Sailor Moon Portugal, A Navegante da Lua

A Flor de Pandora

#561
Não precisas de pedir desculpa!

Eu? Escrever bem? Ao pé de ti sou uma amadora xDD

Capitulo grande *-*
*dá pulinhos pelo quarto* Venha ele xDD


#562
*Kaoru escreveu:A minha cara é assim tão familiar para vocês? Embarassed Razz Devo ser mesmo previsível, hehe :Embaracoso':

Ah, e como aviso... Este capítulo vai ser um bocadinho grande, espero que não se importem... :Embaracoso': À noite devo colocar Wink

Lool previsivel? És nada! E desde quando é k nos importamos por tu postares capitulos grandes? Assim é k é bom! Nós importamo-nos se tu pensar que nós nos importamos por tu postares capítulos grandes!
Ai k bom... eu venho do ballet cansada e vou ter um capítulo lindo para ler!

*mim lembra-se de uma coisa*

Ei ei! Tu disseste k a Ruka ia aparecer neste capitulo, mais uma razão para tar ansiosa por ele, né? Fico então à espera Embaracoso

Um grande, grande obrigada pela sign e pelo avie Xaninha kida! ^^



Jovens escritores, nao resistem a chocolate? Especialmente Kinder? Então cuidado, o gang anda rondando
#563
nvo capitulo :dança:
fico entaun à espera de mais um capitulo maravilhoso coma tua escrita amravilhosa Surprised.o:



merci, André <3
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Hapinnes in colour motion... porque a cor é, afinal, a base de toda a felicidade! - by dizzy

#564
Capítulo XXV
Força
~Depois da tempestade~
- Parte I -
Gotas de chuva. Lágrimas eternas. O cântico perene que vive no coração de quem vê. E uma espera bravia. Os olhos fixos num ponto do universo; no mundo que o sustinha e que lhe acenava num cumprimento familiar. O vento, mensageiro, carregando no seu ventre notas difusas. Uma melodia de despedida e de saudação. Sentimentos que ela não conseguia compreender. Sentimentos que ela abraçava e aceitava, observando as nuvens negras e estáticas. E tudo se aglomerava enquanto esperava por algo que sabia que viria mas que tardava em aparecer.

Susana observava Bunny que, sentada no estrado de madeira do templo Hikawa, fixava o seu olhar em algo que ela não era capaz de ver. Os seus olhos azuis eram a mágoa e a saudade, sentimentos que se entrelaçavam numa dança vagarosa e intrometida. Imperturbável, o seu olhar estendia-se para além das gotas de chuva e pousava nas escadas solitárias e vazias que conduziriam quem esperava ao seu encontro. A primeira seria Ami, que regressara a casa para trazer-lhes o livro onde constava a localização das Irmãs. De resto, apenas o tempo lhe diria. Apenas o tempo traria a confirmação das palavras de Susana.

O templo, solitário, erguia-se como um espectro, terrivelmente vazio desde que Bunny tomara conhecimento do sacrifício de Rita. O seu avô, que partira para uma vila próxima da cidade em retiro espiritual, seguindo o exemplo de Fernando, nada sabia do que se passara com a neta, e Bunny não conseguiu deixar de se perguntar, no seu próprio encarceramento, como se sentiria ao sabê-lo. Esforçando por reprimir as suas próprias lágrimas, mantinha o olhar fixo naquelas escadas. Naquele momento. A altura chegaria, estava certa disso.

E, como se o próprio mundo lhe respondesse, um fio de sol atravessou as nuvens, tocando-lhe o rosto e afagando-o. Bunny deu por si a cerrar as pálpebras, procurando absorver cada toque da luz, cada partícula que nela pousava. Parecia-lhe que a música que ouvia desde que chegara àquele local se prolongava no infinito, aumentando a cada segundo que passava. Havia algo de inexplicável na atmosfera que a rodeava, que caminhava ao lado da dor da perda e lhe dava esperança. Era nisso que se apoiava; nessa certeza que lhe permitia acreditar. Acreditar que as amigas regressariam. Acreditar que seriam, novamente, um círculo forte. Um pilar. Um sonho em comum. Uma realidade. E quando, por fim, uma nuvem ocultou essa última réstia de luz, o mundo pulsou. Sem Bunny se aperceber, Susana deu um passo em frente e sorriu.

- Começou.

***
A água da chuva escorria pelos cabelos azulados de Ami, que a aceitava sem protestar, esforçando-se para manter o livro debaixo do seu casaco impermeável. Os seus dedos frios, pressionados na capa dura, tremiam à medida que avançava pelas ruas que a conduziriam até ao templo Hikawa, onde Susana e Bunny a aguardavam, pacientemente. Também ela esperava, abraçada a uma forma invisível e etérea que Bunny teimava em construir; a silhueta da esperança. Uma silhueta que, apesar de tudo, era assombrada pela realidade crua que assistira na Gruta das Mil Flores. O sacrifício de Mariana.

A racionalidade de Ami impedia-a de ver com nitidez essa ideia que Bunny insistia em formular e transmitir, acabando, quase que inconscientemente, por afastá-la. Era impossível que Mariana, assim como todas as outras, pudesse regressar. Ela vira-a a desaparecer, assistira à fusão da sua semente de estrela com o peito de Anfitrite. Estava morta, desvanecera-se, como lhe acontecera há tempos atrás, quando sucumbira às mãos de Galáxia. E, desta vez, não haveria nada que pudesse ser feito, pois elas necessitavam dos Fragmentos para reconstruir um mundo que parecia prestes a desfazer-se. Um mundo em desequilíbrio, como um pequeno barco à deriva no mais temível dos oceanos.

E, contudo, como seria possível fazê-lo? Aquele Fragmento repousava inerte e suspenso na pulseira que lhe adornava o pulso, completamente desprovido de qualquer significado prático. Nem por um só momento Ami sentira uma alteração que fosse nos seus poderes, ao transformar-se. Nenhum relampejo de imensidão, da capacidade promulgada e aclamada pelas Protectoras. Não se sentia forte, muito pelo contrário. Os seus poderes pareciam ter enfraquecido desde o encontro com Anfitrite, assim como os de Bunny, que continuava a não se conseguir transformar na sua forma eterna. E o mundo, esse, continuava desfigurado. A devastação que lhe corroía o coração era maior do que os zumbidos dos automóveis que por ela passavam; a consciência de que, por sua causa, uma das suas amigas tinha sido sacrificada, a consciência de que mais companheiras haviam já perecido às mãos de três mulheres. A consciência de não passar de uma peça de xadrez num jogo impossível de ser ganho.

Subindo as escadas do templo, Ami definhava nas suas conclusões. Fora fraca e nada tinha para oferecer à sua princesa. Nem conhecimento, nem força. Nada. E a chuva, cada vez mais forte, era a única coisa que a fazia, naquele momento, sentir que ainda estava viva.

***
Os sussurros que o vento trazia fustigavam-lhe o rosto esquálido e pálido, tal borrões de tinta que salpicam uma página em branco, vibrando a cada passagem da mão trémula do poeta atormentado. Sussurros incoerentes que só ela podia perceber, envolvidos pelas gotas que pendiam do céu negro e lhe deslizavam pelos cabelos doirados, roçando-lhe as orelhas e desprendendo uma palavra. Uma única palavra que preenchia o enorme vazio que era o do seu olhar. Um olhar sem rumo ou destino, sem lugar onde pousar, esbatido nas suas próprias tonalidades baças. E o seu rumo era apenas a certeza do que tinha de fazer. A única certeza que agora possuía.

Durante todo o caminho que não viu, passando por todas as ruas que não reconheceu, Haruka perguntou-se inúmeras vezes porquê. Ainda via a face de Maria, iluminada por um brilho incompreensível, a desaparecer por entre as nuvens numa despedida eterna. Não era justo, e ela sabia-o. Não era justo não estar, naquele momento, junto daquela cujo nome teimava em resistir a todos os sons do mundo, sobrepondo-se num timbre elevado. Não era justo não poder vê-la, tocá-la, sorrir-lhe. Não era justo. Para nenhuma delas.

Os seus olhos secos não procuravam abrigo da chuva que a abraçava e rodeava num aperto doloroso; apenas avançava pelas ruas num compasso desenfreado, não se importando com as pessoas que por ela passavam e centravam a sua atenção naquela figura espectral. O seu sofrimento era maior do que o cansaço que lhe definhava os músculos e sabia que só havia um caminho a percorrer. O caminho que a levaria à sua princesa. A sua única razão de viver era agora cumprir a sua missão, a missão que lhe fora incumbida desde que se recordava; proteger a princesa da Lua.

E, de súbito, a chuva tornou-se mais forte quando Haruka compreendeu a imensidão do céu e a extensão das suas lágrimas fugidias. Como poderiam protegê-la sem as outras? Como poderia existir um futuro onde não figurassem guerreiras, amigas, companheiras? Como poderia existir esse equilibro que as Irmãs tanto apregoavam e insistiam em referir? Como poderia continuar sem aquela cujo nome ressoava no seu interior, recordando-lhe a sua perda?

Mariana. Mariana. Mariana.

O nome que a guiava extinguia-se a cada passo que dava, como se se tratasse de uma vela que ardia lentamente sob a atmosfera húmida da cidade, acabando por se apagar quando Haruka chegou, finalmente, à entrada do templo Hikawa. Permitindo-se sair um pouco do seu próprio interior, olhou em frente, onde certamente Bunny e Ami estariam. Não o sabia, de facto, mas sentia-o, pelo que as suas suspeitas foram confirmadas quando viu o cabelo azulado de Ami a chegar às últimas escadas, desaparecendo de seguida. E, apoiando-se na figura solitária e invisível da sua missão, Haruka começou a subir as escadas, seguindo os passos de Ami, que a levariam até ao encontro do destino.


