Sailor Moon Portugal, A Navegante da Lua

Memórias de um anjo

#104
Como podes dizer que não escreveste grande coisa????????? o capítulo está lindo.. a história é linda.... estou á espera de mais, menina kristea.... senão levas com as facas!!!!
#105
Titia *-* *abraça*

Menina Kristea, Likinhas e Neptuno juntas... É caso para ter medo! x'D Nós ser mui perigosas juntas e separadas também xDD


#106
Oi Kristea


Quando teremos a honra de mais um lindo capítulo?????

____________________________________________

A outra realidade da Sailormoon

Actualizada a 08/07/2008

Lilypie Embarazada Ticker

Espero que tenham gostado deste capítulo. O próximo vais demorar uma pouco porque agora ando em avaliações.
Fico à espera de comentários. Beijinhos para todos!!!!!
#107
OMG, tantos comentários... Fico muito contente por saber que gostam da minha história. Surprised.o:

Likinhas escreveu:Kristea! *pega num chinelo* A menina vai levar tautau por ter demorado tanto a postar outro capitulo x'DD

Lindo! Simplesmente lindo! E não encontro mais nenhum adjectivo que possa defenir tão bem este capitulo *-*

Tal como já disse a Paula, notasse que, aos poucos, a Ayame aos poucos vai recuperando a sua alegria e vivacidade, embora se note que as feridas do passado ainda a magoam muito!

Reclamação a fazer: capitulo pequeno! Ou melhor, primeirra parte do capitulo pequena! x'D

Menina Kristea, aproveita as suas férias para escrever, sim? x'D Olhe o meu lindo chinelo xDDD
Muito obrigada por teres lido, Likinhas! Embaracoso
Bem, isso de ter demorado tanto a escrever (e foi só um bocadinho) é por causa da minha crise de inspiração. Já para escrever isto tive que forçar um bocado, a ouvir música e assim. E ainda para mais aproxima-se mais um exame. Vou ver o que posso fazer entretanto. Embaracoso
Aww, fico muito contente que tenhas gostado. Surprised.o:

dizzy22 escreveu:Capítulo novo Embaracoso

Gostei, para variar XD
Concordo com a Paula, Ayame está mais forte e mais preparada para enfrentar as adversidades da vida ;D

Nem sei o que escrever, vais-me desculpar, mas eu hoje não estou assim com muita inspiração (as crises, LOL) ;D

LINDO!
Muito obrigada, dizzy! Surprised.o:
Não te preocupes com o comentário (isto das crises deve ser contagioso :Incredulo: Matreiro). Fico feliz que tenhas lido e gostado. Surprised.o:

Clairwinder escreveu:Encontrei o topico ! Matreiro

Tenho muito pra ler tenho, mas secalhar vou acompanhar pelo outro forum
Estão optimos, como já te tinha dito Embaracoso
Parabens e continua com a historia
Muito obrigada, Clairwinder! Surprised.o:

gatinha escreveu:ta mto linda a fic
tadita da moça
bem espero o proximo capitulo
Muito obrigada, gatinha! Surprised.o:

neptuno_avista escreveu:Como podes dizer que não escreveste grande coisa????????? o capítulo está lindo.. a história é linda.... estou á espera de mais, menina kristea.... senão levas com as facas!!!!
Ohh, muito obrigada, neptuno_avista! Surprised.o:
Pelos vistos, agora vou ter que ter cuidado... Tu e a Likinhas juntas... Ui...

Likinhas escreveu:Titia *-* *abraça*

Menina Kristea, Likinhas e Neptuno juntas... É caso para ter medo! x'D Nós ser mui perigosas juntas e separadas também xDD
Pois, é como disse ali em cima... É uma com chinelos e outra com facas... Mas pronto, vou ver o que posso escrever entretanto. Embaracoso

Silva escreveu:Oi Kristea


Quando teremos a honra de mais um lindo capítulo?????
Ohh, a honra é minha por receber um comentário assim... Muito obrigada! Surprised.o:
Como já disse ali em cima, vou ver se consigo escrever até ao final da semana alguma coisa de jeito. Embaracoso
#108
Bem, Kristea, estive a ler a tua história, já que já há muito tempo que tinha prometido a mim própria que iria fazê-lo. Li um pouco do primeiro capítulo há algum tempo atrás, mas só hoje é que, com muita satisfação, terminei de ler tudo o que escreveste até ao momento. E fiquei deslumbrada!

