A Flor de Pandora
*Kaoru escreveu:
Princess Serenity, desde já agradeço-te muito o comentário!Fiquei contente por teres gostado do início, pois para mim caracteriza muito o sentimento vivido pela Rita em relação aos seus anseios perante uma hipotética traição do Vio. Foi mesmo uma desilusão que “lhe tirou o mundo debaixo dos pés”, como dizes, e foi precisamente isso que tentei demonstrar através de palavras. Confesso que não foi sempre muito fácil, porque são sentimentos (especialmente estes) muito delicados, e tive alguma dificuldade em iniciar, desta vez, devido à fragilidade destes, mas, no final, confesso que fiquei agradada
ai mulher naun tens nda q agradecer
é sempre um prazer ver q tens um nvo capitulo da tua história tão linda e dpois lá tento comentar como a tua escrita merece mas nems empre fica como eu qeria 
entaun se ficasses desagradada é q era grave
com a beleza com q este capitulo, tal como tdos os outros, ficou!! nem sei q dzer a tua escrita é msmo maravilhosa e tenhoq dizer.t q o facto de relacionares a mitologia e as tuas pesqisas na história só a torna mais sólida e real para além de como já disse antes demonstrar bastante bem a tua dedicação, tenho realmente q te dizer q eu já li mtos livros mas a tua escrita supera bastante a maioria deles, as tuas descrições são tão promenorizadas, consegues passar os sentimentos e envolver.nos na história de tal maneira q nem tem explicação e dpois vem of acto de sberes manter bem o mistério revelando sempre um facto importante mas q se naun tivermos atenção nem damos conta q era importante
ohhh
.o: qem me dera poder escrever tão bem como tu
.o:Princess Serenity escreveu:ai mulher naun tens nda q agradeceré sempre um prazer ver q tens um nvo capitulo da tua história tão linda e dpois lá tento comentar como a tua escrita merece mas nems empre fica como eu qeria
entaun se ficasses desagradada é q era gravecom a beleza com q este capitulo, tal como tdos os outros, ficou!! nem sei q dzer a tua escrita é msmo maravilhosa e tenhoq dizer.t q o facto de relacionares a mitologia e as tuas pesqisas na história só a torna mais sólida e real para além de como já disse antes demonstrar bastante bem a tua dedicação, tenho realmente q te dizer q eu já li mtos livros mas a tua escrita supera bastante a maioria deles, as tuas descrições são tão promenorizadas, consegues passar os sentimentos e envolver.nos na história de tal maneira q nem tem explicação e dpois vem of acto de sberes manter bem o mistério revelando sempre um facto importante mas q se naun tivermos atenção nem damos conta q era importante
ohhh
.o: qem me dera poder escrever tão bem como tu
.o:
Com tantos elogios, fico mesmo sem saber o que dizer...
Confesso que nunca esperei que esta história vos agradasse ao ponto de dizerem estas coisas, e fico muito lisonjeada e feliz por tal!
É verdade que me dedico a ela, talvez porque já está na minha cabeça há tantos anos...! E acredita que é mesmo muito bom saber que gostas!Quanto ao de eu escrever bem... Infelizmente ainda não tive oportunidade de ler nada teu (mas prometo que o vou fazer, já sei que partilhas aqui um espaço com a moon princess! Às vezes é tão complicado seguir tudo o que se queria... Mas prometo que hei-de fazê-lo
) mas estou certa de que deves escrever bem! E eu não escrevo assim tão bem, limito-me a reproduzir aquilo que imagino
Muito obrigada pelos elogios! 
sweetmoon, não te preocupes, eu já fico feliz por teres lido! Fico à espera, não te preocupes

Qual mt grande qual quê? Tá mas é perfeito, fogo! Sério, tou sem palavras! É simplesmente demasiado belo para descrever. A história... É, como dizer...? Inebriante. Sim, acho que é msm isso. Fica-se tão envolvido que nem se dá pelo tempo passar.Mas eu vou tentar dar o meu melhor, como sempre, pk tu mereces!
Eu simplesmente adoro as tuas descrições! A forma como as fazes, que nos permite sentir tudo. Aquele silêncio a descrição de algo que parece tão simples de descrever, ou tão dificil, depende do ponto de vista. Tu consegues torná-la palpavel, aliás, tu consegues tornar todos os sentimentos palpaveis. Dá para sentir toda a tensão ali, o nervoso, a curiosidade, as perguntas por fazer... Às vezes pergunto-me se n passarei demasiado tempo a falar da descrição e menos a falar do que realmente interessa. XD
Fiquei chocada com a revelação da Plu. E eu a pensar que o Vio era bonzinho! ò.ó Pobre Rei, a dor que ela deve ter sentido, a dor da traição. Como descreveste tão bem! Kd eu acreditava que n conseguia gostar mais de um capitulo como o XX e o XVIII (se n me engano, é akele das memórias da Ruka, tu sabes), tu apareces-me com este! É simplesmente perfeita. E a forma como descreves a Rei, tendo tu própria dito que ela n é uma das personagens k mais gostas. Imagina como seria se gostasses realmente dela!
Er... mas continuando. Parece-me que entre a Rei e o Vio ficaram mts coisas por resolver e por desvendar. Aquela ultima frase dele deixou-me a pensar.
Achei akele pássaro do fim curioso, n sei, havia kualker coisa de estranho ali. Seria o Vio? Será k ele assistiu a tudo? Isto ainda há mt coisa por desvendar.
Achei toda a ideia do espelho e do templo mt criativa, encaixas a tradição real com a ficção mt bem. Como se parecesse natural tudo o que acontece de sobrenatural por ali.
É melhor que nos expliques td sobre o regresso da Plu! Deixaste-me morta de curiosidade em relação a essa parte.
E o que eu sofri kd elas souberam que tinha de haver um sacrificio. De todas eram as unicas k n o sabiam, saber que tinham de perder alguém. Eu ia desatando a chorar kd a Plu disse k havia tempo para ela contar td à Rei mais tarde. Sabia k n ia haver tempo pk só uma saíria dali viva.

Achei mt criativa a ideia da Héstia. Ela n me pareceu tão má, gostei dela. Mas é sempre triste kd alguém morre. Gosto da descrição k fazes de como é morrer... Tendo em conta que nunca morreste deve ser um bocado dificil de fazer, digo eu.
Tive pena da Plu. Nunca a vi assim tão desesperada. Mas ela manteve-se firme até ao final, ela é forte. Essa é uma das razões k me faz gostar tanto dela. E ela realmente tem o direito de viver dps de tanto tempo em coma e a guardar os portões do tempo, sozinha. Era mau demais se tivesse de morrer. E a pobre da Hotaru ia perder mais uma pessoa k lhe é realmente chegada!
Isto é... se a Hotaru n morrer! *começa a pensar o pior*. Acho k agora era bom uma descrição do k se passa com a Usagi e as outras... sim, talvez, para desanuviar.
' *tenta n entrar em pânico com a prespectiva de mais mortes*
Mas é assim k eu gosto das coisas... com muito drama! XD
Bem, n me alongo mais, a não ser que queira passar aki a noite. E msm assim sinto k n consegui dizer td o que queria.
Já percebeste, com certeza, que adorei. Fico (im)pacientemente à espera de um novo capítulo, espero k esteja para breve. É MELHOR que seja em breve! Senão n há ovos da kinder para ninguém!
*abraça os ovinhos, faz cara zangada e retira-se*
...
...
...
...
Ok esquece. Toma lá os ovos k bem os mereceste!
Ah, uma coisa, vais postar algum desenho da Héstia?
Eu simplesmente adoro as tuas descrições! A forma como as fazes, que nos permite sentir tudo. Aquele silêncio a descrição de algo que parece tão simples de descrever, ou tão dificil, depende do ponto de vista. Tu consegues torná-la palpavel, aliás, tu consegues tornar todos os sentimentos palpaveis. Dá para sentir toda a tensão ali, o nervoso, a curiosidade, as perguntas por fazer... Às vezes pergunto-me se n passarei demasiado tempo a falar da descrição e menos a falar do que realmente interessa. XD
Fiquei chocada com a revelação da Plu. E eu a pensar que o Vio era bonzinho! ò.ó Pobre Rei, a dor que ela deve ter sentido, a dor da traição. Como descreveste tão bem! Kd eu acreditava que n conseguia gostar mais de um capitulo como o XX e o XVIII (se n me engano, é akele das memórias da Ruka, tu sabes), tu apareces-me com este! É simplesmente perfeita. E a forma como descreves a Rei, tendo tu própria dito que ela n é uma das personagens k mais gostas. Imagina como seria se gostasses realmente dela!
Er... mas continuando. Parece-me que entre a Rei e o Vio ficaram mts coisas por resolver e por desvendar. Aquela ultima frase dele deixou-me a pensar.
Achei akele pássaro do fim curioso, n sei, havia kualker coisa de estranho ali. Seria o Vio? Será k ele assistiu a tudo? Isto ainda há mt coisa por desvendar.
Achei toda a ideia do espelho e do templo mt criativa, encaixas a tradição real com a ficção mt bem. Como se parecesse natural tudo o que acontece de sobrenatural por ali.
É melhor que nos expliques td sobre o regresso da Plu! Deixaste-me morta de curiosidade em relação a essa parte.
E o que eu sofri kd elas souberam que tinha de haver um sacrificio. De todas eram as unicas k n o sabiam, saber que tinham de perder alguém. Eu ia desatando a chorar kd a Plu disse k havia tempo para ela contar td à Rei mais tarde. Sabia k n ia haver tempo pk só uma saíria dali viva.


Achei mt criativa a ideia da Héstia. Ela n me pareceu tão má, gostei dela. Mas é sempre triste kd alguém morre. Gosto da descrição k fazes de como é morrer... Tendo em conta que nunca morreste deve ser um bocado dificil de fazer, digo eu.
Tive pena da Plu. Nunca a vi assim tão desesperada. Mas ela manteve-se firme até ao final, ela é forte. Essa é uma das razões k me faz gostar tanto dela. E ela realmente tem o direito de viver dps de tanto tempo em coma e a guardar os portões do tempo, sozinha. Era mau demais se tivesse de morrer. E a pobre da Hotaru ia perder mais uma pessoa k lhe é realmente chegada!
Isto é... se a Hotaru n morrer! *começa a pensar o pior*. Acho k agora era bom uma descrição do k se passa com a Usagi e as outras... sim, talvez, para desanuviar.
' *tenta n entrar em pânico com a prespectiva de mais mortes*Mas é assim k eu gosto das coisas... com muito drama! XD
Bem, n me alongo mais, a não ser que queira passar aki a noite. E msm assim sinto k n consegui dizer td o que queria.
Já percebeste, com certeza, que adorei. Fico (im)pacientemente à espera de um novo capítulo, espero k esteja para breve. É MELHOR que seja em breve! Senão n há ovos da kinder para ninguém!
*abraça os ovinhos, faz cara zangada e retira-se*
...
...
...
...
Ok esquece. Toma lá os ovos k bem os mereceste!
Ah, uma coisa, vais postar algum desenho da Héstia?
Um grande, grande obrigada pela sign e pelo avie Xaninha kida! ^^

