Princesa Azul da Lua
Blue... está lindíssima a tua fic... Que pena que a Selene tenha de sofrer mas tenho esperança, afinal.... "depois de uma tempestade,vem a bonança!"
Fico à espera de mais.
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A outra realidade da sailormoon
Fico à espera de mais.
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A outra realidade da sailormoon
Espero que tenham gostado deste capítulo. O próximo vais demorar uma pouco porque agora ando em avaliações.
Fico à espera de comentários. Beijinhos para todos!!!!!
sarrah, nao é o tamanho do comentário que interessa, até porque o que disseste foi mto mais que suficiente e fiquei mto agradecida.
Sweetmoon, quem se baba com estes comentários sou eu. Obrigada!
Coelhinha, era mesmo esse o objectivo. Tentei que o fim do capítulo foi tocante, porque era um momento muito importante para mim (ja passei mto tempo a olhar para o Céu.lol). Mais um obrigada! Espero que continues a gostar.
Silva, obriiiigada. Este capítulo em particular foi díficil e ao mesmo tempo maravilhoso de escrever, fico feliz de saber que gostaste. Por acaso o fim de um dos capítulos é mesmo "aproxima-se uma tempestade e nem sempre se segue a bonança".lol
Mais? Este fim-de-semana, já estou a escrever
Obrigada a todos!!
Beijinho, Blue
Sweetmoon, quem se baba com estes comentários sou eu. Obrigada!
Coelhinha, era mesmo esse o objectivo. Tentei que o fim do capítulo foi tocante, porque era um momento muito importante para mim (ja passei mto tempo a olhar para o Céu.lol). Mais um obrigada! Espero que continues a gostar.
Silva, obriiiigada. Este capítulo em particular foi díficil e ao mesmo tempo maravilhoso de escrever, fico feliz de saber que gostaste. Por acaso o fim de um dos capítulos é mesmo "aproxima-se uma tempestade e nem sempre se segue a bonança".lol
Mais? Este fim-de-semana, já estou a escrever
Obrigada a todos!!
Beijinho, Blue

http://sm-portugal.coolbb.net/fanfics-f13/princesa-azul-da-lua-t2071.htm
"O Fim da Trindade"
Minako e Apolo
Makoto e Cupido
Selene e Poseidon
e agora?
peço desculpa pelo doble-post
este capítulo tem um extra (está fraquinho, mas suficiente) no fim. não vai ter o mesmo significado se não o virem só dp de ler
Capítulo 21
O Início da Batalha
No nascer de um novo dia, todas as portas estão abertas. Esse dia pode ser tudo o que quisermos, podemos conquistar o Mundo, arricar, partir a cara ou ganhar, podemos lutar, perder ou conquistar, podemos fazer bem ou mal o que quer que seja, porque o início de um novo dia é o início de uma nova vida, todos os dias. Não o princípio do dia, no sentido, das primeiras horas, mas sim aquele instante em que voltamos a este mundo e que, por um pestanejar, não há expectativas, nem pressões, compromissos, obrigações, rotinas ou planos. Um momentos, todos os dias, em que somos nós, verdadeiros, porque começamos do zero. A nossa vida não muda pois no fim desse instante retomamos o que começámos ontem e anteontem e no dia anterior e no ano anterior, basicamente continuamos o nosso Caminho. Porém há sempre um momento em que de facto somos realmente livres.
Liberdade, verdadeira e completa, de puder mudar de vida radicalmente, começar do zero parece impossível para todo e qualquer habitante de Crystal Tóquio neste momento. O exército, à porta da Cidade, está a iniciar a sua marcha para o campo de batalha. A Rainha Serenidade e o Rei Endymion lideram as tropas seguidos de perto pelas Navegantes: as do séc XXX na sua fase “eterna” e as do séc XX na “super”, a Sailor Bluemoon e a Sailor Chibimoon. Os seus rostos estão desgastados pelas emoções e os seus corpos imponentes pela responsabilidade, já seu coração... apertado. Medo, pressentimentos? Talvez, afinal caminham para uma guerra.
“ Se não houver amanhã para mim, que seja por defender e garantir o amanhã dos meus.”
“ E se cair em combate, o que ficará por dizer?”
Pensamentos assim percorriam as cabeças dos 5000 combatentes, como que saltando de mente em mente, a atormentá-los.
O Rei faz uma paragem, todos o imitam, e então discursa:
- Penso que falo por todos nós: Temo esta batalha, o que e principalmente quem possamos perder nela. Guardo uma imagem da face de todos vós pois conheço cada um de vós, no entanto espero no fim desta Guerra ter mais do que essa imagem, espero ter-vos comigo vitoriosos deste conflito. Quero também esclarecer algo mais, ganhar esta Guerra, não é motivo para celebrar, uma vez que matar e lutar nunca pode levar a festa. Como rei podia ordenar-vos a combater por Crystal Tóquio, pela Terra e pela Lua; não o faço, peço-vos como vosso companheiro que lutem ao meu lado e vos garanto que eu estarei na primeira fila, sou um de vós. Quem quiser voltar atrás, este é o momento; não será censurado, nem disicriminado.
A expressão dos presentes mudou. Sim, voltar para trás era mais seguro, porém ali tinham o seu povo, a sua terra a defender. E quando veêm o seu Rei, não é um general, é o Rei na linha da frente para morrer por eles, pelo Zé Ninguém sabem que estão exactamente onde devem estar.
Ao longe, já se vê a Grande Planície e o gigantesto, três vezes maior exército de Blue’s City. 15000 homens-robots azulados iguais. Doentio. Enorme. Seria até assustador se o Rei não tivesse acabado com os fantasmas e dúvidas de todos os seus. Agora é só respeitável.
- Cada um de nós vale muito mais que três deles! – anima a Navegante de Marte.
Os exércitos aproximam-se. Ao ponto de dar para ver os olhos do inimigo. Homens azuis veêm pessoas com vida e história com marcas de dor e glória, com algo a ganhar e tudo a perder; já os soldados de Crystal Tóquio olham para um bando de cópias, sem vida, homens máquina, sem nada a perder, sem sentimentos, sem brilho no olhar, corpos perfeitos, cabeças bélicas e almas vazias. Os líderes frente a frente... Poseidon e Endymion, Cupido e Serenidade, Apolo e Minako. A Navegante da Lua Azul está na 2ª linha com as outras Navegantes, para além da Sailor Venus; olha para Poseidon, fica inalterada, sabe que agora é a Princesa da Lua Futura e que é pelo Universo que tem de lutar, tem consciência de que como Protectora da Vida, o facto de ser Rainha de Blue’s City nada pode significar.
E caiem. E continuam a cair. A 1ª linha de homens avançou sem ordens dos superiores. A Guerra começou.
Endymion lança-se a Cupido que se preparava para atacar a Rainha. Espadas. Mestres. Nenhum cai, nenhum cede, nenhum pára. Sailor Venus luta com Apolo. As Navegantes sabem que têm muito mais poder do que o comum soldado e do que os homens-robots. Cada soldado luta com um azulinho, mas sobram 10 mil azulinhos.
- É a nossa vez, meninas! – exclama Sailor Moon. E avançam para dentro do mar de Homens-robots. – Como se atravem a tentar destruir o Futuro? Sou uma bela guerreira do Amor e da Justiça, sou a Sailor Moon e em nome da Lua, vou castigar-vos!
