A Flor de Pandora
E, de súbito, as quatro sementes de estrela, rodopiando no ar, desapareceram por entre as nuvens, fazendo com que Sailor Moon abrisse a boca com o espanto. As Irmãs, dando as mãos, sorriram e fecharam os olhos, deixando que, dos seus lábios entreabertos, uma linda música, diferente da que as navegantes sempre tinham ouvido, envolvesse aquele lugar. A melodia, cheia de esperança e de alegria, pairou durante segundos pelos corações de todos que viram, absolutamente estarrecidos, quatro silhuetas a surgirem do céu; quatro silhuetas familiares, tão familiares quanto as suas próprias linhas das mãos, talvez até mais. Nas suas mãos, quatro tiaras brilhavam, mas nenhum dos presentes reparava nesse pormenor.
- Acharam mesmo que íamos abandoná-las? – disse Saturno, pousando delicadamente no solo. – Estivemos sempre ao vosso lado, a protegê-las.
- Nunca partiríamos, apenas compreendemos o que as Irmãs nos tentaram fazer entender e sabíamos que vocês iriam conseguir também. – acrescentou Marte, pousando mesmo ao lado de Saturno.
- Confesso que tivemos saudades, mesmo em espírito. – revelou Neptuno, sorrindo abertamente para Úrano.
- Mas, por fim, estamos aqui e nunca mais nos separaremos. – concluiu Júpiter, a última a pousar no solo florido.
Todas as navegantes, incluindo o Mascarado, permaneceram em silêncio. Este último mirava as tiaras das navegantes que, apesar de iguais ao que era costume, pareciam mais brilhantes e perfeitamente delineadas. Mercúrio alternava o seu olhar entre as Irmãs e as guerreiras, como se esperasse que algo se modificasse drasticamente, assim como Vénus.
- Confesso que esperava uma recepção mais calorosa... – disse Rita, arqueando uma sobrancelha, o que fez Sailor Moon rir e chorar ainda mais, à semelhança do que Úrano fizera antes.
E, sem qualquer aviso, Úrano avançou de encontro a Neptuno, abraçando-a com tal força que esta teve de lhe assegurar que não era uma miragem. Olhavam-se profundamente, dizendo tudo o que não podia ser dito por palavras, os seus espíritos mais próximos do que o próprio contacto físico. Naquele momento, eram uma pessoa só; um Amor eterno, um laço inquebrável. Logo de seguida, todas as navegantes avançaram umas na direcção das outras, rindo e chorando em simultâneo, como se fossem amigas que não se viam há anos. O próprio Mascarado fez o mesmo, aliviado e profundamente feliz. O reencontro tão esperado parecia eterno, estagnado no tempo; um momento que permaneceria para sempre nos corações de quem o vivia.
- E pronto. – sussurrou Hemera. – Está feito.
Deméter, que também chorava, olhou para as Irmãs. Havia chegado o momento, finalmente; o momento da partida. Um reencontro e uma partida; um ciclo eterno que constituía aquilo a que os humanos chamam de Vida. E era precisamente isso que todas as Irmãs sentiam, naquele momento; que a partida marcaria o fim das suas vidas, levadas pelo vento e pela esperança.
- Prontas? – perguntou Héstia, sorrindo.
- Seja. – confirmou Anfitrite, sorrindo abertamente pela primeira vez.
Discretamente, as Irmãs ergueram os braços, fazendo com que as pétalas das flores que cobriam o solo se destacassem e iniciassem uma espiral em direcção ao céu. Neptuno foi a primeira a reparar no estranho fenómeno, abraçada a Úrano, pelo que se libertou um pouco da companheira que, ao aperceber-se da atitude da amada, seguiu-lhe o olhar.
- O que...?
As Irmãs erguiam-se pelo ar, de mãos dadas, envolvidas por um manto de pétalas de todas as cores, causando um espectáculo visual fabuloso. Sailor Moon compreendeu de imediato que a hora das Protectoras havia chegado e avançou imediatamente, olhando para o infinito.
- Esperem! Para onde vão?!
Deméter, cujo olhar se perdia no horizonte, olhou para aquela pequena e imensa rapariga. Que bela era a sua aura... E quão impressionante era o facto de lhes ter sempre dado uma oportunidade.
- Agora a responsabilidade pelos Fragmentos é vossa. A nossa missão está cumprida; faremos parte da Terra, onde sempre vivemos. A natureza chama-nos. – esclareceu Deméter, sorrindo.
- Viveremos para sempre nos nossos elementos. Boa sorte, navegantes. Lutem pelo futuro! - exclamaram Héstia e Hemera ao mesmo tempo.
- Não! – gritou Sailor Moon – Foram vocês quem nos ajudou! E ainda temos muito para saber, ainda há muitas perguntas sem resposta! Não quero que partam! Não é justo! – repetiu, abanando a cabeça.
- Não se preocupem; somos apenas o reflexo de uma flor que desabrocha no interior dos vossos corações. – disse Anfitrite, tornando-se progressivamente mais translúcida, confundindo-se com a cor azul do céu. – Nunca se sabe se um dia os nossos caminhos se cruzarão de novo, Princesa Serenidade. Não desistam e sigam a esperança.
E, com aquelas palavras, o mundo pulsou; a vida, o sonho, uma existência eternizada pelo momento em que Anfitrite, Hemera, Héstia e Deméter fecharam os olhos e se transformaram em milhares de pétalas coloridas que foram varridas pelo céu, tais estrelas errantes. Apesar de todo o sofrimento, apesar de toda a dor, Sailor Moon sabia que havia algo que as tornava maiores do que o mundo; elas eram o mundo, eram a essência que o sustinham. Com tristeza, pensou no sofrimento que elas próprias, separadas pelo dever, deviam ter sentido; a Destruição que observaram; o mundo que criaram para elas, navegantes. Deviam-lhes muito, todas elas. E, com um sorriso, Sailor Moon acenou, observando as pétalas a formarem um caminho na abóbada celeste, onde uma pálida e ténue Lua vivia.
- Então, é assim... – sussurrou o Mascarado, abraçando as costas da sua amada, enquanto as restantes navegantes olhavam para o céu, também elas sensibilizadas com o desaparecimento das Irmãs. – O que achas que vai acontecer agora?
- Acho que teremos muito ainda para ultrapassar. – confessou Sailor Moon. – Mas, agora, só quero estar com as minhas amigas e arranjar força para o que aí vier. E, claro... – acrescentou, encontrando aqueles profundos olhos azuis. – Contigo.
E foi assim que, beijando os lábios do seu amado, Sailor Moon prometeu a si própria, em pensamento, que, um dia, a história das Irmãs seria conhecida em todo o mundo; de como lhes tinham feito compreender que não havia nada mais importante do que a amizade e o amor que as tornavam naquilo que as distinguiam de todos os outros seres;
Guerreiras Navegantes.
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- Acharam mesmo que íamos abandoná-las? – disse Saturno, pousando delicadamente no solo. – Estivemos sempre ao vosso lado, a protegê-las.
- Nunca partiríamos, apenas compreendemos o que as Irmãs nos tentaram fazer entender e sabíamos que vocês iriam conseguir também. – acrescentou Marte, pousando mesmo ao lado de Saturno.
- Confesso que tivemos saudades, mesmo em espírito. – revelou Neptuno, sorrindo abertamente para Úrano.
- Mas, por fim, estamos aqui e nunca mais nos separaremos. – concluiu Júpiter, a última a pousar no solo florido.
Todas as navegantes, incluindo o Mascarado, permaneceram em silêncio. Este último mirava as tiaras das navegantes que, apesar de iguais ao que era costume, pareciam mais brilhantes e perfeitamente delineadas. Mercúrio alternava o seu olhar entre as Irmãs e as guerreiras, como se esperasse que algo se modificasse drasticamente, assim como Vénus.
- Confesso que esperava uma recepção mais calorosa... – disse Rita, arqueando uma sobrancelha, o que fez Sailor Moon rir e chorar ainda mais, à semelhança do que Úrano fizera antes.
E, sem qualquer aviso, Úrano avançou de encontro a Neptuno, abraçando-a com tal força que esta teve de lhe assegurar que não era uma miragem. Olhavam-se profundamente, dizendo tudo o que não podia ser dito por palavras, os seus espíritos mais próximos do que o próprio contacto físico. Naquele momento, eram uma pessoa só; um Amor eterno, um laço inquebrável. Logo de seguida, todas as navegantes avançaram umas na direcção das outras, rindo e chorando em simultâneo, como se fossem amigas que não se viam há anos. O próprio Mascarado fez o mesmo, aliviado e profundamente feliz. O reencontro tão esperado parecia eterno, estagnado no tempo; um momento que permaneceria para sempre nos corações de quem o vivia.
- E pronto. – sussurrou Hemera. – Está feito.
Deméter, que também chorava, olhou para as Irmãs. Havia chegado o momento, finalmente; o momento da partida. Um reencontro e uma partida; um ciclo eterno que constituía aquilo a que os humanos chamam de Vida. E era precisamente isso que todas as Irmãs sentiam, naquele momento; que a partida marcaria o fim das suas vidas, levadas pelo vento e pela esperança.
- Prontas? – perguntou Héstia, sorrindo.
- Seja. – confirmou Anfitrite, sorrindo abertamente pela primeira vez.
Discretamente, as Irmãs ergueram os braços, fazendo com que as pétalas das flores que cobriam o solo se destacassem e iniciassem uma espiral em direcção ao céu. Neptuno foi a primeira a reparar no estranho fenómeno, abraçada a Úrano, pelo que se libertou um pouco da companheira que, ao aperceber-se da atitude da amada, seguiu-lhe o olhar.
- O que...?
As Irmãs erguiam-se pelo ar, de mãos dadas, envolvidas por um manto de pétalas de todas as cores, causando um espectáculo visual fabuloso. Sailor Moon compreendeu de imediato que a hora das Protectoras havia chegado e avançou imediatamente, olhando para o infinito.
- Esperem! Para onde vão?!
Deméter, cujo olhar se perdia no horizonte, olhou para aquela pequena e imensa rapariga. Que bela era a sua aura... E quão impressionante era o facto de lhes ter sempre dado uma oportunidade.
- Agora a responsabilidade pelos Fragmentos é vossa. A nossa missão está cumprida; faremos parte da Terra, onde sempre vivemos. A natureza chama-nos. – esclareceu Deméter, sorrindo.
- Viveremos para sempre nos nossos elementos. Boa sorte, navegantes. Lutem pelo futuro! - exclamaram Héstia e Hemera ao mesmo tempo.
- Não! – gritou Sailor Moon – Foram vocês quem nos ajudou! E ainda temos muito para saber, ainda há muitas perguntas sem resposta! Não quero que partam! Não é justo! – repetiu, abanando a cabeça.
- Não se preocupem; somos apenas o reflexo de uma flor que desabrocha no interior dos vossos corações. – disse Anfitrite, tornando-se progressivamente mais translúcida, confundindo-se com a cor azul do céu. – Nunca se sabe se um dia os nossos caminhos se cruzarão de novo, Princesa Serenidade. Não desistam e sigam a esperança.
E, com aquelas palavras, o mundo pulsou; a vida, o sonho, uma existência eternizada pelo momento em que Anfitrite, Hemera, Héstia e Deméter fecharam os olhos e se transformaram em milhares de pétalas coloridas que foram varridas pelo céu, tais estrelas errantes. Apesar de todo o sofrimento, apesar de toda a dor, Sailor Moon sabia que havia algo que as tornava maiores do que o mundo; elas eram o mundo, eram a essência que o sustinham. Com tristeza, pensou no sofrimento que elas próprias, separadas pelo dever, deviam ter sentido; a Destruição que observaram; o mundo que criaram para elas, navegantes. Deviam-lhes muito, todas elas. E, com um sorriso, Sailor Moon acenou, observando as pétalas a formarem um caminho na abóbada celeste, onde uma pálida e ténue Lua vivia.
- Então, é assim... – sussurrou o Mascarado, abraçando as costas da sua amada, enquanto as restantes navegantes olhavam para o céu, também elas sensibilizadas com o desaparecimento das Irmãs. – O que achas que vai acontecer agora?
- Acho que teremos muito ainda para ultrapassar. – confessou Sailor Moon. – Mas, agora, só quero estar com as minhas amigas e arranjar força para o que aí vier. E, claro... – acrescentou, encontrando aqueles profundos olhos azuis. – Contigo.
E foi assim que, beijando os lábios do seu amado, Sailor Moon prometeu a si própria, em pensamento, que, um dia, a história das Irmãs seria conhecida em todo o mundo; de como lhes tinham feito compreender que não havia nada mais importante do que a amizade e o amor que as tornavam naquilo que as distinguiam de todos os outros seres;
Guerreiras Navegantes.
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Spoiler
Este capítulo marca o fim de uma parte importante na história. A partir daqui, as coisas serão diferentes... Talvez marque mesmo o avançar para o final da história. Espero que tenham gostado! Pelo menos para mim, é um capítulo muito importante. Tenho de confessar que vou sentir saudades destas quatro personagens...
E peço desculpa pela demora :
':
E peço desculpa pela demora :
':
nvo capitulo e como sempre magnifico, maravilhoso, unico
.o: sempre qis sber mais sobre as Irmãs a meu ver sempre foram um pouco estranahs com uma história no passado q era importante 
adoro arco-iris e a chuva amo definitivamente *-* nem sei como poes introduções taun incentivantes, taun especiais, taun lindas
.o:
a Bunny é realmente unica, a maneira como naun conseguia odiar as irmãs msmo sbendo q elas tinham provocado a morte das suas amigas se fosse comigo anun as odiava tbém ams tinha assim um pouco de anun simpatia
o q me ri com isto x'D é uma coisa do tipo: ainda naun és primeiro ministro por isso posso fzer o q qiser
coitadinha da Plutão, ali tda mal, os eu corpo foi usado pela estupida da má e dpois tda aqela confusão, a Urano a tentar defendê.la como uma irmã mais velha defende uma mais nva *-* (naun ligues tou com umas ideias bem tontas)
e a Plutão foi acalmada por uma das irmãs q finalemente fizeram algo q naun foi mau e cruel
só pdia ser a Demeter das trancinhas
a ser a primeira a apresentar.s e a mais simpatica e compreensiva mais uma vez 
as tuas descrições e comparações são taun amravilhosas
.o: sou msmo fã da tua escrita
.o:
A Ami é q foi, fez exactamente o q qq uma faria no lugar dela, aqeles fargmentos parecem inuteis (eu sei q naun o são calma
) e morreram as pessoas d qem gostavam mto
aqela paisagem q elas ficaram a ver
.o: ai q qeria ir para lá só um bocadinho para descansar e relaxar em paz *-*
a história q contas encaixa taun bem parece taun perfeita taun msmo feita para isto e dpois a rainha Gaia q eu pensei q era boa e q mantinha a paz mete.s mazona q decide emter guerra com a Lua
a destruição q contaste, as chamas, os mares q começaram assim dizendo "a portar.s mal" e a fzer estragos
as irmãs foram feitas de lágrimas, as lágrimas de pandora? será? a minha teoria já tem algum sentido embora retrocido
os fragmentos naun se pdem unir..
a Urano :g1: a maneira q ela reagiu foi taun real, taun Urano, o facto de como lhe amgoava tanto agora q tinha percebido q a Octavia tbém tinha morrido e ocm ela a "filha" assim dzendo delas :g1:
a vénus está taun inteligente e sábia, as palavras dela taun lindas e profundas, as certezas dela em relação à amizade delas, tocaste.m msmo *-*
e a parte cómica da Héstia "Podia jurar que lhe deste uma ajudinha." x'D
mas agora elas estão a esconder algo dpois disto tdo naun contaram tdo na totalidade
'' e acho q é algo de mau.. =\
elas renasceram :g1: fizeste.m chorar tanto para agora me dizeres q era apenas para perceberem o significado do amor e da amizade? és msmo homicida
meu deus a partida das irmãs foi taun linda, acho q agora naun desgosto de nenhuma
ai tava maravilhoso, as flores, petalas se passasse para mangá ou para anime seria das cenas mais belas de se ver *-*
tenho q dzer q amei, amei, amei esta parte, em q fianlmente alguma coisa fez sentido e em q foi taun profundo e ai nem seiq dzer, como qeria dar.t um comentário dignop deste cpaitulo ams infelizmente as minhas ideias são uma confusão e naun sei q amis dzer
*mim oferece um mega ovo kinder com o episodio deste capitulo em anime
*
EDIT: fui a primeira a primeira, sinto.m honrada
.o: sempre qis sber mais sobre as Irmãs a meu ver sempre foram um pouco estranahs com uma história no passado q era importante 
adoro arco-iris e a chuva amo definitivamente *-* nem sei como poes introduções taun incentivantes, taun especiais, taun lindas
.o:a Bunny é realmente unica, a maneira como naun conseguia odiar as irmãs msmo sbendo q elas tinham provocado a morte das suas amigas se fosse comigo anun as odiava tbém ams tinha assim um pouco de anun simpatia

