[Terminada] The Pervert Ladies
Capitulo 24
Raios embatem em setas de fogo arremessadas por Barbie e Suh, ao verem os rapazes em perigo, Sesshoumaru e Orphen aproveitam que as outras estão distraídas com Barbie e Suh e correrem até Lady e SMoon. Estas estavam a recuperar a consciência, os rapazes ajudam-nas a levantarem-se depois do impacte contra aquela parede ter sido muito forte.
- Que vamos nós fazer?
- Não sei Orphen, mas temos que fazer algo ou a nossa família vai-se destruir.
- Então o que fazemos mamã?
- Tive uma ideia…
- *uníssono* Que ideia Sesshoumaru???
- Então é assim, vocês dentro da família têm o poder da Água, Fogo, Ar e Terra, os quatro elementos da Natureza.
- Dah! Por isso sermos a família Four Elements, não!
- *Gota* Posso continuar?
- Sim, sim claro.
- Continuando, vamos usar os vossos poderes e junta-los para combater os outros elementos da família que estão possuídos.
- Como assim juntarmo-nos?
- Simples, os quatro poderes juntos são mais fortes do que cada um membro usa-los individualmente, para isso temos que os juntar. Mas…
- Há sempre um mas…
- *Cof cof* Mas, primeiro temos que os cansar para eles ficarem mais fracos e o golpe final ter mais impacto. Por isso vamos fazer os ataques por esta ordem, primeiro os membros do elemento Terra, em seguida e já em posição os elementos Fogo, depois Ar e por último os do elemento Água. Entenderam?
- Sim entendemos, só esperamos é que a tua ideia dê certo.
- Pois mamã, o pior é como avisar todos os elementos que não foram possuídos do plano do Sesshoumaru.
- Mas vocês não conseguem falar telepaticamente?
- *As duas em Uníssono* Sim, conseguimos.
- Então estão a espera de quê?
Lady e SMoon fecham os olhos, elevam os seus dedos indicadores até às suas testas onde aparece uma lua crescente de tom amarelo. Comunicam telepaticamente aos membros da família o plano de Sesshoumaru, todos o aceitam e põem mãos à obra. Os elementos Terra põem-se em posição com Lady e SMoon a liderar.
- Elementos Terra, vamos contar até três e quando acabarmos a contagem usamos os nossos poderes!
- *Unissono* 1.. 2.. 3!
Umas raízes começam a surgir por entre as pequenas partículas de areia em direcção aos membros possuídos e estes começam a contra-atacar, mas rapidamente ficam presos pelas mesmas raízes.
- Elementos Fogo, é a nossa vez! – ordena Suh.
Os elementos Fogo levantam as suas mãos e de lá saem várias setas e dragões de fogo que envolvem as raízes.
- Elementos Ar, em posição! – grita Neo Queen Serenity.
Eles levantam as suas mãos para cima, o céu facilmente apresenta-se escuro e raios começam a surgir, um remoinho de vento surge por cima das suas mãos.
- Atacar!!
Um remoinho de vento é lançado contra os elementos que estavam presos pelas raízes e em chamas, estes tentavam se desprender ao usar os seus poderes mas são arremessados contra o café que ali se encontrava, destruindo-o.
- Agora o golpe final é nosso, elementos Água! – concluiu Dizzy.
Os elementos Água levantam os seus braços em direcção ao mar, onde uma onda gigante começa a se formar.
- Atacar!!
Uma onde gigante é enviada em direcção aos atacantes, que começavam a se levantar aos poucos. O impacte da onda faz com que todos caíssem novamente e inconscientes.
- Agora família, vamos aproveitar que eles estão inconscientes para lhes tirar os fragmentos negros que estão a controla-los!
Todos de dirigem para os destroços começando a procurar os fragmentos nos corpos daqueles familiares, encontrando-os a todos. Passado quinze minutos, os familiares que tinham sido possuídos começam a recuperar a consciência, tudo à volta deles estavam desfeito, o café, o estacionamento, tudo alagado, até as árvores no cimo da praia encontravam-se queimadas.
- Mas que se passou aqui?
- Uma longa historia Ice Moon, uma longa história.
- Bem é melhor irmos embora. Precisamos todos de descansar depois deste terrível dia.
- Pois é mamã, é melhor, eu já mal posso andar.
- É tão bom ouvir-te chamar de novo de “mamã”.
SMoon e Lady abraçam-se, já à muito tempo que ansiavam estar assim juntas de novo, todos à volta delas ficaram emocionados. Mães e filhos se abraçam também, aquela luta custou a todos por terem que lutar contra os que mais amam, para eles era muito duro e difícil.
- Mamã, vamos deixar o café naquele estado?
- Agora que falas nisso filha, não podemos deixar aquilo assim, está tudo destruído.
As duas fecham os olhos e uma enorme luz branca sai das suas testas que envolvem todos aqueles destroços e estes começam a se encaixar formando de novo o café.
- Bem, ainda ficou mais bonito. *riso*
*grito*
Todos olham para trás.
- Estás doido!!! Larga-me, larga-me!
- Mas não eras tu que estavas a dizer que mal podias andar?
- Sim era, mas prefiro arrastar-me pelo chão do que ir ao teu colo!
Orphen larga SMoon, esta cai na areia magoando-se.
- Bruto, porque me deixaste cair assim?
- Não querias que te largasse? Eu larguei.
Orphen vira costas a SMoon com um sorriso nos lábios. Esta fica furiosa com aquela atitude rude de Orphen.
- Vá anda, eu ajudo-te a levantar.
- Oh! Obrigado Miroku, és muito gentil. *Cora*
- O Miroku vai se meter num grande sarilho.
- Porque dizes isso amor?
- Olha para trás Inuyasha.
- Ai meu Deus, se o Orphen vê aquela cena mata o Miroku.
- E eu conhecendo bem a minha filha…
- Que tem Lady? Achas que ela se envolveria com o Miroku para pôr ciúmes ao Orphen?
- Sim e não só, pois o Miroku é um rapaz muito interessante.
- *Furioso* Lady!! Como és capaz…
- De quê?? Eu só namoro contigo, não sou casada contigo e mesmo que fosse, eu ainda sei apreciar um bom homem!
Inuyasha vira costas a Lady irritado, esta corre até ele encostando-se por detrás dele agarrando-o.
- Mas tu és o homem da minha vida, o homem que eu amo e quero ao meu lado para sempre.
Inuyasha vira-se, agarra Lady e a beija. Após um longo e terno beijo, pega nela ao colo.
- Deves estar muito cansada.
Lady sorri e enlaça os seus braços à volta do pescoço de Inuyasha. Com tudo arrumado, a família caminha de volta a casa.
Raios embatem em setas de fogo arremessadas por Barbie e Suh, ao verem os rapazes em perigo, Sesshoumaru e Orphen aproveitam que as outras estão distraídas com Barbie e Suh e correrem até Lady e SMoon. Estas estavam a recuperar a consciência, os rapazes ajudam-nas a levantarem-se depois do impacte contra aquela parede ter sido muito forte.
- Que vamos nós fazer?
- Não sei Orphen, mas temos que fazer algo ou a nossa família vai-se destruir.
- Então o que fazemos mamã?
- Tive uma ideia…
- *uníssono* Que ideia Sesshoumaru???
- Então é assim, vocês dentro da família têm o poder da Água, Fogo, Ar e Terra, os quatro elementos da Natureza.
- Dah! Por isso sermos a família Four Elements, não!
- *Gota* Posso continuar?
- Sim, sim claro.
- Continuando, vamos usar os vossos poderes e junta-los para combater os outros elementos da família que estão possuídos.
- Como assim juntarmo-nos?
- Simples, os quatro poderes juntos são mais fortes do que cada um membro usa-los individualmente, para isso temos que os juntar. Mas…
- Há sempre um mas…
- *Cof cof* Mas, primeiro temos que os cansar para eles ficarem mais fracos e o golpe final ter mais impacto. Por isso vamos fazer os ataques por esta ordem, primeiro os membros do elemento Terra, em seguida e já em posição os elementos Fogo, depois Ar e por último os do elemento Água. Entenderam?
- Sim entendemos, só esperamos é que a tua ideia dê certo.
- Pois mamã, o pior é como avisar todos os elementos que não foram possuídos do plano do Sesshoumaru.
- Mas vocês não conseguem falar telepaticamente?
- *As duas em Uníssono* Sim, conseguimos.
- Então estão a espera de quê?
Lady e SMoon fecham os olhos, elevam os seus dedos indicadores até às suas testas onde aparece uma lua crescente de tom amarelo. Comunicam telepaticamente aos membros da família o plano de Sesshoumaru, todos o aceitam e põem mãos à obra. Os elementos Terra põem-se em posição com Lady e SMoon a liderar.
- Elementos Terra, vamos contar até três e quando acabarmos a contagem usamos os nossos poderes!
- *Unissono* 1.. 2.. 3!
Umas raízes começam a surgir por entre as pequenas partículas de areia em direcção aos membros possuídos e estes começam a contra-atacar, mas rapidamente ficam presos pelas mesmas raízes.
- Elementos Fogo, é a nossa vez! – ordena Suh.
Os elementos Fogo levantam as suas mãos e de lá saem várias setas e dragões de fogo que envolvem as raízes.
- Elementos Ar, em posição! – grita Neo Queen Serenity.
Eles levantam as suas mãos para cima, o céu facilmente apresenta-se escuro e raios começam a surgir, um remoinho de vento surge por cima das suas mãos.
- Atacar!!
Um remoinho de vento é lançado contra os elementos que estavam presos pelas raízes e em chamas, estes tentavam se desprender ao usar os seus poderes mas são arremessados contra o café que ali se encontrava, destruindo-o.
- Agora o golpe final é nosso, elementos Água! – concluiu Dizzy.
Os elementos Água levantam os seus braços em direcção ao mar, onde uma onda gigante começa a se formar.
- Atacar!!
Uma onde gigante é enviada em direcção aos atacantes, que começavam a se levantar aos poucos. O impacte da onda faz com que todos caíssem novamente e inconscientes.
- Agora família, vamos aproveitar que eles estão inconscientes para lhes tirar os fragmentos negros que estão a controla-los!
Todos de dirigem para os destroços começando a procurar os fragmentos nos corpos daqueles familiares, encontrando-os a todos. Passado quinze minutos, os familiares que tinham sido possuídos começam a recuperar a consciência, tudo à volta deles estavam desfeito, o café, o estacionamento, tudo alagado, até as árvores no cimo da praia encontravam-se queimadas.
- Mas que se passou aqui?
- Uma longa historia Ice Moon, uma longa história.
- Bem é melhor irmos embora. Precisamos todos de descansar depois deste terrível dia.
- Pois é mamã, é melhor, eu já mal posso andar.
- É tão bom ouvir-te chamar de novo de “mamã”.
SMoon e Lady abraçam-se, já à muito tempo que ansiavam estar assim juntas de novo, todos à volta delas ficaram emocionados. Mães e filhos se abraçam também, aquela luta custou a todos por terem que lutar contra os que mais amam, para eles era muito duro e difícil.
- Mamã, vamos deixar o café naquele estado?
- Agora que falas nisso filha, não podemos deixar aquilo assim, está tudo destruído.
As duas fecham os olhos e uma enorme luz branca sai das suas testas que envolvem todos aqueles destroços e estes começam a se encaixar formando de novo o café.
- Bem, ainda ficou mais bonito. *riso*
*grito*
Todos olham para trás.
- Estás doido!!! Larga-me, larga-me!
- Mas não eras tu que estavas a dizer que mal podias andar?
- Sim era, mas prefiro arrastar-me pelo chão do que ir ao teu colo!
Orphen larga SMoon, esta cai na areia magoando-se.
- Bruto, porque me deixaste cair assim?
- Não querias que te largasse? Eu larguei.
Orphen vira costas a SMoon com um sorriso nos lábios. Esta fica furiosa com aquela atitude rude de Orphen.
- Vá anda, eu ajudo-te a levantar.
- Oh! Obrigado Miroku, és muito gentil. *Cora*
- O Miroku vai se meter num grande sarilho.
- Porque dizes isso amor?
- Olha para trás Inuyasha.
- Ai meu Deus, se o Orphen vê aquela cena mata o Miroku.
- E eu conhecendo bem a minha filha…
- Que tem Lady? Achas que ela se envolveria com o Miroku para pôr ciúmes ao Orphen?
- Sim e não só, pois o Miroku é um rapaz muito interessante.
- *Furioso* Lady!! Como és capaz…
- De quê?? Eu só namoro contigo, não sou casada contigo e mesmo que fosse, eu ainda sei apreciar um bom homem!
Inuyasha vira costas a Lady irritado, esta corre até ele encostando-se por detrás dele agarrando-o.
- Mas tu és o homem da minha vida, o homem que eu amo e quero ao meu lado para sempre.
Inuyasha vira-se, agarra Lady e a beija. Após um longo e terno beijo, pega nela ao colo.
- Deves estar muito cansada.
Lady sorri e enlaça os seus braços à volta do pescoço de Inuyasha. Com tudo arrumado, a família caminha de volta a casa.

Mais um dia amanhece, todos agem de forma descontraída como se nada tivesse acontecido no dia anterior, achavam que era melhor assim para esquecerem tais acontecimentos. Kenshin e Sanosuke treinam no jardim, Miroku e Orphen observam-nos com tamanha atenção. Lady, SMoon, Suh e Micas tomam café na pequena esplanada que ficava perto do sítio onde os rapazes estavam a treinar, riam-se e conversavam sem nunca deixarem de olhar intensamente para o treino daqueles dois. A uns metros mais atrás, estava Inuyasha ao lado do seu irmão Sesshoumaru.
- Então aniki, como vão as coisas com a Neptuno? Pelo que vejo ela tem andado com ciúmes de ti, já é um bom sinal, não?
- Se queres que te diga, não sei. A mim mais me parece que só odeia a prima.
- Yuhuh! Sesshy! Querido, vamos dar uma volta?
- Vai sozinha.
- Porque és assim para mim? Tu sempre foste tão carinhoso…
- Icy… *suspiro* quando é que percebes que eu NÃO quero mais nada contigo? Eu namoro com a Neptuno agora!
- Namoras com quem? É que não me parece ter ouvido muito bem!
Neptuno surge mesmo atrás de Icy deitando fogo pelos olhos ao ver a sua prima agarrar o braço de Sesshoumaru.
- Princesa! Queres ir dar uma volta comigo?
Icy agarra mais ainda o braço de Sesshoumaru e Neptuno não consegue tomar mais o controlo dos seus poderes, um jacto de água sai da sua mão direita projectando para longe Icy, o que fez levar consigo Sesshoumaru também.
- Pronto, pronto, já percebi! Bastava um não que eu percebia logo, não precisavas de me atirar com água em cima!
- Desc-desculpa Sesshoumaru! Eu não previ que ela te ia levar junto!
- Ela? O jacto era para a Icy? Ciúmes novamente, meu amor?
Neptuno corou, mas em vez de ficar quieta voltou a atirar com mais água em cima dele, virando depois as costas e sair dali.
- *gargalhadas* Ver a Neptuno ciumenta é giro. Muito bem aniki, estás num bom caminho. *gargalhadas*
No outro lado do jardim, perto do portão, encontrava-se Janete a regar as flores com Haruka. A campainha se ouve e Haruka apressasse em ir ver quem é, clica num botão para visualizar quem estava do outro lado ligando um pequeno ecrã que mostra uma rapariga de estatura média, cabelos um pouco ondulados de cor castanha dando-lhe pouco mais abaixo dos ombros, os seus olhos eram da mesma cor que o seu cabelo e brilhavam, parecia que sorriam, vestia uma saia leve até abaixo dos joelhos branca e um top liso verde. Ao seu lado estava um rapaz alto de cabelos escuros presos por um rabo-de-cavalo atrás da nuca, era magro mas tinha um bom porte, os seus olhos eram tão azuis que quase enfeitiçavam quem os olhasse por muito tempo, as suas orelhas eram pontiagudas e trajava umas calças castanhas juntamente com uma t-shirt cinzenta-escura. Haruka abre o portão, por este ser pesado demorava a abrir, mas mal abriu uma enorme fresta para pelo menos uma pessoa conseguir passar, a rapariga entra jogando-se de imediato para cima de Haruka, as duas se abraçam e beijam como se já não se vissem à anos.
- Haruka!! À quanto tempo!! Como tu estás linda! Esse corte de cabelo fica-te mesmo bem, finalmente decidiram se diferenciar. *risos*
- Foi o melhor, já estava farta de ver os meus namorados irem sempre ter com a Neptuno pensando que era eu e ela agredia-os sempre. *gota*
- *risos* Por falar nela, como ela está?
- Está bem, está.. *abaixa a voz* apaixonada! *sorriso*
- *surpresa* A sério??? Quem diria! Eu até achava que ela nunca iria sequer arranjar um namorado, com aquela sua atitude rabugenta e agressiva. *risos* Quem é o pobre coitado?
- Saberás daqui a pouco. Olalá! Quem é este borrachinho? Olá morenaço!
- Este é o meu primo, Kouga. Kouga, esta é a Haruka, minha amiga desde a infância.
Kouga sorri e cumprimenta Haruka, esta não perde a oportunidade em lhe dar um beijo mesmo no canto dos lábios do rapaz. Janete, que até então se mantivera em silêncio a observar toda aquela cena, se dirige para perto daqueles três.
- Não me apresentas os teus amigos, prima?
- Oh, claro que sim! Esta é a Likinhas e este é o primo dela, Kouga. Ora diz lá se não é um bom pedaço?
Kouga parecia constrangido com tamanho atrevimento de Haruka, Janete observava-o de cima abaixo e assobia.
- Oh lá se é! É melhor mantermos este pedaço de mau caminho longe da minha mana Lady, porque se bem a conheço, vai logo se fazer ao rapaz.
As duas se riram e, após fecharem o portão, acompanharam os convidados até perto dos restantes familiares. Agora estavam todos sentados na esplanada a conversarem, Neptuno foi a única que notou a presença da sua amiga de infância e corre até ela.
- Likinhas!! Meu Deus, és mesmo tu? À tanto tempo que não te via!
- Neptuno! *cumprimenta* Como estás bonita! Ora diz-me cá quem é o teu namorado?
- Namo…
- Sou eu! – intromete-se Sesshoumaru com um enorme sorriso.
Neptuno cerra os punhos mas não diz nada, o seu olhar prendeu-se no rapaz que estava atrás de Likinhas, pois a sua altura não passava de despercebida.
- Quem é esse?
- Ena ena! Rapazinho novo na área? – brinca Lady ao se levantar e se juntar a Neptuno. – Olá querido, como te chamas? És bem giro! Queres que te mostre o interior da casa?
Inuyasha levanta-se furioso e mete-se à frente dela, encarando os enormes olhos azuis de Kouga.
- Não gosto do teu cheiro e muito menos da tua cara.
- Hm.. Também o teu cheiro não me agrada, cachorrinho.
- Mas isto é alguma competição de cheiros? O que se passa contigo Inuyasha?
- Este rapazinho… é um lobo!
Todos concentraram a sua atenção para Kouga, surpreendidos com a revelação de Inuyasha. Likinhas ri-se.
- Tens bom faro Inuyasha, o meu primo é mesmo um lobo.
- Lobo ou não, é muito giro. – interrompe Lady ao olhar Kouga de alto abaixo, como fizera Janete. – E bom de corpo, meu Deus, que perdição! Não és comprometido, pois não?
- Mas tu és, Lady!!
- Neptuno, não te metas, vai ter com o teu Sesshy. *tom irónico*
- Lady…!!
Neptuno e Lady olhavam-se ameaçadoramente, Kouga estava achar aquela cena divertida mas ao ver que ninguém se mexia, ele próprio se mete no meio das duas.
- Eu chego para todas, não precisam de ficar assim por minha causa. *riso*
- Deves te achar, não!! Quem te disse a ti que te queria? És muito convencido! – exclama Neptuno antes de lhe virar costas e se sentar na sua cadeira.
Lady enlaçou rapidamente o seu braço no braço de Kouga e quase o arrastou consigo em direcção à mansão, sempre a falar alegremente que lhe iria mostrar o quarto onde ele iria ficar. Inuyasha já chispava de raiva, decide ir atrás daqueles dois sempre mantendo uma certa distância, não muito grande.
- Enfim… Bem, mas que te traz por cá amiga?
- Mudei-me à pouco tempo aqui para a zona e então lembrei-me de vocês e de vos vir visitar.
- O teu primo também se mudou contigo?
- Não, ele apenas está a passar uns dias de férias em minha casa.
- Aquela Lady é demais, já o quer enfiar cá em casa á força e tudo!
[…]
Lady entrou em casa com Kouga, fechou a porta atrás de si que foi embater mesmo contra o nariz de Inuyasha. Ignorando o barulho, subiu as escadas com Kouga até chegar ao corredor dos quartos.
