Sailor Moon Portugal, A Navegante da Lua

A Flor de Pandora

#341
Hum... gostei do titulo do capitulo. Cheira-me a k vai ser mt triste Sad

Então boa viagem! Embaracoso

Um grande, grande obrigada pela sign e pelo avie Xaninha kida! ^^



Jovens escritores, nao resistem a chocolate? Especialmente Kinder? Então cuidado, o gang anda rondando
#342
Capítulo XVII
Recordações
~A intemporalidade do amor~
Úrano sentiu que acordava de um sonho recente, com a mente limpa mas marcada pelo facto de não se recordar de como fora. Mas, em vez do colchão, as suas costas deitadas num pavimento frio e rígido clamavam por algum conforto, o que fez com que a navegante abrisse os olhos e rapidamente se apercebesse que o local onde se encontrava nada tinha a ver com o quarto da sua casa.

Quando os seus olhos vislumbraram o extenso compartimento, um subtil sentimento de nostalgia apoderou-se do seu coração. Uma grande janela de vidro mostrava os confins do sistema solar, onde um lindo planeta esverdeado permanecia, no horizonte, sereno. Era uma visão magnífica e única, que costumava apreciar calmamente há demasiados anos atrás. Demasiados para que pudesse sequer contabilizar.

Contrariamente ao que seria de esperar, o salão não estava ricamente adornado, encontrando-se praticamente vazio, com a excepção dos vários painéis recheados de botões que repousavam, inertes, à sua frente. O Castelo Miranda sempre reflectira o verdadeiro ser que ela, sendo a Princesa e governante dele, conservava; um espírito aberto e longe de ser ostentador. Era um local que apreciara, nesses tempos, mas que, por outro lado, retia uma solidão intemporal, marcada nas paredes e extensas escadarias que o cercavam, formando uma espiral de contornos peculiares.

Abstraindo-se um pouco daquela visão, Úrano voltou a cabeça para o lado esquerdo e, a seu lado, viu Hemera, a Irmã que a trouxera até ali. Não parecia surpreendida nem admirada, e Úrano apenas conseguiu vislumbrar um traço de curiosidade no seu olhar esverdeado. Quando abriu a boca para a questionar, foi interrompida quando Hemera levantou a mão e apontou para um canto do salão, para onde, instintivamente, olhou. Foi com surpresa que Úrano se viu, ali mesmo, com o aspecto de criança, envergando um pequeno vestido que seria idêntico ao que usaria quando a sua idade avançasse. Os traços da face daquela criança eram os seus e, embora ainda conservassem aquele aspecto infantil, a sua seriedade em nada parecia combinar com eles, revelando uma maturidade precoce que seria sua característica. Os seus cabelos loiros, ligeiramente mais compridos do que agora usava, estavam um pouco desalinhados e o seu olhar azul perdia-se naquela visão do Universo.

Respondendo às questões que se formulavam na mente de Úrano, Hemera quebrou o silêncio.

- Ela não te consegue ver. Isto faz parte da história que te vou contar. – revelou Hemera, confirmando as teorias rebuscadas de Úrano, que nada disse. Continuava a olhar-se como pequena princesa, governante de um castelo. Parecia ter consciência das suas responsabilidades e deveres, e recordava-se de como sempre soube e cumpriu a missão de proteger o Sistema Solar de possíveis invasões exteriores embora, naquela fase, não fossem muito frequentes.

De súbito, um grande painel que se encontrava perto da enorme janela de vidro iluminou-se, deixando que uma imagem se formasse, primeiro distorcida e, depois, adquirindo contornos cada vez mais nítidos. A pequena princesa endireitou-se um pouco mais quando a imagem de um jovem homem fardado apareceu, curvando-se numa pequena vénia que ela retribuiu.

- Saudações, Princesa Úrano, governante do Castelo Miranda. A Rainha Serenidade cumprimenta-a e pede-lhe que se dirija à sala de teletransporte, para que chegue em segurança ao Milénio Prateado. A guardiã do Castelo tomará conta dele, portanto, não precisa de se preocupar. – informou formalmente o homem.

A pequena princesa curvou-se noutra vénia quando a imagem desapareceu tão depressa quanto havia surgido. Úrano quase conseguiu sentir uma pequena ponta de entusiasmo no seu interior. Embora não conservasse muitas memórias daquele tempo, ao ver aquelas imagens, recordou-se de que aquela seria a segunda vez que sairia do castelo, pois a primeira tinha sido aquando a sua coroação no Milénio Prateado e era demasiado nova para se lembrar de tal. Contudo, o resto permanecia um mistério, os acontecimentos que Hemera mostrava eram como um filme a que tinha assistido há muito tempo e que, ao vê-lo pela segunda vez, fosse progressivamente recordando-se de algumas cenas, sempre com uma sensação de familiaridade no seu estômago.

Perdida nas suas reflexões, mas sempre atenta, Úrano viu, pelo canto do olho, Hemera a juntar as palmas das mãos. Nesse momento, uma espécie de vórtice negro destruiu aquela visão e, como se o instinto lho ordenasse, a navegante cerrou os olhos. Quando a sensação de estar a ser sugada acalmou, voltou a abrir as pálpebras e deparou-se com um cenário completamente distinto.

O Milénio Prateado sempre a fascinara, embora retivesse muito poucas recordações dele, em grande parte devido às poucas vezes que lá estivera. As paredes do Palácio rodeavam-na, exibindo telas belíssimas do reino. O ambiente era simples mas rico, digno da humildade do Reino da Lua. Pelos corredores amplos passavam mulheres com belos vestidos, homens com fatos de festa e crianças sorridentes mas conscientes do ambiente onde se encontravam. Úrano viu-se a si própria a observar tudo com atenção mas com a expressão inalterada, sendo ela a Princesa de um planeta e detentora da missão que tinha. A menina com ar de adulta afastou-se e Úrano apressou-se a acompanhá-la, juntamente com Hemera, dirigindo-se para o exterior.

