Sailor Moon Portugal, A Navegante da Lua

A Flor de Pandora

#421
Haruhi escreveu:Kaoru!! Ai, tu matas-me toda a gente >.<
Quase que chorei muito pela Mariana, amei o capítulo...
E omg, este último!
A Ayame é tão mesteriosa, mas até gosto dela... tenho uma pequena teoria (outra vez Matreiro) mas acho que não vou dizer, pode estar mal e também se estiver certa acaba por ser mal dizer LOL.

De qualquer das maneiras, escreves maravilhosamente bem Surprised.o: Surprised.o: quem me dera ter um terço do teu jeito para isto! Parabéns!

Haruhi, muito obrigada!! Embarassed Como já disse antes, nunca sei o que dizer quando me vejo confrontada com estes elogios...! Mas aí tenho de discordar contigo; ter o terço do meu jeito para isto?! Não devo estar a falar com a autora de uma das histórias mais ameaçadas do fórum Razz Nada disso, Haruhi, tu escreves muitíssimo bem, e já te disse antes que admiro a forma como o fazes, para além de teres ideias fantásticas Very Happy

Ainda bem que gostaste do capítulo do sacrifício da Mariana, fico contente! Parece que foi um dos mais apreciados por aqui Smile E também fico contente por gostares da Ayame Misteriosa Wink

Ah, e não mato nada toda a gente *assobia e faz de conta que não sabe de nada* Razz

Muito obrigada pelo comentário! Simpatico2


cara e prezada neptune, temos de exercitar os nossos cérebros para encontrarmos alguma tarefa digna de ser recordada Wink
#422
*Kaoru escreveu:Ai que as teorias despertaram desconfianças na _S.E.A_ Razz Ah, não queres que ela seja a má da fita... Mmm... *assobia assobia*

> OFFTOPIC: Cara prezada Tixa_Xana, urge a necessidade de preparar com a cara prezada neptune algumas provas do mais elevado valor com o efeito de serem incumbidas ao senhor rmmr e senhora _S.E.A_ para integrarem ou não este grandioso Gang *voz solene como o momento assim o exige*

*volta ao normal*

rmmr, obrigada pelo interesse Very Happy Ainda só tenho três páginas escritas no word... Neutral Mas as ideias, como são muitas... Talvez até fique pronto depressa Embaracoso

Ai k bom, ficar pronto depressa! Very HappyD Kakoi!!^

Ei, ei! Ninguém me falou em provas! Como é k é isso? Incredulo

Um grande, grande obrigada pela sign e pelo avie Xaninha kida! ^^



Jovens escritores, nao resistem a chocolate? Especialmente Kinder? Então cuidado, o gang anda rondando
#423
Olha _S.E.A_, tu a postares aqui e eu a acabar agora mesmo o capítulo! Razz Mas não vou colocar já porque estou a escrever o seguinte, fiquei muitíssimo inspirada. Só posso revelar que é um capítulo com bastante descrição, emoções fortes e grandes revelações Razz

Offtopic:
Spoiler
Ah, sim, provas! Juntamente com as prezadas Xana e neptune, estamos a prepará-las. Aguardem-nos, em breve terão ao seu dispor os documentos que lhes permitirão ou não a entrada no gang Cool
#424
*Kaoru escreveu:Olha _S.E.A_, tu a postares aqui e eu a acabar agora mesmo o capítulo! Razz Mas não vou colocar já porque estou a escrever o seguinte, fiquei muitíssimo inspirada. Só posso revelar que é um capítulo com bastante descrição, emoções fortes e grandes revelações Razz

Offtopic:
Spoiler
Ah, sim, provas! Juntamente com as prezadas Xana e neptune, estamos a prepará-las. Aguardem-nos, em breve terão ao seu dispor os documentos que lhes permitirão ou não a entrada no gang Cool

AAAAAAAAAH! a sééééééério???
*mim espera ansiosamente pelo novo capitulo!*
Surprised.o: Surprised.o: Surprised.o: Surprised.o: Surprised.o: Surprised.o: Surprised.o:


e quanto ás provas... ou se despaxam ou começo a subornar pessoas com chocolates da feira em vez de ovos kinder xDDD
#425
*Kaoru escreveu:Olha _S.E.A_, tu a postares aqui e eu a acabar agora mesmo o capítulo! Razz Mas não vou colocar já porque estou a escrever o seguinte, fiquei muitíssimo inspirada. Só posso revelar que é um capítulo com bastante descrição, emoções fortes e grandes revelações Razz

Offtopic:
Spoiler
Ah, sim, provas! Juntamente com as prezadas Xana e neptune, estamos a prepará-las. Aguardem-nos, em breve terão ao seu dispor os documentos que lhes permitirão ou não a entrada no gang Cool

Ainda bem que ficaste inspirada, ehehe! Embaracoso
O pessoal está ancioso por um novo capítulo (falando por mim LOL).
Vou estar atenta ao tópico para ver quando postas Surprised.o:
#426
mim junta-se Surprised.o:

vou ficar esperando ansiosamente por um novo capitulo com um ovo kinder na mao e outras supresas mais xDD
#427
Shocked um nvo capitulo! uma pessoa fica sem net durante uns dias e dá nisto

dsculpa, dsculpa, dsculpa :g1: naun ter visto nem ter vindo comentar antes. agora aqi vai: Embaracoso



*Kaoru escreveu:A escuridão do Espaço, naquele instante, parecia enevoada aos olhos de quem a observava, habituada aos seus contornos aparentemente iguais mas que eram constantemente mutáveis. Aquilo que, para muitos, era vazio, estava preenchido de tantas coisas que ela distinguia com nitidez, como se os pedaços de estrelas fossem almas errantes, presas para sempre no mundo dos vivos, emanando uma luminosidade mais fraca do que a chama de uma minúscula vela consumida pelo negrume. E o seu espírito tornava-se mais repleto de uma ausência que procurava constantemente, sentada num dos pilares das ruínas de um palácio antigo, enquanto observava atentamente o planeta azul, à espera. Uma espera que parecia ter terminado quando uma dor lhe queimou a palma da mão.

meu deus! adorei esta parte, enqanto lia fez.m parecer q ouvia por tras aqelas musicas meias assustadoras dos filmes d terror, tipo suspanse ou uma coisa assim, naun sei explicar bem.. Matreiro

tenho d dizer q msmo adorei este inicio, deu uma sensação d estar msmo a ver um filme.. bolas nem sei explicar :Embaracoso': resumindo tava lindissimo

adoro a parte em q mostras.t como q as "ideias" do inimigo, adoro ver o modo como eles pensam, é tão intrigante Surprised.o:

"já temos a confiança delas" essa frase meteu.m msmo pensativa e fez.m criar umas teorias meias parvas mas q até pdem ter certa razao embora se tiverem d certeza q é por um triz Embaracoso

a ayame.. Mal disposto essa mulher dá.m cabo das ideias, ora parece.m uma coisa ora parece.m outra, tou desejosa d sber s tenho razao e a ayame é qem eu penso q é x'D

o Gonçalo ao compreender a Bunny Surprised.o: foi tão fofo! taun giro, lindo msmo.
aqela "chantagem" com a Bunny, a maneira como a Bunny soube d morte da jupiter foi tão cruel :='(:
fiqei com tanta pena dela qdo ela se sentiu uma "inutil" incapaz d cumprir a ameaça, pela morte das suas amigas :g11: :g11:

tva lindissimo tal como tdos os teus capitulos, vou ficar esperando ansiosamente um nvo capitulo tbém Razz



merci, André <3
_______________________________

Hapinnes in colour motion... porque a cor é, afinal, a base de toda a felicidade! - by dizzy

