Nas asas de um anjo
Kristea escreveu:.o: Eu quero um beijo! (ok, eu quero ler um beijo, não estava a pedi-lo para mim LOL)
LOOOL
Um escritora satisfaz sempre os pedidos dos leitores

"To be alive is to be loved. That's what my heart whispers to me"

Gostas de anjos? E de vampiros tambem? ----> Nas asas de um anjo

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*mim rir maliciosamente*
Terao que esperar por amanha para ler o resto... xD
*mim esconde-se debaixo da cama e tira uma mini pistola* xD
Terao que esperar por amanha para ler o resto... xD
*mim esconde-se debaixo da cama e tira uma mini pistola* xD
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Isto nao e justo!!! xD
Fazemos um acordo... eu ponho o meu capitulo amanha... e tu poes o teu o mais rapido possivel, ok???
*mim levantar bandeira branca* xD
Fazemos um acordo... eu ponho o meu capitulo amanha... e tu poes o teu o mais rapido possivel, ok???
*mim levantar bandeira branca* xD
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Off topic: o que significa pwna ou pwn ou pwnd??? (eu nao percebo nada de abreviaturas... xD)
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Obrigada por terem paciencia para lerem esta fic... xD... fico muito emocionada e feliz por ver que estao a gostar... e sempre um incentivo para continuar a escrever... xD
Bem... eu ja vou por o novo capitulo (quer dizer a segunda parte)... por isso nao e preciso estrear as facas na minha pessoa... tenho a certeza que elas estao muito afiadas... xD
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Capitulo 4 - Palavras do vento (parte 2)
Arya não conseguiu mexer as pernas. Estavam presas nas deles. Mas ele era tão charmoso. E o pormenor do cabelo molhado chamou-lhe a atenção. A camisa, também molhada, fazia sobressaltar os músculos do corpo dele.
- Então menina, vamos acalmar os ânimos por agora?
Arya riu-se. Cross perguntou a si próprio o motivo daquele sorriso. Da mão livre de Arya materializou-se uma flecha, com a ponta em forma de triângulo. Era de prata. Era afiada e pontiaguda. Encostou-a a garganta de Cross.
- Como e que vai ser? Atacamos um ao outro? Ou ficamos a noite toda assim? Posso não poder usar o arco mas garanto-te que sem o arco faz o mesmo efeito! - E segurou a flecha firmemente.
Ambas as armas cruzavam-se. Assim como os seus olhares. Ficaram ali muito tempo, fixos um no outro. Cross observava-a num plano superior. Via a floresta e o mistério dos olhos dela. Via os lábios doces dela. Arya observava-o num plano inferior. Uma gota de água escorreu na testa de Cross. Sentiu a respiração a dificultar-se. Voltou a tentar mexer-se mas acabou por desistir da ideia.
Largou a flecha que ao tocar no corpo dela desapareceu. Baixou a mão e Cross achou estranho.
-Já desisti de lutar contigo... faz o que quiseres! - Arya desviou o olhar enquanto disse-lhe aquelas palavras.
Cross também fez a sua espada desaparecer no ar. Mas não saiu de cima dela. Não lhe largara o pulso também. Passou a mão livre pelo rosto dela e tocou nas duas cicatrizes de Arya. Isso fez com que as suas marcas na cara ardessem.
- O que se passa? - Perguntou Arya ao ver a dor que ele sentia.
Cross levantou-se e estava de costas para ela. - Nada, não aconteceu nada... – Ele pensava mais no que estava a fazer antes de aquela dor o distrair. Estavam a lutar, mas depois acabou por deixar-se levar por aquele pequeno desejo que tinha. O desejo de tocar nela. - "Não podes... ela e um anjo puro... e tenho que cumprir ordens." – assim pensava ele.
– Fui nomeado teu guardião... não podes sair deste templo sem a minha companhia. - Dirigiu-se em direcção da porta para sair. Antes de a fechar, reparou que os guardas ainda estavam deitados no chão e com apenas dois gestos, estes levitaram e foram expulsos do quarto. Desejou boa noite.
