Receita de amor (Bunny/Gonçalo)
Eu quando escrevia fics noutro forum tbm não tinha muita gente a comentar, porque não comentava muito no fórum e por isso ninguém me conhecia. Mas aqueles que comentavam deram'me força para não desistir, e acabei por fazer três fics, mas só me lembro do nome de duas: "No calor do Canadá" e "You're Mine!". à medida qe ia escrevendo mais gente comentava... Não desistas nem deixes de postar!
Olá eu concordo olha eu adorei a tua fic. Tens de pensar naqueles que gostam da tua fic e cntinuar a postar sem desistir.
Tbm há muita gente que leu a tua fic, adorou e não comentou não podes ter só em conta os comentários, se continuares a postar as pessoas vão conhecer melhor a tua fic e comenta-la!
Cntinua estás a fazer um excelente trabalho!
Tbm há muita gente que leu a tua fic, adorou e não comentou não podes ter só em conta os comentários, se continuares a postar as pessoas vão conhecer melhor a tua fic e comenta-la!
Cntinua estás a fazer um excelente trabalho!
Brigada pessoal pelos comentarios e pelo apoio!
Vinha tao pouka gente comentar e pensei k nao gostavam!
Bom, vou por o 2º capitulo (1º parte). Espero k gostem
Quando acordou na manhã seguinte, Bunny sentiu-se descansada como não se sentia há meses. Enquanto se vestia, viu o diário na mesa-de-cabeceira e sorriu. Que ingenuidade a da sua avozinha, imaginar que uma receita tão simplória garantiria um casamento feliz com o homem de seus sonhos! E ela seria mais ingénua ainda se acreditasse que, seguindo os conselhos da receita e ignorando Gonçalo, ele se interessaria por ela.
Já era tarde quando ela desceu para preparar o café da manhã. Ela própria não se dera conta de que estava tão cansada e necessitada de sono. Naquela manhã sentia-se bem-disposta e com energia, e decidiu que trabalharia no jardim.
Usando um short e camisa regata, Bunny passou a manhã inteira podando, plantando, cortando a relva e aproveitando para ganhar um pouco de cor. Era agradável movimentar-se sob o sol quente, deixando a mente divagar, dando asas à imaginação.
A uma hora da tarde, ela entrou e preparou uma salada com legumes e atum enlatado e uma limonada. Estava satisfeita com o resultado do seu trabalho. O jardim parecia ter recebido os cuidados de um profissional; com a relva aparada e os arbustos podados, os canteiros de flores ganharam nova vida e cor.
Bunny serviu-se de um segundo copo de limonada e foi sentar-se numa espreguiçadeira à sombra de um frondoso carvalho. Tinha muito tempo para descansar antes de tomar banho e arrumar-se para ir jantar com a Joana e o Mário num restaurante perto da Game Center, local onde Mário trabalha. Sentia-se cansada, mas era um cansaço muito diferente do que sentia em Nova York, um cansaço físico que fazia bem à mente.
Ela acabou adormecendo e acordou algum tempo depois, sentindo-se revigorada. Voltou para a cozinha e fez um pouco de café, que tomou com biscoitos de laranja, especialidade de sua tia. Depois de secar e guardar a pouca louça que usara, saiu novamente para o jardim, com uma chávena de café na mão. Estava se sentando na espreguiçadeira quando ouviu o carro de Gonçalo chegar e estacionar, na entrada da casa ao lado. Ela ficou imediatamente paralisada, a não ser pelo tremor das mãos. De repente, lembrou-se da "receita" da bisavó Selene. Devia seguir os conselhos dela, ou não? Qual seria o resultado de evitar e ignora Gonçalo? Ele se sentiria desafiado e interessado, ou ficaria feliz e aliviado por ela finalmente deixá-lo em paz? Desviou o olhar e levou a chávena de café aos lábios, estremecendo quando ouviu a voz dele.
— Se vais ficar aí mais algum tempo, vou fazer-lhe companhia! Só vou trocar de roupa.
Bunny olhou para ele, o coração saltando dentro do peito. Os cabelos escuros estavam levemente desalinhados, o terno elegante realçava o corpo alto e atlético e o ar de profissional bem-sucedido e seguro de si.
Ela limitou-se a assentir com a cabeça e recostou-se, segurando a chávena com as duas mãos, observando as nuvens brancas que se moviam lentamente no céu, tentando recordar o que a bisavó escrevera no diário. Não podia negar que ele fora a paixão da sua adolescência e que até agora a afectava como nenhum outro homem o fizera. Ele era o objecto de seus sonhos e fantasias, mas imaginar que se apaixonaria por ela e que viveriam felizes para sempre seria uma infantilidade inaceitável para uma mulher já adulta. Por outro lado, não custava nada ver até onde aquilo levaria. Gonçalo estava demonstrando um interesse que nunca demonstrara antes. Não que ela acreditasse que esse interesse tivesse sido despertado pela atitude indiferente dela. Provavelmente ele estava sendo atencioso pelo fato de ela estar sozinha na casa, com os tios viajando. Estava cumprindo o seu dever de vizinho.
