[Terminada] The Pervert Ladies
bem..ha mt k não lia esta fic...mas tou a adorar mesmo!! espero ansiosamente por mais uns kts capitulos!!! bem minhas meninas, acho k estão a fazer um optimo trabalho nesta fic, acho k as cenas intimas deveriam de ter mais alguma descrição...pk assim parece k fazem sexo e não amor...lol. sim pk ha diferença...lol. mas não levem a mal este reparo!!! mas continuem la a escrever mais cpitulozinhos pk tou a gostar mt da fic!!!
força meninas!!!
força meninas!!!
Obgada por estarem a gostar ficamos mto contente
Bem mais um capitulo
Enjoy it
Capitulo 11
Inuyasha nada pronunciara, beijara o cabelo de Lady e sorrira, os dois acabaram por adormecer. Pela janela os primeiros raios de sol apareciam e iluminavam todo o quarto, as cortinas brancas e finas esvoaçam com a brisa fresca da manhã. Um silêncio pairava na mansão, estava tudo calmo. Inuyasha e Lady encontravam-se na mesma posição em que adormeceram. Lady acorda de repente, olha para Inuyasha e fica a admira-lo, como ele era lindo até a dormir. Não o queria acordar mas teria que o fazer, antes que todos acordassem.
- Inuyasha - dá-lhe um beijo terno e doce em seus lábios – Acorda, tens que ir para o teu quarto antes que toda a minha família acorde.
- Hm… o quê? – abre os olhos lentamente – Mas eu estou tão bem aqui ao teu lado, além disso a tua filha deve estar com o Orphen, como é que eu irei para lá? O que lhes vou dizer? “Por favor SMoon podes ir para o teu quarto, porque este é meu e do Orphen” isto dito por mim soava muito mal.
- *Gargalhadas* Ai Inuyasha, tu assim matas-me de tanto rir.
- *Gota* Xiu… não eras tu que não querias acordar toda a gente? A continuares a rir-te dessa maneira vais acordar a casa toda. Além disso, o que foi que eu disse assim de tão engraçado?
- Inuyasha – abraça-o – Eu não quero que tu vás mas tem que ser. Chegas lá, bates à porta e pedes à SMoon para voltar aqui para a minha beira – beija-o – Teremos muito tempo para estarmos juntos *pisca o olho*
- *Amuado* Ok Ok, eu vou – levanta-se e começa-se a vestir – Mas eu volto mais logo, para passar a noite contigo.
- Que carinha é essa? – senta-se na cama e enrola-se melhor nos lençóis – Vá não fiques assim, o tempo passa rápido.
Inuyasha dá um último beijo a Lady, abre a porta e vira-se para ela novamente, um último olhar foi trocado. Inuyasha saí e fecha a porta lentamente para não fazer barulho, como aquela mansão estava silenciosa, parecia que ninguém lá morava. Durante o dia era um vai e vem de gente, os mais velhos de manhã saem para os seus trabalhos, voltam à hora do almoço e tornam a ir até voltarem a noite, os mais novos vão para escola e voltam cheios de coisas para contar, trabalhos de casa para fazer… E agora aquele enorme silêncio, Inuyasha ia pensando como iria entrar naquele quarto e o que iria dizer.
[…]
SMoon encontrava-se enrolada num lençol deitada ao lado de Orphen, este olhava para ela com um carinho enorme. Como ela era linda a dormir, parecia um anjo. Pensava se o que teria feito foi o correcto, a única coisa que não queria era magoa-la mas quem ele amava de verdade era a sua mãe, mesmo que esta fosse de Inuyasha e não dele. “É a ele que ela ama”, pensava Orphen, encontrava-se confuso. Ainda à dois dias aquela rapariga tinha cinco anos e olhava para ela como uma filha, agora esta encontrava-se ao lado dele enrolada num lençol depois de uma noite de amor, tudo isto agoniava o pobre rapaz. O que faria agora? O que ia dizer a SMoon quando esta acordasse? Ela se entregou a ele sem pedir nada em troca, ela o amava mas e ele, seria capaz de a amar? Orphen levantou-se cuidadosamente para não a acordar, vestiu-se lentamente para não fazer barulho, só Lady o poderia ajudar e aconselhar, como mãe de SMoon e como amor da vida dele. Só depois de conversar com ela é que saberá o que fazer, ela é a sua única ajuda. Orphen dá um beijo na testa de SMoon, esta se move mas continua a dormir, abre a porta cuidadosamente e sai fechando-a silenciosamente. Ele vai pelo corredor fora em direcção ao quarto de Lady até que ouve uma voz feminina a sussurrar, curioso caminha na direcção de onde vinha o som, no mesmo lugar encontrava-se também Inuyasha a espreitar.
- BUHHHH!!
- AHHH! *cai* Que susto!! Mas tu estás louco?? *sussurra*
- *gargalhadas* Mas que estás tu aí a fazer? Ai devias de ver a tua cara, tá de morrer a rir! *gargalhadas*
- Vê-la não se não te caiem os dentes de tanto rir *levanta-se* Eu ia em direcção ao nosso quarto, no bom sentido da palavra claro, quando ouvi uma voz feminina e fiquei curioso, então vim ver o que se passava.. e tu, que andas aqui a fazer? Por acaso sentiste saudades minhas? *pisca o olho*
- Mas tu estás doido? Enlouqueces-te só pode, só se tiver saudades de te dar uma valente sova! Eu ia em direcção ao… não tens nada a ver com isso… e também fiquei curioso e vim ver o que se passava.
- Xiu então, vamos ver o que se passa.
Os dois lentamente tentaram se aproximar, pé ante pé para não fazerem barulho, iam percorrendo o corredor encostados à parede, subitamente Inuyasha pára pois tinha avistado uma bela rapariga alta de cabelos curtos ao telemóvel, os dois se abaixam e ficam calados para ouvir.
- Sim amor, claro que vou ter contigo! Mas tenho que as despistar, tu não conheces a minha família, elas são espertas e darão com certeza pela minha falta. Tenho que arranjar uma boa desculpa – passa a mão pelos seus cabelos – Sim, claro que penso em ti, todos os dias e a todas as horas *sussurra* em ti e nos outros enfermeiros. Ahm.. o quê? Eu não disse nada, ouviste mal, eu estava a dizer que sinto saudades desse teu corpo, por baixo dessa bata branca, das nossas aventuras nas salas de operações, em cima das macas até naquela vez na morgue, aí que excitante…
- Mas é… a HARUKA!! – Inuyasha olha para Orphen – Meus Deus, esta família é recheada de taradas, nem as mais novas escapam! *admirado* Até na morgue??!!
- Podes crer! Nunca vi nada assim… É melhor irmos embora antes que sejamos apanhados.
- Amor, vou ter que desligar pois acho que eu estou a ser espiada - diz Haruka após ouvir um barulho
Ela desliga o telemóvel e caminha devagar até ao sítio onde anteriormente se encontravam Inuyasha e Orphen.
- Bem, devo estar a ouvir coisas. É melhor ir-me deitar.
Haruka volta para o seu quarto e abre a porta lentamente, uma outra rapariga vinha a sair da casa de banho com o seu cabelo todo emaranhado e com olhos de sono.
- Posso saber onde é que andas, mana? *senta-se na cama* Acordei e tu não estavas, que andas a fazer?
- Neptuno! Ahm.. fui à cozinha buscar um copo de agua, estava com sede! *deita-se* Não tens que te preocupar, desculpa se te acordei.
- E posso saber onde está o copo de água? É que nas tuas mãos apenas estou a ver um telemóvel… *desconfiada*
- Mana, dorme sim? Ainda é muito cedo, tu tás a sonhar.
Haruka e Neptuno adormecem novamente, Orphen e Inuyasha descem do tecto.
- *aliviado* Bem, estava a ver que íamos ser apanhados.
- Se fossemos apanhados eu queria ver que desculpa arranjarias! Bem vou indo, cuidado ao entrares no quarto, ainda deve estar lá a Smoon e nada de atrevimentos, ouviste bem?
- Tu e a SMoon.. então?? *curioso* Seu malandro, não conseguiste a mãe aproveitas-te da filha! Ainda bem, assim não me tenho que preocupar em te tirar do meu caminho *risos* E está descansado, não precisas ter ciúmes que eu não farei nada com a SMoon *risos*
- Mas eu não estou com ciúmes e também não me aproveitei de ninguém! E tu não tás livre de mim não senhora, lá porque dormiste com a Lady isso não quer dizer nada! Fuiiiiiii!!
Orphen e Inuyasha caminharam em sentidos opostos. Inuyasha abre a porta do quarto muito devagar, entra e vê uma rapariga enrolada num lençol a dormir profundamente, olhou para ela e a imagem de Lady a dormir lhe veio a cabeça, como era possível mãe e filha serem tão parecidas. Inuyasha senta-se aos pés da cama a olhar para a rapariga, uma perna de SMoon encontrava-se descoberta, Inuyasha não resiste em pousar a sua mão levemente...
[…]
Orphen ia caminhando até ao quarto de Lady quando pelo caminho encontra Dgirl a sair do quarto.
- Olá! Bom dia Dgirl, como estás?
- Bem obrigado, e tu? Mas o que andas a estas horas a fazer por aqui?
- Eu.. bem… Nada, vim apenas passear, estava sem sono.
- *desconfiada* Ah ok… Bem, desculpa não poder ficar a falar contigo mas vou ter que ir, preciso de ir a um sítio muito importante antes de ir para as aulas. Xau!!
A rapariga sai a correr, Orphen ficara desconfiado o que iria ela fazer aquelas horas? Como não era nada com ele, decide-se despachar a chegar ao quarto de Lady, porque daqui a pouco era horas de todos se levantarem para ir para a escola e trabalho.
Ao encontrar-se em frente à porta do quarto que pretendia, olha para todos os lados para confirmar que ninguém aparecia. Quando ia para rodar a maçaneta dourada, a porta abre-se. O olhar de Orphen cruza-se com o olhar de Lady, o batimento cardíaco de Orphen acelera o seu ritmo mais que o normal.
- O que fazes aqui? Queres-me alguma coisa? – pergunta calmamente Lady
- Eu… queria falar contigo…
- Hmm… está bem, entra.
Orphen passou por aquela pequena abertura que Lady disponibilizara para ele passar e entrou. O quarto estava tão bem arrumado, nem parecia que esteve lá alguém a dormir minutos antes, nem mesmo que estiveram lá duas pessoas. “Duas pessoas… Uma delas deveria de ser eu…”, pensava Orphen ao olhar para aquela enorme cama.
- Senta-te. – Lady encaminhou Orphen para uma cadeira enquanto ela se sentava noutra – O que me queres falar a esta hora da manhã?
- É sobre nós…
- Outra vez essa hist…
- Não digas nada agora! – interrompe Orphen colocando um dedo sobre os lábios de Lady – Apenas me ouve, por favor…
Como Lady não disse nada sem nunca tirar os seus olhos dos dele, Orphen prossegue.
- Eu estou muito confuso, só tu me podes ajudar agora! Eu amo-te Lady, eu não consigo te tirar da cabeça, eu penso em ti noite e dia! Olhar para a SMoon é o mesmo que estar a olhar para ti, senti-la foi como se tivesse a sentir-te a ti… porquê Lady, porquê?? Porque não me podes amar da mesma maneira que eu te amo? Porque ao invés disso me atiras para os braços da tua filha? Tu não compreendes que eu só te quero a ti??
Bem mais um capitulo

Enjoy it

Capitulo 11
Inuyasha nada pronunciara, beijara o cabelo de Lady e sorrira, os dois acabaram por adormecer. Pela janela os primeiros raios de sol apareciam e iluminavam todo o quarto, as cortinas brancas e finas esvoaçam com a brisa fresca da manhã. Um silêncio pairava na mansão, estava tudo calmo. Inuyasha e Lady encontravam-se na mesma posição em que adormeceram. Lady acorda de repente, olha para Inuyasha e fica a admira-lo, como ele era lindo até a dormir. Não o queria acordar mas teria que o fazer, antes que todos acordassem.
