Sailor Moon Portugal, A Navegante da Lua

Princesa Azul da Lua

#222
de nada, eu é k agradeço por teres posto um novo capitulo, tava ansiosa para saber o k ia acontese, e agora ainda tou mais Very Happy

ja agora se dps kiseres dá um salto na minha, penso k iras gostar, e é bom ler para desanuviar a cabeça (eu digo isto pk pela tua resposta da para perceber k tas uma beca embaixo, nao fikes assim, nao vale a pena)


O Regresso das Sailor Stars - Prólogo reescrito
3 anos e 11 meses *.* Uranus coisa mai linda do meu I love you
#223
como compensação pela demora, amanhã ponho o 15 capitulo que ja esta pronto.
sim, estou meio em baixo, mas não é por causa da fic (embora a falta de comentarios não seja animadora)
amanha leio a tua fic com todo o gosto. mas tenho de ir
até amanha!


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"O Fim da Trindade"
Minako e Apolo
Makoto e Cupido
Selene e Poseidon
e agora?
#224
wiii k bom, um novo capitulo pa ler

"mim da a volta à sala aos pulos de alegria"

as melhoras, embora nao te conheça se precisares de alguma coisa dix, eu hj tambem nao tou muito bem por isso compreendo-te

quanto à fic, de certeza k daki a algum tempo vai voltar a tar cheia de comentarios Very Happy

Espero sinceramente k gostes

ate amanha


O Regresso das Sailor Stars - Prólogo reescrito
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#225
Adorei o capítulo! Mesmo
Que raio de conversa é essa de não a poder matar ainda? Ai bluezinha, não sei o que tens em mente mas estou em pulgas para descobrir! Amanhã cá estarei para ler.
Desculpa não ter comentado antes. E desculpa também se não comentar amanhã. Venho ler de certeza mas, neste momento, não tenho cabeça para fazer nada. Alias, para ser sincera, vim comentar porque li o que disseste de estares em baixo. Espero que o meu comentariozinho ajude.
Mais uma vez, adorei. Parabéns, a história fica melhor a cada capítulo Very Happy

#226
getting better...
agorinha tenho de estudar e vou almoçar a avó, mas quando voltar, venho a correr postar
(Capítulo 15 - Reunião)

desesperando por comentários...


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#227
Wiiii logo knd chegar a casa vou ter um capitulo novo pa ler Very Happy


O Regresso das Sailor Stars - Prólogo reescrito
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#228
bem, aqui vai...
gostava mesmo de mais alguns comentarios. feedback
(detessssto ter de estudar portugues)


Notinha:

A partir de agora, como as meninas de Tóquio vão participar mais activamente na história, para evitar confusões vão ser tratadas pelo nome em português (ex: Ami) e as do Século XXX pelo seu nome japonês (ex: Amy). No caso da Haruka, a do Séc XX passo a escrever “Haruca” (iuq!)



Capítulo 15
Reunião


Já nasceu há várias horas um novo dia em Crystal Tóquio, falta pouco para as 13h e a Rainha passou no quarto das filhas a avisar que o almoço está atrasado. Chibiusa e a mãe conversam nos sofás junto da grande janela, até que a Rainha repara que Blue Lady está sozinha, sentada na cama a olhar para uma outra janela, mais pequena que tem vista para o Jardim de Tóquio e pargunta à Chibiusa:
- O que se passa com a Selene?
- Não sei, mãe. Está assim desde de ontem. Lembras-te, nem foi ao almoço.
- Vê se consegues falar com ela. Tenho de ir resolver uns problemas.
- Alguma coisa séria?
- Nem por isso, o chefe dos guardas desapareceu. A Plu recusa-se a abrir o portão, mas as meninas planeavam ir-se embora depois de amanhã... Bem, problemas de governar um Reino. E ainda aquilo do almoço atrasado. Aproveita, depois de falares com a tua irmã, para passar algum tempo com a Bunny e as outras.
- Boa ideia. – concorda Small Lady. – Mãe, o Pai?
- Partiu hoje de manhã para uma pequena cidade a umas cetenas de quilómetros: Beki’s City, penso. Vai passar lá o dia e volta amanhã de manhã.
- Nem se despediu. – resmunga a pequena.
- Achas mesmo? Veio dar-vos um beijinho de manhã, mas tem demasiado amor à vida para vos tentar acordar...
- Que piada. Não tens problemas por resolver?
- Fui.