#428
Haruhi, rmmr e Xana, muito obrigada pelas vossas palavras de apoio! Vou só responder à Princess Serenity e coloco de seguida o capítulo, até porque depois vai demorar um pouco a terem o novo Wink

Princess Serenity, não precisas de pedir desculpa! Very Happy Eu fico sempre muito contente quando as pessoas vêm comentar e dizem que leram e fazem comentários que me deixam mesmo feliz. Saber que vocês lêem é uma grande honra e satisfação para mim Smile

Fico contente que tenhas gostado! Gostei do teu comentário quando às músicas assustadoras Razz Se houvesse música, seria a típica dos inimigos, mas por acaso imagino sempre tudo em silêncio nessas partes que falo deles, deve ser porque o local é tão deserto... Mas gostei da observação! Smile

A frase foi polémica Razz Mas tem sentido e razão de ser... Depois verão Wink

Desculpa a falta de palavras, mas hoje já escrevi tanto que está a ser difícil Razz

Muito obrigada por estares a gostar e por teres comentado! Very Happy Espero que continues a gostar Smile


Vou ajeitar a disposição do capítulo e aí vem ele Embaracoso
#429
Capítulo XX
Engano
~O estreito limite dos sentimentos~
O autocarro deslizava a uma velocidade constante pelo interior da noite através da faixa da longa estrada que separava as cidades de Tóquio e Ise. Rita, que observara o dia a empalidecer, sentada num banco gasto da estação rodoviária, olhava agora para as estrelas que salpicavam o céu, enquanto a sua mão direita tocava o centro do peito frio. Havia uma dor que a incomodava já há algumas horas, uma sensação desconfortável que lhe dava vontade de chorar, como se houvesse um motivo escondido por detrás do brilho suave dos pontos luminosos que repousavam no firmamento negro. Desviou ligeiramente o olhar, reparando nas pessoas que viajavam àquela hora tardia e tentou abstrair-se daqueles pensamentos irracionais, procurando confrontar os factos que a tinham levado a sentar-se no banco daquele autocarro e a enfrentar uma viagem de oito longas horas em direcção a uma cidade onde nunca antes havia estado.

Depois da partida de Ami e Mariana, Rita apressara-se a regressar ao templo. Na noite anterior, estudara com afinco todas as palavras que constituíam o capítulo dedicado à Protectora das Chamas, esforçando-se por compreender a sua localização, mas indo sempre parar àquelas páginas desbotadas e vazias que necessitavam da intervenção de Susana para serem decifradas. Enquanto que todas as outras haviam conseguido descobrir o paradeiro das respectivas Irmãs, ela fora a única que, não tendo a companheira em condições para a ajudar, ficara de parte. Lera vezes e vezes sem conta o texto onde constavam informações acerca da história e nascimento da Protectora das Chamas, da sua participação fulcral no restabelecimento da harmonia dos quatro elementos, extinguindo os enormes incêndios que alastraram pelo mundo, varrendo as cinzas que impediam a luz solar de iluminar a Terra e fazendo com que a neve derretesse em determinadas zonas, aquecendo as pessoas geladas, entre outros gestos que tinham exigido a sua interferência. Mas não encontrou, por entre as linhas cuidadosamente escritas, qualquer referência ao seu paradeiro. Sabia que, sem Susana, seria impossível descobri-lo, assim como também sabia que esta, devido ao seu estado delicado, podia demorar muito tempo a acordar. Assim, no momento em que as amigas partiram, a decisão de tentar ao máximo descobrir o local onde aquela Irmã se encontrava tomou formas ainda mais consistentes na sua alma. Tinha de conseguir.

No templo, Rita rezou horas a fio, implorando com respeito e serenidade às labaredas por uma resposta. Esperou, paciente e solícita, ajoelhada no chão duro, ignorando a tensão a que os seus músculos iam ficando sujeitos. E, no entanto, nada vinha. Nada. Finalmente, e após quatro longas horas que marcaram o final da manhã, Rita abriu os olhos, ligeiramente frustrada e convencida da sua inutilidade como guerreira naquela situação em particular. Erguendo-se com alguma dificuldade devido à dormência das suas pernas, a rapariga de longos cabelos negros saiu para o exterior, aspirando o ar fresco que lhe era trazido pelo vento. Fechou os olhos, permitindo que o batimento das asas dos corvos, o roçar das folhas, o zumbir de um insecto e todos os outros sons com que a natureza a brindava lhe entrassem pelos ouvidos e a enchessem de uma paz divina. A paz das crenças em que se apoiava e praticava. Ficou assim, durante algum tempo, quando um som diferente se sobressaiu um pouco dos restantes, como que reclamando por uma atenção discreta da sua parte. Mantendo as pálpebras cuidadosamente cerradas, Rita fez um esforço para redobrar a atenção, tentando distinguir algo que lhe parecia ser uma palavra sussurrada. Uma simples palavra de três letras que lhe era trazida, juntamente com todos os outros sons, pela brisa delicada e adocicada. Ise. Ise. Ise.

Quando abriu os olhos de novo, Rita constatou que estava sozinha. Durante alguns segundos, perguntou-se se o nome daquela cidade seria alguma pista, um aviso divino ou uma cilada preparada pelo inimigo. Apesar da sua desconfiança, aquela palavra, tão calmamente proferida num tom de voz demasiado baixo para ser reconhecível, era atractiva, como se a empurrasse nessa direcção e ela se deixasse levar, sem quaisquer tenções de resistir. Para além disso, pensou, o que tinha a perder? Com Susana em coma, tinha de começar por algum lado, mesmo que esse lado significasse ter de enfrentar uma viagem de oito horas de duração num banco nada confortável de um autocarro. Mas Rita tinha um bom pressentimento e, por isso, decidiu segui-lo, deixando apenas uma nota ao avô para avisar as amigas da sua partida.

Ise era uma cidade muito procurada pelos estrangeiros e restantes habitantes de Tóquio naquela época particular e, por isso, foi com dificuldade que Rita encontrou um horário do autocarro que efectuaria a sua viagem até aí. Suspirou quando o rapaz da bilheteira a informou que só no final da tarde poderia partir. Esperou, por isso, quatro longas horas que lhe pareceram pelo menos três vezes maiores do que as passadas em frente às chamas, durante a parte da manhã, em muito devido à estranha e incómoda sensação que a magoava no peito, como se algo duro e pesado o pressionasse, algo que nunca desapareceu com o avançar dos ponteiros do relógio. Aliás, a dor intensificara-se meia hora antes de entrar no veículo bafiento de dois andares, que encheria até chegarem ao seu destino.

Rita suspirou novamente ao observar as estrelas luzidias. Apesar do bom pressentimento que tivera no templo, começava a sentir-se um pouco insegura em relação àquela decisão. Não sabia nada das amigas e temia por Bunny. Resmungou quando um pequeno solavanco a fez esbarrar a testa contra o vidro gelado e olhou para o céu limpo. Não fossem estar no pico do Verão e quase que podia assegurar que a neve se aproximava.

***
Quando Rita acordou, sentiu o espanto a tomá-la de assalto e dois pensamentos invadiram a sua mente sonolenta e cansada; ou ainda estava a sonhar, ou tinha apanhado o autocarro errado.

A paisagem, coberta por uma fina camada de neve, estendia-se por todo o seu comprimento, revelando um horizonte branco e puro. O céu era um reflexo ensombrado do chão pálido, carregado de nuvens frescas e planas. Rita não podia acreditar como a temperatura baixara tanto e enrolou-se sobre si mesma, procurando tapar as mãos com as mangas finas do casaco. Ao longe, Ise era uma cidade cujos telhados das casas mostravam que a presença da neve estava longe de ser um sonho.

