A Flor de Pandora
*prepara-se para ser chacinada e entra com escudos protectores*
Peço desculpa por não ter actualizado... Mas acabei por passar o feriado fora e... Não consegui terminar o capítulo :
': Desculpem! Eu prometo que compenso! :
': *prepara os dedos para amanhã terem aqui o capítulo*
(a propósito, muito bem, _S.E.A_, parabéns
)
Em primeiro lugar, Kristea, muito obrigada por teres lido a história toda (já vai assim tão grande?! Confesso que às vezes me perco no tamanho...) e por comentares! E diga-se que o teu comentário surpreendeu-me bastante, pelo que te vou tentar responder da melhor forma possível
Fico mesmo muito feliz por gostares da forma como escrevo, isso deixa-me realmente com um grande sorriso na cara...! Eu confesso que gosto muito de descrições e raramente consigo ler um livro onde reine quase sempre o diálogo (exceptuando o texto dramático, claro). É verdade que gosto de o fazer, mas por vezes acontece ficar com receio que me tenha alongado demasiado os esteja a aborrecer os leitores... Por isso é muito grande a satisfação ao ler, pelas tuas palavras, que não o são e que gostas! Compreendi também o que querias dizer com as palavras "complicadas", e isso prende-se com o facto de serem naturais para mim
Mas tu tocaste num ponto fulcral e foste a primeira a fazê-lo! (se não estou em erro, claro!) Muito bem, vejo que gostas mesmo de mitologia!
Como já disse algumas vezes, a maior parte das coisas nesta história, embora não pareça, por vezes, estão interligadas e há um significado por detrás delas, e tu reparaste no pormenor dos nomes das Irmãs. Sim, a razão é mesmo essa
Anfitrite, ninfa casada com Poseidon e, portanto, rainha dos mares (daí ser a Irmã ligada à água) e Hemera que, além de personificação do dia, teve um romance com Ether que era o ar respirado pelos deuses (e daí ser a Irmã ligada ao ar). Muito boa observação
E a Pie Jesu
.o: Podia muito bem ser essa música 
Ainda bem que gostaste dos sentimentos reflectidos no enredo, tanto os de tristeza como os de alegria
Fico tão contente por ser essa a tua opinião! Espero daqui em diante não desiludir 
Muito obrigada, muito obrigada, muito obrigada!!!
*repete a cada vez que a Kristea agradece* 
Peço desculpa por não ter actualizado... Mas acabei por passar o feriado fora e... Não consegui terminar o capítulo :
': Desculpem! Eu prometo que compenso! :
': *prepara os dedos para amanhã terem aqui o capítulo*(a propósito, muito bem, _S.E.A_, parabéns
)Kristea escreveu:Bem, depois de não me lembro quantos dias a ler a tua fic para a tentar acompanhar (3, talvez...), consegui. E pronto, here I am (*lembra-se da música do Bryan Adams por algum motivo*).
Bem, tenho que dizer que adoro a maneira como escreves. As descrições não são maçadoras (ainda bem que não és como Eça, senão eu morria de tédio), utilizas expressões/palavras/verbos como eu gosto (ou seja, quanto mais "complicados", melhor
) e focas-te bastante na parte sentimental, algo que eu adoro quando leio. Acho muito mais importante a descrição das reacções/sentimentos que contar a acção toda tipo, chega lá e despeja (isso tira por completo o mistério).
A fic está carregada de mistério e drama, com pitadas de mitologia (Anfitrite, a ninfa protectora dos mares, e Hemera, a personificação do dia.o: sim, sou doida por mitologia!
), encanto e uma coisa que eu venero completamente, que é o canto das deusas (associo de imediato a músicas como "Pie Jesu").
Certas partes da fic quase que me meteram a chorar, como a parte do sacrifício da Maria, em que estava a ler com um nó na garganta e com as lágrimas a quererem sair. Outras fizeram-me rir que nem uma perdida, como aquela da Joana a bater no realizador porque ele disse que a Sailor V era uma frustrada.
Consegues transmitir o sentimento certo, no lugar certo, à hora certa. Não é preciso mais do que o que está explícito na descrição para que se imagine o que pretendes que vejamos. Enfim...
Resumindo e concluindo: I LOVE IT, I LOVE IT, I LOVE, IT, I LOVE IT... (*repete 5724 vezes*)
Em primeiro lugar, Kristea, muito obrigada por teres lido a história toda (já vai assim tão grande?! Confesso que às vezes me perco no tamanho...) e por comentares! E diga-se que o teu comentário surpreendeu-me bastante, pelo que te vou tentar responder da melhor forma possível

Fico mesmo muito feliz por gostares da forma como escrevo, isso deixa-me realmente com um grande sorriso na cara...! Eu confesso que gosto muito de descrições e raramente consigo ler um livro onde reine quase sempre o diálogo (exceptuando o texto dramático, claro). É verdade que gosto de o fazer, mas por vezes acontece ficar com receio que me tenha alongado demasiado os esteja a aborrecer os leitores... Por isso é muito grande a satisfação ao ler, pelas tuas palavras, que não o são e que gostas! Compreendi também o que querias dizer com as palavras "complicadas", e isso prende-se com o facto de serem naturais para mim

Mas tu tocaste num ponto fulcral e foste a primeira a fazê-lo! (se não estou em erro, claro!) Muito bem, vejo que gostas mesmo de mitologia!
Como já disse algumas vezes, a maior parte das coisas nesta história, embora não pareça, por vezes, estão interligadas e há um significado por detrás delas, e tu reparaste no pormenor dos nomes das Irmãs. Sim, a razão é mesmo essa
Anfitrite, ninfa casada com Poseidon e, portanto, rainha dos mares (daí ser a Irmã ligada à água) e Hemera que, além de personificação do dia, teve um romance com Ether que era o ar respirado pelos deuses (e daí ser a Irmã ligada ao ar). Muito boa observação
E a Pie Jesu
.o: Podia muito bem ser essa música 
Ainda bem que gostaste dos sentimentos reflectidos no enredo, tanto os de tristeza como os de alegria
Fico tão contente por ser essa a tua opinião! Espero daqui em diante não desiludir 
Muito obrigada, muito obrigada, muito obrigada!!!
*repete a cada vez que a Kristea agradece* 
Ok, nós compreendemos
Agora tem de ser mesmo amanhã ou eu e o resto dos fãs abrimos revolução!! XD Já não dá para esperar muito tempo.
Agora tem de ser mesmo amanhã ou eu e o resto dos fãs abrimos revolução!! XD Já não dá para esperar muito tempo.
Um grande, grande obrigada pela sign e pelo avie Xaninha kida! ^^

Jovens escritores, nao resistem a chocolate? Especialmente Kinder? Então cuidado, o gang anda rondando
*Olha de lado para Kaoru enquanto pensa se deve deixar isto passar em branco*
Como só vejo Fisico-Quimica à frente e arrumei os meus chinelos
, desta vez passas sem uma resma de chinelos voadores e voarem na tua direccção! xDD
Por isso, minha cara prima, faça favor de preparar bem os dedinhos para amanha termos aqui o capitulo senão, começo a aplicar umas novas tecnicas que a titia Neptuno me ensinou
Como só vejo Fisico-Quimica à frente e arrumei os meus chinelos
, desta vez passas sem uma resma de chinelos voadores e voarem na tua direccção! xDDPor isso, minha cara prima, faça favor de preparar bem os dedinhos para amanha termos aqui o capitulo senão, começo a aplicar umas novas tecnicas que a titia Neptuno me ensinou



hmmm....a menina Kaoru vai ficar sem ovo kinder desta vez...
diz que poe o capitulo e depois nao poe..uma pessoa passa o dia a vir espreitar ao forum se ja ca esta e nada...a menina Kaoru vai para o passeio e nos olha beu beu...
enfim....so me resta ficar a espera...
lool! querida Kaoru estou brincando tu sabes...mas olha que é para escreveres rapido..agr deixaste me ainda mais ansiosa!
beijao**
diz que poe o capitulo e depois nao poe..uma pessoa passa o dia a vir espreitar ao forum se ja ca esta e nada...a menina Kaoru vai para o passeio e nos olha beu beu...
enfim....so me resta ficar a espera...
lool! querida Kaoru estou brincando tu sabes...mas olha que é para escreveres rapido..agr deixaste me ainda mais ansiosa!

beijao**
*Kaoru escreveu:Obrigada pela compreensão de todos! (oh, neptune-chan, não me digas isso ou então eu fico de rastosReally???) Vim avisar que o capítulo deve estar aqui à noite, falta muito pouco para estar pronto
weee!
deves por quase ao mm empo k eu
!ESTOU ANSIOSO ESPERANDO!
off topic: vou hj começar a colorir a anfitrite!
Editado pela última vez em
*Kaoru escreveu:Obrigada pela compreensão de todos! (oh, neptune-chan, não me digas isso ou então eu fico de rastos) Vim avisar que o capítulo deve estar aqui à noite, falta muito pouco para estar pronto
nao..nao ficas nada de rastos que eu nao deixo!lol!
eu tava brincando ctg...eheh..eu espero o tempo que for preciso pelo capitulo e claro que vais ganhar ovos kinder pk cmo sempre o capitulo vai ser fantastico e vais merecer!

bom á noite venho espreitar de novo entao!
boa escrita!