- Inuyasha - dá-lhe um beijo terno e doce em seus lábios – Acorda, tens que ir para o teu quarto antes que toda a minha família acorde.
- Hm… o quê? – abre os olhos lentamente – Mas eu estou tão bem aqui ao teu lado, além disso a tua filha deve estar com o Orphen, como é que eu irei para lá? O que lhes vou dizer? “Por favor SMoon podes ir para o teu quarto, porque este é meu e do Orphen” isto dito por mim soava muito mal.
- *Gargalhadas* Ai Inuyasha, tu assim matas-me de tanto rir.
- *Gota* Xiu… não eras tu que não querias acordar toda a gente? A continuares a rir-te dessa maneira vais acordar a casa toda. Além disso, o que foi que eu disse assim de tão engraçado?
- Inuyasha – abraça-o – Eu não quero que tu vás mas tem que ser. Chegas lá, bates à porta e pedes à SMoon para voltar aqui para a minha beira – beija-o – Teremos muito tempo para estarmos juntos *pisca o olho*
- *Amuado* Ok Ok, eu vou – levanta-se e começa-se a vestir – Mas eu volto mais logo, para passar a noite contigo.
- Que carinha é essa? – senta-se na cama e enrola-se melhor nos lençóis – Vá não fiques assim, o tempo passa rápido.
Inuyasha dá um último beijo a Lady, abre a porta e vira-se para ela novamente, um último olhar foi trocado. Inuyasha saí e fecha a porta lentamente para não fazer barulho, como aquela mansão estava silenciosa, parecia que ninguém lá morava. Durante o dia era um vai e vem de gente, os mais velhos de manhã saem para os seus trabalhos, voltam à hora do almoço e tornam a ir até voltarem a noite, os mais novos vão para escola e voltam cheios de coisas para contar, trabalhos de casa para fazer… E agora aquele enorme silêncio, Inuyasha ia pensando como iria entrar naquele quarto e o que iria dizer.
[…]
SMoon encontrava-se enrolada num lençol deitada ao lado de Orphen, este olhava para ela com um carinho enorme. Como ela era linda a dormir, parecia um anjo. Pensava se o que teria feito foi o correcto, a única coisa que não queria era magoa-la mas quem ele amava de verdade era a sua mãe, mesmo que esta fosse de Inuyasha e não dele. “É a ele que ela ama”, pensava Orphen, encontrava-se confuso. Ainda à dois dias aquela rapariga tinha cinco anos e olhava para ela como uma filha, agora esta encontrava-se ao lado dele enrolada num lençol depois de uma noite de amor, tudo isto agoniava o pobre rapaz. O que faria agora? O que ia dizer a SMoon quando esta acordasse? Ela se entregou a ele sem pedir nada em troca, ela o amava mas e ele, seria capaz de a amar? Orphen levantou-se cuidadosamente para não a acordar, vestiu-se lentamente para não fazer barulho, só Lady o poderia ajudar e aconselhar, como mãe de SMoon e como amor da vida dele. Só depois de conversar com ela é que saberá o que fazer, ela é a sua única ajuda. Orphen dá um beijo na testa de SMoon, esta se move mas continua a dormir, abre a porta cuidadosamente e sai fechando-a silenciosamente. Ele vai pelo corredor fora em direcção ao quarto de Lady até que ouve uma voz feminina a sussurrar, curioso caminha na direcção de onde vinha o som, no mesmo lugar encontrava-se também Inuyasha a espreitar.
- BUHHHH!!
- AHHH! *cai* Que susto!! Mas tu estás louco?? *sussurra*
- *gargalhadas* Mas que estás tu aí a fazer? Ai devias de ver a tua cara, tá de morrer a rir! *gargalhadas*
- Vê-la não se não te caiem os dentes de tanto rir *levanta-se* Eu ia em direcção ao nosso quarto, no bom sentido da palavra claro, quando ouvi uma voz feminina e fiquei curioso, então vim ver o que se passava.. e tu, que andas aqui a fazer? Por acaso sentiste saudades minhas? *pisca o olho*
- Mas tu estás doido? Enlouqueces-te só pode, só se tiver saudades de te dar uma valente sova! Eu ia em direcção ao… não tens nada a ver com isso… e também fiquei curioso e vim ver o que se passava.
- Xiu então, vamos ver o que se passa.
Os dois lentamente tentaram se aproximar, pé ante pé para não fazerem barulho, iam percorrendo o corredor encostados à parede, subitamente Inuyasha pára pois tinha avistado uma bela rapariga alta de cabelos curtos ao telemóvel, os dois se abaixam e ficam calados para ouvir.
- Sim amor, claro que vou ter contigo! Mas tenho que as despistar, tu não conheces a minha família, elas são espertas e darão com certeza pela minha falta. Tenho que arranjar uma boa desculpa – passa a mão pelos seus cabelos – Sim, claro que penso em ti, todos os dias e a todas as horas *sussurra* em ti e nos outros enfermeiros. Ahm.. o quê? Eu não disse nada, ouviste mal, eu estava a dizer que sinto saudades desse teu corpo, por baixo dessa bata branca, das nossas aventuras nas salas de operações, em cima das macas até naquela vez na morgue, aí que excitante…
- Mas é… a HARUKA!! – Inuyasha olha para Orphen – Meus Deus, esta família é recheada de taradas, nem as mais novas escapam! *admirado* Até na morgue??!!
- Podes crer! Nunca vi nada assim… É melhor irmos embora antes que sejamos apanhados.
- Amor, vou ter que desligar pois acho que eu estou a ser espiada - diz Haruka após ouvir um barulho
Ela desliga o telemóvel e caminha devagar até ao sítio onde anteriormente se encontravam Inuyasha e Orphen.
- Bem, devo estar a ouvir coisas. É melhor ir-me deitar.
Haruka volta para o seu quarto e abre a porta lentamente, uma outra rapariga vinha a sair da casa de banho com o seu cabelo todo emaranhado e com olhos de sono.
- Posso saber onde é que andas, mana? *senta-se na cama* Acordei e tu não estavas, que andas a fazer?
- Neptuno! Ahm.. fui à cozinha buscar um copo de agua, estava com sede! *deita-se* Não tens que te preocupar, desculpa se te acordei.
- E posso saber onde está o copo de água? É que nas tuas mãos apenas estou a ver um telemóvel… *desconfiada*
- Mana, dorme sim? Ainda é muito cedo, tu tás a sonhar.
Haruka e Neptuno adormecem novamente, Orphen e Inuyasha descem do tecto.
- *aliviado* Bem, estava a ver que íamos ser apanhados.
- Se fossemos apanhados eu queria ver que desculpa arranjarias! Bem vou indo, cuidado ao entrares no quarto, ainda deve estar lá a Smoon e nada de atrevimentos, ouviste bem?
- Tu e a SMoon.. então?? *curioso* Seu malandro, não conseguiste a mãe aproveitas-te da filha! Ainda bem, assim não me tenho que preocupar em te tirar do meu caminho *risos* E está descansado, não precisas ter ciúmes que eu não farei nada com a SMoon *risos*
- Mas eu não estou com ciúmes e também não me aproveitei de ninguém! E tu não tás livre de mim não senhora, lá porque dormiste com a Lady isso não quer dizer nada! Fuiiiiiii!!
Orphen e Inuyasha caminharam em sentidos opostos. Inuyasha abre a porta do quarto muito devagar, entra e vê uma rapariga enrolada num lençol a dormir profundamente, olhou para ela e a imagem de Lady a dormir lhe veio a cabeça, como era possível mãe e filha serem tão parecidas. Inuyasha senta-se aos pés da cama a olhar para a rapariga, uma perna de SMoon encontrava-se descoberta, Inuyasha não resiste em pousar a sua mão levemente...
[…]
Orphen ia caminhando até ao quarto de Lady quando pelo caminho encontra Dgirl a sair do quarto.
- Olá! Bom dia Dgirl, como estás?
- Bem obrigado, e tu? Mas o que andas a estas horas a fazer por aqui?
- Eu.. bem… Nada, vim apenas passear, estava sem sono.
- *desconfiada* Ah ok… Bem, desculpa não poder ficar a falar contigo mas vou ter que ir, preciso de ir a um sítio muito importante antes de ir para as aulas. Xau!!
A rapariga sai a correr, Orphen ficara desconfiado o que iria ela fazer aquelas horas? Como não era nada com ele, decide-se despachar a chegar ao quarto de Lady, porque daqui a pouco era horas de todos se levantarem para ir para a escola e trabalho.
Ao encontrar-se em frente à porta do quarto que pretendia, olha para todos os lados para confirmar que ninguém aparecia. Quando ia para rodar a maçaneta dourada, a porta abre-se. O olhar de Orphen cruza-se com o olhar de Lady, o batimento cardíaco de Orphen acelera o seu ritmo mais que o normal.
- O que fazes aqui? Queres-me alguma coisa? – pergunta calmamente Lady
- Eu… queria falar contigo…
- Hmm… está bem, entra.
Orphen passou por aquela pequena abertura que Lady disponibilizara para ele passar e entrou. O quarto estava tão bem arrumado, nem parecia que esteve lá alguém a dormir minutos antes, nem mesmo que estiveram lá duas pessoas. “Duas pessoas… Uma delas deveria de ser eu…”, pensava Orphen ao olhar para aquela enorme cama.
- Senta-te. – Lady encaminhou Orphen para uma cadeira enquanto ela se sentava noutra – O que me queres falar a esta hora da manhã?
- É sobre nós…
- Outra vez essa hist…
- Não digas nada agora! – interrompe Orphen colocando um dedo sobre os lábios de Lady – Apenas me ouve, por favor…
Como Lady não disse nada sem nunca tirar os seus olhos dos dele, Orphen prossegue.
- Eu estou muito confuso, só tu me podes ajudar agora! Eu amo-te Lady, eu não consigo te tirar da cabeça, eu penso em ti noite e dia! Olhar para a SMoon é o mesmo que estar a olhar para ti, senti-la foi como se tivesse a sentir-te a ti… porquê Lady, porquê?? Porque não me podes amar da mesma maneira que eu te amo? Porque ao invés disso me atiras para os braços da tua filha? Tu não compreendes que eu só te quero a ti??
- Orphen… o que se passou entre nós foram apenas actos inconscientes…
- Inconscientes???
- Tu já tiveste o teu tempo, agora deixa-me eu falar, se faz favor. Eu não vou negar que me apaixonei por ti, tu e o Inuyasha têm algo dentro de vocês que é muito especial, algo que nunca senti em outro homem… Eu amei-te sim, talvez ainda sinta algo por ti mas… eu não posso! Tu eras o namorado da minha irmã, agora é a minha filha que te quer… apenas compreende, por elas, que não posso ficar contigo…
- Então tu apenas me estás a rejeitar por causa da SMoon e da Janete?
- Não… também é porque eu amo o Inuyasha… Ele é uma pessoa especial, faz-me sentir bem…
- Eu também te posso fazer sentir bem…
- Não mistures as coisas, Orphen! Por favor, tenta amar a minha filha, ela gosta mesmo de ti… tu serás feliz com ela, eu tenho a certeza!
- Eu não acredito no que estou a ouvir… tu preferes abdicar da nossa felicidade por causa da tua filha…
- Entre tu e ela, eu escolheria a SMoon sem pensar duas vezes… desculpa Orphen…
- Tudo bem… se é o que queres… eu serei capaz de amar a SMoon, mais do que amo a ti!