O pátio, rodeado por fontes altas em forma de bebedouro, onde a água cristalina vertia, serena, parecia ainda mais resplandecente e enorme. Uma pequena multidão encontrava-se lá, dispondo-se ordenada e organizada nos seus lugares, deixando um espaço recto marcado por uma passadeira dourada. No fundo dessa mesma passadeira encontrava-se uma espécie de terraço improvisado de mármore, onde era possível ver-se, atrás de si, a Terra enorme e azul. A pequena princesa avançou lentamente por esse caminho de ouro, ignorando os olhares subtis que nela pousavam e, seguida por Hemera e Úrano, chegou rapidamente à primeira fila, ajoelhando-se. Já se encontrava lá uma rapariga, cujos cabelos negros com reflexos esverdeados lhe tocavam nos ombros e que Úrano reconheceu ser a navegante de Plutão um pouco mais jovem, como se tivesse apenas uns anos a menos do que a que conhecia. A princesa não olhou para essa outra princesa que, a seu lado, se mantinha ajoelhada, e, de olhos fechados, nem mesmo os abriu quando sentiu uma outra rapariga, da mesma idade que a sua, ajoelhar-se do seu lado direito, ao contrário de Úrano, que estremeceu e abriu mais os olhos.

O toque de um sino recuperou a sua atenção e toda a multidão se ajoelhou, cumprimentando a Rainha Serenidade que acabava de chegar, rodeada por quatro pequenas princesas e com uma jovem menina agarrada à sua mão direita. Úrano viu Ami, Joana, Rita e Maria não nas suas formas de guerreiras, mas sim de princesas, ainda mais novas do que ela o era naquele tempo. Pareciam um pouco mais assustadas perante a multidão, mas era notório o esforço que faziam para se manterem dignas. A Rainha quase que brilhava com a felicidade que o seu resto exibia, uma calma sublime a ser emanada do seu olhar terno e sábio. Na sua mão esquerda, um ceptro alto, cuja extremidade superior terminava na forma de uma meia-lua doirada, conservava o Cristal Prateado, símbolo do poder daquele reino.

- Princesa Plutão, Úrano e Neptuno, venham. – disse, na sua voz doce, fazendo com que as três se levantassem e olhassem em diante, vendo, pela primeira vez, a Princesa Serenidade com os seus já longos odangos e olhar assustado, aquele belo e expressivo olhar azul. Segurava a mão da mãe com os dedos trémulos e pequenos, sorrindo para elas na forma inocente que as crianças o sabem fazer. Úrano viu-se a si própria exibir um pequeno sorriso e soube que tinha simpatizado de imediato com aquela criança tão pura. Sob a ordem da Rainha, as três princesas juntaram-se às outras e Úrano relembrou, subitamente e sem aviso prévio, o porquê daquela cerimónia. Era o quarto aniversário da Princesa da Lua, altura em que esta devia ser mostrada às guerreiras do espaço exterior, que nunca haviam tido a oportunidade de a ver antes, e também aos restantes habitantes da Lua que, depois de se levantarem, aplaudiram com entusiasmo, deliciados com a beleza daquela linda menina.

A cerimónia durou apenas alguns minutos mais, pelo que a Rainha se retirou, acompanhada da Princesa da Lua e das restantes do espaço interior, dirigindo-se para o interior do palácio, acompanhada pelas pessoas da Lua. Plutão também fora, mas a pequena Úrano evitou ir logo, pois a presença de muitas pessoas incomodava-a. Decidiu, portanto, esperar que tudo acalmasse, encostada ao terraço de mármore frio. A navegante de Úrano, ao ver-se ali, não conseguiu deixar de sentir uma pequena ponta de nostalgia. Era surreal ver-se, como criança, num tempo tão antigo e passado, cujas memórias eram demasiado difusas para se recordar com precisão. Hemera continuava calada, nunca deixando, no entanto, de estar ao lado dela.

A pequena princesa não pareceu reparar em Neptuno, que se aproximara com um sorriso. Úrano, que a observava com atenção, reparou na beleza que já em criança exibia. Os seus cabelos da cor do mar eram longos, ultrapassando o limite da cintura, irradiando um brilho natural que se reflectia nos seus olhos ternos. A pele branca contrastava com o vestido da mesma cor dos seus cabelos, e foi com a voz doce e infantil que interpelou a sua forma de criança.

- Olá, eu sou a princesa Neptuno.

A pequena Úrano, surpreendida, virou-se para encará-la. Embora o planeta Neptuno estivesse muito próximo do seu, nunca havia visto a sua princesa e achou que devia ser uma boneca de porcelana animada com vida.

- Olá, eu sou a princesa Úrano… - disse, um pouco desajeitada, o que fez Neptuno rir.

- Temos a mesma missão! Ainda bem que te conheço, estava ansiosa. Espero que possamos ser amigas!

Neptuno estendeu-lhe a mão, com o sorriso mais bonito que Úrano, tanto em criança como em adulta, já tivera visto. A pequena princesa estendeu também a mão e estas tocaram-se pela primeira vez e, nesse preciso momento, uma onda demasiado forte de recordações abateu-se sobre si, obrigando-a a ajoelhar-se e a morder o lábio, tal era o turbilhão de imagens que cruzava a sua mente. Sentiu algo forte a brotar-lhe no peito e soube que aquele momento fora o primeiro em que o amor pela princesa e navegante de Neptuno nascera, um amor infantil que haveria de transformar-se e consolidar-se, separado pela distância da missão que tinha de cumprir, mas nunca abalado. Viu-se, anos mais tarde, a observar a destruição da Lua com uma impotência desesperada, partilhando a sua dor com a sua vizinha e amada, viu-se a crescer alternando as suas observações entre a Lua e o planeta Neptuno, viu-se uma ou outra vez a percorrer os corredores do palácio da Lua e a tocar furtivamente na sua mão e sentiu tudo, cada toque, cada sentimento, cada ânsia, cada olhar, cada pequeno fragmento de si e dela.

Hemera permanecia inerte na sua posição tranquila, deixando Úrano entregue ao seu desgosto. Observava-a pelo canto do olho, temendo que a sua dor fosse forte demais. Observara todas as recordações que permaneciam guardadas num recanto inatingível da sua mente com um interesse disfarçado e viu mais do que aquilo que lhe mostrou, deixando-a um pouco inquieta. Úrano parecia não se recordar de alguns pormenores importantes e, por um lado, Hemera estava satisfeita mas, por outro, não sabia como encarar essa situação.

Úrano fechou os olhos com força e agarrou a cabeça com as mãos.

- Pára! Pára, quero acordar! – atirou-lhe, tentando, em vão, organizar as ideias. As imagens de Neptuno eram demasiadas e um sentimento de perda a que se obrigara a esconder ameaçava irromper pelo seu interior, queimando tudo à sua passagem. Se ela tomasse consciência desse sentimento e se abandonasse a ele estaria perdida e estava certa que enlouqueceria.

- Ela já não está cá. – disse Hemera tranquilamente, piorando a situação. – Concentra-te no que é mais importante.