***
Os telhados das casas, escorregadios e matreiros, sorviam o som da respiração irregular de Vénus, ajudando-a a passar desapercebida aos olhares das pessoas que caminhavam pelas ruas, a vários metros abaixo de si. Felizmente para a guerreira, o hábito de correr por lugares tão inóspitos e incomodativos como aquele estava já entranhado no seu ser, pelo que os seus pensamentos eram, naquele momento, unicamente dirigidos às palavras de Deméter e ao seu aviso. Ao saltar, Vénus sentia o aperto que lhe envolvia o coração a aumentar de intensidade, relembrando-lhe que cada segundo que passava era precioso demais para ser desperdiçado inutilmente. Acordara há cerca de vinte minutos atrás, bastante perto do estúdio onde se encontrara com Octávia, ainda transformada, e não perdera tempo em decidir para onde se haveria de dirigir. Sabia onde Bunny estava e sentia-a em perigo mais do que nunca.

Durante todo o trajecto, vários pensamentos lhe assolavam a mente, perguntas que rodeavam as certezas que tinham nascido no seu coração. E todas as respostas que encontrava pareciam-lhe demasiado dolorosas e impossíveis. E, no entanto, não conseguia encontrar outra explicação para elas. Tudo fazia sentido; a incapacidade de Bunny em se transformar na sua forma eterna, o desaparecimento de Chibiusa, a instabilidade no futuro...

Vénus abanou a cabeça, tentando afastar as suas teorias e concentrando-se naquilo que compreendera com o encontro com Deméter. Havia esperança. Tinha de haver.
#565
- Começou.

Bunny pousou os seus olhos em Susana, encontrando-a de costas para si. Parecia que olhava para as escadas do templo e, sentindo um pressentimento a entranhar-se em si própria, ergueu-se. A esperança, cada vez maior, aquecia-lhe o corpo e fazia-a ignorar a chuva miúda que fazia com que os seus cabelos, presos nos odangos, começassem a adquirir formas onduladas. A esperança do reencontro.

A primeira pessoa que Bunny viu foi Ami e, embora já tivesse estado com ela, o simples facto da sua visão alegrou-a mais do que qualquer outra coisa que sentira nos últimos tempos. Não viu, por isso, o seu olhar abatido e cansado, preso nos seus próprios anseios e tumultos, enquanto caminhava na direcção das duas amigas que a esperavam. Ao aproximar-se delas, a sua voz soou como a de uma pessoa enferma e rouca, tremendo a cada palavra que pronunciava, anunciando que trazia o livro consigo. E, antes que Bunny lhe pudesse perguntar o que se passava, viu-a chegar.

O seu coração pulsou numa expectativa contida, transformando-se rapidamente numa alegria pura e genuína, apenas abalada pela certeza de saber que não poderia ver Maria a segui-la. Os olhos de Haruka, baixos e escondidos pelas madeixas loiras que lhe recobriam a testa húmida, mantinham-se presos ao solo, incapaz de enfrentar Bunny e Ami. E Bunny, cujas palavras se tinham esgueirado para um local inatingível, sentiu as lágrimas a rodearem-lhe as linhas do rosto, contornando o seu sorriso. Haruka estava ali, sã e salva. E, sem mais hesitar, começou a correr.

Haruka abriu os olhos de espanto por sentir o corpo de Bunny abraçado ao seu, acabando por olhar para a sua cabeça loira e trémula. Sentia as suas lágrimas de felicidade a atravessarem-lhe a camisola suja de terra e poeira e a tocarem-lhe a pele fria, o que, de alguma forma, contribuía para que se sentisse ainda pior. Colocou-lhe as mãos nos ombros e, ao afastá-la delicadamente de si, teve o cuidado de evitar olhá-la, pelo que acabou por fixar o seu olhar nas duas outras mulheres que ali se encontravam. Nada a pôde prevenir para ver ali Susana, o que a afectou de tal forma que acabou por recuar um passo. A confluência de sentimentos que lhe perpassavam o espírito era de tal forma enorme que se obrigou a fechar os olhos e a abri-los de novo para ter a certeza de que não estava a sonhar. Mas ela continuava ali, em pé, a fitá-la, completamente sã e salva. Sentia-se confusa por vê-la, alegre por a saber bem e culpada por não ter Mariana a seu lado. E o seu sorriso, ao invés da apaziguar, inquietava-a.

- Haruka...

Bunny mirava-a, respeitando, contudo, o espaço que ela lhe pedira, formulado nos seus gestos. Haruka, por outro lado, parecia completamente absorta, não respondendo imediatamente a Bunny. À medida que Susana se tornava numa certeza real, o seu coração despedaçava-se como um espelho quebrado, cujos estilhaços roçavam perigosamente os seus sentimentos mais profundos. Obrigara-se a manter-se forte ao lado de Bunny, dando tudo para a proteger, inclusive, se tal fosse necessário, a sua agora mísera existência. Mas Susana parecia completamente impassível e impenetrável, quase como se a acusasse da morte de Mariana e de Maria, da sua parca força e impotência.

- Onde está a Rita? – perguntou a Bunny, com a voz tão rouca quanto a de Ami, ainda sem a fitar.

- A Rita... – começou Bunny, apercebendo-se, no entanto, que não seria capaz de terminar aquela afirmação. Haruka não precisou que esta continuasse para saber o que tinha acontecido, pelo que olhou, finalmente, para a rapariga e, ao ver a sua cabeça baixa, ergueu-a cuidadosamente com a mão direita, sorrindo-lhe. Era essa agora a sua missão; a de proteger aquela rapariga com todas as suas forças, dar-lhe motivos para afastar a sua tristeza.

Susana, por seu turno, virou-se para Ami, que estava tão espantada quanto Bunny por rever a sua amiga mas que, e no entanto, não tinha sido capaz de ir ao seu encontro.

- Ami, traz o livro. Haruka e Bunny, venham.

Ami anuiu e obedeceu, aproximando-se de Susana com o objecto nas suas mãos. Haruka e Bunny decidiram juntar-se a estas, sem saberem, no entanto, o que Susana pretendia. Esta, por seu turno, pegou no livro, esfolheando-o e lendo algumas páginas enquanto o protegia da chuva com a mão direita. Alguns minutos depois, acabou por fechá-lo, entregando-o de novo a Ami.

- Tal como pensava, há uma forma de trazermos as outras de volta.

Aquela afirmação, tão curta e directa, recaiu sobre as três raparigas, provocando um choque geral e adquirindo formas distintas nos rostos de cada uma. Ami sentiu os seus olhos a iluminarem-se, pelo que tapou a boca com as mãos para reprimir o grito de alegria e estupefacção que se formulava nos seus lábios; Haruka abriu instintivamente os olhos numa incredulidade ainda desconfiada e, embora não tivesse sido capaz de sorrir, a sua alma abria-se numa possibilidade infinita de retorno; e Bunny, espontânea e sincera, embora não pudesse ver o seu sorriso rasgado e o seu olhar cheio de esperança, agarrou as mãos de Susana impacientemente.

- Como fazemos isso?! É mesmo possível?!

- Sim, é. Como guerreira do Tempo, sei coisas que vocês não podem ainda compreender… E consegui ler, nestas páginas, que basta utilizarmos uma energia pura e muito forte para fazermos com que as sementes de estrela delas sejam recuperadas. Se concentrarmos toda a nossa atenção e utilizando os Fragmentos que temos, poderemos trazê-las de volta.

- E que energia pura será essa? – perguntou Haruka.

- A do Cristal Prateado.

Todas se voltaram para Ami, que parecia fazer contas meticulosas à velocidade da luz, procurando assimilar toda a informação que Susana lhes transmitira e dotá-la de sentido.

- Exactamente. – confirmou Susana. – A energia do Cristal Prateado, em contacto com os Fragmentos, fará com que possamos recuperar as sementes de estrela das navegantes e, assim, elas voltarão para nós.

- Mas, o que acontecerá às Protectoras? – perguntou Ami, que sabia que as sementes de estrela eram uma das condições essenciais à sobrevivência destas.

- Desaparecerão. Elas sabem, desde o início, que é esse o destino. Por outro lado, os Fragmentos incorporarão os seus poderes e permitir-nos-ão restabelecer o equilíbrio neste mundo. É a única maneira.

- Mas falta um Fragmento... – disse Bunny, relembrando que ainda faltava o regresso de Joana ou de Octávia.

- Começaremos primeiro nós para verificarmos se realmente funciona. – propôs Susana, retirando a sua caneta de transformação. – Quando uma das outras chegar, fá-lo-á com a tua ajuda. Agora precisamos de nos transformar e começar o mais depressa possível.

As três guerreiras concordaram, embaladas pela esperança do retorno das companheiras. Num segundo, todas elas, transformadas, formaram um círculo no pátio do templo, em que Sailor Moon se encontrava no centro, de olhos fechados e com as mãos pousadas sobre o peito. Teria de pedir à sua própria força interior que lhe permitisse ceder o poder do Cristal Prateado para que pudesse reaver as suas amigas.

