Memórias de um anjo
Kristea escreveu:Muito obrigada!.o:
Bem, hoje, em princípio, não posto. Não consegui terminar a próxima parte do capítulo, visto que estou a ter uma carga de trabalhos com umas cenas... Mas amanhã vou ver se consigo postar.
*mim pensa*
amanha dia 13 de abril! hum....já se passou mais de uma semana e esse amanha nunca chegou.
Acho que vamos ter que nos chatear! onde está o novo capitulo, sodona kristea? *mim quer ler* *mim bate o pé*
*mim pensa em chamar a filhota likinhas para ajudar*
*mim senta-se impacientemente à espera com um ovo kinder na mao*

Kristea escreveu:Haruhi escreveu:Kristeaaa!Muito obrigada!!!!!!! Fico contente que tenhas gostado...
Estou a amar a tua fic!.o: Desculpa lá só vir comentar agora lol, mas tenho andado mesmo ocupada com diversas cenas...
mas... bolas! Tens talento! *-* Fico há espera de mais!.o:
Bem, posso dizer que já terminei mais uma parte do capítulo, mas ainda não passei para o computador. Assim que passar, posto aqui.
De nada, não precisas de agradecer

Ok! Fico há espera então!
E olha que me junto a elas! Chinelos, cadeiras...

Gostas de mistérios, dramas, romance, acção, emoções e muito mais?
Então clica ali em baixo:

FanFic: Sombras do Passado (Capítulo 4 postado dia 19/02!)
Então clica ali em baixo:

FanFic: Sombras do Passado (Capítulo 4 postado dia 19/02!)
Estou a adorar!
.o: Dscpa so comentar agora mas ainda não tinha lido.
Gostei mt da forma como iniciaste a história. Muito criativa! A historia é realmente original e desperta o interesse de quem le! Mt original a ideia de pores as memorias da personagem no meio da narração...cria suspense e desejo de ler mais! Para alem disso escreves bastante bem, sabes como mostrar o que as personagens sentem...Estou super anciosa pra saber o que vai acontecer... :g13: acho que vou ficar assim ate ler o proximo capitulo!
Quando vem?? :g1:
.o: Dscpa so comentar agora mas ainda não tinha lido. Gostei mt da forma como iniciaste a história. Muito criativa! A historia é realmente original e desperta o interesse de quem le! Mt original a ideia de pores as memorias da personagem no meio da narração...cria suspense e desejo de ler mais! Para alem disso escreves bastante bem, sabes como mostrar o que as personagens sentem...Estou super anciosa pra saber o que vai acontecer... :g13: acho que vou ficar assim ate ler o proximo capitulo!
Quando vem?? :g1:
Tenho andado bastante ausente... e vou continuar infelizmente Durante a semana torna-se muito complicado... por isso venho cá sobretudo ao fim-de-semana Vou ter saudades
Bahnny escreveu:me junta-se á Tia Xana e á prima Likinhas..Já vai, já vai!
queremos capitulo, queremos capitulo !

dizzy22 escreveu:LindaMuito obrigada por leres!
Adorei a fic, é tão emocionante... a morte da mãe da Ayame, estou desejosa de ver a continuação!
Continua
.o:Sol-chan escreveu:Gostei muito do começo! Escreves bastante bem. ^-^Muito obrigada!
Fico à espera de mais.
.o:Paula escreveu:Estou a adorar!Ohh, muito obrigada! Fico feliz que tenhas gostado..o: Dscpa so comentar agora mas ainda não tinha lido.
Gostei
mt da forma como iniciaste a história. Muito criativa! A historia é
realmente original e desperta o interesse de quem le! Mt original a
ideia de pores as memorias da personagem no meio da narração...cria
suspense e desejo de ler mais! Para alem disso escreves bastante bem,
sabes como mostrar o que as personagens sentem...Estou super anciosa
pra saber o que vai acontecer... :g13: acho que vou ficar assim ate ler o proximo capitulo!![]()
Quando vem?? :g1:
.o:Estou a acabar uns acertos e posto já.