Úrano abriu os olhos e, para seu espanto, sentiu lágrimas a caírem, disformes, pelo seu rosto magoado. As lágrimas a que tanto se obrigara a conter rolavam agora indiferentes à sua vontade, caindo no chão espelhado e misturando-se com ele. Uma onda de desespero e dor invadiram-na e apoderaram-se do seu coração, fazendo-a soluçar e tremer descontroladamente, forçando-a a enfrentar a terrível realidade da perda da mulher que amava. Não se esforçou mais por conter os sentimentos, por recusar à inevitável consciência que Neptuno já não estava lá para a aconselhar, acalmar, para simplesmente andar a seu lado, sorrir-lhe, olhá-la nos olhos como ninguém o fazia, para compreendê-la e aceitá-la como era, para a brindar com um toque subtil e enorme. Ela perguntou-se como era possível viver assim, como era possível sequer pensar em respirar, em olhar em frente e tentar enfrentar os dias vazios e eternamente longos.

- No… que é… mais importante?! – exclamou num grito deformado. - Não há nada mais importante! – disse, permanecendo ajoelhada e chorando, enquanto todas as réstias de força se lhe escapavam por entre os soluços exasperados que nunca tinha libertado. Apercebeu-se, por entre a sua dor, que havia retido durante demasiado tempo a tristeza enorme no seu interior, ignorando os seus efeitos devastadores e subestimando-a. A sua força e coragem em nada se podiam comparar aos efeitos que o sacrifício de Neptuno lhe tinha infligido, sendo maior do que qualquer golpe ou derrota. Ela era o seu equilíbrio, a maior força que dispunha.

Hemera, silenciosa, observou as lágrimas de Úrano sem nada dizer. Olhou em frente e, por detrás de um pilar, viu uma sombra a movimentar-se e observou-a, impassível. O amor era a cegueira das pessoas, pensou, e, juntando de novo as mãos, obrigou Úrano a desmaiar. Esta, antes de sucumbir à vontade da Protectora dos Ventos, sentiu uma ligeira brisa a tocar-lhe no rosto e, mal o perfume de Mariana a rodeou, tomou uma decisão.

- Espera por mim… - murmurou. – Eu vou ter contigo.
#343
Júpiter andava sem rumo aparente, pelos corredores vazios daquilo que parecia ser um palácio, perguntando-se em que dimensão, local ou tempo estaria. Fileiras de quadros antigos desfilavam pelas paredes altas, com imagens de reis e paisagens retocadas a óleo sendo, por vezes, interrompidas, por portas altas que se lhes atravessavam no caminho. Às vezes, uma janela permitia que vislumbrasse um pouco do cenário que se alongava lá fora, semelhante a qualquer uma daquelas telas. As árvores verdes sucediam-se e, ao fundo, a ténue e irregular linha que separa o mar do céu era idêntica àquela que costumava apreciar quando se demorava num dos seus passeios matinais pela Baía de Tóquio. Se se colocasse em pontas de pés e se debruçasse, poderia também ver os extensos pátios brilhantes que rodeavam aquele palácio, adornados por fontes circulares e alguns canteiros de flores, mas Júpiter estava demasiado impaciente para apreciar as vistas. O facto era que tinha acordado ali, sozinha, e de Úrano e Hemera não havia sinal.

Os corredores eram demasiado longos, contorcendo-se e transmitindo-lhe a sensação de que voltava sempre ao ponto de partida. Tentou, por uma ou outra vez, abrir alguma das portas, mas estas conservavam-se fechadas, ignorando os seus intentos para as abrir. Estava já a começar a desesperar quando, subitamente, sentiu uma mão a tocar-lhe no ombro, pelo que deu um salto, preparada para atacar. Foi com algum alívio que viu Hemera a observá-la.

- Ah, és tu! Pensei… Olha lá, onde é que estamos? Porque é que me trouxeste para aqui? E onde é que está a Úrano?

Hemera levou um dedo aos lábios, fazendo sinal para que se calasse. Júpiter franziu o sobrolho, preparando-se para a bombardear com mais perguntas mas, subitamente, ouviu, vindas de uma porta que se encontrava a alguns metros de distância, duas vozes a falar demasiado baixo para que compreendesse o que diziam. Hemera caminhou na sua direcção e quando Júpiter se preparava para a interpelar, afirmando que não havia maneira de a abrir, esta fez um movimento com a mão e atravessou a parede.

- Isso é batota. – disse Júpiter, um pouco surpreendida mas não conseguindo conter a irritação na voz. Aproximou-se e tocou com os dedos naquela parede verificando que, tal como Hemera, era capaz de fazer o seu corpo atravessar aquela estrutura aparentemente sólida. Assim, respirando fundo, copiou-lhe os movimentos e viu-se dentro de um enorme salão, onde as paredes eram tão altas que, inconscientemente, levou os olhos ao tecto, reparando que estavam pintados com motivos doirados e verdes, com fontes e árvores, exibindo detalhes realistas. Apesar de toda a sumptuosidade, não havia muitos ornamentos na divisão, senão alguns vasos altos e uma ou outra estátua. Parecia um compartimento usado como algum salão de baile, mas Júpiter não se demorou muito nestas questões e divagações pois o choque envolveu-a quando viu, diante de si, o Príncipe Endymion, sentado numa cadeira simples, ao lado de um jovem homem loiro que reconheceu ser como o Mário.

- Ela já chegou? – perguntou Endymion, não conseguindo disfarçar o entusiasmo que lhe embalava a voz.

- Já, mas, como deves imaginar, não pôde encontrar-se contigo, ou poderia causar suspeitas. – respondeu Mário com um sorriso cúmplice.

Júpiter sentiu o seu coração a bater com força enquanto uma centena de perguntas lhe invadia a cabeça e a impedia de se concentrar na conversa. Era o Mário, disso tinha a certeza, mas como podia ser? O seu aspecto exterior era igual, a face que tão bem conhecia e memorizara inconscientemente, as expressões joviais e amigáveis, o seu sorriso descontraído e espontâneo… O seu avental tinha sido substituído por roupas escuras, como as de um fidalgo ocidental, parecidas com as de Endymion mas denotando uma posição inferior à do Príncipe. O que Júpiter não conseguia entender era o porquê da sua presença ali e esforçou-se por acordar do seu transe e choque para poder seguir o diálogo que ambos mantinham.

- Eu sei. – respondeu Endymion. – E ela deve encontrar-se em breve com a minha mãe para discutirem assuntos da Lua. Talvez eu devesse estar presente.