- Deixa isso para depois. Ataque da Espada do Espaço! – ataca Urano. Eficácia surpreendente. Era uma vez 40 monstrinhos.
- Reflexo Submarino!
E mais 40.
- Death Scream!
E foram 80.
- Rapsódia da Água de Mercúrio.
Desta forma, a Navegante de Mercúrio deixa numa ilusão centenas de inimigos.
- Fénix de Fogo! – ataca Sailor Mars levando ao Inferno centena dos iludidos robots.
Ao proferir estas palavras parece que uma Fénix de Fogo sai de si e mata-os.
- Jupiter Oak Evolution!
E continuam a cair.
- Amor de Vénus e Beleza Chocante.
Mais de uma centena de homens falece.
- Surpresa do Silêncio
Saturno e o seu imenso poder acabam com incontáveis gémeos azuis.
- Ponta de Fogo de Marte.
E mais 50.
São frágeis de mais para lutar contra uma navegante.
- Ventos de destruição! – grita Sailor Uranus. Então gira sobre si vezes e vezes sem conta e forma-se um tornado que leva para o outro mundo muito mais de centena de soldados do “exército azul”.
- Fúria do Mar! – liberta Sailor Neptune com um conjunto de grandes e fortes ondas convergentes que afogam outra centena de azulinhos.
- Raio de Vulcano. – profere Sailor Jupiter e um enorme raio, maior do que já alguma vez visto e do que alguma vez pensado tirou a vazia vida a uns 100 soldados inimigos.
- Silêncio de Morte!
Sailor Saturn assim cala mais de 2000 Homens-Robots, num cenário incrível e até inimaginável. O poder daquela Navegante é imenso, tanto que se torna díficil de pôr em perspectiva. 2000 corpos petrificados e lentamente a serem sugados para dentro do Silêncio que por natureza é a sua Alma. E morrem.
Uma autêntica mortandade. Mais de 3000 homens cairam à conta das Navegantes.
Ainda falta mais de metade, todavia as Guerreiras param 10 segundos e olham para o outro lado do campo de batalha, o lado dos civis e dos seus líderes. O cenário é destruidor de tanta destruição. 5000 homens-azuis foram mortos pelos 5000 soldados de Crystal Tóquio, que agora já não são 5000, mas 2500. 10500 corpos jazem naquela Planície a perder de vista. É desolador. Endymion e Cupido ainda lutam, bem como Sailor Venus e Apolo e agora Serenidade e Poseidon. A alma das Princesas Guardiãs dos Planetas do Sistema Solar fica pequena, porém têm de voltar à luta. Ainda lhes faltam 4500 vidas para tirar.
Pensam e acreditam no bem das Guerreiras Navegantes, na sua alma pura e que protegeram o Universo do Mal. No entanto, até que ponto serão realmente tudo o que se projecta se naquele fim de dia e noite tiraram 3000 vidas. São vidas, não são construções de Lego que se deitam abaixo. São vidas que no seu vazio e desconhecimento de sentimentos têm tanto, senão valor, direito a serem vividas como as suas próprias. Nada é verdadeiro, a nossa bondade não é totalmente pura, a nossa liberdade não nos deixa totalmente livres, os nossos princípios não são totalmente correctos. Até a pessoa mais nobre tem um lado repugnante. A pureza perdeu-se na Guerra. A ingenuidade desapareceu no desenvolvimento. A verdade, essa, algum dia existiu?
Sailor Moon desespera. Cada corpo que caiu no chão daqueles 10500 é um pedaço de si. É uma pouco da sua Luz, da sua alegria. Contudo é também um pouco de força para mudar, um pouco de Esperança para melhorar, um pouco de incentivo para continuar. Para provar que pode ser diferente e que podemos salvar o Mundo, sem matar o Mal: transformando-o em Bem. Afinal, aqui e ali, aparecem pessoas que nos fazem brilhar os olhos e pensar que se calhar ainda há jóias verdadeiras e puras, ainda há Anjos.
A Navegante da Lua, na sua fase eterna, pega do Ceptro Sagrado da Lua, estende-o para o Céu, onde brilha a Lua Cheia que parecia tentar esconder-se para não ver esta triste batalha.
- Eu um dia fui uma Princesa. Um dia perdi tudo o que mais amava: perdi o meu lar e o meu povo, perdi as minhas melhores amigas e a minha Mãe, o meu Príncipe e a minha Lua. Tive uma segunda oportunidade, noutro tempo e local. Posso não ter recuperado a minha Mãe e a Lua vejo-a aolhar para mim quase todas as noites sem a puder tocar. Ainda assim sou feliz. Sou feliz porque acredito. Acredito que podemos ser melhores, acredito que chegará o dia em que seremos bons. Acredito que todos nós merecemos a segunda oportunidade que eu tive. E vou dá-la. Não suporto ver pessoas a partir, parto com elas.
Oh minha querida Lua, concede-me Luz e Sabedoria para poder salvar uma pessoa. Uma de cada vez. Permite-me que tente proteger tanto quanto possa este nosso Universo.
E a Lua cresceu, ficou mesmo grande e Bunny tocou-a. Uma lágrima. Solitária. Uma Luz.
- Purificação Lunar!
E a imensa luz saída do ceptro fez desaparecer todos os corpos sem vida e libertou os Homens-Robots do seu Mal. E essas pobres almas vazias, que nem sequer tristes eram, mostraram afinal ser o povo do Silver Millenium. Muitas das almas desse povo ficaram aprisionadas nos corpos criados pelo Inimigo e apenas se libertaram com o brilho da Navegante da Lua.
A Princesa de Silver Millenium percebeu logo, fraquejou, ia desmaiando, todavia Gonçalo ainda a apanhou.
Lutam agora apenas e incessantemente Endymion e Cupido, Sailor Venus e Apolo e Serenidade e Poseidon.
- Sol ardente! – ataca Apolo.
Um Sol, tamanho de uma bolda de futebol, atinge Sailor Venus no ombro esquerdo deixando muito combalida. Tem dificuldade em levantar-se. Quer dizer, põe-se a muito custo de joelhos, contudo acaba por cair. E permanece deitada inconsciente, parecem anos. A luta do Rei e Cupido, bem como da Rainha e Poseidon pára. A angústia paira no ar. Até que Bluemoon e Chibimoon agarram no Ceptro Diamante.
De frente uma para a outra, seguram-no entre si com duas mãos cada e Small Lady pede:
- Por favor...
Na memória de todos, passam imagens de Minako. Passado, Presente e Futuro. A Grande Líder das Navegantes, a misteriosa Sailor V, a trapalhona e engraçada Joana, a rapariga apaixonada, a promessa musical, a beleza estonteante, “the sweetest girl”, tudo e nada...
As lágrimas ficam nos olhos pois chorar é dizer adeus... A escuridão toma o lugar, ninguém repara. Os olhos estão nas Princesas, os pensamentos em Minako.