“Mas, não é possível, como é que já é dia? Era suposto chegarmos às três da manhã…” - pensou, mal o autocarro cruzou as primeiras imediações da cidade. Rita viu, através do vidro embaciado, crianças a brincarem na neve, atirando bolas roliças umas às outras e rindo com prazer. Estremeceu só de pensar no frio que devia fazer lá fora.

Quando, finalmente, o veículo parou, Rita, com os pés ainda um pouco dormentes, tanto pela inactividade como pelas baixas temperaturas, interpelou o condutor sobre aquela demora. O homem encolheu os ombros.

- Tivemos de parar a meio do caminho por causa da tempestade de neve. A menina devia ir a dormir, para não se ter apercebido…

Rita suspirou e agradeceu, abandonando o autocarro e confirmando os seus receios quanto ao frio. A temperatura era demasiado baixa para a roupa que envergava; uma fina camisola coberta por um casaco primaveril, a saia curta deixando-lhe grande parte das pernas longas nuas e expostas ao ar gelado. As pessoas, alheias aos seus tremores, escondiam-se nos casacos quentes e grossos, os sorrisos das crianças contrastando com os olhares soturnos dos adultos que pareciam não apreciar muito aquele fenómeno natural. A custo, Rita encolheu-se e começou a caminhar, perguntando-se agora o que fazer.

As ruas de Ise, estreitas e longas, pareciam não ter fim. As casas baixas e envelhecidas, cujos tectos adornados com figuras seculares e sagradas estavam agora salpicadas de branco, eram estranhamente agradáveis de apreciar. Por uma outra vez passou por uma larga rua onde os mercadores e comerciantes apregoavam os seus produtos, esfregando as mãos e bafejando-as, tentando ignorar o frio que se abatera por aquelas redondezas. Rita reparou também que numa esquina ou noutra surgiam pequenos templos xintoístas, algo que a intrigou e fez parar durante um pouco. Sentia progressivamente a atmosfera a modificar-se, como se houvesse uma mensagem naquela cidade, algo que ainda não conseguira descodificar. Os seus passos seguiam uma única direcção, e nem por uma vez interpelou um habitante para perguntar onde estava. Não sabia para onde ir, ao certo, mas confiava no destino e nas suas vontades.

Quando as ruas se alargaram por completo e se fundiram num local amplo e movimentado, Rita admirou a paisagem diante de si. Um rio congelado brilhava, como se se tratasse de uma face polida dum diamante gigante. As árvores, cujas copas eram agora farrapos de algodão, ladeavam uma ponte de madeira que se erguia por cima da extensa camada de gelo, permitindo a passagem até ao outro lado da margem. As muitas pessoas passavam com alguns sacos nas mãos, de olhar baixo e respeitoso, dignificando a natureza em estado quase puro. Rita sentiu a densidade da atmosfera a aumentar proporcionalmente aos batimentos que o seu coração soltava, um pressentimento forte a preencher-lhe o espírito e os movimentos. Havia qualquer coisa naquele lugar, qualquer força invisível que era suprema, uma sensação de pureza e divindade tão parecida àquela que sentia quando se sentava diante das chamas e lhes pedia conselho e iluminação.

Decidiu atravessar os cem metros que separavam uma margem da outra, olhando admirada em redor. A travessia, embora curta, foi longa o suficiente para compreender que estava prestes a penetrar num lugar sagrado, cujas forças espirituais eram muito maiores do que as que pudessem existir noutro qualquer lugar onde já tivesse estado. Leu numa tabuleta velha, com caracteres meticulosamente gravados e gastos pelo tempo, que acabara de atravessar a ponte Uji e, embora o nome não lhe fosse estranho, não conseguiu compreender imediatamente em que circunstâncias já o tinha ouvido antes.

Já do outro lado do rio, Rita reconheceu uma estrutura que se encontrava diante de si como sendo o local utilizado para os visitantes lavarem as mãos num ritual de purificação, o que significava que devia estar perto de um templo qualquer. Naquela manhã ainda tão tenra, não havia ninguém à sua volta, e Rita decidiu espreitar constatando, com um sorriso na face, que a água sobrevivera às baixas temperaturas e se mantivera no seu estado líquido, puro e cristalino. Mergulhou delicadamente as mãos e, embora estivesse bastante fria, recebeu-a com alívio, sentindo-se limpa de qualquer impureza ou pensamento negativo. Virou a cabeça, depois de uma breve oração, em busca de algo que rapidamente encontrou. Um grande portão exibia as suas portas antiquíssimas, marcando a passagem para um mundo mais elevado do que qualquer outro. Não sabendo explicar a razão, Rita avançou e empurrou as pesadas portas, que se abriram sem qualquer tipo de resistência, revelando um largo espaço aberto que, como sabia, era usado novamente para rituais de purificação antes de se avançar através do segundo portão. Normalmente, eram requeridas pelo menos duas noites para o fazer, havendo uma espécie de dormitório do lado esquerdo utilizado para o efeito, mas Rita sentia algo a empurrá-la, algo que fez com que atravessasse a distância deserta e sagrada, a fez empurrar de novo o portão maciço e mostrar-lhe aquilo que nunca antes tinha visto.

Eram vários os santuários que repousavam diante de si, inertes mas incrivelmente vivos, emanando uma essência pura que Rita sorveu com uma serenidade enorme. Rodeados por árvores muito altas, os pequenos edifícios de madeira cobriam-se de neve, dedicando o seu espaço interior aos seres do vento, da chuva e de outros elementos sagrados e naturais, os chamados kami. Não havia nenhum ser humano a guardá-los, algo que Rita reparou mas não se demorou a estranhar, pois a beleza daquele local era demasiada para se preocupar com assuntos tão mundanos no seio de algo tão sagrado e delicado. Parecia ter perdido qualquer réstia de frio, pelo que as suas tremuras e arrepios cessaram, sentindo-se envolvida por uma aura quente que a reconfortava por dentro.

Não tardou a que os seus olhos se erguessem na direcção de um edifício que se destacava pela imensa aura que libertava. Era um pouco semelhante aos restantes, mas dele provinha algo sublime e elevado que a atraiu e admirou, talvez devido aos pilares antigos que o sustinha, esculpidos em madeira. Nunca antes Rita tinha estado na presença de um ambiente tão sagrado e puro mas, ao invés do que podia ser de esperar, não foi o temor que a envolveu, mas sim um profundo carinho e respeito por aquele sentimento. Por mais estranho que lhe pudesse parecer, sentia-se em casa, compreendendo o mundo que a ladeava. Não sabia o que esperar dali em relação à sua missão, mas estava agora certa de que se encontrava em harmonia com tudo e que as respostas brevemente iriam ter ao seu encontro. Decidiu, assim, ser novamente guiada por aquela força que a acompanhava e seguiu até o santuário que lhe captara a atenção, protegido e rodeado por uma vedação, parando quando uma tabuleta grande se interpôs no caminho e onde Rita pôde ler a frase “PROIBIDA A ENTRADA NO SAGRADO SANTUÁRIO KOTAIJINGU. NÃO ATRAVESSAR A VEDAÇÃO”.

Rita estacou, os seus olhos abrindo-se num espanto mudo.
#430
“Santuário Kotaijingu? Não pode ser…” – pensou, até que, de repente, as palavras Ise, Uji, Naiku e muitas outras começaram a rodopiar na sua cabeça, encaixando como peças de um puzzle e adquirindo sentido. Compreendeu, assim, que estava no lugar mais sagrado de todo o Japão, um local que nunca antes vira pelo facto de as fotografias serem interditas. Estava na presença da residência de Amaterasu, a grande deusa do Sol.