Likinhas escreveu:*olha para o calendário*O capítulo? Vem aí, vem já aí!
*bate com o pé no chão* (ando a aprender com a minha mama*
Menina Kristea, onde está o capitulo?? Ai, ai, ai!!! Faça o favor de se despachar! Je quer ler!!

É só mesmo acabar aqui umas coisinhas e posto já.


Makoto escreveu:Mias uma fic que não li e nem sabia o que estava a perderOhh, muito obrigada, Makoto!.o:
Kristea.o:
.o:
Li agora o 1º cap e adorei.o:
Tens imenso jeito.o:
.o:
Coitada da Ayame.. ;_;
.o:Aviso: A próxima parte do capítulo é aproximadamente o dobro da primeira parte, para compensar o tempo que demorei a postar. Em contrapartida, acho que não está tão boa quanto a primeira parte, mas pronto.


Capítulo I - Ayame
2ª parte
Fechou a portada e conteve as lágrimas devido às suas memórias de infância. O sorriso da sua mãe permanecia intacto na sua mente. Parecia tão real. E, no entanto, não o era…
Hatsuharu ia vigiando a irmã. Ela tinha sofrido imenso com a perda da mãe. Aquela mudança de colégio fazer-lhes-ia bem. Novos ares, novos amigos… Uma nova vida, um recomeço…
- Ayame! - chamou ele, fazendo-a voltar-se na sua direcção. – Já te dás melhor com a tua turma?
Ayame remeteu-se ao silêncio, fitando o infinito. Não conseguia dar-lhe uma resposta afirmativa, quando sabia que não era verdade.
Ele compreendeu a resposta intrínseca no seu silêncio. Era difícil para se adaptarem a uma nova escola.
Ayame dirigiu o seu olhar para o céu azul e brilhante, qual manhã de Primavera. Eram manhãs daquelas que a aqueciam por dentro e a faziam sentir-se serena.
O relógio antigo, algures ao fundo do corredor adjacente à sala, tocou a sua sempre calma melodia. Já seriam oito e meia, segundo o cuco do velho relógio.
- Vamos andando para o colégio? – indagou a rapariga.
- Vamos lá. Temos que passar pela cozinha para levarmos o nosso obento. Adoro a comida da Kaede-san! Não nos podemos esquecer disso, obviamente! – afirmou ele, tentando animá-la. Queria ver o sorriso dela, aquele sorriso fantástico, como um sorriso de criança.
Ayame mostrou um ar divertido, contudo não sorriu. O seu coração continuava fechado e ferido. Pegou na mochila de tons escuros, que combinava com o seu uniforme azul-marinho, e deixou que o irmão seguisse na sua frente em direcção ao hall de entrada.
Kaede estava a acabar de embrulhar as caixas do almoço Será que a pequena Ayame voltaria a comer normalmente? Desde a hospitalização da mãe que se recusara a comer. Perdera consideravelmente o apetite e comia apenas o mínimo para sobreviver e não ficar doente. Kaede tinha feito de tudo para a tentar fazer comer, mas obrigá-la não era solução. Pegou nos obentos e dirigiu-se para o hall, onde se encontravam os meninos da casa da família Fujihara.
- Aqui têm – disse ela, entregando o respectivo obento a cada um. – Tenham um bom dia de escola!
Hatsuharu e Ayame agradeceram e saíram.
Para Kaede, ver Ayame era ver a melancolia personificada. Uma rapariga tão jovem, tão bela, mas que sofrera tanto ou mais que alguém mais velho.
Enquanto caminhavam, Ayame fixou o olhar no lenço do obento que trazia nas mãos.
- Ayame!
Uma inocente menina sorria, agarrada à saia da mãe. Os seus belos olhos verdes mostravam a vivacidade concentrada nestes, reluzindo como pequenas estrelas.
- Mamã, o que é isso?
- Isto? – perguntou a mulher, mostrando-lhe um pano branco bordado com flores cor de rosa. – Isto é um lenço para a menina que vive dentro do meu coração.
- E quem é essa menina?