Capítulo XXI
Silêncio
~A traição perdida na escuridão~
Silêncio
~A traição perdida na escuridão~
O silêncio eterno prolongava-se no infinito como raios de sol que penetram no reflexo interminável de dois espelhos que, virados um para o outro, se reflectem na perenidade do tempo e do espaço. Dois espelhos que se confundem, as imagens até ao infinito onde o fim parece o início. Dois espelhos que anseiam mostrarem um ao outro quem são mas que nunca o fazem porque é impossível discerni-lo com exactidão. Ela, ele e o silêncio eterno. Nada mais.
Rita já não sentia o ar puro a refrescá-la, a natureza em comunhão com a sua alma. Envolta nos braços de Vio, via-se ladeada por paredes altas que a sufocavam num aperto imensurável, um sentimento novo e desconcertante que, naquele momento, não soube discernir com exactidão. A sua incredulidade era uma criança curiosa e irrequieta, incapaz de decidir em que facto se concentrar; se no aparecimento impossível de Plutão, se nas suas palavras desconcertantes e surreais. Mas ela parecia tão real, o olhar ameaçador fixo em cada movimento do homem que a tomava nos braços, os seus dedos longos pressionados no cabo do ceptro suspenso no ar seco e gélido. E o silêncio, eterno, eterno.
Os minutos passaram demorosos, não esperando pelas decisões escondidas nos gestos de quem ali permanecia, cada um movido pelas suas próprias razões. O mundo estagnara nos milímetros que separavam a ponta do ceptro expectante da testa pálida de Vio, pulsando nas têmporas doridas de Rita. Nem por um segundo as mãos de Vio afrouxaram a pressão exercida nos ombros da rapariga agora mais aquecida, como se desejasse reter aqueles momentos apenas durante mais um pouco. Um pouco tão grande depois do tempo que tinha já passado. Não se recordava quantos anos, décadas ou séculos se tinham esgueirado pelos recantos incompreensíveis do espaço. Apenas isso; tempo.
- Vou repetir só mais uma vez. LARGA-A!
Mas a voz de Plutão não quebrara aquele silêncio que afagava a cabeça de Rita e lhe sussurrava palavras incompreensíveis ao ouvido, exigindo a sua atenção que ela pretendia ignorar. Porque o silêncio falava-lhe mais alto, suspenso nos lábios pressionados de Vio, reflectido no seu olhar impenetrável e apático, nas linhas inexpressivas do seu rosto. Fixava a navegante com indiferença e, quase que podia jurar, resignação. Esforçou-se por seguir uma lógica e, virando-se para a amiga, permitiu que um fio de voz se esgueirasse pelos contornos trémulos da sua boca.
- Plutão... O que disseste não pode ser verdade. – disse, de forma simples e sincera, com um sorriso compreensivo – Deves estar a fazer confusão, o Vio já me salvou por duas vezes e seria incapaz de me fazer mal…
Plutão não respondeu, limitando-se a continuar a olhar o seu adversário. E o silêncio era imenso, crescia a cada segundo, estendendo os seus dedos pálidos e translúcidos pela camada de neve que ia engrossando. Um sorriso a desvanecer-se e a dúvida a nascer. Um ciclo inevitável que falou através da voz da amiga.
- Este homem traiu-te no passado, quando o Milénio de Prata era ainda o maior dos reinos que o Universo já teve oportunidade de contemplar. Iludiu-te, ludibriou-te e impediu-te de teres qualquer tipo de aviso ou premonição das intenções da Rainha Beryl. Ele era um dos servos dela, participou directamente na tua morte, assim como na da nossa Princesa. Foi, é e sempre será um impostor que só quer de ti o Fragmento.
As palavras não tinham sentido, como se tivessem sido evocadas numa daquelas línguas estranhas que os turistas traziam consigo quando visitavam o pequeno templo do seu avô. Aquelas palavras eram agora um amontoado de frases indecifráveis e estranhas, desprovidas de significado.
- Não, isso é impossível…
As palavras eram a dúvida. E a dúvida era o silêncio que a apertava num abraço invisível.
- Não, não é verdade…
E o silêncio foi insuportável quando Vio se ergueu delicada e cuidadosamente, certificando-se que Rita se mantinha quente debaixo da capa negra que lhe pousara nos ombros. Foi ainda mais insuportável quando o seu olhar fugiu do dela, fixando-se num dos ramos gelados das árvores envolventes, como que procurando um refúgio para eles. E foi intolerável quando a pergunta se soltou involuntariamente dos seus lábios finos, prolongando-se nos escassos metros que os separavam, naqueles poucos metros que se transformavam em incontáveis quilómetros.
- É verdade?
Rita soube-o antes da resposta ser verbalizada num sussurrar que ela própria quase não compreendeu. O estreito limite dos sentimentos fora abalado, como se todas as certezas que existissem no mundo simplesmente se desvanecessem, levadas por uma rajada de vento. E porque o silêncio agora lhe gritava, e porque o silêncio lhe fazia compreender que tudo tinha sido falso, irreal, e porque o silêncio dele era a resposta a todas as suas perguntas, Rita não precisou que Vio a olhasse e o dissesse.
- Sim, é.
Antes que Plutão pudesse sequer fazer um movimento na sua direcção, Rita retirou num ápice a sua caneta de transformação, ignorando as réstias de lampejo de dor provocadas pelas marcas que o frio lhe houvera infligido. Um clarão avermelhado iluminou o olhar apático de Vio que observava a cena impávido, sem nada fazer para se proteger ou escapar. Já transformada, a navegante de Marte esforçou-se por manter as lágrimas cristalinas escondidas no seu interior, recusando-se a demonstrar um pedaço que fosse da imensa dor que a traição daquele homem lhe havia provocado.
Vio olhava-a sem nada dizer, sem qualquer justificação a acrescentar. Sabia que o que Plutão tinha dito era verdade e não havia nada que pudesse fazer que mudasse o passado. Embora o soubesse, não sentia total arrependimento das suas acções, dos seus sentimentos. Várias memórias assolaram-lhe a recordação daqueles tempos tão antigos, o que o distraiu do que realmente se passava em seu redor durante alguns momentos cruciais, apenas voltando à realidade quando um fio de sangue lhe escorreu pelo rosto, perdendo-se na neve branca e manchando-a de salpicos encarnados. Marte arfava, claramente ansiosa, com uma flecha incandescente a fervilhar na mão direita. Mais uns milímetros e ele estaria deitado no chão em muitos maus lençóis.
- Desaparece ou mato-te.
Com a respiração acelerada, Marte esforçava-se por odiar aquele homem, repetindo para si própria todos os momentos em que ele a enganara deliberadamente. O suposto salvamento do incêndio, a revelação da existência das quatro Irmãs, a palavra “Ise” transportada pelo vento no dia anterior… Tudo artimanhas que usara para, no final, lhe roubar o Fragmento e entregá-lo ao inimigo. Não conhecia por completo as suas razões; talvez vingança por os seus planos não lhe terem corrido bem aquando a invasão de Beryl, talvez vingança dela própria, mas nada disso lhe interessava. A dor profunda da traição, da mentira, a dor imensa vinda do homem que ela…
- Eu disse-te, Rita…
Olharam-se durante segundos. Marte sustinha a flecha; Vio voltara-lhe as costas.
- Já não te lembras mais de mim.
E, num segundo, desapareceu por entre a folhagem das árvores, deixando as duas guerreiras sozinhas. Durante algum tempo, o vento passou por elas, rodeando-lhes os cabelos longos e sedosos, mas nenhuma delas deu mostras de sentir frio. A capa de Vio, abandonada no solo, era uma mancha negra que ainda emanava aquele odor adocicado, o que fez Marte virar a cara e morder o lábio inferior, cerrando os punhos numa fúria contida, a raiva que sentia de si própria por ter acreditado num desconhecido e ter sido tão ingénua. Já sabia que não podia confiar nos homens, mas tinha-o feito. Uma lágrima solitária que não conseguiu controlar deslizou-lhe pelo rosto e estagnou a meio, como uma gota de orvalho que cristaliza ainda na bordadura da folha de um carvalho magoado. A neve caía e tocava-lhe nos ombros, mas já não sentia o entorpecimento que os músculos haviam sofrido há momentos atrás.
- Marte?
A navegante virou-se e viu Plutão de pé, olhando-a. Sorriu e respirou com alívio, vendo que a mulher que ali se encontrava era mesmo a sua amiga. Avançaram uma na direcção da outra, a incompreensão e curiosidade de Marte ansiosa por fazer várias perguntas à guerreira do tempo. Decidira não pensar mais no homem que a traíra; iria cumprir a sua missão, agora que tinha uma companheira a seu lado. Durante momentos, apeteceu-lhe abraçá-la, mas Marte fechara-se dentro do seu próprio cérebro, selando o coração magoado e não se sentiu à vontade para o fazer.
- Plutão, como é que estás aqui? Ainda há dias estavas numa cama dum hospital…
- Não é a altura indicada para falarmos disso, nem tampouco o local. – explicou brevemente Plutão com um sorriso compreensivo, revelando-lhe que não tinha intenções de tocar nesse assunto – Explico-te mais tarde, depois de conseguirmos o Fragmento. Agora temos de nos apressar.
Apesar da curiosidade que sentia, Marte concordou com um breve acenar, pois sabia que se conversassem sobre o assunto iriam irremediavelmente ter de falar sobre a traição de Vio, algo que não queria. Plutão acenou-lhe e indicou com a mão que se deviam dirigir para o sagrado Santuário de Ise. Marte seguiu-a, já não temendo as razões que a tinham levado a hesitar a penetrar no seu interior. A presença da companheira reconfortava-a e agradecia-lhe a sua insistência em não tocar no assunto que ainda a atormentava. Esforçou-se, assim, por se abstrair daquelas recordações demasiado dolorosas enquanto subiam um pequeno lance de escadas que estabelecia ligação com a entrada do Santuário. Marte olhava para as costas de Plutão, o seu cabelo esverdeado a balouçar delicadamente. Apesar de não saber como tinha ido ali parar, não conseguiu deixar de admirar a força da guerreira, pois era impossível para uma pessoa comum recuperar em tão pouco espaço de tempo de um coma profundo que lhe teria certamente entorpecido e debilitado os movimentos. Mas, e no entanto, ali estava ela, graciosa e determinada, cumprindo a sua missão.
O Santuário de Ise era como qualquer outro santuário xintoísta sagrado, mas possuía uma aura tão forte que por algumas vezes Marte foi obrigada a fechar os olhos para sorver aquela quantidade de energia tão poderosa. Desconfiava que nunca ninguém, senão as pessoas autorizadas a visitá-lo, tinha antes penetrado no seu interior, e sentiu uma onda de excitação e temor a crescer no seu interior, conduzindo-lhe os passos. Perguntou-se se Plutão também o experimentaria, mas a guerreira mantinha-se impassível, quase que ansiosa por cumprir a missão que lhe houvera sido destinada, mantendo o ceptro erguido em direcção ao céu branco de onde continuavam a cair farrapos de neve. Quando, por fim, chegaram à entrada do Santuário, Plutão esperou que Marte se colocasse a seu lado. Esta, por seu turno, respirou fundo antes de penetrarem na escuridão fresca do edifício.
Marte sentiu a delicadeza do ambiente que a rodeava, mas não conseguiu sentir a calma que pensara vir a experimentar no momento em que pisasse o solo sagrado do santuário. A penumbra estendia-se por todo o local, recobrindo cada recanto da divisão apenas parcamente iluminada por alguns raios que se escapavam pelas fendas que a madeira exibia, desgastada pelo tempo. Minúsculas partículas de pó viajavam pela divisão ampla e simples, sem nada que ostentasse a opulência que muitos desejariam ali encontrar. Durante instantes, Marte pensou na reacção que o avô teria se soubesse que a sua neta estava ali, a pisar o solo do Santuário de Ise, mas foi interrompida quando Plutão pousou o seu olhar inquiridor numa estrutura localizada exactamente no centro do compartimento.
Plutão avançou e quando apenas alguns metros a separava daquilo que Marte não conseguia perceber o que era, estacou.
- Não consigo avançar mais. É como se houvesse algo que me prendesse e me impedisse de lhe tocar. – explicou sem surpresa. – Tenta tu.
Marte assentiu e caminhou até ficar ao lado da amiga. Naquela posição conseguiu distinguir melhor os contornos do objecto que se erguia à sua frente, acabando por ficar intrigada. Avançou mais uns passos, ficando à frente de Plutão que, com agrado, verificara que a companheira era capaz de fazer o que ela não podia. Marte, por seu turno, caminhava lentamente, apercebendo-se que se aproximava dum objecto que devia ser imensamente sagrado para estar à guarda dum local como aquele. Um pano de veludo branco cobria o objecto, escondendo os seus contornos dos olhares mais curiosos que ali pudessem pousar, contribuindo para aumentar a curiosidade e temor de Marte que, com delicadeza, afastou o tecido suave. Plutão sorriu e Marte abriu os olhos num espanto mudo.
A navegante de Marte viu-se ali, à sua frente, observando a sua expressão espantada e incrédula no reflexo de um espelho. Sentiu o seu coração a tremer numa excitação que, apesar de tudo, era serena quando se apercebeu que grande parte da aura sagrada daquele sítio era emitida através daquele objecto sagrado que a deusa Amaterasu tinha oferecido ao Imperador do país. E ela via-se, sozinha, reflectida numa imagem sagrada, com vestes de Princesa, o cabelo negro e sedoso a envolver-lhe os contornos do corpo, com um arco na mão e o olhar preso no infinito. Apesar de pequeno, o espelho grosseiramente circular estava deitado numa estrutura longa, semelhante a um altar de madeira, pelo que parecia a Marte que estava a observar um reflexo seu antigo através das águas de uma pia sagrada. Não se atreveu a erguê-lo, pois sabia que aquele era o Yata no Kagami, o Espelho Sagrado, um dos três tesouros mais importantes do país, demasiado sagrado para que pudesse ser sequer visto por ela.
Ficou, durante algum tempo, a observar-se na sua forma de princesa, incapaz de afastar o olhar. Era como se estivesse presa dentro do próprio espelho, sabendo que devia existir alguma razão para ela ser a única capaz de o ver com toda a sua alma. Havia algo transcendente, como se aquele objecto lhe desejasse falar, revelar algo que era necessário para cumprirem a missão que lhes havia sido incumbida. Sentia-se transportada para uma realidade paralela, um lapso temporal, como se já não fosse a guerreira de Marte ou Rita, mas sim a antiga guardiã e protectora da princesa do Milénio Prateado.
De súbito, a imagem começou a desvanecer-se e Marte já não se via reflectida no Espelho Sagrado. As árvores rodeavam a imagem, cobertas por salpicos brancos e gelados, formando uma floresta densa e enorme. No centro desta, uma mulher olhava-a, o corpo tão sereno e imperturbável, como se o frio não existisse. As mangas do vestido, enormes, escondiam-lhe as mãos, mas as pernas longas encontravam-se bastante a descoberto, revelando uma tonalidade branca e irreal, como só as deusas possuíam. Mas ela demorava-se a contemplar-lhe os olhos expressivos e convidativos, como se lhe transmitissem uma mensagem que tinha de decifrar. E, como que ouvindo um sussurro, Marte compreendeu o que era esperado de si, olhando o reflexo da localização da Protectora das Chamas. Sorriu e, num ápice, a imagem desvaneceu-se.
Marte voltou a cobrir com cuidado o espelho com o pedaço de tecido branco que o protegia, virando-se depois para Plutão, que compreendeu que a amiga descobrira a localização exacta da Irmã. Desta vez foi Marte quem saiu primeiro do local, piscando os olhos para se habituar à luminosidade demasiado incandescente provocada pelo brilho da neve. Plutão compreendeu rapidamente que a companheira contornava o Santuário e observava demoradamente a floresta que se estendia atrás de si, formando um manto de árvores manchadas de branco, e seguiu-a, saltando o muro com ela.
Marte seguia um trilho invisível, movida por uma força inqualificável, como se milhares de fios lhe entrelaçassem os pés e os fizessem caminhar de encontro ao destino que as aguardava. As árvores sucediam-se numa distribuição irregular, mas parecia-lhe que as conhecia todas, cada posição, cada tronco, cada lugar. E havia um som baixo mas discernível, quase palpável que a embalava num sentimento misterioso e incrivelmente vívido. A camada de neve que envolvia o solo permanecia lisa e regular, sem nada que a perturbasse senão os passos que as duas guerreiras agora davam, deixando as suas pisadas a revelarem o rasto que haviam tomado. Alguns metros mais adiante, Marte conseguiu discernir algo diferente do envolvente – uma camada castanha, um pedaço do chão a descoberto, provavelmente devido ao derreter da neve naquele local. E quando olhou em frente, viu-a, imensa, de pé, observando-as com aquele olhar claro e inventado por alguém divino, pintado com os primeiros raios de sol que atravessam a manhã, de um laranja ofuscante. Os seus cabelos curtos pareciam-lhe labaredas, pois emitiam reflexos dourados, das cores das chamas que enfrentava todas as manhãs para que lhe iluminassem o espírito, no templo do avô. Os cabelos encarnados, uma mistura da cor do fogo que a identificavam claramente como a Protectora das Chamas.