- Espero que sim…
Lady estava a olhar para o lado para esconder as lágrimas que agora escorriam pelo seu rosto, Orphen apercebe-se do que se estava a passar e aproxima-se dela, vira-lhe a cara para estar frente à sua e a beija. Um beijo intenso e caloroso mas que ao mesmo tempo significava um “adeus”.
- Amo-te! – sussurra Orphen junto dos lábios de Lady e de olhos fechados, antes de voltar a beijá-la.
Orphen dá meia volta e sai do quarto, deixando Lady sem reacção sentada na cadeira. “Oh Orphen… perdoa-me!”, pensava Lady desgostosa.
[…]
SMoon boceja e abraça Inuyasha, ainda com os seus olhos fechados. Sussurra qualquer coisa em que no meio aparece o nome de Orphen, ao ouvir tal palavra Inuyasha se desprende rapidamente dela fazendo com que a rapariga acordasse.
- Inu.. Inuyasha! O que estás a fazer agarrado a mim??
- Tu é que me abraçaste! A Lady pediu-me para que voltasse para este quarto antes que toda a gente acordasse e nos visse juntos.
- Hmm.. entendo. Viste o Orphen?
- Vi! Saiu apressado não sei para aonde.
- Ok… Vou só me vestir e voltar para o meu quarto. Também tenho de ir ver o meu irmão.
SMoon enrola o lençol sobre o corpo dela e pega nas suas roupas, dirige-se para a casa de banho e fecha a porta. Orphen aparece no quarto e senta-se na cama, cabisbaixo.
- Então pah! Que se passa?
- Vai ter com a Lady. Não me chateies.
Inuyasha faz uma cara interrogativa e decide não perguntar mais nada. Levanta-se e sai do quarto. Por si passa Haruka, ia tão apressada que nem dá pela presença de Inuyasha naquele corredor. Como ele era muito curioso, decide segui-la. Haruka tinha já saído pela porta principal, Inuyasha faz o mesmo e vai se escondendo atrás dos arbustos, um a um. O enorme portão abre-se automaticamente deixando ver um enorme carro branco à espera. Haruka entra no carro e Inuyasha consegue ver que ela dá um beijo ao condutor. O carro arranca e Inuyasha fica ali especado a olhar para a esquina por onde o carro tinha desaparecido.
Já eram 9h30 da manhã, a habitual correria matinal naquela casa começara. Várias portas se abriam e fechavam, várias pessoas subiam e desciam ora o elevador ora as escadas. Risos de crianças e adultos ecoavam pela mansão inteira, aquela casa era sempre cheia de vida. Na cozinha, uma das irmãs de Lady e Janete, Jujumoon, preparava o pequeno-almoço para aquela gente toda, claro que tinha ajuda das empregadas. Inuyasha entra na cozinha e fica surpreendido por ver tanta gente. Lady acena a Inuyasha para que este se sentasse ao seu lado. Todos tomam o pequeno-almoço comodamente e saem um a um para irem para o trabalho ou para a escola. Minuto a minuto, aquela cozinha ia ficando mais silenciosa. Apenas Jujumoon, Lady e Inuyasha ficaram sentados.
- Então és tu o meu novo cunhado? Já são tantos que até já perdi a conta… - diz Jujumoon ao contar pelos dedos
- Mana!!! Deixa-te de brincadeiras. Eu vou ter que ir trabalhar. Fazes-me um favor, Inuyasha?
- Claro que sim!
- Leva o meu filho até ao hospital, ele anda com imensos soluços que não param nem por nada! Se eu não tivesse que apresentar um trabalho importantíssimo a que não posso mesmo faltar, eu mesma o levava… mas como confio em ti, fazes-me esse favor?
Lady beija os lábios de Inuyasha e sai pela porta interna da cozinha que dava acesso a uma das garagens. Inuyasha sorria, a Lady confiava nele. Despede-se da Jujumoon e vai buscar o Fábio. Mete-o numa cadeirinha que a prende às suas costas e parte a correr para o hospital. A pequena criança sorria com os saltos que Inuyasha dava por entre prédios e árvores. Num desses saltos, Inuyasha aterra em cima de um enorme ramo de uma árvore que estava próxima de uma das janelas do hospital. Sem querer, Inuyasha fica tão estupefacto que quase caía do ramo, viu que dentro do gabinete estava Haruka sentada numa secretária com um médico bem parecido por entre as suas pernas e a beijarem-se tão violentamente que parecia que não se viam à anos. Inuyasha desce da árvore e entra no hospital, sobe as escadas três a três até chegar ao andar onde supostamente deveria de estar a prima de Lady. As pessoas que se encontravam naquele andar olhavam para Inuyasha com desdém, este se encontrava no chão a farejar pelo cheiro de Haruka. Quando parou em frente a uma porta e ia para abri-la, a mesma se abre por si e uma rapariga surge por detrás dela. Inuyasha e Haruka ficam, pelo menos, um minuto a se olharem sem conseguirem falar. O silêncio facilmente se quebra com o choro de Fábio que ainda estava comodamente instalado nas costas de Inuyasha.
- O que fazes aqui?
- Isso pergunto-te eu! Que fazes aí nesse gabinete, há uns minutos atrás, sentada na secretária e a beijar esse…
- SHHHHH!!! INUYASHA, TU ÉS UM BAKAAAA!!!
Haruka empurra-o e corre escadas a baixo completamente envergonhada. Inuyasha corre atrás dela e a agarra por um braço.
- Calma! Não precisas de correr! Só acho que deverias de ter mais cuidado, se queres ter cenas íntimas não é num hospital!
- O que é que tu tens a ver com a minha vida?? Lá porque andas enrolado com a minha prima Lady não quer dizer que mandes no que faço ou deixo de fazer! Tens inveja, é?
- Hei, não leves as coisas para esse lado! Só te queria perguntar uma coisa… *sussurra* como é fazer sexo numa morgue?
- HUM?? Então eras tu quem me estava a espiar esta madrugada??
- E-eu… não! Eu… lembrei-me disso por acaso e…
*PÁS!* Haruka dera um estalo certeiro na face de Inuyasha.
- Mas isto agora é moda, é?? Todas as mulheres desta família devem adorar me dar estalos!
- Não me voltes a seguir, ouviste? E não contes a ninguém nem o que ouviste e nem o que viste!
- Descansa que eu não o farei. Já que és tão amiga do médico, podes lhe pedir para que veja o Fábio? De graça, de preferência. *riso*
Haruka e Inuyasha subiram novamente as escadas. Caminharam até ao gabinete e abriram a porta. Para espanto dos dois, o médico estava com uma nova rapariga em cima da secretária, também ela muito conhecida.
- DGIRL??!!! – gritam os dois surpreendidos.
- Inconscientes???
- Tu já tiveste o teu tempo, agora deixa-me eu falar, se faz favor. Eu não vou negar que me apaixonei por ti, tu e o Inuyasha têm algo dentro de vocês que é muito especial, algo que nunca senti em outro homem… Eu amei-te sim, talvez ainda sinta algo por ti mas… eu não posso! Tu eras o namorado da minha irmã, agora é a minha filha que te quer… apenas compreende, por elas, que não posso ficar contigo…
- Então tu apenas me estás a rejeitar por causa da SMoon e da Janete?
- Não… também é porque eu amo o Inuyasha… Ele é uma pessoa especial, faz-me sentir bem…
- Eu também te posso fazer sentir bem…
- Não mistures as coisas, Orphen! Por favor, tenta amar a minha filha, ela gosta mesmo de ti… tu serás feliz com ela, eu tenho a certeza!
- Eu não acredito no que estou a ouvir… tu preferes abdicar da nossa felicidade por causa da tua filha…
- Entre tu e ela, eu escolheria a SMoon sem pensar duas vezes… desculpa Orphen…
- Tudo bem… se é o que queres… eu serei capaz de amar a SMoon, mais do que amo a ti!
- Espero que sim…
Lady estava a olhar para o lado para esconder as lágrimas que agora escorriam pelo seu rosto, Orphen apercebe-se do que se estava a passar e aproxima-se dela, vira-lhe a cara para estar frente à sua e a beija. Um beijo intenso e caloroso mas que ao mesmo tempo significava um “adeus”.
- Amo-te! – sussurra Orphen junto dos lábios de Lady e de olhos fechados, antes de voltar a beijá-la.
Orphen dá meia volta e sai do quarto, deixando Lady sem reacção sentada na cadeira. “Oh Orphen… perdoa-me!”, pensava Lady desgostosa.
[…]
SMoon boceja e abraça Inuyasha, ainda com os seus olhos fechados. Sussurra qualquer coisa em que no meio aparece o nome de Orphen, ao ouvir tal palavra Inuyasha se desprende rapidamente dela fazendo com que a rapariga acordasse.
- Inu.. Inuyasha! O que estás a fazer agarrado a mim??
- Tu é que me abraçaste! A Lady pediu-me para que voltasse para este quarto antes que toda a gente acordasse e nos visse juntos.
- Hmm.. entendo. Viste o Orphen?
- Vi! Saiu apressado não sei para aonde.
- Ok… Vou só me vestir e voltar para o meu quarto. Também tenho de ir ver o meu irmão.
SMoon enrola o lençol sobre o corpo dela e pega nas suas roupas, dirige-se para a casa de banho e fecha a porta. Orphen aparece no quarto e senta-se na cama, cabisbaixo.
- Então pah! Que se passa?
- Vai ter com a Lady. Não me chateies.
Inuyasha faz uma cara interrogativa e decide não perguntar mais nada. Levanta-se e sai do quarto. Por si passa Haruka, ia tão apressada que nem dá pela presença de Inuyasha naquele corredor. Como ele era muito curioso, decide segui-la. Haruka tinha já saído pela porta principal, Inuyasha faz o mesmo e vai se escondendo atrás dos arbustos, um a um. O enorme portão abre-se automaticamente deixando ver um enorme carro branco à espera. Haruka entra no carro e Inuyasha consegue ver que ela dá um beijo ao condutor. O carro arranca e Inuyasha fica ali especado a olhar para a esquina por onde o carro tinha desaparecido.
Já eram 9h30 da manhã, a habitual correria matinal naquela casa começara. Várias portas se abriam e fechavam, várias pessoas subiam e desciam ora o elevador ora as escadas. Risos de crianças e adultos ecoavam pela mansão inteira, aquela casa era sempre cheia de vida. Na cozinha, uma das irmãs de Lady e Janete, Jujumoon, preparava o pequeno-almoço para aquela gente toda, claro que tinha ajuda das empregadas. Inuyasha entra na cozinha e fica surpreendido por ver tanta gente. Lady acena a Inuyasha para que este se sentasse ao seu lado. Todos tomam o pequeno-almoço comodamente e saem um a um para irem para o trabalho ou para a escola. Minuto a minuto, aquela cozinha ia ficando mais silenciosa. Apenas Jujumoon, Lady e Inuyasha ficaram sentados.
- Então és tu o meu novo cunhado? Já são tantos que até já perdi a conta… - diz Jujumoon ao contar pelos dedos
- Mana!!! Deixa-te de brincadeiras. Eu vou ter que ir trabalhar. Fazes-me um favor, Inuyasha?
- Claro que sim!
- Leva o meu filho até ao hospital, ele anda com imensos soluços que não param nem por nada! Se eu não tivesse que apresentar um trabalho importantíssimo a que não posso mesmo faltar, eu mesma o levava… mas como confio em ti, fazes-me esse favor?
