[Terminada] The Pervert Ladies
obrigada a todos por comentarem e estarem a gostar
espero que continuem a ler e comentar podem criticar a vontade
aqui vos deixo mais um capitulo 
Capitulo 4
- Acho que não me andas a contar tudo mana *pisca olho*
- Eu? Eu não ando a esconder nada! Já disse que não o conheço, mas ele parece me conhecer bem e eu já tenho uma pequena ideia da linguaruda. *gota* Importas-te de sair, mana? É que eu ia tomar banho quando aquele louco me entrou pela janela.
- Ok mana, mas depois vamos ter uma longa conversa.
Janete sai fechando a porta atrás de si. Lady entra na banheira e afunda-se na imensa água do banho, aí começa a recordar daquela confusão, de ele ter aquele corpo a uns centímetros do dela, o que sentia por aquele homem era mais que desejo, seria amor? Mas o certo era que aquele homem não lhe era indiferente. Enquanto se ensaboava, passando o sabonete pelo seu corpo, Lady ia imaginando que aquele sabonete eram as mãos de Inuyasha a percorrer o seu corpo, até que sentiu um arrepio na espinha, um estranho calor começou a surgir dentro dela e as imagens de Inuyasha eram cada vez mais na sua cabeça. Como seria aquele corpo por baixo daqueles trajes, como seria o seu membro… Batem à porta.
- Mamã, mamã! Voltei!
- Hmm, filha?! Já vou espera só um pouco, a mamã está no banho.
Lady sai enrolada na toalha e quando chega perto da sua filha vê Orphen sentado em sua cama, os dois olham-se fixamente um para o outro. Orphen percorre com o seu olha todo o corpo de Lady e pensa como já esteve tão perto daquele corpo, mas infelizmente não conseguiu explorá-lo. Viu ali a sua oportunidade de voltar a ter aquela bela mulher nos seus braços.
- SMoon, pequenina, não me queres ir buscar um copo de água? – pede Orphen sem tirar os olhos do corpo de Lady
- Porque não vais lá tu??? És tu que tens sede, não sou eu! Além disso tenho que conta à minha mamã como é o teu pónei e o quanto foi divertido brincar com ele.
- *gota* Oh, vá lá! Eu estou muito cansado por estar a brincar contigo! Fazes isso por mim? *pisca o olho* Não te preocupes que eu conto tudo à tua mãe de como é o meu pónei, ai se digo.
- Sim, vai lá amor. Aproveita e traz um para a mamã.
- Ok mamã, só vou porque tu pediste *sorriso*
- Obrigadinho SMoon, agora vejo que tu gostas muito de mim *triste*
- E gosto muito Orphen, eu amo-te *sorriso*
A pequena sai depois de ter dito aquelas palavras que deixaram Orphen e Lady sem reacção. Orphen até ficara um pouco envergonhado, e nisto Lady aproxima-se mais dele e senta-se ao lado deste.
- Parece que já conquistaste a minha filha *sorriso*
- É uma criança.
- Mas tem sentimentos.
- Que se passou aqui??? Algum furacão??
- *gota* Apenas uma longa história.
- Tenho todo o tempo do mundo *sorriso*
Orphen aos poucos começa a chegar-se para mais perto de Lady, pousa a sua mão na pern dela ao qual começa a subir lentamente. Orphen beija-a enquanto sobe cada vez mais com a sua mão, os dois aos poucos começam a cair na cama e os beijos eram cada vez mais calorosos.
- A minha filha pode entrar a qualquer momento.
- Não te preocupes, quando a tua filha entrar por aquela porta, não verá nada.
Orphen começa a desenrolar a toalha do corpo de Lady, vai lhe beijando o pescoço e mordiscando as suas orelhas. Lady fecha os olhos. Orphen agora beija os seios de Lady e mordisca os seus mamilos que começam a ficar rígidos…
[…]
SMoon corre pelo corredor fora, entra no elevador e sai na cozinha. Lá encontra as suas primas que começam a perguntar como foi a tarde passada com o Orphen e como era o seu pónei, SMoon contou tudo com pormenores. Como aquela pequena gostava de contar tudo com pormenores. As meninas riam com as peripécias que SMoon contava, até que chega Janete.
- Já voltaste sobrinha, o Orphen onde está???
- O Orphen, titia, está no quarto da mamã!! Aiii que quase me esquecia dos copos de água!
- Deixa estar, eu mesma levo-lhes os copos de água *um pouco irritada*
- Nada disso titia, eles pediram a mim não foi a ti, por isso quem leva sou eu.
- *gota* Embirrenta.
- Fui!!! Meninas, eu depois conto-vos o resto! Tchau titia *língua de fora*
[…]
Orphen estava quase a chegar ao sexo de Lady quando esta murmura o nome de Inuyasha. Este por sorte não conseguira ouvir, mas Lady abriu os olhos e viu que quem estava ali não era Inuyasha mas sim Orphen.
- Não, espera! Não consigo.
- *gota* Porquê? O que se passa?? Estavas a gemer de prazer! Porque queres parar??
- Por… porq… porque a minha filha pode entrar a qualquer momento, já estou a ouvir passos.
Os dois se recompuseram.
- A minha salvação. – murmura de novo Lady
- Mamã, Orphen aqui está o vosso copo de água. O que se passou aqui??? *desconfiada*
- Nada filhota, nada! Senta aqui no colo da mamã. Então conta lá tudo à mamã como foi a tarde com o Orphen.
A menina contou tudo à sua mãe, Orphen intervinha de vez em quando, os três riam-se da maneira como a menina exemplificava algumas partes. Os três pareciam uma família, os pais com a sua menina, formavam a família perfeita.
- Filhota, agora a mamã precisa de falar contigo sobre um assunto sério. Orphen, por favor, podes nos deixar a sós? Aproveita e vai ter com a minha irmã, afinal vocês são namorados e ela gosta muito de ti.
- Mas eu,… esquece, vou ter com ela sim. Não lhe tenho ligado nenhuma, tenho saudades dela, ela sim me dá o devido valor – diz Orphen saindo
- Mamã que se passa com ele??? Porquê que ele está assim???
- Não sei filhota, não sei…
SMoon corre para ele e dá-lhe um abraço forte acompanhado por um beijo.
- Orphen, eu também te dou o devido valor, eu amo-te!
- Eu também te amo como se fosses minha filha *sorriso*
- Mas eu não sou tua filha! *irritada*
- Eu também só disse “como se fosses”, meia leca *sorriso*
Orphen sai fechando a porta sem olhar para trás.
- Que queres falar comigo assim tão sério, mamã??? Eu fiz alguma asneira??? *assustada*
- *risos* Não filhota, não fizeste nada de mal. Mas queria te perguntar uma coisa importante.
- Claro mamã, pergunta tudo o que quiseres!
- Algum dia, quando foste brincar para o parque ou outro lugar qualquer, te cruzaste com algum homem de longos cabelos brancos, orelhas parecidas com as de um cão no cimo da sua cabeça e trajado com umas estranhas roupas vermelhas?
- Hmm.. sim mamã, já vi um homem com essa descrição. Mas porquê, mamã?
- Ele por acaso falou contigo? Perguntou-te alguma coisa?
- Sim, veio falar comigo uma vez. Ficámos horas a falar, ele é muito divertido! E deixou-me tocar nas suas orelhinhas! Sabias mamã, que as orelhas dele são reais? Que homem estranho…
- Ok filhota, agora conta-me sobre o que vocês estiveram a falar?
- Ele perguntou-me muito por ti, mamã. Falámos muito em ti.
- E foi assim, sem mais nem menos? Não achaste estranho ele querer saber tanto sobre mim?
- Achar estranho achei, e perguntei-lhe porque queria saber tudo aquilo e ele disse-me que estava apaixonado por ti, mamã. Eu fiquei surpreendida e ao mesmo tempo muito feliz! *largo sorriso*
- Feliz? Feliz porquê??
- Porque pensei que ele ficava bem contigo, mamã, e que ele daria um bom pai para mim e para o Fabinho. Eu gostei muito dele, mamã! – SMoon ao ver que Lady já não a ouvia, belisca-lhe o braço e pergunta – O que se passa, mamã? Como é que sabias como ele era?
- Não importa isso agora, filhota. Vai lá brincar com as tuas primas, eu agora vou me vestir e me deitar.
- Ok mamã. *som de um beijo* Te amo mamã!
- Eu também, meu amor.
SMoon sai do quarto de Lady, esta última permanece sentada na cama olhando para o chão e pensa como e porquê que aquele estranho homem se apaixonou por ela sem a conhecer direito. O mais estranho, pensava ela, era o ela sentir exactamente o mesmo por ele. Embora ele a irrita-se com a sua prepotência e atrevimento, o certo era que ela o queria voltar a sentir de novo perto do seu corpo, talvez ainda mais que isso.
[…]
Orphen estava sentado num dos baloiços que se encontravam no enorme jardim daquela casa. Tudo era enorme naquele lugar. Perdido em seus pensamentos, ia se baloiçando devagar sentado naquela tábua de madeira. Mais uma vez esteve tão perto de possuir o corpo de Lady, mais uma vez as palavras e atitudes de Lady o magoaram. “Como irei eu dizer a ela que a amo?”, pensava Orphen. Janete tocou-lhe no seu ombro aparecendo por detrás, o que fez com que Orphen se assustasse e caísse do baloiço, enterrando a sua cara na areia. Janete ria-se às gargalhadas.
- Não tem piada nenhuma!
- Des-desculpa *risos* mas não deixou de ter a sua graça. Estás tão estranho amor, passasse alguma coisa de grave? Sabes que podes contar sempre comigo, embora estes últimos dias estejas tão distante de mim… *triste*
- Eu sei meu amor, desculpa-me por isso. Prometo-te que não vou voltar a deixar-te de lado.
- Espero que sim…
Janete beija Orphen e este ao cerrar os seus olhos visualiza Lady em sua mente. Abre de repente os olhos e afastasse da Janete.
- O que se passa??
- Janete, eu… não consigo continuar a ser teu namorado.
- O quê????!!!
espero que continuem a ler e comentar podem criticar a vontade
aqui vos deixo mais um capitulo 
Capitulo 4
- Acho que não me andas a contar tudo mana *pisca olho*
- Eu? Eu não ando a esconder nada! Já disse que não o conheço, mas ele parece me conhecer bem e eu já tenho uma pequena ideia da linguaruda. *gota* Importas-te de sair, mana? É que eu ia tomar banho quando aquele louco me entrou pela janela.