Yuri pousou o estojo de bordado na relva viçosa e pegou na pequena Ayame, como se ela voasse.
- És tu, meu doce.
A menina riu e estendeu os braços, para abraçar a mãe.
Aquele lenço branco, meticulosamente bordado com flores de cerejeira, fora feito pela sua mãe, há muitos anos atrás, quando Ayame era ainda uma menina.
- Ayame… - chamava alguém. Ela estava distante, não ouvia.
- Ayame! – repetiu Hatsuharu, tocando-lhe no ombro.
- Ah, desculpa… Estava absorvida nos meus pensamentos…
Ela olhou em redor. Estavam em frente do colégio.
- Vou para as minhas aulas. Ficas bem?
Ayame anuiu e viu o irmão a afastar-se em direcção ao bloco universitário. Dirigiu-se calmamente para o seu bloco. Ainda tinha tempo, era escusado apressar-se.
O ambiente à sua volta parecia divertido. Grupos de alunos falavam e riam entre si. Viam-se apenas alguns alunos sozinhos a irem sozinhos para as suas salas de aula.
Chegou à porta da sua sala de aula. Um grupo de universitários despedia-se de um rapaz da sua turma, Kyo.
Kyo era o seu misterioso colega da carteira do lado. Apenas falava com aquele grupo de universitários e estava quase sempre com eles. Era um aluno brilhante, mas que, tal como ela, era posto de lado na turma. Apesar de considerar estranho o seu afastamento, Ayame não comentou. Viu Kyo a entrar na sala e o grupo a caminhar em direcção ao bloco que frequentavam.
Entrou na sala de aula, deslizando a porta atrás de si.
- Bom dia… - disse ela. Ninguém lhe respondeu. Apenas olhares a penetravam, com uma aura fulminante. Sentou-se, algo constrangida.
- Bom dia – respondeu alguém ao seu lado. Era Kyo.
Ao reparar no ar de surpresa da rapariga, Kyo acrescentou em voz baixa:
- Não fiques assim por causa deles. Eles não merecem sequer o esforço…
Ayame sentiu uma calma enorme implícita no seu olhar quando os seus olhares se encontraram. Uma calma escondida no recôndito mar dos seus profundos olhos azuis. Uma compreensão, uma sensibilidade, que passavam despercebidas a todos.
- Obrigada… - agradeceu ela, quase num murmúrio. Sentia-se feliz por alguém ter compreendido a situação em que ela se encontrava.
A porta da sala de aula deslizou e o director de turma entrou.
- De pé! – disse o delegado de turma, começando com os cumprimentos tradicionais.
Assim que os alunos se sentaram, o professor abriu o livro de ponto para fazer a chamada.
Ayame abriu o seu caderno de Matemática. Aquela disciplina não era das suas favoritas, sem dúvida alguma.
O zumbido provocado pela chamada do professor tornou-se claro quando chamou o seu nome:
- Fujihara!
Ela levantou a mão, para mostrar a sua presença.
- Ishimaru! Harada… - o zumbido voltara temporariamente, assim que a atenção de Ayame se focava na janela à sua esquerda e no chilrear dos pássaros no exterior. Só lhe apetecia sair da sala… Atentou na aula, precisava de perceber a matéria.
A aula custava a passar. A matéria daquela aula parecia-lhe tão complicada e isso apenas a fazia desejar mais sair dali.
- E pronto, com isto, acabamos a matéria desta aula. Vou dar-vos o resto da aula para fazerem exercícios. Na próxima aula começamos com a matéria nova – disse o professor, enquanto escrevia no quadro negro as páginas dos exercícios. Pousou o giz e sentou-se em frente da secretária, a corrigir algumas fichas de outra turma.
Alguns alunos juntaram-se em grupos. Uns começaram de imediato a trabalhar, outros falavam e riam baixo, passando os olhos pelo manual.