- Não creio. – replicou Mário. – A tua mãe poderia desconfiar. Ela é apenas um veículo, lembra-te. A senhora Gaia não gosta muito dela.

- Talvez tenhas razão. Mas mal posso esperar para me encontrar com ela sem que ninguém desconfie. Eu sei que pareço um jovem adolescente, mas…

- …mas aquele olhar límpido, o andar gracioso, o nome perfumado, os cabelos nem muito escuros nem muito claros, fugindo ao loiro das deusas…

- Sabes que não é isso. – retorquiu Endymion.

Mário riu-se e Júpiter não compreendeu de quem poderiam estar a falar, sentindo um pouco de inveja da descrição tão detalhada que Mário fizera.

- Pois sim, meu Príncipe. – disse, em tom de gozo. – Ainda assim, acho que devias ter mais cuidado. – a sua voz ensombrou-se um pouco, adoptando um tom mais sério. - Sabes tão bem quanto eu que a Lua não é bem aceite entre nós.

Endymion parecia perturbado com aquelas palavras, mas aceitou-as com um acenar.

- Eu sei. Por minha vontade, as coisas não seriam assim, mas desde… Bem, desde aquilo… Infelizmente, assim é. Mas isso não me desanima e sinto que serei capaz de mudar isso.

O silêncio instalou-se entre os dois amigos durante alguns momentos.

- Bem, tu, no entanto, não podes falar muito. – disse Endymion mais animado. – Da última vez…

- Oh, mas eu… - começou Mário bastante atrapalhado. – Eu… Oh! – uma tonalidade vermelha alastrava pela sua face sorridente. – Ela era muito bonita e simpática, só isso…

- Pois sim! – replicou Endymion animadamente. – Mas, conta-me lá, como é que vão as coisas nas redondezas?

Quando começaram a falar de assuntos aparentemente políticos, Júpiter reparou na presença de Hemera na sala, observando a cena com atenção. A navegante continuava atónita, não só pela presença inexplicável de Mário naquilo que parecia ser o passado, como também das mulheres a que ambos se referiram. Apesar de tudo, não conseguiu deixar de sentir uma ponta de curiosidade - senão mesmo ciúmes - pela pessoa a que Endymion se referira e que fizera Mário corar daquela forma. Procurou, no entanto, concentrar-se, olhando para Hemera.

- O que é que se passa aqui? – perguntou.

- Já viste o suficiente. – replicou Hemera, evasiva. – Agora, é tempo de eu vos dar aquilo que procuram e de uma de vocês se sacrificar.

Júpiter sentiu os olhos a esbugalharem-se perante aquela afirmação e, num instante, os recantos do palácio tinham desaparecido e ela viu-se com o cálice em forma de rosa na mão, no mesmo local que Hemera a obrigara a abandonar. A seu lado, Úrano estava já acordada, com marcas vincadas debaixo dos olhos, que esta, incrédula, interpretou serem consequência de um choro profundo e doloroso.

- A hora chegou. – repetiu Hemera. – Preciso de uma resposta.


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Só queria agradecer a todos por me terem desejado boa viagem! Very Happy
#345
sweetmoon escreveu:lindooo!!! Surprised.o:

agr tou desejosa d ver o proximo

keep going

Muito obrigada, sweetmoon, fico contente por teres gostado Smile Obrigada pela força!
#346
Oh meu deus....numa palavra..AMEI este capitulo!
como ja tinha dito adoro as recordaçoes do passado e do milenio de prata..
e neste capitulo deixaste me com um sentimento que nao sei explicar...ver Urano em pequena, logo desde nova tao madura e ciente da sua missao, o mesmo caracter, e a primeira vez que viu Neptuno...LINDO!
foi inesplicavel os sentimentos que cresceram em mim, ternura, carinho e ao mesmo tempo revolta e magoa por Neptuno ter desaparecido...oh talvez os mesmos sentimentos que Urano sentia ao recordar todo o passado e realizar a falta que Mariana lhe fazia...
Quando imaginei Urano ja sem forças para enfrentar todos os seus sentimentos e chorando pela primeira vez desde o sacrificio de Neptuno...o meu coraçao ficou pequeno...os olhos encheram-se-me de lagrimas...transmitiste tudo tao bem...
E quando ela pediu para ir com Mariana..para ela esperar por ela, que nao aguentava viver sem ela...oh...nem sei o que dizer...foi tao triste e ao mesmo tempo taol indo ver um amor tao grande como o delas...
Tambem adorei a visao da princesa serenidade em pequena e como Urano simpatizara logo com ela...acho que uma pessoa como Urano se deixaria facilmente encantar com a doçura de Serenidade..pareceu mesmo real...pareces compreender e transmitir os sentimentos sempre duma maneira tao certa e tal como os imagino que chega a ser magico estar a ler o capitulo.

*Kaoru escreveu:- No… que é… mais importante?! – exclamou num grito deformado. - Não há nada mais importante! – disse, permanecendo ajoelhada e chorando, enquanto todas as réstias de força se lhe escapavam por entre os soluços exasperados que nunca tinha libertado. Apercebeu-se, por entre a sua dor, que havia retido durante demasiado tempo a tristeza enorme no seu interior, ignorando os seus efeitos devastadores e subestimando-a. A sua força e coragem em nada se podiam comparar aos efeitos que o sacrifício de Neptuno lhe tinha infligido, sendo maior do que qualquer golpe ou derrota. Ela era o seu equilíbrio, a maior força que dispunha.

nao posso deixar de citar este paragrafo pois foi talvez o que mais me marcou neste capitulo...sem palavras...

As descriçoes dos palacios maravilharam-me..

*Kaoru escreveu:- Isso é batota. – disse Júpiter, um pouco surpreendida mas não conseguindo conter a irritação na voz.

nao pude deixar de sorrir ao ler esta exclamaçao de Jupiter! o seu espanto de poder atravessar as paredes...
E...o que é que Mário está ali a fazer???!!!
omg! mais uma surpresa da menina Kaoru! assim nao há coraçao que resista!!
A conversa de Endymion e Mario tambem me fez sorrir..tao apaixonados!!
e tambem fiquei curiosa acerca das princesas de quem eles falavam..tenho uns palpites..mas prefiro esperar pelos proximos "episodios".

