Princesa Azul da Lua
Bluezinha
Está tão triste :='(:
Lindo! LINDO mesmo. Mas muito, muito triste
Adorei! A D O R E I com todas as letrinhas.
Não sei do que gostei mais sinceramente. Mas O capítulo está maravilhoso.
.o:
Parabéns!
E... ahmmm... achas que isso é forma de acabar um capítulo? Deixas uma pessoa aqui, com o coração nas mãos!
Vê lá se o próximo capítulo vem depressa siiiim? :
:
Está tão triste :='(:
Lindo! LINDO mesmo. Mas muito, muito triste
Adorei! A D O R E I com todas as letrinhas.
Não sei do que gostei mais sinceramente. Mas O capítulo está maravilhoso.
.o: Parabéns!
E... ahmmm... achas que isso é forma de acabar um capítulo? Deixas uma pessoa aqui, com o coração nas mãos!
Vê lá se o próximo capítulo vem depressa siiiim? :
:
ohhhhh sarrah obrigada!
é óptimo termos a pessoa que escreve a nossa fic favorita a elogiar a nossa. obrigada mesmo!
inspiração ou compensação: amanhã há mais
é óptimo termos a pessoa que escreve a nossa fic favorita a elogiar a nossa. obrigada mesmo!
inspiração ou compensação: amanhã há mais

http://sm-portugal.coolbb.net/fanfics-f13/princesa-azul-da-lua-t2071.htm
"O Fim da Trindade"
Minako e Apolo
Makoto e Cupido
Selene e Poseidon
e agora?
vou ja, ja ler!
sim, hoje deu-me para escrever. Peguei na historia de um amigo meu que esta a seguir um mau caminho e transformei p fic. ate gostei do resultado.lol
sim, hoje deu-me para escrever. Peguei na historia de um amigo meu que esta a seguir um mau caminho e transformei p fic. ate gostei do resultado.lol

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"O Fim da Trindade"
Minako e Apolo
Makoto e Cupido
Selene e Poseidon
e agora?
blue escreveu:fogo, esta parte eu amei msmo
Capítulo 17
Carta
Há pessoas que aparecem e se vão num instante da nossa vida, deixando ou não marca, outras que quando aparecem nunca mais partem e há aquelas que estão connosco desde que nos lembramos de existir. Quando sentimos que estamos a perder alguém que está perto de nós há tanto tempo que não nos lembramos da nossa vida antes, dói; o nosso melhor amigo ou apenas alguém que já conhecíamos na nossa primeira memória. Se essa pessoa está a ir para um caminho de que não a podemos salvar então dói tanto. Dói ainda mais querermos falar e ajudá-la e saber de antemão que vai ser inútil. Dói. E é uma dor genuína e que nos arrasa por dentro. É uma dor em que as lágrimas não são nada.
Assim se sentiam as companheiras e amigas de Ami e Amy, após o seu desaparecimento, há 2 semanas. Desde então todas as tropas foram mobilizadas para as encontrar, todos os cantos de Crystal Tóquio, dos seus domínios e dos países seus aliados foram revistados de uma ponta a outra. E nada. Todo o esforço parece em vão, todo o investimento não tem retorno. As lágrimas são mais que muitas e a fonte perdeu a sua beleza e esplendor como se envergonhasse do que nela se passou.
Bunny está inconsolável, não comeu nada desde o episódio e palavras foram poucas. Tal como ela estão todas as outras Navegantes do séc XX e XXX, Gonçalo, Endymion, Serenidade, as Princesas e um pouco por todo o Reino.
.o: tava tão bem descrita, tens bastante jeito e a tua fic ta tao original a história d selene e do oseidon é tão triste :='(: tava lindissimaCapítulo 18
Blue’s City
-AHHHHH! – gritam em simultâneo Haruka e Michiru.
Numa fracção de segundo, levam a mão ao tornozelo. Sangue. Olham, ferida? Nem sinal. A mesma cicatriz que no pulso, a mistura do tridente com a Lua, e uma dor imensa, insuportável. Sentam-se no chão, ali mesmo, não dá para dar nem mais um passo. Desmaiam.
Entretanto...
- Selene. – murmura num misto de tristeza com raiva e muita mágoa o antigo chefe dos Guardas.
Num palacete, muito moderno, em tons de azul-esverdeado, como o mar, no quarto maior, à frente de uma janela tamanho de um ecrã de cinema está Poseidon rasgando em 1000 pedacinhos a carta de Selene, com os olhos embargados.
- “Meu amor, matar-te-ei” – repete vezes e vezes sem conta.
Daquela tão grande janela pode-se ver uma terriola, uma pequena vila, embora seja vísivel que é muito recente e que ainda está em crescimento, porque gruas, baldes de tintas, pedras e andaimes não faltam. Ainda assim é uma terra muito organizada, as ruas são amplas e paralelas ou perpendiculares entre si, um pouco monótona e “encaixotada” tendo em conta que todos os mais de 1000 prédios têm 5 andares com 4 casas cada um e são todos azul pálido. A parte estranha são as mais de 20000 “pessoas” que lá estão, parecem... bem são esqusitas. São só homens, todos iguais, azulados e parecem máquinas, não fisicamente, mas nas atitudes padronizadas. São comandados por... NÃO! É Cupido, como é possível? De facto ele está lá, na pequena escadaria exterior no palecete fazendo uma série de movimentos e sendo depois imitados pelos “homens-robots”. Poseidon estala os dedos, Cupido pára, fala para um walkit-talkie e todod os homens azulados de aproximam da escadaria e lá param como que à espera do discurso. E este chega, quando chega Poseidon e todos o tratam como um deus.
Grandes pessoas, nobres, boas, não precisam de fortalezas à sua volta pois o seu coração está ali vulnerável, tão puro e cândido, que fica indestrutível graças a sua superioridade. Ao construir muros para nos isolarmos, ou melhor “protegermos” estamos a esconder a verdade, que estamos é a tentar proteger o nosso coração. Como se nos tentássemos proteger fisicamente porque não queremos que algo nos magoe cá dentro.
Por isso Bunny é um anjo e Poseidon se prepara para iniciar a defesa do seu Reino:
- Chegará o dia em que ergueremos muralhas intransponíveis à volta do nosso domínio, da nossa jovem cidade, tornar-nos-emos inalcansáveis e indestrutíveis. Até lá levaremos o nosso sucesso de mãos dadas com os nossos fracassos. Sem nunca, NUNCA, esquecer que são os nossos pequenos erros que nos levaram à perfeição, sim porque a alcançaremos. E quando o glorioso dia chegar, que sequem os rios e pare o vento e que todo o Universo observe que eu, Poseidon, construí um Império, a minha Fortaleza, que nada atinge. Hoje é o primeiro dia de um novo mundo, o mundo que governaremos, nós os habitante de Blue’s City. – discursa Poseidon para todo o seu povo de homenzinhos amargos, azuis e aparentemente estupidificados. – A partir de hoje, cada um de vós terá de levar-se ao limite e desenvolver os seus poderes à máxima potência. Não interessa como, façam-no!
- Poseidon! Poseidon! Poseidon! – aclama a pouco desenvolvida plateia.