“Por favor, Cristal Prateado... Ouve-me. Permite que as minhas amigas, a Maria, Mariana e Rita, voltem para mim. Sem elas, não conseguirei cumprir a minha missão. Dá-me a energia suficiente para que as possa voltar a ver e para que, juntas, possamos voltar a dar vida a este planeta. Por favor, Cristal Prateado, dá-me a tua força!”

Úrano, de olhos fechados, sentia a chuva a fundir-se com a sua pele e a expectativa do que estaria para acontecer. A perspectiva de voltar a ver Mariana era maior do que tudo que já sentira nas últimas horas, um raio de esperança que pensara que seria impossível de voltar a ver. Mercúrio, por seu turno, sentia a culpa a desvanecer-se, sabendo que seria agora capaz de contribuir para que as amigas voltassem. E uma onda de calor foi envolvendo as duas guerreiras, tomando forma nos símbolos correspondentes que se iam desenhando nas suas testas, à medida que a luz que os objectos que continham os Fragmentos iam revelando a sua intensidade crescente, iluminando o pulso, pescoço e orelha de Mercúrio, Plutão e Úrano.

Sailor Moon, sentindo aquela energia, ergueu os braços, envolta numa aura branca e cristalina. Sentia-se em equilíbrio com o ambiente envolvente, deixando de sentir a chuva para unicamente se concentrar no seu desejo de reaver as companheiras. Parecia-lhe distinguir a mesma música que ouvira há momentos atrás a aumentar de intensidade, sussurrando-lhe notas e palavras indistintas nos seus ouvidos, o que lhe transmitia ainda mais força para continuar. E, quando sentiu um pedaço de cristal a sair do seu alfinete em forma de coração, revelando os contornos tão familiares do Cristal Prateado, esforçou-se mais na sua concentração. Parecia-lhe ver alguns vultos na sua mente, quatro vultos que a miravam com curiosidade e que estavam a… Cantar…?
#566
- NÃO!

Aquele grito inesperado fez com que a luz que rodeava Sailor Moon se desvanecesse, assim como o brilho dos Fragmentos das navegantes. Todas olharam para a entrada do templo, onde puderam ver Vénus a correr naquela direcção, o que alegrou infinitamente Sailor Moon que, apesar de espantada e consciente que, com a sua aparição, o sacrifício de Saturno era evidente, não conseguiu deixar de sentir a felicidade por ver a amiga.

- Vénus!

- Sailor Moon, pára! Não podes invocar o poder dos Fragmentos! Não podes, ou morre-

O olhar desesperado de Vénus depressa se esfumou quando esta foi projectada no ar e caiu pesadamente no solo, desmaiando de seguida. Mercúrio, também ela grata por ver Vénus, gritou ao ver a poça vermelha a espalhar-se pelos seus cabelos loiros, assim como Sailor Moon. Úrano, por seu turno, foi mais rápida a aperceber-se do sucedido, agarrando o pulso de Sailor Moon e impedindo-a de alcançar Vénus, obrigando-a a manter-se atrás de si. Com raiva, enfrentou Plutão que, com o ceptro erguido na direcção de Vénus, a olhava, impassível e indiferente.

- P-Plutão…? - balbuciou Sailor Moon, incapaz de acreditar naquilo que os seus olhos viam.

- Ela não é a Plutão! – atirou Úrano, profundamente enraivecida por ter demorado tanto a compreender a razão do olhar frio e distante da antiga amiga.

A suposta navegante de Plutão esboçava um sorriso disforme que nada combinava com o seu rosto familiar. Inclinou a cabeça, dando a sensação a Sailor Moon de se tratar de um corvo mascarado da amiga, os seus olhos negros e brilhantes profundamente satisfeitos. Horrorizada, reparou nos seus cabelos negros a perderem as formas lisas, tornando-se progressivamente mais ondulados, o que a fez, finalmente, entender que alguém se havia apoderado do corpo da companheira e da sua própria personalidade.

- Se a vossa mísera amiga não tivesse aparecido, teria sido tudo tão mais fácil. – disse a voz rouca que havia substituído a de Plutão, revelando a sua verdadeira identidade. – Ninguém teria de sofrer; morreriam na incógnita e, onde quer que estivessem, acabariam por me agradecer. Tenho pena que tal não possa acontecer. É claro que Deméter tinha de ter estragado tudo.

Plutão, agora com os cabelos muito mais compridos e ondulados, parecia uma marioneta cujos movimentos eram controlados por fios invisíveis. O seu olhar negro fitava Sailor Moon com uma curiosidade finalmente livre do seu cativeiro, revelando a verdadeira essência da mulher que se escondia por detrás da aparência da navegante.

- O que fizeste à Plutão?! – gritou Úrano, pronta para atacar a qualquer momento.

- Oh, nada demais. Apenas fiz com que acordasse um pouco mais cedo do que seria de esperar. Afinal de contas, retirei-lhe a semente de estrela logo que se apercebeu que algo não estava bem, por isso, foi extremamente fácil manipulá-la e reintroduzi-la no seu corpo. Tenho de estar grata à vossa amiga, a navegante de Marte, por se ter oferecido a doar a sua semente de estrela, ou, de outra forma, teríamos tido um problema.

Os pulsos de Mercúrio, fechados, tremiam com aquela afirmação. Aquela mulher tinha não só invadido o corpo de Plutão como também provocado a morte de uma das suas maiores amigas. A revolta que raramente consumia o seu corpo deslocava-se livremente pelas suas veias, pelo que tinha de se controlar para não a atacar.

- Agora vou ser obrigada a atacar-vos e a retirar-vos à força os Fragmentos, o que é realmente uma maçada. – concluiu a falsa Plutão, rodando o ceptro no ar e fazendo uma vénia. – Muito gosto em tê-la conhecido, Destruidora.

Úrano, cujos reflexos continuavam tão rápidos como sempre, apressou-se a empurrar Sailor Moon para longe e a receber o ataque de Plutão, rodando no ar e conseguindo aterrar em segurança no solo, ao contrário de Vénus. Um fio de sangue escorria-lhe pela testa e contornava-lhe o olhar enraivecido e preocupado. Como poderia lutar contra aquela mulher? Apesar de tudo, era o corpo de Plutão que ela estava a manipular e atacá-la significaria atacar também a amiga.

Mercúrio, que também se apercebera desse assunto, começara a consultar o seu computador o mais depressa que os seus movimentos lhe permitiam, procurando uma resposta para aquele problema sem, contudo, encontrar algo que a pudesse ajudar. Acabou por desistir e apressou-se a pegar em Vénus e a colocá-la em segurança. Ao fazê-lo, reparou no colar que esta detinha no pescoço e a forma como brilhava, pelo que olhou para o seu próprio pulso e reparou que o seu Fragmento continuava tão inerte como antes, o que a intrigou. Como era possível?

Sailor Moon, por seu turno, mantinha-se no exacto local onde havia caído, confusa com tudo o que se tinha passado. A falsa Plutão parecia ser demasiado forte para que pudessem enfrentá-la e, mesmo que quisessem, tal implicaria enfrentar a amiga e magoá-la, o que estava fora de questão. O que poderia fazer? Se, ao menos, pudesse ajudar... Mas sabia que era, mais uma vez, inútil, fraca por não se poder transformar na sua forma eterna, por não se ter apercebido do estranho comportamento de Susana, da sua súbita recuperação sem sentido.

- Sailor Moon, cuidado!

A voz de Mercúrio perdeu-se nos segundos que marcaram o intervalo de Sailor Moon virar a cabeça e uma esfera negra se formar na palma de uma mão masculina voltada para si própria. Os seus olhos apenas tiveram tempo de se fixar na cara satisfeita do homem de cabelos levemente grisalhos que a fixava antes de se preparar para o pior.

- TORNADO CROW ATTACK!

Uma figura estranhamente familiar, colocando-se à frente daquele homem, fez com que um remoinho afastasse as suas mãos, pelo que a esfera de energia negra acabou por se perder no céu, causando uma pequena explosão. O homem, surpreendido com aquela aparição, recuou alguns passos, olhando para Lead Crow com uma expressão enfadonha. Ao mesmo tempo, Sailor Moon sentiu duas mãos a erguê-la e uma voz a sussurrar-lhe palavras ao ouvido:

- Anda, Sailor Moon, aguenta-te, por favor.

Ao ver os cabelos azuis de Aluminum Siren, Sailor Moon hesitou durante segundos em segui-la, mas acabou por o fazer quando viu Gonçalo, vestido como Mascarado, a atacar o homem que a havia quase matado. Quando se afastou o suficiente para se sentir segura, Sailor Moon voltou-se para Aluminum Siren, claramente desconcertada.

- Desculpa, Sailor Moon, mas não há tempo. Peço-te que apenas confies em nós e não tentes enfrentar aquela mulher. – disse, apontando para a falsa Plutão. – Confia apenas em ti própria e procura a força no interior do teu coração.

- Sailor Aluminum Siren! Vamos! – gritou Lead Crow, pelo que esta fez uma rápida vénia a Sailor Moon e ambas desapareceram por entre as árvores que rodeavam o templo.

“Sailor… Aluminum Siren?!” – pensou Sailor Moon confusa, mas afastando rapidamente aqueles pensamentos ao reparar nas lutas desenfreadas que ali se travavam. Enquanto que Mascarado enfrentava o homem de cabelos grisalhos, Úrano tentava, a todo o custo, evitar os ataques de Plutão e Mercúrio procurava acordar Vénus, sem êxito.

- Chega. – disse Plutão, parecendo agora um pouco mais aborrecida do que antes. – Cérbe, trata desta aqui enquanto eu obrigo as nossas queridas amigas a repensarem melhor as suas acções.

