A Flor de Pandora
mais uma vez tenho q t dzer q amei a tua introdução assim dzendo, começas sempre com tanto sentimento e d maneira tão poética
.o:
é bem verdade q o tempo afecta as pessoas.. pelo menoa a mim afecta o humor e bastante
aqele "vazio" da cidade, torna.s um pouco assustador, eu detesto qdo isso acontece.. faz.m lembrar aqeles filmes d cowboys em q ta tdo vazio antes d uma "luta"
eu digo sinceramente sou tua fã, as tuas descrições não têm uma única falha, são tão "ricas" tão detalhadas, tão maravilhosas, dão uma beleza tão grande à tua escrita q nem sei q dzer. às vezes ponho.m para aqi a pensar esta mulher sbe descrever melhor Tóqio q os próprios japoneses! mas é q msmo sem sberes nem teres seqer lá ido uma vez a maneira com q descreves as coisas parece tão certa, tão real msmo perfeita
.o:
as minhas teorias sobre a ayame tão a bater certo e são meias retrocidas
mas dpois lá vem aqela conversa esqesita d Vio q ta a ganhar a ocnfiança delas se naun elas naun vão conseguir e eles naun vão ganhar e lá voltei à zona zero, e lá fiqei numa enorme confusão em q as minhas teorias foram derrubadas por água abaixo
lá se mantem o mistério e agora fiqei sem teorias qto a ayame 
.o:, adoro a chuva nestas coisas, fica tão perfeita com o estado d espirito, ela ali a ver as gotas mas naun com olhos d ver, maravilhoso
.o:
o sofrimento da Bunny e da Ami :g11: a crença da Bunny em q Rita estaria bem pois estava sozinha e como tal naun pdia ter o fragmento e naun haveria sacrificio e dpois a dor de ter perdido tdas aqelas pessoas q amavam, tdos aqeles sacrificios por um fragmento q naun parecia ter utilidade nenhuma, qase q sentindo arrependimento pelo q haviam feito em troca d uma coisa inutil
aqela ansiedade da Bunny ao ver qem tocava na campainha, como ela ficou tão feliz por pelo menos ter uma companheira de volta :g1:
a explicação da Susana é um pouco esqesita.. aqele ultimo capitulo deixou.m assim emia coisa com aplutão e agora aqele "milagre" tem algo por trás..
a Rita.. como foi horrivel´, a Ami percebeu logo mas a Bunny ali com as suas certezas d q estava bem e dpois, :g11: :g11: foi tão mau, tantos sacrificios, sber as noticias assim, sber q ia continuar a haver sacrificios sem ela pder fzer nda, tar ali a perder as amigas sem pder ajudar, sem puder impedir.. coitadinha, ai kaoru és tão homicida !! :='(:
aqela plutão continua a fzer.m uma confusão danada.. mas protos
tava lindissimo, maravilhoso nem tenho vocabulário.. tenho msmo q começar a procura d palavras nvas pqe assim naun dá, naun consigo arranjar palavras para qalificar o q escreves
.o:é bem verdade q o tempo afecta as pessoas.. pelo menoa a mim afecta o humor e bastante

aqele "vazio" da cidade, torna.s um pouco assustador, eu detesto qdo isso acontece.. faz.m lembrar aqeles filmes d cowboys em q ta tdo vazio antes d uma "luta"
eu digo sinceramente sou tua fã, as tuas descrições não têm uma única falha, são tão "ricas" tão detalhadas, tão maravilhosas, dão uma beleza tão grande à tua escrita q nem sei q dzer. às vezes ponho.m para aqi a pensar esta mulher sbe descrever melhor Tóqio q os próprios japoneses! mas é q msmo sem sberes nem teres seqer lá ido uma vez a maneira com q descreves as coisas parece tão certa, tão real msmo perfeita
.o:as minhas teorias sobre a ayame tão a bater certo e são meias retrocidas
mas dpois lá vem aqela conversa esqesita d Vio q ta a ganhar a ocnfiança delas se naun elas naun vão conseguir e eles naun vão ganhar e lá voltei à zona zero, e lá fiqei numa enorme confusão em q as minhas teorias foram derrubadas por água abaixo
lá se mantem o mistério e agora fiqei sem teorias qto a ayame 
As gotas de água deslizavam pelo vidro fresco da janela, como se nelas houvesse uma ânsia de tocarem no rosto inexpressivo de Bunny que as contemplava sem, de facto, as ver. Por detrás das pupilas apáticas, uma ânsia crescia, lembrando-a de que a espera parecia interminável, arrastando-se lenta e pesarosa pelo agora quase final de tarde. Permanecera assim durante toda a manhã, recusando-se a comer, virando-se apenas quando Ami entrara no quarto e se sentara na cama da amiga, deitando olhares fugazes ao computador que, pela primeira vez, não tinha nenhuma resposta para lhe dar. As duas respeitavam o silêncio como duas verdadeiras amigas, sem se sentirem constrangidas por tal. Ambas sabiam que nada havia para dizer.meu deus adorei esta parte
.o:, adoro a chuva nestas coisas, fica tão perfeita com o estado d espirito, ela ali a ver as gotas mas naun com olhos d ver, maravilhoso
.o: o sofrimento da Bunny e da Ami :g11: a crença da Bunny em q Rita estaria bem pois estava sozinha e como tal naun pdia ter o fragmento e naun haveria sacrificio e dpois a dor de ter perdido tdas aqelas pessoas q amavam, tdos aqeles sacrificios por um fragmento q naun parecia ter utilidade nenhuma, qase q sentindo arrependimento pelo q haviam feito em troca d uma coisa inutil
aqela ansiedade da Bunny ao ver qem tocava na campainha, como ela ficou tão feliz por pelo menos ter uma companheira de volta :g1:
a explicação da Susana é um pouco esqesita.. aqele ultimo capitulo deixou.m assim emia coisa com aplutão e agora aqele "milagre" tem algo por trás..
a Rita.. como foi horrivel´, a Ami percebeu logo mas a Bunny ali com as suas certezas d q estava bem e dpois, :g11: :g11: foi tão mau, tantos sacrificios, sber as noticias assim, sber q ia continuar a haver sacrificios sem ela pder fzer nda, tar ali a perder as amigas sem pder ajudar, sem puder impedir.. coitadinha, ai kaoru és tão homicida !! :='(:
aqela plutão continua a fzer.m uma confusão danada.. mas protos
tava lindissimo, maravilhoso nem tenho vocabulário.. tenho msmo q começar a procura d palavras nvas pqe assim naun dá, naun consigo arranjar palavras para qalificar o q escreves
essa eu nao esperava kaoru, simplesmente lindo!
Nao esperava essa do Vio estar a tentar ajudá-las! Meu deus, essa surprendeu-me. Nao estava mxm á espera.
As discriçoes estavam lindissimas, maravilhosa, mt boas, nao tem palavras para descrever. Fiquei tao triste kuando a Rita se sacrificou e agora kuando vi a dor de Bunny ainda me pos mais triste. Aquilo da navegante de Plutao ter kebrado um dos maiores tabbus, realmente algo mt grave deve ter acontecido! Fico ansiosa para saber o ke será!
É bom ver que a ami e a susana estao apoiando mt a bunny, mas eu axo k a bunny ainda vai ter algum papel importante nesta história! Será?? Será k vai ter?? OU será k nao???
Tantas perguntas na minha cabecinha!!!
Continua o bom trabalho!
Adoro a tua fic!
Nao esperava essa do Vio estar a tentar ajudá-las! Meu deus, essa surprendeu-me. Nao estava mxm á espera.
As discriçoes estavam lindissimas, maravilhosa, mt boas, nao tem palavras para descrever. Fiquei tao triste kuando a Rita se sacrificou e agora kuando vi a dor de Bunny ainda me pos mais triste. Aquilo da navegante de Plutao ter kebrado um dos maiores tabbus, realmente algo mt grave deve ter acontecido! Fico ansiosa para saber o ke será!
É bom ver que a ami e a susana estao apoiando mt a bunny, mas eu axo k a bunny ainda vai ter algum papel importante nesta história! Será?? Será k vai ter?? OU será k nao???
Tantas perguntas na minha cabecinha!!!
Continua o bom trabalho!
Adoro a tua fic!
visitem a minha 1º fic:
"A flor que o vento levou"
http://sm-portugal.coolbb.net/fanfics-f13/a-flor-que-o-vento-levou-t3213.htm
COMENTEM!!!
"A flor que o vento levou"
http://sm-portugal.coolbb.net/fanfics-f13/a-flor-que-o-vento-levou-t3213.htm
COMENTEM!!!
Em primeiro lugar, e mais uma vez, quero começar por agradecer a todos por terem comentado logo! Vocês deixam-me sem saber o que dizer, fico sempre espantada e feliz... 
rmmr, muito obrigada pelo comentário! Tentei apenas que as descrições correspondessem com aquilo que imaginava e integrá-las com os sentimentos das personagens
Fico muito contente por teres gostado!
Pois é, as flores
Eu gosto de flores, hehe
Ainda bem que reparaste nisso! Quanto à Ayame, parece realmente que ela conhece o Vio e os outros (a propósito, aqui introduzi o nome do homem de cabelos avermelhados, o Geran!), mas agora porquê e como... Em breve revelarei! 
Não falei logo da Joana e da Octávia para "desanuviar" um pouco os ambientes dos sacrifícios e, além disso, esta parte é realmente muito importante na história, como vão ver a seguir! Mas no próximo a tua Joaninha já vai entrar em acção, prometo
Já me chamaram homicida, matadora de navegantes... Oh, não digam isso!
Eu gosto delas, a sério... *afia a faca atrás das costas* 
Muito obrigada pelo ovo!
neptune-chan, que saudades desta menina! Eu compreendo que não tenhas podido aparecer por cá, mas olha que nunca nos esquecemos de ti e ficamos sempre feliz quando vemos o teu nome a aparecer no ecrã! Fico à tua espera!
Muito obrigada por teres tirado um tempinho para vires aqui ler e comentar!
E que lindo comentário! Ainda bem que gostaste do início, às vezes tenho receio que possa ser aborrecido ou algo do género, mas quando vejo os vossos comentários, fico mesmo muito feliz por constatar que não é assim! 
A Ayame está a ser alvo de muita polémica e marcação cerrada
Tantas perguntas, neptune-chan! Tenho pena de não poder responder, como já sabes, mas a verdade é que há uma resposta para todas elas
E vou dá-las, eu prometo! 
Como disse ao rmmr, fico muito feliz por gostares da descrição, já que sinto que são como uma parte de mim, pois tudo o que descrevo sinto-o verdadeiramente. E elas transmitem sentimentos, da única forma que tenho para o demonstrar
Quanto à Susana, ela explicou mais ou menos o que aconteceu, mas não muito bem a forma como acordou do coma, confesso. Isso será revelado lá mais para a frente!
*recebe os presentes com um grande sorriso* Não tens de pedir desculpa, são todos fantásticos! E eu sempre quis ter o manga completo de Inuyasha, acertaste em cheio
Muito obrigada! ^__^
_S.E.A_, fico muito feliz por saber que gostaste! Acredita que nunca é demais saber que gostas daquilo que escrevo, das descrições, dos sentimentos que tento transmitir... Só me dá forças para continuar a escrever!
Ora, se as perguntas forem assim cheias de rasteiras, talvez responda
(é melhor calar-me para não dar ideias, hehe) Mas falando da Ayame, este capítulo revela uma parte muito importante dela e tem pormenores escondidos, confesso, que são fulcrais para a história. Espero que quando revelar tudo, mais tarde, vocês achem que faz realmente sentido 
Da Minako e Hotaru vou falar no próximo capítulo, como já disse ao rmmr
Mas quanto à Haruka, só mais tarde é que isso vai acontecer *foge dos resmungos da _S.E.A_* Mas fica já aqui escrito que ela vai aparecer de novo e, quem sabe, talvez numa situação importante... 
És a primeira a referir esse aspecto da Usagi e, como sempre, o teu sentido crítico e de observação funciona na perfeição! Sim, ela tem esse sentimento de esperança sempre presente (como foi acontecendo ao longo da história da nossa Naoko), embora vá revelar uma maturidade maior. No entanto, penso que é essa sua característica que a define, e é algo que vai ser realmente importante, de uma forma ou de outra. Também me parece um pouco difícil que elas sobrevivam, mas nunca se sabe que surpresas irão haver, pode ser que haja uma mudança repentina nos acontecimentos ou que nem tudo o que pareça realidade o seja de facto
*saltita de alegria com os ovos na mão* Muito obrigada pelo suborno (hehe) e pelo comentário!
Princess Serenity, mais uma vez tenho de dizer também que os teus comentários têm o dom de me fazer corar e de me deixar com um sorriso na cara! Muito obrigada!
Ainda bem que gostas das descrições...! Eu estou sempre a repetir isto que até deve cansar de ler, mas é que fico mesmo contente ^__^ Oh, quem me dera poder descrever Tóquio com grande precisão...! Mas fico feliz por achares que o faço, dá-me ainda mais vontade de me esforçar mais!
Se calhar as tuas teorias estão certas (embora não saiba quais são), quem sabe! Às vezes pensamos que são muito retorcidas e, no fundo, acabamos por ter razão
A Ayame ainda vai dar mais que falar 
Gostaste dessa parte, de verdade?! Eu adoro chuva, confesso
Ainda bem que gostaste, tentei realmente transmitir a tristeza que a Bunny sentia, a insegurança da Ami e a dor de ambas. E foi precisamente isso que a Ami sentiu, que o Fragmento não tem utilidade, porque não descobriu quaisquer poderes nele.
Oh, homicida, eu?! Não sou não, a sério... *esconde os machados* Estou a brincar, claro
Muito obrigada pelo teu comentário, Princess Serenity
Moon Princess, fico contente por te ter conseguido surpreender
Embora não tenha dito que o Vio esteja a tentar ajudar as nossas guerreiras
Na verdade ele, por enquanto, é considerado o inimigo, mas vamos ver o que vai acontecer 
Perguntaste algo importante, já que as outras navegantes têm tido um papel de destaque ultimamente e a Bunny tem apenas aparecido como alguém que sofre muito com a perda das amigas. Será que ela vai ter um papel importante? Acho que posso dizer que sim porque, afinal de contas, ela também faz parte da história e também é a heroína
Como o terá é que já não posso dizer 
Muito obrigada pelo teu comentário! É sempre muito bom saber e ver que gostas da história!
E agora quero pedir desculpa por a resposta aos vossos comentários não estar grande coisa... O que se passa é que, com o aproximar dos exames, a minha cabeça anda meia zonza e estou um pouco cansada... Espero que me perdoem! :
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rmmr, muito obrigada pelo comentário! Tentei apenas que as descrições correspondessem com aquilo que imaginava e integrá-las com os sentimentos das personagens
Fico muito contente por teres gostado!Pois é, as flores
Eu gosto de flores, hehe
Ainda bem que reparaste nisso! Quanto à Ayame, parece realmente que ela conhece o Vio e os outros (a propósito, aqui introduzi o nome do homem de cabelos avermelhados, o Geran!), mas agora porquê e como... Em breve revelarei! 
Não falei logo da Joana e da Octávia para "desanuviar" um pouco os ambientes dos sacrifícios e, além disso, esta parte é realmente muito importante na história, como vão ver a seguir! Mas no próximo a tua Joaninha já vai entrar em acção, prometo