Apesar de todo o sentimento de segurança que ali sentira, Rita hesitou ao olhar para o santuário. Aquele lugar era imensamente sagrado, e sabia que nunca, durante toda a sua vida, lhe seria permitida a entrada ali. Não havia alguém por perto a guardá-lo, mas o seu próprio espírito, que tanto queria avançar, era impedido pelo cérebro racional, uma imposição mental que fazia com que os seus pés fossem adormecendo. O frio varria o chão e, das difusas nuvens, um pequeno floco de neve tocou-lhe na mão. Começara a nevar.

Rita olhou em redor, observando os minúsculos farrapos de neve arrastados pelo vento e que caíam graciosamente, transmitindo um ambiente mágico aos olhos de quem o pudesse contemplar. Um pássaro branco voou acima da sua cabeça, escondendo-se por entre os ramos de uma das árvores, mirando-a com o olhar repleto de curiosidade. Rita, dividida por aquele dilema interior, enquanto ponderava sobre o que seria melhor fazer, não sentia o frio a esgueirar-se, manhoso, pelos seus membros, arrefecendo-os. Iludida pela sensação quente da atmosfera sagrada, ignorava os efeitos nefastos que a neve lhe libertava na pele cada vez mais gelada e pálida. Os seus olhos perdiam a cor, ficando progressivamente mais baços, à semelhança do que acontecia com as pontas dos seus dedos. Rita ia experimentando algo cuja força aumentava a cada instante que passava, um sentimento inexplicável que, inicialmente puro, lhe ia corroendo o interior. Uma vontade enorme de entrar naquele edifício misturada com a sensação de isso ser impossível, algo que violaria os seus princípios, toldava-lhe a visão que se ia desgastando. As longas madeixas de cabelo negro, salpicadas por ponto brancos e brilhantes, humedeciam-lhe o corpo, cuja temperatura baixava a uma velocidade anormal.

Quando, por fim, se deparou com o seu estado, muitos minutos depois, já era tarde demais. Espantada, sentiu a percepção do frio como se mil agulhas a atravessassem, acabando por sucumbir aos incontroláveis arrepios que lhe tomavam os braços e pernas, abanando-a freneticamente, como se fosse um pedaço de junco a ser fustigado pelo vento furioso. A hipotermia que inicialmente se aproximara de si e a abraçara ternamente esmagava-a e contorcia-a num sufoco agoniante. Foi com horror que Rita compreendeu que iria acabar por morrer de frio se não fosse rapidamente aquecida, mas os membros, fraquejando, comprimiram-na contra o solo gelado e coberto de neve. Era impossível sair dali.

Rita fechou, a custo, os olhos, as partículas de gelo a adensarem-lhe as pestanas longas e finas. Como se deixara chegar até àquele ponto? Ia morrer assim, inutilmente e sozinha, sem ter podido ajudar Bunny, sem ter contribuído para nada? Iria acabar ali, gelada? Todos estes pensamentos a acompanharam quando começou a perder o equilíbrio e a sentir o corpo a inclinar-se, perigosamente perto de chocar contra o chão. Nada mais via senão sombras disformes, como se se tratassem de espíritos errantes prontos para a acompanhar.

- Não, não… - sussurrou, por entre os arrepios intermitentes. – Não, eu… Não…

“Como é que o mundo empalideceu tanto? Como é que me deixei chegar a este ponto? Porque é que me tornei numa inútil? Porque é que estou sozinha…?” – perguntou-se, enquanto a distância do solo diminuía cada vez mais. Parecia um corpo suspenso no vazio, pronto a desfalecer a qualquer instante. Um cheiro absurdamente adocicado ia entrando-lhe pelas narinas contraídas, inicialmente quase imperceptível e, depois, cada vez mais forte. Rita não sentiu o sorriso que se lhe formara na cara, não sentiu as mãos grandes que a ampararam e impediram de se fundir com a fina camada de neve, não sentiu o corpo aconchegante do homem que a abraçara e cobrira com uma capa negra. A única coisa que conseguiu sentir foi aquele perfume adocicado que lhe ia aquecendo o interior, salvando-a da morte.

O contacto com aquele corpo foi tornando-se mais perceptível à medida que os tremores iam acalmando. Rita sentia que aquele calor humano a ia aquecendo, por entre a neve gelada que rodopiava em seu redor, mas conservava os olhos fechados, com medo de poder estar a sonhar. A segurança ia aumentando, assim como a força com que aqueles braços a agarravam. Uma mão pousou em cima da sua cabeça, afagando-a delicadamente e afastando os pedaços de neve que ainda aí se encontravam. Uma mão perfumada e gentil. Apesar de não estar habituada àquele tipo de toque, havia uma familiaridade que crescia no seu interior e que a fez abrir as pálpebras pesadas. Com aquela reacção, o vulto ainda enublado pousou-lhe os dedos por baixo do queixo e Rita estacou, a reacção alternando entre a certeza de conhecer a identidade do seu salvador e, ao mesmo tempo, a surpresa por ver uma lágrima a escorrer-lhe pelo rosto.

- Rita… - sussurrou, fazendo deslizar a mão para a sua face gelada. – Estás viva…

Rita, cujo corpo ainda tentava recuperar da hipotermia, tentou abrir a boca para exprimir o seu espanto, mas foi impossibilitada quando Vio a abraçou, procurando esconder a dor que lhe cobria o rosto. Uma onda quente invadiu-lhe o coração, muito diferente de qualquer calor provocado por fenómenos puramente físicos e racionais. As memórias teimavam em querer aparecer, mas mantinham-se suficientemente afastadas. Rita sabia que havia uma ligação profunda entre eles mas desconhecia ainda a sua origem. E, sem qualquer resistência, todos os seus esforços por se manter lúcida foram varridos por aquele sentimento que era posto a descoberto, ansiando por ser libertado. Rita agarrou-se com firmeza e emoção ao homem que a abraçava, permanecendo ambos assim durante algum tempo até que este, largando-a um pouco, a fixou com o olhar. E, do negro daqueles olhos, Rita viu sombras a adensarem-se e a tomarem formas distintas. Formas distintas que sabia também existirem algures no seu coração. E viu pedaços delas, pedaços de momentos, pedaços de si a olhar uma terra estranha, pedaços do seu olhar, pedaços de mãos dadas, pedaços de encontros fugazes, pedaços de um arco e uma espada, pedaços de cabelos negros, pedaços de sorrisos sinceros, pedaços de si e dele num tempo em que ainda era apelidada de Princesa por uns, guerreira protectora por outros. Pedaços de memórias esquecidas que não passavam disso; réstias disformes e intemporais, aparentemente sem sentido.

Vio, como que adivinhando o que ela via, afastou de súbito o olhar do seu, como se não quisesse que ela recordasse. Rita permaneceu em choque com as memórias incoerentes que aqueles olhos haviam despertado em si e, ganhando coragem, tocou-lhe na cara, ao que ele respondeu virando-se de novo.

- Rita…

- Larga-a!

Ambos olharam com espanto para os portões que Rita atravessara antes. Esta, ainda fragilizada pelo frio, julgou estar a delirar, mas o olhar de Vio dissipava qualquer possibilidade de engano. Aquela voz e silhueta familiares, a forma alta de um bastão… Não, seria…?

- Larga-a! – repetiu a mulher que se aproximara o suficiente para apontar um ceptro à cara de Vio. Plutão olhava-o ameaçadoramente, pronta a atacar. – Não deixarei que a mates outra vez!

