obrigada por leres a história e por comentares também, fico mesmo muito feliz por saber Embaracoso Quando à mulher "Evilesca" (gostei do nome, e até posso dizer que o nome dela começa pela mesma letra desse que lhe apelidaste Razz), não sei se me expliquei muito bem, mas ela utilizou como disfarce aquela imagem da mulher bela de cabelos prateados que iludiu a Bunny. A sua verdadeira forma, por assim dizer, é a dos cabelos encarnados como se mostrou no final do capítulo Wink

Mais uma vez, eu gosto tanto destas teorias! Embaracoso A ideia da Saturno realmente é boa, mas não posso dizer nada acerca disso, mais uma vez Razz Mas disseste algo, por entre as tuas teorias, muito acertado. E é algo que se vai saber dentro de muito em breve Embaracoso

O papel da Ayame será revelado no próximo capítulo. Aliás, há imensa coisa que vai ser... Posso já dizer que vão perceber várias coisas sobre ela, e não só Smile

Muito obrigada pelo teu comentário e pelos ovos Kinder! Very Happy Fiquei realmente muito feliz por te ver por aqui Very Happy Espero que a história te continue a agradar! ^__^
#693
tambem tive bastantes saudades destes capitulos...
plo menos acertei kk koisita em relaçao ao nome da dita evilesca...loool

bem se acertei kk koisita no meio de tantas teorias...axo k deve ter sido o facto d os fragmentos precisarem da nossa kida bunny pa destruirem o mundo....ate pk lhe xamam destruidora...ne berdade??? mas a parte do cristal prateado ser uma especie d "kinto fragmento" ou seja dos fragmentos precisarem do cristal prateado pa entrarem em acçao tb n m parece d deitar fora...e digo isto p kausa do k m tinhas dito em relaçao a minha 1ª teoria (no primeiro koment a tua fic, akele em tamanho super XXL XD), em k supostamente os fragmentos eram as 4 petalas de uma flor (a tal flor d pandora k da titulo a esta maravilhosa fanfic) e k o cristal prateado (ou talvez o coraçao puro da bunny...lembrei.m agora disto) o centro dessa mesma flor....mas ha uma koisa k deita a baixo esta teoria....e k os fragmentos kdo se uniram n formaram uma flor incompleta, mas sim uma pekena jarra...
mas espera um pouco...eu lembro da serie k os coraçoes puro tinham akela forma tipo em estrela...mas tb poderia ser uma flor...se bem k seria uma flor estranha, a n ser k mudasse d forma...ou algo assim....naum sei...
e é melhor parar p aki antes k komece c teorias um tanto ou kto eskesitas tipo a da saturno k m saiu a bokadito...loool
so uma pergta...a evilesca é uma nova personagem....certo??
é k so m lembro d uma komeçada p E, k é a eugénia...e axo k ela n tinha o kabelo assim...e alem disso a eugenia era so uma "empregada" do dr. tomoe...n teria a kapacidade pa agora ser a evilesca da fic...lool

e n t preokupes cmg pk isto passa...ando so numa epoca down...mas acredita k ler a fic novamente e dar largas a imaginaçao c as minhas teorias deixa-m mto melhor..loool
enfim...k se ha-de fazer...ando apancadada...e encho o post c lool's sem sentido nenhum...mas é a vida...axo k é melhor parar antes k komece a receber ameaças... p entar em off topic...ok...n ligues...
bijitx...
moonlight
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#694
Bem, posso dizer que o Cristal Prateado terá um papel, sim, embora não posso dizer qual seja Razz Portanto, não sei se essa teoria será a correcta (eu sei que pareço um pouco má, mas não posso revelar tudo agora :Embaracoso'Smile. Quanto à flor, não se esqueçam que isto pode ser uma, digamos, metáfora... O título pode não ser exactamente algo para ser levado à letra Razz Veremos, veremos! Mas posso assegurar que as flores são mesmo importantes nesta história Embaracoso
Spoiler
A "Evilesca" (gosto mesmo deste nome! Razz) é uma nova personagem, sim, a "senhora" do Cérbe. Não é essa inimiga Wink
Offtopic:
Spoiler
Eu estou preocupada, sim... Espero que essa fase passe depressa! E acredita que até fiquei com um sorriso na cara quando disseste que a história e as teorias que fazes com ela te deixam mais contente! Very Happy