O homem que, naquele momento, atacava o Mascarado, assentiu e, num segundo, encontrava-se já à frente de Úrano, enviando-lhe raios negros com a mão direita, enquanto que, com a esquerda, continuava a agredir o Mascarado, impedindo-o de ir ao encontro de Sailor Moon. A sua agilidade era inegável, contrariando o aspecto de meia-idade que aparentava ter, assim como a sua força. Plutão, mais satisfeita com o resultado da sua ordem, avançou lentamente na direcção de Sailor Moon que se encontrava já em posição de defesa, fitando-a atentamente.

- Confesso, Destruidora, que gostava que me visses realmente agora. – disse Plutão, erguendo o braço direito. – Mas creio que a perspectiva de teres de destruir uma das tuas amigas é muito mais interessante do que a reacção que poderias ter por me ver.

- Nunca magoarei a navegante de Plutão. – replicou Sailor Moon, decidida.

Plutão esboçou um sorriso de escárnio e antes que Sailor Moon pudesse reagir, uma onda invisível provocou uma perturbação na atmosfera e fez com que a guerreira se elevasse no ar e ficasse completamente paralisada. Para seu horror, o mundo debaixo de si transformara-se por completo; todas as guerreiras e o Mascarado, prostrados no chão, pareciam sufocar, como se o mundo tivesse sido inundado por um mar de cristal onde apenas ela, Plutão e o homem chamado Cérbe se mantinham a salvo.

- Pára! Pára com isso! – gritou Sailor Moon, incapaz de suportar tal visão.

Plutão aproximou-se de Sailor Moon até que apenas escassos milímetros as separassem. Esta pôde, finalmente, reparar na sua face que, apesar de ser a mesma da sua amiga, era denunciada pelo sorriso de satisfação e os seus olhos negros e brilhantes. Um negrume de malícia e contentamento.

- Pede os Fragmentos às tuas amigas e entrega-mos, usando o poder do teu Cristal Prateado.

- E se eu não fizer isso?
#567
- Bom, nesse caso, terás de me matar.

Sailor Moon abriu os olhos, espantada, quando aquela mulher lhe passou para as mãos um pequeno punhal e lhe fechou os punhos sobre o cabo de prata.

- Não! – gritou, tentando largar o objecto mas sendo incapaz de tal, pois os seus membros, totalmente paralisados, impediam-na de o fazer.

- Dar-te-ei apenas um minuto para decidires. Vá, Sailor Moon, mata-me. Sê uma verdadeira líder e acaba comigo, salva, por uma vez que seja, aqueles de quem gostas sem necessitares de ajuda.

Aterrorizada com aquela afirmação, Sailor Moon enfrentou de novo o olhar daquela suposta Plutão. Como é que ela sabia tudo aquilo? Como é que a conhecia tão bem?

Ser líder seria sinónimo de ter de decidir a morte ou a vida de alguém? Teria ela de matar uma amiga para deixar que as outras vivessem? Porquê? Porque é que tinha de ser sempre tudo assim? Porque é que ela simplesmente não tinha força suficiente para poder lutar contra aquela mulher que, naquele momento, atormentava quem amava? Então, sendo assim, não seria melhor acabar com a sua própria vida?

E, num instante, Sailor Moon ergueu o punhal prateado, mirando a sua lâmina brilhante e cruelmente tentadora. Acabar com o sofrimento de todos, terminando com a sua vida. Quantas vezes o mundo não havia já sido colocado em perigo por causa de si própria, do Cristal que carregava, da responsabilidade que nunca conseguira suportar? Quantas vezes dera já consigo própria a chorar, a lamentar-se por coisas que não conseguia fazer, pelas amigas que tinha perdido? Tudo por causa de uma mísera existência quanto a sua. Talvez o desaparecimento de Chibiusa fosse sinal suficiente disso; de que devia acabar consigo própria, deixando a esperança soerguer-se no seio de quem amava para que protegessem o mundo. Sabia que Gonçalo seria capaz disso.

“Não. Não, Bunny, tu és forte. És a esperança que este mundo precisa. Não era isso que as tuas amigas queriam quando se sacrificaram. Não, eu vou lutar! Vou!”

Como se lesse o turbilhão de pensamentos que, naquele momento, passavam pela mente de Sailor Moon, Plutão afastou-se um pouco e fitou-a.

- Fizeste a tua escolha.

Sailor Moon tentou, a todo o custo, libertar-se daquele cativeiro que a falsa Plutão insistia em manter sem, no entanto, conseguir. A mulher ergueu os braços e apertou as mãos, o que fez com que todas as navegantes, incluindo Vénus e Mascarado, deixassem de respirar. Em pânico, Sailor Moon gritou. Um grito no vazio. Um raio perdido.

Dois segundos passaram-se. Talvez três. Três segundos; o tempo suficiente para que uma luz intensamente doirada nascesse no horizonte, encandeando os olhares das duas mulheres. E uma música; um véu transparente e longo que cobriu o coração da navegante da lua e fez com que as suas lágrimas secassem. Notas doces e poderosas; uma sinfonia de esperança. E a luz; uma fortaleza de sonhos e de esperança. A vida que nascia por entre as gotas de chuva – um raio de sol que anunciava a sua chegada. A chegada da esperança que cobria a terra e se alongava nos olhos azuis de Sailor Moon, que a fitava maravilhada. E o seu rosto cansado nada mais pôde distinguir, no seio daquele mundo luminoso e imenso, senão um vulto. Um vulto que voava e era imenso; uma sombra de luz. Uma sombra de luz perfumada, carregando consigo a proximidade de um toque familiar. A forma que a esperança tomava e que, inclinando-se, a observava. Uma mão; um fio doirado vindo da abóbada celeste. A palma de uma mão e, por fim, um toque. Dois dedos pousaram na sua testa, tal pétalas de uma flor que caem delicadamente sobre o banco de um jardim. Um toque tão leve e repleto de força. E a voz melodiosa da luz, do céu, do mundo. A voz que se sobrepunha à melodia dos oceanos.

- Recorda, Princesa Serenidade. Recorda.

E, quando Sailor Moon fechou os olhos e permitiu-se desaparecer no lugar longínquo que era o da sua memória, sentiu o turbilhão que a sugava nos céus e a fazia erguer-se dentro de si mesma. Milhares de imagens disformes; um céu azul-escuro, uma noite eterna; dois palácios, dois lugares separados por estrelas; um olhar carinhoso e maternal; palavras sábias e há muito esquecidas. E, por fim, o calor. O calor da recordação. A sua mãe, olhando para os enfeitiçados, erguendo o seu ceptro. E as suas palavras. A chave, a luz. A compreensão.

Quando Sailor Moon voltou a abrir os olhos, a luz desaparecera, assim como o vulto que a fizera recordar algo já há muito esquecido. Plutão, à sua frente, abria os olhos magoados pela luz que quase a cegara, olhando sem compreender para o ceptro longo que terminava em forma de uma esfera e uma lua prateada e, sobretudo, para aquele olhar cheio de piedade.

- O que...?

Erguendo o ceptro, Sailor Moon sentiu a luz que este começava a emanar, o calor tão semelhante ao que o Cristal Prateado emitia quando esta utilizava o seu poder. E, seguindo as palavras da mãe, aquelas palavras há muito ocultas numa face desconhecida das suas próprias recordações, a sua voz fluiu sem medo, sabendo que o que fazia estava certo.

- Revela-te, Navegante de Plutão!

Plutão nada pôde fazer para escapar à luz branca que envolveu todo aquele local, fazendo com que esta se dobrasse sobre si própria e começasse a respirar de forma ofegante. À medida que a luz ia aumentando de intensidade, esta ia perdendo todos os seus poderes, pelo que rapidamente atingiu o solo. Cérbe, visivelmente preocupado, reparou nos cabelos de Plutão a ficarem progressivamente mais lisos e apressou-se a retirar a capa, aproximando-se desta e deixando que um vulto de fumo saísse do interior da guerreira, envolvendo-o com a capa e desaparecendo logo de seguida.

Ao ver a companheira a salvo e liberta da possessão do inimigo, Sailor Moon sorriu e sentiu as forças a esvaírem-se do seu corpo, acabando por cair no solo. Depressa duas mãos a envolveram e abraçaram, tomando-a no seu corpo, pelo que esta se apressou a respirar de alívio por saber que as pessoas que amava estavam a salvo.

- Nunca mais me assustes desta maneira... – sussurrou o Mascarado, envolvendo-a num aperto carinhoso. Sailor Moon sorriu ao afastar-se do amado e olhou para o novo ceptro caído no solo. Não sabia de onde aquilo tinha vindo, nem quem seria aquela figura que a fizera relembrar que era capaz de o invocar, mas sorriu num agradecimento cúmplice e silencioso.

- Boa, Sailor Moon, eu sabia que eras capaz.

Sailor Moon virou-se ao ouvir a voz de Vénus que, entretanto, já tinha acordado e se aproximara da amiga. Úrano também sorria, a seu lado, concordando com as palavras da companheira, o que deixou Sailor Moon aliviada por saber que estavam bem.

- Ela está a acordar! – gritou a voz de Mercúrio, que se esforçava por amparar a verdadeira Plutão. Úrano, radiante com aquela notícia, apressou-se a ajudar Mercúrio a erguer Plutão que, com uma mão na cabeça, começava a despertar.