- Não se esqueçam: estranhos não são bem-vindos! Bom dia a todos!
E, mesmo robots, voltam sincronizados ao milímetro ao trabalho enquanto Poseidon se retira para uma sala escondida nos confins da “Casa Real de Blue’s City”.
Em Crystal Tóquio, a vida está mais díficil do que nunca. Parece que em tudo, mesmo no mais banal, vêm as Navegantes de Mercúrio, até a beber água. A Rainha está tão em baixo que nem tem forças para dar esperança ao seu povo que sem ela fica desorientado, Endymion está tão preocupado com todos e a tentar tão arduamente que as encontrem que nem tem tempo para sentir a própria, bem grande, dor. E essa angústia e frustração alastra-se a todos, menos a Bunny, que antes estava mais desolada que qualquer outra pessoa e que no entanto agora estava mais esperançosa que qualquer outra.
Nessa mesma tarde, já perto do pôr-do-sol, Bunny vai ter com Serenidade à Sala Real, a Rainha está sozinha, afundada nos seus pensamentos desgostosos.
- Serenidade?
- Ah! Olá, Bunny... Diz.
- Eu sei que elas estão lá, no tal novo Estado. Sinto-o. E tenho de ir. A Ami e a Amy precisam de mim.
- Mas... é muito perigoso.
- É um risco que tenho de correr. Por aqueles que realmente amamos temos de fazer tudo. E agora mais do que nunca elas precisam de mim, depois de tudo o que fizeram e sacrificaram por nós, não posso nem vou abandoná-las. Até porque tenho de dizer-lhe o quanto gosto delas. Há coisas que não podem ficar por dizer.
- Eu conheço-te, também não há outra hipótese, sei que estás determinada e até tens razão. Podes partir, com a condição de levares as tuas guardiãs contigo.
- Está bem. Amanhã partimos. Obrigada!
E, finalmente, Bunny voltou a sorrir, aquele sorriso que só a cabeça de serradura tem, doce e puro, aquele sorriso de anjo. E sai da Sala.
- E então??? – perguntam em coro Maria, Joana e Rita que afinal tinham estado a ouvir a conversa.
- Amanhã partimos!
- O quê?? – questiona chocada Chibiusa, que ouviu por acidente a última parte quando chegou ao corredor.
- Nós vamos ao tal Estado mistério procurar a Ami e a Amy. – explica Maria.
- E eu?!
- Tu és a Princesa da Lua Futura, não podes ir. – responde Joana. – Mas não te preocupes que voltaremos rápido e com elas!
- Não é justo! – grita Small Lady e corre a chorar para o seu quarto
- Dois!
E as ainda desmaiadas Haruka e Michiru desaparecem.
Blue’s City
-AHHHHH! – gritam em simultâneo Haruka e Michiru.
Numa fracção de segundo, levam a mão ao tornozelo. Sangue. Olham, ferida? Nem sinal. A mesma cicatriz que no pulso, a mistura do tridente com a Lua, e uma dor imensa, insuportável. Sentam-se no chão, ali mesmo, não dá para dar nem mais um passo. Desmaiam.
Entretanto...
- Selene. – murmura num misto de tristeza com raiva e muita mágoa o antigo chefe dos Guardas.
Num palacete, muito moderno, em tons de azul-esverdeado, como o mar, no quarto maior, à frente de uma janela tamanho de um ecrã de cinema está Poseidon rasgando em 1000 pedacinhos a carta de Selene, com os olhos embargados.
- “Meu amor, matar-te-ei” – repete vezes e vezes sem conta.
Daquela tão grande janela pode-se ver uma terriola, uma pequena vila, embora seja vísivel que é muito recente e que ainda está em crescimento, porque gruas, baldes de tintas, pedras e andaimes não faltam. Ainda assim é uma terra muito organizada, as ruas são amplas e paralelas ou perpendiculares entre si, um pouco monótona e “encaixotada” tendo em conta que todos os mais de 1000 prédios têm 5 andares com 4 casas cada um e são todos azul pálido. A parte estranha são as mais de 20000 “pessoas” que lá estão, parecem... bem são esqusitas. São só homens, todos iguais, azulados e parecem máquinas, não fisicamente, mas nas atitudes padronizadas. São comandados por... NÃO! É Cupido, como é possível? De facto ele está lá, na pequena escadaria exterior no palecete fazendo uma série de movimentos e sendo depois imitados pelos “homens-robots”. Poseidon estala os dedos, Cupido pára, fala para um walkit-talkie e todod os homens azulados de aproximam da escadaria e lá param como que à espera do discurso. E este chega, quando chega Poseidon e todos o tratam como um deus.
Grandes pessoas, nobres, boas, não precisam de fortalezas à sua volta pois o seu coração está ali vulnerável, tão puro e cândido, que fica indestrutível graças a sua superioridade. Ao construir muros para nos isolarmos, ou melhor “protegermos” estamos a esconder a verdade, que estamos é a tentar proteger o nosso coração. Como se nos tentássemos proteger fisicamente porque não queremos que algo nos magoe cá dentro.
Por isso Bunny é um anjo e Poseidon se prepara para iniciar a defesa do seu Reino:
- Chegará o dia em que ergueremos muralhas intransponíveis à volta do nosso domínio, da nossa jovem cidade, tornar-nos-emos inalcansáveis e indestrutíveis. Até lá levaremos o nosso sucesso de mãos dadas com os nossos fracassos. Sem nunca, NUNCA, esquecer que são os nossos pequenos erros que nos levaram à perfeição, sim porque a alcançaremos. E quando o glorioso dia chegar, que sequem os rios e pare o vento e que todo o Universo observe que eu, Poseidon, construí um Império, a minha Fortaleza, que nada atinge. Hoje é o primeiro dia de um novo mundo, o mundo que governaremos, nós os habitante de Blue’s City. – discursa Poseidon para todo o seu povo de homenzinhos amargos, azuis e aparentemente estupidificados. – A partir de hoje, cada um de vós terá de levar-se ao limite e desenvolver os seus poderes à máxima potência. Não interessa como, façam-no!
- Poseidon! Poseidon! Poseidon! – aclama a pouco desenvolvida plateia.
- Não se esqueçam: estranhos não são bem-vindos! Bom dia a todos!
E, mesmo robots, voltam sincronizados ao milímetro ao trabalho enquanto Poseidon se retira para uma sala escondida nos confins da “Casa Real de Blue’s City”.
Em Crystal Tóquio, a vida está mais díficil do que nunca. Parece que em tudo, mesmo no mais banal, vêm as Navegantes de Mercúrio, até a beber água. A Rainha está tão em baixo que nem tem forças para dar esperança ao seu povo que sem ela fica desorientado, Endymion está tão preocupado com todos e a tentar tão arduamente que as encontrem que nem tem tempo para sentir a própria, bem grande, dor. E essa angústia e frustração alastra-se a todos, menos a Bunny, que antes estava mais desolada que qualquer outra pessoa e que no entanto agora estava mais esperançosa que qualquer outra.
Nessa mesma tarde, já perto do pôr-do-sol, Bunny vai ter com Serenidade à Sala Real, a Rainha está sozinha, afundada nos seus pensamentos desgostosos.