Lady beija os lábios de Inuyasha e sai pela porta interna da cozinha que dava acesso a uma das garagens. Inuyasha sorria, a Lady confiava nele. Despede-se da Jujumoon e vai buscar o Fábio. Mete-o numa cadeirinha que a prende às suas costas e parte a correr para o hospital. A pequena criança sorria com os saltos que Inuyasha dava por entre prédios e árvores. Num desses saltos, Inuyasha aterra em cima de um enorme ramo de uma árvore que estava próxima de uma das janelas do hospital. Sem querer, Inuyasha fica tão estupefacto que quase caía do ramo, viu que dentro do gabinete estava Haruka sentada numa secretária com um médico bem parecido por entre as suas pernas e a beijarem-se tão violentamente que parecia que não se viam à anos. Inuyasha desce da árvore e entra no hospital, sobe as escadas três a três até chegar ao andar onde supostamente deveria de estar a prima de Lady. As pessoas que se encontravam naquele andar olhavam para Inuyasha com desdém, este se encontrava no chão a farejar pelo cheiro de Haruka. Quando parou em frente a uma porta e ia para abri-la, a mesma se abre por si e uma rapariga surge por detrás dela. Inuyasha e Haruka ficam, pelo menos, um minuto a se olharem sem conseguirem falar. O silêncio facilmente se quebra com o choro de Fábio que ainda estava comodamente instalado nas costas de Inuyasha.
- O que fazes aqui?
- Isso pergunto-te eu! Que fazes aí nesse gabinete, há uns minutos atrás, sentada na secretária e a beijar esse…
- SHHHHH!!! INUYASHA, TU ÉS UM BAKAAAA!!!
Haruka empurra-o e corre escadas a baixo completamente envergonhada. Inuyasha corre atrás dela e a agarra por um braço.
- Calma! Não precisas de correr! Só acho que deverias de ter mais cuidado, se queres ter cenas íntimas não é num hospital!
- O que é que tu tens a ver com a minha vida?? Lá porque andas enrolado com a minha prima Lady não quer dizer que mandes no que faço ou deixo de fazer! Tens inveja, é?
- Hei, não leves as coisas para esse lado! Só te queria perguntar uma coisa… *sussurra* como é fazer sexo numa morgue?
- HUM?? Então eras tu quem me estava a espiar esta madrugada??
- E-eu… não! Eu… lembrei-me disso por acaso e…
*PÁS!* Haruka dera um estalo certeiro na face de Inuyasha.
- Mas isto agora é moda, é?? Todas as mulheres desta família devem adorar me dar estalos!
- Não me voltes a seguir, ouviste? E não contes a ninguém nem o que ouviste e nem o que viste!
- Descansa que eu não o farei. Já que és tão amiga do médico, podes lhe pedir para que veja o Fábio? De graça, de preferência. *riso*
Haruka e Inuyasha subiram novamente as escadas. Caminharam até ao gabinete e abriram a porta. Para espanto dos dois, o médico estava com uma nova rapariga em cima da secretária, também ela muito conhecida.
- DGIRL??!!! – gritam os dois surpreendidos.
SMoon escreveu:Haruka e Inuyasha subiram novamente as escadas. Caminharam até ao gabinete e abriram a porta. Para espanto dos dois, o médico estava com uma nova rapariga em cima da secretária, também ela muito conhecida.
- DGIRL??!!! – gritam os dois surpreendidos.
A-D-O-R-E-I
mais um capitulo lindo
fico á espera de um próximo
bjx

SMoon escreveu:
Capitulo 11
- Eu estou muito confuso, só tu me podes ajudar agora! Eu amo-te Lady, eu não consigo te tirar da cabeça, eu penso em ti noite e dia! Olhar para a SMoon é o mesmo que estar a olhar para ti, senti-la foi como se tivesse a sentir-te a ti… porquê Lady, porquê?? Porque não me podes amar da mesma maneira que eu te amo? Porque ao invés disso me atiras para os braços da tua filha? Tu não compreendes que eu só te quero a ti??
O que uma mãe faz por uma filha , gesto lindo este da Lady , mas será que ela apenas quererá inyasha ? ou ao longo dos capitulos ela voltará para orphen ? .
E quanto á irmã , Janete ? ela nunca mais lutou pelo namorado ? .
mais um capitulo jubiloso e romântico que mais aventuras estas ladies irão ter ?
aguardo por mais capitulos , continuem .
Capitulo 12
- Mas que estás tu aí a fazer em cima do meu médico DGIRL - grita Haruka furiosa
- E-eu… - saí de cima do médico, puxa a saía para baixo – Que pergunta prima, eu não tenho me sentido lá muito bem, então decidi vir ao hospital para saber o que se passava, e encontrei aqui o Eduardo, o meu Eduardo – olha-o com um sorriso maroto nos olhos – e…
- E…. nada!! Quem te deu essa confiança para o tratares de teu Eduardo?? Ele é meu DGIRL, é meu NAMORADO entendeste?? *raiva* E aí de ti se lhe tocas novamente, eu não sei o que te faço!!
Inuyasha e o médico encontravam-se lado a lado a examinar o pequeno Fábio enquanto as duas raparigas discutiam e quase andavam a porrada.
- Então Sr. Doutor está tudo bem com o Fabinho? A mãe dele disse que ele ultimamente anda com soluços por tudo e por nada, será grave?
- Você não é o pai dele?
- Não… quer dizer vou ser o padrasto *envergonhado*
- Ah seu malandro, está a aproximar-se do filho para chegar ao coração da mãe, faz muito bem *pisca o olho*
- Teu quê??? Só podes estar a delirar ele é meu, meu NAMORADO.
As duas raparigas começam a puxar os cabelos uma à outra enquanto vão dizendo “ele é meu, ele é meu, ele é meu”, enquanto isso Inuyasha veste o Fábio que acabara de ser examinado pelo médico.
- Bem, está tudo bem com o Fabinho, esses soluços às vezes podem ser por ele apanhar correntes de ar ou estar com a fraldinha molhada, tem que ter atenção a esses aspectos, mas mesmo assim eu vou passar um remédio que terá que lhe dar um colher de manhã e outra à noite – olhando para as duas raparigas – Mulheres…
- Ok senhor doutor – senta-se – Mulheres, mas nós não podemos viver sem elas…
- Pois não e elas estão a discutir mas não sabem que eu ando com mais *sussura* dez além delas.
- Está a brincar comigo não está???
- Claro que não, então você não reparou nas belas brasas que temos aqui no hospital?? Temos aqui com cada enfermeira de tirar o fôlego!
As duas raparigas param de repente, viram-se para eles que estavam sentados um em cada lado da secretaria e ambas os olham com raiva, faíscas saiam pelos seus olhos. Em passos lentos, elas se aproximam deles.
- Bem senhor doutor foi um prazer conhece-lo, obrigado pela receita e vou indo, adeus…. – Inuyasha saí a correr pela porta – Fabinho!!! – Volta para trás – Desculpem, esqueci-me do Fabinho – Volta a sair com o Fábio às suas costas – Ui! agora é que ele vai ver o que são elas, coitado!! – Inuyasha deixa o hospital e caminha até casa.
- Com que então mais dez, Eduardo???!!!
- Ainda dizia ele, Haruka, que eu era a mulher da vida dele!
- Ele também te dizia isso?? Seu baka, como podes fazer-nos isto?
- *Assustado* E-eu… desculpem… eu não queria enganar-vos… mas vocês são as duas maravilhosas…
- Haruka vamos embora! Deixa esse baka aí sozinho, mas tu não penses que isto fica assim pois depois de sairmos por aquela porta, toda a gente neste hospital saberá quem tu és, seu medico tarado e sedutor.
- Apoiada Dgirl, vamos!
- Mas…
As duas raparigas saem e batem com a porta. Pelos corredores vão segredando algumas palavras aos ouvidos de todas as enfermeiras e médicas que passavam, ao saírem do hospital ouvem um enorme grito vindo do escritório de Eduardo, os seus planos tinham dado certo e a esta hora Eduardo estaria a ser castigado.
- Desculpa prima Haruka, mas eu não sabia que o Eduardo andava contigo, eu gostava dele, aquele jeitinho sedutor dele me deixava louca.
- Oh prima fomos as duas enganadas por aquele baka, somos apenas umas vitimas daquele homenzinho! Vamos esquecer isso, anda por aí muitos homens lindos e maravilhosos com quem nos podemos divertir – olha para o lado e vê um moreno de olhos azuis, trazia uma bata branca vestida, este sorri para ela – Bem prima vais ter que ir sozinha para casa porque me lembrei que tenho um assunto muito urgente para tratar no banco, xauuuu – sai a correr em direcção ao lindo medico que vira.
- Banco?? Só se for no banco de doações do hospital! Esta Haruka não muda nada, sai à família *sorriso*
Dgirl ia caminhando até casa pensando no que se tinha passado a alguns minutos atrás.
- Como é possível um homem tratar assim as mulheres? As enganar daquela maneira… Será que algum dia vou encontrar o amor da minha vida? Um Homem que me faça a mulher mais feliz do mundo? Bem, acho que esse dia ainda está muito longe. *suspiro*
Dgirl avista um pequeno cãozinho com uma pata ferida no meio da rua, com pena decidi ir lá busca-lo, ao pegar no cãozinho vê um carro a alta velocidade em sua direcção mas esta fica sem reacção. Um rapaz que ali ia a passar vê a rapariga estática e corre até ela, agarra-a e os dois caem, por uns milímetros o carro não os apanhou. O pequeno cãozinho com a queda foi projectado para cima do passeio.
- Que estavas tu a fazer no meio da rua parada a ver o carro a alta velocidade na tua direcção?? Estás doida?? Querias morrer??
- Não, eu vinha a caminhar e vi o pequeno cãozinho magoado no meio da estrada, quando o peguei ao colo vi o carro mas fiquei sem reacção *lágrima*
- Não vale a pena chorares, eu compreendo, mas tens que ter mais cuidado. Vejo que és uma pessoa de bom coração, quase que davas a tua vida por um cãozinho *pisca o olho*
- *cora* Oh, apenas tenho pena destes pobres animais, mas obrigado. Porque se não fosses tu neste momento estaria a caminho do hospital, obrigado não sei como te hei-de agradecer.
- Mas eu sei, que tal me dizeres o teu nome?
- Sim claro, eu chamo-me Dgirl e tu?
- Eu sou o Tamahome, muito prazer.
- O prazer é todo meu! Podes me acompanhar até casa? Ou é pedir muito?
- Não, claro que não, vou com todo o gosto! Assim até nos conhecemos melhor.
Dgirl pega no cãozinho, os dois caminham em passos lentos até à casa da rapariga. Por momentos, Tamahome ia a falar mas Dgirl já não o ouvia pois ia perdida nos seus pensamentos, como aquele rapaz era generoso, tinha lhe salvo a vida e aceitou acompanha-la até casa, além disso era lindo, seria ele o rapaz que tanto ansiava que lhe aparecesse? Só o tempo o dirá…
[…]
Na mansão estava tudo calmo, Jujumoon ia a sair pela porta das traseiras que dava acesso para a garagem quando se esbarrou contra Janete, esta ia atrasada para o seu trabalho pois o despertador não tinha tocado e esta adormecera.
- Autch!! Janete – esfrega a cabeça – Quase que me matavas! Bem, já estás atrasada para o teu trabalho, mas será que me podias deixar no supermercado? É que queria fazer umas comprinhas, vou fazer uma receita nova para o jantar.
- Sim levo-te, mas só porque vais fazer uma receita nova. *sorriso* Mas para a próxima vê por onde andas.
As duas entram no carro e Janete sai a alta velocidade. Orphen ainda se encontrava sentado na cama com um ar muito cabisbaixo e perdido nos seus pensamentos. SMoon sai da casa de banho e fica preocupada com Orphen, mas tenta não dar muito a entender pois a partir daquele momento iria se tornar fria e se ele realmente quisesse ficar com ela teria que o provar e lutar por ela.
- Bem, vou voltar para o meu quarto.
- Ok…
Orphen não tinha olhado uma única vez para SMoon desde que ele voltara para o quarto. Pensava que ao ir falar com a Lady o ajudaria a saber que fazer, mas só ficou ainda mais confuso.
“Tenho de aprender a amar a SMoon… Ela agora é uma mulher, tem a sua própria personalidade. Eu tenho de esquecer a Lady!”, pensava Orphen determinado.