Quando Sailor Moon se preparava também para ajudar as amigas, sentiu a mão de Vénus a segurar-lhe o pulso. O seu olhar, agora sério, dirigia-se para um ponto em concreto, pelo que o seguiu, espantando-se com a visão que se formulava diante de si.

As nuvens negras afastavam-se, deixando com que vários raios de sol iluminassem o pátio encharcado onde quatro figuras observavam atentamente os presentes. Quatro figuras belíssimas e, ao mesmo tempo, assustadoramente imponentes. Quatro mulheres que sorriam.

- São elas, Sailor Moon. – disse Vénus, confirmando as suspeitas desta. – As Irmãs.



--

Spoiler
Eu avisei que ia ficar enorme, gomen... :Embaracoso':
#568
ai kaoruzinha eu idolatro.te *-*
a tua escrita fascina.m, mais do q fascianr.m sou uma apaixonada pela tua história, pelas tuas palavras por tdo *-*
vou fzer um comentário em condições mas agora a minha mãe já me ta a chatear para sair do computador Embaracoso



merci, André <3
_______________________________

Hapinnes in colour motion... porque a cor é, afinal, a base de toda a felicidade! - by dizzy

#569
Princess Serenity escreveu:ai kaoruzinha eu idolatro.te *-*
a tua escrita fascina.m, mais do q fascianr.m sou uma apaixonada pela tua história, pelas tuas palavras por tdo *-*
vou fzer um comentário em condições mas agora a minha mãe já me ta a chatear para sair do computador Embaracoso

Oh, Gabi, obrigada Embarassed Estava a ver que tinhas lido e comentado em tempo recorde Razz Espero que tenhas gostado Embaracoso
#570
amei tal como sempre a tua escrita tava mto profunda e realmente tocava no coração como tdo o q escreves porém li tdo mas emio a pressa e qdo coemnto gosto de tentar ao menos fzer um comentário grande e passo para o word e analiso e leio de nvo primeiro Embaracoso e entaune este capitulo q tava perfeito, nauna chei nda grande pqe a tua escrita naun é nda maçadora prende.nos e incentiva.nos e cativa.nos a ler mais e mais (:



merci, André <3
_______________________________

Hapinnes in colour motion... porque a cor é, afinal, a base de toda a felicidade! - by dizzy

#571
Ai, desculpa por não ter comentado o outro capítulo... Li-o já bastante tarde e deixei para comentar no dia seguinte e esqueci-me. Shame on me... T.T
Agora este... I KNEW IT! EU SABIA!!!!!!!!!!!!!!!! A mim não me enganavam!!!!!!! x'D
Aquela falsa Plutão... *chama-lhe uma carrada de nomes* Eu mato aquela parvalhona idiota! Agarrem-me, que eu vou-me a ela! Ela atacou a minha Vénus, que (estranhamente) se tinha apercebido de tudo...
Bem, amei!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Quanto às teorias... A Aluminum Siren e a Lead Crow são boazinhas... Continuo a achar que a Ayame também é boazinha... Aquela cena de estarem sempre a chamar "destruidora" à Bunny acho que deve significar algo como destruidora dos planos do mal... É a coisa que faz mais sentido neste momento. xD
E continuo naquela de achar que não andas a assassinar navegantes, Kaoru... Cá para mim... Hum... É só um método qualquer de união de forças com as navegantes... Não sei explicar. xD
Hum... 4 irmãs... 4 pétalas... Uma flor tem no mínimo 5 (digo eu xD). Logo, falta uma!
Uma coisa que me anda a chatear a cabeça... No título, quando falas em Pandora, referes-te à Pandora da mitologia, que abriu a caixa que Zeus lhe deu e libertou os males que afligem o mundo, deixando no fundo da caixa apenas a esperança? Se for essa... O nome significa "aquela que possui todos os dons" ou "aquela que é o dom de todos os deuses". Vários deuses trabalharam para a criar (Hefestos, Afrodite, Apolo, Deméter, Atena, Poseidon, Hermes e, claro, Zeus)... E acho que se está a formar uma nova teoria... Mas vou pensar melhor nela. xD
Pronto... E, como já é normal, amei!!!!!!!!!
*dá 25 ovos à Kaoru*
Fico à espera de mais! Já agora, quanto maior, melhor... xD
Amo ler e ler o que é bom vale mesmo a pena. Embaracoso
Adoro a maneira como escreves, adoro a história, adoro a maneira como me puseste colada à fic e agora não consigo deixar de passar por aqui e comentar (salvo raras excepções, como ler tarde, deixar para comentar no dia seguinte e depois esquecer-se Embaracoso"), etc, etc...
I love it, I love it, I love it, I love it, I love it, I love it, I love it... *repete 22672 vezes*

EDIT: A mulher, segundo algumas crenças religiosas, devido à caixa de Pandora, é considerada a origem de todos os males. Destruidora... Acho que deve ter alguma coisa a ver... xD
#572
Gabi, essas tuas palavras deixam-me realmente feliz! Fico mesmo tão contente por teres gostado...! Very Happy

Kristea, não precisas de pedir desculpa, eu compreendo perfeitamente! Às vezes acontece-me algo parecido, por isso, não te desculpes, eu fico sempre muito contente por leres e gostares, isso deixa-me realmente muito contente Embaracoso

Sabes, acabo sempre por me surpreender ao ler os teus comentários, porque, e sem querer adiantar muito, tu dizes várias coisas que fazem muito sentido e que podem muito bem corresponder à realidade! Se visses como reajo ao ler, fico mesmo surpreendida!

Certo, vocês tinham razão, havia mesmo algo de errado com aquela Plutão Razz Fiquei contente por te teres apercebido disso!

Finalmente alguém que não me chama assassina! (estou a brincar Razz) Pois é, Kristea, nem imaginas como disseste algo muito importante...! E essa explicação está mesmo muito para breve!

A Pandora é um elemento-chave para a compreensão da história. Apenas posso dizer que está tudo relacionado... Mas, sim, refiro-me a essa Pandora da mitologia Wink (acho que as tuas teorias muito provavelmente têm mais sentido que a minha história original! Às vezes, fico mesmo com essa sensação Razz)

A Aluminum Siren e a Lead Crow tiveram uma passagem muito rápida, mas vamos ver lá mais para a frente. Quanto à Ayame... Também voltará a aparecer nos próximos capítulos. Tive mesmo de dividir este vinte e cinco em duas partes, sendo que na próxima irá incidir sobre as Irmãs.

Oh, e fico também muito feliz por gostares do modo como escrevo...! Até porque, como este capítulo ficou assim para o grande (em comparação aos outros), tive um certo receio que pudesse maçar alguém. Ainda bem que isso não se verificou! Embaracoso

Muito obrigada pelos ovos Kinder e pelo comentário, Kristea, fico mesmo muito contente por teres gostado! Very Happy 22672 muito obrigadas!
#573
...

....

[passa uma hora]

...

...

[duas horas]

"Vimos por este meio informar que Likinhas se encontra indesponivel para comentar"

*dá com o seu famoso chinelo na cabeça da secertária*

Quem é que te mandou dar esse recado? Não me lembro de ter dito isso! Que culpa tenho eu de ter ficado sem palavras, hã??

*olha em volta e vê tudo a olhar para ela com cara de parvo. Esconde o chinelo atrás das costas. Faz um sorriso de orelha a orelha*

Kaoru, eu venero-te pimita! Lindo! Maravilhoso! Espantoso! Nem sei o que mais dizer deste capitulo. Superaste-te desta vez. Teve momentos que tive mesmo de puchar por ar urgentemente, tal foi o efeito que este capitulo provocava em mim à medida que o lia!

Deixas-me cada vez mais curiosa. Quem é o verdadeiro inimigo? Porque é que intitulam a Bunny de Destruidora? Quem era aquela figura que fez com que ela se recordasse de alguns momentos do seu passado que a fez poder vencer aquela batalha??

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAIIIIIIIIIIIIIIIIIIII rapariga! Tás a ver se me dá uma coisinha má?? xD

Posta o róximo rápido sim? Senão voam chinelos! Uma batalhão deles! xD Ah! E grande como este de preferencia!


#574
Perai que eu fiquei com uma Dúvida....
GOMEN? GOMEN? GOMEN????????? tás louca?
pra que é que pedes desculpa?
Ai este capitulo... Ai... a sério deixa só eu me recompor.....
...Já tá.
Ora bem vou comentar este capitulo dentro dos possiveis, mas se não sair nada de jeito a culpa é TUA! tua por cada capitulo que escreves ter cada vez mais qualidades que dificultam a sua enumeração...
Pronto como tu já deves saber eu adoro a chuva (e adoro levar com a chuva, á pala disso apanhei umas belas constipações xDDDDD) e adorei a maneira como fizeste com que a chuva levasse as mágoas delas, exactamente o proposito que eu atribuo á chuva... lavar a alma dos homens.
Agora é assim... a Deméter sinceramente que incompetente.... não sabia logo mandar a vénus pr templo... nãããããããão tinha que a fazer correr feita louca pelas ruas... enfim... xDDDDDD
A confusão de sentimentos da Haruka foi meso... aaaahhh... sem palavras suficientes pra descreve-la!!!!!!
E a Ami... mesmo típico demasiado racional!
Oh mas eu fiquei mesmo como a Ami qd li que elas poderiam ser salvas... tipo "yeeeesssss ainda bem", mas depois como a Plutão tava possuida por uma badalhoca maldosa qualquer, que resolveu assaltar um faqueiro de prata (siiim porque a navalha pra matar a plutão tinha que ser de prata de lei 24 kilates xDDDDDD) achei que talvez não fosse verdade...
AAAAI e depois acabas daquela forma e Ainda tens a REAL LATA DE PEDIR DESCULPAAAAA?????
*mim deixa aki 500 ovos kinder baixos em calorias pra ver se és rapida com o proximo capitulo mai lindo*
#575
oh!! boa! novo capitulo!!!!
SmileSmileSmile