- Larga-me! Ainda não és o meu Rei, por isso ainda te posso desobedecer!
o q me ri com isto x'D é uma coisa do tipo: ainda naun és primeiro ministro por isso posso fzer o q qiser

coitadinha da Plutão, ali tda mal, os eu corpo foi usado pela estupida da má e dpois tda aqela confusão, a Urano a tentar defendê.la como uma irmã mais velha defende uma mais nva *-* (naun ligues tou com umas ideias bem tontas)
e a Plutão foi acalmada por uma das irmãs q finalemente fizeram algo q naun foi mau e cruel
só pdia ser a Demeter das trancinhas
a ser a primeira a apresentar.s e a mais simpatica e compreensiva mais uma vez 
as tuas descrições e comparações são taun amravilhosas
.o: sou msmo fã da tua escrita
.o:A Ami é q foi, fez exactamente o q qq uma faria no lugar dela, aqeles fargmentos parecem inuteis (eu sei q naun o são calma
) e morreram as pessoas d qem gostavam mtoaqela paisagem q elas ficaram a ver
.o: ai q qeria ir para lá só um bocadinho para descansar e relaxar em paz *-*a história q contas encaixa taun bem parece taun perfeita taun msmo feita para isto e dpois a rainha Gaia q eu pensei q era boa e q mantinha a paz mete.s mazona q decide emter guerra com a Lua
a destruição q contaste, as chamas, os mares q começaram assim dizendo "a portar.s mal" e a fzer estragos
as irmãs foram feitas de lágrimas, as lágrimas de pandora? será? a minha teoria já tem algum sentido embora retrocido

os fragmentos naun se pdem unir..
a Urano :g1: a maneira q ela reagiu foi taun real, taun Urano, o facto de como lhe amgoava tanto agora q tinha percebido q a Octavia tbém tinha morrido e ocm ela a "filha" assim dzendo delas :g1:
a vénus está taun inteligente e sábia, as palavras dela taun lindas e profundas, as certezas dela em relação à amizade delas, tocaste.m msmo *-*
e a parte cómica da Héstia "Podia jurar que lhe deste uma ajudinha." x'D
mas agora elas estão a esconder algo dpois disto tdo naun contaram tdo na totalidade
'' e acho q é algo de mau.. =\elas renasceram :g1: fizeste.m chorar tanto para agora me dizeres q era apenas para perceberem o significado do amor e da amizade? és msmo homicida
meu deus a partida das irmãs foi taun linda, acho q agora naun desgosto de nenhuma

ai tava maravilhoso, as flores, petalas se passasse para mangá ou para anime seria das cenas mais belas de se ver *-*
tenho q dzer q amei, amei, amei esta parte, em q fianlmente alguma coisa fez sentido e em q foi taun profundo e ai nem seiq dzer, como qeria dar.t um comentário dignop deste cpaitulo ams infelizmente as minhas ideias são uma confusão e naun sei q amis dzer
*mim oferece um mega ovo kinder com o episodio deste capitulo em anime
*EDIT: fui a primeira a primeira, sinto.m honrada

Acredita que antes de começar a escrever fiquei não sei quantos "séculos" a olhar para o monitor. Todas as palavras são poucas para descrever este maravilhoso capitulo.
O fim do capítulo... Quase parcia o fim desta história pela maneira como descreveste o cenário envolvente, os sentimentos das personagens, os acontecimentos.
E agora indo ao inicio... xD
Aquela Úrano... xD Mas, foi bem avaliada a situação, ele ainda não tem qualquer tipo de autoridade sobre ela xD
Afinal eram as navegantes que tinham as sementes de estrela das companheiras :O Olha, nunca me tinha passado uma coisa dessas por esta cabecinha. Agora é que eu digo, andas a ter umas aulitas com o Paolini xD
Bem, não sei o que mais dizer. Peço desculpa pelo pequeno comentário mas a falta de palavras para descrever este capitulo e o estado de espirito não ajudam muito.
Só me resta dizer o habitual:
Amei o capitulo e espero ansiosamente por mais *-*
O fim do capítulo... Quase parcia o fim desta história pela maneira como descreveste o cenário envolvente, os sentimentos das personagens, os acontecimentos.
E agora indo ao inicio... xD
Aquela Úrano... xD Mas, foi bem avaliada a situação, ele ainda não tem qualquer tipo de autoridade sobre ela xD
Afinal eram as navegantes que tinham as sementes de estrela das companheiras :O Olha, nunca me tinha passado uma coisa dessas por esta cabecinha. Agora é que eu digo, andas a ter umas aulitas com o Paolini xD
Bem, não sei o que mais dizer. Peço desculpa pelo pequeno comentário mas a falta de palavras para descrever este capitulo e o estado de espirito não ajudam muito.
Só me resta dizer o habitual:
Amei o capitulo e espero ansiosamente por mais *-*
Deixa-me fazer uma coisa...
*manda um berro gigante que se ouve em todos os cantos do mundo*
Pronto, mais aliviada...
Passemos então ao comentário. Eu tou sem palavras, este deve ter sido o capítulo de que mais gostei até agora, eu a pensar que isso já não era possível de tão perfeitos que os outros estavam, mas afinal estava errada!
Tantas informações, tantas surpresas ainda estou a tentar digerir isto tudo. A minha Harukinha kerida... :') Fizeste-me ter vontade de chorar só à conta dela. E também de rir.
Adorei esta parte. XD Toda a raiva e mágoa que ela sentia pela morte da Michiru e das outras. E eu como sou mt sensível aos sentimentos das minhas personagens preferidas também me sinto assim... (ok, chama-me maluca, o que queres?)
Todas as dúvidas que elas tinham, sentia-me nervosa só de pensar nas respostas que ia ter.
As tuas descrições, tão perfeitas como sempre, dão-nos a sensação de estarmos lá eu conseguia ver tudo e imaginar tudo de tal forma estava embrenhada.
Finalmente conhecemos a história das protectoras. Confesso que vou sentir muitas saudades delas. Tornaram-se como que especiais e personagens essenciais. Não deixei de me sentir triste, embora também alegre, quando elas desapareceram no final.
Quando a Urano finalmente percebeu o significado dos sacríficios. Epá, aí eu quase que ia desatando a chorar mesmo, aquele pensamento de ela querer ser como a Michiru... Tão bonito e triste e alegre e sei lá... Nem dá para explicar todas as emoções que passaram por mim à medida que fui lendo o capítulo.
Tudo por amor, é sempre tudo por amor. E a explicação da Vénus tocou-me, a sério que sim. Senti-me como a Haruka, aliviada. Foi tão bom saber que não se deu tudo por causa da sobrevivência daquelas quatro.
No final elas sempre estiveram com as amigas... Epá, o reencontro da Haruka e da Michiru, aí é que me descompuseste mesmo e fiquei com uma vontade de chorar maior que eu... A sério, senti-me tão feliz e aliviada...
Bem, não está propriamente um grande comentário, mas fiquei sem palavras e, para quem não tem palavras já escrevi muito... XD
Fiquei super curiosa, o que virá por aí? Tou tão excitada...
*dá seis kinder joys e dois kinder buenos à Kaoru e um mega abraço*
*manda um berro gigante que se ouve em todos os cantos do mundo*
Pronto, mais aliviada...
Passemos então ao comentário. Eu tou sem palavras, este deve ter sido o capítulo de que mais gostei até agora, eu a pensar que isso já não era possível de tão perfeitos que os outros estavam, mas afinal estava errada!
Tantas informações, tantas surpresas ainda estou a tentar digerir isto tudo. A minha Harukinha kerida... :') Fizeste-me ter vontade de chorar só à conta dela. E também de rir.
Larga-me! Ainda não és o meu Rei, por isso ainda te posso desobedecer! – vociferou, olhando ameaçadoramente para as Irmãs.
Adorei esta parte. XD Toda a raiva e mágoa que ela sentia pela morte da Michiru e das outras. E eu como sou mt sensível aos sentimentos das minhas personagens preferidas também me sinto assim... (ok, chama-me maluca, o que queres?)
Todas as dúvidas que elas tinham, sentia-me nervosa só de pensar nas respostas que ia ter.
As tuas descrições, tão perfeitas como sempre, dão-nos a sensação de estarmos lá eu conseguia ver tudo e imaginar tudo de tal forma estava embrenhada.
Finalmente conhecemos a história das protectoras. Confesso que vou sentir muitas saudades delas. Tornaram-se como que especiais e personagens essenciais. Não deixei de me sentir triste, embora também alegre, quando elas desapareceram no final.
Quando a Urano finalmente percebeu o significado dos sacríficios. Epá, aí eu quase que ia desatando a chorar mesmo, aquele pensamento de ela querer ser como a Michiru... Tão bonito e triste e alegre e sei lá... Nem dá para explicar todas as emoções que passaram por mim à medida que fui lendo o capítulo.
Tudo por amor, é sempre tudo por amor. E a explicação da Vénus tocou-me, a sério que sim. Senti-me como a Haruka, aliviada. Foi tão bom saber que não se deu tudo por causa da sobrevivência daquelas quatro.
No final elas sempre estiveram com as amigas... Epá, o reencontro da Haruka e da Michiru, aí é que me descompuseste mesmo e fiquei com uma vontade de chorar maior que eu... A sério, senti-me tão feliz e aliviada...
Bem, não está propriamente um grande comentário, mas fiquei sem palavras e, para quem não tem palavras já escrevi muito... XD
Fiquei super curiosa, o que virá por aí? Tou tão excitada...
*dá seis kinder joys e dois kinder buenos à Kaoru e um mega abraço*