este capítulo tem um extra (está fraquinho, mas suficiente) no fim. não vai ter o mesmo significado se não o virem só dp de ler
Capítulo 21
O Início da Batalha
No nascer de um novo dia, todas as portas estão abertas. Esse dia pode ser tudo o que quisermos, podemos conquistar o Mundo, arricar, partir a cara ou ganhar, podemos lutar, perder ou conquistar, podemos fazer bem ou mal o que quer que seja, porque o início de um novo dia é o início de uma nova vida, todos os dias. Não o princípio do dia, no sentido, das primeiras horas, mas sim aquele instante em que voltamos a este mundo e que, por um pestanejar, não há expectativas, nem pressões, compromissos, obrigações, rotinas ou planos. Um momentos, todos os dias, em que somos nós, verdadeiros, porque começamos do zero. A nossa vida não muda pois no fim desse instante retomamos o que começámos ontem e anteontem e no dia anterior e no ano anterior, basicamente continuamos o nosso Caminho. Porém há sempre um momento em que de facto somos realmente livres.
Liberdade, verdadeira e completa, de puder mudar de vida radicalmente, começar do zero parece impossível para todo e qualquer habitante de Crystal Tóquio neste momento. O exército, à porta da Cidade, está a iniciar a sua marcha para o campo de batalha. A Rainha Serenidade e o Rei Endymion lideram as tropas seguidos de perto pelas Navegantes: as do séc XXX na sua fase “eterna” e as do séc XX na “super”, a Sailor Bluemoon e a Sailor Chibimoon. Os seus rostos estão desgastados pelas emoções e os seus corpos imponentes pela responsabilidade, já seu coração... apertado. Medo, pressentimentos? Talvez, afinal caminham para uma guerra.
“ Se não houver amanhã para mim, que seja por defender e garantir o amanhã dos meus.”
“ E se cair em combate, o que ficará por dizer?”
Pensamentos assim percorriam as cabeças dos 5000 combatentes, como que saltando de mente em mente, a atormentá-los.
O Rei faz uma paragem, todos o imitam, e então discursa:
- Penso que falo por todos nós: Temo esta batalha, o que e principalmente quem possamos perder nela. Guardo uma imagem da face de todos vós pois conheço cada um de vós, no entanto espero no fim desta Guerra ter mais do que essa imagem, espero ter-vos comigo vitoriosos deste conflito. Quero também esclarecer algo mais, ganhar esta Guerra, não é motivo para celebrar, uma vez que matar e lutar nunca pode levar a festa. Como rei podia ordenar-vos a combater por Crystal Tóquio, pela Terra e pela Lua; não o faço, peço-vos como vosso companheiro que lutem ao meu lado e vos garanto que eu estarei na primeira fila, sou um de vós. Quem quiser voltar atrás, este é o momento; não será censurado, nem disicriminado.
A expressão dos presentes mudou. Sim, voltar para trás era mais seguro, porém ali tinham o seu povo, a sua terra a defender. E quando veêm o seu Rei, não é um general, é o Rei na linha da frente para morrer por eles, pelo Zé Ninguém sabem que estão exactamente onde devem estar.
Ao longe, já se vê a Grande Planície e o gigantesto, três vezes maior exército de Blue’s City. 15000 homens-robots azulados iguais. Doentio. Enorme. Seria até assustador se o Rei não tivesse acabado com os fantasmas e dúvidas de todos os seus. Agora é só respeitável.
- Cada um de nós vale muito mais que três deles! – anima a Navegante de Marte.
Os exércitos aproximam-se. Ao ponto de dar para ver os olhos do inimigo. Homens azuis veêm pessoas com vida e história com marcas de dor e glória, com algo a ganhar e tudo a perder; já os soldados de Crystal Tóquio olham para um bando de cópias, sem vida, homens máquina, sem nada a perder, sem sentimentos, sem brilho no olhar, corpos perfeitos, cabeças bélicas e almas vazias. Os líderes frente a frente... Poseidon e Endymion, Cupido e Serenidade, Apolo e Minako. A Navegante da Lua Azul está na 2ª linha com as outras Navegantes, para além da Sailor Venus; olha para Poseidon, fica inalterada, sabe que agora é a Princesa da Lua Futura e que é pelo Universo que tem de lutar, tem consciência de que como Protectora da Vida, o facto de ser Rainha de Blue’s City nada pode significar.
E caiem. E continuam a cair. A 1ª linha de homens avançou sem ordens dos superiores. A Guerra começou.
Endymion lança-se a Cupido que se preparava para atacar a Rainha. Espadas. Mestres. Nenhum cai, nenhum cede, nenhum pára. Sailor Venus luta com Apolo. As Navegantes sabem que têm muito mais poder do que o comum soldado e do que os homens-robots. Cada soldado luta com um azulinho, mas sobram 10 mil azulinhos.
- É a nossa vez, meninas! – exclama Sailor Moon. E avançam para dentro do mar de Homens-robots. – Como se atravem a tentar destruir o Futuro? Sou uma bela guerreira do Amor e da Justiça, sou a Sailor Moon e em nome da Lua, vou castigar-vos!
- Deixa isso para depois. Ataque da Espada do Espaço! – ataca Urano. Eficácia surpreendente. Era uma vez 40 monstrinhos.
- Reflexo Submarino!
E mais 40.
- Death Scream!
E foram 80.
- Rapsódia da Água de Mercúrio.
Desta forma, a Navegante de Mercúrio deixa numa ilusão centenas de inimigos.
- Fénix de Fogo! – ataca Sailor Mars levando ao Inferno centena dos iludidos robots.
Ao proferir estas palavras parece que uma Fénix de Fogo sai de si e mata-os.
- Jupiter Oak Evolution!
E continuam a cair.
- Amor de Vénus e Beleza Chocante.
Mais de uma centena de homens falece.
- Surpresa do Silêncio
Saturno e o seu imenso poder acabam com incontáveis gémeos azuis.
- Ponta de Fogo de Marte.
E mais 50.
São frágeis de mais para lutar contra uma navegante.
- Ventos de destruição! – grita Sailor Uranus. Então gira sobre si vezes e vezes sem conta e forma-se um tornado que leva para o outro mundo muito mais de centena de soldados do “exército azul”.
- Fúria do Mar! – liberta Sailor Neptune com um conjunto de grandes e fortes ondas convergentes que afogam outra centena de azulinhos.
- Raio de Vulcano. – profere Sailor Jupiter e um enorme raio, maior do que já alguma vez visto e do que alguma vez pensado tirou a vazia vida a uns 100 soldados inimigos.
- Silêncio de Morte!
Sailor Saturn assim cala mais de 2000 Homens-Robots, num cenário incrível e até inimaginável. O poder daquela Navegante é imenso, tanto que se torna díficil de pôr em perspectiva. 2000 corpos petrificados e lentamente a serem sugados para dentro do Silêncio que por natureza é a sua Alma. E morrem.
Uma autêntica mortandade. Mais de 3000 homens cairam à conta das Navegantes.
Ainda falta mais de metade, todavia as Guerreiras param 10 segundos e olham para o outro lado do campo de batalha, o lado dos civis e dos seus líderes. O cenário é destruidor de tanta destruição. 5000 homens-azuis foram mortos pelos 5000 soldados de Crystal Tóquio, que agora já não são 5000, mas 2500. 10500 corpos jazem naquela Planície a perder de vista. É desolador. Endymion e Cupido ainda lutam, bem como Sailor Venus e Apolo e agora Serenidade e Poseidon. A alma das Princesas Guardiãs dos Planetas do Sistema Solar fica pequena, porém têm de voltar à luta. Ainda lhes faltam 4500 vidas para tirar.