Gonçalo atravessou o gramado dez minutos mais tarde, o olhar fixo nela. Ele mudara de roupa e usava umas calças azuis e t-shirt amarela. Bunny sentiu dificuldade para respirar e sua boca ficou imediatamente seca.
— Acabei de fazer café — ela forçou-se a falar com naturalidade. — Se quiser, fique à vontade, está na garrafa térmica, na cozinha.
— Não, tomarei um golo do seu. — Gonçalo arrastou a outra espreguiçadeira para perto dela. — Estou vendo que deu um arranjo no jardim — acrescentou, estendendo o braço e tirando a chávena das mãos dela.
Os seus dedos tocaram-se e uma espécie de choque eléctrico percorreu o corpo de Bunny.
— Hum... delicioso — ele elogiou.
— Obrigada. — Bunny passou uma mão pelos cabelos, sem jeito. — Há quanto tempo, não? Como você está?
— Bem...
Ela notou, surpresa, que ele também parecia estar sem graça.
— E tu, Bunny?
— Também...
— Joana disse que você vai ficar algumas semanas aqui.
— Sim. — ela aceitou a chávena de volta, tomando o cuidado de não encostar na mão dele.
— E depois... o que pretende fazer?
— Ainda não decidi. Estou pensando.
O olhar de Gonçalo passeou pelo corpo de Hermione, detendo-se mais demoradamente nas pernas, nos joelhos dobrados. Ele nunca reparara como eram bem-feitas, como a pele dela parecia macia e sedosa. Observou os pés descalços apoiados na almofada plastificada que forrava a espreguiçadeira. Eram delicados, perfeitos, as unhas bem arranjadas, sem esmalte.
— E o emprego em Nova York?
— Não há mais emprego. Fui demitida. Eu e mais metade da empresa.
— Bem, eu diria que metade da empresa estão a fazer a mesma coisa.
— E tu? Continua a ser o advogado de maior prestígio em Tokio?
Gonçalo sorriu.
— Eu não chegaria a tanto.
— Para que a modéstia?
— Eu me esforço. Faço o que posso. Tem compromisso para hoje à noite? — ele perguntou abruptamente, pegando Bunny desprevenida.
— Sim. Eu já havia lhe dito que vou jantar fora.
— Com quem?
— Não que seja da sua conta, mas vou jantar com a minha prima.
Gonçalo reprimiu um suspiro, sentindo-se sensivelmente mais relaxado. Bunny recusara seu convite, para jantar com a prima, o que era natural. As duas eram amigas desde a infância e deviam ter muito que conversar.
— E amanhã?
— O que é isso, um interrogatório? Por acaso estou no banco das testemunhas?
— É só curiosidade. Chegas-te na quarta-feira... e já têm tantos compromissos! Amanhã?
— Não desiste, mesmo, não é? — Bunny sorriu. — Amanhã vou sair com o Seiya. Nós vimo-nos ontem no clube de campo e ele me convidou para conversar sobre os velhos tempos.
Vinha tao pouka gente comentar e pensei k nao gostavam!
Bom, vou por o 2º capitulo (1º parte). Espero k gostem
“Não aceite um convite em cima da hora. Deixe-o pensar que está ocupada e que vai tentar arranjar tempo para vê-lo. — Diário de Selene, Primavera de 1923”
Quando acordou na manhã seguinte, Bunny sentiu-se descansada como não se sentia há meses. Enquanto se vestia, viu o diário na mesa-de-cabeceira e sorriu. Que ingenuidade a da sua avozinha, imaginar que uma receita tão simplória garantiria um casamento feliz com o homem de seus sonhos! E ela seria mais ingénua ainda se acreditasse que, seguindo os conselhos da receita e ignorando Gonçalo, ele se interessaria por ela.
Já era tarde quando ela desceu para preparar o café da manhã. Ela própria não se dera conta de que estava tão cansada e necessitada de sono. Naquela manhã sentia-se bem-disposta e com energia, e decidiu que trabalharia no jardim.
Usando um short e camisa regata, Bunny passou a manhã inteira podando, plantando, cortando a relva e aproveitando para ganhar um pouco de cor. Era agradável movimentar-se sob o sol quente, deixando a mente divagar, dando asas à imaginação.
A uma hora da tarde, ela entrou e preparou uma salada com legumes e atum enlatado e uma limonada. Estava satisfeita com o resultado do seu trabalho. O jardim parecia ter recebido os cuidados de um profissional; com a relva aparada e os arbustos podados, os canteiros de flores ganharam nova vida e cor.
Bunny serviu-se de um segundo copo de limonada e foi sentar-se numa espreguiçadeira à sombra de um frondoso carvalho. Tinha muito tempo para descansar antes de tomar banho e arrumar-se para ir jantar com a Joana e o Mário num restaurante perto da Game Center, local onde Mário trabalha. Sentia-se cansada, mas era um cansaço muito diferente do que sentia em Nova York, um cansaço físico que fazia bem à mente.
