Sailor Moon - A nova batalha
Aki vai mais um capitulo, enorme, espero k gostem! Estará dividido em duas partes, eu posto a segunda logo a seguir à primeira!
Comentem
Cap. X – Memórias. Se eu pudesse mudar o destino.
Michiru olhava a chuva que caía. Estava completamente absorta em pensamentos. Haruka adoecera no dia anterior. Não era nada de grave, apenas uma gripe, mas, mesmo assim, Michiru não fora às aulas nesse dia só para estar com ela. Enquanto a sua “paciente” dormia, sentara-se na sala a ler um livro, no entanto a sua cabeça estava demasiado cheia para se poder concentrar na leitura. Por isso fora para a janela.
Michiru relembrava com saudades quando tinham uma vida normal. Lembrava-se de como conhecera Haruka, do grande amor e da grande admiração que sentiu por ela da primeira vez que a vira. De como a salvara, de lhe ter alertado das consequências de se tornar numa sailor, da vida que deixaria para trás. No entanto ela não parecera assustada com isso. Era bom ter uma companheira, era bom ter alguém que a quem amar mais do que a si próprio. Michiru estava certa de que Haruka daria a vida por ela. Por sua parte Michiru faria todos os sacrifícios para a ajudar.
Lembrou-se do que tinham sofrido, de como julgaram que iam morrer ao descobrirem que eram as portadoras dos talismãs. Lembrou-se de como tinham assistido à luta de Sailor Moon com a Mistress 9. Lembrou-se da solidão em que vivia no seu planeta. Lembrou-se dos seus esforços para derrotar Galáxia, de como tinham passado para o lado do mal e como tinham sucumbido apenas com a esperança de que a sua princesa as salvaria.
Porque não poderiam elas ter uma vida normal? Como quando viviam com Setsuna e Hotaru, tinham sido os momentos mais próximos da vida normal desde há muito tempo.
Michiru tinha um sonho, o de tornar-se uma grande violinista, mas queria ter Haruka ao seu lado. Poder viver uma vida como qualquer humano. No entanto, a sua missão era importante, Michiru não era uma pessoa de desistir. Enquanto a sua companheira fosse, ela também iria. Não seria perigosa aquela confiança cega que tinham uma pela outra? Perguntara-lhes uma vez alguém.
Não… Elas sabiam que podiam confiar uma na outra. Estavam unidas pelo destino e pela promessa que tinham feito uma à outra.
Agora relembrava aquela tarde, na praia. Relembrava as palavras de Haruka:
“ – Se morreres antes de cumprir-mos a nossa missão, eu prosseguirei e cumprirei a missão. Se a única maneira de cumprir algo for morreres eu matar-te-ei. Mas depois, seguir-te-ei nos caminhos da morte e poderemos estar juntas de novo.”
Lembrara-se da promessa que fizeram uma à outra:
“ – Temos de fazer tudo o possível para encontrar os talismãs, se alguma de nós morrer a outra deve continuar a sua missão. Não devemos olhar para trás.”
De repente, ouviu-se um alarme vindo de uma espécie de relógio que Michiru tinha no pulso. Alguém estava em perigo! No entanto Michiru desligou o alarme com um sorriso leve.
- Se há tantas sailors por aí, – murmurou – alguém irá salvar quem quer que esteja a sofrer…
E levantou-se para ir ver como estava Haruka.
Bunny estava a ir para casa depois da escola. Parecia estar triste, mas não era por causa da escola. Na verdade, também ela estava perdida em pensamentos. Não em memórias, mas sim em preocupações. Gonçalo fora finalmente para os Estados Unidos e Bunny sentia-se só. Tinha as amigas: as antigas e as novas. Mas faltava qualquer coisa. Faltava alguém que estivesse ao pé dela, em quem pudesse confiar.
Era certo que Gonçalo lhe ligava todos os dias e mandava postais, mas continuava a sentir aquele vazio estranho. Resolvera não lhe contar o que se estava a passar: o aparecimento do novo inimigo e tudo o resto. Ela não queria que ele se preocupasse. De qualquer forma, Gonçalo voltaria em Janeiro. Se estavam em Outubro isso queria dizer que faltavam ainda alguns meses para se verem.
Bunny parou de andar. Chegara a casa. Abriu a porta e gritou:
- Cheguei!
- Bunny, chegaste mesmo a tempo. – Disse Chico aparecendo da sala enquanto segurava o telefone portátil. – O Gonçalo acaba de ligar, ia dizer-lhe que não estavas mas chegaste…
- A sério? – Exclamou Bunny com um grande sorriso nos lábios. – Depressa dá cá o telefone!
- Hum… Acho que não dou, apanha-o se conseguires! – Exclamou Chico. E começou a correr pela casa segurando o telefone por cima da cabeça como se este fosse um troféu.
- Seu patife!!! Dá cá isso!! – Bunny começou a correr atrás do irmão, mas rapidamente se cansou e estatelou-se no chão ficando a olhar para ele pela janela do pátio. – Seu anormal! Hei de me vingar de ti! Dá-me cá o telefone! - Bunny estava prestes a chorar. Àquela hora Gonçalo já teria desligado!
Mas… não! Não iria chorar, não iria dar mais razões para o irmão gozar com ela. Afinal ela era uma princesa, mesmo que só fosse no mundo da lua. Relembrou a batalha que travara com Haruka e Michiru há um ano ou mais… Não tinham elas dito que ela não era digna de ser uma princesa? Que ela não passaria de uma bebé chorona? Não… Ela ia mostrar que não o era, não só ao irmão mas a todas as outras. Ia tomar essa decisão!
- Então? Vais desatar a chorar? – Perguntou Chico do lado de fora. – Bebé chorona, bebé chorona! – Começou a gritar, enquanto andava às voltas a imitar um bebé.
- Francisco Tsukino! – Exclamou a irmã pondo-se de pé. – Dá cá já o telefone ou eu, em nome da Lua, vou castigar-te! – Gritou fazendo a habitual pose usada tantas vezes por ela enquanto sailor.
O irmão ficou com cara de quem tinha acabado de ver um monstro. Cautelosamente voltou para dentro de casa e colocou o telefone na mão estendida de Bunny. Depois afastou-se como se ela sofresse de uma doença contagiosa.
- Agora tá maluca… É melhor afastar-me antes que me pegue! - Ouviu-o Bunny murmurar.
- Olha que te castigo a sério!! – Gritou esta. Ao longe ouviu o barulho de Chico a subir as escadas a correr.
Com um sorriso Bunny pegou no telefone. Gonçalo já tinha desligado. Mas não fazia mal, ela tinha o seu número. Rapidamente marcou-o e colocou o auscultador no ouvido.
- Está? – Ouviu-se uma voz do outro lado.
- Gonçalo!! Olá sou eu a Bunny! – Disse esta felicíssima.
- Bunny! Olá. Já chegaste?
- Sim… Eu teria atendido quando ligaste se o Chico não tivesse começado a fugir com o telefone.
- Esse miúdo é doido. – Disse Gonçalo com uma gargalhada.
- Sim… – Disse Bunny com um sorriso divertido.
E a conversa prosseguiu até que de repente Bunny, que tinha entretanto subido para o quarto e observava o pôr-do-sol viu um brilho estranho na janela de um prédio perto da escola. Pressentindo que não era coisa boa, despediu-se de Gonçalo e depois, pegando no casaco, saiu de casa a correr, mesmo sem se preocupar com a chuva.
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Cap. X – Memórias. Se eu pudesse mudar o destino.
Michiru olhava a chuva que caía. Estava completamente absorta em pensamentos. Haruka adoecera no dia anterior. Não era nada de grave, apenas uma gripe, mas, mesmo assim, Michiru não fora às aulas nesse dia só para estar com ela. Enquanto a sua “paciente” dormia, sentara-se na sala a ler um livro, no entanto a sua cabeça estava demasiado cheia para se poder concentrar na leitura. Por isso fora para a janela.
Michiru relembrava com saudades quando tinham uma vida normal. Lembrava-se de como conhecera Haruka, do grande amor e da grande admiração que sentiu por ela da primeira vez que a vira. De como a salvara, de lhe ter alertado das consequências de se tornar numa sailor, da vida que deixaria para trás. No entanto ela não parecera assustada com isso. Era bom ter uma companheira, era bom ter alguém que a quem amar mais do que a si próprio. Michiru estava certa de que Haruka daria a vida por ela. Por sua parte Michiru faria todos os sacrifícios para a ajudar.
Lembrou-se do que tinham sofrido, de como julgaram que iam morrer ao descobrirem que eram as portadoras dos talismãs. Lembrou-se de como tinham assistido à luta de Sailor Moon com a Mistress 9. Lembrou-se da solidão em que vivia no seu planeta. Lembrou-se dos seus esforços para derrotar Galáxia, de como tinham passado para o lado do mal e como tinham sucumbido apenas com a esperança de que a sua princesa as salvaria.
Porque não poderiam elas ter uma vida normal? Como quando viviam com Setsuna e Hotaru, tinham sido os momentos mais próximos da vida normal desde há muito tempo.
Michiru tinha um sonho, o de tornar-se uma grande violinista, mas queria ter Haruka ao seu lado. Poder viver uma vida como qualquer humano. No entanto, a sua missão era importante, Michiru não era uma pessoa de desistir. Enquanto a sua companheira fosse, ela também iria. Não seria perigosa aquela confiança cega que tinham uma pela outra? Perguntara-lhes uma vez alguém.
Não… Elas sabiam que podiam confiar uma na outra. Estavam unidas pelo destino e pela promessa que tinham feito uma à outra.
Agora relembrava aquela tarde, na praia. Relembrava as palavras de Haruka:
“ – Se morreres antes de cumprir-mos a nossa missão, eu prosseguirei e cumprirei a missão. Se a única maneira de cumprir algo for morreres eu matar-te-ei. Mas depois, seguir-te-ei nos caminhos da morte e poderemos estar juntas de novo.”
Lembrara-se da promessa que fizeram uma à outra:
“ – Temos de fazer tudo o possível para encontrar os talismãs, se alguma de nós morrer a outra deve continuar a sua missão. Não devemos olhar para trás.”
De repente, ouviu-se um alarme vindo de uma espécie de relógio que Michiru tinha no pulso. Alguém estava em perigo! No entanto Michiru desligou o alarme com um sorriso leve.
- Se há tantas sailors por aí, – murmurou – alguém irá salvar quem quer que esteja a sofrer…
E levantou-se para ir ver como estava Haruka.
(parar a musica)
Bunny estava a ir para casa depois da escola. Parecia estar triste, mas não era por causa da escola. Na verdade, também ela estava perdida em pensamentos. Não em memórias, mas sim em preocupações. Gonçalo fora finalmente para os Estados Unidos e Bunny sentia-se só. Tinha as amigas: as antigas e as novas. Mas faltava qualquer coisa. Faltava alguém que estivesse ao pé dela, em quem pudesse confiar.
Era certo que Gonçalo lhe ligava todos os dias e mandava postais, mas continuava a sentir aquele vazio estranho. Resolvera não lhe contar o que se estava a passar: o aparecimento do novo inimigo e tudo o resto. Ela não queria que ele se preocupasse. De qualquer forma, Gonçalo voltaria em Janeiro. Se estavam em Outubro isso queria dizer que faltavam ainda alguns meses para se verem.
Bunny parou de andar. Chegara a casa. Abriu a porta e gritou:
- Cheguei!
- Bunny, chegaste mesmo a tempo. – Disse Chico aparecendo da sala enquanto segurava o telefone portátil. – O Gonçalo acaba de ligar, ia dizer-lhe que não estavas mas chegaste…
- A sério? – Exclamou Bunny com um grande sorriso nos lábios. – Depressa dá cá o telefone!
- Hum… Acho que não dou, apanha-o se conseguires! – Exclamou Chico. E começou a correr pela casa segurando o telefone por cima da cabeça como se este fosse um troféu.
- Seu patife!!! Dá cá isso!! – Bunny começou a correr atrás do irmão, mas rapidamente se cansou e estatelou-se no chão ficando a olhar para ele pela janela do pátio. – Seu anormal! Hei de me vingar de ti! Dá-me cá o telefone! - Bunny estava prestes a chorar. Àquela hora Gonçalo já teria desligado!
Mas… não! Não iria chorar, não iria dar mais razões para o irmão gozar com ela. Afinal ela era uma princesa, mesmo que só fosse no mundo da lua. Relembrou a batalha que travara com Haruka e Michiru há um ano ou mais… Não tinham elas dito que ela não era digna de ser uma princesa? Que ela não passaria de uma bebé chorona? Não… Ela ia mostrar que não o era, não só ao irmão mas a todas as outras. Ia tomar essa decisão!
- Então? Vais desatar a chorar? – Perguntou Chico do lado de fora. – Bebé chorona, bebé chorona! – Começou a gritar, enquanto andava às voltas a imitar um bebé.
- Francisco Tsukino! – Exclamou a irmã pondo-se de pé. – Dá cá já o telefone ou eu, em nome da Lua, vou castigar-te! – Gritou fazendo a habitual pose usada tantas vezes por ela enquanto sailor.
O irmão ficou com cara de quem tinha acabado de ver um monstro. Cautelosamente voltou para dentro de casa e colocou o telefone na mão estendida de Bunny. Depois afastou-se como se ela sofresse de uma doença contagiosa.
- Agora tá maluca… É melhor afastar-me antes que me pegue! - Ouviu-o Bunny murmurar.
- Olha que te castigo a sério!! – Gritou esta. Ao longe ouviu o barulho de Chico a subir as escadas a correr.
Com um sorriso Bunny pegou no telefone. Gonçalo já tinha desligado. Mas não fazia mal, ela tinha o seu número. Rapidamente marcou-o e colocou o auscultador no ouvido.
- Está? – Ouviu-se uma voz do outro lado.
- Gonçalo!! Olá sou eu a Bunny! – Disse esta felicíssima.
- Bunny! Olá. Já chegaste?
- Sim… Eu teria atendido quando ligaste se o Chico não tivesse começado a fugir com o telefone.
- Esse miúdo é doido. – Disse Gonçalo com uma gargalhada.
- Sim… – Disse Bunny com um sorriso divertido.
E a conversa prosseguiu até que de repente Bunny, que tinha entretanto subido para o quarto e observava o pôr-do-sol viu um brilho estranho na janela de um prédio perto da escola. Pressentindo que não era coisa boa, despediu-se de Gonçalo e depois, pegando no casaco, saiu de casa a correr, mesmo sem se preocupar com a chuva.
(parar a musica)