Jovens escritores, nao resistem a chocolate? Especialmente Kinder? Então cuidado, o gang anda rondando
Cara filhota...
desculpa desculpa desculpa desculpa desculpa!
toma um ovinho Kinder por cada dia que fiquei sem comentar!
sabes este capitulo realmente mexeu comigo de uma maneira que não consigo quase verbalizar...
A aura que emanava do templo entranhou-se dentro de mim, senti-me transportado até lá, adorei a determinação da Rita e fiquei MUITO intrigado quando só ela se conseguia chegar perto do espelho, e de porquê se via ela como princesa de Marte.
aquela relação dela com o vio esta a por me aos pulos de curiosidade, embora tenha um mau pressentimento quanto a ele sempre é melhor que o ranhoso do fernando com o cabelinho á cão de água!
a parte do sacrificio fez o meu coração palpitar depressa, dentro de mim eu sabia quem iria sacrificar-se... custou-mne vê-la desaparecer... como se fosse em frente aos meus olhos.
já a descrição da irmã... espectacular como sempre... ja comecei a esboçá-la, talvez tenhas uma surpresa em breve...
ah e já me esquecia...
deixo aqui metade de um ovo Kinder como amostra... se escreveres mais talvez te dê a outra metade e mais uns bonuszinhos.... quem sabe?
desculpa desculpa desculpa desculpa desculpa!
toma um ovinho Kinder por cada dia que fiquei sem comentar!
sabes este capitulo realmente mexeu comigo de uma maneira que não consigo quase verbalizar...
A aura que emanava do templo entranhou-se dentro de mim, senti-me transportado até lá, adorei a determinação da Rita e fiquei MUITO intrigado quando só ela se conseguia chegar perto do espelho, e de porquê se via ela como princesa de Marte.
aquela relação dela com o vio esta a por me aos pulos de curiosidade, embora tenha um mau pressentimento quanto a ele sempre é melhor que o ranhoso do fernando com o cabelinho á cão de água!
a parte do sacrificio fez o meu coração palpitar depressa, dentro de mim eu sabia quem iria sacrificar-se... custou-mne vê-la desaparecer... como se fosse em frente aos meus olhos.
já a descrição da irmã... espectacular como sempre... ja comecei a esboçá-la, talvez tenhas uma surpresa em breve...
ah e já me esquecia...
deixo aqui metade de um ovo Kinder como amostra... se escreveres mais talvez te dê a outra metade e mais uns bonuszinhos.... quem sabe?
Em primeiro lugar, e antes de passar aos comentários da _S.E.A_ e rmmr (e indo de encontro a uma das coisas que a _S.E.A_ perguntou), vou deixar-vos aqui a minha amostra de esboço da Héstia, onde praticamente só se vê cabelo, mas pronto
(dêem-me um desconto, fi-lo há 4 anos
)
HéstiaAgora passando aos comentários 
Sempre que recebo estes comentários, fico tão contente... :] Vou tentar responder o melhor que posso!
_S.E.A_, em primeiro lugar, muito obrigada pelo comentário! É um alívio saber que não achaste o capítulo grande demais
Quanto ao facto de falares nas descrições, acredita que nunca é demais alongares-te nelas, porque é uma coisa que, como já tenho vindo a dizer, gosto bastante de fazer
Como também já expliquei, tinha quase de "personificar" o silêncio, torná-lo pálpavel, como disseste, porque foi um momento de grande profundidade para a Rita.
Agora fiquei mesmo surpreendida...! Gostaste mesmo assim tanto deste capítulo?
Que bom, fico mesmo contente! Sim, a Rita nunca foi das minhas preferidas, mas gosto de a explorar desta forma
E posso revelar que, sim, ficaram algumas coisas por revelar entre aqueles dois. Talvez lá mais para diante se venha a saber
E como já disse, explicarei num post mais detalhadamente tudo sobre o espelho 
A Plutão é forte, sim, sempre teve de aguentar muita coisa, principalmente a solidão que é cumprir a sua missão, e ela fá-lo com grande coragem e determinação. Foi isso que tentei explicar pelas palavras da Rita quando ela se sacrificou. Quanto à Héstia, que bom que gostaste dela! Às vezes, gostava de ter mais tempo para explorar as Irmãs, talvez consiga essa oportunidade mais tarde. Aquilo que faço na altura dos sacrifícios é um pouco mais superficial
Em relação ao próximo capítulo, quem sabe se não irá abordar? Não vou dizer para ficar no ar, pode ser que sim, pode ser que não
Ah, os ovinhos! Já te querias ir embora sem eles? ;_; Não pode ser! Andas a aprender truques do Gang
*come um toda contente* Muito obrigada!
E, sim, o desenho está lá cima *aponta para o cimo do post e sorri*
rmmr, não precisas de pedir desculpa! Eu fico sempre toda contente quando leio os teus comentários e só tenho a agradecer muito por eles
A sério que mexeu contigo a esse ponto...? Fico mesmo feliz, a sério! Também não consigo propriamente verbalizar a satisfação que isso causa em mim
Tentei transmitir da melhor forma que consegui a aura do templo, e fico mesmo muito contente que a tenhas sentido dessa forma! Quanto ao facto da Plutão não conseguir passar, tem uma explicação, e prometo que a darei 
Lol, agora ri-me mesmo x) Só tu! "o ranhoso do fernando com o cabelinho á cão de água"... *ri-se muito* Pronto, eu confesso que nunca achei lá muita piada ao Fernando, não sei se foi da dobragem portuguesa, nunca vi a original, mas pronto
Digamos que nunca o vi bem com a Rita :
': De uma forma ou outra, vou explicar melhor o que aconteceu entre ela e o Vio no passado, isso fica prometido!
Ainda bem que gostaste da descrição da Héstia, sabes que a tua opinião nesse campo é importante para mim! Uma surpresa? *olhos a brilhar* Não faças isso ao meu pobre coração, que eu fico toda ansiosa à espera
Caramba, por um lado, estou orgulhosa de vocês, fazem mesmo parte do Gang do suborno dos ovos Kinder
E aprenderam bem! Mas bem demais ;_; Isso não se faz! ;_; *come metade do ovo Kinder* É caso para dizer "A incontinência é uma virtude". Não espera, como era? 
(dêem-me um desconto, fi-lo há 4 anos
)Héstia
Spoiler
[Esta imagem já não existe]

Sempre que recebo estes comentários, fico tão contente... :] Vou tentar responder o melhor que posso!
_S.E.A_, em primeiro lugar, muito obrigada pelo comentário! É um alívio saber que não achaste o capítulo grande demais

Quanto ao facto de falares nas descrições, acredita que nunca é demais alongares-te nelas, porque é uma coisa que, como já tenho vindo a dizer, gosto bastante de fazer
Como também já expliquei, tinha quase de "personificar" o silêncio, torná-lo pálpavel, como disseste, porque foi um momento de grande profundidade para a Rita.Agora fiquei mesmo surpreendida...! Gostaste mesmo assim tanto deste capítulo?
Que bom, fico mesmo contente! Sim, a Rita nunca foi das minhas preferidas, mas gosto de a explorar desta forma
E posso revelar que, sim, ficaram algumas coisas por revelar entre aqueles dois. Talvez lá mais para diante se venha a saber
E como já disse, explicarei num post mais detalhadamente tudo sobre o espelho 
A Plutão é forte, sim, sempre teve de aguentar muita coisa, principalmente a solidão que é cumprir a sua missão, e ela fá-lo com grande coragem e determinação. Foi isso que tentei explicar pelas palavras da Rita quando ela se sacrificou. Quanto à Héstia, que bom que gostaste dela! Às vezes, gostava de ter mais tempo para explorar as Irmãs, talvez consiga essa oportunidade mais tarde. Aquilo que faço na altura dos sacrifícios é um pouco mais superficial

Em relação ao próximo capítulo, quem sabe se não irá abordar? Não vou dizer para ficar no ar, pode ser que sim, pode ser que não

Ah, os ovinhos! Já te querias ir embora sem eles? ;_; Não pode ser! Andas a aprender truques do Gang
*come um toda contente* Muito obrigada!
E, sim, o desenho está lá cima *aponta para o cimo do post e sorri*rmmr, não precisas de pedir desculpa! Eu fico sempre toda contente quando leio os teus comentários e só tenho a agradecer muito por eles

A sério que mexeu contigo a esse ponto...? Fico mesmo feliz, a sério! Também não consigo propriamente verbalizar a satisfação que isso causa em mim
Tentei transmitir da melhor forma que consegui a aura do templo, e fico mesmo muito contente que a tenhas sentido dessa forma! Quanto ao facto da Plutão não conseguir passar, tem uma explicação, e prometo que a darei 
Lol, agora ri-me mesmo x) Só tu! "o ranhoso do fernando com o cabelinho á cão de água"... *ri-se muito* Pronto, eu confesso que nunca achei lá muita piada ao Fernando, não sei se foi da dobragem portuguesa, nunca vi a original, mas pronto
Digamos que nunca o vi bem com a Rita :
': De uma forma ou outra, vou explicar melhor o que aconteceu entre ela e o Vio no passado, isso fica prometido!Ainda bem que gostaste da descrição da Héstia, sabes que a tua opinião nesse campo é importante para mim! Uma surpresa? *olhos a brilhar* Não faças isso ao meu pobre coração, que eu fico toda ansiosa à espera

Caramba, por um lado, estou orgulhosa de vocês, fazem mesmo parte do Gang do suborno dos ovos Kinder
E aprenderam bem! Mas bem demais ;_; Isso não se faz! ;_; *come metade do ovo Kinder* É caso para dizer "A incontinência é uma virtude". Não espera, como era? 
aaaaaaa k desenho tão fofo... gosto bué desses desenhos, podem ser mt simples mas são bonitos. Gosto da forma como usas as cores e as misturas. 
Ainda bem k ficaste aliviada, n gosto de ver pessoas... falta-me a palavra XD... hum... desaliviadas!
Eheh, eu aprendo uns truques n é?


Ainda bem k ficaste aliviada, n gosto de ver pessoas... falta-me a palavra XD... hum... desaliviadas!
Eheh, eu aprendo uns truques n é?