Arya permanecia em silêncio. Levou a mão ao pescoço. Ainda sentia o calor da mão dele. Não tinha odiado aquele momento. - "Os olhos azuis dele parecem ser um oceano e tenho medo de estar a afundar nele" – Adormeceu rapidamente. Estava cansada depois daquele dia. Não chegou a pensar em Césio.
__ * __ * __ * __ * __ * __ * __ * __
Césio estava deitado numa cama. Estava com os braços sobre um cobertor de lã. Ardia em febre e mexia por vezes. Estava a sonhar. A sonhar com Arya. Estavam num lindo jardim a passear de mãos dadas. Eram tão felizes. Mas Cross aparecera ali. De repente estava sozinho dentro de quatro paredes de vidro. E via Arya nos braços de Cross, inconsciente. Acordou. Tentou levantar-se mas estava com uma dor enorme no braço esquerdo. Era do corte de Cross.
Estava coberto por umas ligaduras muito novas. Deveriam ter sido mudadas a poucos minutos. Levou o braço direito a testa e sentiu o calor que saia. A respiração também estava ofegante. Pensou logo em Arya. Onde estaria Arya agora?
- Ela não vai voltar. - Dizia uma voz forte e fria. Césio virou a cara e viu Lust sentado numa cadeira mesmo ao pé da cama. Estava de braços e pernas cruzadas. A sua pele estava branca como cal.
- Ela não vai voltar... porque tu deixas-te...
– Pai, eu não...
– Eu ainda não acabei! - A voz dele mostrava fúria, mas estava bastante calmo.
- Desculpe pai, eu não fui capaz...
– Não quero desculpas! - Lust voltou a interrompê-lo. - Achas que as tuas desculpas justificam a tua pobre atitude?
– Mas qual atitude?
– Césio, tens 19 anos, és o meu único herdeiro. Nem uma simples espada sabes manejar. Não sei como e que perdeste contra aquela criatura!
Césio sabia que Lust estava a falar de Cross. - Eu... eu estava demasiado concentrado em Arya... ela podia sair magoada.
– Mas foste um fraco! Nem o que e teu sabes proteger! Aquele miserável pode estar neste momento a aproveitar de Arya, ela pode estar abandonada, ela pode estar mor... – Lust finalmente mudara a sua expressão. A fúria transparecia claramente na sua cara.
- PÁRE! Por favor pare! - Dos olhos de Césio, pequenas lágrimas juntavam-se. - Não quero que continues a especular sobre o paradeiro de Arya. Eu queria tê-la protegido. Queria que ela estivesse comigo, AGORA!
– Mas não esta! Porque tu és um fraco! Porque continuas a ser um fraco! Porque queres continuar a ser um fraco! Queres ser assim? Queres arrepender de tudo o que vais fazer para o resto da tua vida?
– Eu... eu só a quero de volta!
– Então quando estiveres melhor iras treinar todos os dias, sob a minha supervisão, não posso permitir que cometas mais falhas! - Levantou-se e preparou-se para sair. Césio chamou-o.
- Pai, mas como vou trazer Arya de volta? Ela pode estar em qualquer lado!
– Não te preocupes com isso. - Lust mostrava um pequeno sorriso confiante e pensava para si: "Arya, sua tonta, pensas que podes fugir de mim?".
Lust passou a mão na ferida do filho e apertou-a. Césio gemeu de dor. - Não mostres a dor. Tu sofres porque queres. Usa os teus poderes. - E apertou ainda mais.
Césio gritou e pôs a mão direita a pouco centímetros da ferida. - Incanta Helina! - Murmurou ele e poucos segundos a ferida fechara. Já não sentia a dor horrível e um ar satisfeito estava na cara de Lust.
- Óptimo! Agora pensa bem... se souberes como reagir... a Arya estaria aqui agora contigo, abraçada a ti... mas em vez disso pode estar abraçada a outro. E isso que queres?