- Peço desculpa senhorita…
- Lady, eu chamo-me Lady e não senhorita. *riso*
- Desculpa… Lady. Mas isto não é correcto, tens um namorado e…
- O que isso importa? Desde quando que ter um namorado é sinónimo de prisão? E para mais eu só te ia mostrar o quarto, não te ia violar.
- Eu já estou hospedado em casa da minha prima Likinhas e quanto ao resto… se dizes com tanta convicção que não há problema, então…
Kouga aproxima a sua boca da boca de Lady, cada vez mais próxima, até que a beija. Por pouco não devoram os lábios um do outro, tal era a ferocidade daquele beijo, as suas línguas quase que não formavam um nó de tanto de entrelaçarem. Kouga prensa-a contra a parede sem nunca desprender as suas bocas, apalpa os seios, traseiro e cintura de Lady, quase arrancando a sua roupa. A rapariga não se deixa ficar quieta, despe a t-shirt do rapaz para ter mais facilidade em acariciar o peito dele e arranhar-lhe as costas ao de leve. Kouga pega na perna esquerda de Lady elevando-a e roçando-a na sua perna direita, ao mesmo tempo que beija e mordisca o pescoço desta. Aquilo se poderia traduzir como um desejo selvagem, tal era a brutalidade com que aqueles dois se envolviam. Inuyasha surge naquele instante, voando para cima de Kouga e o golpear na cara, ambos caiem ao chão desencadeando uma luta.
- Então aniki, como vão as coisas com a Neptuno? Pelo que vejo ela tem andado com ciúmes de ti, já é um bom sinal, não?
- Se queres que te diga, não sei. A mim mais me parece que só odeia a prima.
- Yuhuh! Sesshy! Querido, vamos dar uma volta?
- Vai sozinha.
- Porque és assim para mim? Tu sempre foste tão carinhoso…
- Icy… *suspiro* quando é que percebes que eu NÃO quero mais nada contigo? Eu namoro com a Neptuno agora!
- Namoras com quem? É que não me parece ter ouvido muito bem!
Neptuno surge mesmo atrás de Icy deitando fogo pelos olhos ao ver a sua prima agarrar o braço de Sesshoumaru.
- Princesa! Queres ir dar uma volta comigo?
Icy agarra mais ainda o braço de Sesshoumaru e Neptuno não consegue tomar mais o controlo dos seus poderes, um jacto de água sai da sua mão direita projectando para longe Icy, o que fez levar consigo Sesshoumaru também.
- Pronto, pronto, já percebi! Bastava um não que eu percebia logo, não precisavas de me atirar com água em cima!
- Desc-desculpa Sesshoumaru! Eu não previ que ela te ia levar junto!
- Ela? O jacto era para a Icy? Ciúmes novamente, meu amor?
Neptuno corou, mas em vez de ficar quieta voltou a atirar com mais água em cima dele, virando depois as costas e sair dali.
- *gargalhadas* Ver a Neptuno ciumenta é giro. Muito bem aniki, estás num bom caminho. *gargalhadas*
No outro lado do jardim, perto do portão, encontrava-se Janete a regar as flores com Haruka. A campainha se ouve e Haruka apressasse em ir ver quem é, clica num botão para visualizar quem estava do outro lado ligando um pequeno ecrã que mostra uma rapariga de estatura média, cabelos um pouco ondulados de cor castanha dando-lhe pouco mais abaixo dos ombros, os seus olhos eram da mesma cor que o seu cabelo e brilhavam, parecia que sorriam, vestia uma saia leve até abaixo dos joelhos branca e um top liso verde. Ao seu lado estava um rapaz alto de cabelos escuros presos por um rabo-de-cavalo atrás da nuca, era magro mas tinha um bom porte, os seus olhos eram tão azuis que quase enfeitiçavam quem os olhasse por muito tempo, as suas orelhas eram pontiagudas e trajava umas calças castanhas juntamente com uma t-shirt cinzenta-escura. Haruka abre o portão, por este ser pesado demorava a abrir, mas mal abriu uma enorme fresta para pelo menos uma pessoa conseguir passar, a rapariga entra jogando-se de imediato para cima de Haruka, as duas se abraçam e beijam como se já não se vissem à anos.
- Haruka!! À quanto tempo!! Como tu estás linda! Esse corte de cabelo fica-te mesmo bem, finalmente decidiram se diferenciar. *risos*
- Foi o melhor, já estava farta de ver os meus namorados irem sempre ter com a Neptuno pensando que era eu e ela agredia-os sempre. *gota*
- *risos* Por falar nela, como ela está?
- Está bem, está.. *abaixa a voz* apaixonada! *sorriso*
- *surpresa* A sério??? Quem diria! Eu até achava que ela nunca iria sequer arranjar um namorado, com aquela sua atitude rabugenta e agressiva. *risos* Quem é o pobre coitado?
- Saberás daqui a pouco. Olalá! Quem é este borrachinho? Olá morenaço!
- Este é o meu primo, Kouga. Kouga, esta é a Haruka, minha amiga desde a infância.
Kouga sorri e cumprimenta Haruka, esta não perde a oportunidade em lhe dar um beijo mesmo no canto dos lábios do rapaz. Janete, que até então se mantivera em silêncio a observar toda aquela cena, se dirige para perto daqueles três.
- Não me apresentas os teus amigos, prima?
- Oh, claro que sim! Esta é a Likinhas e este é o primo dela, Kouga. Ora diz lá se não é um bom pedaço?
Kouga parecia constrangido com tamanho atrevimento de Haruka, Janete observava-o de cima abaixo e assobia.
- Oh lá se é! É melhor mantermos este pedaço de mau caminho longe da minha mana Lady, porque se bem a conheço, vai logo se fazer ao rapaz.
As duas se riram e, após fecharem o portão, acompanharam os convidados até perto dos restantes familiares. Agora estavam todos sentados na esplanada a conversarem, Neptuno foi a única que notou a presença da sua amiga de infância e corre até ela.
- Likinhas!! Meu Deus, és mesmo tu? À tanto tempo que não te via!
- Neptuno! *cumprimenta* Como estás bonita! Ora diz-me cá quem é o teu namorado?
- Namo…
- Sou eu! – intromete-se Sesshoumaru com um enorme sorriso.
Neptuno cerra os punhos mas não diz nada, o seu olhar prendeu-se no rapaz que estava atrás de Likinhas, pois a sua altura não passava de despercebida.
- Quem é esse?
- Ena ena! Rapazinho novo na área? – brinca Lady ao se levantar e se juntar a Neptuno. – Olá querido, como te chamas? És bem giro! Queres que te mostre o interior da casa?
Inuyasha levanta-se furioso e mete-se à frente dela, encarando os enormes olhos azuis de Kouga.
- Não gosto do teu cheiro e muito menos da tua cara.
- Hm.. Também o teu cheiro não me agrada, cachorrinho.
- Mas isto é alguma competição de cheiros? O que se passa contigo Inuyasha?
- Este rapazinho… é um lobo!
Todos concentraram a sua atenção para Kouga, surpreendidos com a revelação de Inuyasha. Likinhas ri-se.
- Tens bom faro Inuyasha, o meu primo é mesmo um lobo.
- Lobo ou não, é muito giro. – interrompe Lady ao olhar Kouga de alto abaixo, como fizera Janete. – E bom de corpo, meu Deus, que perdição! Não és comprometido, pois não?
- Mas tu és, Lady!!
- Neptuno, não te metas, vai ter com o teu Sesshy. *tom irónico*
- Lady…!!
Neptuno e Lady olhavam-se ameaçadoramente, Kouga estava achar aquela cena divertida mas ao ver que ninguém se mexia, ele próprio se mete no meio das duas.
- Eu chego para todas, não precisam de ficar assim por minha causa. *riso*
- Deves te achar, não!! Quem te disse a ti que te queria? És muito convencido! – exclama Neptuno antes de lhe virar costas e se sentar na sua cadeira.
Lady enlaçou rapidamente o seu braço no braço de Kouga e quase o arrastou consigo em direcção à mansão, sempre a falar alegremente que lhe iria mostrar o quarto onde ele iria ficar. Inuyasha já chispava de raiva, decide ir atrás daqueles dois sempre mantendo uma certa distância, não muito grande.
- Enfim… Bem, mas que te traz por cá amiga?
- Mudei-me à pouco tempo aqui para a zona e então lembrei-me de vocês e de vos vir visitar.
- O teu primo também se mudou contigo?
- Não, ele apenas está a passar uns dias de férias em minha casa.
- Aquela Lady é demais, já o quer enfiar cá em casa á força e tudo!
[…]
Lady entrou em casa com Kouga, fechou a porta atrás de si que foi embater mesmo contra o nariz de Inuyasha. Ignorando o barulho, subiu as escadas com Kouga até chegar ao corredor dos quartos.
- Peço desculpa senhorita…
- Lady, eu chamo-me Lady e não senhorita. *riso*
- Desculpa… Lady. Mas isto não é correcto, tens um namorado e…
- O que isso importa? Desde quando que ter um namorado é sinónimo de prisão? E para mais eu só te ia mostrar o quarto, não te ia violar.
- Eu já estou hospedado em casa da minha prima Likinhas e quanto ao resto… se dizes com tanta convicção que não há problema, então…
Kouga aproxima a sua boca da boca de Lady, cada vez mais próxima, até que a beija. Por pouco não devoram os lábios um do outro, tal era a ferocidade daquele beijo, as suas línguas quase que não formavam um nó de tanto de entrelaçarem. Kouga prensa-a contra a parede sem nunca desprender as suas bocas, apalpa os seios, traseiro e cintura de Lady, quase arrancando a sua roupa. A rapariga não se deixa ficar quieta, despe a t-shirt do rapaz para ter mais facilidade em acariciar o peito dele e arranhar-lhe as costas ao de leve. Kouga pega na perna esquerda de Lady elevando-a e roçando-a na sua perna direita, ao mesmo tempo que beija e mordisca o pescoço desta. Aquilo se poderia traduzir como um desejo selvagem, tal era a brutalidade com que aqueles dois se envolviam. Inuyasha surge naquele instante, voando para cima de Kouga e o golpear na cara, ambos caiem ao chão desencadeando uma luta.

weee porrada!!! lol.
ai aquele lobo raivoso...anda sempre atras das mulheres do Inuyasha...bem...mas asssim ele pode deixar a Lady e eu fico com ele!!! muhahahaha. posso ficar com ele?? posso? posso?? lol.
bem...isto cada vez tem mais tarados a mistura...ta cada vez melhor!! quanto mais taradices melhor!!!
força meninas!! continuem a postar capitulos bons como este!!
ai aquele lobo raivoso...anda sempre atras das mulheres do Inuyasha...bem...mas asssim ele pode deixar a Lady e eu fico com ele!!! muhahahaha. posso ficar com ele?? posso? posso?? lol.
bem...isto cada vez tem mais tarados a mistura...ta cada vez melhor!! quanto mais taradices melhor!!!
força meninas!! continuem a postar capitulos bons como este!!
Capitulo 25
Suh, Janete, DGirl e SMoon que vinham a subir a escadas vindas da esplanada, deparam-se com aquela cena violenta. Inuyasha encontrava-se em cima de Kouga com as suas garras junto ao pescoço de Kouga, este debatia-se tentando se soltar.
- Bem mas o que venha a ser isto?
- Mamã que se passa aqui?
- Ei! Mana estamos a falar contigo!
Janete corre para junto de sua irmã que estava em estado de choque, devido aquela cena de violência extrema.
- Mana que se passa? Porque é que o Inuyasha está a bater no Kouga? O que ele te fez?
- *voz trémula* E…e…eu… estava envolvida com o Kouga e o Inuyasha apareceu e viu-nos.
- E tu não fizeste nada para os separar mamã?
- O que podia eu fazer filha? Eles são mais fortes que eu!
- Suh, ajuda-me a separar estes dois.
- Sim prima. – levanta a sua mão direita – Fogo Ard…
- *gota* Mas que estás a fazer Suh? Estás doida? Temos que os separar não assá-los, ainda falta muito para a hora do jantar.
SMoon agarra o casaco de Inuyasha tentando com que este saia de cima de Kouga, quase se desequilibra pois Inuyasha é mais forte que ela.
- Vá Suh puxa o rapazinho!
- Ele é muito pesado, estou a tentar.
SMoon começa a ficar irritada, pois por mais esforços que faça Inuyasha não larga Kouga.
- INUYASHAAAAAAAAAAAA!
Inuyasha pára e olha para trás, onde se encontrava SMoon envolta de uma luz branca que saía da lua crescente da sua testa. De repente a luz dissipa-se no ar desaparecendo.
- Até que enfim paraste, será que dá para saíres de cima desse pobre rapaz? Não é assim que se resolvem os problemas.
Inuyasha levanta-se com lágrimas nos olhos, Suh que estava a puxar por Kouga no momento em que Inuyasha se levanta, acaba por cair em cima deste. Os olhos de Inuyasha começavam a ficar baços e cheios de água. Orphen, Miroku e Kenshin que saíam do elevador correm para junto deles para ver o que se passava.
- Que se passou aqui?
- *ciumento* Suh, posso saber o que estas a fazer em cima desse rapaz?
- E…eu… estava ajudar a SMoon a separá-los.
- E será que podes sair de cima dele? Já os separaste não já?
Suh sai de cima de Kouga, este levanta-se um pouco a custo pois os ferimentos eram um pouco profundos. Quando este se levanta completamente, Inuyasha olha para ele com raiva os seus olhos começam a ficar num tom vermelho, quando ele se prepara para o atacar novamente, Lady agarra o braço de Inuyasha.
- Deixas-me explicar, por favor?
Os olhos de Inuyasha voltam ao normal, este fica a olhar para Lady por uns segundos, lágrimas começavam a escorrer pelo rosto da rapariga. Inuyasha levanta a sua mão e enxuga as lágrimas a Lady.
- Não precisas de chorar, as tuas lágrimas não me comovem.
Dito isto, Inuyasha vira-lhe as costas e caminha em direcção ao quarto que anteriormente partilhava com Orphen, deixando todos para trás. Lady agarra-se a sua filha a chorar compulsivamente.
- Anda, vou te ajudar com os ferimentos. Kenshin importaste de me ajudar a levar o Kouga para o quarto? Suh podes ir buscar o estojo de pequenos socorros que está no meu quarto?
Janete e Kenshin pegam cada um num braço de Kouga e colocam-no à volta dos seus pescoços, caminham devagar até ao quarto pois Kouga estava muito debilitado. Suh corre até ao quarto de Janete, para ir buscar o que esta lhe pedira.
- Precisamos de falar mamã. Uma conversa muito séria.
As duas raparigas vão até ao quarto de Lady deixando Orphen para trás.
- Sobro sempre eu, às vezes sinto que não sou bem-vindo a esta casa.
SMoon pára voltando-se para trás.
- Em lugar de ficares ai especado podias ir ver como está o Inuyasha não? Faz algo de útil.
- Escusas de falar assim. Sim eu vou ver como está o meu amigo. Rabugenta. *põe língua de fora*
- Anormal…
SMoon volta-se para a frente agarra-se a sua mãe e continuam a caminhar.
- Vocês parecem cão e gato.
- É, o Orphen às vezes tira-me do serio.
- *sorriso* Tu também gostas de o enfurecer.
- Vá ao menos já te consegui arrancar um sorriso.
- Mas o meu coração…
SMoon coloca a mão numa pequena maçaneta dourada, roda-a para a esquerda e a porta abre-se, as duas entram fechando a porta atrás de si. Lady caminha até à cama sentando-se, SMoon pega numa cadeira que se encontrava encostada à parede colocando-a à frente de sua mãe e senta-se.
- Porque fizeste aquilo?
- Já sabes como sou, não resisti. Quando olhei para o Kouga a primeira vez, senti um arrepio percorrer o meu corpo todo, um desejo de possuir aquele corpo… tu sabes do que estou a falar.
- Kouga! Então esse é o nome daquele…
- Maravilhoso homem.
- Mamã!! Tu não mudas mesmo. Tu não te sentes mal por estares a trair o homem que dizes amar?
- Claro que me sinto mal, só que… Eu amo o Inuyasha, amo mesmo, nunca senti nada assim por alguém, é um amor inexplicável, é com ele que quero ficar toda a minha vida.
- Pois mas agindo dessa maneira, vais acabar por perder o Inuyasha. Tu nunca pensaste em ser apanhada? Como foste.
- Sim já pensei e isso ainda dá mais vontade, mais adrenalina, mais prazer.
- *gota* Estas arrependida ao menos?
- Sim, claro que estou arrependida. E quero que o Inuyasha me perdoe.
- Isso é que se calhar vai ser mais complicado.
- Podes ir lá falar com ele filhota? Vá, faz isso pela mamã, explica-lhe que estou arrependida, que o amo muito e que não voltarei a trai-lo.
- Nem tu acreditas no que estás a dizer, fará o Inuyasha. Mas tá bem, eu vou falar com ele.
Lady dá um salto de alegria e agarra-se à sua filha abraçando-a. SMoon abre a porta do quarto saindo, Lady começa a tirar as suas roupas à medida que caminha para a casa de banho, precisava de tomar um banho. Quando Orphen estava a chegar perto da porta do seu quarto, Neptuno passa por ele.
- Orphen, ouvi uns barulhos lá fora pareciam que estavam a discutir? Passou-se alguma coisa?
- Sim, o Inuyasha e um rapaz estavam à pancada aqui no corredor.
- Um rapaz com orelhas pontiagudas e rabo acastanhado?
- Sim esse mesmo.
- Mas ficou alguém ferido?
- O Inuyasha, pelo que percebi, ficou com uns pequenos arranhões, já o outro ficou ferido com alguma gravidade. A Janete está a cuidar dele, ali – aponta para uma das portas dos quartos – e o Kenshin ajudou-a a leva-lo para o quarto.
- Ah ok, vou ver se precisam de ajuda.
Orphen roda o puxador da porta, abrindo-a e entra. Inuyasha encontrava-se sentado num pequeno divã perto da varanda. Já Neptuno chega perto da porta do quarto de Janete ficando por breves minutos indecisa se deve ou não entrar, acabando depois por o fazer. Abre a porta e vê Kouga deitado na cama em tronco nu com um pequeno lençol a tapar as suas partes baixas, Kenshin encontrava-se ao lado de Janete aos pés da cama.
- O Orphen já me contou o que se passa, como está ele?
- Acabou por adormecer, às vezes geme, deve ter dores. E a Suh que nunca mais vem com o estojo.
- Bem Janete vou indo, tens aqui a Neptuno se precisares de ajuda.
- Espera ai, eu vou contigo. Tenho que ir ver onde está a tua mulher. Neptuno importas-te de ficar aqui uns minutos, para o caso de ele acordar e precisar de ajuda?
- Sim claro.
Janete e Kenshin saem do quarto fechando lentamente a porta para não fazerem barulho. Neptuno fica sozinha no quarto com aquele estranho, os seus olhos percorriam cada centímetro do corpo de Kouga, uma certa curiosidade começa a surgir em Neptuno. Esta começa a se aproximar de Kouga, subitamente uma mão já se encontrava em cima do peito dele, como aquela pele era macia, o seu abdómen era musculado e bem definido, um calor começa a surgir em Neptuno a sua mão começa a descer um pouco até que é parada quando esta sente o lençol. A porta se abre de repente.
- Princesa?? Que estas aqui a fazer? Quem é esse?
- *corada* Mas eu por acaso agora tenho que te dar explicações do que faço ou deixo de fazer na minha própria casa? Vai ver se eu estou ali na esquina!
Neptuno sai furiosa pelo quarto fora, quase que tinha sido apanhada. Por pouco não derruba Janete e Suh que vinham a entrar no quarto.
- Ei! Mas que foi que lhe deu? Que lhe fizeste Sesshoumaru?
- Eu? Nada. Ela é que saiu daqui furiosa. Mas eu vou já ver o que se passa.
Sesshoumaru sai que nem uma flecha por ali fora, Neptuno entra no seu quarto batendo brutalmente com a porta no nariz deste. Ele abre a porta e entra.
- Mas que é isto? Já não se bate à porta?
- Desculpa, tens razão.
- Eu tenho sempre razão, agora se não te importas podes sair! – Neptuno caminha até à porta abrindo-a e apontando para o exterior – Por favor.
Sesshoumaru chega perto de Neptuno agarra-a pela cintura e a beija. Para sua surpresa Neptuno não faz nada para o separar dela. Ele aproveita esse facto e com um pé fecha a porta, encosta Neptuno contra esta e começa a beija-la com um enorme desejo, as suas mãos começam a descer em direcção ao traseiro de Neptuno. De repente Sesshoumaru dá um gemido, uma das mãos de Neptuno estava dentro das suas calças a segurar o seu membro. Subitamente algo começa a empurrar a porta.