Um grande, grande obrigada pela sign e pelo avie Xaninha kida! ^^

Jovens escritores, nao resistem a chocolate? Especialmente Kinder? Então cuidado, o gang anda rondando
_S.E.A_ escreveu:aaaaaaa k desenho tão fofo... gosto bué desses desenhos, podem ser mt simples mas são bonitos. Gosto da forma como usas as cores e as misturas.
Ainda bem k ficaste aliviada, n gosto de ver pessoas... falta-me a palavra XD... hum... desaliviadas!
Eheh, eu aprendo uns truques n é?
Obrigada, _S.E.A_, ainda bem que gostaste do desenho!
São coisas muito simples mas, na altura, era o melhor que conseguia fazer 
Pois é, andas mesmo a aprender! E de tão convincentes que estes subornadores andam a ficar que já estou a escrever o capítulo XXII :
':
a héstia ta tal e qal como a imaginei
.o: eu realmente digo é uma escritora admirável e dpois tbém é uma grande artista
adoro o cabelo ta msmo "fogo"
naun faz mal se qase só dá para ver o cabelo pois eu penso q é um dos principais componentes da personalidade, o cabelo passa uma mensagem importante para o exterior qase q "a marca" da própria pessoa, msmo assim é uma pena naun teres desenhado mais pois esta foi sinceramente a irmã q mais gostei, naun sei se foi pela beleza q transmitiste dela mas gostei dela mais do q das outras
mas prontos naun se liga.. 
tava lindissimo, tou ansiando d ver o próximo capitulo e o desenho da outra irmã (falta uma naun falta?
)
.o: eu realmente digo é uma escritora admirável e dpois tbém é uma grande artista adoro o cabelo ta msmo "fogo"
naun faz mal se qase só dá para ver o cabelo pois eu penso q é um dos principais componentes da personalidade, o cabelo passa uma mensagem importante para o exterior qase q "a marca" da própria pessoa, msmo assim é uma pena naun teres desenhado mais pois esta foi sinceramente a irmã q mais gostei, naun sei se foi pela beleza q transmitiste dela mas gostei dela mais do q das outras
mas prontos naun se liga.. 
tava lindissimo, tou ansiando d ver o próximo capitulo e o desenho da outra irmã (falta uma naun falta?
)Princess Serenity escreveu:a héstia ta tal e qal como a imaginei.o: eu realmente digo é uma escritora admirável e dpois tbém é uma grande artista
adoro o cabelo ta msmo "fogo"naun faz mal se qase só dá para ver o cabelo pois eu penso q é um dos principais componentes da personalidade, o cabelo passa uma mensagem importante para o exterior qase q "a marca" da própria pessoa, msmo assim é uma pena naun teres desenhado mais pois esta foi sinceramente a irmã q mais gostei, naun sei se foi pela beleza q transmitiste dela mas gostei dela mais do q das outras
mas prontos naun se liga..
tava lindissimo, tou ansiando d ver o próximo capitulo e o desenho da outra irmã (falta uma naun falta?)
Oh, não sou nada grande artista
Há aqui grandes artistas pelo fórum, e já tive oportunidade de constatar isso *caugh caugh rmmr caugh caugh*
Estes rascunhos foram só uma brincadeira
Mas obrigada! 
Sim, tens razão, o cabelo transmite, de certa forma, características de cada uma, talvez porque gosto bastante de cabelos
Ainda bem que gostate da Héstia
E sim, falta outra Irmã 
*Kaoru escreveu:Princess Serenity escreveu:a héstia ta tal e qal como a imaginei.o: eu realmente digo é uma escritora admirável e dpois tbém é uma grande artista
adoro o cabelo ta msmo "fogo"naun faz mal se qase só dá para ver o cabelo pois eu penso q é um dos principais componentes da personalidade, o cabelo passa uma mensagem importante para o exterior qase q "a marca" da própria pessoa, msmo assim é uma pena naun teres desenhado mais pois esta foi sinceramente a irmã q mais gostei, naun sei se foi pela beleza q transmitiste dela mas gostei dela mais do q das outras
mas prontos naun se liga..
tava lindissimo, tou ansiando d ver o próximo capitulo e o desenho da outra irmã (falta uma naun falta?)
Oh, não sou nada grande artistaHá aqui grandes artistas pelo fórum, e já tive oportunidade de constatar isso *caugh caugh rmmr caugh caugh*
Estes rascunhos foram só uma brincadeira
Mas obrigada!
Sim, tens razão, o cabelo transmite, de certa forma, características de cada uma, talvez porque gosto bastante de cabelosAinda bem que gostate da Héstia
E sim, falta outra Irmã
és sim uma grande artista e já vi q naun és a unica este forum ta cheio de grandes artistas
brincadeira ou naun taun perfeitos msmo

