Nas asas de um anjo
Arigato Luninha4ever 
Talvez sim... talvez nao... vamos ver o que vai sair... xD

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"To be alive is to be loved. That's what my heart whispers to me"

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Outra teoria... nada mal pensada... xD
Gosto tanto de ler as vossas teorias... mas tambem nao posso dizer se esta certa ou errada... senao perdia a piada... xD
*mim agarra Angeless para ela nao matar Lust antes de finalizar o capitulo* xD
Gosto tanto de ler as vossas teorias... mas tambem nao posso dizer se esta certa ou errada... senao perdia a piada... xD
*mim agarra Angeless para ela nao matar Lust antes de finalizar o capitulo* xD
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Merci Baby Doll 
Fico feliz por teres gostado

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Posso saber se tem alguma ideia de tortura em mente??? xD
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não prefiro outra coisa
como atado num sitio descampado, depois queimar a pele bem devagarinho
depois disso cortar dedo a dedo
depois cortar as mãos e pés, depois os braços e pernas, depois arrancar os olhos, arrancar os ouvidos, cortar o ''pau'' que existe no meio das pernas, arrancar os olhos, arrancar a língua e por fim partir-lhe o crânio e deixá-lo lá no sitio a apodrecer
ok passei-me 
edit:isto claro num decorrer de 24 horas para ele sofrer bastante
como atado num sitio descampado, depois queimar a pele bem devagarinho
depois disso cortar dedo a dedo
depois cortar as mãos e pés, depois os braços e pernas, depois arrancar os olhos, arrancar os ouvidos, cortar o ''pau'' que existe no meio das pernas, arrancar os olhos, arrancar a língua e por fim partir-lhe o crânio e deixá-lo lá no sitio a apodrecer
ok passei-me 
edit:isto claro num decorrer de 24 horas para ele sofrer bastante

Angeless escreveu:não prefiro outra coisacomo atado num sitio descampado, depois queimar a pele bem devagarinho
depois disso cortar dedo a dedo
depois cortar as mãos e pés, depois os braços e pernas, depois arrancar os olhos, arrancar os ouvidos, cortar o ''pau'' que existe no meio das pernas, arrancar os olhos, arrancar a língua e por fim partir-lhe o crânio e deixá-lo lá no sitio a apodrecer
ok passei-me
OMG... I love it

LOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOL
Que mazinha...