Kaoru-chan amei este capitulo!!!
e olha devo dizer que embora estivesse maior que os outros nao ficou nada maçador...porque os acontecimentos estavam tao encadeados e absorviam me de tal maneira que nem me apercebi do tamanho..so quando acabou e olhei é que me apercebi!!!lol!

o inicio esta de mestre! (como é de esperar da menina..obviamente)Smile
toda aquela atmosfera que rodeava Bunny, está perfeitamente descrita, transmitindo logo aquele sentimento de espera que ela propria estaria a sentir, envolto tambem na despedida e magoa pelas navegantes que tinham sido sacrificadas e pela ansiedade em saudar as que tinham "sobrevivido". Amei a primeira parte, como sempre...

depois outra parte que me fascinou, onde descreves os sentimentos de Ami, que por um lado quer se deixar levar pela esperança que preenche Bunny,e que tao bem a caracteriza, e por outro lado, como a sua mente mais objectiva e racional escapa a esses pensamentos e a leva para outros mais reais e mais frios... A parte em que ela desanima, sem sentir mais poderes, e poe as Irmas em descredito... lindo... muito bem transmitidos todos os sentimentos e pequenos pormenores como a chuva nos seus cabelos, que acompanham tao bem toda a cena... omg! a tua forma de escrever fascina-me mesmo!!!!

e de seguida uma parte, que confesso, ja esperava a algum tempo, a chegada de Haruka e como ela se encontrava...
e posso afirmar que nao me desiludiste em nada!!
está tudo perdeito! eu ja nem consigo encontrar palavras para descrever o que me fazes sentir em cada frase...entao nesta parte sobre Haruka, onde voltas a mostrar a revolta que ela ainda sente por Maria se ter sacrificado em vez dela propria, no seu desejo imenso de se juntar a Mariana...e a unica coisa que lhe permite mover-se e lutar..a certeza que tem que cumprir a sua missao e proteger a princesa...e a sua tristeza e o vazio que nao parece ter fim, com a falta que sente da Mariana.... quando dizes que aquele nome ecooa vezes sem conta na sua mente....
A serio AMEI esta parte!!!! MARAVILHOSA!!!

e repetindo mais uma vez uma frase que parece constante ao longo do meu comentario a este capitulo...amei a parte de Venus!!!Smile
como ja tinha dito, Demeter foi a Irma que mais gostei logo pela sua descriçao, e pela sua maneira de ser que logo no primeiro momento em que a referiste me pareceu tao doce, e mais leve que todas as suas Irmas, lembrando-me um pouco o espririto de Venus....relembrando uma frase que ela disse "eu nunca fui tao seria como voces, Irmas"..
e bom...o facto de ela ter feito Venus tomar consciencia que era realmente uma navegante importante e que a sua força era bem importante no seu papel de lider, e o facto de a ter alertado para o perigo que Bunny corria ainda me fez gostar mais dela..
e adorei o facto de teres posto Venus a perceber tudo antes de qualquer outra pessoa...mostraste que ela tambem consegue quando quer!!!!

e a maneira como Bunny, mesmo triste com o facto de Maria nao voltar, se alegrou com a chegada de Urano e correu a abraça-la! *me emocionou-se com esta parte*

bom e finalmente vou-me juntar a Kristea e dizer: eheh! eu bem disse que a Plutao nao estava bem naquele capitulo longiquo em que Marte acabou por se sacrificar!! afinal tinhamos razao!!! eu bem disse a sailor Moon, mas ela nao me quis ouvir, com a sua mania de acreditar na bondade das pessoas!loool! (pronto ja estou a inventar)...
voltando ao capitulo!
quer dizer aquelas moças deixasse assim levar...a Plutao diz que podem trazer as outras de novo a vida e pronto..nao poem nada em causa!!!
eu tou a dizer isto, mas realmente eu percebo, era a reaçao que todos teriam...uma gota de esperança e nem pensam em mais nada, ainda por cima dito por Susana, que sempre foi a mais matura e sabia de todas...
Mas quando eu tava ja estava a achar que finalmente tinham descoberto como trazer as outras de volta (sim tambem me esqueci por momentos do aviso que a Bunny estava em perigo, e tambem me esqueci das desconfianças que tinha da Susana...tambem me deixei levar pela esperança em rever as navegantes sacrificadas) quando Venus aparece e salva a sailor Moon!!
e inicia-se mais uma parte fantastica deste capitulo, a batalha com a Plutao falsa!
e para aumentar ainda mais o suspense e a emoçao pos a Lead Crow a proteger a sailor Moon!!! Lindo!!!!
a Lead Crow e a Aluminun Siren do lado do bem! Surprised.o:
e nao poderem lutar contra a Plutao falsa com medo de magoar a amiga....
o que adorei tambem foi o desafio que esta fez a sailor Moon..para proteger todos os outros, tinha que mata-la, isto é matar Plutao! mas a Bunny nao me desiludiu..manteve-se fiel a ela propria...preferia dar a propria vida a por em risco uma amiga que fosse....
depois a lembrança que a permitiu resolver a situaçao..a lembrança de sua mae....
Kaoru-chan devo dizer que este capitulo esta nos meus preferidos! nao desfazendo dos outros, mas este nao sei se reparaste que amei todas as partes!lol! foi simplesmente maravilhoso!
pensei que depois dos sacrificios ja nao teria emoçoes tao fortes, mas enganei-me redondamente!
vou ficar a espera de novas revelaçoes...isto é..novos capitulos...e admiro a tua força de continuares a escrever capitulos, e ainda por cima tao bons e perfeitos..nesta altura tao stressante para todos! Parabens!
um enorme beijo para ti**
um belo ovo kinder gigante com uma linda fotografia, do Romeo e Julieta!!Smile do anime claro!

EDIT: uoooou!!!! agr é que fui ver os comentarios anteriores...e bem é assim tenho que ir buscar o pau de marmeleiro e dar com ele na Kaoru-chan e na Xana-chan!!! entao eu ponho aquelas fotos lindas de voces e voces tem coragem de dizer que sao feias e para tirar as fotos???!!! aiaiai!! vou me muito zangar com voces!!!! VOCES SAO LINDAS!!!! e nunca mais digam o contrario!!!
tambem tive o prazer de ler algumas teorias (eheh! nao sou a unica maluquinha que faz teorias do mais rebuscado que ha! e ainda por cima a minha kaorozinha diz que tem algum fundamento!Smile )
olha quero tambem pedir desculpas mas a parte final do meu comentario ao capitulo ja nao esta tao aprofundada porque entretanto a minha mae veio se sentar ao pe de mim, e com a conversa estava um pouco mais distraida e nao fiz uma analise tao detalhada aos ultimos paragrafos!!lol!) tambem ja estava a ficar grande demais...lool!



"jovens escritores, nao resistem a chocolate? Especialmente Kinder? Entao cuidado, o gang anda rondando"
...............
Fic: "Sailor Moon- o último suspiro"
#576
Em primeiro lugar, queria agradecer a todos que leram e comentaram, mesmo apesar desta época complicada e trabalhosa! Muito obrigada Surprised.o:


Likinhas, muito obrigada pelo teu comentário! Ui, estou a ver que tenho de ter cuidado, pelo que vi que fizeste com a tua secretária posso vir a estar em maus lençóis! Razz

Fico muito contente por te teres realmente sentido assim, empolgada, em certas partes do capítulo Embaracoso Teve um pouco mais de acção que os outros, é verdade. Muito obrigada por todos os elogios! Very Happy

Quanto às tuas perguntas, elas são muito pertinentes, todas elas. E foste quem referiu a figura que ajudou a Bunny, foi bem visto Wink Mas essas perguntas têm uma resposta, prometo! *foge assim que vê um chinelo apontado para si por não ter muitas respostas*

Muito obrigada pelo comentário! Sinceramente, não sei se a próxima parte do capítulo será grande como esta, mas em compensação vai ter revelações Razz


rmmr, vou dizer algo que já sabes mas que nunca é demais voltar a dizer... Eu farto-me de rir com os teus comentários! A sério, vou começar a seleccionar frases tuas e fundar o "citações de comentários do dia" Razz É que fartei de me rir com estas:
Spoiler
Agora é assim... a Deméter sinceramente que incompetente.... não sabia logo mandar a vénus pr templo... nãããããããão tinha que a fazer correr feita louca pelas ruas... enfim... xDDDDDD

Oh mas eu fiquei mesmo como a Ami qd li que elas poderiam ser salvas... tipo "yeeeesssss ainda bem", mas depois como a Plutão tava possuida por uma badalhoca maldosa qualquer, que resolveu assaltar um faqueiro de prata (siiim porque a navalha pra matar a plutão tinha que ser de prata de lei 24 kilates xDDDDDD) achei que talvez não fosse verdade...
*após rir-se mais uma vez, volta ao comentário*

Pronto, eu peço desculpa por ter pedido desculpa :Embaracoso': Mas, realmente, estava com receio que fosse grande demais e pudesse tornar-se maçador... Ainda bem que isso não aconteceu!