Ela acabou adormecendo e acordou algum tempo depois, sentindo-se revigorada. Voltou para a cozinha e fez um pouco de café, que tomou com biscoitos de laranja, especialidade de sua tia. Depois de secar e guardar a pouca louça que usara, saiu novamente para o jardim, com uma chávena de café na mão. Estava se sentando na espreguiçadeira quando ouviu o carro de Gonçalo chegar e estacionar, na entrada da casa ao lado. Ela ficou imediatamente paralisada, a não ser pelo tremor das mãos. De repente, lembrou-se da "receita" da bisavó Selene. Devia seguir os conselhos dela, ou não? Qual seria o resultado de evitar e ignora Gonçalo? Ele se sentiria desafiado e interessado, ou ficaria feliz e aliviado por ela finalmente deixá-lo em paz? Desviou o olhar e levou a chávena de café aos lábios, estremecendo quando ouviu a voz dele.
— Se vais ficar aí mais algum tempo, vou fazer-lhe companhia! Só vou trocar de roupa.
Bunny olhou para ele, o coração saltando dentro do peito. Os cabelos escuros estavam levemente desalinhados, o terno elegante realçava o corpo alto e atlético e o ar de profissional bem-sucedido e seguro de si.
Ela limitou-se a assentir com a cabeça e recostou-se, segurando a chávena com as duas mãos, observando as nuvens brancas que se moviam lentamente no céu, tentando recordar o que a bisavó escrevera no diário. Não podia negar que ele fora a paixão da sua adolescência e que até agora a afectava como nenhum outro homem o fizera. Ele era o objecto de seus sonhos e fantasias, mas imaginar que se apaixonaria por ela e que viveriam felizes para sempre seria uma infantilidade inaceitável para uma mulher já adulta. Por outro lado, não custava nada ver até onde aquilo levaria. Gonçalo estava demonstrando um interesse que nunca demonstrara antes. Não que ela acreditasse que esse interesse tivesse sido despertado pela atitude indiferente dela. Provavelmente ele estava sendo atencioso pelo fato de ela estar sozinha na casa, com os tios viajando. Estava cumprindo o seu dever de vizinho.
Gonçalo atravessou o gramado dez minutos mais tarde, o olhar fixo nela. Ele mudara de roupa e usava umas calças azuis e t-shirt amarela. Bunny sentiu dificuldade para respirar e sua boca ficou imediatamente seca.
— Acabei de fazer café — ela forçou-se a falar com naturalidade. — Se quiser, fique à vontade, está na garrafa térmica, na cozinha.
— Não, tomarei um golo do seu. — Gonçalo arrastou a outra espreguiçadeira para perto dela. — Estou vendo que deu um arranjo no jardim — acrescentou, estendendo o braço e tirando a chávena das mãos dela.
Os seus dedos tocaram-se e uma espécie de choque eléctrico percorreu o corpo de Bunny.
— Hum... delicioso — ele elogiou.
— Obrigada. — Bunny passou uma mão pelos cabelos, sem jeito. — Há quanto tempo, não? Como você está?
— Bem...
Ela notou, surpresa, que ele também parecia estar sem graça.
— E tu, Bunny?
— Também...
— Joana disse que você vai ficar algumas semanas aqui.
— Sim. — ela aceitou a chávena de volta, tomando o cuidado de não encostar na mão dele.
— E depois... o que pretende fazer?
— Ainda não decidi. Estou pensando.
O olhar de Gonçalo passeou pelo corpo de Hermione, detendo-se mais demoradamente nas pernas, nos joelhos dobrados. Ele nunca reparara como eram bem-feitas, como a pele dela parecia macia e sedosa. Observou os pés descalços apoiados na almofada plastificada que forrava a espreguiçadeira. Eram delicados, perfeitos, as unhas bem arranjadas, sem esmalte.
— E o emprego em Nova York?
— Não há mais emprego. Fui demitida. Eu e mais metade da empresa.
— Bem, eu diria que metade da empresa estão a fazer a mesma coisa.
— E tu? Continua a ser o advogado de maior prestígio em Tokio?
Gonçalo sorriu.
— Eu não chegaria a tanto.
— Para que a modéstia?
— Eu me esforço. Faço o que posso. Tem compromisso para hoje à noite? — ele perguntou abruptamente, pegando Bunny desprevenida.
— Sim. Eu já havia lhe dito que vou jantar fora.
— Com quem?
— Não que seja da sua conta, mas vou jantar com a minha prima.
Gonçalo reprimiu um suspiro, sentindo-se sensivelmente mais relaxado. Bunny recusara seu convite, para jantar com a prima, o que era natural. As duas eram amigas desde a infância e deviam ter muito que conversar.
— E amanhã?
— O que é isso, um interrogatório? Por acaso estou no banco das testemunhas?
— É só curiosidade. Chegas-te na quarta-feira... e já têm tantos compromissos! Amanhã?
— Não desiste, mesmo, não é? — Bunny sorriu. — Amanhã vou sair com o Seiya. Nós vimo-nos ontem no clube de campo e ele me convidou para conversar sobre os velhos tempos.