Já me chamaram homicida, matadora de navegantes... Oh, não digam isso!
Eu gosto delas, a sério... *afia a faca atrás das costas* 
Muito obrigada pelo ovo!

neptune-chan, que saudades desta menina! Eu compreendo que não tenhas podido aparecer por cá, mas olha que nunca nos esquecemos de ti e ficamos sempre feliz quando vemos o teu nome a aparecer no ecrã! Fico à tua espera!

Muito obrigada por teres tirado um tempinho para vires aqui ler e comentar!
E que lindo comentário! Ainda bem que gostaste do início, às vezes tenho receio que possa ser aborrecido ou algo do género, mas quando vejo os vossos comentários, fico mesmo muito feliz por constatar que não é assim! 
A Ayame está a ser alvo de muita polémica e marcação cerrada
Tantas perguntas, neptune-chan! Tenho pena de não poder responder, como já sabes, mas a verdade é que há uma resposta para todas elas
E vou dá-las, eu prometo! 
Como disse ao rmmr, fico muito feliz por gostares da descrição, já que sinto que são como uma parte de mim, pois tudo o que descrevo sinto-o verdadeiramente. E elas transmitem sentimentos, da única forma que tenho para o demonstrar

Quanto à Susana, ela explicou mais ou menos o que aconteceu, mas não muito bem a forma como acordou do coma, confesso. Isso será revelado lá mais para a frente!
*recebe os presentes com um grande sorriso* Não tens de pedir desculpa, são todos fantásticos! E eu sempre quis ter o manga completo de Inuyasha, acertaste em cheio
Muito obrigada! ^__^_S.E.A_, fico muito feliz por saber que gostaste! Acredita que nunca é demais saber que gostas daquilo que escrevo, das descrições, dos sentimentos que tento transmitir... Só me dá forças para continuar a escrever!

Ora, se as perguntas forem assim cheias de rasteiras, talvez responda
(é melhor calar-me para não dar ideias, hehe) Mas falando da Ayame, este capítulo revela uma parte muito importante dela e tem pormenores escondidos, confesso, que são fulcrais para a história. Espero que quando revelar tudo, mais tarde, vocês achem que faz realmente sentido 
Da Minako e Hotaru vou falar no próximo capítulo, como já disse ao rmmr
Mas quanto à Haruka, só mais tarde é que isso vai acontecer *foge dos resmungos da _S.E.A_* Mas fica já aqui escrito que ela vai aparecer de novo e, quem sabe, talvez numa situação importante... 
És a primeira a referir esse aspecto da Usagi e, como sempre, o teu sentido crítico e de observação funciona na perfeição! Sim, ela tem esse sentimento de esperança sempre presente (como foi acontecendo ao longo da história da nossa Naoko), embora vá revelar uma maturidade maior. No entanto, penso que é essa sua característica que a define, e é algo que vai ser realmente importante, de uma forma ou de outra. Também me parece um pouco difícil que elas sobrevivam, mas nunca se sabe que surpresas irão haver, pode ser que haja uma mudança repentina nos acontecimentos ou que nem tudo o que pareça realidade o seja de facto

*saltita de alegria com os ovos na mão* Muito obrigada pelo suborno (hehe) e pelo comentário!

Princess Serenity, mais uma vez tenho de dizer também que os teus comentários têm o dom de me fazer corar e de me deixar com um sorriso na cara! Muito obrigada!

Ainda bem que gostas das descrições...! Eu estou sempre a repetir isto que até deve cansar de ler, mas é que fico mesmo contente ^__^ Oh, quem me dera poder descrever Tóquio com grande precisão...! Mas fico feliz por achares que o faço, dá-me ainda mais vontade de me esforçar mais!
Se calhar as tuas teorias estão certas (embora não saiba quais são), quem sabe! Às vezes pensamos que são muito retorcidas e, no fundo, acabamos por ter razão
A Ayame ainda vai dar mais que falar 
Gostaste dessa parte, de verdade?! Eu adoro chuva, confesso
Ainda bem que gostaste, tentei realmente transmitir a tristeza que a Bunny sentia, a insegurança da Ami e a dor de ambas. E foi precisamente isso que a Ami sentiu, que o Fragmento não tem utilidade, porque não descobriu quaisquer poderes nele.Oh, homicida, eu?! Não sou não, a sério... *esconde os machados* Estou a brincar, claro

Muito obrigada pelo teu comentário, Princess Serenity

Moon Princess, fico contente por te ter conseguido surpreender
Embora não tenha dito que o Vio esteja a tentar ajudar as nossas guerreiras
Na verdade ele, por enquanto, é considerado o inimigo, mas vamos ver o que vai acontecer 
Perguntaste algo importante, já que as outras navegantes têm tido um papel de destaque ultimamente e a Bunny tem apenas aparecido como alguém que sofre muito com a perda das amigas. Será que ela vai ter um papel importante? Acho que posso dizer que sim porque, afinal de contas, ela também faz parte da história e também é a heroína
Como o terá é que já não posso dizer 
Muito obrigada pelo teu comentário! É sempre muito bom saber e ver que gostas da história!

E agora quero pedir desculpa por a resposta aos vossos comentários não estar grande coisa... O que se passa é que, com o aproximar dos exames, a minha cabeça anda meia zonza e estou um pouco cansada... Espero que me perdoem! :
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Kaoru-chan nao tens nada que pedir desculpas...todos aqui percebemos o stress dos exames...e olha quero que a menina fique bem calma porque ja sabe a materia toda e sei que vai tudo correr bem e que para o ano ja estara aqui a estudar ao pe de mim!
quem fica contente por tu gostares dos comentarios sou eu!! ao menos retribuo um pouco a felicidade que tenho qd vejo um novo capitulo teu!
e realmente nao tens que ter medo que os teus inicios ou seja o que for que escrevas seja aborrecido..porque nao é..é excelente!!
e como ves nos amamos!
desculpa aquelas perguntas todas...mas depois de ler cada capitulo teu, como ja te disse a minha cabeça fica a mil...e as perguntas saem disparadas!!lol! eu sei que nao podes responder e vou ficar a aguardar pelas respostas nos teus lindos capitulos!
um enorme beijo**

quem fica contente por tu gostares dos comentarios sou eu!! ao menos retribuo um pouco a felicidade que tenho qd vejo um novo capitulo teu!

e realmente nao tens que ter medo que os teus inicios ou seja o que for que escrevas seja aborrecido..porque nao é..é excelente!!
e como ves nos amamos!
desculpa aquelas perguntas todas...mas depois de ler cada capitulo teu, como ja te disse a minha cabeça fica a mil...e as perguntas saem disparadas!!lol! eu sei que nao podes responder e vou ficar a aguardar pelas respostas nos teus lindos capitulos!

um enorme beijo**
neptune-chan, obrigada pela força!
Oh, mas eu fico muito feliz por teres perguntas para fazer, é sinal que estás curiosa... E isso deixa-me realmente com um grande sorriso nos lábios! :]
rmmr, obrigada pelo apoio, olha que eu depois fico à espera desse delicioso ovo! E como sei que também vais fazer exames, também tenho um novo para ti, o Huge Kinder (tamanho de 3.03m de altura)
Muito obrigada aos dois
Oh, mas eu fico muito feliz por teres perguntas para fazer, é sinal que estás curiosa... E isso deixa-me realmente com um grande sorriso nos lábios! :]rmmr, obrigada pelo apoio, olha que eu depois fico à espera desse delicioso ovo! E como sei que também vais fazer exames, também tenho um novo para ti, o Huge Kinder (tamanho de 3.03m de altura)

Muito obrigada aos dois

*Kaoru escreveu:Da Minako e Hotaru vou falar no próximo capítulo, como já disse ao rmmr Mas quanto à Haruka, só mais tarde é que isso vai acontecer *foge dos resmungos da _S.E.A_* Mas fica já aqui escrito que ela vai aparecer de novo e, quem sabe, talvez numa situação importante...
*senta num canto e amua...* BAH!
Agora ainda me deixaste mais curiosa!! K situação importante? O.O
Kd postas o novo capitulo? Kero saber onde a Hotaru-chan está! Tou tão ansiosa...
*fica à porta do tópico segurando mais um volume do Fruits Basket enquanto espera*