A mulher permaneceu estática, elegantemente suspensa no solo, num círculo de neve derretida e com os braços ao longo do corpo coberto por um vestido branco e vermelho, de longas mangas e feito dum tecido delicado. Observava ambas as guerreiras e assim permaneceu durante algum tempo até que ergueu as mãos, permitindo que as mangas caíssem e revelassem os seus braços finos, onde uma marca reluzente em forma de pétala brilhava no pulso direito.
- Das labaredas que aquecem o mundo e lhe dão cor e forma, eu, Protectora das Chamas, vos saúdo, guerreiras. Vi o mundo a ser devastado pelo fogo contido dos homens, chamas negras que lhes toldavam o espírito e queimavam os seus corações em ambição e morte. Para que isso não aconteça de novo, dar-vos-ei o Fragmento há muito guardado por mim. O tempo urge, demoraram demasiado para me encontrar. – disse com severidade, mas com uma expressão assustadoramente bela. – Gostava de vos poder revelar mais coisas, mas já não disponho de tempo. Eu, Héstia, necessito do sacrifício de uma de vós.
Marte e Plutão nada disseram, fascinadas com a presença de uma das Irmãs e suficientemente atónitas com a revelação do sacrifico para dizerem o que quer que fosse. Nenhuma delas podia sabê-lo; Susana estivera sempre em coma e Rita tinha partido antes da chegada de Ami, ignorando assim a necessidade de um sacrifício para poderem obter o Fragmento.
- Não compreendo… - começou Marte. – Um sacrifício?
Héstia olhou-as com alguma curiosidade.
- Duas das vossas companheiras já foram sacrificadas e vocês não sabiam?
Marte recuou um passo, o choque a trespassá-la como uma lâmina afiada. O que é que ela quereria dizer com aquilo? Não, não era possível…
- Isso é mentira. – replicou Plutão calmamente. Héstia olhou-a altiva mas apreensiva.
- É verdade. Eu senti as minhas Irmãs a receberem a semente de estrela de duas almas fortes e poderosas. Uma semente de estrela cuja beleza reflecte os oceanos e outra cuja força emana a leveza do ar. – retorquiu Héstia.
Marte sentiu-se tonta, com uma enorme vontade de deixar-se submeter aos efeitos nauseantes que aquela revelação lhe tinha provocado. Num só dia descobrira que o homem em quem confiara o seu coração a tinha traído e que duas das suas amigas estavam mortas. Pousou a mão na testa e inspirou uma grande quantidade de ar que, em vez de a acalmar, lhe congelou o interior e lhe causou uma sensação de ardor no peito. Como é que ela não sentira aquilo? Como se deixara enganar de tal forma ao ponto de não sentir a morte de duas companheiras? Não sabia ao certo quem teriam sido, apenas que tinha de ser alguém entre Mariana, Ami, Haruka e Maria.
Héstia observava ambas as navegantes, o olhar carregado de altivez mas também de compreensão. Sabia que a rapariga de cabelos negros sofria numa dor terrivelmente profunda, maior do que qualquer ser humano deveria experimentar. O que realmente a intrigava era a mulher de cabelos com reflexos esverdeados e de olhar impenetrável. Parecia ter suportado a revelação com uma dignidade superior, mantendo-se rígida na sua postura, com o ceptro fixo.
- Preciso de um sacrifício. – repetiu.
Plutão permanecia silenciosa, olhando a Irmã sem nada dizer, enquanto Marte tentava reorganizar as ideias. Devia haver uma forma de conseguirem aquele Fragmento sem precisarem de sacrificar alguém. Ela não queria perder mais ninguém, nem tampouco que Bunny ficasse com menos uma guerreira que a pudesse proteger. Procurou adoptar uma postura rígida e, esforçando-se por se acalmar, encarou a Protectora das Chamas com determinação, como se uma chama se tivesse reacendido no seu interior.
- Ninguém se vai sacrificar novamente. Vamos arranjar uma forma de conseguirmos esse Fragmento sem precisarmos disso!
Héstia sorriu.
- Receio não ter tempo suficiente para vos convencer a bem. Sendo assim… - disse, levantando mais os braços, a marca da pétala a brilhar incessantemente - …decidirão a mal.
Plutão avançou e quando apenas alguns metros a separava daquilo que Marte não conseguia perceber o que era, estacou.
- Não consigo avançar mais. É como se houvesse algo que me prendesse e me impedisse de lhe tocar. – explicou sem surpresa. – Tenta tu.
Marte assentiu e caminhou até ficar ao lado da amiga. Naquela posição conseguiu distinguir melhor os contornos do objecto que se erguia à sua frente, acabando por ficar intrigada. Avançou mais uns passos, ficando à frente de Plutão que, com agrado, verificara que a companheira era capaz de fazer o que ela não podia. Marte, por seu turno, caminhava lentamente, apercebendo-se que se aproximava dum objecto que devia ser imensamente sagrado para estar à guarda dum local como aquele. Um pano de veludo branco cobria o objecto, escondendo os seus contornos dos olhares mais curiosos que ali pudessem pousar, contribuindo para aumentar a curiosidade e temor de Marte que, com delicadeza, afastou o tecido suave. Plutão sorriu e Marte abriu os olhos num espanto mudo.
A navegante de Marte viu-se ali, à sua frente, observando a sua expressão espantada e incrédula no reflexo de um espelho. Sentiu o seu coração a tremer numa excitação que, apesar de tudo, era serena quando se apercebeu que grande parte da aura sagrada daquele sítio era emitida através daquele objecto sagrado que a deusa Amaterasu tinha oferecido ao Imperador do país. E ela via-se, sozinha, reflectida numa imagem sagrada, com vestes de Princesa, o cabelo negro e sedoso a envolver-lhe os contornos do corpo, com um arco na mão e o olhar preso no infinito. Apesar de pequeno, o espelho grosseiramente circular estava deitado numa estrutura longa, semelhante a um altar de madeira, pelo que parecia a Marte que estava a observar um reflexo seu antigo através das águas de uma pia sagrada. Não se atreveu a erguê-lo, pois sabia que aquele era o Yata no Kagami, o Espelho Sagrado, um dos três tesouros mais importantes do país, demasiado sagrado para que pudesse ser sequer visto por ela.
Ficou, durante algum tempo, a observar-se na sua forma de princesa, incapaz de afastar o olhar. Era como se estivesse presa dentro do próprio espelho, sabendo que devia existir alguma razão para ela ser a única capaz de o ver com toda a sua alma. Havia algo transcendente, como se aquele objecto lhe desejasse falar, revelar algo que era necessário para cumprirem a missão que lhes havia sido incumbida. Sentia-se transportada para uma realidade paralela, um lapso temporal, como se já não fosse a guerreira de Marte ou Rita, mas sim a antiga guardiã e protectora da princesa do Milénio Prateado.
De súbito, a imagem começou a desvanecer-se e Marte já não se via reflectida no Espelho Sagrado. As árvores rodeavam a imagem, cobertas por salpicos brancos e gelados, formando uma floresta densa e enorme. No centro desta, uma mulher olhava-a, o corpo tão sereno e imperturbável, como se o frio não existisse. As mangas do vestido, enormes, escondiam-lhe as mãos, mas as pernas longas encontravam-se bastante a descoberto, revelando uma tonalidade branca e irreal, como só as deusas possuíam. Mas ela demorava-se a contemplar-lhe os olhos expressivos e convidativos, como se lhe transmitissem uma mensagem que tinha de decifrar. E, como que ouvindo um sussurro, Marte compreendeu o que era esperado de si, olhando o reflexo da localização da Protectora das Chamas. Sorriu e, num ápice, a imagem desvaneceu-se.
Marte voltou a cobrir com cuidado o espelho com o pedaço de tecido branco que o protegia, virando-se depois para Plutão, que compreendeu que a amiga descobrira a localização exacta da Irmã. Desta vez foi Marte quem saiu primeiro do local, piscando os olhos para se habituar à luminosidade demasiado incandescente provocada pelo brilho da neve. Plutão compreendeu rapidamente que a companheira contornava o Santuário e observava demoradamente a floresta que se estendia atrás de si, formando um manto de árvores manchadas de branco, e seguiu-a, saltando o muro com ela.
Marte seguia um trilho invisível, movida por uma força inqualificável, como se milhares de fios lhe entrelaçassem os pés e os fizessem caminhar de encontro ao destino que as aguardava. As árvores sucediam-se numa distribuição irregular, mas parecia-lhe que as conhecia todas, cada posição, cada tronco, cada lugar. E havia um som baixo mas discernível, quase palpável que a embalava num sentimento misterioso e incrivelmente vívido. A camada de neve que envolvia o solo permanecia lisa e regular, sem nada que a perturbasse senão os passos que as duas guerreiras agora davam, deixando as suas pisadas a revelarem o rasto que haviam tomado. Alguns metros mais adiante, Marte conseguiu discernir algo diferente do envolvente – uma camada castanha, um pedaço do chão a descoberto, provavelmente devido ao derreter da neve naquele local. E quando olhou em frente, viu-a, imensa, de pé, observando-as com aquele olhar claro e inventado por alguém divino, pintado com os primeiros raios de sol que atravessam a manhã, de um laranja ofuscante. Os seus cabelos curtos pareciam-lhe labaredas, pois emitiam reflexos dourados, das cores das chamas que enfrentava todas as manhãs para que lhe iluminassem o espírito, no templo do avô. Os cabelos encarnados, uma mistura da cor do fogo que a identificavam claramente como a Protectora das Chamas.
A mulher permaneceu estática, elegantemente suspensa no solo, num círculo de neve derretida e com os braços ao longo do corpo coberto por um vestido branco e vermelho, de longas mangas e feito dum tecido delicado. Observava ambas as guerreiras e assim permaneceu durante algum tempo até que ergueu as mãos, permitindo que as mangas caíssem e revelassem os seus braços finos, onde uma marca reluzente em forma de pétala brilhava no pulso direito.
- Das labaredas que aquecem o mundo e lhe dão cor e forma, eu, Protectora das Chamas, vos saúdo, guerreiras. Vi o mundo a ser devastado pelo fogo contido dos homens, chamas negras que lhes toldavam o espírito e queimavam os seus corações em ambição e morte. Para que isso não aconteça de novo, dar-vos-ei o Fragmento há muito guardado por mim. O tempo urge, demoraram demasiado para me encontrar. – disse com severidade, mas com uma expressão assustadoramente bela. – Gostava de vos poder revelar mais coisas, mas já não disponho de tempo. Eu, Héstia, necessito do sacrifício de uma de vós.
Marte e Plutão nada disseram, fascinadas com a presença de uma das Irmãs e suficientemente atónitas com a revelação do sacrifico para dizerem o que quer que fosse. Nenhuma delas podia sabê-lo; Susana estivera sempre em coma e Rita tinha partido antes da chegada de Ami, ignorando assim a necessidade de um sacrifício para poderem obter o Fragmento.
- Não compreendo… - começou Marte. – Um sacrifício?
Héstia olhou-as com alguma curiosidade.
- Duas das vossas companheiras já foram sacrificadas e vocês não sabiam?
Marte recuou um passo, o choque a trespassá-la como uma lâmina afiada. O que é que ela quereria dizer com aquilo? Não, não era possível…
- Isso é mentira. – replicou Plutão calmamente. Héstia olhou-a altiva mas apreensiva.
- É verdade. Eu senti as minhas Irmãs a receberem a semente de estrela de duas almas fortes e poderosas. Uma semente de estrela cuja beleza reflecte os oceanos e outra cuja força emana a leveza do ar. – retorquiu Héstia.
Marte sentiu-se tonta, com uma enorme vontade de deixar-se submeter aos efeitos nauseantes que aquela revelação lhe tinha provocado. Num só dia descobrira que o homem em quem confiara o seu coração a tinha traído e que duas das suas amigas estavam mortas. Pousou a mão na testa e inspirou uma grande quantidade de ar que, em vez de a acalmar, lhe congelou o interior e lhe causou uma sensação de ardor no peito. Como é que ela não sentira aquilo? Como se deixara enganar de tal forma ao ponto de não sentir a morte de duas companheiras? Não sabia ao certo quem teriam sido, apenas que tinha de ser alguém entre Mariana, Ami, Haruka e Maria.
Héstia observava ambas as navegantes, o olhar carregado de altivez mas também de compreensão. Sabia que a rapariga de cabelos negros sofria numa dor terrivelmente profunda, maior do que qualquer ser humano deveria experimentar. O que realmente a intrigava era a mulher de cabelos com reflexos esverdeados e de olhar impenetrável. Parecia ter suportado a revelação com uma dignidade superior, mantendo-se rígida na sua postura, com o ceptro fixo.
- Preciso de um sacrifício. – repetiu.
Plutão permanecia silenciosa, olhando a Irmã sem nada dizer, enquanto Marte tentava reorganizar as ideias. Devia haver uma forma de conseguirem aquele Fragmento sem precisarem de sacrificar alguém. Ela não queria perder mais ninguém, nem tampouco que Bunny ficasse com menos uma guerreira que a pudesse proteger. Procurou adoptar uma postura rígida e, esforçando-se por se acalmar, encarou a Protectora das Chamas com determinação, como se uma chama se tivesse reacendido no seu interior.
- Ninguém se vai sacrificar novamente. Vamos arranjar uma forma de conseguirmos esse Fragmento sem precisarmos disso!
Héstia sorriu.
- Receio não ter tempo suficiente para vos convencer a bem. Sendo assim… - disse, levantando mais os braços, a marca da pétala a brilhar incessantemente - …decidirão a mal.
Tudo aconteceu demasiado depressa, pelo que ambas as guerreiras só tiveram tempo de se desviarem uns milímetros antes de uma onda de chamas desfazer a neve envolvente e cavar um buraco no solo. Espantada com aquela atitude, Marte procurou a companheira e encontrou-a apoiada a uma árvore, procurando por Héstia que, entretanto, desaparecera do local onde antes se encontrava. A navegante do fogo, incrédula, foi encontrá-la a cerca de cinco metros acima das suas cabeças, com os olhos fechados e os lábios entreabertos, cantando. Os seus dedos movimentavam-se pelo ar, como se deles notas musicais se soltassem e enchessem o lugar, envolvendo a melodia divinamente bela e melancólica que a Irmã cantava. E, ao mesmo tempo, pedaços de labaredas iam fustigando a zona, quase acertando as guerreiras que procuravam escapar daquele ataque eminente. A força de Héstia era demasiado grande para ser suportada por Marte que viu Plutão encurralada, prestes a ser atingida. Sem pensar duas vezes, a navegante correu ao seu encontro, não temendo a fúria das chamas que se preparavam para dizimar a guerreira do Tempo, pelo que se lançou à sua frente e foi rapidamente projectada, indo embater contra uma árvore e perdendo os sentidos. Plutão olhou Héstia que continuava a cantar, imperturbável. Ao ver a navegante ferida, ergueu o ceptro quando um pedaço incandescente de uma rocha lhe acertou perto da cabeça, forçando-a a cair e desmaiar sobre a neve fria.
Héstia entreabriu os olhos, deparando-se com a visão das duas guerreiras feridas no chão. O seu canto cessou e ficou a pairar durante algum tempo no ar, os cabelos a serem acariciados pelo vento fraco. A Irmã desceu e pousou os pés nus no solo coberto de neve que rapidamente desapareceu num pequeno círculo em redor deles. Num gesto gracioso levantou as mãos e soprou, fazendo com que um pó alaranjado caísse sobre as duas navegantes e derretesse a neve que lhes cobria os corpos desmaiados, mantendo-as quentes. Fechou os olhos, permitindo-se voltar o rosto para o céu e deixar os pedaços de neve tocarem-no, enchendo-a de uma frescura que, naquele momento, lhe foi bem-vinda, durante a curta espera que acabaria no sacrifício de uma das presentes.
Foi a dor latejante que sentiu no peito que a fez recordar o que, de facto, acontecera. Num ápice, Rita pôs-se de pé, verificando que já não se encontrava transformada na navegante de Marte o que, por si só, lhe parecia já um mau presságio. Olhou em volta e procurou por algum sinal da amiga, temendo o pior, mas não conseguiu ver nada; apenas a escuridão. Um profundo negrume que a envolvia; a solidão.
