Sailor Moon Portugal, A Navegante da Lua

A Flor de Pandora

#381
sweetmoon escreveu:kd dixe k m faltavm as palavrx n kis dizer k m deixast em baixo, n vrdd embora os teus capitulos sejam mt tristes faz-m smp tao feliz ver k meteste 1 nv capitulo. e 1a felicidade k por momntx m sinto-m satisfeita so por pder ler a tua fic fantastica
a falta d palavrx dv-se ao fact d n haver palvrx pra descrevr o k keria t dizer. n ha elogios suficientx k xeguem para esta tua fic maravilhosa

Oh, sweetmoon, muito obrigada pelos elogios! Agora fui eu quem ficou sem palavras! Muito obrigada, a sério, é sempre muito importante saber isso! *sem palavras*

Eu prometo que vou começar a colocar mais humor Razz Estas Irmãs é que me obrigam a tal *olha para o ar ameaçador da Anfitrite e foge*
#382
*Kaoru escreveu:Likinhas, da primeira vez que li o teu comentário, fiquei totalmente sem palavras, como é habitual, mas... Houve uma sensação particular no meu estômago quando disseste:

Likinhas escreveu:É como se conseguisse sentir tudo o que as personagens sentem. É uma sensação estranha mas boa.

Se soubesses o quanto estas palavras mexeram comigo... Tocaram-me, realmente! Porque, não sei como explicar, mas é mesmo bom saber isso...! É mesmo muito bom saber que te consegues envolver a esse ponto com a história, sentimentos das personagens, acontecimentos... Nem sei o que te dizer para expressar a minha gratidão! :]

Fico feliz por teres gostado do capítulo! Muito obrigada pelo teu comentário e por cada uma das palavras que escreveste!

Não precisas de agradecer! é com muito prazer que sigo e comento esta fic.

Deixei-te sem palavras? Ora ainda bem, assim já percebes como eu fiquei despois de ler este maravilhoso capitulo! xD E como me sinto após ler os teus comentários.

A tua escrita cativa-me, atrai-me... É exatamente o tipo de escrita que eu adoro e que é tão dificel de encontrar em livros hoje em dia (claro que há excepções)! Consigo visualzar perfeitamente todas as cenas e é uma das coisas que eu mais apercio quando estou a ler: conseguir "ver" aquilo que o autor descreve.

Não posso deixar de te dar os meus parabéns por esta magnifica história e de te incentivar e continuar!
#383
Likinhas escreveu:Não precisas de agradecer! é com muito prazer que sigo e comento esta fic.

Deixei-te sem palavras? Ora ainda bem, assim já percebes como eu fiquei despois de ler este maravilhoso capitulo! xD E como me sinto após ler os teus comentários.

A tua escrita cativa-me, atrai-me... É exatamente o tipo de escrita que eu adoro e que é tão dificel de encontrar em livros hoje em dia (claro que há excepções)! Consigo visualzar perfeitamente todas as cenas e é uma das coisas que eu mais apercio quando estou a ler: conseguir "ver" aquilo que o autor descreve.

Não posso deixar de te dar os meus parabéns por esta magnifica história e de te incentivar e continuar!

Pronto, Likinhas, agora não sei o que dizer.

...

Muito obrigada!! Estou totalmente sem palavras! A sério que achas isso...? Nem sei o que dizer... É realmente muito importante saber isso...! O facto de saber que te cativa, que te atrai... É uma honra sabê-lo...!

Obrigada pela força e incentivo, acredita que são mesmo muito importantes!

*sem saber mais o que dizer, agradece à Likinhas com um sorriso*
#384
meu deus!!
está lindissima, nem sei por onde começar
naun sei se começo pelo teu enorme jeito para escrever ou pelas tuas ideias incrivelmente originais..
por algum lugar hei de ter d começar.. Embaracoso'
a tua escrita é linda, a maneira como descreves o cenário, as personagens, os seus sentiimentos é realmente especial e única
a maneira como descreveste as irmãs, bem q naun gostei nda delas pqe é aqela coisa delas tarem a fzer coisas q eu naun gosto mas n fundo só fzem o q têm q fzer
meu deus, a maneira como consegues mostrar q a relação da mariana e da haruka é especial, como elas se amam
o sofrimento da urano qdo a perdeu sem poder fzer nda
:g11: :g11::g11::g11::g11::g11::g11::g11::g11:
a maneira como ela se sentia, a maneira como se qeria sacrificar e dpois a fé cega de jupiter, q tal como a bunny acreditava q havia outra soluçao q ninguém teria de morrer
cheguei a crer q ninguém ia mesmo ter de se sacrificar
mas dpois qdo li qdo amariana apareceu, sempre com aqela sensaçao q da qdo a viamos, q só a jupiter a conseguia ver
os sentimentos de jupiter e como percebeu tdo, como se decidiu sacrificar:g11::g11::g11::g11::g11::g11:
fiqei tao triste
e dpois o q ela disse a urano
as palavras dela, foram tao lindas!! a furis da urano ao inicio, como ela se sentia inutil, naun tinha protegido mariana e agora tbém naun tinha conseguido proteger maria
tava lindo, lindo msmo
tal como a sweetmoon disse naun há palavras
é impossivel qalificá-la pqe naun há estrelas suficientes para qalificar a tua fic, ta lindissima.
*



merci, André <3
_______________________________

Hapinnes in colour motion... porque a cor é, afinal, a base de toda a felicidade! - by dizzy