Um grande, grande obrigada pela sign e pelo avie Xaninha kida! ^^

Jovens escritores, nao resistem a chocolate? Especialmente Kinder? Então cuidado, o gang anda rondando
_S.E.A_ escreveu:*senta num canto e amua...* BAH!
Agora ainda me deixaste mais curiosa!! K situação importante? O.O
Kd postas o novo capitulo? Kero saber onde a Hotaru-chan está! Tou tão ansiosa...
*fica à porta do tópico segurando mais um volume do Fruits Basket enquanto espera*
Bem, para te descansar... *faz contas com os dedos* Ora, não contando com este que aí vem... Nem com o outro... Hm... Talvez no capítulo vinte e cinco a Haruka apareça de novo

O novo capítulo até já está quase pronto, mas não sei se as pessoas já leram o vinte e dois, queria dar mais um tempo, senão acumula-se tudo :
': Mas talvez em breve... 
Ai é no 25? *abre um grande sorriso* Ah, n faz mal, eu espero mais um cadito
Só postas kd kiseres e puderes. Afinal, tu é k és a dona da fic *fica com a impressão de k a frase n saiu mt bem* XP Tu percebeste...
Bem fico aki de guarda


Só postas kd kiseres e puderes. Afinal, tu é k és a dona da fic *fica com a impressão de k a frase n saiu mt bem* XP Tu percebeste... Bem fico aki de guarda



Um grande, grande obrigada pela sign e pelo avie Xaninha kida! ^^

Jovens escritores, nao resistem a chocolate? Especialmente Kinder? Então cuidado, o gang anda rondando
*Kaoru escreveu:Princess Serenity, mais uma vez tenho de dizer também que os teus comentários têm o dom de me fazer corar e de me deixar com um sorriso na cara! Muito obrigada!
Ainda bem que gostas das descrições...! Eu estou sempre a repetir isto que até deve cansar de ler, mas é que fico mesmo contente ^__^ Oh, quem me dera poder descrever Tóquio com grande precisão...! Mas fico feliz por achares que o faço, dá-me ainda mais vontade de me esforçar mais!
Se calhar as tuas teorias estão certas (embora não saiba quais são), quem sabe! Às vezes pensamos que são muito retorcidas e, no fundo, acabamos por ter razãoA Ayame ainda vai dar mais que falar
Gostaste dessa parte, de verdade?! Eu adoro chuva, confessoAinda bem que gostaste, tentei realmente transmitir a tristeza que a Bunny sentia, a insegurança da Ami e a dor de ambas. E foi precisamente isso que a Ami sentiu, que o Fragmento não tem utilidade, porque não descobriu quaisquer poderes nele.
Oh, homicida, eu?! Não sou não, a sério... *esconde os machados* Estou a brincar, claro
Muito obrigada pelo teu comentário, Princess Serenity
d nda
qem tem q agradecer sou eu por escreveres d tal maneira q consegues captar tda a nossa atenção ao ponto de nos sentirmos envolvidos em tda a históriaEspero entaun q outro capitulo venha depressa

OMG
mais um capitulo maravilhoso como sempre
sei que ja disse isto mas volto a repetir as tuas descrições são fantásticas e um pouco poéticas e idílicas também, e como em todos os capitulos que escreveste consegues transportar-nos completamente para dentro da história...... cada emoção, cada espaço, cada sensação..... conseguimos sentir tudo isso como se fossemos a própria personagem
gostei que este capitulo falasse mais um boacadinho sobre a ayame, revelando algumas coisas mas deixando, através dessas coisas, mais mistérios no ar e deixando-nos com a pulguinha atrás da orelha
fiquei mesmo muito curiosa por saber que ligação tem a ayame com o vio e porque e que para eles era tao grave ser a plutão a ter o fragmento
emocionei-me quando li a parte de a plutão chegar ao pé da ami e da bunny e lhes contar o que tinha acontecido a rita, a reacção e o sofrimento da bunny, senti-o como se fosse eu que tivesse recebido a noticia
ja disse mas volto a repetir muitos parabens, mas muitos parabens mesmo, escreves maravilhosamente bem
depois disto só tenho uma coisa a dizer
quero mais XD
p.s.: pelos outros comentários que li vi que gostas de ovos kinder!? (eu por acaso também) portanto olha dou-te uma caixinha de ovos kinder porque realmente mereces uma prenda por nos deliciares com cada capitulo desta maravilhosa fic
mais um capitulo maravilhoso como sempre
sei que ja disse isto mas volto a repetir as tuas descrições são fantásticas e um pouco poéticas e idílicas também, e como em todos os capitulos que escreveste consegues transportar-nos completamente para dentro da história...... cada emoção, cada espaço, cada sensação..... conseguimos sentir tudo isso como se fossemos a própria personagem
gostei que este capitulo falasse mais um boacadinho sobre a ayame, revelando algumas coisas mas deixando, através dessas coisas, mais mistérios no ar e deixando-nos com a pulguinha atrás da orelha
fiquei mesmo muito curiosa por saber que ligação tem a ayame com o vio e porque e que para eles era tao grave ser a plutão a ter o fragmento
emocionei-me quando li a parte de a plutão chegar ao pé da ami e da bunny e lhes contar o que tinha acontecido a rita, a reacção e o sofrimento da bunny, senti-o como se fosse eu que tivesse recebido a noticia
ja disse mas volto a repetir muitos parabens, mas muitos parabens mesmo, escreves maravilhosamente bem
depois disto só tenho uma coisa a dizer
quero mais XD
p.s.: pelos outros comentários que li vi que gostas de ovos kinder!? (eu por acaso também) portanto olha dou-te uma caixinha de ovos kinder porque realmente mereces uma prenda por nos deliciares com cada capitulo desta maravilhosa fic
fantastico,fantastico,fantastico
o vio e a relaçao com a ayame dando a sensaçao k sao maus mas logo aseguir k talvez n
a descriçao fantastica k fazes d cidade, das flores, da populaçao k n tinha :
: 1a maravilha
a parte da plutao foi tao sad
elas ali sem saber d nd e recebem a noticia a bruta
a rita inda n acredito k mataste a rita!espero + em breve
*mim vai buscar a arma*
o vio e a relaçao com a ayame dando a sensaçao k sao maus mas logo aseguir k talvez n
a descriçao fantastica k fazes d cidade, das flores, da populaçao k n tinha :
: 1a maravilhaa parte da plutao foi tao sad
elas ali sem saber d nd e recebem a noticia a bruta
a rita inda n acredito k mataste a rita!
Spoiler
ja mataste a mariana a rita e a maria, 1 outer e 2 inner sera k ixo significa k vais matar a hotaru? n kero a minha hotaru morta nem a joana n kero + mortx
*mim vai buscar a arma*
N NOS DESAGRADEM NOS PRAZOX DAS FICX ... muahahahaha
claudia-chan escreveu:OMG
mais um capitulo maravilhoso como sempre
sei que ja disse isto mas volto a repetir as tuas descrições são fantásticas e um pouco poéticas e idílicas também, e como em todos os capitulos que escreveste consegues transportar-nos completamente para dentro da história...... cada emoção, cada espaço, cada sensação..... conseguimos sentir tudo isso como se fossemos a própria personagem
gostei que este capitulo falasse mais um boacadinho sobre a ayame, revelando algumas coisas mas deixando, através dessas coisas, mais mistérios no ar e deixando-nos com a pulguinha atrás da orelha
fiquei mesmo muito curiosa por saber que ligação tem a ayame com o vio e porque e que para eles era tao grave ser a plutão a ter o fragmento
emocionei-me quando li a parte de a plutão chegar ao pé da ami e da bunny e lhes contar o que tinha acontecido a rita, a reacção e o sofrimento da bunny, senti-o como se fosse eu que tivesse recebido a noticia
ja disse mas volto a repetir muitos parabens, mas muitos parabens mesmo, escreves maravilhosamente bem
depois disto só tenho uma coisa a dizer
quero mais XD
p.s.: pelos outros comentários que li vi que gostas de ovos kinder!? (eu por acaso também) portanto olha dou-te uma caixinha de ovos kinder porque realmente mereces uma prenda por nos deliciares com cada capitulo desta maravilhosa fic
Claudia-chan, muito obrigada pelo comentário mais uma vez!
Fico mesmo contente por teres gostado deste capítulo 
Fico também feliz por gostares das descrições! Acho que disseste algo que caracterizam bem, o facto de serem um pouco "poéticas". Às vezes pode ser um defeito... Mas o facto de gostares deixa-me mesmo contente

Embora não pareça, por vezes, as personagens novas (sem ser as Irmãs, claro, que ultimamente têm tido um papel fulcral) são importantes. Resolvi assim revelar pelas entrelinhas várias coisas da história, mas deixando em aberto outras
E também quis saber a vossa opinião sobre a Ayame, confesso 
Sobre isso da relação Vio/Ayame e da Plutão, revelarei mais tarde, depois de explorar a Protectora das Montanhas

Sim, elas ficaram novamente em choque, porque é sempre difícil perderem uma amiga. Mas, como já disse à _S.E.A_, a Bunny tem sempre aquele sentimento de esperança no seu interior, e ainda acredita que as amigas não estejam mortas... E isso pode ser algo bom ou mau!
Mais uma vez, muito obrigada pela tua opinião e comentário!

Sim, gosto muito de ovos Kinder
Como podes ver pela assinatura, há um Gang que suborna determinadas fanfics com eles
*recebe os ovos com um grande brilhozinho nos olhos* Obrigada! Se te quiseres juntar a nós, já sabes, é só dizeres 
sweetmoon escreveu:fantastico,fantastico,fantastico
o vio e a relaçao com a ayame dando a sensaçao k sao maus mas logo aseguir k talvez n
a descriçao fantastica k fazes d cidade, das flores, da populaçao k n tinha :: 1a maravilha
a parte da plutao foi tao sad
elas ali sem saber d nd e recebem a noticia a bruta
a rita inda n acredito k mataste a rita!
espero + em breve
*mim vai buscar a arma*
sweetmoon, ainda bem que gostaste!
E muito obrigada pelo teu comentário 
Pois é, isso de serem maus ou não... Quem sabe! Tanto podem estar a defender aquilo que acreditam que é o correcto (que pode ser considerado bom ou mau) como não

Ainda bem que gostaste das descrições
Quanto à parte do regresso da Susana, tinha de abordar esse assunto, mas não queria alongar-me demasiado com ele nem tornar as coisas demasiado dramáticas nesse campo... É sempre difícil descrever o sentimento de se saber da perda de uma amiga, embora, no fundo, a Bunny já estivesse à espera, mas recusando-se a acreditar nisso.Spoiler
Ora muito bem observado
Mas pode ser só uma coincidência... Quem sabe
Mas daqui a pouquinhos capítulos a resposta já vai estar aqui 
Mas pode ser só uma coincidência... Quem sabe
Mas daqui a pouquinhos capítulos a resposta já vai estar aqui 

Quanto ao próximo capítulo, talvez coloque muito em breve...