- Neptuno!! Neptuno!! Que se passa abre a porta!
- *Unissono* Haruka!
Os dois se recompõem, saem de trás da porta, deixando Haruka entrar.
- Mas a porta estava fechada porquê?
- Não estava fechada mana, está é empenada e o Sesshoumaru veio cá ajeitá-la. Não foi?
- Sim, sim, foi princesa.
- Empenada? Tens a certeza mana? É que…
- Tás a duvidar de mim mana? *olhar ameaçador*
- Não, não, é só que…
- Bem o Sesshoumaru já estava de saída.
- Já?
- Mas ele já ajeitou a porta?
- Sim já. - Neptuno aponta o caminho da saída a Sesshoumaru – Obrigado.
Sesshoumaru sai todo contente, a sua princesa estava a começar a render-se.
- Que sorriso é esse Sesshoumaru?
- É o sorriso da felicidade SMoon.
SMoon sorri a Sesshoumaru. Esta ia falar com Inuyasha tal como sua mãe lhe pedira. SMoon abre a porta do quarto, Orphen e Inuyasha encontravam-se em silêncio.
- Orphen, será que nos podes deixar sozinhos?
- Deixar-vos sozinhos para quê?
- Eu preciso de falar com o Inuyasha. Mas desde quando tenho que te dar satisfações da minha vida?
- Desde que namoramos, não?
- Mas eu namoro? Com quem? Contigo? Deixa-me rir Orphen…
- *furioso* Sabes que mais? Estou farto de ti!
SMoon desabotou dois botões do seu vestido, deixando aparecer um pouco os seus seios e o seu sutiã.
- Orphen, tens a certeza que estás farto de mim?
- *cora* E..eu…
- És sempre a mesma coisa, mania que vocês homens têm de pensar com a cabeça de baixo. Acho melhor ires tomar um banho de água gelada para ver se abaixas o termómetro.
- Tu…tu… Que raiva! Nós depois vamos ter uma conversinha muito a sério menina SMoon. Tu vais ver. Não esperas pela demora!
Orphen sai irritado pela porta fora, SMoon torna a abotoar o vestido e chega-se perto de Inuyasha.
- Inuyasha!! Precisamos de falar.
Este levanta-se subitamente, abraçando SMoon.
- SMoon… eu preciso… de ti!
Suh, Janete, DGirl e SMoon que vinham a subir a escadas vindas da esplanada, deparam-se com aquela cena violenta. Inuyasha encontrava-se em cima de Kouga com as suas garras junto ao pescoço de Kouga, este debatia-se tentando se soltar.
- Bem mas o que venha a ser isto?
- Mamã que se passa aqui?
- Ei! Mana estamos a falar contigo!
Janete corre para junto de sua irmã que estava em estado de choque, devido aquela cena de violência extrema.
- Mana que se passa? Porque é que o Inuyasha está a bater no Kouga? O que ele te fez?
- *voz trémula* E…e…eu… estava envolvida com o Kouga e o Inuyasha apareceu e viu-nos.
- E tu não fizeste nada para os separar mamã?
- O que podia eu fazer filha? Eles são mais fortes que eu!
- Suh, ajuda-me a separar estes dois.
- Sim prima. – levanta a sua mão direita – Fogo Ard…
- *gota* Mas que estás a fazer Suh? Estás doida? Temos que os separar não assá-los, ainda falta muito para a hora do jantar.
SMoon agarra o casaco de Inuyasha tentando com que este saia de cima de Kouga, quase se desequilibra pois Inuyasha é mais forte que ela.
- Vá Suh puxa o rapazinho!
- Ele é muito pesado, estou a tentar.
SMoon começa a ficar irritada, pois por mais esforços que faça Inuyasha não larga Kouga.
- INUYASHAAAAAAAAAAAA!
Inuyasha pára e olha para trás, onde se encontrava SMoon envolta de uma luz branca que saía da lua crescente da sua testa. De repente a luz dissipa-se no ar desaparecendo.
- Até que enfim paraste, será que dá para saíres de cima desse pobre rapaz? Não é assim que se resolvem os problemas.
Inuyasha levanta-se com lágrimas nos olhos, Suh que estava a puxar por Kouga no momento em que Inuyasha se levanta, acaba por cair em cima deste. Os olhos de Inuyasha começavam a ficar baços e cheios de água. Orphen, Miroku e Kenshin que saíam do elevador correm para junto deles para ver o que se passava.
- Que se passou aqui?
- *ciumento* Suh, posso saber o que estas a fazer em cima desse rapaz?
- E…eu… estava ajudar a SMoon a separá-los.
- E será que podes sair de cima dele? Já os separaste não já?
Suh sai de cima de Kouga, este levanta-se um pouco a custo pois os ferimentos eram um pouco profundos. Quando este se levanta completamente, Inuyasha olha para ele com raiva os seus olhos começam a ficar num tom vermelho, quando ele se prepara para o atacar novamente, Lady agarra o braço de Inuyasha.
- Deixas-me explicar, por favor?
Os olhos de Inuyasha voltam ao normal, este fica a olhar para Lady por uns segundos, lágrimas começavam a escorrer pelo rosto da rapariga. Inuyasha levanta a sua mão e enxuga as lágrimas a Lady.
- Não precisas de chorar, as tuas lágrimas não me comovem.
Dito isto, Inuyasha vira-lhe as costas e caminha em direcção ao quarto que anteriormente partilhava com Orphen, deixando todos para trás. Lady agarra-se a sua filha a chorar compulsivamente.
- Anda, vou te ajudar com os ferimentos. Kenshin importaste de me ajudar a levar o Kouga para o quarto? Suh podes ir buscar o estojo de pequenos socorros que está no meu quarto?
Janete e Kenshin pegam cada um num braço de Kouga e colocam-no à volta dos seus pescoços, caminham devagar até ao quarto pois Kouga estava muito debilitado. Suh corre até ao quarto de Janete, para ir buscar o que esta lhe pedira.
- Precisamos de falar mamã. Uma conversa muito séria.
As duas raparigas vão até ao quarto de Lady deixando Orphen para trás.
- Sobro sempre eu, às vezes sinto que não sou bem-vindo a esta casa.
SMoon pára voltando-se para trás.
- Em lugar de ficares ai especado podias ir ver como está o Inuyasha não? Faz algo de útil.
- Escusas de falar assim. Sim eu vou ver como está o meu amigo. Rabugenta. *põe língua de fora*
- Anormal…
SMoon volta-se para a frente agarra-se a sua mãe e continuam a caminhar.
- Vocês parecem cão e gato.
- É, o Orphen às vezes tira-me do serio.
- *sorriso* Tu também gostas de o enfurecer.
- Vá ao menos já te consegui arrancar um sorriso.
- Mas o meu coração…
SMoon coloca a mão numa pequena maçaneta dourada, roda-a para a esquerda e a porta abre-se, as duas entram fechando a porta atrás de si. Lady caminha até à cama sentando-se, SMoon pega numa cadeira que se encontrava encostada à parede colocando-a à frente de sua mãe e senta-se.
- Porque fizeste aquilo?
- Já sabes como sou, não resisti. Quando olhei para o Kouga a primeira vez, senti um arrepio percorrer o meu corpo todo, um desejo de possuir aquele corpo… tu sabes do que estou a falar.
- Kouga! Então esse é o nome daquele…
- Maravilhoso homem.
- Mamã!! Tu não mudas mesmo. Tu não te sentes mal por estares a trair o homem que dizes amar?
- Claro que me sinto mal, só que… Eu amo o Inuyasha, amo mesmo, nunca senti nada assim por alguém, é um amor inexplicável, é com ele que quero ficar toda a minha vida.
- Pois mas agindo dessa maneira, vais acabar por perder o Inuyasha. Tu nunca pensaste em ser apanhada? Como foste.
- Sim já pensei e isso ainda dá mais vontade, mais adrenalina, mais prazer.
- *gota* Estas arrependida ao menos?
- Sim, claro que estou arrependida. E quero que o Inuyasha me perdoe.
- Isso é que se calhar vai ser mais complicado.
- Podes ir lá falar com ele filhota? Vá, faz isso pela mamã, explica-lhe que estou arrependida, que o amo muito e que não voltarei a trai-lo.
- Nem tu acreditas no que estás a dizer, fará o Inuyasha. Mas tá bem, eu vou falar com ele.
Lady dá um salto de alegria e agarra-se à sua filha abraçando-a. SMoon abre a porta do quarto saindo, Lady começa a tirar as suas roupas à medida que caminha para a casa de banho, precisava de tomar um banho. Quando Orphen estava a chegar perto da porta do seu quarto, Neptuno passa por ele.
- Orphen, ouvi uns barulhos lá fora pareciam que estavam a discutir? Passou-se alguma coisa?
- Sim, o Inuyasha e um rapaz estavam à pancada aqui no corredor.
- Um rapaz com orelhas pontiagudas e rabo acastanhado?
- Sim esse mesmo.
- Mas ficou alguém ferido?
- O Inuyasha, pelo que percebi, ficou com uns pequenos arranhões, já o outro ficou ferido com alguma gravidade. A Janete está a cuidar dele, ali – aponta para uma das portas dos quartos – e o Kenshin ajudou-a a leva-lo para o quarto.
- Ah ok, vou ver se precisam de ajuda.
Orphen roda o puxador da porta, abrindo-a e entra. Inuyasha encontrava-se sentado num pequeno divã perto da varanda. Já Neptuno chega perto da porta do quarto de Janete ficando por breves minutos indecisa se deve ou não entrar, acabando depois por o fazer. Abre a porta e vê Kouga deitado na cama em tronco nu com um pequeno lençol a tapar as suas partes baixas, Kenshin encontrava-se ao lado de Janete aos pés da cama.
- O Orphen já me contou o que se passa, como está ele?
- Acabou por adormecer, às vezes geme, deve ter dores. E a Suh que nunca mais vem com o estojo.
- Bem Janete vou indo, tens aqui a Neptuno se precisares de ajuda.
- Espera ai, eu vou contigo. Tenho que ir ver onde está a tua mulher. Neptuno importas-te de ficar aqui uns minutos, para o caso de ele acordar e precisar de ajuda?
- Sim claro.
Janete e Kenshin saem do quarto fechando lentamente a porta para não fazerem barulho. Neptuno fica sozinha no quarto com aquele estranho, os seus olhos percorriam cada centímetro do corpo de Kouga, uma certa curiosidade começa a surgir em Neptuno. Esta começa a se aproximar de Kouga, subitamente uma mão já se encontrava em cima do peito dele, como aquela pele era macia, o seu abdómen era musculado e bem definido, um calor começa a surgir em Neptuno a sua mão começa a descer um pouco até que é parada quando esta sente o lençol. A porta se abre de repente.
- Princesa?? Que estas aqui a fazer? Quem é esse?
- *corada* Mas eu por acaso agora tenho que te dar explicações do que faço ou deixo de fazer na minha própria casa? Vai ver se eu estou ali na esquina!
Neptuno sai furiosa pelo quarto fora, quase que tinha sido apanhada. Por pouco não derruba Janete e Suh que vinham a entrar no quarto.
- Ei! Mas que foi que lhe deu? Que lhe fizeste Sesshoumaru?
- Eu? Nada. Ela é que saiu daqui furiosa. Mas eu vou já ver o que se passa.
Sesshoumaru sai que nem uma flecha por ali fora, Neptuno entra no seu quarto batendo brutalmente com a porta no nariz deste. Ele abre a porta e entra.
- Mas que é isto? Já não se bate à porta?
- Desculpa, tens razão.
- Eu tenho sempre razão, agora se não te importas podes sair! – Neptuno caminha até à porta abrindo-a e apontando para o exterior – Por favor.
Sesshoumaru chega perto de Neptuno agarra-a pela cintura e a beija. Para sua surpresa Neptuno não faz nada para o separar dela. Ele aproveita esse facto e com um pé fecha a porta, encosta Neptuno contra esta e começa a beija-la com um enorme desejo, as suas mãos começam a descer em direcção ao traseiro de Neptuno. De repente Sesshoumaru dá um gemido, uma das mãos de Neptuno estava dentro das suas calças a segurar o seu membro. Subitamente algo começa a empurrar a porta.
- Neptuno!! Neptuno!! Que se passa abre a porta!
- *Unissono* Haruka!
Os dois se recompõem, saem de trás da porta, deixando Haruka entrar.
- Mas a porta estava fechada porquê?
- Não estava fechada mana, está é empenada e o Sesshoumaru veio cá ajeitá-la. Não foi?
- Sim, sim, foi princesa.
- Empenada? Tens a certeza mana? É que…
- Tás a duvidar de mim mana? *olhar ameaçador*
- Não, não, é só que…
- Bem o Sesshoumaru já estava de saída.
- Já?
- Mas ele já ajeitou a porta?
- Sim já. - Neptuno aponta o caminho da saída a Sesshoumaru – Obrigado.
Sesshoumaru sai todo contente, a sua princesa estava a começar a render-se.
- Que sorriso é esse Sesshoumaru?
- É o sorriso da felicidade SMoon.
SMoon sorri a Sesshoumaru. Esta ia falar com Inuyasha tal como sua mãe lhe pedira. SMoon abre a porta do quarto, Orphen e Inuyasha encontravam-se em silêncio.
- Orphen, será que nos podes deixar sozinhos?
- Deixar-vos sozinhos para quê?
- Eu preciso de falar com o Inuyasha. Mas desde quando tenho que te dar satisfações da minha vida?
- Desde que namoramos, não?
- Mas eu namoro? Com quem? Contigo? Deixa-me rir Orphen…
- *furioso* Sabes que mais? Estou farto de ti!
SMoon desabotou dois botões do seu vestido, deixando aparecer um pouco os seus seios e o seu sutiã.
- Orphen, tens a certeza que estás farto de mim?
- *cora* E..eu…
- És sempre a mesma coisa, mania que vocês homens têm de pensar com a cabeça de baixo. Acho melhor ires tomar um banho de água gelada para ver se abaixas o termómetro.
- Tu…tu… Que raiva! Nós depois vamos ter uma conversinha muito a sério menina SMoon. Tu vais ver. Não esperas pela demora!
Orphen sai irritado pela porta fora, SMoon torna a abotoar o vestido e chega-se perto de Inuyasha.
- Inuyasha!! Precisamos de falar.
Este levanta-se subitamente, abraçando SMoon.
- SMoon… eu preciso… de ti!

- Desculpa? Como assim? *atrapalhada*
- O que é que vou fazer com a tua mãe? Diz-me! Eu amo-a, mas… Porque não a consigo mudar??
- Inuyasha, senta-te. – faz sinal para ele se sentar, quando ambos se sentam, SMoon continua. - Hmm… A minha mãe é uma pessoa muito dispersa, adora a sua liberdade. Eu podia ser pequena na altura mas sabia o que a minha mãe andava a fazer. Ela nunca resistiu a um homem que fosse lindo e bem encorpado, já é dela. Cabe-te a ti aceitá-la ou fazer de tudo para mudá-la, mas…
- … Mas ela jamais vai mudar, não é. Eu até posso aceitá-la como ela é, mas eu gosto dela, é normal que sinta ciúmes! E não me agrada nada aquele lobo sarnento!
- Eu compreendo-te… Mas perdoas a minha mãe? Foste um bocado duro com aquelas palavras.
- Eu sei, mas a dor que estava a sentir naquele momento não me deixou raciocinar direito. Eu vou pensar, deixa-me sozinho por uns instantes.
- Ok. Mas pensa bem no que vais fazer, a minha mamã ama-te muito mesmo, ela nunca amou outro como te ama a ti. Eu sei bem que os outros para ela são apenas desejos caprichosos, mas tu és diferente, tu és quem a completa.
- Se a completasse ela não precisava de ir para a cama com outros.
- *risos* Tu não estás a compreender Inuyasha, aquilo já é como um vício, já faz parte dela ter que experimentar os homens. Eu conheço bem a mãe que tenho e sei que tu és o homem que ela escolheu para viver o resto da sua vida a seu lado. Por mais tarada que ela seja, tu estarás sempre em primeiro lugar, disso não tenhas dúvidas.
SMoon pisca-lhe o olho e prepara-se para se ir embora. Inuyasha volta-se para a porta da varanda e olha para o lado de fora pensativo. Será que pode ficar descansado?
Quando SMoon acaba de fechar a porta atrás de si, vê Orphen a vir do outro lado do corredor. Nesse instante, Neptuno sai do seu quarto, os olhares de Orphen e SMoon cruzam-se, e sem mais delongas Orphen enlaça o seu braço pela cintura de Neptuno.
- Ai! O que pensas que estás a fazer, seu idiota?!
- Então princesa… dá-me só um beijinho…
Orphen faz bico com os lábios e tenta beijar Neptuno que tentava fugir com a cara. SMoon começa a ficar furiosa e quando deu meia dúzia de passos, Sesshoumaru aparece.
- O que se passa aqui?
Neptuno olhou para Sesshoumaru e aproveitou a deixa para fazer das dela. Orphen continuava a fazer bico com os lábios mas a olhar para Sesshoumaru, Neptuno vira-lhe a cara novamente para ela com a sua mão e dá-lhe um beijo na boca, um beijo que não demorou mais do que dois segundos. Sesshoumaru e SMoon ficam de boca aberta, não se mexem e nem falam, o choque não permitia isso. Neptuno sorri para Sesshoumaru e vai até à porta do elevador, quando este chega e abre as portas, ela entra acenando ironicamente para ele. Orphen também fica com cara de parvo, não esperava que realmente Neptuno aceitasse beijá-lo, mas não teve mais tempo nem para pensar no porquê, pois já um soco voava até ao meio do seu nariz, o que fez com que saltasse alguns pingos de sangue.
- Como te atreves a beijar a minha namorada!!
- Isso mesmo Sesshoumaru, dá-lhe com força! Já não basta a minha mãe agora quer a minha prima!
- SMoon, não te metas! Sesshoumaru amigo, eu não a beijei porque quis, tu viste que foi ela que me beijou, não viste?
- Hei, hei! Que eu saiba tu é que a abraçaste primeiro e a tentaste beijar, que eu vi!
- O quê?? Isso é verdade?? Estupor!!
Outro soco ia em direcção à cara de Orphen, mas este conseguiu amparar o golpe. Kouga aparece naquele instante vindo do quarto de Janete, como ainda estava meio atordoado não notou que estava despido. SMoon, apesar de aquele homem não a atrair muito, não conseguiu evitar em olhar para o membro do rapaz que, mesmo sem estimulação, era grande. Os seus olhos arregalaram-se e não conseguia desviar o olhar, Orphen notou e meteu-se à frente de Kouga, de costas para este.
- Hei, eu não gosto de homens para te estares a chegar assim para mim.
- És estúpido ou fazes-te? Já viste o estado em que estás? Ao menos vestias alguma coisa!
- Oh, nem tinha reparado. Onde está a Lady?
- E porque queres saber dela? – perguntam em uníssono Orphen e Sesshoumaru.
- Porque… por nada, esqueçam.
Kouga volta a entrar no quarto de Janete fechando a porta. Sesshoumaru e Orphen parecia que iam voltar a retomar a luta mas Sesshoumaru acabou por lhe virar costas e ir atrás de Neptuno. Apenas SMoon e Orphen estavam naquele corredor, ela olhava-lhe irritada, virou-lhe as costas e enfiou-se no seu quarto trancando-se lá dentro.
Sesshoumaru procurava por Neptuno em todo o lado, aquele jardim mais parecia o relvado de um estádio de futebol. Quando chegou perto da parte do jardim onde ficava um lago, viu-a sentada na relva acompanhada por Haruka e Likinhas. As três pareciam animadas, faziam pequenos truques com o poder da Água enquanto Likinhas as observava sempre maravilhada com a evolução dos poderes das suas amigas. Sesshoumaru aproximou-se do trio, e mal o fez, Likinhas levanta-se e dirige-se a ele.
- Olá olá, és tu o novo namorado da Neptuno, não é? Ela tem muito bom gosto, és muito girinho e… - mira-o de trás para a frente. - … bem bom!
- Mas não é para o teu bico…
- *risos* Não te vou roubar o namorado Neptuno. Apenas estou só a apreciá-lo. *deita a língua de fora*
- Vê lá se não queres ir apreciar os peixinhos do lago!
A mão de Neptuno cerrou-se levantando o punho ameaçadoramente a Likinhas. A amiga riu-se, era giro vê-la ciumenta depois de sempre a ter ouvido dizer que nunca se iria apaixonar por ninguém.
- Podemos falar a sós, princesa?
- O que tens para me falar?
- A sós, por favor.