#385
Princess Serenity escreveu:meu deus!!
está lindissima, nem sei por onde começar
naun sei se começo pelo teu enorme jeito para escrever ou pelas tuas ideias incrivelmente originais..
por algum lugar hei de ter d começar.. Embaracoso'
a tua escrita é linda, a maneira como descreves o cenário, as personagens, os seus sentiimentos é realmente especial e única
a maneira como descreveste as irmãs, bem q naun gostei nda delas pqe é aqela coisa delas tarem a fzer coisas q eu naun gosto mas n fundo só fzem o q têm q fzer
meu deus, a maneira como consegues mostrar q a relação da mariana e da haruka é especial, como elas se amam
o sofrimento da urano qdo a perdeu sem poder fzer nda
:g11: :g11::g11::g11::g11::g11::g11::g11::g11:
a maneira como ela se sentia, a maneira como se qeria sacrificar e dpois a fé cega de jupiter, q tal como a bunny acreditava q havia outra soluçao q ninguém teria de morrer
cheguei a crer q ninguém ia mesmo ter de se sacrificar
mas dpois qdo li qdo amariana apareceu, sempre com aqela sensaçao q da qdo a viamos, q só a jupiter a conseguia ver
os sentimentos de jupiter e como percebeu tdo, como se decidiu sacrificar:g11::g11::g11::g11::g11::g11:
fiqei tao triste
e dpois o q ela disse a urano
as palavras dela, foram tao lindas!! a furis da urano ao inicio, como ela se sentia inutil, naun tinha protegido mariana e agora tbém naun tinha conseguido proteger maria
tava lindo, lindo msmo
tal como a sweetmoon disse naun há palavras
é impossivel qalificá-la pqe naun há estrelas suficientes para qalificar a tua fic, ta lindissima.
*

Princess Serenity, em primeiro lugar, muito obrigada por teres lido! Fico muito contente e lisonjeada por tal! Very Happy

Muito obrigada pelo teu comentário e pelos elogios! Ideias originais? Fico feliz por achares isso! Tento sempre ser criativa, mas dentro dos parâmetros da história da Sailor Moon, tentando que tudo faça sentido. E muito obrigada também pelos elogios à forma como escrevo, como já fui dizendo aqui, isso é muitíssimo importante para mim Smile

Ainda bem que gostaste dos sentimentos que aqui foram expostos! Ainda bem que achaste bonitas as palavras da Júpiter à Úrano, tentei que fossem tocantes, na verdade Wink E quanto às Irmãs, é normal que não gostes muito delas, mas fiquei contente porque percebeste que é mesmo o "dever" delas, por assim dizer! Talvez a tua opinião mude um pouco com o decorrer da história Wink

Mais uma vez, muito obrigada pelo comentário! Very Happy Espero que continues a gostar!
#386
acredito q vou continuar a gostar pois a tua escrita é maravilhosa Very Happy

talvez a minha opiniao mude msmo Matreiro qem sbe..
fico feliz por teres gostado d meu comentario, naun soou d escrevr comentarios mto grandes mas esse por acaso ficou bem grande Matreiro



merci, André <3
_______________________________

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#387
nv capitulo? Shocked
*mim bate em mim propia*
n acredito k so vi agr!!
*mim bate contra a parede*
ta km td a historia em si, fabuloso!

:(fikei tao triste kd vi k a jupiter s sacrificou eplo amor d urano por mariana por bunny e as suas migas
td o k ela dixe foi tao lindo
as tuas descrixoes tao fantasticx cnsgux mm transmitir os sentimntx certx

es a minha idola Razz


ñ nox contrariem ... muahahaha
#388
Princess Serenity escreveu:acredito q vou continuar a gostar pois a tua escrita é maravilhosa Very Happy

talvez a minha opiniao mude msmo Matreiro qem sbe..
fico feliz por teres gostado d meu comentario, naun soou d escrevr comentarios mto grandes mas esse por acaso ficou bem grande Matreiro

Isto deixa uma pessoa mesmo sem palavras! *corada* Muito obrigada de novo, Princess Serenity! Very Happy Gostei, sim, e fico contente que te tenha "inspirado" para escreveres tanto Embaracoso


moonshine escreveu:nv capitulo? Shocked
*mim bate em mim propia*
n acredito k so vi agr!!
*mim bate contra a parede*
ta km td a historia em si, fabuloso!

:(fikei tao triste kd vi k a jupiter s sacrificou eplo amor d urano por mariana por bunny e as suas migas
td o k ela dixe foi tao lindo
as tuas descrixoes tao fantasticx cnsgux mm transmitir os sentimntx certx

moonshine, muito obrigada pelo teu comentário! Very Happy Ainda bem que achaste bonito tudo o que ela disse, tentei que fosse dito com sentimento e emoção Smile Fico contente também por teres gostado do capítulo e por achares que as descrições que faço são boas! São mesmo palavras muito importantes para mim Embaracoso

Muito obrigada!