- Serenidade?
- Ah! Olá, Bunny... Diz.
- Eu sei que elas estão lá, no tal novo Estado. Sinto-o. E tenho de ir. A Ami e a Amy precisam de mim.
- Mas... é muito perigoso.
- É um risco que tenho de correr. Por aqueles que realmente amamos temos de fazer tudo. E agora mais do que nunca elas precisam de mim, depois de tudo o que fizeram e sacrificaram por nós, não posso nem vou abandoná-las. Até porque tenho de dizer-lhe o quanto gosto delas. Há coisas que não podem ficar por dizer.
- Eu conheço-te, também não há outra hipótese, sei que estás determinada e até tens razão. Podes partir, com a condição de levares as tuas guardiãs contigo.
- Está bem. Amanhã partimos. Obrigada!
E, finalmente, Bunny voltou a sorrir, aquele sorriso que só a cabeça de serradura tem, doce e puro, aquele sorriso de anjo. E sai da Sala.
- E então??? – perguntam em coro Maria, Joana e Rita que afinal tinham estado a ouvir a conversa.
- Amanhã partimos!
- O quê?? – questiona chocada Chibiusa, que ouviu por acidente a última parte quando chegou ao corredor.
- Nós vamos ao tal Estado mistério procurar a Ami e a Amy. – explica Maria.
- E eu?!
- Tu és a Princesa da Lua Futura, não podes ir. – responde Joana. – Mas não te preocupes que voltaremos rápido e com elas!
- Não é justo! – grita Small Lady e corre a chorar para o seu quarto
- Dois!
E as ainda desmaiadas Haruka e Michiru desaparecem.

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"O Fim da Trindade"
Minako e Apolo
Makoto e Cupido
Selene e Poseidon
e agora?
aww bluezinha ta tao lindooooo *-*
e tao triste *-*
ja tinha saudades da tua fic *-*
cada vez estas a escrever melhor, estas de parabens
desculpa o coment ser pekeno , é k me doem as costas e n tou c cabeça pa escrever :S
e tao triste *-*
ja tinha saudades da tua fic *-*
cada vez estas a escrever melhor, estas de parabens
desculpa o coment ser pekeno , é k me doem as costas e n tou c cabeça pa escrever :S

O Regresso das Sailor Stars - Prólogo reescrito
3 anos e 11 meses *.* Uranus coisa mai linda do meu
já tenho o próximo capítulo. hihi
mas postei um ontem e outro hoje. este so domingo ou segunda...
mas postei um ontem e outro hoje. este so domingo ou segunda...

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"O Fim da Trindade"
Minako e Apolo
Makoto e Cupido
Selene e Poseidon
e agora?
adorei mxm. tens mt jeito. chego aki hj e o ke vejo? dois capitulos acabadinhos de sair do forno!1
*mimi pula na cama, e começa a ler*
Bem simplesmente lendo! E agora? 1º a Ami e Amy, e agora a Haruka e Mariana?!
Kem será a seguir? Esta mt lindo este capitulo!
continua assim.
Beijos grandes!
*mimi pula na cama, e começa a ler*
Bem simplesmente lendo! E agora? 1º a Ami e Amy, e agora a Haruka e Mariana?!
Kem será a seguir? Esta mt lindo este capitulo!
continua assim.
Beijos grandes!
visitem a minha 1º fic:
"A flor que o vento levou"
http://sm-portugal.coolbb.net/fanfics-f13/a-flor-que-o-vento-levou-t3213.htm
COMENTEM!!!
"A flor que o vento levou"
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COMENTEM!!!
oh bluezinha estao os dois capitulos tao lindos *.*
muitos parabens,demoraste mas chegaste e arrasas-te (quem sou eu para falar de demora xD)
fico ansiosa para o proximo
muitos parabens,demoraste mas chegaste e arrasas-te (quem sou eu para falar de demora xD)
fico ansiosa para o proximo

Chegou finalmente---> Viagem ao futuro:Capitulo 1
Forum Evangelion
http://evangelion-pt.ativoforum.com/portal.htm
Capítulo 19
Destino
Todos nós temos um caminho a percorrer. Determinado muito antes de nascermos, indeterminável antes de o percorrermos. Dizem que o caminho se faz caminhando; não é bem assim, as decisões são nossas, de facto, digamos apenas que temos o trilho traçado e que nos deixamos iludir a pensar que o criámos. Doce ilusão. Importante é tentarmos ser pessoas cada vez melhores porque embora o nosso percurso esteja traçado, nós não o conhecemos e valoroso é fazê-lo sentindo que é o melhor dentro das nossas possibilidades. Podemos ficar quietos à espera, no fundo, de nada, sem atingir que a vida não é uma corrida, mesmo que fiquemos parados, chegaremos à linha final, portanto façamo-nos à estrada.
- Vamos! – exclama Bunny. – O caminho é comprido e a Ami está à nossa espera.
E é assim que Bunny, Gonçalo, Rita, Maria, Joana, Haruca e Mariana se põem a caminho de Blue’s City, observadas pela janela por Chibiusa e abençoadas por Endymion e Serenidade.
Ainda não passaram o Portão, quando alguém chama:
- Bunny!
A odangos reconhece a voz, pára, vira-se e lá está Small Lady.
- Não podemos guardar palavras importantes para nós, certo? – pergunta retoricamente. – Gosto muito de todos vocês. Percebo que não me podem levar. Boa sorte!
Bunny prepara-se para voltar para trás e despedir-se em condições da Princesa, porém esta lembra:
- Despedidas dificultam a partida. Guarda-as para quando voltares.
Duas lágrimas e caminhos diferentes.
- Selene! – grita Chibiusa quando entra no quarto e vê a irmã caída no chão.
Corre para junto dela e de joelhos agarra-lhe a cabeça. – Se, acorda... Vá lá. Oh Meus Deus, o que é que se passou?!
Blue Lady geme e abre ligeiramente os olhos. Todavia Small Lady ainda fica mais assustada, os olhos da irmã estão totalmente branco com uma pequena ponta preta no meio, como se ela estivesse possuída, de novo. Pisca então os olhos e regressa o azul profundo. Chibiusa abraça como se não houvesse amanhã.
- Nunca mais faças isso! – pede Usa.
- Mana... a Haruka... e a Michiru....
- Não! – exclama Rabit começando a chorar. – Elas também não.
- Vamos falar com o pai. – diz Selene. – Chegou a altura. Chama a Bunny e as outras.
- Não dá, elas foram a Blue’s City, atrás das Navegantes de Mercúrio.
- Blue’s City, que raio é... – ia perguntando a menina dos odangos azuis, porém enquanto formulava a pergunta, surgiu-lhe a resposta. Chibiusa percebeu e mostrou-o num olhar. – A Fortaleza do Poseidon.
- Sempre nos referimos a ela como o Estado Mistério, mas não sei como a Bunny soube o nome e teve um pressentimento de que as Ami’s estão lá. Lá isso de ser do Poseidon, se tu o dizes, deve ser. – explica Small Lady e é então que uma dúvida a invade. – Mas se as Navegantes de Mercúrio estão lá e a Haruka e a Michiru desapareceram no caminho... Temos de avisar a Bunny e as meninas antes que aconteça alguma coisa!!