ahh bem me parecia q havia outra irmã..
sbes o q é ler a tua história magnifica só em dois dias dpois dá nestes lapsos de memória
desculpa.. tenho msmo q rever algumas partes para tbém ver se as minhas teorias batem certo 
*mim entra e faz vénia!*
Desculpa nao ter comentado mais cedo! Eu já tinha lido o teu capitulo, e ainda nao tinha comentado. Desculpa mxm!
Bem, mas aki vai.
Nao esperava ke Vio fosse um traidor, e realmente apanhaste-me de surpresa.
Eu adorei a maneira como descreveste os sentimento da Rita kuando soube ke as amigas estavam mortas. Descreveste muito bem, e pude perceber mt bem. Depois a Rita dix ke ninguem se vai sacrificar. Ai, tao lindo :g1:
E depois a Rita sacrifica-se :g1:, meu deus, nessa parte fikei tao comovida. Kuando a Rita começa a dixer ke é a sua missao, e ke ela passou mt tempo nakele estado e ke merecia viver e cumprir os seus sonhos, cuidar da Octávia, foi simplemente maravilhoso
Nao sei como, mas consegiste fazer com ke eu me envolvesse na história e parecia que estava mxm lá a ver os acontecimentos, é mxm espantoso. Os meus sinceros PARABENS!
Continua a escrever e postar, pk eu simplesmente adoro.Tens mt jeito para escrever.
Beijos da Moon princess
Ps: Desculpa por n comentar mt a tua fic, mas eu leio,e acabo eskeçendo de comentar :
': , mas acredita ke gosto mt.
lua5
Desculpa nao ter comentado mais cedo! Eu já tinha lido o teu capitulo, e ainda nao tinha comentado. Desculpa mxm!
Bem, mas aki vai.
Nao esperava ke Vio fosse um traidor, e realmente apanhaste-me de surpresa.
Eu adorei a maneira como descreveste os sentimento da Rita kuando soube ke as amigas estavam mortas. Descreveste muito bem, e pude perceber mt bem. Depois a Rita dix ke ninguem se vai sacrificar. Ai, tao lindo :g1:
E depois a Rita sacrifica-se :g1:, meu deus, nessa parte fikei tao comovida. Kuando a Rita começa a dixer ke é a sua missao, e ke ela passou mt tempo nakele estado e ke merecia viver e cumprir os seus sonhos, cuidar da Octávia, foi simplemente maravilhoso
Nao sei como, mas consegiste fazer com ke eu me envolvesse na história e parecia que estava mxm lá a ver os acontecimentos, é mxm espantoso. Os meus sinceros PARABENS!
Continua a escrever e postar, pk eu simplesmente adoro.Tens mt jeito para escrever.
Beijos da Moon princess
Ps: Desculpa por n comentar mt a tua fic, mas eu leio,e acabo eskeçendo de comentar :
': , mas acredita ke gosto mt.lua5
visitem a minha 1º fic:
"A flor que o vento levou"
http://sm-portugal.coolbb.net/fanfics-f13/a-flor-que-o-vento-levou-t3213.htm
COMENTEM!!!
"A flor que o vento levou"
http://sm-portugal.coolbb.net/fanfics-f13/a-flor-que-o-vento-levou-t3213.htm
COMENTEM!!!
hj decidi k ia comentar sem + desculpx.. tenh tado mt ocupada e o meu tmpinh livre tem sido mt pouco..
so tenho a dzr k + 1a vez o capitulo tv fantastico, fantastico, fantastico (n escontro palavrx :
'
+ 1a vez vou ter k referir o silencio komo ja tdx aki fizerm referencia 1 silencio tao desesperante k m fez lembrar o silencio do universo em si onde o som n paxa era mxm exasperante
e la s foi a minh teoria d romance feliz a minh teoria d k ao menx ia haver 1a coisa boa mx a kaoru tinh k ser má e por a rita a sofrer por amores e pela morte dx migas, noticia k ela recebeu d maneira tao bruta k nem consigo imaginar a dor k sentiu
e + 1 sacrificio :g11: detesto ve-las morrer 1a por 1a
mx a razao para ela tomar akela decisao foi fantastica as palavrx dela tao kawaais
.o: e a plutao coitada a vrdd e k ela sp foi tao solitaria mx o aparecimnt dela d repnt afinal n tv em coma? :
: e akele mau pressentimnt d final n m xeirou ... n, n
inda vamx acabar surpreendidx d 1000 e 1a maneirx
tv fantastico e o desenh
.o: fantastico embora seja antigo ta mt bem feito e komo eu imaginv (kase la pjk eu tenh 1a imaginaÇao exagerad ... :
'
maravilhoso
keep going
PS: PERDONE MOI POR N TER COMENTAD ANTX :g7:
so tenho a dzr k + 1a vez o capitulo tv fantastico, fantastico, fantastico (n escontro palavrx :
'
+ 1a vez vou ter k referir o silencio komo ja tdx aki fizerm referencia 1 silencio tao desesperante k m fez lembrar o silencio do universo em si onde o som n paxa era mxm exasperante
e la s foi a minh teoria d romance feliz a minh teoria d k ao menx ia haver 1a coisa boa mx a kaoru tinh k ser má e por a rita a sofrer por amores e pela morte dx migas, noticia k ela recebeu d maneira tao bruta k nem consigo imaginar a dor k sentiu
e + 1 sacrificio :g11: detesto ve-las morrer 1a por 1a
mx a razao para ela tomar akela decisao foi fantastica as palavrx dela tao kawaais
.o: e a plutao coitada a vrdd e k ela sp foi tao solitaria mx o aparecimnt dela d repnt afinal n tv em coma? :
: e akele mau pressentimnt d final n m xeirou ... n, ninda vamx acabar surpreendidx d 1000 e 1a maneirx
tv fantastico e o desenh
.o: fantastico embora seja antigo ta mt bem feito e komo eu imaginv (kase la pjk eu tenh 1a imaginaÇao exagerad ... :
'
maravilhoso
keep going
PS: PERDONE MOI POR N TER COMENTAD ANTX :g7:
N NOS DESAGRADEM NOS PRAZOX DAS FICX ... muahahahaha
Editado pela última vez em
primeiro que tudo peço desculpa por só agora vir aqui comentar, apesar de estar a seguir a fic desde o inicio, não tenho tido muito tempo e quando tenho esqueço-me :
':
prometo que daqui pa frente vou tentar comentar mais
bem devo desde de já dizer que adoro as tuas longas descrições, consigo ter uma completa precessão do que está a acontecer como se estivesse a acontecer á minha frente
para além das descrições a história está escelente, tens muita imaginação em inventar novos personagens e inseri-los tão bem na história assim como também conseguiste inserir muito bem a tua história na história do anime explicando até como é que alguns factos teriam acontecido
outra coisa que também adorei foi o facto de, pelo menos a mim, me surprender a cada capitulo porque mesmo que tenhamos as nossas teorias acontece sempre uma coisa inesperada, o que eu acho óptimo porque assim ainda tem mais suspense e uma pessoa fica com vontade de ler mais e mais
gostei muito dos teus desenhos, especialmente do desenho da héstia, ta tal e qual como eu tinha imaginado e a mistura de cores está espectacular
a sério não tenho nada a apontar, o português é muito fluente e pareces mesmo uma escritora profissional
tudo isto só para dizer que esta é uma das minhas fics favoritas porque cada capitulo é uma descoberta, porque está muito bem escrito e com grandes descrições como eu gosto *-*
muitos parabéns
continua que eu ja vi que tens aqui muitos leitores que acham o mesmo que eu e que estão ansiosos por mais XD
': prometo que daqui pa frente vou tentar comentar mais
bem devo desde de já dizer que adoro as tuas longas descrições, consigo ter uma completa precessão do que está a acontecer como se estivesse a acontecer á minha frente
para além das descrições a história está escelente, tens muita imaginação em inventar novos personagens e inseri-los tão bem na história assim como também conseguiste inserir muito bem a tua história na história do anime explicando até como é que alguns factos teriam acontecido
outra coisa que também adorei foi o facto de, pelo menos a mim, me surprender a cada capitulo porque mesmo que tenhamos as nossas teorias acontece sempre uma coisa inesperada, o que eu acho óptimo porque assim ainda tem mais suspense e uma pessoa fica com vontade de ler mais e mais
gostei muito dos teus desenhos, especialmente do desenho da héstia, ta tal e qual como eu tinha imaginado e a mistura de cores está espectacular
a sério não tenho nada a apontar, o português é muito fluente e pareces mesmo uma escritora profissional
tudo isto só para dizer que esta é uma das minhas fics favoritas porque cada capitulo é uma descoberta, porque está muito bem escrito e com grandes descrições como eu gosto *-*
muitos parabéns
continua que eu ja vi que tens aqui muitos leitores que acham o mesmo que eu e que estão ansiosos por mais XD
Vocês não param de me surpreender...!
.o:
Oh, não tens de pedir desculpa!
Eu compreendo que não te recordes, afinal, a história já vai bem grandinha
Uau, mas espera, dois dias?!?! o___o Caramba!! Fico muito espantada, a sério! E feliz, claro!
*começa a pensar se a praxe dos caloiros foi suficiente
*
Em primeiro lugar, muito obrigada pelo comentário, Moon Princess! É sempre muito bom saber que as pessoas gostam desta história
E não precisas de pedir desculpa, como já tenho vindo a dizer, o que é realmente importante para mim é que as pessoas gostem de ler 
Fico muito feliz que te tenhas envolvido dessa forma na história! Parece que o Vio surpreendeu muita gente
Mas quem sabe se não continuará a surpreender? Ainda há algumas personagens que quero explorar mais um pouco 
Agradeço-te muito todas as palavras de incentivo e de parabéns, são realmente muito importantes para mim! Escrever faz realmente parte de mim e saber que gostam desta história é mesmo muito gratificante
Muito obrigada e espero que continues a gostar! 
Muito obrigada por comentares, sweetmoon!
E mais uma vez digo, não precisas de pedir desculpa! O facto de teres gostado e de teres tirado um tempinho livre (e acredita, sei o que é ter o tempo ocupado
) só me faz querer agradecer-te por comentares! Por isso, muito obrigada!
A Rita sofreu bastante nesta fase, sim, mas acho que ela, no final, acabou por descobrir algo no seu interior que não estava à espera. Talvez mais tarde consiga explicar isto melhor
Ainda bem que gostaste do silêncio que referi no início do capítulo, também como já disse, tem um significado importante para mim 
Não sei se vos conseguirei surpreender, mas espero que gostem do que aí vem
E fico realmente contente por teres uma imaginação apurada, é isso que gosto bastante de saber nas pessoas! Muito obrigada! 
claudia-chan, não precisas de pedir desculpa! Eu fiquei realmente feliz e surpreendida por ver e ler o teu comentário, e muito mais quando disseste que estás a gostar da história! Isso é o que realmente me importa e me faz feliz
É claro que é sempre bom receber comentários, e eu fico imensamente feliz por lê-los, saber as vossas opiniões, os vossos elogios e críticas, as reacções...! É sempre muito gratificante, confesso
Mas é claro que compreendo que nem sempre há tempo e/ou disposição para tal, e saber que gostam à mesma é uma enorme satisfação para mim! Por isso, muito obrigada desde já!
Fico muito contente que gostes das descrições, eu simplesmente perco-me nelas e, por vezes, tenho de me controlar para não me alongar demasiado
Ainda bem que gostas também da linguagem! É algo natural para mim 
Fico também muito satisfeita por saber que achas que introduzo bem as personagens no enredo! Tento sempre que os acontecimentos tenham lógica e, embora às vezes não pareça de imediato, mostrarei lá para a frente que as coisas estão interligadas
Uma coisa que gosto bastante é o facto de vocês terem teorias
É um enorme incentivo para continuar a escrever e, quem sabe, a surpreender 
Muito obrigada pelos elogios aos desenhos! Como já disse, foi uma espécie de brincadeira e também forma de não me esquecer das coisas que imaginei há anos atrás. Ainda bem que gostaste!
Com tudo isto, muito obrigada pelo comentário e por continuares a seguir esta história!
.o:Princess Serenity escreveu:és sim uma grande artista e já vi q naun és a unica este forum ta cheio de grandes artistas![]()
brincadeira ou naun taun perfeitos msmo
ahh bem me parecia q havia outra irmã..sbes o q é ler a tua história magnifica só em dois dias dpois dá nestes lapsos de memória
desculpa.. tenho msmo q rever algumas partes para tbém ver se as minhas teorias batem certo
Oh, não tens de pedir desculpa!
Eu compreendo que não te recordes, afinal, a história já vai bem grandinha
Uau, mas espera, dois dias?!?! o___o Caramba!! Fico muito espantada, a sério! E feliz, claro!
*começa a pensar se a praxe dos caloiros foi suficiente
*Moon Princess escreveu:*mim entra e faz vénia!*
Desculpa nao ter comentado mais cedo! Eu já tinha lido o teu capitulo, e ainda nao tinha comentado. Desculpa mxm!
Bem, mas aki vai.
Nao esperava ke Vio fosse um traidor, e realmente apanhaste-me de surpresa.
Eu adorei a maneira como descreveste os sentimento da Rita kuando soube ke as amigas estavam mortas. Descreveste muito bem, e pude perceber mt bem. Depois a Rita dix ke ninguem se vai sacrificar. Ai, tao lindo :g1:
E depois a Rita sacrifica-se :g1:, meu deus, nessa parte fikei tao comovida. Kuando a Rita começa a dixer ke é a sua missao, e ke ela passou mt tempo nakele estado e ke merecia viver e cumprir os seus sonhos, cuidar da Octávia, foi simplemente maravilhoso
Nao sei como, mas consegiste fazer com ke eu me envolvesse na história e parecia que estava mxm lá a ver os acontecimentos, é mxm espantoso. Os meus sinceros PARABENS!
Continua a escrever e postar, pk eu simplesmente adoro.Tens mt jeito para escrever.
Beijos da Moon princess
Ps: Desculpa por n comentar mt a tua fic, mas eu leio,e acabo eskeçendo de comentar :': , mas acredita ke gosto mt.
Em primeiro lugar, muito obrigada pelo comentário, Moon Princess! É sempre muito bom saber que as pessoas gostam desta história
E não precisas de pedir desculpa, como já tenho vindo a dizer, o que é realmente importante para mim é que as pessoas gostem de ler 
Fico muito feliz que te tenhas envolvido dessa forma na história! Parece que o Vio surpreendeu muita gente
Mas quem sabe se não continuará a surpreender? Ainda há algumas personagens que quero explorar mais um pouco 
Agradeço-te muito todas as palavras de incentivo e de parabéns, são realmente muito importantes para mim! Escrever faz realmente parte de mim e saber que gostam desta história é mesmo muito gratificante
Muito obrigada e espero que continues a gostar! 
sweetmoon escreveu:hj decidi k ia comentar sem + desculpx.. tenh tado mt ocupada e o meu tmpinh livre tem sido mt pouco..
so tenho a dzr k + 1a vez o capitulo tv fantastico, fantastico, fantastico (n escontro palavrx :'
+ 1a vez vou ter k referir o silencio komo ja tdx aki fizerm referencia 1 silencio tao desesperante k m fez lembrar o silencio do universo em si onde o som n paxa era mxm exasperante
e la s foi a minh teoria d romance feliz a minh teoria d k ao menx ia haver 1a coisa boa mx a kaoru tinh k ser má e por a rita a sofrer por amores e pela morte dx migas, noticia k ela recebeu d maneira tao bruta k nem consigo imaginar a dor k sentiu
e + 1 sacrificio :g11: detesto ve-las morrer 1a por 1a
mx a razao para ela tomar akela decisao foi fantastica as palavrx dela tao kawaais.o: e a plutao coitada a vrdd e k ela sp foi tao solitaria mx o aparecimnt dela d repnt afinal n tv em coma? :
: e akele mau pressentimnt d final n m xeirou ... n, n
inda vamx acabar surpreendidx d 1000 e 1a maneirx
tv fantastico e o desenh.o: fantastico embora seja antigo ta mt bem feito e komo eu imaginv (kase la pjk eu tenh 1a imaginaÇao exagerad ... :
'
maravilhoso
keep going
PS: PERDONE MOI POR N TER COMENTAD ANTX :g7:
Muito obrigada por comentares, sweetmoon!
E mais uma vez digo, não precisas de pedir desculpa! O facto de teres gostado e de teres tirado um tempinho livre (e acredita, sei o que é ter o tempo ocupado
) só me faz querer agradecer-te por comentares! Por isso, muito obrigada!A Rita sofreu bastante nesta fase, sim, mas acho que ela, no final, acabou por descobrir algo no seu interior que não estava à espera. Talvez mais tarde consiga explicar isto melhor
Ainda bem que gostaste do silêncio que referi no início do capítulo, também como já disse, tem um significado importante para mim 
Não sei se vos conseguirei surpreender, mas espero que gostem do que aí vem
E fico realmente contente por teres uma imaginação apurada, é isso que gosto bastante de saber nas pessoas! Muito obrigada! 
claudia-chan escreveu:primeiro que tudo peço desculpa por só agora vir aqui comentar, apesar de estar a seguir a fic desde o inicio, não tenho tido muito tempo e quando tenho esqueço-me :':
prometo que daqui pa frente vou tentar comentar mais
bem devo desde de já dizer que adoro as tuas longas descrições, consigo ter uma completa precessão do que está a acontecer como se estivesse a acontecer á minha frente
para além das descrições a história está escelente, tens muita imaginação em inventar novos personagens e inseri-los tão bem na história assim como também conseguiste inserir muito bem a tua história na história do anime explicando até como é que alguns factos teriam acontecido
outra coisa que também adorei foi o facto de, pelo menos a mim, me surprender a cada capitulo porque mesmo que tenhamos as nossas teorias acontece sempre uma coisa inesperada, o que eu acho óptimo porque assim ainda tem mais suspense e uma pessoa fica com vontade de ler mais e mais
gostei muito dos teus desenhos, especialmente do desenho da héstia, ta tal e qual como eu tinha imaginado e a mistura de cores está espectacular
a sério não tenho nada a apontar, o português é muito fluente e pareces mesmo uma escritora profissional
tudo isto só para dizer que esta é uma das minhas fics favoritas porque cada capitulo é uma descoberta, porque está muito bem escrito e com grandes descrições como eu gosto *-*
muitos parabéns![]()
continua que eu ja vi que tens aqui muitos leitores que acham o mesmo que eu e que estão ansiosos por mais XD
claudia-chan, não precisas de pedir desculpa! Eu fiquei realmente feliz e surpreendida por ver e ler o teu comentário, e muito mais quando disseste que estás a gostar da história! Isso é o que realmente me importa e me faz feliz
É claro que é sempre bom receber comentários, e eu fico imensamente feliz por lê-los, saber as vossas opiniões, os vossos elogios e críticas, as reacções...! É sempre muito gratificante, confesso
Mas é claro que compreendo que nem sempre há tempo e/ou disposição para tal, e saber que gostam à mesma é uma enorme satisfação para mim! Por isso, muito obrigada desde já!Fico muito contente que gostes das descrições, eu simplesmente perco-me nelas e, por vezes, tenho de me controlar para não me alongar demasiado
Ainda bem que gostas também da linguagem! É algo natural para mim 
Fico também muito satisfeita por saber que achas que introduzo bem as personagens no enredo! Tento sempre que os acontecimentos tenham lógica e, embora às vezes não pareça de imediato, mostrarei lá para a frente que as coisas estão interligadas
Uma coisa que gosto bastante é o facto de vocês terem teorias
É um enorme incentivo para continuar a escrever e, quem sabe, a surpreender 
Muito obrigada pelos elogios aos desenhos! Como já disse, foi uma espécie de brincadeira e também forma de não me esquecer das coisas que imaginei há anos atrás. Ainda bem que gostaste!
Com tudo isto, muito obrigada pelo comentário e por continuares a seguir esta história!