Tal como prometi, vou deixar aqui um velho rascunho da Hemera, embora a qualidade esteja péssima, dá para ver mais ou menos a figura dela Smile Tentarei mais tarde colori-la, assim como as restantes!
Spoiler
[Esta imagem já não existe]
#389
Não precisar de agradecer.
Comento todas a fic que leio. Gosto de o fazer porque sei quanto isso é importante para nós quando estamos envolvidos num processo de criação!
Ás vezes sentimo-nos perdidas, pelo menos eu sinto-me. São os comentários que me fazem seguir em frente. Neste momento tenho a minha parada mas espero fazer algumas alterações e continuá-la em breve. Espero que tu também continues a tua! Até breve!:Mongloide=D:

Espero que tenham gostado deste capítulo. O próximo vais demorar uma pouco porque agora ando em avaliações.
Fico à espera de comentários. Beijinhos para todos!!!!!
#390
Boa mais um capítulo! :Mongloide:

Foi uma parte intensa, com as lutas, as decisões da Júpiter... gostei muito como sempre, esta é daquelas fics que nunca desaponta.

O aparecimento do tal tipo da espada foi mesmo surpreendente e a luta com a Urano foi mesmo intensa, gostei especialmente daquela parte em que a Urano lhe dá um golpe e ele olha para ela com aquele olhar macabro!
Numa parte do capítulo já estava a pensar que tinha sido tudo em vão mas as coisas acabam por dar a volta!
Depois a neptuno aparece, mas ela não tava morta? Mas depois ela apareceu ali...arhhh... mas como, porque será? que misterioso...
Tive sempre a sensação de que era a Júpiter que se iria sacrificar não sei bem porquê... Acho que o seu discurso foi muito bonito e sincero, queria que a Úrano protegesse as outras... e disse que às vesez queria ser como ela (isto fez-me logo lembrar um episódio do anime). E de novo o desespero da Haruka ao perder agora outra companheira sem poder fazer nada...

Foi realmente um capítulo intenso, isto está a ficar cada vez mais empolgante!

Agora só um pequenoa parte, pus-me aqui a pensar... então uma delas tem sempre de ser sacrificada, e elas partem aos pares e se não estou a fazer confusão a susana está em coma e a marte ia sozinha ...hum... como será que vão resolver...
#391
Agradeço com todo o gosto, Silva! Tens razão, é bastante importante para quem escreve ter uma opinião acerca do seu trabalho, é algo muito importante para melhorar Smile Fico muito feliz por teres vindo dar a tua aqui! Desejo-te também muita força para o teu projecto, espero poder vê-lo de novo com continuação! Assim sendo, até breve e espero que continues a gostar! Smile

TBK escreveu:Boa mais um capítulo! :Mongloide:

Foi uma parte intensa, com as lutas, as decisões da Júpiter... gostei muito como sempre, esta é daquelas fics que nunca desaponta.

O aparecimento do tal tipo da espada foi mesmo surpreendente e a luta com a Urano foi mesmo intensa, gostei especialmente daquela parte em que a Urano lhe dá um golpe e ele olha para ela com aquele olhar macabro!
Numa parte do capítulo já estava a pensar que tinha sido tudo em vão mas as coisas acabam por dar a volta!
Depois a neptuno aparece, mas ela não tava morta? Mas depois ela apareceu ali...arhhh... mas como, porque será? que misterioso...
Tive sempre a sensação de que era a Júpiter que se iria sacrificar não sei bem porquê... Acho que o seu discurso foi muito bonito e sincero, queria que a Úrano protegesse as outras... e disse que às vesez queria ser como ela (isto fez-me logo lembrar um episódio do anime). E de novo o desespero da Haruka ao perder agora outra companheira sem poder fazer nada...

Foi realmente um capítulo intenso, isto está a ficar cada vez mais empolgante!

Agora só um pequenoa parte, pus-me aqui a pensar... então uma delas tem sempre de ser sacrificada, e elas partem aos pares e se não estou a fazer confusão a susana está em coma e a marte ia sozinha ...hum... como será que vão resolver...

Antes de mais, TBK, muito obrigada pelo teu comentário! Very Happy O facto de dizeres que esta é uma daquelas fanfics que não te desaponta... Fico mesmo feliz e aliviada por sabê-lo!

Ora aqui está mais um comentário muito, muito pertinente! Focaste uns aspectos mesmo importantes! Mas, começando do início... Fico contente que tenhas achado surpreendente o aparecimento do "homem de cabelos da cor do sangue" para estragar o momento. Sim, ele ficou mesmo furioso! E, pois é, a Neptuno apareceu... Agora porquê, não posso dizer, nem em que condições Razz

A Úrano acabou por não ser a sacrificada, mas ainda bem que achaste as palavras da Júpiter bonitas e sinceras, tentei que assim fosse Smile

Mais uma vez, muito obrigada pelo comentário! Embaracoso

Ah, e que belíssima pergunta! Sim senhor, lembraste-te de um grande pormenor! Talvez em breve desvende isso... Wink
#392
K lindo o desenho! Eu imaginava a Hemera mesmo com esse penteado! Epa tens um geitão para fazer desenhos! Esta gente aki só tem talentos! Very HappyD

Então Kaoruzinha-chan? Kd postas um novo capitulo? Razz:P É k mim estar mt ansiosa por saber o k se vai passar a seguir!!

Um grande, grande obrigada pela sign e pelo avie Xaninha kida! ^^



Jovens escritores, nao resistem a chocolate? Especialmente Kinder? Então cuidado, o gang anda rondando
#393
Oh estive a ver o desenho de Hemera..
obrigado por teres posto aqui Kaoru-chan!
esta muito bonito, embora eu goste mais do da Anfitrite (isto deve ser pq tb é a minha Irma preferida, ate agr..lol)
os cabelos e o vestido estao pefeitos..pelo menos de acordo com o que eu imaginava... parabens!
*me oferece uma taça enorme cheia de morangos a Kaoru*

*me junta-se a SEA a pedir mais um capitulo*
desculpa mas estou ansiosa para ver o que vem agr...