Um grande, grande obrigada pela sign e pelo avie Xaninha kida! ^^

Jovens escritores, nao resistem a chocolate? Especialmente Kinder? Então cuidado, o gang anda rondando
Teresa chegou a casa das aulas. Estava a chover e ela, que não tinha levado guarda-chuva, estava completamente encharcada e cheia de frio. O dia tinha sido longo, ainda bem que as aulas eram só até às 17:00 nas sextas-feiras, se fossem todos os dias achava que morreria de tédio!
Não estava ninguém em casa, Arya e as outras tinham ficado para trás para irem buscar Patrícia, Nuria andava à procura de trabalho. Só ela, a pretexto de ter de estudar, viera para casa mais cedo.
Foi para a casa de banho e lá tomou um duche rápido e vestiu outra roupa. Depois foi para o quarto que partilhava com Luísa e Patrícia, pegou na guitarra e começou a compor uma música que lhe estava na cabeça há alguns dias. Mas, parecia que a inspiração não vinha, por muito que já tivesse estruturado a música as ideias não saíam para o papel.
Então voltou a pousar a guitarra e foi à cozinha beber um copo de água deixando-se, depois, ficar a observar a chuva a cair.
Tinha saudades… Saudades do tempo em que viviam todas as cinco em Inglaterra. Tinha saudades da mãe e do pai. Como um flashback passaram pela sua mente milhares de recordações.
Lembrou-se de uma festa de Natal em que recebera a sua guitarra. Lembrou-se do aniversário de Luísa em que tinham todas ido ao parque de diversões e se tinham divertido tanto. Lembrou-se também de como se sentira quando soube do avião que tinha caído ao descolar. De como tinha ido a correr para o hospital juntamente com as irmãs. De como soubera que o pai morrera e a mãe estava em estado grave. Lembrou-se do funeral do seu pai e poucos dias depois o da sua mãe que morrera também. A partir daí tudo se tinha tornado diferente.
Arya, antes tão afável, tornara-se mais fria e reservada. Tinham ficado a viver na casa delas até que tiveram de se mudar para o Japão porque a mãe e o pai assim o desejavam no testamento. Ambos tinham passado muito tempo lá. foa lá que se conheceram, até. Ambos tinham uma amiga lá e foi para casa dela que as mandaram. Lembrou-se de como tinha sido difícil habituarem-se, apesar de saberem falar japonês e conhecerem os costumes. As discussões entre Arya e Nuria eram enormes no princípio, depois, chegara o início do ano lectivo e lá estavam elas.
Teresa foi pousar o copo de água na cozinha, mas pelo caminho viu algo brilhar na mesa. Foi até lá e viu o seu broche de transfiguração. Era uma bola rosa com pequenas esmeraldas. Outro flashback passou-lhe pela memória. Ainda no Verão da morte dos seus pais as cinco irmãs descobriram que eram sailors. Fora um choque para todas, mas aceitaram as suas missões. Na verdade, fora Arya quem aceitara. Todas tinham concordado menos ela, Teresa. Porquê? Porque tinham de ter aceite aquilo? Porque tinham de viver assim, longe dos pais? Porquê?
De repente, ouviu-se um grito no apartamento do lado. Teresa olhou para o seu broche e pensou:
- Já que aceitámos esta missão… É melhor que a cumpramos.
Então, saiu do seu apartamento.
(parar a musica)
Sailor Moon estava no apartamento de uma velhinha. Deparava-se com a mesma rapariga que atacara no dia anterior no ginásio: Blood Elf. Esta segurava no cristal dos sentimentos da mulher, que se encontrava sem vida no chão.
- Sailor Moon, vejo que nos voltamos a encontrar… – Disse a rapariga com um sorriso sarcástico.
- Não te permitirei que incomodes velhinhas indefesas… – Começou a outra.
- Por favor, poupa os discursos. PARALESIA SANGUINEA!
Sailor Moon já estava à espera de um ataque e desviou-se fazendo a sua oponente acertar num quadro. Quando se preparava para atacar de novo, uma porta bateu e apareceu uma rapariga com uma longa trança e que segurava um arco e uma flecha. Era Sailor Earth.
- Flechas mortais! – Atacou, infelizmente Blood Elf esquivou-se facilmente do golpe deixando-a atónita.
- Oh, desculpem… – Disse Blood Elf vendo que aquilo começava a ficar irritante e olhando para o cristal que tinha na sua mão, acabara de reparar que não era o cristal dos elementos. – Tenho coisas importantes para fazer, adeus!
E dizendo isto fez menção de se retirar, no entanto Sailor Moon foi mais rápida e atacou:
- Starlight, HoneyMoon, Therapy Kiss!
Blood Elf caiu ao chão meio atordoada.
- Eu disse, que tinha coisas para fazer! – Gritou visivelmente furiosa. E desapareceu deixando as suas duas oponentes confusas. Não era comum os inimigos desaparecerem a meio das batalhas, ainda para mais sem deixar monstros que tratassem na batalha. Lentamente as duas recompuseram-se.
- Obrigada por me salvares. – Disse Sailor Moon. – Se não tivesses chegado acho que aquela tipa me matava.
- De nada. – Disse Sailor Earth pegando no cristal dos sentimentos da velhinha e examinando-o. Depois colocou-o de novo na mulher e afastou-se. – Esta batalha não é tua Sailor Moon, não interfiras. – Sussurrou, e foi embora.
Num lugar distante, a mesma rapariga que tinha acabado de atacar, pagava pelo seu fracasso, com a vida.
(parar a musica)

Um grande, grande obrigada pela sign e pelo avie Xaninha kida! ^^

Jovens escritores, nao resistem a chocolate? Especialmente Kinder? Então cuidado, o gang anda rondando
Estive a ler a fic toda, e gostei!
Descreves bem as cenas (embora k em algumas partes talvês devas aprofundar) e a historia é bastante interessante.
Parabéns
Descreves bem as cenas (embora k em algumas partes talvês devas aprofundar) e a historia é bastante interessante.
Parabéns

Gostas de mistérios, dramas, romance, acção, emoções e muito mais?
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FanFic: Sombras do Passado (Capítulo 4 postado dia 19/02!)
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FanFic: Sombras do Passado (Capítulo 4 postado dia 19/02!)
Aprofundar... Em k partes Haruhi? Pds dizer pra eu melhorar? Criticas são sempre bem vindas!
Bgd pelos comentarios!! =) Posto mais, ainda n sei... E pois, n vou pôr msm o Gonçalo na fic, só k espero puder fazer conversas com ela ao telefone
Bgd pelos comentarios!! =) Posto mais, ainda n sei... E pois, n vou pôr msm o Gonçalo na fic, só k espero puder fazer conversas com ela ao telefone