Neptuno anuiu e acompanhou-o para outro lado do jardim, longe de olhares e ouvidos curiosos. Parou na frente de Sesshoumaru à espera que este começasse a falar mas ele nada disse, apenas se encurvou até ela para a beijar nos lábios. Aquele acto já se tornava comum entre eles, Neptuno adorava sentir aqueles lábios quentes sobre os dela e aquela língua molhada na sua. Os dois deitaram-se sobre a relva fresca e suave, ele estava por cima dela acariciando a sua cintura, a pele nua dela o deixava extasiado, subia com a mão pelo seu corpo levando consigo o top que ela trazia, quando este já estava todo para cima retirou-lho. Neptuno fez-lhe o mesmo, agora os dois estavam de tronco despido, olharam-se por uns instantes olhos nos olhos até voltarem a se perder nos inúmeros beijos trocados. Carícias aqui e ali, a mão dela a percorrer cada centímetro das costas de Sesshoumaru, que agora descia até ao fecho das calças deste e abre-o. O clima estava tão envolvente que ambos perderam a noção do sítio onde estavam, poderiam ser apanhados a qualquer momento mas já nada disso importava. Aquele calor e sentimento a deixavam noutra dimensão, era tão bom que Neptuno queria que o tempo parasse naquele momento. Puxou para fora o membro já hirto de Sesshoumaru e massajou-o. As calças dela em instantes já haviam saído do seu corpo, as suas cuecas rapidamente foram retiradas também. A maneira como aqueles dois se entregavam era apaixonante, não havia desejo carnal mas sim desejo passional. Sesshoumaru, sem nunca deixar de beijar os lábios sedentos de Neptuno, encaixou-se delicadamente no meio das pernas dela e penetrou-a com todo o cuidado possível para não a magoar. Neptuno ficou tensa, o que dificultou a entrada do membro dele mais a fundo, Sesshoumaru sussurrou no ouvido dela para relaxar e confiar nele, de resposta obteve um gemido de concordância e ele sentiu que ela relaxara o mais que pôde. Enfiou mais fundo o seu membro sentindo que agora escorria um pequeno líquido, ignorou esse facto e continuou a penetrá-la sempre com a mesma delicadeza e em ritmo lento. Os beijos dele passavam da boca para o pescoço, do pescoço para a orelha, e assim sucessivamente. Neptuno gemia e cerrava os olhos com força, aquela dor ao início era insuportável mas depois começou a habituar-se, num instante aquela dor tornou-se em prazer e só queria mais, com mais força, queria que ele a possuísse e nunca aquilo acabasse. Sesshoumaru aumentava o ritmo a pouco e pouco, o clímax aproximava-se para ambos, os gemidos agora transformaram-se em gritos abafados, Sesshoumaru gemia ao ouvido de Neptuno o que a deixava ainda mais louca de prazer. Os dois param, um líquido branco escorria de dentro dela para fora, ele a olhava com carinho e a beijou na testa. Mentalmente Neptuno falava para si mesma, “Porque fiz isto? Porque me soube tão bem? Porque sinto que quero mais? Porque… porque te amo, Sesshoumaru!”.
- O que é que vou fazer com a tua mãe? Diz-me! Eu amo-a, mas… Porque não a consigo mudar??
- Inuyasha, senta-te. – faz sinal para ele se sentar, quando ambos se sentam, SMoon continua. - Hmm… A minha mãe é uma pessoa muito dispersa, adora a sua liberdade. Eu podia ser pequena na altura mas sabia o que a minha mãe andava a fazer. Ela nunca resistiu a um homem que fosse lindo e bem encorpado, já é dela. Cabe-te a ti aceitá-la ou fazer de tudo para mudá-la, mas…
- … Mas ela jamais vai mudar, não é. Eu até posso aceitá-la como ela é, mas eu gosto dela, é normal que sinta ciúmes! E não me agrada nada aquele lobo sarnento!
- Eu compreendo-te… Mas perdoas a minha mãe? Foste um bocado duro com aquelas palavras.
- Eu sei, mas a dor que estava a sentir naquele momento não me deixou raciocinar direito. Eu vou pensar, deixa-me sozinho por uns instantes.
- Ok. Mas pensa bem no que vais fazer, a minha mamã ama-te muito mesmo, ela nunca amou outro como te ama a ti. Eu sei bem que os outros para ela são apenas desejos caprichosos, mas tu és diferente, tu és quem a completa.
- Se a completasse ela não precisava de ir para a cama com outros.
- *risos* Tu não estás a compreender Inuyasha, aquilo já é como um vício, já faz parte dela ter que experimentar os homens. Eu conheço bem a mãe que tenho e sei que tu és o homem que ela escolheu para viver o resto da sua vida a seu lado. Por mais tarada que ela seja, tu estarás sempre em primeiro lugar, disso não tenhas dúvidas.
SMoon pisca-lhe o olho e prepara-se para se ir embora. Inuyasha volta-se para a porta da varanda e olha para o lado de fora pensativo. Será que pode ficar descansado?
Quando SMoon acaba de fechar a porta atrás de si, vê Orphen a vir do outro lado do corredor. Nesse instante, Neptuno sai do seu quarto, os olhares de Orphen e SMoon cruzam-se, e sem mais delongas Orphen enlaça o seu braço pela cintura de Neptuno.
- Ai! O que pensas que estás a fazer, seu idiota?!
- Então princesa… dá-me só um beijinho…
Orphen faz bico com os lábios e tenta beijar Neptuno que tentava fugir com a cara. SMoon começa a ficar furiosa e quando deu meia dúzia de passos, Sesshoumaru aparece.
- O que se passa aqui?
Neptuno olhou para Sesshoumaru e aproveitou a deixa para fazer das dela. Orphen continuava a fazer bico com os lábios mas a olhar para Sesshoumaru, Neptuno vira-lhe a cara novamente para ela com a sua mão e dá-lhe um beijo na boca, um beijo que não demorou mais do que dois segundos. Sesshoumaru e SMoon ficam de boca aberta, não se mexem e nem falam, o choque não permitia isso. Neptuno sorri para Sesshoumaru e vai até à porta do elevador, quando este chega e abre as portas, ela entra acenando ironicamente para ele. Orphen também fica com cara de parvo, não esperava que realmente Neptuno aceitasse beijá-lo, mas não teve mais tempo nem para pensar no porquê, pois já um soco voava até ao meio do seu nariz, o que fez com que saltasse alguns pingos de sangue.
- Como te atreves a beijar a minha namorada!!
- Isso mesmo Sesshoumaru, dá-lhe com força! Já não basta a minha mãe agora quer a minha prima!
- SMoon, não te metas! Sesshoumaru amigo, eu não a beijei porque quis, tu viste que foi ela que me beijou, não viste?
- Hei, hei! Que eu saiba tu é que a abraçaste primeiro e a tentaste beijar, que eu vi!
- O quê?? Isso é verdade?? Estupor!!
Outro soco ia em direcção à cara de Orphen, mas este conseguiu amparar o golpe. Kouga aparece naquele instante vindo do quarto de Janete, como ainda estava meio atordoado não notou que estava despido. SMoon, apesar de aquele homem não a atrair muito, não conseguiu evitar em olhar para o membro do rapaz que, mesmo sem estimulação, era grande. Os seus olhos arregalaram-se e não conseguia desviar o olhar, Orphen notou e meteu-se à frente de Kouga, de costas para este.
- Hei, eu não gosto de homens para te estares a chegar assim para mim.
- És estúpido ou fazes-te? Já viste o estado em que estás? Ao menos vestias alguma coisa!
- Oh, nem tinha reparado. Onde está a Lady?
- E porque queres saber dela? – perguntam em uníssono Orphen e Sesshoumaru.
- Porque… por nada, esqueçam.
Kouga volta a entrar no quarto de Janete fechando a porta. Sesshoumaru e Orphen parecia que iam voltar a retomar a luta mas Sesshoumaru acabou por lhe virar costas e ir atrás de Neptuno. Apenas SMoon e Orphen estavam naquele corredor, ela olhava-lhe irritada, virou-lhe as costas e enfiou-se no seu quarto trancando-se lá dentro.
Sesshoumaru procurava por Neptuno em todo o lado, aquele jardim mais parecia o relvado de um estádio de futebol. Quando chegou perto da parte do jardim onde ficava um lago, viu-a sentada na relva acompanhada por Haruka e Likinhas. As três pareciam animadas, faziam pequenos truques com o poder da Água enquanto Likinhas as observava sempre maravilhada com a evolução dos poderes das suas amigas. Sesshoumaru aproximou-se do trio, e mal o fez, Likinhas levanta-se e dirige-se a ele.
- Olá olá, és tu o novo namorado da Neptuno, não é? Ela tem muito bom gosto, és muito girinho e… - mira-o de trás para a frente. - … bem bom!
- Mas não é para o teu bico…
- *risos* Não te vou roubar o namorado Neptuno. Apenas estou só a apreciá-lo. *deita a língua de fora*
- Vê lá se não queres ir apreciar os peixinhos do lago!
A mão de Neptuno cerrou-se levantando o punho ameaçadoramente a Likinhas. A amiga riu-se, era giro vê-la ciumenta depois de sempre a ter ouvido dizer que nunca se iria apaixonar por ninguém.
- Podemos falar a sós, princesa?
- O que tens para me falar?
- A sós, por favor.
Neptuno anuiu e acompanhou-o para outro lado do jardim, longe de olhares e ouvidos curiosos. Parou na frente de Sesshoumaru à espera que este começasse a falar mas ele nada disse, apenas se encurvou até ela para a beijar nos lábios. Aquele acto já se tornava comum entre eles, Neptuno adorava sentir aqueles lábios quentes sobre os dela e aquela língua molhada na sua. Os dois deitaram-se sobre a relva fresca e suave, ele estava por cima dela acariciando a sua cintura, a pele nua dela o deixava extasiado, subia com a mão pelo seu corpo levando consigo o top que ela trazia, quando este já estava todo para cima retirou-lho. Neptuno fez-lhe o mesmo, agora os dois estavam de tronco despido, olharam-se por uns instantes olhos nos olhos até voltarem a se perder nos inúmeros beijos trocados. Carícias aqui e ali, a mão dela a percorrer cada centímetro das costas de Sesshoumaru, que agora descia até ao fecho das calças deste e abre-o. O clima estava tão envolvente que ambos perderam a noção do sítio onde estavam, poderiam ser apanhados a qualquer momento mas já nada disso importava. Aquele calor e sentimento a deixavam noutra dimensão, era tão bom que Neptuno queria que o tempo parasse naquele momento. Puxou para fora o membro já hirto de Sesshoumaru e massajou-o. As calças dela em instantes já haviam saído do seu corpo, as suas cuecas rapidamente foram retiradas também. A maneira como aqueles dois se entregavam era apaixonante, não havia desejo carnal mas sim desejo passional. Sesshoumaru, sem nunca deixar de beijar os lábios sedentos de Neptuno, encaixou-se delicadamente no meio das pernas dela e penetrou-a com todo o cuidado possível para não a magoar. Neptuno ficou tensa, o que dificultou a entrada do membro dele mais a fundo, Sesshoumaru sussurrou no ouvido dela para relaxar e confiar nele, de resposta obteve um gemido de concordância e ele sentiu que ela relaxara o mais que pôde. Enfiou mais fundo o seu membro sentindo que agora escorria um pequeno líquido, ignorou esse facto e continuou a penetrá-la sempre com a mesma delicadeza e em ritmo lento. Os beijos dele passavam da boca para o pescoço, do pescoço para a orelha, e assim sucessivamente. Neptuno gemia e cerrava os olhos com força, aquela dor ao início era insuportável mas depois começou a habituar-se, num instante aquela dor tornou-se em prazer e só queria mais, com mais força, queria que ele a possuísse e nunca aquilo acabasse. Sesshoumaru aumentava o ritmo a pouco e pouco, o clímax aproximava-se para ambos, os gemidos agora transformaram-se em gritos abafados, Sesshoumaru gemia ao ouvido de Neptuno o que a deixava ainda mais louca de prazer. Os dois param, um líquido branco escorria de dentro dela para fora, ele a olhava com carinho e a beijou na testa. Mentalmente Neptuno falava para si mesma, “Porque fiz isto? Porque me soube tão bem? Porque sinto que quero mais? Porque… porque te amo, Sesshoumaru!”.

OMG!! no jardim?? lol. epah..parece giro...ai está um local a experimentar!! XD
passando a frente...este capitulo estava muito cativante...possuindo algumas partes bem hilariantes!!! lol. opah tadinho do Inuyasha...tenho de o ir consolar...muahahahaha...akela lady precisa de "ser formatada" a ver se muda...ta a fazer o moço sofrer...ai a neptuno...grande maluca que ela saiu...bem..mas ao meno admitiu que ama o Sesshoumaru!! hehe. ah o lobo raivoso anda a querer festa...tem de levar porrada!! muahahaha!!
amei o capitulo como sempre...fico a espera do proximo!! hehe
passando a frente...este capitulo estava muito cativante...possuindo algumas partes bem hilariantes!!! lol. opah tadinho do Inuyasha...tenho de o ir consolar...muahahahaha...akela lady precisa de "ser formatada" a ver se muda...ta a fazer o moço sofrer...ai a neptuno...grande maluca que ela saiu...bem..mas ao meno admitiu que ama o Sesshoumaru!! hehe. ah o lobo raivoso anda a querer festa...tem de levar porrada!! muahahaha!!
amei o capitulo como sempre...fico a espera do proximo!! hehe
Capitulo 26
Os dois cansados acabaram por adormecer ali abraçados. Likinhas andava às voltas no jardim em frente à casa, não sabia onde se teriam metido Neptuno e Sesshoumaru, até que o seu telemóvel toca. A rapariga tira um pequeno aparelho de cores azuis claras do bolso, abre uma pequena tampa e atende.
- Estou? Olá, és tu. Espera um pouco, – a rapariga olha à sua volta a confirmar se andava alguém por ali – Sim, podemos falar que não seremos incomodados. Mas o que te deu para me ligares a estas horas? Não foi isso que combinámos. Sim, sim já preparei tudo, não te preocupes que ninguém desconfia de nada. Só na hora certa é que eles saberão.
- Likinhas! Que estás aqui a fazer sozinha?
- Haruka!
- Ai, desculpa não sabia que estavas a falar ao telemóvel.
- Não tem mal, dá-me só uns segundinhos. – vira as costas a Haruka e sussura – Vou ter que desligar, já não estou sozinha. Não te preocupes todo correrá como planeaste. Xau – desliga o telemóvel e em seguida o guarda no bolso – Desculpa Haruka, estava aqui a falar com um amigo. *sorriso* Eu andava aqui à procura da tua irmã e do Sesshoumaru, por acaso os viste?
- Não, não os vi. Um rapaz, hein? E que sorriso foi esse? Não me andas a contar tudo. Vá, vamos tomar um cházinho e contas-me tudo que tal?
- Sim vamos.
As duas raparigas caminham em direcção à porta da mansão, entram e dirigem-se para a cozinha onde Haruka enche uma pequena cafeteira metálica com água, colocando-a de seguida em cima do fogão, quando esta começa a ferver, Haruka retira-a do fogão e coloca a água dentro de duas chávenas que se encontravam em cima da mesa, já com os saquinhos do chá lá dentro. As duas se sentam.
- Então conta-me lá quem é esse rapaz? Eu conheço-o?
- Não, Haruka não o conheces. *Nervosa* Eu conheci-o em… em… no meu novo emprego foi isso, e eu achei-o atraente, começámos a sair e pronto é só isso.
- Não me estás a mentir pois não Likinhas?
- Meninas por acaso alguma de vocês viu o Miroku? É que precisava de falar com ele urgentemente.
- Não Janete, não o vimos. Mas já o procuraste no quarto?
- Sim já mas ele não se encontrava lá. Enfim, ele quando aparecer eu falo com ele. Enquanto isso posso me juntar a vocês?
- Sim claro. – Haruka levanta-se para ir buscar mais uma chávena – Serve-te à vontade.
- Obrigado Haruka. Mas então de que estavam a falar?
- Aqui a Likinhas estava-me a contar que conheceu um rapaz…
As três raparigas ficaram ali a conversar e a beber o seu chá durante horas. Entretanto Lady saía do seu quarto, a sua filha nunca mais voltara da conversa com Inuyasha, então decide ir à procura dela. Ao aproximar-se do quarto de SMoon, Lady dá de caras com Orphen que lá se encontrava encostado.
- Orphen! Por aqui? Que se passa? Que carinha é essa? A SMoon colocou-te de castigo cá fora foi? *riso*
- Não sei onde está a piada Lady. Não, a tua filha não me pôs cá fora. Eu é que acho que fiz asneira.
- Asneira? Mas que fizeste?
- Eu e a Neptuno….
- Tu e a Neptuno o quê?
- Nós beijamo-nos à frente da SMoon e do Sesshoumaru.
- Desculpa?? Eu ouvi bem, tu e a Neptuno beijaram-se?? *gargalhadas* Estás a gozar comigo, certo?
- *gota* Não, não estou a gozar contigo.
- Bem, se isso for mesmo verdade a SMoon deve estar furiosa.
- E eu com isso…
- A tua cara não diz o mesmo. Se não te preocupasses não estavas aqui especado.
- Agora é que a tua filha não quer saber de mim.
- Hei! Calma, também não exageres isto não é o fim do mundo, além disso a SMoon também não é nenhuma santa. Mas eu vou falar com ela. *pisca o olho*
- Mas a porta está trancada.
Lady eleva o seu dedo indicador até junto à sua testa onde aparece uma lua crescente, de repente desaparece. Lady teletransporta-se para dentro do quarto de SMoon e fica assustada, estava tudo partido, tudo fora do lugar, uma desarrumação total, parecia que tinha passado por ali um furacão. SMoon encontrava-se sentada num cadeira junto ao berço de Fabinho este dormia que nem um anjo.
- É lindo não é?
- Sai à mana.
- E à mãe também. *sorri*
Lady consegue resgatar uma cadeira que se encontrava num canto do quarto, coloca-a do outro lado do berço de Fabinho ficando de frente para SMoon.
- Que se passou aqui? Porque destruíste isto tudo?
- Eu destruí isto tudo para não magoar ninguém com a raiva que tenho aqui dentro no peito. Vi o Orphen a agarrar-se à Neptuno e a querer um beijo, a prima ao princípio recuou mas entretanto apareceu o Sesshoumaru e a Neptuno beijou-o e este nada fez para a afastar. Traidor!
- E tu ficaste com ciúmes. Mas era mesmo isso que ele queria, provocar-te ciúmes. A Neptuno não tem culpa, vá sejamos realistas, ela em parte também usou o Orphen para fazer ciúmes ao Sesshoumaru. Mas tu também andas a enlouquece-lo, tu o amas e ele ama-te, que queres mais?
- Oh! Mamã, como tu dizes é tão bom vê-los a lutar por nós. Além disso, eu gosto do irritar, ele fica tão lindo.
- Pois mas olha que ele pode se fartar.
- Se ele se fartar então é porque não me ama. Mas tu vieste cá foi para saber como foi a conversa com o Inuyasha, não é verdade senhorita Lady? *põe língua de fora*
- Sim foi. Mas…
- Eu falei com ele, expliquei-lhe que estavas arrependida, que o amavas muito, que ele é que era o homem da tua vida.
- E ele que disse?
- Tens que compreender mamã, o Inuyasha ficou muito magoado, ele sabe como tu és mas ele pensou que mudasses. Ele ama-te mas não suporta que tu o traias, ele disse que precisava de pensar. Dá-lhe um tempo.
- Mas achas que ele me perdoa?
- Ele ama-te. Acho que isso já responde à tua pergunta.
Lady levanta-se abraçando-se à sua filha.
- E o Kouga, sabes como ele está?
- Não sei, a tia Janete é que estava a cuidar dele. Mas ele à pouco veio até ao corredor e parecia me bem, e que bem. *suspiro*
- Que suspiro foi esse SMoon??
- Hm… *cora* Nada mamã nada, ora foi só um suspiro.
Lady sorri, inclina-se um pouco por cima do berço e dá um beijo na testa de Fábio.
- Bem, vou ver como ele está. Afinal a culpa é minha.
Lady despede-se da sua filha, caminha até a porta, roda a chave para a esquerda, esta destranca-se. Ao abrir a porta bruscamente, Orphen que se encontrava atrás desta, cai mesmo em cima de Lady. Esta cora um pouco e empurra Orphen para o lado, levantando-se.
- Vocês precisam de falar.
Lady sai fechando a porta devagar. Caminha pelo corredor até chegar à porta do quarto onde se encontrava Kouga. Olha para um lado e para o outro do corredor para ver se vinha alguém quando vê Neptuno e Sesshoumaru a subir as escadas abraçados com as mãos entrelaçadas e com um enorme sorriso nos lábios. Antes que estes a vissem, Lady abre a porta aceleradamente entrando, mas deixa uma pequena brecha por onde começa a espreitar “Parece que se entenderam, ainda bem fazem uma casal tão lindo. Quem me dera que o Inuyasha me perdoasse”, um ar triste surgiu na face de Lady.
