A Flor de Pandora
Meninos vejo que estão desesperados por um capítulo 
Bem é assim, eu vou falar em nome da Kaoru e espero que ela não se importe :
':
A Kaoru tem tido uns problemas nestes ultimos dias que a têm deixado sem cabeça para nada, por isso peço que tenham um pouco mais de paciencia e que aguardem por um post dela, ok?
Só isso que vos peço e desculpem se estou a ser chata ou a ser intrometida, apenas achei que tinha a obrigaçao de dizer isto :
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Bigada

Bem é assim, eu vou falar em nome da Kaoru e espero que ela não se importe :
':A Kaoru tem tido uns problemas nestes ultimos dias que a têm deixado sem cabeça para nada, por isso peço que tenham um pouco mais de paciencia e que aguardem por um post dela, ok?
Só isso que vos peço e desculpem se estou a ser chata ou a ser intrometida, apenas achei que tinha a obrigaçao de dizer isto :
':Bigada


Problemas a Kaoru?
O *mim preocupada*
Menina, eu n tenho vindo aki exigir nada pk sei como é n termos vontade de escrever o capítulo, termos bloqueio ou qualquer coisa assim e ter as pessoas todas a chatear. Mas se n postas o capítulo/escreves ou o que te faltar fazer por causa disso então eu compreendo.
Tás nada a ser intrometida ou chata Tixinha, ainda bem k vieste aki explicar. Eu n quero que a minha Kaoruzinha fique mal, por isso demora o tempo que quiseres para postar menina! Eu n me importo, embora me deixes mais ansiosa... Mas a fic n se pode sobrepor a tudo por isso...
*mim dá um grande abraço e uma beijoca à Kaoru*
O *mim preocupada*Menina, eu n tenho vindo aki exigir nada pk sei como é n termos vontade de escrever o capítulo, termos bloqueio ou qualquer coisa assim e ter as pessoas todas a chatear. Mas se n postas o capítulo/escreves ou o que te faltar fazer por causa disso então eu compreendo.
Tás nada a ser intrometida ou chata Tixinha, ainda bem k vieste aki explicar. Eu n quero que a minha Kaoruzinha fique mal, por isso demora o tempo que quiseres para postar menina! Eu n me importo, embora me deixes mais ansiosa... Mas a fic n se pode sobrepor a tudo por isso...
*mim dá um grande abraço e uma beijoca à Kaoru*

Um grande, grande obrigada pela sign e pelo avie Xaninha kida! ^^

Jovens escritores, nao resistem a chocolate? Especialmente Kinder? Então cuidado, o gang anda rondando
Oh, não precisam de ficar assim! *comovida por toda a preocupação aqui demonstrada*
Xaninha, é claro que não me importo! Sempre demonstraste grande preocupação comigo e só tenho de te agradecer por tudo, inclusive por isto! Muito obrigada por teres explicado tudo por mim!
Peço desculpa a todos por não ter actualizado a história tão cedo quanto pretendia. Foi exactamente como a Xana disse, tive uns problemas pessoais aos quais se foram juntando outros e outros até não conseguir aguentar mais. Por isso, não continuei a escrever e o capítulo ainda não está totalmente pronto. Mas agora já está tudo bem e prometo que actualizarei assim que possa!
Muito, muito obrigada por toda a vossa preocupação! É muito bom vermos que há pessoas que se preocupam connosco e que esta história foi, para mim, um ponto de partida para conhecer pessoas tão fantásticas como todas vocês!
.o:
Xaninha, é claro que não me importo! Sempre demonstraste grande preocupação comigo e só tenho de te agradecer por tudo, inclusive por isto! Muito obrigada por teres explicado tudo por mim!
Peço desculpa a todos por não ter actualizado a história tão cedo quanto pretendia. Foi exactamente como a Xana disse, tive uns problemas pessoais aos quais se foram juntando outros e outros até não conseguir aguentar mais. Por isso, não continuei a escrever e o capítulo ainda não está totalmente pronto. Mas agora já está tudo bem e prometo que actualizarei assim que possa!
Muito, muito obrigada por toda a vossa preocupação! É muito bom vermos que há pessoas que se preocupam connosco e que esta história foi, para mim, um ponto de partida para conhecer pessoas tão fantásticas como todas vocês!
.o:
moonlight, agradeço-te mais uma vez todo o apoio! Sem vocês não teria conseguido... Muito obrigada! 
claudia-chan, espero que tenhas passado um feliz aniversário! Obrigada pelos ovos e espero que gostes do que se passou até agora!
--
Ora muito bem, peço mais uma vez desculpas a todos os leitores pela enorme demora que foi para mim actualizar a fanfic. O facto é que demorei algum tempo a recuperar de tudo o que aconteceu e, ainda para mais, andei em muitas correrias por causa da faculdade... Mas, e finalmente, já passou tudo e vamos agora às novidades!
Mudei radicalmente tudo o que tinha planeado para este capítulo e, portanto, tive de escrever tudo de novo. Ainda nem acredito bem no que fiz... Acho que vocês vão matar-me! Mas, veremos... Ainda não sei se fiz uma asneira, espero que não
O capítulo está um pouco diferente do habitual, com muitos mais diálogos, porque há revelações. Algumas são um pouco apressadas, mas teve de ser, porque a história está a chegar ao fim e ainda falta muito clímax pelo meio. Dito isto, e apesar de tudo, espero que gostem! Muito obrigada a todos de novo!
Ah, e posso dizer que é hoje que vão ter novo capítulo. E isto é mesmo, mesmo verdade

claudia-chan, espero que tenhas passado um feliz aniversário! Obrigada pelos ovos e espero que gostes do que se passou até agora!

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Ora muito bem, peço mais uma vez desculpas a todos os leitores pela enorme demora que foi para mim actualizar a fanfic. O facto é que demorei algum tempo a recuperar de tudo o que aconteceu e, ainda para mais, andei em muitas correrias por causa da faculdade... Mas, e finalmente, já passou tudo e vamos agora às novidades!

Mudei radicalmente tudo o que tinha planeado para este capítulo e, portanto, tive de escrever tudo de novo. Ainda nem acredito bem no que fiz... Acho que vocês vão matar-me! Mas, veremos... Ainda não sei se fiz uma asneira, espero que não

O capítulo está um pouco diferente do habitual, com muitos mais diálogos, porque há revelações. Algumas são um pouco apressadas, mas teve de ser, porque a história está a chegar ao fim e ainda falta muito clímax pelo meio. Dito isto, e apesar de tudo, espero que gostem! Muito obrigada a todos de novo!
Ah, e posso dizer que é hoje que vão ter novo capítulo. E isto é mesmo, mesmo verdade