E lá partiu a Rainha Serenidade, fechando a porta atrás de si. Chibiusa dirige-se então para junto da sua irmã e senta-se ao seu lado na cama.
- Está tudo bem, mana?
Não obtém resposta.
- Seee... Estás bem? – insiste já preocupada Chibiusa.
Selene continua paralizada a olhar para o Jardim.
- SELENE!
- Ai!!! – grita Blue Lady com o susto, saltando um metro. – O que é que foi?
- Estou a tentar falar contigo à meia-hora e nem reages... – reclama Small Lady.
- Pronto, Usa, descuuulpa. O que é que querias?
- Saber o que tens.
- Nada.
- E eu tenho 4 pés com 6 dedos cada.
- Talvez...
- Se... Desembucha.
- Eu... eu estou bem.

Chibiusa preparava-se para discordar e torturar a irmã até esta contar tudo, porém alguém entra no quarto, abrindo a porta bruscamente.
- Onde é que ele está? – interroga furiosa Haruka.
- Haruka, estás maluca?? – pergunta chocadíssima Small Lady.
- Perdoa-me Princesa, todavia não é assunto teu! Onde é que ele está, Selene?
- Partiu.
- Cuidarás que estou na brincadeira? Perguntei “ONDE”.
- Não sei. Apenas partiu. Ontem ao almoço. Não disse para onde.
- Quando voltará?
- Quando estiver pronto para atacar o Reino.
- Criança! Dissémos-te que não era de confiança, mas acreditares em nós? Por que haverias de o fazer? Agora o Reino está em perigo iminente! Tencionavas ao menos avisar ou esperarias pelo primeiro morto? Eu e Michiru é que tínhamos razão: és pequena demais para aguentar tanto poder, ainda acaba nas mãos erradas!
- Mas que raio se passa aqui? – questiona nervosa a Princesa Serenidade.
- Em breve, saberás. Vou convocar uma reunião. Depois de almoço, quero-vos na Sala das Navegantes. – declara Haruka. – E, quanto a ti, Selene, estás a tempo de emendar o que fizeste.

Blue Lady chora compulsivamente, ainda sentada na cama, abraçada por Chibiusa. Ao ouvir as últimas palavras da sua Guardiã, salta e corre a abraçá-la. Haruka faz-se de ofendida, contudo acaba por abraçar e aconselhá-la:
- Um verdadeiro amor é precioso. Mas, menina, não o podes viver. Lembras-te, é a protectora da vida. Terás sempre pessoas que te amam contigo.
- Desculpa. – sussurra com a voz a tremer. E acrescenta. – Sei que errei. Só espero que ainda vamos a tempo de proteger o Reino.

Haruka abandona o quarto e Small Lady apenas diz:
- Senta e conta.
E assim Selene faz. Despeja todos os pormenores e nem demorou muito, visto que a Chibiusa já sabia tudo até à noite do beijo.
- Portanto, resumindo, tu e o nosso inimigo estão apaixonados e tu deixaste o ir-se embora mesmo sabendo que ele nos vai tentar matar. Uma coisa: a Haruka tem toda a razão. Só cresceste em tamanho! Vamos ver se o almoço já está... Ou melhor, vou sozinha.
- Mas...
- Nem “mas” nem meio “mas”! O Poseidon é nosso inimigo! Ele quer acabar com tudo o que n´so construímos e tu deixa-lo ir preparar melhor os seus planos. És um irresponsável. E depois vens com a conversa do “sou a protectora da vida” e o blá, blá, blá todo do Cristal Diamante, foste a primeira a interpretar o que a Plutão sentiu o o desmaio da Bunny, soubeste que havia um novo inimigo e quem era! Parece que tu é que te estás a tornar a nossa maior inimiga, a maior inimiga de TI PRÓPRIA! És capaz de te envolver com alguém que atacou a Bunny e as tuas guardiãs! Tu própria disseste que o teu poder ao atingir proporções inimagináveis poderá fazer-te distorcer a fronteira entre o Bem e o Mal. No entanto o teu poder não está nem de perto na máxima força... o problema é que nem dentro de ti essa fronteira está bem definida.
- Não digas isso, por favor... – lamenta chorosa Blue Lady.
- Apenas te digo o que estou a sentir. Do que é que estavas à espera?
- Que me apoiasses, que me ajudasses a passar este mau bocado. Que reconstruíssemos a tal fronteira...
- É o que tenciono fazer. Todos merecemos uma segunda oportunidade e apesar de tudo és uma Princesa da Lua; de certeza que o Bem triunfará dentro de ti e que todos os teus imensos poderes nos protegerão. Neste momento, o mais importante é definires as tuas prioridades e desse modo ultrapassares o Poseidon.
- Minha prioridade é minha missão: “Proteger a Vida, se necessário com a Morte.”