Gonçalo recostou a cabeça, com uma leve ruga na testa. Seiya tinha a mesma idade dela. Os dois costumavam jogar ténis no clube, quando ela vinha passar férias na casa dos tios. Ele jogara com eles uma vez, desafiara-os para uma partida, julgando que sairia vencedor. Mas perdera.
— E domingo à tarde? Poderíamos jogar ténis.
— Pode ser.
Gonçalo voltou a examinar Bunny, desta vez prestando atenção nos cabelos loiros presos numa trança, compridos até a cintura. Houvera uma época em que ela os cortara muito curtos. Curtos demais, para o gosto dele. Ele gostava do comprimento que estavam agora. Era mais feminino.
Gonçalo reparou também nas pestana longas e espessas que emolduravam os olhos azuis dela.
— Se não quiser jogar, podemos ir passear perto do rio, nadar... E depois tomar um lanche no clube. Eles têm uma ementa maravilhosa à noite também, agora.
Surpreso, Gonçalo deu-se conta de que só sossegaria quando ela aceitasse um convite seu. Normalmente ele não insistia com mulher alguma. Se ela recusava, ele considerava que ela é quem estava perdendo.
— Vou falar com Joana, mas acho que terei alguma tarde livre. Talvez no próximo fim-de-semana.
Aquela indefinição incomodava-o profundamente, mas o orgulho impediu-o de persistir no assunto.
— Tem defendido muitas causas no tribunal? — indagou Bunny.
— Sim. Se tiver tempo, apareça por lá qualquer dia. Tenho audiências marcadas para a semana inteira.
— Eu fui ver-te, uma vez.
— Eu me lembro. Você e a Joana sentaram-se no fundo e deram risadinhas o tempo inteiro.
— Nós não fizemos isso — bunny protestou, indignada.
Ela consultou o relógio de pulso e ergueu o corpo, sentando-se na beirada da espreguiçadeira. Gonçalo também apoiou um pé no chão, quase encostando o joelho no dela.
— Vai a algum lugar?
— Preciso de vestir-me para esperar Joana.
— Desfaça o compromisso com ela. Vá jantar comigo — Gonçalo falou impulsivamente.
— Não posso. Joana quer que eu conheça Mário, o seu novo namorado e pelo que sei também e teu amigo.
— E isso é importante?
— Claro. Eu prometi-lhe que iria. Está tudo combinado.
— Então convide-me para ir com vocês.
Ele deslizou os dedos pelo braço de Bunny, deliciando-se com o toque. Ela tinha a pele macia, e pensamentos inconvenientes ameaçaram começar a atormentá-lo.
— Mas não fui eu quem fez o convite — lembrou ela, com dificuldade para respirar. — Fui convidada.
— Iras passar vários dias aqui. Terás tempo de sobra para conhecer o namorado da tua prima. Jante comigo hoje, por favor.
— Eu não posso, Gonçalo. Eu...
Ele segurou-a pelo braço, impedindo-a de levantar-se.
— Você só não pode se não quiser.
Gentilmente, ele acariciou o pulso dela, e notou o brilho que surgiu nos olhos dela, bem como o movimento levemente arfante de seu peito. Mais um pouco e ela cederia. Gonçalo reconhecia os sinais, habituados que estava com o confronto com pessoas sob fortes emoções.
Subitamente, ele sentiu vontade de beijá-la, de experimentar o sabor daqueles lábios femininos, que pareciam ansiosos para ser tocados.
— Fala comigo como se estivesse aliciando uma testemunha, baka.
Gonçalo sorriu, satisfeito ao detectar a fragilidade no tom de voz dela. Ela falaria naquele tom se ele a levasse para a cama? Ficaria tímida, insegura? Ou teria uma atitude ousada?
— Oh, as testemunhas são muito mais difíceis de induzir!
Gonçalo apertou os lábios, contrariado. Que homem arrogante! O que ele estava pensando? Que só porque ela tivera uma paixão de adolescente por ele anos atrás faria o que ele quisesse agora a um simples estalar de dedos?
— Não, baka — falou com firmeza. — Não vou desmarcar meu compromisso com Joana. Se eu tivesse combinado alguma coisa contigo, iria gostar que eu desistisse a última hora?
— Joana é a sua prima, não vai ficar zangada contigo.
— Não importa, Não vou mudar de ideia.
Bunny pôs-se de pé, com determinação. Não falharia com Joana, independentemente dos conselhos que lera no diário da bisavó.
Nota: Se virem algum erro avisem!!!
— E domingo à tarde? Poderíamos jogar ténis.
— Pode ser.
Gonçalo voltou a examinar Bunny, desta vez prestando atenção nos cabelos loiros presos numa trança, compridos até a cintura. Houvera uma época em que ela os cortara muito curtos. Curtos demais, para o gosto dele. Ele gostava do comprimento que estavam agora. Era mais feminino.
Gonçalo reparou também nas pestana longas e espessas que emolduravam os olhos azuis dela.
— Se não quiser jogar, podemos ir passear perto do rio, nadar... E depois tomar um lanche no clube. Eles têm uma ementa maravilhosa à noite também, agora.