A chuva esteve muito presente, e gostei muito da analogia que fizeste em lavar a alma dos homens. Tens muita razão Smile

Quanto à inimiga, eu desde o início que tinha a intenção de ela possuir a Plutão Razz E fico bastante contente por teres gostado dos sentimentos da Haruka e da Ami!

Muito obrigada pelo teu comentário, fez-me realmente rir e pensar mais seriamente, como sempre Embaracoso *recebe os ovos Kinders* Muito, muito obrigada! Very Happy


neptune! Fico tão contente por teres gostado do capítulo! Muito obrigada desde já pelo teu comentário Very Happy

Fico mesmo contente por teres gostado do início, tentei que integrasse no contexto dos acontecimentos os sentimentos da Bunny, o facto de ela se sentir em baixo mas continuar com aquela sensação de esperança Smile

Quanto à Ami e à Haruka, tentei, basicamente, demonstrar a confusão de sentimentos que elas estavam a passar, naquele momento. A Ami, racional e objectiva, sentindo-se culpada (afinal, foi a primeira a sobreviver às Irmãs) e, ao mesmo tempo, a tentar agarrar-se à esperança; e a Haruka, sentindo-se fraca, envolta num sentimento doloroso que era a perda da Mariana (do qual estava sempre a recordar-se, e aqui fico muito contente por teres gostado da parte das gotas!) e também da Maria. Também fico contente por teres gostado da Vénus, que, de facto, foi a primeira a aperceber-se de tudo Embaracoso E aqui fico surpreendida e contente pelo facto de te lembrares desses pormenores! Very Happy

Tens razão quanto ao facto de elas terem acreditado na Plutão, mas foi exactamente isso que quis demonstrar, o facto de haver outra possibilidade, nem que fosse mínima, de poderem trazer as outras de volta, era mais tentadora do que tudo. Além disso, elas confiavam nela, até porque esta sabe coisas que as outras não podem saber.

Ainda bem que gostaste da batalha! É sempre um desafio para mim descrever estar partes de acção Embaracoso Sim, depois a Sailor Moon foi ajudada por alguém e conseguiu recordar-se de coisas do seu passado que permitiram expulsar o inimigo do corpo da amiga Smile

Que bom que achas que este capítulo manteve a emoção dos anteriores e que esteja entre os teus favoritos! É mesmo muito bom saber isso! Very Happy Muito obrigada, neptune-chan, pelo presente (lindo!) e pelo ovo! Very Happy E não precisas de pedir desculpa, já sabes que eu adoro os teus comentários! Oh, e eu prometo que não faço mais comentários sobre a minha feie- ahm, sobre o meu estado nas fotos Razz Wink
#577
Como é k eu n desconfiei da Plu?? Shame on me!!! >< tou como a Ruka ai k raiva!!!!! Eu nunca achei estranha a frieza dela, a Plu é assim, n deixa mostrar os seus sentimentos!

...
...
...
...

Pronto, já passou. O rm comentou antes de mim esta vez. Vais ver, prá próxima comento logo! A propósito, kd há mais?? *mim a começar pelo fim*

Eu ainda n disse, mas adoro a maneira como começas o capítulo, dá logo vontade de continuar a ler e k nunca mais acabe. É tudo tão absorvente, as tuas descrições são tão fixes!
*mim resolve que não vai passar metade do comentário a falar das descrições, até pk tá com fome e quer ir comer*

Pois bem... Tanta coisa! A minha cabeça ainda tá a tentar processar a informação toda. Gostei muito daquele principio, com os sentimentos da Usagi. E os sentimentos da Usagi ao longo do capítulo tb. A infelicidade de perder as amigas toldada pela felicidade de ver que pelo menos quatro delas estavam bem...

Os sentimentos da Ami, lindos. As tuas descrições de sentimentos, aquela vontade que ela tinha de acreditar nas palavras da Usagi unida à sua personalidade realista... A culpa que ela sentia pela morte da Michiru e o sentimento de que o fragmento dela era inutil. Todas as dúvidas que ela tinha sobre as irmãs e o seu poder.

Finalmente a minha Rukinha linda!! *mim abraça a Kaoru* Ai k lindo! E k triste!! Os sentimentos dela estavam descritos com uma tal clareza que eu conseguia senti-los mesmo. Sentir toda a mágoa e raiva k ela sentia por n poder estar com a pessoa que mais amava, a Michi. O nome dela a ressoar na cabeça... A raiva e incompreensão pelo facto da Makoto se ter sacrificado em vez dela. (n k eu esteja mt preocupada com a Makoto, é da Haruka k eu tenho pena Razz). E a chuva fica ali tão bem... Naqueles sentimentos de incerteza e tristeza. A vontade de querer proteger a Usagi e cumprir a sua missão, que era tudo o que lhe restava. Mas a tristeza e insegurança por saber k agora elas eram só quatro (ainda n sabendo da Plu e a surpresa k sentiu kd a viu).

E a Minako, quais seriam essas teorias que se estavam a formar na sua cabeça? Nessa parte fiquei mesmo curiosa! Toda a urgência dela. Ainda bem k ela chegou na hora H senão podia ter acontecido uma catástrofe... Digo eu! Embaracoso'

Gostei mt da reacção da Usagi kd viu k a Haruka estava bem. Por acaso estava à espera de uma coisa assim. A reacção da Ruka ao abraço tb foi mesmo como eu esperava, n me desiludiste!

Realmente pareceu-me demasiado fácil que se pudesse ressuscitar assim as outras sailors. Mas eu compreendo que a Usagi e as outras n tivessem desconfiado, afinal elas queriam voltar a ver as amigas e estavam dispostas a tudo. N pude deixar de ficar contente kd a suposta Plu disse isso. Mas achei que era bom demais...

Todo este final, a batalha, tudo de deixar sem respiração. Esta nova fase da história promete ser muito interessante. Será que a Ayame é msm a inimiga?? Achei aquele comentário que a Plu falsa fez mt suspeito:

"Mas creio que a perspectiva de teres de destruir uma das tuas amigas é muito mais interessante do que a reacção que poderias ter por me ver."

Pk é k a Usagi n acabou logo com ela?? ela é tão incapaz de lutar sozinha. Tem a solução dos seus problemas msm à frente do seu nariz (neste caso nas mãos) e prefere matar-se... Mais uma vez digo, às vezes n consigo compreender esta miúda. Se fosse a Haruka de certeza que tinha atacado logo, estando ela ou não no corpo da Plu! Mas não, a Usagi tem sempre de escolher a maneira mais dramática. Não que não seja verdade o que ela pensou... Mas ela n ia acabar com o mal do mundo matando-se!! --'
Quem seria aquela pessoa que fez a Usagi lembrar-se de tudo? Fiquei muito curiosa em relação a essa parte. Ainda bem k a Sailor Moon conseguiu tirar o inimigo do corpo da minha Plu querida. Gostei da reacção da Urano kd a viu, viu-se que ficou feliz. Mas como será a reacção dela com a morte da Hotaru? Afinal, ela era como uma filha para elas (A Ruka, a Michi e a Sets)

Este final... deixaste-me mesmo em pulgas pá! Tinhas de acabar ali?? Beicinho Beicinho Fiquei mesmo curiosa com a prespectiva do novo capítulo. Disseste que ia ser mais centrado nas irmãs. Isso é fixe, sempre quis conhece-las um pouco mais a fundo! Gosto mt das partes onde elas entram, msm k isso implique a morte de alguém.

Bem, adorei, já deu para reparar nisso, eu sei... Mas eu gosto de o dizer na mesma. Para o caso de n o ter deixado bem claro! E mais uma vez, n precisas de pedir desculpa por fazeres capitulos grandes! É assim que a malta gosta deles!!

Aqui tens 30 ovos da kinder e o ovo grande da kinder k te prometi. Agora vou almoçar, beijocas!! Embaracoso

Um grande, grande obrigada pela sign e pelo avie Xaninha kida! ^^



Jovens escritores, nao resistem a chocolate? Especialmente Kinder? Então cuidado, o gang anda rondando
#578
_S.E.A_, muito obrigada pelo teu comentário! Very Happy Como vês, o prometido é devido e a Haruka apareceu (ainda bem que não fiz mal as contas nos capítulos) Wink

É verdade e tens razão no que disseste sobre a Plutão ser mais distante do que as outras. Os pormenores que fui dando sobre o facto de ela ser a inimiga não se prendiam tanto com o facto de ela ser distante, embora achasse que iam notar isso. É que ela sorria, às vezes, nas alturas, digamos, que menos serviam para o fazer. E, quando a Marte se sacrificou, a Héstia sentiu um arrepio profundo, como se fosse um presságio, pois ela sentiu que algo não estava bem (afinal de contas, tinha acabado de entregar um Fragmento ao inimigo). A Deméter também sentiu isso, por isso é que a Vénus lhe pareceu ter ouvido sussurrar o nome da Héstia Wink

Fico muito contente por teres gostado dos sentimentos da Usagi no início, assim como os da Ami, mas fico ainda mais feliz por teres realmente gostado dos da Haruka, pois sei que tens uma ligação bastante especial com as Outers Embaracoso Eu imaginei exactamente assim, a tristeza dela misturada com a raiva interior. E fico muito satisfeita por não te ter desiludido no encontro com a Usagi, já que estas também têm uma ligação e achei que era a melhor forma de o fazer.