- Mas... – tenta falar Selene, só que a sua irmã agarra-lhe a mão e desata a correr, puxando-a até à Sala Real.
Ao chegar, recompõem-se e batem à porta.
- Podemos? – perguntam timidamente à entrada.
Entram e para sua surpresa, no sofá sentados estão Joana, Minako, Maria, Makoto, Gonçalo, Rita, Rei e Bunny. A preocupação encarnou nos seus rostos, na sua expressão, na sua maneira de estar. À janela, seu pai, ainda mais majestoso, se tal é possível e num cadeirão, a Rainha Serenidade a olhar para fora da janela, para um determinado ponto que se percebia que era algo muito concreto embora parecesse que era longe demais para se alcançar com os olhos, como se fosse um lugar ali e ao mesmo tempo noutra dimensão.
- Como...? – interroga Chibiusa sem conseguir sequer uma frase mais completa.
- A Rita teve um mau pressentimento. – explica Gonçalo.
- E nessas coisas costuma ter razão. – brinca Bunny a tentar aliviar o peso na sala.
Inútil. A palavra “medo” transforma-se numa imagem e está ali, é a cara de cada uma daquelas pessoas. E transforma-se em imagem pois as palavras parecem impossíveis, como se qualquer a ser proferida, fosse uma falsa esperança ou mortal desespero. Como se soubessem que por mais que dissessem e pedissem e planeassem ou até agissem, nada lhes traria nem um pouco de alento, de luz. Como se fossem tiros no escuro. Como se qualquer palavra não passasse de um conjunto de letras sem sentido. E sendo assim, para quê falar? Para aumentar o sofrimento? Para sossegar a consciência? Para quê, se é inútil? Portanto calaram-se todos, mergulharam num silêncio sepulcral e afundaram-se nos seus próprios pensamentos, mágoas e tristezas. E assim ficaram, por tempo indeterminado, guardados, trancados dentro de si. No entanto, é verdade que mesmo que pareça inútil no momento, falar, ter a palavra certa, ainda que no momento errado, pode ser decisivo, pois talvez essa palavra ecoe na nossa mente quando chegar o momento certo e aí, ao menos, temo-la.
- Não! Não vamos escondermo-nos por parecer que não podemos fazer nada. – acorda Selene. – Temos um Reino e um povo a precisar de nós. E por cada alma que confia em nós, vamos lutar. Sim, esta guerra está a estoirar e sim, precisamos da Ami, da Amy, da Haruka, da Michiru. Mas não podemos parar até elas voltarem, até porque elas não vão voltar por obra e graça do Espírito Santo. Portanto, pai...
- Sim. O exército estará totalmente a postos amanhã.
- Bunny...
- Ceptro Sagrado da Lua pronto!
- Gonçalo...
- Antes do pôr-do-sol, a nova de Guerra chegará a Blue’s City.
- Meninas...
- Claro! Afinal somos as Guerreiras Navegantes!
- Mãe...
- Oh meu anjo. Estou tão orgulhosa de ti. – informa Serenidade e acrescenta – Amanhã de manhã, começará esta nova Guerra. Farei um comunicado urgente à populção. O campo de batalha será na Grande Planície. Quero evitar ao máximo a invasão e destruição de Crystal Tóquio ou de qualquer outra terra.
O medo foi-se embora. Não reina a esperança, visto que amanhã começará uma guerra, contudo reina o sentido de entreajuda entre aquelas pessoas. O nobre sentimento de lealdade eterna, de “daria a minha vida por ti” e o terno e ingénuo amor. Todos têm a sua tarefa, todos sentem que por um instante o tal destino determinado foi determinável, um momento em que sentiram que realmente tinham conhecimento total sobre o seu destino, pois para eles uma coisa é certa: os seus destinos estarão sempre ligados.
- E nós... – começa Blue Lady.
- Vamos buscar o Ceptro Diamante. – conclui Small Lady

http://sm-portugal.coolbb.net/fanfics-f13/princesa-azul-da-lua-t2071.htm
"O Fim da Trindade"
Minako e Apolo
Makoto e Cupido
Selene e Poseidon
e agora?
obrigadaaaaaa
a tua opiniao e mesmo importante!

http://sm-portugal.coolbb.net/fanfics-f13/princesa-azul-da-lua-t2071.htm
"O Fim da Trindade"
Minako e Apolo
Makoto e Cupido
Selene e Poseidon
e agora?
este capítulo é especial para a sarah, pqe mesmo sem saber me incentiva a escrever mais e melhor "de capítulo para capítulo"
Notinha: A partir de agora, para além de as meninas do séc XX terem o nome em português (Ami) e as do séc XXX em japonês (Amy), as navegantes do séc XX têm o “nome” em português (Navegante de Mercúrio) e as do séc XXX em Inglês (Sailor Mercury)
Capítulo 20
A menina que só queria ser feliz
O céu... É imenso, é seguro. Quando não temos esperança ou força ou o que temos não chega, o céu pode não sorrir, não abraçar e não dizer “as coisas vão se resolver”, porém dará a tal força e esperança. Por um momento, sentir-nos-emos protegidos, pois teremos ali algo maior do que todos os problemas e, embora todos o possam ver e ele esteja tão distante de nós como de qualquer outra pessoa, quando estamos a olhar para ele, quando vemos a sua grandeza, estamos mais próximos dele do que todos os outros. E nem que seja por um instante, o mundo desaparece e o céu sorri-nos, abraça-nos e faz-nos entender que, não, as coisas não se vão resolver, mas sim que nós as vamos resolver, dá-nos força e esperança, naquele momento em que deixamos o mundo para trás e o céu deixa de ser o limite para ser o nosso abrigo.
Linda e jovem, olha para o Céu, sentada num baloiço, no meio de um jardim. Seus grandes olhos azuis parecem perdidos, procurando respostas sem sequer fazer perguntas; seus longos cabelos azuis, estranhamente soltos, voam ao sabor do vento. Parece magoada, como se a Vida lhe pregasse partidas para ver até que ponto Selene a protegeria, como se sentisse que o Universo se alinha contra ela, quando a pequena só quer viver em paz. Só a olhar para o Céu consegue descansar. Por mais abraços e palavras de incentivo ou carinho que quem quer que seja lhe dê, apenas o Céu a sossega. Ao olhá-lo, dentro de si, sente-se ainda uma menina ingénua e feliz, mesmo que por fora esteja a imagem da linda jovem magoada... Ai! como Selene queria ter vivido esses momentos de felicidade na infância que o seu crescimento não lhe deu, como queria encarar o seu triste fado com a ingenuidade que nunca teve.
Sem Blue Lady reparar, Bunny aproxima-se. Nunca esteve mais bonita, enverga o seu vestido de princesa e, na mão direita, o Ceptro Sagrado da Lua, os seus olhos... bem, os seus olhos estão brilhantes, como se tivessem luz e parecem mais azuis. Aliás, toda ela parece mais viva do que nunca: o seu cabelo está mais loiro e cheio de reflexos, a sua pele parece bebé depois de tomar banho e a sua voz tem um tom angelical. É isso! Parece um anjo.