"jovens escritores, nao resistem a chocolate? Especialmente Kinder? Entao cuidado, o gang anda rondando"
...............
Fic: "Sailor Moon- o último suspiro"
#394
_S.E.A_ e neptune, obrigada pelos elogios ao desenho! Ainda bem que está de acordo com aquilo que imaginavam da Hemera! Very Happy

Quanto ao novo capítulo, ainda não sei... Tenho de organizar as ideias para ele Wink Vou tentar despachar-me! Smile

*fica toda contente e vai comer os morangos que a neptune ofereceu, agradecendo Embaracoso*
#395
a tua descriÇao ta mm perfeita cm o desenh k fizxte
as irmas sao tdx 1 poko axustadorx e tem 1 aspecto k a 1ª faz-nx duvidr s sao mm boas pexoas.. Razz
ta linduxo!! Very Happy
#396
Finalmente consegui vir comentar. Venho tarde, mas acho que ainda venho a horas. Embaracoso
Kaoru-chan vai levar tau-tau se diz novamente que o capitulo nao está grande coisa. onde já se viu isto! :g3:
Os seus capitulos sao fenomenais...cheios de sentimento e de uma escrita envolvente. cheios de escrita divinal.

A Hemera continua a me fascinar bastante. A forma como a Jupiter olha para os olhos da Hemera e o que ela vê que os seus olhos transparecem, fantastico (nao canso de repetir mas é a verdade). Mostras tao bem que eu sinto que é verdade, sinto que a Hemera sofre por uma delas ter que se sacrificar para obter o fragmento. :g11:

Mais uma vez as tuas descriçoes sao fabulosas, a forma como as madeixas esvoaçavam, fabuloso!! Adoro. Eu imaginava esta cena na minha mente enquanto lia. Parabens.
A forma como Jupiter se apercebe da intenção da urano de se sacrificar, mais uma vez fantastico, mostras bem como a relaçao das navegantes sao fortes.
O desepero da Jupiter :g11: , foi tao sentido e tao perceptivel, que me comovi.
Tal como disse a Neptune-chan, a forma como a Jupiter tentou impedir que a Urano nao se sacrificasse dizendo que havia outra maneira de conseguir o fragmento, tambem me fez lembrar a Bunny, quando ela diz que se pode conseguir tudo sem ter que lutarmos, apenas agirmos com amor e com fé. AMEI!!! FOI LINDO!!!

O surgimento do Homem deixou-me com algumas curiosidas e com pulgas atras da orelha! Matreiro
curiosidade: de onde ele conhecia a Hemera? este homem é o mesmo que apontou a flecha à Bunny, nao é? para que ele quer o fragmento? para poder destruir a destruidora (bunny)?

Fiquei tao indignada como o Homem, quando acertou a hemera, em que ela quase morreu, só me apetecia fazer-lhe nao sei o que. Pois se ele nao tivesse aparecido, talvez nao fosse necessario uma delas ter sido sacrificada.
Mas devo confessar que a parte da batalha entre a Urano e o homem, estava maravilhosa, muito bem descrita mesmo! Fenomenal! Muito bem descrita mesmo, eu visualizei esta cena até ao mais infimo pormenor que até o meu coraçao, batia desalmadamente! Parabens.
Quando surgiu a Neptuno, o que eu me arrepiei! Foi lindo a forma como ela surgiu...a forma como ela veio para salvar a pessoa que mais ama, assim como a sua amiga jupiter. A unica a ver a Neptuno, e ver como ela veio para proteger a Urano, fez com ela se sacrificasse, nem tenho palavras para o descrever, apenas digo que fiquei bastante comovida. :g11: :g11: AMEI!!!

O sacrificio! Omg! Lindo e triste. Bastante triste! Tu descreves os sentimentos tao bem :g11: :g11: :g11: :g11:
Confesso que sempre pensei que fosse a Urano a sacrificada, apesar de ter um pressentimento de que estava errada, e afinal estava mesmo errada. A jupiter é que foi a sacrificada e a forma e o porquê de ela se ter sacrificado, lindo. inexplicavel! Sacrificou-se para perservar o amor das duas amigas, apesar de uma já ter desaparecido. Lindo! Que apesar de ser uma das guerreiras mais fortes, sacrificou-se, por achar que a Urano protegia melhor as pessoas que amava, principalmente a Bunny. LINDO!! Chorei tanto nesta parte, que nem me apercebia nem ligava a mais nada.
Por fim a forma como mostraste a tristeza da Urano por ter perdido a sua amiga e a sua amada, assim como, a tristeza por jupiter ter-se sacrificado para perservar o amor delas! COMOVENTE!!! *mim sem palavras*

O teu desenho, está fabuloso. Gostei bastante deste teu rascunho. a menina tambem tem jeito para o desenho. confesso que era assim que eu imaginava a Hemera. Mais uma vez, com este desenho tive mais uma vez a percepçao de como é a Hemera. Parabens, pelo fantastico desenho ^__^

*mim oferece um gigante ovo kinder juntamente com duas bonecas em miniatura da Anfitrite e da Hemera e ainda um bilhete para uma exposiçao de fotos artisticas*