--

Nota: Vou deixar desde já umas notas que considero importantes para compreenderem melhor como surgiram as ideias para este capítulo.

Ise não é uma cidade inventada por mim; ela existe, de facto. É uma cidade japonesa conhecida precisamente pelos seus templos, sendo o mais importante o referido, conhecido em português como o Santuário de Ise. É um santuário xintoísta dedicado à deusa do Sol, Amaterasu, que é considerada a antepassada da Família Real japonesa. Kotaijingu é o santuário principal, o local mais sagrado onde se acredita estar o espírito desta deusa.

Os lugares que tentei descrever também existem. A ponte de Uji, a espécie de fonte de purificação que, na verdade, se chama Temizucha, o Saikan, o tal edifício onde os monges passam as noites para se purificarem, assim como os costumes que fui referindo. É claro que, apesar de tudo, não pude descrever como, de facto, são, pois, como é óbvio, nunca visitei estes lugares antes. Mas a escolha de Ise tem muitas e variadas razões de ser, algumas que não posso revelar já. Uma delas é o grande factor espiritual que existe nesta região e outro está relacionado com o próprio Santuário. Ah, e o facto de não serem permitidas fotografias a este também é verdade!

Vou deixar também umas fotografias para poderem ver melhor como são estes pequenos santuários dedicados aos Kami, assim como de Ise e de locais por onde a Rita passou, para poderem imaginar melhor.
Spoiler
Rua de Ise:
[Esta imagem já não existe]

Ponte Uji:
[Esta imagem já não existe]

[Esta imagem já não existe]

Temizucha (local onde a Rita mergulhou as mãos na água para se purificar):
[Esta imagem já não existe]

Um exemplo de um santuário dedicado aos Kami:
[Esta imagem já não existe]

Santuário Kotaijingu:
[Esta imagem já não existe]

Vista geral do local do Santuário:
[Esta imagem já não existe]
Espero que tenham gostado!
#431
Kaoru mais uma vez me deixaste deslumbrada.... Surprised.o:
as imagens que se criaram á medida que fui lendo o capitulo ainda andam á solta na minha cabeça...
está maravilhoso!!!!cheers

A tao desejada missao de Rita, que por ter a sua companheira em coma, teria que agir sozinha, despertou me muita curiosidade...o que se iria passar com ela?
escolhes sempre muito bem a maneira de iniciar um capitulo e desta vez nao foi excepçao...a Rita já sentada no autocarro, o pressentimento que a atormentava...muito bom...permite-nos desde logo uma envolvencia com a historia...pelo menos a mim mergulha me logo de cabeça na historia e ja nao penso em mais nada!!! Smile

Nunca pensei que a ausencia de Susana poderia provocar um vazio tao grande na investigaçao da Rita...nao me apercebi como era importante a ligaçao entre as parceiras e que so juntas percebiam a missao que lhes era destinada...neste capitulo percebi o quao importante era a uniao entre cada uma das inner com a outer "correspondente"...
A força e determinaçao de Rita em conseguir mesmo assim descobrir algo para poder completar a sua missao fascinou-me...a Marte nunca foi das minhas navegantes preferidas...mas na tua fic, ja no outro capitulo do incendio e nos acontecimentos posteriores gostei dela duma maneira que nunca tinha gostado, e claro a sua historia com Vio foi um dos principais motivos...e aqui a sua espiritualidade, e como com a sua fé e crenças consegue realmente qualquer coisa impressionou-me...aqui Rita mostrasse uma grande lutadora, persistente na sua busca, incansavel para poder mostrar a grande guerreira que realmente é...e demonstras muito bem os seus sentimentos..alias devo dizer que neste capitulo a tua capacidade descritiva esteve no seu auge! em tudo!!
O momento em que a descreves de olhos fechados, em perfeito contacto com a natureza esta lindo e depois aquele sussuro que lhe deu uma pista para seguir...excelente..nao sei, simplesmente adorei este paragrafo...
A chegada a Ise nao podia ser mais deslumbrante...eu bem digo que as tuas capacidades descritivas estavam no auge, porque ao descreveres a neve a cobrir a cidade, a propria cidade em si...ja me sentia ao lado de Rita a passear por lá...
Mas realmente a Natureza anda toda trocada...neve em pleno Verao?! que inimigo poderoso consegue fazer isto?!
e coitada da Rita, com aquilo vestido...queee friooooo....ate senti arrepios ao imagina-la de saia com aquela neve toda...
A parte dos templos foi linda, nem tenho palavras...mais uma vez a espiritualidade de Rita, a sua clarividencia que a guia, a sua sensibilidade para distinguir as auras....nem tenho palavras para te dizer o que despertaste em mim com os teus maravilhosos detalhes...so posso dizer que está perfeito!
E estava tao envolvida na historia, na indecisao de Rita em entrar ou nao no templo...a sua vontade de entrar barrada pelas suas crenças a que é tao fiel...estava tao deliciada com a descriçao no sitio onde nos encontravamos...que quase me senti no lugar da Rita ao ser apanhada desprevenida pelo frio que se tinha instalado de mansinho no corpo dela...Depois qd me apercebi do que se passava..quem iria salvar Rita..sozinha naquele sitio, sem se poder mover...
e tu superaste todos os meus pensamentos e deste me a cena mais linda...
o Vio foi salvá-la...e chorou...:='(: chorou por ela...e as memorias deles... Surprised.o:
lindooo...está fenomenal...
nem foi comentar mais esta cena porque..nao ha palavras para descrever..
depois o choque...como nao pudia deixar de ser a Kaoru-chan tinha uma surpresa preparada para nos...e que surpresa...
entao aparece a Plutao e ainda por cima a dizer para o Vio se afastar de Rita porque nao o vai deixar mata-la outra vez????!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! :Chocado:
e acabas assim???????????!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! :g2:
mas o que é que eu posso fazer.....isto é tortura!!!!
nao podes fazer isto kaoru-chan!!! ai ai ai!!loool! :g3:

em relaçao a tua nota..sim porque tambem tem direito a comentario!lol!
amei simplesmente...o facto de Ise realmente existir, tal como os templos da um realismo a historia perfeito, e acho que foi o sitio perfeito para contares o que se passou com Rita....tem tudo a ver com ela...
e ao ver as fotos nao pude deixar de sorrir....foi tao parecido com o que eu imaginei ao ler as tuas descriçoes....
Kaoru-chan, minha maninha mais linda...tu escreves duma maneira ESPLENDOROSA, MARAVILHOSA, SUBLIME MESMO!! e nao estou a brincar!!! é do fundo do coraçao!

*neptune faz uma venia á mana...e solenemente estende-lhe um ovo kinder do tamanho dela, um lindo lirio branco atado a um lindo album de fotografias magnificas...e um cachecol do FCP!loooool!*
*me abraça a mana e enche-a de beijinhos*



"jovens escritores, nao resistem a chocolate? Especialmente Kinder? Entao cuidado, o gang anda rondando"
...............
Fic: "Sailor Moon- o último suspiro"
#432
LINDO!!

Sei que me estou a tornar repetitiva mas não consigo evitar dizê-lo: quando penso que é impossível escreveres melhor tu surpreendes-me, presentiando-nos com um capitulo ainda mais fantástico do que o anterior. A tua escrita é cada vez mais apelativa e envolvente! A maneira como descreves as coisas, os sentimentos das personagens, os locais e cenários por onde as personagens passam ou estão... É simplesmente perfeito!

Gostei muito deste capitulo em particular. A maneira como exploras-te a personalidade da Rita, foi mais que perfeita, nem tenho palavras para descrever!