Um grande, grande obrigada pela sign e pelo avie Xaninha kida! ^^

Jovens escritores, nao resistem a chocolate? Especialmente Kinder? Então cuidado, o gang anda rondando
Confesso que os vossos comentários, nesta altura da história, deixam-me muito feliz e sensibilizada...!
Muito obrigada em primeiro lugar!
Gabi, muito obrigada pelo teu comentário!
Como sempre, fazes-me rir e, ao mesmo tempo, pensar quando leio o que dizes 
Parece que toda a gente achou piada à primeira frase da Úrano
Confesso que foi espontânea, surgiu, e depois até eu própria achei piada quando reli o capítulo. Achei que ficava bem ali alguém que a tentasse controlar, e só podia ser mesmo o Gonçalo :
':
Fico mesmo contente por achares que a história encaixa bem! A partir deste ponto as revelações vão começar a surgir mais, espero que continues a achar o mesmo
Sim, a Vénus parece um pouco mais "sábia" e, como disse, é porque ela é a guerreira do Amor e conseguiu sentir aquilo que as Irmãs tentaram explicar sem, no entanto, o dizerem abertamente. E confesso que também gostei da parte em que a Héstia disse aquilo
Tentei dar-lhes um pouco de humanidade e mostrar a sua parte humana.
Ora, ainda achas que sou homicida? ;_; Então elas agora estão todas juntas!
E foi tudo temporário, afinal, foi como se ninguém tivesse morrido 
Fiquei muito feliz quando disseste que a última cena ficaria bem adaptada em anime/manga. A sério que achas isso?
Também gosto muito dessa parte, embora as despedidas sejam sempre tristes. Ainda bem, fico muito feliz!
Muito obrigada pelo teu comentário, Gabi, e pelo presente também!
Likinhas, se soubesses o quão feliz fico com as tuas palavras...! Eu confesso que quando terminei o capítulo até me senti um pouco cansada (acabei por escrever novamente muitas coisas e reformular algumas ideias, daí que tenha sido quase tudo feito ontem), mas fico feliz por ter dado frutos!
Eu também achei que o final do capítulo parecia uma espécie de conclusão mas, de certa forma, é como se fosse. Agora vem a parte mais complicada... E há muitas perguntas que ficaram sem resposta
Fico também contente por te ter surpreendido! Queria ter demonstrado que as Irmãs não eram más e que as navegantes nunca abandonaram as outras, até estavam muito mais próximas do que pensavam, embora em coração... Era essa a verdadeira força que elas precisavam
Não precisas de pedir desculpa, eu é que agradeço o facto de teres comentado! Muito, muito obrigada!
_S.E.A_, muito obrigada pelo teu comentário, em primeiro lugar!
Confesso que fiquei surpreendida quando disseste que foi um dos teus capítulos favoritos...! Ainda bem que gostaste! 
Sim, foram bastantes informações, embora muitas importantes ainda estejam por revelar. Posso dizer que o próximo capítulo vai ser mais leve, sem tantas correrias ou emoções fortes (também é preciso um descanso, às vezes
). Depois as coisas vão começar a mudar... Mas isso fica para depois 
Eu não acho nada doido sentires-te assim com as tuas personagens favoritas; aliás, fico muito lisonjeada por ficares assim! A sério! Significa que consegui cumprir o meu objectivo
Fico também sensibilizada por dizeres que vais sentir saudades delas. Eu também vou, de certo modo foram o primeiro passo e ideia para eu escrever esta história... Mas tinha de ser; a certo ponto, elas iam deixar de cumprir as suas missões e passá-las para as navegantes. Achei que esta era a altura indicada para isso... Mas isso não significa que as coisas vão acabar por aqui
Ainda bem que gostaste do reencontro da Haruka com a Michiru! Elas nunca mostraram muito os seus sentimentos em público, mas achei que a maior prova do amor delas era a Haruka ser a primeira a correr na sua direcção. Ainda bem que gostaste!
Sim, é tudo por amor, por vários tipos de amor. Neste caso, o amor maior é o da amizade, a amizade entre as guerreiras. Mas ainda vão acontecer algumas coisas, coisas que estão por resolver, principalmente no que diz respeito ao passado. E mais não posso dizer
Eu gostei muito do teu comentário, e só posso agradecer-te por ele!
Muito obrigada! *retribui o abraço e fica muito feliz com os Kinders*
Muito obrigada em primeiro lugar!Gabi, muito obrigada pelo teu comentário!
Como sempre, fazes-me rir e, ao mesmo tempo, pensar quando leio o que dizes 
Parece que toda a gente achou piada à primeira frase da Úrano
Confesso que foi espontânea, surgiu, e depois até eu própria achei piada quando reli o capítulo. Achei que ficava bem ali alguém que a tentasse controlar, e só podia ser mesmo o Gonçalo :
':Fico mesmo contente por achares que a história encaixa bem! A partir deste ponto as revelações vão começar a surgir mais, espero que continues a achar o mesmo

Sim, a Vénus parece um pouco mais "sábia" e, como disse, é porque ela é a guerreira do Amor e conseguiu sentir aquilo que as Irmãs tentaram explicar sem, no entanto, o dizerem abertamente. E confesso que também gostei da parte em que a Héstia disse aquilo
Tentei dar-lhes um pouco de humanidade e mostrar a sua parte humana.Ora, ainda achas que sou homicida? ;_; Então elas agora estão todas juntas!
E foi tudo temporário, afinal, foi como se ninguém tivesse morrido 
Fiquei muito feliz quando disseste que a última cena ficaria bem adaptada em anime/manga. A sério que achas isso?
Também gosto muito dessa parte, embora as despedidas sejam sempre tristes. Ainda bem, fico muito feliz!Muito obrigada pelo teu comentário, Gabi, e pelo presente também!

Likinhas, se soubesses o quão feliz fico com as tuas palavras...! Eu confesso que quando terminei o capítulo até me senti um pouco cansada (acabei por escrever novamente muitas coisas e reformular algumas ideias, daí que tenha sido quase tudo feito ontem), mas fico feliz por ter dado frutos!
Eu também achei que o final do capítulo parecia uma espécie de conclusão mas, de certa forma, é como se fosse. Agora vem a parte mais complicada... E há muitas perguntas que ficaram sem resposta

Fico também contente por te ter surpreendido! Queria ter demonstrado que as Irmãs não eram más e que as navegantes nunca abandonaram as outras, até estavam muito mais próximas do que pensavam, embora em coração... Era essa a verdadeira força que elas precisavam

Não precisas de pedir desculpa, eu é que agradeço o facto de teres comentado! Muito, muito obrigada!
_S.E.A_, muito obrigada pelo teu comentário, em primeiro lugar!
Confesso que fiquei surpreendida quando disseste que foi um dos teus capítulos favoritos...! Ainda bem que gostaste! 
Sim, foram bastantes informações, embora muitas importantes ainda estejam por revelar. Posso dizer que o próximo capítulo vai ser mais leve, sem tantas correrias ou emoções fortes (também é preciso um descanso, às vezes
). Depois as coisas vão começar a mudar... Mas isso fica para depois 
Eu não acho nada doido sentires-te assim com as tuas personagens favoritas; aliás, fico muito lisonjeada por ficares assim! A sério! Significa que consegui cumprir o meu objectivo

Fico também sensibilizada por dizeres que vais sentir saudades delas. Eu também vou, de certo modo foram o primeiro passo e ideia para eu escrever esta história... Mas tinha de ser; a certo ponto, elas iam deixar de cumprir as suas missões e passá-las para as navegantes. Achei que esta era a altura indicada para isso... Mas isso não significa que as coisas vão acabar por aqui

Ainda bem que gostaste do reencontro da Haruka com a Michiru! Elas nunca mostraram muito os seus sentimentos em público, mas achei que a maior prova do amor delas era a Haruka ser a primeira a correr na sua direcção. Ainda bem que gostaste!
Sim, é tudo por amor, por vários tipos de amor. Neste caso, o amor maior é o da amizade, a amizade entre as guerreiras. Mas ainda vão acontecer algumas coisas, coisas que estão por resolver, principalmente no que diz respeito ao passado. E mais não posso dizer

Eu gostei muito do teu comentário, e só posso agradecer-te por ele!
Muito obrigada! *retribui o abraço e fica muito feliz com os Kinders*
Kaoru-chan eu ja tinha vindo ler o teu capitulo...embora tivesse q estudr nao consegui evitar vir le-lo!lool!
mas nao tive tempo para comentar, e agr tb nao tenho muito...por isso so vim mesmo dizer que ja li e que AMEI!!!
foi LINDO!!! parabens..a serio...tens ideias geniais! e transmites tudo soberbamente!!!
daqui a uns dias venho fazer o comentario habitual...
um enorme beijo para ti!
mas nao tive tempo para comentar, e agr tb nao tenho muito...por isso so vim mesmo dizer que ja li e que AMEI!!!
foi LINDO!!! parabens..a serio...tens ideias geniais! e transmites tudo soberbamente!!!
daqui a uns dias venho fazer o comentario habitual...

um enorme beijo para ti!

Princess Serenity escreveu:és homicida sim
mataste.as só para sberem o significo do amor da amizade? eu chorei tanto só por causa disso?
mas eu adoro tda a tua história e realmente tenho q dzer q vou ter saudades das irmãs principalmente da demeter
Mas, Gabi, não achas que é um motivo bom? ;_;
Fico contente por teres gostado dela!

neptune escreveu:Kaoru-chan eu ja tinha vindo ler o teu capitulo...embora tivesse q estudr nao consegui evitar vir le-lo!lool!
mas nao tive tempo para comentar, e agr tb nao tenho muito...por isso so vim mesmo dizer que ja li e que AMEI!!!
foi LINDO!!! parabens..a serio...tens ideias geniais! e transmites tudo soberbamente!!!
daqui a uns dias venho fazer o comentario habitual...
um enorme beijo para ti!
Oh, neptune-chan! Muito obrigada por teres passado por aqui para dizeres isso!
Fico muito contente por teres lido, mesmo estando cheia de trabalho! Espero sinceramente que tudo te corra bem! E obrigada por teres gostado muito do capítulo! 
AAAAi baka baka baka... não tinha visto o capítulo 25... :g11: comento depois 
Mas aí vai:
Fortes emoções no capítulo 19! :
: Nossa... fiquei arrepiada com tanta coisa e senti medo neste capítulo 
Uma frase chamou-me a atenção neste capítulo:
E gostei muito sobre os sentimentos sobre a morte da Michiru e o pressentimento da morte da Makoto.
Mas e Mário? Como ficou?
_______________________
No capítulo 20, começo com uma dúvida: autocarro=ônibus ou van?
Gostei muito sobre o esforço de Rei para tentar descobrir sobre a protetora do fogo. Mostrou-me o que é ir ao extremo de algo.
E nossa heroína entrou numa fria literalmente, tinha que ter se preparado... :
:
À medida que leio este capítulo, sinto-me de alguma forma envolvida nesta atmosfera que criaste :
': Não sei como é o Japão e nem sei se um dia vou conhecer, mas espero que seja assim tão bom como tu descreves.
Mais outro trecho:

Mas aí vai:
Fortes emoções no capítulo 19! :
: Nossa... fiquei arrepiada com tanta coisa e senti medo neste capítulo 
Uma frase chamou-me a atenção neste capítulo:
O amor que os unia era tão forte e especial que até mesmo com aqueles gestos as palavras que não conseguia pronunciar fluíam pela mente de Bunny, como se falassem em sussurros que só eles compreendiam.
E gostei muito sobre os sentimentos sobre a morte da Michiru e o pressentimento da morte da Makoto.
Mas e Mário? Como ficou?
_______________________
No capítulo 20, começo com uma dúvida: autocarro=ônibus ou van?
Gostei muito sobre o esforço de Rei para tentar descobrir sobre a protetora do fogo. Mostrou-me o que é ir ao extremo de algo.
E nossa heroína entrou numa fria literalmente, tinha que ter se preparado... :
:À medida que leio este capítulo, sinto-me de alguma forma envolvida nesta atmosfera que criaste :
': Não sei como é o Japão e nem sei se um dia vou conhecer, mas espero que seja assim tão bom como tu descreves.Mais outro trecho:
Foi com horror que Rita compreendeu que iria acabar por morrer de frio se não fosse rapidamente aquecida, mas os membros, fraquejando, comprimiram-na contra o solo gelado e coberto de neve. Era impossível sair dali.
Ué, cadê o Fire Soul? :
:, ela podia ter feito fogueira... :
:, mas senti-me como um mendigo que não tem cobertor para dormir e tem que dormir no frio intenso deste inverno...Quando tudo parecia perdido, quem aparece? Vio... o cara do trocadilho
não viu, Vio? ahahhaha...O quê? Matar? Ah não! E Plutão aparece do nada...
Foi o capítulo que mais me interiorizou e me chamou a atenção... gostei profundamente

_____________________________
Capítulo 21, o Vio sem-vergonha!!! Cachorro! :
:Ainda curiosa com a aparição da Plutão, gostei da parte das lembranças de Rei como princesa e da sua “frieza”em não pressentir a morte das amigas. Mas uma coisa sempre me questiono: como guardiã do tempo, Setsuna tinha de saber de tudo, não? Não é problema só aqui, mas na seqüência inteira do anime e do mangá é engraçado isso.
– Passaste tempo demais nesse estado e mereces ver a luz do sol, cumprir os teus sonhos, cuidar da Octávia com a Mariana e a Haruka e, acima de tudo, és o elo de ligação do presente e do futuro. Mais do que nunca, a Bunny precisa de ti, Susana. E eu quero que vivas com alegria, quero que tenhas as esperanças que um dia me destruíram, quero que sintas aquilo que eu senti e que te seja dada a oportunidade de a viveres sem receio como eu. E só quero que experimentes estes sentimentos maravilhosos sem a dor que eu tive de sentir. Sempre passaste demasiado tempo a guardar um lugar repleto de solidão. Agora, Susana, vive. Vive com sentimento, com amizade, com amor. Com esperança.
:g11: :g11:
E Marte foi sacrificada...
____________________________________________
A Ayame no capítulo 22! Misteriosa que só ela... mas algo me diz que ela está ali pra ajudar...
O seu olhar acabou por pousar, tal como uma borboleta errante, mais ao longe, num campo coberto por lindas íris e delicados miosótis que por ali repousavam, estendendo as suas pétalas delicadas para o céu. Uma pequena sensação nasceu-lhe no peito, como se uma memória que ela não discernisse por completo lhe tocasse de leve ao na cara, juntamente com o perfume delicado que lhe chegava ao olfacto apurado. Ali, sentia-se em paz, embora sentisse que existia um sentimento de nostalgia com não conseguia discernir com exactidão.
Preciso dizer alguma coisa sobre isso? Não, só sentir... :
':O Vio sem-vergonha de novo... sai daí :
: e mentiroso, diga-se de passagem.O quê? Não creio... Ayame é do mal... xiii...
Ah, explicado como a Setsuna retornou... Chibi-Usa como sempre inteligente
, mas pra salvar sua pele :
:E a Usagi, sempre tentando por as coisas pra cima, mas não esconde os sentimentos. Mas algo me diz que quem vai é a Saturno desta vez... que ciclo vicioso...
_____________________________
Capítulo 23:
Ela era extremamente poderosa, talvez a mais forte de todas as navegantes. Não deveria ser ela a líder?
Pulei da cadeira ao ver a frase. Na vida real se questiona por que os melhores não são os líderes, mas liderança é mais que habilidade, é vocação, sempre pensei assim. O líder deve saber de tudo que ocorre e saber agir. A Minako pode até não demonstrar, mas ela eu considero a líder nata das navegantes. Exatamente por este questionamento. Boa!
Nossa, o shamisen... não sabia o que era, mas quando copiei o capítulo me lembrei :
':Gosto muito do som :
:, lembra muito os Tokusatsu que assisti aqui quando pequena (Jaspion, Changeman e afins :
:) e os games de karatê.Indo no sonho da Vênus, aparece quem? Gaia. Bem pensado. Opa! Fight! _o/... será que é por conta de Beryl?
- Vãos são os corações daqueles que se deixam abater pela miséria.
Gelou a espinha com esta da Saturno... Ela que trouxe a morte ao mundo em conflito encontrou paz.
______________________________________
Capítulo 24: O medo da Minako com a pureza de seu coração misturados... ufa!
- Navegante de Vénus, tu és uma verdadeira líder. A representante das quatro navegantes do espaço interior; a cujo sorriso é mais quente, cujo amor é o reflexo da imensa luz da nossa Princesa. E, por isso, confio em ti para a protegeres. – concluiu Saturno, fixando o seu olhar em Deméter. – Eu sacrifico-me.
Essa é minha garota
que beleza :
':A ternura de Démeter foi surpreendente, mas previsível. Se ela é a protetora da vida, certamente é doce. Alguém que amas corre perigo, lembrou de minha fic

Os sentimentos do Mamoru ao mesmo tempo humano e protetor...