Capítulo XVII
Suspeita
~Um novo desabar~
Suspeita
~Um novo desabar~
Embora as cerejeiras já não despertassem nas suas danças idílicas, rodeadas por mil pétalas esvoaçantes, o Verão parecia um quadro primaveril, embalado pela serenidade do seu ambiente hospitaleiro e suave. Para grande deleite da maior parte das pessoas que se lembravam de olhar para o céu, o dia prosseguia calmo e ameno, banhado por um sentimento de paz e harmonia. Algumas famílias, regozijadas pelo equilíbrio que a natureza decidira adoptar, haviam abandonado as suas casas para passearem livremente pelos parques da cidade, ignorando os bafejos de fumo dos automóveis. Nada as podia incomodar, não com a brisa nem demasiado fresca, nem demasiado tórrida, não com a luz do sol, nem demasiado branda, nem demasiado forte. Aquele dia amanhecera num cantar idílico e prometia terminar da mesma forma.
Alheias às considerações das outras pessoas, dez raparigas riam-se sem hesitações ou pudor, embaladas pelo sentimento de serenidade que flutuava pelo horizonte. O muro que delimitava a vivenda onde Haruka, Mariana, Susana e Octávia viviam parecia mais resplandecente e vivo, abandonando a cor cinzenta que teimara em adoptar ao longo de todos aqueles anos. No seu interior, o amplo jardim rivalizava com os mais belos parques naturais de todo o Japão, não pela sua magnificência, mas sim pelo sentimento de alívio que parecia ter pousado nas flores, árvores e arbustos para os tornar mais brilhantes, altivos e vivos. Os lírios que atapetavam os vários vasos, meticulosamente escolhidos e conservados por Mariana, desabrochavam na sua beleza pura e singela, enquanto que a relva fresca e macia convidava a quem a mirasse a mergulhar os pés nus em si mesma. No centro do jardim, uma mesa larga e rectangular suportava as dezenas de pratos confeccionados por Maria e Susana, convidando as pessoas que ocupavam os seus lugares a petiscar tudo o que ainda repousasse na loiça branca.
- Bunny, isso aí é para mim, ainda não provei! – resmungou Joana com os pauzinhos de madeira na mão, olhando de soslaio para a rapariga que observava uma travessa com avidez e gula.
- Ora, Joana, mas eu vi-os primeiro! – exclamou Bunny enquanto admirava dois pequenos camarões tostados. – E devem estar deliciosos!
- Isso não é justo, Bunny Tsukino! – repetiu Joana, batendo com os seus pauzinhos nos de Bunny, tal como um espadachim desafiaria o seu rival. – Queres guerra, é?!
- Meninas, meninas! Porque é que não dividem se há dois? – perguntou calmamente Ami, tentando apaziguar as duas raparigas.
- Porque assim não saboreamos como deve ser! – gritaram ambas ao mesmo tempo, enquanto tentavam a todo o custo agarrar os camarões. Nesse momento, uma luz branca iluminou a face das duas, obrigando-as a semicerrar os olhos e a esfregarem as pálpebras doridas, o que provocou uma onda de riso por toda a mesa.
- Ah, ah, ah, bem feita! – riu-se Haruka, enquanto tirava os dois camarões e oferecia um a Mariana, que o aceitou com um sorriso. - Boa, Ayame, era mesmo disso que estávamos a precisar!
Mesmo em frente a Bunny e Joana, Ayame sorria cumplicemente com a máquina fotográfica meticulosamente empunhada nas suas mãos. A seu lado esquerdo, Maria lutava para conter as lágrimas, rindo-se quando imaginava como ficaria a fotografia de Bunny e Joana a lutarem por dois simples camarões, e até mesmo Susana e Octávia, normalmente mais sérias e contidas, riam como nunca o tinham feito.
- Ora bolas! – resmungou Bunny, fingindo-se aborrecida com a situação. – E eu que queria tanto comê-los!
- Oh, Bunny, desculpa, mas vocês estavam tão engraçadas! – replicou Ayame enquanto pousava a máquina no colo. O seu sorriso obrigou Bunny a abandonar aquela posição amuada, sentindo-se incapaz de lutar contra a honestidade da rapariga. – Eu dou-vos os meus, mas partilhem, por favor! – acrescentou, dando o seu prato onde sobravam dois camarões idênticos aos que Haruka e Mariana saboreavam. Sem discussões, Bunny e Joana engoliram de um trago só o petisco, satisfeitas com o resultado.
Enquanto mastigava um bolinho de arroz confeccionado por Maria, Bunny observava as amigas com deleite e prazer. Todas pareciam estar a divertir-se mais do que nunca, sorrindo abertamente e correspondendo a todas as brincadeiras que eram realizadas. Com satisfação, verificou também que Susana, cuja muleta repousava a seu lado, se ria como nunca, o que significava que as dores e cansaço provocados pela possessão da inimiga esmoreciam a cada momento que passava. O almoço decorria melhor do que estava à espera e deu por si a aprovar o convite que fizera a Ayame para as acompanhar durante aquele pequeno convívio. Todas as raparigas tinham-na aceite de braços abertos e, para seu espanto, até mesmo Haruka, normalmente mais fechada a novos conhecimentos e sempre desconfiada, recebera a rapariga com agrado. De facto, e embora Bunny não conhecesse Ayame muito bem, sentia-se bem com a sua presença, como se falar com esta fosse extremamente fácil e normal. Era, em parte, por isso que a convidara; para, durante alguns momentos, poderem ter uma conversa normal, sem todas as intervenientes serem guerreiras navegantes. Assim, e durante algumas horas, podiam evitar o assunto que tanto lhe roubava horas de sono, a preocupação com o futuro e com todos os acontecimentos que envolviam o inimigo.
- A sério? – perguntou Maria espantada, o que fez Bunny regressar ao presente. – Fazes assim o sashimi? Realmente, é muito mais fácil! Onde é que aprendeste isso, Ayame? Foi a tua mãe que te ensinou?
- Oh, não, aprendi sozinha. – confessou a rapariga enquanto limpava a lente da máquina. – Os meus pais morreram quando eu era muito nova e não os conheci.
- Ah, lamento, não devia ter perguntado... – murmurou Maria, consciente da dor que era a da perda dos pais.
- Não tem importância. – assegurou Ayame com um sorriso. – Já foi há muito tempo e nem me lembro deles, para ser sincera.
- E o que fazes, Ayame? – perguntou Rita educadamente, procurando fugir ao assunto constrangedor. – Estudas, trabalhas?
- Para dizer a verdade, interrompi os estudos há pouco tempo. O dinheiro não era muito e estava com algumas dificuldades para pagar todas as despesas que tinha. Por isso, agora faço umas sessões fotográficas pagas para algumas empresas de modelos para arranjar dinheiro suficiente que me permita viver e estudar.
- Isso é muito nobre. – comentou Ami, sentindo um pouco a tristeza que devia ser para a rapariga não poder estudar.
- Mas tenciono continuar, um dia. – assegurou Ayame, encolhendo ligeiramente os ombros. – Como já completei o terceiro ano de História Mundial, não falta muito.
- História Mundial? – perguntou Octávia, olhando com interesse a rapariga de cabelos castanhos. – É a minha disciplina favorita! Então já deves ter viajado muito pelo mundo inteiro!
Embora não fosse muito perspicaz naquele tipo de situações, Bunny olhou para Ayame quando uma sensação estranha se instalou no seu estômago, tornando-a repentinamente alerta para tudo o que se passava em seu redor. Espantada com aquele sentimento súbito, Bunny abriu ainda mais as pálpebras, podendo jurar ter visto uma espécie de sombra a vaguear pelas pupilas da rapariga, tal figura sorrateira cuja moradia era o seu olhar. No entanto, a sensação desapareceu tão rapidamente quanto tinha aparecido, deixando-a intrigada e desnorteada.
- Sim, as viagens eram pagas pela Universidade de Tóquio. – replicou Ayame educadamente. – Os melhores alunos viajam pelos diferentes continentes durante algumas semanas para fazerem trabalho de pesquisa, o que acaba por se tornar cansativo, mas muito gratificante. Como a minha média era elevada o suficiente, tive esse privilégio.
A conversa prosseguiu, animada e alheia à confusão que se instalara no espírito de Bunny. Por mais que se esforçasse por entender, não conseguia compreender o porquê de se sentir tão bem na companhia de Ayame durante a maior parte do tempo e, durante céleres mas intensos momentos, desconfiada e apreensiva. Nunca antes se havia sentido assim, facto que lhe valera ser muitas vezes considerada de ingénua por Rita e Haruka. E isso preocupava-a, porque, pelo que podia constatar, mais ninguém se sentia assim.
- Oh, já é tão tarde! – exclamou a própria rapariga, erguendo-se da cadeira. – Peço desculpa a todas, mas tenho de ir andando… Além disso, queria revelar estas fotografias para depois entregá-las à Bunny.
- Não queres ficar durante mais um pouco, Ayame? – perguntou Mariana – Ainda é cedo para ires…
- Agradeço imenso, mas está mesmo na minha hora. Queria, desde já, agradecer a todas por me terem recebido tão bem. Há imenso tempo que não me divertia tanto… E, especialmente a ti, Bunny, por me teres convidado e apresentado às tuas amigas. Ficar-te-ei para sempre grata. – replicou Ayame, fazendo uma pequena vénia a Bunny que, constrangida, se apressou a aceitar os agradecimentos. A sensação de culpa intensificava o mal-estar que sentia pelos breves segundos de desconfiança que experimentara em relação à rapariga. Não, era impensável que as suas intenções não fossem honestas, depois de toda a sinceridade que a sua voz exalara. Talvez as parcas horas de sono estivessem a afectá-la… Sim, só podia ser isso.
- Ela é realmente simpática, não é? – disse Joana, depois de Ayame ter abandonado o jardim. – Já há muito tempo que não me ria tanto!
- Sim, é. Fizeste bem em tê-la trazido, Bunny, parece-me que não tem muitos amigos… De qualquer das formas, agora que ela foi embora, acho que é melhor irmos directas ao assunto que também nos trouxe aqui.
O silêncio instalou-se rapidamente na mesa outrora tão animada, como se alguém esperasse que a pessoa que se encontrava a seu lado tomasse a palavra e iniciasse a conversa. Apesar de tudo, os recentes acontecimentos ainda eram um pouco penosos para as navegantes, especialmente os sacrifícios que haviam ocorrido. Embora as suas razões estivessem já esclarecidas, nenhuma das raparigas parecia disposta a abordá-lo directamente, pela penosa recordação que oferecia a cada uma delas.
- Talvez fosse melhor começar eu. – disse uma voz feminina, obrigando todas a olharem em direcção ao solo, para onde Luna e Artémis tinham acabado de saltar. Os recém-chegados gatos saltaram para a mesa, ocupando as suas posições no centro, de onde podiam observar com clareza todas as raparigas.
- Vais finalmente dizer-me de onde é que veio o ceptro que recebi? – perguntou Bunny, embora sorrisse, contente pelo aparecimento de ambos.
- Tudo a seu tempo. Primeiro é melhor esclarecermos devidamente todos os aspectos da nossa luta antes de avançarmos… Melhor, antes de retrocedermos. – replicou pacientemente Luna, voltando a sua atenção para uma das extremidades da longa mesa. – Vamos começar do início… Sentes-te em condições de falar, Susana?
A rapariga de cabelos esverdeados assentiu com a cabeça, inspirando logo de seguida, como se procurasse forças no ar que a rodeava para iniciar o relato da sua história. Ao centrar a sua atenção em si, Bunny reparou nas finas linhas que rodeavam os seus olhos, tal como acontecia consigo própria, e compreendeu os tormentos pelos quais Susana devia ter passado, noite após noite, depois de se ter libertado da possessão da inimiga. Embora não tivesse sido sacrificada fora, sem dúvida, das que mais sofrera.
- Numa noite, há bastantes dias atrás, não sei precisar quando ao certo, tive um sonho estranho, embora não tivesse sido bem um pesadelo. Para dizer a verdade, não faço ideia porque é que me senti tão inquieta depois dele… Recordo-me vagamente de me ver a olhar para uma floresta em chamas, das labaredas que calcinavam tudo à sua passagem, dos troncos negros a caírem por terra. Embora não tivesse sido nada concreto, senti uma enorme agonia nesse sonho, como um aviso, e-
- Isso aconteceu. – interrompeu Maria, compreendendo de imediato a premonição que Susana tivera. – Foi quando eu e a Rita fomos surpreendidas pelo incêndio na floresta, o nosso primeiro contacto com uma alteração da natureza…
- E com o elemento que me estava associado, o fogo, sim. – murmurou Susana, percebendo finalmente a razão de tal sonho. – Assim já percebo melhor o que se passou.
“O que aconteceu a seguir nem eu própria sei explicar muito bem… Quando sinto uma perturbação destas, aquilo que posso fazer é expulsar o espírito do meu corpo, digamos. Sendo eu a guerreira do Tempo, tenho essa habilidade, concedida pela Rainha Serenidade do Futuro para nunca descurar a minha missão. Foi o que o fiz, sem dizer nada a ninguém, porque achava que nada de errado se iria passar e também para não vos preocupar. Nunca podia imaginar aquilo que me esperava…”
Interrompendo o seu relato, Susana olhou para as mãos, esforçando-se por encontrar as palavras certas que pudessem explicar os acontecimentos que haviam ocorrido. A seu lado, Octávia pousou as suas mãos sobre as suas, permitindo, com aquele breve contacto, transmitir-lhe um pouco de força. Grata por este seu gesto, Susana prosseguiu.
- O espaço temporal estava mais perturbado do que nunca, como se uma grande tempestade se tivesse abatido por toda a parte. As nuvens adensavam-se, os relâmpagos cruzavam cada milímetro e ribombavam sem cessar. Esforcei-me, na minha forma navegante, para controlá-los, mas era impossível. O Portão estava diferente, conseguia senti-lo, mas não percebi o porquê, até um raio atingir-me e confinar-me à escuridão. A última coisa que vi foi… O Portão a ser destruído.
- O quê?! – exclamou Rita, verbalizando a estupefacção que passeava pelos rostos das navegantes do espaço interior.
- Infelizmente, é verdade. – disse Susana, fechando os olhos e lutando contra a dor interior que sentia. Tinha sido sua culpa não ter logrado proteger o Portão, cumprir a missão que a Rainha e o Rei lhe haviam concedido, e cair nas garras do inimigo, deixando as suas amigas sozinhas e, mais tarde, na companhia deste. – A única coisa que sei foi o que Caronte vos mostrou, a minha guardiã. Os seus pensamentos são os meus e, mesmo em coma, consegui senti-lo no meu ser, portanto, sei o que se passou com a Chibiusa...
- Quanto aos restantes acontecimentos, já sabemos como se passou. – continuou Luna, procurando não tocar em demasia no assunto que tanto afectava Bunny. – No entanto, continuamos sem saber de onde é que surgiram ao certo as Irmãs e quem são os nossos inimigos. Não tens nenhuma ideia, Artémis? - perguntou Luna.
- Não, não tenho. – confessou Artémis, pensativo. – Nunca ouvi falar de Irmãs ou Lágrimas Sagradas no Milénio Prateado, muito menos de Destruidoras e afins. Tudo o que sei sobre elas foi o que vocês me contaram.
- Mas o que é que vai acontecer agora sem o Portão?! – insistiu Ami, ainda horrorizada com a ideia. – Isso vai provocar um caos imenso no Universo!
- Existem outras espécies de portões espalhados por aí. O único na nossa galáxia era este, por isso, não sei o que poderá acontecer daqui em diante… Talvez demore algum tempo até começarmos a sentir os efeitos causados pelo seu desaparecimento. A única certeza que temos é que não poderemos ter mais nenhuma visita do passado ou do futuro… E eu não terei mais nada a fazer senão lutar ao vosso lado.
As palavras de Susana ecoaram no interior de Bunny como um estilhaçar cortante e dolorosamente vagaroso. Todas as esperanças de voltar a ver Chibiusa esmoreciam por completo com aquela revelação, causando-lhe uma imensa agonia. Como é que iria viver sem a sua alegria, sem o seu sorriso? E, pior do que tudo, como iria viver com a incerteza de estar realmente viva ou morta?
- Bunny, se te sentires em condições… - começou Luna, preocupada com a expressão da amiga.
Bunny sentia os vários pares de olhos presos em si, esperando por uma resposta que ela não queria ter de dar. Desde quando é que se tornara tão fundamental? Teria sido desde que derrotara Galáxia? A verdade é que acreditava que nunca se sentiria suficientemente pronta para liderar quem quer que fosse; apenas desejava parar por momentos, parar num tempo que já passara há muito, antes dos seus catorze anos de idade. Antes de descobrir a sua missão. Não queria ter de perder pessoas que amava, ver-se confrontada com dilemas do seu passado e futuro.
- Sim, sinto. – replicou, embora soubesse a mentira que aquelas palavras evocavam.
Inquieta com o estado emocional de Bunny, Luna perguntou-se a si própria, por momentos, se devia ter aquela conversa naquela precisa altura. Contudo, sabia que tinha de ser; por mais tempo que passasse, não podia continuar a adiar aquela revelação. Sabia que Bunny teria de ser forte, mesmo que não estivesse preparada. E ela ia ser.
- Há coisas que vocês ainda não compreendem, embora já tenham passado por muito. – começou Luna, aclarando a voz para que todas pudessem ouvi-la. – Eu e o Artémis temos algum conhecimento porque nos recordamos com mais clareza de uma parte muito importante que perderam; o vosso passado.
“Como a maior parte de vocês pôde assistir, a Bunny recebeu um novo ceptro, o que lhe permitiu transformar-se e expulsar o inimigo que agia pela navegante de Plutão. Esse ceptro era o ceptro da primeira Rainha que a Lua conheceu, a maior anciã de todos os tempos que o nosso Reino teve. O ceptro Febe, cujo nome é uma homenagem a essa mesma soberana, do mesmo nome.”
Bunny ergueu o olhar, fitando Luna sem compreender. As restantes guerreiras, que nunca haviam ouvido tal nome, imitaram-lhe o gesto.
- Febe é o teu maior e mais antigo antepassado, Bunny. Foi ela que, juntamente com o povo da Lua, fundou o Milénio Prateado, com esse preciso ceptro. A Princesa Selene sucedeu-lhe no reinado, herdando o ceptro que passou de geração em geração. Por ter sido uma mulher que deteve esse ceptro desde o mais remoto dos tempos, a geração sucede sempre às mulheres. E o teu pai, o Rei Céos, adoptou esse nome sem hesitar.
- O meu… pai…? – repetiu Bunny incrédula. De facto, nunca se tinha perguntado quem fora o seu pai, simplesmente porque nunca acreditara que pudesse ter existido, talvez pela ideia de que todas as guerreiras navegantes eram mulheres. Agora, com a consciência do contrário, Bunny apercebia-se do pouco que sabia sobre si própria, das suas raízes.