Adorei as descrições que ias fazendo do espaço envolvente. Senti-me como se estivesse a ser sugada para aquele espaço por onde Rita passava. Era como se conseguisse sentir aquela aura que descreves-te, como se conseguisse ver os pequenos flocos de neve a cair e envolver o cenário num manto branco.

Depois quando o Vio apareceu. Tão kawaii a cena Surprised.o: E as memórias que Rita viu atraves dos olhos dele... E, finalmente o que mais me intrigou no meio disto tudo, o repentino aparecimento de Plutão!!

Aii rapariga queres me matar de curiosidade?? Como é que Plutão apareceu assim do nada? E que conversa era aquela??

- Larga-a! – repetiu a mulher que se aproximara o suficiente para apontar um ceptro à cara de Vio. Plutão olhava-o ameaçadoramente, pronta a atacar. – Não deixarei que a mates outra vez!

Acho que ainda estou em estado de choque!! Shocked

Fico ansiosamente à espera do próximo!
#433
Tenho andado atarefada por causa dos testes e ainda nem tinha lido o capítulo 19, mas hoje chego aqui e até já está postado o capítulo 20 que bom!

Acabei agora de ler o capítulo 19, aquele inicio veio ainda adoçar mais o mistério... bem não gosto de ser repetitiva mas esta fic está mesmo bem argumentada, mal posso esperar para saber a resposta a muitas perguntas.
Quando a Ayame apareceu as primeiras vezes fiquei com a sensação de que era do lado do inimigo, mas depois ao longo do tempo convenci-me de que ela era boa... mas depois dos acontecimentos deste capítulo fiquei a achar de novo que ela era do inimigo... especialmente pela referencia as madeixas... hum...
Depois a Bunny pressente a chegada do inimigo e sente aquela dor, gostei porque não estava à espera foi mesmo repentino... Uma cena de acção sim... aquele pessoal não brinca em serviço não senhor... Gostei especialmente do detalhe de quando a sailor moon tinha a espada pressionada contra a garganta porque quando ela diz que não precisava de saber nada de anatomia para saber o que aconteceria se se movesse imaginei mesmo a cena... um grande golpe… montes de sangue... credo! Bem isto deixou-me com muita curiosidade para o capítulo seguinte que até já está postado! Uppiii :xd2:

Vou jantar e passo cá mais logo ou amanhã para ler então o capítulo 20…
#434
*comovida com estes comentários*

Ai, acho que em cada um deles vou revelar muita coisa que me vai na alma...

Começando por ti, neptune-chan Very Happy O que posso dizer...? Este capítulo é muito importante para mim, e quando li as tuas palavras... Fiquei sem reacção! A sério... É que... Passo a explicar melhor!

Fico muito feliz por gostares da forma como começo os capítulos! Na verdade, confesso que sempre foi para mim difícil começar a escrever algo, então um capítulo, assim do "zero"... Mas aqui, nesta história, é involuntário, apenas sai... Imagino e escrevo sem hesitar, e fico contente que o resultado seja este Smile

Disseste uma coisa muito importante nesta história, muito mesmo, que foi:

Nunca pensei que a ausencia de Susana poderia provocar um vazio tao grande na investigaçao da Rita...nao me apercebi como era importante a ligaçao entre as parceiras e que so juntas percebiam a missao que lhes era destinada...neste capitulo percebi o quao importante era a uniao entre cada uma das inner com a outer "correspondente"...

Isto é muito verdade, e ainda vai ser explicado melhor. Não é ao acaso que isto está a acontecer Wink Mas ainda vai ter um significado mais abrangente que irão compreender à frente! Contudo, já percebeste isto, e nem imaginas o quão feliz eu fico por isso!

Vou confessar uma coisa que já referi antes, a Rita também nunca foi das personagens que gostei mais. Na verdade, nunca me apelou muito... Mas a Rita que aqui descrevo é um reflexo do manga com características do anime (as piadas com a Bunny e humor dela). É o misticismo dela que me atrai, sempre o fez... E foi assim que tentei mostrá-la aqui, daí a relação tão profunda com o mundo espiritual. Especialmente no manga, onde há a conjugação da sua beleza com este ponto... Fico feliz que tenhas gostado dela nesta história, nem imaginas como! É que a Rita que surgiu aqui simplesmente apareceu dos meus dedos, nem sei explicar bem porquê... Que bom que gostaste! Very Happy (agora já sabes a sensação com que fico quando descreves o teu Seiya Wink)

neptune escreveu:alias devo dizer que neste capitulo a tua capacidade descritiva esteve no seu auge! em tudo!

oh, neptune-chan... Aqui fiquei mesmo comovida com o que disseste! Nem imaginas a sensação que provoca ler isto depois de ficar contente com o resultado de um capítulo... Sim, porque, pela primeira vez, gostei deste que escrevi Smile É que não sei, mas... Vou confessar algo!

Inicialmente, não escolhi Ise, pensei em inventar uma localidade distante de Tóquio que levasse a Rita a viajar. Mas, depois, resolvi procurar grandes santuários em Tóquio e, num site, deparei-me com o nome "Ise". E fiquei a conhecer muitas coisas da cidade que me deixaram de boca aberta porque era exactamente aquilo o que eu queria para esta história! É que por detrás dos nomes e acontecimentos, pode não vos parecer agora, mas tento com que tudo se relacione... E Ise integrou-se como uma luva. Foi como se eu própria fosse conduzida por uma força! Eu sei que isto parece parvo, desculpem se fui muito confusa ou divaguei demasiado :Embaracoso': Ainda por cima no teu comentário, neptune-chan!

Mas voltando ao que escreveste! Ainda bem que gostaste da cena do Vio e Rita. Podemos dizer que as cenas de amor na neve me são especiais Wink Bom, e foi assim que a Plutão apareceu, sim! Agora quanto à última revelação, nada mais posso dizer Razz No próximo capítulo isso já vai ficar esclarecido!

Ainda bem que gostaste do pormenor das fotos! Inspirei-me nelas para descrever, e é com enorme satisfação que vejo que imaginaste de forma muito semelhante! Ao mesmo tempo, fiquei a aprender mais sobre a cultura japonesa... Espero que o mesmo te tenha acontecido Very Happy Fico contente por ter sido uma nota útil para a história Embaracoso

*espantada com os maravilhosos presentes da neptune-chan* Surprised.o: Oh, neptune... Aqui fiquei mesmo sem palavras... Porque deves ter gostado mesmo para me ofereceres um cachecol do FCP!! És tão querida...! Infinitos e muitos e mais e incontáveis obrigadas!!!!! Very Happy *vai deliciar-se com o seu mega ovo Kinder Embaracoso*


Likinhas, outro comentário que praticamente me deixou sem fala... Depois do da neptune leio o teu e pronto...! *ca-puf, heh*

Fico tão contente por saber que a minha escrita se está a tornar mais apelativa! Acredita que é com uma enorme honra e apreço que leio isso vindo de ti, sendo tu uma pessoa que gosta tanto de ler Smile

Eu confesso que gostei muito de descrever este espaço envolvente, a neve combina com a Rita, neste caso, depois vão perceber melhor porquê Wink E era mesmo adequada, a meu ver, com aquele momento do Vio que parece que gostaste! Very Happy Sim, imaginei ela a "semi-recordar" assim, já que lembrou-se mas, ao mesmo tempo, não se lembrou de tudo, apenas de fragmentos soltos Razz

Ah, o aparecimento da Plutão! Eu disse que ela não podia ficar de parte, coitada Razz Desapareceu logo no início da história, algum dia tinha de voltar Razz Ficaste mesmo em choque? Eu sei que foi um pouco forte, mas... Tive mesmo de acabar ali (vá, pronto, chamem-me de mazinha, hehe Wink).