- Lady? Que fazes aqui? Vieste me ver?
- Sim, vim ver como estavas – fecha a porta e caminha sentando-se na beira da cama – Como estás? Desculpa, a culpa foi minha.
- Que carinha é essa? A culpa não foi só tua, também foi minha. Mas sinceramente faria tudo de novo, mesmo sabendo as consequências e dores que isso me poderia causar.
- *Sorriso tímido* Estás a falar a sério?
- Sim estou, tu és uma mulher linda, interessante, inteligente, meiga e ao mesmo tempo selvagem. Compreendo muito bem os ciúmes que o Inuyasha tem de ti, se fosse eu que tivesse no lugar dele também os sentiria.
Kouga começa a se aproximar de Lady, num ápice já estava junto a ela. Aproxima os seus lábios aos dela, beijando-a, um doce e maravilhoso beijo. Uma das suas mãos começava a subir lentamente pelas pernas de Lady, esta começava a abri-las lentamente. Um desejo começava a apoderar-se deles, Lady sem conseguir resistir mais empurra Kouga, este cai de costas em cima da cama. Lady começa a desabotoar a sua camisa lentamente e com sedução, o membro de Kouga começava a elevar-se por baixo do lençol. Kouga tentava apalpar Lady mas esta não deixava dando-lhe pequenas palmadinhas nas mãos. Isso deixava Kouga cheio de desejo, Lady desaperta o seu soutien retirando-o, os seus mamilos estavam endurecidos. Sem mais demoras, Lady arranca o lençol que cobria Kouga deixando este com o seu avantajado membro ao descoberto, ela curva-se e enfia o membro de Kouga na sua boca, fazendo movimentos verticais, Kouga gemia, aquela mulher fazia-o sentir tão bem. Lady deliciava-se com aquele membro, sugava-o, lambia-o, mordiscava-o, já não via a hora em o ter dentro de si. Kouga já cheio de desejo de possuir aquela mulher, levanta-se agarrando Lady e a deitando bruscamente na cama, sem mais delongas a penetra bem fundo, Lady geme pois sentiu um pouco de dor, aquele membro era enorme. Kouga era bruto e selvagem, penetrava Lady com movimentos rápidos e fortes. Os seus gemidos eram cada vez mais intensos, o clímax estava próximo, Kouga acelera os seus movimentos até que um líquido de cor esbranquiçada começa a escorrer pelo seu membro e pelo sexo de Lady. Kouga cai por cima de Lady, estava exausto, beija-a e deita-se em seguida ao lado dela abraçando-a. Os dois acabam por adormecer.
[…]
- Acho que precisamos de falar.
- Sobre quê? Eu que me lembre não tenho nada para falar contigo.
- Mas porque és assim para mim?
SMoon levanta-se bruscamente da cadeira onde se encontrava sentada e caminha até a porta para sair daquele quarto. Orphen agarra-a por um braço, chega-a até si, colando o seu corpo ao dela.
- Diz-me nos meus olhos que não me amas como eu te amo, que não me queres ao teu lado como eu te quero ao meu.
- Eu… eu…
- Tu estás-me a deixar louco, eu sonho contigo todas as noites, sinto um desejo enorme de possuir esse teu corpo, quero que sejas minha, só minha.
Dito isto Orphen beija SMoon, um beijo cheio de desejo. SMoon não o afasta de si para admiração de Orphen, que lhe começa a desabotoar o vestido, ao mesmo tempo que lhe ia apalpando os seios, à tanto tempo que ansiava possui-la ter de novo aquele corpo junto ao seu. De repente alguém bate à porta. Orphen não liga continuando.
- Pára, não ouviste, estão a bater a porta.
- E a porta é mais importante que eu?
- É… – abotoou o vestido – Ao menos ela não me trai.
- Mas… tu estavas a gostar… nem me afastas-te nem nada…
*pum, pum*
SMoon abra a porta deparando-se com um rapaz alto, de cabelos pretos e olhos castanhos-escuros.
- Desculpa, parece que me enganei no quarto.
- Não tem mal, mas quem és tu?
- Eu sou o Tamahome, um amigo da Dgirl.
- Ah! És amigo da prima Dgirl. O quarto dela é aquele ali ao fundo à esquerda.
- Obrigado.
- De nada. *pisca o olho*
- Desculpa ter incomodado. Já agora podias me dizer o teu nome?
- *cora* Eu sou a SMoon, e não incomodaste nada.
- Já agora, seria pedir-te muito que me acompanhasses, é que tenho medo de me enganar novamente.
- Sim claro que te acompanho, com enorme prazer.
SMoon ficara encantada com aquele rapaz. Sai do quarto fechando a porta esquecendo-se de Orphen, este encontrava-se de punhos serrados, furioso. Sem aguentar mais vai atrás deles.
Os dois cansados acabaram por adormecer ali abraçados. Likinhas andava às voltas no jardim em frente à casa, não sabia onde se teriam metido Neptuno e Sesshoumaru, até que o seu telemóvel toca. A rapariga tira um pequeno aparelho de cores azuis claras do bolso, abre uma pequena tampa e atende.
- Estou? Olá, és tu. Espera um pouco, – a rapariga olha à sua volta a confirmar se andava alguém por ali – Sim, podemos falar que não seremos incomodados. Mas o que te deu para me ligares a estas horas? Não foi isso que combinámos. Sim, sim já preparei tudo, não te preocupes que ninguém desconfia de nada. Só na hora certa é que eles saberão.
- Likinhas! Que estás aqui a fazer sozinha?
- Haruka!
- Ai, desculpa não sabia que estavas a falar ao telemóvel.
- Não tem mal, dá-me só uns segundinhos. – vira as costas a Haruka e sussura – Vou ter que desligar, já não estou sozinha. Não te preocupes todo correrá como planeaste. Xau – desliga o telemóvel e em seguida o guarda no bolso – Desculpa Haruka, estava aqui a falar com um amigo. *sorriso* Eu andava aqui à procura da tua irmã e do Sesshoumaru, por acaso os viste?
- Não, não os vi. Um rapaz, hein? E que sorriso foi esse? Não me andas a contar tudo. Vá, vamos tomar um cházinho e contas-me tudo que tal?
- Sim vamos.
As duas raparigas caminham em direcção à porta da mansão, entram e dirigem-se para a cozinha onde Haruka enche uma pequena cafeteira metálica com água, colocando-a de seguida em cima do fogão, quando esta começa a ferver, Haruka retira-a do fogão e coloca a água dentro de duas chávenas que se encontravam em cima da mesa, já com os saquinhos do chá lá dentro. As duas se sentam.
- Então conta-me lá quem é esse rapaz? Eu conheço-o?
- Não, Haruka não o conheces. *Nervosa* Eu conheci-o em… em… no meu novo emprego foi isso, e eu achei-o atraente, começámos a sair e pronto é só isso.
- Não me estás a mentir pois não Likinhas?
- Meninas por acaso alguma de vocês viu o Miroku? É que precisava de falar com ele urgentemente.
- Não Janete, não o vimos. Mas já o procuraste no quarto?
- Sim já mas ele não se encontrava lá. Enfim, ele quando aparecer eu falo com ele. Enquanto isso posso me juntar a vocês?
- Sim claro. – Haruka levanta-se para ir buscar mais uma chávena – Serve-te à vontade.
- Obrigado Haruka. Mas então de que estavam a falar?
- Aqui a Likinhas estava-me a contar que conheceu um rapaz…
As três raparigas ficaram ali a conversar e a beber o seu chá durante horas. Entretanto Lady saía do seu quarto, a sua filha nunca mais voltara da conversa com Inuyasha, então decide ir à procura dela. Ao aproximar-se do quarto de SMoon, Lady dá de caras com Orphen que lá se encontrava encostado.
- Orphen! Por aqui? Que se passa? Que carinha é essa? A SMoon colocou-te de castigo cá fora foi? *riso*
- Não sei onde está a piada Lady. Não, a tua filha não me pôs cá fora. Eu é que acho que fiz asneira.
- Asneira? Mas que fizeste?
- Eu e a Neptuno….
- Tu e a Neptuno o quê?
- Nós beijamo-nos à frente da SMoon e do Sesshoumaru.
- Desculpa?? Eu ouvi bem, tu e a Neptuno beijaram-se?? *gargalhadas* Estás a gozar comigo, certo?
- *gota* Não, não estou a gozar contigo.
- Bem, se isso for mesmo verdade a SMoon deve estar furiosa.
- E eu com isso…
- A tua cara não diz o mesmo. Se não te preocupasses não estavas aqui especado.
- Agora é que a tua filha não quer saber de mim.
- Hei! Calma, também não exageres isto não é o fim do mundo, além disso a SMoon também não é nenhuma santa. Mas eu vou falar com ela. *pisca o olho*
- Mas a porta está trancada.
Lady eleva o seu dedo indicador até junto à sua testa onde aparece uma lua crescente, de repente desaparece. Lady teletransporta-se para dentro do quarto de SMoon e fica assustada, estava tudo partido, tudo fora do lugar, uma desarrumação total, parecia que tinha passado por ali um furacão. SMoon encontrava-se sentada num cadeira junto ao berço de Fabinho este dormia que nem um anjo.
- É lindo não é?
- Sai à mana.
- E à mãe também. *sorri*
Lady consegue resgatar uma cadeira que se encontrava num canto do quarto, coloca-a do outro lado do berço de Fabinho ficando de frente para SMoon.
- Que se passou aqui? Porque destruíste isto tudo?
- Eu destruí isto tudo para não magoar ninguém com a raiva que tenho aqui dentro no peito. Vi o Orphen a agarrar-se à Neptuno e a querer um beijo, a prima ao princípio recuou mas entretanto apareceu o Sesshoumaru e a Neptuno beijou-o e este nada fez para a afastar. Traidor!
- E tu ficaste com ciúmes. Mas era mesmo isso que ele queria, provocar-te ciúmes. A Neptuno não tem culpa, vá sejamos realistas, ela em parte também usou o Orphen para fazer ciúmes ao Sesshoumaru. Mas tu também andas a enlouquece-lo, tu o amas e ele ama-te, que queres mais?
- Oh! Mamã, como tu dizes é tão bom vê-los a lutar por nós. Além disso, eu gosto do irritar, ele fica tão lindo.
- Pois mas olha que ele pode se fartar.
- Se ele se fartar então é porque não me ama. Mas tu vieste cá foi para saber como foi a conversa com o Inuyasha, não é verdade senhorita Lady? *põe língua de fora*
- Sim foi. Mas…
- Eu falei com ele, expliquei-lhe que estavas arrependida, que o amavas muito, que ele é que era o homem da tua vida.
- E ele que disse?
- Tens que compreender mamã, o Inuyasha ficou muito magoado, ele sabe como tu és mas ele pensou que mudasses. Ele ama-te mas não suporta que tu o traias, ele disse que precisava de pensar. Dá-lhe um tempo.
- Mas achas que ele me perdoa?
- Ele ama-te. Acho que isso já responde à tua pergunta.
Lady levanta-se abraçando-se à sua filha.
- E o Kouga, sabes como ele está?
- Não sei, a tia Janete é que estava a cuidar dele. Mas ele à pouco veio até ao corredor e parecia me bem, e que bem. *suspiro*
- Que suspiro foi esse SMoon??
- Hm… *cora* Nada mamã nada, ora foi só um suspiro.
Lady sorri, inclina-se um pouco por cima do berço e dá um beijo na testa de Fábio.
- Bem, vou ver como ele está. Afinal a culpa é minha.
Lady despede-se da sua filha, caminha até a porta, roda a chave para a esquerda, esta destranca-se. Ao abrir a porta bruscamente, Orphen que se encontrava atrás desta, cai mesmo em cima de Lady. Esta cora um pouco e empurra Orphen para o lado, levantando-se.
- Vocês precisam de falar.
Lady sai fechando a porta devagar. Caminha pelo corredor até chegar à porta do quarto onde se encontrava Kouga. Olha para um lado e para o outro do corredor para ver se vinha alguém quando vê Neptuno e Sesshoumaru a subir as escadas abraçados com as mãos entrelaçadas e com um enorme sorriso nos lábios. Antes que estes a vissem, Lady abre a porta aceleradamente entrando, mas deixa uma pequena brecha por onde começa a espreitar “Parece que se entenderam, ainda bem fazem uma casal tão lindo. Quem me dera que o Inuyasha me perdoasse”, um ar triste surgiu na face de Lady.
- Lady? Que fazes aqui? Vieste me ver?
- Sim, vim ver como estavas – fecha a porta e caminha sentando-se na beira da cama – Como estás? Desculpa, a culpa foi minha.
- Que carinha é essa? A culpa não foi só tua, também foi minha. Mas sinceramente faria tudo de novo, mesmo sabendo as consequências e dores que isso me poderia causar.
- *Sorriso tímido* Estás a falar a sério?
- Sim estou, tu és uma mulher linda, interessante, inteligente, meiga e ao mesmo tempo selvagem. Compreendo muito bem os ciúmes que o Inuyasha tem de ti, se fosse eu que tivesse no lugar dele também os sentiria.
Kouga começa a se aproximar de Lady, num ápice já estava junto a ela. Aproxima os seus lábios aos dela, beijando-a, um doce e maravilhoso beijo. Uma das suas mãos começava a subir lentamente pelas pernas de Lady, esta começava a abri-las lentamente. Um desejo começava a apoderar-se deles, Lady sem conseguir resistir mais empurra Kouga, este cai de costas em cima da cama. Lady começa a desabotoar a sua camisa lentamente e com sedução, o membro de Kouga começava a elevar-se por baixo do lençol. Kouga tentava apalpar Lady mas esta não deixava dando-lhe pequenas palmadinhas nas mãos. Isso deixava Kouga cheio de desejo, Lady desaperta o seu soutien retirando-o, os seus mamilos estavam endurecidos. Sem mais demoras, Lady arranca o lençol que cobria Kouga deixando este com o seu avantajado membro ao descoberto, ela curva-se e enfia o membro de Kouga na sua boca, fazendo movimentos verticais, Kouga gemia, aquela mulher fazia-o sentir tão bem. Lady deliciava-se com aquele membro, sugava-o, lambia-o, mordiscava-o, já não via a hora em o ter dentro de si. Kouga já cheio de desejo de possuir aquela mulher, levanta-se agarrando Lady e a deitando bruscamente na cama, sem mais delongas a penetra bem fundo, Lady geme pois sentiu um pouco de dor, aquele membro era enorme. Kouga era bruto e selvagem, penetrava Lady com movimentos rápidos e fortes. Os seus gemidos eram cada vez mais intensos, o clímax estava próximo, Kouga acelera os seus movimentos até que um líquido de cor esbranquiçada começa a escorrer pelo seu membro e pelo sexo de Lady. Kouga cai por cima de Lady, estava exausto, beija-a e deita-se em seguida ao lado dela abraçando-a. Os dois acabam por adormecer.
[…]
- Acho que precisamos de falar.
- Sobre quê? Eu que me lembre não tenho nada para falar contigo.
- Mas porque és assim para mim?
SMoon levanta-se bruscamente da cadeira onde se encontrava sentada e caminha até a porta para sair daquele quarto. Orphen agarra-a por um braço, chega-a até si, colando o seu corpo ao dela.
- Diz-me nos meus olhos que não me amas como eu te amo, que não me queres ao teu lado como eu te quero ao meu.
- Eu… eu…
- Tu estás-me a deixar louco, eu sonho contigo todas as noites, sinto um desejo enorme de possuir esse teu corpo, quero que sejas minha, só minha.
Dito isto Orphen beija SMoon, um beijo cheio de desejo. SMoon não o afasta de si para admiração de Orphen, que lhe começa a desabotoar o vestido, ao mesmo tempo que lhe ia apalpando os seios, à tanto tempo que ansiava possui-la ter de novo aquele corpo junto ao seu. De repente alguém bate à porta. Orphen não liga continuando.
- Pára, não ouviste, estão a bater a porta.
- E a porta é mais importante que eu?
- É… – abotoou o vestido – Ao menos ela não me trai.
- Mas… tu estavas a gostar… nem me afastas-te nem nada…
*pum, pum*
SMoon abra a porta deparando-se com um rapaz alto, de cabelos pretos e olhos castanhos-escuros.
- Desculpa, parece que me enganei no quarto.
- Não tem mal, mas quem és tu?
- Eu sou o Tamahome, um amigo da Dgirl.
- Ah! És amigo da prima Dgirl. O quarto dela é aquele ali ao fundo à esquerda.
- Obrigado.
- De nada. *pisca o olho*
- Desculpa ter incomodado. Já agora podias me dizer o teu nome?
- *cora* Eu sou a SMoon, e não incomodaste nada.
- Já agora, seria pedir-te muito que me acompanhasses, é que tenho medo de me enganar novamente.
- Sim claro que te acompanho, com enorme prazer.
SMoon ficara encantada com aquele rapaz. Sai do quarto fechando a porta esquecendo-se de Orphen, este encontrava-se de punhos serrados, furioso. Sem aguentar mais vai atrás deles.

SMoon caminha ao lado de Tamahome e entrelaça o seu braço no do rapaz, este olha para ela admirado mas nada faz. Chegam perto da porta do quarto da Dgirl e SMoon retira o seu braço olhando de soslaio para Orphen e depois dando um beijo no canto da boca de Tamahome.
- Pronto, ficas entregue.
- Obrigado, és muito simpática. *sorriso*
Ele gira a maçaneta dourada e entra, lá dentro encontrava-se Dgirl apenas de tronco nu e de cuecas, assim que vê Tamahome, sem pensar duas vezes, atira com vários objectos ao mesmo tempo que grita e que acertam bem no meio da testa dele, fazendo-o cair no chão.
- Tamahome! Estás bem?
- Acho que sim…
SMoon ajuda a levantá-lo. Orphen fica irritado mas decide virar costas e sair dali.
- Desculpa Tamahome, foi uma reacção automática, desculpa!
- Não faz mal Dgirl, eu percebo. Eu vim para te perguntar se querias ir dar uma volta comigo, mas…
- É claro que quero! Vamos!
Dgirl pega na mão de Tamahome e quase o arrasta pelo chão consigo devido á brutalidade com que o leva. SMoon ficou no seu lugar a olhar para eles e a sorrir ao mesmo tempo que abanava a cabeça.
Likinhas e Haruka ficaram caladas, Janete não parava de pensar no Miroku mas queria agora esquecê-lo por momentos, por tal levanta-se e apoia as suas mãos sobre a mesa de mármore.
- Que tal irmos dar uma volta até à praia, meninas? O dia está óptimo e faz bem espairecer.
- É, tens toda a razão prima. Vamos Likinhas?
- Por mim tudo bem.
As duas raparigas se levantam, agora as três se dirigem para a porta que dava acesso à garagem. Abrem a enorme porta da garagem, entram no BMW de Janete e esta mete a chave na ignição, partindo rumo ao seu destino. A parte de cima do carro ia toda voltada para trás, os seus cabelos esvoaçavam ao sabor do vento. Chegaram ao parque de estacionamento mais perto e estacionaram. Saíram do carro e desceram as longas escadas que davam até à praia. Haruka sentia-se bem ali, correu até à água, descalçando-se pelo caminho, e molhou os pés, um sorriso de satisfação se estampava no seu rosto.
- Haruka, eu e a Likinhas vamos até ao café comprar um gelado, também queres um?
- Claro, nem se pergunta! Vão lá, eu vou ficar por aqui mesmo.
Janete sorriu e deu meia volta, juntou-se novamente a Likinhas e ambas foram até ao café que outrora havia sido destruído. Haruka arregaçou as pernas das suas calças e caminhava em passos lentos para dentro da água, mas num só segundo sentiu como se um enorme calhau lhe tivesse caído em cima. Sentiu as ondas a desfalecerem por baixo de si, a sensação do calhau não havia ainda desaparecido. Abriu os seus olhos lentamente e deu de caras com um rapaz de olhos fechados e com os seus lábios sobre os dela, a mão dela estava sobre o membro do rapaz e sentiu que pelo menos era bem avantajado, mas com medo que o rapaz desse conta atirou-o para o lado, caindo com um baque surdo sobre a areia. Ela ficou por alguns segundos a contemplá-lo, ele tinha umas feições lindas, o seu cabelo curto e rebelde era de um castanho avermelhado, uma vontade estranha lhe dava em querer saber qual a cor dos olhos daquele homem lindo, o seu peito estava a descoberto devido ao impacto da queda e dava para ver que tinha tanto o peito como os abdominais bem definidos, as suas longas pernas davam para perceber de caras que era alto. Na sua mão estava um puxador preso a um cordão cortado, ouviu o som de um helicóptero por cima da sua cabeça e olhou para ele. “Será que ele caiu dali?”, pensava Haruka um pouco assustada. Abanou o rapaz até este soltar uns gemidos, sinal de que começava a acordar. Os seus olhos lentamente foram abrindo e agora dava para ver a sua perfeita cor verde, pareciam duas esmeraldas brilhando intensamente.