- Antigamente, existia a tradição dos Reis adoptarem o nome de Céos, o companheiro da Rainha Febe. O teu pai não foi excepção, fazendo parte da nobreza da Lua. Amava imenso a tua mãe e acompanhava-a sempre, até que… Até que padeceu de uma doença súbita, aquando uma das suas visitas ao Reino da Terra. A Rainha Serenidade, grávida de ti, teve de arcar com as suas responsabilidades sozinha, criando-te sem a presença do Rei. Foi um enorme desgosto, mas conseguiu ultrapassá-lo, com a sua força e coragem.
- Pensava que não era possível os habitantes da Lua morrerem assim… - murmurou Ami.
- E não podem, porque na Lua não existem doenças. Mas, na altura, as comunicações com a Terra e os seus governantes eram limitadas e o Rei, juntamente com um pequeno séquito, ofereceu-se para tomar o lugar da sua esposa grávida e tratar pessoalmente de alguns assuntos. Infelizmente, existia um surto de uma doença mortífera que o tomou por completo…
- Sim, é. Fizeste bem em tê-la trazido, Bunny, parece-me que não tem muitos amigos… De qualquer das formas, agora que ela foi embora, acho que é melhor irmos directas ao assunto que também nos trouxe aqui.
O silêncio instalou-se rapidamente na mesa outrora tão animada, como se alguém esperasse que a pessoa que se encontrava a seu lado tomasse a palavra e iniciasse a conversa. Apesar de tudo, os recentes acontecimentos ainda eram um pouco penosos para as navegantes, especialmente os sacrifícios que haviam ocorrido. Embora as suas razões estivessem já esclarecidas, nenhuma das raparigas parecia disposta a abordá-lo directamente, pela penosa recordação que oferecia a cada uma delas.
- Talvez fosse melhor começar eu. – disse uma voz feminina, obrigando todas a olharem em direcção ao solo, para onde Luna e Artémis tinham acabado de saltar. Os recém-chegados gatos saltaram para a mesa, ocupando as suas posições no centro, de onde podiam observar com clareza todas as raparigas.
- Vais finalmente dizer-me de onde é que veio o ceptro que recebi? – perguntou Bunny, embora sorrisse, contente pelo aparecimento de ambos.
- Tudo a seu tempo. Primeiro é melhor esclarecermos devidamente todos os aspectos da nossa luta antes de avançarmos… Melhor, antes de retrocedermos. – replicou pacientemente Luna, voltando a sua atenção para uma das extremidades da longa mesa. – Vamos começar do início… Sentes-te em condições de falar, Susana?
A rapariga de cabelos esverdeados assentiu com a cabeça, inspirando logo de seguida, como se procurasse forças no ar que a rodeava para iniciar o relato da sua história. Ao centrar a sua atenção em si, Bunny reparou nas finas linhas que rodeavam os seus olhos, tal como acontecia consigo própria, e compreendeu os tormentos pelos quais Susana devia ter passado, noite após noite, depois de se ter libertado da possessão da inimiga. Embora não tivesse sido sacrificada fora, sem dúvida, das que mais sofrera.
- Numa noite, há bastantes dias atrás, não sei precisar quando ao certo, tive um sonho estranho, embora não tivesse sido bem um pesadelo. Para dizer a verdade, não faço ideia porque é que me senti tão inquieta depois dele… Recordo-me vagamente de me ver a olhar para uma floresta em chamas, das labaredas que calcinavam tudo à sua passagem, dos troncos negros a caírem por terra. Embora não tivesse sido nada concreto, senti uma enorme agonia nesse sonho, como um aviso, e-
- Isso aconteceu. – interrompeu Maria, compreendendo de imediato a premonição que Susana tivera. – Foi quando eu e a Rita fomos surpreendidas pelo incêndio na floresta, o nosso primeiro contacto com uma alteração da natureza…
- E com o elemento que me estava associado, o fogo, sim. – murmurou Susana, percebendo finalmente a razão de tal sonho. – Assim já percebo melhor o que se passou.
“O que aconteceu a seguir nem eu própria sei explicar muito bem… Quando sinto uma perturbação destas, aquilo que posso fazer é expulsar o espírito do meu corpo, digamos. Sendo eu a guerreira do Tempo, tenho essa habilidade, concedida pela Rainha Serenidade do Futuro para nunca descurar a minha missão. Foi o que o fiz, sem dizer nada a ninguém, porque achava que nada de errado se iria passar e também para não vos preocupar. Nunca podia imaginar aquilo que me esperava…”
Interrompendo o seu relato, Susana olhou para as mãos, esforçando-se por encontrar as palavras certas que pudessem explicar os acontecimentos que haviam ocorrido. A seu lado, Octávia pousou as suas mãos sobre as suas, permitindo, com aquele breve contacto, transmitir-lhe um pouco de força. Grata por este seu gesto, Susana prosseguiu.
- O espaço temporal estava mais perturbado do que nunca, como se uma grande tempestade se tivesse abatido por toda a parte. As nuvens adensavam-se, os relâmpagos cruzavam cada milímetro e ribombavam sem cessar. Esforcei-me, na minha forma navegante, para controlá-los, mas era impossível. O Portão estava diferente, conseguia senti-lo, mas não percebi o porquê, até um raio atingir-me e confinar-me à escuridão. A última coisa que vi foi… O Portão a ser destruído.
- O quê?! – exclamou Rita, verbalizando a estupefacção que passeava pelos rostos das navegantes do espaço interior.
- Infelizmente, é verdade. – disse Susana, fechando os olhos e lutando contra a dor interior que sentia. Tinha sido sua culpa não ter logrado proteger o Portão, cumprir a missão que a Rainha e o Rei lhe haviam concedido, e cair nas garras do inimigo, deixando as suas amigas sozinhas e, mais tarde, na companhia deste. – A única coisa que sei foi o que Caronte vos mostrou, a minha guardiã. Os seus pensamentos são os meus e, mesmo em coma, consegui senti-lo no meu ser, portanto, sei o que se passou com a Chibiusa...
- Quanto aos restantes acontecimentos, já sabemos como se passou. – continuou Luna, procurando não tocar em demasia no assunto que tanto afectava Bunny. – No entanto, continuamos sem saber de onde é que surgiram ao certo as Irmãs e quem são os nossos inimigos. Não tens nenhuma ideia, Artémis? - perguntou Luna.
- Não, não tenho. – confessou Artémis, pensativo. – Nunca ouvi falar de Irmãs ou Lágrimas Sagradas no Milénio Prateado, muito menos de Destruidoras e afins. Tudo o que sei sobre elas foi o que vocês me contaram.
- Mas o que é que vai acontecer agora sem o Portão?! – insistiu Ami, ainda horrorizada com a ideia. – Isso vai provocar um caos imenso no Universo!
- Existem outras espécies de portões espalhados por aí. O único na nossa galáxia era este, por isso, não sei o que poderá acontecer daqui em diante… Talvez demore algum tempo até começarmos a sentir os efeitos causados pelo seu desaparecimento. A única certeza que temos é que não poderemos ter mais nenhuma visita do passado ou do futuro… E eu não terei mais nada a fazer senão lutar ao vosso lado.
As palavras de Susana ecoaram no interior de Bunny como um estilhaçar cortante e dolorosamente vagaroso. Todas as esperanças de voltar a ver Chibiusa esmoreciam por completo com aquela revelação, causando-lhe uma imensa agonia. Como é que iria viver sem a sua alegria, sem o seu sorriso? E, pior do que tudo, como iria viver com a incerteza de estar realmente viva ou morta?
- Bunny, se te sentires em condições… - começou Luna, preocupada com a expressão da amiga.
Bunny sentia os vários pares de olhos presos em si, esperando por uma resposta que ela não queria ter de dar. Desde quando é que se tornara tão fundamental? Teria sido desde que derrotara Galáxia? A verdade é que acreditava que nunca se sentiria suficientemente pronta para liderar quem quer que fosse; apenas desejava parar por momentos, parar num tempo que já passara há muito, antes dos seus catorze anos de idade. Antes de descobrir a sua missão. Não queria ter de perder pessoas que amava, ver-se confrontada com dilemas do seu passado e futuro.
- Sim, sinto. – replicou, embora soubesse a mentira que aquelas palavras evocavam.
Inquieta com o estado emocional de Bunny, Luna perguntou-se a si própria, por momentos, se devia ter aquela conversa naquela precisa altura. Contudo, sabia que tinha de ser; por mais tempo que passasse, não podia continuar a adiar aquela revelação. Sabia que Bunny teria de ser forte, mesmo que não estivesse preparada. E ela ia ser.
- Há coisas que vocês ainda não compreendem, embora já tenham passado por muito. – começou Luna, aclarando a voz para que todas pudessem ouvi-la. – Eu e o Artémis temos algum conhecimento porque nos recordamos com mais clareza de uma parte muito importante que perderam; o vosso passado.
“Como a maior parte de vocês pôde assistir, a Bunny recebeu um novo ceptro, o que lhe permitiu transformar-se e expulsar o inimigo que agia pela navegante de Plutão. Esse ceptro era o ceptro da primeira Rainha que a Lua conheceu, a maior anciã de todos os tempos que o nosso Reino teve. O ceptro Febe, cujo nome é uma homenagem a essa mesma soberana, do mesmo nome.”
Bunny ergueu o olhar, fitando Luna sem compreender. As restantes guerreiras, que nunca haviam ouvido tal nome, imitaram-lhe o gesto.
- Febe é o teu maior e mais antigo antepassado, Bunny. Foi ela que, juntamente com o povo da Lua, fundou o Milénio Prateado, com esse preciso ceptro. A Princesa Selene sucedeu-lhe no reinado, herdando o ceptro que passou de geração em geração. Por ter sido uma mulher que deteve esse ceptro desde o mais remoto dos tempos, a geração sucede sempre às mulheres. E o teu pai, o Rei Céos, adoptou esse nome sem hesitar.
- O meu… pai…? – repetiu Bunny incrédula. De facto, nunca se tinha perguntado quem fora o seu pai, simplesmente porque nunca acreditara que pudesse ter existido, talvez pela ideia de que todas as guerreiras navegantes eram mulheres. Agora, com a consciência do contrário, Bunny apercebia-se do pouco que sabia sobre si própria, das suas raízes.
- Antigamente, existia a tradição dos Reis adoptarem o nome de Céos, o companheiro da Rainha Febe. O teu pai não foi excepção, fazendo parte da nobreza da Lua. Amava imenso a tua mãe e acompanhava-a sempre, até que… Até que padeceu de uma doença súbita, aquando uma das suas visitas ao Reino da Terra. A Rainha Serenidade, grávida de ti, teve de arcar com as suas responsabilidades sozinha, criando-te sem a presença do Rei. Foi um enorme desgosto, mas conseguiu ultrapassá-lo, com a sua força e coragem.
- Pensava que não era possível os habitantes da Lua morrerem assim… - murmurou Ami.
- E não podem, porque na Lua não existem doenças. Mas, na altura, as comunicações com a Terra e os seus governantes eram limitadas e o Rei, juntamente com um pequeno séquito, ofereceu-se para tomar o lugar da sua esposa grávida e tratar pessoalmente de alguns assuntos. Infelizmente, existia um surto de uma doença mortífera que o tomou por completo…
Bunny assentiu com a cabeça, pedindo a Luna para continuar. Custava-lhe assimilar tanta informação crucial sobre a sua vida, mas sabia que era essencial para enfrentar o que era esperado de si.
- O ceptro Febe é o mais remoto dos ceptros que permite curar por completo quem quiser. Não é mortal para quem o usa, porque a energia que o alimenta é essencialmente a do Cristal Prateado e a força de vontade de quem o empunha. Tu tinhas a força de vontade e o Cristal Prateado, o que te permitiu expulsar aquela mulher do corpo da Susana. Contudo, o ceptro esteve, durante muitos anos, perdido, quando uma das Rainhas da Lua, Lunesca, o utilizou noutro planeta e nunca mais voltou. Diz-se que esse planeta, inóspito e negro, acabou por desaparecer na escuridão, e como nenhum outro ser maligno o pode utilizar, não pudemos arriscar uma tentativa de recuperá-lo. A filha de Lunesca sucedeu-lhe no reinado e o ceptro foi considerado perdido para sempre.
- Mas, se é assim… Como é que tenho o ceptro agora?
- Não sabemos. – continuou Artémis, tomando a palavra. – A única coisa que podemos afirmar é que essa luz que viste não era a da tua mãe, nem tampouco o seu espírito. Quem quer que te tenha dado o ceptro, não foi ela.
Bunny suspirou, desiludida por não existir uma outra oportunidade de rever a sua mãe. Embora já se tivesse habituado há muito tempo que tal não seria possível, o aparecimento do ceptro trouxe-lhe essa esperança, juntamente com aquele calor tão familiar. Se não era o da sua mãe, então de quem poderia ser? De um espírito da sua antiga antepassada, Lunesca?
- Mas falta um ponto importante… Cada uma de nós possui, agora, no interior de nós, o poder dos Fragmentos que as Irmãs nos confiaram. Transformamo-nos da mesma forma, com a única diferença de que controlamos a Natureza com os nossos ataques. – disse Joana, lembrando-se dos relatos das amigas quanto ao facto de conseguirem apaziguar as catástrofes naturais que ocorriam através de ataques mais fortes. – Mas a única pessoa que continua igual é a Bunny e não se consegue transformar na sua forma eterna… Porquê?
Tinham chegado à questão que Luna mais temia em responder. Sem esconder as suas atitudes, olhou directamente para Susana, a única pessoa que já tinha compreendido tudo, devido aos seus conhecimentos acerca dos mistérios e manhas do Tempo. O seu olhar, preocupado e triste, entrelaçava-se com o da gata, criando um laço profundo que era o da consciência do destino inevitável, incapaz de ser modificado. E, por momentos, num acto quase de inveja, desejou poder ser Susana a revelá-lo, ao invés de si, para se poupar do sofrimento que causaria à rapariga que mais gostava neste mundo.
- Luna…?
A voz de Bunny obrigou Luna a confrontar a realidade. Com um pequeno suspiro, mirou a rapariga loira, o seu cansaço pálido, as suas olheiras vincadas, a sua magreza um pouco mais acentuada. Daria tudo para libertá-la daquele sofrimento e ainda mais para que as suas suspeitas estivessem erradas.
- O facto de não conseguires transformar-te na tua forma eterna indica que algo de muito grave ocorreu no futuro…
Daria tudo para não ter de ver o seu corpo erguer-se da cadeira, das suas lágrimas a escorrerem, revoltadas e maciças, pelo seu rosto esquálido.
- Aquilo que pensamos é que só um desgosto muito grande te tornaria incapaz de o fazer...
Daria tudo. Tudo.
- E que implicaria o desaparecimento da Chibiusa também. E isso só poderá ser…
Tudo…
- A morte do Gonçalo.
Tudo.
- Não devíamos ir atrás dela? – perguntou Rita, olhando para um prato sujo e vazio agora inundado pelas suas próprias lágrimas.
- Não, deixemo-la sozinha. Vamos dar-lhe tempo para se recompor. – disse Susana, amparando Octávia e olhando para o horizonte. O Sol punha-se sem rodeios, anunciando o final de outro dia. Um dia que mentira quanto àquilo que anunciara; a prova de que nem tudo é o que parece ser.
--
A partir de agora, prometo que vou fazer actualizações muito mais regulares e periódicas, para compensar-vos.
Se tiverem alguma dúvida, e se eu puder esclarecer, não hesitem em perguntar!
- O ceptro Febe é o mais remoto dos ceptros que permite curar por completo quem quiser. Não é mortal para quem o usa, porque a energia que o alimenta é essencialmente a do Cristal Prateado e a força de vontade de quem o empunha. Tu tinhas a força de vontade e o Cristal Prateado, o que te permitiu expulsar aquela mulher do corpo da Susana. Contudo, o ceptro esteve, durante muitos anos, perdido, quando uma das Rainhas da Lua, Lunesca, o utilizou noutro planeta e nunca mais voltou. Diz-se que esse planeta, inóspito e negro, acabou por desaparecer na escuridão, e como nenhum outro ser maligno o pode utilizar, não pudemos arriscar uma tentativa de recuperá-lo. A filha de Lunesca sucedeu-lhe no reinado e o ceptro foi considerado perdido para sempre.
- Mas, se é assim… Como é que tenho o ceptro agora?
- Não sabemos. – continuou Artémis, tomando a palavra. – A única coisa que podemos afirmar é que essa luz que viste não era a da tua mãe, nem tampouco o seu espírito. Quem quer que te tenha dado o ceptro, não foi ela.
Bunny suspirou, desiludida por não existir uma outra oportunidade de rever a sua mãe. Embora já se tivesse habituado há muito tempo que tal não seria possível, o aparecimento do ceptro trouxe-lhe essa esperança, juntamente com aquele calor tão familiar. Se não era o da sua mãe, então de quem poderia ser? De um espírito da sua antiga antepassada, Lunesca?
- Mas falta um ponto importante… Cada uma de nós possui, agora, no interior de nós, o poder dos Fragmentos que as Irmãs nos confiaram. Transformamo-nos da mesma forma, com a única diferença de que controlamos a Natureza com os nossos ataques. – disse Joana, lembrando-se dos relatos das amigas quanto ao facto de conseguirem apaziguar as catástrofes naturais que ocorriam através de ataques mais fortes. – Mas a única pessoa que continua igual é a Bunny e não se consegue transformar na sua forma eterna… Porquê?
Tinham chegado à questão que Luna mais temia em responder. Sem esconder as suas atitudes, olhou directamente para Susana, a única pessoa que já tinha compreendido tudo, devido aos seus conhecimentos acerca dos mistérios e manhas do Tempo. O seu olhar, preocupado e triste, entrelaçava-se com o da gata, criando um laço profundo que era o da consciência do destino inevitável, incapaz de ser modificado. E, por momentos, num acto quase de inveja, desejou poder ser Susana a revelá-lo, ao invés de si, para se poupar do sofrimento que causaria à rapariga que mais gostava neste mundo.
- Luna…?
A voz de Bunny obrigou Luna a confrontar a realidade. Com um pequeno suspiro, mirou a rapariga loira, o seu cansaço pálido, as suas olheiras vincadas, a sua magreza um pouco mais acentuada. Daria tudo para libertá-la daquele sofrimento e ainda mais para que as suas suspeitas estivessem erradas.
- O facto de não conseguires transformar-te na tua forma eterna indica que algo de muito grave ocorreu no futuro…
Daria tudo para não ter de ver o seu corpo erguer-se da cadeira, das suas lágrimas a escorrerem, revoltadas e maciças, pelo seu rosto esquálido.
- Aquilo que pensamos é que só um desgosto muito grande te tornaria incapaz de o fazer...
Daria tudo. Tudo.
- E que implicaria o desaparecimento da Chibiusa também. E isso só poderá ser…
Tudo…
- A morte do Gonçalo.
Tudo.
***
- Não devíamos ir atrás dela? – perguntou Rita, olhando para um prato sujo e vazio agora inundado pelas suas próprias lágrimas.
- Não, deixemo-la sozinha. Vamos dar-lhe tempo para se recompor. – disse Susana, amparando Octávia e olhando para o horizonte. O Sol punha-se sem rodeios, anunciando o final de outro dia. Um dia que mentira quanto àquilo que anunciara; a prova de que nem tudo é o que parece ser.
--
Spoiler
Por favor, não me sacrifiquem 