Gostei do facto de te teres lembrado dessa frase da suposta Plutão. Realmente, pode ser um indício, embora não possa confirmar nem desmentir Razz

Também gosto bastante da tua perspectiva quanto à Usagi. Eu sabia que, quando escrevesse aquilo, ia provocar duas reacções; uma era a que a Usagi tem muita esperança no seu interior, algo que sempre a caracterizou na história, e outra era precisamente essa que tiveste, o facto de ela não ser capaz de tomar certas decisões. Se fosse a Haruka, fá-lo-ia, mesmo que custasse a vida da Plutão, também creio isso, pois ela, quando foi o caso dos Talismãs, também estava disposta a fazê-lo. Realmente, ela não ia conseguir nada se se matasse, mas foi realmente um pensamento da altura, algo que lhe passou rapidamente pela cabeça pelo facto de não se achar uma boa líder. E afastou esse pensamento da cabeça num instante Smile

Sim, o próximo capítulo centrar-se-á nas Irmãs e trará consigo revelações de várias formas e feitios Razz

Fico muito feliz por teres gostado, de verdade! Muito obrigada por teres gostado e por teres comentado! E pelos ovos Kinders também! Very Happy
#579
Cá vim eu tentar fzer um comentário decente
realmente naun sei como é q consegues começar um capitulo de forma sempre taun grandiosa e maravilhosa, eu adoro tdo o teu texto mas a tua introdução é o q me prende logo ao passar por cá e ver o q escreveste dpois já naun posso parar e lá tou eu no computador com a minha mãe a me gritar Matreiro
as comparações q fazes, a amneira como descereves os sentimentos, as ansiedades tdo é taun especial e unico Surprised.o:
e dpois a susana, aqela susana é taun.. anun sei nunca me convenceu assim dzendo foi uma coisa mto do tipo: aparaece sem amis nem menos naun se explica como deve ser e dpois para mim parecia esqezita tda a qela historia naun me caiu
coitadinah da Bunny, imagino como ela tava tda aqela história q ainda parece anun fzer sentido q parece ter tido tdas aqelas mortes em vão trazendo só dor e sofrimento e um fragmento q d nda servia e ali sem sber q mais ia aconetcer tdo taun incerto Sad
e a rita, coitada, ali no templo q sbia q Rita ivera lá tantas vezes e o avô q de nda sbia, com tamnta coisa q a Bunny e elas tdas já passaram acho q naun aguentava :g11:
e a bunny ainda com aqela esperança, com aqela fé tão comum nela mas q com tdo o q se já passou ainda continua Surprised.o:
e a Ami :g11: tu és taun mázona como é q uma coisa taun linda e foufa como tu pde ser taun homicida e malvada? o sofrimento da Ami, coitada, já sem esperança, realmente acho q vais deixar esta gente tda traumatizada Mal disposto já tou traumatizada com tanta morte Mal disposto
e outra vez aqeles fragmentos parvos q parecem nda pder fzer, a Bunny naun se conseguir transformar como devia q ainda me mete meia coisa e realmente acho q a Ami sentir.s uma peça de xadrez naun tem melhor explicação
bolas! elas chegam lá sem sber de nda e tdos parecem sber de tdo menos elasw, tdas as irmãs pareciam sber o q ia acontecer, q ia haver um sacrificio q nda pdiam fzer para impedir, era como se o destino delas já tivesse escrito e elas anun pudessem fzer nda do q segui.lo é taun enervante Mal disposto

a Haruka, coitadinha :g1: ainda me faz chorar tanto. e outra vez as tuas palavras fizeram.m derreter tda Embaracoso a tua forma de escrever é taun grandiosa taun magnifica q eu realmente babo.m totalmente Embaracoso já comecei a imprimir os capitulos um a um mas fiqei sem tinta e ainda vou no 9 Matreiro
mas gosh tu realmente és a minha escritora favorita d tdas msmo Surprised.o:
os sentimentos da Haruka, as suas incertezas, ai q tu realmente matas.m, sempre q chego aqi e leio e tdo o sentimento q me passas, as imagens q visualizo penso cada vez mais q eu tenho d desistir da escrita
continuando: Embaracoso
a mariana, coitada da Haruka aqela perda continuava a magoar.lh tanto, o facto de ainda tar um pouco "zangada" com a Maria por naun te.la deixado sacrificar.s para poder estar com aqela q amava.
e lá qeria eu tentar expressar o q sinto mas naun consigo pqe realmente bloqeias.m em palavras, nem sei q dzer, amei
A Joana a correr pela rua Embaracoso faz.m lembrar de qdo eu tou a trasada e ponho.m pra ali a correr a meio da rua para chegar a tempo Matreiro
A Bunny Surprised.o: ela é sempre taun foufa, coitada com tannta desgraça q já lhe aconteceu ela fica feliz ao ver a Ami e dpois a sua alegria ao ver Haruka foi taun real *-* e aqela Susana já me tava a irritar sempre com aqilo do começou Mal disposto'
e a Haruka coitada naun conseguia olhar para a Bunny (o abracinho Surprised.o: ) e dpois ela a olhar para Susana anun acreditando q ela tava msmo ali e dpois o olhar q a inqietava só veio realmente confirmar a minha teoria de q aqela plutão naun é plutão Mal disposto aqele ar amlvado ali acusador a acusar a Haruka q coitada naun teve culpa nenhuma e ela? ela tbém deixou a Marte morrer e naun diz nda naun se auto desastimasse Mal disposto
coitadinha da Bunny :g11: ali a ter de lhe dzer o q aconteceu à Rita e o facto de naun conseguir acabar a frase :g11: e a tonta da Susana tda fria Mal disposto
e dpois ela foi dzer aqilo e lá fiqei eu cheia de esperança e as outras tbém e o q ela disse embora parecesse taun impossivel deu uma esperança cega
mas dpois veio aqela coisa do cristal de prata e cheirou.m ali a esturro Mal disposto
mas tda aqela esperança q elas tinham, tdo aqele desejo Surprised.o:
ufa ainda bem q a vénus apareceu Surprised.o:
eu sabia eu sabia eu sabia q aqela plutão era estupida idiota parva!!! coitadinha da Joana, ela salvou a sailor moon e aidna levou com aqela força bruta, plutão estupida Mal disposto
ainda anun entendo aqela coisa da Destridora, a Bunny destruidora? naun faz mto sentido Embaracoso
o fragmento da vénus tava taun brilhante e o da Amu taun nda e a Bunny q qase ia morrendo e foi salva pela sailor Alluminium e a sailor siren, q ainda naun percebi q fzem elas aqi Matreiro
a luta foi taun intensa e dpois aqela decisão da Bunny fez.m lembrar de qdo ela tinha q matar a galáxia com a espada e ela se recusou Embaracoso
e dpois tda aqela angustia q ela tinha, d ter q haver sempre mortes, de naun ter poder suficiente para ganhar e qdo a meteste a pensar em suicidio ai q qase q ia buscar o pau de marmeleiro Mal disposto
ai q tava taun lindo, tou a ficar muda pelo o q escreves
aqela parte em q ela sente aqele calor, aqela luz e dpois ai q tava lindissimo Surprised.o: deixaste.m tda esperançada de q ias deixar de ser uma homicida Matreiro
ai q este capitulo naun tava nda grande, tava lindissimo, cheio de emoções, de tanto q tou aqi numa confusão de sentimentos e este comentário naun ficou como eu qeria Embaracoso, como tu merecias..
anyways qero um autografo teu Surprised.o:

*mim dá o mega grande gelado kinder da autoria da magda* Matreiro)



merci, André <3
_______________________________

Hapinnes in colour motion... porque a cor é, afinal, a base de toda a felicidade! - by dizzy

Editado pela última vez em

#580
Oh, Gabi, céus! Tanta coisa bonita que disseste e que me deixou de boca aberta! Muito obrigada pelo teu comentário! Very Happy

Por onde começar? Bom, deixa-me tentar pelo início Razz Fico muito contente por a forma como começo os capítulos te prender de tal forma que te sintas impelida a ler Embaracoso Mas olha que não quero que a tua mãe se aborreça contigo por causa disso! Wink

Vejo que reparaste logo que a Susana não era, de facto, a Susana Embaracoso Mas, oh! Eu vou reformar-se! Então sou uma homicida e malvada? Sad *me começa a assinar uns papéis para a reforma* Qualquer dia vem a ASAE da literatura bater-me à porta e pedir explicações por causa dos possíveis traumas que ando por aí a causar :Embaracoso':

Fico contente por teres gostado da parte da Haruka e teres gostado também do abraço entre ela e a Bunny! A Bunny ficou mesmo feliz por ver a Haruka, e fico satisfeita por ter conseguido passar esse sentimento. Ao mesmo tempo, queria também ter demonstrado que isso significava que a Maria já não se encontrava entre elas mas que, por outro lado, ela tinha de se erguer e ter força por causa das que ainda continuavam vivas.

Gostei da comparação com a parte da Galáxia, quando esta lhe dava a espada e a Bunny não queria aceitar Smile Foi bem lembrado Embaracoso

Fico também muito contente por teres gostado da parte da luz, de quando aparece a tal silhueta e de quando a Bunny se recorda do passado e adquire esse novo ceptro Simpatico2

Ora essa, Gabi, o teu comentário está óptimo, como sempre! Muito obrigada por ele e pelo gelado que a Magda fez Surprised.o:

Agora, fiquei muito surpreendida com algo que disseste... Imprimir esta história?! Gabi, nem imaginas o quão surpreendida fico por sabê-lo! Nunca imaginei... E fico muito feliz e lisonjeada... Nem sei o que dizer, foi desta que fiquei definitivamente sem palavras... Muito obrigada...!

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