- Selene... – chama suavemente.
- Tenho de o ver uma última vez, antes da batalha... Por favor. – implora a Princesa, coberta de lágrimas.
As suas lágrimas estão diferentes. Bunny percebe isso. Não são lágrimas de uma Princesa adolescente mimada que uma vez na vida não tem o que quer; são lágrimas de quem sofre, de quem perde, de quem trocaria tudo o que tem por uma última vez antes da batalha, são gotas de água com vida, são lágrimas que só chora alguém cuja dor é tão imensa que a felicidade já nem é objectivo. Usagi cede:
- Temos de ir rápido. O exército parte às 16h para o campo de batalha, temos de estar de volta pelas 15h, porque, mesmo que o vás ver agora, quando voltarmos teremos de ir lutar contra ele.
- Eu sei. – lamenta Selene. – Quem me dera que...
- Temos três horas. – interrompe Bunny. – Este é o teu momento, aproveita-o. Porque depois só terás o Céu e as tuas memórias.
Assim, e graças ao Luna-P, que a Princesa transforma num avião (não, não tem nada a ver com os aviões que nós conhecemos, afinal é o séc XXX, daí a reacção da Bunny)
- Meu Deus!!! O que é isto? Parece uma mota que voa... – exclama surpresa a cabeça de serradura.
- Acho que podemos chamar-lhe isso. – brinca Selene. – Este modelo foi criado para protecção da Família Real, os outros não se tornam, nem nos tornam invisíveis no ar.
Bunny fica estupefacta, porém guarda o seu choque para outra altura. Sobem para a mota e, à velocidade da luz, vão para Blue’s City.
- No regresso, atas o cabelo! – reclama Bunny que passou a viagem a levar com o compridíssimo cabelo de Selene na cara.
- Olha-me para isto!
A Princesa refere-se à enormidade monstruosa da cidade. São uns 3000 prédios em que os mais pequenos têm 5 andares e os maiores são autênticos arranha-céus e à volta um grande murro com uns 10 metros, que, dos prédios mais baixos, só permitia ver o topo. É uma vista desagradável, monótona, todos os prédios daquele azul pálido e um portão, gigante, metálico, azul esverdeado e assustador: é ligeiramente mais alto do que o muro, a única entrada para a cidade, gradeado, tem duas portas, no topo no azul pálido dos prédios tem escrito “BLUE’S CITY”. As duas visitantes ficam com medo só de pensar que têm de passar aquele portão, contudo Selene lembra-se que é a sua última hipótese de ver Poseidon. Ganha coragem e bate numa das portas.
Uma pequena janela abre-se e as duas soltam um grito ao ver um homem azulado e vestido à militar do lado de dentro. Este pergunta:
- Que desejam?
- Nós queríamos falar com o Poseidon, se fosse possível. – responde Selene.
- Pelos 7 mares! Como ousa falar assim do chefe soberano do Reino?
- Perdão. – pede Bunny. – Haverá então alguma hipótese de falarmos com o seu Senhor?
- Estranhos não são bem-vindos à Cidade, principalmente agora. Estamos a preparar-nos para a Guerra.
- Permita-me que me apresente: Sou a Princesa da Lua Futura, Blue Lady. Poderei agora passar?
Notinha: A partir de agora, para além de as meninas do séc XX terem o nome em português (Ami) e as do séc XXX em japonês (Amy), as navegantes do séc XX têm o “nome” em português (Navegante de Mercúrio) e as do séc XXX em Inglês (Sailor Mercury)
Capítulo 20
A menina que só queria ser feliz
O céu... É imenso, é seguro. Quando não temos esperança ou força ou o que temos não chega, o céu pode não sorrir, não abraçar e não dizer “as coisas vão se resolver”, porém dará a tal força e esperança. Por um momento, sentir-nos-emos protegidos, pois teremos ali algo maior do que todos os problemas e, embora todos o possam ver e ele esteja tão distante de nós como de qualquer outra pessoa, quando estamos a olhar para ele, quando vemos a sua grandeza, estamos mais próximos dele do que todos os outros. E nem que seja por um instante, o mundo desaparece e o céu sorri-nos, abraça-nos e faz-nos entender que, não, as coisas não se vão resolver, mas sim que nós as vamos resolver, dá-nos força e esperança, naquele momento em que deixamos o mundo para trás e o céu deixa de ser o limite para ser o nosso abrigo.
Linda e jovem, olha para o Céu, sentada num baloiço, no meio de um jardim. Seus grandes olhos azuis parecem perdidos, procurando respostas sem sequer fazer perguntas; seus longos cabelos azuis, estranhamente soltos, voam ao sabor do vento. Parece magoada, como se a Vida lhe pregasse partidas para ver até que ponto Selene a protegeria, como se sentisse que o Universo se alinha contra ela, quando a pequena só quer viver em paz. Só a olhar para o Céu consegue descansar. Por mais abraços e palavras de incentivo ou carinho que quem quer que seja lhe dê, apenas o Céu a sossega. Ao olhá-lo, dentro de si, sente-se ainda uma menina ingénua e feliz, mesmo que por fora esteja a imagem da linda jovem magoada... Ai! como Selene queria ter vivido esses momentos de felicidade na infância que o seu crescimento não lhe deu, como queria encarar o seu triste fado com a ingenuidade que nunca teve.
Sem Blue Lady reparar, Bunny aproxima-se. Nunca esteve mais bonita, enverga o seu vestido de princesa e, na mão direita, o Ceptro Sagrado da Lua, os seus olhos... bem, os seus olhos estão brilhantes, como se tivessem luz e parecem mais azuis. Aliás, toda ela parece mais viva do que nunca: o seu cabelo está mais loiro e cheio de reflexos, a sua pele parece bebé depois de tomar banho e a sua voz tem um tom angelical. É isso! Parece um anjo.
- Selene... – chama suavemente.
- Tenho de o ver uma última vez, antes da batalha... Por favor. – implora a Princesa, coberta de lágrimas.
As suas lágrimas estão diferentes. Bunny percebe isso. Não são lágrimas de uma Princesa adolescente mimada que uma vez na vida não tem o que quer; são lágrimas de quem sofre, de quem perde, de quem trocaria tudo o que tem por uma última vez antes da batalha, são gotas de água com vida, são lágrimas que só chora alguém cuja dor é tão imensa que a felicidade já nem é objectivo. Usagi cede:
- Temos de ir rápido. O exército parte às 16h para o campo de batalha, temos de estar de volta pelas 15h, porque, mesmo que o vás ver agora, quando voltarmos teremos de ir lutar contra ele.
- Eu sei. – lamenta Selene. – Quem me dera que...
- Temos três horas. – interrompe Bunny. – Este é o teu momento, aproveita-o. Porque depois só terás o Céu e as tuas memórias.
Assim, e graças ao Luna-P, que a Princesa transforma num avião (não, não tem nada a ver com os aviões que nós conhecemos, afinal é o séc XXX, daí a reacção da Bunny)
- Meu Deus!!! O que é isto? Parece uma mota que voa... – exclama surpresa a cabeça de serradura.