Pensam e acreditam no bem das Guerreiras Navegantes, na sua alma pura e que protegeram o Universo do Mal. No entanto, até que ponto serão realmente tudo o que se projecta se naquele fim de dia e noite tiraram 3000 vidas. São vidas, não são construções de Lego que se deitam abaixo. São vidas que no seu vazio e desconhecimento de sentimentos têm tanto, senão valor, direito a serem vividas como as suas próprias. Nada é verdadeiro, a nossa bondade não é totalmente pura, a nossa liberdade não nos deixa totalmente livres, os nossos princípios não são totalmente correctos. Até a pessoa mais nobre tem um lado repugnante. A pureza perdeu-se na Guerra. A ingenuidade desapareceu no desenvolvimento. A verdade, essa, algum dia existiu?
Sailor Moon desespera. Cada corpo que caiu no chão daqueles 10500 é um pedaço de si. É uma pouco da sua Luz, da sua alegria. Contudo é também um pouco de força para mudar, um pouco de Esperança para melhorar, um pouco de incentivo para continuar. Para provar que pode ser diferente e que podemos salvar o Mundo, sem matar o Mal: transformando-o em Bem. Afinal, aqui e ali, aparecem pessoas que nos fazem brilhar os olhos e pensar que se calhar ainda há jóias verdadeiras e puras, ainda há Anjos.
A Navegante da Lua, na sua fase eterna, pega do Ceptro Sagrado da Lua, estende-o para o Céu, onde brilha a Lua Cheia que parecia tentar esconder-se para não ver esta triste batalha.
- Eu um dia fui uma Princesa. Um dia perdi tudo o que mais amava: perdi o meu lar e o meu povo, perdi as minhas melhores amigas e a minha Mãe, o meu Príncipe e a minha Lua. Tive uma segunda oportunidade, noutro tempo e local. Posso não ter recuperado a minha Mãe e a Lua vejo-a aolhar para mim quase todas as noites sem a puder tocar. Ainda assim sou feliz. Sou feliz porque acredito. Acredito que podemos ser melhores, acredito que chegará o dia em que seremos bons. Acredito que todos nós merecemos a segunda oportunidade que eu tive. E vou dá-la. Não suporto ver pessoas a partir, parto com elas.
Oh minha querida Lua, concede-me Luz e Sabedoria para poder salvar uma pessoa. Uma de cada vez. Permite-me que tente proteger tanto quanto possa este nosso Universo.
E a Lua cresceu, ficou mesmo grande e Bunny tocou-a. Uma lágrima. Solitária. Uma Luz.
- Purificação Lunar!
E a imensa luz saída do ceptro fez desaparecer todos os corpos sem vida e libertou os Homens-Robots do seu Mal. E essas pobres almas vazias, que nem sequer tristes eram, mostraram afinal ser o povo do Silver Millenium. Muitas das almas desse povo ficaram aprisionadas nos corpos criados pelo Inimigo e apenas se libertaram com o brilho da Navegante da Lua.
A Princesa de Silver Millenium percebeu logo, fraquejou, ia desmaiando, todavia Gonçalo ainda a apanhou.
Lutam agora apenas e incessantemente Endymion e Cupido, Sailor Venus e Apolo e Serenidade e Poseidon.
- Sol ardente! – ataca Apolo.
Um Sol, tamanho de uma bolda de futebol, atinge Sailor Venus no ombro esquerdo deixando muito combalida. Tem dificuldade em levantar-se. Quer dizer, põe-se a muito custo de joelhos, contudo acaba por cair. E permanece deitada inconsciente, parecem anos. A luta do Rei e Cupido, bem como da Rainha e Poseidon pára. A angústia paira no ar. Até que Bluemoon e Chibimoon agarram no Ceptro Diamante.
De frente uma para a outra, seguram-no entre si com duas mãos cada e Small Lady pede:
- Por favor...
Na memória de todos, passam imagens de Minako. Passado, Presente e Futuro. A Grande Líder das Navegantes, a misteriosa Sailor V, a trapalhona e engraçada Joana, a rapariga apaixonada, a promessa musical, a beleza estonteante, “the sweetest girl”, tudo e nada...
As lágrimas ficam nos olhos pois chorar é dizer adeus... A escuridão toma o lugar, ninguém repara. Os olhos estão nas Princesas, os pensamentos em Minako.


http://sm-portugal.coolbb.net/fanfics-f13/princesa-azul-da-lua-t2071.htm
"O Fim da Trindade"
Minako e Apolo
Makoto e Cupido
Selene e Poseidon
e agora?
Bluezinhaaaa
.o:
Cada vez adoro mais o começo dos teus capítulos. "Obrigas" uma pessoa a pensar tanto na sua própria vida, nos pequenos momentos! Já to disse, mas repito. Nota-se uma enorme evolução na tua escrita!
Os pensamentos do exército! Lindo! Lindo! Tão simples mas com um impacto tão grande!
Ahhh a fala do Rei. Incrível como apenas algumas palavras podem ajudar tanto 5000 pessoas. Na guerra, todos são iguais. E mostrar como o Rei está disposto a morrer pelo seu povo... é lindo.
A forma como mostras as diferenças entre o exército está excelente! E a Selene! Rainha Blue's city, protectora da vida, sem poder fazer nada. Tenho tanta pena dela. Está lindo!
Quanto ao ataque das navegantes... conseguiste introduzir algum humor no meio daquilo a que pode ser chamado uma carnificina. Conseguiste tornar algo de mau numa coisa bonita de se ler.
Inseres no meio da narração tanta coisa que nos faz pensar. Cada linha que passa os capítulos melhoram. Estás de parabéns!
As palavras da Navegante da Lua. A forma como ela cura toda a gente. O facto de eles serem o povo do Silver Millenium. Perfeito.
O fim... estou sem palavras.
Essas últimas frases... Blue! O que é isso?!? Não podes acabar assim um capítulo, faz mal ao meu pobre coração! Mas está perfeito! E realmente, o teu extra dá um impacto visual que nos transporta para dentro da acção!
Apenas tenho mais uma coisa a dizer. PARABÉNS.
.o: Cada vez adoro mais o começo dos teus capítulos. "Obrigas" uma pessoa a pensar tanto na sua própria vida, nos pequenos momentos! Já to disse, mas repito. Nota-se uma enorme evolução na tua escrita!
Os pensamentos do exército! Lindo! Lindo! Tão simples mas com um impacto tão grande!
Ahhh a fala do Rei. Incrível como apenas algumas palavras podem ajudar tanto 5000 pessoas. Na guerra, todos são iguais. E mostrar como o Rei está disposto a morrer pelo seu povo... é lindo.
A forma como mostras as diferenças entre o exército está excelente! E a Selene! Rainha Blue's city, protectora da vida, sem poder fazer nada. Tenho tanta pena dela. Está lindo!
Quanto ao ataque das navegantes... conseguiste introduzir algum humor no meio daquilo a que pode ser chamado uma carnificina. Conseguiste tornar algo de mau numa coisa bonita de se ler.