- Quem… quem és tu? – perguntou o rapaz com alguma dificuldade e em tom baixo.
- Sou o colchão que te amparou a queda. Tu estás bem?
Levantou-se um pouco a custo mas conseguiu pelo menos se sentar, a sua mão elevou-se até atrás da sua nuca.
- Sim, parece que sim. Peço desculpa e já agora também obrigado. Como te chamas?
- Haruka e tu?
- Tooya. Eu estava a fazer pára-quedismo, ou pelo menos ia fazer, se o cordão não se rompesse. – diz-lhe ao mostrar o cordão que ainda se encontrava na sua mão.
- Isso é perigoso! Tu podias ter morrido, sabias? Nunca mais faças uma coisa dessas sem antes verificares o material!
- *sorriso* Obrigado pela preocupação, Haruka. Eu verifiquei, mas este corte não me parece defeito do material.
- Estás a querer dizer que alguém tentou te matar?
- Não sei, não tenho provas.
- Aqui tens Haruka… Quem é o teu amigo?
- Este é o Tooya, caiu do céu.
- És um anjo?
- *risos* Quem sabe, posso vir a ser o anjo da guarda da Haruka.
Os seus olhares se cruzaram com alguma intensidade, o coração de Haruka pulsava mais depressa. Que era aquilo?
- Oh, não sejas parvo. Janete, podemos levá-lo para a mansão?
- Mas agora a nossa casa é algum albergue para homens? Já lá não temos que chegue? Eu acho que devíamos era de o levar ao hospital.
- Não Janete, ora essa, com certeza que na vossa casa há o necessário para cuidarem dele.
- A Likinhas tem razão. Ele vem connosco e acabou-se.
- E o carro é de quem? Vosso? E se não me apetecer levá-lo?
- Não discutam por minha causa. Eu fico bem.
- Ficas nada bem! Vens connosco e acabou! Prima, ou o levamos, ou eu digo ao Miroku que estás apaixonada por ele!
- Estão à espera de quê? Vamos logo para o carro!
Haruka sorriu triunfante, ajudou Tooya a apoiar-se em si e seguiram Likinhas e Janete que já iam mais à frente. Antes de chegarem perto do carro, Tooya pára e olha docemente para Haruka, um olhar que parecia hipnotizar, quando ela voltou a si, já os lábios dele estavam novamente sobre os seus, mas desta vez ele estava consciente e sabia o que estava a fazer.
[…]
Lady acordou sobressaltada, sentiu o braço de Kouga ainda sobre a sua cintura, pegou nele e pousou-o sobre o corpo do mesmo. Saiu da cama devagar para não acordá-lo, pegou nas suas roupas e vestiu-se o mais rápido que conseguiu. Abriu a porta com alguma cautela e espreitou lá para fora a confirmar se não se encontrava ninguém no corredor, esgueirou-se rapidamente para o exterior do quarto e fechou a porta. A campainha tocou, Lady já estava dentro do elevador e desceu. A campainha tocou mais outra vez, e mais outra, e mais outra.
- Já vai! Que apressados!
Lady abre despreocupadamente a porta, sempre a resmungar, até que se cala subitamente quando vê de quem se trata.
- Olá amor, tudo bem? *enorme sorriso*
- U-U-Uli??? Que fazes aqui??
O rapaz entra por ali adentro pousando uma enorme mala no meio do hall de entrada, abre os braços e caminha alegremente até Lady, esta tentava se esquivar mas tarde demais, Uli já a abraçava e lhe beijava.
- Sa-sai!! Mas quem pensas que és para desapareceres sem dares satisfações a ninguém, largares-me com dois filhos pequenos e agora apareceres como se nada tivesse acontecido e ainda me vires beijar??!!
- És ainda a minha mulher, não me lembro de me ter divorciado de ti.
- Para todos os efeitos já não sou tua mulher!! Mas que grande lata tu tens, hein? Abandonas-me a mim e aos teus filhos e agora apareces como se o tempo tivesse parado e agora com a tua aparição ele recomeçasse onde parou!
- Eu saí em negócios, tu sabias bem que eu tinha de me ausentar muito devido ao trabalho que tinha…
- Ui! Não me vais dizer que agora para além de marido e pai desnaturado, és também desempregado?
- Estou a ver que ainda não perdeste o teu sarcasmo, Lady.
- Quem é este?
- E quem és tu?
- Eu perguntei primeiro!
- Parem os dois!!
- Estou a ver que ainda não deixaste o teu trabalho preferido, continuas a mesma.
- O Inuyasha é o meu namorado!
- E eu sou o teu marido!! Pensas que vou abdicar de ti, Lady?! Eu ainda te amo!
- Tu sabes lá o que é amor!
- Marido? Mas ele não tinha desaparecido?
- Parece que renasceu dos mortos e veio me assombrar a vida novamente…
Uli sorriu sarcasticamente para Inuyasha e pegou em Lady ao colo, desaparecendo com ela. Inuyasha ficou surpreso e ao mesmo tempo furioso, não ia deixar que mais um rival se pusesse entre ele e a mulher que ama.
Uli reaparece no terraço da mansão, larga Lady delicadamente no chão, enquanto esta continuava a se debater nos braços dele, e põe-se por cima dela, prendendo os seus pulsos com as suas mãos e ao cimo da cabeça dela.
- Não tentes porque não vale a pena Lady. Eu voltei para retomar a minha mulher e os meus filhos, não penses que vos vou abdicar para palhaço algum oportunista.
- Eu já não sou mais tua desde o momento que nos abandonaste! Ao menos tinhas a dignidade de dizer a verdade! Quais negócios quais quê, tu foste embora por causa de outra!
- Eu não sou como tu Lady, que mal vê um homem vai logo para a cama com ele.
- Estás a ofender-me…
- É mentira? Mas eu amo-te mesmo assim…
Uli beija de novo Lady, esta morde-lhe o lábio deixando-o a sangrar, dá-lhe uma joelhada nas suas partes baixas e sai debaixo dele.
- Não, tu já me perdeste Uli. Eu sou só do Inuyasha!
- E de mais uns quantos homens… Ele por acaso aceita-te como tu és, tal como eu te aceito?
Lady ficou calada, lembrou-se do ataque de ciúmes que teve ao vê-la com Kouga e do que a sua filha lhe contara quando foi falar com ele. Era verdade, Inuyasha ainda não aceitava bem a sua maneira de ser, mas ela sabia que teria de mudar se não quisesse perder o homem que ama. Novamente Uli faz mais uma das suas investidas, prende as mãos de Lady novamente e a beija, nesse instante aparece Inuyasha que joga as suas mãos nos ombros de Uli e o empurra para o chão.
- Afasta-te da minha namorada! Não és dono dela!
- Sou o marido dela, tenho o direito de querer tomar a minha mulher de novo!
Inuyasha dá-lhe um soco, Uli faz-lhe o mesmo, e uma luta se desencadeia. Mesas e cadeiras que ali estavam dispostas partam-se em bocados à medida que tanto Inuyasha como Uli caíam sobre elas. Lady não ficou parada desta vez, um raio saiu disparado do seu dedo indicador direito caindo mesmo no meio dos dois, ambos pararam e olharam para ela, a sua aura estava agitada. Uli percebeu que se continuasse a atacar Inuyasha arriscaria a ser morto pela própria mulher, por tal voltou a desaparecer do terraço aparecendo no jardim, deixando aqueles dois sozinhos.
- Pronto, ficas entregue.
- Obrigado, és muito simpática. *sorriso*
Ele gira a maçaneta dourada e entra, lá dentro encontrava-se Dgirl apenas de tronco nu e de cuecas, assim que vê Tamahome, sem pensar duas vezes, atira com vários objectos ao mesmo tempo que grita e que acertam bem no meio da testa dele, fazendo-o cair no chão.
- Tamahome! Estás bem?
- Acho que sim…
SMoon ajuda a levantá-lo. Orphen fica irritado mas decide virar costas e sair dali.
- Desculpa Tamahome, foi uma reacção automática, desculpa!
- Não faz mal Dgirl, eu percebo. Eu vim para te perguntar se querias ir dar uma volta comigo, mas…
- É claro que quero! Vamos!
Dgirl pega na mão de Tamahome e quase o arrasta pelo chão consigo devido á brutalidade com que o leva. SMoon ficou no seu lugar a olhar para eles e a sorrir ao mesmo tempo que abanava a cabeça.
Likinhas e Haruka ficaram caladas, Janete não parava de pensar no Miroku mas queria agora esquecê-lo por momentos, por tal levanta-se e apoia as suas mãos sobre a mesa de mármore.
- Que tal irmos dar uma volta até à praia, meninas? O dia está óptimo e faz bem espairecer.
- É, tens toda a razão prima. Vamos Likinhas?
- Por mim tudo bem.
As duas raparigas se levantam, agora as três se dirigem para a porta que dava acesso à garagem. Abrem a enorme porta da garagem, entram no BMW de Janete e esta mete a chave na ignição, partindo rumo ao seu destino. A parte de cima do carro ia toda voltada para trás, os seus cabelos esvoaçavam ao sabor do vento. Chegaram ao parque de estacionamento mais perto e estacionaram. Saíram do carro e desceram as longas escadas que davam até à praia. Haruka sentia-se bem ali, correu até à água, descalçando-se pelo caminho, e molhou os pés, um sorriso de satisfação se estampava no seu rosto.
- Haruka, eu e a Likinhas vamos até ao café comprar um gelado, também queres um?
- Claro, nem se pergunta! Vão lá, eu vou ficar por aqui mesmo.
Janete sorriu e deu meia volta, juntou-se novamente a Likinhas e ambas foram até ao café que outrora havia sido destruído. Haruka arregaçou as pernas das suas calças e caminhava em passos lentos para dentro da água, mas num só segundo sentiu como se um enorme calhau lhe tivesse caído em cima. Sentiu as ondas a desfalecerem por baixo de si, a sensação do calhau não havia ainda desaparecido. Abriu os seus olhos lentamente e deu de caras com um rapaz de olhos fechados e com os seus lábios sobre os dela, a mão dela estava sobre o membro do rapaz e sentiu que pelo menos era bem avantajado, mas com medo que o rapaz desse conta atirou-o para o lado, caindo com um baque surdo sobre a areia. Ela ficou por alguns segundos a contemplá-lo, ele tinha umas feições lindas, o seu cabelo curto e rebelde era de um castanho avermelhado, uma vontade estranha lhe dava em querer saber qual a cor dos olhos daquele homem lindo, o seu peito estava a descoberto devido ao impacto da queda e dava para ver que tinha tanto o peito como os abdominais bem definidos, as suas longas pernas davam para perceber de caras que era alto. Na sua mão estava um puxador preso a um cordão cortado, ouviu o som de um helicóptero por cima da sua cabeça e olhou para ele. “Será que ele caiu dali?”, pensava Haruka um pouco assustada. Abanou o rapaz até este soltar uns gemidos, sinal de que começava a acordar. Os seus olhos lentamente foram abrindo e agora dava para ver a sua perfeita cor verde, pareciam duas esmeraldas brilhando intensamente.
- Quem… quem és tu? – perguntou o rapaz com alguma dificuldade e em tom baixo.
- Sou o colchão que te amparou a queda. Tu estás bem?
Levantou-se um pouco a custo mas conseguiu pelo menos se sentar, a sua mão elevou-se até atrás da sua nuca.
- Sim, parece que sim. Peço desculpa e já agora também obrigado. Como te chamas?
- Haruka e tu?
- Tooya. Eu estava a fazer pára-quedismo, ou pelo menos ia fazer, se o cordão não se rompesse. – diz-lhe ao mostrar o cordão que ainda se encontrava na sua mão.
- Isso é perigoso! Tu podias ter morrido, sabias? Nunca mais faças uma coisa dessas sem antes verificares o material!
- *sorriso* Obrigado pela preocupação, Haruka. Eu verifiquei, mas este corte não me parece defeito do material.
- Estás a querer dizer que alguém tentou te matar?
- Não sei, não tenho provas.
- Aqui tens Haruka… Quem é o teu amigo?
- Este é o Tooya, caiu do céu.
- És um anjo?
- *risos* Quem sabe, posso vir a ser o anjo da guarda da Haruka.
Os seus olhares se cruzaram com alguma intensidade, o coração de Haruka pulsava mais depressa. Que era aquilo?
- Oh, não sejas parvo. Janete, podemos levá-lo para a mansão?
- Mas agora a nossa casa é algum albergue para homens? Já lá não temos que chegue? Eu acho que devíamos era de o levar ao hospital.
- Não Janete, ora essa, com certeza que na vossa casa há o necessário para cuidarem dele.
- A Likinhas tem razão. Ele vem connosco e acabou-se.
- E o carro é de quem? Vosso? E se não me apetecer levá-lo?
- Não discutam por minha causa. Eu fico bem.
- Ficas nada bem! Vens connosco e acabou! Prima, ou o levamos, ou eu digo ao Miroku que estás apaixonada por ele!
- Estão à espera de quê? Vamos logo para o carro!
Haruka sorriu triunfante, ajudou Tooya a apoiar-se em si e seguiram Likinhas e Janete que já iam mais à frente. Antes de chegarem perto do carro, Tooya pára e olha docemente para Haruka, um olhar que parecia hipnotizar, quando ela voltou a si, já os lábios dele estavam novamente sobre os seus, mas desta vez ele estava consciente e sabia o que estava a fazer.
[…]
Lady acordou sobressaltada, sentiu o braço de Kouga ainda sobre a sua cintura, pegou nele e pousou-o sobre o corpo do mesmo. Saiu da cama devagar para não acordá-lo, pegou nas suas roupas e vestiu-se o mais rápido que conseguiu. Abriu a porta com alguma cautela e espreitou lá para fora a confirmar se não se encontrava ninguém no corredor, esgueirou-se rapidamente para o exterior do quarto e fechou a porta. A campainha tocou, Lady já estava dentro do elevador e desceu. A campainha tocou mais outra vez, e mais outra, e mais outra.
- Já vai! Que apressados!
Lady abre despreocupadamente a porta, sempre a resmungar, até que se cala subitamente quando vê de quem se trata.
- Olá amor, tudo bem? *enorme sorriso*
- U-U-Uli??? Que fazes aqui??
O rapaz entra por ali adentro pousando uma enorme mala no meio do hall de entrada, abre os braços e caminha alegremente até Lady, esta tentava se esquivar mas tarde demais, Uli já a abraçava e lhe beijava.
- Sa-sai!! Mas quem pensas que és para desapareceres sem dares satisfações a ninguém, largares-me com dois filhos pequenos e agora apareceres como se nada tivesse acontecido e ainda me vires beijar??!!
- És ainda a minha mulher, não me lembro de me ter divorciado de ti.
- Para todos os efeitos já não sou tua mulher!! Mas que grande lata tu tens, hein? Abandonas-me a mim e aos teus filhos e agora apareces como se o tempo tivesse parado e agora com a tua aparição ele recomeçasse onde parou!
- Eu saí em negócios, tu sabias bem que eu tinha de me ausentar muito devido ao trabalho que tinha…
- Ui! Não me vais dizer que agora para além de marido e pai desnaturado, és também desempregado?
- Estou a ver que ainda não perdeste o teu sarcasmo, Lady.
- Quem é este?
- E quem és tu?
- Eu perguntei primeiro!
- Parem os dois!!
- Estou a ver que ainda não deixaste o teu trabalho preferido, continuas a mesma.
- O Inuyasha é o meu namorado!
- E eu sou o teu marido!! Pensas que vou abdicar de ti, Lady?! Eu ainda te amo!
- Tu sabes lá o que é amor!
- Marido? Mas ele não tinha desaparecido?
- Parece que renasceu dos mortos e veio me assombrar a vida novamente…
Uli sorriu sarcasticamente para Inuyasha e pegou em Lady ao colo, desaparecendo com ela. Inuyasha ficou surpreso e ao mesmo tempo furioso, não ia deixar que mais um rival se pusesse entre ele e a mulher que ama.
Uli reaparece no terraço da mansão, larga Lady delicadamente no chão, enquanto esta continuava a se debater nos braços dele, e põe-se por cima dela, prendendo os seus pulsos com as suas mãos e ao cimo da cabeça dela.
- Não tentes porque não vale a pena Lady. Eu voltei para retomar a minha mulher e os meus filhos, não penses que vos vou abdicar para palhaço algum oportunista.
- Eu já não sou mais tua desde o momento que nos abandonaste! Ao menos tinhas a dignidade de dizer a verdade! Quais negócios quais quê, tu foste embora por causa de outra!
- Eu não sou como tu Lady, que mal vê um homem vai logo para a cama com ele.
- Estás a ofender-me…
- É mentira? Mas eu amo-te mesmo assim…
Uli beija de novo Lady, esta morde-lhe o lábio deixando-o a sangrar, dá-lhe uma joelhada nas suas partes baixas e sai debaixo dele.
- Não, tu já me perdeste Uli. Eu sou só do Inuyasha!
- E de mais uns quantos homens… Ele por acaso aceita-te como tu és, tal como eu te aceito?
Lady ficou calada, lembrou-se do ataque de ciúmes que teve ao vê-la com Kouga e do que a sua filha lhe contara quando foi falar com ele. Era verdade, Inuyasha ainda não aceitava bem a sua maneira de ser, mas ela sabia que teria de mudar se não quisesse perder o homem que ama. Novamente Uli faz mais uma das suas investidas, prende as mãos de Lady novamente e a beija, nesse instante aparece Inuyasha que joga as suas mãos nos ombros de Uli e o empurra para o chão.
- Afasta-te da minha namorada! Não és dono dela!
- Sou o marido dela, tenho o direito de querer tomar a minha mulher de novo!
Inuyasha dá-lhe um soco, Uli faz-lhe o mesmo, e uma luta se desencadeia. Mesas e cadeiras que ali estavam dispostas partam-se em bocados à medida que tanto Inuyasha como Uli caíam sobre elas. Lady não ficou parada desta vez, um raio saiu disparado do seu dedo indicador direito caindo mesmo no meio dos dois, ambos pararam e olharam para ela, a sua aura estava agitada. Uli percebeu que se continuasse a atacar Inuyasha arriscaria a ser morto pela própria mulher, por tal voltou a desaparecer do terraço aparecendo no jardim, deixando aqueles dois sozinhos.

Aiai a Lady é smp a mesma coisa a rapariga nao muda mesmo.
Olha o Tooya (ando a ver o anime agora xD) Pronto ele ja ta arrumado com a Haruka XD
Ah o marido dela veio weeeee
Agora é que vais ser....inuyasha,uli,kouga xD
Tudo à porrada ihih
Esta muito bom o capitulo com sempre...
A acçao vai começar weeeee
Beijos
Olha o Tooya (ando a ver o anime agora xD) Pronto ele ja ta arrumado com a Haruka XD
Ah o marido dela veio weeeee
Agora é que vais ser....inuyasha,uli,kouga xD
Tudo à porrada ihih
Esta muito bom o capitulo com sempre...
A acçao vai começar weeeee
Beijos

Arigatou Dumpling*
txi....o marido voltou...devia de ser com esse que a likinhas estava a falar ao tlm!!! lol. oh tão fofo o InuYasha defender a lady do marido mau!!!! lol. mas foi feio o que ela fez com o Kouga....ah ganda badalhoca.... enfim....
oh não metam a Lady a magoar mais o InuYasha!!! oh não!!!! tadinho dele....
gostei do capitulo....muita acção!!! hehe....
oh não metam a Lady a magoar mais o InuYasha!!! oh não!!!! tadinho dele....
gostei do capitulo....muita acção!!! hehe....
Capitulo 27
- Mas que se passou aqui? Vocês discutiram? Era preciso destruir a casa?
- Sim.
- Não.
- Façam o favor de se decidirem, não me baralhem.
- *Gota* Sim filhota houve uma discussão mas não foi entre mim e o Inuyasha.
- Então foi com quem?
- Bem, é melhor te sentares SMoon.
- Porquê? Que fez o Orphen desta vez?
- *Gota* Desta vez não foi o Orphen filhota, infelizmente.
- Foi o Kouga?
- *Dupla Gota* Não filhota, foi o teu pai!
- Desculpa? O meu pai? Só podes estar a brincar! Esse baka que desapareceu do mapa nos deixando sozinhas por causa de um rabo de saias!
- Ele voltou filha, e diz que quer a sua família de novo.
- Ele quer o quê? Que família? Nós nunca seremos mais uma família, nunca! Que pensasse nisso antes de ter ido embora! Eu não o perdoou!