A partir de agora, prometo que vou fazer actualizações muito mais regulares e periódicas, para compensar-vos.
Se tiverem alguma dúvida, e se eu puder esclarecer, não hesitem em perguntar!
:='(: Ai mãezinha! e acabas ali????
Eu ja aqui a roer as unhas dos nerves pq a luna nunca mais se despachava...
Não gosto da Ayame, mas sinto que ela está ligada ao ceptro... isto é muito estranho...
Ai desculpa só uma coisa mas não gostei nada do nomezinho daquela antepassada "Lunesca" parece uma marca de micro ondas desculpa :
':
Adorei teres referido o pai da Serenidade mais uma peça naquele enorme puzzle que é e sempre será o milénio prateado!
Só uma coisa mas elas ficaram todas com os fragmentos? quer dizer como é isso possível partiram-nos ao meio?
e o Mário? que é feito dele?
será q ele via ser usado pelo inimigo?
e mais uma coisa que eu gostei bastante! destruíram o portal do tempo! Quer dizer que a Susana é uma inútil nem sabe guardar uma porta em condições sinceramente! se fosse eu despedia-a sem direito a indemnização!
Hunf!
O Gonçalo morre? terá algo a ver com a Alluminum siren e a Lead Crow? quer dizer mas para que é que eleas surgiram e como?????
AI TANTAS PERGUNTASSS
fico á espera de mais (desculpa o comment mixuruca mas não consigo escrever coisas grandes por agora
amanhã talvez escreva mais algo )
PARABENS!
PS: ZOMG fui o 1º!!!! weee xDDDDD
Eu ja aqui a roer as unhas dos nerves pq a luna nunca mais se despachava...
Não gosto da Ayame, mas sinto que ela está ligada ao ceptro... isto é muito estranho...
Ai desculpa só uma coisa mas não gostei nada do nomezinho daquela antepassada "Lunesca" parece uma marca de micro ondas desculpa :
':Adorei teres referido o pai da Serenidade mais uma peça naquele enorme puzzle que é e sempre será o milénio prateado!
Só uma coisa mas elas ficaram todas com os fragmentos? quer dizer como é isso possível partiram-nos ao meio?
e o Mário? que é feito dele?
será q ele via ser usado pelo inimigo?
e mais uma coisa que eu gostei bastante! destruíram o portal do tempo! Quer dizer que a Susana é uma inútil nem sabe guardar uma porta em condições sinceramente! se fosse eu despedia-a sem direito a indemnização!
Hunf!
O Gonçalo morre? terá algo a ver com a Alluminum siren e a Lead Crow? quer dizer mas para que é que eleas surgiram e como?????
AI TANTAS PERGUNTASSS
fico á espera de mais (desculpa o comment mixuruca mas não consigo escrever coisas grandes por agora
amanhã talvez escreva mais algo )PARABENS!
PS: ZOMG fui o 1º!!!! weee xDDDDD
Eu já tinha lido ontem à noite, mas eram duas da manhã na altura e estava com preguiça de fazer login
Mas vamos lá comentar agora...
Adoro a maneira como começas cada capitulo, com descrições tão profundas que me fazem começar a imaginar tudo desde o principio. Consegui visualizar na perfeição esse ambiente tão harmonioso que começas-te por descrever. Deixei-me embalar totalmente por este capitulo...
As tuas descrições estam cada vez mais profundas e perfeitas, qual escritor profissional. [Acho que o Paolini vai deixar de ser o meu ídolo para passares a ser tu x)]
É bom ver, que até mesmo a Haruka, aceitou de braços abertos a Ayame. E via-se que estam todas muito divertidas até mesmo a nossa fotórafa de serviço
Camarões? Onde? Não são para a Bunny nem para a Joana, são para mim *-*
Aquelas duas não mudam. Só tenho pen dos camarões que ficaram no meu da batalha, e a Haruka roubou-os 8D
A foto deve ter ficado realmente engraçada.
Devo dizer que estive quase com o mesm pensamento da Bunny quando começaram a surgir as revelações do passado "demasiada informação para mim de uma vez só". Mas aos poucos fui conseguindo assimilar a informação que foste dando... Realmente é estranho... Quem terá dado aquele ceptro à Bunny? Um ceptro que se julgava perdido à tanto tempo!
Acho que fiquei tão chocada como as nossa guerreiras com a última revelação O_O A morte do Gonçalo? OMG, acho que me vai dar uma coisinha má O_O
Como sempre, o capitulo está perfeito, lindo e mais uns quantos adjectivos.
Fico à espera do próximo
Mas vamos lá comentar agora...Adoro a maneira como começas cada capitulo, com descrições tão profundas que me fazem começar a imaginar tudo desde o principio. Consegui visualizar na perfeição esse ambiente tão harmonioso que começas-te por descrever. Deixei-me embalar totalmente por este capitulo...
As tuas descrições estam cada vez mais profundas e perfeitas, qual escritor profissional. [Acho que o Paolini vai deixar de ser o meu ídolo para passares a ser tu x)]
É bom ver, que até mesmo a Haruka, aceitou de braços abertos a Ayame. E via-se que estam todas muito divertidas até mesmo a nossa fotórafa de serviço