E com a solidão, a dor. Esquecera o mal-estar físico que o impacto contra as labaredas invocadas por Héstia lhe haviam infligido, pois naquele locar existia uma dor maior do que qualquer outra que crescia no seio da solidão profunda onde se encontrava. A traição era um espectador curioso que se mantinha afastado, embora suficientemente próximo para que ela sentisse a sua presença. A perda era duas irmãs gémeas que lhe pediam para brincar, fazendo com que várias lágrimas quisessem sair ao vê-las, as memórias sorridentes de duas amigas suas que já não estavam lá. E a frustração era uma mulher de cabelos loiros, cansada e triste, desprotegida. Os fantasmas dos sentimentos que a perseguiam e ensombravam.
Finalmente, as lágrimas roçaram-lhe o rosto e Rita chorou em silêncio. Era tudo demasiado insuportável, intolerável, desgastante. As suas forças rendiam-se às desilusões e angústias, ampliadas naquele negrume desconhecido. O cheiro adocicado ainda estava demasiado presente na sua pele e odiou-se por isso, esforçando-se por ignorá-lo mas sabendo que estava sempre ali. Parecia-lhe ainda impossível que tudo aquilo acontecera no espaço de poucas horas e fechou os olhos, penetrando numa escuridão que, apesar de tudo, era menos profunda e mais familiar. E, dentro dessa escuridão, uma pequena luz brilhou. Uma pequena luz que Rita reconheceu, com espanto, como sendo aquela de que Bunny tanto lhe falava. Recordou-se de Susana, de como teria passado por tantos tormentos, do coma prolongado, e sorriu. Sabia o que tinha de fazer.
Quanto abriu os olhos, foi com espanto que viu outra pessoa ali presente, diante de si. Susana olhava-a, já sem estar transformada, a pele morena marcada por uma fadiga profunda e, sobrepondo-se a isso, um desespero evidente que ela não conseguiu compreender.
- Estou bem, Susana. – disse Rita, sorrindo. – Não sei onde estamos, mas tenho a certeza que vai voltar depressa tudo ao normal…
- Não podes! – gritou Susana, aproximando-se de Rita. Parecia claramente desesperada e abanava a cabeça, com lágrimas a toldarem-lhe os olhos. – Não podes sacrificar-te! Por favor, não o faças!
- É essa a minha missão. – retorquiu Rita calmamente.
- Não! Não, não é! Acredita em mim, Rita, essa não é a tua missão! Não podes sacrificar-te, confia em mim!
Rita fechou as pálpebras e sorriu, sentindo-se aquecida pela luz que vira há momentos atrás. Uma pequena chama que lhe recordava os tempos em que conhecera Bunny, Ami, Maria e Joana. Uma pequena chama que lhe fazia lembrar Haruka, Mariana, Susana e Octávia. Uma pequena chama que lhe fazia, talvez, recordar aquilo que não queria mas que já fazia parte de si.
- Porquê, Rita?! Porquê?! Não faças isso, por favor!
- Porque tu mereces viver. – disse Rita com simplicidade, o que fez Susana recuar com espanto. – Passaste tempo demais nesse estado e mereces ver a luz do sol, cumprir os teus sonhos, cuidar da Octávia com a Mariana e a Haruka e, acima de tudo, és o elo de ligação do presente e do futuro. Mais do que nunca, a Bunny precisa de ti, Susana. E eu quero que vivas com alegria, quero que tenhas as esperanças que um dia me destruíram, quero que sintas aquilo que eu senti e que te seja dada a oportunidade de a viveres sem receio como eu. E só quero que experimentes estes sentimentos maravilhosos sem a dor que eu tive de sentir. Sempre passaste demasiado tempo a guardar um lugar repleto de solidão. Agora, Susana, vive. Vive com sentimento, com amizade, com amor. Com esperança.
Rita abriu os olhos e viu as lágrimas da amiga a deslizarem-lhe pela face. O desespero e incompreensão continuavam lá, misturados talvez com a gratidão que, naquele momento, era inqualificável. Rita voltou a fechar os olhos e pediu num sussurro para acordar, deixando de ouvir os gritos de negação de Susana e partindo para a superfície do seu ser.
Plutão não teve tempo de dizer ou fazer o que quer que fosse, levantando-se em silêncio e olhando para Marte. Esta, por sua vez, mirou-a pela última vez, sorrindo-lhe e agradecendo-lhe em silêncio.
- Eu sacrifico-me.
Héstia juntou as mãos e fez uma ligeira vénia, recomeçando o seu cântico. Marte sentiu-se a ser transportada numa sensação mais quente do que alguma vez experimentara, como se as chamas a engolissem suavemente. A primeira coisa em que reparou foi que não doía; pelo contrário, era extremamente agradável. As pálpebras fechavam-se-lhe, como se estivesse deitada ao sol durante uma tarde de Verão, ouvindo o som dos grilos travessos que saltavam a seu lado. E quando olhou para Héstia uma última vez, pareceu-lhe ver, atrás de si, uma sombra familiar, cuja capa ondulava, embalada pelo vento. Não sentiu raiva, dor ou tristeza; apenas alívio. E soube-o, antes de partir, como um abrir de braços, como um fechar de olhos, como o leve toque das mãos, como um sussurro dum suspiro, como uma certeza, a única certeza. Soube-o e foi com esse conhecimento que partiu, desaparecendo por entre a neve fresca, diante de Héstia e de Plutão, restando apenas um pedaço brilhante e encarnado – a sua semente de estrela – que se perdeu no peito da Irmã e se fundiu com ele.
Héstia levantou o braço direito e da marca em forma de pétala surgiu um brilho enorme e resplandecente que tomou forma e se transformou numa gargantilha. O objecto voou até Plutão e envolveu-lhe o pescoço, retendo o Fragmento no centro. Héstia observou-a e viu-a assim, calada e inerte. Acima da sua cabeça, um pássaro branco pousara num dos ramos da árvore. A Protectora ficou a olhá-lo durante algum tempo até que um arrepio profundo a rodeou e fez tremer, algo que raramente acontecia. O pássaro rapidamente levantou voo e quando a Irmã voltou a centrar a sua atenção em Plutão, preparando-se para a interpelar, esta já tinha desaparecido.
--
Héstia entreabriu os olhos, deparando-se com a visão das duas guerreiras feridas no chão. O seu canto cessou e ficou a pairar durante algum tempo no ar, os cabelos a serem acariciados pelo vento fraco. A Irmã desceu e pousou os pés nus no solo coberto de neve que rapidamente desapareceu num pequeno círculo em redor deles. Num gesto gracioso levantou as mãos e soprou, fazendo com que um pó alaranjado caísse sobre as duas navegantes e derretesse a neve que lhes cobria os corpos desmaiados, mantendo-as quentes. Fechou os olhos, permitindo-se voltar o rosto para o céu e deixar os pedaços de neve tocarem-no, enchendo-a de uma frescura que, naquele momento, lhe foi bem-vinda, durante a curta espera que acabaria no sacrifício de uma das presentes.
***
A escuridão era convidativa e extremamente relaxante, impedindo-a de ver o que quer que estivesse, naquele momento, à sua frente. Rita sentiu a dor física a roçar-lhe os calcanhares como uma pequena formiga que vai subindo calmamente, esforçando-se por não ser demasiado caprichosa ao ponto de revelar a sua presença. Não se recordava de como tinha ido ali parar; talvez estivesse ainda a acordar para enfrentar um novo dia cheio de turistas ou simplesmente as pessoas habituais que iriam visitar o templo do avô.Foi a dor latejante que sentiu no peito que a fez recordar o que, de facto, acontecera. Num ápice, Rita pôs-se de pé, verificando que já não se encontrava transformada na navegante de Marte o que, por si só, lhe parecia já um mau presságio. Olhou em volta e procurou por algum sinal da amiga, temendo o pior, mas não conseguiu ver nada; apenas a escuridão. Um profundo negrume que a envolvia; a solidão.
E com a solidão, a dor. Esquecera o mal-estar físico que o impacto contra as labaredas invocadas por Héstia lhe haviam infligido, pois naquele locar existia uma dor maior do que qualquer outra que crescia no seio da solidão profunda onde se encontrava. A traição era um espectador curioso que se mantinha afastado, embora suficientemente próximo para que ela sentisse a sua presença. A perda era duas irmãs gémeas que lhe pediam para brincar, fazendo com que várias lágrimas quisessem sair ao vê-las, as memórias sorridentes de duas amigas suas que já não estavam lá. E a frustração era uma mulher de cabelos loiros, cansada e triste, desprotegida. Os fantasmas dos sentimentos que a perseguiam e ensombravam.
Finalmente, as lágrimas roçaram-lhe o rosto e Rita chorou em silêncio. Era tudo demasiado insuportável, intolerável, desgastante. As suas forças rendiam-se às desilusões e angústias, ampliadas naquele negrume desconhecido. O cheiro adocicado ainda estava demasiado presente na sua pele e odiou-se por isso, esforçando-se por ignorá-lo mas sabendo que estava sempre ali. Parecia-lhe ainda impossível que tudo aquilo acontecera no espaço de poucas horas e fechou os olhos, penetrando numa escuridão que, apesar de tudo, era menos profunda e mais familiar. E, dentro dessa escuridão, uma pequena luz brilhou. Uma pequena luz que Rita reconheceu, com espanto, como sendo aquela de que Bunny tanto lhe falava. Recordou-se de Susana, de como teria passado por tantos tormentos, do coma prolongado, e sorriu. Sabia o que tinha de fazer.
Quanto abriu os olhos, foi com espanto que viu outra pessoa ali presente, diante de si. Susana olhava-a, já sem estar transformada, a pele morena marcada por uma fadiga profunda e, sobrepondo-se a isso, um desespero evidente que ela não conseguiu compreender.
- Estou bem, Susana. – disse Rita, sorrindo. – Não sei onde estamos, mas tenho a certeza que vai voltar depressa tudo ao normal…
- Não podes! – gritou Susana, aproximando-se de Rita. Parecia claramente desesperada e abanava a cabeça, com lágrimas a toldarem-lhe os olhos. – Não podes sacrificar-te! Por favor, não o faças!
- É essa a minha missão. – retorquiu Rita calmamente.
- Não! Não, não é! Acredita em mim, Rita, essa não é a tua missão! Não podes sacrificar-te, confia em mim!
Rita fechou as pálpebras e sorriu, sentindo-se aquecida pela luz que vira há momentos atrás. Uma pequena chama que lhe recordava os tempos em que conhecera Bunny, Ami, Maria e Joana. Uma pequena chama que lhe fazia lembrar Haruka, Mariana, Susana e Octávia. Uma pequena chama que lhe fazia, talvez, recordar aquilo que não queria mas que já fazia parte de si.
- Porquê, Rita?! Porquê?! Não faças isso, por favor!
- Porque tu mereces viver. – disse Rita com simplicidade, o que fez Susana recuar com espanto. – Passaste tempo demais nesse estado e mereces ver a luz do sol, cumprir os teus sonhos, cuidar da Octávia com a Mariana e a Haruka e, acima de tudo, és o elo de ligação do presente e do futuro. Mais do que nunca, a Bunny precisa de ti, Susana. E eu quero que vivas com alegria, quero que tenhas as esperanças que um dia me destruíram, quero que sintas aquilo que eu senti e que te seja dada a oportunidade de a viveres sem receio como eu. E só quero que experimentes estes sentimentos maravilhosos sem a dor que eu tive de sentir. Sempre passaste demasiado tempo a guardar um lugar repleto de solidão. Agora, Susana, vive. Vive com sentimento, com amizade, com amor. Com esperança.
Rita abriu os olhos e viu as lágrimas da amiga a deslizarem-lhe pela face. O desespero e incompreensão continuavam lá, misturados talvez com a gratidão que, naquele momento, era inqualificável. Rita voltou a fechar os olhos e pediu num sussurro para acordar, deixando de ouvir os gritos de negação de Susana e partindo para a superfície do seu ser.
***
Héstia esperava-as já, notando que ambas acordavam ao mesmo tempo, mas que uma delas havia voltado diferente. E seria essa, pensou, quando o seu olhar pousou na guerreira das roupas vermelhas que se levantava. Viu-lhe a determinação nos olhos e sorriu. Um sorriso quente e distante. O sorriso de quem se prepara para tirar a vida para que outros a possam ter.Plutão não teve tempo de dizer ou fazer o que quer que fosse, levantando-se em silêncio e olhando para Marte. Esta, por sua vez, mirou-a pela última vez, sorrindo-lhe e agradecendo-lhe em silêncio.
- Eu sacrifico-me.
Héstia juntou as mãos e fez uma ligeira vénia, recomeçando o seu cântico. Marte sentiu-se a ser transportada numa sensação mais quente do que alguma vez experimentara, como se as chamas a engolissem suavemente. A primeira coisa em que reparou foi que não doía; pelo contrário, era extremamente agradável. As pálpebras fechavam-se-lhe, como se estivesse deitada ao sol durante uma tarde de Verão, ouvindo o som dos grilos travessos que saltavam a seu lado. E quando olhou para Héstia uma última vez, pareceu-lhe ver, atrás de si, uma sombra familiar, cuja capa ondulava, embalada pelo vento. Não sentiu raiva, dor ou tristeza; apenas alívio. E soube-o, antes de partir, como um abrir de braços, como um fechar de olhos, como o leve toque das mãos, como um sussurro dum suspiro, como uma certeza, a única certeza. Soube-o e foi com esse conhecimento que partiu, desaparecendo por entre a neve fresca, diante de Héstia e de Plutão, restando apenas um pedaço brilhante e encarnado – a sua semente de estrela – que se perdeu no peito da Irmã e se fundiu com ele.
Héstia levantou o braço direito e da marca em forma de pétala surgiu um brilho enorme e resplandecente que tomou forma e se transformou numa gargantilha. O objecto voou até Plutão e envolveu-lhe o pescoço, retendo o Fragmento no centro. Héstia observou-a e viu-a assim, calada e inerte. Acima da sua cabeça, um pássaro branco pousara num dos ramos da árvore. A Protectora ficou a olhá-lo durante algum tempo até que um arrepio profundo a rodeou e fez tremer, algo que raramente acontecia. O pássaro rapidamente levantou voo e quando a Irmã voltou a centrar a sua atenção em Plutão, preparando-se para a interpelar, esta já tinha desaparecido.
--
Spoiler
Eu sei que ficou demasiado grande desta vez, mas não podia dividi-lo...
Eu prometo que para o próximo volta ao tamanho normal 
Eu prometo que para o próximo volta ao tamanho normal 
como sempre começaste de uma maneira maravilhosa, aqele silencio q descrevias chegou msmo a sufocar.m e eu q tenho tanto barulho aqi ao lado
fiqei tão chocada com aqela revelação.. coitada da marte ela naun merecia uma coisa daqelas, estava a imaginar uma história romântica de amor e afinal era tdo um engano? tdo tava tão mal, e o silêncio aterrador outra vez
a maneira como a rita naun acreditou e dpois sofreu uma daqelas desilusoes q nos deixam smo em baixo, q nos tiram o mundo de debaixo dos nossos pés.. e esempre corajosa a tentar impedir as lagrimas e pronta a atacar aqele q a tinha traido e enganado aqele tempo tdo
dpois aqele tonto do vio!! ai q m apetece bater.lh!! nem seqer s sentia arrependido!! *mim bate com o pé chateada* q raiva!! (naun ligues..
)
mais uma vez as tuas descrições tavam fantástica, maravilhosas..
a plutão naun conseguia passar, acho q a rita deve ter.s finalmente sentido util
a parte do espelho ta fantástica, lindissima msmo, a maneira como a marte recebeu a noticia da morte das amigas foi tão cruel :g11: tão triste
é tão triste como elas nunca qerem um sacrificio mas n final acaba sempre por alguém ter q se sacrificar :g11:
a maneira como a rita percebeu q era ela a ter q se sacrificar e como a plutão dizia q naun, q naun era preciso q essa naun era asua missão :g11: , bolas, as palavras da rita foram tão lindas :g11: :g11: nem sei q dzer
meu deus tava lindo, lindissimo e qto ao capitulo ser grande adoro capitulos assim e adoro a tua escrita e como sempre acabaste numa parte q me deixou a curiosidade aqi a chatear sem pder ser acalmada
lindissimo msmo
um pormenor:
naun qerias dzer Bunny, Ami, Maria e Joana
fiqei tão chocada com aqela revelação.. coitada da marte ela naun merecia uma coisa daqelas, estava a imaginar uma história romântica de amor e afinal era tdo um engano? tdo tava tão mal, e o silêncio aterrador outra vez
a maneira como a rita naun acreditou e dpois sofreu uma daqelas desilusoes q nos deixam smo em baixo, q nos tiram o mundo de debaixo dos nossos pés.. e esempre corajosa a tentar impedir as lagrimas e pronta a atacar aqele q a tinha traido e enganado aqele tempo tdodpois aqele tonto do vio!! ai q m apetece bater.lh!! nem seqer s sentia arrependido!! *mim bate com o pé chateada* q raiva!! (naun ligues..
)mais uma vez as tuas descrições tavam fantástica, maravilhosas..
a plutão naun conseguia passar, acho q a rita deve ter.s finalmente sentido util