Não acredito que me esqueci de vir comentar... Li o capítulo no mesmo dia em que o postaste, mas, como já era tardito, deixei para comentar no dia seguinte e esqueci-me! Shame on me! 
Bem, vamos lá começar...
Algo me diz que a Ayame está do lado das navegantes. Uma rapariga que ama a natureza de tal maneira não pode ser má. Aliás, quanto ao título da fic... Não terá a ver com ela? Afinal, ela adora flores e percebe muito sobre elas. A escuridão impede-a de atingir um certo estado de "clarividência", ou seja, de alcançar o poder que presumo que tenha perdido. Para além disso, o Vio sabe o nome verdadeiro dela. Talvez ele não seja o "mau da fita" como eu pensava que era... Afinal, ele foi "queimado" pela suposta navegante de Plutão (continuo a não acreditar na história dela).
Quanto à Pluto/Susana... Ainda não fiquei convencida de que era ela. Sim, é verdade que ela não é uma pessoa normal, mas mesmo assim... Recuperação em tempo recorde? Não me parece...
Acho mesmo que é alguém do lado negro a fazer-se passar por ela. Julgo que ela não seria tão fria ao ponto de dizer na cara das outras que a Rita, a melhor amiga de Bunny e uma pessoa importante para todas, se tinha sacrificado. Acredito naquilo que ela disse sobre o futuro, isso parece-me bastante natural que tenha acontecido. Mas aquela Susana... Não. Continuo a não confiar nela.
Quanto ao facto de "matares" as navegantes... Será que é bem assim? Será que é mesmo matá-las literalmente? Algo também me diz que não.
Bem... Mais uma vez, adoro as descrições (acertaste em cheio num ponto que eu venero na Bunny, que é a esperança), adoro a história, AMORO (mistura do amo com o adoro
)!!!!
Fico à espera de mais! Aliás, muito mais!
Graças ao encontro no Norte Shopping, fiquei a saber que a menina é doida por ovos Kinder (eu também, são tão bons *baba-se*). Por isso, aqui vão... Hum... 22 ovos (como o número do capítulo
).
E pronto... Amoro a história! I LOVE IT, I LOVE IT, I LOVE IT, I LOVE IT, I LOVE IT... (*repete 9471 vezes*)

Bem, vamos lá começar...
Algo me diz que a Ayame está do lado das navegantes. Uma rapariga que ama a natureza de tal maneira não pode ser má. Aliás, quanto ao título da fic... Não terá a ver com ela? Afinal, ela adora flores e percebe muito sobre elas. A escuridão impede-a de atingir um certo estado de "clarividência", ou seja, de alcançar o poder que presumo que tenha perdido. Para além disso, o Vio sabe o nome verdadeiro dela. Talvez ele não seja o "mau da fita" como eu pensava que era... Afinal, ele foi "queimado" pela suposta navegante de Plutão (continuo a não acreditar na história dela).
Quanto à Pluto/Susana... Ainda não fiquei convencida de que era ela. Sim, é verdade que ela não é uma pessoa normal, mas mesmo assim... Recuperação em tempo recorde? Não me parece...

Acho mesmo que é alguém do lado negro a fazer-se passar por ela. Julgo que ela não seria tão fria ao ponto de dizer na cara das outras que a Rita, a melhor amiga de Bunny e uma pessoa importante para todas, se tinha sacrificado. Acredito naquilo que ela disse sobre o futuro, isso parece-me bastante natural que tenha acontecido. Mas aquela Susana... Não. Continuo a não confiar nela.
Quanto ao facto de "matares" as navegantes... Será que é bem assim? Será que é mesmo matá-las literalmente? Algo também me diz que não.

Bem... Mais uma vez, adoro as descrições (acertaste em cheio num ponto que eu venero na Bunny, que é a esperança), adoro a história, AMORO (mistura do amo com o adoro
)!!!!Fico à espera de mais! Aliás, muito mais!

Graças ao encontro no Norte Shopping, fiquei a saber que a menina é doida por ovos Kinder (eu também, são tão bons *baba-se*). Por isso, aqui vão... Hum... 22 ovos (como o número do capítulo
).E pronto... Amoro a história! I LOVE IT, I LOVE IT, I LOVE IT, I LOVE IT, I LOVE IT... (*repete 9471 vezes*)

Kristea escreveu:Não acredito que me esqueci de vir comentar... Li o capítulo no mesmo dia em que o postaste, mas, como já era tardito, deixei para comentar no dia seguinte e esqueci-me! Shame on me!
Bem, vamos lá começar...
Algo me diz que a Ayame está do lado das navegantes. Uma rapariga que ama a natureza de tal maneira não pode ser má. Aliás, quanto ao título da fic... Não terá a ver com ela? Afinal, ela adora flores e percebe muito sobre elas. A escuridão impede-a de atingir um certo estado de "clarividência", ou seja, de alcançar o poder que presumo que tenha perdido. Para além disso, o Vio sabe o nome verdadeiro dela. Talvez ele não seja o "mau da fita" como eu pensava que era... Afinal, ele foi "queimado" pela suposta navegante de Plutão (continuo a não acreditar na história dela).
Quanto à Pluto/Susana... Ainda não fiquei convencida de que era ela. Sim, é verdade que ela não é uma pessoa normal, mas mesmo assim... Recuperação em tempo recorde? Não me parece...
Acho mesmo que é alguém do lado negro a fazer-se passar por ela. Julgo que ela não seria tão fria ao ponto de dizer na cara das outras que a Rita, a melhor amiga de Bunny e uma pessoa importante para todas, se tinha sacrificado. Acredito naquilo que ela disse sobre o futuro, isso parece-me bastante natural que tenha acontecido. Mas aquela Susana... Não. Continuo a não confiar nela.
Quanto ao facto de "matares" as navegantes... Será que é bem assim? Será que é mesmo matá-las literalmente? Algo também me diz que não.
Bem... Mais uma vez, adoro as descrições (acertaste em cheio num ponto que eu venero na Bunny, que é a esperança), adoro a história, AMORO (mistura do amo com o adoro)!!!!
Fico à espera de mais! Aliás, muito mais!
Graças ao encontro no Norte Shopping, fiquei a saber que a menina é doida por ovos Kinder (eu também, são tão bons *baba-se*). Por isso, aqui vão... Hum... 22 ovos (como o número do capítulo).
E pronto... Amoro a história! I LOVE IT, I LOVE IT, I LOVE IT, I LOVE IT, I LOVE IT... (*repete 9471 vezes*)
Caramba, Kristea, com comentários assim, é impossível uma pessoa não ficar com vontade de escrever mais!
Oh, e o importante foi que leste o capítulo! Embora eu goste imenso de ler os teus comentários, como sabes 
Como sempre, tens intervenções e observações muito pertinentes e perspicazes! Bem dito, a Ayame realmente gosta da natureza. Não consigo evitá-lo, pois eu também gosto... E acabo por passar esse sentimento, já que ela é uma personagem nova e posso explorar vários lados, o que já é mais limitado quanto às restantes navegantes, que têm personalidades definidas. E quanto ao título do livro, pode ser bem pensado, mas sobre isso não posso dizer, pois, como é óbvio, realmente o título encerra muitas revelações
O Vio sabe o verdadeiro nome e este, Ayame, e isso tem uma explicação simples que revelarei também mais tarde 
Estou a ver que não estás mesmo convencida com esta súbita e repentina recuperação da Plutão! Já várias pessoas mencionaram que é estranho. Posso apenas dizer que, no capítulo 25, em princípio, isso já vai ser mais explorado (já estou a dar muitas dicas deste capítulo o_o)