Em primeiro lugar, devo dizer que utilizas os elementos característicos do Japão muito bem. Através da leitura das descrições que foste fazendo fui vendo a escola tipicamente japonesa, os estudantes e os seus uniformes... As referências constantes a cerejeiras e até mesmo o pormenor do obento contribuem para tudo isso. Um pormenor que gostei bastante foi a descrição da cena da aula de Matemática da Ayame e de Culinária. Enfim, nesta questão, estás de parabéns! É como ler um manga ou ver um anime Embaracoso

Começando pelo início! Gosto imenso da forma como escreves, fluída e leve mas, e ao mesmo tempo, elaborada. É muito fácil ler o que escreves e chegar rapidamente ao final de cada capítulo com uma sensação de satisfação e de desejo por mais. As tuas descrições são bastante boas, nada aborrecidas, muito pelo contrário! Como já disse, os elementos da cultura japonesa atraem-me bastante, além de que, de uma forma geral (e mais formal) utilizas as palavras com engenho Embaracoso

A história da Ayame é triste e nota-se perfeitamente que é uma personagem com muitos conflitos interiores. Tem um claro complexo de inferioridade e imensas saudades da mãe. Através das tuas descrições e dos diálogos que elaboraste consegui sentir a sua angústia, a dor que envolve o seu espírito. É de louvar a forma como o fazes, como causas o impacto no leitor, como se pudéssemos explorar o seu espírito, embora haja sempre uma parte reservada à surpresa. No geral, gostei dela; é uma rapariga doce, educada e, sobretudo, magoada pela vida.

Gostei também do irmão dela, faz-me lembrar o irmão da Sakura (Clamp), embora numa versão mais compreensiva. E gosto bastante dele, de como tenta ao máximo fazer com que a sua irmã sorria. Sempre quis ter um irmão mais velho, exactamente como o que descreves!

Um dos meus capítulos favoritos (ou parte) foi a da escola. Primeiro, porque gostei imenso das descrições que fizeste, do estado de espírito da Ayame e do claro complexo de inferioridade que ela sente. É como se os colegas a maltratassem psicologicamente, algo deplorável... E também porque apareceu o Kyo (não sei porquê, lembrei-me imediatamente do Zero! Sou mesmo parva Razz). O Kyo é uma personagem muito, muito interessante... E tenho as minhas dúvidas quanto a ele. É um rapaz muito querido com a Ayame, e creio que o objectivo dele seja demonstrar-lhe que ela é superior aos colegas, tentar animá-la. Mas, ao mesmo tempo, ele é diferente. E diferente porquê? Estará relacionado com a pessoa que observava a Ayame no cemitério?

Falando em cemitério, esta parte foi também muito intrigante. Ainda não consigo perceber muito bem sobre o que vai tratar esta história, estás a conseguir manter um segredo muito grande. Terá alguma coisa a ver com anjos? Não só pelo título da história, como também pelo constante nome que a Yuri chama à Ayame... "Meu anjo". Ou não terá nada a ver? Embaracoso'

E este último capítulo teve um título adequadíssimo. Gostei imenso da cena do piano. A Ayame parace estar a esforçar-se para melhorar, mas há algo no seu interior que não consegue expulsar. Talvez mais tarde venha a ter a ajuda de alguém.

Em suma, gosto imenso da tua história, Kristea, das tua escrita, ideias... Tudo! Espero sinceramente poder vir a ler mais capítulos, pois estou a adorar! Deixo aqui dez cestas com 20 ovos Kinders cada e, no seu interior, um outro em miniatura... Quantos são? (estou a brincar! Razz) Muitos parabéns!! Very Happy
#109
*entra no tópico e fica pasmada com o comentário da Kaoru*

Ohh, fico muito feliz que tenhas lido e gostado do que escrevo. *-*
Bem, os elementos japoneses… Estava com receio de não conseguir metê-los correctamente, mas fico contente que tenha conseguido fazê-lo. Embaracoso
E fico contente também que não aches a minha escrita aborrecida. Desde há um tempo para cá que me agarrei um estilo muito próprio, pois gosto muito de demonstrar os sentimentos de alguém e de usar pequenas metáforas para enriquecer a escrita.
Quanto à história… Fico feliz que tenhas gostado. Mas o melhor ainda está para vir. Matreiro
Por acaso, nisso do complexo em relação aos outros, baseei-me em mim mesma. Tive uma experiência do género há uns anos atrás. E quis, com aquela parte, tentar dar uma pequena lição de vida, pois ninguém se deve rebaixar perante os outros. Acho imperdoável que haja bullying, pois somos todos iguais e quem o pratica toma uma atitude baixa. É preferível ser-se diferente a ser-se igual a tanta gente. Ninguém diz que a diferença tem que ser uma coisa má. Embaracoso
O Kyo… Por acaso, agora que falas no Zero… Eles realmente até são parecidos, não tinha reparado nisso. Matreiro
Quanto à história… O título tem várias interpretações. Uma delas, de facto, é a existência de um anjo na história. Outra era de que ela é um anjo e estas são as suas memórias. Há tanta interpretação que poderia escrever aqui muitas delas. E escolhi esse título propositadamente. Há que se fazer segredo até ao momento certo para se revelar. Razz
Muito obrigada pelo comentário e pelos ovos kinder! Fico mesmo feliz que tenhas gostado! E agora… Vou escrever mais um bocadinho! Embaracoso
#110
*mim entra de mansinho, com cabeça baixa, não sei quantos anos depois e pede desculpa por não ter comentado mais cedo, mas a universidade é lixada e ocupa muito tempo, sem falar de outros problemas, enfim...*

Desculpa-me Kristea (leia-se minha Ana dorminhoca Razz) por não ter postado mais cedo. Gomen, gomen!

