Receita de amor (Bunny/Gonçalo)
Olá....
Eu não acredito que puseste o Gonçalo a ler o diário!!!!!!!!
Coitadinha da Bunny.....tive pena dela....era só dar um tiro ao Gonçalo....ele foi muito estupido em nao ouvir o que ela tinha para dizer.....
Apesar deste capitulo ter sido um pouco triste......adorei-o...
Fico à espera do próximo capitulo.....
Bjs

Eu não acredito que puseste o Gonçalo a ler o diário!!!!!!!!
Coitadinha da Bunny.....tive pena dela....era só dar um tiro ao Gonçalo....ele foi muito estupido em nao ouvir o que ela tinha para dizer.....
Apesar deste capitulo ter sido um pouco triste......adorei-o...
Fico à espera do próximo capitulo.....
Bjs

Protegerei e lutarei por todos, nem que isso signifique a minha morte.......
Depois de tanto tempo consegui finalmente este fim de semana terminar de paxar o cap.
Gonçalo atravessou o jardim com passadas largas e firmes. Ao ver a mesa arrumada ao lado da churrasqueira, precisou se conter para não atirar tudo ao chão. Empurrou a porta de vaivém com toda a força e irrompeu cozinha adentro.
— M****! — gritou.
Ele imaginara que as coisas seriam diferentes. Era um advogado inteligente, esperto e experiente. No entanto, caíra na armadilha como se fosse um menino ingénuo. Ela fora bem mais sofisticada, dessa vez. Arquitectara uma trama elaborada. Claro que os anos de experiência haviam ajudado a aperfeiçoar a sua técnica. Se não tivesse encontrado aquele maldito diário, nunca teria suspeitado!
Com os punhos cerrados, Gonçalo andou de um lado para outro, na cozinha, inconformado. Mostrara-se tão interessada quando ele falara sobre o trabalho! Ele sentira prazer em compartilhar com ela seus casos, sentira orgulho da admiração dela.
E fora tudo fingimento! Ela o fizera desejá-la, usando aqueles vestidos curtos e decotados, exibindo uma feminilidade que fora estudada, planejada para conquistar o interesse dele, e tudo não passara de um desafio para ela. Um jogo.
Transtornado, Gonçalo pegou numa garrafa de uísque, serviu-se de uma dose e foi para o escritório, numa ala da casa que ficava oposta à dos vizinhos. Não olharia nenhuma vez sequer naquela direcção. Não naquela noite.
Sentando-se à escrivaninha, ele bebericou o uísque, remoendo a mágoa... e a lembrança das horas agradáveis que passara com Bunny nas últimas semanas.
Na sexta-feira, Bunny acordou sentindo-se péssima. Passara uma noite horrível, assombrada por sonhos confusos, nos quais corria atrás de Gonçalo e ele desaparecia.
Tomou um banho, vestiu uma saia e um top sem mangas e desceu para preparar o café. Não se conformava com o que acontecera. Se tivesse levado o diário para cima, Gonçalo nunca o teria encontrado. E a noite anterior poderia ter sido muito diferente. E o futuro, também?
Ela gemeu algo, tentando afastar o pensamento. Depois de tomar o café da manhã, imprimiu várias cópias de seu currículo, colocou-as nos envelopes que comprara para essa finalidade e foi para o correio. Esperava que, na semana seguinte, alguém entrasse em contacto com ela. Enquanto isso, continuaria procurando apartamento. Quanto mais cedo saísse de perto dele, melhor.
A tarde, depois de voltar ao apartamento que a interessara em Rose Street, ficou desapontada ao descobrir que já havia sido alugado. Fora o que ela gostara mais. Por que dera ouvidos à opinião dele? Agora, perdera a oportunidade.
No final do dia, depois de uma busca inútil, ela estacionou o carro diante do edifício onde Joana morava.
— Olá! — A prima cumprimentou jovialmente, ao abrir a porta. — O que aconteceu?
— Nada. — bunny jogou a bolsa sobre uma cadeira.
— Como, nada? Estás com uma cara horrível.
Para sua própria surpresa, Bunny começou a chorar.
— Bunn... — Joana aproximou-se e abraçou-a. — O que foi? Gonçalo?
Bunny assentiu com um gesto de cabeça.
— Senta-te... Vamos conversar.
Antes de fazer o que a prima dizia, Bunny abriu a bolsa e pegou a folha de papel amassada.
— Lembras-te que eu te disse que faria uma lista dos conselhos de bisavó Selene, para tentares com o Mário?
Joana assentiu e pegou o papel.
— Gonçalo achou o diário, com a lista dentro. Agora está pensando que foi tudo uma brincadeira para conquistá-lo. Ficou furioso.
— Mas... — Joana relançou o olhar pela lista amassada.
— Eu o amo, Joana — disse Bunny, sentindo o choro aumentando. – Eu o amei sempre, a vida inteira, nunca deixei de amar. Conheci tantos rapazes, e nenhum nunca me interessou. Nunca vou conseguir tirá-lo da cabeça, Joana! O que eu faço?!
— É claro que vais conseguir tirá-lo da cabeça, Bunn. Porquê chorar por um homem que não te ama, que não ama ninguém? Gonçalo nunca vai se casar, tu sabes disso.