Inseres no meio da narração tanta coisa que nos faz pensar. Cada linha que passa os capítulos melhoram. Estás de parabéns!
As palavras da Navegante da Lua. A forma como ela cura toda a gente. O facto de eles serem o povo do Silver Millenium. Perfeito.
O fim... estou sem palavras.
Essas últimas frases... Blue! O que é isso?!? Não podes acabar assim um capítulo, faz mal ao meu pobre coração! Mas está perfeito! E realmente, o teu extra dá um impacto visual que nos transporta para dentro da acção!
Apenas tenho mais uma coisa a dizer. PARABÉNS.
sarrah, eu é que fiquei sem palavras. obrigada!
Percebeste que tenho tentado pôr partes em que a partir da historia, nós proprios possamos pensar...
Capítulo domingo ou segunda, que tal?
Percebeste que tenho tentado pôr partes em que a partir da historia, nós proprios possamos pensar...
Capítulo domingo ou segunda, que tal?

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"O Fim da Trindade"
Minako e Apolo
Makoto e Cupido
Selene e Poseidon
e agora?
boa notícia: vou pôr um capítulo hoje
má notícia (e razão do cap hj): é pequenino.
compensação: continuo a por outro amanha ou segunda.
má notícia (e razão do cap hj): é pequenino.
compensação: continuo a por outro amanha ou segunda.

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"O Fim da Trindade"
Minako e Apolo
Makoto e Cupido
Selene e Poseidon
e agora?
sorry doble.post
Capítulo 22
Estrela do Ocaso
A última estrela a desaparecer na manhã, a primeira a aparecer à noite. Vénus. O planeta de Minako. Símbolo da Beleza e do Amor, Afrodite romana. Como pode a mais brilhante estrela apagar-se? Como pode a última estrela ser a primeira a cair? Levanta-se do horizonte todas as manhãs, anunciando a chegada de um novo dia. Vénus é a marca de um novo acordar, um novo levantar do Mundo, mesmo que este não desperte. O seu brilho é intenso, é a Luz que todos nós deviámos ter, é a força para continuar e determinação que temos de alcançar. Tantas vezes nos falta ânimo para prosseguir, visão para enxergar mais longe, inteligência para ver o caminho... Vénus continua a percorrer o seu caminho todos os dias e a mostrá-lo ao Sol, não desiste. Nem o faz a sua Guardiã. Minako não desiste, luta sempre mais um pouco pelo que ama, pelo que acredita, no perseguir de uma díficil felicidade.
Porém agora, vê-se no chão sem resposta. Perguntas vagueiam dentro de si também sem resposta. O corpo da Líder das Inner está assustadoramente quieto na relva da Planície, no entanto a sua alma partiu. Onde está?
A respiração seria impossível, o calor insuportável e a visão impensável para qualquer ser humano naquele local, contudo não é Minako que está lá, é a sua alma e ali esta jovem estará sempre protegida. Sim, em Vénus.
Os seus profundos olhos azuis conseguem ver para além das impenetravel atmosfera do Planeta e observa uma estrela muito luminosa. É definitivamente a Terra. O que é que isto significa? Pergunta para si própria. “Terei morrido?”
- Esta terra... – murmura enquanto se ajoelha e leva as mãos ao solo. Agarra numa mão cheia de grãos desta superfície e cheira-os. É a sua terra. Há sempre algo que diferencia o nosso chão dos outros todos, ao cheiro da nossa terra não há igual e quem de lá não é não sabe. Afinal a nossa casa é onde pertencemos. Existirá sempre algo na nossa origem que não encontraremos em mais lado nenhum.
Minako, envergando o traje de Princesa de Vénus, um longo vestido amarelo claro, reconhece o seu lar. Um para de lágrimas escorre pela sua face, deixando marca. O pó do ar sujou a cara da Princesa, o que fez as gotas marcarem com a limpeza o belo rosto de Venus. Começa a correr. Talvez fosse de se alcançarem velocidades diferentes na “estrela matutina” ou por ser o seu Planeta, a rapariga correu por tempo indeterminado, distâncias impensáveis até que parou.
Uns valentes metros à sua frente está um foco de luz muito intenso, mais intenso que o próprio Sol, que está para além. Sailor Venus percebe:
- Sim, é aqui que eu pertenço. É o meu sítio no Universo. Mas ainda não é Tempo de voltar a casa.
E recomça a correr, em direcção ao foco de Luz.
Parece reagir. Sim, o corpo parece mexer-se! As caras de receio aliviam-se um pouco, ainda que continuem bastante preocupados. Apolo está incrédulo.
“Ela sobreviveu”, pensa.
O foco de luz a envolver o Ceptro Diamante dissipa-se e Minako abre os olhos. Brilham. Como Vénus numa manhã de Céu limpo. Está cheia de força, o poder que a sua terra lhe deu. Ergue-se das cinzas. Ninguém profere palavra. As Navegantes percebem a mudança em Venus, fecham os olhos, concentram-se na sua amiga e transmitem-lhe energia, bem como o Rei e a Rainha. Poseidon e Cupido fazem o mesmo para Apolo, o que se verificará inútil. Todos abrem os olhos e ficam a observar Minako e o antigo cozinheiro, até os soldados sobreviventes.
- Eu confiei em ti. Dei-te o meu Amor e acreditei de facto em todas as farsas e mentiras. Pensei que podia voltar a amar de verdade. O erro foi meu. Brincaste com o meu coração, com essa dor posso lidar, porém nunca te perdoarei pores em risco tudo o que temos e principalmente todos aqueles por quem me sacrificaria. Apesar de tudo, tenho de te agradecer: nos momentos em que pensaste teres morto a que disseste que amavas, fizeste-me crescer e reencontrar a minha Esperança. Algo me dará sempre força para continuar, a minha Estrela continuará a brilhar. Eu sou a Navegante da Beleza e do Amor, escolhestes mal. E essa tua alma já está perdida por isso, em nome de Vénus, vou castigar-te.
- Podes ter razão, mas realmente amei-te.
- Estrela do Ocaso! – ataca Sailor Venus.
Estende o braço e abre a mão, da sua palma sai uma estrela que se vai tornando maior e mais brilhante até engolir Apolo.
Só então reparam que a escuridão envolve o lugar, o Sol já está quase a nascer e ao longe, pouco claramente no meio do escuro, brilha Vénus.
Endymion ia recomeçar o combate com Cupido e Serenidade põe-se na defensiva em relação a Poseidon, todavia estes inimigos ignoram-nos e como que por magia começam a levitar ou mesmo voar para um ponto mais escuro no meio daquela noite profunda. Os seus olhos estão vermelhos e ouve-se uma voz:
- Um elemento dos Sagrados Três caiu. Envergonhem-se da sua fraqueza. Emendem os seus passos. Vinguem o seu nome.
- O quê???? – perguntam nervosas as Navegantes e a Família Real.
Endymion dá ordem ao Exército que se retire.
A segunda parte da Batalha é entre Gigantes.