Começo por dizer que as tuas descrições iniciais cada vez estão melhores, e fazem com que prenda a minha atenção logo no inicio de cada capitulo.
Os sentimentos da Ayame, aquela aflição. Aquela melancolia, mas uma vez os demonstras de uma forma tão real, mais uma vez tão sentidos por mim, deixando-me como se encontra o espírito da Ayame. Mas também gostei do facto de ela ser indiferente aos outros, de não se importar com o que eles pensam sobre ela.

Depois a conversa com o Kyo que a fez reflectir no quão diferente ela é dos outros, no bom sentido, claro. Também denotei claramente a preocupação que ele sentiu por vê-la assim e dizer-lhe que ela era superior aos outros, por isso não se devia rebaixar, só mostra o grande apoio e força, acompanhada de algum carinho que ele lhe dá. Esta parte foi das que mais gostei neste capítulo. Tão bem descrita e sentida. Surprised.o:

Apesar de esta história ser triste e sofrida, não deixaste de colocar pequenos momentos de humor e isso é óptimo, pois eles são bem empregues, surgem no momento certo, como é o caso dos colegas sujos de farinha e com aquele ar de incrédulos. Nota-se que para alem de teres talento para a descrita sofrida e triste, também tens um certo toque para o humor, o que é sempre bom e gostoso de se ver e tenho que te dar os parabéns por isso.

Uma coisa que me intrigou neste capitulo foi o facto daquele homem estar a espreitar a Ayame e depois falas das asas e das penas, o que me faz pensar que seja o anjo e que me leva a pensar que seja uma certa pessoa, mas também posso estar errada, costumo ter destas teorias parvas Razz
Mas antes disto ver o sofrimento, a angustia e a tristeza da Ayame ao chegar à Igreja com o irmão e abraçar-se à estatua, e aquela lágrima cristalina na sua face. Mais uma vez tão bem descritos por ti estes sentimentos, o que levou a que mais uma vez eu sentisse o que ela sentia e levando a que lágrimas escorressem pela minha face :g11:

Depois no capitulo seguinte mais uma vez um inicio muito bem descrito e que mais uma vez me prendeu a atenção, mostrando o despertar da Ayame e o envolvente do tempo e do espaço, excelente, fantástico. A descrição dos seus passos rotineiros da manha, mostram uma descrição madura e bem real, como se eu estivesse junto dela, seguindo todos os seus passos. Parabéns ^__^ Tenho que referir e nunca é de mais elogiar os bons escritores Embaracoso que melhoras de dia para dia. Parabéns!!!

Aquela saudade da Ayame por causa daquela recordação de infância que tivera. A alegria da Kaede por ver que a sua menina já estava a mudar. Tão sentido uma vez mais.Surprised.o:

Depois as descrições das paredes e da porta e aquela calma que Ayame sentia antigamente quando a ultrapassava, deu bastante realismo ao espaço que ali se encontra, levando ao ponto que fosse visível por mim, assim como a memoria da mãe a tocar piano em que a Ayame sentia que estava dentro dessa memoria eu também sentia, e por isso mas uma vez tenho que te dar os parabéns.

Que mais dizer a não ser que denotei uma grande evolução na tua escrita e nas tuas descrições. Esta historia cada vez me fascina mais e me prende.Surprised.o: Os meus mais sinceros parabéns!!! ^___^


Ah, é verdade, estava a esquecer-me de uma coisa importante Matreiro QUERO MAIS, MAIS, MAIS, MAIS E MAIS Matreiro

*mim dá 50 ovos kinder joy e ainda deixa um Edward Cullen em peluche lol! à menina Kristea, por me ter brindado com dois capítulos maravilhosos*
#111
Ui, eu entro aqui para anunciar que tenho aqui a nova parte do capítulo e vejo um comentário enorme da Xaninha que não tinha lido ontem... Matreiro
Bem, antes de mais, não tens que pedir desculpa. Eu compreendo perfeitamente e fico contente que tenhas lido, apesar de tudo. Embaracoso
Muito obrigada pelo comentário, Xaninha! Trouxeste-me com ele um sorriso que estava mesmo a precisar! Fico muito feliz que tenhas gostado do que escrevo, desta minha história, da minha escrita ainda tão verde! Surprised.o:
E como disse... Vem aí uma nova parte de capítulo, depois de todo este tempo com uma grande falta de inspiração. Estou já a escrever a última parte do capítulo. Embaracoso
#112
Muito bem ;D