Um grande, grande obrigada pela sign e pelo avie Xaninha kida! ^^

Jovens escritores, nao resistem a chocolate? Especialmente Kinder? Então cuidado, o gang anda rondando
Aqui vai um novo capítulo... 5 páginas no word!! O.o O record até agora. Não vai ter música pk n me apeteceu pôr e tb pk n econtrei nenhuma k me chamasse a atenção. Vai ser dividido em duas partes. Gomen ne o tempo mas eu tava sem inspiração... Espero que gostem!!!
Cap. XI: Uma excursão muito animada.
Nos subúrbios da cidade, numa sala escura pertencente a uma casa abandonada, uma criatura verde de longos cabelos vermelhos grunhia de raiva:
- Que fracasso! Estou tão debilitada… Se o Reino das Trevas está contra mim, como poderei fazer seja o que for?
Lentamente, a criatura levantou-se do seu trono, a custo, ofegando, dirigiu-se até a um espelho no canto da divisão e observou-se tristemente.
- Como estou horrível… – Suspirou desagradada – Nem a minha voz parece a mesma. Se aquela maldita da Blood Elf não tivesse fracassado agora estaria linda como sempre fui!
Um brilho de raiva passou pelos seus olhos vermelhos. Com um grito horripilante, pegou no espelho, e atirou-o para o chão, onde este se partiu em milhares de cacos.
- Tenho de encontrar o cristal dos elementos, e depressa! Está na hora de passar ao plano B.
Um tímido raio de sol passou por entre as cortinas entreabertas do quarto de Arya. Esta olhou para o relógio na parede. Ainda eram oito e meia da manhã. Com um bocejo, virou-se para o lado voltando a fechar os olhos. Mas, como se o raio de sol continuasse a teimar em iluminar o quarto, a rapariga não conseguiu adormecer de novo.
Tinha passado um mês desde que Blood Elf desaparecera na sequência da batalha de Teresa e Usagi. Estavam nos finais de Novembro, já tinha nevado em Tóquio e… por falar em neve…
- AAAAAAAAAH! Meninas acordem! – Exclamou Arya levantando-se de repente e quase batendo com a cabeça no tecto do quarto. Atirou-se do beliche e puxou os lençóis da irmã gémea que dormia na cama debaixo.
- Arya, que foi? – Perguntou Annelise debatendo-se para voltar a pôr os lençóis por cima de si.
- Não te lembras? Hoje é o dia da viagem aos Montes Fuji. – Disse Nuria, que entretanto acordara. Também, quando Arya se atrasava (raras vezes), quem não acordaria com os seus gritos?
- Ah, pois é… – Disse Annelise, levantando-se finalmente. – Vou-me arranjar e fazer o pequeno-almoço. Vamos precisar de energia para a viagem!
As cinco irmãs, Nuria e as restantes sailors tinham sido todas convidadas a passar o fim-de-semana nos Montes Fuji. O convite tinha sido de Rita, iam ficar hospedadas num aldeamento turístico no sopé dos montes e depois iriam passar dois dias na neve. A viagem era longa, iam todas de camioneta mas valia a pena. Todas aceitaram o convite, excepto Nuria que não podia ir por causa do novo emprego.
Pouco depois da cena descrita a cima, todas as irmãs já estavam bem acordadas e arranjadas. Arya e Annelise estavam vestidas de igual, com jeans e uma camisola de lã branca. Patrícia soltara o cabelo e vestia uma camisola branca de gola alta e uma saia e collants rosa. Luísa vestia uma saia bege, camisola e collantes brancos e uma boina também dessa cor. Já Teresa usava umas calças de cor bege, uma camisola verde com bolas vermelhas e tinha o cabelo preso na habitual trança.
Sentaram-se todas à mesa a comer as panquecas que Annelise fizera. As malas já estavam à porta, prontas para serem levadas até onde fosse preciso irem.
As irmãs não demoraram muito a acabar de tomar o pequeno-almoço. Pegaram nas malas, despediram-se de Nuria e foram para a rodoviária no carro de Arya.
Pouco depois, já estavam todas instaladas no autocarro. A viagem ia começar!
A viagem estava a ser uma seca para umas, para outras até estava a ser divertida. Maria e Joana iam sentadas ao lado de Rita e Teresa e todas cantavam canções populares, acompanhadas pela guitarra desta última. Isso causava uma certa irritação a Ami e a Luísa que tentavam ler, no banco de trás. Já Bunny e Patrícia dormiam que nem pedras. Era uma imagem digna de se ver… Estavam inclinadas, cada uma com a cabeça apoiada na da outra e ambas ressonavam não parecendo terem a mais leve inclinação de estarem a ouvir a barulheira causada pelas amigas. Entretanto Haruka e Michiru estavam sentadas no banco à frente do de Maria e Joana.
Haruka estava com cara de quem, a qualquer momento, se ia levantar e dar com a guitarra em cima da cabeça de Teresa. Ou então, essa cara podia dever-se simplesmente ao facto de Michiru não a deixar subornar o condutor da camioneta para guiar mais depressa, ou, a melhor solução, aos olhos da Sailor Uranus, deixá-la guiar. Michiru apenas olhava, divertida, para a cara amuada de Haruka e sorria, com a cabeça apoiada no ombro da sua companheira.
- Olhem! Já estou a ver os montes! – Gritou de repente Rita, apontando para a janela ao lado dela.
- Onde, onde, deixa ver? – O autocarro foi enchido de um barulho de empurrões e gritos pela parte das restantes “cantoras”, que tentavam ver pela janela de Rita.
- Pobre condutor… Não gostaria de estar no seu lugar… – Suspirou Ami do seu canto, Luísa abanou a cabeça em sinal de concordância e voltou a enfiar o nariz no livro ignorando a barulheira.
A companheira de lugar da Sailor Light olhou com curiosidade para a rapariga loira sentada ao seu lado. Não tinha aberto a boca durante toda a viagem. Aliás, raramente abrira a boca durante o tempo que estiveram juntas. Reparou então que não sabia absolutamente nada sobre Luísa. Bem… tirando o facto de esta ser a Sailor Light e de saber tocar flauta transversal, esta última informação dita por Patrícia num dos dias em que todas se tinham encontrado.
A amizade de todas as sailors com as novas amigas estava cada vez mais forte. Tinham continuado a ver-se várias vezes e tinham ficado a conhecer várias coisas sobre elas. Arya dançava ballet e, juntamente com a sua irmã gémea, cantara num coro em Inglaterra. Annelise, por sua vez, sabia fazer muito bem doces, mas nunca tinham provado nada feito por ela. Teresa tivera uma banda em Inglaterra e sabia tocar guitarra. Já Patrícia, era tal e qual a Bunny, tirando o facto de ter cabelo roxo e de não o prender em odangos.
- Uhuh… Ami! – A rapariga de cabelos azuis despertou das suas reflexões com uma mão, pertencente a Joana, a passar-lhe à frente dos olhos.
- Já chegámos… Despacha-te ou ficas aqui! – Disse Maria.
Todas saíram da camioneta e pegaram nas malas. Estavam numa zona linda, havia neve por todo o lado e, não muito longe, casinhas pequenas e com ar muito acolhedor.
- Ooooh! Que lindas!! – Exclamaram Bunny e Patrícia em uníssono.
- Bem meninas. Tenho aqui as reservas para quatro casas. – Disse Rita observando um papel que tirara da carteira. – Suponho que temos de ir até à entrada do aldeamento para recebermos as chaves. – Continuou. – Venham!
Cap. XI: Uma excursão muito animada.
Nos subúrbios da cidade, numa sala escura pertencente a uma casa abandonada, uma criatura verde de longos cabelos vermelhos grunhia de raiva:
- Que fracasso! Estou tão debilitada… Se o Reino das Trevas está contra mim, como poderei fazer seja o que for?
Lentamente, a criatura levantou-se do seu trono, a custo, ofegando, dirigiu-se até a um espelho no canto da divisão e observou-se tristemente.
- Como estou horrível… – Suspirou desagradada – Nem a minha voz parece a mesma. Se aquela maldita da Blood Elf não tivesse fracassado agora estaria linda como sempre fui!
Um brilho de raiva passou pelos seus olhos vermelhos. Com um grito horripilante, pegou no espelho, e atirou-o para o chão, onde este se partiu em milhares de cacos.
- Tenho de encontrar o cristal dos elementos, e depressa! Está na hora de passar ao plano B.
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Um tímido raio de sol passou por entre as cortinas entreabertas do quarto de Arya. Esta olhou para o relógio na parede. Ainda eram oito e meia da manhã. Com um bocejo, virou-se para o lado voltando a fechar os olhos. Mas, como se o raio de sol continuasse a teimar em iluminar o quarto, a rapariga não conseguiu adormecer de novo.
Tinha passado um mês desde que Blood Elf desaparecera na sequência da batalha de Teresa e Usagi. Estavam nos finais de Novembro, já tinha nevado em Tóquio e… por falar em neve…
- AAAAAAAAAH! Meninas acordem! – Exclamou Arya levantando-se de repente e quase batendo com a cabeça no tecto do quarto. Atirou-se do beliche e puxou os lençóis da irmã gémea que dormia na cama debaixo.
- Arya, que foi? – Perguntou Annelise debatendo-se para voltar a pôr os lençóis por cima de si.
- Não te lembras? Hoje é o dia da viagem aos Montes Fuji. – Disse Nuria, que entretanto acordara. Também, quando Arya se atrasava (raras vezes), quem não acordaria com os seus gritos?
- Ah, pois é… – Disse Annelise, levantando-se finalmente. – Vou-me arranjar e fazer o pequeno-almoço. Vamos precisar de energia para a viagem!
As cinco irmãs, Nuria e as restantes sailors tinham sido todas convidadas a passar o fim-de-semana nos Montes Fuji. O convite tinha sido de Rita, iam ficar hospedadas num aldeamento turístico no sopé dos montes e depois iriam passar dois dias na neve. A viagem era longa, iam todas de camioneta mas valia a pena. Todas aceitaram o convite, excepto Nuria que não podia ir por causa do novo emprego.
Pouco depois da cena descrita a cima, todas as irmãs já estavam bem acordadas e arranjadas. Arya e Annelise estavam vestidas de igual, com jeans e uma camisola de lã branca. Patrícia soltara o cabelo e vestia uma camisola branca de gola alta e uma saia e collants rosa. Luísa vestia uma saia bege, camisola e collantes brancos e uma boina também dessa cor. Já Teresa usava umas calças de cor bege, uma camisola verde com bolas vermelhas e tinha o cabelo preso na habitual trança.
Sentaram-se todas à mesa a comer as panquecas que Annelise fizera. As malas já estavam à porta, prontas para serem levadas até onde fosse preciso irem.
As irmãs não demoraram muito a acabar de tomar o pequeno-almoço. Pegaram nas malas, despediram-se de Nuria e foram para a rodoviária no carro de Arya.
Pouco depois, já estavam todas instaladas no autocarro. A viagem ia começar!
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A viagem estava a ser uma seca para umas, para outras até estava a ser divertida. Maria e Joana iam sentadas ao lado de Rita e Teresa e todas cantavam canções populares, acompanhadas pela guitarra desta última. Isso causava uma certa irritação a Ami e a Luísa que tentavam ler, no banco de trás. Já Bunny e Patrícia dormiam que nem pedras. Era uma imagem digna de se ver… Estavam inclinadas, cada uma com a cabeça apoiada na da outra e ambas ressonavam não parecendo terem a mais leve inclinação de estarem a ouvir a barulheira causada pelas amigas. Entretanto Haruka e Michiru estavam sentadas no banco à frente do de Maria e Joana.
Haruka estava com cara de quem, a qualquer momento, se ia levantar e dar com a guitarra em cima da cabeça de Teresa. Ou então, essa cara podia dever-se simplesmente ao facto de Michiru não a deixar subornar o condutor da camioneta para guiar mais depressa, ou, a melhor solução, aos olhos da Sailor Uranus, deixá-la guiar. Michiru apenas olhava, divertida, para a cara amuada de Haruka e sorria, com a cabeça apoiada no ombro da sua companheira.
- Olhem! Já estou a ver os montes! – Gritou de repente Rita, apontando para a janela ao lado dela.
- Onde, onde, deixa ver? – O autocarro foi enchido de um barulho de empurrões e gritos pela parte das restantes “cantoras”, que tentavam ver pela janela de Rita.
- Pobre condutor… Não gostaria de estar no seu lugar… – Suspirou Ami do seu canto, Luísa abanou a cabeça em sinal de concordância e voltou a enfiar o nariz no livro ignorando a barulheira.
A companheira de lugar da Sailor Light olhou com curiosidade para a rapariga loira sentada ao seu lado. Não tinha aberto a boca durante toda a viagem. Aliás, raramente abrira a boca durante o tempo que estiveram juntas. Reparou então que não sabia absolutamente nada sobre Luísa. Bem… tirando o facto de esta ser a Sailor Light e de saber tocar flauta transversal, esta última informação dita por Patrícia num dos dias em que todas se tinham encontrado.
A amizade de todas as sailors com as novas amigas estava cada vez mais forte. Tinham continuado a ver-se várias vezes e tinham ficado a conhecer várias coisas sobre elas. Arya dançava ballet e, juntamente com a sua irmã gémea, cantara num coro em Inglaterra. Annelise, por sua vez, sabia fazer muito bem doces, mas nunca tinham provado nada feito por ela. Teresa tivera uma banda em Inglaterra e sabia tocar guitarra. Já Patrícia, era tal e qual a Bunny, tirando o facto de ter cabelo roxo e de não o prender em odangos.
- Uhuh… Ami! – A rapariga de cabelos azuis despertou das suas reflexões com uma mão, pertencente a Joana, a passar-lhe à frente dos olhos.
- Já chegámos… Despacha-te ou ficas aqui! – Disse Maria.
Todas saíram da camioneta e pegaram nas malas. Estavam numa zona linda, havia neve por todo o lado e, não muito longe, casinhas pequenas e com ar muito acolhedor.
- Ooooh! Que lindas!! – Exclamaram Bunny e Patrícia em uníssono.
- Bem meninas. Tenho aqui as reservas para quatro casas. – Disse Rita observando um papel que tirara da carteira. – Suponho que temos de ir até à entrada do aldeamento para recebermos as chaves. – Continuou. – Venham!