- Acho que podemos chamar-lhe isso. – brinca Selene. – Este modelo foi criado para protecção da Família Real, os outros não se tornam, nem nos tornam invisíveis no ar.
Bunny fica estupefacta, porém guarda o seu choque para outra altura. Sobem para a mota e, à velocidade da luz, vão para Blue’s City.
- No regresso, atas o cabelo! – reclama Bunny que passou a viagem a levar com o compridíssimo cabelo de Selene na cara.
- Olha-me para isto!
A Princesa refere-se à enormidade monstruosa da cidade. São uns 3000 prédios em que os mais pequenos têm 5 andares e os maiores são autênticos arranha-céus e à volta um grande murro com uns 10 metros, que, dos prédios mais baixos, só permitia ver o topo. É uma vista desagradável, monótona, todos os prédios daquele azul pálido e um portão, gigante, metálico, azul esverdeado e assustador: é ligeiramente mais alto do que o muro, a única entrada para a cidade, gradeado, tem duas portas, no topo no azul pálido dos prédios tem escrito “BLUE’S CITY”. As duas visitantes ficam com medo só de pensar que têm de passar aquele portão, contudo Selene lembra-se que é a sua última hipótese de ver Poseidon. Ganha coragem e bate numa das portas.
Uma pequena janela abre-se e as duas soltam um grito ao ver um homem azulado e vestido à militar do lado de dentro. Este pergunta:
- Que desejam?
- Nós queríamos falar com o Poseidon, se fosse possível. – responde Selene.
- Pelos 7 mares! Como ousa falar assim do chefe soberano do Reino?
- Perdão. – pede Bunny. – Haverá então alguma hipótese de falarmos com o seu Senhor?
- Estranhos não são bem-vindos à Cidade, principalmente agora. Estamos a preparar-nos para a Guerra.
- Permita-me que me apresente: Sou a Princesa da Lua Futura, Blue Lady. Poderei agora passar?

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"O Fim da Trindade"
Minako e Apolo
Makoto e Cupido
Selene e Poseidon
e agora?
A cara de Bunny e a do porteiro, qual delas a mais estáctica. A odangos não pode acreditar que a Princesa revelou a sua identidade ao inimigo após este dizer que estranhos não são bem-vindos e frisar que se estão a preparar para a guerra contra o seu próprio reino. Já o porteiro está entre o achar que ninguém é assim tão estúpido portanto a moça tem de estar a mentir e o pensar em como é que seria se a levasse a Poseidon. Percebe então que se ela estiver a mentir, será castigada e se não estiver... tanta coisa pode mudar. Depois deste raciocínio, abre a porta.
- Sigam-me. – ordena o homem-azul – O Chefe está na Casa Real.
Pelo caminho, as duas visitantes vão ficando cada vez mais assustadas e até revoltadas. À sua volta, por todo o lado, militares, milhares, homens azuis fardados prontos para travar a batalha das suas vidas, robots prontos para morrer se for preciso, mas acima de tudo para matar e, ainda mais surpreendente, não há mulheres, nem crianças, apenas uma data de gémeos azulados que parece que são cada vez mais. Selene pára, não pode acreditar, é Cupido... Ele reconhece-a, sorri. O mesmo sorriso que Poseidon fez quando se cruzaram naquele corredor há muito tempo. A Princesa percebe que estavam combinados desde o princípio quando for contratados, curiosamente, ao mesmo tempo, tal como...
“Não pode ser!” pensa para si própria “Mas faz sentido se eles... então o Apolo... Oh Meu Deus! A Minako precisa de saber disto”
- Não pare! – manda o cruel porteiro.
A poucos metros vêm um Palacete, muito moderno, em tons de azul-esverdeado, como o mar. Tem um pequeno jardim, coberto de relva e apenas uma árvore, nem flores, nem arbustos, só relva e uma árvore. Tem dois guardas à porta com quem o porteiro vai falar. De seguida, chama-as, deixa-as com os outros dois e vai-se embora. É nessa altura que Bunny e Selene olham para trás e percebem que o exército já se juntou, agora todos os milhares de homens azuis estão ali, tirando os dois guardas que estão com elas, contemplaram o seu inimigo, o exército que antes do pôr-do-sol estará a lutar com elas. Antes que possam pensar em mais alguma coisa, os guardas puxam-nas bruscamente para dentro da casa e ordenam-lhes que aguardem. Assim fazem. E esperam, esperam, esperam... e nada. Não se ouve nada, a imagem dos guardas já desapareceu por um corredor escuro, do exército lá fora nem uma palavra, nem um som de guerra, nada. Começam a desesperar, o tempo é pouco, a missão irresponsável, o motivo louco, apenas os sentimentos são correctos e esses nem podem ser vividos.
Passos.
São os guardas.
- Acompanhe-nos por favor. – pedem delicadamente a Selene e depois indicam à Bunny, apontando para o corredor na direcçãomesmo em frente da porta da entrada – A menina pode aguardar na sala à esquerda ao fundo daquele corredor.
As jovens entreolham-se, sabem que é perigoso e demasiado arriscado, todavia já estão ali, não há muito a fazer.
Os guardas escoltam Selene de volta pelo escuro corredor por onde vieram enquanto Bunny vai sozinha até à tal sala.
Já não consegue ver Selene. Sente o seu estômago apertado, qualquer coisa naquele lugar a repugna, aquele corredor, até bem iluminado, tem algo de sinistro, provavelmente relacionado com o símbolo na parede. Não é bem a lua, nem bem tridente. Pergunta-se onde já viu aquilo. Sim! No pulso da Haruka e da Michiru. Mas não é só isso, existe mais alguma coisa naquele sítio que a deixa insegura, como se indirectamente estivesse ameaçada, e isso ainda era o mais estranho, sente que nada lhe pode acontecer e que ainda assim está em perigo. Chega ao fim do corredor, tem um fio de suor a escorrer-lhe no puro rosto, os seus olhos já não brilham, a sua pele parece de bebé sujo e a sua voz nem se atreve a falar. Esqueceu-se da porta.
“Esquerda ou direita?” ecoa na sua mente. Escolhe a direita.
A sua voz morreu. Está a tentar construir uma frase, uma palavra, um som. Nada. Não consegue dizer absolutamente nada. Está em pânico. Realmente está indirectamente ameaçada. Estão a atacar “algo seu”. Naquela sala completamente às escuras, sem chão, tecto ou paredes, sem noção de espaço, como se o mundo acabasse ali, estão quatro focos de luz roxos, pouco intensos, como se parte da luz fosse absorvida pelos corpos dentro de cada um desses focos.
Sim, ali no meio da escuridão, inconscientes, envolvidas numa luz negativa estão Ami, Amy, Haruka e Michiru. Bunny fica parada a olhar. Sente-se tão impotente, tão só e fraca. Falta lhe força e esperança. Queria entrar ali e salvá-las, porém parecia que aquela escuridão era de outro mundo. Afasta-se sem se aperceber e acaba por bater na janela. Assusta-se. Começam a cair-lhe lágrimas pela face, misturam-se com o suor do medo. Desliza as costas pela janela, até se sentar no chão e aí, aí vê o Céu. Está ali, em todo o seu esplendor. Tal como a Selene, naquela manhã, abraça-a, sorri-lhe e Bunny ouve-o a sussurrar-lhe ao ouvido “Tu consegues”. Afinal o Céu está mais perto de uns do que dos outros, mas também elas vêm da Lua.