Camarões? Onde? Não são para a Bunny nem para a Joana, são para mim *-*
Aquelas duas não mudam. Só tenho pen dos camarões que ficaram no meu da batalha, e a Haruka roubou-os 8D
A foto deve ter ficado realmente engraçada.Devo dizer que estive quase com o mesm pensamento da Bunny quando começaram a surgir as revelações do passado "demasiada informação para mim de uma vez só". Mas aos poucos fui conseguindo assimilar a informação que foste dando... Realmente é estranho... Quem terá dado aquele ceptro à Bunny? Um ceptro que se julgava perdido à tanto tempo!
Acho que fiquei tão chocada como as nossa guerreiras com a última revelação O_O A morte do Gonçalo? OMG, acho que me vai dar uma coisinha má O_O
Como sempre, o capitulo está perfeito, lindo e mais uns quantos adjectivos.
Fico à espera do próximo

rmmr, muito obrigada pelo teu comentário! Já sabes que eu também gosto de acabar em momentos como aqueles 
Bem, é uma novidade para mim não gostares da Ayame! Na verdade, confesso que, quando inventei a personagem, estava à espera que várias pessoas não gostassem dela, mas pelo que tenho lido ultimamente, até aconteceu o contrário. Não vou dizer se têm motivos para não gostarem dela ou não... Logo se verá! Mas se tem alguma coisa a ver com o ceptro, hm, também não posso dizer...
Depois de pesquisar tantos nomes sobre deusas da Lua, fiquei sem muitos recursos. Se a Kristea ler isto, sabe quem é Febe de certeza
Lunesca foi puramente inventada, mas inspirada no nome de uma personagem do jogo Final Fantasy X, a Yunalesca, por isso é que o nome nem me soa muito mal 
Como te disse antes, já tinha planeado fazer uma breve referência ao Rei, porque não acredito muito que não tenha havido (é um bocado difícil de acreditar que as pessoas surjam por geração espontânea, nem na mitologia isso acontece, a não ser nos deuses primitivos e assim... Mas bem, isto não tem muito a ver com o assunto!). Fico contente por teres gostado
Os Fragmentos partiram-se, sim, e cada pedaço foi incorporado no centro das tiaras das navegantes (excepto a Sailor Moon). O Mário será abordado posteriormente
A Susana não é bem uma inútil, embora se sinta, em parte. Ela continua com a missão de proteger a sua princesa, de ajudar as Outers e, agora, de ajudar a Rita a controlar os desastres relacionados com o fogo. Mas o Portão do Tempo foi destruído, sim, e a missão dela em protegê-lo está, por enquanto, terminada. Não há nada que ela possa fazer por isso.
Eu não disse que o Gonçalo morria, é uma suspeita, a única explicação que eles têm para o facto da Bunny não se conseguir transformar na sua forma eterna e também para o desaparecimento da Chibiusa. Veremos se é verdade, hehe
Muito obrigada pelo teu comentário uma vez mais!
Likinhas, muito obrigada pelo teu comentário! Fico contente por teres gostado deste capítulo! (Mas estou muitíssimo longe de ser uma escritora como o Paolini
)
Ainda bem que gostaste da forma como o capítulo começou! Na verdade, foi a única coisa que mantive do esqueleto do capítulo que tinha escrito antes, porque até gostei dele. Acho que foi a melhor maneira de começar, transmitir aquela calma aparente.
Sim, elas estavam todas muito divertidas, era isso que queria, que se esquecessem, por momentos, dos problemas que têm, da sua missão como navegantes. Por isso é que aquela parte da Bunny é importante, para mim, quando ela confessa, em pensamento, que também convidou a Ayame para isso mesmo, de forma a que se pudessem abstrair um pouco de tudo aquilo.
A luta de camarões, hehe x) Para a próxima peço à Maria que faça uns para ti!
Queria dar aquela informação toda também com a intenção que se sentissem como a Bunny, curiosos mas confusos com ela. Acho que, pelo que disseste, consegui
O ceptro é isso mesmo, um ceptro perdido há muito e que tem o poder de curar. Lembrei-me de tal porque a Sailor Moon sempre teve este poder, curiosamente... Terapia, curar, etc.
Como já disse, se o Gonçalo morre ou não... Mistério
Obrigada mais uma vez, Likinhas! Acho que o próximo, desta vez, não vai demorar muito