- Ok mana, mas depois vamos ter uma longa conversa.
Janete sai fechando a porta atrás de si. Lady entra na banheira e afunda-se na imensa água do banho, aí começa a recordar daquela confusão, de ele ter aquele corpo a uns centímetros do dela, o que sentia por aquele homem era mais que desejo, seria amor? Mas o certo era que aquele homem não lhe era indiferente. Enquanto se ensaboava, passando o sabonete pelo seu corpo, Lady ia imaginando que aquele sabonete eram as mãos de Inuyasha a percorrer o seu corpo, até que sentiu um arrepio na espinha, um estranho calor começou a surgir dentro dela e as imagens de Inuyasha eram cada vez mais na sua cabeça. Como seria aquele corpo por baixo daqueles trajes, como seria o seu membro… Batem à porta.
- Mamã, mamã! Voltei!
- Hmm, filha?! Já vou espera só um pouco, a mamã está no banho.
Lady sai enrolada na toalha e quando chega perto da sua filha vê Orphen sentado em sua cama, os dois olham-se fixamente um para o outro. Orphen percorre com o seu olha todo o corpo de Lady e pensa como já esteve tão perto daquele corpo, mas infelizmente não conseguiu explorá-lo. Viu ali a sua oportunidade de voltar a ter aquela bela mulher nos seus braços.
- SMoon, pequenina, não me queres ir buscar um copo de água? – pede Orphen sem tirar os olhos do corpo de Lady
- Porque não vais lá tu??? És tu que tens sede, não sou eu! Além disso tenho que conta à minha mamã como é o teu pónei e o quanto foi divertido brincar com ele.
- *gota* Oh, vá lá! Eu estou muito cansado por estar a brincar contigo! Fazes isso por mim? *pisca o olho* Não te preocupes que eu conto tudo à tua mãe de como é o meu pónei, ai se digo.
- Sim, vai lá amor. Aproveita e traz um para a mamã.
- Ok mamã, só vou porque tu pediste *sorriso*
- Obrigadinho SMoon, agora vejo que tu gostas muito de mim *triste*
- E gosto muito Orphen, eu amo-te *sorriso*
A pequena sai depois de ter dito aquelas palavras que deixaram Orphen e Lady sem reacção. Orphen até ficara um pouco envergonhado, e nisto Lady aproxima-se mais dele e senta-se ao lado deste.
- Parece que já conquistaste a minha filha *sorriso*
- É uma criança.
- Mas tem sentimentos.
- Que se passou aqui??? Algum furacão??
- *gota* Apenas uma longa história.
- Tenho todo o tempo do mundo *sorriso*
Orphen aos poucos começa a chegar-se para mais perto de Lady, pousa a sua mão na pern dela ao qual começa a subir lentamente. Orphen beija-a enquanto sobe cada vez mais com a sua mão, os dois aos poucos começam a cair na cama e os beijos eram cada vez mais calorosos.
- A minha filha pode entrar a qualquer momento.
- Não te preocupes, quando a tua filha entrar por aquela porta, não verá nada.
Orphen começa a desenrolar a toalha do corpo de Lady, vai lhe beijando o pescoço e mordiscando as suas orelhas. Lady fecha os olhos. Orphen agora beija os seios de Lady e mordisca os seus mamilos que começam a ficar rígidos…
[…]
SMoon corre pelo corredor fora, entra no elevador e sai na cozinha. Lá encontra as suas primas que começam a perguntar como foi a tarde passada com o Orphen e como era o seu pónei, SMoon contou tudo com pormenores. Como aquela pequena gostava de contar tudo com pormenores. As meninas riam com as peripécias que SMoon contava, até que chega Janete.
- Já voltaste sobrinha, o Orphen onde está???
- O Orphen, titia, está no quarto da mamã!! Aiii que quase me esquecia dos copos de água!
- Deixa estar, eu mesma levo-lhes os copos de água *um pouco irritada*
- Nada disso titia, eles pediram a mim não foi a ti, por isso quem leva sou eu.
- *gota* Embirrenta.
- Fui!!! Meninas, eu depois conto-vos o resto! Tchau titia *língua de fora*
[…]
Orphen estava quase a chegar ao sexo de Lady quando esta murmura o nome de Inuyasha. Este por sorte não conseguira ouvir, mas Lady abriu os olhos e viu que quem estava ali não era Inuyasha mas sim Orphen.
- Não, espera! Não consigo.
- *gota* Porquê? O que se passa?? Estavas a gemer de prazer! Porque queres parar??
- Por… porq… porque a minha filha pode entrar a qualquer momento, já estou a ouvir passos.
Os dois se recompuseram.
- A minha salvação. – murmura de novo Lady
- Mamã, Orphen aqui está o vosso copo de água. O que se passou aqui??? *desconfiada*
- Nada filhota, nada! Senta aqui no colo da mamã. Então conta lá tudo à mamã como foi a tarde com o Orphen.
A menina contou tudo à sua mãe, Orphen intervinha de vez em quando, os três riam-se da maneira como a menina exemplificava algumas partes. Os três pareciam uma família, os pais com a sua menina, formavam a família perfeita.
- Filhota, agora a mamã precisa de falar contigo sobre um assunto sério. Orphen, por favor, podes nos deixar a sós? Aproveita e vai ter com a minha irmã, afinal vocês são namorados e ela gosta muito de ti.
- Mas eu,… esquece, vou ter com ela sim. Não lhe tenho ligado nenhuma, tenho saudades dela, ela sim me dá o devido valor – diz Orphen saindo
- Mamã que se passa com ele??? Porquê que ele está assim???
- Não sei filhota, não sei…
SMoon corre para ele e dá-lhe um abraço forte acompanhado por um beijo.
- Orphen, eu também te dou o devido valor, eu amo-te!
- Eu também te amo como se fosses minha filha *sorriso*
- Mas eu não sou tua filha! *irritada*
- Eu também só disse “como se fosses”, meia leca *sorriso*
Orphen sai fechando a porta sem olhar para trás.
- Que queres falar comigo assim tão sério, mamã??? Eu fiz alguma asneira??? *assustada*
- *risos* Não filhota, não fizeste nada de mal. Mas queria te perguntar uma coisa importante.
- Claro mamã, pergunta tudo o que quiseres!
- Algum dia, quando foste brincar para o parque ou outro lugar qualquer, te cruzaste com algum homem de longos cabelos brancos, orelhas parecidas com as de um cão no cimo da sua cabeça e trajado com umas estranhas roupas vermelhas?
- Hmm.. sim mamã, já vi um homem com essa descrição. Mas porquê, mamã?
- Ele por acaso falou contigo? Perguntou-te alguma coisa?
- Sim, veio falar comigo uma vez. Ficámos horas a falar, ele é muito divertido! E deixou-me tocar nas suas orelhinhas! Sabias mamã, que as orelhas dele são reais? Que homem estranho…
- Ok filhota, agora conta-me sobre o que vocês estiveram a falar?
- Ele perguntou-me muito por ti, mamã. Falámos muito em ti.
- E foi assim, sem mais nem menos? Não achaste estranho ele querer saber tanto sobre mim?
- Achar estranho achei, e perguntei-lhe porque queria saber tudo aquilo e ele disse-me que estava apaixonado por ti, mamã. Eu fiquei surpreendida e ao mesmo tempo muito feliz! *largo sorriso*
- Feliz? Feliz porquê??
- Porque pensei que ele ficava bem contigo, mamã, e que ele daria um bom pai para mim e para o Fabinho. Eu gostei muito dele, mamã! – SMoon ao ver que Lady já não a ouvia, belisca-lhe o braço e pergunta – O que se passa, mamã? Como é que sabias como ele era?
- Não importa isso agora, filhota. Vai lá brincar com as tuas primas, eu agora vou me vestir e me deitar.
- Ok mamã. *som de um beijo* Te amo mamã!
- Eu também, meu amor.
SMoon sai do quarto de Lady, esta última permanece sentada na cama olhando para o chão e pensa como e porquê que aquele estranho homem se apaixonou por ela sem a conhecer direito. O mais estranho, pensava ela, era o ela sentir exactamente o mesmo por ele. Embora ele a irrita-se com a sua prepotência e atrevimento, o certo era que ela o queria voltar a sentir de novo perto do seu corpo, talvez ainda mais que isso.
[…]
Orphen estava sentado num dos baloiços que se encontravam no enorme jardim daquela casa. Tudo era enorme naquele lugar. Perdido em seus pensamentos, ia se baloiçando devagar sentado naquela tábua de madeira. Mais uma vez esteve tão perto de possuir o corpo de Lady, mais uma vez as palavras e atitudes de Lady o magoaram. “Como irei eu dizer a ela que a amo?”, pensava Orphen. Janete tocou-lhe no seu ombro aparecendo por detrás, o que fez com que Orphen se assustasse e caísse do baloiço, enterrando a sua cara na areia. Janete ria-se às gargalhadas.
- Não tem piada nenhuma!
- Des-desculpa *risos* mas não deixou de ter a sua graça. Estás tão estranho amor, passasse alguma coisa de grave? Sabes que podes contar sempre comigo, embora estes últimos dias estejas tão distante de mim… *triste*
- Eu sei meu amor, desculpa-me por isso. Prometo-te que não vou voltar a deixar-te de lado.
- Espero que sim…
Janete beija Orphen e este ao cerrar os seus olhos visualiza Lady em sua mente. Abre de repente os olhos e afastasse da Janete.
- O que se passa??
- Janete, eu… não consigo continuar a ser teu namorado.
- O quê????!!!
Está fantastica!!!!!
Entao Orphen está apaixonado pela Lady......
Estou muito curiosa por saber quem é aquele Inyascha....ele e muito misterioso.....alem disso é muito curioso a parte de ele estar apaixonado pela Lady...
SMoon é muito querida e engraçada.....
Fico à espera do proximo episodio...
Bjs
Entao Orphen está apaixonado pela Lady......
Estou muito curiosa por saber quem é aquele Inyascha....ele e muito misterioso.....alem disso é muito curioso a parte de ele estar apaixonado pela Lady...
SMoon é muito querida e engraçada.....
Fico à espera do proximo episodio...
Bjs
Protegerei e lutarei por todos, nem que isso signifique a minha morte.......