— Eu sei. — Bunny enxugou os olhos.
— Erga a cabeça, bunn, olhe para os lados... Seiya não para de perguntar por ti. Gonçalo não é o único homem a face da terra. Vais superar isso, vais ver.
— Eu espero, Joana. De qualquer forma, fica com a lista. Talvez funcione, contigo.
Capitulo IX (2 parte)
Gonçalo atravessou o jardim com passadas largas e firmes. Ao ver a mesa arrumada ao lado da churrasqueira, precisou se conter para não atirar tudo ao chão. Empurrou a porta de vaivém com toda a força e irrompeu cozinha adentro.
— M****! — gritou.
Ele imaginara que as coisas seriam diferentes. Era um advogado inteligente, esperto e experiente. No entanto, caíra na armadilha como se fosse um menino ingénuo. Ela fora bem mais sofisticada, dessa vez. Arquitectara uma trama elaborada. Claro que os anos de experiência haviam ajudado a aperfeiçoar a sua técnica. Se não tivesse encontrado aquele maldito diário, nunca teria suspeitado!
Com os punhos cerrados, Gonçalo andou de um lado para outro, na cozinha, inconformado. Mostrara-se tão interessada quando ele falara sobre o trabalho! Ele sentira prazer em compartilhar com ela seus casos, sentira orgulho da admiração dela.
E fora tudo fingimento! Ela o fizera desejá-la, usando aqueles vestidos curtos e decotados, exibindo uma feminilidade que fora estudada, planejada para conquistar o interesse dele, e tudo não passara de um desafio para ela. Um jogo.
Transtornado, Gonçalo pegou numa garrafa de uísque, serviu-se de uma dose e foi para o escritório, numa ala da casa que ficava oposta à dos vizinhos. Não olharia nenhuma vez sequer naquela direcção. Não naquela noite.
Sentando-se à escrivaninha, ele bebericou o uísque, remoendo a mágoa... e a lembrança das horas agradáveis que passara com Bunny nas últimas semanas.
Na sexta-feira, Bunny acordou sentindo-se péssima. Passara uma noite horrível, assombrada por sonhos confusos, nos quais corria atrás de Gonçalo e ele desaparecia.
Tomou um banho, vestiu uma saia e um top sem mangas e desceu para preparar o café. Não se conformava com o que acontecera. Se tivesse levado o diário para cima, Gonçalo nunca o teria encontrado. E a noite anterior poderia ter sido muito diferente. E o futuro, também?
Ela gemeu algo, tentando afastar o pensamento. Depois de tomar o café da manhã, imprimiu várias cópias de seu currículo, colocou-as nos envelopes que comprara para essa finalidade e foi para o correio. Esperava que, na semana seguinte, alguém entrasse em contacto com ela. Enquanto isso, continuaria procurando apartamento. Quanto mais cedo saísse de perto dele, melhor.
A tarde, depois de voltar ao apartamento que a interessara em Rose Street, ficou desapontada ao descobrir que já havia sido alugado. Fora o que ela gostara mais. Por que dera ouvidos à opinião dele? Agora, perdera a oportunidade.
No final do dia, depois de uma busca inútil, ela estacionou o carro diante do edifício onde Joana morava.
— Olá! — A prima cumprimentou jovialmente, ao abrir a porta. — O que aconteceu?
— Nada. — bunny jogou a bolsa sobre uma cadeira.
— Como, nada? Estás com uma cara horrível.
Para sua própria surpresa, Bunny começou a chorar.
— Bunn... — Joana aproximou-se e abraçou-a. — O que foi? Gonçalo?
Bunny assentiu com um gesto de cabeça.
— Senta-te... Vamos conversar.
Antes de fazer o que a prima dizia, Bunny abriu a bolsa e pegou a folha de papel amassada.
— Lembras-te que eu te disse que faria uma lista dos conselhos de bisavó Selene, para tentares com o Mário?
Joana assentiu e pegou o papel.
— Gonçalo achou o diário, com a lista dentro. Agora está pensando que foi tudo uma brincadeira para conquistá-lo. Ficou furioso.
— Mas... — Joana relançou o olhar pela lista amassada.
— Eu o amo, Joana — disse Bunny, sentindo o choro aumentando. – Eu o amei sempre, a vida inteira, nunca deixei de amar. Conheci tantos rapazes, e nenhum nunca me interessou. Nunca vou conseguir tirá-lo da cabeça, Joana! O que eu faço?!
— É claro que vais conseguir tirá-lo da cabeça, Bunn. Porquê chorar por um homem que não te ama, que não ama ninguém? Gonçalo nunca vai se casar, tu sabes disso.
— Eu sei. — Bunny enxugou os olhos.
— Erga a cabeça, bunn, olhe para os lados... Seiya não para de perguntar por ti. Gonçalo não é o único homem a face da terra. Vais superar isso, vais ver.
— Eu espero, Joana. De qualquer forma, fica com a lista. Talvez funcione, contigo.
— E bisavó Selene casou-se com Safira, afinal? — Jona perguntou, curiosa.
— Ainda não consegui descobrir. Mas falta pouco, agora. Estou a terminar de ler o diário.
— Depois quero-o ler também. Enquanto isso, por que não dorme aqui, hoje? Podemos pedir uma pizza.