As duas Princesas da Lua Futura abraçam-se, no meio de lágrimas, até que saltam ao ouvir bater à porta.
- O almoço está pronto. – informa Bunny do outro lado da porta. – Venham.
- Entra... – pede Chibiusa.
Bunny espreita pela porta e pergunta:
- Para quê? Já estão a nossa espera.
- Como se não estivesses habituada a fazê-los esperar.
- O que é que queres dizer com isso, Chibiusa?
- Nada, ela está só a brincar. – alivia Selene. – Bem, depois de almoço vai haver uma reunião lá na Sala das Navegantes e logo saberás tudo, mas queria dar-te uma ideia do que se passa.
- O nosso inimigo prepara-se para atacar. É o Poseidon, partiu ontem após o almoço... O pior é... – conta Small Lady.
- Eu e ele beijámo-nos na festa do dia em que chegaram.
- E juraram amor eterno.
Blue Lady olha para Bunny com medo da reprovação desta ou de ser de novo atacada como foi pela irmã, contudo a cabeça de serradura, que não passa de um coração puríssimo, apenas diz:
- Não te criticarei, afinal um verdadeiro Amor é tudo.

E as três foram almoçar.


Já são quase 17 horas quando se reunem todos na Sala das Navegantes.
Em poucos minutos Haruka revela aos visitantes do Século XX alguns detalhes por eles desconhecidos, como as transformações eternas que as Navegantes de Crystal Tóquio já têm. Notícias surpreendentes que obtiveram vários queixos caídos e nem um comentário.
- Ninguém diz nada? – pergunta irritada Haruka. – Esperava um bocadinho mais de... sei lá... reacção!
- Continua. – sugere Michiru.
- Só sei que a nossa Princesa Selene e o nosso inimigo Poseidon se amam. Não é maravilhoso? – interroga sarcásitca.
- A partir daqui, falo eu. – decide firme e sem se deixar afectar pelos olhar pertubadores e até de censura que lançam sobre si. – No dia em que chegaram, a Bunny desmaiou e nunca mais acordava. Depois de ser deixada no quarto pelo Poseidon, eu e ele cruzámo-nos no corredor e...
- Viram uma imagem da Princesa a matar-me, a mim e a Haruka. Entretanto nós sentíamos um forte picada no pulso, sangrou sem ferimento e aqui têm a cicatriz. – continua Michiru e exibe um símbolo muito suspeito, como se fosse um símbolo da lua com um dente a sair do meio, uma fusão do símbolo da lua com o tridente de Poseidon (igual ao de Neptuno, pois Poseidon é o Deus romano dos Mares, tal como Neptuno é Deus grego dos Mares).
- Nem mais. Depois disso e como a Bunny não acordava, eu e a minha irmã começámos a suspeitar da existência de um novo inimigo, até porque a Plu sentira uma onda estranha nessa manhã, e de uma possível relação com Poseidon.
- Foram, então, tentar de novo acordar-me e conseguiram. Numa inundação de luz, surgiu o Ceptro Diamante das Princesas da Lua Futura e o Ceptro Sagrado da Lua, que me pertence, que ainda não foram necessários, mas que confirmar as dúvidas: há um novo inimigo. E a Princesa Selene tornou-se numa Navegante, Navegante da Lua Azul.
Blue Lady prossegue:
- Optámos por não contar, uma vez ainda não certificadas as nossas suspeitas sobre Poseidon. No entanto, nessa mesma noite, na festa, fui confrontá-lo e informei-o do acordar da Bunny, prometi-lhe que nunca nos vai derrotar e...
- O quê? – pergunta com medo a Rainha.
- Ele beijou-me.
- Pronto, acabou! – afirma enervado o Rei, que interrompera a sua viagem a Beki’s City a pedido de Michiru. – Dêem a volta a este planeta, e a todos os outros se necessário, e tragam-me esse impostor!
- NÃO! – grita Selene. – Ainda nem acabei. Ele garantiu-me que aquele beijo era tudo o que nós temos e para que quando parecesse mentira, eu recordasse e percebesse que o Poseidon me ama. E...E eu também. – ao ver a cara de desconforto de todos os presentes e o seu pai à beira de explodir, acrescentou. – Ele partiu ontem para planear as batalhas. Por mais que isso me magoe, o saber-nos inimigos, protegerei este Reino e todos os seus habitantes com tudo o que tenho e este amor nunca será vivido. É a minha missão e ainda mais importante é a minha vontade! Nada é superior ao que eu sinto por cada um de vocês e esta Paz é um maior amor da minha vida. Por isso, não façam nada. Aguardaremos e preparar-nos-emos para a Guerra que se avizinha.
- Assim será. – proclamam os Reis em sintonia.
Embora Bunny, Gonçalo e as meninas tenham planeado partir daqui a pouco tempo, sabem agora que é impossível. São precisos uma vez mais.
- Protegeremos a Vida, se necessário com a Morte. – conclui Bunny.