Obrigado por todos os comentario ficamos muito contentes por estarem a gostar 
Deixo-vos aqui mais um capitulo
Enjoy it
Capítulo 5
- Sim desculpa, tens que me dar um tempo, estou muito confuso. *triste*
- *lágrimas* Confuso???!!! Mas porquê???!!! É a minha irmã, a lady não é???!!!
Entretanto uma menina sai pela porta das traseiras onde ficava o enorme jardim, trazia consigo um urso de pelúcia na mão, e chega-se perto do casal que estava com um ar de tristeza e revolta.
- Orphen, titia que se passa??? Porque estás a chorar titia??? *assustada*
- Desculpa Janete, desculpa – diz orphen enquanto se afasta de Janete e SMoon
- Hei, Orphen onde vais???!!!
- Cuida da tua tia pequenina, ela precisa muito de ti. *triste*
- Tia não chores… *começando a aparecer uma lágrima*
- Abraça-me sobrinha, abraça-me… *chorando*
As duas se abraçam, Orphen atravessava o jardim em direcção à porta com o seu pensamento em Lady mas ao mesmo tempo em Janete, pois sabe que a magoou e sabe que foi melhor assim do que estar a enganá-la a ela e a si próprio. Olhou para trás e viu a Janete abraçada a SMoon e lembrou-se que aquela seria uma boa oportunidade para ir ter com a Lady e dizer tudo o que sente por ela, como também a ter novamente nos seus braços. Orphen entra apressado pela porta e sobe quase a correr as escadas, esquecendo-se do elevador tal era a sua pressa de chegar junto de Lady. Chega finalmente ao corredor dos quartos e dirige-se para o quarto de Lady, esta já se tinha deitado. Ele abre a porta e entra devagar, estava tudo silencioso, uma brisa entrava pela janela que estava aberta fazendo as cortinas esvoaçar. Lady estava deitada na cama, com uma camisa transparente que deixava ver todas as curvas do seu corpo e a cor da sua pele. Orphen fecha a porta silenciosamente e vai devagar até à cama, deita-se sem fazer barulho nenhum ao lado dela e ela vira-se, os dois ficam perto um do outro, seus rostos quase que se tocam. Orphen acaricia a face de Lady, esta parecia um anjo a dormir, mas a um gesto mais brusco de Orphen, esta acorda.
- Orphen!!!! Que estas aqui a fazer???!!!
Este beija-a antes que ela diga mais alguma coisa. Lady ainda tenta resistir mas aos poucos vai se rendendo, o beijo torna-se cada vez mais intenso e os corpos se aproximam. Orphen começa por beijar o pescoço de Lady sempre a descer até ao seu ombro, vai tirando devagar a alça fina da camisa dela, a sua respiração começa a ficar mais ofegante, então Orphen acaba por lhe retirar a camisa de noite e beija de imediato os seus seios e a mordiscar os seus mamilos. Lady começa a dar os primeiros gemidos de prazer enquanto Orphen ia descendo pelo abdómen dela com os seus lábios dando beijos quentes e suaves. Acaba por chegar ao sexo de Lady onde aqui começou a beijar e a lamber, esta contorcia-se de prazer e os seus gemidos cada vez eram mais intensos, dois dedos penetraram a rapariga que deu um grito de prazer. Orphen penetrava Lady com movimentos suaves e sem deixar de brincar com a sua língua no sexo dela. Passados alguns minutos, Lady levantou-se e beijou Orphen, empurrou-o para cima da cama fazendo-o deitar-se e colocou-se em cima dele, agora era a vez dela liderar. Começou por beijar o pescoço de orphen descendo pelo seu tronco forte e delineado até chegar ao seu membro, onde Lady começa por beijá-lo suavemente dando depois umas pequenas lambidelas, os movimentos de Lady naquele membro faziam lembrar os mesmos movimentos feitos num gelado, Orphen ia gemendo cada vez mais, aquela mulher o deixava louco. Lady continua a pegar no membro de Orphen e sobe para cima dele, colocando-o no seu sexo, a penetração foi dolorosa, o membro de Orphen era forte e o seu tamanho era ainda melhor. Lady balança-se em cima dele com movimentos suaves mas a pouco e pouco o ritmo ia aumentando.
[…]
- Titia, podes me dizer o que se passou aqui????
- Nada sobrinha, ainda és muito pequena para perceberes estas coisas. *chorando*
- Parem de me tratar como uma criança, eu percebo muito bem o que vocês dizem!
- Mas tu és uma criança sobrinha, só tens 5 anos.
- Ai que raiva! Como eu gostava de ser grande…
- Deixa-te de disparates SMoon! Vamos para dentro, está na hora de dormir, já devias estar na cama, as crianças deitam se cedo.
- TITIA, JÁ TE DISSE QUE EU NÃO SOU CRIANCA!!! *irritada*
- Pronto, está bem, minha sobrinha grande. *rindo* Só tu para me fazeres rir numa altura destas.
As duas raparigas atravessam o jardim em direcção à porta, entram e Janete tranca a porta. Havia um enorme silêncio na casa, provavelmente toda a gente estaria já a dormir, pois era tarde. As duas sobem pelo elevador e param no primeiro andar, no corredor dos quartos.
- Vá sobrinha, anda que eu te ajudo a deitar, a tua mãe já deve estar a dormir.
- Não preciso titia, eu já sou muito grande já me sei deitar sozinha, além disso eu depois vou dormir com a minha mamã.
- Pronto, pronto já cá não está quem falou! Vá, vai lá lavar os dentinhos, escovar o cabelo, vestir o pijaminha e caminha. *sorriso*
Janete dá um beijo na testa da pequena e dirige-se para o seu quarto que ficava do outro lado do corredor, mesmo ao fundo. SMoon lava os dentes, penteia-se e veste o seu pijama, pega no seu urso de pelúcia e vai para o quarto de sua mãe. A pequena chega ao quarto e abre a porta. Para seu espanto, vê a sua mãe em cima de Orphen e ambos a gemerem.
*PUM*
Os dois olham para a porta.
- *Gota/supreendidos* SMOON!! – gritam os dois
- Mamã, Orphen – diz SMoon com uma voz trémula e os olhos cheios de água
- SMoon, a mamã explica, a mamã explica – diz Lady aflita e saindo de cima de Orphen, vestindo apressadamente o seu roupão – Tapa-te Orphen, é uma criança!
- *cora* Ai desculpa…
- Não tens nada que me explicar, eu vi, eu vi!! Orphen eu odeio-te, odeio-te, odeio-te, odeio-te, ODEIO-TE!! Como foste capaz de me fazer isto, logo com a minha mamã, eu odeio-te, eu odeio-te, eu quero ser GRANDE – diz smoon enquanto abre a porta e corre dali para fora
- SMoo…
- Deixa estar Lady, eu vou atrás dela! – diz Orphen ao acabar de vestir as suas calças
Orphen chama SMoon pela casa inteira, os seus gritos acabaram por acordar metade das pessoas que se encontravam a dormir naquela casa.
- Que barulheira vem a ser esta?? – pergunta Neptuno ao surgir no corredor com os cabelos despenteados e cara de sono
- Viste a SMoon??
- Achas que a vi?? Vê lá mas é se fazes menos barulho que não estás na peixaria, há pessoas que querem dormir! – dito isto, Neptuno volta a entrar e fecha a porta com brusquidão
- Ainda fala de mim… - resmunga Orphen entre dentes
SMoon estava nos baloiços, as imagens que visualizara na cama de sua mãe não saíam da sua cabeça, as lágrimas teimavam a cair e pareciam não terem fim. Mentalmente a pequena criança ia repetindo sempre a mesma frase “Quero ser grande, quero ser grande!”, cerrou os seus olhos com uma enorme força e gritou por fim “QUERO SER GRANDE!!”. Orphen vê uma enorme luz branca pela janela do hall de entrada que provinha do jardim, abriu a porta da rua e foi a correr para o local onde visualizara segundos antes a tal luz misteriosa. Assim que chega junto aos baloiços, vê uma mulher nua de costas, os seus cabelos era castanhos-escuros e chegavam pelo meio das suas costas, as curvas do seu corpo eram bem delineadas e a sua pele era macia como a de uma criança. Lentamente a mulher se virava para trás até ficar frente a frente de Orphen, este estava com a boca aberta, os seus olhos olhavam de cima a baixo aquela mulher linda que tinha à sua frente, para seu maior espanto, ela era parecidíssima com a Lady.

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Capítulo 5
- Sim desculpa, tens que me dar um tempo, estou muito confuso. *triste*
- *lágrimas* Confuso???!!! Mas porquê???!!! É a minha irmã, a lady não é???!!!
Entretanto uma menina sai pela porta das traseiras onde ficava o enorme jardim, trazia consigo um urso de pelúcia na mão, e chega-se perto do casal que estava com um ar de tristeza e revolta.
- Orphen, titia que se passa??? Porque estás a chorar titia??? *assustada*
- Desculpa Janete, desculpa – diz orphen enquanto se afasta de Janete e SMoon
- Hei, Orphen onde vais???!!!
- Cuida da tua tia pequenina, ela precisa muito de ti. *triste*
- Tia não chores… *começando a aparecer uma lágrima*
- Abraça-me sobrinha, abraça-me… *chorando*
As duas se abraçam, Orphen atravessava o jardim em direcção à porta com o seu pensamento em Lady mas ao mesmo tempo em Janete, pois sabe que a magoou e sabe que foi melhor assim do que estar a enganá-la a ela e a si próprio. Olhou para trás e viu a Janete abraçada a SMoon e lembrou-se que aquela seria uma boa oportunidade para ir ter com a Lady e dizer tudo o que sente por ela, como também a ter novamente nos seus braços. Orphen entra apressado pela porta e sobe quase a correr as escadas, esquecendo-se do elevador tal era a sua pressa de chegar junto de Lady. Chega finalmente ao corredor dos quartos e dirige-se para o quarto de Lady, esta já se tinha deitado. Ele abre a porta e entra devagar, estava tudo silencioso, uma brisa entrava pela janela que estava aberta fazendo as cortinas esvoaçar. Lady estava deitada na cama, com uma camisa transparente que deixava ver todas as curvas do seu corpo e a cor da sua pele. Orphen fecha a porta silenciosamente e vai devagar até à cama, deita-se sem fazer barulho nenhum ao lado dela e ela vira-se, os dois ficam perto um do outro, seus rostos quase que se tocam. Orphen acaricia a face de Lady, esta parecia um anjo a dormir, mas a um gesto mais brusco de Orphen, esta acorda.