Césio não respondeu, mas sabia perfeitamente que não.
- E isso que queres? - Lust voltou a perguntar, com um aumento no volume da voz. - Queres ficar aqui parado, a pensar no que podias ter feito, nos teus erros? E isso que queres?
– NÃO! Eu irei onde for preciso para encontrá-la!
– Ainda bem! Agora dorme. Amanhã começarás a treinar... terás que aprender que ter poder é ter tudo! - Lust saiu do quarto. Ainda murmurou para si: "Os dados estão lançados".
Césio pôs as mãos à sua frente. - Espera por mim Arya. - E adormeceu.
Bem... eu ja vou por o novo capitulo (quer dizer a segunda parte)... por isso nao e preciso estrear as facas na minha pessoa... tenho a certeza que elas estao muito afiadas... xD
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Capitulo 4 - Palavras do vento (parte 2)
Arya não conseguiu mexer as pernas. Estavam presas nas deles. Mas ele era tão charmoso. E o pormenor do cabelo molhado chamou-lhe a atenção. A camisa, também molhada, fazia sobressaltar os músculos do corpo dele.
- Então menina, vamos acalmar os ânimos por agora?
Arya riu-se. Cross perguntou a si próprio o motivo daquele sorriso. Da mão livre de Arya materializou-se uma flecha, com a ponta em forma de triângulo. Era de prata. Era afiada e pontiaguda. Encostou-a a garganta de Cross.
- Como e que vai ser? Atacamos um ao outro? Ou ficamos a noite toda assim? Posso não poder usar o arco mas garanto-te que sem o arco faz o mesmo efeito! - E segurou a flecha firmemente.
Ambas as armas cruzavam-se. Assim como os seus olhares. Ficaram ali muito tempo, fixos um no outro. Cross observava-a num plano superior. Via a floresta e o mistério dos olhos dela. Via os lábios doces dela. Arya observava-o num plano inferior. Uma gota de água escorreu na testa de Cross. Sentiu a respiração a dificultar-se. Voltou a tentar mexer-se mas acabou por desistir da ideia.
Largou a flecha que ao tocar no corpo dela desapareceu. Baixou a mão e Cross achou estranho.
-Já desisti de lutar contigo... faz o que quiseres! - Arya desviou o olhar enquanto disse-lhe aquelas palavras.
Cross também fez a sua espada desaparecer no ar. Mas não saiu de cima dela. Não lhe largara o pulso também. Passou a mão livre pelo rosto dela e tocou nas duas cicatrizes de Arya. Isso fez com que as suas marcas na cara ardessem.
- O que se passa? - Perguntou Arya ao ver a dor que ele sentia.
Cross levantou-se e estava de costas para ela. - Nada, não aconteceu nada... – Ele pensava mais no que estava a fazer antes de aquela dor o distrair. Estavam a lutar, mas depois acabou por deixar-se levar por aquele pequeno desejo que tinha. O desejo de tocar nela. - "Não podes... ela e um anjo puro... e tenho que cumprir ordens." – assim pensava ele.
– Fui nomeado teu guardião... não podes sair deste templo sem a minha companhia. - Dirigiu-se em direcção da porta para sair. Antes de a fechar, reparou que os guardas ainda estavam deitados no chão e com apenas dois gestos, estes levitaram e foram expulsos do quarto. Desejou boa noite.
Arya permanecia em silêncio. Levou a mão ao pescoço. Ainda sentia o calor da mão dele. Não tinha odiado aquele momento. - "Os olhos azuis dele parecem ser um oceano e tenho medo de estar a afundar nele" – Adormeceu rapidamente. Estava cansada depois daquele dia. Não chegou a pensar em Césio.
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Césio estava deitado numa cama. Estava com os braços sobre um cobertor de lã. Ardia em febre e mexia por vezes. Estava a sonhar. A sonhar com Arya. Estavam num lindo jardim a passear de mãos dadas. Eram tão felizes. Mas Cross aparecera ali. De repente estava sozinho dentro de quatro paredes de vidro. E via Arya nos braços de Cross, inconsciente. Acordou. Tentou levantar-se mas estava com uma dor enorme no braço esquerdo. Era do corte de Cross.