Cá esperamos Embaracoso
Ansiosamente ;D

thankes, *Kaoru : D


verde é verdocas , by lili 8D
#113
Capítulo II - Melodia de um sorriso
2ª parte

- Ayame! – chamou-a uma voz masculina ao fundo, enquanto fechava a porta da sala do piano, fazendo-a olhar naquela direcção.
O seu irmão aproximou-se dela. Hesitou em falar assim que se apercebeu de onde ela viera.
- É para tomar o pequeno-almoço, não é? Então vamos indo… - disse ela, evadindo qualquer tentativa de pergunta por parte de Hatsuharu. Seguiu pelo corredor, não olhando para trás. Tinha de esquecer aquela sala, o piano, a música… A sua mãe.
Hatsuharu quedou-se em frente da porta branca. Ainda recordava o som das belas melodias que a sua mãe tocava. Ayame voltara lá. Teria conseguido ultrapassar a dor que trespassava a sua alma? Nem ele o conseguira fazer…

A manhã resplandecia, iluminando a sala com uma luz branca natural. A sedosa brisa fazia esvoaçar as pétalas rosa das cerejeiras em flor. Uma canção perfumou o ar com um nostálgico tom primaveril.
Hatsuharu, de apenas seis anos, debruçara-se sobre o piano, encantado com o maravilhoso som que emanava deste. Os dedos de Yuri deslizavam agilmente pelas teclas brancas de marfim, tocando uma doce melodia.
Ayame, ainda uma pequena criança de três anos, sossegara no colo da mãe ao ouvir o piano, embalada pelas suas suaves notas. Era tão pequena e já demonstrava uma paixão pelo piano.
A luz intensificou por momentos e Hatsuharu reparou então no rosto da pianista. De leves e frágeis traços, as feições de Yuri desenhavam-se e alongavam-se na sua ainda juventude, As belas faces brancas eram emolduradas por um longo cabelo negro, que encaracolava em todo o seu comprimento. Yuri, chamavam-lhe… Mas, para ele, seria sempre a sua mãe.


Voltou costas à sala e percorreu o corredor, dirigindo-se para a sala de jantar.
Ayame já se encontrava sentada à mesa, à sua espera.
Entre o pequeno-almoço e a chegada ao colégio, o tempo pareceu voar por entre os silenciosos olhares, retardando o seu andar no confronto com a dura realidade. O frio portão do colégio, onde Hatsuharu e Ayame se separavam, encontrava-se ali à frente dos dois irmãos.
- Bem, vou para as aulas. Tem um bom dia! – disse ele, despedindo-se da irmã.
- Bom dia também para ti, aniue – respondeu educadamente, utilizando o nome com o qual fora ensinada a tratar o irmão em público. Sentia-se aliviada por ter conseguido escapar das perguntas que bailavam nos olhos de Hatsuharu, quando a vira sair da sala do piano.
Assim que ele se afastou, Ayame caminhou em direcção à sua sala de aulas.
A aula de Biologia era uma das suas favoritas e uma das suas melhores no seu leque de notas. Contudo, não se sentia preparada para o exame final dessa disciplina no fim desse ano lectivo. Estavam na recta final, eram só mais umas semanas até lá.
Entrou na sala, deslizando a porta atrás de si. Cumprimentou os colegas, como fazia todas as manhãs, ignorando os acusadores comentários proferidos por causa da sua suposta insinuação. Pousou a mochila em cima da mesa e sentou, retirando o seu caderno, o seu estojo e uma revista que abriu de imediato.
A porta deslizou novamente e um rapaz, que conversava animadamente, transpôs esta, separando-se dos amigos. Kyo, sempre bem-disposto, procurou o seu lugar na sala e sentou-se. Era, como habitual, ao lado de Ayame.
- Bom dia! – exclamou ele, com um tom de voz normal, para que apenas ela o ouvisse.
- Oh, bom dia… - retorquiu Ayame.
- Hoje pareces estar com uma disposição diferente – reparou ele, algo distraído a tirar o material necessário à aula da mochila.
- Hum? Porque dizes isso? – questionou ela, enfrentando o profundo mar dos olhos dele.
Olharam-se durante uns segundos, como se se vissem pela primeira vez. Ayame não conseguia perscrutar o olhar dele, de tão profundo e misterioso que era. Temia perder-se naquela imensidão azul se o fizesse. E então a rapariga voltou à leitura da sua revista de música.
- Bem, nunca te vi a ler nada para além de livros… E o teu ar… Deves ter dormido bem… É bom ver-te assim – reconheceu Kyo.
Era, de facto, verdade. Nada escapava a um bom observador.
Folheou, sem dar muito atenção, a parte de hip-hop. A página que se seguiu surpreendeu-a, não deixando de expressar um trejeito de incredulidade. A música clássica fascinava-a, mas recusaram-se a voltar a tocar após a morte da sua mãe. Aquela página era dedicada a uma entrevista do seu pianista favorito. Avançou rapidamente, procurando fugir ao assunto.
Por mais prazer que aquela leve leitura lhe estivesse a proporcionar, Ayame foi forçada a guardar a revista com a chegada da professora.
- De pé! – disse o delegado de turma, dando início aos cumprimentos tradicionais.
A aula decorreu normalmente. Estavam a acabar de dar a matéria que faltava para o exame final, para depois começarem com a preparação para este.
- Fujihara-san, por favor, vá devolver o retroprojector e os acetatos à biblioteca – pediu a professora, enquanto assinava o livro de ponto da turma. – Ishimaru-kun, ajude-a, se não se importar.
Aquela tarefa já lhes era conhecida. Como melhores alunos da turma, era-lhes muitas vezes pedida, para os poupar dos pequenos sermões dados aos colegas no final de algumas aulas.
Ayame levantou-se e pegou na grande caixa metálica que arquivava todos os acetatos da disciplina. Não era demasiado pesada, conseguiria levá-la.
Alguém lhe retirou a caixa dos braços, deixando-a surpreendida.
- Uma menina não deveria fazer o trabalho de um homem. Por isso, eu levo isto que é pesado e tu guias carrinho do retroprojector – murmurou Kyo.
Embora algo contrariada, a jovem acedeu. Afinal, teriam de descer dois andares até ao rés-do-chão, onde se encontrava a biblioteca.
Saíram da sala e caminharam em direcção ao fundo do corredor, onde se encontravam as escadas e o elevador.
Um som familiar fez Ayame parar repentinamente. E repetia-se uma e outra vez, até formar um pequeno instrumental. As notas agrupavam-se e o nome da peça surgiu instantaneamente na mente dela… "La campanella"
Kyo, que se apercebera que ela havia parado, voltou-se para trás.
- O que se passa? – perguntou ele, ao reparar no triste cintilar dos olhos dela.
Ayame respirou profundamente antes de responder, tentando acalmar o seu desenfreado coração.
- Não é nada.
Ele não insistiu e então seguiram o seu caminho. Mas Ayame continuava inquieta no seu âmago, tentando abstrair-se do belo canto do piano, que ressoava nos seus ouvidos.