Um grande, grande obrigada pela sign e pelo avie Xaninha kida! ^^

Jovens escritores, nao resistem a chocolate? Especialmente Kinder? Então cuidado, o gang anda rondando
Todas as doze raparigas dirigiram-se para uma casinha que ficava em frente ao aldeamento turístico. Foram acolhidas por um senhor muito simpático que lhes deu quatro chaves e lhes mostrou as casas onde deviam ficar. Eram quatro casinhas amorosas e todas iguais. Possuíam dois quartos: um de casal e um com duas camas. Também tinham uma pequena cozinha, uma sala com uma grande lareira, duas casas de banho e uma zona por trás que, no Verão, daria para fazer churrascos.
- Ok… Acho que nos vamos ter de organizar por casa – Disse Haruka, no final da visita guiada.
- Vejamos… – Começou Michiru, contando todas as presentes. – Somos doze… A dividir por quatro… Ok, vamos ter de nos organizar em grupos de três.
- Eu posso ficar com a Rita e com a Maria. – Prontificou-se Joana, com a concordância das outras duas.
- Ok… Já são três, podem ficar na casa número 34 – Disse Michiru dando uma chave com o número 34 a Joana.
- A Arya e eu podemos ficar juntas, com a Patrícia… – Disse Annelise.
- Oh… Porque é que não posso ficar com a Bunny? – Perguntou Patrícia com uma expressão aborrecida.
- Vocês as duas juntas? Causavam uma catástrofe natural! – Exclamou Arya com uma gargalhada, perante a expressão amuada das duas mencionadas.
- Eu fico com a Luísa! – Disse Teresa. – A Ami ou a Bunny também podem ficar connosco.
- Bem… Acho que duas de vocês vão ter de dormir juntas… – Começou Bunny com cara insinuadora. – Devíamos reservar uma casa só para a Haruka e para a Michiru!
- Er… Nós não nos importamos de ficar com mais alguém… – Disse Michiru corando um pouco.
- Nãaaao… Nós fazemos questão de que fiquem sozinhas! – Disse Teresa. – Eu não me importo de dormir com a Luísa! Pois não Luísa? – Continuou dando uma cotovelada na irmã.
- Claro que não. Fiquem as duas à vontade. – Exclamou Luísa.
Era a primeira vez que ela se exprimia. Na verdade todas sabiam que o relacionamento de Haruka e de Michiru era mais que amizade. E então, para quê estorvar? Estava frio e elas iriam querer “aquecer-se” uma à outra.
- Bem, se vocês insistem. – Disse Haruka tentando aparentar que estava à vontade, mas não conseguindo nada mais que uma estranha cara levemente enjoada que provocou risinhos a todas as presentes. – Nós ficamos sozinhas.
E assim foi, todas as raparigas foram arrumar as malas e instalar-se. Depois reuniram-se na casa de Arya, Annelise e Patrícia para almoçarem.
Todas ajudaram a fazer a comida. Rita, Joana, Patrícia e Bunny foram comprar ingredientes para se abastecerem, no supermercado do aldeamento e depois ajudaram a arrumá-los. Devem estar a pensar porquê tanta gente para ir fazer umas meras comprinhas… Bem, é simples: Elas apenas se queriam esquivar à cozinha, desaparecendo logo depois de terem cumprido a sua “missão”.
Luísa e Ami limparam os legumes e cortaram-nos, depois Maria fez uma sopa. Arya e Michiru juntaram-se para fazerem o prato principal: Yoki Tori (espetos de frango grelhado com molho de soja) com Shiro Gohan (arroz branco). Annelise e Teresa fizeram um bolo para a sobremesa.
Haruka apenas pôs a mesa, lá fora, porque até nem estava muito frio e não havia espaço lá dentro. E, também, porque segundo Michiru, não era muito boa ideia deixar a Haruka perto de um fogão ou qualquer utensílio de cozinha por mais de dois segundos. Uma vez, contara Michiru, a sua companheira conseguira causar um incêndio na cozinha a pôr água em cuvetes para fazer gelo. Escusado será dizer que depois deste comentário nenhuma das raparigas conseguiu concentra-se direito durante algum tempo, visto que não paravam de rir.
Finalmente o almoço ficou pronto e todas foram comer. A comida estava muito boa e todas repetiram e elogiaram as cozinheiras. O bolo desapareceu misteriosamente mal tocou na mesa.
Depois do almoço as quatro fugitivas, Patrícia, Bunny, Rita e Joana, foram todas levantar a mesa, lavar a loiça e limpar a cozinha, como castigo, enquanto as restantes conversavam na sala.
Passada uma hora as raparigas fartaram-se de estar sentadas e foram explorar o aldeamento. Descobriram que havia de tudo lá, era como uma pequena cidade. Tinha, para além do supermercado, um cabeleireiro, um quiosque, uma loja de recordações, um Health Club, alguns restaurantes, para quem não queria cozinhar, e uma casinha onde se podia alugar material desportivo para fazer snowboard ou ski.
As raparigas resolveram ir todas para a piscina do Health Club porque o tempo começava a ficar frio e lá dentro, segundo os panfletos a piscina era aquecida, o que elas puderam comprovar que era verdade. Mas, melhor ainda, estava vazia porque toda a gente tinha ido para a neve. As raparigas divertiram-se imenso, fizeram um concurso de mergulhos na pequena prancha da piscina e Joana ganhou, apesar de ter ficado sem a parte de cima do biquíni depois de um gracioso mortal.
Ami e Michiru fizeram uma corrida juntamente com Annelise. Podia dizer-se que estavam no seu elemento, o que era verdade, embora Michiru controlasse o mar e não a água doce. Patrícia e Bunny, que não sabiam nadar muito bem, ficaram a tarde toda no jacuzzi a conversar enquanto assistiam às guerras de água de Joana, Rita, Maria e Teresa. Luísa estava deitada numa espreguiçadeira a ler e Haruka molhava os pés na piscina, coisa que durou pouco tempo porque foi puxada pelo pé por Joana e caiu na água completamente vestida.
Foi uma tarde completamente fenomenal, segundo as palavras de Patrícia. No final, todas foram a casa tomar banho e, como ninguém tinha vontade de cozinhar, foram comer a um restaurante. Quando voltaram, Bunny, Patrícia, Maria e Joana foram dormir, cada uma para sua casa, Luísa foi ler para o quarto que agora partilhava com Teresa, que ficou também a ler. Rita foi fazer as suas orações e Ami ficou a arrumar a sua roupa no quarto que partilhava com Bunny. Apenas ficaram Arya, Annelise, Haruka e Michiru, reunidas na casa destas duas últimas.
- Foi estranho o desaparecimento repentino da Blood Elf. A Queen Rubi, ou lá como se chamava, também não deu mais sinais de vida. – Disse Annelise.
- Ela deve estar a planear um novo ataque. – Disse Haruka. – Sinto que o vento me quer dizer algo, mas não percebo o quê.
- Tu também? – Perguntou Arya, surpreendida. – Eu também sinto isso!
- É tão estranho… – Disse Michiru. – Já tentei ver o inimigo no AquaMirror mas não consigo mais que uma sombra ténue.
- Não deve ser nada de bom… Mas, vamos aproveitar este tempo de paz. – Disse Annelise levantando-se com um bocejo. – Eu por mim estou cheia de sono. Vamos para casa, Arya? – Perguntou virando-se para a irmã.
- Yah… – Disse está levantando-se. – Adeus meninas! Boa noite... – Acabou esta frase com um risinho irónico. Sem mais palavras as duas saíram deixando Haruka e Michiru sozinhas.
- Que dia cansativo. – Suspirou Michiru, levantando-se e começando a dirigir-se para o quarto de casal. – Há séculos que não me divertia assim!
- É… Eu também não. – Disse Haruka, levantando-se por sua vez e parando Michiru enquanto a abraçava e puxava pela cintura, pondo depois o queixo no ombro dela. – Mas sabes, acho que falta qualquer coisa para tornar este dia realmente perfeito.
- Ai é? – Perguntou Michiru fazendo-se desentendida e beijando a face de Haruka.
- É… – Respondeu esta, aproveitando o gesto da companheira para lhe dar um beijo na boca.
Estranhamente, (ou não), essa foi uma das noites mais quentes do ano para aquelas duas, embora todas as outras tivessem achado que estava um frio enorme tanto fora, como dentro de casa.
- Ok… Acho que nos vamos ter de organizar por casa – Disse Haruka, no final da visita guiada.
- Vejamos… – Começou Michiru, contando todas as presentes. – Somos doze… A dividir por quatro… Ok, vamos ter de nos organizar em grupos de três.
- Eu posso ficar com a Rita e com a Maria. – Prontificou-se Joana, com a concordância das outras duas.
- Ok… Já são três, podem ficar na casa número 34 – Disse Michiru dando uma chave com o número 34 a Joana.
- A Arya e eu podemos ficar juntas, com a Patrícia… – Disse Annelise.
- Oh… Porque é que não posso ficar com a Bunny? – Perguntou Patrícia com uma expressão aborrecida.
- Vocês as duas juntas? Causavam uma catástrofe natural! – Exclamou Arya com uma gargalhada, perante a expressão amuada das duas mencionadas.
- Eu fico com a Luísa! – Disse Teresa. – A Ami ou a Bunny também podem ficar connosco.
- Bem… Acho que duas de vocês vão ter de dormir juntas… – Começou Bunny com cara insinuadora. – Devíamos reservar uma casa só para a Haruka e para a Michiru!
- Er… Nós não nos importamos de ficar com mais alguém… – Disse Michiru corando um pouco.
- Nãaaao… Nós fazemos questão de que fiquem sozinhas! – Disse Teresa. – Eu não me importo de dormir com a Luísa! Pois não Luísa? – Continuou dando uma cotovelada na irmã.
- Claro que não. Fiquem as duas à vontade. – Exclamou Luísa.
Era a primeira vez que ela se exprimia. Na verdade todas sabiam que o relacionamento de Haruka e de Michiru era mais que amizade. E então, para quê estorvar? Estava frio e elas iriam querer “aquecer-se” uma à outra.
- Bem, se vocês insistem. – Disse Haruka tentando aparentar que estava à vontade, mas não conseguindo nada mais que uma estranha cara levemente enjoada que provocou risinhos a todas as presentes. – Nós ficamos sozinhas.
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E assim foi, todas as raparigas foram arrumar as malas e instalar-se. Depois reuniram-se na casa de Arya, Annelise e Patrícia para almoçarem.
Todas ajudaram a fazer a comida. Rita, Joana, Patrícia e Bunny foram comprar ingredientes para se abastecerem, no supermercado do aldeamento e depois ajudaram a arrumá-los. Devem estar a pensar porquê tanta gente para ir fazer umas meras comprinhas… Bem, é simples: Elas apenas se queriam esquivar à cozinha, desaparecendo logo depois de terem cumprido a sua “missão”.
Luísa e Ami limparam os legumes e cortaram-nos, depois Maria fez uma sopa. Arya e Michiru juntaram-se para fazerem o prato principal: Yoki Tori (espetos de frango grelhado com molho de soja) com Shiro Gohan (arroz branco). Annelise e Teresa fizeram um bolo para a sobremesa.
Haruka apenas pôs a mesa, lá fora, porque até nem estava muito frio e não havia espaço lá dentro. E, também, porque segundo Michiru, não era muito boa ideia deixar a Haruka perto de um fogão ou qualquer utensílio de cozinha por mais de dois segundos. Uma vez, contara Michiru, a sua companheira conseguira causar um incêndio na cozinha a pôr água em cuvetes para fazer gelo. Escusado será dizer que depois deste comentário nenhuma das raparigas conseguiu concentra-se direito durante algum tempo, visto que não paravam de rir.
Finalmente o almoço ficou pronto e todas foram comer. A comida estava muito boa e todas repetiram e elogiaram as cozinheiras. O bolo desapareceu misteriosamente mal tocou na mesa.
Depois do almoço as quatro fugitivas, Patrícia, Bunny, Rita e Joana, foram todas levantar a mesa, lavar a loiça e limpar a cozinha, como castigo, enquanto as restantes conversavam na sala.
Passada uma hora as raparigas fartaram-se de estar sentadas e foram explorar o aldeamento. Descobriram que havia de tudo lá, era como uma pequena cidade. Tinha, para além do supermercado, um cabeleireiro, um quiosque, uma loja de recordações, um Health Club, alguns restaurantes, para quem não queria cozinhar, e uma casinha onde se podia alugar material desportivo para fazer snowboard ou ski.
As raparigas resolveram ir todas para a piscina do Health Club porque o tempo começava a ficar frio e lá dentro, segundo os panfletos a piscina era aquecida, o que elas puderam comprovar que era verdade. Mas, melhor ainda, estava vazia porque toda a gente tinha ido para a neve. As raparigas divertiram-se imenso, fizeram um concurso de mergulhos na pequena prancha da piscina e Joana ganhou, apesar de ter ficado sem a parte de cima do biquíni depois de um gracioso mortal.
Ami e Michiru fizeram uma corrida juntamente com Annelise. Podia dizer-se que estavam no seu elemento, o que era verdade, embora Michiru controlasse o mar e não a água doce. Patrícia e Bunny, que não sabiam nadar muito bem, ficaram a tarde toda no jacuzzi a conversar enquanto assistiam às guerras de água de Joana, Rita, Maria e Teresa. Luísa estava deitada numa espreguiçadeira a ler e Haruka molhava os pés na piscina, coisa que durou pouco tempo porque foi puxada pelo pé por Joana e caiu na água completamente vestida.
Foi uma tarde completamente fenomenal, segundo as palavras de Patrícia. No final, todas foram a casa tomar banho e, como ninguém tinha vontade de cozinhar, foram comer a um restaurante. Quando voltaram, Bunny, Patrícia, Maria e Joana foram dormir, cada uma para sua casa, Luísa foi ler para o quarto que agora partilhava com Teresa, que ficou também a ler. Rita foi fazer as suas orações e Ami ficou a arrumar a sua roupa no quarto que partilhava com Bunny. Apenas ficaram Arya, Annelise, Haruka e Michiru, reunidas na casa destas duas últimas.
- Foi estranho o desaparecimento repentino da Blood Elf. A Queen Rubi, ou lá como se chamava, também não deu mais sinais de vida. – Disse Annelise.
- Ela deve estar a planear um novo ataque. – Disse Haruka. – Sinto que o vento me quer dizer algo, mas não percebo o quê.
- Tu também? – Perguntou Arya, surpreendida. – Eu também sinto isso!
- É tão estranho… – Disse Michiru. – Já tentei ver o inimigo no AquaMirror mas não consigo mais que uma sombra ténue.
- Não deve ser nada de bom… Mas, vamos aproveitar este tempo de paz. – Disse Annelise levantando-se com um bocejo. – Eu por mim estou cheia de sono. Vamos para casa, Arya? – Perguntou virando-se para a irmã.
- Yah… – Disse está levantando-se. – Adeus meninas! Boa noite... – Acabou esta frase com um risinho irónico. Sem mais palavras as duas saíram deixando Haruka e Michiru sozinhas.
- Que dia cansativo. – Suspirou Michiru, levantando-se e começando a dirigir-se para o quarto de casal. – Há séculos que não me divertia assim!
- É… Eu também não. – Disse Haruka, levantando-se por sua vez e parando Michiru enquanto a abraçava e puxava pela cintura, pondo depois o queixo no ombro dela. – Mas sabes, acho que falta qualquer coisa para tornar este dia realmente perfeito.
- Ai é? – Perguntou Michiru fazendo-se desentendida e beijando a face de Haruka.
- É… – Respondeu esta, aproveitando o gesto da companheira para lhe dar um beijo na boca.
Estranhamente, (ou não), essa foi uma das noites mais quentes do ano para aquelas duas, embora todas as outras tivessem achado que estava um frio enorme tanto fora, como dentro de casa.