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Kristea escreveu:Eu sei uma método de tortura óptimo! Chamo já aqui o Itachi (de Naruto) e ele usa o Mangekyou Sharingan no Lust. x'D
Ya ya!
E um Chidori... (não, Chidori não porque Itachi + Sasuke não da jeito nenhum o.O).
Mas podiamos chamar o Naruto para aplicar um Rasengan no Lust! xD
Ou quem sabe, a Lucy de Elfen Lied para o cortar às postas o_o
Nao es a unica... pelos vistos... xD
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Obrigada neptuno 
E a Dawn tem razao... se nao houvesse personagens odiaveis... nao havia historia... xD
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Bem mais uma parte do capitulo
Espero que gostem... xD
Capítulo 9 – O anjo da masmorra (parte 3)
E a voz desvaneceu. Ouviu-se um grito antes de haver silêncio absoluto. O pedido de socorro continuava a ecoar na mente, tanto de Cross como de Arya.
O corpo de Arya tremia. Não era a voz de Lust que a assustava. Era o grito daquela mulher que ouviu. Levantou-se imediatamente. Os seus joelhos estavam vermelhos devido ao gelo. Libertou as suas asas e foi rodeada por uma aura branca e brilhante. Não estava a derramar lágrimas. Era raiva que estava a apoderar-se dela.
- Pára Arya! Não podes ir. Não percebes que é isso que ele quer? – Cross agarrou na mão de Arya e não deixou-a sair dali. Segurava o pulso dela com bastante força.
- Não ouviste aquela mulher? Sabe-se lá o que o Lust pode estar a fazer-lhe! Tenho que ir. Por favor Cross. – Os seus olhos mostravam afecto para o amado.
Sei e Sai desceram da varanda e correram em direcção deles dois, mas sem nunca pisar a camada de gelo, com medo que ela pudesse partir.
- Não podes ir Arya. É demasiado perigoso. – Sei falava no tom mais alto que podia.
Cross levou-a para perto dos dois irmãos. – Eu vou para ficares mais descansada. Mas quero que fiques.
- Não posso. A Esfera só aparece se eu for. Além demais, tenho contas a ajustar com aquele Lust. – Arya olhava para o chão com os olhos molhados.
- Que tal irmos todos? – Os três assentaram os seus olhares em Sai. – Já que vai ser impossível convencer-te do contrário, Arya, que tal irmos os quatro? Eu e o Sei vamos salvar aquela mulher e criamos uma manobra de diversão enquanto tu e Cross procuram a Esfera Eprisional. O que achas? Vale a pena?
Os olhos de Arya encheram-se de esperança. Ela abraçou Sai como sinal de sim.
Pequenas gotas de água começaram a cair. Começara a chover. Pequenos raios percorriam os céus.
- É impossível voar com este tempo. Arya esconde as tuas asas. Ninguém as pode ver. – Cross estava a ficar todo molhado. A água da chuva prendia a sua camisa ao seu peito robusto.
Arya obedeceu, sem dizer uma única palavra. As suas asas voltaram a desaparecer, deixando algumas penas atrás de si.
Sai desenhou uma enorme estrela de cinco pontas no chão. As linhas que formavam a estrela brilhavam com um verde néon. – Voar iria levar muito tempo. Vamos teletransportar. Vocês os três ficam à frente das pontas da estrela. Arya, tenta criar uma imagem do Palácio Imperial na tua mente. Cross, Sei, vocês os dois concentrem as vossas energias no meu bastão. Eu sozinha não conseguirei levar vocês todos por isso não pensem em mais nada. Apenas concentrem as vossas forças. Estão prontos?