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Spoiler
Bem, desde já, peço desculpa por ter demorado tanto tempo a postar algo novo. Tive uma crise de inspiração e não conseguia escrever nada. Mas pronto, já passou. xD
Agora deixo ficar aqui alguns esclarecimentos quanto a esta parte de capítulo...
Aniue significa irmão mais velho, mas é uma forma mais respeitadora. Normalmente, as pessoas tratam os seus irmãos mais velhos por onii-san ou onii-chan.
Quanto a "La Campanella", é uma peça de Liszt, tocada a piano. Podem ouvi-la aqui (é um excerto do anime La Corda D'Oro): http://uk.youtube.com/watch?v=geyZv4OWETc
Espero que gostem! Embaracoso
#114
Fico mesmo muito contente por a inspiração já ter voltado! Mesmo a sério, Kristea, e ainda bem que assim é, já estava com saudades de ler esta tua linda história Embaracoso

Uma coisa que reparei depois de ler esta parte do capítulo é que a tua história faz-me lembrar uma sala repleta por ténues raios de sol, como um final de tarde de Verão. Talvez isto seja confuso ou até idiota, mas é precisamente essa a sensação que causa em mim. Talvez como o ambiente que imagino na sala de piano da Yuri... É como se fosse um leve sensação de nostalgia. Sim, é isso que a tua história me transmite Smile

Gostei bastante desta parte do capítulo, mais uma vez. As memórias do irmão da Ayame puderam esclarecer que a mãe deles devia ser muito querida e talentosa no piano. Parece-me que vais abordar a música de perto no decorrer do enredo, vamos ver Embaracoso

Os comentários dos colegas dela continuam a deixar-me incrédula com tais pessoas... Que parvos! (foi a única palavra que encontrei, gomen Embaracoso') Pelo menos o Kyo apareceu e fez aquele comentário simpático para ela. Gostei também do pormenor de os melhores alunos levarem o retroprojector, nunca tinha pensado nisso, mas até tem lógica. E o Kyo, uma vez mais, foi bastante simpático para com ela. É, realmente, uma personagem misteriosa, mas gosto dele Embaracoso

Ah, "La Campanella"! É uma obra interessante (e não sabia que aparecia no anime La Corda D'Oro Razz), será que a Yuri costumava tocá-la? Deve ser isso, para ser tão familiar e causar-lhe tal sensação...