Muitos e muitos e muitos obrigadas pelo teu comentário e por todas as tuas palavras de apreço! São mesmo muito importantes para mim e significam imenso Very Happy


TBK, muito obrigada desde já pelo comentário ao 19.º capítulo! Very Happy Desta vez antecipei um pouco a saída do vigésimo porque tive uma súbita inspiração para o escrever e também porque agora vou demorar um pouco mais a terminar o seguinte Smile Assim foi como uma espécie de presente para vocês que seguem a história Embaracoso

Quanto a ele, ainda bem que gostaste! Sim, a Bunny também tem direito a alguma acção, assim como o próprio Gonçalo que ainda não tinha participado muito. Ainda bem que gostaste da luta, eu, pessoalmente, gostei bastante de descrever essa parte da espada que mencionaste Razz Mas não ia matar a probre coitada! Razz Hehe.

Pois é, a Ayame sofre assim muitas reviravoltas, mas é sempre interessante ler as vossas opiniões sobre ela Embaracoso Ainda bem que gostaste da dor da Bunny e da reviravolta que o capítulo teve Smile

Muito obrigada pelo teu comentário, é sempre muito importante lê-lo! Fazes sempre um apanhado de tudo o que de importante é dito Embaracoso Muito obrigada e espero que gostes de ler o vigésimo! Very Happy
#435
Bem... Estou sem palavras! Este capítulo tá lindo! Deve ser um dos meus preferidos, até agora, mais uma vez superaste-te. Se eu pensava que os últimos capítulos estavam lindos, então não sei o que dizer deste. Adoro capitulos com muitas descrições e este foi o melhor de todos nesse sentido!
Confesso que nunca gostei assim muito da Rei, mas a forma como exploraste tão bem os sentimentos dela, é impossível ficar-lhe indiferente e até me fizeste gostar dela. Está tudo tão bonito, tão bem descrito, tão criativo! A sério, tou sem palavras!!
Realmente já me estava a perguntar onde ficaria a Rei no meio disto tudo, afinal só passou um dia (agora dois, com a viagem), desde k a Ami e a Michiru partiram, aliás isto foi tudo no mesmo dia, não foi? XD
E o final, tão comovente, deixou-me completamente sem respiração. O Vio voltou a aparecer (Yupi!), esta descrição toda, esses fragmentos de memórias, tudo tão perfeito que me deixou mesmo, sei lá, completamente abananada (ok eu sou lamechas X.X). Estava tão profundo que eu nem dei conta do que se estava a passar à minha volta, tão embrenhada que estava.
Achei muito criativa a ideia de incluires esse templo. As coisas que eu aprendo convosco... E as que tu também aprendes, é preciso um grande trabalho de pesquisa...
E a Plu finalmente apareceu! Mas na pior altura pá! Veio ali estragar aquele romancinho tão fofo. O que será que se passou para ela acordar? E a que é que ela se está a referir com o "Não deixarei que a mates outra vez"? Fogo que excitação... E que mistério!
Nem tenho palavras para descrever o quanto este capitulo me comoveu, nem sei bem porque é k me comoveu... Deve ter sido pela tua maneira fantástica de escrever e descrever as coisas e os sentimentos. Tu faze-lo com um realismo enorme, por exemplo, aquela parte em que a Rei ia morrendo gelada, dava mesmo para sentir, parecia que era eu que estava ali a desmaiar de tão envolvida que estava!

Well, acho que pelo meu comentário já deves ter percebido que adorei este capitulo, não é?
Então aqui fica um mega ovo da kinder, com direito a brinde (não sei o que é pk n quis abrir o ovo e estragar o laçarote! XD). Fico à espera do próximo capítulo! Embaracoso

Um grande, grande obrigada pela sign e pelo avie Xaninha kida! ^^



Jovens escritores, nao resistem a chocolate? Especialmente Kinder? Então cuidado, o gang anda rondando
#436
Kaoru escreveu:Likinhas, outro comentário que praticamente me deixou sem fala... Depois do da neptune leio o teu e pronto...! *ca-puf, heh*

Fico
tão contente por saber que a minha escrita se está a tornar mais
apelativa! Acredita que é com uma enorme honra e apreço que leio isso
vindo de ti, sendo tu uma pessoa que gosta tanto de ler Smile

Eu
confesso que gostei muito de descrever este espaço envolvente, a neve
combina com a Rita, neste caso, depois vão perceber melhor porquê Wink E era mesmo adequada, a meu ver, com aquele momento do Vio que parece que gostaste! Very Happy
Sim, imaginei ela a "semi-recordar" assim, já que lembrou-se mas, ao
mesmo tempo, não se lembrou de tudo, apenas de fragmentos soltos Razz

Ah, o aparecimento da Plutão! Eu disse que ela não podia ficar de parte, coitada Razz Desapareceu logo no início da história, algum dia tinha de voltar Razz
Ficaste mesmo em choque? Eu sei que foi um pouco forte, mas... Tive
mesmo de acabar ali (vá, pronto, chamem-me de mazinha, hehe Wink).

Muitos
e muitos e muitos obrigadas pelo teu comentário e por todas as tuas
palavras de apreço! São mesmo muito importantes para mim e significam
imenso Very Happy

Não precisas de agradecer! Estou sempre pronta a comentar e a lisongiar esta magnifica fic!!

Mim faz-te a vontade piminha: és mázinha Razz Matreiro
Estou tão curiosa! Kaoruzinha escreve depressa sim?? Very Happy
Matreiro

Olha que eu quando estou assim tão curiosa sou perigosa!! XDDD
#437
OH MEU DEUSSSS!
De certeza k nunca estiveste no japão????
Senti-me completamente transportado para a atmosfera fria e impessoal que a neve trazia.
sinceramente estava deconfiado do Vio, mas não por causa do ultimo capitulo...
Espero ansiasamente que descrevas a 3ª irmã....
Adorei a maneira como descreveste o sentimento ancestral que Rita nutria pela misticidade do templo, a maneira de como descreveste a paisagem branca e pura da neve... o frio que Rita sentiu...
Oh e a maneira como Re-introduziste a Plutão... consegui sentir a tensão como acabou este Magnifico capitulo!!!!
espero ansiosamente pelo proximo capitulo!!!!
#438
kaoru-chan nao tens nada que agradecer, eu escrevo nos comentarios aquilo que sinto depois de ler cada capitulo teu...mas acredita que fico muito feliz por te deixar feliz com os meus comentarios! Very Happy
acredito que seja dificil iniciar cada novo capitulo, para mim a pior parte é sempre começar, mas tu tens o dom da escrita...a serio, escreves mesmo bem! e acho que sai naturalmente..sabes sempre que palavras usar, que começo é o mais apropriado, mesmo que seja inconsciente, acho que já te é inato..tal como as tua maneira de descrevr as coisas, que como podes ler em todos os comentarios, nao sou a unica a dizer que é excelente!
Nao tens nada que pedir desculpas pela suposta divagaçao..eu adoro saber pormenores do que te levou a escolher isto ou aquilo para por no capitulo..e um dia vais me explicar como imaginaste tao linda fic! mas voltando a Ise...nao foi nada parvo a tua explicaçao...compreendo o que sentiste ao descobrir tao maravilhoso sitio que se adequava tao bem ao que pretendias...e eu é que tenho que te agradecer pois acabaste por tambem me ensinar algo, desconhecia a existencia deste sitio..e achei fabuloso!
no proximo capitulo vai haver mais vai haver mais esclarecimentos...nao digas isso que vou me ficar a roer de ansiedade...ai quem me dera ja ter mais um capitulo (desculpa mas nao consigo deixar de querer mais e mais...)
lol..sim o cachecol do FCP custou..mas foi mais uma coisa que aprendi sobre ti..e tens toda a razao gostei mesmo deste capitulo..alias foi mais que gostar...e nada me faz mais feliz do que finalmente acertar numa prenda que gostasses.. Very Happy
tenho que me juntar a Likinhas para pedir que escrevas rapidamente (sem te querer pressionar claro..)
*neptune abraça a maninha querida e dá-lhe um enorme beijo*



"jovens escritores, nao resistem a chocolate? Especialmente Kinder? Entao cuidado, o gang anda rondando"
...............
Fic: "Sailor Moon- o último suspiro"
#439
Oh tão linddooo..