*Kaoru escreveu:Agora, é tempo de eu vos dar aquilo que procuram e de uma de vocês se sacrificar.

como nao pudia deixar de ser...lá vem mais um sacrificio...eu percebo, mas custa-me tanto imaginar uma delas sacrificar-se....
enfim...nao sei mais o que dizer...alem de que este é sem duvida um capitulo cheio de emoçoes,pelo menos para mim, que me fez ainda admirar mais o amor entre Urano e Neptuno...
espero que o proximo nao demore..quero saber quem se vai sacrificar desta vez...Urano tem tudo para se querer sacrificar..mas ao mesmo tempo nao quero acreditar que seja ela...vamos ver o que tu decides!
PARABENS kaoru-chan!

*me estende um mega ovo kinder* nao sei o que te oferecer mais...tu mereces tudo o que quiseres...é so pedires...



"jovens escritores, nao resistem a chocolate? Especialmente Kinder? Entao cuidado, o gang anda rondando"
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Fic: "Sailor Moon- o último suspiro"
#347
Nossa, que capítulo recheado de revelações! Nossa... vocês me matam um dia com tanto suspense :Embaracoso':
Motoki fazia parte do Milênio Prateado? OMG! Por esta eu não esperava :Embaracoso':, que legal!
Ah, eu vi tuas fanarts, muito lindas! Podias divulgar elas nas Fanarts de Fanfics!
Bem, um pequeno presente que bateu um momento de inspiração:
Spoiler
A Flor de Pandora - Página 7 Aflordepandorasign
Bem, vou usá-la na semana posterior a da Neptune, mas já adiantei a surpresa :Embaracoso':

Um abraço! E parabéns!

Presente do Brancus- Visitem www.imagevisiondesign.com

Semi-ausente até março Neutral
Moon Revenge- exerto do volume 2 publicado 02/01
#348
AAAAAiii mulher!! Tou em extase, este deve ter sido o capitulo de k mais gostei até agora!!! Superaste todas as minhas expectativas!
Adoro cenas de memórias do passado, e tu descreveste-as com um realismo espectacular. Todas as descrições fizeram-me imaginar e sentir tudo o que a Urano sentia, e embrenhar-me cada vez mais na história a cada linha... Eu bem dizia k este capitulo ia ser triste, mas nunca imaginei k pudesse ser tão belo tb!

Ver a Haruka ali a desesperar, a loucura de não ter a Michiru ali, tudo tão realista, tão perfeito, deixou-me tão triste que me deixaste sem palavras para descrever tudo o k senti.
Eu sempre tive uma grande ligação com a Haruka e vê-la ali a sofrer faz-me ficar desesperada por querer ajudá-la.
E kd ela disse pra Michiru esperar por ela. Aí eu derreti completamente! Tão lindo, tão triste...

E este final, tão interessante!! Desconfio que sem de kem eles estão a falar Wink Mt fixe msm. E gostei da Hemera, parece mt mais simpática k a Anfitrite
AMOREI!!
Só não amorei o final, n podias ter continuado?? Fogo é k akilo a acabar ali, eu já estava tão embrenhada na história que foi como um choque.
Mas de resto, volto a repetir AMOREI! Ou Moranguei ou como quiseres Embaracoso

*dá os dois ovos da kinder gigantes k tinha prometido*

Surprised Chou k gira a assinatura!! Tens bué geito para essas coisas!

(E parece k depois de editar 3 vezes este comentário consegui escrever alguma coisa de geito)

Um grande, grande obrigada pela sign e pelo avie Xaninha kida! ^^



Jovens escritores, nao resistem a chocolate? Especialmente Kinder? Então cuidado, o gang anda rondando
#349
*derrete-se com os lindos comentários* Ontem já tinha lido o da neptune-chan e o da Chou, mas tive de dormir para consolidar bem as ideias Razz


neptune, estes teus comentários... *sem palavras* Ainda bem que gostaste da visão do passado e da Haruka em criança, sempre a imaginei como uma pessoa já bastante adulta para essa idade! E ela tinha de simpatizar logo com a Princesa da Lua, já que ela a protege tanto no presente e gosta também muito dela!

Eu acho que o amor delas se baseia na compreensão e respeito, elas são um dos casais "mais sólidos", por assim dizer, da história. Eu quis mostrar a falta que a Mariana faz à Haruka, e receava não o conseguir bem, mas pelo teu comentário... Fiquei feliz, porque acho que consegui transmitir aquilo que queria! Very Happy

Ainda bem que gostas das visões do passado, eu, pessoalmente, gosto imenso de as ler e imaginar Smile

Pois é, o Mário está ali Razz Coloquei-o por algumas razões, e vou revelar isso mais adiante Wink Ainda bem que estás com teorias Very Happy! Quanto ao sacrifício, vamos ver, mais uma vez, já estou com bastantes ideias e espero que não fiquem desiludidas!

*recebe o mega ovo kinder com um grande sorriso* neptune, tu já me deste o melhor presente que podia receber, um dos teus maravilhosos comentários que tanto me fazem sorrir! Isso, para mim, é muito importante, e agradeço-te do fundo do coração! :] Muito obrigada pelo comentário! Embaracoso


Chou, se tu soubesses o sorriso que fiz com essa tua surpresa... Que posso dizer?! Muito, muito, muito obrigada!! Está linda!! Eu nem sei o que dizer, é uma das assinaturas mais bonitas que já vi e significa mesmo muito para mim! Muito obrigada por escolheres a minha história para fazeres uma assinatura, agradeço-te imenso! *olhos a brilhar* Está mesmo tão bonita... Surprised.o:

Quanto aos comentários acerca do capítulo, sim, o Motoki faz parte do Milénio Prateado, fico contente por te ter surpreendido com esta revelação e por teres gostado Very Happy Eu tinha de o incluir, já que ele é amigo do Mamoru Embaracoso

Os fanarts não são bem fanarts, na altura, eram mais esboços para eu não me esquecer da ideia que tinha das Irmãs que, com o passar dos anos, acabou por não se alterar. Mas obrigada pela sugestão, talvez passe por lá! E fico contente que tenhas gostado deles também! Very Happy

Mais uma vez, muito obrigada pelo comentário e pela assinatura! Surprised.o: A propósito, posso guardá-la? Wink


_S.E.A_, que comentário bonito...! Foi o capítulo que mais gostaste até agora?! *grande sorriso!* Eu até estava com receio de que pudesses não gostar, já que a Haruka e a Michiru são duas personagens muito importantes para ti, principalmente a Haruka, como disseste! Eu sabia que ia ser um pouco triste porque ia explorar o amor da Haruka pela Michiru, mas queria demonstrar também a beleza do amor e a falta que uma pessoa pode fazer-nos pode ser realmente muito profunda. E outra coisa que gosto é de imaginar as Outers no passado, já que é mais fácil fazê-lo com as Inners, por estarem sempre muito ligadas directamente ao Milénio de Prata, mas as Outers tinham outra missão.