- Orphen!!!! Que estas aqui a fazer???!!!
Este beija-a antes que ela diga mais alguma coisa. Lady ainda tenta resistir mas aos poucos vai se rendendo, o beijo torna-se cada vez mais intenso e os corpos se aproximam. Orphen começa por beijar o pescoço de Lady sempre a descer até ao seu ombro, vai tirando devagar a alça fina da camisa dela, a sua respiração começa a ficar mais ofegante, então Orphen acaba por lhe retirar a camisa de noite e beija de imediato os seus seios e a mordiscar os seus mamilos. Lady começa a dar os primeiros gemidos de prazer enquanto Orphen ia descendo pelo abdómen dela com os seus lábios dando beijos quentes e suaves. Acaba por chegar ao sexo de Lady onde aqui começou a beijar e a lamber, esta contorcia-se de prazer e os seus gemidos cada vez eram mais intensos, dois dedos penetraram a rapariga que deu um grito de prazer. Orphen penetrava Lady com movimentos suaves e sem deixar de brincar com a sua língua no sexo dela. Passados alguns minutos, Lady levantou-se e beijou Orphen, empurrou-o para cima da cama fazendo-o deitar-se e colocou-se em cima dele, agora era a vez dela liderar. Começou por beijar o pescoço de orphen descendo pelo seu tronco forte e delineado até chegar ao seu membro, onde Lady começa por beijá-lo suavemente dando depois umas pequenas lambidelas, os movimentos de Lady naquele membro faziam lembrar os mesmos movimentos feitos num gelado, Orphen ia gemendo cada vez mais, aquela mulher o deixava louco. Lady continua a pegar no membro de Orphen e sobe para cima dele, colocando-o no seu sexo, a penetração foi dolorosa, o membro de Orphen era forte e o seu tamanho era ainda melhor. Lady balança-se em cima dele com movimentos suaves mas a pouco e pouco o ritmo ia aumentando.
[…]
- Titia, podes me dizer o que se passou aqui????
- Nada sobrinha, ainda és muito pequena para perceberes estas coisas. *chorando*
- Parem de me tratar como uma criança, eu percebo muito bem o que vocês dizem!
- Mas tu és uma criança sobrinha, só tens 5 anos.
- Ai que raiva! Como eu gostava de ser grande…
- Deixa-te de disparates SMoon! Vamos para dentro, está na hora de dormir, já devias estar na cama, as crianças deitam se cedo.
- TITIA, JÁ TE DISSE QUE EU NÃO SOU CRIANCA!!! *irritada*
- Pronto, está bem, minha sobrinha grande. *rindo* Só tu para me fazeres rir numa altura destas.
As duas raparigas atravessam o jardim em direcção à porta, entram e Janete tranca a porta. Havia um enorme silêncio na casa, provavelmente toda a gente estaria já a dormir, pois era tarde. As duas sobem pelo elevador e param no primeiro andar, no corredor dos quartos.
- Vá sobrinha, anda que eu te ajudo a deitar, a tua mãe já deve estar a dormir.
- Não preciso titia, eu já sou muito grande já me sei deitar sozinha, além disso eu depois vou dormir com a minha mamã.
- Pronto, pronto já cá não está quem falou! Vá, vai lá lavar os dentinhos, escovar o cabelo, vestir o pijaminha e caminha. *sorriso*
Janete dá um beijo na testa da pequena e dirige-se para o seu quarto que ficava do outro lado do corredor, mesmo ao fundo. SMoon lava os dentes, penteia-se e veste o seu pijama, pega no seu urso de pelúcia e vai para o quarto de sua mãe. A pequena chega ao quarto e abre a porta. Para seu espanto, vê a sua mãe em cima de Orphen e ambos a gemerem.
*PUM*
Os dois olham para a porta.
- *Gota/supreendidos* SMOON!! – gritam os dois
- Mamã, Orphen – diz SMoon com uma voz trémula e os olhos cheios de água
- SMoon, a mamã explica, a mamã explica – diz Lady aflita e saindo de cima de Orphen, vestindo apressadamente o seu roupão – Tapa-te Orphen, é uma criança!
- *cora* Ai desculpa…
- Não tens nada que me explicar, eu vi, eu vi!! Orphen eu odeio-te, odeio-te, odeio-te, odeio-te, ODEIO-TE!! Como foste capaz de me fazer isto, logo com a minha mamã, eu odeio-te, eu odeio-te, eu quero ser GRANDE – diz smoon enquanto abre a porta e corre dali para fora
- SMoo…
- Deixa estar Lady, eu vou atrás dela! – diz Orphen ao acabar de vestir as suas calças
Orphen chama SMoon pela casa inteira, os seus gritos acabaram por acordar metade das pessoas que se encontravam a dormir naquela casa.
- Que barulheira vem a ser esta?? – pergunta Neptuno ao surgir no corredor com os cabelos despenteados e cara de sono
- Viste a SMoon??
- Achas que a vi?? Vê lá mas é se fazes menos barulho que não estás na peixaria, há pessoas que querem dormir! – dito isto, Neptuno volta a entrar e fecha a porta com brusquidão
- Ainda fala de mim… - resmunga Orphen entre dentes
SMoon estava nos baloiços, as imagens que visualizara na cama de sua mãe não saíam da sua cabeça, as lágrimas teimavam a cair e pareciam não terem fim. Mentalmente a pequena criança ia repetindo sempre a mesma frase “Quero ser grande, quero ser grande!”, cerrou os seus olhos com uma enorme força e gritou por fim “QUERO SER GRANDE!!”. Orphen vê uma enorme luz branca pela janela do hall de entrada que provinha do jardim, abriu a porta da rua e foi a correr para o local onde visualizara segundos antes a tal luz misteriosa. Assim que chega junto aos baloiços, vê uma mulher nua de costas, os seus cabelos era castanhos-escuros e chegavam pelo meio das suas costas, as curvas do seu corpo eram bem delineadas e a sua pele era macia como a de uma criança. Lentamente a mulher se virava para trás até ficar frente a frente de Orphen, este estava com a boca aberta, os seus olhos olhavam de cima a baixo aquela mulher linda que tinha à sua frente, para seu maior espanto, ela era parecidíssima com a Lady.
Está um espectaculo!!!!
A Smoon apanhar a Lady com Orphen foi mau.....que cena...
Entao a Smoon conseguiu tanto o que queria SER GRANDE...
Parece me que agora vem ai uma grande confusao...
Fico à espera do proximo episodio....
Bjs

A Smoon apanhar a Lady com Orphen foi mau.....que cena...
Entao a Smoon conseguiu tanto o que queria SER GRANDE...
Parece me que agora vem ai uma grande confusao...
Fico à espera do proximo episodio....
Bjs

Protegerei e lutarei por todos, nem que isso signifique a minha morte.......
olá
recebi a vossa mensagem . lamento de apenas ler agora pois estive ausente este tempo todo devido a exames e férias .
A vossa mensagem , deixou-me bastante intrigada e por isso já li dois capitulos . Está muito bom e cómico ,. parabéns continuem . têm a minha aprovação .
quando estiver mais disponível virei mais vezes ao forum para continuar a ler a vossa fic .
recebi a vossa mensagem . lamento de apenas ler agora pois estive ausente este tempo todo devido a exames e férias .
A vossa mensagem , deixou-me bastante intrigada e por isso já li dois capitulos . Está muito bom e cómico ,. parabéns continuem . têm a minha aprovação .
quando estiver mais disponível virei mais vezes ao forum para continuar a ler a vossa fic .
a smoon cresceu tipo assim...
fez-m lembrar 2 personagens...
a chibiusa k gritava a pedir pa ir pa o futuro e dps tirava a gravidade do sitio...a smoon gritou a pedir paser grande e fikou adulta...
e isabell, uma personagem da serie 4400...k era um bebe e da noite pa o dia fikou c 21 anos ou koisa parecida...e p kausa disso a mae morreu d velha...
-.-"
vcx p akaso n estam a planear matar a lady...ou estam?
fez-m lembrar 2 personagens...
a chibiusa k gritava a pedir pa ir pa o futuro e dps tirava a gravidade do sitio...a smoon gritou a pedir paser grande e fikou adulta...
e isabell, uma personagem da serie 4400...k era um bebe e da noite pa o dia fikou c 21 anos ou koisa parecida...e p kausa disso a mae morreu d velha...
-.-"
vcx p akaso n estam a planear matar a lady...ou estam?
_______
sonhar nao mata...mas magoa...e por vezes ainda mais do que qualquer ferida fisica...
sonhar nao mata...mas magoa...e por vezes ainda mais do que qualquer ferida fisica...
Capitulo 6
Orphen não conseguia desviar o seu olhar daquela bela mulher, como era possível ela ser parecidíssima com a Lady. A rapariga, corada, tentou tapar-se com as suas mãos acabando por ficar atrapalhada. Orphen tira a sua camisa ficando em tronco nu.
- Mas quem és tu?! *coloca a camisa sobre a rapariga*
Os seus corpos ficaram próximos, tão próximos que Orphen sentia a respiração da rapariga, ele sentiu um arrepio, sentiu algo estranho.
- Sou eu Orphen! A SMoon. *veste a camisa de Orphen*
- Não pode ser, a SMoon tem cinco anos, dá-me mais ou menos por aqui *aponta para a cintura* tem dois totós tão fofos.
- Sou eu, eu cresci Orphen… o meu desejo de ser grande realizou-se…
-Mas como… não pode ser… *confuso*
“Se ela é a SMoon isso explica ela ser tão parecida com a Lady, mas será mesmo??!! Será que posso confiar nela??!! Só a Lady é que poderá saber se ela é realmente a SMoon. Tenho que a levar ate junto dela.”, pensava Orphen.
- Anda comigo!!
- Para onde??!! Tás doido?? Larga-me!!! Pensas que já me esqueci o que acabei de ver no quarto da minha mãe???!!!
Orphen pára de repente, como é que aquela estranha sabia deles se mais ninguém viu a não ser a SMoon, claro. É ela, só pode ser ela, mas não havia nada como se ter a certeza.
- Vamos ter com a Lady, se realmente fores filha dela ela saberá.