Editado pela última vez em
Capítulo XXII
Regresso
~A surpresa dos reencontros~
Regresso
~A surpresa dos reencontros~
As nuvens, circunspectas nas suas lágrimas contidas, pareciam estagnadas no céu, emitindo uma apatia cinzenta de um dia húmido e triste. As pessoas, soturnas e cabisbaixas, caminhavam pelos passeios, envergando capas de plástico ou guarda-chuvas como forma de prevenir a chuva que parecia inevitável. Não compreendiam a mudança súbita que o clima sofria e isso interferia no humor de todos, havendo mais resmungos e respostas menos simpáticas do que seria habitual. Por entre aqueles olhares perdidos no pavimento cimentado dos passeios, um par de olhos demorava-se no horizonte, não sentindo qualquer perturbação devido àquela instabilidade meteorológica. Os cabelos meticulosamente apanhados reflectiam tons acastanhados e duas madeixas longas e onduladas roçagavam-lhe o pescoço alvo, contrastando com muitos cabelos negros que por ela iam passando. Havia em si uma calma imperturbável, distante dos ruídos pesados dos veículos, dos murmúrios cavernosos dos sons da cidade, dos suspiros resignados das milhares de pessoas que atravessavam as passadeiras tumultuosas. Ayame prosseguia indiferente, afastando-se do centro da cidade, em busca de uma resposta contida no fluxo das coisas naturais.
Depois do novelo de ruas se ter desfeito e desaparecido, o número de carros que por ali passavam era quase nulo. A paragem de autocarro ficara longe e os subúrbios recatados de Tóquio eram uma bênção para quem procurava um pouco mais de paz e serenidade. Meia hora mais tarde, Ayame deu por si a cruzar as ruas apertadas de um bairro quase vazio, onde, por vezes, uma mulher atarefada estendia a roupa, tratando das suas lidas domésticas. Por cima dos muros baixos de uma vivenda modesta, Ayame viu uma mulher de meia-idade a varrer o chão do seu quintal improvisado, as pequenas gotas de suor a instalarem-se-lhe na testa dourada pelo sol dos dias em que passara a tratar do campo, na sua infância. Conseguiu discernir, no seu olhar simples, uma alegria genuína, um equilibro por muitos invejado, e sorriu, continuando o seu caminho. Ao fim de quase cinquenta minutos, o aglomerado de casas transformou-se numa mancha atrás das suas costas, e Ayame deixou-se penetrar num extenso campo que por ali existia, bravio e abandonado. As pedras aglomeravam-se, estabelecendo uma ligação com uma espécie de pequeno monte natural, e a rapariga subiu com naturalidade, chegando ao topo numa questão de segundos.
Daquele ponto, Ayame conseguia vislumbrar o esqueleto da cidade de Tóquio, a região altamente urbanizada que a ladeava e encerrava num ambiente meticulosamente organizado, onde todos os movimentos de quem por ali andava pareciam sincronizados com um relógio citadino e tecnológico. Ayame teve de andar muito até conseguir encontrar um dos poucos locais que ainda não tinha sido convertido em auto-estrada, embora já existissem planos para que se viesse a tornar num estreito complexo rodoviário. A cidade crescia para sul, onde o porto se localizava, mas aquela zona, a umas duas horas do centro da cidade, continuava ainda intocável, o que causava uma sensação de alívio a Ayame, que passava ali muito tempo. Embora ficasse bastante longe da cidade, não era para ela um problema movimentar-se com rapidez e fluidez pelas ruas de Tóquio, esquivando-se do caminhar apressado dos seus habitantes. Normalmente, optava por viajar de autocarro até aos subúrbios e, depois, por caminhar, nunca se cansando e observando a paisagem em redor.
Depois de observar a cidade, Ayame voltou-se e sentou-se numa das várias pedras que por ali se encontravam. O local estendia-se até uma distância considerável, onde a vegetação era verde e resguardada dos mil tipos de fumos que as árvores da cidade inalavam. Alguns pilares observavam o céu, superando, em certos casos, a altura da rapariga, escondidos dos olhares dos turistas que passavam pela cidade, ávidos de formações simétricas e humanamente impossíveis. Ali, a simplicidade era o que mais agradava a Ayame, que se demorava a observar as muitas flores que ali nasciam e cresciam. Pequenas violetas roxas que lhe transmitiam sinceridade, peónias exuberantes e, ao mesmo tempo, reservadas, gerânios brancos que nasciam perto das rochas perdidas, entre outras flores belas que Ayame reconheceu mas não se demorou a contemplar. O seu olhar acabou por pousar, tal como uma borboleta errante, mais ao longe, num campo coberto por lindas íris e delicados miosótis que por ali repousavam, estendendo as suas pétalas delicadas para o céu. Uma pequena sensação nasceu-lhe no peito, como se uma memória que ela não discernisse por completo lhe tocasse de leve ao na cara, juntamente com o perfume delicado que lhe chegava ao olfacto apurado. Ali, sentia-se em paz, embora sentisse que existia um sentimento de nostalgia com não conseguia discernir com exactidão.
Ayame fechou os olhos e sentiu todo o mundo suspenso naquela fracção de momento, distinguindo cada um dos odores que a brisa fria e refrescante lhe trazia, o aroma exalado por cada uma daquelas flores. As duas madeixas pairavam no ar, ondulantes, tal como o rebordo azulado da saia que vestia. Lentamente, deixou de saber que se encontrava ali; a escuridão que a envolvia adensava-se, tomava formas enquanto imagens lhe iam passando diante dos olhos, imagens que ia delicadamente afastando do pensamento. Durante um curto espaço de tempo, viu a escuridão a tornar-se azulada e sentiu-se transportada num lugar infinito que era o céu, onde as nuvens brancas formavam castelos incontáveis em cada recanto, cumprimentando-a à sua passagem. Olhou para cima e, mesmo sendo de dia, distinguiu milhares de estrelas cujo brilho, embora pálido, era suficientemente forte para se fazer insurgir na abóbada celeste. Era-lhe impossível nomear a mistura de sensações puras que por ali viajavam. Se conduzisse o seu olhar para baixo, veria os incontáveis oceanos, cujas águas reflectiam a luz escondida dos corpos celestes que olhavam por eles, as extensas colinas verdes e os borrões singelos que nelas se destacavam, formações naturais e construídas pelo homem. Um mundo feito de sonhos antigos.
Contudo, e a dada altura, algo modificou-se. Ayame sentiu-o de imediato e, no momento em que se apercebeu que algo não estava bem, a escuridão voltou a ladeá-la e a cegar-lhe a visão. Viu-se envolvida de novo pelo manto negro que a transportava de volta para o local onde estava ainda há segundos atrás, conduzida por um cheiro diferente, um perfume adocicado e misturado com um aroma metálico e facilmente reconhecível, destacando-se acima de todos os outros. Nunca antes o tinha sentido ali e, para sua grande surpresa e apreensão, era-lhe estranhamente familiar. Depressa abriu as pálpebras e levantou-se de imediato, apercebendo-se que não estava sozinha.
Um homem com uma capa negra olhava-a, encostado a um dos vários pilares. A sua mão direita segurava o braço esquerdo, os cabelos escuros roçavam-lhe os ombros, salpicados por pequenas gotas vermelhas que sobressaíam da sua face branca. Parecia tão espantado quanto ela e os olhos, embora não muito abertos, demonstravam a surpresa que sentia. Constrangida, Ayame recuou um passo e preparava-se para lhe voltar costas quando assistiu à queda do homem, resvalando e perdendo-se por entre as violetas.
Ayame levou uma mão à boca, apercebendo-se que o homem tinha desmaiado, e apressou-se a ajoelhar-se a seu lado. Voltou o seu corpo com cuidado, verificando que uma ferida um pouco profunda lhe atravessava a omoplata esquerda, manchando as suas vestes de encarnado. O sangue abundava e Ayame não perdeu tempo em tirar-lhe a capa e envolver-lhe a ferida, procurando estagnar a corrente vermelha que insistia em libertar-se. Procurou por mais feridas e apenas viu o fino corte que a sua face ostentava e que, embora não fosse perigoso, poderia enfraquecê-lo ainda mais, devido a toda a perda de sangue que já sofrera. Rasgou um pedaço da saia e limpou-lhe o sangue com suavidade, utilizando algumas flores que ainda possuíam algumas gotas da chuva que certamente havia caído no local antes para lavá-la.
Durante o processo, o homem acabou por acordar, o que fez Ayame desviar rapidamente o olhar e continuar a tratá-lo sem nada dizer. Os dois permaneceram assim durante algum tempo, para grande alívio da rapariga, até que ele decidiu quebrar o silêncio.
- Obrigado.
Ayame fez um gesto com a cabeça que simbolizava que não precisava de agradecer. Continuou a verificar o estado da ferida maior, arrancando uma ou outra flor e esfregando-a com perícia nos seus contornos laminares.
- Não mudaste nada.
Ayame estacou com aquela afirmação, os seus movimentos suspensos.
- Desculpe?
O homem sorriu-lhe com simplicidade, olhando-a directamente nos olhos, embora ela continuasse a guardá-los longe dos seus.
- Não precisas de fingir, eu sei que és tu. Pode ter passado muito tempo, mas não mudaste nada, mesmo com esse aspecto.
Ayame não disse nada, limitando-se a continuar a tratar a ferida. Iria certamente deixar uma cicatriz grande, mas não tinha por ali linha nem agulhas para o suturar e, se não fosse tratada, poderia muito bem infectar.
- Como te chamam aqui? – perguntou o homem, olhando para o céu cinzento.
- Isso não interessa. – replicou evasiva, procurando por outra flor que pudesse servir para fechar o golpe.
- Muito bem… - retorquiu o homem, fechando os olhos e suspirando. Ayame olhou para ele discretamente e reparou nas marcas de profunda tristeza assinaladas na sua testa. Um pressentimento instalou-se dentro de si, pelo que interrompeu o movimento da mão em direcção a uma flor.
- Tu sabes que eu não quero isto. – acrescentou o homem, de olhos fechados.
Ayame ficou com os dedos envoltos numa pequena íris, olhando-o com tristeza. Ao abrir as pálpebras que havia cerrado, o homem olhou-a e ambos compreenderam aquilo que perpassava no espírito de cada um, pois ambos partilhavam um pedaço dele.
- Porquê, Vio? – perguntou, olhando-o com determinação. – Porquê?
- Já devias saber porquê. – respondeu com suavidade, sorrindo. – Eu tento, mas é difícil, e tem sido cada vez mais. Por um lado, tenho tentado ganhar a confiança delas, explicar-lhes do melhor modo que consigo. Sei que não queres, mas se elas não se sentirem preparadas nunca poderemos vencer. Eu nem sabia que andavas por aqui.
- Vocês sempre me odiaram.
- Eu nunca te odiei, Ayame. – assegurou Vio, olhando-a. - E, sim, não me esqueci desse nome.
Ayame desviou rapidamente o olhar. Aquela afirmação fazia com que uma ferida se abrisse no seu interior, algo que não queria que acontecesse. Tentava há muito tempo mantê-la fechada, talvez tempo demais, mas estava certa que não era à frente de Vio que iria permitir que se abrisse de novo.
- O Peo e o Geran estão contigo? – disse, libertando a íris da sua mão e arrancando outra flor que desfez e começou a espalhar em redor do seu golpe, rasgando um pouco mais as roupas dele para o fazer.
- Actuam como querem e eu não posso interferir.
- Explica-me como viste aqui parar, ainda por cima ferido desta forma.
Vio fechou os olhos quando Ayame começou a aplicar por cima da ferida pequenas pétalas amareladas. O gesto não passou desapercebido à rapariga que, inicialmente intrigada, começou a sentir um pequeno pressentimento a formar-se no seu interior, como se um rebento de uma flor estendesse as suas frágeis raízes na direcção do seu coração, apertando-o discretamente. As mãos começaram a tremer um pouco e algumas pétalas caíram no chão, perdendo-se por entre as restantes flores.
Com cuidado, Vio tentou levantar-se, apoiando-se com dificuldade no cabo da espada que guardava à cintura. Embora ainda fraco, os cuidados de Ayame haviam contribuído para que este recuperasse um pouco as suas forças e, quando se ergueu, olhou para o horizonte. Sabia que, quando o dia findasse e a noite caísse sobre ele, não veria estrelas no céu, e cada novo raiar seria apenas uma sucessão infinita de repetições daqueles momentos, sem início nem fim. A repetição de um mesmo dia, da mesma dor, da mesma sensação. Atrás de si, Ayame também se levantara e olhava-lhe as costas curvadas e frágeis, sem nada dizer, demasiado confusa, enquanto tentava reorganizar as ideias.
- Houve outro sacrifício. – disse Vio, não tentando parecer distante ou impenetrável. Sabia que Ayame seria capaz de discernir o seu tom por entre o fingimento que já há tanto tempo tinha vindo a tecer. Naquele momento, não passava de um homem cuja dor se entranhava nas feridas indistinguíveis à vista armada. – Tentei impedi-la e atacou-me. – continuou, levando os dedos ao golpe que lhe cortara a face. – Depois fui atingido por um dos ataques de Héstia e não houve nada que eu pudesse fazer quando ela… - interrompeu-se, agarrando o cabo da espada com força.
Ayame olhava-o em choque, a revelação a tornar-lhe os membros rígidos e enferrujados, como se fosse impossível voltar a fazer uso deles.
- Então, não... Mas... Quem é que ficou com o Fragmento...?
Vio virou-se, deparando com a cara chocada de Ayame, sabendo que ela já sabia a resposta, embora esperasse ouvir outra coisa dele. Viu que, apesar de tudo, ela confiava nele e esboçou um pequeno e pálido sorriso. Sempre confiara.
- A navegante de Plutão.
As gotas de água deslizavam pelo vidro fresco da janela, como se nelas houvesse uma ânsia de tocarem no rosto inexpressivo de Bunny que as contemplava sem, de facto, as ver. Por detrás das pupilas apáticas, uma ânsia crescia, lembrando-a de que a espera parecia interminável, arrastando-se lenta e pesarosa pelo agora quase final de tarde. Permanecera assim durante toda a manhã, recusando-se a comer, virando-se apenas quando Ami entrara no quarto e se sentara na cama da amiga, deitando olhares fugazes ao computador que, pela primeira vez, não tinha nenhuma resposta para lhe dar. As duas respeitavam o silêncio como duas verdadeiras amigas, sem se sentirem constrangidas por tal. Ambas sabiam que nada havia para dizer.
Lá fora, uma chuva miúda acariciava o muro onde Bunny viu, por uma outra vez, Luna a passar, atarefada com as tentativas frustradas de comunicar com Rita. O simples pensamento do estado da amiga atormentava-a; como estaria ela, ainda por cima não sabendo do destino que a aguardava? Recusava-se a acreditar que também seria sacrificada porque, de qualquer dos modos, estando sozinha, seria impossível de alguém obter o Fragmento. No entanto, no seu íntimo, a certeza não era suficientemente grande para a descansar. Ami, por seu turno, alternava a preocupação com as amigas com a recordação do sacrifício de Mariana e com a revelação da morte de Haruka ou Maria. Depois da ameaça no salão de Mário, Ami correra em direcção ao hospital onde este havia sido internado devido às feridas causadas pelos estilhaços de vidro que sobre ele recaíram. Foi aí que Gonçalo e Bunny lhe explicaram tudo o que se tinha passado e, tal como a amiga, não foi capaz de controlar as lágrimas que lhe rolaram pelo rosto cansado e confuso. A dor da dúvida, perda e recordação, transformada em simples gotas salgadas que lhe deslizavam pelo rosto, contorcia-se ainda no estômago da rapariga que, também perdida nos seus pensamentos, olhava a fina pulseira que sobressaía do seu pulso fino. Parecia-lhe impossível que tivessem de passar por tanto para obterem uma coisa daquelas, que nada parecia oferecer em retorno. O minúsculo Fragmento, aparentemente morto e sem vida, era simplesmente isso; um Fragmento de um material desconhecido, desprovido de qualquer significado ou poder.
- A Haruka e a Maria já deviam ter voltado… - murmurou Bunny, quebrando o silêncio que se havia já entranhado entre as duas raparigas, como um gato enrolado em si mesmo que ambas afagavam e mimavam.
Ami murmurou uma sílaba desprovida de significado mas que Bunny compreendeu e aceitou como uma concordância dolorosa. Os seus olhos vagueavam agora pela rua vazia, onde um nevoeiro rasteiro se aglomerava, pronto para fazer chegar a noite na sua bruma parda. A certa altura, pareceu a Bunny que se aglomerava num ponto único que, à medida que se aproximava, ia tomando forma, contornos femininos que balouçavam decididos pelo caminho que levava a sua casa. Piscou por diversas vezes os olhos que insistiam em enganá-la, mas a imagem, tão presente, não dava sinais de desaparecer. Quando já se encontrava muito perto, Bunny reconheceu a mão que tocava no portão, os olhos fixos nos seus, observando directamente a janela do seu quarto, e o seu coração saltou num misto de surpresa e júbilo imenso.
- É ela! Ami, é ela! – gritou, levantando-se num ápice e ignorando os protestos dos membros dormentes devido ao tempo que tinham permanecido naquele estado de latência. Ami, assustada com aquela mudança súbita de humor de Bunny, seguiu-a sem nada perguntar, crescendo nela a esperança de tratar-se de uma das suas amigas que haviam regressado em segurança do encontro com as Irmãs. Bunny abriu a porta de casa, agarrando o puxador com uma força que desconhecia em si, como se procurasse uma prova de que o que tinha visto não tinha sido irreal. E quando a porta se abriu, Ami compreendeu, levando as mãos aos lábios e soltando um grito estupefacto.
- Olá, meninas. – cumprimentou Susana, sorrindo.