Bem, é uma novidade para mim não gostares da Ayame! Na verdade, confesso que, quando inventei a personagem, estava à espera que várias pessoas não gostassem dela, mas pelo que tenho lido ultimamente, até aconteceu o contrário. Não vou dizer se têm motivos para não gostarem dela ou não... Logo se verá! Mas se tem alguma coisa a ver com o ceptro, hm, também não posso dizer...

Depois de pesquisar tantos nomes sobre deusas da Lua, fiquei sem muitos recursos. Se a Kristea ler isto, sabe quem é Febe de certeza
Lunesca foi puramente inventada, mas inspirada no nome de uma personagem do jogo Final Fantasy X, a Yunalesca, por isso é que o nome nem me soa muito mal 
Como te disse antes, já tinha planeado fazer uma breve referência ao Rei, porque não acredito muito que não tenha havido (é um bocado difícil de acreditar que as pessoas surjam por geração espontânea, nem na mitologia isso acontece, a não ser nos deuses primitivos e assim... Mas bem, isto não tem muito a ver com o assunto!). Fico contente por teres gostado

Os Fragmentos partiram-se, sim, e cada pedaço foi incorporado no centro das tiaras das navegantes (excepto a Sailor Moon). O Mário será abordado posteriormente

A Susana não é bem uma inútil, embora se sinta, em parte. Ela continua com a missão de proteger a sua princesa, de ajudar as Outers e, agora, de ajudar a Rita a controlar os desastres relacionados com o fogo. Mas o Portão do Tempo foi destruído, sim, e a missão dela em protegê-lo está, por enquanto, terminada. Não há nada que ela possa fazer por isso.
Eu não disse que o Gonçalo morria, é uma suspeita, a única explicação que eles têm para o facto da Bunny não se conseguir transformar na sua forma eterna e também para o desaparecimento da Chibiusa. Veremos se é verdade, hehe

Muito obrigada pelo teu comentário uma vez mais!