SMoon sai a correr. Lady repõem tudo à sua volta e agarra-se a Inuyasha. SMoon vai descendo as escadas enquanto as palavras de sua mãe não lhe saíam da cabeça “Quer a sua família de novo” como era possível, depois de tanto tempo, seu pai regressar e querer tudo como era antes? Ao chegar ao final das escadas, Uli entra pela porta principal, SMoon reconhece-o de imediato, as feições de seu pai continuavam as mesmas. SMoon levanta a sua mão direita e na ponta do seu indicador um raio de luz aparece, um raio que foi em direcção a Uli passando-lhe ao lado. Uli nem se mexera, ficara sem reacção, aquela estranha tentara matá-lo mas as suas feições não lhe eram estranhas, aquela rapariga era parecidíssima com Lady, quase um clone.
- Mas tu queres-me matar? Posso saber porquê? Foi a tua irmã que te mandou?
- Se te quero matar? Se eu quisesse teria-o feito neste momento mas tu nem a morte mereces. Minha irmã? Que eu saiba não tenho irmãs, tenho um irmão, o Fabinho, o filho que deixaste com apenas uns meses!
- Fabinho é teu irmão? Então tu…
- Sim sou eu, a SMoon.
- Mas tu tinhas cinco anos, agora estás uma mulher, como é possível? Eu não estive assim tanto tempo fora.
- *tom agressivo* Pois não, mas estiveste o tempo suficiente para que eu me esquecesse que tinha um pai.
- Mas que maneiras de falar são essas com o teu pai?
- Ah, agora lembraste que és meu pai, um bocado tarde de mais não? Eu não tenho pai, eu sou órfã de pai. A minha mãe, essa sim, foi todo este tempo meu pai e minha mãe e só eu sei o que ela sofreu com dois filhos pequenos para criar sozinha. Enquanto tu andavas-te a divertir, sabe Deus onde, com umas galderias quaisquer. E agora acabou-te o dinheiro foi?
Uli caminha em direcção a SMoon com passos acelerados, quando chega perto desta, levanta a sua mão. Lady e Inuyasha vinham a descer a escadaria, ao se depararem com aquela cena, Lady viu que Uli ia bater na sua filha e começa a correr aos gritos, parando no meio de SMoon e de Uli
- PÁRA!!! Mas que pensas que estás a fazer?!
- A tua filha faltou-me ao respeito, não admito que uma criança como ela, que não tem maturidade nenhuma para falar seja do que for, me insulte dessa maneira!
- Faltou-te ao respeito, ai foi? Porque será? Dizer a verdade agora é insulto? Ela não é só minha filha também é tua, ou melhor se calhar tens razão, ela é minha filha só minha, fui eu que a criei sozinha, a ela e ao irmão, quando o pai decide sair de casa sem dizer nada a ninguém, abandonando-nos à nossa sorte!
Uli, já furioso, levanta a mão agora para bater em Lady. Inuyasha, que se encontrava ali perto, ao ver o que Uli ia fazer, branda a sua Tessaiga que fica com tons avermelhados e corre até Uli, quando chega perto deste salta e grita “Kaze no Kizu” mas Uli se esquiva aparecendo bem na frente de Inuyasha dando-lhe um soco que o faz voar contra a parede. As raparigas correm até Inuyasha para ver se ele estava bem, este levanta-se aos poucos olhando ferozmente para Uli, rosnando. Lady põem-se à frente de Inuyasha de braços abertos.
- Pára Inuyasha, por favor, não vale a pena lutar!
- Então cachorrinho, magoei-te muito foi? Não me digas que estás com medo.
Inuyasha empurra Lady para o Lado, esta desequilibra-se e acaba por cair. Inuyasha coloca as suas garras de fora e corre em direcção a Uli, enquanto Lady se levanta furiosa e grita várias vezes.
- OSUWARI! OUSWARI! OUSWARI!
Inuyasha bate várias vezes com a cabeça no chão até que forma um enorme buraco. SMoon coloca a mão no ombro de sua mãe, acena-lhe com a cabeça, quase como um “já chega mamã”, Lady pára. As duas se aproximam de Inuyasha, agarrando-o uma de cada lado e vão os três em direcção ao elevador. Lady carrega no botão, as portas metálicas se abrem e os três entram, SMoon carrega no botão do primeiro andar, até as portas de fecham, ficando Uli sozinho no hall de entrada com os punhos cerrados e uma veia a latejar na sua testa. Entretanto entra Likinhas a falar ao telemóvel e olha para Uli.
- Pensando bem, acho que tenho alguém que me poderá ajudar mesmo aqui à minha frente. Espera, não sei se é de confiança porque não o conheço ainda, mas tu sabes que eu raramente erro. Por isso, vou pôr o plano em prática, depois eu ligo-te a contar as novidades. Vá tchau.
Uli sente a presença de Likinhas e sorri, esta caminha até ele.
- Olá, eu sou a Likinhas e tu?
- Eu sou o Uli.
- És da família?
- Sim sou. Sou marido da Lady.
- Lady? Que engraçado não sabia que a Lady era casada.
- Uma longa história.
- Terei todo o prazer em ouvi-la. Acompanhas-me num chá?
- Sim claro.
Likinhas agarra o braço de Uli e os dois vão até à cozinha. Passados uns minutos Janete, Haruka e Tooya entram.
- Onde se meteu a Likinhas, ainda agora estava aqui.
- Se calhar está na cozinha, ela vinha a dizer que estava cheia de sede.
- Pois, falando nisso também estou com um pouco de sede.
- Então vai beber água Janete, que eu vou levar o Tooya para o quarto. *gota* Quer dizer, vou lhe mostrar o quarto onde ele vai ficar.
- Pois, pois…
- Bem mas esta casa é enorme.
- E ainda não viste nada, anda que eu te mostro tudo. *pisca o olho*
Os dois começam a subir as escadas, Tooya olhava admirado para todos os cantos da mansão, nunca tinha visto uma casa assim. O elevador pára no primeiro andar, os três saem de lá e caminham pelo corredor até ao quarto de Lady.
- Bem acho que vocês têm muito que conversar e eu vou para o meu quarto.
- Mas estás bem filhota?
- Sim mamã estou, não vai ser a volta do idiota do meu pai que me vai pôr em baixo.
SMoon despede-se dos dois e caminha em direcção ao seu quarto até que encontra Miroku.
- Estás bem SMoon?
- Eu estou óptima. Para falar a verdade não, não estou lá muito bem.
- Posso ajudar em alguma coisa?
- Sabes como fazer desaparecer uma pessoa para sempre?
- Bem, o assunto deve ser mesmo sério, queres conversar?
- Sim.
SMoon e Miroku caminham até ao quarto de SMoon. A rapariga roda uma pequena maçaneta dourada, abrindo a porta. Os dois entram e sentam-se na beira da cama. SMoon conta tudo o que se passou com a vinda do seu pai, a briga que este teve com Inuyasha, e Miroku escutava tudo com muita atenção, até que os seus olhos descaem-se para os peitos de SMoon, está repara e fica um pouco envergonhada.
- Estás a ouvir o que te estou a dizer?
- Sim, sim estou claro.
Miroku começa a se aproximar de SMoon devagar, esta aos poucos vai recuando até que não pode fugir mais pois já se encontrava encostada à trave de madeira da cabeceira da cama. Miroku, num só movimento, agarra em SMoon e a beija. SMoon cora com aquele atrevimento de Miroku, mas por um lado lhe apetecia afasta-lo e por outro apetecia-lhe mais. SMoon então entrelaça os seus braços à volta do pescoço de Miroku, este coloca uma mão no rabo dela apalpando-o. De repente SMoon empurra Miroku, levanta-se e caminha em direcção à porta, trancando-a. Ao virar-se, encosta-se a esta e começa a desabotoar os botões do seu vestido com sensualidade, deixando os seus seios visíveis. Miroku nem queria acreditar, SMoon tira o seu vestido ficando apenas de cueca e sutiã, o membro de Miroku começava a ficar excitado. Com um andar sensual, SMoon chega perto de Miroku empurrando este para trás, senta-se no seu colo e começa a beija-lo ferozmente percorrendo o seu pescoço, o seu tronco até chegar ao seu umbigo, lentamente começa a desabotoar as calças de Miroku retirando-lhas em seguida juntamente com as suas cuecas, o membro de Miroku fica desnudado, já havia um pequena erecção, SMoon sem mais demoras enfia-o na sua boca húmida e quente.
[…]
- Bem aqui é o corredor dos quartos, mas ainda temos mais três pisos.
- Mesmo enorme esta casa.
- Também somos muitos.
Param em frente a uma das portas.
- Este é o meu quarto queres entrar?
- Mas que se passou aqui? Vocês discutiram? Era preciso destruir a casa?
- Sim.
- Não.
- Façam o favor de se decidirem, não me baralhem.
- *Gota* Sim filhota houve uma discussão mas não foi entre mim e o Inuyasha.
- Então foi com quem?
- Bem, é melhor te sentares SMoon.
- Porquê? Que fez o Orphen desta vez?
- *Gota* Desta vez não foi o Orphen filhota, infelizmente.
- Foi o Kouga?
- *Dupla Gota* Não filhota, foi o teu pai!
- Desculpa? O meu pai? Só podes estar a brincar! Esse baka que desapareceu do mapa nos deixando sozinhas por causa de um rabo de saias!
- Ele voltou filha, e diz que quer a sua família de novo.
- Ele quer o quê? Que família? Nós nunca seremos mais uma família, nunca! Que pensasse nisso antes de ter ido embora! Eu não o perdoou!
SMoon sai a correr. Lady repõem tudo à sua volta e agarra-se a Inuyasha. SMoon vai descendo as escadas enquanto as palavras de sua mãe não lhe saíam da cabeça “Quer a sua família de novo” como era possível, depois de tanto tempo, seu pai regressar e querer tudo como era antes? Ao chegar ao final das escadas, Uli entra pela porta principal, SMoon reconhece-o de imediato, as feições de seu pai continuavam as mesmas. SMoon levanta a sua mão direita e na ponta do seu indicador um raio de luz aparece, um raio que foi em direcção a Uli passando-lhe ao lado. Uli nem se mexera, ficara sem reacção, aquela estranha tentara matá-lo mas as suas feições não lhe eram estranhas, aquela rapariga era parecidíssima com Lady, quase um clone.
- Mas tu queres-me matar? Posso saber porquê? Foi a tua irmã que te mandou?
- Se te quero matar? Se eu quisesse teria-o feito neste momento mas tu nem a morte mereces. Minha irmã? Que eu saiba não tenho irmãs, tenho um irmão, o Fabinho, o filho que deixaste com apenas uns meses!
- Fabinho é teu irmão? Então tu…
- Sim sou eu, a SMoon.
- Mas tu tinhas cinco anos, agora estás uma mulher, como é possível? Eu não estive assim tanto tempo fora.
- *tom agressivo* Pois não, mas estiveste o tempo suficiente para que eu me esquecesse que tinha um pai.
- Mas que maneiras de falar são essas com o teu pai?
- Ah, agora lembraste que és meu pai, um bocado tarde de mais não? Eu não tenho pai, eu sou órfã de pai. A minha mãe, essa sim, foi todo este tempo meu pai e minha mãe e só eu sei o que ela sofreu com dois filhos pequenos para criar sozinha. Enquanto tu andavas-te a divertir, sabe Deus onde, com umas galderias quaisquer. E agora acabou-te o dinheiro foi?
Uli caminha em direcção a SMoon com passos acelerados, quando chega perto desta, levanta a sua mão. Lady e Inuyasha vinham a descer a escadaria, ao se depararem com aquela cena, Lady viu que Uli ia bater na sua filha e começa a correr aos gritos, parando no meio de SMoon e de Uli
- PÁRA!!! Mas que pensas que estás a fazer?!
- A tua filha faltou-me ao respeito, não admito que uma criança como ela, que não tem maturidade nenhuma para falar seja do que for, me insulte dessa maneira!
- Faltou-te ao respeito, ai foi? Porque será? Dizer a verdade agora é insulto? Ela não é só minha filha também é tua, ou melhor se calhar tens razão, ela é minha filha só minha, fui eu que a criei sozinha, a ela e ao irmão, quando o pai decide sair de casa sem dizer nada a ninguém, abandonando-nos à nossa sorte!
Uli, já furioso, levanta a mão agora para bater em Lady. Inuyasha, que se encontrava ali perto, ao ver o que Uli ia fazer, branda a sua Tessaiga que fica com tons avermelhados e corre até Uli, quando chega perto deste salta e grita “Kaze no Kizu” mas Uli se esquiva aparecendo bem na frente de Inuyasha dando-lhe um soco que o faz voar contra a parede. As raparigas correm até Inuyasha para ver se ele estava bem, este levanta-se aos poucos olhando ferozmente para Uli, rosnando. Lady põem-se à frente de Inuyasha de braços abertos.
- Pára Inuyasha, por favor, não vale a pena lutar!
- Então cachorrinho, magoei-te muito foi? Não me digas que estás com medo.
Inuyasha empurra Lady para o Lado, esta desequilibra-se e acaba por cair. Inuyasha coloca as suas garras de fora e corre em direcção a Uli, enquanto Lady se levanta furiosa e grita várias vezes.
- OSUWARI! OUSWARI! OUSWARI!
Inuyasha bate várias vezes com a cabeça no chão até que forma um enorme buraco. SMoon coloca a mão no ombro de sua mãe, acena-lhe com a cabeça, quase como um “já chega mamã”, Lady pára. As duas se aproximam de Inuyasha, agarrando-o uma de cada lado e vão os três em direcção ao elevador. Lady carrega no botão, as portas metálicas se abrem e os três entram, SMoon carrega no botão do primeiro andar, até as portas de fecham, ficando Uli sozinho no hall de entrada com os punhos cerrados e uma veia a latejar na sua testa. Entretanto entra Likinhas a falar ao telemóvel e olha para Uli.
- Pensando bem, acho que tenho alguém que me poderá ajudar mesmo aqui à minha frente. Espera, não sei se é de confiança porque não o conheço ainda, mas tu sabes que eu raramente erro. Por isso, vou pôr o plano em prática, depois eu ligo-te a contar as novidades. Vá tchau.
Uli sente a presença de Likinhas e sorri, esta caminha até ele.
- Olá, eu sou a Likinhas e tu?
- Eu sou o Uli.
- És da família?
- Sim sou. Sou marido da Lady.
- Lady? Que engraçado não sabia que a Lady era casada.
- Uma longa história.
- Terei todo o prazer em ouvi-la. Acompanhas-me num chá?
- Sim claro.
Likinhas agarra o braço de Uli e os dois vão até à cozinha. Passados uns minutos Janete, Haruka e Tooya entram.
- Onde se meteu a Likinhas, ainda agora estava aqui.
- Se calhar está na cozinha, ela vinha a dizer que estava cheia de sede.
- Pois, falando nisso também estou com um pouco de sede.
- Então vai beber água Janete, que eu vou levar o Tooya para o quarto. *gota* Quer dizer, vou lhe mostrar o quarto onde ele vai ficar.
- Pois, pois…
- Bem mas esta casa é enorme.
- E ainda não viste nada, anda que eu te mostro tudo. *pisca o olho*
Os dois começam a subir as escadas, Tooya olhava admirado para todos os cantos da mansão, nunca tinha visto uma casa assim. O elevador pára no primeiro andar, os três saem de lá e caminham pelo corredor até ao quarto de Lady.
- Bem acho que vocês têm muito que conversar e eu vou para o meu quarto.
- Mas estás bem filhota?
- Sim mamã estou, não vai ser a volta do idiota do meu pai que me vai pôr em baixo.
SMoon despede-se dos dois e caminha em direcção ao seu quarto até que encontra Miroku.
- Estás bem SMoon?
- Eu estou óptima. Para falar a verdade não, não estou lá muito bem.
- Posso ajudar em alguma coisa?
- Sabes como fazer desaparecer uma pessoa para sempre?
- Bem, o assunto deve ser mesmo sério, queres conversar?
- Sim.
SMoon e Miroku caminham até ao quarto de SMoon. A rapariga roda uma pequena maçaneta dourada, abrindo a porta. Os dois entram e sentam-se na beira da cama. SMoon conta tudo o que se passou com a vinda do seu pai, a briga que este teve com Inuyasha, e Miroku escutava tudo com muita atenção, até que os seus olhos descaem-se para os peitos de SMoon, está repara e fica um pouco envergonhada.
- Estás a ouvir o que te estou a dizer?
- Sim, sim estou claro.
Miroku começa a se aproximar de SMoon devagar, esta aos poucos vai recuando até que não pode fugir mais pois já se encontrava encostada à trave de madeira da cabeceira da cama. Miroku, num só movimento, agarra em SMoon e a beija. SMoon cora com aquele atrevimento de Miroku, mas por um lado lhe apetecia afasta-lo e por outro apetecia-lhe mais. SMoon então entrelaça os seus braços à volta do pescoço de Miroku, este coloca uma mão no rabo dela apalpando-o. De repente SMoon empurra Miroku, levanta-se e caminha em direcção à porta, trancando-a. Ao virar-se, encosta-se a esta e começa a desabotoar os botões do seu vestido com sensualidade, deixando os seus seios visíveis. Miroku nem queria acreditar, SMoon tira o seu vestido ficando apenas de cueca e sutiã, o membro de Miroku começava a ficar excitado. Com um andar sensual, SMoon chega perto de Miroku empurrando este para trás, senta-se no seu colo e começa a beija-lo ferozmente percorrendo o seu pescoço, o seu tronco até chegar ao seu umbigo, lentamente começa a desabotoar as calças de Miroku retirando-lhas em seguida juntamente com as suas cuecas, o membro de Miroku fica desnudado, já havia um pequena erecção, SMoon sem mais demoras enfia-o na sua boca húmida e quente.
[…]
- Bem aqui é o corredor dos quartos, mas ainda temos mais três pisos.
- Mesmo enorme esta casa.
- Também somos muitos.
Param em frente a uma das portas.
- Este é o meu quarto queres entrar?

- Não há mesmo problema? É que a tua prima já ficou chateada só com o me trazeres para aqui…
- Oh a minha prima é tola, não ligues. Anda, entra, precisas de descansar também.
Haruka abre a porta e entra em primeiro lugar para se certificar de que não está ninguém no quarto, depois pede para que Tooya a siga e feche a porta. Tooya ficou surpreso com o tamanho que aquele quarto tinha, nunca na vida vira uma casa tão enorme como aquela, parecia um autêntico castelo. Reparou que havia duas camas individuais, estranhou um pouco mas depois se lembrou da tabuleta na porta que dizia “Quarto das gémeas Neptuno e Haruka”.
- Tens uma irmã gémea, não é verdade? Na tabuleta dizia isso…
- *sorriso* Sim tenho, mas não somos tão parecidas assim. *risos*
- Como assim?
- Bem, fisicamente podemos ter as mesmas feições, embora o cabelo seja diferenciado, mas já na personalidade somos completamente o oposto.
- Estou a ver. Esta casa parece-me ser interessante, adorava explorá-la.
Haruka foi até à casa de banho buscar a sua pequena mala de primeiros socorros e voltou no mesmo minuto. Sentou-se ao lado do rapaz e abriu a mala de onde retirou algodão, água oxigenada e uma compressa. Tooya olhava para Haruka com um certo carinho enquanto ela tratava das pequenas feridas provocadas pela queda, a face de Haruka ruborizava cada vez mais sempre que os seus olhares se cruzavam mesmo por relance, o seu coração batia descompassado. Tooya parou-a, colocou a sua mão sobre o queixo de Haruka e o levantou para que as suas caras estivessem frente a frente, os olhos de ambos brilhavam, os lábios se aproximavam lentamente a cada segundo, agora eles se roçavam e… a porta se abre naquele momento, atrapalhados deixam a pequena mala cair no chão e a água oxigenada entorna-se sobre o tapete.
- *cof cof* Oh, sou tão descuidada!
- Não, a culpa foi minha, deixa que eu te ajudo.
- Hmm… Que se passa aqui, hein? *olhar desconfiado*
- *riso nervoso* Olá mana, por aqui? Este é o Tooya, caiu do céu…
- Do Céu?
- Quer dizer…
- Eu estava a fazer pára-quedismo quando a corda que abriria o meu pára-quedas rebentou e caí sobre a Haruka, sem querer.
- Pois e ele durante a queda ficou com uns arranhões e por isso eu estava a curá-lo e…
- E tinha de ser aqui no nosso quarto? Não podia ser noutro sítio? A sala, por exemplo.
- Oh mana lá estás tu. Eu estava só a curá-lo, não a violá-lo! – diz Haruka ao se levantar com as coisas que acabava de apanhar do chão e se dirigir até à casa de banho.
- Hmm… Desculp…
A voz de Neptuno cessou quando o seu olhar se prendeu no de Tooya, havia algo naqueles olhos verdes que fazia hipnotizar qualquer uma, por mais que quisesse não conseguia desviar o seu olhar do dele. Quem é aquele misterioso homem?