Endymion dá a reunião como terminada e todos saiem. Menos Selene e Michiru.
- Não falaste dos teus poderes.
- Não os conheço, lembras-te? Pelo menos, não o suficiente. O Tempo dar-me-á o conhecimento. Sei o que tenho de saber.
- E a frase?
- Qual delas? – brinca Selene.
- “A Morte protegerá uma Vida sem protectora.”
- Parece que ainda não tenho de saber.


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#229
(desculpa pelo doble post)

Venho só dizer que como não ando lá mto bem nem feliz c o feedback qe a fic recebe, não tenho energia, nem incentivo para continuar neste momento.
Tenho 2 capítulos já escritos, o 16º e 17º, mas como não sei qdo vou conseguir continuar o projecto, vou postá-los com muita calma.
Aproveito para acrescentar que vou estar (ainda) mais ausente do fórum por uns tempos.


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#230
sorry so agora é k konsegui ler o capitulo

tenho muita pena k vás parar por agora

espero k as coisas melhorem e k voltes a escrever, vou ter de acalmar a minha ansiedade para saber o k akontecera.

força e se precisares de alguma coisa dix

e fica a saber k eu realmente adoro a tua fic, é mesmo linda e é pena k nao ande a ser lida


O Regresso das Sailor Stars - Prólogo reescrito
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#231
Blue: Continua. Está linda!!!! Gostei da Blue Lady mas lamento o que ela a passar. A história repete-se... Será que vai ter um final feliz? Assim espero... Quanto a ti, jovem, és novinha e já escreves bem. Vejo que ainda tens alguma dificuldade em descobrir o lugar certo para a pontuação mas deixas transparecer o que pretendes de forma simples...
Aplica-te!!! :Mongloide=D:

Espero que tenham gostado deste capítulo. O próximo vais demorar uma pouco porque agora ando em avaliações.
Fico à espera de comentários. Beijinhos para todos!!!!!
#233


Capítulo 16

Começou







- Gonçalo... Tenho medo. – confessa Bunny, enquanto dão um passeio por Crystal Tóquio.
- Do quê?
- Desta batalha. De não ser capaz. De não proteger as pessoas que amo. Tenho um mau pressentimento.
- Não te preocupes, tu és capaz. Eu sei que sim. Por seres essa pessoa é que te amo.
Os olhinhos azuis de Bunny brilham e dá um beijo a Gonçalo:
- Tanto só para dizeres que me amas? – pergunta deixando o rapaz corado. – Eu também.


No Palácio, a Rainha prepara-se para comunicar a população da guerra que se aproxima. O Rei inicia a preparação do exército e as Navegantes vão treinando os seus ataques. De resto tudo corre normalmente: os pêssegos são a fruta mais vendida, os grandes escritórios facturam milhões, há pessoas a nascer, outras a morrer... Bem, um dia como outro qualquer.