Capítulo 22
Estrela do Ocaso
A última estrela a desaparecer na manhã, a primeira a aparecer à noite. Vénus. O planeta de Minako. Símbolo da Beleza e do Amor, Afrodite romana. Como pode a mais brilhante estrela apagar-se? Como pode a última estrela ser a primeira a cair? Levanta-se do horizonte todas as manhãs, anunciando a chegada de um novo dia. Vénus é a marca de um novo acordar, um novo levantar do Mundo, mesmo que este não desperte. O seu brilho é intenso, é a Luz que todos nós deviámos ter, é a força para continuar e determinação que temos de alcançar. Tantas vezes nos falta ânimo para prosseguir, visão para enxergar mais longe, inteligência para ver o caminho... Vénus continua a percorrer o seu caminho todos os dias e a mostrá-lo ao Sol, não desiste. Nem o faz a sua Guardiã. Minako não desiste, luta sempre mais um pouco pelo que ama, pelo que acredita, no perseguir de uma díficil felicidade.
Porém agora, vê-se no chão sem resposta. Perguntas vagueiam dentro de si também sem resposta. O corpo da Líder das Inner está assustadoramente quieto na relva da Planície, no entanto a sua alma partiu. Onde está?
A respiração seria impossível, o calor insuportável e a visão impensável para qualquer ser humano naquele local, contudo não é Minako que está lá, é a sua alma e ali esta jovem estará sempre protegida. Sim, em Vénus.
Os seus profundos olhos azuis conseguem ver para além das impenetravel atmosfera do Planeta e observa uma estrela muito luminosa. É definitivamente a Terra. O que é que isto significa? Pergunta para si própria. “Terei morrido?”
- Esta terra... – murmura enquanto se ajoelha e leva as mãos ao solo. Agarra numa mão cheia de grãos desta superfície e cheira-os. É a sua terra. Há sempre algo que diferencia o nosso chão dos outros todos, ao cheiro da nossa terra não há igual e quem de lá não é não sabe. Afinal a nossa casa é onde pertencemos. Existirá sempre algo na nossa origem que não encontraremos em mais lado nenhum.
Minako, envergando o traje de Princesa de Vénus, um longo vestido amarelo claro, reconhece o seu lar. Um para de lágrimas escorre pela sua face, deixando marca. O pó do ar sujou a cara da Princesa, o que fez as gotas marcarem com a limpeza o belo rosto de Venus. Começa a correr. Talvez fosse de se alcançarem velocidades diferentes na “estrela matutina” ou por ser o seu Planeta, a rapariga correu por tempo indeterminado, distâncias impensáveis até que parou.
Uns valentes metros à sua frente está um foco de luz muito intenso, mais intenso que o próprio Sol, que está para além. Sailor Venus percebe:
- Sim, é aqui que eu pertenço. É o meu sítio no Universo. Mas ainda não é Tempo de voltar a casa.
E recomça a correr, em direcção ao foco de Luz.
Parece reagir. Sim, o corpo parece mexer-se! As caras de receio aliviam-se um pouco, ainda que continuem bastante preocupados. Apolo está incrédulo.
“Ela sobreviveu”, pensa.
O foco de luz a envolver o Ceptro Diamante dissipa-se e Minako abre os olhos. Brilham. Como Vénus numa manhã de Céu limpo. Está cheia de força, o poder que a sua terra lhe deu. Ergue-se das cinzas. Ninguém profere palavra. As Navegantes percebem a mudança em Venus, fecham os olhos, concentram-se na sua amiga e transmitem-lhe energia, bem como o Rei e a Rainha. Poseidon e Cupido fazem o mesmo para Apolo, o que se verificará inútil. Todos abrem os olhos e ficam a observar Minako e o antigo cozinheiro, até os soldados sobreviventes.
- Eu confiei em ti. Dei-te o meu Amor e acreditei de facto em todas as farsas e mentiras. Pensei que podia voltar a amar de verdade. O erro foi meu. Brincaste com o meu coração, com essa dor posso lidar, porém nunca te perdoarei pores em risco tudo o que temos e principalmente todos aqueles por quem me sacrificaria. Apesar de tudo, tenho de te agradecer: nos momentos em que pensaste teres morto a que disseste que amavas, fizeste-me crescer e reencontrar a minha Esperança. Algo me dará sempre força para continuar, a minha Estrela continuará a brilhar. Eu sou a Navegante da Beleza e do Amor, escolhestes mal. E essa tua alma já está perdida por isso, em nome de Vénus, vou castigar-te.
- Podes ter razão, mas realmente amei-te.
- Estrela do Ocaso! – ataca Sailor Venus.
Estende o braço e abre a mão, da sua palma sai uma estrela que se vai tornando maior e mais brilhante até engolir Apolo.
Só então reparam que a escuridão envolve o lugar, o Sol já está quase a nascer e ao longe, pouco claramente no meio do escuro, brilha Vénus.
Endymion ia recomeçar o combate com Cupido e Serenidade põe-se na defensiva em relação a Poseidon, todavia estes inimigos ignoram-nos e como que por magia começam a levitar ou mesmo voar para um ponto mais escuro no meio daquela noite profunda. Os seus olhos estão vermelhos e ouve-se uma voz:
- Um elemento dos Sagrados Três caiu. Envergonhem-se da sua fraqueza. Emendem os seus passos. Vinguem o seu nome.
- O quê???? – perguntam nervosas as Navegantes e a Família Real.
Endymion dá ordem ao Exército que se retire.
A segunda parte da Batalha é entre Gigantes.

http://sm-portugal.coolbb.net/fanfics-f13/princesa-azul-da-lua-t2071.htm
"O Fim da Trindade"
Minako e Apolo
Makoto e Cupido
Selene e Poseidon
e agora?
vou cobrar esses tais comentarios, meninas! brincadeirinha
obrigada por gostarem!
capítulo amanhã à noite
obrigada por gostarem!
capítulo amanhã à noite

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"O Fim da Trindade"
Minako e Apolo
Makoto e Cupido
Selene e Poseidon
e agora?
agora fiquei ansiosa pela continuaçao...
menina blue isto nao se faz xD
adorei todo o capitulo,toda aquela descriçao do planeta Venus e tambem a descriçao do sentimento que nos une à nossa terra,seja ela qual for. realmente podemos viajar pelo mundo,ir até á praia mais proxima, mas o momento em que regressamos a casa é simplesmente unico...
agora faz favor de despachar a postar o proximo capitulo...gostava muito de saber cm vai ser a continuaçao dessa batalha de gigantes
menina blue isto nao se faz xD
adorei todo o capitulo,toda aquela descriçao do planeta Venus e tambem a descriçao do sentimento que nos une à nossa terra,seja ela qual for. realmente podemos viajar pelo mundo,ir até á praia mais proxima, mas o momento em que regressamos a casa é simplesmente unico...
agora faz favor de despachar a postar o proximo capitulo...gostava muito de saber cm vai ser a continuaçao dessa batalha de gigantes

Chegou finalmente---> Viagem ao futuro:Capitulo 1
Forum Evangelion
http://evangelion-pt.ativoforum.com/portal.htm
a escrever...
la para as 22h posto
la para as 22h posto

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"O Fim da Trindade"
Minako e Apolo
Makoto e Cupido
Selene e Poseidon
e agora?
é a minha 500ª mensagem xDxDxD
bem para os mais distraídos talvez seja melhor reler o capitulo 8 (8ªpagina)
Capítulo 23
O Verdadeiro Poder de Selene
“Saudade”. Sentimento tipicamente português, sem tradução.