Beijinhos grandes

ps - desculpa o comentario confuso, pequeno e nao grande coisa :Embaracoso':
#397
sweetmoon, desculpa só te ter respondido agora, mas apenas com esta actualização é que vi o teu comentário! Muito obrigada, ainda bem que gostaste do desenho! Fica a promessa de que quando surgirem as duas outras irmãs, mais desenhos virão Wink

Xana! Vens sempre a horas com estes teus belíssimos comentários que agradam qualquer escritor! É uma honra para mim ler cada uma das tuas palavras, pois analisas tudo com bastante pormenor Smile

Fico bastante contente que a Hemera também te tenha fascinado, é sempre muito bom para mim ler isso! O facto é que as Irmãs são personagens que me dão gozo em descrever e explorar, principalmente por todo o mistério que as envolve e os poderes ainda não muito bem explicados que detêm, assim como a sua função e nascimento. Elas vão ser realmente importantes para a história Wink

Quanto aos sentimentos, nem sei o que dizer mais para além de tudo o que vim a dizer nestes comentários; tentei ao máximo expressá-los da melhor forma possível, e ainda bem que consegui, pelo que dizes! *foge do tau tau da tia Xana Razz* Na verdade, sempre imaginei que a sacrificada fosse a Júpiter, como já o disse antes, e, embora tenha "contrariado" o que esperavas, fico contente que tenhas gostado!

Quanto ao homem, vou fazer uma espécie de resumo aqui no teu comentário, se me permites, para situar Embaracoso Existem, até agora, três homens misteriosos, dois com nome. Um deles chama-se Vio e é aquele que salvou a Rita das chamas e que lhe revelou que tinham de encontrar os Fragmentos. Depois há o Peo que foi o que atacou a Ami e a Bunny, com o arco, e apontou uma flecha à Bunny. Depois há este homem de cabelos da cor do sangue (ainda sem nome) que atacou a Maria e a Bunny, foi o primeiro a aparecer e a atacar. Foi ele quem chamou de "Destruidora" à Bunny em primeiro lugar Simpatico2

Obrigada pelos elogios ao desenho! Ainda bem que gostaste! Very Happy Fico muito contente que tenha correspondido à tua imaginação Smile E aproveito para dizer que fico também muito contente por teres gostado da descrição que fiz da Hemera com os cabelos a esvoaçar, sempre pensei nela assim, já que o seu elemento é o Ar!

Mais uma vez, que presentes fabulosos, Xana! Para além do delicioso ovo Kinder *mnham*, duas bonecas da Anfitrite e Hemera no interior! Oh, e um bilhete para uma exposição! Fico muito feliz, Xana, acertaste em cheio! Very Happy

Muito obrigada pelo teu comentário e por, apesar de estares doente, vires escrevê-lo! E não ficou nada confuso, adorei ^__^
#398
adoro o cabelo da hemera ta tal e qal como descreveste sem tirar nem por, acho msmo q dvias colorir ianda ficava mais giro Very Happy
meu deus, esta gente para além de serem escritoras de categoria são também artistas!!
ta lindissimo



merci, André <3
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#399
Capítulo XIX
Aviso
~A ameaça do inimigo~
A escuridão do Espaço, naquele instante, parecia enevoada aos olhos de quem a observava, habituada aos seus contornos aparentemente iguais mas que eram constantemente mutáveis. Aquilo que, para muitos, era vazio, estava preenchido de tantas coisas que ela distinguia com nitidez, como se os pedaços de estrelas fossem almas errantes, presas para sempre no mundo dos vivos, emanando uma luminosidade mais fraca do que a chama de uma minúscula vela consumida pelo negrume. E o seu espírito tornava-se mais repleto de uma ausência que procurava constantemente, sentada num dos pilares das ruínas de um palácio antigo, enquanto observava atentamente o planeta azul, à espera. Uma espera que parecia ter terminado quando uma dor lhe queimou a palma da mão.

A mulher olhou para o Fragmento brilhante que emitia uma luz progressivamente encarnada na sua mão delicada e fina. Embora o ardor fosse evidente, era suportável. Os seus lábios contraíram-se, num misto de apreensão e regozijo. O momento tinha chegado, embora não lhe fosse totalmente favorável. Mas, ainda assim, uma certeza assolava-lhe o espírito, suficiente para que um sorriso lhe toldasse a pálida face parcamente iluminada por aquela ténue luz.

- Chamou-me, senhora?

A mulher continuou a observar aquele pedaço luminoso, como quem espera ver o futuro revelado numa bola de cristal.

- Chegou a hora, Cérbe.

O homem estacou, parecendo não compreender a verdadeira extensão daquelas palavras. Evitava olhar para aquela luz, embora se sentisse esmagadoramente atraído por ela. Era como se um perfume delicado se desprendesse do seu brilho e se acentuasse quanto mais encarnada ficava. Cada vez que se encontrava com ela verificava, por entre olhares fugazes, que a tonalidade vermelha se intensificava, assim como a sua atracção. Contudo, a frase que ficou a ecoar incessantemente nos seus ouvidos, reclamando por atenção, obrigou-o a raciocinar até que uma enorme apreensão se lhe espelhasse no rosto.

- Mas, senhora! Isso será demasiado perigoso! Deixai-me que fale primeiro com os…

- Esses inúteis? – perguntou a mulher, cortando-lhe a palavra. – Oh, Cérbe, Cérbe, mais uma vez, subestimas-me sem razão! Eles não vão conseguir aquilo que é preciso fazer. Só eu serei capaz.