Ah, quem sabe se as ando a assassinar ou não? Já me chamaram homicida, pode ser que esteja a começar a gostar de estar nessa pele, hehe
Mas, falando a sério, realmente, isso já não posso dizer... Isso pode ser o teu sentimento de esperança que tanto gostas na Bunny a falar
E ainda bem que gostas desse sentimento, porque eu também 
Sou sim! *lembra-se da cruz com os seus Schoko-Bons e o facto de eu ainda ter o papel guardado
* Muito obrigada, Kristea!
Este chocolate deu-me ainda mais ânimo para escrever
E 9471 vezes obrigada! 
Kaoruzinha, finalmente o meu animo está voltando, assim como a vontade de comentar. Já li e reli, muitas vezes estes dois capítulos. Assim sendo venho comentar este capitulo, melhor dizendo estes dois capítulos.
Gomen, gomen, gomen, gomen, gomen, 100000000 vezes gomen.
Bem vou tentar comentar resumidamente aquilo que senti e sinto com estes dois capítulos, maravilhosos, fantásticos, perfeitos, divinais, soberbos, sublimes, lindos (tenho que pensar em novos elogios, pois já se esgotaram os existentes em meu vocabulário
).
A tua historia cada vez me fascina mais. Estes dois capítulos deixam-me completamente envolvida nesta historia, ficando com desejo de absorver mais e mais de cada palavra que escreves.
Estou completamente perdida e cada vez mais pelo que escreves, por isso agradeço por ter sido abençoada com uma escrita perfeita e divinal. Assim sendo, o meu MUITO OBRIGADA e os meus sinceros PARABENS.
As tuas descrições inicias, como sempre deixam-me completamente deliciada e envolvida. Aquele silencio, assim como o reflexo nos dois espelhos, soberbo, lindo
Os sentimentos de agonia, de aflição e de sufoco sentidos pelo Rita enquanto esta se encontra nos braços do Vio, assim como ela fica incrédula quando Plutão surge do nada, todos estes sentimentos tão bem descritos, que eu mesma sentia todo aquele misto de sentimentos que a Rita sentia, melhor era como se eu fosse os olhos da Rita e ficasse pasma com o repentino aparecimento da Plutão. Espero que a menina Kaoruzinha explique brevemente como isto aconteceu para a Plutão sair do coma tão depressa.
Depois aqueles minutos que teimavam em ser demorados, deixaram-me em completa agonia e desespero, que eu, até já roía as minhas unhas todas. Por fim, vem o grito de desespero da Plutão para que o Vio largasse a sua amiga e companheira, deixaste-me mesmo sem palavras. Indescritível!
Depois veio a descoberta da traição do Vio para com a Rita na época do Milénio de Prata dada pela Susana e o misto de sentimentos e pensamentos confusos da Rita, mas ao mesmo tristes por saber que é verdade, mais uma vez tão sentidos por mim, assim como a tristeza profunda que ela sente por ter descoberto.
Mas a confirmação da parte de Vio de que ele a traiu mesmo deixou-me tão irritada
que ia jogando o pc fora (mesmo). Mais uma vez espero que a menina Kaoruzinha responda ao porquê de eles os dois serem tão chegados naquela época e o porquê de ela se sentir assim na presença do Vio. Concordo com a teoria da neptune-chan, quando diz que eles tiveram um romance no passado 
Mais uma vez fiquei fascinada com uma das quatro irmãs, neste caso a Héstia, pois as tuas descrições em relação a ela, assim me deixam. Fico estupefacta com as sensações que a tua escrita me transmite sobre a Héstia.
E quando a Héstia diz que duas meninas já foram sacrificadas, o desespero e a tristeza que a Rita sente, foi mesmo lindo e sentido por mim :g11:
Por fim chega o momento do sacrifício :g11: :g11: :g11: :g11: :g11:
Lindo, simplesmente sublime, onde mais uma vez não consegui conter as lágrimas que saíam de meus olhos.
A solidão sentida pela Rita, assim como os sentimentos de tristeza e de confusão, o saber que tem que ser ela a sacrificada. As lágrimas que lhe caiem, sem ela se aperceber. O acordar e encarar o olhar triste da Plutão, lindo!! Os meus parabéns.
*sem comentários* melhor *sem reacção* com estas palavras proferidas pela Rita quando a Plutão pergunta o porquê de ela se sacrificar. Quando Rita diz que a Plutão deve continuar vivendo para que possa ser uma rapariga normal e que a Octavia precisa dela *sem palavras*.
Capitulo enorme é verdade, mas eu adoro capítulos assim
.o: melhor dizendo, simplesmente AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI…
Quanto ao último capitulo, um início fantástico como sempre! Já disse que adoro as tuas descrições? X))
A tristeza do tempo, assim como a tristeza das pessoas adequa-se tão bem à situação actual da historia, à perda das meninas
Mas o que mais me atrai é a forma como descreves esses sentimentos tristes e angustiantes sentidos quer pelas pessoas, quer pelo tempo. LINDO!
.o:
A descrição da Ayame mais uma vez excelente e que mais uma vez me deixa fascinada por esta mulher. Todo o mistério que esta mulher tem, e que com a tua maravilhosa descrição, faça com que tenha um misto de fascínio e intriga, pois nunca sei o que esperar dela.
A descrição dos lugares por onde Ayame passava e as pessoas com quem cruzava, até chegar ao local desejado, mais uma vez tão bem descrito, que eu me sentia como se estivesse caminhando lado a lado da Ayame, observando tudo e visualizando tudo até ao mais ínfimo pormenor, os meus sinceros parabéns!
Depois aquelas sensações que a Ayame sente antes e após fechar os olhos, mais uma vez sensações e sentimentos sentidos por mim, assim como aquela escuridão que se apodera dela, até arrepios senti. Os lugares para onde ela é transportada, visualizei-os com bastante clareza.
O surgimento daquele homem, que se revela como sendo o Vio e a forma como Ayame o sente antes de sequer o visualizar, nem sei o que te diga, pois continuo a ser fascinada por ela, continuo bastante intrigada com o mistério que se encontra envolto nela, pois não quer saber do Vio, mas quando este cai não deixa de o socorrer.
Mas o que me deixou mais curiosa, foi o facto do Vio a conhecer e ela dizer que não o conhece de lado nenhum, mas depois ela começasse a lembrar da existência dela. Mais um mistério que me deixa muito, mas muito curiosa, com o coração aos pulos para saber o que se passou. Kaoruzinha não me deixes nesta agonia
.o:
Depois todas aquelas perguntas que ela faz sobre os fragmentos e sobre os o Peo e o Geran, aí que estou numa aflição para saber o que está por detrás desta misteriosa Ayame, que por conhecer o inimigo já me está dando uma raiva e irritação
Oh…quando chega a parte da Bunny e da Amy falando com a Plutão. Mas primeiro as descrições do tempo lá fora assim como das explicações à Amy sobre o que tinha acontecido com as outras. A preocupação no rosto de cada uma…omg…Lindo! Assim como a estupefacção da Amy e da Bunny quando se encontro frente-a-frente com a Susana. O abraço e o choro de alegria da Bunny quando vê a amiga na sua frente, indescritível!
.o:
O nó que a Bunny sente na garganta, como um pressentimento de que algo aconteceu com a Rita. O contar do acontecido com a Rita pela Plutão. A imediata compreensão da Ami, assim como o tentar não acreditar da Bunny que tivesse acontecido o sacrifício da Rita, apesar de no fundo ela saber que a Rita tinha sido mesmo sacrificada. O que eu chorei aqui :g11: :g11:
Mas por fim mostras uma Bunny madura que sabe que compreende que os sacrifícios são necessários, que não podiam ser evitados e toda a força e coragem que ela demonstra quando assente ao proferido pela Susana e na ideia de recuperação das suas amigas. Awwwwwww
.o: Lindo.
AMEI, AMEI, AMEI, AMEI!!!!
*mim tem exactamente as mesmas perguntas que a neptunezinha a me massacrar a cabeça*
.o:
*mim espera ansiosa, desesperadamente por mais capítulos*
*mim estende um cesto cheio de ovos kinder, juntamente com uma caixinha de musica em que estão as 4 irmas pintadas em resina dançando e ainda o dvd com o segundo filme da sailor moon e com o segundo filme do inuyasha* espero que gostes
E ainda muitos Beijinhos e um enorme abraço
Ps – desculpa o comentário meio confuso, espero que gostes e mais uma vez desculpa o atraso
Gomen, gomen, gomen, gomen, gomen, 100000000 vezes gomen.
Bem vou tentar comentar resumidamente aquilo que senti e sinto com estes dois capítulos, maravilhosos, fantásticos, perfeitos, divinais, soberbos, sublimes, lindos (tenho que pensar em novos elogios, pois já se esgotaram os existentes em meu vocabulário
).A tua historia cada vez me fascina mais. Estes dois capítulos deixam-me completamente envolvida nesta historia, ficando com desejo de absorver mais e mais de cada palavra que escreves.
Estou completamente perdida e cada vez mais pelo que escreves, por isso agradeço por ter sido abençoada com uma escrita perfeita e divinal. Assim sendo, o meu MUITO OBRIGADA e os meus sinceros PARABENS.
As tuas descrições inicias, como sempre deixam-me completamente deliciada e envolvida. Aquele silencio, assim como o reflexo nos dois espelhos, soberbo, lindo
Os sentimentos de agonia, de aflição e de sufoco sentidos pelo Rita enquanto esta se encontra nos braços do Vio, assim como ela fica incrédula quando Plutão surge do nada, todos estes sentimentos tão bem descritos, que eu mesma sentia todo aquele misto de sentimentos que a Rita sentia, melhor era como se eu fosse os olhos da Rita e ficasse pasma com o repentino aparecimento da Plutão. Espero que a menina Kaoruzinha explique brevemente como isto aconteceu para a Plutão sair do coma tão depressa.
Depois aqueles minutos que teimavam em ser demorados, deixaram-me em completa agonia e desespero, que eu, até já roía as minhas unhas todas. Por fim, vem o grito de desespero da Plutão para que o Vio largasse a sua amiga e companheira, deixaste-me mesmo sem palavras. Indescritível!
Depois veio a descoberta da traição do Vio para com a Rita na época do Milénio de Prata dada pela Susana e o misto de sentimentos e pensamentos confusos da Rita, mas ao mesmo tristes por saber que é verdade, mais uma vez tão sentidos por mim, assim como a tristeza profunda que ela sente por ter descoberto.
Mas a confirmação da parte de Vio de que ele a traiu mesmo deixou-me tão irritada
que ia jogando o pc fora (mesmo). Mais uma vez espero que a menina Kaoruzinha responda ao porquê de eles os dois serem tão chegados naquela época e o porquê de ela se sentir assim na presença do Vio. Concordo com a teoria da neptune-chan, quando diz que eles tiveram um romance no passado 
Mais uma vez fiquei fascinada com uma das quatro irmãs, neste caso a Héstia, pois as tuas descrições em relação a ela, assim me deixam. Fico estupefacta com as sensações que a tua escrita me transmite sobre a Héstia.
E quando a Héstia diz que duas meninas já foram sacrificadas, o desespero e a tristeza que a Rita sente, foi mesmo lindo e sentido por mim :g11:
Por fim chega o momento do sacrifício :g11: :g11: :g11: :g11: :g11:
Lindo, simplesmente sublime, onde mais uma vez não consegui conter as lágrimas que saíam de meus olhos.
A solidão sentida pela Rita, assim como os sentimentos de tristeza e de confusão, o saber que tem que ser ela a sacrificada. As lágrimas que lhe caiem, sem ela se aperceber. O acordar e encarar o olhar triste da Plutão, lindo!! Os meus parabéns.
*Kaoru escreveu:
- Porquê, Rita?! Porquê?! Não faças isso, por favor!
- Porque tu mereces viver. – disse Rita com simplicidade, o que fez Susana recuar com espanto. – Passaste tempo demais nesse estado e mereces ver a luz do sol, cumprir os teus sonhos, cuidar da Octávia com a Mariana e a Haruka e, acima de tudo, és o elo de ligação do presente e do futuro. Mais do que nunca, a Bunny precisa de ti, Susana. E eu quero que vivas com alegria, quero que tenhas as esperanças que um dia me destruíram, quero que sintas aquilo que eu senti e que te seja dada a oportunidade de a viveres sem receio como eu. E só quero que experimentes estes sentimentos maravilhosos sem a dor que eu tive de sentir. Sempre passaste demasiado tempo a guardar um lugar repleto de solidão. Agora, Susana, vive. Vive com sentimento, com amizade, com amor. Com esperança.
*sem comentários* melhor *sem reacção* com estas palavras proferidas pela Rita quando a Plutão pergunta o porquê de ela se sacrificar. Quando Rita diz que a Plutão deve continuar vivendo para que possa ser uma rapariga normal e que a Octavia precisa dela *sem palavras*.
Capitulo enorme é verdade, mas eu adoro capítulos assim
.o: melhor dizendo, simplesmente AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI…Quanto ao último capitulo, um início fantástico como sempre! Já disse que adoro as tuas descrições? X))
A tristeza do tempo, assim como a tristeza das pessoas adequa-se tão bem à situação actual da historia, à perda das meninas

Mas o que mais me atrai é a forma como descreves esses sentimentos tristes e angustiantes sentidos quer pelas pessoas, quer pelo tempo. LINDO!
.o:A descrição da Ayame mais uma vez excelente e que mais uma vez me deixa fascinada por esta mulher. Todo o mistério que esta mulher tem, e que com a tua maravilhosa descrição, faça com que tenha um misto de fascínio e intriga, pois nunca sei o que esperar dela.
A descrição dos lugares por onde Ayame passava e as pessoas com quem cruzava, até chegar ao local desejado, mais uma vez tão bem descrito, que eu me sentia como se estivesse caminhando lado a lado da Ayame, observando tudo e visualizando tudo até ao mais ínfimo pormenor, os meus sinceros parabéns!
Depois aquelas sensações que a Ayame sente antes e após fechar os olhos, mais uma vez sensações e sentimentos sentidos por mim, assim como aquela escuridão que se apodera dela, até arrepios senti. Os lugares para onde ela é transportada, visualizei-os com bastante clareza.
O surgimento daquele homem, que se revela como sendo o Vio e a forma como Ayame o sente antes de sequer o visualizar, nem sei o que te diga, pois continuo a ser fascinada por ela, continuo bastante intrigada com o mistério que se encontra envolto nela, pois não quer saber do Vio, mas quando este cai não deixa de o socorrer.
Mas o que me deixou mais curiosa, foi o facto do Vio a conhecer e ela dizer que não o conhece de lado nenhum, mas depois ela começasse a lembrar da existência dela. Mais um mistério que me deixa muito, mas muito curiosa, com o coração aos pulos para saber o que se passou. Kaoruzinha não me deixes nesta agonia
.o:Depois todas aquelas perguntas que ela faz sobre os fragmentos e sobre os o Peo e o Geran, aí que estou numa aflição para saber o que está por detrás desta misteriosa Ayame, que por conhecer o inimigo já me está dando uma raiva e irritação

Oh…quando chega a parte da Bunny e da Amy falando com a Plutão. Mas primeiro as descrições do tempo lá fora assim como das explicações à Amy sobre o que tinha acontecido com as outras. A preocupação no rosto de cada uma…omg…Lindo! Assim como a estupefacção da Amy e da Bunny quando se encontro frente-a-frente com a Susana. O abraço e o choro de alegria da Bunny quando vê a amiga na sua frente, indescritível!
.o:O nó que a Bunny sente na garganta, como um pressentimento de que algo aconteceu com a Rita. O contar do acontecido com a Rita pela Plutão. A imediata compreensão da Ami, assim como o tentar não acreditar da Bunny que tivesse acontecido o sacrifício da Rita, apesar de no fundo ela saber que a Rita tinha sido mesmo sacrificada. O que eu chorei aqui :g11: :g11:
Mas por fim mostras uma Bunny madura que sabe que compreende que os sacrifícios são necessários, que não podiam ser evitados e toda a força e coragem que ela demonstra quando assente ao proferido pela Susana e na ideia de recuperação das suas amigas. Awwwwwww
.o: Lindo.AMEI, AMEI, AMEI, AMEI!!!!
neptune escreveu:*Kaoru escreveu:Por um lado, tenho tentado ganhar a confiança delas, explicar-lhes do melhor modo que consigo. Sei que não queres, mas se elas não se sentirem preparadas nunca poderemos vencer. Eu nem sabia que andavas por aqui.
ele tem tentado ganhar a confiança das navegantes....certo?
entao afinal eles nao sao inimigos? "se nao se sentirem preparadas nunca podemos vencer"??
mas estao todos a lutar pela mesma coisa é?
mas isso quer dizer que Peo e o outro tambem nao sao inimigos?
entao mas porque tentaram matar Bunny?
é porque acham que ela é a destruidora?
e afinal quem é Ayame?
*mim tem exactamente as mesmas perguntas que a neptunezinha a me massacrar a cabeça*
.o:*mim espera ansiosa, desesperadamente por mais capítulos*
*mim estende um cesto cheio de ovos kinder, juntamente com uma caixinha de musica em que estão as 4 irmas pintadas em resina dançando e ainda o dvd com o segundo filme da sailor moon e com o segundo filme do inuyasha* espero que gostes