Mas o quê? Lead Crow e Alluminium Siren? :
:Não entendi essa… vamos ver o próximo...
_____________________________
Leio o capítulo 25 sem entender lhufas e com sono
' bem... então de novo no truque de se disfarçar de Setsuna
' afffe... Nossa, impressionante esta cena da evolução da Usagi em meio ao turbilhão, e ela não querendo lutar, mas tudo correu bem e ela se lembrou de tudo.
Este capítulo sem dúvida o mais emocionante em termos de liquidificador :
:Bem... agora restam as dúvidas sobre as duas leais amigas, sobre Vio, Peo, Ayame e cia. e sobre que fim deram as outras.
Desculpa a demora *Kaoru, mas finalmente vim matar a saudade desta história e venho assim que puder para lê-la. Tens 164 páginas (e agora mais, vou copiar hoje
) de escrita excelente e cativante... Parabéns pelo belo trabalho :
':*Chou deixa uma rosa de cor violeta para a amiga Kaoru e vai-se em meio a bruma gelada do inverno*
:xau:
https://www.youtube.com/watch?v=IKTRnO7SV68&feature=related
Combina muito com os capítulos que li...

Presente do Brancus- Visitem www.imagevisiondesign.com

Semi-ausente até março

Moon Revenge- exerto do volume 2 publicado 02/01
Me entra no tópico de queixo caido (pq já tinha lido parte do capitulo, mas só hj o consegui ler td)
Tenho só 2 palavrinhas pra si dona káká SU- BLIME (uau momento de inteligencia suprema xDDDD)
tenho um pequeno erro a indicar-te antes de commentar , quando a sailor moon se dirige ás protectoras ens escrito "parecebeu", deves ter trocado (isto do estudo intensivo está-te a fazer mal rica!)
Bem retornando ao capitulo... sabes até tenho de respirar fundo pra arranjar palavras... consegui visualizar o arco iris na minha frente (e agora tu perguntas totalmente chocada "papá o que andaste a consumir?" e eu respondo "nada filha nada")
Adorei as apresentações das irmãs (AFITRITE AO PODEEER),e já vi que a Hemera tem umas mãozinhas mágicas... a Plutão ate deve ter ficado com calor!
Tenho uma pequena duvida... quando ela perguntou ás irmas se tinha sido as responsáveis vieram-lhe á memória imagens da Rainha serenidade no milénio de prata certo? quer dizer que foi a alminha da rainha que mandou um ceptro para a moonzita?
Ai as Badalhocas das manas nem sequer ajudaram...Imagino ... a sodona Hemera deve ter ficado entretida com a Flauta enquanto a Demeter arranjava a cabeleira e as outras duas se punham na fofocagem xDDDDDD
Tadinha da Anfi! ela não fez por mal! a Deméter é que é uma má influencia até anda com pózinhos alucinogenicos na mala!
Ai o local para onde foram tranportadas tinha uma aura mágica... ate me apeteceu mergulhar naquele mar imenso (por incrivel que parecça mesmo com o mar aki ao pé não tenho ido assim mtas vezes á praia)
A paisagem soberba elas todas de mini saia e o mascarado com um fato preto e uma capa concerteza gorssissima! Homem sofre mesmo!
Oh a sério apetecia-me ir pra essa terra! não me dás um bilhete de avião até lá? é incrivel a delicadeza e o amor com que descreves cada pormenor
AAAAAAH AQUELA BÁCORA DA GAIA!!!!!!!! desculpa lá a minha descompensação mas essa mulherzinha ranhosa e desprezivel se tivesse ao pé de mim levava umas brutas lambadas( ker-se dizer primeiro fazia uma sessão de espiritismo pra invocar o espirito dela e ai sim dava-lhe umas lambadas!) xDDDDD ker dizer que ela é k Fez com que a Bébé (aka Beryl) fosse influenciada pelo ciume e pelo caos????
AAAI!
Ai e a minha vénus é mesmo inteligente! "sacrificou-se" pelas irmãs por acreditar na sua boa intenção,e claro não podiam deixar de faltar as borboletas nem que seja em metáfora!
Todo o discurso da vénus refelctiu a meu ver a ideia chave de toda a história, sabes tava a ouvir uma mu7sica e comecei a ler o dicrurso da Joana e fiquei todo arrepiado... não sei parece que teansmites qualquer coisa inalcançável por entre as tuas palavras...
Ai credo queres fazer uma pessoa ter praqui um ataque cardiaco? consegui visualizar completamente a imagem da Urano Ajoelhada a rir de dor...
"- Nunca tivemos as sementes de estrela das vossas amigas. Vocês é que as tinham." Esta frase foi a unica que li antes eler o capitulo todo, esta a ver o nr de posts q tinha e esta frase gritou por mim...
Oh mas toda a história das irmãs é tão triste, toda a cumplicidade Humanizou-as e tirou-as daquele pedestal perfeito de alheamento ás emoçoes... pobrezinhas! a sério cortou-me o coração só de imaginar que elas não aparecem mais... ( me grita ao fundo Assessina!)
OMG o reencontro foi lindo se bem q na altura o mascarado tava ali mesmo de empecilho xDDDD
NÃÃÃÃÃÃO ANFITRITEEEEE NÃO VÁÁÁÁÁS (era isto que elas deveriam ter dito) oh pááááh
me chora desconsoladamente
Elas eram boazinhasss
BUAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH
não te falo mais! xDDDD
kiddin!
A sério adorei está Soberbo!
E ainda pra mais vem ai mudanças... o que será?
VINGUEM AS IRMÃS, GUERREIRAS NAVEGANTES!
Me não sente as mão de escrever tanto!
Tenho só 2 palavrinhas pra si dona káká SU- BLIME (uau momento de inteligencia suprema xDDDD)
tenho um pequeno erro a indicar-te antes de commentar , quando a sailor moon se dirige ás protectoras ens escrito "parecebeu", deves ter trocado (isto do estudo intensivo está-te a fazer mal rica!)
Bem retornando ao capitulo... sabes até tenho de respirar fundo pra arranjar palavras... consegui visualizar o arco iris na minha frente (e agora tu perguntas totalmente chocada "papá o que andaste a consumir?" e eu respondo "nada filha nada")
Adorei as apresentações das irmãs (AFITRITE AO PODEEER),e já vi que a Hemera tem umas mãozinhas mágicas... a Plutão ate deve ter ficado com calor!
Tenho uma pequena duvida... quando ela perguntou ás irmas se tinha sido as responsáveis vieram-lhe á memória imagens da Rainha serenidade no milénio de prata certo? quer dizer que foi a alminha da rainha que mandou um ceptro para a moonzita?
Ai as Badalhocas das manas nem sequer ajudaram...Imagino ... a sodona Hemera deve ter ficado entretida com a Flauta enquanto a Demeter arranjava a cabeleira e as outras duas se punham na fofocagem xDDDDDD
Tadinha da Anfi! ela não fez por mal! a Deméter é que é uma má influencia até anda com pózinhos alucinogenicos na mala!
Ai o local para onde foram tranportadas tinha uma aura mágica... ate me apeteceu mergulhar naquele mar imenso (por incrivel que parecça mesmo com o mar aki ao pé não tenho ido assim mtas vezes á praia)
A paisagem soberba elas todas de mini saia e o mascarado com um fato preto e uma capa concerteza gorssissima! Homem sofre mesmo!
Oh a sério apetecia-me ir pra essa terra! não me dás um bilhete de avião até lá? é incrivel a delicadeza e o amor com que descreves cada pormenor
AAAAAAH AQUELA BÁCORA DA GAIA!!!!!!!! desculpa lá a minha descompensação mas essa mulherzinha ranhosa e desprezivel se tivesse ao pé de mim levava umas brutas lambadas( ker-se dizer primeiro fazia uma sessão de espiritismo pra invocar o espirito dela e ai sim dava-lhe umas lambadas!) xDDDDD ker dizer que ela é k Fez com que a Bébé (aka Beryl) fosse influenciada pelo ciume e pelo caos????
AAAI!
Ai e a minha vénus é mesmo inteligente! "sacrificou-se" pelas irmãs por acreditar na sua boa intenção,e claro não podiam deixar de faltar as borboletas nem que seja em metáfora!
Todo o discurso da vénus refelctiu a meu ver a ideia chave de toda a história, sabes tava a ouvir uma mu7sica e comecei a ler o dicrurso da Joana e fiquei todo arrepiado... não sei parece que teansmites qualquer coisa inalcançável por entre as tuas palavras...
Ai credo queres fazer uma pessoa ter praqui um ataque cardiaco? consegui visualizar completamente a imagem da Urano Ajoelhada a rir de dor...
"- Nunca tivemos as sementes de estrela das vossas amigas. Vocês é que as tinham." Esta frase foi a unica que li antes eler o capitulo todo, esta a ver o nr de posts q tinha e esta frase gritou por mim...
Oh mas toda a história das irmãs é tão triste, toda a cumplicidade Humanizou-as e tirou-as daquele pedestal perfeito de alheamento ás emoçoes... pobrezinhas! a sério cortou-me o coração só de imaginar que elas não aparecem mais... ( me grita ao fundo Assessina!)
OMG o reencontro foi lindo se bem q na altura o mascarado tava ali mesmo de empecilho xDDDD
NÃÃÃÃÃÃO ANFITRITEEEEE NÃO VÁÁÁÁÁS (era isto que elas deveriam ter dito) oh pááááh
me chora desconsoladamente
Elas eram boazinhasss
BUAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH
não te falo mais! xDDDD
kiddin!
A sério adorei está Soberbo!
E ainda pra mais vem ai mudanças... o que será?
VINGUEM AS IRMÃS, GUERREIRAS NAVEGANTES!
Me não sente as mão de escrever tanto!
Chou! Que grande comentário! O trabalho que te deve ter dado para analisares tudo...! Muito obrigada desde já por isso!
.o: Vou tentar corresponder e fazer o meu melhor 
Bem, o Mário, como sabes, foi atacado e foi para o hospital. Mas o estado de saúde dele vai ser mais abordado no próximo capítulo. Digamos que o próximo capítulo vai servir como um "ponto de situação", para situar tudo
Autocarro é ônibus
Fiquei realmente muito feliz por saber isto! Eu gosto muito da cultura nipónica e de todas as paisagens do Japão. Tentei juntar as duas coisas; as tradições e a própria natureza. Fico muito contente por ter tido esse efeito em ti!
Ela não o fez porque, na altura, estava completamente embrenhada nos seus pensamentos, a sentir todas as dúvidas e sentimentos que se deixou apanhar por tudo aquilo, de tal modo que as suas forças se esgotaram. Daí ela não ter usado o ataque
Ainda bem que este foi o capítulo que mais gostaste! Também foi dos capítulos que eu mais gostei de escrever
Muito obrigada!
Exactamente! Esse pensamento é realmente muito inteligente, Chou. Para se ser líder é preciso vocação, além de espírito e vontade. E também é por isso que eu vejo a Minako como líder
Ah, pois é, eu ainda não expliquei bem isso, mas foi de propósito
Prometo que explicarei lá mais para a frente 
Tenho quantas páginas?! Oh, céus! *choque* Eu não fazia ideia, porque ultimamente tenho feito capítulo por capítulo em cada documento do word... Oh, céus, tantas páginas! *boquiaberta*
No geral, Chou, fico muito feliz por teres gostado de todos os capítulos que comentaste! É sempre um prazer para mim ver que as pessoas gostam e que colocam dúvidas, questões, que foi exactamente o que tu fizeste! Muito obrigada novamente e espero sinceramente que continues a gostar da história!
rmmr, muito obrigada, em primeiro lugar, pelo teu comentário e por teres corrigido aquele meu erro! Realmente, às vezes passam-me coisas, e eu agradeço imenso que apontem os erros para que os possa corrigir e melhorar
*ri-se* Ora, é claro que não ia perguntar isso
Mas ainda bem que conseguiste ver o arco-íris dessa forma
Neste caso, não foi a Hemera a cuidar da Plutão, mas sim a Héstia (porque era a Protectora que estava relacionada com a Marte e com a Plutão
).
Infelizmente, não posso responder à tua pergunta
Não posso dizer se foi a Rainha a responsável por tudo, mas talvez em breve isso fique esclarecido 
Fico também muito contente por teres gostado assim tanto do local para onde elas foram! É a Terra de antigamente, muito mais límpida e pura do que aquela que conhecemos hoje em dia... Pelo menos é, de certa forma, assim que a vejo... E tens razão numa coisa, tentei descrevê-la com amor, porque gosto muito do nosso mundo
A Gaia foi quem enviou a Beryl para a Lua, agora se foi ela que a influenciou com o mal... Isso já não sei
Ainda bem que também gostaste do discurso da Vénus! Sinceramente, queria dotá-lo com isso mesmo, com algo mais do que se pudesse ler à primeira vista. Ela é uma navegante inteligente e uma líder verdadeira, acho que aquele momento seria mesmo dela e de mais ninguém
Também vou ficar com pena das Irmãs, como já disse... São personagens mesmo importantes para mim, mas tem de ser... E fico contente por também gostares delas e desde já agradeço o trabalho que sempre tiveste em desenhá-las! Isso humanizou-as ainda mais
Muito obrigada mais uma vez pelo teu comentário! E por me teres feito rir com ele também
EDIT: Esqueci-me de dizer uma coisa :
': Chou, muito obrigada por teres colocado o vídeo, é uma música lindíssima e sinto-me muito honrada por te lembrares dela com a minha fanfic! Muito obrigada 
.o: Vou tentar corresponder e fazer o meu melhor 
Mas e Mário? Como ficou?
Bem, o Mário, como sabes, foi atacado e foi para o hospital. Mas o estado de saúde dele vai ser mais abordado no próximo capítulo. Digamos que o próximo capítulo vai servir como um "ponto de situação", para situar tudo