Sem hesitar, Bunny abraçou Susana num ímpeto irreflectido, deixando que as lágrimas de alegria lhe manchassem a camisa. Não se perguntou como seria possível a amiga estar ali porque, naquele momento, nada disso lhe interessava. A sua dor tinha sido abalada, pois uma das suas companheiras tinha regressado. Sentiu o seu corpo frio e Susana, ligeiramente constrangida, afastou um pouco Bunny e, sorrindo-lhe, passou-lhe a mão pela face.
- Estou bem, não se preocupem. Podemos entrar para falarmos mais à vontade?
Bunny anuiu e apressou-se a encaminhar as duas amigas para a sala, onde se instalaram. Felizmente a vivenda estava vazia, visto que os pais de Bunny, juntamente com o seu irmão, tinham ido visitar a avó desta, pelo que apenas Bunny, argumentando uma indisposição, havia ficado em casa, convidando Ami a passar a noite consigo. As duas estavam sentadas, encarando Susana de frente que, por sua vez, se tinha acomodado num cadeirão do lado oposto. Nenhuma delas sabia por onde começar, tal era a excitação que sentiam.
- Devem estar surpreendidas por me ver. – começou Susana, a sua face adquirindo um semblante mais sério e compenetrado. – A verdade é que nem eu, ao certo, sei como isto aconteceu.
- Como é possível, Susana? – interrompeu Ami. – Pela minha experiência como estudante, sei que um paciente, depois do coma, demora ainda algum tempo para recuperar...
- Isso, no caso de um paciente comum. Ouçam-me com atenção, pois o que vos vou contar é da máxima importância e precisamos de nos preparar para o que aí vem.
“Como sabem, estávamos prestes a receber a visita da Chibiusa. A navegante de Plutão, tendo os poderes atribuídos pela Rainha, controla o Portão do Tempo, como se fossemos duas pessoas diferentes mas, no fundo, tendo a mesma missão e o mesmo espírito. Quando ela foi atacada, eu fui profundamente afectada, no presente. O meu espírito rompeu-se quando ela quebrou um dos maiores tabus; o de parar o tempo. Ainda hoje não sei ao certo o que aconteceu, o que ela viu para que o fizesse. Presumo que tenha acontecido algo à Small Lady para que a levasse a fazer o que fez…”
O silêncio instalara-se na sala. Ami olhou sorrateiramente para Bunny que, apesar da alegria que sentia por ver Susana bem, denotava uma expressão que se ia ensombrando à medida que as recordações acordavam de um sono ligeiro.
- De qualquer das formas… - prosseguiu Susana – Não morri por um triz, ainda hoje não sei porque é que isso aconteceu. Apenas me recordo de acordar numa cama de hospital, completamente curada, como se nunca me tivesse acontecido nada e tivesse apenas adormecido num sono profundo… E, de um momento para outro, foi como se uma força me guiasse até ao meu destino, numa cidade chamada Ise, onde a Rita estava, prestes a encontrar-se com Héstia, a Protectora das Chamas.
Ao ouvir o nome da amiga, Bunny e Ami saltaram nos seus lugares. Ambas as raparigas sentiam o coração a bater num impulso doloroso; a ansiedade, medo e receio num único ritmo.
- A Rita?! Onde é que ela está? – perguntou Bunny, sentindo um nó a formar-se-lhe na garganta, algo que fazia com que respirar fosse um processo extremamente incomodativo.
Plutão olhou para o lado, fixando os seus olhos num vaso abandonado. Ami compreendeu de imediato, pelo que baixou depressa a cabeça, o seu corpo a ser abanado por soluços incontroláveis.
- Ami, por que estás assim? A Rita está bem, tenho a certeza… - disse Bunny, recusando-se a acreditar na morte da amiga. Não, era impossível ter perdido outra amiga, principalmente ela. Não, não. Não.
- Não. – prosseguiu. – Ela está bem, e vamos ficar à espera do seu regresso, assim como o da Joana e da Octávia. Vamos para o templo do avô dela, de certeza que irá para lá… Não é, Susana?
- Sim, a Bunny tem razão, devemos ir para o templo. Mas, quanto ao estado dela… - Susana baixou o olhar, evitando o de Bunny. – Lamento, mas não pude fazer nada…
Foi então que Bunny compreendeu a existência daquela gargantilha no pescoço da amiga. Compreendeu que, por mais que o desejasse, os sacrifícios seriam sempre inevitáveis. Existia, algures no mundo, uma força chamada Destino que as empurrava para uma morte certa, a todas as pessoas que ela amava; sempre fora assim. E ela, impotente, sem poder fazer nada, observava. As lágrimas corriam-lhe pelo rosto amargurado enquanto as suas mãos, fechadas sobre as de Ami, tremiam. A rapariga de cabelos negros, com quantas vezes discutia e sorria, a rapariga de um sorriso sincero e forte, sacrificada. Foram precisos vários momentos para que Bunny secasse as lágrimas e se levantasse. Ami observou-a, sentada no sofá, com os olhos vermelhos e inchados, seguindo-lhe o exemplo.
- Iremos trazê-las de volta. – disse Susana, também já levantada. – Prometo-vos que iremos.
Bunny anuiu, a dor entranhada no seu corpo a tornar-se já um hábito, e apoiou-se na ideia de ter ainda amigas maravilhosas a seu lado. Iriam conseguir, juntas, trazer as outras de volta. Tinha a certeza.
Lá fora, uma chuva miúda acariciava o muro onde Bunny viu, por uma outra vez, Luna a passar, atarefada com as tentativas frustradas de comunicar com Rita. O simples pensamento do estado da amiga atormentava-a; como estaria ela, ainda por cima não sabendo do destino que a aguardava? Recusava-se a acreditar que também seria sacrificada porque, de qualquer dos modos, estando sozinha, seria impossível de alguém obter o Fragmento. No entanto, no seu íntimo, a certeza não era suficientemente grande para a descansar. Ami, por seu turno, alternava a preocupação com as amigas com a recordação do sacrifício de Mariana e com a revelação da morte de Haruka ou Maria. Depois da ameaça no salão de Mário, Ami correra em direcção ao hospital onde este havia sido internado devido às feridas causadas pelos estilhaços de vidro que sobre ele recaíram. Foi aí que Gonçalo e Bunny lhe explicaram tudo o que se tinha passado e, tal como a amiga, não foi capaz de controlar as lágrimas que lhe rolaram pelo rosto cansado e confuso. A dor da dúvida, perda e recordação, transformada em simples gotas salgadas que lhe deslizavam pelo rosto, contorcia-se ainda no estômago da rapariga que, também perdida nos seus pensamentos, olhava a fina pulseira que sobressaía do seu pulso fino. Parecia-lhe impossível que tivessem de passar por tanto para obterem uma coisa daquelas, que nada parecia oferecer em retorno. O minúsculo Fragmento, aparentemente morto e sem vida, era simplesmente isso; um Fragmento de um material desconhecido, desprovido de qualquer significado ou poder.
- A Haruka e a Maria já deviam ter voltado… - murmurou Bunny, quebrando o silêncio que se havia já entranhado entre as duas raparigas, como um gato enrolado em si mesmo que ambas afagavam e mimavam.
Ami murmurou uma sílaba desprovida de significado mas que Bunny compreendeu e aceitou como uma concordância dolorosa. Os seus olhos vagueavam agora pela rua vazia, onde um nevoeiro rasteiro se aglomerava, pronto para fazer chegar a noite na sua bruma parda. A certa altura, pareceu a Bunny que se aglomerava num ponto único que, à medida que se aproximava, ia tomando forma, contornos femininos que balouçavam decididos pelo caminho que levava a sua casa. Piscou por diversas vezes os olhos que insistiam em enganá-la, mas a imagem, tão presente, não dava sinais de desaparecer. Quando já se encontrava muito perto, Bunny reconheceu a mão que tocava no portão, os olhos fixos nos seus, observando directamente a janela do seu quarto, e o seu coração saltou num misto de surpresa e júbilo imenso.
- É ela! Ami, é ela! – gritou, levantando-se num ápice e ignorando os protestos dos membros dormentes devido ao tempo que tinham permanecido naquele estado de latência. Ami, assustada com aquela mudança súbita de humor de Bunny, seguiu-a sem nada perguntar, crescendo nela a esperança de tratar-se de uma das suas amigas que haviam regressado em segurança do encontro com as Irmãs. Bunny abriu a porta de casa, agarrando o puxador com uma força que desconhecia em si, como se procurasse uma prova de que o que tinha visto não tinha sido irreal. E quando a porta se abriu, Ami compreendeu, levando as mãos aos lábios e soltando um grito estupefacto.
- Olá, meninas. – cumprimentou Susana, sorrindo.
Sem hesitar, Bunny abraçou Susana num ímpeto irreflectido, deixando que as lágrimas de alegria lhe manchassem a camisa. Não se perguntou como seria possível a amiga estar ali porque, naquele momento, nada disso lhe interessava. A sua dor tinha sido abalada, pois uma das suas companheiras tinha regressado. Sentiu o seu corpo frio e Susana, ligeiramente constrangida, afastou um pouco Bunny e, sorrindo-lhe, passou-lhe a mão pela face.
- Estou bem, não se preocupem. Podemos entrar para falarmos mais à vontade?
Bunny anuiu e apressou-se a encaminhar as duas amigas para a sala, onde se instalaram. Felizmente a vivenda estava vazia, visto que os pais de Bunny, juntamente com o seu irmão, tinham ido visitar a avó desta, pelo que apenas Bunny, argumentando uma indisposição, havia ficado em casa, convidando Ami a passar a noite consigo. As duas estavam sentadas, encarando Susana de frente que, por sua vez, se tinha acomodado num cadeirão do lado oposto. Nenhuma delas sabia por onde começar, tal era a excitação que sentiam.
- Devem estar surpreendidas por me ver. – começou Susana, a sua face adquirindo um semblante mais sério e compenetrado. – A verdade é que nem eu, ao certo, sei como isto aconteceu.
- Como é possível, Susana? – interrompeu Ami. – Pela minha experiência como estudante, sei que um paciente, depois do coma, demora ainda algum tempo para recuperar...
- Isso, no caso de um paciente comum. Ouçam-me com atenção, pois o que vos vou contar é da máxima importância e precisamos de nos preparar para o que aí vem.
“Como sabem, estávamos prestes a receber a visita da Chibiusa. A navegante de Plutão, tendo os poderes atribuídos pela Rainha, controla o Portão do Tempo, como se fossemos duas pessoas diferentes mas, no fundo, tendo a mesma missão e o mesmo espírito. Quando ela foi atacada, eu fui profundamente afectada, no presente. O meu espírito rompeu-se quando ela quebrou um dos maiores tabus; o de parar o tempo. Ainda hoje não sei ao certo o que aconteceu, o que ela viu para que o fizesse. Presumo que tenha acontecido algo à Small Lady para que a levasse a fazer o que fez…”
O silêncio instalara-se na sala. Ami olhou sorrateiramente para Bunny que, apesar da alegria que sentia por ver Susana bem, denotava uma expressão que se ia ensombrando à medida que as recordações acordavam de um sono ligeiro.
- De qualquer das formas… - prosseguiu Susana – Não morri por um triz, ainda hoje não sei porque é que isso aconteceu. Apenas me recordo de acordar numa cama de hospital, completamente curada, como se nunca me tivesse acontecido nada e tivesse apenas adormecido num sono profundo… E, de um momento para outro, foi como se uma força me guiasse até ao meu destino, numa cidade chamada Ise, onde a Rita estava, prestes a encontrar-se com Héstia, a Protectora das Chamas.
Ao ouvir o nome da amiga, Bunny e Ami saltaram nos seus lugares. Ambas as raparigas sentiam o coração a bater num impulso doloroso; a ansiedade, medo e receio num único ritmo.
- A Rita?! Onde é que ela está? – perguntou Bunny, sentindo um nó a formar-se-lhe na garganta, algo que fazia com que respirar fosse um processo extremamente incomodativo.
Plutão olhou para o lado, fixando os seus olhos num vaso abandonado. Ami compreendeu de imediato, pelo que baixou depressa a cabeça, o seu corpo a ser abanado por soluços incontroláveis.
- Ami, por que estás assim? A Rita está bem, tenho a certeza… - disse Bunny, recusando-se a acreditar na morte da amiga. Não, era impossível ter perdido outra amiga, principalmente ela. Não, não. Não.
- Não. – prosseguiu. – Ela está bem, e vamos ficar à espera do seu regresso, assim como o da Joana e da Octávia. Vamos para o templo do avô dela, de certeza que irá para lá… Não é, Susana?
- Sim, a Bunny tem razão, devemos ir para o templo. Mas, quanto ao estado dela… - Susana baixou o olhar, evitando o de Bunny. – Lamento, mas não pude fazer nada…
Foi então que Bunny compreendeu a existência daquela gargantilha no pescoço da amiga. Compreendeu que, por mais que o desejasse, os sacrifícios seriam sempre inevitáveis. Existia, algures no mundo, uma força chamada Destino que as empurrava para uma morte certa, a todas as pessoas que ela amava; sempre fora assim. E ela, impotente, sem poder fazer nada, observava. As lágrimas corriam-lhe pelo rosto amargurado enquanto as suas mãos, fechadas sobre as de Ami, tremiam. A rapariga de cabelos negros, com quantas vezes discutia e sorria, a rapariga de um sorriso sincero e forte, sacrificada. Foram precisos vários momentos para que Bunny secasse as lágrimas e se levantasse. Ami observou-a, sentada no sofá, com os olhos vermelhos e inchados, seguindo-lhe o exemplo.
- Iremos trazê-las de volta. – disse Susana, também já levantada. – Prometo-vos que iremos.
Bunny anuiu, a dor entranhada no seu corpo a tornar-se já um hábito, e apoiou-se na ideia de ter ainda amigas maravilhosas a seu lado. Iriam conseguir, juntas, trazer as outras de volta. Tinha a certeza.
OH MEU DEUSS!!!
tu desta vez superaste-te!
Adorei as descrições como de costume excelentes e pormenorizadas... prefeitas!
A Ayame tem uma ligação com o inimigo?
Como não podia deixar de ser apareceu o imenso purpura das flores e a borboleta simbolica do olhar dela.
eu a pensar que me ias contar da minha rica Joaninha mas não!
A dor da Bunny e da Ami atingiu-me... custou-me que a Rita desaparecesse de uma forma tão cruel!
SUA matadora de navegantes!
*mim estende um ovo kinder resignado com a ineviatbilidade do destino*
KERO MAAAAIS!
tu desta vez superaste-te!
Adorei as descrições como de costume excelentes e pormenorizadas... prefeitas!
A Ayame tem uma ligação com o inimigo?
Como não podia deixar de ser apareceu o imenso purpura das flores e a borboleta simbolica do olhar dela.
eu a pensar que me ias contar da minha rica Joaninha mas não!
A dor da Bunny e da Ami atingiu-me... custou-me que a Rita desaparecesse de uma forma tão cruel!
SUA matadora de navegantes!
*mim estende um ovo kinder resignado com a ineviatbilidade do destino*
KERO MAAAAIS!
Kaoru-chan, minha maninha....
vim ao forum so dar uma espreitadela e deparo-me com mais um capitulo! que sorte, que alegria!!!
e mais uma vez que maravilhoso capitulo!!!!
o teu inicio, tal como os outros todos, teve o dom de me transportar logo para a historia, esquecer de tudo o que se passava a minha volta....meu deus sao mesmo geniais..as palavras que escolhes, a maneira como descreveste as nuvens, as pessoas, Toquio....lindo!! perfeito mesmo...
e mais uma vez Ayame deixa me confusa, sem saber o que pensar dela...
a maneira como ela se afasta do centro, da multidao, a forma como anda e anda ate se sentar no meio da natureza...so me faz acreditar que ela é boa pessoa...nao sei quem..mas nunca inimiga...
depois a surpresa...e que surpresa....Vio aparece ali do nada e os dois conhecem-se...
a maneira como ela trata dele, como parece conhecer os pensamentos dele e a vida dele, e vice-versa....
ai kaoru-chan tu es mestre em fazer misterios!!!! a minha cabeça parece um novelo de pensamentos a enlearem-se uns nos outros...
uma coisinha que tenho que dizer..adorei o dialogo entre eles..tao simples e ao mesmo tempo tao reais..nao sei gostei mesmo...
depois uma coisinha que Vio disse...
ele tem tentado ganhar a confiança das navegantes....certo?
entao afinal eles nao sao inimigos? "se nao se sentirem preparadas nunca podemos vencer"??
mas estao todos a lutar pela mesma coisa é?
mas isso quer dizer que Peo e o outro tambem nao sao inimigos?
entao mas porque tentaram matar Bunny?
é porque acham que ela é a destruidora?
e afinal quem é Ayame?
KAORU!!! ja viste bem o estado em que me deixaste??? so faço perguntas e mais perguntas....
bom voltando ao capitulo...
mais uma vez as tuas descriçoes deslumbram....quando leio a primeira vez nem me apercebo...tao envolta na historia que estou...mas quando vejo de novo percebo porque fico tao presa a tua historia...tu descreves e transmites tudo de uma forma sublime...
o estado de Bunny, as gotas da chuva, a Ami e o silencio entre elas.....tudo perfeito...
e depois va mais uma surpresa...
Susana aparece...para mim é surpresa porque o modo de agir tao estranho no ultimo capitulo levou-me a suspeitar dela....e agr ela aparece como se nao fosse nada...
a felicidade de Bunny...e mais uma má noticia...desta vez foi de Rita....coitadas...apertou-se-me o coraçao qd Susana lhes deu a noticia....a Bunny a querer fugir a realidade...
e depois ainda a incerteza de o que se tera passado com Chibiusa....
a subita recuperaçao de Plutao ainda me faz confusao...ha ali qualquer coisa...(ou se calhar nao e eu ja estou a delirar) lol! continua a ser estranho....
bom acabaste da melhor maneira..esperança..
eu tambem espero que elas um dia consigam vencer e voltar todas!
e agr quero mais e mais capitulos..........
*me estende um cesto cheio de ovos kinder, morangos, meloas, cerejas....por cima está um lindo ramo de lirios brancos...e em baixo de tudo está o manga completo de inuyasha (nao ligues ando viciada e da-me para oferecer isto..lol)* espero que gostes....
e mais uma coisinha..eu tenho andado desaparecida, nao tenho tido muito tempo....mas acredita que ja tenho saudades de falar contigo, e estou a contar os dias para tu e a xana-chan ca virem!
um enorme beijo da tua amiga Neptune!
vim ao forum so dar uma espreitadela e deparo-me com mais um capitulo! que sorte, que alegria!!!