a parte do espelho ta fantástica, lindissima msmo, a maneira como a marte recebeu a noticia da morte das amigas foi tão cruel :g11: tão triste
é tão triste como elas nunca qerem um sacrificio mas n final acaba sempre por alguém ter q se sacrificar :g11:
a maneira como a rita percebeu q era ela a ter q se sacrificar e como a plutão dizia q naun, q naun era preciso q essa naun era asua missão :g11: , bolas, as palavras da rita foram tão lindas :g11: :g11: nem sei q dzer
meu deus tava lindo, lindissimo e qto ao capitulo ser grande adoro capitulos assim e adoro a tua escrita e como sempre acabaste numa parte q me deixou a curiosidade aqi a chatear sem pder ser acalmada

lindissimo msmo
um pormenor:
Rita fechou as pálpebras e sorriu, sentindo-se aquecida pela luz que vira há momentos atrás. Uma pequena chama que lhe recordava os tempos em que conhecera Bunny, Ami, Rita e Joana
naun qerias dzer Bunny, Ami, Maria e Joana
Piminha, acho que só daqui a um século é que vou comentar este maravilhoso capitulo, pois talvez seja apenas nessa altura que eu tenha recuperado as minha palavras para comentar decentemente!
Vamos lá tentar comentar isto, se conseguir encontrar palavras.
Primeiro facto que me fez adorar este capitulo: era grande
.o: Eu sou apaixonada por capitulos grandes. Não te importas de fazer destes mais vezes?? xDD
Adorei o inicio do capitulo. A maneira como descreveste aquele silêncio, a maneira como me senti aprisionada por ele. Senti-me a ser transportada para outra dimenção, dimenção essa onde toda este capitulo era visto pelso meus olhos, com cada pormenor descrevido.
Aquela revelação... Andas a aprender umas coisinhas com o Christopher Paolini!
Conseguiste que eu tivesse a mesma racção que tive quando li os últimos capítulos do livro Eldest. Não estava nada à espera daquilo. Foi como se conseguisse sentir a dor que a Rita sentiu naquele momento. Depois só de imagná-la quase a matar o Vio... (andas a dar-me umas ideias interessantes
). As palavras dele... Até me arrepiei toda.
Adorei a ideia do espelho. O facto de ela ver primeiro reflectido o seu aspecto como princesa e depois a localização da protectora das chamas, deu uma magia incrivel ao momento.
Consegui imaginar com clareza o trajecto que as duas guerreiras fizeram até ao local onde estava a Protectora das Chamas, assim como a aparencia desta. (é algo de que gosto muito, conseguir imaginar tudo com perfeição
).
O momento do sacrificio... Ai que a minha piminha lnda quer pôr-me a chorar!
As palavras que Rita disse à Susana deixaram-e com um enorme nó na garganta. Não chorei por pouco!! E depois aquela presença... Não é muito dificel de perceber de quem se tratava 
E pronto, cá tá este comentário que ficou horroroso. Mas para quem não tinha palavras até consegui escrever qualquer coisita
Fico à espera do próximo, grandinho como este se possível
Vamos lá tentar comentar isto, se conseguir encontrar palavras.
Primeiro facto que me fez adorar este capitulo: era grande
.o: Eu sou apaixonada por capitulos grandes. Não te importas de fazer destes mais vezes?? xDDAdorei o inicio do capitulo. A maneira como descreveste aquele silêncio, a maneira como me senti aprisionada por ele. Senti-me a ser transportada para outra dimenção, dimenção essa onde toda este capitulo era visto pelso meus olhos, com cada pormenor descrevido.
Aquela revelação... Andas a aprender umas coisinhas com o Christopher Paolini!
Conseguiste que eu tivesse a mesma racção que tive quando li os últimos capítulos do livro Eldest. Não estava nada à espera daquilo. Foi como se conseguisse sentir a dor que a Rita sentiu naquele momento. Depois só de imagná-la quase a matar o Vio... (andas a dar-me umas ideias interessantes
). As palavras dele... Até me arrepiei toda.Adorei a ideia do espelho. O facto de ela ver primeiro reflectido o seu aspecto como princesa e depois a localização da protectora das chamas, deu uma magia incrivel ao momento.
Consegui imaginar com clareza o trajecto que as duas guerreiras fizeram até ao local onde estava a Protectora das Chamas, assim como a aparencia desta. (é algo de que gosto muito, conseguir imaginar tudo com perfeição
).O momento do sacrificio... Ai que a minha piminha lnda quer pôr-me a chorar!
As palavras que Rita disse à Susana deixaram-e com um enorme nó na garganta. Não chorei por pouco!! E depois aquela presença... Não é muito dificel de perceber de quem se tratava 
E pronto, cá tá este comentário que ficou horroroso. Mas para quem não tinha palavras até consegui escrever qualquer coisita