No capítulo 20, começo com uma dúvida: autocarro=ônibus ou van?
Autocarro é ônibus

À medida que leio este capítulo, sinto-me de alguma forma envolvida nesta atmosfera que criaste :': Não sei como é o Japão e nem sei se um dia vou conhecer, mas espero que seja assim tão bom como tu descreves.
Fiquei realmente muito feliz por saber isto! Eu gosto muito da cultura nipónica e de todas as paisagens do Japão. Tentei juntar as duas coisas; as tradições e a própria natureza. Fico muito contente por ter tido esse efeito em ti!
Ué, cadê o Fire Soul? ::, ela podia ter feito fogueira... :
:, mas senti-me como um mendigo que não tem cobertor para dormir e tem que dormir no frio intenso deste inverno...
Ela não o fez porque, na altura, estava completamente embrenhada nos seus pensamentos, a sentir todas as dúvidas e sentimentos que se deixou apanhar por tudo aquilo, de tal modo que as suas forças se esgotaram. Daí ela não ter usado o ataque

Ainda bem que este foi o capítulo que mais gostaste! Também foi dos capítulos que eu mais gostei de escrever
Muito obrigada!Pulei da cadeira ao ver a frase. Na vida real se questiona por que os melhores não são os líderes, mas liderança é mais que habilidade, é vocação, sempre pensei assim. O líder deve saber de tudo que ocorre e saber agir. A Minako pode até não demonstrar, mas ela eu considero a líder nata das navegantes. Exatamente por este questionamento. Boa!
Exactamente! Esse pensamento é realmente muito inteligente, Chou. Para se ser líder é preciso vocação, além de espírito e vontade. E também é por isso que eu vejo a Minako como líder

Mas o quê? Lead Crow e Alluminium Siren? ::
Não entendi essa… vamos ver o próximo...
Ah, pois é, eu ainda não expliquei bem isso, mas foi de propósito
Prometo que explicarei lá mais para a frente 
Tens 164 páginas (e agora mais, vou copiar hoje) de escrita excelente e cativante... Parabéns pelo belo trabalho :
':
Tenho quantas páginas?! Oh, céus! *choque* Eu não fazia ideia, porque ultimamente tenho feito capítulo por capítulo em cada documento do word... Oh, céus, tantas páginas! *boquiaberta*
No geral, Chou, fico muito feliz por teres gostado de todos os capítulos que comentaste! É sempre um prazer para mim ver que as pessoas gostam e que colocam dúvidas, questões, que foi exactamente o que tu fizeste! Muito obrigada novamente e espero sinceramente que continues a gostar da história!

rmmr, muito obrigada, em primeiro lugar, pelo teu comentário e por teres corrigido aquele meu erro! Realmente, às vezes passam-me coisas, e eu agradeço imenso que apontem os erros para que os possa corrigir e melhorar

*ri-se* Ora, é claro que não ia perguntar isso
Mas ainda bem que conseguiste ver o arco-íris dessa forma
Neste caso, não foi a Hemera a cuidar da Plutão, mas sim a Héstia (porque era a Protectora que estava relacionada com a Marte e com a Plutão
).Infelizmente, não posso responder à tua pergunta
Não posso dizer se foi a Rainha a responsável por tudo, mas talvez em breve isso fique esclarecido 
Fico também muito contente por teres gostado assim tanto do local para onde elas foram! É a Terra de antigamente, muito mais límpida e pura do que aquela que conhecemos hoje em dia... Pelo menos é, de certa forma, assim que a vejo... E tens razão numa coisa, tentei descrevê-la com amor, porque gosto muito do nosso mundo

A Gaia foi quem enviou a Beryl para a Lua, agora se foi ela que a influenciou com o mal... Isso já não sei

Ainda bem que também gostaste do discurso da Vénus! Sinceramente, queria dotá-lo com isso mesmo, com algo mais do que se pudesse ler à primeira vista. Ela é uma navegante inteligente e uma líder verdadeira, acho que aquele momento seria mesmo dela e de mais ninguém

Também vou ficar com pena das Irmãs, como já disse... São personagens mesmo importantes para mim, mas tem de ser... E fico contente por também gostares delas e desde já agradeço o trabalho que sempre tiveste em desenhá-las! Isso humanizou-as ainda mais

Muito obrigada mais uma vez pelo teu comentário! E por me teres feito rir com ele também

EDIT: Esqueci-me de dizer uma coisa :
': Chou, muito obrigada por teres colocado o vídeo, é uma música lindíssima e sinto-me muito honrada por te lembrares dela com a minha fanfic! Muito obrigada 
Voltei Kaoru! Ora, não precisa agradecer, eu que agradeço por tão linda história 
Vamos à segunda parte do capítulo 25, que estava devendo.
Essa Haruka... intempestiva como sempre :
:, mas justo a Minako se colocou na frente dela! \o/
Gostei muito do discurso dela, principalmente deste trecho:
E a despedida delas... profundamente emocionante! Desde a explicação das sementes de estrela, do retorno das outras guerreiras e do motivo do desaparecimento delas... e toda a explicação da briga da Terra com a Lua, fica a curiosidade para saber como a Beryl influenciou Gaia (se me basear no mangá, foi ela que foi influenciada por Metália, uma das formas do Chaos).
Trecho muito peculiar e característico da Usagi. Agora vamos lá!
Agora fica a curiosidade sobre o resto, pena que está quase no fim... vou sentir saudades desta linda história que me fez entrar em um novo mundo. Mas enquanto não acaba, vou fazendo teorias na mente :
:
Beijos!

Vamos à segunda parte do capítulo 25, que estava devendo.
Essa Haruka... intempestiva como sempre :
:, mas justo a Minako se colocou na frente dela! \o/Gostei muito do discurso dela, principalmente deste trecho:
“E eu sei que os meus medos regressarão, um dia, para me atormentarem, mas também sei que será a vossa amizade que os vai afugentar, para que possa sentir orgulho de ser como sou.”
E a despedida delas... profundamente emocionante! Desde a explicação das sementes de estrela, do retorno das outras guerreiras e do motivo do desaparecimento delas... e toda a explicação da briga da Terra com a Lua, fica a curiosidade para saber como a Beryl influenciou Gaia (se me basear no mangá, foi ela que foi influenciada por Metália, uma das formas do Chaos).
- Acho que teremos muito ainda para ultrapassar. – confessou Sailor Moon. – Mas, agora, só quero estar com as minhas amigas e arranjar força para o que aí vier. E, claro... – acrescentou, encontrando aqueles profundos olhos azuis. – Contigo.
Trecho muito peculiar e característico da Usagi. Agora vamos lá!
Agora fica a curiosidade sobre o resto, pena que está quase no fim... vou sentir saudades desta linda história que me fez entrar em um novo mundo. Mas enquanto não acaba, vou fazendo teorias na mente :
:Beijos!

Presente do Brancus- Visitem www.imagevisiondesign.com

Semi-ausente até março

Moon Revenge- exerto do volume 2 publicado 02/01
Oh, preciso de agradecer sim, Chou! E agradeço uma vez mais, sem hesitar! 
Ainda bem que gostaste das explicações que dei neste capítulo, pois embora fossem importantes, ainda faltam muitas outras
Quanto a isso de Gaia e da Beryl, irei explicá-lo mais tarde, quando, como já disse, revelar mais umas coisas sobre o passado das nossas queridas navegantes 
Fiquei muito feliz por saber que vais sentir saudades da história...! Sim, eu também vou sentir... Ainda falta um bocadinho, mas pelo menos já está a entrar naquela "recta final", onde as coisas vão ser um pouco mais intensas a partir de agora... Muito obrigada por todo o teu apoio!
Já agora, aproveito este momento para vos comunicar que o capítulo vinte e seis já está a ser escrito

Ainda bem que gostaste das explicações que dei neste capítulo, pois embora fossem importantes, ainda faltam muitas outras
Quanto a isso de Gaia e da Beryl, irei explicá-lo mais tarde, quando, como já disse, revelar mais umas coisas sobre o passado das nossas queridas navegantes 
Fiquei muito feliz por saber que vais sentir saudades da história...! Sim, eu também vou sentir... Ainda falta um bocadinho, mas pelo menos já está a entrar naquela "recta final", onde as coisas vão ser um pouco mais intensas a partir de agora... Muito obrigada por todo o teu apoio!

Já agora, aproveito este momento para vos comunicar que o capítulo vinte e seis já está a ser escrito

AAAAAARG Kaoru queres-me matar de curiosidade?? Snif... eu aqui feita doida a correr pelo fórum a pensar que era mais um capítulo e tu só pões o título? Isso é coisa que se faça?
*vai-se juntar ao Rmmr nos protestos*
Assim n posto o 6º capítulo da minha fic que tb já tá pronto! XP
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Assim n posto o 6º capítulo da minha fic que tb já tá pronto! XP