Levanta-se da cama e vai para a casa de banho. Toma um duche rápido, veste-se e vai tomar o pequeno-almoço, embora a hora já fosse um pouco tardia. Inuyasha entra em casa, vai até à cozinha e pousa a cadeirinha que trazia consigo em cima da mesa. O pequeno Fábio olha fixamente para o Inuyasha e sorria. Orphen entra.
- Então, que cara é essa? Parece que viste um fantasma…
- Não me apetece falar contigo agora, vê se finges que eu não me encontro aqui…
- Porque és sempre tão mal disposto comigo? Até parece que te fiz algum mal…
- E fizeste! Teres surgido na vida da Lady!
- Ainda isso? Não estás com a SMoon? Mas afinal queres o quê? Ficar com as duas, é?
Orphen engoliu em seco, Inuyasha tinha razão, a forma como ele agia dava perfeitamente a entender isso. Ele tinha que se decidir, de uma vez por todas, por quem haveria de lutar de agora em diante. Lady acabava de chegar do seu emprego, apareceu também ela na cozinha e sentiu um estranho aperto dentro de si quando se cruza com Orphen.
- Não precisas de ficar assim, eu estava já de saída.
- Não, fica… Ainda não deves de ter comido nada, eu preparo-te alguma coisa se quiseres.
- Tu deves estar cansada, não necessitas dis…
- Eu faço-o, não tem problema. Oh, filhote, já aqui tás! Vêm à mamã, coisinha boa da mãe. Oh, meu pequenino…
Lady pegava em Fábio com todo o cuidado, aquela cena era ternurenta, enchia os olhos de Orphen e Inuyasha, como eles adoravam vê-la a mimar os seus filhos. Fábio olhou para Inuyasha e começou a se esticar todo em direcção a ele, balbuciava qualquer coisa e estava prestes a fazer birra. Lady sorria mas o seu sorriso facilmente mudou para um ar de espanto.
- Pa.. pá!
Orphen, Lady e Inuyasha olhavam espantados para o Fábio. Este continuava a querer ir para o colo de Inuyasha e dizia incansavelmente a palavra “Papá”.
- Agora até o Fábio? Estou a ver que ninguém quer mesmo me ver contigo, Lady. Estou a ver que todos preferem esse idiota com orelhas de cão!
Orphen empurra bruscamente a cadeira para trás e sai porta fora. Lady olhava para Inuyasha sem saber o que dizer, entendia perfeitamente aquela reacção de Orphen. Voltou a pôr o seu filho na cadeirinha e preparava-se para o levar até ao seu quarto.
- Lady… eu não tenho culpa…
- Não te preocupes Inuyasha, se o meu filho começou a te chamar de pai é porque ele gosta muito de ti. Estas reacções do Orphen só acabarão por fazer com que nos afastemos ainda mais. Mas é melhor assim, é preferível ele ficar com a SMoon do que comigo, pois o meu coração está a ser facilmente preenchido.. por ti! *sorriso meigo*
Inuyasha não sabia o que responder e vê Lady a sair da cozinha com o Fábio. Permaneceu sentado embevecido por aquelas últimas palavras ditas por Lady, nem dera conta que duas pessoas tinham acabado de entrar.
- E esta é a cozinha… Oh, Inuyasha! Não sabia que estavas aqui. Este é o meu futuro primo, Inuyasha, praticamente noivo da minha prima Lady, *sussurra* não faltará muito.
- *riso* Olá prazer, eu sou o Tamahome.
- Prazer… Se me dão licença, eu vou até lá fora, estou a precisar de arejar a cabeça.
- Claro, vai… Coitado, o que terá acontecido para ele estar naquele estado?
- Não sei…
Tamahome e Dgirl estavam sozinhos naquela enorme cozinha. Aquela mesa desocupada fazia surgir certas ideias na mente de Dgirl, mas esta abanava a cabeça, aquele não era nem o momento nem a hora apropriados para pensar naquelas coisas. Quando se vira para trás, as suas pernas fraquejam. Tamahome agarra-a e os seus corpos se roçavam. Dgirl subitamente cora, Tamahome sorri e beija-a. Aquele beijo era tão doce e suave. As suas bocas pareciam não se quererem desprender, o abraço de Tamahome tornou-se mais forte, os seus corpos quase se fundiam num só. Parecia que aqueles pensamentos que segundos antes estava a ter se estavam a realizar naquele momento, pois Dgirl sentia o seu corpo ser elevado e sentar-se em cima de algo sólido e frio. As suas pernas lentamente se abriam deixando outras pernas entrarem no meio. Os beijos se tornavam cada vez mais intensos até que Dgirl o afasta.
- Não, espera… eu mal te conheço!
- Desculpa, tens toda a razão… deixei-me levar…
- Mas bem que podemos continuar, mais uns beijos não mata ninguém…
Tamahome e Dgirl voltam a se envolver um no outro, os beijos eram cada vez mais quentes. A porta abre-se e uma rapariga entra, assim que vê aquela cena à sua frente, a sua expressão facial muda repentinamente.
- MAS O QUE VEM A SER ISTO?? ESTA FAMÍLIA ESTÁ COMPLETAMENTE DOIDA, ATÉ NA COZINHA!! MINHA MÃE DO CÉU!!
- Neptuno!!
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Queria, antes de mais, agradecer-vos a todas pelos vossos comentários
ficamos mesmo muito contentes em saber que estão a gostar e que pretendem ler mais capítulos
não deixem de comentar, a vossa opinião é importante para nós 
- Mas que estás tu aí a fazer em cima do meu médico DGIRL - grita Haruka furiosa
- E-eu… - saí de cima do médico, puxa a saía para baixo – Que pergunta prima, eu não tenho me sentido lá muito bem, então decidi vir ao hospital para saber o que se passava, e encontrei aqui o Eduardo, o meu Eduardo – olha-o com um sorriso maroto nos olhos – e…
- E…. nada!! Quem te deu essa confiança para o tratares de teu Eduardo?? Ele é meu DGIRL, é meu NAMORADO entendeste?? *raiva* E aí de ti se lhe tocas novamente, eu não sei o que te faço!!
Inuyasha e o médico encontravam-se lado a lado a examinar o pequeno Fábio enquanto as duas raparigas discutiam e quase andavam a porrada.
- Então Sr. Doutor está tudo bem com o Fabinho? A mãe dele disse que ele ultimamente anda com soluços por tudo e por nada, será grave?
- Você não é o pai dele?
- Não… quer dizer vou ser o padrasto *envergonhado*
- Ah seu malandro, está a aproximar-se do filho para chegar ao coração da mãe, faz muito bem *pisca o olho*
- Teu quê??? Só podes estar a delirar ele é meu, meu NAMORADO.
As duas raparigas começam a puxar os cabelos uma à outra enquanto vão dizendo “ele é meu, ele é meu, ele é meu”, enquanto isso Inuyasha veste o Fábio que acabara de ser examinado pelo médico.
- Bem, está tudo bem com o Fabinho, esses soluços às vezes podem ser por ele apanhar correntes de ar ou estar com a fraldinha molhada, tem que ter atenção a esses aspectos, mas mesmo assim eu vou passar um remédio que terá que lhe dar um colher de manhã e outra à noite – olhando para as duas raparigas – Mulheres…
- Ok senhor doutor – senta-se – Mulheres, mas nós não podemos viver sem elas…
- Pois não e elas estão a discutir mas não sabem que eu ando com mais *sussura* dez além delas.
- Está a brincar comigo não está???
- Claro que não, então você não reparou nas belas brasas que temos aqui no hospital?? Temos aqui com cada enfermeira de tirar o fôlego!
As duas raparigas param de repente, viram-se para eles que estavam sentados um em cada lado da secretaria e ambas os olham com raiva, faíscas saiam pelos seus olhos. Em passos lentos, elas se aproximam deles.
- Bem senhor doutor foi um prazer conhece-lo, obrigado pela receita e vou indo, adeus…. – Inuyasha saí a correr pela porta – Fabinho!!! – Volta para trás – Desculpem, esqueci-me do Fabinho – Volta a sair com o Fábio às suas costas – Ui! agora é que ele vai ver o que são elas, coitado!! – Inuyasha deixa o hospital e caminha até casa.
- Com que então mais dez, Eduardo???!!!
- Ainda dizia ele, Haruka, que eu era a mulher da vida dele!
- Ele também te dizia isso?? Seu baka, como podes fazer-nos isto?
- *Assustado* E-eu… desculpem… eu não queria enganar-vos… mas vocês são as duas maravilhosas…
- Haruka vamos embora! Deixa esse baka aí sozinho, mas tu não penses que isto fica assim pois depois de sairmos por aquela porta, toda a gente neste hospital saberá quem tu és, seu medico tarado e sedutor.
- Apoiada Dgirl, vamos!
- Mas…
As duas raparigas saem e batem com a porta. Pelos corredores vão segredando algumas palavras aos ouvidos de todas as enfermeiras e médicas que passavam, ao saírem do hospital ouvem um enorme grito vindo do escritório de Eduardo, os seus planos tinham dado certo e a esta hora Eduardo estaria a ser castigado.
- Desculpa prima Haruka, mas eu não sabia que o Eduardo andava contigo, eu gostava dele, aquele jeitinho sedutor dele me deixava louca.
- Oh prima fomos as duas enganadas por aquele baka, somos apenas umas vitimas daquele homenzinho! Vamos esquecer isso, anda por aí muitos homens lindos e maravilhosos com quem nos podemos divertir – olha para o lado e vê um moreno de olhos azuis, trazia uma bata branca vestida, este sorri para ela – Bem prima vais ter que ir sozinha para casa porque me lembrei que tenho um assunto muito urgente para tratar no banco, xauuuu – sai a correr em direcção ao lindo medico que vira.
- Banco?? Só se for no banco de doações do hospital! Esta Haruka não muda nada, sai à família *sorriso*
Dgirl ia caminhando até casa pensando no que se tinha passado a alguns minutos atrás.
- Como é possível um homem tratar assim as mulheres? As enganar daquela maneira… Será que algum dia vou encontrar o amor da minha vida? Um Homem que me faça a mulher mais feliz do mundo? Bem, acho que esse dia ainda está muito longe. *suspiro*
Dgirl avista um pequeno cãozinho com uma pata ferida no meio da rua, com pena decidi ir lá busca-lo, ao pegar no cãozinho vê um carro a alta velocidade em sua direcção mas esta fica sem reacção. Um rapaz que ali ia a passar vê a rapariga estática e corre até ela, agarra-a e os dois caem, por uns milímetros o carro não os apanhou. O pequeno cãozinho com a queda foi projectado para cima do passeio.
- Que estavas tu a fazer no meio da rua parada a ver o carro a alta velocidade na tua direcção?? Estás doida?? Querias morrer??
- Não, eu vinha a caminhar e vi o pequeno cãozinho magoado no meio da estrada, quando o peguei ao colo vi o carro mas fiquei sem reacção *lágrima*
- Não vale a pena chorares, eu compreendo, mas tens que ter mais cuidado. Vejo que és uma pessoa de bom coração, quase que davas a tua vida por um cãozinho *pisca o olho*
- *cora* Oh, apenas tenho pena destes pobres animais, mas obrigado. Porque se não fosses tu neste momento estaria a caminho do hospital, obrigado não sei como te hei-de agradecer.
- Mas eu sei, que tal me dizeres o teu nome?
- Sim claro, eu chamo-me Dgirl e tu?
- Eu sou o Tamahome, muito prazer.
- O prazer é todo meu! Podes me acompanhar até casa? Ou é pedir muito?
- Não, claro que não, vou com todo o gosto! Assim até nos conhecemos melhor.