Bunny aceitou o convite de bom grado. A ideia de voltar para casa sozinha e arriscar-se a encontrar Gonçalo não a atraía nem um pouco.
Ela passou o dia inteiro de sábado com a prima e voltou para casa à noite. Não olhou nem uma vez na direcção da casa dele. Trancou o carro e apressou-se a entrar em casa. Queria terminar de ler o diário.
Quando o telefone tocou, o coração dela deu um pulo.
— Alô?
— Olá, Bunn, é o Seiya. Telefonei para saber se estás livre amanhã.
O primeiro impulso de Bunny foi responder que não. Depois, pensando melhor, decidiu que ganharia mais saindo com ele do que ficando em casa remoendo a sua dor.
— Estou sim, Seiya.
— Óptimo! O que achas de jogarmos uma partida de ténis, à tarde e depois jantarmos no clube?
A lembrança do jantar com Gonçalo, semanas atrás, assaltou-a imediatamente. Mais uma vez, ela combateu o impulso de recusar. Talvez fosse uma maneira de sobrepor as velhas lembranças com outras, mais recentes.
Assim que desligou o telefone, no entanto, arrependeu-se. O seu coração estava tão inundado de amor por Gonçalo! Como podia sair com outro rapaz, aproveitar a companhia dele? Mas não teve coragem de ligar de volta e cancelar. Sairia com Seiya no dia seguinte, mas nunca mais sairia com ninguém, pelo resto de sua vida.
O encontro com Seiya foi mais agradável do que Bunny imaginara. A partida de ténis foi divertida, e ela encontrou várias pessoas que não via havia a muito tempo. Sem dúvida, fora melhor do que ficar em casa, pensando.
Na segunda-feira, ela recebeu um telefonema de uma empresa que recebera seu currículo. E outro de Seiya, convidando-a para sair na quarta-feira. E um terceiro de Neflite, querendo saber se ela estava livre na sexta.
Bunny marcou a entrevista, e aceitou o convite de Seiya e o de Neflite. Se não podia ter o homem dos seus sonhos, mas, mostraria a Gonçalo que havia outros que se interessavam por ela.
A entrevista foi na terça-feira de manhã e Bunny ficou encantada com as instalações da empresa e as perspectivas de trabalho. O emprego era interessante e oferecia mais potencial do que ela esperava. Ela conversou com várias pessoas, desde aquele que seria seu chefe imediato até o presidente da empresa. Quando eles a convidaram para almoçar, ela teve certeza de que seria contratada.
A confirmação veio através de um telefonema, algumas horas mais tarde. Entusiasmada, ela aceitou prontamente. Como começaria dali a duas semanas, teria tempo para alugar um apartamento e ir a Nova York para providenciar a mudança.
Gostaria de contar as novidades a Gonçalo, mas sabia que não poderia fazer isso. Não o vira mais desde aquela noite sinistra, e faria o possível para evitá-lo até mudar-se.
Bunny esfregou o peito, como se assim pudesse aliviar a dor física que o sofrimento provocava. Não adiantava chorar sobre o leite derramado, como sua bisavó escrevera no diário.
Na terça-feira à noite, ela e Joana comemoraram o novo emprego. Seiya pareceu ficar genuinamente feliz com a notícia e fez questão de brindar com champanhe, no jantar de quarta-feira. Na sexta-feira, ela assinou o contrato de aluguer de um apartamento, e comemorou durante o jantar com Neflite.
A sua passagem para Quioto estava reservada para o dia seguinte. Ela pretendia passar alguns dias lá, resolver todas as pendências e providenciar a mudança.
Já era tarde quando Neflite a levou para casa. Depois do jantar ele sugerira que fossem a algum lugar para dançar, e ela se divertira. Neflite era uma companhia agradável, e Hermione percebeu que ele estava interessado nela quando propôs que se encontrassem de novo. Ela explicou que estaria ocupada nas próximas semanas, mas prometeu que telefonaria assim que estivesse instalada no novo apartamento.
Bunny arrumou suas coisas, antes de ir para a cama. Pretendia deixar o carro estacionado na frente do prédio de Joana e pedir à prima que a levasse ao aeroporto. Assim, não precisaria voltar à casa da tia, quando retornasse. Porém, não resistiu ao impulso de espiar pela janela e dar uma última olhada na direcção da casa de Gonçalo. O seu coração estava despedaçado. Fora tão feliz naquelas semanas que passara ali. Sentiria falta dele, sentiria falta do que poderia ter acontecido se...
Com um suspiro, ela encostou a testa no vidro. Chegara a hora de deixar o passado para trás e viver sua vida. Talvez o destino tivesse algo de bom reservado para ela.
— Adeus, meu amor — murmurou, espalmando a mão na janela, como se com isso pudesse tocar a casa de Gonçalo. Como se com isso pudesse tocá-lo.
esta linda linda.
Pobre da Bunny esta super mal eu não cria estar na pele dela.
O Gonçalo podia ser mais compreensivo com ela