Editado pela última vez em

#695
se o titulo pode n ser pa levar a letra...a tal jarra juntamente c o cristal prateado ou a semente de estrela da bunny, n sei bem, é k poedera destruir o mundo...ou algo assim...
bem...
mas gora disseste uma koisita...
k afinal a ayame n é a senhora do cerbe (ah pouko n m lembrei do nome dele, p isso xamei-lh kk koisa relacionada c os cabelos dela...)
portt estava errada nisso...
mas tenho ideia k as descriçoes k fazias da senhora do cerbe sao mais parecidas c as k fazes da ayame do k c as da evilesca (ainda bem k gostaste do nome...lol)
ou a evilesca fazia-se passar pla ayame?
bem...
ja estou c demasiado sono pa escrever decentemente...
e bigado p t preokupares cmg nina...Embaracoso
mas isto passa...lol
e la xtou eu outra vez c os lol's...enfim...é melhor ir dormir...
ja agora...pa kdo o novo kapitulo???
lool (la estou eu outa vez...ate irrita)
mas na binka moça...inda ontem postaste este...
Mongloide
bijitx e ate sabado...
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#696
Spoiler
Ah, pensei que já tinham percebido isso... Razz Sim, o homem que apareceu ao lado da mulher é o Cérbe Smile E se a Ayame não é má, não podia ser a outra mulher Razz Esta nova mulher também tem cabelos ondulados, tal como a que descrevi. Mas tudo ficará em pratos limpos no próximo capítulo Embaracoso
Quando é que ele virá? Sinceramente, não sei... Mas espero que muito em breve, quem sabe não vos faço uma surpresa! Embaracoso

As melhoras então para ti, moonlight! Smile
#697
hallo....
entao minina kaoru...o novo capitulo nao estava para breve?
eu sei k ainda nao passou um mes...mas ja la vao 19 dias (sao menos de 3 semnas..portanto poko tempo...mas nao interessa) e nao ha ca novidades...como é??
assim chateio-me...
Mad

na binka moça... Razz
eu sei k as aulitas ja komeçaram e k esta altura a uni da um kadito de trabalho...principalmente pa kem é kaloiro...o k axo k é o teu caso, se bem k n tenho bem a certeza...
de qualquer forma...venho aki agradecer.t pelo apoio k m deste nos teus post de resposta aos meus comentarios (um poko confuso? é capaz...)..e para te dizer que ja ando melhorzita...mas k ando c alguma necessidade de um novo capitulo de uma fic cujo nome nao me lembro muito bem, mas axo k tinha kk koisa a ver c destruiçao...do tipo da caixa de pandora...mas em forma de flor (ou koisa parecida...n ligues k estou a inventar e a escrevr o k m vem a cabeça)...
Ah!!! ja sei...flor de pandora...é isso o nome da fic cujo proximo capitulo tenho necessidade de ler é : "A Flor de Pandora"...sabes onde é k eu o posso encontar??é k tenho andado a procura mas n o encontro...lool

bem...parando c a brincadeira...eu estou a espera do proximo capitulo...e como estimulo (para o caso de nao estar pronto) deixo aki 3 kinder's...um ovo, o bueno white e um bueno normal...e quando postares o novo capitulo, faxabore de dizer de kual é k gosta mais pa eu ca deixar uma caixa...(se o capitulo for de boa qualidade...pois esta claro...
Wink
(como se fosse possivel escreveres algo k n tivesse qualidade...mas enfim...)
bem...(outra vez?!?!?!)...vou-m despedir...com um bijito, e c esperanças d ainda esta semana ter kk koisita aki pa ler...
Embaracoso


ps: entao ha uma coisita que me fez trocar as ideias...é k ao longo da fic, sempre tive a sensaçao de k havia um ligaçao entre a evilesca (senhora do cerbe) e a ayame...por isso sempre pensei k fossem a mesma...porque por vezes dava a sensaçao d k a evilesca k estava a falar c o cerbe passava a ser a ayame c a bunny...por isso (e juntamente c o facto de ambas terem o cabelo encaracolado ao lado da cara) é k sempre disse que eram a mesma pessoa...mas pronto...espero k ter a resposta a isto no proximo capitulo....

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#699
Em primeiro lugar, obrigada pela resposta em meu nome, chou! Foi exactamente como disseste, obrigada Simpatico2

moonlight, o que a chou disse é verdade. Como foi para Lisboa estudar, ainda não tenho internet lá (neste momento estou a escrever de minha casa, na minha terra natal) e por isso ainda não tive o tempo necessário para acabar o capítulo e colocá-lo aqui, com muita pena minha! No entanto, nesta semana (que ainda tenho algum tempinho livre Razz) vou tentar terminá-lo para que o possa colocar dentro de muito em breve!
Spoiler
Quanto ao teu agradecimento, não é preciso! Embaracoso Espero que já estejas melhor, e também quero agradecer pelo facto da minha história te fazer sentir um pouco melhor!
#700
kakazinha aka minha filhota

tá tao lindo *.*
tive de reler td de novo para não me perder
Parabéns a fic esta divinal

http://yunime.ativoforum.com/
Aparece e diverte-te ^^
Novas novidades irão aparecer fica atento :) 

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