Surpreso, Gonçalo deu-se conta de que só sossegaria quando ela aceitasse um convite seu. Normalmente ele não insistia com mulher alguma. Se ela recusava, ele considerava que ela é quem estava perdendo.
— Vou falar com Joana, mas acho que terei alguma tarde livre. Talvez no próximo fim-de-semana.
Aquela indefinição incomodava-o profundamente, mas o orgulho impediu-o de persistir no assunto.
— Tem defendido muitas causas no tribunal? — indagou Bunny.
— Sim. Se tiver tempo, apareça por lá qualquer dia. Tenho audiências marcadas para a semana inteira.
— Eu fui ver-te, uma vez.
— Eu me lembro. Você e a Joana sentaram-se no fundo e deram risadinhas o tempo inteiro.
— Nós não fizemos isso — bunny protestou, indignada.
Ela consultou o relógio de pulso e ergueu o corpo, sentando-se na beirada da espreguiçadeira. Gonçalo também apoiou um pé no chão, quase encostando o joelho no dela.
— Vai a algum lugar?
— Preciso de vestir-me para esperar Joana.
— Desfaça o compromisso com ela. Vá jantar comigo — Gonçalo falou impulsivamente.
— Não posso. Joana quer que eu conheça Mário, o seu novo namorado e pelo que sei também e teu amigo.
— E isso é importante?
— Claro. Eu prometi-lhe que iria. Está tudo combinado.
— Então convide-me para ir com vocês.
Ele deslizou os dedos pelo braço de Bunny, deliciando-se com o toque. Ela tinha a pele macia, e pensamentos inconvenientes ameaçaram começar a atormentá-lo.
— Mas não fui eu quem fez o convite — lembrou ela, com dificuldade para respirar. — Fui convidada.
— Iras passar vários dias aqui. Terás tempo de sobra para conhecer o namorado da tua prima. Jante comigo hoje, por favor.
— Eu não posso, Gonçalo. Eu...
Ele segurou-a pelo braço, impedindo-a de levantar-se.
— Você só não pode se não quiser.
Gentilmente, ele acariciou o pulso dela, e notou o brilho que surgiu nos olhos dela, bem como o movimento levemente arfante de seu peito. Mais um pouco e ela cederia. Gonçalo reconhecia os sinais, habituados que estava com o confronto com pessoas sob fortes emoções.
Subitamente, ele sentiu vontade de beijá-la, de experimentar o sabor daqueles lábios femininos, que pareciam ansiosos para ser tocados.
— Fala comigo como se estivesse aliciando uma testemunha, baka.
Gonçalo sorriu, satisfeito ao detectar a fragilidade no tom de voz dela. Ela falaria naquele tom se ele a levasse para a cama? Ficaria tímida, insegura? Ou teria uma atitude ousada?
— Oh, as testemunhas são muito mais difíceis de induzir!
Gonçalo apertou os lábios, contrariado. Que homem arrogante! O que ele estava pensando? Que só porque ela tivera uma paixão de adolescente por ele anos atrás faria o que ele quisesse agora a um simples estalar de dedos?
— Não, baka — falou com firmeza. — Não vou desmarcar meu compromisso com Joana. Se eu tivesse combinado alguma coisa contigo, iria gostar que eu desistisse a última hora?
— Joana é a sua prima, não vai ficar zangada contigo.
— Não importa, Não vou mudar de ideia.
Bunny pôs-se de pé, com determinação. Não falharia com Joana, independentemente dos conselhos que lera no diário da bisavó.
Nota: Se virem algum erro avisem!!!
olá! 
bem, por momentos esqueçi-me de vir cá comentar a fic!
sorry, sou uma despassarada! v.v'
bem, mas o que te quero dizer, é que estou a gostar bastante da fic!
por acaso tambem reparei que trocaste os nomes harry e gonçalo, e hermione e bunny! lool
mas tirando isso está excelente a fic! eu estoua gostar, e espero por mais! bjokas

bem, por momentos esqueçi-me de vir cá comentar a fic!
sorry, sou uma despassarada! v.v'
bem, mas o que te quero dizer, é que estou a gostar bastante da fic!

por acaso tambem reparei que trocaste os nomes harry e gonçalo, e hermione e bunny! lool
mas tirando isso está excelente a fic! eu estoua gostar, e espero por mais! bjokas
as minhas fic's:
-Unidos pelo destino, unidos por todos!
-Angelical
Leiam, vale a pena! e nao se eskeçam de comentar! ^^
-Unidos pelo destino, unidos por todos!
-Angelical
Leiam, vale a pena! e nao se eskeçam de comentar! ^^
Ai que eu esqueci me de vir comentar......que cabeça a minha......
Adorei o capitulo......está especatacular.....
Achei muito bem a Bunny nao aceitar o convite do Gonçalo.....é a vez do Gonçalo começar andar atras dela......
Estou muito curiosa para ver o que vai acontecer a seguir.....
Fico à espera ansiosamente pelo proximo capitulo....
Bjs

Adorei o capitulo......está especatacular.....