Ayame abriu o manual e tentou fazer alguns exercícios, Conseguia fazer bem o início, mas depois ficava confusa. Era a matemática que tinha a nota mais baixa do seu leque de disciplinas.
Kyo olhou para o lado e reparou na frustração dela, que continuava sempre em volta do mesmo exercício, apagando-o e recomeçando. Sorriu e perguntou-lhe se ela queria ajuda.
Ayame espantou-se. Era mesmo o que ela necessitava. E vinda do melhor aluno da turma era ainda melhor.:
- Sim… Penso que sim… Obrigada!
Ele chegou-se para o seu lado e começou a explicar-lhe os exercícios.
Sem darem por si, o tempo pareceu voar. Até que a campainha tocou.
- … Vês? Basta usares coisas básicas para perceberes bem as contas - explicava ele. – Entendeste?
- Sim. Muito obrigada pela ajuda, a sério! – agradeceu ela, enquanto arrumavam os cadernos para irem para a aula seguinte. Graças a ele, compreendera bem a matéria e os exercícios. Sentia uma onda de confiança a invadi-la, algo que ela sabia que necessitava para melhorar.
A aula seguinte era culinária, uma disciplina que Ayame gostava bastante.
Pegou na mochila e dirigiu-se para a sala seguinte. Não era muito longe dali, mas parecia-lhe que ficava no infinito. Sentia os olhares todos postos em si e um nó na garganta teimava em fazê-la sentir-se pior. Era uma sensação horrível, que a sufocava. Naquele momento, qualquer lugar era melhor que aquele.
2ª parte
Fechou a portada e conteve as lágrimas devido às suas memórias de infância. O sorriso da sua mãe permanecia intacto na sua mente. Parecia tão real. E, no entanto, não o era…
Hatsuharu ia vigiando a irmã. Ela tinha sofrido imenso com a perda da mãe. Aquela mudança de colégio fazer-lhes-ia bem. Novos ares, novos amigos… Uma nova vida, um recomeço…
- Ayame! - chamou ele, fazendo-a voltar-se na sua direcção. – Já te dás melhor com a tua turma?
Ayame remeteu-se ao silêncio, fitando o infinito. Não conseguia dar-lhe uma resposta afirmativa, quando sabia que não era verdade.
Ele compreendeu a resposta intrínseca no seu silêncio. Era difícil para se adaptarem a uma nova escola.
Ayame dirigiu o seu olhar para o céu azul e brilhante, qual manhã de Primavera. Eram manhãs daquelas que a aqueciam por dentro e a faziam sentir-se serena.
O relógio antigo, algures ao fundo do corredor adjacente à sala, tocou a sua sempre calma melodia. Já seriam oito e meia, segundo o cuco do velho relógio.
- Vamos andando para o colégio? – indagou a rapariga.
- Vamos lá. Temos que passar pela cozinha para levarmos o nosso obento. Adoro a comida da Kaede-san! Não nos podemos esquecer disso, obviamente! – afirmou ele, tentando animá-la. Queria ver o sorriso dela, aquele sorriso fantástico, como um sorriso de criança.
Ayame mostrou um ar divertido, contudo não sorriu. O seu coração continuava fechado e ferido. Pegou na mochila de tons escuros, que combinava com o seu uniforme azul-marinho, e deixou que o irmão seguisse na sua frente em direcção ao hall de entrada.
Kaede estava a acabar de embrulhar as caixas do almoço Será que a pequena Ayame voltaria a comer normalmente? Desde a hospitalização da mãe que se recusara a comer. Perdera consideravelmente o apetite e comia apenas o mínimo para sobreviver e não ficar doente. Kaede tinha feito de tudo para a tentar fazer comer, mas obrigá-la não era solução. Pegou nos obentos e dirigiu-se para o hall, onde se encontravam os meninos da casa da família Fujihara.
- Aqui têm – disse ela, entregando o respectivo obento a cada um. – Tenham um bom dia de escola!