e mais uma vez que maravilhoso capitulo!!!!
o teu inicio, tal como os outros todos, teve o dom de me transportar logo para a historia, esquecer de tudo o que se passava a minha volta....meu deus sao mesmo geniais..as palavras que escolhes, a maneira como descreveste as nuvens, as pessoas, Toquio....lindo!! perfeito mesmo...
e mais uma vez Ayame deixa me confusa, sem saber o que pensar dela...
a maneira como ela se afasta do centro, da multidao, a forma como anda e anda ate se sentar no meio da natureza...so me faz acreditar que ela é boa pessoa...nao sei quem..mas nunca inimiga...
depois a surpresa...e que surpresa....Vio aparece ali do nada e os dois conhecem-se...
a maneira como ela trata dele, como parece conhecer os pensamentos dele e a vida dele, e vice-versa....
ai kaoru-chan tu es mestre em fazer misterios!!!! a minha cabeça parece um novelo de pensamentos a enlearem-se uns nos outros...
uma coisinha que tenho que dizer..adorei o dialogo entre eles..tao simples e ao mesmo tempo tao reais..nao sei gostei mesmo...
depois uma coisinha que Vio disse...
*Kaoru escreveu:Por um lado, tenho tentado ganhar a confiança delas, explicar-lhes do melhor modo que consigo. Sei que não queres, mas se elas não se sentirem preparadas nunca poderemos vencer. Eu nem sabia que andavas por aqui.
ele tem tentado ganhar a confiança das navegantes....certo?
entao afinal eles nao sao inimigos? "se nao se sentirem preparadas nunca podemos vencer"??
mas estao todos a lutar pela mesma coisa é?
mas isso quer dizer que Peo e o outro tambem nao sao inimigos?
entao mas porque tentaram matar Bunny?
é porque acham que ela é a destruidora?
e afinal quem é Ayame?
KAORU!!! ja viste bem o estado em que me deixaste??? so faço perguntas e mais perguntas....
bom voltando ao capitulo...
mais uma vez as tuas descriçoes deslumbram....quando leio a primeira vez nem me apercebo...tao envolta na historia que estou...mas quando vejo de novo percebo porque fico tao presa a tua historia...tu descreves e transmites tudo de uma forma sublime...
o estado de Bunny, as gotas da chuva, a Ami e o silencio entre elas.....tudo perfeito...
e depois va mais uma surpresa...
Susana aparece...para mim é surpresa porque o modo de agir tao estranho no ultimo capitulo levou-me a suspeitar dela....e agr ela aparece como se nao fosse nada...
a felicidade de Bunny...e mais uma má noticia...desta vez foi de Rita....coitadas...apertou-se-me o coraçao qd Susana lhes deu a noticia....a Bunny a querer fugir a realidade...
e depois ainda a incerteza de o que se tera passado com Chibiusa....
a subita recuperaçao de Plutao ainda me faz confusao...ha ali qualquer coisa...(ou se calhar nao e eu ja estou a delirar) lol! continua a ser estranho....
bom acabaste da melhor maneira..esperança..
eu tambem espero que elas um dia consigam vencer e voltar todas!