Achei muito bem a Bunny nao aceitar o convite do Gonçalo.....é a vez do Gonçalo começar andar atras dela......
Estou muito curiosa para ver o que vai acontecer a seguir.....
Fico à espera ansiosamente pelo proximo capitulo....
Bjs

Protegerei e lutarei por todos, nem que isso signifique a minha morte.......
Capitulo 2 (parte 2)
Não conseguiu, no entanto, dar um passo. Sentiu-se fortemente puxada pelo pulso e, quando se deu conta, estava sentada no colo dele. Não teve tempo nem sequer de protestar, pois os lábios dele cobriram os seus num beijo selvagem, impedindo-a até mesmo de respirar. Pouco a pouco, porém, o beijo foi se suavizando e, num gesto instintivo, semiconsciente, Bunny abraçou Gonçalo pelo pescoço, retribuindo com ardor. Durante um longo momento, foi como se a Terra parasse de girar e o tempo paralisasse.
Um turbilhão de emoções explodiu dentro dela. A surpresa inicial foi logo substituída por uma onda de desejo que sacudiu o seu corpo. Ela teria ficado nos braços de Gonçalo para sempre. Naquele momento, se ele quisesse, teria se entregado a ele sem reflectir duas vezes, sem pensar nas consequências.
Por isso, a sensação de vazio quê a invadiu quando ele interrompeu o beijo foi enorme.
— Podes não cancelar seu compromisso — ele declarou, sério. — Mas pelo menos vai-te lembrar de mim, durante eles.
Ele deu-lhe um beijo na testa de Bunny e obrigou-a a levantar-se, fazendo o mesmo. Sem mais uma palavra, deu meia-volta e afastou-se em direcção a sua casa.
Paralisada, com os lábios entreabertos, Bunny ficou observando-o até vê-lo entrar e desaparecer dentro da casa vizinha.
Durante anos, ela sonhara com aquele beijo. Chegara a acreditar que nunca aconteceria. Mas acontecera, finalmente... E que beijo! Bunny sabia que aquele beijo a deixara imune a todo e qualquer outro que ela viesse a receber, de outro homem.
O que a incomodava eram os motivos que o haviam levado a beijá-la. O homem era a arrogância personificada! Que convencido, achar que ela ficaria derretida a ponto de pensar nele quando estivesse com outra pessoa.
O pior é que era verdade!
E o pior, também é que Gonçalo não queria nenhum compromisso sério. Queria apenas divertir-se um pouco, sentir o sabor de uma conquista difícil. Em parte, Selene tinha razão. Os homens só davam valor ao que não podiam ter.
Bunny atravessou o relvado em direcção à casa, tentando convencer-se a si mesma de que o que sentia por Gonçalo era uma obsessão, uma atracção física passageira, um sentimento que nada tinha a ver com amor, com respeito mútuo ou comprometimento futuro. Ela se lembrava dos comentários que o ouvira fazer, quando era adolescente. Gonçalo não era do tipo de homem que pensava em se casar e ter uma família. Tudo que queria era aproveitar a vida.
Por outro lado, alguma coisa mudara, e ela não sabia o que era. Por que ele a procurara? Normalmente, evitava-a o quanto podia. Dessa vez, convidara-a para sair e insistira para que ela aceitasse o convite. Bunny não sabia o que ele tinha em mente, mas, fosse o que fosse, valera a pena o beijo! E, sem dúvida nenhuma, ela pensaria nele o tempo inteiro, não só naquela noite como nos próximos dias e noites.
Enquanto tomava banho, ela reflectia sobre o que lera no diário da bisavó. Por mais que parecesse tolice, a verdade era que a atitude dele mudara depois que ela começara a ignorá-lo. Talvez fosse interessante seguir os conselhos e ver o que aconteceria.
O jantar foi divertido. Mário era simpático e engraçado e pareceu aprovar imediatamente a ideia de Joana trazer a sua prima. Era bastante alto, tanto quanto Gonçalo, corpulento e com cabelos aloirados. Era elegante mas nem de longe se comparava com Gonçalo, cujo charme era irresistível. Não parecia dar atenção especial a Joana, que, por sua vez, não desviava o olhar dele, visivelmente embevecida.
Bunny perguntou-se se o sentimento da prima seria recíproco; e, se fosse, quanto tempo se passaria antes que ela se cansasse de Mário e se apaixonasse por outro.
Bunny estava usando um dos vestidos novos que comprara, que a fazia sentir-se feminina e atraente. Ela divertiu-se com as histórias de Mário e também deu boas risadas com a prima ao recordar as aventuras de ambas quando crianças e adolescentes.
Quando já acabaram de jantar e Joana pediu licença para ir a casa de banho, Mário virou-se para Bunny com um sorriso provocante.
— Eu já tinha ouvido falar de você.
— Já?
— Sim. Através do Gonçalo Chiba.
— Oh... — O rosto de Bunny ficou ruborizado, e ela engoliu em seco. A lembrança do beijo assaltou-a com violência e seu estômago se contraiu. — Gonçalo falou com você sobre mim?
— Sim, quando estávamos na faculdade.