Pobre da Bunny esta super mal eu não cria estar na pele dela.
O Gonçalo podia ser mais compreensivo com ela

a minha primeira fic "AS FILHAS DA LUA"passem na minha fic e comentem XD

Traços do destino
visitem o meu forum http://eterna-sailor-moon4.forumeiros.com/forum.htm

Traços do destino
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O Gonçalo é mesmo um idiota, tal como a Obinha e a Monica disseram, acho que ele devia ser um pouco mais compreensivo com ela, pois pode apereceber-se disso tarde demais e depois vir a arrepender-se...
Estou a adorar a fic e espero que postes mais rapidamente, pois estou super ansiosa para saber o que vai acontecer...

fixe
fico a espera
espero k eles os dois fikem juntos apesar d td axo k o gonçalo gosta dela pk o afectou mt pensar k serviu para um jogo, e cm ele tinha dito anteriorment a bunny, a unica mulher certa pa ele era uma mulher km ela foi a uns anos.
ele so disse akilo no ultimo capitulo pk n tava a espera d ser usado, e saiu lh da boka pra fora
espero k aconteca algo e ele a impeca d ir
fico a esperaespero k eles os dois fikem juntos apesar d td axo k o gonçalo gosta dela pk o afectou mt pensar k serviu para um jogo, e cm ele tinha dito anteriorment a bunny, a unica mulher certa pa ele era uma mulher km ela foi a uns anos.
ele so disse akilo no ultimo capitulo pk n tava a espera d ser usado, e saiu lh da boka pra fora
espero k aconteca algo e ele a impeca d ir
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