Arya olhou para Cross e Sei cujas capas esvoaçavam com o vento. – Vamos voltar juntos, não vamos?
- Claro que sim! Vamos só recuperar algo que te pertence. – Cross pôs um sorriso na cara. Ele sabia que ia ser perigoso. Mas não podia alertar Arya. Olhou para uma das janelas do Templo Estelar e jurou ver a silhueta de Gabriel. – “Pai, olha pelo Landon enquanto estiver fora. Prometo voltar rápido.”
Os quatro corpos desapareceram assim como a estrela. Só uma leve marca estava no chão por onde a magia passara.
_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*
Lust estava sentado no seu trono com a mão na espada. Estava com a cabeça encostada ao seu ombro e Sianna estava ajoelhada à sua frente. As suas feridas estavam completamente saradas e mantinha um ar muito sério.
- Meu amo…
- O que vieste aqui fazer? Acho que fui bem claro na última vez.
- Desculpa meu amo, perdi a cabeça, queria ver a Arya…
Lust desceu os degraus e levantou Sianna com apenas uma mão. Agarrou-lhe no pescoço até ela começar a sentir falta de ar. – O que é que eu te disse?
- Meu… meu amo… solte-me… por… por favor. – Sianna estava com dificuldade em respirar e as palavras mal saíam.
- O que é que eu DISSE? – E apertou-lhe mais o pescoço.
Os pés de Sianna não tocavam no chão. – Di… disse para não… não matar… matar a Arya.
- E o que é que tu fizeste? – Apertou-lhe ainda mais o pescoço.
Sianna não conseguia falar e suas mãos estavam a perder força. Lust atirou-a para bem longe. – Se voltas a desobedecer-me… quem te mata sou eu! Agora levanta-te e prepara-te para receber uns convidados.
Sianna estava a tossir mas consegui murmurar umas palavras. – Convidados?
- O bando da Arya vem a caminho. Quero que livres daqueles feiticeiros. Entendido?
Sianna fez uma vénia como sinal de aprovação e saiu dali.
- Guardas!!! – Lust voltou a sentar-se no trono.
- Chamou, senhor? – Os guardas pareciam duas estátuas de basalto.
- Estão dispensados. Não quero nenhum guarda a passear nos corredores. E vai chamar o menino Césio. Imediatamente.
Um dos guardas atreveu a dar um passo em frente e perguntar: - O que vai acontecer hoje, meu senhor?
Lust atirou uma bola de energia que acertou no guarda, queimando-o até tornar-se em puras cinzas. – Não preciso que questionem o que quero que façam.
O outro guarda saiu dali logo de seguida com medo cravado nos olhos, deixando Lust sozinho.
Uma pequena esfera vermelha estava amarrada num fio no seu pescoço. Lust olhava para ela com prazer. Segurou-a e apontou-a em direcção da luz.
- Chamaste-me pai? – Césio entrou no salão e fazia uma vénia ao pai.
- A Arya está quase a chegar. Mas vem com o Cross – Lust arrumou a esfera por debaixo da camisa.
- Aquele sacana. O que vou fazer? – Césio pôs a mão na espada.
- O que vais fazer? Vais recuperar a tua mulher e despachar o Cross. Afinal ele usou-a. Fica aqui comigo. Ela não tarda nada está aqui, a teus pés.
_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*
Arya sentia um calor em si. Também sentia pequenos calafrios. Quando abriu os olhos, estava em pé, diante do portão principal do Palácio Imperial.
(continua...)