- Queres alguma coisa daqui mana?
- Hã? Ah sim! Vim só buscar uma coisa. Mana…
- Sim?
- Tem cuidado…
- Hein?
Neptuno caminhou até à sua mesa-de-cabeceira de onde retirou uma pequena caixinha de dentro da primeira gaveta e preparava-se para sair do quarto sem olhar mais para aqueles dois.
- Vais entregar isso a ele?
- *corada* Sim… ele merece, eu sinto que ele é sincero comigo mana. *mais corada*
- *sorriso* É, ele parece ser um homem bem especial. Estás mesmo apaixonada.
Neptuno sorri-lhe e sai do quarto, deixando aqueles dois novamente sozinhos.
- O que ela queria dizer com “tem cuidado”?
- Não sei. Mas também isso não importa… podemos continuar a partir do ponto em que fomos interrompidos?
O sorriso de Haruka era matreiro, Tooya sorri para ela e a joga sobre a cama ficando por cima, ainda a olha mais uns segundos antes de a beijar, um beijo profundo e quente. As mãos de ambos já percorriam o corpo um do outro, explorando cada centímetro.
[…]
Miroku delirava com a língua daquela rapariga a percorrer o seu membro erecto, as mulheres daquela família eram cada vez melhores no que faziam, sentia-se no paraíso. SMoon sugava com cada vez mais rapidez e mais profundidade como se estivesse a saborear um gelado. Miroku afastou-a e deitou-a de costas, era a vez dele lhe dar algum prazer. Beijou e mordiscou os seios de SMoon ao mesmo tempo que os apertava com tamanho desejo, sem tirar as suas mãos dos seios da rapariga, continuou a beijar o abdómen dela sempre descendo e lambuzando mais a sua barriga. Chegou ao sexo de SMoon, abriu melhor as pernas dela como também o sítio que agora queria verdadeiramente saborear, a sua língua tocou no seu ponto mais sensível que a fez soltar um gemido cheio de prazer. Sugou e lambuzou mais e mais aquele sítio, assim que sentiu que estava muito húmido penetrou-a num ápice, o seu membro escorregou perfeitamente dentro dela até ao fundo. A cama chiava com os habituais solavancos que o par dava por cima dela, as unhas de SMoon cravavam-se nas costas de Miroku à medida que o prazer aumentava. Alguns beijos eram trocados no meio do acto, beijos cheios de desejo apenas e só, SMoon não conseguia raciocinar direito devido ao imenso prazer que estava a sentir naquele momento, mas sabia que não devia de estar a fazê-lo, sabia que era errado, mas algo dentro dela pedia mais e mais, mais e mais homens. Quando ambos atingiram o clímax, Miroku cai sobre SMoon completamente exausto. Alguém bate à porta, com cada vez mais força. Uma voz do outro lado grita que se a porta não for imediatamente aberta naquele minuto, ele mesmo a deitava abaixo. Miroku estava assustado, não sabia para que lado se virar, SMoon ria-se com o comportamento de Miroku. A porta é escancarada, SMoon estava na sua cama deitada de costas vestida apenas com o seu robe e sorria para a cara irritada de Orphen. Este olhou para todos os lados e não viu ninguém, mas não se sentiu descansado, foi até à varanda e espreitou, não viu ninguém. Mas na verdade, por baixo daquela varanda encontrava-se um homem nu, apenas seguro por uma mão pois a outra segurava as suas roupas.
- Olha, aquele não é o Miroku?
- Hum?
Janete olha para onde Suh estava a apontar e o seu queixo quase cai ao chão. Irritadíssima, arregaça as mangas inexistentes e invoca o poder da Terra, de onde saem umas enormes raízes grossas do chão que a elevam no ar.
- Onde vais prima?
- Vou perguntar àquele tarado o que está a fazer nu debaixo da varanda da SMoon!!
Janete alcançou Miroku que estava prestes a cair, assim que viu Janete suspirou de alívio e atirou-se para os braços dela.
- Janete!! *olhos de cachorrinho abandonado* O que era de mim sem ti!!
Miroku abraça Janete e dá-lhe muitos beijos na cara, beijando também os seus lábios. A raiva de Janete não passou com aquele simples beijo, a sua mão levantou-se e deu-lhe uma valente chapada, tão forte que o fez desequilibrar-se e cair ao chão gritando até enterrar a cara na relva.
- O que foi que eu fiz… *choro fingido*
- Se deixasses de ser mulherengo e percebesses que a Janete está apaixonada por ti, nada disto acontecia. *desprezo*
Miroku veste-se rapidamente e mete-se de joelhos em frente a Suh, segurando-lhe a mão.
- Queres ter um filho meu?
Suh nem teve tempo de reagir, já Kenshin surgia por detrás dele dando-lhe com o punho da espada na cabeça de Miroku, criando mais um enorme galo. Janete desce e as raízes desaparecem, ela pega na orelha de Miroku e o arrasta com ela pelo chão até outra extremidade do jardim, com ele a se desculpar. Suh e Kenshin riem-se.
Uli aparece ao lado de Likinhas a falarem e rirem-se, Suh reconhece-o e um certo fogo cresce dentro dela. Kenshin fica assustado ao ver a estranha chama que a envolve e afastasse dela, já sabe que quando a sua mulher está naquele estado não é para brincadeiras. Suh mal se aproxima de Uli, que continuava distraído a concordar com o que Likinhas dizia, e lhe dá um valente soco por baixo do queixo com o punho em chamas, o que o faz voar contra o cepo de uma árvore a uns metros longe dali.
- Hei! Quem pensas que és para me bateres dessa maneira?
Uma bola de energia azul clara se forma na sua mão esquerda, Suh continua calada com um olhar ameaçador, forma uma flecha de fogo nas suas mãos e a atira contra Uli como se estivesse mesmo a atirá-la por um arco. A flecha bate de encontro à bola de energia de Uli e esta explode, o impacto da mesma fez com que ambos voassem em direcção contrária. Likinhas olhava apática para aquela situação, virou costas como se não lhe afectasse e Kenshin viu um brilho estranho no olhar da rapariga mas ignorou quando viu que Uli se preparava para atacar novamente a sua mulher. Suh grita para Kenshin parar assim que se levanta, Kenshin obedece.
- És mesmo um fraco Kenshin, até já fazes o que uma mulher manda! AHAH!
- Kenshin está quieto, isto é entre a família, ele vai ver que não pode brincar com a Lady e a SMoon e o Fábio da maneira que brincou! Vai desejar nunca ter entrado para esta família! FLAMING BIRD!
Um pássaro enorme envolvido por fortes chamas laranjas surge dos seus braços e voa em direcção de Uli, este tenta se defender mas é atingido. O alarido todo provocado pela luta fez surgir novos curiosos, Haruka e Tooya tinham saído do quarto para irem até ao jardim ver o que se passava, Lady e Inuyasha também surgiram pouco depois.
- Lady, aguenta aí a louca da tua prima!
- Eu já te digo quem é louca! FLAM…
- Pára prima! Não vale a pena!
- Lady, tu não estás a defendê-lo, pois não? Olha que eu o afogo já!!
- Haruka e Suh, por favor, parem! Ele não merece o vosso esforço. Ele vai sair já desta casa de onde nunca devia de ter entrado!
- AHAH! Estás a gozar? Se eu sair daqui tu, a SMoon e o Fábio vêm comigo!
- Nem penses, cara de rato! A Lady não vai a lado nenhum contigo! KAZE NO KIZU!
O Kaze no Kizu de Inuyasha não chega a atingir Uli pois este consegue se desviar, mas um ataque de Água atinge-o logo a seguir.
- Desculpa Lady, mas eu não vou ficar aqui parada a ver este idiota a reclamar o que não é mais dele!
Likinhas aparece novamente e mete-se entre Uli e as meninas de braços abertos, todos ficam surpreendidos.
- Parem lá com isso! O rapaz tem direito de reclamar a partir do momento em que a Lady ainda é casada com ele. Quem cometeu adultério aqui foi a Lady!
- Likinhas!
- Não, deixa estar Haruka. Estarias certa, Likas, se esse que defendes não nos tivesse largado por causa de outra.
- E tens prova do que dizes, Lady?
- Likinhas, deixa estar, não preciso que uma rapariga me defenda. Sim, fui embora por causa de outra, estava farto de não conseguir domar esses teus instintos de quereres sempre mais e mais homens! Não fui eu quem fez mal à nossa família, mas sim tu Lady!
Lady não respondeu mais nada, ele no fundo estava certo e era por saber isso que o defendia, mas custava-lhe ouvir, custava-lhe ouvir aquilo tudo por causa de Inuyasha, pois é por causa desse mesmo instinto que ela está em risco de perder o único homem que ama de verdade. Lady dá meia volta e sai dali, deixando todos a segui-la com o olhar.
- Oh a minha prima é tola, não ligues. Anda, entra, precisas de descansar também.
Haruka abre a porta e entra em primeiro lugar para se certificar de que não está ninguém no quarto, depois pede para que Tooya a siga e feche a porta. Tooya ficou surpreso com o tamanho que aquele quarto tinha, nunca na vida vira uma casa tão enorme como aquela, parecia um autêntico castelo. Reparou que havia duas camas individuais, estranhou um pouco mas depois se lembrou da tabuleta na porta que dizia “Quarto das gémeas Neptuno e Haruka”.
- Tens uma irmã gémea, não é verdade? Na tabuleta dizia isso…
- *sorriso* Sim tenho, mas não somos tão parecidas assim. *risos*
- Como assim?
- Bem, fisicamente podemos ter as mesmas feições, embora o cabelo seja diferenciado, mas já na personalidade somos completamente o oposto.
- Estou a ver. Esta casa parece-me ser interessante, adorava explorá-la.
Haruka foi até à casa de banho buscar a sua pequena mala de primeiros socorros e voltou no mesmo minuto. Sentou-se ao lado do rapaz e abriu a mala de onde retirou algodão, água oxigenada e uma compressa. Tooya olhava para Haruka com um certo carinho enquanto ela tratava das pequenas feridas provocadas pela queda, a face de Haruka ruborizava cada vez mais sempre que os seus olhares se cruzavam mesmo por relance, o seu coração batia descompassado. Tooya parou-a, colocou a sua mão sobre o queixo de Haruka e o levantou para que as suas caras estivessem frente a frente, os olhos de ambos brilhavam, os lábios se aproximavam lentamente a cada segundo, agora eles se roçavam e… a porta se abre naquele momento, atrapalhados deixam a pequena mala cair no chão e a água oxigenada entorna-se sobre o tapete.
- *cof cof* Oh, sou tão descuidada!
- Não, a culpa foi minha, deixa que eu te ajudo.
- Hmm… Que se passa aqui, hein? *olhar desconfiado*
- *riso nervoso* Olá mana, por aqui? Este é o Tooya, caiu do céu…
- Do Céu?
- Quer dizer…
- Eu estava a fazer pára-quedismo quando a corda que abriria o meu pára-quedas rebentou e caí sobre a Haruka, sem querer.
- Pois e ele durante a queda ficou com uns arranhões e por isso eu estava a curá-lo e…
- E tinha de ser aqui no nosso quarto? Não podia ser noutro sítio? A sala, por exemplo.
- Oh mana lá estás tu. Eu estava só a curá-lo, não a violá-lo! – diz Haruka ao se levantar com as coisas que acabava de apanhar do chão e se dirigir até à casa de banho.
- Hmm… Desculp…
A voz de Neptuno cessou quando o seu olhar se prendeu no de Tooya, havia algo naqueles olhos verdes que fazia hipnotizar qualquer uma, por mais que quisesse não conseguia desviar o seu olhar do dele. Quem é aquele misterioso homem?
- Queres alguma coisa daqui mana?
- Hã? Ah sim! Vim só buscar uma coisa. Mana…
- Sim?
- Tem cuidado…
- Hein?
Neptuno caminhou até à sua mesa-de-cabeceira de onde retirou uma pequena caixinha de dentro da primeira gaveta e preparava-se para sair do quarto sem olhar mais para aqueles dois.
- Vais entregar isso a ele?
- *corada* Sim… ele merece, eu sinto que ele é sincero comigo mana. *mais corada*
- *sorriso* É, ele parece ser um homem bem especial. Estás mesmo apaixonada.
Neptuno sorri-lhe e sai do quarto, deixando aqueles dois novamente sozinhos.
- O que ela queria dizer com “tem cuidado”?
- Não sei. Mas também isso não importa… podemos continuar a partir do ponto em que fomos interrompidos?
O sorriso de Haruka era matreiro, Tooya sorri para ela e a joga sobre a cama ficando por cima, ainda a olha mais uns segundos antes de a beijar, um beijo profundo e quente. As mãos de ambos já percorriam o corpo um do outro, explorando cada centímetro.
[…]
Miroku delirava com a língua daquela rapariga a percorrer o seu membro erecto, as mulheres daquela família eram cada vez melhores no que faziam, sentia-se no paraíso. SMoon sugava com cada vez mais rapidez e mais profundidade como se estivesse a saborear um gelado. Miroku afastou-a e deitou-a de costas, era a vez dele lhe dar algum prazer. Beijou e mordiscou os seios de SMoon ao mesmo tempo que os apertava com tamanho desejo, sem tirar as suas mãos dos seios da rapariga, continuou a beijar o abdómen dela sempre descendo e lambuzando mais a sua barriga. Chegou ao sexo de SMoon, abriu melhor as pernas dela como também o sítio que agora queria verdadeiramente saborear, a sua língua tocou no seu ponto mais sensível que a fez soltar um gemido cheio de prazer. Sugou e lambuzou mais e mais aquele sítio, assim que sentiu que estava muito húmido penetrou-a num ápice, o seu membro escorregou perfeitamente dentro dela até ao fundo. A cama chiava com os habituais solavancos que o par dava por cima dela, as unhas de SMoon cravavam-se nas costas de Miroku à medida que o prazer aumentava. Alguns beijos eram trocados no meio do acto, beijos cheios de desejo apenas e só, SMoon não conseguia raciocinar direito devido ao imenso prazer que estava a sentir naquele momento, mas sabia que não devia de estar a fazê-lo, sabia que era errado, mas algo dentro dela pedia mais e mais, mais e mais homens. Quando ambos atingiram o clímax, Miroku cai sobre SMoon completamente exausto. Alguém bate à porta, com cada vez mais força. Uma voz do outro lado grita que se a porta não for imediatamente aberta naquele minuto, ele mesmo a deitava abaixo. Miroku estava assustado, não sabia para que lado se virar, SMoon ria-se com o comportamento de Miroku. A porta é escancarada, SMoon estava na sua cama deitada de costas vestida apenas com o seu robe e sorria para a cara irritada de Orphen. Este olhou para todos os lados e não viu ninguém, mas não se sentiu descansado, foi até à varanda e espreitou, não viu ninguém. Mas na verdade, por baixo daquela varanda encontrava-se um homem nu, apenas seguro por uma mão pois a outra segurava as suas roupas.
- Olha, aquele não é o Miroku?
- Hum?
Janete olha para onde Suh estava a apontar e o seu queixo quase cai ao chão. Irritadíssima, arregaça as mangas inexistentes e invoca o poder da Terra, de onde saem umas enormes raízes grossas do chão que a elevam no ar.
- Onde vais prima?
- Vou perguntar àquele tarado o que está a fazer nu debaixo da varanda da SMoon!!
Janete alcançou Miroku que estava prestes a cair, assim que viu Janete suspirou de alívio e atirou-se para os braços dela.
- Janete!! *olhos de cachorrinho abandonado* O que era de mim sem ti!!
Miroku abraça Janete e dá-lhe muitos beijos na cara, beijando também os seus lábios. A raiva de Janete não passou com aquele simples beijo, a sua mão levantou-se e deu-lhe uma valente chapada, tão forte que o fez desequilibrar-se e cair ao chão gritando até enterrar a cara na relva.
- O que foi que eu fiz… *choro fingido*
- Se deixasses de ser mulherengo e percebesses que a Janete está apaixonada por ti, nada disto acontecia. *desprezo*
Miroku veste-se rapidamente e mete-se de joelhos em frente a Suh, segurando-lhe a mão.
- Queres ter um filho meu?
Suh nem teve tempo de reagir, já Kenshin surgia por detrás dele dando-lhe com o punho da espada na cabeça de Miroku, criando mais um enorme galo. Janete desce e as raízes desaparecem, ela pega na orelha de Miroku e o arrasta com ela pelo chão até outra extremidade do jardim, com ele a se desculpar. Suh e Kenshin riem-se.
Uli aparece ao lado de Likinhas a falarem e rirem-se, Suh reconhece-o e um certo fogo cresce dentro dela. Kenshin fica assustado ao ver a estranha chama que a envolve e afastasse dela, já sabe que quando a sua mulher está naquele estado não é para brincadeiras. Suh mal se aproxima de Uli, que continuava distraído a concordar com o que Likinhas dizia, e lhe dá um valente soco por baixo do queixo com o punho em chamas, o que o faz voar contra o cepo de uma árvore a uns metros longe dali.
- Hei! Quem pensas que és para me bateres dessa maneira?
Uma bola de energia azul clara se forma na sua mão esquerda, Suh continua calada com um olhar ameaçador, forma uma flecha de fogo nas suas mãos e a atira contra Uli como se estivesse mesmo a atirá-la por um arco. A flecha bate de encontro à bola de energia de Uli e esta explode, o impacto da mesma fez com que ambos voassem em direcção contrária. Likinhas olhava apática para aquela situação, virou costas como se não lhe afectasse e Kenshin viu um brilho estranho no olhar da rapariga mas ignorou quando viu que Uli se preparava para atacar novamente a sua mulher. Suh grita para Kenshin parar assim que se levanta, Kenshin obedece.
- És mesmo um fraco Kenshin, até já fazes o que uma mulher manda! AHAH!
- Kenshin está quieto, isto é entre a família, ele vai ver que não pode brincar com a Lady e a SMoon e o Fábio da maneira que brincou! Vai desejar nunca ter entrado para esta família! FLAMING BIRD!
Um pássaro enorme envolvido por fortes chamas laranjas surge dos seus braços e voa em direcção de Uli, este tenta se defender mas é atingido. O alarido todo provocado pela luta fez surgir novos curiosos, Haruka e Tooya tinham saído do quarto para irem até ao jardim ver o que se passava, Lady e Inuyasha também surgiram pouco depois.
- Lady, aguenta aí a louca da tua prima!
- Eu já te digo quem é louca! FLAM…
- Pára prima! Não vale a pena!
- Lady, tu não estás a defendê-lo, pois não? Olha que eu o afogo já!!
- Haruka e Suh, por favor, parem! Ele não merece o vosso esforço. Ele vai sair já desta casa de onde nunca devia de ter entrado!
- AHAH! Estás a gozar? Se eu sair daqui tu, a SMoon e o Fábio vêm comigo!
- Nem penses, cara de rato! A Lady não vai a lado nenhum contigo! KAZE NO KIZU!
O Kaze no Kizu de Inuyasha não chega a atingir Uli pois este consegue se desviar, mas um ataque de Água atinge-o logo a seguir.
- Desculpa Lady, mas eu não vou ficar aqui parada a ver este idiota a reclamar o que não é mais dele!
Likinhas aparece novamente e mete-se entre Uli e as meninas de braços abertos, todos ficam surpreendidos.
- Parem lá com isso! O rapaz tem direito de reclamar a partir do momento em que a Lady ainda é casada com ele. Quem cometeu adultério aqui foi a Lady!
- Likinhas!
- Não, deixa estar Haruka. Estarias certa, Likas, se esse que defendes não nos tivesse largado por causa de outra.
- E tens prova do que dizes, Lady?
- Likinhas, deixa estar, não preciso que uma rapariga me defenda. Sim, fui embora por causa de outra, estava farto de não conseguir domar esses teus instintos de quereres sempre mais e mais homens! Não fui eu quem fez mal à nossa família, mas sim tu Lady!
Lady não respondeu mais nada, ele no fundo estava certo e era por saber isso que o defendia, mas custava-lhe ouvir, custava-lhe ouvir aquilo tudo por causa de Inuyasha, pois é por causa desse mesmo instinto que ela está em risco de perder o único homem que ama de verdade. Lady dá meia volta e sai dali, deixando todos a segui-la com o olhar.

a SMoon a ficar tarada?? OMG!!! não...até ela anda a ficar corrompida....LOL... bem...eu sou da opinião que o Uli devia levar com uma faca num dos olhos...podia ser k morresse e assim deixasse o pessoal em paz...akela likinhas é k é uma vibora...LOL...temos de lhe cortar os dentes para parar de andar a destilar veneno...XD...
bem...um capitulo muito bom sim senhora!!! fico a espera de mais!!!
bem...um capitulo muito bom sim senhora!!! fico a espera de mais!!!
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