Fico à espera do próximo, grandinho como este se possível



olha vou começar por dizer...NAO FICOU NADA DEMASIADO GRANDE!lol! adorei-o assim!
bom nem sei o que dizer...a minha cabeça ainda está a mil á hora, com montes de teorias a formarem-se e a serem destruidas..lol!
bom o inicio, como sempre esta maravilhoso..mas ja te disse nao sei quantas vezes o mesmo!
nao pudia deixar de referir no entanto este inicio porque está especial, quase mágico, transmites tao bem o ambiente que ficou ao Plutao ter referido aquelas palavras...
o silencio entre Marte e Vio, tudo..está mais que perfeito!!
e depois a revelaçao...eu ja desconfiava que ele fosse "da familia" dos inimigos..afinal as descriçoes das capas e tudo o mais levavam a crer que eram todos parecidos...mas nunca pensei que ele tivesse enganado a Rita daquela maneira no Milenio de Prata...embora uma duvidazinha continue no meu peito..a esperança que haja uma explicaçao, que haja qualquer coisa que o desculpe....até porque as palavras dele
"Eu disse-te Rita" "Já nao te lembras mais de mim"
hmm..ou entao é o meu romantismo a falar e a nao querer acabar com esta linda historia de amor...
Ai e eu continuo com a duvida..afinal como é que Susana recuperou tao rapido e foi ajudar a Rita...? hmm...me desconfiada dela...
depois a entrada no templo...Susana nao pode passar de um determinado ponto..certo...pensei a Rita sempre foi mais espiritual e tal, por isso foi a escolhida para passar! mas depois mais teorias um pouco mais bizarras e de certeza erradas afloraram a minha mente!lol!
E o espelho...bom as tuas descriçoes sao mesmo maravilhosas..pois consegui sentir que esse espelho era mesmo sagrado, quase me pareceu um sacrilegio estar a tocar-lhe, va a Rita...eu neste momento estava muito embrenhada na historia..lol!
E a visao de Rita, primeiro como princesa de Marte, e depois como o espelho lhe mostrou a localizaçao da Irma das Chamas..lindo!
A descriçao de Héstia foi magnifica e devo dizer que foi a Irma que achei mais bonita...a Anfritite é a que mais me fascina mas esta deve ser lindissima!!!pelo menos na minha mente é!lol!
E depois ao saberem que tinha que haver um sacrificio..coitadas...descobriram da pior maneira o que tinha acontecido com as amigas, e ainda ficaram na incerteza de quem se teria sacrificado...
mais uma vez a reaçao de Plutao me intrigou...va tudo bem ela é mais fria e racional, é uma sailor que sabe muito bem o seu dever e nao se deixa levar pelas emoçoes..mas bolas nao era preciso ser tao fria!lol! ficou com a pulga atras da orelha...
Já Rita reagiu exactamente como esperava...e transmitiste os sentimentos e o estado em que ela ficou duma forma sublime! e depois a maneira como ela queria evitar mais sacrificios...fez-me lembrar a reaçao de Maria...elas tem todas um coraçao tao puro...tentam sempre arranjar uma maneira de contornar as lutas e as mortes..
Hestia é que nao é mesmo para brincadeiras...nao há cá tempo para explicaçoes..é logo a atacá-las! engraçado que é assim que imagino o espirito da Irma das Chamas..quando tem que ser sabe ser rigida..tal como Rita...perfeito mais uma vez..
e depois os pensamentos de Rita..eu nao me quero alongar nesta parte porque me levou as lagrimas..mesmo! e ja te tinha dito que Marte nao era das minhas preferidas..mas estes ultimos capitulos levaram-me a gostar dela e esta parte entao...*lagrimas a espreitar de novo*
amei este paragrafo..as comparaçoes entre os sentimentos e personagens esteve excelente..muito bom mesmo Kaoru!
sem palavras.... *os soluços incontrolaveis do choro impedem-me de dizer seja o que for*
Desta vez apanhaste me mesmo desprevenida...nao pensei que houvesse sacrificios desta vez...por ver o tal "fragmento" vermelho nas maos da inimiga nao pensei que tivesse que morrer alguem desta vez...e muito menos Rita..pois queria desenvolvimentos da sua relaçao com Vio...
E mais uma vez o comportamento de Plutao me deixou com a pulga atras da orelha..desapareceu logo...e que passaro branco era aquele? ate a Hestia teve um arrepio..isto nao é bom sinal....
nao ligues as minhas teorias parvas...ao ler o capitulo as emoçoes andam no seu auge e levam-me a imaginar disparates...
Kaoru-chan, minha maninha mais linda, cada vez escreves melhor, a serio, quando penso que ja nao me consigo impressionar mais com a tua escrita, tu apresentas-me um capitulo destes...PARABENS
:g1:
*me estende um ovo kinder gigantesco a Kaoru, lá dentro os dvd´s do anime completo InuYasha, em japones com as legendas em ingles!lol! e os 4 filmes, repousando na caixa dos dvd´s está uma linda borboleta*

bom nem sei o que dizer...a minha cabeça ainda está a mil á hora, com montes de teorias a formarem-se e a serem destruidas..lol!
bom o inicio, como sempre esta maravilhoso..mas ja te disse nao sei quantas vezes o mesmo!