Dgirl pega no cãozinho, os dois caminham em passos lentos até à casa da rapariga. Por momentos, Tamahome ia a falar mas Dgirl já não o ouvia pois ia perdida nos seus pensamentos, como aquele rapaz era generoso, tinha lhe salvo a vida e aceitou acompanha-la até casa, além disso era lindo, seria ele o rapaz que tanto ansiava que lhe aparecesse? Só o tempo o dirá…
[…]
Na mansão estava tudo calmo, Jujumoon ia a sair pela porta das traseiras que dava acesso para a garagem quando se esbarrou contra Janete, esta ia atrasada para o seu trabalho pois o despertador não tinha tocado e esta adormecera.
- Autch!! Janete – esfrega a cabeça – Quase que me matavas! Bem, já estás atrasada para o teu trabalho, mas será que me podias deixar no supermercado? É que queria fazer umas comprinhas, vou fazer uma receita nova para o jantar.
- Sim levo-te, mas só porque vais fazer uma receita nova. *sorriso* Mas para a próxima vê por onde andas.
As duas entram no carro e Janete sai a alta velocidade. Orphen ainda se encontrava sentado na cama com um ar muito cabisbaixo e perdido nos seus pensamentos. SMoon sai da casa de banho e fica preocupada com Orphen, mas tenta não dar muito a entender pois a partir daquele momento iria se tornar fria e se ele realmente quisesse ficar com ela teria que o provar e lutar por ela.
- Bem, vou voltar para o meu quarto.
- Ok…
Orphen não tinha olhado uma única vez para SMoon desde que ele voltara para o quarto. Pensava que ao ir falar com a Lady o ajudaria a saber que fazer, mas só ficou ainda mais confuso.
“Tenho de aprender a amar a SMoon… Ela agora é uma mulher, tem a sua própria personalidade. Eu tenho de esquecer a Lady!”, pensava Orphen determinado.
Levanta-se da cama e vai para a casa de banho. Toma um duche rápido, veste-se e vai tomar o pequeno-almoço, embora a hora já fosse um pouco tardia. Inuyasha entra em casa, vai até à cozinha e pousa a cadeirinha que trazia consigo em cima da mesa. O pequeno Fábio olha fixamente para o Inuyasha e sorria. Orphen entra.
- Então, que cara é essa? Parece que viste um fantasma…
- Não me apetece falar contigo agora, vê se finges que eu não me encontro aqui…
- Porque és sempre tão mal disposto comigo? Até parece que te fiz algum mal…
- E fizeste! Teres surgido na vida da Lady!
- Ainda isso? Não estás com a SMoon? Mas afinal queres o quê? Ficar com as duas, é?
Orphen engoliu em seco, Inuyasha tinha razão, a forma como ele agia dava perfeitamente a entender isso. Ele tinha que se decidir, de uma vez por todas, por quem haveria de lutar de agora em diante. Lady acabava de chegar do seu emprego, apareceu também ela na cozinha e sentiu um estranho aperto dentro de si quando se cruza com Orphen.
- Não precisas de ficar assim, eu estava já de saída.
- Não, fica… Ainda não deves de ter comido nada, eu preparo-te alguma coisa se quiseres.
- Tu deves estar cansada, não necessitas dis…
- Eu faço-o, não tem problema. Oh, filhote, já aqui tás! Vêm à mamã, coisinha boa da mãe. Oh, meu pequenino…
Lady pegava em Fábio com todo o cuidado, aquela cena era ternurenta, enchia os olhos de Orphen e Inuyasha, como eles adoravam vê-la a mimar os seus filhos. Fábio olhou para Inuyasha e começou a se esticar todo em direcção a ele, balbuciava qualquer coisa e estava prestes a fazer birra. Lady sorria mas o seu sorriso facilmente mudou para um ar de espanto.
- Pa.. pá!
Orphen, Lady e Inuyasha olhavam espantados para o Fábio. Este continuava a querer ir para o colo de Inuyasha e dizia incansavelmente a palavra “Papá”.
- Agora até o Fábio? Estou a ver que ninguém quer mesmo me ver contigo, Lady. Estou a ver que todos preferem esse idiota com orelhas de cão!
Orphen empurra bruscamente a cadeira para trás e sai porta fora. Lady olhava para Inuyasha sem saber o que dizer, entendia perfeitamente aquela reacção de Orphen. Voltou a pôr o seu filho na cadeirinha e preparava-se para o levar até ao seu quarto.
- Lady… eu não tenho culpa…
- Não te preocupes Inuyasha, se o meu filho começou a te chamar de pai é porque ele gosta muito de ti. Estas reacções do Orphen só acabarão por fazer com que nos afastemos ainda mais. Mas é melhor assim, é preferível ele ficar com a SMoon do que comigo, pois o meu coração está a ser facilmente preenchido.. por ti! *sorriso meigo*
Inuyasha não sabia o que responder e vê Lady a sair da cozinha com o Fábio. Permaneceu sentado embevecido por aquelas últimas palavras ditas por Lady, nem dera conta que duas pessoas tinham acabado de entrar.
- E esta é a cozinha… Oh, Inuyasha! Não sabia que estavas aqui. Este é o meu futuro primo, Inuyasha, praticamente noivo da minha prima Lady, *sussurra* não faltará muito.
- *riso* Olá prazer, eu sou o Tamahome.
- Prazer… Se me dão licença, eu vou até lá fora, estou a precisar de arejar a cabeça.
- Claro, vai… Coitado, o que terá acontecido para ele estar naquele estado?
- Não sei…
Tamahome e Dgirl estavam sozinhos naquela enorme cozinha. Aquela mesa desocupada fazia surgir certas ideias na mente de Dgirl, mas esta abanava a cabeça, aquele não era nem o momento nem a hora apropriados para pensar naquelas coisas. Quando se vira para trás, as suas pernas fraquejam. Tamahome agarra-a e os seus corpos se roçavam. Dgirl subitamente cora, Tamahome sorri e beija-a. Aquele beijo era tão doce e suave. As suas bocas pareciam não se quererem desprender, o abraço de Tamahome tornou-se mais forte, os seus corpos quase se fundiam num só. Parecia que aqueles pensamentos que segundos antes estava a ter se estavam a realizar naquele momento, pois Dgirl sentia o seu corpo ser elevado e sentar-se em cima de algo sólido e frio. As suas pernas lentamente se abriam deixando outras pernas entrarem no meio. Os beijos se tornavam cada vez mais intensos até que Dgirl o afasta.
- Não, espera… eu mal te conheço!
- Desculpa, tens toda a razão… deixei-me levar…
- Mas bem que podemos continuar, mais uns beijos não mata ninguém…
Tamahome e Dgirl voltam a se envolver um no outro, os beijos eram cada vez mais quentes. A porta abre-se e uma rapariga entra, assim que vê aquela cena à sua frente, a sua expressão facial muda repentinamente.
- MAS O QUE VEM A SER ISTO?? ESTA FAMÍLIA ESTÁ COMPLETAMENTE DOIDA, ATÉ NA COZINHA!! MINHA MÃE DO CÉU!!
- Neptuno!!
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Queria, antes de mais, agradecer-vos a todas pelos vossos comentários
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Ai este amores e desamores ... há sempre uma relação inacabada , falo daquele pequena história que se passou com a haruka e a Dgirl . será que nesta hsitória haverá um amor como deve ser ? sem haver complicações ? ... ok eu sei que o amor é complicado , mas não assim tanto e também acho que estas meninas são precipitadas demais ora se metem ou conheçem um tipo assim do nada e logo começa a ter ideias não sei do que ... .
Mas , sim porque há sempre um mas a relação entre a Lady e inuyasha parece estar a dar frutos , vistos que ela se está a deslargar de Orphen a ver se este cai nas mãos de Smoon . espero ver nos próximos capitulos evoluções na relação de Orphen com a Smoon , ou haverá outro desamor com a filha de lady com ele a trai-la com a própria mãe ? .
e agora a relação de tamoshe e a Dgirl . Bolas aquela rapariga não perde tempo
. Felizmente ( acho que é o mais correcto) a Neptuno aprecerer naquele momento . o que virá a seguir ? .
bom , continuem com a história está muito romântica e cómica .
Mas , sim porque há sempre um mas a relação entre a Lady e inuyasha parece estar a dar frutos , vistos que ela se está a deslargar de Orphen a ver se este cai nas mãos de Smoon . espero ver nos próximos capitulos evoluções na relação de Orphen com a Smoon , ou haverá outro desamor com a filha de lady com ele a trai-la com a própria mãe ? .
e agora a relação de tamoshe e a Dgirl . Bolas aquela rapariga não perde tempo
. Felizmente ( acho que é o mais correcto) a Neptuno aprecerer naquele momento . o que virá a seguir ? . bom , continuem com a história está muito romântica e cómica .
Capitulo 13
- Sim sou eu, porquê o espanto?? Até parece que nunca me viste! Já eu não posso dizer o mesmo, nunca pensei te encontrar nessas… nessas circunstâncias, Dgirl! A minha única prima ajuizada corrompida pela taradice..! Ai! Que até me dá uma coisinha má… *ligeira tontura*
- Oh prima, não exageres! – arranja-se – Não é nada do que estás para aí a pensar, ahm… eu apenas vim mostrar a casa ao Tamahome que me salvou de ser atropelada.
- Pois e ficaste-te pela cozinha, não foi? Não podiam esperar até lhe mostrares o quarto? Ai o que eu sofro com esta família… definitivamente tenho de ir urgentemente para um convento, antes que morra de desgosto.
- Mas quem é ela, Dgirl? *confuso*
- Ah! Desculpa, esqueci-me de vos apresentar – coloca-se ao lado dos dois e aponta para a Neptuno – esta é a Neptuno, a minha prima mal-humorada e resmungona. *riso* Prima este é o Tamahome – aponta para Tamahome.
- Prazer Neptuno, já vi que não tens sentido de humor, por isso…
- Olha, eu não tenho prazer nenhum em te conhecer! Nem me conhece e chama-me de mal-humorada! SEU TARADO, INDECENTE!! A aproveitar-se de uma rapariga inocente na sua própria cozinha e ainda me insulta! Bah! – saí a resmungar pela cozinha fora mas volta atrás – Dona Dgirl, veja lá se despacha aí o rapazito! Eu que não vos volte a ver nessas indecências!!
- Mas que é isto Dgirl, a tua prima é doida!
- Eu ouvi…
- *gota* Bem, é melhor eu ir-me embora antes que ela me mate ou qualquer coisa parecida *riso*
- Eu acompanho-te até à porta.
Dgirl acompanhou Tamahome até à porta onde trocaram os seus números de telefone e despediram-se com um longo e doce beijo. Enquanto isso, Neptuno ia subindo as escadas devagar e a pensar que todas as pessoas a chamavam de mal-humorada, ela sentia-se injustiçada, afinal era a maneira de ela ser não tinha culpa de gostar de tudo certinho e de não ser uma tarada como o resto das mulheres daquela família. Lady ia deitar o seu pequeno filhote quando se cruza com uma rapariga bem vestida, cabelo esticado, de saia justa pelo joelho e com uma casaco onde se podia ver as golas da camisa sobre ele.
- *espantada* SMoon??!! Mas tu tás… linda filha… Nem te reconhecia! Onde vais assim vestida??
- *embaraçada* Oh mamã não digas isso, espero que não te importes mas tirei esta roupa do teu armário. É que vou a uma entrevista de emprego e preciso de ir bem vestida.
- Claro que não me importo, elas ficam te bem e tudo – Fábio reclama e estica-se no colo de Lady inclinando se para SMoon – Olha até o teu irmão gostou de te ver assim vestida. *riso*
- Mano mais lindo da mana, agora não posso pegar em ti porque estou atrasada, mas quando a mana voltar traz um lindo brinquedo e brinca contigo está bem? – SMoon dá um beijo na bochecha do seu mano que estava todo contente pela promessa da sua irmã – Agora tenho que ir.