Um grande, grande obrigada pela sign e pelo avie Xaninha kida! ^^

Jovens escritores, nao resistem a chocolate? Especialmente Kinder? Então cuidado, o gang anda rondando
Lol! Arigato Sandra-san!
Acho k o próximo capitulo vai ser mais em breve do que estes foram...
Tou cheia de ideias outra vez!!!
A parte do fim teve alguma influência de... tu sabes XD
Acho k ando a ficar maluca
Eu bem dizia... Mas ela não quer acreditar!
Arya!! Voltaste a aparecer nos meus comentários!!! *abraça a Arya* SAUDADES!
*fica tipo banana a olhar para SEA* '
Acho k o próximo capitulo vai ser mais em breve do que estes foram...
Tou cheia de ideias outra vez!!!A parte do fim teve alguma influência de... tu sabes XD
Acho k ando a ficar maluca
Eu bem dizia... Mas ela não quer acreditar!
Arya!! Voltaste a aparecer nos meus comentários!!! *abraça a Arya* SAUDADES!
*fica tipo banana a olhar para SEA* '


Um grande, grande obrigada pela sign e pelo avie Xaninha kida! ^^

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Ok aki vai mais um capitulo! N devia postar pk só tive um comentário!!
anda aki uma pessoa a esforçar-se *tsc tsc* XD
Bem este capitulo está de novo dividido em duas partes. Espero k gostem e comentem!!
Cap. XII – Um dia na neve. Sarilhos em Tóquio.
Um tímido raio de Sol entrou pelas cortinas de um quarto, iluminando duas figuras adormecidas.
Michiru abriu os olhos, sentindo o calor dos braços de Haruka à volta da sua cintura. Um sorriso passou pelos lábios da jovem de cabelos esverdeados ao relembrar-se dessa noite. Olhou para a expressão adormecida da sua companheira, tão serena… Algo pouco comum nela em tempos de batalha. Se bem, que não houvesse nada que indicasse a continuação desta mesma.
Ainda com um sorriso nos lábios, Michiru estendeu um braço em direcção à mesa-de-cabeceira, onde deixara o seu roupão. Foi tacteando a superfície lisa até que o encontrou. Então, lentamente, levantou-se, tentando não acordar Haruka, e dirigiu-se para a casa de banho, onde tomou um duche.
Passado pouco tempo acabou o banho e vestiu-se, quando saiu, Haruka já tinha acordado, e encontrava-se a sair da outra casa de banho, que ficava ao pé da sala.
- Bom dia Haruka! – Disse Michiru.
- Olá. Dormiste bem? – Perguntou a outra, abraçando a companheira, com um sorriso insinuador nos lábios.
- Como já não dormia há séculos… – Respondeu Michiru retribuindo o abraço e o sorriso.
– Temos de ir comer, as raparigas vieram bater aqui à porta há uns minutos a dizerem para nos despacharmos. – Mudou Haruka de assunto.
- Ok! – Exclamou Michiru, e ambas, de mãos dadas, foram ter a casa de Bunny, Ami, Teresa e Luísa, onde seria a refeição.
“Olá ouvintes! Bom dia a todos!” – Exclamou a locutora da rádio com uma voz irritantemente alegre.
Chovia torrencialmente na cidade de Tóquio, o céu estava coberto de enormes nuvens cinzentas e carregadas. Para piorar as coisas, Nuria achava-se presa num enorme engarrafamento.
- Maldição… Com as compras de Natal tenho de trabalhar até aos Domingos! – Exclamou irritada.
“Hoje é dia 8 de Dezembro e parece que toda a gente está a correr os shoppings para fazer compras de Natal!” – Continuou a mulherzinha da rádio, com a sua vozinha esganiçada.
Aquela manhã estava a correr pessimamente, o despertador não tocara, Nuria sujara o seu melhor fato com café, quando tomava o pequeno-almoço, estava a chover e agora estava presa no meio do trânsito. Quem lhe dera estar nos Montes Fuji com as outras…
“E agora as notícias!” – Guinchou a mulher. Sinceramente, Nuria achava que ia mudar de canal quando, de repente. – “Estão a haver estranhos ataques por toda a cidade, causados por uma criatura gigante. Está a haver um ataque perto de… AAAAAAAAH!” – Ao que parecia algo interrompera a mulher, fazendo o rádio desligar-se.
- Tenho de ver o que se está a passar! – Murmurou Nuria, olhou para a fila de carros por todos os lados e, sem uma única saída , saiu do carro.
Nesse preciso momento uma estranha criatura verde com longos cabelos vermelhos apareceu com passos lentos e pesados. Pessoas gritavam à sua volta enquanto viam os seus carros a ser esmagados. Como é que Nuria não se apercebera logo da confusão? Estava demasiado absorvida nos seus pensamentos para dar atenção ao mundo exterior… Foi então que reparou no que se passava em redor, mas já era tarde demais… Uma dor aguda apoderou-se do seu corpo.
Aquele dia foi fenomenal. Depois de um grande pequeno-almoço constituído por panquecas, chocolate quente e outras comidas óptimas, todas foram alugar material de ski à lojinha do aldeamento. Seguiram para os teleféricos, que não ficavam muito longe, e subiram até à colina onde havia várias pistas de ski.
Rita e Teresa fizeram uma corrida, juntamente com Joana e Patrícia, mas estas duas desistiram, ao fim de muitas quedas, e foram juntar-se a Bunny, que nem tinha experimentado os skis e que se encontrava, agora, a fazer um boneco de neve. Pouco depois, o boneco tinha-se transformado num monte de neve e todas as três estavam embrenhadíssimas numa luta de bolas de neve, a que Maria se foi juntar.
Ami e Luísa estavam mais calmas, sentadas a observar as outras enquanto conversavam. Tinham começado a ficar amigas e descobriram que tinham imensas coisas em comum!
Já Haruka, Michiru, Annelise e Arya, encontravam-se numas pistas mais avançadas a esquiar, porque todas já o sabiam fazer bastante bem, pelo menos, melhor que as que se encontravam mais a baixo.
A manhã passou, todas foram almoçar a um restaurante, não sem antes terem ido trocar de roupa a casa, porque estavam bastante molhadas e enregeladas. O almoço foi num restaurante italiano com pizzas e massas óptimas. Seguiu-se uma tarde, mais calma, em que as raparigas ficaram por casa a jogar jogos até que bateu tédio em todas e foram outra vez para a neve, embrenhando-se numa enorme batalha que acabou com os seguintes resultados:
Haruka e Michiru – 18 pontos
Bunny e Patrícia – 1 ponto (um completo desastre…)
Rita e Teresa – 19 pontos
Maria e Joana – 10 pontos (podiam ter mais se não fosse a falta de pontaria de Joana)
Annelise e Arya – 22 pontos (Vencedoras!)
Luísa e Ami – 5 pontos
Depois do jantar nenhuma teve paciência para ficar a fazer alguma coisa, por isso, foram todas para a cama, adormecendo quase de seguida.
No dia seguinte, acordaram por volta das dez horas, as mais madrugadoras foram acordar as restantes. Era o dia de voltarem para Tóquio. Tinha sido um fim-de-semana fenomenal! Com alguma pena, todas arrumaram as malas e, às quatro horas, depois de um almoço de despedida, estavam todas na carrinha a caminho de casa.
A viagem decorreu normalmente, estavam todas bastante animadas e, dessa vez, Joana, Rita, Maria e Teresa não foram as únicas cantoras e a viagem até passou mais rápido, cheia de cantos de Natal.
Por volta das nove e meia, tinham chegado a Tóquio.
anda aki uma pessoa a esforçar-se *tsc tsc* XDBem este capitulo está de novo dividido em duas partes. Espero k gostem e comentem!!
Cap. XII – Um dia na neve. Sarilhos em Tóquio.
Um tímido raio de Sol entrou pelas cortinas de um quarto, iluminando duas figuras adormecidas.
Michiru abriu os olhos, sentindo o calor dos braços de Haruka à volta da sua cintura. Um sorriso passou pelos lábios da jovem de cabelos esverdeados ao relembrar-se dessa noite. Olhou para a expressão adormecida da sua companheira, tão serena… Algo pouco comum nela em tempos de batalha. Se bem, que não houvesse nada que indicasse a continuação desta mesma.
Ainda com um sorriso nos lábios, Michiru estendeu um braço em direcção à mesa-de-cabeceira, onde deixara o seu roupão. Foi tacteando a superfície lisa até que o encontrou. Então, lentamente, levantou-se, tentando não acordar Haruka, e dirigiu-se para a casa de banho, onde tomou um duche.
Passado pouco tempo acabou o banho e vestiu-se, quando saiu, Haruka já tinha acordado, e encontrava-se a sair da outra casa de banho, que ficava ao pé da sala.
- Bom dia Haruka! – Disse Michiru.
- Olá. Dormiste bem? – Perguntou a outra, abraçando a companheira, com um sorriso insinuador nos lábios.
- Como já não dormia há séculos… – Respondeu Michiru retribuindo o abraço e o sorriso.
– Temos de ir comer, as raparigas vieram bater aqui à porta há uns minutos a dizerem para nos despacharmos. – Mudou Haruka de assunto.
- Ok! – Exclamou Michiru, e ambas, de mãos dadas, foram ter a casa de Bunny, Ami, Teresa e Luísa, onde seria a refeição.
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“Olá ouvintes! Bom dia a todos!” – Exclamou a locutora da rádio com uma voz irritantemente alegre.
Chovia torrencialmente na cidade de Tóquio, o céu estava coberto de enormes nuvens cinzentas e carregadas. Para piorar as coisas, Nuria achava-se presa num enorme engarrafamento.
- Maldição… Com as compras de Natal tenho de trabalhar até aos Domingos! – Exclamou irritada.
“Hoje é dia 8 de Dezembro e parece que toda a gente está a correr os shoppings para fazer compras de Natal!” – Continuou a mulherzinha da rádio, com a sua vozinha esganiçada.
Aquela manhã estava a correr pessimamente, o despertador não tocara, Nuria sujara o seu melhor fato com café, quando tomava o pequeno-almoço, estava a chover e agora estava presa no meio do trânsito. Quem lhe dera estar nos Montes Fuji com as outras…
“E agora as notícias!” – Guinchou a mulher. Sinceramente, Nuria achava que ia mudar de canal quando, de repente. – “Estão a haver estranhos ataques por toda a cidade, causados por uma criatura gigante. Está a haver um ataque perto de… AAAAAAAAH!” – Ao que parecia algo interrompera a mulher, fazendo o rádio desligar-se.
- Tenho de ver o que se está a passar! – Murmurou Nuria, olhou para a fila de carros por todos os lados e, sem uma única saída , saiu do carro.
Nesse preciso momento uma estranha criatura verde com longos cabelos vermelhos apareceu com passos lentos e pesados. Pessoas gritavam à sua volta enquanto viam os seus carros a ser esmagados. Como é que Nuria não se apercebera logo da confusão? Estava demasiado absorvida nos seus pensamentos para dar atenção ao mundo exterior… Foi então que reparou no que se passava em redor, mas já era tarde demais… Uma dor aguda apoderou-se do seu corpo.
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Aquele dia foi fenomenal. Depois de um grande pequeno-almoço constituído por panquecas, chocolate quente e outras comidas óptimas, todas foram alugar material de ski à lojinha do aldeamento. Seguiram para os teleféricos, que não ficavam muito longe, e subiram até à colina onde havia várias pistas de ski.
Rita e Teresa fizeram uma corrida, juntamente com Joana e Patrícia, mas estas duas desistiram, ao fim de muitas quedas, e foram juntar-se a Bunny, que nem tinha experimentado os skis e que se encontrava, agora, a fazer um boneco de neve. Pouco depois, o boneco tinha-se transformado num monte de neve e todas as três estavam embrenhadíssimas numa luta de bolas de neve, a que Maria se foi juntar.
Ami e Luísa estavam mais calmas, sentadas a observar as outras enquanto conversavam. Tinham começado a ficar amigas e descobriram que tinham imensas coisas em comum!
Já Haruka, Michiru, Annelise e Arya, encontravam-se numas pistas mais avançadas a esquiar, porque todas já o sabiam fazer bastante bem, pelo menos, melhor que as que se encontravam mais a baixo.
A manhã passou, todas foram almoçar a um restaurante, não sem antes terem ido trocar de roupa a casa, porque estavam bastante molhadas e enregeladas. O almoço foi num restaurante italiano com pizzas e massas óptimas. Seguiu-se uma tarde, mais calma, em que as raparigas ficaram por casa a jogar jogos até que bateu tédio em todas e foram outra vez para a neve, embrenhando-se numa enorme batalha que acabou com os seguintes resultados:
Haruka e Michiru – 18 pontos
Bunny e Patrícia – 1 ponto (um completo desastre…)
Rita e Teresa – 19 pontos
Maria e Joana – 10 pontos (podiam ter mais se não fosse a falta de pontaria de Joana)
Annelise e Arya – 22 pontos (Vencedoras!)
Luísa e Ami – 5 pontos
Depois do jantar nenhuma teve paciência para ficar a fazer alguma coisa, por isso, foram todas para a cama, adormecendo quase de seguida.
No dia seguinte, acordaram por volta das dez horas, as mais madrugadoras foram acordar as restantes. Era o dia de voltarem para Tóquio. Tinha sido um fim-de-semana fenomenal! Com alguma pena, todas arrumaram as malas e, às quatro horas, depois de um almoço de despedida, estavam todas na carrinha a caminho de casa.
A viagem decorreu normalmente, estavam todas bastante animadas e, dessa vez, Joana, Rita, Maria e Teresa não foram as únicas cantoras e a viagem até passou mais rápido, cheia de cantos de Natal.
Por volta das nove e meia, tinham chegado a Tóquio.