Com isto, mal posso esperar pela próxima parte! Estou ansiosa por ver mais desenvolvimentos quanto à história (e, confesso, em relação a estes dois Razz)

Parabéns, Kristea, deixo-te aqui dez caixas de ovos Kinder clandestinos (foram importados de Moscovo Razz) como suborno! ^__^
#115
Muito obrigada pelo teu comentário, Kaoru! Dá-me uma felicidade enorme ver que gostam do que eu escrevo. Surprised.o:
Bem, tenho que dizer que gostei imenso dessa tua interpretação da história. Por acaso, também consigo imaginar isso. Um fim de uma tarde é um fim e um começo, ambos repletos de luz, que nos fazem pensar. É nessas alturas que mais gostamos de estar fora de casa, seja na praia, seja na varanda. Como tu disseste, é um sentimento nostálgico. Embaracoso
A música tem um papel importante na história, sim. Como estava na memória do Hatsuharu, a Ayame nutria uma forte paixão pelo piano, como recordação da sua mãe. E uma das minhas ideias para esta história era mesmo fazer desta história uma melodia, com os seus sentimentos, com os seus adagios, com os seus adagiettos, com os seus andantes... Embaracoso
Mais uma vez, muito obrigada pelo comentário e por gostares! *faz uma vénia para agradecer também os ovos kinder*
#116
Oh que bom mais um capítulo!!!! cheers cheers

Mais uma vez gostei bastante... a preocupação que o irmão da Ayame nutre por ela é bem visível... e bonito de se ver Smile Achei curioso o tratamento dado aos irmãos mais velhos... muito engraçado... Razz

E o Kyo, sempre tão carinhoso e simpático para a Ayame Esperancoso Vê-se que se preocupa com ela e faz tudo para que ela sorria, é tão querido... Esperancoso

Fico à espera de mais Kristea!!! Wink
Tenho andado bastante ausente... e vou continuar infelizmente Durante a semana torna-se muito complicado... por isso venho cá sobretudo ao fim-de-semana Vou ter saudades
#117
Kristea, como sempre, brindas-nos com um optimo capitulo, cheio de boas descrições e que, tal como diz a Kaoru, acaba por nos transmitir um certo sentimento de nostalgia.

Foi interessante poder ler também uma reordação de infancia do irmão da Ayame. Notasse que também a ele, aquela sala trás um pouco de nostalgia e deixa a mente vaguear para recosdações que por vezes podem ser um pouco dolorosas quando relacionado com alguém que já faleceu e que nos era querido.

Aquele Kyo... Tal como já disseram de uma certa personagem, se ele não existisse tinha de ser inventado Razz Notasse perfeitamente o quanto ele se preocupa com a Ayame e como, aos poucos, a vai conhecendo melhor.

Parabéns por este magnifico capitulo e aproveita que a inspiração voltou para te agarres à escrita Matreiro
Fico à espera de mais ^-^


#118
A Kristea postou!! A Kristea postou!!! :dança:

Bem, parece k a Ayame já está a recuperar da morte da sua mãe... contudo.. a sua ligação com a musica ainda a faz recordar os momentos do passado... opá é msmo nostálgico, como já dixeram noutros comentarios....

E o irmão dela preocupa-se msmo com ela....

Quanto ao Kyo... é mesmo observador, hem??? e um cavalheiro!!!! lol

bem, ainda bem que a inspiração já voltou da sua visita aos Alpes..... e agora.. Kero mais!!!
#119
Finalmente li, e como sempre, adorei!

As descrições, parece que nos transportas para o local da história. A Ayame parece estar a ultrapassar, embora que lenatmente, a morte da sua mãe... e ainda vai passar por muito, imagino, até recuperar, isto é, se recuperar totalmente!

Ah, e o Kyo, creio que já tinha feito o pedido de um XD
Sempre tão querido, e atencioso, e amável, oh <333

- Uma menina não deveria fazer o trabalho de um
homem. Por isso, eu levo isto que é pesado e tu guias carrinho do
retroprojector – murmurou Kyo.

So sweet <33333

Bem, adoro esta fic (:

thankes, *Kaoru : D


verde é verdocas , by lili 8D
#120
Tão??? onde é que está o proximo capitulo?? kero mais!!!
#121
Capítulo II - Melodia de um sorriso
3ª e última parte

Cumpriram a sua tarefa rapidamente, regressando à sala de aula.
Completamente abstraída, Ayame limitava-se a olhar para a professora de inglês, tirando os poucos apontamentos escritos no quadro e passando os olhos pelas páginas do livro que a professora pedira para lerem em silêncio. Aquele inesperado encontro musical perturbara-a mais do que estava à espera.