Os nossos olhos ardem, sem chegarmos a chorar; os lugares, antes “santuários”, parecem-nos vazios; por mais fundo que respiremos, falta o ar; as memórias chegam a magoar; simples palavras captadas no ar nos reportam a momentos inesquéciveis; os sentimentos e desejos são os mesmos mas já não está aqui. Saudades não é querer um retomar, é querer ter o ontem; subtil diferença. É o aqui e agora incompleto. É sentir a falta e ao mesmo tempo a presença. Saudade manda-se quando no fundo se sente. Saudade pode ser descrita em um milhão de palavras, porém só compreenderá quem algum dia sentiu a “presença ausente”.
Há alturas em que temos de guardar as saudades para nós. Quando se vai lutar contra o nosso amor, é definitivamente uma delas.
A frágil Guerreira da Lua Azul vê o Rei de Blue’s City inundado de Mal: os seus olhos mais vermelhos que rubis, a sua pele mais pálida que cal, os seus cabelos lembram cobras, bem como Cupido.
O Exército já desaparecera ao fundo da Grande Planície e do tal ponto mais escuro daquele “buraco negro” começam a sair 9 monstros. Estrutura semelhante à humana contudo os seus membros são bem maiores e as suas mãos têm membranas interdigitais, como as rãs. De facto, o seu aspecto assemelha-se em certo pontos aos anfíbios: parecem peganhentos e esverdeados; todavia os seus olhos são bem diferentes, são grandes, desproporcionais até, bastante rasgados, de córnia preta e íris vermelha. Vê-se sede de matar, de destruir. As Navegantes estremecem. A escuridão materializa-se num homem imponente de quase 2m e boa constituição, os seus olhos tão azuis que parecem transparentes, é por certo um homem vivido, as rugas são marcas de experiências.
“É ele. Por causa dele é que o P tem de lutar contra mim. Mas porquê?” reflecte Selene para consigo própria. As saudades apertaram em particular neste instante, ao colocar a hipótese do homem mistério não existir.
- Permitam-me que me apresente. – pediu retoricamente aquela personagem incógnita e cativante na sua voz extraordinariamente rouca e grave. – O meu nome é Hades. Diz-vos algo? – perguntou dirigindo-se ao Rei e Rainha.
Serenidade ficou branca, Endymion vermelho.
- Como te atreves? Devíamos ter mandado a tua alma para os Infernos, seu... desgraçado!
Hades ri-se. E de seguida:
- Num combate de um para um não voltas a vencer.
- Não lutarei com ralé como tu. Não antes de acabar o duelo com outro traidor. – informa o Rei, referindo-se a Cupido.
- Aguardarei.
O homónimo do Deus dos Infernos afasta-se e observa. Frente a frente:
Cupido e Endymion, Serenidade e Poseidon, as Navegantes de Mercúrio com um monstro, as da Marte com outro, as de Júpiter com um mais verde do que os outros, as de Saturno com o dos olhos mais pretos, Neptune e Uranus com o mais ágil, Plutão como o maior deles todos, Urano e Neptuno com o mais rápido, as Vénus com o líder e finalmente as Princesas contra o último.
O Rei e Cupido desembainham a espada, Serenidade envolve-se numa protecção do Cristal Prateado enquanto as Navegantes se aguentam o melhor que podem. Já as Princesas parecem não ter problemas:
- Usa!
- Sim! – confirma Chibimoon e usando o Ceptro Diamante – Prisão de Diamante!
Assim o seu monstro ficam preso, contudo Chibiusa pergunta o que farão agora. Hades esboça um sorriso malicioso. Selene pára, olha para o Céu e fecha os olhos; tenta concentrar-se, procurar a sua força interior, o tal imenso poder que sempre soube ter. Ainda bem que a pequena tinha os olhos fechados senão teria-se assustado a si própria, começou a flutuar um pouco no ar e parecia que tinha ventos a vir da própria Terra que faziam as suas roupas dançar. Abriu os olhos, estavam totalmente brancos, lançou-se ao aprisionado demónio e com um toque desfê-lo em pó. Surpreendente. De seguida, desmaiou.
Neptune e Uranus preparavam-se para ir socorrê-la, como suas Guardiãs, porém o demónio aproveitou:
- Espadas do Inferno! – ataca o demónio.
As Sailors vêem se agarradas ao chão por grandes espadas, algumas das quais chegaram a cortá-las. Haruka tem um golpe profundo na bochecha esquerda de onde escorrer sangue suficiente para numa rosto tão puro parecer um rio. Michiru tenta levantar a mão para a ajudar, todavia uma das espadas atravessou-lhe o braço, de lado, daí só lhe atravessou pele, ainda assim a dor era díficil.
As restantes Navegantes reparam e perdem a concentração na batalha por breves segundos, o que se verfica o suficiente.
Caiem, uma após outra no relvado da Grande Planície.Os demónios olham com ar de brincadeira. A Rainha, na sua redoma de cristal observa o cenário que lhe provoca insuportável mal-estar e, cúmulo, encontra a sua filha Selene deitada sem reacção. A barreira desaparece com o brotar de duas gordas gotas de água no mar dos seus olhos, começa a correr, por entre as suas companheiras estendidas até chegar a Blue Lady. Abraça-a como se a menina estivesse até morta.
Faz-se silêncio no Universo, apenas resta o bater dos corações de Serenidade e Selene e as lágrimas da rainha a cair, uma atrás da outra, sem fim, como a sua dor. O som ténue da vida da Princesa fá-la recuperar a Esperança, mas é díficil...
- Mãe... – pronuncia suave e lentamente uma a voz mais doce.
A Rainha tentou abraçar a filha e enchê-la de mimos como se tivesse 10 anos. Impossível, afinal nunca teve. A Princesa Selene levanta-se, dirige-se a Chibiusa, beija-lhe a testa e de seguida as mãos e segura o Ceptro Diamante. Olha então para as suas companheiras Navegantes e para o seu já ferido Pai.
- Que se juntem Presente e Futuro!
bem para os mais distraídos talvez seja melhor reler o capitulo 8 (8ªpagina)
Capítulo 23
O Verdadeiro Poder de Selene
“Saudade”. Sentimento tipicamente português, sem tradução.
Os nossos olhos ardem, sem chegarmos a chorar; os lugares, antes “santuários”, parecem-nos vazios; por mais fundo que respiremos, falta o ar; as memórias chegam a magoar; simples palavras captadas no ar nos reportam a momentos inesquéciveis; os sentimentos e desejos são os mesmos mas já não está aqui. Saudades não é querer um retomar, é querer ter o ontem; subtil diferença. É o aqui e agora incompleto. É sentir a falta e ao mesmo tempo a presença. Saudade manda-se quando no fundo se sente. Saudade pode ser descrita em um milhão de palavras, porém só compreenderá quem algum dia sentiu a “presença ausente”.
Há alturas em que temos de guardar as saudades para nós. Quando se vai lutar contra o nosso amor, é definitivamente uma delas.
A frágil Guerreira da Lua Azul vê o Rei de Blue’s City inundado de Mal: os seus olhos mais vermelhos que rubis, a sua pele mais pálida que cal, os seus cabelos lembram cobras, bem como Cupido.