Um grande, grande obrigada pela sign e pelo avie Xaninha kida! ^^

Jovens escritores, nao resistem a chocolate? Especialmente Kinder? Então cuidado, o gang anda rondando
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- Ai! Há séculos que não me divertia assim! – Suspirou Bunny, dando um sonoro bocejo.
- Controla-te mulher! Não estás sozinha! – Disse Rita deitando-lhe um olhar irritado.
- Que chata! – Replicou Patrícia, sentada ao lado de Rita.
- Porque é que eu não fui noutro táxi? – Suspirou a rapariga de cabelos negros, olhando para as suas companheiras de viagem, enquanto resmungava entre dentes.
Estavam todas em táxis para irem para casa. Rita ficara no mesmo táxi de Patrícia e Bunny. Luísa, Ami e Teresa estavam noutro. Joana, Maria e Annelise num outro e Haruka, Michiru e Arya, encontravam-se noutro. Tinham combinado encontrar-se em casa de Haruka e Michiru, para contarem as novidades a Nuria, a quem iriam ligar, quando chegassem.
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Arya, Michiru e Haruka iam a falar alegremente no seu táxi. Aquela rivalidade que as tornara inimigas no principio dissipara-se completamente, e agora podiam-se ver aquelas três mais amigas do que nunca.
- Viste a cara do homem da carrinha quando soube que a Haruka era uma rapariga? – Perguntou Michiru entre risadas.
- A sério, eu ia morrendo! Ele pensava mesmo que tu eras um homem! – Disse Arya, dirigindo-se para Haruka.
- Esta gente tem de aprender a olhar para as pessoas… – Disse Haruka fingindo-se zangada. – Um homem é diferente de uma mulher!
- Olha que tu também não ajudas. – Ralhou-lhe Michiru, fazendo com que as outras duas soltassem sonoras gargalhadas.
O tempo lá fora estava estranho, mas ninguém parecia ligar muito a isso. O céu negro, estava carregado de nuvens enormes e mal se conseguia ver a Lua e as estrelas. As ruas estavam estranhamente vazias, apenas se viam umas pessoas com expressões preocupadas nos rostos, e a andar apressadamente. O táxi passou numa zona completamente vazia que ficava perto do prédio onde era a rádio de Tóquio. Até agora todos os pormenores estranhos tinham passado despercebidos às três raparigas, absortas na sua conversa. Mas, de repente, o olhar de Arya prendeu-se num sítio perto do passeio e viu algo a brilhar no chão.
- Desculpe. – Disse, fazendo sinal ao condutor para parar. – Podia parar aqui?
- Parar? Para quê? A nossa casa ainda é longe! – Exclamou Haruka, com uma expressão interrogativa no rosto.
- Lembrei-me que tinha de fazer uma coisa urgente que já devia ter feito há mais tempo! – Mentiu Arya, com uma convicção que até a ela lhe espantou.
- Bem… Ok. Adeus, depois vai lá ter a casa! – Disse Michiru acenando-lhe, enquanto a via a sair do carro, sem desconfiar de nada.
---
Arya atravessou a estrada em passo ligeiro, esperou que o táxi fizesse a curva e depois baixou-se no sítio onde vira brilhar. Ali, caído no chão, via-se um broche de transformação laranja com pequenos diamantes amarelos. Da sua dona, nem sombras.
- Oh não… O que será que se passou enquanto não estávamos? – Perguntou-se Arya, reconhecendo o broche da Sailor Fire.
Pegou nele com cuidado e examinou-o. Estava ligeiramente riscado, mas em bom estado. Pessimista como era, Arya pensou logo o pior sobre aquilo. Então, de repente, um a um, passaram-lhe à frente todos os pormenores de que podia estar certa. A estranha ausência das pessoas, as lojas fechadas, a falta de trânsito e o próprio céu. Uma brisa inquietante fez voar os cabelos da jovem, arrepiando-a. Aquilo, decididamente, não era bom sinal.
Arya olhou em volta à procura de algum sítio onde se transformar. Rapidamente, os seus olhos descortinaram um beco sem saída do outro lado da rua. Com cuidado, a rapariga atravessou-a e dirigiu-se para lá. Quando chegou ao beco gritou:
- Air Element Power, Make Up!
A transformação deixou-a um pouco atordoada. Porque teria aquilo acontecido? Desequilibrando-se, Arya caiu sentada no chão, em cima de algo mole. Virou-se de costas para ver em que tinha chocado e, deparou-se com a maior barbaridade que vira em toda a vida.
---
A rapariga estava pregada ao chão, na face dela havia um misto de horror e surpresa. À sua frente estava uma enorme pirâmide humana, feita com dezenas, talvez centenas, de corpos humanos.
- Que horror! Quem terá feito isto? – Perguntou-se, conseguindo, finalmente, articular algumas palavras.
A resposta surgiu-lhe imediatamente, era mais que óbvio que a Queen Rubi tinha estado a planear aquilo tudo para uma altura em que nenhuma das sailors estivesse presente. Tinha roubado todos os cristais dos sentimentos das pessoas, ali estava a prova!
Um pensamento terrível passou pela mente de Arya, não… Não era possível! Desesperadamente, ela começou a vasculhar a pilha e, pouco depois, encontrou o que procurava. O corpo de Nuria estava ali, sem vida, como os das restantes pessoas.
Com força, a jovem puxou o corpo de Nuria para fora da pilha, provocando uma enorme derrocada de cadáveres. Com algum esforço, Arya pegou no de Nuria às costas e levou-o até ao passeio onde o pousou, ficando a olhar para ele, desolada, enquanto se agarrava a um poste de iluminação.
Então, um relâmpago iluminou o céu, Arya olhou para o céu, sentindo a chuva e o vento nos seus cabelos longos e ondulados. De repente, uma sombra gigante apareceu de um sítio desconhecido. Arya voltou-se para trás.
Algures, um grito rasgou a noite silenciosa. Seria tarde demais?