Um grande, grande obrigada pela sign e pelo avie Xaninha kida! ^^

Jovens escritores, nao resistem a chocolate? Especialmente Kinder? Então cuidado, o gang anda rondando
Capítulo XXVI
Convívio
~A bonança depois do tormento~
O sol rondava as cortinas brancas num andar sorrateiro e brincalhão, atravessando-as e passeando pelo quarto até finalmente pousar em cada objecto que o preenchia para anunciar que a manhã acabara de despertar. Parecia que era sua intenção acordar cada pente esquecido na escrivaninha, cada par de meias espalhado pelo chão, cada pacote de bolachas tombado e vazio e, sobretudo, acordar aqueles que podem resmungar contra a sua presença. Por isso, quando deslizou suavemente pela cama desfeita, não encontrou o maior dos objectos que podia ter incomodado àquela hora tão prematura; uma rapariga loira que certamente noutra altura teria coberto os olhos com a colcha adornada de meias-luas e adormecido de novo nos seus sonhos coloridos.Convívio
~A bonança depois do tormento~
Enquanto passava o indicador pelo parapeito da janela, seguindo as minúsculas partículas de pó que aí se aglomeravam tal pequena multidão indistinta, Bunny permitia-se rondar os seus pensamentos, observando-os sem demora. Por baixo dos seus olhos podia distinguir-se uma fina curva, aí depositada pelas poucas horas de sono que enfrentara durante a noite. Apesar disso, sentia-se já habituada a tal presença, pois a rotina repetia-se desde os últimos cinco dias. Na porta, um calendário com um coelho numa lua redonda e amarela exibia os dias do mês. Num dos quadrados podia ver-se um grande coração, o qual rodeava o número três de Agosto com grande aperalto.
- Bunny?
Ao ouvir o seu nome através daquela voz tão familiar, Bunny desviou a sua atenção para a gata que a observava desde que se havia levantado. Os seus olhos exibiam a preocupação que lhe ia no coração, deixando-a emergir e fundir-se com a expressividade daquele seu olhar. Apesar de reclamar muitas vezes com Bunny por chegar sempre atrasada devido às horas de sono que dormia em demasia sabia, no fundo, que esse traço da sua personalidade estava associado ao seu bem-estar e, por isso, no seu íntimo, acabava por preferir quando era assim. Com um impulso dotado de destreza, Luna subiu para o parapeito da janela onde podia olhar com facilidade para a sua maior e melhor amiga.
- Bunny, o que é que se passa? Não andas a dormir em condições já há quase uma semana... Estás preocupada com alguma coisa?
Sem responder de imediato, Bunny quedou-se a observar os próprios dedos, algo que, por si só, não era muito habitual. Estranhando aquele comportamento, Luna continuou a insistir.
- Durante todo este tempo eu e o Artémis temos vindo a investigar o nosso inimigo e, até agora, não há motivo para alarme. Já passaram duas semanas e temos connosco as outras! É motivo para ficares alegre, Bunny!
Sim, ela sabia-o. Sabia que desde aquele dia - o dia em que as Irmãs desapareceram pelos céus da cidade de Tóquio – tudo andava calmo. Demasiado calmo. Mas não era isso que, naquele momento, a preocupava. Havia muitos pensamentos confusos e incoerentes que preenchiam a sua mente, substituindo aquilo que lhe fazia realmente falta.
Os primeiros dias que se seguiram ao reaparecimento das amigas haviam sido maravilhosos; a alegria era imensurável, demasiado grande para cada uma reter nos seus espíritos. A mais efusiva era, sem dúvida, Bunny, deleitada pelo facto de as amigas estarem novamente junto de si. No entanto, os festejos não duraram muito tempo, pois existiam muitas medidas e decisões para serem tomadas. Haruka e Mariana tinham inclusive partido para o sul do Japão onde os telejornais noticiavam a ocorrência de maremotos estranhos e furacões causados certamente por forças maléficas. Rita e Ami dirigiram-se para o norte do Japão, esta última para efectuar algumas pesquisas sobre os eventuais inimigos das guerreiras, enquanto Maria e Joana vigiavam a cidade de Tóquio. Susana ficara a repousar, acompanhada por Octávia, pois embora estivesse já fora da possessão do inimigo, e tal como Héstia afirmara, levaria ainda algum tempo a recuperar por completo. Assim, Bunny ficara com tempo suficiente para reflectir sobre todos os acontecimentos que haviam ocorrido desde que a nova crise se abatera pelo próprio mundo e, em particular, na sua vida.
- Luna... – principiou Bunny, mantendo o olhar fixo nas mãos. – Lembras-te por completo dos tempos do Milénio Prateado?
Espantada com aquela repentina mudança de assunto, Luna ajeitou-se e ponderou durante alguns breves segundos antes de responder.
- Bem, lembro-me de muitas coisas, mas não de todas, o que é normal porque, afinal de contas, já passou muito tempo. Ah, perguntas isso por causa do ceptro? – exclamou em voz baixa.
- Sim, também. – confessou Bunny. – Ainda não me contaste de onde o conheces...
- Tudo a seu tempo, Bunny. Depois do almoço de hoje vou contar tudo o que sei, prometo.
Bunny anuiu, já resignada com aquela resposta tantas vezes repetida pela gata. Aquele almoço estava marcado há já quase duas semanas, servindo para festejar a nova união das guerreiras navegantes e, ao mesmo tempo, funcionando como uma espécie de reunião e debate do ponto de situação actual.
- Como é que eu era no passado, Luna? Quero dizer... Como Princesa da Lua.
- Mas tu já sabes como eras... – replicou Luna sem compreender.
- Sei como era fisicamente, como amava o Endymion, a minha mãe e todas as navegantes, como gostava de andar pelo Palácio e, sobretudo, pela Terra. Mas o que quero saber é como era psicologicamente, se tinha muitos amigos, se era uma boa Princesa, uma boa filha... Se era parecida ao que sou hoje.
Intrigada com aquela súbita curiosidade de Bunny, Luna espreitou por entre as cortinas. Lá fora, o céu azul cobria-se de pequenas nuvens que não chegavam para ocultar o sol brilhante e quente. Era um belo dia de Verão, inserindo-se plenamente com a época em que se encontravam. Os pássaros, cujos chilreios eram mais altos do que os próprios automóveis impacientes, voavam livremente, trazendo nas asas a promessa dum dia sereno e convidativo.
- Costumavas acordar tarde também, por muito que eu insistisse em acordar-te. – brincou Luna, recordando com um sorriso saudoso aqueles tempos. – Apesar da perspectiva de governares o Milénio Prateado não ser muito atraente para ti, esforçavas-te realmente quando a Rainha Serenidade to pedia. Amavas imenso a tua mãe, assim como ela te amava a ti. As tuas melhores amigas eram as guerreiras navegantes, embora também elas passassem bastante tempo nos seus planetas e respectivos palácios. Ficavas especialmente feliz quando os teus aniversários se avizinhavam, não por cresceres, mas sim porque era a única altura em que todas as navegantes se reuniam.
“Éramos um reino tão próspero que praticamente todos os visitantes do exterior nos questionavam acerca dos métodos que a Rainha utilizava para manter o Sistema Solar tão unido e firmemente protegido. Recebíamos muitas visitas e os protocolos, embora rigorosos, podiam ser quebrados, normalmente quando tropeçavas na saia de uma Rainha ou no manto de um Rei doutro reino.” – troçou Luna, rindo-se das alturas em que a Princesa, ainda pequena, fazia disparates como aqueles.
- Mas tudo isso já se passou há muitos anos. Agora temos de concentrar-nos para o que acontece no presente e assim assegurarmos um futuro melhor. – concluiu Luna depois de saltar do parapeito da janela para o colchão. – Eu vou ter com o Artémis ao Crown, não te esqueças que combinaste encontrar-te com elas lá daqui a duas horas.
Bunny assentiu e mal reparou em Luna a sair do quarto, ficando absorvida nas suas palavras que ainda ecoavam pelo quarto, tal rufar seco de um tambor numa sala vazia. Lembrava-se vagamente disso, como se as suas recordações fossem fotografias desfocadas e desalinhadas num álbum desbotado pelo tempo. Com um suspiro, Bunny abriu as cortinas e deixou que o sol a encandeasse, o seu calor a roçagar-lhe a pele tal suspiro delicado e profundo. E quando os seus pensamentos se fundiram com os raios de sol que caíam para as copas das árvores, murmurou inconscientemente:
- Ora vamos lá ver o que vou vestir hoje.
Na escuridão, as sombras eram borrões incólumes e espectrais, mais negras do que o próprio negrume que as aliciava com burburinhos incompreensíveis. A única coisa que talvez se pudesse ver, se em si fosse depositada suficiente atenção, era as gotas de suor acanhadas que fluíam pela testa do homem que percorria o estreito corredor. A sua pele tremia numa inconstância involuntária, deixando claramente à vista o nervosismo que sentia. Mordia o lábio e piscava os olhos várias vezes, não como uma tentativa de compreender o caminho que seguia, mas sim por saber que algo terrível o esperava. Apesar das suas tentativas em demorar-se, o salão desfeito surgiu diante de si mais depressa do que fora sua intenção. Depois de engolir em seco, tentou sorver uma grande quantidade de ar húmido e pútrido que em nada lhe aliviou o espírito temente.
- Cérbe.
Aquela voz, embora esperada, perturbou-o mais do que desejava. Esforçando-se por parecer calmo, Cérbe ajoelhou-se defronte da mulher escondida pela própria escuridão, fitando o solo negro como se de facto fosse capaz de o distinguir.
- Minha senhora, perdoai-me. Sei que falhei, devia ter conseguido travar aquelas raparigas metediças, mas não fui capaz e sinto-me profundamente arrependido. Se o vosso desejo for punir-me... – aquela palavra causou-lhe tal ardor na boca que foi obrigado a parar durante breves segundos para se recompor -...então sinto-me preparado para tal.
Os segundos passavam tal horas vagarosas, como se o tempo tivesse deixado de nutrir qualquer significado digno de uma racionalidade fria e distante. Todo o interior de Cérbe resvalava por terrenos movediços, onde o medo era o seu maior alimento. Não queria morrer, mas sabia que se oferecesse a sua morte à sua senhora esta seria mais rápida e menos dolorosa do que se tentasse pedir clemência ou piedade, vocábulos desconhecidos para esta. A sua mão esquerda apertava o cabo de uma espada com vigor, pronto para fazer deslizar a sua lâmina afiada pelo seu corpo. Sabia exactamente como o fazer; bastava apenas uma ordem que teimava em chegar.
O riso satisfeito que percorreu os corredores mais próximos daquele local gelaram o espírito do homem prostrado, o qual sentiu cada fio de vida a escorrer-lhe pelos poros. Aquilo só podia significar que a mulher preferira o prazer do seu sofrimento a um término célere e fácil. Finalmente, quando o estado de quase histerismo cessou, a voz da mulher era ponderada e quase divertida.
- Pensavas que te ia matar, Cérbe? Confesso que até nem era má ideia, mas não vejo o porquê, visto que nada podia ter corrido melhor.
Espantado, o homem ousou erguer o olhar até ao local onde sabia que a mulher o fitava. O céu do Universo, ainda menos negro do que a atmosfera em redor, fazia com que fosse possível distinguir-lhe as ondas do seu cabelo, como se se tratasse de uma sombra por dentro das sombras.
- Mas, senhora! Todas as navegantes voltaram à vida, cada uma com um Fragmento plenamente funcional! As Irmãs deram-lhes a energia que precisavam e a Princesa da Lua conseguiu expulsá-la do corpo da guerreira com aquele objecto! – exclamou, sem se importar com o facto de estar a oferecer argumentos à mulher para o punir.
Em silêncio, a mulher começou a mover-se pelo soalho, deixando atrás de si o som ritmado dos seus sapatos finos envolto pelo perfume estonteante que os seus cabelos desprendiam. Com um ligeiro movimento ordenou a Cérbe que a seguisse, o que este fez sem hesitar. Enquanto percorriam os estreitos corredores, o homem conseguia ouvir os seus próprios batimentos cardíacos que denunciavam o nervosismo interior em que se encontrava. Tinha de confessar que estava curioso quanto à razão de tanta satisfação da sua senhora, mas, ao mesmo tempo, temia pela vida. Durante meia hora atravessaram longos pilares destruídos, carcaças de salas e quartos até chegarem a uma espécie de varanda. O solo projectava-se no ar, constituindo a única estrutura suspensa que existia por ali. Por entre o breu, Cérbe reparou em duas linhas de pedregulhos polidos, demasiado conservados para existirem num local tão decadente e, espantado, apercebeu-se que se tratava de uma ponte. A mulher, aparentemente alheia à desconcertação de Cérbe, atravessou a ponte sem olhar para o solo, como se estivesse habituada a percorrer tal caminho sinuoso. Ao fim de alguns metros, ambos penetraram no interior de uma estrutura abobadada e circular, semelhante a uma pequena sala oval. Cérbe nunca havia estado naquele local e estranhou-lhe os contornos saudáveis e resistentes, a única zona que possuía um tecto a cobri-la. Conseguia distinguir cada pormenor gravado nas pedras pois, no centro da sala, um pedestal sustinha um objecto que irradiava uma luz muito fraca mas suficiente para rasgar a escuridão.
A mulher, que se colocara ao lado do estranho objecto, incentivou o homem a aproximar-se. Movido pela curiosidade, Cérbe inclinou-se e reparou no pano encarnado que cobria o bloco rochoso onde, no seu centro, algo semelhante a uma folha reluzia. Sufocado por um sentimento avassalador, Cérbe viu-se obrigado a afastar-se de uma energia tão negra e negativa como aquela. Durante escassos segundos conseguiu sentir uma mistura de emoções a fluir-lhe pelas veias e a inundar-lhe o coração; raiva, ódio, sofrimento. Era algo extremamente agradável que o preenchia e que lhe causava uma sensação de adrenalina contagiante.
- Sabes como é que o Universo nasceu, Cérbe?
Ainda encadeado por aquela experiência, o homem demorou a entender por completo a essência da pergunta formulada pela mulher que cobrira o peculiar objecto com o tecido avermelhado.
- Não, minha senhora. Conheço apenas lendas, cada uma delas mais disparatada do que a outra.
- Lendas. – repetiu a mulher na sua voz grave e soturna. - Todas as lendas têm um fundo de verdade, principalmente se vindas do local a que me refiro. Creio que está na hora de conheceres a verdadeira e aí compreenderás a razão pela qual devemos estar satisfeitos.
Enquanto ouvia a história que a mulher desfiava, tal tecedeira ardilosa e ávida, Cérbe conseguia sentir a palpitação do seu coração a encher o estreito compartimento. Cada pulsação emitia a adrenalina que deslizava pelo seu interior, afastando qualquer receio que pudesse ainda conservar. Apercebia-se da perfeição do plano da sua senhora e, de vez em quando, olhava sorrateiramente para o pano que escondia a chave do seu sucesso. Do sucesso deles. Quando a mulher terminou, plenamente satisfeita, Cérbe ajoelhou-se novamente num respeito e admiração imensos. Queria sangue, destruição. Queria o desejo da sua senhora. E cumpri-los-ia, custasse o que custasse.