- Mas não acreditas em mim???!!! Digo-te que não te vou perdoar por não acreditares em mim…
Os dois entram no elevador, ambos calados. SMoon estava amuada, não conseguia entender como seria possível ele não acreditar nela. Ela podia ter crescido de repente, mas continuava a mesma. Orphen não conseguia tirar os olhos de cima dela, era tão bela, na sua cabeça as imagens dela nua eram cada vez mais nítidas. “Não pode ser, se ela for mesmo a SMoon… Orphen, tens que tirar essa ideias da cabeça, se ela realmente for a SMoon… é apenas uma criança mas com corpo de mulher… terás que esquecer o que viste”, pensava Orphen ao abanar a cabeça. O elevador pára e os dois saem. Ele pega num dos braços de SMoon e a puxa até ao quarto de Lady.
- Hei calma aí!! Não precisas de me puxar, eu sei onde fica o quarto da minha mãe!
Os dois entram de repente pelo quarto adentro. Lady estava sentada na cama, as lágrimas teimavam em cair continuamente, mas fica surpresa quando Orphen entra a puxar uma bela rapariga de camisa.
- Mas que é isto Orphen??!! Quem é ela?? Porque estás assim de tronco nu e ela com a tua camisa???
- Ela diz ser a SMoon. Como tu conheces melhor do que ninguém a tua filha, achei por bem trazê-la até ti.
- S.. Moon?? – questionava-se Lady completamente surpreendida com a revelação de Orphen
- Sim mamã, sou eu.. o meu desejo de ser grande finalmente se concretizou. Agora eu posso ficar com o Orphen.
- O quê???
- Não fiques assim Orphen, eu quando te disse que te amo não era a brincar, eu amo-te mesmo, desde o dia em que me ajudaste a encontrar a minha mãe naquele centro comercial.
Orphen arregalava cada vez mais os seus olhos, agora não havia dúvidas, ela era mesmo a SMoon. Também aquelas semelhanças com Lady não deixavam desmentir.
- Filha… - sussurrava Lady ainda de boca aberta
- Eu ainda não me esqueci do que vi… Como pudeste mamã?? Nem é bem por mim, mas pela titia! Como pudeste traí-la??
- Eu e a Janete já tínhamos terminado, eu amo a tua mãe!
- Tu.. o quê??
- Isso mesmo que ouviste.. eu amo a tua mãe e quero me casar com ela…
- Pára Orphen!!
Lady estava de punhos e olhos cerrados, as lágrimas caíam continuamente sem pausas. Orphen tentava se aproximar dela mas algo invisível o impediu de o fazer e o atirou contra o chão. Umas estranhas faíscas rosas começavam a surgir em forma de círculo à volta do corpo de Lady, o seu cabelo esvoaçava tal como a sua camisa de dormir. Uma enorme luz branca envolveu por completo o seu corpo e se expandiu por toda a casa. Orphen e SMoon gritavam com os braços em frente dos seus olhos, pois aquela estranha luz era ofuscante.
Silêncio. Os primeiros raios de sol começavam a surgir lá no horizonte. O céu agora estava pintado com tons de laranja e rosa, misturados com o já familiarizado azul-claro. Naquela enorme casa não se ouvia vivalma, uma das portas de uma das inúmeras varandas estava aberta, uma mulher vestida com uma camisa de dormir branca estava deitada no chão, parecia inconsciente.
- Lady, Lady!! Por favor, acorda Lady!
Orphen pegava no corpo mole de Lady em seus braços e a abanava suavemente tentando-a acordar. SMoon estava sentada no chão em estado de choque, não entendia porque aquele estranho poder despertou subitamente na sua mãe. Passos se ouviam agora no corredor, a porta se abre de repente e três mulheres surgem por detrás desta.
- Lady!! O que se passou com a minha irmã??
Janete corria agora para junto de Orphen que ainda segurava Lady nos seus braços, abraçando-a de encontro ao seu corpo e a apertando ligeiramente. Lágrimas caíam dos seus olhos. Janete começava a estar assustada com aquela reacção do seu ex-namorado.
- Orphen.. o que se passa.. diz-me, a Lady não está… pois não? Orphen!! Por favor, responde-me!! A Lady não está morta, pois não???
- Ela.. ela… Chamem um médico, rápido!! Ela não está a respirar!!!
Haruka correu o mais rápido que pôde junto a um telefone que se encontrasse mais perto, marcou o número do hospital e pediu uma ambulância com urgência. Após ter feito a chamada, ela junta-se à sua irmã Neptuno que também estava parada em estado de choque junto da porta.
Alguns minutos se passaram até à chegada da ambulância, os paramédicos transportaram Lady numa maca até àquela enorme carrinha e dirigiram-se de imediato para o hospital mais perto.
Orphen, Janete, SMoon, Neptuno e Haruka esperavam ansiosamente na sala de espera por algum tipo de notícia sobre o estado de saúde de Lady. Orphen não conseguia deixar de pensar no corpo de Lady que começara a ficar frio e sem vida nos seus braços e o ter deixado de sentir a sua respiração. Afinal, o que se tinha passado ali? Que estranha luz foi aquela?
Um médico alto e já com uma certa idade aproximou-se daquele pequeno grupo de pessoas. Disse que conseguiram reanimar a paciente mas que de momento ela se encontrava muito fraca e era necessário, para precaução, ela permanecer por mais uns dias no hospital. Todos anuíram e perguntaram se a poderiam ver, o médico recomendou que voltassem lá no dia a seguir e que por hoje fossem para casa descansar. Todos concordaram e deixaram o hospital regressando à enorme mansão.
[…]
Lady ouvia sons que para ela não lhe eram estranhos, lentamente abria os seus olhos mas ainda via tudo muito desfocado. Voltou a fechá-los por mais uns momentos e abriu-os novamente. Deu conta de que estava num quarto de hospital mas não se recordava por que razão estava ali. A porta abre-se, um homem entra. Lady arregala os seus olhos sem pronunciar uma palavra que fosse. O homem aproxima-se dela cada vez mais, dando-lhe um beijo terno em seus lábios.
- O que fazes aqui, Inuyasha??
- Eu vi ontem, pela janela do teu quarto, a estranha luz que emitiste. Escondi-me na varanda para ver o que se tinha passado e tu estavas deitada no chão inconsciente. Não sabia o que fazer, fiquei muito assustado, mas não podia aparecer naquele momento, todos estavam em roda de ti. Esperei que te trouxessem até aqui para eu me poder aproximar de ti.
- Eu.. eu não me lembro do que aconteceu. Eu estava a chorar, o Orphen e a minha filh… - Lady parou subitamente de falar ao se lembrar daquela mulher que se dizia ser sua filha, então murmura – SMoon…
- Vocês são realmente muito estranhas. À SMoon também uma estranha luz a envolveu nessa mesma noite e de repente se transformou numa bela mulher. E agora tu.. mas a ti não aconteceu nada, para além de quase teres morrido…
- Eu não sei o que aconteceu, senti uma dor enorme no meu peito. Um estranho poder envolveu-me e depois.. não me lembro de mais nada!
- Não te preocupes com isso. Agora descansa, ainda estás muito fraca. – Inuyasha pega na mão de Lady e olha-lhe nos olhos com uma expressão de ternura – Eu estou aqui, eu estarei sempre aqui para cuidar de ti e te proteger.. meu amor.
- Porque.. porque continuas a me tratar assim? Porque continuas a me seguir?
- Porque eu te amo, Lady. Desde o primeiro dia em que te vi que me apaixonei por ti. Tu não sentes o mesmo por mim?
- Eu…
Lady ficara calada a olhar para Inuyasha, o que ela sentia era-lhe ainda estranho. Como podia ela amar alguém que conhecera ainda à poucos dias e numa circunstância pouco usual? Mas o que era certo é que ela começou a nutrir por ele sentimentos cada vez mais fortes, mais fortes ainda do que ela alguma vez sentiu por Orphen. Embora fossem então fortes, ela ainda gostava de Orphen, mesmo que soubesse que não podia ficar com ele, agora já nem era por respeito à sua irmã mas sim por respeito à sua filha. Lady estava confusa.
- Desculpa Inuyasha, mas não te posso responder a isso de momento.
- Eu compreendo. Só te peço uma coisa…
- O quê?
- Casa-te comigo.
Lady ficou de boca aberta. Como poderia aquele desconhecido pedir-lhe, assim do nada, em casamento?
Orphen não conseguia desviar o seu olhar daquela bela mulher, como era possível ela ser parecidíssima com a Lady. A rapariga, corada, tentou tapar-se com as suas mãos acabando por ficar atrapalhada. Orphen tira a sua camisa ficando em tronco nu.
- Mas quem és tu?! *coloca a camisa sobre a rapariga*
Os seus corpos ficaram próximos, tão próximos que Orphen sentia a respiração da rapariga, ele sentiu um arrepio, sentiu algo estranho.
- Sou eu Orphen! A SMoon. *veste a camisa de Orphen*
- Não pode ser, a SMoon tem cinco anos, dá-me mais ou menos por aqui *aponta para a cintura* tem dois totós tão fofos.
- Sou eu, eu cresci Orphen… o meu desejo de ser grande realizou-se…
-Mas como… não pode ser… *confuso*
“Se ela é a SMoon isso explica ela ser tão parecida com a Lady, mas será mesmo??!! Será que posso confiar nela??!! Só a Lady é que poderá saber se ela é realmente a SMoon. Tenho que a levar ate junto dela.”, pensava Orphen.
- Anda comigo!!
- Para onde??!! Tás doido?? Larga-me!!! Pensas que já me esqueci o que acabei de ver no quarto da minha mãe???!!!
Orphen pára de repente, como é que aquela estranha sabia deles se mais ninguém viu a não ser a SMoon, claro. É ela, só pode ser ela, mas não havia nada como se ter a certeza.
- Vamos ter com a Lady, se realmente fores filha dela ela saberá.
- Mas não acreditas em mim???!!! Digo-te que não te vou perdoar por não acreditares em mim…
Os dois entram no elevador, ambos calados. SMoon estava amuada, não conseguia entender como seria possível ele não acreditar nela. Ela podia ter crescido de repente, mas continuava a mesma. Orphen não conseguia tirar os olhos de cima dela, era tão bela, na sua cabeça as imagens dela nua eram cada vez mais nítidas. “Não pode ser, se ela for mesmo a SMoon… Orphen, tens que tirar essa ideias da cabeça, se ela realmente for a SMoon… é apenas uma criança mas com corpo de mulher… terás que esquecer o que viste”, pensava Orphen ao abanar a cabeça. O elevador pára e os dois saem. Ele pega num dos braços de SMoon e a puxa até ao quarto de Lady.