- Ayame! – chamou alguém.
Ela afastou os longos cabelos da cara, permitindo a si mesma ver quem proferira o seu nome.
- Já devias estar dentro do auditório connosco. Mas não, resolveste ficar cá fora a ler… - repreendeu-a Hatsuharu.
- O concerto já começou? – perguntou ela, ainda absorvida pelo livro.
- Não, mas deve estar quase. Anda daí, a mãe vai gostar de nos ver na primeira fila – respondeu, agarrando na mão da menina de 12 anos e puxando-a para dentro do auditório.
Dentro da grande sala escurecida, dezenas de pessoas formalmente vestidas aguardavam sentadas pelo início do recital.
Os dois irmãos apressaram-se a sentar-se nos seus lugares, reservados pelo pai, na primeira fila. Apesar da reserva, Seishirou não aparecera. Nem mesmo aos concertos dos filhos ia. Escondendo a sua desilusão pelo pai, Hatsuharu e Ayame endireitaram-se nas cadeiras. O concerto estava a começar…


Um toque nos seus ombros fê-la despertar dos seus sonhar acordado. Tinha-se perdido demasiado nos seus pensamentos e a aula já havia acabado sem que se apercebesse disso.
- Hoje estás mesmo… Diferente… Está tudo bem? - perguntou Kyo, que retirara a sua mão ao reparar no sobressalto de Ayame.
- Sim, está, obrigada… Estava só a lembrar-me de umas coisas que, supostamente, já deveria ter esquecido – respondeu ela, afastando o cabelo da cara. Os seus olhos enchiam-se de água enquanto falava. Não queria chorar ali, estava a lutar, mas a dor vencia sempre. Limpou os olhos e acrescentou: - Dá-me um minuto, já me recomponho.
Kyo sentou-se numa cadeira ao seu lado. A rapariga definitivamente mentia. Atentou na revista que ela estava a ler, cuidadosamente marcada na página de música clássica. Talvez não devesse envolver-se tanto na vida dela, mas havia algo que a poderia fazer sorrir. E, se não experimentasse, podia não ter outra oportunidade.
- Quando me chamaste… O que querias? – inquiriu ela, tentando estabilizar a sua respiração acelerada devido às lágrimas.
- Bem… Vais fazer alguma coisa depois de almoçar?
- Não, penso que não. Estava apenas a pensar ir à biblioteca. Porquê?
- Depois vês – retorquiu ele, saindo da sala.
Ele estava a planear alguma coisa, era óbvio. Resolveu não dar muita importância ao assunto.
A sala de aula estava quase vazia. A maior parte dos alunos almoçava na cafetaria, trocando o tradicional obento por algo mais rápido, mas bem menos saudável. As tradições já não eram como antigamente.
Ayame guardou tudo o que tinha em cima da mesa e retirou o seu obento da mochila. Abriu a caixinha negra, decorada com delicadas flores cor-de-rosa, e começou a comer, absorta nas suas memórias de infância.

O alvoroço da casa acordara-a. Ouvia passos apressados e vozes que falavam mais alto que o habitual no corredor. Aquilo não era nada normal.
Ayame saiu do quarto, esquecendo que estava ainda de camisa de dormir. Certamente ninguém repararia nela no meio da confusão. Esgueirou-se até à origem da agitação. Era o quarto da sua mãe.
- … a fragilidade do corpo dela causa facilmente estas recaídas. Terá de deixar de fazer grandes esforços e…
- Ayame! – exclamou Hatsuharu, interrompendo o médico. A irmã espreitava junto da porta aberta, com os olhos arregalados, a inundarem-se de salgadas lágrimas. Apenas tinha olhos para a mãe, que permanecia deitada na cama, com um tubo no seu pulso esquerdo, que ligava a uma espécie de bolsa com um líquido transparente no seu interior.
Ayame já não era uma criança, mas a sua mente recusava-se a aceitar aquele facto, como se quisesse permanecer no passado. Debateu-se contra os braços do irmão quando este tentou levá-la de volta para o seu quarto, mas em vão. Ela não compreendia, tal como ninguém entende, o porquê de a vida ser tão injusta.