O Exército já desaparecera ao fundo da Grande Planície e do tal ponto mais escuro daquele “buraco negro” começam a sair 9 monstros. Estrutura semelhante à humana contudo os seus membros são bem maiores e as suas mãos têm membranas interdigitais, como as rãs. De facto, o seu aspecto assemelha-se em certo pontos aos anfíbios: parecem peganhentos e esverdeados; todavia os seus olhos são bem diferentes, são grandes, desproporcionais até, bastante rasgados, de córnia preta e íris vermelha. Vê-se sede de matar, de destruir. As Navegantes estremecem. A escuridão materializa-se num homem imponente de quase 2m e boa constituição, os seus olhos tão azuis que parecem transparentes, é por certo um homem vivido, as rugas são marcas de experiências.
“É ele. Por causa dele é que o P tem de lutar contra mim. Mas porquê?” reflecte Selene para consigo própria. As saudades apertaram em particular neste instante, ao colocar a hipótese do homem mistério não existir.
- Permitam-me que me apresente. – pediu retoricamente aquela personagem incógnita e cativante na sua voz extraordinariamente rouca e grave. – O meu nome é Hades. Diz-vos algo? – perguntou dirigindo-se ao Rei e Rainha.
Serenidade ficou branca, Endymion vermelho.
- Como te atreves? Devíamos ter mandado a tua alma para os Infernos, seu... desgraçado!
Hades ri-se. E de seguida:
- Num combate de um para um não voltas a vencer.
- Não lutarei com ralé como tu. Não antes de acabar o duelo com outro traidor. – informa o Rei, referindo-se a Cupido.
- Aguardarei.
O homónimo do Deus dos Infernos afasta-se e observa. Frente a frente:
Cupido e Endymion, Serenidade e Poseidon, as Navegantes de Mercúrio com um monstro, as da Marte com outro, as de Júpiter com um mais verde do que os outros, as de Saturno com o dos olhos mais pretos, Neptune e Uranus com o mais ágil, Plutão como o maior deles todos, Urano e Neptuno com o mais rápido, as Vénus com o líder e finalmente as Princesas contra o último.
O Rei e Cupido desembainham a espada, Serenidade envolve-se numa protecção do Cristal Prateado enquanto as Navegantes se aguentam o melhor que podem. Já as Princesas parecem não ter problemas:
- Usa!
- Sim! – confirma Chibimoon e usando o Ceptro Diamante – Prisão de Diamante!
Assim o seu monstro ficam preso, contudo Chibiusa pergunta o que farão agora. Hades esboça um sorriso malicioso. Selene pára, olha para o Céu e fecha os olhos; tenta concentrar-se, procurar a sua força interior, o tal imenso poder que sempre soube ter. Ainda bem que a pequena tinha os olhos fechados senão teria-se assustado a si própria, começou a flutuar um pouco no ar e parecia que tinha ventos a vir da própria Terra que faziam as suas roupas dançar. Abriu os olhos, estavam totalmente brancos, lançou-se ao aprisionado demónio e com um toque desfê-lo em pó. Surpreendente. De seguida, desmaiou.
Neptune e Uranus preparavam-se para ir socorrê-la, como suas Guardiãs, porém o demónio aproveitou:
- Espadas do Inferno! – ataca o demónio.
As Sailors vêem se agarradas ao chão por grandes espadas, algumas das quais chegaram a cortá-las. Haruka tem um golpe profundo na bochecha esquerda de onde escorrer sangue suficiente para numa rosto tão puro parecer um rio. Michiru tenta levantar a mão para a ajudar, todavia uma das espadas atravessou-lhe o braço, de lado, daí só lhe atravessou pele, ainda assim a dor era díficil.
As restantes Navegantes reparam e perdem a concentração na batalha por breves segundos, o que se verfica o suficiente.
Caiem, uma após outra no relvado da Grande Planície.Os demónios olham com ar de brincadeira. A Rainha, na sua redoma de cristal observa o cenário que lhe provoca insuportável mal-estar e, cúmulo, encontra a sua filha Selene deitada sem reacção. A barreira desaparece com o brotar de duas gordas gotas de água no mar dos seus olhos, começa a correr, por entre as suas companheiras estendidas até chegar a Blue Lady. Abraça-a como se a menina estivesse até morta.
Faz-se silêncio no Universo, apenas resta o bater dos corações de Serenidade e Selene e as lágrimas da rainha a cair, uma atrás da outra, sem fim, como a sua dor. O som ténue da vida da Princesa fá-la recuperar a Esperança, mas é díficil...
- Mãe... – pronuncia suave e lentamente uma a voz mais doce.
A Rainha tentou abraçar a filha e enchê-la de mimos como se tivesse 10 anos. Impossível, afinal nunca teve. A Princesa Selene levanta-se, dirige-se a Chibiusa, beija-lhe a testa e de seguida as mãos e segura o Ceptro Diamante. Olha então para as suas companheiras Navegantes e para o seu já ferido Pai.
- Que se juntem Presente e Futuro!

http://sm-portugal.coolbb.net/fanfics-f13/princesa-azul-da-lua-t2071.htm
"O Fim da Trindade"
Minako e Apolo
Makoto e Cupido
Selene e Poseidon
e agora?
bluezinhaaaa! *mim pede desculpa por não ter comentado antes*
A descrição da saudade... embora difícil de descrever, embora não tenhas dito tudo porque é impossivel dizer, foi excelente. Toca cá no fundo.
Adorei a descrição do Poseidon, dos Gigantes, do Hades. Resumidamente, o capítulo. Mas vou continuar a fazer um comentário um bocadinho mais pormenorizado.
Os poderes da Selene! É incrivel como o desmaio dela faz com que toda a concentração se perca, com que a batalha mude completamente.
A rainha
.o: Mãe é mãe, não interessa onde nem quando. O facto da barreira desaparecer com as lágrimas dela, o desespero para chegar ao pé dela, para a abraçar. Lindo.
Ai aquele final! Deixas uma pessoa ansiosa por mais. Isso não se faz!
Gostei muito bluezinha. Mais uma vez, estás de parabéns.
A descrição da saudade... embora difícil de descrever, embora não tenhas dito tudo porque é impossivel dizer, foi excelente. Toca cá no fundo.
Adorei a descrição do Poseidon, dos Gigantes, do Hades. Resumidamente, o capítulo. Mas vou continuar a fazer um comentário um bocadinho mais pormenorizado.
Os poderes da Selene! É incrivel como o desmaio dela faz com que toda a concentração se perca, com que a batalha mude completamente.
A rainha
.o: Mãe é mãe, não interessa onde nem quando. O facto da barreira desaparecer com as lágrimas dela, o desespero para chegar ao pé dela, para a abraçar. Lindo.Ai aquele final! Deixas uma pessoa ansiosa por mais. Isso não se faz!
Gostei muito bluezinha. Mais uma vez, estás de parabéns.
ai sarrah! ficou tão
.o: depois de ler os teus comentarios.
estou a escrever o novo capitulo, ainda posto hoje... Estou triste só do escrever
a fic aproxima-se do fim...
.o: depois de ler os teus comentarios.estou a escrever o novo capitulo, ainda posto hoje... Estou triste só do escrever
a fic aproxima-se do fim...

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