- Hei calma aí!! Não precisas de me puxar, eu sei onde fica o quarto da minha mãe!
Os dois entram de repente pelo quarto adentro. Lady estava sentada na cama, as lágrimas teimavam em cair continuamente, mas fica surpresa quando Orphen entra a puxar uma bela rapariga de camisa.
- Mas que é isto Orphen??!! Quem é ela?? Porque estás assim de tronco nu e ela com a tua camisa???
- Ela diz ser a SMoon. Como tu conheces melhor do que ninguém a tua filha, achei por bem trazê-la até ti.
- S.. Moon?? – questionava-se Lady completamente surpreendida com a revelação de Orphen
- Sim mamã, sou eu.. o meu desejo de ser grande finalmente se concretizou. Agora eu posso ficar com o Orphen.
- O quê???
- Não fiques assim Orphen, eu quando te disse que te amo não era a brincar, eu amo-te mesmo, desde o dia em que me ajudaste a encontrar a minha mãe naquele centro comercial.
Orphen arregalava cada vez mais os seus olhos, agora não havia dúvidas, ela era mesmo a SMoon. Também aquelas semelhanças com Lady não deixavam desmentir.
- Filha… - sussurrava Lady ainda de boca aberta
- Eu ainda não me esqueci do que vi… Como pudeste mamã?? Nem é bem por mim, mas pela titia! Como pudeste traí-la??
- Eu e a Janete já tínhamos terminado, eu amo a tua mãe!
- Tu.. o quê??
- Isso mesmo que ouviste.. eu amo a tua mãe e quero me casar com ela…
- Pára Orphen!!
Lady estava de punhos e olhos cerrados, as lágrimas caíam continuamente sem pausas. Orphen tentava se aproximar dela mas algo invisível o impediu de o fazer e o atirou contra o chão. Umas estranhas faíscas rosas começavam a surgir em forma de círculo à volta do corpo de Lady, o seu cabelo esvoaçava tal como a sua camisa de dormir. Uma enorme luz branca envolveu por completo o seu corpo e se expandiu por toda a casa. Orphen e SMoon gritavam com os braços em frente dos seus olhos, pois aquela estranha luz era ofuscante.
Silêncio. Os primeiros raios de sol começavam a surgir lá no horizonte. O céu agora estava pintado com tons de laranja e rosa, misturados com o já familiarizado azul-claro. Naquela enorme casa não se ouvia vivalma, uma das portas de uma das inúmeras varandas estava aberta, uma mulher vestida com uma camisa de dormir branca estava deitada no chão, parecia inconsciente.
- Lady, Lady!! Por favor, acorda Lady!
Orphen pegava no corpo mole de Lady em seus braços e a abanava suavemente tentando-a acordar. SMoon estava sentada no chão em estado de choque, não entendia porque aquele estranho poder despertou subitamente na sua mãe. Passos se ouviam agora no corredor, a porta se abre de repente e três mulheres surgem por detrás desta.
- Lady!! O que se passou com a minha irmã??
Janete corria agora para junto de Orphen que ainda segurava Lady nos seus braços, abraçando-a de encontro ao seu corpo e a apertando ligeiramente. Lágrimas caíam dos seus olhos. Janete começava a estar assustada com aquela reacção do seu ex-namorado.
- Orphen.. o que se passa.. diz-me, a Lady não está… pois não? Orphen!! Por favor, responde-me!! A Lady não está morta, pois não???
- Ela.. ela… Chamem um médico, rápido!! Ela não está a respirar!!!
Haruka correu o mais rápido que pôde junto a um telefone que se encontrasse mais perto, marcou o número do hospital e pediu uma ambulância com urgência. Após ter feito a chamada, ela junta-se à sua irmã Neptuno que também estava parada em estado de choque junto da porta.
Alguns minutos se passaram até à chegada da ambulância, os paramédicos transportaram Lady numa maca até àquela enorme carrinha e dirigiram-se de imediato para o hospital mais perto.
Orphen, Janete, SMoon, Neptuno e Haruka esperavam ansiosamente na sala de espera por algum tipo de notícia sobre o estado de saúde de Lady. Orphen não conseguia deixar de pensar no corpo de Lady que começara a ficar frio e sem vida nos seus braços e o ter deixado de sentir a sua respiração. Afinal, o que se tinha passado ali? Que estranha luz foi aquela?
Um médico alto e já com uma certa idade aproximou-se daquele pequeno grupo de pessoas. Disse que conseguiram reanimar a paciente mas que de momento ela se encontrava muito fraca e era necessário, para precaução, ela permanecer por mais uns dias no hospital. Todos anuíram e perguntaram se a poderiam ver, o médico recomendou que voltassem lá no dia a seguir e que por hoje fossem para casa descansar. Todos concordaram e deixaram o hospital regressando à enorme mansão.
[…]
Lady ouvia sons que para ela não lhe eram estranhos, lentamente abria os seus olhos mas ainda via tudo muito desfocado. Voltou a fechá-los por mais uns momentos e abriu-os novamente. Deu conta de que estava num quarto de hospital mas não se recordava por que razão estava ali. A porta abre-se, um homem entra. Lady arregala os seus olhos sem pronunciar uma palavra que fosse. O homem aproxima-se dela cada vez mais, dando-lhe um beijo terno em seus lábios.
- O que fazes aqui, Inuyasha??
- Eu vi ontem, pela janela do teu quarto, a estranha luz que emitiste. Escondi-me na varanda para ver o que se tinha passado e tu estavas deitada no chão inconsciente. Não sabia o que fazer, fiquei muito assustado, mas não podia aparecer naquele momento, todos estavam em roda de ti. Esperei que te trouxessem até aqui para eu me poder aproximar de ti.
- Eu.. eu não me lembro do que aconteceu. Eu estava a chorar, o Orphen e a minha filh… - Lady parou subitamente de falar ao se lembrar daquela mulher que se dizia ser sua filha, então murmura – SMoon…
- Vocês são realmente muito estranhas. À SMoon também uma estranha luz a envolveu nessa mesma noite e de repente se transformou numa bela mulher. E agora tu.. mas a ti não aconteceu nada, para além de quase teres morrido…
- Eu não sei o que aconteceu, senti uma dor enorme no meu peito. Um estranho poder envolveu-me e depois.. não me lembro de mais nada!
- Não te preocupes com isso. Agora descansa, ainda estás muito fraca. – Inuyasha pega na mão de Lady e olha-lhe nos olhos com uma expressão de ternura – Eu estou aqui, eu estarei sempre aqui para cuidar de ti e te proteger.. meu amor.
- Porque.. porque continuas a me tratar assim? Porque continuas a me seguir?
- Porque eu te amo, Lady. Desde o primeiro dia em que te vi que me apaixonei por ti. Tu não sentes o mesmo por mim?
- Eu…
Lady ficara calada a olhar para Inuyasha, o que ela sentia era-lhe ainda estranho. Como podia ela amar alguém que conhecera ainda à poucos dias e numa circunstância pouco usual? Mas o que era certo é que ela começou a nutrir por ele sentimentos cada vez mais fortes, mais fortes ainda do que ela alguma vez sentiu por Orphen. Embora fossem então fortes, ela ainda gostava de Orphen, mesmo que soubesse que não podia ficar com ele, agora já nem era por respeito à sua irmã mas sim por respeito à sua filha. Lady estava confusa.
- Desculpa Inuyasha, mas não te posso responder a isso de momento.
- Eu compreendo. Só te peço uma coisa…
- O quê?
- Casa-te comigo.
Lady ficou de boca aberta. Como poderia aquele desconhecido pedir-lhe, assim do nada, em casamento?
Capitulo 7
- Mas eu… eu….
- Xiu, não digas nada apenas pensa no que te disse – diz Inuyasha colocando o dedo nos lábios de Lady – agora descansa para ficares de óptima saúde e voltares para casa – Inuyasha beija Lady delicadamente
Inuyasha sai pela enorme janela que tinha naquele quarto de hospital. Lady fica perdida nos seus pensamentos, aquilo só podia ser um sonho, se o fosse, Lady não queria então mais acordar. Inuyasha tinha tudo o que ela mais gostava num homem, era delicado, querido, preocupado, amoroso e o mais importante era lindo, mas seria verdade todas as coisas que aquele homem dizia? As imagens daquele primeiro encontro na praia, as imagens do dia em que Inuyasha entrou pelo seu quarto começaram a surgir na sua cabeça, um calor no seu peito começou a fluir de dentro de si, nunca sentira algo assim tão forte junto a um homem como sentia por ele, será que é… amor?
Uma enfermeira entra com uma bandeja na mão.
- Olá! Sra. Lady, estou a ver que já acordou, como se sente??? – pousa a bandeja num pequena mesa que se encontrava ao lado da cama – Mas quem é que deixou esta janela aberta?! – dirigisse para a janela fechando-a
- Eu estou bem, apenas com o corpo dormente, mas sabe o que se passou comigo? É que não me lembro de nada!
- Pelo o que os seus familiares contaram a senhora estava desmaiada no seu quarto.
- Desmaiada?! Se calhar foi mesmo isso, é que não me lembro. Mas e a luz branca de que o Inuyasha falou, o que seria?
- Luz branca? Que luz branca?! *prepara uma injecção* De que está a falar, Sra. Lady?!
- Hm.. nada, nada.. esqueça senhora enfermeira, mas para que é isso?? *assustada*
- É apenas um calmante para a senhora descansar mais um pouco, para poder ir de óptima saúde para casa – diz a enfermeira aplicando a injecção a Lady
Lady começa a sentir se cada vez mais distante, até que cai num sono profundo.
- Pronto a primeira já está, vais ser uma presa fácil. AHAHAHAHAHAH!
[…]
Haruka, Neptuno, Janete, SMoon e Orphen iam calados pela rua fora. SMoon e Orphen estavam com o olhar distante, ambos pareciam preocupados com o estado de Lady e em tudo que tinha acontecido, aquela luz, aquele poder, o que levaria a sua mãe a usar os poderes era uma pergunta que ecoava na cabeça de SMoon.
- Então prima, diz lá porque cresceste? Porque usaste os teus poderes? Mas é que ela é mesmo parecida com a Lady! – pergunta Haruka virando se para trás – SMoon? SMoon?! Onde foi parar a SMoon??!! Ela ainda à pouco estava aqui atrás de nós!