- Mas, senhora, até agora temos apenas rondado as guerreiras, e não creio que consigamos manter o disfarce durante muito tempo se permanecerdes demasiado nesse planeta…

Cérbe calou-se imediatamente ao sentir a mulher virar-se. Raramente conseguia ver os contornos da sua face, pois embora estivesse habituado à permanente escuridão, esta fazia com que fosse impossível observar com pormenor quem por ali andasse. No entanto, a pálida luz do Fragmento foi suficiente para que discernisse o olhar duro e decidido que o observava, um misto de cores profundas e alternáveis.

- Já temos a confiança delas. O coração, sobretudo. Estão fragilizadas, continuarão a não desconfiar de nada. É hora de agir e de sair um pouco das sombras. – repetiu a mulher.

A vontade de argumentar esvaiu-se rapidamente de Cérbe, que se curvou diante da mulher. Esta, com um acenar, pediu-lhe que a acompanhasse, e ele assim o fez, seguindo-a pelos intermináveis corredores e sentindo a confiança a crescer dentro do seu espírito. Por uma ou outra vez, atreveu-se a olhar directamente para as costas da mulher, distinguindo-lhe os cabelos encaracolados que lhe caíam pelas costas, soltos e belos. Ainda assim, arrepiava-se sempre quando a recordação daquela face ladeada por duas madeixas onduladas lhe invadia a mente, obrigando-o a baixar de novo o olhar e prosseguir o caminho.

***
Muito antes da escuridão do céu preencher a cidade de Tóquio e reflectir as intenções formuladas algures no Espaço e ainda muito antes de o brilho de uma estrela afrouxar com o ribombar de um trovão, Bunny afastou uma taça de gelado, satisfeita. Aquele contacto doce havia redobrado as suas forças e boa disposição. Abriu os olhos, depois de soltar um suspiro, e verificou que o gelado de Ayame se mantinha quase intocável.

- Não gostaste do sabor?

- Gostei, sim, mas é demais para mim. – replicou educadamente Ayame, sorrindo. Parecia um pouco constrangida, o que fez Bunny rir, um pouco aparvalhada. Às vezes esquecia-se que nem todas as pessoas lhe conseguiam acompanhar o ritmo.

Depois daquele momento, Bunny olhou para Ayame e observou-a enquanto esta remexia o gelado com a colher, um pouco absorta. Os seus cabelos apanhados, como sempre, pareciam revoltar-se contra aquela prisão que lhes fora confinada, e duas madeixas compridas dispunham-se dos dois lados da face, ondulando em direcção ao vazio. Instintivamente, deu por si a sorrir.

- Ayame?

- Sim, Bunny? – perguntou Ayame, sendo retirada dos seus mais profundos pensamentos, fossem quais eles fossem.

- Obrigada por estares aqui comigo.

Bunny assistiu aos olhos da rapariga a abrirem-se um pouco mais, revelando o espanto que lhe havia provocado. Deu por si a contemplar-lhe os olhos de várias tonalidades que nunca conseguia distinguir com exactidão. Naquele momento, um âmbar cor de mel era banhado por reflexos… Encarnados? Não sabia dizê-lo bem, mas era uma mistura bela e, ao mesmo tempo, atractiva.

Ayame parecia perdida em algo que era inatingível à compreensão de Bunny. Estacara, olhando-a, no que parecera ser apenas alguns momentos mas que, para ela, foram demasiado longos. Depois do constrangimento inicial, Ayame forçou um sorriso e baixou os olhos.

- Não precisas de agradecer. Desculpa, Bunny, mas tenho de ir, preciso de fazer umas coisas antes que anoiteça. Gostei da tua companhia, obrigada por me teres trazido aqui.

Bunny levantou-se, seguindo-lhe o exemplo. Não conseguia compreender porque é que Ayame reagia assim sempre que lhe dizia algo do género, mas não fez perguntas, pois não queria ser indelicada. Recusou o pagamento que esta insistira em lhe dar, dizendo que lhe ofereceria o gelado, pelo que Ayame voltou a agradecer e se apressou em sair. Lá fora, as suas madeixas rodopiaram freneticamente no ar, quando uma rajada de vento a envolveu, e Bunny viu-a desaparecer mal dobrou a esquina.

- Ficaste sozinha, Bunny? – perguntou Mário que se acabara de sentar no lugar antes ocupado por Ayame.

- Sim, a Ayame teve de ir. – explicou Bunny com um sorriso. Gostava bastante da companhia do amigo, embora não passasse, ultimamente, muito tempo com este. – Mas quem parece que ficou agradado com ela foste tu! – disse, com aquela expressão brincalhona sua característica.

Mário riu-se abertamente.

- Não é nada disso que estás a pensar, menina Tsukino. Ela é gira, sim, mas o engraçado foi a sensação que tive de já a conhecer de algum lado mas não me recordar de onde. Sabes como é a sensação?

Bunny não respondeu, mas sorriu ao recordar-se dos tempos em que aquele sentimento de conhecer Gonçalo de algum lado a dominava por completo, fazendo com que se abstraísse ainda mais do mundo em redor.