Levanta-se. Passo a passo, aproxima-se da porta. Parada lá à frente, como há pouco, no entanto as dúvidas desapareceram.
- Elas valem qualquer sacrifício! – decide a Navegante da Lua.
E atira-se para a escuridão, voa. Sim, voa. Em seu redor, a escuridão dissipa-se e à medida que avança, as suas amigas vão abrindo os olhos.
- Sailor Moon... – murmura Amy.
- Bunny... – sussura Ami.
É um anjo, um anjo que desfaz a escuridão com o amor às pessoas que não poderia perder. Às vezes não implica atirarmo-nos de cabeça para uma possível morte, às vezes basta estender a mão sem nos pedirem e mostrar o nosso amor por alguém antes que percamos essa pessoa. O valor imenso de se sacrificar por alguém faz com Bunny consiga estender a mão às Navegantes de Mercúrio e dissolver a tal luz roxa. Voa agora em direcção a Haruka e Mariana, no entanto elas desaparecem segundos antes de Bunny as alcançar, conseguindo ainda gritar:
- Princesa!!
A escuridão no quarto desaparece. Encontram-se caídas no chão Ami, Amy e Bunny.
- Haruka! Michiru! – exclama a loira.
- Obrigada por nos teres salvo. – agradece Ami.
- Muito obrigada mesmo! – acrescenta Amy. – Se não fosses tu...
- Eu não as conseguir salvar. Eu falhei! Eu não conseguir salvar a Haruka e a Michiru...
- Nós salvamo-las! As 3 juntas. – incentiva Amy.
- Sim, Bunny, juntas conseguimos. – completa Ami.
Usagi sorri.

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Minako e Apolo
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Selene e Poseidon
e agora?
Selene tinha seguido o caminho com os guardas. Andaram e andaram e o corredor nunca mais acabava. Começou a aparecer um ponto de luz, muito distante, continuaram a andar e o ponto ia aumentando gradualmente até que, saíram e foram dar a um jardim. Quer dizer, não era bem um jardim, já era fora de Blue’s City, era um campo, até onde a vista alcançava. Amplo, alegre, vários tons de verde, coberto de flores, muitas, imensas, infinitas flores, para trás ficava a cidade, antagónica a esta paisagem, e do lado oposto da cidade ficava o caminho para Crystal Tóquio.
Os guardas voltaram para trás sem a Princesa sequer perceber. Entre as flores buscava Poseidon: 1,80m, musculado, cabelos castanhos muito escuros, os olhos verdes em que ela e só ela encontra tudo, nas feições parecido a Endymion. Não o encontrava. Olhou para trás, nem reparou que os guardas se foram embora, porque estava ali o seu grande amor... Ficou sem saber o que fazer. Apetecia-lhe ir a correr ter com ele e abraçá-lo, amá-lo, como se o mundo estivesse a acabar e então lembrava-se que o mundo podia não estar a acabar, porém em poucas horas estariam a lutar e então ficou quieta e calada, à espera que ele dissesse, fizesse alguma coisa; ele estava na mesma situação. Durante tempo incerto, estiveram-se ali a olhar, as dúvidas desapareceram em pouco desse tempo e ficaram apenas a contemplar a imagem um do outro, imagem tão familiar, os sentimentos nunca mortos pareciam renascer. Não aguentaram mais: que se defrontassem daí a 30 minutos, não interresava, aquele era o seu momento, o último, a prova de que aquele beijo roubado não era tudo.
E correram, um para o outro, para a sua felicidade, aquela que Selene achava que nunca mais teria, aquela ilusão que fez Poseidon chamar “Blue’s City” à sua cidade. Abraçaram-se. Rodopiou-a pelo ar, sorriram e, finalmente, beijaram-se.
De todas as formas que um beijo pode ser especial, esse foi. Pois foi com a pessoa certa, por ter sido tão desejado, tão esperado, por saberem que um deles morreria naquela batalha e que nem assim o seu amor morreria. Lentamente separaram os seus lábios, com medo de quando quisessem voltar a juntá-los não pudessem. Ainda assim, estavam felizes, completos. As palavras, quaiquer que fossem, queria sair mas sentiam-se pequenas demais. Foi as de Poseidon que ganharam coragem:
- Tive saudades tuas... Tantas.
- Eu também, pensei em ti todos os dias, chorei por nós tantas vezes, perguntei-me se te veria outra vez antes de...
- Não... não quero falar disso.
- Tens razão. Vamos mas é aproveitaaaaaar. – disse a rapariga enquanto Poseidon a agarrou pela cintura os pôs a rebolar pela relva.
Gargalhadas. Sinceras, profundas.
Pararam, sentados juntos, no fundo de uma pequena colina e Poseidon aproveitou para contar a Selene:
- Chamei a esta cidade “Blue’s City” na esperança de um dia te fazer minha e Rainha aqui, nem que fosse depois de morta.
Estas palavras foram díficeis de dizer e de ouvir. Confirmação de que o seu amor era tão grande que pertencem um ao outro, no entanto não altera o facto de puderem ter de se matar. Selene deu-lhe a mão e pediu:
- Se tiver de cair, que sejas tu a fazer-me cair, porque sei que depois me ampararás. E se tiver de cair, já está destinado, por isso deixa-me levá-las comigo.
- É demasiado tarde.
- Desculpa?
- Elas estão... diferentes.
A Princesa largou a mão do seu Princípe e olhou-o com censura, fazendo-o explicar-se:
- Eu... Vê por ti própria. As Navegantes de Mercúrio ainda não estão, mas a Uranus e a Neptune vão lutar por mim.
Selene não profere uma palavra. Levanta-se e assim fica, majestosa, enquanto Poseidon, pela magia, trazer ali Haruka e Mariana.
- Eu vi-a. – declaram ao mesmo tempo as duas recém-chegadas, referindo-se a Bunny.
- 1 e 2! – chama Poseidon dirigindo-se às Navegantes que mudam de expressão. A sua cara assemelha-se agora à dos homens-azuis, parecem robots, comandadas por Poseidon.
De pé, começam a andar na direcção de Selene.
- World Shaking!
- Deep Submerge!
Os ataques atingem a Princesa que cai violentamente no chão. Uranus aproxima-se , baixa-se e dá-lhe um estalo. Poseidon ordena-lhes que parem, porém elas ignoram as ordens e continuam a atacar Selene. Numa fracção de segundo, ela desvia-se e consegue transformar-se.
- Pelo Poder do Diamante!
Torna-se numa linda Navegante, o seu fato é igual ao de Mercúrio em azuis mais claros, as botas são as de Sailor Moon no azul dos seus olhos e os seus cabelos estão de novo presos em odangos.
Volta então para junto das suas atacantes e discursa:
- Nem sempre podemos controlar as nossas acções. E se a culpa não é nossa, merecemos perdão. Sou uma bela guerreira do amor e da justiça, sou a Sailor Bluemoon, e em nome da Lua vou libertar-vos!