Selene e Chibiusa estão na escola, (sim, porque as Princesas também estudam e não necessariamente em casa) ainda na mesma turma, porque o pedido para Selene passar já para o 11º ano ainda não foi aceite. Small Lady pensa como seria bom poder ir a praia e por 2 horas esquecer tudo o resto: ser só ela, o Sol e o mar; já Blue Lady pensa se não seria melhor voltar a trás no tempo e fazer tudo de maneira diferente. Toca. Saiem todos a correr da aula, é hora de almoço, querem ir para casa, mas as Princesas nem se mexem. Até que ouvem os risinhos das colegas e uns comentários um pouco desagradáveis:

- Olha para elas... São tão esquesitas. – diz uma vestida de vermelho, Sofia.
- É do sangue azul. – argumenta Carla
- Cá para mim a Selene fez porcaria... – suspeita Josefina.
- Essa é que é completamente deficiente. Quem é que cresce 4 anos em 2 dias? – opina Sofia.
- E não passou para o 11º, já viram? – lembra Sara
- Sabem da última? A melhor amiga duma amiga da minha prima diz que a viu a beijar um guarda. – conta Carla
- Realmente, são muito esquesitas. – dizem em coro.
- Vamos? – sugere Josefina

Selene solta uma lágrima. Pela crueldade das colegas e também pela lembrança de Poseidon.
- Não chores, mana, elas não merecem.
- Tens razão, mas.. Bem vamos almoçar? Ainda temos de nos arranjar para o comunicado da mãe.

No caminho para casa, encontram Ami, à porta de uma loja de roupa.
- Olá, vossas altezas.
- Por favor, Ami. – diz Chibiusa
- Estava só a brincar.
- Isso é estranho. – goza Selene.
- O que é que estão aqui a fazer?
- As aulas acabaram agora, vamos almoçar a casa, não vais? – responde Small Lady.
- Não, eu e as meninas combinámos ir almoçar com a Bunny e o Gonçalo.
- Porquê não lá em casa? – pergunta a odangos cor de rosa
- Queremos conhecer a cidade.
- Deixa-me adivinhar. Elas estão lá dentro e a Bunny obrigou o Gonçalo a ir? – questiona Selene.
- Sim, elas estão lá dentro, mas a Bunny e o Gonçalo não estão connosco, combinámos encontramo-nos daqui a 10 minutos na fonte do centro.
- Bom, então, até logo. – despedem-se as Princesas.
- Adeus.


Passado um quarto de hora, junto à fonte do centro da cidade. É uma fonte com 3 metros de altura, ainda é altinha, que deita água suavemente e mesmo com aquela altura a água não salpica nem faz barulho quando entra no pequeno lago.

- Já estão atrasados. – reclama Rita.
- Ai! Só 5 minutinhos... – desculpa-se Bunny.
- Descu... – tenta pedir Gonçalo.
- Não interessa!
- Interessa porque foi pouco tempo! Tens é inveja!
- Inveja do quê? Cala-te, cabeça de serradura!
- Só o Gonçalo é que me pode chamar isso, ó invejosa!
- Pronto, meninas, chega! – grita Ami, para espanto de todos.
Bunny e Rita ficam muito embaraçadas, surpreendente, e desculpam-se.
- Vamos mas é almoçar. – indica Maria.
- Sim porque eu não quero perder o discurso da Raina. Vão lá estar os rapazes giros todos. – acrescenta Joana.


Uma hora depois...

- O almoço estava delicioso. – elogia Chibiusa.
- O Apólo estava inspirado. – brinca Selene.
- Vá, agora vão tirar o uniforme e arranjar-se para o discurso. Têm meia hora.

Já num restaurante, bem iluminado, em tons de azul bebé e branco, nos arredores da cidade:
- Este restaurante é óptimo. – declara Ami.
- Hum, hum. – grunhem as outras com a boca cheia.
- Bem, vocês... digamos... comem...ah.. bastante. – repara Gonçalo.
- O quê??????? Achas que eu estou gorda? – assusta-se Bunny.
- Claro que não!
- Ele acha mas não te quer dizer. – envenena Rita.
Bunny desata a chorar, como se tivesse 5 anos.
- A Rita estava a brincar, não era, Rita?
- Claro... – confirma contrariada.
- AHHHHH!
- Ai meu Deus!!! O que é que foi, Joana? – pergunta Maria com o apoio dos outras todos. – Quase que nos matas.
- Já estamos atrasados... Vamos perder o discurso... E os rapazes giros.
- Não acredito! Tanto por tão pouco. – reclama Maria.
- Eu também queria vê-los... – pensa Rita. E depois diz – Ainda podemos ver o fim se nos despacharmos.
Gonçalo paga o almoço e apressam-se a ir para o Palácio, onde já decorria a declaração da Rainha.