Likinhas, muito obrigada pelo teu comentário! Fico contente por teres gostado deste capítulo! (Mas estou muitíssimo longe de ser uma escritora como o Paolini
)Ainda bem que gostaste da forma como o capítulo começou! Na verdade, foi a única coisa que mantive do esqueleto do capítulo que tinha escrito antes, porque até gostei dele. Acho que foi a melhor maneira de começar, transmitir aquela calma aparente.
Sim, elas estavam todas muito divertidas, era isso que queria, que se esquecessem, por momentos, dos problemas que têm, da sua missão como navegantes. Por isso é que aquela parte da Bunny é importante, para mim, quando ela confessa, em pensamento, que também convidou a Ayame para isso mesmo, de forma a que se pudessem abstrair um pouco de tudo aquilo.
A luta de camarões, hehe x) Para a próxima peço à Maria que faça uns para ti!

Queria dar aquela informação toda também com a intenção que se sentissem como a Bunny, curiosos mas confusos com ela. Acho que, pelo que disseste, consegui
O ceptro é isso mesmo, um ceptro perdido há muito e que tem o poder de curar. Lembrei-me de tal porque a Sailor Moon sempre teve este poder, curiosamente... Terapia, curar, etc.Como já disse, se o Gonçalo morre ou não... Mistério

Obrigada mais uma vez, Likinhas! Acho que o próximo, desta vez, não vai demorar muito

*Kaoru escreveu:Não é não gostar... é tipo uma premonição (já tou armado em Rita Hino)... não sei há ali algo na Ayame que não encaixa... não consigo explicar... não sei não é não gostar é uma certa... estranheza...não sei!
Bem, é uma novidade para mim não gostares da Ayame! Na verdade, confesso que, quando inventei a personagem, estava à espera que várias pessoas não gostassem dela, mas pelo que tenho lido ultimamente, até aconteceu o contrário. Não vou dizer se têm motivos para não gostarem dela ou não... Logo se verá! Mas se tem alguma coisa a ver com o ceptro, hm, também não posso dizer...
Ainda bem que gostaste da minha amostrinha de comment

fico ansiosamente á espera de novo capitulo (ontem tava meio em baixo até m esquci de te deixar um suborno decente)
*M estende 50 ovos kinder (um por cada duvida que levantaste na minha mente) dou-te + 50 qd as responderes*
Bem, depois de tanto tempo sem comentar a tua fanfic (shame on me), acho que já tenho inspiração suficiente para o fazer. Quero que saibas que sempre li os capítulos que postavas e ficava muito contente com tal, pois adoro a tua escrita e adoro a história (tens que começar a pensar em publicar um livro, tens mais que talento para isso). Agora que tenho a minha inspiração a voltar, vou também ver se escrevo alguma coisa nova para a minha história e se comento as fics que não tenho comentado… 
Agora voltando ao que interessa (a tua fic)… Ena, a falar da titânides (é esse o feminino de titãs… Acho eu xD), em especial da Febe… A deusa dos mistérios e dos segredos… Isso faz-me recordar a palavra profecia… Não sei porquê. LOL
Hum… E também me lembra o cântaro de prata com o qual ela é representada… Talvez ainda o metas, não sei. xD
Continuo a gostar da Ayame… Acho que ela é boazinha. E aquela sombra que lhe passou pelos olhos… Isso não significa maldade propriamente, pode ser apenas um sinal de sabedoria e cansaço.
Para além disso, Ayame tem dois significados… Íris e lírio… Lírio = flor… Hum… Uma teoria? xD
Quanto a Pandora (continuo a cismar com o nome da fic, sim)… Não é que ela seja má. Simplesmente consideram-na a origem de todos os males, tendo todos os dons. E acredito que, embora a caixa pela qual ela é conhecida, apesar de conter todos os males da humanidade (hum… As catástrofes? xD), também possui a esperança. Pandora, segundo uma outra interpretação, libertou os males de modo a que os homens os pudessem enfrentar com a Esperança… Há também quem não considere Pandora a origem de todos os males, pois sem adversidade o homem não poderia melhorar. E era aí que queria chegar… E se nem tudo tiver sido provocado pela má da fita? E se houver alguém por trás de tudo a tentar ajudá-las através de desafios (e mesmo mandar outras pessoas para ajudar nos tempos mais difíceis, como a Alluminum Siren e a Lead Crow), para que quando chegasse ao momento, elas estivessem prontas a enfrentar o mal? Mais uma teoria a passar pela minha cabeça…
Agora a cena com o Gonçalo… Ele não tem tido grande actividade na fic, por acaso… E algo me diz que a teoria da morte dele está errada. Acho que a Bunny não se consegue transformar porque o Portão do Tempo foi destruído, bem como qualquer conexão que havia entre os tempos. E ela terá então que obter um poder seu, do presente, talvez sem o Cristal Prateado… Julgo que esta teoria vai bater ao lado, mas pronto. xD
O desaparecimento da Chibiusa terá de ter outra explicação… Talvez a interferência de alguém… Não sei.
E acho que me fico por aqui... Como disse lá em cima, adoro a maneira como escreves e adoro a fic. Peço desculpa por não ter comentado mais cedo. Fico então à espera de mais.
*entrega-lhe 27 ovos Kinder gigantes para compensar pelo tempo que não comentou*

Agora voltando ao que interessa (a tua fic)… Ena, a falar da titânides (é esse o feminino de titãs… Acho eu xD), em especial da Febe… A deusa dos mistérios e dos segredos… Isso faz-me recordar a palavra profecia… Não sei porquê. LOL
Hum… E também me lembra o cântaro de prata com o qual ela é representada… Talvez ainda o metas, não sei. xD
Continuo a gostar da Ayame… Acho que ela é boazinha. E aquela sombra que lhe passou pelos olhos… Isso não significa maldade propriamente, pode ser apenas um sinal de sabedoria e cansaço.

Para além disso, Ayame tem dois significados… Íris e lírio… Lírio = flor… Hum… Uma teoria? xD
Quanto a Pandora (continuo a cismar com o nome da fic, sim)… Não é que ela seja má. Simplesmente consideram-na a origem de todos os males, tendo todos os dons. E acredito que, embora a caixa pela qual ela é conhecida, apesar de conter todos os males da humanidade (hum… As catástrofes? xD), também possui a esperança. Pandora, segundo uma outra interpretação, libertou os males de modo a que os homens os pudessem enfrentar com a Esperança… Há também quem não considere Pandora a origem de todos os males, pois sem adversidade o homem não poderia melhorar. E era aí que queria chegar… E se nem tudo tiver sido provocado pela má da fita? E se houver alguém por trás de tudo a tentar ajudá-las através de desafios (e mesmo mandar outras pessoas para ajudar nos tempos mais difíceis, como a Alluminum Siren e a Lead Crow), para que quando chegasse ao momento, elas estivessem prontas a enfrentar o mal? Mais uma teoria a passar pela minha cabeça…

Agora a cena com o Gonçalo… Ele não tem tido grande actividade na fic, por acaso… E algo me diz que a teoria da morte dele está errada. Acho que a Bunny não se consegue transformar porque o Portão do Tempo foi destruído, bem como qualquer conexão que havia entre os tempos. E ela terá então que obter um poder seu, do presente, talvez sem o Cristal Prateado… Julgo que esta teoria vai bater ao lado, mas pronto. xD
O desaparecimento da Chibiusa terá de ter outra explicação… Talvez a interferência de alguém… Não sei.
E acho que me fico por aqui... Como disse lá em cima, adoro a maneira como escreves e adoro a fic. Peço desculpa por não ter comentado mais cedo. Fico então à espera de mais.

*entrega-lhe 27 ovos Kinder gigantes para compensar pelo tempo que não comentou*

Eu compreendo o sentimento, rmmr, a sério que sim! E é claro que gostei, só espero é que já te sintas melhor e o que quer que te tenha posto em baixo ontem já tenha passado! Força!
Kristea, já tinhas explicado o porquê de não teres comentado e, como disse na altura, não faz mal, porque o que é realmente importante para mim é o facto de leres e acompanhares a história! Por isso, fico muito feliz por o fazeres e ainda por cima gostares!
Decidi colocar a Febe porque está relacionada com as noites de Lua Cheia e, como falaste em profecia, ela era a deusa da profecia, associada ao famoso Oráculo de Delfos. Na verdade, devo confessar que fiquei surpreendida quanto à quantidade de divindades associadas à Lua... Agora quanto ao cântaro de prata, não tinha pensado em colocá-lo na história, mas até seria uma boa ideia, se me tivesse lembrado de tal
Oh, céus, quando leio os teus comentários fico sempre de boa aberta! És mesmo muito perspicaz quanto à história, só posso dizer que há coisas que dizes que fazem bastante sentido e, quem sabe, se não estarão certas... Bem, não posso afirmar em concreto o quê, mas tens umas teorias realmente boas. Eu fico muito surpreendida com todas as vossas teorias, e desta vez a Kristea tocou em muitos pontos interessantes!
Só com este capítulo é que o Gonçalo terá mais alguma actividade. Até agora, as personagens mais abordadas foram as navegantes do espaço interior e exterior, mas com o desaparecimento das Irmãs isso vai repartir-se mais entre a Bunny e o Gonçalo também. E, sim, como sempre, o Cristal Prateado vai ter um papel importante
Mais uma vez, não precisas de pedir desculpa! Eu agradeço muito por leres e por teres comentado, e fico também muito feliz por a tua inspiração ter regressado! ^__^ Muito obrigada pelos Kinders também!
Kristea, já tinhas explicado o porquê de não teres comentado e, como disse na altura, não faz mal, porque o que é realmente importante para mim é o facto de leres e acompanhares a história! Por isso, fico muito feliz por o fazeres e ainda por cima gostares!