- Cérbe.
Aquela voz, embora esperada, perturbou-o mais do que desejava. Esforçando-se por parecer calmo, Cérbe ajoelhou-se defronte da mulher escondida pela própria escuridão, fitando o solo negro como se de facto fosse capaz de o distinguir.
- Minha senhora, perdoai-me. Sei que falhei, devia ter conseguido travar aquelas raparigas metediças, mas não fui capaz e sinto-me profundamente arrependido. Se o vosso desejo for punir-me... – aquela palavra causou-lhe tal ardor na boca que foi obrigado a parar durante breves segundos para se recompor -...então sinto-me preparado para tal.
Os segundos passavam tal horas vagarosas, como se o tempo tivesse deixado de nutrir qualquer significado digno de uma racionalidade fria e distante. Todo o interior de Cérbe resvalava por terrenos movediços, onde o medo era o seu maior alimento. Não queria morrer, mas sabia que se oferecesse a sua morte à sua senhora esta seria mais rápida e menos dolorosa do que se tentasse pedir clemência ou piedade, vocábulos desconhecidos para esta. A sua mão esquerda apertava o cabo de uma espada com vigor, pronto para fazer deslizar a sua lâmina afiada pelo seu corpo. Sabia exactamente como o fazer; bastava apenas uma ordem que teimava em chegar.
O riso satisfeito que percorreu os corredores mais próximos daquele local gelaram o espírito do homem prostrado, o qual sentiu cada fio de vida a escorrer-lhe pelos poros. Aquilo só podia significar que a mulher preferira o prazer do seu sofrimento a um término célere e fácil. Finalmente, quando o estado de quase histerismo cessou, a voz da mulher era ponderada e quase divertida.
- Pensavas que te ia matar, Cérbe? Confesso que até nem era má ideia, mas não vejo o porquê, visto que nada podia ter corrido melhor.
Espantado, o homem ousou erguer o olhar até ao local onde sabia que a mulher o fitava. O céu do Universo, ainda menos negro do que a atmosfera em redor, fazia com que fosse possível distinguir-lhe as ondas do seu cabelo, como se se tratasse de uma sombra por dentro das sombras.
- Mas, senhora! Todas as navegantes voltaram à vida, cada uma com um Fragmento plenamente funcional! As Irmãs deram-lhes a energia que precisavam e a Princesa da Lua conseguiu expulsá-la do corpo da guerreira com aquele objecto! – exclamou, sem se importar com o facto de estar a oferecer argumentos à mulher para o punir.
Em silêncio, a mulher começou a mover-se pelo soalho, deixando atrás de si o som ritmado dos seus sapatos finos envolto pelo perfume estonteante que os seus cabelos desprendiam. Com um ligeiro movimento ordenou a Cérbe que a seguisse, o que este fez sem hesitar. Enquanto percorriam os estreitos corredores, o homem conseguia ouvir os seus próprios batimentos cardíacos que denunciavam o nervosismo interior em que se encontrava. Tinha de confessar que estava curioso quanto à razão de tanta satisfação da sua senhora, mas, ao mesmo tempo, temia pela vida. Durante meia hora atravessaram longos pilares destruídos, carcaças de salas e quartos até chegarem a uma espécie de varanda. O solo projectava-se no ar, constituindo a única estrutura suspensa que existia por ali. Por entre o breu, Cérbe reparou em duas linhas de pedregulhos polidos, demasiado conservados para existirem num local tão decadente e, espantado, apercebeu-se que se tratava de uma ponte. A mulher, aparentemente alheia à desconcertação de Cérbe, atravessou a ponte sem olhar para o solo, como se estivesse habituada a percorrer tal caminho sinuoso. Ao fim de alguns metros, ambos penetraram no interior de uma estrutura abobadada e circular, semelhante a uma pequena sala oval. Cérbe nunca havia estado naquele local e estranhou-lhe os contornos saudáveis e resistentes, a única zona que possuía um tecto a cobri-la. Conseguia distinguir cada pormenor gravado nas pedras pois, no centro da sala, um pedestal sustinha um objecto que irradiava uma luz muito fraca mas suficiente para rasgar a escuridão.
A mulher, que se colocara ao lado do estranho objecto, incentivou o homem a aproximar-se. Movido pela curiosidade, Cérbe inclinou-se e reparou no pano encarnado que cobria o bloco rochoso onde, no seu centro, algo semelhante a uma folha reluzia. Sufocado por um sentimento avassalador, Cérbe viu-se obrigado a afastar-se de uma energia tão negra e negativa como aquela. Durante escassos segundos conseguiu sentir uma mistura de emoções a fluir-lhe pelas veias e a inundar-lhe o coração; raiva, ódio, sofrimento. Era algo extremamente agradável que o preenchia e que lhe causava uma sensação de adrenalina contagiante.
- Sabes como é que o Universo nasceu, Cérbe?
Ainda encadeado por aquela experiência, o homem demorou a entender por completo a essência da pergunta formulada pela mulher que cobrira o peculiar objecto com o tecido avermelhado.
- Não, minha senhora. Conheço apenas lendas, cada uma delas mais disparatada do que a outra.
- Lendas. – repetiu a mulher na sua voz grave e soturna. - Todas as lendas têm um fundo de verdade, principalmente se vindas do local a que me refiro. Creio que está na hora de conheceres a verdadeira e aí compreenderás a razão pela qual devemos estar satisfeitos.
Enquanto ouvia a história que a mulher desfiava, tal tecedeira ardilosa e ávida, Cérbe conseguia sentir a palpitação do seu coração a encher o estreito compartimento. Cada pulsação emitia a adrenalina que deslizava pelo seu interior, afastando qualquer receio que pudesse ainda conservar. Apercebia-se da perfeição do plano da sua senhora e, de vez em quando, olhava sorrateiramente para o pano que escondia a chave do seu sucesso. Do sucesso deles. Quando a mulher terminou, plenamente satisfeita, Cérbe ajoelhou-se novamente num respeito e admiração imensos. Queria sangue, destruição. Queria o desejo da sua senhora. E cumpri-los-ia, custasse o que custasse.
- Cuidado, Bunny!
Unazuki tentava a todo o custo manter a bandeja estável depois de quase chocar contra Bunny. A irmã de Mário bufou de irritação quando um cliente levantou o braço e exigiu uma nova bebida, afastando-se rapidamente e aceitando as desculpas da rapariga loira com um acenar descontraído.
- A irmã do Mário anda cheia de trabalho, não anda? – perguntou, juntando-se a Ami, Rita e Joana que conversavam animadamente numa das mesas do salão. Os seus olhos brilhavam, repletos de entusiasmo e alegria, como sempre acontecia desde o reencontro das navegantes. Até Ami, sempre tão racional e ponderada, se afastara dos livros durante alguns dias e, embora Bunny pudesse afirmar sem hesitar que algo de diferente se passava com Rita, esta correspondia a todas as brincadeiras.
- Isso é porque o Mário ainda está a recuperar. – disse Ami em voz baixa enquanto descrevia círculos com a palha pelo copo de vidro. – Ainda bem que já chegaste, Bunny! Ansiosa por logo à noite?
- Deves estar mesmo ansiosa, visto que tens umas olheiras que se vêem a quilómetros de distância! – exclamou Joana parecendo horrorizada.
- Não é nada, tenho tido apenas algumas noites más. – disfarçou Bunny, evitando em particular o olhar atento de Rita. Sabia que a amiga era capaz de lhe ler os pensamentos melhor do que ninguém, algo que era um pouco inconveniente naquela situação em particular.
- Ah, aposto que estás assim porque não sabes o que oferecer ao Gonçalo no seu aniversário. – brincou Joana, exibindo-lhe a língua para a provocar.
- Vá lá, meninas, vamos falar de coisas mais sérias. – disse Rita, salvando Bunny das perguntas de Joana, o que a surpreendeu ligeiramente. Talvez tivesse reagido assim porque Bunny também não a questionava acerca do seu olhar por vezes distante e alheio, como se estivesse perdida noutra dimensão que não aquela. – Temos muita coisa para conversar desde que nós... Bem, desde aquilo.
Apesar de saberem ao que Rita se referia, todas acenaram em concordância, evitando pronunciá-lo em voz alta. Embora tudo estivesse já resolvido e o propósito dos sacrifícios esclarecido, era sempre doloroso recordarem-se de como se haviam separado fisicamente e de como pensaram que essa separação seria definitiva.
- Sim, principalmente as recordações do passado que as outras dizem ter tido. – lembrou Ami, referindo-se a algumas passagens que as navegantes haviam visto aquando o encontro com as Irmãs. – A Maria deve estar quase a chegar... Ah, aí está ela!
A porta do salão abrira-se e Maria atravessava agora as diversas mesas circulares, exibindo um pequeno e cansado sorriso. Ao sentar-se na mesa das amigas, Bunny conseguiu distinguir o cheiro a álcool misturado com o do seu próprio perfume, um odor que ela por vezes também sentia entranhado na pele de Gonçalo depois de sair do hospital.
- Como está o Mário, Maria? – perguntou.
- Está melhor, felizmente. Hoje foi o primeiro dia que o consegui visitar. – replicou vagamente Maria, cujas faces ruborizavam a cada palavra que evocava. Não conseguia explicar porquê, mas desde a visão que tivera antes do sacrifício a Hemera que sentia aquela necessidade de cuidar de Mário, como se dela dependesse a sua vida e, por isso, corava ligeiramente com tal pensamento.
- Ainda bem! – disse Joana, concentrando-se de novo no cerne da conversa. – Faltam poucas horas para o almoço em casa das outras, mas eu gostava que antes da reunião de logo à noite pudéssemos festejar... Estou um bocado cansada de tanto rebuliço! Quero descansar!
- Nunca mudas, Joana. – ralhou Rita, embora exibisse um sorriso cúmplice. – Confesso que também gostava de relaxar um pouco, estar com vocês sem a pressão das novidades que aí vêm...
Ao dizê-lo, Rita olhou instintivamente para o vidro do salão onde o seu olhar encontrou uma rua preenchida de pessoas atarefadas e apressadas. Sentia saudades da paz de Ise, do encanto daqueles templos e daquelas pessoas mas, ao mesmo tempo, pensar nesse local magoava-a, não propriamente pelo facto de se ter sacrificado aí, mas por ter visto pela última vez aquele homem. Desejava poder abstrair-se um pouco das suas dolorosas recordações que tantas feridas insistiam em abrir, adiar o momento em que teria de revelar às amigas a traição do homem cujo nome se recusava em pronunciar.
- Sim, eu também concordo, e acho que as outras não se iam importar se festejássemos um pouco. – concordou Maria. – Até podia fazer bem à Susana. Eu posso levar um bolo de casa e fazíamos uma pequena celebração!
- É uma excelente ideia. – disse Ami, para grande admiração de todas. – O que foi? – perguntou, sentindo as maçãs do rosto a tornarem-se cada vez mais rosadas. – De vez em quando não faz mal...
Uma onda de riso abateu-se sobre a mesa das cinco amigas e Bunny sorveu aquele contentamento com alívio e despreocupação. Também ela desejava abstrair-se dos seus pensamentos inconstantes e ser, nem que apenas durante algumas horas, uma rapariga normal. Enquanto as outras combinavam pormenores para enriquecer o convívio, Bunny perscrutou as mesas com desinteresse, observando Unazuki a passar por entre as cadeiras e a servir vários bolos aos clientes ávidos até que, para seu espanto, viu uma cara sua conhecida junto à janela. Os seus cabelos brilhavam, presos como já era habitual, e o seu olhar perdia-se no mundo lá fora. À sua frente, um copo com um líquido laranja mantinha-se intocável, esperando por algum interesse da rapariga que o ignorava.
- Aqui têm, desculpem a demora. – disse Unazuki, pousando três bolos na mesa. Maria estava já a pedir o quarto quando Unazuki tocou ligeiramente no ombro de Bunny, chamando-a à atenção.
- Bunny, não queres nada?
- Ah, desculpa, estava distraída... Sim, quero dois destes. – disse, apontando para o bolo que Joana pedira.
- Estavas a olhar para aquela rapariga? – perguntou a irmã de Mário, trazendo os pedidos das duas raparigas. – Ultimamente ela tem passado por aqui e ficado bastante tempo a olhar lá para fora. É sempre muito solitária, passa todo o tempo absorta e às vezes até demora a pedir o que vai tomar. Bom, suponho que não tenha muitos amigos. – disse, afastando-se e deixando as quatro raparigas entregues aos seus planos.
Bunny observava Ayame pelo canto do olho enquanto mordiscava um pedaço do seu bolo. Já não a via desde aquele dia em que comera um gelado com ela e apercebeu-se, com algum espanto, que sentia saudades da sua companhia. Agora que tinha as amigas de volta esquecera-se completamente dela e, de certa forma, culpava-se por tal. De súbito, uma ideia aliciante envolveu-a e fê-la sorrir, largando o bolo que segurava.
- Tive uma ideia!
As amigas, espantadas com aquela sua reacção, olharam-na com curiosidade.
- Tu, uma ideia? – perguntou Rita algo incrédula.
- Oh, não sejas má, Rita! Ouçam, não acham que seria giro registar a nossa pequena festa?
- Como assim, registar?
- Sim, com fotografias! – exclamou Bunny, abrindo os braços como se a ideia fosse óbvia. – Nunca fizemos isso! Seria uma recordação muito gira, não acham?
- Tens razão! – replicou Joana, entusiasmada. – Podíamos até fazer um álbum!
- Sim, isso seria giro, mas o que acontece é que não temos máquina fotográfica. – lembrou Ami.
Bunny suspirou e inclinou-se na mesa.
- Eu conheço uma pessoa que é fotógrafa e pode tirar-nos fotografias. Assim nem precisamos de fazer turnos! E também era uma forma de ela estar com alguém, visto que ultimamente tem passado os dias sozinha...
- Mas, Bunny, e depois como é que faríamos para falarmos de assuntos sérios?
- Dizemos-lhe para ficar connosco até à hora da reunião. – respondeu Bunny rapidamente. – Vá lá, sinto-me culpada por ela estar sempre tão só... Por favor...!
As amigas entreolharam-se e sorriram com aquela inocência e simplicidade de Bunny. Por fim, Maria concordou.
- Acho que as outras não se vão importar... Por mim pode ser. Além disso, se ela se sente sozinha, nada melhor do que estar entre nove pessoas para isso desaparecer. – brincou, o que fez com que todas se rissem novamente.
- Ela está ali. – disse Bunny, apontando para Ayame. – Vou chamá-la!
Entusiasmada com tal plano, Bunny ergueu-se e deslocou-se atabalhoadamente até à mesa de Ayame. A rapariga, ainda absorta nos seus pensamentos, mal reparou na sua chegada, continuando a mirar a rua, até que sentiu a presença de Bunny e, sobressaltando-se, voltou rapidamente a cabeça, encontrando o seu sorriso.