Um grande, grande obrigada pela sign e pelo avie Xaninha kida! ^^

Jovens escritores, nao resistem a chocolate? Especialmente Kinder? Então cuidado, o gang anda rondando
André, bigada pelo comentário
Ainda bem k gostaste da fic, são os leitores k nos ajudam a ganhar coragem pra continuar a escrever 
Sandrinha!! És tu!! (kem mais havia de ser?) Dscp fazer-te esperar, mas já disse pk foi, no msn
Pra kem não sabe foi pk tive uma crise de inspiração e tive de mudar tudo o k já tinha escrito e pensado deste cap.
Bem, e agora vou por me ao trabalho (ok... ja não), pk as ideias n faltam (e a preguiça tb nao
)
Ainda bem k gostaste da fic, são os leitores k nos ajudam a ganhar coragem pra continuar a escrever 
Sandrinha!! És tu!! (kem mais havia de ser?) Dscp fazer-te esperar, mas já disse pk foi, no msn
Pra kem não sabe foi pk tive uma crise de inspiração e tive de mudar tudo o k já tinha escrito e pensado deste cap.Bem, e agora vou por me ao trabalho (ok... ja não), pk as ideias n faltam (e a preguiça tb nao
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Um grande, grande obrigada pela sign e pelo avie Xaninha kida! ^^