- Hei!! E a mim?? Não mereço um beijo também?
- Sim, claro mamã! Mereces mais que um – SMoon enche Lady de beijos – Bem, tenho que ir mamã, até logo.
- Lambuzou-me toda aquela maluca. *risos*
Lady entra no quarto dos seus filhos e deita o pequeno Fábio no berço, embala-o e canta uma canção harmoniosa para ele adormecer. SMoon desce as escadas a correr, tal era a sua pressa que nem viu Neptuno, as duas chocam uma com a outra e por pouco as duas não caíram pelas escadas a baixo.
- *agarrada ao corrimão das escadas* Mas tu estás doida SMoon?? Queres me matar?? Mas está tudo doido nesta casa?? *senta-se no degrau das escadas* Mas que pressa é essa??
- Desculpa prima, foi sem querer! É que vou com muita pressa, tenho uma entrevista de emprego e já estou atrasada! Eu não vi que vinhas a subir as escadas, desculpa prima, foi sem querer.
- *pensa* Vá lá, esta ao menos não me chamou mal-humorada, talvez seja a minha única salvação.
- Porque te haveria de chamar mal-humorada?? E sou a tua única salvação para quê, prima??
- Mas… mas como é que sabes o que eu estava a pensar??
- *gota* Desculpa prima mas li-te os pensamentos, foi sem querer desculpa, isto não volta acontecer.
- Espero bem que não, mas logo falamos pode ser SMoon? Quero te propor um acordo contra estas taradas da família, e sei que poderei contar contigo, né priminha? *pisca olho*
- Bem prima é melhor falarmos logo para me explicares as ideias malucas que andam aí nessa cabecinha *risos* Tchau prima, até logo.
- Sempre a correr, sempre a correr! Bem, é melhor pôr o meu plano em prática… com certeza a SMoon ficará do meu lado, afinal ela lá no fundo ainda é uma criança.
SMoon vai a sair pela porta quando se esbarra com um belo rapaz alto de longos cabelos brancos com umas orelhas pontiagudas e com uma lua num tom azul-escuro na sua testa, os seus corpos ficaram colados e os seus olhares ficaram presos um no outro por breves segundos.
- Desculpa *pensa* Ai, eu hoje ando a pedir desculpa muitas vezes. – afasta-se do desconhecido – Mas quem és tu? Magoei-te? É que estou com muita pressa.
- Eu encontrei-o lá fora, ele disse-me que é irmão do Inuyasha e que andava atrás dele, então eu o trouxe até aqui.
- *gota* Orphen, estavas aí? Nem te tinha visto.
- Pois, eu reparei…
- Mas como te chamas? És mesmo irmão do Inuyasha? Vendo assim vocês até são parecidos, só não tens uma orelhas tão kawaiis como as do Inuyasha. *riso*
- Oh, assim fico triste. *riso* Sim sou irmão do Inuyasha, chamo-me Sesshoumaru e tu como te chamas? Deves ter um nome lindo, tal como tu.
- *cora* Eu chamo-me SMoon, mas tenho que ir, estou mesmo com muita pressa! Vemo-nos por aí! *pisca o olho*
- Ela é mesmo bonita, não achas Orphen?
- É, tal como a mãe…
- Não sei, não conheço a mãe dela.
- Mas vais conhecer, ela é a tua futura cunhada *furioso*
- Estou a ver que não tas muito de acordo com isso.
- Não, não estou! A culpa é toda do teu irmão, nunca deveria ter aparecido nas nossas vidas!
- Bem, deixa lá isso. Estou a ver que esta casa é recheada de mulheres bonitas. – olha para as escadas onde ainda se encontrava Neptuno perdida nos seus pensamentos – Quem é aquela bela rapariga?
- Ah aquela? É a Neptuno, mas tem cuidado ela é muito mal-humorada, está sempre a discutir com toda a gente, tem cá um feitiozinho.
- EU OUVI ISSO!! *furiosa*
- *engole em seco/gota/risinho nervoso* Ahah, Neptuno, estavas a ouvir… Eu… Ahm… Este é o Sesshoumaru, irmão do Inu-bakemono.. quero dizer *abana a cabeça* do Inuyasha!
- Pois pois… Se estás à procura do Inuyasha, ele está no quarto da Lady. Agora também passa lá a vida. *resmunga*
- E a senhorita bonita podia o informar que tem aqui o irmão à espera dele? *sorriso sedutor*
Neptuno olha para aquele sorriso e sente o seu coração mais acelerado do que o normal. Porquê sentir aquilo naquele momento? E, o que era aquele sentimento? Normal seria tal fazer com que a pessoa ficasse mais calma, mas em Neptuno tinha o efeito contrário, a deixava ainda mais nervosa e também atrapalhada.
- Eu… não sou tua criada!! Se queres ir lá sobe para cima… quero dizer… sobe os degraus… ai! As escadas! Pah, tu percebeste!! – Neptuno fica muito vermelha e sobe as escadas a correr
- *risos* Aquela rapariga é estranha, mas muito engraçada. Agrada-me.
- Hum? A Neptuno.. agrada-te? Porquê?
- Tem uma personalidade forte, verás que conseguirei lhe dar a volta. *pisca o olho*
- *riso* Quero ver isso.
Como que se adivinhasse, Inuyasha estava naquele momento a descer as escadas, Lady estava a seu lado. Vinham os dois a conversar e a rir, o que fez não notarem a presença de Sesshoumaru e Orphen. Quando passam por eles os dois, Orphen finge que tosse.
- Oh, Orphen! Nem te vi. Ahh, quem é esse?
- Sessh.. Sesshoumaru?? O que fazes aqui??
Inuyasha abraça o seu irmão e dá umas três palmadinhas nas suas costas. Sesshoumaru faz o mesmo sem tirar os olhos de Lady, já esta olhava interrogativamente para Orphen.
- À quanto tempo! O que fazes aqui?
- Vim te ver. Andei à tua procura pela tua antiga casa e disseram-me que te tinhas mudado para a única mansão enorme que havia neste bairro. Não foi mesmo nada difícil encontrar esta casa. Não me vais apresentar a essa bela senhora?
- *desconfiado* Sim, claro. Esta é a minha noiva, Lady. Lady, este é o meu irmão Sesshoumaru.
- Muito prazer, minha senhora. – diz Sesshoumaru com uma voz sedutora pegando na mão de Lady e dando um beijo nas costas desta, sem nunca tirar o seu olhar do de Lady
- *nervosa* Ahm.. prazer. Mas já agora, uma rectificação. – Lady olha para a cara de espanto de Orphen e depois vira-se novamente para Sesshoumaru – Eu não sou noiva do Inuyasha, ele é que tem esta mania de dizer a toda a gente que vamo-nos casar. Enfim…
- Oh Lady, não sejas tão modesta…
*PÁS!* Lady dera o seu habitual estalo na face de Inuyasha e vira-lhe costas, encaminhando Sesshoumaru e Orphen até uma sala de estar mais pequena do que a que se encontrava no quarto andar.
- Entrem… Sentem-se. Querem tomar alguma coisa?
- Não, obrigada. – respondem os dois em uníssono
Inuyasha entra na sala e senta-se ao lado de Lady. Os quatro ficam em silêncio por momentos até que Sesshoumaru o quebra.
- Gostava de falar com o dono desta mansão.
- Hum? Para quê? – pergunta Lady espantada
- Queria pedir permissão para me deixar permanecer aqui durante umas semanas. Estou aqui em negócios e não queria estar a alugar uma casa para apenas umas noites. Se não puder ser, eu compreenderei e…
- Nada disso! Claro que podes ficar *sorriso* Eu providenciarei um dos quartos de hóspedes para ti. Fica cá o tempo que quiseres, será um prazer ter-te connosco.
- Muito obrigado, bela senhora.
- *risos* Ora essa, trata-me apenas por Lady. E agora se me dão licença, eu tenho de ir lá acima, pois esqueci-me da minha mala e tenho de sair daqui a pouco para o trabalho. Estejam à vontade.
- Ah… Senhorita Lady?
- Trata-me apenas por Lady, sem o senhorita. *sorriso* Diz.
- Gostaria de falar com a… *cochicha para o Orphen* Como é mesmo o nome dela? *volta-se para a Lady* Ah sim! Neptuno!
- Porque queres falar com a Neptuno? *espantada*
- Não pense que sou algum pervertido, mas aquela rapariga encantou-me.
- *risos* Estou a ver, estou a ver. Bem, ela é um pouco resmungona mas muito boa rapariga. Eu lhe direi para descer e vir até aqui, mas penso que ela não irá aceitar. De qualquer modo, o tentarei.
- Muito agradecido.
- Deixa-te dessas formalidades. *riso* Aqui podes nos tratar por “tu” que não tem problema nenhum. E agora se me dão licença, tenho mesmo de ir embora, não gosto de me atrasar. Até logo!
Passaram-se apenas quinze minutos desde que Lady havia deixado aquela pequena sala de estar. Uma rapariga entrou na sala sem sequer bater à porta e olhou para todos os presentes. Ao ver que só se encontravam homens, principalmente aquele que encontrara uma hora antes no hall de entrada, ficou um pouco intimidada. Sem sair de ao pé da porta e sem largar a maçaneta, disse:
- Alguém daqui me chamou? O que pretendem de mim?
- Podes largar a porta, ela não vai cair.
- Ah ah, que engraçadinho Orphen. Vê lá se não te cai um dentinho com tanta piada. Então, quem e o que quer de mim?
Inuyasha e Orphen levantam-se e caminham ao encontro de Neptuno. Esta fica com algum receio do que aqueles dois poderiam fazer. Ambos passam por ela e esta respira de alívio, mas não por muito tempo. Orphen e Inuyasha olham-se entre si e sorriem ironicamente, empurram Neptuno para dentro da sala e fecham a porta, trancando-a. Neptuno caminha aos tropeções e quase cai, pois é amparada por Sesshoumaru. Atrapalhada, tenta se debater contra aqueles braços fortes, mas acaba por fazer com que ambos caíssem ao chão. Sesshoumaru fica por cima de Neptuno, as suas caras ficam bastante próximas uma da outra, o olhar de Sesshoumaru prende-se com o dela e subitamente, sem nenhuma palavra trocada, Sesshoumaru beija os lábios de Neptuno.
- Sim sou eu, porquê o espanto?? Até parece que nunca me viste! Já eu não posso dizer o mesmo, nunca pensei te encontrar nessas… nessas circunstâncias, Dgirl! A minha única prima ajuizada corrompida pela taradice..! Ai! Que até me dá uma coisinha má… *ligeira tontura*
- Oh prima, não exageres! – arranja-se – Não é nada do que estás para aí a pensar, ahm… eu apenas vim mostrar a casa ao Tamahome que me salvou de ser atropelada.
- Pois e ficaste-te pela cozinha, não foi? Não podiam esperar até lhe mostrares o quarto? Ai o que eu sofro com esta família… definitivamente tenho de ir urgentemente para um convento, antes que morra de desgosto.
- Mas quem é ela, Dgirl? *confuso*
- Ah! Desculpa, esqueci-me de vos apresentar – coloca-se ao lado dos dois e aponta para a Neptuno – esta é a Neptuno, a minha prima mal-humorada e resmungona. *riso* Prima este é o Tamahome – aponta para Tamahome.
- Prazer Neptuno, já vi que não tens sentido de humor, por isso…
- Olha, eu não tenho prazer nenhum em te conhecer! Nem me conhece e chama-me de mal-humorada! SEU TARADO, INDECENTE!! A aproveitar-se de uma rapariga inocente na sua própria cozinha e ainda me insulta! Bah! – saí a resmungar pela cozinha fora mas volta atrás – Dona Dgirl, veja lá se despacha aí o rapazito! Eu que não vos volte a ver nessas indecências!!
- Mas que é isto Dgirl, a tua prima é doida!