E ainda muitos Beijinhos e um enorme abraço
Ps – desculpa o comentário meio confuso, espero que gostes e mais uma vez desculpa o atraso


Oh, Xaninha, muito obrigada!
.o: Como sabes, o que é realmente importante para mim é saber que gostas da história e, claro, saber que já estás melhor! É com grande alegria que aceito os teus comentários! Já estava com saudades
E não precisas de pedir desculpa, eu compreendo perfeitamente que, às vezes, com tanta leitura para colocar em dia, seja mais difícil comentar! O que realmente me importa e me deixa com um grande sorriso é saber que gostas da história e que a acompanhas 
Muito obrigada por todas as tuas palavras! É realmente muito bom saber que gostas e que aprecias a história! O capítulo da Rita e regresso da Plutão foi daqueles que mais gostei de escrever, por isso, fico muito satisfeita por teres gostado! E eu não quero que tu deites o teu computador fora!
Mas compreendo que te tenhas sentido revoltada
Foi um momento de grande tensão!
O momento do sacrifício é sempre um pouco emocional... Fico contente que tenhas gostado! Embora seja sempre um pouco triste, eu sei... Mas tem de ser, é algo que justifica o momento que é!
Oh, obrigada! Ainda bem que gostas das descrições!
Fico sempre tão contente por vocês referirem isso... E ainda bem que a Héstia não te desiludiu 
Quanto à Ayame, estou a ver que te agucei a curiosidade! Bem, ela realmente é misteriosa, mas isto do Vio veio ajudar ainda mais
Mas eu revelarei tudo, está descansada, Xana-chan 
A Bunny lá soube através da amiga que a Rita tinha sido sacrificada... Sim, ela está mais madura, embora continue com aquele sentimento de esperança!
Muito obrigada pelos Kinder e pelos presente! Como podia não gostar?! São maravilhosos!
E o teu comentário não está nada confuso, Xana-chan, eu adorei 
Quanto ao próximo capítulo... Talvez hoje!
.o: Como sabes, o que é realmente importante para mim é saber que gostas da história e, claro, saber que já estás melhor! É com grande alegria que aceito os teus comentários! Já estava com saudades
E não precisas de pedir desculpa, eu compreendo perfeitamente que, às vezes, com tanta leitura para colocar em dia, seja mais difícil comentar! O que realmente me importa e me deixa com um grande sorriso é saber que gostas da história e que a acompanhas 
Muito obrigada por todas as tuas palavras! É realmente muito bom saber que gostas e que aprecias a história! O capítulo da Rita e regresso da Plutão foi daqueles que mais gostei de escrever, por isso, fico muito satisfeita por teres gostado! E eu não quero que tu deites o teu computador fora!
Mas compreendo que te tenhas sentido revoltada
Foi um momento de grande tensão!O momento do sacrifício é sempre um pouco emocional... Fico contente que tenhas gostado! Embora seja sempre um pouco triste, eu sei... Mas tem de ser, é algo que justifica o momento que é!
Oh, obrigada! Ainda bem que gostas das descrições!
Fico sempre tão contente por vocês referirem isso... E ainda bem que a Héstia não te desiludiu 
Quanto à Ayame, estou a ver que te agucei a curiosidade! Bem, ela realmente é misteriosa, mas isto do Vio veio ajudar ainda mais
Mas eu revelarei tudo, está descansada, Xana-chan 
A Bunny lá soube através da amiga que a Rita tinha sido sacrificada... Sim, ela está mais madura, embora continue com aquele sentimento de esperança!

Muito obrigada pelos Kinder e pelos presente! Como podia não gostar?! São maravilhosos!
E o teu comentário não está nada confuso, Xana-chan, eu adorei 
Quanto ao próximo capítulo... Talvez hoje!