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OMG, excelente quero mais! XD
http://suspended.byethost2.com/ O melhor fórum do mundo!
Fic - As Estrelas Voltam
Oh yeah! Má forma! Oh não! Estou magra!
Fic - As Estrelas Voltam
Oh yeah! Má forma! Oh não! Estou magra!
Olá gente! Queria agradecer a todos os que escreveram os seus comentários para a fic e que deram sugestões!! Então, depois de um pequeno azar, aqui vai o penultimo capitulo da fic. Sim! O penultimo... Lamento informar que esta fic está a acabar, no entanto vai haver um epílogo
E agora, não vos masso mais e vamos à história!
Cap. XIII – O labirinto da morte
As onze amigas encontravam-se à porta de casa de Haruka e Michiru, já todas tinham chegado, por isso, entraram no prédio, e, de elevador, subiram até ao apartamento das duas.
- Waaaaaaw! – Exclamou Bunny ao entrar na casa.
Era um apartamento espaçoso e bem decorado. A porta de entrada ia dar directamente para uma sala de estar confortável e arrumada, com um grande piano, uma mesinha, sofás e alguns quadros. Ao fundo havia uma porta que dava para um corredor, do outro lado, uma que dava para a cozinha.
- Entrem, entrem… – Pediu Michiru, distraidamente, observando as gotas de chuva que escorregavam pela janela da sala.
- Acho que era melhor comermos alguma coisa. – Disse Haruka.
- Eu faço qualquer umas sandes. – Prontificou-se Michiru, dirigindo-se para a cozinha.
- Nós ajudamos! – Exclamaram Annelise e Maria, seguindo a amiga.
As outras sentaram-se na sala e tentaram manter uma conversa normal. O tempo passava, Teresa tentou ligar a Nuria, mas o telemóvel estava desligado.
- As compras de Natal no shopping devem estar a deixá-la louca… – Suspirou, desligando.
- É estranho como o Natal se tornou tão famoso, mesmo entre povos não cristãos… – Observou Luísa, pensativamente.
- O jantar está pronto! – Exclamou Maria, trazendo um tabuleiro com sandes e sumo, juntamente com Michiru e Annelise.
Ainda esperaram um pouco para ver se alguma das duas desaparecidas dava sinal. Mas nenhuma apareceu e, vencidas pela fome, as raparigas foram comendo, embora preocupadas. Quando acabaram, no entanto, descobriram que mal tinham conseguido comer o que quer que fosse.
- Não consigo ficar quieta durante mais tempo, sem saber onde a Arya e a Nuria estão. – Disse Bunny levantando-se. – Temos de as ir procurar!
- Sim… Não é normal a Arya desaparecer assim, deve-se ter passado alguma coisa. – Disse Annelise. Todas anuíram.
Assim, depois de se terem munido de gabardinas e guarda-chuvas, as raparigas saíram de casa e começaram a procurar pelas ruas.
- Arya!! Nuria!! – Os gritos ecoavam no vazio.
O tempo passava, a chuva continuava a cair, cada vez com mais força. As raparigas estavam a ficar desesperadas. Bunny gritara até ficar rouca, agora já quase não se ouvia a sua voz chorosa. Foi então que Michiru reparou num beco escuro. Aproximou-se e entrou lá. Saiu pouco depois, horrorizada.
- Haruka! Bunny! Meninas! – Gritou.
As duas referidas, juntamente com Maria, Ami, Rita e Joana, correram até ao local de onde Michiru as chamara. Uma a uma, escancararam a boca de espanto e horror. À sua frente, erguia-se um monte de corpos mortos.
- Q…quem seria capaz de semelhante calamidade? – Balbuciou Rita, baixinho.
- Foi a Queen Rubi, tenho a certeza! Deve ter estado a planear isto tudo há séculos! – Gritou Haruka, fechando os punhos com um sentimento de raiva a crescer dentro dela.
- NÃO!! – Berrou Bunny, com lágrimas a escorrerem-lhe pela face.
Não podia ser, ela não podia estar a ver o que pensava! Correu por entre o mar de corpos e, ali, descobriu os cadáveres dos seus pais e de Chico. Estavam mortos! Bunny ficou como petrificada, chorando baixinho. Não sentiu as mãos de Rita, Maria, Joana e Ami nas suas costas, as suas palavras de conforto entravam-lhe por um ouvido e saíam-lhe pelo outro. Haruka e Michiru mantiveram-se de longe, por respeito, verificando se os corpos de Arya e Nuria não estavam entre os cadáveres. De repente ouviram Annelise gritar:
- Meninas, venham cá!
Bunny levantou-se a tremer, e, amparada pelas suas companheiras, foi ter com as três irmãs, que se encontravam um pouco mais longe. Qual não foi o espanto de todas quando viram Arya, transformada, a virar a esquina e a dirigir-se para elas. Quando ela estava suficientemente próxima as restantes começaram a enchê-la de perguntas, mas Arya não reagiu, limitando-se a dizer:
- Sigam-me e não se transformem! Se o fizerem seremos descobertas!
Todas seguiram a Sailor Air, sem fazerem perguntas ou levantarem objecções, embora estivessem intrigadas. Foram andando pelas ruas até que chegaram a um bairro nos subúrbios da cidade. Então, Arya entrou na última casa que lá havia.
- O… onde estamos? – Perguntou Patrícia, ao entrarem naquela casa escura e bafienta.
- No vosso pior pesadelo! – Gritou Arya, com uma voz grossa.
De repente tudo ficou escuro e a porta fechou-se, desaparecendo, juntamente com a Sailor Air.
Maria, Joana, Ami e Rita estavam numa sala de paredes, chão e tecto dourados, todos cobertos de espelhos.
- Bunny?? – Perguntou Joana, ouvindo apenas o eco da sua voz como resposta. – Onde estamos?
- Caímos numa cilada… – Murmurou Rita.
- Não acredito que a Arya nos traiu este tempo todo! – Suspirou Maria.
- Ela não nos traiu… Não voluntariamente. Ela estava possuída, repararam nos seus olhos? Estavam vazios e indiferentes. – Sussurrou Ami. – Porque não me dei logo conta disto?
- Não te culpes. Nenhuma de nós deu conta! Não te preocupes… – Disse Joana, pondo um braço à volta da amiga.
- Se eu fosse a vocês preocupava-me! – Uma voz ecoou pela sala, gélida como a mais fria brisa de Inverno.
Uma descarga eléctrica caiu em cima de Maria que, desprevenida, caiu para dentro de um dos espelhos, sendo sugada e desaparecendo, lentamente, na escuridão.
- MARIA! – Gritaram Rita e Joana. – Temos de nos transformar!
- Mars Planet Power, Make Up!
- Venus Planet Power, Make Up!
Os gritos das duas raparigas ecoaram pela sala, no entanto nada aconteceu. As amigas repararam que Ami não tinha reagido a nada, viraram-se para ela. Então viram que a jovem rapariga de cabelos azuis avançava em direcção ao espelho, como se estivesse a ser sugada para aquele mundo de fantasia.
- Ami! Pára! – Gritou Rita agarrando-se a Ami para tentar que ela não avançasse mais. – Joana, ajuda-me!
Joana também agarrou em Ami, mas, incrivelmente, nenhuma delas conseguia pará-la. Até que o inevitável aconteceu. Ami caiu para as profundezas do espelho. Agarradas a ela, iam Joana e Rita.
Annelise. Luísa e Teresa andavam de um lado para o outro no meio de um enorme labirinto de sebes.
- Bunny! Princesa! Meninas! – Gritavam desesperadas.
- Não adianta… – Disse Teresa, ofegando, depois de ter dado umas cinquenta voltas ao labirinto. – Se ao menos estivéssemos transformadas…
- Light Element Power… Make Up! – Gritou Luísa, pegando no seu broche de transformação, dourado com diamantes brancos. No entanto, nada aconteceu. - Não é possível! – Murmurou horrorizada, caindo de joelhos.
- Calma Luísa. – Disse Annelise, pondo a mão no ombro da irmã e ajoelhando-se ao pé dela, tentando não mostrar que estava tão nervosa quanto ela.
- Calma o quê? A princesa desapareceu! A Arya traiu-nos! Não nos podemos transformar! O que fazemos? NADA!!! Não há nada que possamos fazer, estamos presas, perdidas neste labirinto! – Gritou Teresa, batendo com as mãos numa sebe e deixando-se escorregar por ela, enquanto lágrimas de raiva e dor lhe corriam pela face.
- Falhámos a nossa missão… Só nos resta termos fé nas restantes sailors, na Patrícia e, sobretudo, na nossa princesa. – Disse Luísa, em voz sumida.
Então, alguns ramos das sebes começaram a cobri-las. As três irmãs abraçaram-se, prontas a acolher a morte, não podiam escapar. Quando já mal se viam as pernas e o peito, as sebes começaram a ir em direcção aos seus pescoços, sufocando-as, lentamente.
- Perdoa-nos princesa… – As últimas palavras de Annelise soaram abafadas, enquanto as três eram cobertas de plantas e morriam sufocadas.
Bunny, Haruka, Michiru e Patrícia encontravam-se numa grande sala vazia, com tecto, paredes e chão dourados. À sua frente havia um trono onde Sailor Air repousava, com uma expressão irónica na sua face.
- Sua traidora! – Gritou Haruka!
- Traidora, eu? – Exclamou Sailor Air, fingindo-se surpreendida e, ao mesmo tempo, ofendida. – Isso é um insulto, eu nunca traí ninguém!
- Então porque estamos aqui? – Perguntou Patrícia. – Porq…
No entanto não pôde acabar a sua frase, porque foi atingida por um clarão de luz branca que a deixou muda.
- Sinceramente, pensei que fossem mais espertas. – Disse Air fazendo com uma expressão desiludida.
Então uma sombra saiu do corpo de Air, que caiu no chão, sem vida. A sombra aumentou transformando-se numa bela mulher de cabelos vermelhos muito compridos e um longo vestido verde-escuro.
- Queen Rubi! – Balbuciou Michiru, atordoada.
- Até que enfim alguém com inteligência, estava a ver que tinha de me apresentar… – Disse ironicamente, virando-se depois para um espelho ao seu lado.
- Agora sim, já estou bela, infelizmente, não para a eternidade. Para isso preciso do cristal dos elementos. Agora… Mato-as já, ou não? Podia sempre deixá-las a sofrer… – Monologou.
- O que aconteceu à Nuria? E às outras? – Perguntou Bunny, que estava abraçada a Patrícia.
- Ainda bem que perguntam. – Disse Queen Rubi, virando-se para as raparigas.
Com um estalido de dedos fez o corpo de Nuria e o de Arya aparecerem no ar. Depois, com outro estalido de dedos, apareceram dois espelhos, num estava Maria, no outro estavam Ami, Joana e Rita, abraçadas. Finalmente, com outro estalar de dedos, fez aparecer uma imagem, que mostrava os corpos das outras três sailors, sufocadas pelas plantas. Finalmente, com um último estalar de dedos, fez aparecer uma pequena caixa de cristal onde se encontravam os cristais dos sentimentos de cada uma das sailors mortas.
- Como vêem… Só faltam vocês! – Disse com um esgar maldoso.
- Rita, Ami, Joana, Maria! Teresa, Annelise, Luísa! Nuria, Arya! – Bunny quis correr em direcção a cada uma das nomeadas. No entanto foi impedida por uma descarga eléctrica, que a atirou contra a parede.
A custo, Bunny voltou a levantar-se, só depois reparou que a descarga eléctrica não viera de Queen Rubi, que se mostrava surpreendida, mas sim de Patrícia.
E agora, não vos masso mais e vamos à história!Cap. XIII – O labirinto da morte
As onze amigas encontravam-se à porta de casa de Haruka e Michiru, já todas tinham chegado, por isso, entraram no prédio, e, de elevador, subiram até ao apartamento das duas.
- Waaaaaaw! – Exclamou Bunny ao entrar na casa.
Era um apartamento espaçoso e bem decorado. A porta de entrada ia dar directamente para uma sala de estar confortável e arrumada, com um grande piano, uma mesinha, sofás e alguns quadros. Ao fundo havia uma porta que dava para um corredor, do outro lado, uma que dava para a cozinha.
- Entrem, entrem… – Pediu Michiru, distraidamente, observando as gotas de chuva que escorregavam pela janela da sala.
- Acho que era melhor comermos alguma coisa. – Disse Haruka.
- Eu faço qualquer umas sandes. – Prontificou-se Michiru, dirigindo-se para a cozinha.
- Nós ajudamos! – Exclamaram Annelise e Maria, seguindo a amiga.
As outras sentaram-se na sala e tentaram manter uma conversa normal. O tempo passava, Teresa tentou ligar a Nuria, mas o telemóvel estava desligado.
- As compras de Natal no shopping devem estar a deixá-la louca… – Suspirou, desligando.
- É estranho como o Natal se tornou tão famoso, mesmo entre povos não cristãos… – Observou Luísa, pensativamente.
- O jantar está pronto! – Exclamou Maria, trazendo um tabuleiro com sandes e sumo, juntamente com Michiru e Annelise.
Ainda esperaram um pouco para ver se alguma das duas desaparecidas dava sinal. Mas nenhuma apareceu e, vencidas pela fome, as raparigas foram comendo, embora preocupadas. Quando acabaram, no entanto, descobriram que mal tinham conseguido comer o que quer que fosse.
- Não consigo ficar quieta durante mais tempo, sem saber onde a Arya e a Nuria estão. – Disse Bunny levantando-se. – Temos de as ir procurar!
- Sim… Não é normal a Arya desaparecer assim, deve-se ter passado alguma coisa. – Disse Annelise. Todas anuíram.
Assim, depois de se terem munido de gabardinas e guarda-chuvas, as raparigas saíram de casa e começaram a procurar pelas ruas.
- Arya!! Nuria!! – Os gritos ecoavam no vazio.
O tempo passava, a chuva continuava a cair, cada vez com mais força. As raparigas estavam a ficar desesperadas. Bunny gritara até ficar rouca, agora já quase não se ouvia a sua voz chorosa. Foi então que Michiru reparou num beco escuro. Aproximou-se e entrou lá. Saiu pouco depois, horrorizada.
- Haruka! Bunny! Meninas! – Gritou.
As duas referidas, juntamente com Maria, Ami, Rita e Joana, correram até ao local de onde Michiru as chamara. Uma a uma, escancararam a boca de espanto e horror. À sua frente, erguia-se um monte de corpos mortos.
- Q…quem seria capaz de semelhante calamidade? – Balbuciou Rita, baixinho.
- Foi a Queen Rubi, tenho a certeza! Deve ter estado a planear isto tudo há séculos! – Gritou Haruka, fechando os punhos com um sentimento de raiva a crescer dentro dela.
- NÃO!! – Berrou Bunny, com lágrimas a escorrerem-lhe pela face.
Não podia ser, ela não podia estar a ver o que pensava! Correu por entre o mar de corpos e, ali, descobriu os cadáveres dos seus pais e de Chico. Estavam mortos! Bunny ficou como petrificada, chorando baixinho. Não sentiu as mãos de Rita, Maria, Joana e Ami nas suas costas, as suas palavras de conforto entravam-lhe por um ouvido e saíam-lhe pelo outro. Haruka e Michiru mantiveram-se de longe, por respeito, verificando se os corpos de Arya e Nuria não estavam entre os cadáveres. De repente ouviram Annelise gritar:
- Meninas, venham cá!
Bunny levantou-se a tremer, e, amparada pelas suas companheiras, foi ter com as três irmãs, que se encontravam um pouco mais longe. Qual não foi o espanto de todas quando viram Arya, transformada, a virar a esquina e a dirigir-se para elas. Quando ela estava suficientemente próxima as restantes começaram a enchê-la de perguntas, mas Arya não reagiu, limitando-se a dizer:
- Sigam-me e não se transformem! Se o fizerem seremos descobertas!
Todas seguiram a Sailor Air, sem fazerem perguntas ou levantarem objecções, embora estivessem intrigadas. Foram andando pelas ruas até que chegaram a um bairro nos subúrbios da cidade. Então, Arya entrou na última casa que lá havia.
- O… onde estamos? – Perguntou Patrícia, ao entrarem naquela casa escura e bafienta.
- No vosso pior pesadelo! – Gritou Arya, com uma voz grossa.
De repente tudo ficou escuro e a porta fechou-se, desaparecendo, juntamente com a Sailor Air.
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Maria, Joana, Ami e Rita estavam numa sala de paredes, chão e tecto dourados, todos cobertos de espelhos.
- Bunny?? – Perguntou Joana, ouvindo apenas o eco da sua voz como resposta. – Onde estamos?
- Caímos numa cilada… – Murmurou Rita.
- Não acredito que a Arya nos traiu este tempo todo! – Suspirou Maria.
- Ela não nos traiu… Não voluntariamente. Ela estava possuída, repararam nos seus olhos? Estavam vazios e indiferentes. – Sussurrou Ami. – Porque não me dei logo conta disto?
- Não te culpes. Nenhuma de nós deu conta! Não te preocupes… – Disse Joana, pondo um braço à volta da amiga.
- Se eu fosse a vocês preocupava-me! – Uma voz ecoou pela sala, gélida como a mais fria brisa de Inverno.
Uma descarga eléctrica caiu em cima de Maria que, desprevenida, caiu para dentro de um dos espelhos, sendo sugada e desaparecendo, lentamente, na escuridão.
- MARIA! – Gritaram Rita e Joana. – Temos de nos transformar!
- Mars Planet Power, Make Up!
- Venus Planet Power, Make Up!
Os gritos das duas raparigas ecoaram pela sala, no entanto nada aconteceu. As amigas repararam que Ami não tinha reagido a nada, viraram-se para ela. Então viram que a jovem rapariga de cabelos azuis avançava em direcção ao espelho, como se estivesse a ser sugada para aquele mundo de fantasia.
- Ami! Pára! – Gritou Rita agarrando-se a Ami para tentar que ela não avançasse mais. – Joana, ajuda-me!
Joana também agarrou em Ami, mas, incrivelmente, nenhuma delas conseguia pará-la. Até que o inevitável aconteceu. Ami caiu para as profundezas do espelho. Agarradas a ela, iam Joana e Rita.
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Annelise. Luísa e Teresa andavam de um lado para o outro no meio de um enorme labirinto de sebes.
- Bunny! Princesa! Meninas! – Gritavam desesperadas.
- Não adianta… – Disse Teresa, ofegando, depois de ter dado umas cinquenta voltas ao labirinto. – Se ao menos estivéssemos transformadas…
- Light Element Power… Make Up! – Gritou Luísa, pegando no seu broche de transformação, dourado com diamantes brancos. No entanto, nada aconteceu. - Não é possível! – Murmurou horrorizada, caindo de joelhos.
- Calma Luísa. – Disse Annelise, pondo a mão no ombro da irmã e ajoelhando-se ao pé dela, tentando não mostrar que estava tão nervosa quanto ela.
- Calma o quê? A princesa desapareceu! A Arya traiu-nos! Não nos podemos transformar! O que fazemos? NADA!!! Não há nada que possamos fazer, estamos presas, perdidas neste labirinto! – Gritou Teresa, batendo com as mãos numa sebe e deixando-se escorregar por ela, enquanto lágrimas de raiva e dor lhe corriam pela face.
- Falhámos a nossa missão… Só nos resta termos fé nas restantes sailors, na Patrícia e, sobretudo, na nossa princesa. – Disse Luísa, em voz sumida.
Então, alguns ramos das sebes começaram a cobri-las. As três irmãs abraçaram-se, prontas a acolher a morte, não podiam escapar. Quando já mal se viam as pernas e o peito, as sebes começaram a ir em direcção aos seus pescoços, sufocando-as, lentamente.
- Perdoa-nos princesa… – As últimas palavras de Annelise soaram abafadas, enquanto as três eram cobertas de plantas e morriam sufocadas.
---
Bunny, Haruka, Michiru e Patrícia encontravam-se numa grande sala vazia, com tecto, paredes e chão dourados. À sua frente havia um trono onde Sailor Air repousava, com uma expressão irónica na sua face.
- Sua traidora! – Gritou Haruka!
- Traidora, eu? – Exclamou Sailor Air, fingindo-se surpreendida e, ao mesmo tempo, ofendida. – Isso é um insulto, eu nunca traí ninguém!
- Então porque estamos aqui? – Perguntou Patrícia. – Porq…
No entanto não pôde acabar a sua frase, porque foi atingida por um clarão de luz branca que a deixou muda.
- Sinceramente, pensei que fossem mais espertas. – Disse Air fazendo com uma expressão desiludida.
Então uma sombra saiu do corpo de Air, que caiu no chão, sem vida. A sombra aumentou transformando-se numa bela mulher de cabelos vermelhos muito compridos e um longo vestido verde-escuro.
- Queen Rubi! – Balbuciou Michiru, atordoada.
- Até que enfim alguém com inteligência, estava a ver que tinha de me apresentar… – Disse ironicamente, virando-se depois para um espelho ao seu lado.
- Agora sim, já estou bela, infelizmente, não para a eternidade. Para isso preciso do cristal dos elementos. Agora… Mato-as já, ou não? Podia sempre deixá-las a sofrer… – Monologou.
- O que aconteceu à Nuria? E às outras? – Perguntou Bunny, que estava abraçada a Patrícia.
- Ainda bem que perguntam. – Disse Queen Rubi, virando-se para as raparigas.
Com um estalido de dedos fez o corpo de Nuria e o de Arya aparecerem no ar. Depois, com outro estalido de dedos, apareceram dois espelhos, num estava Maria, no outro estavam Ami, Joana e Rita, abraçadas. Finalmente, com outro estalar de dedos, fez aparecer uma imagem, que mostrava os corpos das outras três sailors, sufocadas pelas plantas. Finalmente, com um último estalar de dedos, fez aparecer uma pequena caixa de cristal onde se encontravam os cristais dos sentimentos de cada uma das sailors mortas.
- Como vêem… Só faltam vocês! – Disse com um esgar maldoso.
- Rita, Ami, Joana, Maria! Teresa, Annelise, Luísa! Nuria, Arya! – Bunny quis correr em direcção a cada uma das nomeadas. No entanto foi impedida por uma descarga eléctrica, que a atirou contra a parede.
A custo, Bunny voltou a levantar-se, só depois reparou que a descarga eléctrica não viera de Queen Rubi, que se mostrava surpreendida, mas sim de Patrícia.

Um grande, grande obrigada pela sign e pelo avie Xaninha kida! ^^

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