- Eu ouvi…
- *gota* Bem, é melhor eu ir-me embora antes que ela me mate ou qualquer coisa parecida *riso*
- Eu acompanho-te até à porta.
Dgirl acompanhou Tamahome até à porta onde trocaram os seus números de telefone e despediram-se com um longo e doce beijo. Enquanto isso, Neptuno ia subindo as escadas devagar e a pensar que todas as pessoas a chamavam de mal-humorada, ela sentia-se injustiçada, afinal era a maneira de ela ser não tinha culpa de gostar de tudo certinho e de não ser uma tarada como o resto das mulheres daquela família. Lady ia deitar o seu pequeno filhote quando se cruza com uma rapariga bem vestida, cabelo esticado, de saia justa pelo joelho e com uma casaco onde se podia ver as golas da camisa sobre ele.
- *espantada* SMoon??!! Mas tu tás… linda filha… Nem te reconhecia! Onde vais assim vestida??
- *embaraçada* Oh mamã não digas isso, espero que não te importes mas tirei esta roupa do teu armário. É que vou a uma entrevista de emprego e preciso de ir bem vestida.
- Claro que não me importo, elas ficam te bem e tudo – Fábio reclama e estica-se no colo de Lady inclinando se para SMoon – Olha até o teu irmão gostou de te ver assim vestida. *riso*
- Mano mais lindo da mana, agora não posso pegar em ti porque estou atrasada, mas quando a mana voltar traz um lindo brinquedo e brinca contigo está bem? – SMoon dá um beijo na bochecha do seu mano que estava todo contente pela promessa da sua irmã – Agora tenho que ir.
- Hei!! E a mim?? Não mereço um beijo também?
- Sim, claro mamã! Mereces mais que um – SMoon enche Lady de beijos – Bem, tenho que ir mamã, até logo.
- Lambuzou-me toda aquela maluca. *risos*
Lady entra no quarto dos seus filhos e deita o pequeno Fábio no berço, embala-o e canta uma canção harmoniosa para ele adormecer. SMoon desce as escadas a correr, tal era a sua pressa que nem viu Neptuno, as duas chocam uma com a outra e por pouco as duas não caíram pelas escadas a baixo.
- *agarrada ao corrimão das escadas* Mas tu estás doida SMoon?? Queres me matar?? Mas está tudo doido nesta casa?? *senta-se no degrau das escadas* Mas que pressa é essa??
- Desculpa prima, foi sem querer! É que vou com muita pressa, tenho uma entrevista de emprego e já estou atrasada! Eu não vi que vinhas a subir as escadas, desculpa prima, foi sem querer.
- *pensa* Vá lá, esta ao menos não me chamou mal-humorada, talvez seja a minha única salvação.
- Porque te haveria de chamar mal-humorada?? E sou a tua única salvação para quê, prima??
- Mas… mas como é que sabes o que eu estava a pensar??
- *gota* Desculpa prima mas li-te os pensamentos, foi sem querer desculpa, isto não volta acontecer.
- Espero bem que não, mas logo falamos pode ser SMoon? Quero te propor um acordo contra estas taradas da família, e sei que poderei contar contigo, né priminha? *pisca olho*
- Bem prima é melhor falarmos logo para me explicares as ideias malucas que andam aí nessa cabecinha *risos* Tchau prima, até logo.
- Sempre a correr, sempre a correr! Bem, é melhor pôr o meu plano em prática… com certeza a SMoon ficará do meu lado, afinal ela lá no fundo ainda é uma criança.
SMoon vai a sair pela porta quando se esbarra com um belo rapaz alto de longos cabelos brancos com umas orelhas pontiagudas e com uma lua num tom azul-escuro na sua testa, os seus corpos ficaram colados e os seus olhares ficaram presos um no outro por breves segundos.
- Desculpa *pensa* Ai, eu hoje ando a pedir desculpa muitas vezes. – afasta-se do desconhecido – Mas quem és tu? Magoei-te? É que estou com muita pressa.
- Eu encontrei-o lá fora, ele disse-me que é irmão do Inuyasha e que andava atrás dele, então eu o trouxe até aqui.
- *gota* Orphen, estavas aí? Nem te tinha visto.
- Pois, eu reparei…
- Mas como te chamas? És mesmo irmão do Inuyasha? Vendo assim vocês até são parecidos, só não tens uma orelhas tão kawaiis como as do Inuyasha. *riso*
- Oh, assim fico triste. *riso* Sim sou irmão do Inuyasha, chamo-me Sesshoumaru e tu como te chamas? Deves ter um nome lindo, tal como tu.
- *cora* Eu chamo-me SMoon, mas tenho que ir, estou mesmo com muita pressa! Vemo-nos por aí! *pisca o olho*
- Ela é mesmo bonita, não achas Orphen?
- É, tal como a mãe…
- Não sei, não conheço a mãe dela.
- Mas vais conhecer, ela é a tua futura cunhada *furioso*
- Estou a ver que não tas muito de acordo com isso.
- Não, não estou! A culpa é toda do teu irmão, nunca deveria ter aparecido nas nossas vidas!
- Bem, deixa lá isso. Estou a ver que esta casa é recheada de mulheres bonitas. – olha para as escadas onde ainda se encontrava Neptuno perdida nos seus pensamentos – Quem é aquela bela rapariga?
- Ah aquela? É a Neptuno, mas tem cuidado ela é muito mal-humorada, está sempre a discutir com toda a gente, tem cá um feitiozinho.
- EU OUVI ISSO!! *furiosa*
- *engole em seco/gota/risinho nervoso* Ahah, Neptuno, estavas a ouvir… Eu… Ahm… Este é o Sesshoumaru, irmão do Inu-bakemono.. quero dizer *abana a cabeça* do Inuyasha!
- Pois pois… Se estás à procura do Inuyasha, ele está no quarto da Lady. Agora também passa lá a vida. *resmunga*
- E a senhorita bonita podia o informar que tem aqui o irmão à espera dele? *sorriso sedutor*
Neptuno olha para aquele sorriso e sente o seu coração mais acelerado do que o normal. Porquê sentir aquilo naquele momento? E, o que era aquele sentimento? Normal seria tal fazer com que a pessoa ficasse mais calma, mas em Neptuno tinha o efeito contrário, a deixava ainda mais nervosa e também atrapalhada.
- Eu… não sou tua criada!! Se queres ir lá sobe para cima… quero dizer… sobe os degraus… ai! As escadas! Pah, tu percebeste!! – Neptuno fica muito vermelha e sobe as escadas a correr
- *risos* Aquela rapariga é estranha, mas muito engraçada. Agrada-me.
- Hum? A Neptuno.. agrada-te? Porquê?
- Tem uma personalidade forte, verás que conseguirei lhe dar a volta. *pisca o olho*
- *riso* Quero ver isso.
Como que se adivinhasse, Inuyasha estava naquele momento a descer as escadas, Lady estava a seu lado. Vinham os dois a conversar e a rir, o que fez não notarem a presença de Sesshoumaru e Orphen. Quando passam por eles os dois, Orphen finge que tosse.
- Oh, Orphen! Nem te vi. Ahh, quem é esse?
- Sessh.. Sesshoumaru?? O que fazes aqui??
Inuyasha abraça o seu irmão e dá umas três palmadinhas nas suas costas. Sesshoumaru faz o mesmo sem tirar os olhos de Lady, já esta olhava interrogativamente para Orphen.
- À quanto tempo! O que fazes aqui?
- Vim te ver. Andei à tua procura pela tua antiga casa e disseram-me que te tinhas mudado para a única mansão enorme que havia neste bairro. Não foi mesmo nada difícil encontrar esta casa. Não me vais apresentar a essa bela senhora?
- *desconfiado* Sim, claro. Esta é a minha noiva, Lady. Lady, este é o meu irmão Sesshoumaru.
- Muito prazer, minha senhora. – diz Sesshoumaru com uma voz sedutora pegando na mão de Lady e dando um beijo nas costas desta, sem nunca tirar o seu olhar do de Lady
- *nervosa* Ahm.. prazer. Mas já agora, uma rectificação. – Lady olha para a cara de espanto de Orphen e depois vira-se novamente para Sesshoumaru – Eu não sou noiva do Inuyasha, ele é que tem esta mania de dizer a toda a gente que vamo-nos casar. Enfim…
- Oh Lady, não sejas tão modesta…
*PÁS!* Lady dera o seu habitual estalo na face de Inuyasha e vira-lhe costas, encaminhando Sesshoumaru e Orphen até uma sala de estar mais pequena do que a que se encontrava no quarto andar.
- Entrem… Sentem-se. Querem tomar alguma coisa?
- Não, obrigada. – respondem os dois em uníssono
Inuyasha entra na sala e senta-se ao lado de Lady. Os quatro ficam em silêncio por momentos até que Sesshoumaru o quebra.
- Gostava de falar com o dono desta mansão.
- Hum? Para quê? – pergunta Lady espantada
- Queria pedir permissão para me deixar permanecer aqui durante umas semanas. Estou aqui em negócios e não queria estar a alugar uma casa para apenas umas noites. Se não puder ser, eu compreenderei e…
- Nada disso! Claro que podes ficar *sorriso* Eu providenciarei um dos quartos de hóspedes para ti. Fica cá o tempo que quiseres, será um prazer ter-te connosco.
- Muito obrigado, bela senhora.
- *risos* Ora essa, trata-me apenas por Lady. E agora se me dão licença, eu tenho de ir lá acima, pois esqueci-me da minha mala e tenho de sair daqui a pouco para o trabalho. Estejam à vontade.
- Ah… Senhorita Lady?
- Trata-me apenas por Lady, sem o senhorita. *sorriso* Diz.
- Gostaria de falar com a… *cochicha para o Orphen* Como é mesmo o nome dela? *volta-se para a Lady* Ah sim! Neptuno!
- Porque queres falar com a Neptuno? *espantada*
- Não pense que sou algum pervertido, mas aquela rapariga encantou-me.
- *risos* Estou a ver, estou a ver. Bem, ela é um pouco resmungona mas muito boa rapariga. Eu lhe direi para descer e vir até aqui, mas penso que ela não irá aceitar. De qualquer modo, o tentarei.
- Muito agradecido.
- Deixa-te dessas formalidades. *riso* Aqui podes nos tratar por “tu” que não tem problema nenhum. E agora se me dão licença, tenho mesmo de ir embora, não gosto de me atrasar. Até logo!
Passaram-se apenas quinze minutos desde que Lady havia deixado aquela pequena sala de estar. Uma rapariga entrou na sala sem sequer bater à porta e olhou para todos os presentes. Ao ver que só se encontravam homens, principalmente aquele que encontrara uma hora antes no hall de entrada, ficou um pouco intimidada. Sem sair de ao pé da porta e sem largar a maçaneta, disse:
- Alguém daqui me chamou? O que pretendem de mim?
- Podes largar a porta, ela não vai cair.
- Ah ah, que engraçadinho Orphen. Vê lá se não te cai um dentinho com tanta piada. Então, quem e o que quer de mim?
Inuyasha e Orphen levantam-se e caminham ao encontro de Neptuno. Esta fica com algum receio do que aqueles dois poderiam fazer. Ambos passam por ela e esta respira de alívio, mas não por muito tempo. Orphen e Inuyasha olham-se entre si e sorriem ironicamente, empurram Neptuno para dentro da sala e fecham a porta, trancando-a. Neptuno caminha aos tropeções e quase cai, pois é amparada por Sesshoumaru. Atrapalhada, tenta se debater contra aqueles braços fortes, mas acaba por fazer com que ambos caíssem ao chão. Sesshoumaru fica por cima de Neptuno, as suas caras ficam bastante próximas uma da outra, o olhar de Sesshoumaru prende-se com o dela e subitamente, sem nenhuma palavra trocada, Sesshoumaru beija os lábios de Neptuno.

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