- Oh, Bunny, olá! Assustaste-me! – confessou, sorrindo timidamente. Ao fazê-lo, Bunny não pôde deixar de reparar no seu olhar que, como sempre, a surpreendeu. Os seus olhos eram um mistério para si, pois nunca havia conseguido compreender na totalidade qual a verdadeira cor destes. Naquele momento, Bunny podia jurar que eram de um cinzento suave e delicado, como se reflectisse um céu enevoado numa tarde de Outono. Pareciam incrivelmente melancólicos, encerrando dentro de si próprios o estado de espírito de quem os detinha.
- Desculpa! – respondeu, tentando voltar à realidade que a trouxera até ali. – Está tudo bem? Pareces um pouco desanimada...
- Está tudo bem, sim. – assegurou Ayame, embora o seu sorriso dissesse o oposto. Apercebendo-se disso, Bunny avançou e apontou para a mesa onde as navegantes conversavam.
- Eu e as minhas amigas vamos agora para um almoço e queríamos convidar-te para ires connosco! Eu sei que tu fotografas e gostava que tirasses algumas fotografias do almoço e te divertisses na nossa companhia.
Bunny observou a reacção de Ayame, cujas pupilas se contraíram e dilataram num espanto interior profundo. Parecia ter sido apanhada de surpresa, como se lhe houvessem dito que acabara de ganhar a lotaria ou de perder tudo, pois Bunny não conseguia compreender se esta se sentia feliz ou magoada. Ao observá-la com atenção, podia quase jurar que os seus olhos mudavam de cor à medida que tentava regressar à normalidade, mas ela sabia que isso seria impossível... Não era?
- Eu agradeço imenso... Mas não vou poder aceitar, desculpa. Com certeza que vocês querem divertir-se e eu sentir-me-ia de parte...
- Não, nem pensar! Elas já concordaram e tenho a certeza que iriam querer realmente a tua companhia! Além disso, queríamos mesmo muito que nos tirasses fotografias. – frisou Bunny, embora soubesse que aquela última parte era apenas um pretexto para que ela as acompanhasse.
- Não, desculpa, mas não posso, eu...
- Vá lá, Ayame, vou ficar mesmo triste se não vieres...
Com aquela frase, Ayame vacilou e fitou Bunny como se ponderasse as suas opções. Por fim, acabou por suspirar e vasculhar na sua mala, de onde retirou uma máquina fotográfica negra e brilhante.
- Está bem, ganhaste! Eu vou com vocês.
- Ah, que bom! Anda, vou apresentar-te! – exclamou, puxando Ayame pelo braço e empurrando-a até à mesa das amigas, onde efectuou as apresentações. Todas as raparigas sorriram e conversaram animadamente com Ayame, fazendo perguntas sobre fotografia e outras mais discretas e naturais. E quando por fim todas saíram para irem para casa de Haruka, Mariana, Octávia e Susana, Bunny sentia-se satisfeita consigo própria, ao mesmo tempo que outro sentimento diferente passeava pelo seu interior, o qual ignorou, pressupondo tratar-se de uma consequência de sucessivas insónias. Um sentimento que não era capaz de descortinar, por mais que se esforçasse por tal. Um sentimento envolto por uma voz que lhe pedia uma única palavra – cautela.
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Unazuki tentava a todo o custo manter a bandeja estável depois de quase chocar contra Bunny. A irmã de Mário bufou de irritação quando um cliente levantou o braço e exigiu uma nova bebida, afastando-se rapidamente e aceitando as desculpas da rapariga loira com um acenar descontraído.
- A irmã do Mário anda cheia de trabalho, não anda? – perguntou, juntando-se a Ami, Rita e Joana que conversavam animadamente numa das mesas do salão. Os seus olhos brilhavam, repletos de entusiasmo e alegria, como sempre acontecia desde o reencontro das navegantes. Até Ami, sempre tão racional e ponderada, se afastara dos livros durante alguns dias e, embora Bunny pudesse afirmar sem hesitar que algo de diferente se passava com Rita, esta correspondia a todas as brincadeiras.
- Isso é porque o Mário ainda está a recuperar. – disse Ami em voz baixa enquanto descrevia círculos com a palha pelo copo de vidro. – Ainda bem que já chegaste, Bunny! Ansiosa por logo à noite?
- Deves estar mesmo ansiosa, visto que tens umas olheiras que se vêem a quilómetros de distância! – exclamou Joana parecendo horrorizada.
- Não é nada, tenho tido apenas algumas noites más. – disfarçou Bunny, evitando em particular o olhar atento de Rita. Sabia que a amiga era capaz de lhe ler os pensamentos melhor do que ninguém, algo que era um pouco inconveniente naquela situação em particular.
- Ah, aposto que estás assim porque não sabes o que oferecer ao Gonçalo no seu aniversário. – brincou Joana, exibindo-lhe a língua para a provocar.
- Vá lá, meninas, vamos falar de coisas mais sérias. – disse Rita, salvando Bunny das perguntas de Joana, o que a surpreendeu ligeiramente. Talvez tivesse reagido assim porque Bunny também não a questionava acerca do seu olhar por vezes distante e alheio, como se estivesse perdida noutra dimensão que não aquela. – Temos muita coisa para conversar desde que nós... Bem, desde aquilo.
Apesar de saberem ao que Rita se referia, todas acenaram em concordância, evitando pronunciá-lo em voz alta. Embora tudo estivesse já resolvido e o propósito dos sacrifícios esclarecido, era sempre doloroso recordarem-se de como se haviam separado fisicamente e de como pensaram que essa separação seria definitiva.
- Sim, principalmente as recordações do passado que as outras dizem ter tido. – lembrou Ami, referindo-se a algumas passagens que as navegantes haviam visto aquando o encontro com as Irmãs. – A Maria deve estar quase a chegar... Ah, aí está ela!
A porta do salão abrira-se e Maria atravessava agora as diversas mesas circulares, exibindo um pequeno e cansado sorriso. Ao sentar-se na mesa das amigas, Bunny conseguiu distinguir o cheiro a álcool misturado com o do seu próprio perfume, um odor que ela por vezes também sentia entranhado na pele de Gonçalo depois de sair do hospital.
- Como está o Mário, Maria? – perguntou.
- Está melhor, felizmente. Hoje foi o primeiro dia que o consegui visitar. – replicou vagamente Maria, cujas faces ruborizavam a cada palavra que evocava. Não conseguia explicar porquê, mas desde a visão que tivera antes do sacrifício a Hemera que sentia aquela necessidade de cuidar de Mário, como se dela dependesse a sua vida e, por isso, corava ligeiramente com tal pensamento.
- Ainda bem! – disse Joana, concentrando-se de novo no cerne da conversa. – Faltam poucas horas para o almoço em casa das outras, mas eu gostava que antes da reunião de logo à noite pudéssemos festejar... Estou um bocado cansada de tanto rebuliço! Quero descansar!
- Nunca mudas, Joana. – ralhou Rita, embora exibisse um sorriso cúmplice. – Confesso que também gostava de relaxar um pouco, estar com vocês sem a pressão das novidades que aí vêm...
Ao dizê-lo, Rita olhou instintivamente para o vidro do salão onde o seu olhar encontrou uma rua preenchida de pessoas atarefadas e apressadas. Sentia saudades da paz de Ise, do encanto daqueles templos e daquelas pessoas mas, ao mesmo tempo, pensar nesse local magoava-a, não propriamente pelo facto de se ter sacrificado aí, mas por ter visto pela última vez aquele homem. Desejava poder abstrair-se um pouco das suas dolorosas recordações que tantas feridas insistiam em abrir, adiar o momento em que teria de revelar às amigas a traição do homem cujo nome se recusava em pronunciar.
- Sim, eu também concordo, e acho que as outras não se iam importar se festejássemos um pouco. – concordou Maria. – Até podia fazer bem à Susana. Eu posso levar um bolo de casa e fazíamos uma pequena celebração!
- É uma excelente ideia. – disse Ami, para grande admiração de todas. – O que foi? – perguntou, sentindo as maçãs do rosto a tornarem-se cada vez mais rosadas. – De vez em quando não faz mal...
Uma onda de riso abateu-se sobre a mesa das cinco amigas e Bunny sorveu aquele contentamento com alívio e despreocupação. Também ela desejava abstrair-se dos seus pensamentos inconstantes e ser, nem que apenas durante algumas horas, uma rapariga normal. Enquanto as outras combinavam pormenores para enriquecer o convívio, Bunny perscrutou as mesas com desinteresse, observando Unazuki a passar por entre as cadeiras e a servir vários bolos aos clientes ávidos até que, para seu espanto, viu uma cara sua conhecida junto à janela. Os seus cabelos brilhavam, presos como já era habitual, e o seu olhar perdia-se no mundo lá fora. À sua frente, um copo com um líquido laranja mantinha-se intocável, esperando por algum interesse da rapariga que o ignorava.
- Aqui têm, desculpem a demora. – disse Unazuki, pousando três bolos na mesa. Maria estava já a pedir o quarto quando Unazuki tocou ligeiramente no ombro de Bunny, chamando-a à atenção.
- Bunny, não queres nada?
- Ah, desculpa, estava distraída... Sim, quero dois destes. – disse, apontando para o bolo que Joana pedira.
- Estavas a olhar para aquela rapariga? – perguntou a irmã de Mário, trazendo os pedidos das duas raparigas. – Ultimamente ela tem passado por aqui e ficado bastante tempo a olhar lá para fora. É sempre muito solitária, passa todo o tempo absorta e às vezes até demora a pedir o que vai tomar. Bom, suponho que não tenha muitos amigos. – disse, afastando-se e deixando as quatro raparigas entregues aos seus planos.
Bunny observava Ayame pelo canto do olho enquanto mordiscava um pedaço do seu bolo. Já não a via desde aquele dia em que comera um gelado com ela e apercebeu-se, com algum espanto, que sentia saudades da sua companhia. Agora que tinha as amigas de volta esquecera-se completamente dela e, de certa forma, culpava-se por tal. De súbito, uma ideia aliciante envolveu-a e fê-la sorrir, largando o bolo que segurava.
- Tive uma ideia!
As amigas, espantadas com aquela sua reacção, olharam-na com curiosidade.
- Tu, uma ideia? – perguntou Rita algo incrédula.
- Oh, não sejas má, Rita! Ouçam, não acham que seria giro registar a nossa pequena festa?
- Como assim, registar?
- Sim, com fotografias! – exclamou Bunny, abrindo os braços como se a ideia fosse óbvia. – Nunca fizemos isso! Seria uma recordação muito gira, não acham?
- Tens razão! – replicou Joana, entusiasmada. – Podíamos até fazer um álbum!
- Sim, isso seria giro, mas o que acontece é que não temos máquina fotográfica. – lembrou Ami.
Bunny suspirou e inclinou-se na mesa.
- Eu conheço uma pessoa que é fotógrafa e pode tirar-nos fotografias. Assim nem precisamos de fazer turnos! E também era uma forma de ela estar com alguém, visto que ultimamente tem passado os dias sozinha...
- Mas, Bunny, e depois como é que faríamos para falarmos de assuntos sérios?
- Dizemos-lhe para ficar connosco até à hora da reunião. – respondeu Bunny rapidamente. – Vá lá, sinto-me culpada por ela estar sempre tão só... Por favor...!
As amigas entreolharam-se e sorriram com aquela inocência e simplicidade de Bunny. Por fim, Maria concordou.
- Acho que as outras não se vão importar... Por mim pode ser. Além disso, se ela se sente sozinha, nada melhor do que estar entre nove pessoas para isso desaparecer. – brincou, o que fez com que todas se rissem novamente.
- Ela está ali. – disse Bunny, apontando para Ayame. – Vou chamá-la!
Entusiasmada com tal plano, Bunny ergueu-se e deslocou-se atabalhoadamente até à mesa de Ayame. A rapariga, ainda absorta nos seus pensamentos, mal reparou na sua chegada, continuando a mirar a rua, até que sentiu a presença de Bunny e, sobressaltando-se, voltou rapidamente a cabeça, encontrando o seu sorriso.
- Oh, Bunny, olá! Assustaste-me! – confessou, sorrindo timidamente. Ao fazê-lo, Bunny não pôde deixar de reparar no seu olhar que, como sempre, a surpreendeu. Os seus olhos eram um mistério para si, pois nunca havia conseguido compreender na totalidade qual a verdadeira cor destes. Naquele momento, Bunny podia jurar que eram de um cinzento suave e delicado, como se reflectisse um céu enevoado numa tarde de Outono. Pareciam incrivelmente melancólicos, encerrando dentro de si próprios o estado de espírito de quem os detinha.
- Desculpa! – respondeu, tentando voltar à realidade que a trouxera até ali. – Está tudo bem? Pareces um pouco desanimada...
- Está tudo bem, sim. – assegurou Ayame, embora o seu sorriso dissesse o oposto. Apercebendo-se disso, Bunny avançou e apontou para a mesa onde as navegantes conversavam.
- Eu e as minhas amigas vamos agora para um almoço e queríamos convidar-te para ires connosco! Eu sei que tu fotografas e gostava que tirasses algumas fotografias do almoço e te divertisses na nossa companhia.
Bunny observou a reacção de Ayame, cujas pupilas se contraíram e dilataram num espanto interior profundo. Parecia ter sido apanhada de surpresa, como se lhe houvessem dito que acabara de ganhar a lotaria ou de perder tudo, pois Bunny não conseguia compreender se esta se sentia feliz ou magoada. Ao observá-la com atenção, podia quase jurar que os seus olhos mudavam de cor à medida que tentava regressar à normalidade, mas ela sabia que isso seria impossível... Não era?
- Eu agradeço imenso... Mas não vou poder aceitar, desculpa. Com certeza que vocês querem divertir-se e eu sentir-me-ia de parte...
- Não, nem pensar! Elas já concordaram e tenho a certeza que iriam querer realmente a tua companhia! Além disso, queríamos mesmo muito que nos tirasses fotografias. – frisou Bunny, embora soubesse que aquela última parte era apenas um pretexto para que ela as acompanhasse.
- Não, desculpa, mas não posso, eu...
- Vá lá, Ayame, vou ficar mesmo triste se não vieres...
Com aquela frase, Ayame vacilou e fitou Bunny como se ponderasse as suas opções. Por fim, acabou por suspirar e vasculhar na sua mala, de onde retirou uma máquina fotográfica negra e brilhante.
- Está bem, ganhaste! Eu vou com vocês.
- Ah, que bom! Anda, vou apresentar-te! – exclamou, puxando Ayame pelo braço e empurrando-a até à mesa das amigas, onde efectuou as apresentações. Todas as raparigas sorriram e conversaram animadamente com Ayame, fazendo perguntas sobre fotografia e outras mais discretas e naturais. E quando por fim todas saíram para irem para casa de Haruka, Mariana, Octávia e Susana, Bunny sentia-se satisfeita consigo própria, ao mesmo tempo que outro sentimento diferente passeava pelo seu interior, o qual ignorou, pressupondo tratar-se de uma consequência de sucessivas insónias. Um sentimento que não era capaz de descortinar, por mais que se esforçasse por tal. Um sentimento envolto por uma voz que lhe pedia uma única palavra – cautela.
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Spoiler
Pronto, coloquei porque fui subornada pelo senhor rmmr e pela senhora _S.E.A_! 

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