Avança a correr para as suas Guardiãs, passa como uma seta entre elas e de seguida virando-se para as suas costas, ataca:
- Prisão de Diamante!
Sem saber como, Haruka e Michiru dão por si no chão sem se conseguir mexer.
“Tenho de desfazer o feitiço dele” pensa Selene, olhando para o paralizado Poseidon, “mas sem o Ceptro Diamante. E mesmo que o tivesse, sem a Chibiusa, não consigo”. Não se mexe, enquanto reflecte sobre a sua dependência da irmã e tenta encontrar uma solução. Agoniza de tanta vontade de ter a sua irmã a seu lado, de ter a sua preciosa ajuda.
Adormecida na sua angústia, uma energia invade a Princesa, bem como uma luz branca e pura que a envolve. Flutua agora no ar até que sente alguém a abraçá-la por trás. É Chibiusa ou pelo menos o seu espírito.
- Estou sempre contigo. Não te esqueças. – segreda-lhe a irmã. – Está aqui, ainda bem que o fomos buscar ontem, hein?
Entrega à Navegante da Lua Azul o Ceptro Diamante, com todo o seu poder, e antes de desaparecer Small Lady acrescenta:
- Estou contigo, em ti, podes usá-lo sem o agarrarmos as duas.
Desaparece a luz e a energia e estão Haruka e Michiru no chão, Selene com o Ceptro Diamante a apontar para elas e Poseidon do outro lado a ver. Deja Vu! A imagem que viram quando se cruzaram no corredor no dia em que a Bunny desmaiou. Um arrepio percorre-lhes a espinha. Aquela sensação... já viveram aquele momento. Atormentou-os durante todo aquele tempo e agora estão ali a vivê-lo de verdade. Estão a divagar, a reflectir sobre tudo o que se passou desde então, quando no topo da colina surgem a Navegante da Lua, Navegante de Mercúrio e a Sailor Mercury.
- Bluemoon, força! – incentiva Sailor Moon, fazendo-os acordar.
- Sim! – reage Selene e continua – Pureza de Diamante!
A luz intensifica-se ao ponto de não se ver. Ao voltar ao normal, Haruka e Michiru estão de pé, visivelmente cansadas. Olham para a sua menina, orgulhosas e gratas.
- Invertemos os papéis. – brinca Haruka.
Blue Lady, já destransformada, corre a abraçá-las, aliviada por elas estarem bem.
Junto à porta de acesso do campo para o Palacete estão as meninas todas menos Selene.
- Deixa-os falar. – pede Usagi – Já vamos.
- Depois do que ele fez? – pergunta Haruka indignada
- Eles têm de falar. – concorda Michiru.
- De qualquer forma, o exército deles não avança até ordens de Poseidon, não há perigo. – informa Ami.
- Nem o nosso sem nós. – acrescenta Amy.
Já no fundo da colina falam Selene e Poseidon.
- Como foste capaz? – questiona a Princesa.
- Tinha de ser, perdoa-me. Mas graças a ti acabou tudo bem.
- O quê? Eu estou a preparar-me para partir e para uma Guerra contra o teu povo e tu dizes-me que acabou tudo bem?? – interroga Blue Lady, incrédula e preparava-se para continuar, só que Poseidon interrompe-a.
- Casa-te comigo. Agora. Antes da Guerra, antes de um de nós cair. Eu amo-te, Selene. Tudo em ti. Sei que és tu que eu quero até ao fim da minha vida, mesmo que seja nesta batalha. Eu amo-te mais do que algum dia pensei ser possível e se não viver este amor no limite, arrepender-me-ei amargamente, como fazia cada dia por não fazer o que fizeste hoje. Perdoa-me. E a seguir, casa-te comigo.
Blue Lady beija-o. Intensa e depois suavemente. E responde:
- Não sei como, mas SIM!
- Pela Lei dos Homens, declaro-vos marido e mulher. – pronuncia o Padre, coisa estranha naquela cidade. – Pode beijar a noiva.
- Ai não, não pode! – protesta Haruka. – Eu aceitei esta loucura, porque não adianta nem atrase nada, agora não me peçam para ver a minha Princesa beijar esse monstro.
- Selene, vamos. – declara Michiru.
Contra as ordens das suas Guardiãs, a Princesa, perdão, Rainha beija o seu Rei e chora, porque naquele momento acabou, vira as costas, deixando o marido no altar e olhando para trás uma última vez, diz-lhe:
- Amo-te, Poseidon. Sempre.
Há momentos em que “sempre” parece tão pouco...
Ninguém falou no regresso a Crystal Tóquio. À chegada já todos sabiam do que se passara, tirando o casamento e todos queriam falar com Blue Lady, que recusou. Foi-se refugiar no baloiço, a olhar para o Céu e quando ele lhe perguntou o que ela tinha, a menina respondeu:
- Eu só queria ser feliz.

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"O Fim da Trindade"
Minako e Apolo
Makoto e Cupido
Selene e Poseidon
e agora?
Ohhhhh bluezinha
.o: És tão querida! Um capítulo dedicado a mim
.o:
Ainda para mais um capítulo assim
*mim dá uma beijoca à blue*
Está tão perfeito! Tão bonito!
Definitivamente, escreves melhor a cada capítulo que passa. Fico tão contente por saber que sou um incentivo para isso mesmo.
.o:
O capítulo ficou mesmo lindo. O amor deles é tão triste. Cada loucura que eles cometem faz tanto sentido.
Adorei cada pedacinho deste capítulo. Ficou mesmo espectacular.
Queria conseguir fazer-te um comentário gigante, mas não sei o que dizer. Mas o tamanho não interessa. Acredita que eu gostei MESMO.
.o: Esta frase ficou tão linda. E é tão verdadeira. E, no contexto, tão triste.
Adorei o final do capítulo. Uma pessoa fica com tanta pena da Selene.
Parabéns bluezinha. Parabéns. E obrigada por me didicares um capítulo maravilhoso como este.
.o: És tão querida! Um capítulo dedicado a mim
.o: Ainda para mais um capítulo assim
*mim dá uma beijoca à blue*
Está tão perfeito! Tão bonito!
Definitivamente, escreves melhor a cada capítulo que passa. Fico tão contente por saber que sou um incentivo para isso mesmo.
.o: O capítulo ficou mesmo lindo. O amor deles é tão triste. Cada loucura que eles cometem faz tanto sentido.
Adorei cada pedacinho deste capítulo. Ficou mesmo espectacular.
Queria conseguir fazer-te um comentário gigante, mas não sei o que dizer. Mas o tamanho não interessa. Acredita que eu gostei MESMO.
blue escreveu:
Há momentos em que “sempre” parece tão pouco...
.o: Esta frase ficou tão linda. E é tão verdadeira. E, no contexto, tão triste. Adorei o final do capítulo. Uma pessoa fica com tanta pena da Selene.
Parabéns bluezinha. Parabéns. E obrigada por me didicares um capítulo maravilhoso como este.
:g1: obrigaaaaaaaaaaaaaaaaaaada!

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