- O nosso inimigo é forte. Não devemos, não podemos substimá-lo; no entanto e como sempre nós temos algo que os nossos inimigos nunca têm e que acredito que mesmo sem saberem é por isso que lutam: Amor. E enquanto nos amarmos, teremos força para mais uma batalha, para defender esse amor. Para defender tudo aquilo que conseguimos com o nosso esforço e trabalho e todos aqueles que trabalharam, conseguiram e festejaram connosco. Acreditem. – conclui a Rainha, sob aplausos fervorosos da população.

Setsuna está quieta com um doce sorriso na Porta do Palácio a ver tudo: Amy, Rei, Makoto e Minako choram comovidas; Haruka e Michiru, olham com ternura para a Rainha, já Haruca e Mariana pensam que a sua Bunnizinha um dia estará ali; o Rei e as Princesas abraçam-na com carinho. A Rainha... a Rainha tem medo porque sabe que aquela harmonia, aquela Paz, aquela segurança que todos sentem naquele momento vai acabar e se o medo, sentimento tão perigoso, as substituir a guerra estará perdida e a felicidade será destruição.



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#234


- Tenho sede. – Informa Bunny.
- Podes beber água da fonte, estamos quase a chegar lá. – sugere Ami. – Eu vou fazer o mesmo.

Ao lá chegar, Bunny inclina-se, enche as mãos, em concha, de água e bebe aquela água cristalina. É uma autêntica Princesa. Sem reparar, o grupo fica todo a observá-la, a pensar como ela é linda e a sorte que têm em que ela seja sua Princesa, e acima de tudo, sua amiga.
“Nunca a posso perder” – pensa Gonçalo.
Bunny acaba de beber a água e repara na expressão enternecida das suas amigas e do seu amor.
- Passa-se alguma coisa? – pergunta surpreendida. – Parece que viram um anjo.
- E vimos, Bunny. – responde Rita, que dá um grande abraço à amiga e segrada-lhe ao ouvido – Tu.
Bunny sorri.

Ami vai beber água. Inclina-se mas leva um ligeiro encontrão de Rita que acaba com o abraço e cai ao lago!
As amigas todas atrapalhadas vão a correr tirá-la do lago, mas...


- Mãe! – chama nervosa Selene. – a Amy desapareceu.
- Ela estava mesmo aqui, connosco, agorinha, mas desapareceu. – Gagueja Makoto.
- Eu fui falar com a Chibiusa... com a Rei – balbucia Minako.
- Eu fiquei aqui com ela. – conta Makoto – E ela desapareceu à frente dos meus olhos!


As amigas todas atrapalhadas vão a correr tirá-la do lago, mas... Ami desaparece.



-Um (1).



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#235
Aii, tinha saudades de ler a tua fic
A Ami (e a Amy) desapareceram? Oh GOD
Ai mulher, quero mais. Isto sabe a pouco depois de tanto tempo. Gostei tantooo. Fiquei tão curiosa. Isto não é forma de se acabar um capítulo!

#237
Finalmente *.*

Ja tinha saudades da tua fic blue Embaracoso

E como sempre o capitulo tava optimo *.*


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#238
li a tua fic hj e uau adr
d td o k ja li ate agr o k + goto e a historia d blue lady e tao romntico
a reacÇao d rita ao saber e o melhr "parecm coelhos", "n tem tv? n ouviram flr em planemnt familiar"??
Razz