— Oh... Bem, não acredite em tudo que ele lhe disse. — Ela riu, imaginando o que ele teria contado ao amigo dez anos antes.
— Ele contou que você vinha passar as férias na casa de sua tia e corria atrás dele o tempo todo.
Bunny fez uma careta.
— Eu tive uma paixão por ele, quando era garota.
— Eu sei. Ele me contou. — Mário sorriu. — Mas eu me perguntava se, no fundo, ele não gostava disso. Ele falava muito de você.
— Hum... — Bunny tomou um longo gole de refrigerante, pensativa. Mário conhecera Gonçalo relativamente bem, na época de faculdade. — Você conheceu a moça de quem ele gostava?
— Rita Hino? — Mário assentiu. — Sim.
— Como ela era? O que aconteceu?
— Acho que deverias perguntar isso ao Gonçalo.
— Têm razão, mas ele não me contaria nada se eu perguntasse. Ele era mesmo apaixonado por ela?
Mário deu de ombros.
— Na época, pelo menos, acho que sim.
— E ela?
— Ela acabou voltando para o ex-noivo, acho que se chamava Fernado. Bastou o sujeito aparecer na frente dela e ela descartou Gonçalo. O pior foi a maneira como ela fez isso. Ela humilhou-o publicamente. E acho que foi só para provar para o outro que estava tudo realmente acabado entre eles.
Bunny sentiu o coração apertado por Gonçalo, imaginando como ele devia ter sofrido. Como se não bastasse a mãe ter ido embora, deixando-o, bem como ao pai e ao irmão. Não era de admirar que ele fosse tão cínico com relação às mulheres.
Ela suspirou, desejando que as coisas tivessem sido diferentes para Gonçalo. Talvez, assim, ele também a visse de outra forma. Ou não. Mas ela se sentia solidária.
— Bunny, você revelou todos os meus segredos enquanto eu não estava aqui? — brincou Joana, sentando-se e sorrindo para Mário.
— Eu nem sabia que tinhas segredos — Bunny sorriu para ambos, notando como a prima com o olhava provocativamente o charmoso homem e como este não parecia muito interessado.
— Do que estavam a falar?
— Do Gonçalo.
— Gonçalo Chiba? — Joana arqueou as sobrancelhas. — Por quê?
— Por nada. Você me contou que ele e Mário se conheceram na faculdade. Estávamos apenas a conversar que...
— …Gonçalo comentava comigo sobre a Bunny — Mário explicou á Joana.
— Aposto que ele fazia mais do que comentar — Joana retrucou. — Bunn vivia perseguindo-o, queria namorá-lo de qualquer maneira.
Bunny sentiu o rosto queimar.
— Obrigada, prima! — falou, entre séria e brincalhona. — Eu defendo-te e tu atira-me aos leões.
— Mas é verdade! Eu nunca entendi o que você via nele. Era muito mais velho do que você e não ligava a mínima para as suas investidas. Aliás, que eu saiba, ele só teve aquela namorada... a Rita.
— Vocês conheceram a mãe dele? — quis saber Mário.
— Não — respondeu Joana. — Eu era muito pequena quando ela foi embora. Lembro-me de ouvir a minha mãe falar sobre isso, desde que me entendo por gente. Ela diz que os três sofreram muito. Mas que tal mudarmos de assunto? Eu pediria uma sobremesa. E vocês?
Passava das dez quando Mário e Joana deixaram Bunny em casa. Ela convidou-os para tomar um café, porém Joana recusou, e Bunny compreendeu. A prima não via a hora de ficar sozinha com Mário.
Bunny lançou um rápido olhar na direcção da casa de Gonçalo e apressou-se a entrar, para não correr o risco de ser vista. A última coisa que queria àquela hora da noite era um confronto com ele.
Quinze minutos mais tarde, ela se recostava nos travesseiros, com o diário nas mãos.
“Não aceite um convite em cima da hora. Deixe-o pensar que está ocupada e que vai tentar arrumar tempo para vê-lo. Este conselho é da tia Carolina. Mas a tia Susana acha a mesma coisa. Faça de conta que você já tem os seus planos, mesmo que não tenha nenhum. E se houver mais alguém interessado em si, dê um jeito para que ele saiba. Os homens gostam de conquistar as mulheres que outros também querem conquistar.”
Bunny fez um movimento afirmativo com a cabeça. Aquilo era verdade. Gonçalo insistira mais para que ela saísse com ele depois de saber que ela ia se encontrar com Seiya. Interessante... Será que aquela receita devia ser levada mais a sério do que ela imaginara a princípio?
Se Gonçalo a convidasse outra vez ela diria que não tinha tempo, que estava muito ocupada. E deixaria que ele pensasse que estava fazendo-lhe um favor tentando arranjar algum tempo para encontrá-lo.
Bunny sorriu, aborrecida, e retomou a leitura do diário.
— Têm razão, mas ele não me contaria nada se eu perguntasse. Ele era mesmo apaixonado por ela?
Mário deu de ombros.
— Na época, pelo menos, acho que sim.
— E ela?