Como foste capaz de acabar ali? Sad

Escreves muito bem, consegues descrever tudo muito bem..

Gostei muito do cenário da neve, e tb achei que os sentimentos da rita estavam muito bem explicitos.. até fiquei a gostar mais um bocadinho dela.. .. Embaracoso

Parabens Kaoru!
#440
neptune escreveu:Kaoru mais uma vez me deixaste deslumbrada.... Surprised.o:
as imagens que se criaram á medida que fui lendo o capitulo ainda andam á solta na minha cabeça...
está maravilhoso!!!!cheers

A tao desejada missao de Rita, que por ter a sua companheira em coma, teria que agir sozinha, despertou me muita curiosidade...o que se iria passar com ela?
escolhes sempre muito bem a maneira de iniciar um capitulo e desta vez nao foi excepçao...a Rita já sentada no autocarro, o pressentimento que a atormentava...muito bom...permite-nos desde logo uma envolvencia com a historia...pelo menos a mim mergulha me logo de cabeça na historia e ja nao penso em mais nada!!! Smile

Nunca pensei que a ausencia de Susana poderia provocar um vazio tao grande na investigaçao da Rita...nao me apercebi como era importante a ligaçao entre as parceiras e que so juntas percebiam a missao que lhes era destinada...neste capitulo percebi o quao importante era a uniao entre cada uma das inner com a outer "correspondente"...
A força e determinaçao de Rita em conseguir mesmo assim descobrir algo para poder completar a sua missao fascinou-me...a Marte nunca foi das minhas navegantes preferidas...mas na tua fic, ja no outro capitulo do incendio e nos acontecimentos posteriores gostei dela duma maneira que nunca tinha gostado, e claro a sua historia com Vio foi um dos principais motivos...e aqui a sua espiritualidade, e como com a sua fé e crenças consegue realmente qualquer coisa impressionou-me...aqui Rita mostrasse uma grande lutadora, persistente na sua busca, incansavel para poder mostrar a grande guerreira que realmente é...e demonstras muito bem os seus sentimentos..alias devo dizer que neste capitulo a tua capacidade descritiva esteve no seu auge! em tudo!!
O momento em que a descreves de olhos fechados, em perfeito contacto com a natureza esta lindo e depois aquele sussuro que lhe deu uma pista para seguir...excelente..nao sei, simplesmente adorei este paragrafo...
A chegada a Ise nao podia ser mais deslumbrante...eu bem digo que as tuas capacidades descritivas estavam no auge, porque ao descreveres a neve a cobrir a cidade, a propria cidade em si...ja me sentia ao lado de Rita a passear por lá...
Mas realmente a Natureza anda toda trocada...neve em pleno Verao?! que inimigo poderoso consegue fazer isto?!
e coitada da Rita, com aquilo vestido...queee friooooo....ate senti arrepios ao imagina-la de saia com aquela neve toda...
A parte dos templos foi linda, nem tenho palavras...mais uma vez a espiritualidade de Rita, a sua clarividencia que a guia, a sua sensibilidade para distinguir as auras....nem tenho palavras para te dizer o que despertaste em mim com os teus maravilhosos detalhes...so posso dizer que está perfeito!
E estava tao envolvida na historia, na indecisao de Rita em entrar ou nao no templo...a sua vontade de entrar barrada pelas suas crenças a que é tao fiel...estava tao deliciada com a descriçao no sitio onde nos encontravamos...que quase me senti no lugar da Rita ao ser apanhada desprevenida pelo frio que se tinha instalado de mansinho no corpo dela...Depois qd me apercebi do que se passava..quem iria salvar Rita..sozinha naquele sitio, sem se poder mover...
e tu superaste todos os meus pensamentos e deste me a cena mais linda...
o Vio foi salvá-la...e chorou...:='(: chorou por ela...e as memorias deles... Surprised.o:
lindooo...está fenomenal...
nem foi comentar mais esta cena porque..nao ha palavras para descrever..
depois o choque...como nao pudia deixar de ser a Kaoru-chan tinha uma surpresa preparada para nos...e que surpresa...
entao aparece a Plutao e ainda por cima a dizer para o Vio se afastar de Rita porque nao o vai deixar mata-la outra vez????!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! :Chocado:
e acabas assim???????????!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! :g2:
mas o que é que eu posso fazer.....isto é tortura!!!!
nao podes fazer isto kaoru-chan!!! ai ai ai!!loool! :g3:

em relaçao a tua nota..sim porque tambem tem direito a comentario!lol!
amei simplesmente...o facto de Ise realmente existir, tal como os templos da um realismo a historia perfeito, e acho que foi o sitio perfeito para contares o que se passou com Rita....tem tudo a ver com ela...
e ao ver as fotos nao pude deixar de sorrir....foi tao parecido com o que eu imaginei ao ler as tuas descriçoes....
Kaoru-chan, minha maninha mais linda...tu escreves duma maneira ESPLENDOROSA, MARAVILHOSA, SUBLIME MESMO!! e nao estou a brincar!!! é do fundo do coraçao!

Kaoruzinha desculpa a cópia ao comentario da neptune-chan, mas o que ela escreveu, eu nao teria dito melhor, pois este capitulo está fenomenal e atu escrita entao nem se fala.
A forma como a neptune-chan escreveu, é exactamente o que eu penso sobre este capitulo maravilhoso e sublime. É o que eu penso sobre a tua escrita divinal.
Tive tanta pena da Rita por ter que enfrentar a missao sozinha, esses sentimentos forma tao bem transportados para dentro de mim, que nem sei descrever.
As descriçoes do Japao, mais propriamente para Ise, nem comento, simplesmente fui transportada para lá, melhor dizendo, sentia-me como se estivesse caminhando lado a lado da Rita. Fantastico mesmo! Os meus Parabens.
Nem foi preciso a ajuda das imagens que colocaste, porque eu visualizei cada paisagem, cada lugar descrito por ti na minha mente e fiquei bastante surpreendida quando abri o spoiler e via aquelas imagens, pensei: omg! era exactamente isto que eu via na minha mente. Parabens!
Depois surge o Vio. omg! este momento foi tao lindo Surprised.o:, adorei a forma como a Rita reaviva a memoria através do olhara dele, melhor dizendo através dele. Lindo, simplesmente Kawaii Surprised.o:

Kaoruzinha já nem sei o que te dizer sobre a tua escrita sublime! mais uma vez parabens!
Só nao gostei que tivesses acabado na melhor parte, no momento mais alto Matreiro acho que me vai dar uma coisinha ma. :Matreiro:

*mim dá ovo kinder super gigante e um bilhete para a cidade de Ise, para poderes relaxar naqueles templos e naquelas paisagens magnificas*

ps - desculpa este comentario pouco analisado e sem grande imaginaçao e pequenino, mas a culpa foi do acontecido (porcaria de computador :g3:). prometo que te compenso para o proximo.

*mim dá um grande abraço e um grande beijao*

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