Como que correspondendo aos seus pensamentos, a porta abriu-se de e Gonçalo apressou-se a entrar e a cumprimentar Mário com um aperto de mão amigável. Era inexplicável a empatia que os unia. Desde o primeiro momento em que Gonçalo se cruzara com o rapaz que sentira logo um sentimento de amizade a uni-los, algo que transcendia a sua compreensão. Prezava a sua amizade acima de todas as eventuais outras que pudesse fazer e nunca deixava de passar algum tempo com ele. Antigamente, quando ainda não tinha entrado no curso de Medicina, costumava ajudá-lo, durante as árduas tardes de Verão em que os miúdos ansiosos por jogos enchiam o salão e, ainda hoje, recordava esses tempos com nostalgia.

- Gonçalo! – Bunny atirara-se já para cima de dele, abraçando-o e resgatando-o destas memórias fugazes. – Sabias que eu estava aqui?

- Sim, telefonei ainda há pouco ao Mário e ele contou-me. – explicou, retribuindo o abraço. Mário já se tinha retirado para atender outro cliente e deixar o casal a sós, que ocupou os lugares vazios.

- Como estás? – perguntou Gonçalo atencioso, olhando Bunny com apreensão. Sabia que ela estava a sofrer, conseguia sentir a sua mágoa por detrás daquele sorriso disfarçadamente animado.

Bunny olhou-o ternamente, agradecendo-lhe em silêncio a preocupação. Logo após a revelação do sacrifício de Mariana que Bunny lhe tinha deixado uma mensagem sofrida no telemóvel, através do voice mail, pois Gonçalo nunca levava o aparelho ligado para o hospital. Isso fora o suficiente para que este compreendesse o que Bunny estava a sentir. Sendo também amigo de Mariana e tendo em conta a relação que os une às navegantes, a morte desta não lhe tinha sido indiferente.
#400
- Estou melhor, estive ainda há pouco com a Ayame que me ajudou a distrair um bocado…

- A rapariga do baile? – perguntou Gonçalo curioso.

Bunny assentiu com a cabeça.

- Mas estou preocupada com a Maria e com a Haruka… Tenho medo que façam algo… - confessou Bunny num desabafo há muito contido.

As mãos de Gonçalo cruzaram a distância que as separava das da sua amada e fecharam-se sobre elas, aquecendo-as com um calor corporal e, ao mesmo tempo, transcendente ao contacto físico. O amor que os unia era tão forte e especial que até mesmo com aqueles gestos as palavras que não conseguia pronunciar fluíam pela mente de Bunny, como se falassem em sussurros que só eles compreendiam. Olharam-se demoradamente, e ela sentiu a força daqueles olhos azuis, uma força que a encheu de ânimo e acalmou os seus anseios mais enraizados.

- Não te preocupes. – disse, finalmente, Gonçalo. – Vai tudo correr bem.

Bunny preparava-se para responder quando, e sem aviso, uma dor fortíssima destruiu toda a segurança que ainda há segundos sentira, obrigando-a a largar as mãos do namorado e afastar-se rapidamente, clamando por ar fresco. Através da janela do salão, Bunny conseguiu ver os finos e doirados raios de sol a estenderem-se pelas ruas preenchidas pelos sons do tráfego que o final do dia sempre trazia consigo. Era uma dor tão forte que Bunny não conseguia quantificar, senão através das lágrimas que lhe provocavam um longo ardor nos olhos. Sentiu as mãos grandes de Gonçalo a apoiá-la pelos ombros e as palavras a perderem-se à sua volta, adquirindo, progressivamente, sentido.

- Bunny! Bunny, o que se passa?!

Bunny não respondeu, o medo a impedi-la de pronunciar o pressentimento que lhe invadia o coração. Uma angústia sofrida, em tudo semelhante quando descobrira o que se passava com Chibiusa, em tudo semelhante quando o sacrifício de Mariana lhe tinha sido revelado. Parecia-lhe, com os cotovelos apoiados na mesa, que as ruas adquiriam tonalidades vermelhas, como se houvesse sido derramado sangue por ali algures. E o medo, esse, era tão grande, tão forte, que parecia esmagá-la.

- Gonçalo… - disse, numa voz quase inaudível. – Leva toda a gente daqui para fora… Eu sinto… Sinto que…

Gonçalo colocou delicadamente a mão por debaixo do seu queixo trémulo e virou-o para si, expondo o seu olhar vermelho e assustado, mas decidido. Haviam sido poucas as vezes que assistira a um olhar tão determinado e magoado, mas nunca, em nenhuma delas, conseguira resistir-lhe. Para não a deixar sozinha durante muito tempo, apressou-se a chegar junto de Mário, gesticulando disfarçadamente e explicando-lhe, segundo pareceu a Bunny, que era urgente fechar depressa o estabelecimento e que mais tarde lhe explicaria tudo. Mário, confuso, preparava-se para argumentar, mas a insistência genuína de Gonçalo não lhe deixou outra alternativa senão a de informar os clientes que o Salão e restaurante iriam fechar portas e pedir desculpas por tal. Vinte minutos depois, os três eram os únicos que marcavam presença no local.

- Querem explicar-me o que está a acontecer?! – perguntou Mário, tão confuso que se denotava um leve tom de irritação na voz.

Bunny segurava com firmeza o alfinete no centro do seu peito, a dor a alastrar-se por dentro de si e obrigando-a a usar todas as suas forças para não chorar compulsivamente. Não compreendia porquê, mas sentia que algo se passava, algo que iria muito em breve acontecer. Gonçalo, por seu turno, não fazia ideia de como tiraria Mário dali, do seu próprio estabelecimento.

- Ouve, Mário, tens de nos deixar ficar aqui a sós. Não te posso explicar agora porquê, mas prometo que mais tarde saberás tudo.