Estava coberto por umas ligaduras muito novas. Deveriam ter sido mudadas a poucos minutos. Levou o braço direito a testa e sentiu o calor que saia. A respiração também estava ofegante. Pensou logo em Arya. Onde estaria Arya agora?
- Ela não vai voltar. - Dizia uma voz forte e fria. Césio virou a cara e viu Lust sentado numa cadeira mesmo ao pé da cama. Estava de braços e pernas cruzadas. A sua pele estava branca como cal.
- Ela não vai voltar... porque tu deixas-te...
– Pai, eu não...
– Eu ainda não acabei! - A voz dele mostrava fúria, mas estava bastante calmo.
- Desculpe pai, eu não fui capaz...
– Não quero desculpas! - Lust voltou a interrompê-lo. - Achas que as tuas desculpas justificam a tua pobre atitude?
– Mas qual atitude?
– Césio, tens 19 anos, és o meu único herdeiro. Nem uma simples espada sabes manejar. Não sei como e que perdeste contra aquela criatura!
Césio sabia que Lust estava a falar de Cross. - Eu... eu estava demasiado concentrado em Arya... ela podia sair magoada.
– Mas foste um fraco! Nem o que e teu sabes proteger! Aquele miserável pode estar neste momento a aproveitar de Arya, ela pode estar abandonada, ela pode estar mor... – Lust finalmente mudara a sua expressão. A fúria transparecia claramente na sua cara.
- PÁRE! Por favor pare! - Dos olhos de Césio, pequenas lágrimas juntavam-se. - Não quero que continues a especular sobre o paradeiro de Arya. Eu queria tê-la protegido. Queria que ela estivesse comigo, AGORA!
– Mas não esta! Porque tu és um fraco! Porque continuas a ser um fraco! Porque queres continuar a ser um fraco! Queres ser assim? Queres arrepender de tudo o que vais fazer para o resto da tua vida?
– Eu... eu só a quero de volta!
– Então quando estiveres melhor iras treinar todos os dias, sob a minha supervisão, não posso permitir que cometas mais falhas! - Levantou-se e preparou-se para sair. Césio chamou-o.
- Pai, mas como vou trazer Arya de volta? Ela pode estar em qualquer lado!
– Não te preocupes com isso. - Lust mostrava um pequeno sorriso confiante e pensava para si: "Arya, sua tonta, pensas que podes fugir de mim?".
Lust passou a mão na ferida do filho e apertou-a. Césio gemeu de dor. - Não mostres a dor. Tu sofres porque queres. Usa os teus poderes. - E apertou ainda mais.
Césio gritou e pôs a mão direita a pouco centímetros da ferida. - Incanta Helina! - Murmurou ele e poucos segundos a ferida fechara. Já não sentia a dor horrível e um ar satisfeito estava na cara de Lust.
- Óptimo! Agora pensa bem... se souberes como reagir... a Arya estaria aqui agora contigo, abraçada a ti... mas em vez disso pode estar abraçada a outro. E isso que queres?
Césio não respondeu, mas sabia perfeitamente que não.
- E isso que queres? - Lust voltou a perguntar, com um aumento no volume da voz. - Queres ficar aqui parado, a pensar no que podias ter feito, nos teus erros? E isso que queres?
– NÃO! Eu irei onde for preciso para encontrá-la!
– Ainda bem! Agora dorme. Amanhã começarás a treinar... terás que aprender que ter poder é ter tudo! - Lust saiu do quarto. Ainda murmurou para si: "Os dados estão lançados".
Césio pôs as mãos à sua frente. - Espera por mim Arya. - E adormeceu.
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.o: Eu quero um beijo! (ok, eu quero ler um beijo, não estava a pedi-lo para mim LOL)






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