e agr quero mais e mais capitulos..........
*me estende um cesto cheio de ovos kinder, morangos, meloas, cerejas....por cima está um lindo ramo de lirios brancos...e em baixo de tudo está o manga completo de inuyasha (nao ligues ando viciada e da-me para oferecer isto..lol)* espero que gostes....
e mais uma coisinha..eu tenho andado desaparecida, nao tenho tido muito tempo....mas acredita que ja tenho saudades de falar contigo, e estou a contar os dias para tu e a xana-chan ca virem!
um enorme beijo da tua amiga Neptune!

Ai mulher, tantas emoções que passaram por mim enquanto lia este capítulo... Tantas que nem eu sei quais foram!
Adorei, adorei este capitulo! Está lindo, como todos os outros. Cada palavra, cada frase, cada momento estava descrito com uma clareza e uma perfeição tão grande. Adoro as tuas descrições, tu sabes que eu adoro, mas tenho que o dizer outra vez. Adoro!
Com este diálogo entre a Ayame e o Vio puseste-me muito curiosa, mas tenho de reler alguns capítulos para poder pensar em tudo isto com mais certezas e depois vir fazer perguntas. Não que tu as vás responder, né? Mas pronto... continuamos aki a tentar tirar nabos da púcara... XD
Então a Ayame... Eu continuo a achar k ela n deve ser má. Este capítulo até parece provar isso. O que será que o Vio e os outros andam a tramar? Qual será o envolvimento e a posição deles no meio de tudo isto? Ai ai... Se eles são amigos porque é que o Peo e o Geran atacam a Usagi? Tantas perguntas...
Adorei todas as descrições dessas partes, conseguiste fazer-me imaginar tudo. Todos os pormenores... Até as flores! Uma pessoa normal diria que eram só flores, mas tu preocupas-te em dizer que tipo de flores são e tudo... É de mestre! Tens um dom para escrever. Devias escrever um livro! De certeza que fazia sucesso.
Esta segunda parte... Que raio é feito da Haruka? Já não falas dela há mt tempo... Nem da Hotaru e da Minako. Só de pensar que uma delas vai ter de morrer. Kd é k falas delas?
Mete-me um cado de raiva toda esta ingenuidade da Usagi. Ela continuar a pensar que as amigas estão bem e não morrem. Toda essa tentativa de escapar à realidade, pensar que as amigas vão voltar sãs e salvas kd já teve provas em contrário. Como eu sou uma pessoa muito realista tenho um cado de dificuldade em compreender esse sentimento. Parece-me um cado impossível que elas sobrevivam (snif snif, pobre Michiru). Mas era demaisado mau... Gostava de saber o k vai acontecer kd esta parte dos sacrificios acabar.
Mais uma vez a descrição de sentimentos está fantástica. A alegria que as meninas viram quando descobriram a Setsuna, transformada em tristeza kd souberam k a Rei tinha morrido. Tudo tão UAU!
Bem... Adorei, três vezes adorei! Está lindo. Fico ansiosamente à espera de mais um capítulo. Msm mt ansiosamente.
Então aki estão uns ovinhos, acabadinhos de comprar!
Beijinhos! **
*sai do tópico alegre a aos pulinhos*
O.o n liguem à ultima frase...
Adorei, adorei este capitulo! Está lindo, como todos os outros. Cada palavra, cada frase, cada momento estava descrito com uma clareza e uma perfeição tão grande. Adoro as tuas descrições, tu sabes que eu adoro, mas tenho que o dizer outra vez. Adoro!
Com este diálogo entre a Ayame e o Vio puseste-me muito curiosa, mas tenho de reler alguns capítulos para poder pensar em tudo isto com mais certezas e depois vir fazer perguntas. Não que tu as vás responder, né? Mas pronto... continuamos aki a tentar tirar nabos da púcara... XD
Então a Ayame... Eu continuo a achar k ela n deve ser má. Este capítulo até parece provar isso. O que será que o Vio e os outros andam a tramar? Qual será o envolvimento e a posição deles no meio de tudo isto? Ai ai... Se eles são amigos porque é que o Peo e o Geran atacam a Usagi? Tantas perguntas...
Adorei todas as descrições dessas partes, conseguiste fazer-me imaginar tudo. Todos os pormenores... Até as flores! Uma pessoa normal diria que eram só flores, mas tu preocupas-te em dizer que tipo de flores são e tudo... É de mestre! Tens um dom para escrever. Devias escrever um livro! De certeza que fazia sucesso.
Esta segunda parte... Que raio é feito da Haruka? Já não falas dela há mt tempo... Nem da Hotaru e da Minako. Só de pensar que uma delas vai ter de morrer. Kd é k falas delas?
Mete-me um cado de raiva toda esta ingenuidade da Usagi. Ela continuar a pensar que as amigas estão bem e não morrem. Toda essa tentativa de escapar à realidade, pensar que as amigas vão voltar sãs e salvas kd já teve provas em contrário. Como eu sou uma pessoa muito realista tenho um cado de dificuldade em compreender esse sentimento. Parece-me um cado impossível que elas sobrevivam (snif snif, pobre Michiru). Mas era demaisado mau... Gostava de saber o k vai acontecer kd esta parte dos sacrificios acabar.
Mais uma vez a descrição de sentimentos está fantástica. A alegria que as meninas viram quando descobriram a Setsuna, transformada em tristeza kd souberam k a Rei tinha morrido. Tudo tão UAU!
Bem... Adorei, três vezes adorei! Está lindo. Fico ansiosamente à espera de mais um capítulo. Msm mt ansiosamente.
Então aki estão uns ovinhos, acabadinhos de comprar!
Beijinhos! ***sai do tópico alegre a aos pulinhos*
O.o n liguem à ultima frase...

Um grande, grande obrigada pela sign e pelo avie Xaninha kida! ^^

Jovens escritores, nao resistem a chocolate? Especialmente Kinder? Então cuidado, o gang anda rondando
Tens de entrar para responderes neste tópico.




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