Porquê? Porque recordara a primeira vez em que vira a sua mãe naquele estado? Conteve as lágrimas e pousou a revista, que voltara a ler após ter almoçado. Não conseguiria ler nem mais uma letra; tinha que se acalmar. Ainda só passara um mês desde que… Não conseguia sequer pensar na palavra!
Levantou-se e saiu da sala de aula. Ia apanhar um pouco de ar fresco. Fechou a porta e caminhou com calma pelo silencioso corredor, reparando atentamente no que a rodeava. As paredes de um cinza claro, trespassadas por duas linhas mais escuras sensivelmente a meio delas, as janelas ao seu lado e a luz que provinha destas… A luz! Ao virar-se para as janelas, alguém a chamou.
- Ayame! – voltou a chamar Kyo, enquanto se aproximava dela.
- Sim?
- Podes acompanhar-me ali, por favor? – pediu.
- Onde? – perguntou Ayame.
- Anda lá, vem comigo – disse ele, pegando na mão dela e guiando-a em direcção a uma sala vazia. “Sala de música” era o que estava escrito na porta com uma letra tipografada. A rapariga puxou o braço para ser libertar, embora inutilmente. Kyo estava determinado em levá-la para ali.
Quando ele fechou a porta atrás deles e finalmente largou o seu braço, tentou escapar. Não suportava estar tão perto de um piano. Mas Kyo barrava-lhe o caminho uma e outra vez.
- Se não enfrentares aquilo que mais temes e do qual foges, jamais viverás verdadeiramente. Aceita o passado para viveres o presente – declarou ele, fitando o infinito.
- Eu… - hesitou Ayame. – Eu não consigo!
- Então deixa-me ajudar-te! – exclamou ele, olhando-a nos olhos. – A sério, não me importo nada de te ajudar se estiveres disposta a enfrentar o que te persegue…
Se aceitasse, sabia que teria de estar disposta a confiar nele. A contar-lhe tudo o que se passara, aquilo que vivera… Um amigo. Sim, era no que ele se tornaria.
- Está bem… - murmurou ela.
Kyo pareceu satisfeito com a resposta e sorriu. Pegando na mão dela, aproximou-se do grande piano de cauda negro.
- Tocas ou terei eu de o fazer? – perguntou ele.
Ayame não respondeu. Não se sentia preparada para tocar. Era ainda muito cedo.
Ele não precisou de uma resposta; ela era como um livro aberto perante si. Sentou-se em frente do piano, deixando-a a observá-lo e a ouvir a melodia. E as suas mãos esguias deslizaram pelo frio teclado das cores do xadrez, produzindo sons da mais pura harmonia.
As notas fluíam e entrelaçavam-se, provocando um sentimento de nostalgia na jovem rapariga. Recordava-se bem daquela música. Fora uma das que a sua mãe tocara num dos seus recitais, naquele que mais gostara. Yuri tinha-a chamado ao palco, juntamente com o seu irmão, e permitira que eles tocassem uma música juntos.
Sem que desse por si, lágrimas escorriam pelas suas faces. Brilhavam como pequenas pérolas, marcando o seu caminho com delicados fios de água, A felicidade irradiava de cada uma das gotas salgadas. E um pequeno milagre aconteceu: o regresso do sorriso de Ayame. Tão puro, tão radiante, como fora anteriormente.

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Spoiler
Bem, desde já, peço desculpa por ter demorado tanto tempo a postar algo novo. Já tinha terminado de escrever este capítulo, mas esquecia-me de passar para o computador. Embaracoso"
Agora para perceberem um pouco mais esta última parte, releiam ouvindo esta música: http://uk.youtube.com/watch?v=Wrl8weYTmGU
Foi essa música que me inspirou para escrever essa parte. Espero que gostem! Embaracoso
#122
Finalmente a última parte do capítulo! Já estava ansiosamente à espera que chegasse depois daquilo que aconteceu no final da segunda parte Embaracoso Agora vamos ao comentário!

Esta foi a parte que mais gostei de tudo o que já escreveste e colocaste aqui, até agora. Talvez tenha sido pela simplicidade e simultaneamente delicadeza das tuas palavras (não interpretes mal o termo "simplicidade". Não escreves de uma forma previsível ou demasiado "simples", nada disso. Em vez disso, não usas aquelas palavras todas pomposas cujo significado por vezes nem sabemos, mas sim palavras correntes que trabalhas e que tornam o texto tão belo. É essa a magia na tua escrita e que combina tão bem com esta história), ou talvez pelo ambiente. Mas eu gostei mesmo muito.

As memórias da Ayame ainda são dolorosas, nota-se bastante bem que lhe custa imenso a superar a morte da mãe (que também ainda é muito recente). Gostei muito do pormenor de teres dito que a tradição já não era como antigamente e que os alunos optavam por uma comida menos saudável, transmite um ar realista à história (como tens vindo a fazer). E adorei especialmente esta passagem:
Spoiler
Ayame já não era uma criança, mas a sua mente recusava-se a aceitar aquele facto, como se quisesse permanecer no passado. Debateu-se contra os braços do irmão quando este tentou levá-la de volta para o seu quarto, mas em vão. Ela não compreendia, tal como ninguém entende, o porquê de a vida ser tão injusta.
Ora aqui está uma grande verdade!

O Kyo parece mesmo uma espécie de "salvador" da Ayame. Ficarei mesmo contente se se tornarem bons amigos, pois creio que é precisamente aquilo que a Ayame precisa neste momento, uma pessoa que cuide das suas feridas. E, como não podia deixar de ser (afinal de contas, sou uma fã mais do que assumidíssima do Yiruma!) adorei a escolha da música. Gostei tanto de a ouvir naquele preciso momento que até senti as lágrimas a espreitarem. Emocionei-me mesmo, foi a escolha acertadíssima!

Muitos parabéns pelo capítulo, Kristea, e também pela escolha do título dele, pois não podia estar mais acertado! Very Happy (confesso que, apesar de emocionada, também eu sorri no final)
#123
Depois do que li e depois do comentário da Kaoru, desculpa-me mas acho que as palavras são inuteis... são inuteis pois não conseguem revelar na sua total profundidade o que uma pessoa sente ao ler esta fic, a história.... muitos parabéns Kristea... é apenas isto que tenho a dizer, desculpa

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