Desconfias? Fico contente por isso! Wink Só mais lá para a frente é que vou revelar essas coisas, mas fico contente que já hajam teorias Embaracoso E ainda bem que estás a gostar da Hemera! Quanto ao final, tive mesmo de acabar ali, o próximo capítulo vai ser "mais delicado", por assim dizer.

*recebe os ovos com um grande sorriso* 3 ovinhos Kinder já, que bom! Vou deliciar-me! Razz E tu não escreveste coisas "de jeito", escreveste foi coisas mesmo bonitas e simpáticas, muito obrigada! Very Happy


Outra coisa que me esqueci de referir Razz rmmr, tenho mais desenhos, sim, um esboço de cada uma das irmãs, mas principalmente da Anfitrite, Hemera e Protectora das Chamas. Mais lá para a frente vou colocá-los Wink E até espero fazer mais, talvez um pouco mais complexos do que, na altura, fiz. Obrigada por dares a tua opinião acerca deles! Very Happy
#350
Que... Mas... OMG
Nem tenho palavras!

O capitulo está lindo! Escreves de uma maneira que... Eu nem sei explicar! É como um iman que me atrai e faz com que eu queira estar sempre a ler, mas depois acaba e ainda por cima ONDE NÃO DEVIA ACABAR!!

Adoro as descrições que fazes, tanto dos cenários onde decorrem as cenas como da maneira como descreves os sentimentos das personagens!

Fiquei curiosa por saber quem era a rapariga a que Endymion se referiu e que fez Mário corar tanto! Também assim o fiquei por outro motivo... Achei uma ideia super original pores o Mário a fazer também parte daquela passado distante a que as guerreiras pertenceram.

Quanto à rapariga que Mário descreveu não é preciso pensar muito. Razz Matreiro

Parece que senti a dor da Urano enquanto via aquelas cenas do passado, a dor que ela sentiu quando a Hemera lhe disse que Mariana já não estava lá. Cheguei mesmo a ficar com uma lágrima no canto do olho e era como se um nó se estivesse a formar na minha garganta!

Resumindo e concluindo, adorei o capitulo!
Espero, ansiosamente, por mais! Very Happy


#351
Likinhas escreveu:Que... Mas... OMG
Nem tenho palavras!

O capitulo está lindo! Escreves de uma maneira que... Eu nem sei explicar! É como um iman que me atrai e faz com que eu queira estar sempre a ler, mas depois acaba e ainda por cima ONDE NÃO DEVIA ACABAR!!

Adoro as descrições que fazes, tanto dos cenários onde decorrem as cenas como da maneira como descreves os sentimentos das personagens!

Fiquei curiosa por saber quem era a rapariga a que Endymion se referiu e que fez Mário corar tanto! Também assim o fiquei por outro motivo... Achei uma ideia super original pores o Mário a fazer também parte daquela passado distante a que as guerreiras pertenceram.

Quanto à rapariga que Mário descreveu não é preciso pensar muito. Razz Matreiro

Parece que senti a dor da Urano enquanto via aquelas cenas do passado, a dor que ela sentiu quando a Hemera lhe disse que Mariana já não estava lá. Cheguei mesmo a ficar com uma lágrima no canto do olho e era como se um nó se estivesse a formar na minha garganta!

Resumindo e concluindo, adorei o capitulo!
Espero, ansiosamente, por mais! Very Happy

Likinhas! Com comentários assim, uma pessoa nem sabe o que dizer! Very Happy

Aquelas tuas primeiras frases deixaram-me com um sorriso de orelha a orelha! Nunca pensei que te pudesses sentir assim... E fico tão feliz por isso! De verdade! Ainda bem que gostaste das descrições do passado e das personagens. Quis fazê-lo bem com a Haruka e os acontecimentos relacionados com a Mariana e, pelo que disseste aqui, acho que consegui Smile

Ainda bem que achaste original a entrada do Mário no Milénio Prateado Razz E disseste algo muito acertado:

Likinhas escreveu:Quanto à rapariga que Mário descreveu não é preciso pensar muito. Razz Matreiro

Ora aí está! x)

Fico muito contente que tenhas gostado e muito obrigada pelo teu comentário! Very Happy É sempre um muito grande incentivo para escrever ainda mais! ^__^
#352
Não precisas de agradecer! Estou sempre pronta a comentar a tua fic!

Adoro a maneira como escreves. Cativa mesmo uma pessoa!

Kaoru escreveu: Ainda bem que achaste original a entrada do Mário no Milénio Prateado Razz E disseste algo muito acertado:

Likinhas escreveu:Quanto à rapariga que Mário descreveu não é preciso pensar muito. Razz Matreiro

Ora aí está! x)

é verdade! Não é preciso pensar muito Matreiro E já tenho um palpite sobre quem seja a rapariga de quem Endymion falou e que fez o Mário parecer um tomate! Matreiro Mas não vou dizer Razz
#353
É claro que preciso de agradecer, Likinhas Simpatico2 Fico mesmo feliz por gostares da forma como escrevo, e tenho de te agradecer por isso, também!

Ah, ainda bem que vocês estão com palpites! Como disse, só vai ser revelado mais para a frente, mas quem sabe se não vou dizendo umas coisas antes... Wink
#354
*Mim desfeita*

Estou à horas tentando fazer um comentario decente (sério desde ontem que estou sem palavras), mas nao consigo escrever palavra alguma para poder exprimir o quão este capitulo está maravilhoso. AMEI! AMEI! AMEI! :g11: :g11: :g11:

*Mim recompondo-se*

A tua escrita é um dom divinal. Parabens!

O milenio de prata, adoro quando recordas este tempo, pois as tuas descriçoes sao magnificas, maravilhosas, melhor dizendo espelndorosas. Parabens! Embaracoso

Mais uma vez fazes com que eu me perca na historia, esquecendo até de quem chama por mim (na altura era a minha mae XD). As tuas descriçoes maravilhosas dos lugares fazem com que me transporte para os lugares que me levas e que descreves (repetitivo, mas é a verdade).
Acredita tive uma melhor visualizaçao do Palacio da Serenidade, do que no anime ou na manga, pois a descriçao deste palacio e do reino da lua estao fabulosas.
A Hemera, está mulher continua a me fascinar, nao tenho outra palavra para a descrever melhor.