Decidi colocar a Febe porque está relacionada com as noites de Lua Cheia e, como falaste em profecia, ela era a deusa da profecia, associada ao famoso Oráculo de Delfos. Na verdade, devo confessar que fiquei surpreendida quanto à quantidade de divindades associadas à Lua... Agora quanto ao cântaro de prata, não tinha pensado em colocá-lo na história, mas até seria uma boa ideia, se me tivesse lembrado de tal

Oh, céus, quando leio os teus comentários fico sempre de boa aberta! És mesmo muito perspicaz quanto à história, só posso dizer que há coisas que dizes que fazem bastante sentido e, quem sabe, se não estarão certas... Bem, não posso afirmar em concreto o quê, mas tens umas teorias realmente boas. Eu fico muito surpreendida com todas as vossas teorias, e desta vez a Kristea tocou em muitos pontos interessantes!
Só com este capítulo é que o Gonçalo terá mais alguma actividade. Até agora, as personagens mais abordadas foram as navegantes do espaço interior e exterior, mas com o desaparecimento das Irmãs isso vai repartir-se mais entre a Bunny e o Gonçalo também. E, sim, como sempre, o Cristal Prateado vai ter um papel importante

Mais uma vez, não precisas de pedir desculpa! Eu agradeço muito por leres e por teres comentado, e fico também muito feliz por a tua inspiração ter regressado! ^__^ Muito obrigada pelos Kinders também!

Oh, fico muito contente por ter teorias boas (normalmente as minhas teorias batem sempre ao lado porque falo de coisas que não têm nada a ver xD). Agora só quero ver se estão correctas. 
E finalmente, vamos ver um pouco mais de romance entre aqueles dois... Adoro o casal e tenho a certeza que farás aí uma grande história. Mas não o mates! Coitadinho do Gonçalinho... LOL
Quanto ao Cristal Prateado... Ele agora não pode interagir com o passado ou com o futuro e tem o seu poder limitado ao presente. A não ser que reconstrua o Portão, terá o seu poder algo limitado. Vamos ver como a história se irá desenrolar.
E não tens que agradecer pelo comentário, visto que é um prazer enorme comentar esta fic tão bela.

E finalmente, vamos ver um pouco mais de romance entre aqueles dois... Adoro o casal e tenho a certeza que farás aí uma grande história. Mas não o mates! Coitadinho do Gonçalinho... LOL
Quanto ao Cristal Prateado... Ele agora não pode interagir com o passado ou com o futuro e tem o seu poder limitado ao presente. A não ser que reconstrua o Portão, terá o seu poder algo limitado. Vamos ver como a história se irá desenrolar.

E não tens que agradecer pelo comentário, visto que é um prazer enorme comentar esta fic tão bela.


Desta vez o Rm comentou antes de mim... XP Agora já tá feliz! 
Adorei o inicio, como gosto sempre... Só tem ali um errito: está escrito "parecia uma um quadro", acho que o uma está ali por engano.
Gostei da descrição que fizeste ali daquele cantinho onde elas estavam e parti-me a rir com a luta da Minako e da Usagi por causa dos camarões. Looool! Pôs-me logo de melhor humor e fez-me esquecer as dores de barriga (comi demasiados amendoins ontem, agora estou a arrecadar com as consequências...
)
Continuo a gostar da Ayame, não sei se ela é má ou não, o facto de a Usagi sentir aquela desconfiança por ela e mais ninguém sentir... Não sei o que achar, sinceramente... (que eu saiba lírio em japonês é Yuri, só conhecia Ayame como sendo íris). Acho realmente estranho que a Haruka não tenha desconfiado dela ou qualquer coisa assim, ainda para mais se a Usagi sentiu alguma coisa. Não sei, ela é sempre tão desconfiada... Será que é algum tipo de "lavagem cerebral"? (ok... foi mal eu sei... não me batas).
Depois, quando a Ayame foi embora e a verdadeira reunião começou... Dei por mim a recordar todos os capítulos e acontecimentos passados, que com a história dos fragmentos até tinham sido esquecidos. E agora temos alguma explicação para eles. Eu ainda estou a assimilar essa informação toda. Mas parabéns pela criatividade, tens sempre alguma coisa com que nos surpreender. Não estava à espera que o portão do tempo tivesse sido destruído...
Céos era o nome de um titã, não era? Foi realmente interessante essa referência aos antepassados da Usagi. Dá para pensar, nunca falaram neles, nem num rei. Gostei da forma como os incluíste. Mas porque será que o ceptro apareceu neste momento?
Quanto ao facto do desaparecimento da Chibiusa e a incapacidade de transformação da Usagi na sua forma eterna, acho que não deve ter nada a ver com o Mamo-chan. Até porque, já repararam a quantidade de vezes em que ele morre/tem lavagens cerebrais ou coisa desse género? Era um bocado repetido se fosse outra vez isso... mas na falta de melhor explicação...
Eu acho que esses dois acontecimentos devem ter a ver com a destruição do portão do tempo. Talvez tenha alguma coisa a ver com aquela arma de que a inimiga falou (olha do que eu me fui lembrar...) Não pode ser o Mamoru! Já viste a quantidade de problemas que esse tipo dá! Quantas vezes é que a Usagi não o tem de salvar ou preocupar-se com ele??
(ok eu embirro com o Mamoru, o que queres?).
Gostei do fim, à minha moda... XD Pobre Usagi.
Adorei o capítulo, fico ansiosamente à espera do próximo! *dá 30 kinder joys à Kaoru e foge*
(desculpa, não consigo ver chocolates à frente neste momento... XP)

Adorei o inicio, como gosto sempre... Só tem ali um errito: está escrito "parecia uma um quadro", acho que o uma está ali por engano.

Gostei da descrição que fizeste ali daquele cantinho onde elas estavam e parti-me a rir com a luta da Minako e da Usagi por causa dos camarões. Looool! Pôs-me logo de melhor humor e fez-me esquecer as dores de barriga (comi demasiados amendoins ontem, agora estou a arrecadar com as consequências...
)Continuo a gostar da Ayame, não sei se ela é má ou não, o facto de a Usagi sentir aquela desconfiança por ela e mais ninguém sentir... Não sei o que achar, sinceramente... (que eu saiba lírio em japonês é Yuri, só conhecia Ayame como sendo íris). Acho realmente estranho que a Haruka não tenha desconfiado dela ou qualquer coisa assim, ainda para mais se a Usagi sentiu alguma coisa. Não sei, ela é sempre tão desconfiada... Será que é algum tipo de "lavagem cerebral"? (ok... foi mal eu sei... não me batas).
Depois, quando a Ayame foi embora e a verdadeira reunião começou... Dei por mim a recordar todos os capítulos e acontecimentos passados, que com a história dos fragmentos até tinham sido esquecidos. E agora temos alguma explicação para eles. Eu ainda estou a assimilar essa informação toda. Mas parabéns pela criatividade, tens sempre alguma coisa com que nos surpreender. Não estava à espera que o portão do tempo tivesse sido destruído...
Céos era o nome de um titã, não era? Foi realmente interessante essa referência aos antepassados da Usagi. Dá para pensar, nunca falaram neles, nem num rei. Gostei da forma como os incluíste. Mas porque será que o ceptro apareceu neste momento?
Quanto ao facto do desaparecimento da Chibiusa e a incapacidade de transformação da Usagi na sua forma eterna, acho que não deve ter nada a ver com o Mamo-chan. Até porque, já repararam a quantidade de vezes em que ele morre/tem lavagens cerebrais ou coisa desse género? Era um bocado repetido se fosse outra vez isso... mas na falta de melhor explicação...
Eu acho que esses dois acontecimentos devem ter a ver com a destruição do portão do tempo. Talvez tenha alguma coisa a ver com aquela arma de que a inimiga falou (olha do que eu me fui lembrar...) Não pode ser o Mamoru! Já viste a quantidade de problemas que esse tipo dá! Quantas vezes é que a Usagi não o tem de salvar ou preocupar-se com ele??
(ok eu embirro com o Mamoru, o que queres?).
Gostei do fim, à minha moda... XD Pobre Usagi.
Adorei o capítulo, fico ansiosamente à espera do próximo! *dá 30 kinder joys à Kaoru e foge*
(desculpa, não consigo ver chocolates à frente neste momento... XP)

Um grande, grande obrigada pela sign e pelo avie Xaninha kida! ^^

Jovens escritores, nao resistem a chocolate? Especialmente Kinder? Então cuidado, o gang anda rondando
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