nao pudia deixar de referir no entanto este inicio porque está especial, quase mágico, transmites tao bem o ambiente que ficou ao Plutao ter referido aquelas palavras...
o silencio entre Marte e Vio, tudo..está mais que perfeito!!
e depois a revelaçao...eu ja desconfiava que ele fosse "da familia" dos inimigos..afinal as descriçoes das capas e tudo o mais levavam a crer que eram todos parecidos...mas nunca pensei que ele tivesse enganado a Rita daquela maneira no Milenio de Prata...embora uma duvidazinha continue no meu peito..a esperança que haja uma explicaçao, que haja qualquer coisa que o desculpe....até porque as palavras dele
"Eu disse-te Rita" "Já nao te lembras mais de mim"
hmm..ou entao é o meu romantismo a falar e a nao querer acabar com esta linda historia de amor...
Ai e eu continuo com a duvida..afinal como é que Susana recuperou tao rapido e foi ajudar a Rita...? hmm...me desconfiada dela...
depois a entrada no templo...Susana nao pode passar de um determinado ponto..certo...pensei a Rita sempre foi mais espiritual e tal, por isso foi a escolhida para passar! mas depois mais teorias um pouco mais bizarras e de certeza erradas afloraram a minha mente!lol!
E o espelho...bom as tuas descriçoes sao mesmo maravilhosas..pois consegui sentir que esse espelho era mesmo sagrado, quase me pareceu um sacrilegio estar a tocar-lhe, va a Rita...eu neste momento estava muito embrenhada na historia..lol!
E a visao de Rita, primeiro como princesa de Marte, e depois como o espelho lhe mostrou a localizaçao da Irma das Chamas..lindo!
A descriçao de Héstia foi magnifica e devo dizer que foi a Irma que achei mais bonita...a Anfritite é a que mais me fascina mas esta deve ser lindissima!!!pelo menos na minha mente é!lol!
E depois ao saberem que tinha que haver um sacrificio..coitadas...descobriram da pior maneira o que tinha acontecido com as amigas, e ainda ficaram na incerteza de quem se teria sacrificado...
mais uma vez a reaçao de Plutao me intrigou...va tudo bem ela é mais fria e racional, é uma sailor que sabe muito bem o seu dever e nao se deixa levar pelas emoçoes..mas bolas nao era preciso ser tao fria!lol! ficou com a pulga atras da orelha...
Já Rita reagiu exactamente como esperava...e transmitiste os sentimentos e o estado em que ela ficou duma forma sublime! e depois a maneira como ela queria evitar mais sacrificios...fez-me lembrar a reaçao de Maria...elas tem todas um coraçao tao puro...tentam sempre arranjar uma maneira de contornar as lutas e as mortes..
Hestia é que nao é mesmo para brincadeiras...nao há cá tempo para explicaçoes..é logo a atacá-las! engraçado que é assim que imagino o espirito da Irma das Chamas..quando tem que ser sabe ser rigida..tal como Rita...perfeito mais uma vez..
e depois os pensamentos de Rita..eu nao me quero alongar nesta parte porque me levou as lagrimas..mesmo! e ja te tinha dito que Marte nao era das minhas preferidas..mas estes ultimos capitulos levaram-me a gostar dela e esta parte entao...*lagrimas a espreitar de novo*
*Kaoru escreveu:E com a solidão, a dor. Esquecera o mal-estar físico que o impacto contra as labaredas invocadas por Héstia lhe haviam infligido, pois naquele locar existia uma dor maior do que qualquer outra que crescia no seio da solidão profunda onde se encontrava. A traição era um espectador curioso que se mantinha afastado, embora suficientemente próximo para que ela sentisse a sua presença. A perda era duas irmãs gémeas que lhe pediam para brincar, fazendo com que várias lágrimas quisessem sair ao vê-las, as memórias sorridentes de duas amigas suas que já não estavam lá. E a frustração era uma mulher de cabelos loiros, cansada e triste, desprotegida. Os fantasmas dos sentimentos que a perseguiam e ensombravam.
amei este paragrafo..as comparaçoes entre os sentimentos e personagens esteve excelente..muito bom mesmo Kaoru!
*Kaoru escreveu:- Porque tu mereces viver. – disse Rita com simplicidade, o que fez Susana recuar com espanto. – Passaste tempo demais nesse estado e mereces ver a luz do sol, cumprir os teus sonhos, cuidar da Octávia com a Mariana e a Haruka e, acima de tudo, és o elo de ligação do presente e do futuro. Mais do que nunca, a Bunny precisa de ti, Susana. E eu quero que vivas com alegria, quero que tenhas as esperanças que um dia me destruíram, quero que sintas aquilo que eu senti e que te seja dada a oportunidade de a viveres sem receio como eu. E só quero que experimentes estes sentimentos maravilhosos sem a dor que eu tive de sentir. Sempre passaste demasiado tempo a guardar um lugar repleto de solidão. Agora, Susana, vive. Vive com sentimento, com amizade, com amor. Com esperança.
sem palavras.... *os soluços incontrolaveis do choro impedem-me de dizer seja o que for*
Desta vez apanhaste me mesmo desprevenida...nao pensei que houvesse sacrificios desta vez...por ver o tal "fragmento" vermelho nas maos da inimiga nao pensei que tivesse que morrer alguem desta vez...e muito menos Rita..pois queria desenvolvimentos da sua relaçao com Vio...
E mais uma vez o comportamento de Plutao me deixou com a pulga atras da orelha..desapareceu logo...e que passaro branco era aquele? ate a Hestia teve um arrepio..isto nao é bom sinal....
nao ligues as minhas teorias parvas...ao ler o capitulo as emoçoes andam no seu auge e levam-me a imaginar disparates...
Kaoru-chan, minha maninha mais linda, cada vez escreves melhor, a serio, quando penso que ja nao me consigo impressionar mais com a tua escrita, tu apresentas-me um capitulo destes...PARABENS
:g1:
*me estende um ovo kinder gigantesco a Kaoru, lá dentro os dvd´s do anime completo InuYasha, em japones com as legendas em ingles!lol! e os 4 filmes, repousando na caixa dos dvd´s está uma linda borboleta*
Oh rapariga... Mais uma vez: BRILHANTE!
Héstia, a deusa das chamas, representada pela lareira e pela sua chama sagrada...
.o: Eu sabia que ias falar dessa! E a descrição encaixa perfeitamente, afinal, Héstia era a primeira deusa a receber os sacrifícios.
A que falta... Pensei em Eco, a ninfa das montanhas (acho que é essa que falta
), mas posso vir a ser surpreendida. 
Uma teoria que não é teoria porque está ali chapado: aquela não era a Plutão... Senão ela teria conseguido perceber o que estava no centro do compartimento, pois ela, tal como Rita, estava destinada à Fragmento das Chamas. Acho que aquilo de ter contado à Rita sobre o passado dela com o Vio era só uma maneira para conquistar a confiança dela. Afinal, a Susana está em coma. Uma pessoa não acorda assim do nada de um coma e começa logo ali a andar e a fazer tudo e mais alguma coisa. E depois desapareceu... Sem dúvida, não é a Susana...
(digo eu
)
E tenho a sensação que o Vio é mau e só está a fazer aquilo para conquistar a confiança da Susana. Posso estar muito enganada, mas é o que me parece... Teorias minhas... E depois vai tudo ao lado
Mais uma vez, adorei a descrição dos sentimentos da Rita (não falo da Susana porque soou-me a fingido... Pelo menos, segundo a minha teoria
). Quase que me metias a chorar. 
Já agora, não tenho problemas nenhuns com capítulos grandes, muito pelo contrário.
Adoro mesmo a tua fic! I LOVE IT SO MUCH! I love it, I love it, I love it... (*repete 7294 vezes*)
Héstia, a deusa das chamas, representada pela lareira e pela sua chama sagrada...
.o: Eu sabia que ias falar dessa! E a descrição encaixa perfeitamente, afinal, Héstia era a primeira deusa a receber os sacrifícios.
A que falta... Pensei em Eco, a ninfa das montanhas (acho que é essa que falta
), mas posso vir a ser surpreendida. 
Uma teoria que não é teoria porque está ali chapado: aquela não era a Plutão... Senão ela teria conseguido perceber o que estava no centro do compartimento, pois ela, tal como Rita, estava destinada à Fragmento das Chamas. Acho que aquilo de ter contado à Rita sobre o passado dela com o Vio era só uma maneira para conquistar a confiança dela. Afinal, a Susana está em coma. Uma pessoa não acorda assim do nada de um coma e começa logo ali a andar e a fazer tudo e mais alguma coisa. E depois desapareceu... Sem dúvida, não é a Susana...
(digo eu
)E tenho a sensação que o Vio é mau e só está a fazer aquilo para conquistar a confiança da Susana. Posso estar muito enganada, mas é o que me parece... Teorias minhas... E depois vai tudo ao lado

Mais uma vez, adorei a descrição dos sentimentos da Rita (não falo da Susana porque soou-me a fingido... Pelo menos, segundo a minha teoria
). Quase que me metias a chorar. 
Já agora, não tenho problemas nenhuns com capítulos grandes, muito pelo contrário.

Adoro mesmo a tua fic! I LOVE IT SO MUCH! I love it, I love it, I love it... (*repete 7294 vezes*)