Oh...a Urano em criança no milenio de prata tao kawaii Esperancoso
Gostei da maturidade com que descrevesta a princesa urano ainda em criança. A descriçao de que ela já se encontrava ciente da missao de proteger a princesa da lua, apesar da sua tenra idade. Omg! Amei!
Depois a sua visita ao reino da lua, ficando logo encantada com a princesa que teria a missao e a pbrigaçao de proteger, mostrando assim a afeiçao e o amor por ela nutrido que dura até aos dias de hoje.
Seguidamente o seu primeiro contacto com a Neptuno tambem criança. Descrevendo a primeira atracçao e o primeiro amor entre as duas :g11: que veio amadurecendo e continuando até aos dias de hoje mostrando a solidez da relaçao delas. Amei!

Omg! Quando chegou a parte em que Urano começa a chorar pela primeira vez, mostrando o sofrimento que a todo o custo tentava esconder e manter preso dentro de si, nao aguentei *mim tentando limpar as legrimas*.
Os sentimentos de perda foram tao sentidos e vividos por mim, que nem tenho palavras para descrever o quão emocionante foi esta parte para mim, o quão triste e melancólica fiquei com esta cena de desespero e sofrimento da Haruka, nao me saem mais palavras para exprimir...:g11::g11::g11:

*Kaoru escreveu: Hemera,
silenciosa, observou as lágrimas de Úrano sem nada dizer. Olhou em
frente e, por detrás de um pilar, viu uma sombra a movimentar-se e
observou-a, impassível. O amor era a cegueira das pessoas, pensou, e,
juntando de novo as mãos, obrigou Úrano a desmaiar. Esta, antes de
sucumbir à vontade da Protectora dos Ventos, sentiu uma ligeira brisa a
tocar-lhe no rosto e, mal o perfume de Mariana a rodeou, tomou uma
decisão.


- Espera por mim… - murmurou. – Eu vou ter contigo.

Omg! este paragrafo deixou-me completamente de rastos, aqui é que nao aguentei mesmo, deixei que as lagrimas caissem desalamadamente, nem consigo dizer nada...:g11::g11::g11::g11::g11::g11::g11::g11::g11:

Depois o regresso aos tempos aureos do milenio de prata. O Mario! O Mario lá é que me deixou completamente surpreendida *mim de boca aberta sem a conseguir fechar*. Estou bastante curiosa em relaçao a esta revelaçao!
Mas amei que o tivesses colacado nos tempos do milenio de prata, assim sempre se percebe (isto a meu ver claro), o porquê do gonçalo e do mario serem tao amigos e cumplices nos dias de hoje. Pois nem no anime um dia se explicou como ficaram tao amigos (teoria)
Tenho um bichinho que me diz que a pessoa de quem o Endymion falou e por quem o Mario está apaixonado é a Ayame, desde essa altura, nao? (minha teoria).
Só gostava de saber o porquê de Jupiter ter ido parar aquelas recordaçoes! *mim morre de curiosidade* XD

*Kaoru escreveu: - Já
viste o suficiente. – replicou Hemera, evasiva. – Agora, é tempo de eu
vos dar aquilo que procuram e de uma de vocês se sacrificar.


*****

- A hora chegou. – repetiu Hemera. – Preciso de uma resposta.

Estas duas frases deixam-me sempre ansiosa e com o coraçao bastante acelarado, pois já sei que uma vai ter que se sacrificar, mas custa-me tanto saber que isso vai ter que acontecer! *mim chora novamente*
Concordo com a neptune-chan quando ela diz que este foi sem duvida um grande capitulo, para mim, o melhor até, por causa do sofrimento da Haruka e de como comecei a admirar mais este amor das duas. Parabens Kaoruzinha Embaracoso

E por este maginifico e lindissimo capitulo *mim dá um mega e enorme ovo kinder juntamente com um enorme ramo de lirios brancos, mais um livro sobre borboletas e mais um CD e bilhete para assistir a um concerto/ festival de musica celta, no pais de origem deste estilo de musica ^__^, mais o que tu quiseres..* pois é muito bem merecido, alias, mais que merecido!!
#355
*tenta organizar as ideias, com os olhos a piscar para o ecrã*

Oh, Xana... Nem sei o que dizer! Se soubessem a motivação que estas vossas palavras me dão...

Tixa_Xana escreveu:A tua escrita é um dom divinal. Parabens!

;_;

*tenta recompor-se*

O facto de teres dito que conseguiste visualizar tão bem o Milénio de Prata que eu descrevi, ainda melhor do que no anime e manga... E isso foi realmente importante para mim, nem imaginas como, Xana! Como já disse anteriormente, admiro a solidez da relação de ambas, e saber que também achas o mesmo ao ler...! Deixa-me mesmo com um grande sorriso! Very Happy

Aqueles sentimentos de perda são tão complexos que sei que precisaria de muito mais para conseguir exprimi-los melhor, mas às vezes até é difícil, pois são sentimentos dolorosos e de uma complexidade que só sentindo. Se com o que escrevi consegui passar a mensagem, então fico mesmo satisfeita e aliviada! É que, sabes, às vezes não é fácil escrever assim numa fanfic estes sentimentos, até porque quem lê são fãs da série, das personagens e de determinadas relações. Se tu gostaste... Aliás, se alguém gosta do que escrevo, eu fico mesmo muito feliz...!

Ainda bem que gostaste da "teoria" do Mário fazer parte do passado! Parece que consegui surpreender-vos com esta revelação Simpatico2 Agora quanto à tua teoria... Ayame? *cabeça da Kaoru começa a funcionar* Não sei, não sei Razz É uma possibilidade bem pensada Embaracoso Mas o Mário não está apaixonado pela rapariga que descreveu ao Endymion, é a única coisa que posso dizer Razz

Este foi o melhor capítulo, na tua opinião? *emocionada* Isso é mesmo... Eu nem sei o que dizer! Eu sei que às vezes "exagero" nestes sentimentos até tristes, mas a sério que as situações me obrigam a tal...! Desculpem se às vezes ultrapasso o limite de vos deixar mais em baixo, não é essa a minha intenção! O que gostava de demonstrar neste história não é o poder dessa tristeza, mas de outro poder que mais lá para a frente ficará mais explícito Smile

Muito obrigada por tudo, Xana, fico mesmo muito feliz com estes teus comentários maravilhosos! Vale mesmo a pena esperar por eles...! *recebe os presentes com um grande sorriso* Vocês andam a habituar-me mal... Razz E tu, Xana, sabes sempre o que eu gostaria de receber! Muito obrigada por isso! Very Happy *põe o CD a tocar e coloca as flores numa jarra* Como já deu para reparar até pelo título desta história, eu adoro flores... Por isso, obrigada, Xana! E pelo livro das borboletas também! :] E, sobretudo, obrigada pela força que transmites com as tuas palavras!
#357
Moon Princess escreveu:lindo, desculpa o pekeno comentário, mas é ke nao tive mt tempo para comenttar. kuando tiver mais tempo prometo ke venho comentar

Muito obrigada, Moon Princess, não precisas de te desculpar, obrigada por passares por aqui e comentares Smile
#358
Este capítulo foi mesmo, mesmo.... sei lá... foi MUITO MESMO!