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E a voz desvaneceu. Ouviu-se um grito antes de haver silêncio absoluto. O pedido de socorro continuava a ecoar na mente, tanto de Cross como de Arya.
O corpo de Arya tremia. Não era a voz de Lust que a assustava. Era o grito daquela mulher que ouviu. Levantou-se imediatamente. Os seus joelhos estavam vermelhos devido ao gelo. Libertou as suas asas e foi rodeada por uma aura branca e brilhante. Não estava a derramar lágrimas. Era raiva que estava a apoderar-se dela.
- Pára Arya! Não podes ir. Não percebes que é isso que ele quer? – Cross agarrou na mão de Arya e não deixou-a sair dali. Segurava o pulso dela com bastante força.
- Não ouviste aquela mulher? Sabe-se lá o que o Lust pode estar a fazer-lhe! Tenho que ir. Por favor Cross. – Os seus olhos mostravam afecto para o amado.
Sei e Sai desceram da varanda e correram em direcção deles dois, mas sem nunca pisar a camada de gelo, com medo que ela pudesse partir.
- Não podes ir Arya. É demasiado perigoso. – Sei falava no tom mais alto que podia.
Cross levou-a para perto dos dois irmãos. – Eu vou para ficares mais descansada. Mas quero que fiques.
- Não posso. A Esfera só aparece se eu for. Além demais, tenho contas a ajustar com aquele Lust. – Arya olhava para o chão com os olhos molhados.
- Que tal irmos todos? – Os três assentaram os seus olhares em Sai. – Já que vai ser impossível convencer-te do contrário, Arya, que tal irmos os quatro? Eu e o Sei vamos salvar aquela mulher e criamos uma manobra de diversão enquanto tu e Cross procuram a Esfera Eprisional. O que achas? Vale a pena?
Os olhos de Arya encheram-se de esperança. Ela abraçou Sai como sinal de sim.
Pequenas gotas de água começaram a cair. Começara a chover. Pequenos raios percorriam os céus.
- É impossível voar com este tempo. Arya esconde as tuas asas. Ninguém as pode ver. – Cross estava a ficar todo molhado. A água da chuva prendia a sua camisa ao seu peito robusto.
Arya obedeceu, sem dizer uma única palavra. As suas asas voltaram a desaparecer, deixando algumas penas atrás de si.
Sai desenhou uma enorme estrela de cinco pontas no chão. As linhas que formavam a estrela brilhavam com um verde néon. – Voar iria levar muito tempo. Vamos teletransportar. Vocês os três ficam à frente das pontas da estrela. Arya, tenta criar uma imagem do Palácio Imperial na tua mente. Cross, Sei, vocês os dois concentrem as vossas energias no meu bastão. Eu sozinha não conseguirei levar vocês todos por isso não pensem em mais nada. Apenas concentrem as vossas forças. Estão prontos?
Arya olhou para Cross e Sei cujas capas esvoaçavam com o vento. – Vamos voltar juntos, não vamos?
- Claro que sim! Vamos só recuperar algo que te pertence. – Cross pôs um sorriso na cara. Ele sabia que ia ser perigoso. Mas não podia alertar Arya. Olhou para uma das janelas do Templo Estelar e jurou ver a silhueta de Gabriel. – “Pai, olha pelo Landon enquanto estiver fora. Prometo voltar rápido.”
Os quatro corpos desapareceram assim como a estrela. Só uma leve marca estava no chão por onde a magia passara.
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Lust estava sentado no seu trono com a mão na espada. Estava com a cabeça encostada ao seu ombro e Sianna estava ajoelhada à sua frente. As suas feridas estavam completamente saradas e mantinha um ar muito sério.
- Meu amo…
- O que vieste aqui fazer? Acho que fui bem claro na última vez.
- Desculpa meu amo, perdi a cabeça, queria ver a Arya…
Lust desceu os degraus e levantou Sianna com apenas uma mão. Agarrou-lhe no pescoço até ela começar a sentir falta de ar. – O que é que eu te disse?
- Meu… meu amo… solte-me… por… por favor. – Sianna estava com dificuldade em respirar e as palavras mal saíam.
- O que é que eu DISSE? – E apertou-lhe mais o pescoço.
Os pés de Sianna não tocavam no chão. – Di… disse para não… não matar… matar a Arya.
- E o que é que tu fizeste? – Apertou-lhe ainda mais o pescoço.
Sianna não conseguia falar e suas mãos estavam a perder força. Lust atirou-a para bem longe. – Se voltas a desobedecer-me… quem te mata sou eu! Agora levanta-te e prepara-te para receber uns convidados.
Sianna estava a tossir mas consegui murmurar umas palavras. – Convidados?
- O bando da Arya vem a caminho. Quero que livres daqueles feiticeiros. Entendido?
Sianna fez uma vénia como sinal de aprovação e saiu dali.
- Guardas!!! – Lust voltou a sentar-se no trono.
- Chamou, senhor? – Os guardas pareciam duas estátuas de basalto.
- Estão dispensados. Não quero nenhum guarda a passear nos corredores. E vai chamar o menino Césio. Imediatamente.
Um dos guardas atreveu a dar um passo em frente e perguntar: - O que vai acontecer hoje, meu senhor?
Lust atirou uma bola de energia que acertou no guarda, queimando-o até tornar-se em puras cinzas. – Não preciso que questionem o que quero que façam.
O outro guarda saiu dali logo de seguida com medo cravado nos olhos, deixando Lust sozinho.
Uma pequena esfera vermelha estava amarrada num fio no seu pescoço. Lust olhava para ela com prazer. Segurou-a e apontou-a em direcção da luz.
- Chamaste-me pai? – Césio entrou no salão e fazia uma vénia ao pai.
- A Arya está quase a chegar. Mas vem com o Cross – Lust arrumou a esfera por debaixo da camisa.
- Aquele sacana. O que vou fazer? – Césio pôs a mão na espada.
- O que vais fazer? Vais recuperar a tua mulher e despachar o Cross. Afinal ele usou-a. Fica aqui comigo. Ela não tarda nada está aqui, a teus pés.
_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*
Arya sentia um calor em si. Também sentia pequenos calafrios. Quando abriu os olhos, estava em pé, diante do portão principal do Palácio Imperial.
(continua...)
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tenho uma mente implacável para estas coisas

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