- Nem pensar! Eu exijo saber o que se passa! Não é que não confie em vocês os dois, mas têm de compreender que o negócio é meu e se há algo que se vai passar aqui dentro, penso que tenho o direito de saber o que é!

O rugido de um trovão fez com que a voz de Gonçalo se esmorecesse no momento em que se preparava para argumentar. Bunny, em vez de se assustar, agarrou com mais força o alfinete em forma de coração. Apesar de consciente da presença de Mário, não havia muito a fazer. Se fosse preciso, transformar-se-ia diante dele para o manter a salvo. Reparou, ainda, que o entardecer se processava a um ritmo quase anormal, a escuridão cinzenta a abater-se cada vez mais sobre aquele lugar e, no momento em que a luz falhou, um espectáculo de sombras rodeou-os, impedindo que se distinguissem com clareza.

Um tilintar fez com que três pares de olhos se fixassem na porta que acabava de se abrir. Alguém cruzou a soleira da porta e fechou-a educadamente, envolta nas sombras e impedindo que os contornos da sua face fossem revelados.

- Desculpe, mas o letreiro especifica que estamos fechados. – esclareceu Mário. – Se não se importa, é melhor-

Mário não conseguiu terminar a frase, pois um jacto brilhante atingiu-o no ventre, fazendo-o rodopiar no ar e aterrar contra um dos móveis onde eram guardados pratos, acabando por cair inerte e desmaiado no chão. Gonçalo reagiu de imediato, assumindo a sua forma de Mascarado e resgatando o amigo do chão, envolto em cacos e feridas ensanguentadas, levando-o para a cozinha. Bunny, que com a rapidez do ataque só tivera tempo de se transformar, ergueu o ceptro e contra-atacou de imediato, ao que o inimigo disfarçado pelas sombras correspondeu com um desvio rápido e hábil.

Sailor Moon reparou que o inimigo se desviava de cada ataque com uma precisão implacável, como se se esfumasse no ar e reaparecesse num outro canto da sala, em cima de uma mesa ou mesmo atrás de si. Era evidente que não sua intenção atingi-la pois, se o desejasse realmente, já há muito que teria tido a oportunidade de o fazer. Minutos mais tarde, Gonçalo já se tinha juntado a ela, ficando um pouco à sua frente para protegê-la se a situação o exigisse.

- Quem és tu?! – gritou Sailor Moon já um pouco tonta com aquela espécie de jogo de caça ao rato. – Porque é que atacaste o meu amigo?!

O vulto estacou, parando defronte de ambos. Já tinha anoitecido por completo, pelo que apenas era possível distinguir-se os contornos daquela misteriosa figura. Com uma velocidade inimaginável, Sailor Moon sentiu o Mascarado a ser empurrado contra a parede por um jacto azulado que o imobilizou, fazendo com que os seus membros ficassem paralisados.

- Sailor Moon, foge! Não consigo mover-me, tens de sair daqui! – gritou, desesperado.

Quando se preparava para avançar na sua direcção, Sailor Moon sentiu algo frio e aguçado pressionado contra a sua garganta.

- Avança um pouco mais e corto-te a garganta.

A voz abafada foi ameaçadora o suficiente para ela compreender de imediato a mensagem. A espada, pressionada num ponto fulcral do pescoço, roçava-lhe a artéria e Sailor Moon não precisava de quaisquer aulas de anatomia para saber que se desse um passo em falso seria imediatamente morta. O Mascarado também compreendera claramente a mensagem, calando-se de imediato.

- Ouve-me bem, navegante da Lua. Já sei que andas atrás desses Fragmentos e, para tua informação, soube há pouco que uma das tuas amigas foi sacrificada para o obter. Quieta! – ameaçou, ao sentir Sailor Moon a conter um grito de dor. – O que quero é que te mantenhas afastada das Protectoras e dos Fragmentos. Se sei que mais alguma das tuas amigas o arranja… Mato-as a todas, inclusive amigos teus e, claro, aquele patético homem ali. Entendido?

Sailor Moon engoliu em seco e meneou afirmativamente com a cabeça. O vulto afastou a espada e dirigiu-se rapidamente até à porta, estalando os dedos e libertando o Mascarado daquela prisão invisível, desaparecendo. Este abraçou rapidamente a amada que, quase em estado de choque, soluçava.

- Calma, já passou… Já passou…

As lágrimas rolavam pela face de Sailor Moon, pequenas e sinceras, expressando o que a voz não conseguia fazer. Desde que aquela dor se apossara de si que a certeza de que uma das amigas tinha sido sacrificada crescera e se tornara quase insuportável, misturada com outra sensação já familiar mas que não conseguia nomear; o pressentimento da chegada de um daqueles estranhos inimigos. Foi o coração que lhe revelou, muito antes daquela pessoa lho dizer, que Júpiter estava morta e que mais uma amiga tinha abdicado da sua vida para que a outra companheira pudesse obter aquele Fragmento que tantas desgraças já lhe tinham infligido. E, já sem o uniforme de guerreira, Bunny chorava. Chorava por Chibiusa, Susana, Mariana, Maria e Mário. Chorava por saber que não poderia cumprir a ameaça que lhe havia sido feita. E chorava por não ter tido poderes suficientes para fazer frente àquela figura feminina, cujos cabelos encaracolados tinham sido a única coisa que havia conseguido discernir por entre os contornos disformes da escuridão.

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