fanatstica

keep going


N NOS DESAGRADEM NOS PRAZOX DAS FICX ... muahahahaha
#240

Capítulo 17
Carta



Há pessoas que aparecem e se vão num instante da nossa vida, deixando ou não marca, outras que quando aparecem nunca mais partem e há aquelas que estão connosco desde que nos lembramos de existir. Quando sentimos que estamos a perder alguém que está perto de nós há tanto tempo que não nos lembramos da nossa vida antes, dói; o nosso melhor amigo ou apenas alguém que já conhecíamos na nossa primeira memória. Se essa pessoa está a ir para um caminho de que não a podemos salvar então dói tanto. Dói ainda mais querermos falar e ajudá-la e saber de antemão que vai ser inútil. Dói. E é uma dor genuína e que nos arrasa por dentro. É uma dor em que as lágrimas não são nada.
Assim se sentiam as companheiras e amigas de Ami e Amy, após o seu desaparecimento, há 2 semanas. Desde então todas as tropas foram mobilizadas para as encontrar, todos os cantos de Crystal Tóquio, dos seus domínios e dos países seus aliados foram revistados de uma ponta a outra. E nada. Todo o esforço parece em vão, todo o investimento não tem retorno. As lágrimas são mais que muitas e a fonte perdeu a sua beleza e esplendor como se envergonhasse do que nela se passou.
Bunny está inconsolável, não comeu nada desde o episódio e palavras foram poucas. Tal como ela estão todas as outras Navegantes do séc XX e XXX, Gonçalo, Endymion, Serenidade, as Princesas e um pouco por todo o Reino.

Selene não pode deixar de pensar que está relacionado com Poseidon e assume a sua culpa:
- Se eu não o tivesse deixado partir, nada disto estaria a acontecer. – sussurra a Princesa. E sente alguém a abraçá-la por trás.
- Nós vamos salvá-las, mana. Concentra as tuas energias nisso e não em coisas estúpidas. A culpa não foi tua.
- Mas se...
- Mas se nada. Tenta dormir, ainda é cedo ou tarde, depende do ponto de vista.
- A Rita foi ao Templo, vi-a passar há umas horas.
- Então esperemos que hoje de manhã nos dê boas novas. Agora dorme.



“Querido Poseidon,

Ainda hoje me pergunto se será mesmo verdade. Se será sempre só aquele beijo. Sei que não, que lutaremos...um contra o outro. Mas se aquele beijo será tudo o que de bom nos acontecerá. Assim o disseste.
Sabes, todos na minha cidade estão tristes e o brilho de Crystal parece baço: as Navegantes de Mercúrio desapareceram. Faz amanhã 3 semanas. Continuamos a procurá-las, cada vez em terras mais distante, contudo já percebi, quer dizer acho que percebi no dia em que elas sumiram, que só as encontraremos, Deus sabe como, quando te encontrarmos e temo que esse dia só chegue quando estivermos de lados opostos a sacrificar vidas por causas que desconheço e que sejam quais forem, são insuficientes.
Podias-me ter contado a verdade, disseste que não fazes isto por vontade, no entanto se tens um superior, podias ter ficado connosco, nós proteger-te-íamos.
Agora é inútil. Escolheste o teu caminho... e eu tive de me contentar com o único que sobrou, o sem ti. Jurámos amor eterno e se todas as promessas foram verdade, não as magoes, por favor, elas são pessoas maravilhosas que já deram e dariam de novo a vida pelos que amam, tal como nós daremos por elas. Embora saiba que as verei outra vez na batalha, e só aí, buscá-las-emos até então. E nessa Guerra, meu amor, matar-te-ei. A questão é quantos perderei até lá.


Da sempre tua,
Selene.”


- Agora chamas a pombinha e mandas-lhe a carta? – pergunta sarcástica Haruka.
A Princesa apanha um valente susto. Sentada à secretária, junto à janela, quase que cai da cadeira e vê Haruka, num dos seus típico fatos masculinos, encostada à porta.
- Perdão?
- Acabaram os jogos. Estás aí há uma hora a escrever uma carta, só pode ser para aquele...
- Agora andas-me a espiar. – tenta desviar o assunto a Princesa.
- Prefiro “guardar”. Estavas estranha ao almoço, resolvi vir falar contigo quando subiste, mas chego aqui e vejo-te a escrever e a choramingar para o papel...
- Quem te disse que é uma carta?
- O envelope ao lado.
- Podia não ser para ele.
- Se “podia” é porque é. – conclui a Guardiã. – Tu sabes onde ele está?
- Não, mas a “pombinha” sabe. – responde seca Selene.
- Descobrimos um novo Estado, a uns quilometros de Beki’s City. Eu e a Michiru vamos lá, a pedido do teu pai.
- Fazer?
- Procurar as Navegantes de Mercúrio!
- Calma! Não precisas de gritar comigo.
- Põe um “PS” na carta, a avisá-lo que vamos a caminho. – ironiza Urano.