- SMoon… Eu vou atrás dela! – diz Orphen saindo a correr.
As raparigas continuam o seu trajecto até casa. Janete estava com um ar triste, ainda havia um pouco de esperança de voltar a ficar com Orphen mas algo lhe dizia que essa esperança era impossível pois isso nunca aconteceria, ele agia como se ela não existisse, talvez tivesse sido um erro o ter conhecido, dizia para ela mesma. As outras duas raparigas olharam para esta mas nada disseram, ao aproximarem-se de casa, uma bela rapariga ruiva as esperava à porta.
- Mas é… é a mana MERCÚRIO - grita Neptuno
As duas raparigas começam a correr e agarram a pobre rapariga que esta quase que ficava sem fôlego. Janete que ia perdida nos seus pensamentos acorda com aquele festival, ao reparar no que se estava a passar, fica toda contente e corre também para junto de Mercúrio atirando se para cima das raparigas, caem todas na relva a rirem-se que nem perdidas.
[…]
Uma bela rapariga entra no quarto onde se encontrava Lady a dormir, senta-se numa cadeira que havia ao lado da cama e fica a olhar para esta enquanto dormia. Lady começa a despertar, abre os olhos lentamente e vê aquela figura feminina.
- SMoon filha, és mesmo tu??!!!
- Sim mamã sou eu, a tua filha, a tua pequena Smoon… – a rapariga chega-se perto da sua mãe e abraça-a com as lágrimas nos olhos – Como estás?
- Filha meu amor, agora contigo ao meu lado estou muito bem – as lágrimas começam a escorrer pelo rosto de Lady – Mas porquê filhota, porque usaste os teus poderes?
SMoon senta-se na beira da cama de Lady e enxuga as lágrimas.
- Porque… Porque eu amo o Orphen mamã, eu o amo desde o primeiro dia que o vi e ser uma criança não me ajudaria a conquista-lo pois ele assim só me veria como uma filha, coisa que eu não sou nem nunca serei – levanta-se com alguma raiva – Eu nunca serei filha dele, nunca mamã, ouviste? Nunca!! Ele ama-te mas eu não desistirei.
- Filha… *senta-se devagar na cama* Tu és uma criança, tens cinco anos, tu lá sabes o que é amor. Tu usaste os teus poderes para te tornares numa mulher mas aí dentro de ti está ainda uma criança, a minha filhota, aquela criança adorável, refilona, que adora pregar partidas a toda a gente...
- PÁRA, PÁRA, PÁRA!!! *coloca as mãos nos ouvidos* Não quero ouvir mais, eu não quero ser mais criança, eu não quero que me trates como uma criança!! Pensei que me irias compreender mas enganei-me, eras a minha única esperança mamã, mas tu já não me consideras tua filha, pois não??!!
- Não digas disparates SMoon!! És e sempre serás a minha filha, grande ou pequena serás sempre o meu amor, como podes dizer e pensar isso da tua própria mãe????
- Ah!!! Agora lembraste que és minha mãe, mas para ires para a cama com o Orphen, traindo a tua própria irmã e fazeres o que fizeste debaixo do tecto onde mora a tua filha, tu não te lembras-te que eras mãe, pois não??!! Como foste capaz?? Eu nunca te perdoarei!! Nunca, ouviste bem!!! NUNCAAAAAA!!!
Uma lua em forma de quarto crescente aparece na testa de SMoon, uma luz branca começa a surgir à volta da rapariga.
- FILHA, MEU AMOR!! *levanta-se e abraça a sua filha* Eu nunca, mas nunca faria nada que te magoasse! Se te magoei, meu amor, não foi com intenção! Tu és a pessoa mais importante da minha vida, mais importante que qualquer homem, eu daria a minha vida por ti! – lágrimas correm pelo seu rosto e a lua na testa de SMoon desaparece – Eu só quero que voltes a ser a minha pequena, por favor filha, volta ao normal.
- Não mamã, não.. isso nunca! *afasta-se* Eu só voltarei a ser pequena no dia em que o Orphen me disser que nunca sentirá nada por mim a não ser um amor de pai para com a sua filha!
- Mas SMoon…
- Pede-me tudo menos isso, mamã. Eu amo-te e também daria a minha vida por ti, mas voltar a ter cinco anos não, desculpa…
SMoon dá um beijo e um longo abraço a sua mãe, abre a porta que se encontrava atrás dela e sai com as lágrimas nos olhos. Lady deita-se na cama a chorar compulsivamente, não sabia o que fazer muito menos o que pensar. “Será que fui muito injusta em querer ter a minha pequena filha de volta? Será que a deveria ajudar? Afinal de contas é minha filha, mas e o que eu sinto pelo Orphen? E ele diz amar-me… o que faço agora??”, pensava Lady chorosa.
[…]
No seu percurso até casa, SMoon ia lavada em lágrimas, pensava como foi cruel com a sua mãe, a pessoa que mais amava no mundo, como a estava a fazer sofrer. Mas não podia de forma nenhuma voltar a ter cinco anos, apesar de sua mãe dizer que era demasiado nova para saber o que é o amor, ela sabia que amava Orphen e que era capaz de tudo para o ter. SMoon chega a casa, entra e sobe as escadas a correr até chegar ao seu quarto. Abre a porta, entra e tranca-a. Naquele momento não queria que nada nem ninguém a incomoda-se, precisava de pensar em tudo o que se passou.
- Não era a SMoon?! *confusa*
- Sim era, nem devia ter dado com a nossa presença aqui.
- A prima SMoon?? Mas ela não tinha cinco anos?! A última vez que a vi ela era pequerrucha, agora tá uma mulheraça, ainda mais alta que eu que sou mais velha que ela – resmunga Mercúrio
- Oh mana, é uma longa história. *suspiro*
- Conta-me Haruka, tenho todo o tempo do mundo.
- Então é assim…
Orphen já se encontrava em casa quando SMoon chegou, sentiu se preocupado e foi atrás dela, chega ao quarto dela e apercebe-se que a porta encontrava-se trancada. Ouve o barulho do chuveiro, SMoon provavelmente estaria a tomar banho, subitamente as imagens da rapariga nua começaram a invadir a cabeça de Orphen.
- Orphen!!! Posso saber o que estás a fazer á porta do quarto da SMoon??
- *gota* Janete!!!
- Sim sou eu, querias que fosse quem???
- Eu? Ninguém! Só me assustaste mais nada… Eu fiquei preocupado com a SMoon, ela entrou em casa, começou a correr e trancou-se no quarto. Eu apenas vim ver se ela precisava de alguma coisa, mas pelos vistos ela precisa é de descansar, deve estar muito cansada com tudo o que tem acontecido.
- *desconfiada* Pois deve estar deve, coitada da minha pequena sobrinha.
- Pequena não, ela agora já uma mulheraça, parece gémea da mãe.
- Mas não é, é filha e tu vê-la como falas da minha sobrinha! Ela lá por ter crescido continua a ter cinco anos – Janete vira-lhe as costas e caminha até ao seu quarto.
“Cinco anos, não parece nada mesmo… Como é possível ela se transformar assim? As mulheres desta família são uma caixinha de surpresas.”, pensa Orphen. Bate à porta mas ninguém lhe responde, o chuveiro pára. Orphen bate novamente na porta, mais uma vez ninguém responde. Então ele decide usar os seus poderes e entra no quarto de SMoon. Esta encontrava-se a enxugar o cabelo, com uns minis calções vestidos e um pequeno top, Orphen quase fica babado a olhar para a rapariga. Vai se aproximando dela mas recorda-se das palavras de Janete “Ela pode ter crescido mas continua a ter cinco anos”, a rapariga vira-se para traz e dá de caras com Orphen.
- Mas o que estás aqui a fazer, Orphen??
- E…eu… vinha ver se precisas de alguma coisa, fiquei preocupado, entraste a correr e a chorar, depois cheguei aqui a porta estava trancada…
- Tu preocupado comigo, que irónico *riso sarcástico*
- Porque estás a falar assim comigo?!
- Porquê?? Deixa cá ver, queres um ou vários motivos??
Orphen não responde.
- Bem, já que não respondes vou eu te responder. Depois de te ver na cama com a minha mãe o que querias que eu fizesse?? Que continuasse a te tratar como se nada tivesse acontecido?? E quando eu te disse que usei os meus poderes para crescer por tua causa porque te amo, tu dizes-me na minha cara que amas a minha mãe e que queres casar com ela?? Tu magoaste-me muito, nem imaginas o quanto!! *lágrimas nos olhos* Eu odeio-te Orphen, ODEIO-TE!!!
SMoon aproxima-se de Orphen e começa a lhe bater contra o peito, este tenta defender-se mas a rapariga estava consumida por uma raiva enorme, ele então decide abraçar SMoon. A rapariga continua a debater-se para que Orphen a solte mas este a agarra com força. Ela acaba por parar e começa a chorar ainda mais, os dois sentam-se na cama ainda abraçados, ele faz-lhe festas na cabeça e SMoon acaba por se acalmar. Passados uns longos minutos, os dois acabam por adormecer ali mesmo.
- Mas eu… eu….
- Xiu, não digas nada apenas pensa no que te disse – diz Inuyasha colocando o dedo nos lábios de Lady – agora descansa para ficares de óptima saúde e voltares para casa – Inuyasha beija Lady delicadamente
Inuyasha sai pela enorme janela que tinha naquele quarto de hospital. Lady fica perdida nos seus pensamentos, aquilo só podia ser um sonho, se o fosse, Lady não queria então mais acordar. Inuyasha tinha tudo o que ela mais gostava num homem, era delicado, querido, preocupado, amoroso e o mais importante era lindo, mas seria verdade todas as coisas que aquele homem dizia? As imagens daquele primeiro encontro na praia, as imagens do dia em que Inuyasha entrou pelo seu quarto começaram a surgir na sua cabeça, um calor no seu peito começou a fluir de dentro de si, nunca sentira algo assim tão forte junto a um homem como sentia por ele, será que é… amor?
Uma enfermeira entra com uma bandeja na mão.
- Olá! Sra. Lady, estou a ver que já acordou, como se sente??? – pousa a bandeja num pequena mesa que se encontrava ao lado da cama – Mas quem é que deixou esta janela aberta?! – dirigisse para a janela fechando-a
- Eu estou bem, apenas com o corpo dormente, mas sabe o que se passou comigo? É que não me lembro de nada!
- Pelo o que os seus familiares contaram a senhora estava desmaiada no seu quarto.