Capítulo XXIII
Renascimento
~O sonho de um novo começo~
Joana movia-se com dificuldade por entre a densa vegetação, sentindo as picadas que as folhas que infligiam nas pernas como se ansiassem engoli-la e retê-la naquele local para sempre. Por uma ou outra vez temeu ser atingida na face, o que acabaria por feri-la nos olhos, pelo que protegia a testa com a mão esquerda enquanto que, com a direita, afastava os densos fetos que cresciam na penumbra. À sua frente, Octávia movimentava-se com grande destreza, parecendo completamente indiferente às dificuldades por que a rapariga atrás de si passava. O seu olhar profundo fixava-se no labiríntico caminho perdido por entre as árvores seculares que constituíam uma das muitas florestas sagradas do Japão, como que procurando distinguir algo de diferente por entre a tão homogénea camada verde que parecia dotada de vida inteligente. Não foram poucas as vezes que Joana se perguntou se aquelas plantas não estariam a fazer de propósito para impedi-las de avançarem ou a enganá-las e fazê-las andar em círculos.Renascimento
~O sonho de um novo começo~
Depois do encontro nada promissor com o realizador de cinema, Joana e Octávia apressaram-se a agir, movidas pela urgente necessidade de encontrarem o Fragmento. Nenhuma delas podia saber que eram as únicas que ainda não tinham conseguido encontrar a última Irmã, desconhecendo que Maria e Rita já haviam padecido às mãos das respectivas Protectoras. Joana, que já tirara a carta de condução e que alugara um carro em segunda mão, conduzira durante praticamente toda a noite, apenas parando para descansar na manhã do dia seguinte, altura em que Rita se sacrificara a Héstia. As florestas, em redor do Japão, e muito apreciadas pelos seus habitantes, mantinham-se intocáveis das mãos humanas, crescendo livremente e preservadas, em muitos casos, na forma de parques naturais. No entanto, a floresta indicada no livro era não só extremamente importante para os japoneses como para os próprios turistas. Era a oeste da cidade que existia a floresta Aokigahara, situada na base do monte Fuji, um dos vulcões mais famosos do planeta e, ao que constava, lar da Protectora das Montanhas.
Joana, que se mantivera calada durante praticamente toda a viagem e incursão pelo coração de Aokigahara, sentiu um arrepio a percorrer-lhe o corpo e a instalar-se na base da sua cabeça, fazendo com que os seus belos cabelos loiros enrijecessem um pouco. Durante muitos anos ouvira histórias fantásticas que referiam aquele local, desde lendas que envolviam criaturas horrendas e mitológicas até espíritos errantes das muitas pessoas que já ali se haviam suicidado. Embora por vezes brincasse com Bunny por causa do seu medo de fantasmas, agora que se sentia tão perto desses contos, não conseguia deixar de se sentir apreensiva e até mesmo receosa. E, embora se mantivesse séria, abandonando temporariamente o sorriso que tantas vezes nascia dos seus lábios, sentia por dentro a dor que o sacrifício inesperado de Mariana lhe causara e a dúvida do estado das restantes amigas. Depois de afastar pela enésima vez um ramo descaído de uma árvore manhosa, Joana olhou para Octávia que, embora fosse ainda e praticamente uma criança, parecia muito mais adulta do que ela. A rapariga, cujo vestido negro passava despercebido pelas sombras que as copas das árvores insistiam em suster, emanava uma força enorme, quase tão assustadora e magnífica como o ambiente que Joana temia e, ao mesmo tempo, admirava.
Sem se aperceber que o fazia, Joana comparava-se com Octávia e verificava, a cada novo dado que ia juntando, que o seu espírito era muito mais fraco do que o da guerreira da destruição. Chamavam-lhe líder das navegantes do espaço interior, a guerreira da beleza, mas nada disso se podia comparar ao inegável poder que Octávia carregava no seu interior - a capacidade de destruir um planeta. Ela era extremamente poderosa, talvez a mais forte de todas as navegantes. Não deveria ser ela a líder? Já mostrara, por muitas vezes, a sua maturidade prematura, o misticismo e habilidade de pressentir ataques de inimigos; capacidades que ela nunca possuíra. Aquela menina, no fundo, era uma mulher mais sábia do que ela, uma rapariga desastrada, inconveniente e destinada ao fracasso, assistindo, a cada dia que passava, a mais uma recusa de um produtor de música, realizador de cinema ou encenador.
- Joana, olha.
Joana, resgatada dos seus pensamentos pela voz de Octávia, lutou por libertar o pé de umas ervas retorcidas e colocou-se a seu lado, esforçando-se para distinguir o que ela lhe apontava com o dedo indicador. A poucos metros de distância, uma parede rochosa elevava-se, assumindo contornos e vertentes inclinadas, que a rapariga interpretou serem a base de uma montanha. Já deviam estar muito próximas do monte Fuji, embora não fosse esse o destino final que lhes estava indicado. Concentrando um pouco mais a visão naquele ponto, Joana conseguiu, finalmente, ver uma abertura, como se se tratasse de um túnel natural esculpido na rocha.
- Sinto que temos de seguir por ali. Há qualquer coisa, uma energia poderosa que me diz que devemos deixar-nos guiar por ela... Não sentes isso também?
- Hã… Sim, presumo que sim. – replicou Joana que mal sabia onde colocar os pés a seguir para não cair no solo. Octávia aceitou aquela resposta com um acenar e dirigiu-se em direcção à abertura da caverna, pelo que Joana se apressou, embora cuidadosamente, a deixar-se guiar por ela.
Mal se viu rodeada por uma escuridão maior daquela que existia na floresta, Joana sentiu um ligeiro alívio por não ter de afastar mais nenhum tipo de vegetação incomodativa. A humidade ali era ainda maior e a temperatura mais baixa, pois eram raras as vezes que o Sol estendia os seus raios até àquelas paredes grosseiras. Quando os seus olhos se habituaram ao negrume que a rodeava, conseguiu discernir a figura de Octávia a avançar lentamente em direcção a um minúsculo ponto luminoso que era, provavelmente, a saída do túnel. Imitando-lhe os movimentos, Joana avançou cuidadosamente, preocupando-se em avaliar o local preciso onde pisava. Ao fim de cerca de quinze minutos, Octávia parou, sendo parcialmente iluminada pela luz que provinha do exterior.
- É melhor transformarmo-nos já, não vá dar-se o caso de precisarmos.
Joana concordou e, num ápice, uma mistura de cores alaranjadas e arroxeadas inundou o túnel escuro, como se houvessem sido lançados foguetes no seu interior. O caleidoscópio colorido terminou tão depressa quanto havia surgido e ambas as guerreiras abandonaram a caverna, enfrentando aquilo que as esperava.
A princípio, Joana piscou várias vezes os olhos, convencida que acabara de penetrar noutra dimensão qualquer que não aquela de onde tinha vindo. De facto, a paisagem não podia ser mais diferente daquela que tivera de enfrentar na longa caminhada que a levara, juntamente com Octávia, até ali. Era de tal forma bela que era impossível não demorar os olhos em cada pormenor; as árvores elegantemente contorcidas nos seus ramos finos e carregados de folhas avermelhadas, as rochas polidas, semelhantes a seixos gigantes e, por fim, um lago cuja água era tão cristalina e pouco profunda que era possível ver-se as pequenas pedras que formavam o fundo. As flores, praticamente inexistentes no seio da floresta Aokigahara, eram de todas as cores, adoptando as mais variadas formas e crescendo em cada recanto da base do monte Fuji, que se erguia imponente à frente das duas navegantes. Completamente deliciada, Joana olhou para o céu, onde as nuvens, carregadas e vagarosas, pareciam aglomerar-se para observarem melhor aquele pequeno recanto divino.
- Deve ser este o local. – disse Saturno, perscrutando toda a zona com atenção redobrada, depois do choque inicial ter, finalmente, passado.
Vénus, completamente deliciada com tal beleza, caminhou em direcção ao lago, cujas dimensões não eram tão grandes quanto o existente na Gruta das Mil Flores, onde Anfitrite tinha aparecido, mas era suficientemente grande para ser contemplado com admiração. No seu centro, uma estátua de mármore repousava, inerte e com o olhar baço, cujos contornos gastos tinham já sido varridos pelo vento, chuva e tempo. Vénus conseguiu distinguir nela uma marca em forma de pétala que, apesar de tudo, era a única coisa que se mantinha em perfeito estado de conservação, situada no centro do peito da mulher de pedra.
Ao centrar a sua atenção naquela marca peculiar, Vénus arregalou os olhos quando sentiu o coração a bater mesmo nos seus ouvidos, provocando-lhe uma leve mas persistente dor no peito. Simultaneamente, Saturno, que continuava concentrada à procura da Protectora, voltou-se rapidamente para o local onde a companheira se encontrava e viu-a completamente absorta, a sua mão direita a agarrar o peito com força, como se algo a ferisse no lugar mais recôndito que era o seu coração.
- Vénus…? – inquiriu, de ceptro na mão, aproximando-se da guerreira.
Vénus fechou os olhos e, sem saber a razão, sentiu as lágrimas a roçarem-lhe o contorno das faces. Ela própria, incrédula, não sabia por que o fazia; apenas sentia que tinha de o fazer, pois a dor que lhe tocava o coração era demasiado pura e cristalina para que ficasse retida no seu interior. Um sentimento nostálgico comprimia-lhe o espírito, como se estivesse na presença de algo superior e transcendente, cuja compreensão lhe era, naquele momento, interdita. E nada era maior do que isso; nem a altivez da montanha, nem a secularidade das árvores ou tampouco a imensidão do céu. Aquele sentimento apoderava-se de cada pedaço do seu ser, invadia-a e recostava-se em cada célula que a constituía, perdendo-se no seu cérebro e enchendo-a de tristeza e alegria. Aquela mistura de sensações era demasiado poderosa para o seu corpo que, embora se fosse adaptando à sua presença, ia fraquejando e tremendo de exaltação.
E, de repente, a voz da Terra, o seu cântico, a sua melodia. A canção que fluía pelos ouvidos de Vénus e lhe trazia o cheiro a terra molhada, os punhados de areia cobertos por sementes de todas as cores; a vida. Nunca antes houvera uma música tão sublime e pura como aquela, capaz de fazer crescer a planta mais preguiçosa, a raiz mais demorada, o tronco mais frágil. Voltou lentamente a cabeça, ignorando o olhar atento de Octávia que também ouvia o mesmo que ela, e viu, sentada numa das rochas, uma mulher. A mulher que procuravam.
A Protectora das Montanhas, como que completamente alheia aos olhares das navegantes, segurava um instrumento nas mãos, semelhante a uma guitarra, embora fosse mais comprido e possuísse apenas de três cordas que vibravam à passagem dos seus dedos. O shamisen, como era chamado, parecia um objecto divino naquelas mãos, com o seu corpo rectangular apoiado nas pernas da Irmã. A música, cativante e belíssima, hipnotizava o olhar de Vénus e até mesmo de Saturno, que a escutavam sem nada dizer, ao mesmo tempo que admiravam a beleza daquela mulher. Os seus cabelos castanhos, presos numa longa trança que lhe caía pelo ombro esquerdo, deslizavam com graciosidade, como um cacho de uvas pende do galho da videira, magnífico na sua simplicidade e delicadeza. Na cabeça, uma coroa de papoilas servia-lhe de adorno e, ao mesmo tempo, de símbolo da sua elegância natural. Um vestido de um laranja muito claro, com uma única alça que lhe atravessava o peito, deixava à mostra a marca em forma de pétala que Vénus vira na estátua há momentos atrás, acabando por se perder nas flores que cobriam o solo. Parecia eternamente jovem, a trança a chegar-lhe até à cintura, o rosto desprovido de qualquer espécie de ruga e preocupação.
Quando os dedos da Protectora pararam e as cordas do instrumento deixaram de oscilar, a mulher abriu as pálpebras que conservara cerradas, fitando as guerreiras com naturalidade. Saturno perdeu-se naqueles olhos impossíveis, cuja cor rosa era demasiado irreal. Vénus recordou-se imediatamente das flores de cerejeira que inundavam as ruas durante a Primavera e pensou que, de alguma forma, algumas haviam logrado fundirem-se com o seu olhar.
Após alguns momentos, a Irmã ergueu-se e, pousando com suavidade o shamisen no solo, sorriu às navegantes, abrindo de seguida as mãos e espalhando uma espécie de sementes coloridas que se perderam nos rebordos do lago, onde a terra nua o rodeava. Vénus seguiu aquele ritual sem nada dizer, esperando pelo momento mais acertado, como se temesse que a visão da Protectora se desvanecesse se quebrasse o silêncio por ela imposto. Quando terminou de espalhar aquelas contas multicolores pelo chão, a mulher manteve-se no seu lugar e, para espanto de ambas as guerreiras, várias flores surgiram nos locais onde esta as deitara, preenchendo os espaços vazios entre as já existentes e cobrindo os ainda não floridos.
- Eu, Protectora das Montanhas, trago a vida e a morte dentro de mim, um ciclo eterno que se tece e desfaz. Assisti à morte da vida humana, das grandes árvores e colheitas, terramotos implacáveis que consumaram a esperança dos que neste planeta habitavam. Juntamente com as minhas Irmãs, permiti que o mundo sarasse as suas feridas profundas, os campos florescessem e a vida se reconstituísse. Eu, Deméter, saúdo-vos, navegante de Vénus e de Saturno, e vos congratulo por aqui terem chegado.
Ao vê-la assim de pé, Vénus pôde contemplar a sua beleza inalcançável, os pés nus que tocavam a terra e se perdiam por entre as flores que a própria plantara. Saturno, por seu turno, mantinha o ceptro estático e fixo, atenta aos movimentos da Protectora das Montanhas.
- Vocês são as últimas guerreiras a encontrar-se com uma de nós, Lágrimas Sagradas. O vosso tempo, assim como o meu, não é muito. – continuou, voltando a cabeça para o céu. – O céu chora e as minhas derradeiras forças esgotam-se. Não terei poder suficiente para vos relembrar o que vive dentro de vós, senão um sopro daquilo que passou. Peço-vos perdão por isso.
Deméter fechou os olhos e sorveu o ar fresco que lhe chegava até ao delicado nariz, como se fosse talvez a última coisa que desejasse fazer. De seguida, voltou a concentrar a sua atenção em Vénus e Saturno, os seus olhos preenchidos de uma mágoa genuína e que não temia em esconder, cuja cor rosa era agora mais clara e intensa do que antes.
- O vosso mundo é conflituoso, como as águas de um rio que correm pela montanha firme. Vejam o vosso passado e reúnam forças para o presente, pois é dele que depende o futuro.
Atrás de Vénus, Saturno soltou um murmúrio de admiração mal a Irmã lhes lançou algumas sementes a seus pés, onde surgiram, novamente, belas flores que ambas reconheceram ser narcisos e papoilas. Depressa as guerreiras foram invadidas por um pesar soturno e adocicado, como o aroma atractivo que as pétalas daquelas plantas emitiam, obrigando-as a fechar os olhos e caírem inanimadas no chão, sem nada poderem fazer ou dizer.