Haruka vai-se embora sem se despedir e Selene pensa para si própria: “Isto não vai correr nada bem”. Fica então a contemplar os vastos jardins, a bela cidade, enfim, a linda paisagem pela janela; até que, num ramo de uma árvore, vê uma pomba branca, de penas prateadas, luminosa, limpa, até angelical, de todas as pombas a mais bela.
- Irónico. – comenta com os seus botões.
Abre a janela e estende a mão em sinal de chamar o pássaro; estranho, ou até não, este vai ter com ela como se estivesse à espera. Só que em vez de parar na sua mão, entra no quarto, pega no envelope e parte. Para um animal tão pequeno, o seu efeito no céu é demasiado, Selene fica a observá-lo, durante vários minutos, a pomba voa tão depressa que rápido passa Crystal Tóquio e depois o pontinho no céu que era, desaparece.


Aninhados num sofá, na Sala d’As Navegantes, estão Endymion e Serenidade.
- Não fiques assim, elas estão bem. Te garanto que ninguém neste Reino é mais indicado para esta viagem. – sossega o Rei, referindo-se a Haruka e Michiru que já se puseram a caminho do Estado mistério.
- Já sabes que fico assim sempre que vejo alguma de nós a ir-se embora assim. Então agora com isto, não podemos perder mais ninguém. – justifica a Rainha, com a lágrima a fugir dos olhos molhados.
- Espero que os fogos da Rita estejam certos, este reino é o último em que as podemos procurar. – desabafa Endymion.


Já no quarto de Bunny, estão as meninas e Gonçalo reunidas.
- Temos de fazer alguma coisa. – declara Maria.
- Sim. A Ami também já fez muitos sacrifícios por nós. – lembra Bunny.
- Mas o que é que nós podemos fazer... nem sabemos onde ela está. – desmoraliza Joana.
- Desde que nos mantenhamos unidas, arranjaremos uma solução. – anima Rita. – Se a Ami estivesse aqui, seria o que nos diria.
- Se a Ami estivesse aqui, não haveria problema de todo. – atira Mariana, deixando todos cabisbaixo de novo.
- Não percam a esperança. A Mariana estava só a... – atrapalha-se Haruca que só queria devolver um sorriso que fosse à cara-de-lua.
- Bunny. – chama um menina de cabelos cor-de-rosa. – Eu acredito em vocês. Quando chegar o tempo certo, salvar-nos-ão mais uma uma vez.

As duas odangos abraçam-se. Talvez um abraço de força ou de fraqueza, de ânimo ou desespero. Ou então só um abraço. Um abraço de duas pessoas que mesmo que o Tempo passe, que as dimensões sejam diferentes, estão juntas agora, tal como ontem e amanhã, todos os amanhãs até que a Luz se vá.


Diz-se que uma imagem vale mais do que mil palavras, que há coisas que não precisam de ser ditas e que os gestos falam por si. Não é verdade. Sim, há imagens que nem em um milhão de palavras podem ser transmitidas, por isso mesmo é que são imagens e não palavras. Porém não podemos deixar palavras importantes cá dentro por achar que um gesto as substituirá, se não dissermos essas palavras por medo, orgulho, tristeza, o que quer quer seja, não podemos mostrá-las por gestos, porque nunca será a mesma coisa; tal como a imagem não pode virar palavras, um gesto não chega para transmitir as palavras. Têm de ser ditas, pois sendo essa a maior dificuldade é o que tem mais valor. Se guardarmos isso tão importante, mesmo com plena consciência de que não devemos, ficará um peso em nós e a dúvida do “se tivesse dito, talvez fosse diferente” perseguir-nos-á e corroer-nos-à como a dor de “perder alguém que está perto de nós há tanto tempo que não nos lembramos da nossa vida antes”.

“Se a perder, ela saberá o quanto a amo e o tanto que lhe devo?” pensa Bunny, porque um abraço, o lutar lado a lado, o defender de um ataque não é o mesmo que dizer o quão importante essa pessoa é para nós. “Verbalizar”.



- AHHHHH!


http://sm-portugal.coolbb.net/fanfics-f13/princesa-azul-da-lua-t2071.htm

"O Fim da Trindade"
Minako e Apolo
Makoto e Cupido
Selene e Poseidon
e agora?

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