— Ela acabou voltando para o ex-noivo, acho que se chamava Fernado. Bastou o sujeito aparecer na frente dela e ela descartou Gonçalo. O pior foi a maneira como ela fez isso. Ela humilhou-o publicamente. E acho que foi só para provar para o outro que estava tudo realmente acabado entre eles.
Bunny sentiu o coração apertado por Gonçalo, imaginando como ele devia ter sofrido. Como se não bastasse a mãe ter ido embora, deixando-o, bem como ao pai e ao irmão. Não era de admirar que ele fosse tão cínico com relação às mulheres.
Ela suspirou, desejando que as coisas tivessem sido diferentes para Gonçalo. Talvez, assim, ele também a visse de outra forma. Ou não. Mas ela se sentia solidária.
— Bunny, você revelou todos os meus segredos enquanto eu não estava aqui? — brincou Joana, sentando-se e sorrindo para Mário.
— Eu nem sabia que tinhas segredos — Bunny sorriu para ambos, notando como a prima com o olhava provocativamente o charmoso homem e como este não parecia muito interessado.
— Do que estavam a falar?
— Do Gonçalo.
— Gonçalo Chiba? — Joana arqueou as sobrancelhas. — Por quê?
— Por nada. Você me contou que ele e Mário se conheceram na faculdade. Estávamos apenas a conversar que...
— …Gonçalo comentava comigo sobre a Bunny — Mário explicou á Joana.
— Aposto que ele fazia mais do que comentar — Joana retrucou. — Bunn vivia perseguindo-o, queria namorá-lo de qualquer maneira.
Bunny sentiu o rosto queimar.
— Obrigada, prima! — falou, entre séria e brincalhona. — Eu defendo-te e tu atira-me aos leões.
— Mas é verdade! Eu nunca entendi o que você via nele. Era muito mais velho do que você e não ligava a mínima para as suas investidas. Aliás, que eu saiba, ele só teve aquela namorada... a Rita.
— Vocês conheceram a mãe dele? — quis saber Mário.
— Não — respondeu Joana. — Eu era muito pequena quando ela foi embora. Lembro-me de ouvir a minha mãe falar sobre isso, desde que me entendo por gente. Ela diz que os três sofreram muito. Mas que tal mudarmos de assunto? Eu pediria uma sobremesa. E vocês?
Passava das dez quando Mário e Joana deixaram Bunny em casa. Ela convidou-os para tomar um café, porém Joana recusou, e Bunny compreendeu. A prima não via a hora de ficar sozinha com Mário.
Bunny lançou um rápido olhar na direcção da casa de Gonçalo e apressou-se a entrar, para não correr o risco de ser vista. A última coisa que queria àquela hora da noite era um confronto com ele.
Quinze minutos mais tarde, ela se recostava nos travesseiros, com o diário nas mãos.
“Não aceite um convite em cima da hora. Deixe-o pensar que está ocupada e que vai tentar arrumar tempo para vê-lo. Este conselho é da tia Carolina. Mas a tia Susana acha a mesma coisa. Faça de conta que você já tem os seus planos, mesmo que não tenha nenhum. E se houver mais alguém interessado em si, dê um jeito para que ele saiba. Os homens gostam de conquistar as mulheres que outros também querem conquistar.”
Bunny fez um movimento afirmativo com a cabeça. Aquilo era verdade. Gonçalo insistira mais para que ela saísse com ele depois de saber que ela ia se encontrar com Seiya. Interessante... Será que aquela receita devia ser levada mais a sério do que ela imaginara a princípio?
Se Gonçalo a convidasse outra vez ela diria que não tinha tempo, que estava muito ocupada. E deixaria que ele pensasse que estava fazendo-lhe um favor tentando arranjar algum tempo para encontrá-lo.
Bunny sorriu, aborrecida, e retomou a leitura do diário.
Novo capitulo! Boa!
Akele beijo entre a Bunny e o Gonçalo foi mt giro. Por um lado eles beijaram-se
; por outro, o Gonçalo teve logo a seguir uma atitude bue idiota
.
Axu mt bem k a Bunny lhe faça ciumes com o Seiya. A avo Selene e k tem razao! Ha k faze-los correr atras!
Tb estranhei akela atitude d Mario. Ca pa mi ele ta e de olho na Bunny...
No todo, gostei d capitulo!
Continua...
Akele beijo entre a Bunny e o Gonçalo foi mt giro. Por um lado eles beijaram-se
; por outro, o Gonçalo teve logo a seguir uma atitude bue idiota
. Axu mt bem k a Bunny lhe faça ciumes com o Seiya. A avo Selene e k tem razao! Ha k faze-los correr atras!
Tb estranhei akela atitude d Mario. Ca pa mi ele ta e de olho na Bunny...
No todo, gostei d capitulo!
Continua...
a tua fic esta muito gira e empolgante
continua :g1:
continua :g1:
a minha primeira fic "AS FILHAS DA LUA"passem na minha fic e comentem XD

Traços do destino
visitem o meu forum http://eterna-sailor-moon4.forumeiros.com/forum.htm

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