- Desmaiada?! Se calhar foi mesmo isso, é que não me lembro. Mas e a luz branca de que o Inuyasha falou, o que seria?
- Luz branca? Que luz branca?! *prepara uma injecção* De que está a falar, Sra. Lady?!
- Hm.. nada, nada.. esqueça senhora enfermeira, mas para que é isso?? *assustada*
- É apenas um calmante para a senhora descansar mais um pouco, para poder ir de óptima saúde para casa – diz a enfermeira aplicando a injecção a Lady
Lady começa a sentir se cada vez mais distante, até que cai num sono profundo.
- Pronto a primeira já está, vais ser uma presa fácil. AHAHAHAHAHAH!
[…]
Haruka, Neptuno, Janete, SMoon e Orphen iam calados pela rua fora. SMoon e Orphen estavam com o olhar distante, ambos pareciam preocupados com o estado de Lady e em tudo que tinha acontecido, aquela luz, aquele poder, o que levaria a sua mãe a usar os poderes era uma pergunta que ecoava na cabeça de SMoon.
- Então prima, diz lá porque cresceste? Porque usaste os teus poderes? Mas é que ela é mesmo parecida com a Lady! – pergunta Haruka virando se para trás – SMoon? SMoon?! Onde foi parar a SMoon??!! Ela ainda à pouco estava aqui atrás de nós!
- SMoon… Eu vou atrás dela! – diz Orphen saindo a correr.
As raparigas continuam o seu trajecto até casa. Janete estava com um ar triste, ainda havia um pouco de esperança de voltar a ficar com Orphen mas algo lhe dizia que essa esperança era impossível pois isso nunca aconteceria, ele agia como se ela não existisse, talvez tivesse sido um erro o ter conhecido, dizia para ela mesma. As outras duas raparigas olharam para esta mas nada disseram, ao aproximarem-se de casa, uma bela rapariga ruiva as esperava à porta.
- Mas é… é a mana MERCÚRIO - grita Neptuno
As duas raparigas começam a correr e agarram a pobre rapariga que esta quase que ficava sem fôlego. Janete que ia perdida nos seus pensamentos acorda com aquele festival, ao reparar no que se estava a passar, fica toda contente e corre também para junto de Mercúrio atirando se para cima das raparigas, caem todas na relva a rirem-se que nem perdidas.
[…]
Uma bela rapariga entra no quarto onde se encontrava Lady a dormir, senta-se numa cadeira que havia ao lado da cama e fica a olhar para esta enquanto dormia. Lady começa a despertar, abre os olhos lentamente e vê aquela figura feminina.
- SMoon filha, és mesmo tu??!!!
- Sim mamã sou eu, a tua filha, a tua pequena Smoon… – a rapariga chega-se perto da sua mãe e abraça-a com as lágrimas nos olhos – Como estás?
- Filha meu amor, agora contigo ao meu lado estou muito bem – as lágrimas começam a escorrer pelo rosto de Lady – Mas porquê filhota, porque usaste os teus poderes?
SMoon senta-se na beira da cama de Lady e enxuga as lágrimas.
- Porque… Porque eu amo o Orphen mamã, eu o amo desde o primeiro dia que o vi e ser uma criança não me ajudaria a conquista-lo pois ele assim só me veria como uma filha, coisa que eu não sou nem nunca serei – levanta-se com alguma raiva – Eu nunca serei filha dele, nunca mamã, ouviste? Nunca!! Ele ama-te mas eu não desistirei.
- Filha… *senta-se devagar na cama* Tu és uma criança, tens cinco anos, tu lá sabes o que é amor. Tu usaste os teus poderes para te tornares numa mulher mas aí dentro de ti está ainda uma criança, a minha filhota, aquela criança adorável, refilona, que adora pregar partidas a toda a gente...
- PÁRA, PÁRA, PÁRA!!! *coloca as mãos nos ouvidos* Não quero ouvir mais, eu não quero ser mais criança, eu não quero que me trates como uma criança!! Pensei que me irias compreender mas enganei-me, eras a minha única esperança mamã, mas tu já não me consideras tua filha, pois não??!!
- Não digas disparates SMoon!! És e sempre serás a minha filha, grande ou pequena serás sempre o meu amor, como podes dizer e pensar isso da tua própria mãe????
- Ah!!! Agora lembraste que és minha mãe, mas para ires para a cama com o Orphen, traindo a tua própria irmã e fazeres o que fizeste debaixo do tecto onde mora a tua filha, tu não te lembras-te que eras mãe, pois não??!! Como foste capaz?? Eu nunca te perdoarei!! Nunca, ouviste bem!!! NUNCAAAAAA!!!
Uma lua em forma de quarto crescente aparece na testa de SMoon, uma luz branca começa a surgir à volta da rapariga.
- FILHA, MEU AMOR!! *levanta-se e abraça a sua filha* Eu nunca, mas nunca faria nada que te magoasse! Se te magoei, meu amor, não foi com intenção! Tu és a pessoa mais importante da minha vida, mais importante que qualquer homem, eu daria a minha vida por ti! – lágrimas correm pelo seu rosto e a lua na testa de SMoon desaparece – Eu só quero que voltes a ser a minha pequena, por favor filha, volta ao normal.
- Não mamã, não.. isso nunca! *afasta-se* Eu só voltarei a ser pequena no dia em que o Orphen me disser que nunca sentirá nada por mim a não ser um amor de pai para com a sua filha!
- Mas SMoon…
- Pede-me tudo menos isso, mamã. Eu amo-te e também daria a minha vida por ti, mas voltar a ter cinco anos não, desculpa…
SMoon dá um beijo e um longo abraço a sua mãe, abre a porta que se encontrava atrás dela e sai com as lágrimas nos olhos. Lady deita-se na cama a chorar compulsivamente, não sabia o que fazer muito menos o que pensar. “Será que fui muito injusta em querer ter a minha pequena filha de volta? Será que a deveria ajudar? Afinal de contas é minha filha, mas e o que eu sinto pelo Orphen? E ele diz amar-me… o que faço agora??”, pensava Lady chorosa.
[…]
No seu percurso até casa, SMoon ia lavada em lágrimas, pensava como foi cruel com a sua mãe, a pessoa que mais amava no mundo, como a estava a fazer sofrer. Mas não podia de forma nenhuma voltar a ter cinco anos, apesar de sua mãe dizer que era demasiado nova para saber o que é o amor, ela sabia que amava Orphen e que era capaz de tudo para o ter. SMoon chega a casa, entra e sobe as escadas a correr até chegar ao seu quarto. Abre a porta, entra e tranca-a. Naquele momento não queria que nada nem ninguém a incomoda-se, precisava de pensar em tudo o que se passou.
- Não era a SMoon?! *confusa*
- Sim era, nem devia ter dado com a nossa presença aqui.
- A prima SMoon?? Mas ela não tinha cinco anos?! A última vez que a vi ela era pequerrucha, agora tá uma mulheraça, ainda mais alta que eu que sou mais velha que ela – resmunga Mercúrio
- Oh mana, é uma longa história. *suspiro*
- Conta-me Haruka, tenho todo o tempo do mundo.
- Então é assim…
Orphen já se encontrava em casa quando SMoon chegou, sentiu se preocupado e foi atrás dela, chega ao quarto dela e apercebe-se que a porta encontrava-se trancada. Ouve o barulho do chuveiro, SMoon provavelmente estaria a tomar banho, subitamente as imagens da rapariga nua começaram a invadir a cabeça de Orphen.
- Orphen!!! Posso saber o que estás a fazer á porta do quarto da SMoon??
- *gota* Janete!!!
- Sim sou eu, querias que fosse quem???
- Eu? Ninguém! Só me assustaste mais nada… Eu fiquei preocupado com a SMoon, ela entrou em casa, começou a correr e trancou-se no quarto. Eu apenas vim ver se ela precisava de alguma coisa, mas pelos vistos ela precisa é de descansar, deve estar muito cansada com tudo o que tem acontecido.
- *desconfiada* Pois deve estar deve, coitada da minha pequena sobrinha.
- Pequena não, ela agora já uma mulheraça, parece gémea da mãe.
- Mas não é, é filha e tu vê-la como falas da minha sobrinha! Ela lá por ter crescido continua a ter cinco anos – Janete vira-lhe as costas e caminha até ao seu quarto.
“Cinco anos, não parece nada mesmo… Como é possível ela se transformar assim? As mulheres desta família são uma caixinha de surpresas.”, pensa Orphen. Bate à porta mas ninguém lhe responde, o chuveiro pára. Orphen bate novamente na porta, mais uma vez ninguém responde. Então ele decide usar os seus poderes e entra no quarto de SMoon. Esta encontrava-se a enxugar o cabelo, com uns minis calções vestidos e um pequeno top, Orphen quase fica babado a olhar para a rapariga. Vai se aproximando dela mas recorda-se das palavras de Janete “Ela pode ter crescido mas continua a ter cinco anos”, a rapariga vira-se para traz e dá de caras com Orphen.
- Mas o que estás aqui a fazer, Orphen??
- E…eu… vinha ver se precisas de alguma coisa, fiquei preocupado, entraste a correr e a chorar, depois cheguei aqui a porta estava trancada…
- Tu preocupado comigo, que irónico *riso sarcástico*
- Porque estás a falar assim comigo?!
- Porquê?? Deixa cá ver, queres um ou vários motivos??
Orphen não responde.
- Bem, já que não respondes vou eu te responder. Depois de te ver na cama com a minha mãe o que querias que eu fizesse?? Que continuasse a te tratar como se nada tivesse acontecido?? E quando eu te disse que usei os meus poderes para crescer por tua causa porque te amo, tu dizes-me na minha cara que amas a minha mãe e que queres casar com ela?? Tu magoaste-me muito, nem imaginas o quanto!! *lágrimas nos olhos* Eu odeio-te Orphen, ODEIO-TE!!!
SMoon aproxima-se de Orphen e começa a lhe bater contra o peito, este tenta defender-se mas a rapariga estava consumida por uma raiva enorme, ele então decide abraçar SMoon. A rapariga continua a debater-se para que Orphen a solte mas este a agarra com força. Ela acaba por parar e começa a chorar ainda mais, os dois sentam-se na cama ainda abraçados, ele faz-lhe festas na cabeça e SMoon acaba por se acalmar. Passados uns longos minutos, os dois acabam por adormecer ali mesmo.
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