Isto está cada vez melhor, achei lindíssimo. A tua história leva-nos sempre para locais espantosos mas desta vez excedeste-te! (no bom sentido Very Happy ). Parecia mesmo que estava também dentro das "recordações" da Urano. Estava mesmo muito bem escrito, parecia que aquilo estava a acontecer à minha volta e pude ver tudo com muita nitidez. As cenas do passado foram mesmo interessantes, gostei de ver como tudo era na altura poque não me lembro das partes sobre isso no anime (mas ando a rever).
Os acontecimentos flúem e encaixam-se todos muito bem, até que no final a Urano deixa sair todos aqueles sentimentos que estava a tentar conter.
Este capítulo deixou-me com uma lagrimazinha ao canto do olho , foi muito bonito. :='(:
A parte da Júpiter também é curiosa e deixa algumas perguntas no ar. O Mário, o príncipe...ai estas coisas do passado são mesmo interessantes!
Também simpatizei mais com a Hemera do que com a protectora dos mares.

Foi um capítulo muito absorvente, e inda por cima acaba ali numa parte crucial deixando-nos a aguardar ansiosamente pelo próximo capítulo..eheh...
Palmas cheers , continua assim!

PS: Agora invertendo a ordem dos acontecimentos, ainda não tinha dito nada sobre o capítulo anteior que veio aumentar a curiosidade sobre a Ayame e teve partes muito engraçadas. Laughing
#359
TBK escreveu:Este capítulo foi mesmo, mesmo.... sei lá... foi MUITO MESMO!

Isto está cada vez melhor, achei lindíssimo. A tua história leva-nos sempre para locais espantosos mas desta vez excedeste-te! (no bom sentido Very Happy ). Parecia mesmo que estava também dentro das "recordações" da Urano. Estava mesmo muito bem escrito, parecia que aquilo estava a acontecer à minha volta e pude ver tudo com muita nitidez. As cenas do passado foram mesmo interessantes, gostei de ver como tudo era na altura poque não me lembro das partes sobre isso no anime (mas ando a rever).
Os acontecimentos flúem e encaixam-se todos muito bem, até que no final a Urano deixa sair todos aqueles sentimentos que estava a tentar conter.
Este capítulo deixou-me com uma lagrimazinha ao canto do olho , foi muito bonito. :='(:
A parte da Júpiter também é curiosa e deixa algumas perguntas no ar. O Mário, o príncipe...ai estas coisas do passado são mesmo interessantes!
Também simpatizei mais com a Hemera do que com a protectora dos mares.

Foi um capítulo muito absorvente, e inda por cima acaba ali numa parte crucial deixando-nos a aguardar ansiosamente pelo próximo capítulo..eheh...
Palmas cheers , continua assim!

PS: Agora invertendo a ordem dos acontecimentos, ainda não tinha dito nada sobre o capítulo anteior que veio aumentar a curiosidade sobre a Ayame e teve partes muito engraçadas. Laughing

TBK... Muito obrigada!! Já me estou a familiarizar com os teus comentários e a gostar cada vez mais deles! Very Happy

Fico muito contente por também te teres sentido assim e por te teres envolvido tanto nessas recordações da navegante de Úrano, foi uma parte que gostei muito de escrever Smile Espero que continues a gostar das cenas do passado que descrevi quando voltares a rever o anime Simpatico2 Pelos vistos realmente consegui transmitir os sentimentos da Haruka...! Sabes, isso deixa-me mesmo satisfeita (embora não queira ninguém a chorar ou triste, como já disse!) Smile E, sim, a parte da Júpiter deixa uns misteriozinhos, mas pretendo revelá-los Wink

Gostei imenso das tuas palavras, muito obrigada por elas! Very Happy Fico muito contente que tenhas gostado deste capítulo! E ainda bem que ficaste curiosa com a Ayame por causa do capítulo anterior, espero não desiludir nesse campo Wink Muito obrigada! Very Happy
#360
Chou
, se tu soubesses o sorriso
que fiz com essa tua surpresa... Que posso dizer?! Muito, muito, muito
obrigada!! Está linda!! Eu nem sei o que dizer, é uma das assinaturas
mais bonitas que já vi e significa mesmo muito para mim! Muito obrigada
por escolheres a minha história para fazeres uma assinatura,
agradeço-te imenso! *olhos a brilhar* Está mesmo tão bonita... Surprised.o:

Quanto
aos comentários acerca do capítulo, sim, o Motoki faz parte do Milénio
Prateado, fico contente por te ter surpreendido com esta revelação e
por teres gostado Very Happy Eu tinha de o incluir, já que ele é amigo do Mamoru Embaracoso

Os
fanarts não são bem fanarts, na altura, eram mais esboços para eu não
me esquecer da ideia que tinha das Irmãs que, com o passar dos anos,
acabou por não se alterar. Mas obrigada pela sugestão, talvez passe por
lá! E fico contente que tenhas gostado deles também! Very Happy

Mais uma vez, muito obrigada pelo comentário e pela assinatura! Surprised.o: A propósito, posso guardá-la? Wink

Uma das mais bonitas assinaturas? Aiii... nem tanto... Embarassed
Você que escreve de uma forma que eu fico sem palavras às vezes para expressar. E como sou uma iniciante no Photoshop, é uma inspiração ler as fics...
Bem, é um presente, podes guardar ou fazer o que quiser :Embaracoso':
Obrigada pelos elogios, só peço que continues escrevendo :Embaracoso':

Abraços!

Presente do Brancus- Visitem www.imagevisiondesign.com

Semi-ausente até março Neutral
Moon Revenge- exerto do volume 2 publicado 02/01

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