A primeira coisa que Vénus sentiu, quando a sua consciência se tornou demasiado leve para poder suportar o peso das suas pálpebras, foi o zumbido de vozes trazidas naturalmente pela atmosfera rica em cheiros perfumados e requintados. Esforçando-se por atenuar uma dor que se lhe instalara na têmpora direita, provavelmente devido ao impacto do seu corpo no solo, abriu os olhos para fitar um tecto rico em desenhos de nuvens que pareciam ter sido arrancadas da abóbada celeste e encerradas naquele pedaço de madeira dourada. Intrigada, recordou-se subitamente do célere encontro com a Protectora das Montanhas e apressou-se a erguer-se, ainda que com alguma dificuldade, para que os seus olhos pudessem observar o local onde se encontrava. Foi assim, com espanto e admiração, que Vénus se deleitou perante o requinte e magnanimidade que as paredes altas exalavam, as colunas pitorescas, esculpidas a partir de mármore branco que se retorcia em heras de pedra, folhas tão fielmente reproduzidas na pedra pálida que pareciam ser fruto da natureza. E, quando a sensação de desmaio a foi progressivamente abandonado, a guerreira conseguiu, finalmente, apoiar-se no parapeito daquela espécie de varanda interior que se destacava de uma das paredes do salão, permitindo-lhe observar parte do solo espelhado, fonte das vozes que enchiam o local e o preenchiam ainda mais.
No centro do salão, um trono grandioso, feito do mesmo material que constituía o tecto, era a única cadeira que Vénus conseguia distinguir. O ângulo de visão que aquele local lhe proporcionava era limitado, deixando-a apenas vislumbrar uma mulher cujos longos cabelos negros eram iluminados pelos reflexos do sol, raios finos e luminosos que se destacavam do céu, atravessavam os vitrais luminosos e se perdiam naquele véu escuro, como se fossem atraídos e sugados para o seu interior. Nunca antes tinha visto uns cabelos tão macios, qual manto delicado de seda enegrecida que roçavam pelo solo brilhante e limpo. A mulher, sentada naquele imponente e elevado cadeirão, observava algo ou alguém à sua frente com um olhar azul e baço, provavelmente perdido nos pensamentos que a sua mente teimava em formular. Parecia levemente entediada, algo que os seus dedos finos e brancos denunciavam, no seu tamborilar incessante e delicado sob a madeira do trono. A pele, tão alva e lisa, conseguia ser ainda mais branca do que a fina tiara que sobressaía do topo da sua cabeça, o que, provavelmente, a tornava numa espécie de soberana daquele sítio.
Perante tal visão, Vénus não foi capaz de discernir as palavras que eram ditas àquela mulher que tanto cativava a sua atenção. Parecia dotada de uma magia eterna, uma atracção absoluta e inequívoca, de tal forma que a guerreira quase se obrigou a desviar o olhar daquela figura belíssima e pousá-lo na única pessoa que se encontrava a seu lado. Ao fazê-lo, Vénus ficou ainda mais chocada, pelo que fechou os olhos, convencida tratar-se de uma ilusão. No entanto, quando voltou a ver o príncipe Endymion de pé, do lado esquerdo do trono, Vénus compreendeu quase imediatamente que o tempo onde se encontrava era, sem dúvida, um que há muito havia passado; os tempos em que ela própria era uma princesa de um planeta, guerreira protectora da Princesa da Lua e do Milénio Prateado.
Perante tal descoberta, a rapariga debruçou-se mais na varanda, acabando por constatar que lhe era realmente impossível ver o que se encontrava mais ao fundo daquele salão. Devia existir ali alguém, pois embora a voz se tivesse já calado, tanto aquela linda mulher como o jovem príncipe continuavam a olhar na sua direcção. Finalmente, e após algum tempo, a mulher ergueu-se, deixando à vista o seu corpo esguio, coberto por um vestido azul, onde pequenas pedras preciosas lhe envolviam a cintura e realçavam a simetria do seu corpo.
- Vejo que não haveis compreendido muito bem aquilo que vos fui tentando transmitir através das várias mensagens que a vossa companheira levou.
A sua voz, embora aveludada, parecia dura e fria, tal como o olhar cortante que lançava a quem quer que estivesse diante de si. Os seus lábios contraídos deixavam à vista pequenas rugas que nasciam do contorno da sua boca delicada e que faziam exibir a meia-idade disfarçada por tal beleza estonteante. Contudo, e apesar da sua elegância, Vénus sentiu um arrepio a percorrer-lhe a espinha. Parecia-lhe que uma aura mais negra do que aqueles longos cabelos a envolvia e encerrava num estado soturno e maléfico.
- Rainha Gaia, receio que nos haveis interpretado mal. Viemos em paz, oferecendo tréguas ao Reino da Terra.
Vénus estacou ao ver-se a si própria, vestida com um simples e delicado vestido a avançar pela passadeira vermelha que constituía o caminho que a conduzia até ao trono. Os seus cabelos loiros pareciam ainda mais brilhantes do que o normal, como se mil estrelas houvessem decidido ali pousar para nunca mais partir. Ao encontrar-se a cerca de cinco metros de distância da rainha, a princesa Vénus fez uma vénia e estendeu uma bela caixa, cujo tampo prateado apresentava esculpida a Lua e a Terra. A rainha Gaia observou a princesa Vénus com visível escárnio no olhar, esboçando um sorriso que lhe desfigurava a beleza da face e, para espanto dos presentes, atirou o objecto das mãos da rapariga, fazendo com que este se quebrasse no solo.
- Julgais, por ventura, que me podeis comprar com ninharias?! Julgais que a Terra algum dia se subjugará ao vosso Reino mesquinho e prepotente?!
Vénus, ainda em choque, viu-se a si própria a recuar dignamente e a ser discretamente puxada por duas mãos femininas, perdendo-se do seu próprio ângulo de visão. O príncipe Endymion, de olhar baixo, mas com a revolta macerada naquele azul vivo que era o da sua visão, esforçava-se claramente por não tomar nenhuma atitude precipitada.
- Mãe...
- Cala-te, Endymion. – cortou a Rainha. – Mensageira, levai este recado à Rainha da Lua. – disse, voltando as costas à princesa e a quem se encontrava a seu lado. – A Terra entrará, a partir deste momento, em guerra com a Lua. A entrada de qualquer pessoa do exterior será considerada como uma afronta e será rapidamente eliminada. Aconselho-vos a prepararem-se para um qualquer ataque eminente. Ah, e, claro... – acrescentou, com um sorriso ameaçador – Isto serve para qualquer princesa ou guerreira.
- Estais a cometer um grave erro, Rainha Gaia! O Milénio de Prata não deseja lutar contra este planeta! Tudo o que estais a dizer são influências do Mal que...
- Silêncio! – ordenou a Rainha. – Princesa de Vénus, a partir deste momento sois considerada como uma intrusa no meu palácio. Aconselho-vos a sair rapidamente ou serei obrigada a aniquilar-vos.
Vénus, que assistia a tudo com um assombro sincero e genuíno, sentiu, de imediato, uma tontura que a fez perder o equilíbrio e apoiar-se na parede oposta. Acabara de assistir à declaração de guerra da Terra com a Lua, algo que devia há muito estar perdido nas suas memórias. E, sem poder sequer reflectir naquilo que acabara de ver, uma intensa luz negra pulsou no seu campo de visão e fê-la abater-se de novo contra o chão frio, desmaiando na sala de trono do Palácio do Reino da Terra.
- Vocês são as últimas guerreiras a encontrar-se com uma de nós, Lágrimas Sagradas. O vosso tempo, assim como o meu, não é muito. – continuou, voltando a cabeça para o céu. – O céu chora e as minhas derradeiras forças esgotam-se. Não terei poder suficiente para vos relembrar o que vive dentro de vós, senão um sopro daquilo que passou. Peço-vos perdão por isso.
Deméter fechou os olhos e sorveu o ar fresco que lhe chegava até ao delicado nariz, como se fosse talvez a última coisa que desejasse fazer. De seguida, voltou a concentrar a sua atenção em Vénus e Saturno, os seus olhos preenchidos de uma mágoa genuína e que não temia em esconder, cuja cor rosa era agora mais clara e intensa do que antes.
- O vosso mundo é conflituoso, como as águas de um rio que correm pela montanha firme. Vejam o vosso passado e reúnam forças para o presente, pois é dele que depende o futuro.
Atrás de Vénus, Saturno soltou um murmúrio de admiração mal a Irmã lhes lançou algumas sementes a seus pés, onde surgiram, novamente, belas flores que ambas reconheceram ser narcisos e papoilas. Depressa as guerreiras foram invadidas por um pesar soturno e adocicado, como o aroma atractivo que as pétalas daquelas plantas emitiam, obrigando-as a fechar os olhos e caírem inanimadas no chão, sem nada poderem fazer ou dizer.
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A primeira coisa que Vénus sentiu, quando a sua consciência se tornou demasiado leve para poder suportar o peso das suas pálpebras, foi o zumbido de vozes trazidas naturalmente pela atmosfera rica em cheiros perfumados e requintados. Esforçando-se por atenuar uma dor que se lhe instalara na têmpora direita, provavelmente devido ao impacto do seu corpo no solo, abriu os olhos para fitar um tecto rico em desenhos de nuvens que pareciam ter sido arrancadas da abóbada celeste e encerradas naquele pedaço de madeira dourada. Intrigada, recordou-se subitamente do célere encontro com a Protectora das Montanhas e apressou-se a erguer-se, ainda que com alguma dificuldade, para que os seus olhos pudessem observar o local onde se encontrava. Foi assim, com espanto e admiração, que Vénus se deleitou perante o requinte e magnanimidade que as paredes altas exalavam, as colunas pitorescas, esculpidas a partir de mármore branco que se retorcia em heras de pedra, folhas tão fielmente reproduzidas na pedra pálida que pareciam ser fruto da natureza. E, quando a sensação de desmaio a foi progressivamente abandonado, a guerreira conseguiu, finalmente, apoiar-se no parapeito daquela espécie de varanda interior que se destacava de uma das paredes do salão, permitindo-lhe observar parte do solo espelhado, fonte das vozes que enchiam o local e o preenchiam ainda mais.
No centro do salão, um trono grandioso, feito do mesmo material que constituía o tecto, era a única cadeira que Vénus conseguia distinguir. O ângulo de visão que aquele local lhe proporcionava era limitado, deixando-a apenas vislumbrar uma mulher cujos longos cabelos negros eram iluminados pelos reflexos do sol, raios finos e luminosos que se destacavam do céu, atravessavam os vitrais luminosos e se perdiam naquele véu escuro, como se fossem atraídos e sugados para o seu interior. Nunca antes tinha visto uns cabelos tão macios, qual manto delicado de seda enegrecida que roçavam pelo solo brilhante e limpo. A mulher, sentada naquele imponente e elevado cadeirão, observava algo ou alguém à sua frente com um olhar azul e baço, provavelmente perdido nos pensamentos que a sua mente teimava em formular. Parecia levemente entediada, algo que os seus dedos finos e brancos denunciavam, no seu tamborilar incessante e delicado sob a madeira do trono. A pele, tão alva e lisa, conseguia ser ainda mais branca do que a fina tiara que sobressaía do topo da sua cabeça, o que, provavelmente, a tornava numa espécie de soberana daquele sítio.
Perante tal visão, Vénus não foi capaz de discernir as palavras que eram ditas àquela mulher que tanto cativava a sua atenção. Parecia dotada de uma magia eterna, uma atracção absoluta e inequívoca, de tal forma que a guerreira quase se obrigou a desviar o olhar daquela figura belíssima e pousá-lo na única pessoa que se encontrava a seu lado. Ao fazê-lo, Vénus ficou ainda mais chocada, pelo que fechou os olhos, convencida tratar-se de uma ilusão. No entanto, quando voltou a ver o príncipe Endymion de pé, do lado esquerdo do trono, Vénus compreendeu quase imediatamente que o tempo onde se encontrava era, sem dúvida, um que há muito havia passado; os tempos em que ela própria era uma princesa de um planeta, guerreira protectora da Princesa da Lua e do Milénio Prateado.
Perante tal descoberta, a rapariga debruçou-se mais na varanda, acabando por constatar que lhe era realmente impossível ver o que se encontrava mais ao fundo daquele salão. Devia existir ali alguém, pois embora a voz se tivesse já calado, tanto aquela linda mulher como o jovem príncipe continuavam a olhar na sua direcção. Finalmente, e após algum tempo, a mulher ergueu-se, deixando à vista o seu corpo esguio, coberto por um vestido azul, onde pequenas pedras preciosas lhe envolviam a cintura e realçavam a simetria do seu corpo.
- Vejo que não haveis compreendido muito bem aquilo que vos fui tentando transmitir através das várias mensagens que a vossa companheira levou.
A sua voz, embora aveludada, parecia dura e fria, tal como o olhar cortante que lançava a quem quer que estivesse diante de si. Os seus lábios contraídos deixavam à vista pequenas rugas que nasciam do contorno da sua boca delicada e que faziam exibir a meia-idade disfarçada por tal beleza estonteante. Contudo, e apesar da sua elegância, Vénus sentiu um arrepio a percorrer-lhe a espinha. Parecia-lhe que uma aura mais negra do que aqueles longos cabelos a envolvia e encerrava num estado soturno e maléfico.
- Rainha Gaia, receio que nos haveis interpretado mal. Viemos em paz, oferecendo tréguas ao Reino da Terra.
Vénus estacou ao ver-se a si própria, vestida com um simples e delicado vestido a avançar pela passadeira vermelha que constituía o caminho que a conduzia até ao trono. Os seus cabelos loiros pareciam ainda mais brilhantes do que o normal, como se mil estrelas houvessem decidido ali pousar para nunca mais partir. Ao encontrar-se a cerca de cinco metros de distância da rainha, a princesa Vénus fez uma vénia e estendeu uma bela caixa, cujo tampo prateado apresentava esculpida a Lua e a Terra. A rainha Gaia observou a princesa Vénus com visível escárnio no olhar, esboçando um sorriso que lhe desfigurava a beleza da face e, para espanto dos presentes, atirou o objecto das mãos da rapariga, fazendo com que este se quebrasse no solo.
- Julgais, por ventura, que me podeis comprar com ninharias?! Julgais que a Terra algum dia se subjugará ao vosso Reino mesquinho e prepotente?!
Vénus, ainda em choque, viu-se a si própria a recuar dignamente e a ser discretamente puxada por duas mãos femininas, perdendo-se do seu próprio ângulo de visão. O príncipe Endymion, de olhar baixo, mas com a revolta macerada naquele azul vivo que era o da sua visão, esforçava-se claramente por não tomar nenhuma atitude precipitada.
- Mãe...
- Cala-te, Endymion. – cortou a Rainha. – Mensageira, levai este recado à Rainha da Lua. – disse, voltando as costas à princesa e a quem se encontrava a seu lado. – A Terra entrará, a partir deste momento, em guerra com a Lua. A entrada de qualquer pessoa do exterior será considerada como uma afronta e será rapidamente eliminada. Aconselho-vos a prepararem-se para um qualquer ataque eminente. Ah, e, claro... – acrescentou, com um sorriso ameaçador – Isto serve para qualquer princesa ou guerreira.
- Estais a cometer um grave erro, Rainha Gaia! O Milénio de Prata não deseja lutar contra este planeta! Tudo o que estais a dizer são influências do Mal que...
- Silêncio! – ordenou a Rainha. – Princesa de Vénus, a partir deste momento sois considerada como uma intrusa no meu palácio. Aconselho-vos a sair rapidamente ou serei obrigada a aniquilar-vos.
Vénus, que assistia a tudo com um assombro sincero e genuíno, sentiu, de imediato, uma tontura que a fez perder o equilíbrio e apoiar-se na parede oposta. Acabara de assistir à declaração de guerra da Terra com a Lua, algo que devia há muito estar perdido nas suas memórias. E, sem poder sequer reflectir naquilo que acabara de ver, uma intensa luz negra pulsou no seu campo de visão e fê-la abater-se de novo contra o chão frio, desmaiando na sala de trono do Palácio do Reino da Terra.
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