Kristea nao digas que o Vio é mau...abalas por completo a minha ideia de um belo romance entre os dois!lol!
eu acho que ele é bonzinho..so que enfim nasceu do lado errado...faz parte do bando dos maus mas gosta mesmo da Rita e vai acabar por ajuda-la..(pronto nao liguem é a veia romantica a trabalhar...)
kristea fico deslumbrada com o teu conhecimento dos deus e deusas...sempre adorei mitologia..e se calhar é uma das razoes que gosto tanto da fic da Kaoru..
bom nao me vou alongar..lol! ja disse disparates que cheguem por hj!lol!
Kaoru_chan desculpa as minhas divagaçoes!lol!
EDIT: Parabens ao novo membro do gang dos ovos Kinder! desculpa S.E.A. so agr é que reparei! mas fico muito feliz que tenhas conseguido passar nos testes!eheh!
eu acho que ele é bonzinho..so que enfim nasceu do lado errado...faz parte do bando dos maus mas gosta mesmo da Rita e vai acabar por ajuda-la..(pronto nao liguem é a veia romantica a trabalhar...)
kristea fico deslumbrada com o teu conhecimento dos deus e deusas...sempre adorei mitologia..e se calhar é uma das razoes que gosto tanto da fic da Kaoru..
bom nao me vou alongar..lol! ja disse disparates que cheguem por hj!lol!
Kaoru_chan desculpa as minhas divagaçoes!lol!
EDIT: Parabens ao novo membro do gang dos ovos Kinder! desculpa S.E.A. so agr é que reparei! mas fico muito feliz que tenhas conseguido passar nos testes!eheh!
Em primeiro lugar, antes de tudo, tenho muito que vos agradecer. À medida que a história tem avançado, só me posso surpreender com os vossos comentários, e acreditem que cada um é uma novidade para mim, misturada com aquela sensação familiar de já estar habituada a vê-los. É com uma grande honra que me dedico a responder-vos, porque adoro ler-vos! Muito obrigada pela força que me têm dado :]
Princess Serenity, desde já agradeço-te muito o comentário!
Fiquei contente por teres gostado do início, pois para mim caracteriza muito o sentimento vivido pela Rita em relação aos seus anseios perante uma hipotética traição do Vio. Foi mesmo uma desilusão que “lhe tirou o mundo debaixo dos pés”, como dizes, e foi precisamente isso que tentei demonstrar através de palavras. Confesso que não foi sempre muito fácil, porque são sentimentos (especialmente estes) muito delicados, e tive alguma dificuldade em iniciar, desta vez, devido à fragilidade destes, mas, no final, confesso que fiquei agradada 
Disseste uma coisa certa; embora elas não desejem os sacrifícios, têm acabado sempre com um (por enquanto, pelo menos
). Ainda bem que gostaste das palavras da Rita, confesso que fiquei um pouco receosa que não gostassem… Mas, para mim, elas reflectiam o verdadeiro “eu” dela e aquilo em que acreditava e sentia.
Oh, e que alívio por o capítulo não ter sido demasiado grande! Foi um dos maiores que fiz (em comparação, só o da Anfitrite é que ficou semelhante), mas era impossível dividi-lo, tinha de ser tudo sequencial para conseguir fazer um apanhado desta parte. Ainda bem que não te desencorajei com o tamanho!
E muito, muito mas muito obrigada pelo reparo! Eu reli e não dei conta :
': Ainda bem que apontaste, ou ter-me-ia passado! Muito obrigada, a sério! 
Likinhas, priminha querida!
Muito obrigada desde já pelo lindo comentário aqui deixaste!
Daqui a um século?! Oh, isso é muito tempo!
E eu acho que comentaste muito decentemente 
Fico muito aliviada, como disse à Princess Serenity, que o tamanho do capítulo te tenha agradado! Confesso que fiquei com receio que vocês ficassem um pouco desencorajados com o tamanho, ou o achassem demasiado maçador… Os outros acabam por ter quase sempre o mesmo tamanho porque já me é natural. Mas, desta vez, não podia mesmo dividir por partes, e estava de tal modo embrenhada que mal dei pelas páginas a aglomerarem-se
Como também já disse, esse silêncio é muito profundo em termos de significado, pois acredito que, por vezes, o silêncio fala mais do que quaisquer palavras que possam ser ditas, e essa ausência de palavras, às vezes respeitada, outras vezes apreciada, também pode ser temida e dolorosa. Neste caso, que foi o último, reflectiu o medo que a Rita sentia e a dúvida.
Nunca li o Eldest (ainda!
), mas confesso que é um elogio dizeres-me isso! (principalmente tu gostando tanto do escritor!) Muito obrigada!
Esta ideia já estava presente aqui na minha cabeça desde o momento em que introduzi o Vio na história, daí que… Veremos o que acontece
Mas, menina Likinhas, tenha lá cuidado com essas ideias que eu não quero que nada de mal aconteça a um dos meus casais preferidos de sempre ;_; (Liana *caugh* e *caugh* Sérgio *caugh*)
O espelho tem um significado mais profundo, mas prometo que explico noutra altura, ou vais ter muito para ler nesta minha resposta
Fico muito contente que tenhas imaginado tudo com essa precisão, é mesmo muito importante para mim! E realmente tens razão, não é difícil saber qual era a personagem que a Rita viu
E fico também satisfeita por teres gostado do sacrifício, espero que tenha estado à altura dos outros 
Horroroso?! Qual horroroso… Sempre muito bonito e muito completo! Muito obrigada!
neptune-chan
Se vocês soubessem o alívio que é saber que o capítulo não ficou assim muito grande demais…! Muito obrigada pelo teu lindo comentário mais uma vez! 
Vou aproveitar para dizer uma coisa; eu adoro as vossas teorias e a forma como as apresentam! Por isso, não tenham medo de as dizer, eu fico mesmo muito contente, e muitas delas têm todo o sentido e razão de ser! Por isso, neptune-chan, nada de dizeres que são más! Eu gosto imenso de as ler
Sim, eu sempre caracterizei o Vio com as mesmas roupas que os restantes inimigos, é certo
E gosto da tua dúvida, agora se ela está correcta ou não… Isso não posso dizer!
Mas saber-se-á, fica desde já prometido que vou saciar a tua curiosidade (e também não vou destronar as tuas esperanças
)! E sublinhaste uma parte importante, sem dúvida!
Desconfiada da Susana, neptune-chan (como eu gosto destas teorias!)? Quem me dera poder dizer algo em relação a isso, mas não posso mesmo
Ela é racional, como disseste, mas também é verdade que deixei aquele mistério da súbita recuperação do coma no ar. Veremos no que vai dar 
A Héstia, confesso, foi a Irmã que mais gostei de desenhar, na altura em que a imaginei, e foi a segunda que criei, logo depois da Anfitrite. Fico muito feliz por a teres achado assim bonita! É um pouco diferente das restantes, o tamanho do cabelo, por exemplo, que desta vez é curto
E na minha mente a Anfitrite também é muito bonita, fico mesmo satisfeita por ter conseguido transmitir essa ideia!
Não é muito para brincadeiras, gostei
E isso também se prende com o facto de, como disse, elas se terem demorado um pouco mais a encontrá-la, já que a Anfitrite e a Hemera receberam os sacrifícios no dia anterior.
Tentei descrever o melhor que pude a Rita e os seus sentimentos, e é muito bom saber que gostaste! Todas as navegantes têm um coração puro, embora reajam de formas diferentes às situações que lhes são apresentadas. E mais uma vez te digo que fico imensamente satisfeita por gostares um pouco mais desta navegante!
Confesso que pensei muito quanto a este sacrifício e foi o que mais voltas deu, mas tudo terá uma explicação, prometo
E mais uma vez, as tuas teorias estão longe de serem parvas! Ai menina neptune, se volta a dizer isso fico chateada
(a brincar, claro!)
*recebe os presentes com um enorme sorriso* Realmente conheces-me bem, neptune-chan…! Nem sei o que dizer…! Muito obrigada por tudo!
Kristea, uma vez mais, muito obrigada pelo teu comentário!
E, uma vez mais também, consegues surpreender-me com cada coisa que dizes, de verdade. Parece que descortinas cada acontecimento da história com uma grande perícia e sentido de observação! És mesmo perspicaz 
Mais uma vez, não podias estar mais certa! Héstia, a deusa grega simbolizada pelo fogo da lareira
E essa mesma chama, segundo a mitologia, brilhava sem cessar nos templos. Admirei realmente o que disseste sobre ser a primeira deusa a receber sacrifícios; muito bem, associaste um pormenor de uma forma mesmo perspicaz, volto a dizer! Em relação ao nome da última Irmã, não posso mesmo confirmar ou desmentir a hipótese de Eco, mas digo, desde já, que é uma bela possibilidade (e fiquei mesmo surpreendida neste ponto com o teu conhecimento sobre mitologia, que é sem dúvida muito bom) 
E mais admirada fiquei com o que disseste a seguir sobre a Plutão. Não te conheço pessoalmente, mas quase que conseguia imaginar-te a dizeres isso com o máximo de convicção possível
Explicaste muito bem a tua teoria, deste argumentos realmente poderosos, e tenho pena até de não poder dizer nada acerca dela, mas fica já a nota que tenho vindo a admirar esse teu sentido de observação, focas cada pormenor com uma grande perícia
Quanto ao Vio, também não posso dizer nada acerca dele
Como já disse, tentei expressar os sentimentos da Rita o melhor que as palavras me permitiram fazer. Fico, assim, contente por teres gostado! E também pelo facto de não te teres importado com o tamanho do capítulo
Muito, muito, muito, muito obrigada, tanto pelo comentário como por todos os elogios!
*repete 7294 vezes também* 
Princess Serenity, desde já agradeço-te muito o comentário!
Fiquei contente por teres gostado do início, pois para mim caracteriza muito o sentimento vivido pela Rita em relação aos seus anseios perante uma hipotética traição do Vio. Foi mesmo uma desilusão que “lhe tirou o mundo debaixo dos pés”, como dizes, e foi precisamente isso que tentei demonstrar através de palavras. Confesso que não foi sempre muito fácil, porque são sentimentos (especialmente estes) muito delicados, e tive alguma dificuldade em iniciar, desta vez, devido à fragilidade destes, mas, no final, confesso que fiquei agradada 
Disseste uma coisa certa; embora elas não desejem os sacrifícios, têm acabado sempre com um (por enquanto, pelo menos
). Ainda bem que gostaste das palavras da Rita, confesso que fiquei um pouco receosa que não gostassem… Mas, para mim, elas reflectiam o verdadeiro “eu” dela e aquilo em que acreditava e sentia.Oh, e que alívio por o capítulo não ter sido demasiado grande! Foi um dos maiores que fiz (em comparação, só o da Anfitrite é que ficou semelhante), mas era impossível dividi-lo, tinha de ser tudo sequencial para conseguir fazer um apanhado desta parte. Ainda bem que não te desencorajei com o tamanho!

E muito, muito mas muito obrigada pelo reparo! Eu reli e não dei conta :
': Ainda bem que apontaste, ou ter-me-ia passado! Muito obrigada, a sério! 
Likinhas, priminha querida!
Muito obrigada desde já pelo lindo comentário aqui deixaste!
Daqui a um século?! Oh, isso é muito tempo!
E eu acho que comentaste muito decentemente 
Fico muito aliviada, como disse à Princess Serenity, que o tamanho do capítulo te tenha agradado! Confesso que fiquei com receio que vocês ficassem um pouco desencorajados com o tamanho, ou o achassem demasiado maçador… Os outros acabam por ter quase sempre o mesmo tamanho porque já me é natural. Mas, desta vez, não podia mesmo dividir por partes, e estava de tal modo embrenhada que mal dei pelas páginas a aglomerarem-se

Como também já disse, esse silêncio é muito profundo em termos de significado, pois acredito que, por vezes, o silêncio fala mais do que quaisquer palavras que possam ser ditas, e essa ausência de palavras, às vezes respeitada, outras vezes apreciada, também pode ser temida e dolorosa. Neste caso, que foi o último, reflectiu o medo que a Rita sentia e a dúvida.
Nunca li o Eldest (ainda!
), mas confesso que é um elogio dizeres-me isso! (principalmente tu gostando tanto do escritor!) Muito obrigada!
Esta ideia já estava presente aqui na minha cabeça desde o momento em que introduzi o Vio na história, daí que… Veremos o que acontece
Mas, menina Likinhas, tenha lá cuidado com essas ideias que eu não quero que nada de mal aconteça a um dos meus casais preferidos de sempre ;_; (Liana *caugh* e *caugh* Sérgio *caugh*)O espelho tem um significado mais profundo, mas prometo que explico noutra altura, ou vais ter muito para ler nesta minha resposta
Fico muito contente que tenhas imaginado tudo com essa precisão, é mesmo muito importante para mim! E realmente tens razão, não é difícil saber qual era a personagem que a Rita viu
E fico também satisfeita por teres gostado do sacrifício, espero que tenha estado à altura dos outros 
Horroroso?! Qual horroroso… Sempre muito bonito e muito completo! Muito obrigada!

neptune-chan
Se vocês soubessem o alívio que é saber que o capítulo não ficou assim muito grande demais…! Muito obrigada pelo teu lindo comentário mais uma vez! 
Vou aproveitar para dizer uma coisa; eu adoro as vossas teorias e a forma como as apresentam! Por isso, não tenham medo de as dizer, eu fico mesmo muito contente, e muitas delas têm todo o sentido e razão de ser! Por isso, neptune-chan, nada de dizeres que são más! Eu gosto imenso de as ler

Sim, eu sempre caracterizei o Vio com as mesmas roupas que os restantes inimigos, é certo
E gosto da tua dúvida, agora se ela está correcta ou não… Isso não posso dizer!
Mas saber-se-á, fica desde já prometido que vou saciar a tua curiosidade (e também não vou destronar as tuas esperanças
)! E sublinhaste uma parte importante, sem dúvida!Desconfiada da Susana, neptune-chan (como eu gosto destas teorias!)? Quem me dera poder dizer algo em relação a isso, mas não posso mesmo
Ela é racional, como disseste, mas também é verdade que deixei aquele mistério da súbita recuperação do coma no ar. Veremos no que vai dar 
A Héstia, confesso, foi a Irmã que mais gostei de desenhar, na altura em que a imaginei, e foi a segunda que criei, logo depois da Anfitrite. Fico muito feliz por a teres achado assim bonita! É um pouco diferente das restantes, o tamanho do cabelo, por exemplo, que desta vez é curto
E na minha mente a Anfitrite também é muito bonita, fico mesmo satisfeita por ter conseguido transmitir essa ideia!
Não é muito para brincadeiras, gostei
E isso também se prende com o facto de, como disse, elas se terem demorado um pouco mais a encontrá-la, já que a Anfitrite e a Hemera receberam os sacrifícios no dia anterior.Tentei descrever o melhor que pude a Rita e os seus sentimentos, e é muito bom saber que gostaste! Todas as navegantes têm um coração puro, embora reajam de formas diferentes às situações que lhes são apresentadas. E mais uma vez te digo que fico imensamente satisfeita por gostares um pouco mais desta navegante!

Confesso que pensei muito quanto a este sacrifício e foi o que mais voltas deu, mas tudo terá uma explicação, prometo
E mais uma vez, as tuas teorias estão longe de serem parvas! Ai menina neptune, se volta a dizer isso fico chateada
(a brincar, claro!)*recebe os presentes com um enorme sorriso* Realmente conheces-me bem, neptune-chan…! Nem sei o que dizer…! Muito obrigada por tudo!

Kristea, uma vez mais, muito obrigada pelo teu comentário!
E, uma vez mais também, consegues surpreender-me com cada coisa que dizes, de verdade. Parece que descortinas cada acontecimento da história com uma grande perícia e sentido de observação! És mesmo perspicaz 
Mais uma vez, não podias estar mais certa! Héstia, a deusa grega simbolizada pelo fogo da lareira
E essa mesma chama, segundo a mitologia, brilhava sem cessar nos templos. Admirei realmente o que disseste sobre ser a primeira deusa a receber sacrifícios; muito bem, associaste um pormenor de uma forma mesmo perspicaz, volto a dizer! Em relação ao nome da última Irmã, não posso mesmo confirmar ou desmentir a hipótese de Eco, mas digo, desde já, que é uma bela possibilidade (e fiquei mesmo surpreendida neste ponto com o teu conhecimento sobre mitologia, que é sem dúvida muito bom) 
E mais admirada fiquei com o que disseste a seguir sobre a Plutão. Não te conheço pessoalmente, mas quase que conseguia imaginar-te a dizeres isso com o máximo de convicção possível
Explicaste muito bem a tua teoria, deste argumentos realmente poderosos, e tenho pena até de não poder dizer nada acerca dela, mas fica já a nota que tenho vindo a admirar esse teu sentido de observação, focas cada pormenor com uma grande perícia
Quanto ao Vio, também não posso dizer nada acerca dele
Como já disse, tentei expressar os sentimentos da Rita o melhor que as palavras me permitiram fazer. Fico, assim, contente por teres gostado! E também pelo facto de não te teres importado com o tamanho do capítulo
Muito, muito, muito, muito obrigada, tanto pelo comentário como por todos os elogios!
*repete 7294 vezes também* 
Tens de entrar para responderes neste tópico.




Reportar comentário
Escolhe o motivo da denúncia e acrescenta mais contexto se necessário.