Hatsuharu e Ayame agradeceram e saíram.
Para Kaede, ver Ayame era ver a melancolia personificada. Uma rapariga tão jovem, tão bela, mas que sofrera tanto ou mais que alguém mais velho.
Enquanto caminhavam, Ayame fixou o olhar no lenço do obento que trazia nas mãos.
- Ayame!
Uma inocente menina sorria, agarrada à saia da mãe. Os seus belos olhos verdes mostravam a vivacidade concentrada nestes, reluzindo como pequenas estrelas.
- Mamã, o que é isso?
- Isto? – perguntou a mulher, mostrando-lhe um pano branco bordado com flores cor de rosa. – Isto é um lenço para a menina que vive dentro do meu coração.
- E quem é essa menina?
Yuri pousou o estojo de bordado na relva viçosa e pegou na pequena Ayame, como se ela voasse.
- És tu, meu doce.
A menina riu e estendeu os braços, para abraçar a mãe.
Aquele lenço branco, meticulosamente bordado com flores de cerejeira, fora feito pela sua mãe, há muitos anos atrás, quando Ayame era ainda uma menina.
- Ayame… - chamava alguém. Ela estava distante, não ouvia.
- Ayame! – repetiu Hatsuharu, tocando-lhe no ombro.
- Ah, desculpa… Estava absorvida nos meus pensamentos…
Ela olhou em redor. Estavam em frente do colégio.
- Vou para as minhas aulas. Ficas bem?
Ayame anuiu e viu o irmão a afastar-se em direcção ao bloco universitário. Dirigiu-se calmamente para o seu bloco. Ainda tinha tempo, era escusado apressar-se.
O ambiente à sua volta parecia divertido. Grupos de alunos falavam e riam entre si. Viam-se apenas alguns alunos sozinhos a irem sozinhos para as suas salas de aula.
Chegou à porta da sua sala de aula. Um grupo de universitários despedia-se de um rapaz da sua turma, Kyo.
Kyo era o seu misterioso colega da carteira do lado. Apenas falava com aquele grupo de universitários e estava quase sempre com eles. Era um aluno brilhante, mas que, tal como ela, era posto de lado na turma. Apesar de considerar estranho o seu afastamento, Ayame não comentou. Viu Kyo a entrar na sala e o grupo a caminhar em direcção ao bloco que frequentavam.
Entrou na sala de aula, deslizando a porta atrás de si.
- Bom dia… - disse ela. Ninguém lhe respondeu. Apenas olhares a penetravam, com uma aura fulminante. Sentou-se, algo constrangida.
- Bom dia – respondeu alguém ao seu lado. Era Kyo.
Ao reparar no ar de surpresa da rapariga, Kyo acrescentou em voz baixa:
- Não fiques assim por causa deles. Eles não merecem sequer o esforço…
Ayame sentiu uma calma enorme implícita no seu olhar quando os seus olhares se encontraram. Uma calma escondida no recôndito mar dos seus profundos olhos azuis. Uma compreensão, uma sensibilidade, que passavam despercebidas a todos.
- Obrigada… - agradeceu ela, quase num murmúrio. Sentia-se feliz por alguém ter compreendido a situação em que ela se encontrava.
A porta da sala de aula deslizou e o director de turma entrou.
- De pé! – disse o delegado de turma, começando com os cumprimentos tradicionais.
Assim que os alunos se sentaram, o professor abriu o livro de ponto para fazer a chamada.
Ayame abriu o seu caderno de Matemática. Aquela disciplina não era das suas favoritas, sem dúvida alguma.
O zumbido provocado pela chamada do professor tornou-se claro quando chamou o seu nome:
- Fujihara!
Ela levantou a mão, para mostrar a sua presença.
- Ishimaru! Harada… - o zumbido voltara temporariamente, assim que a atenção de Ayame se focava na janela à sua esquerda e no chilrear dos pássaros no exterior. Só lhe apetecia sair da sala… Atentou na aula, precisava de perceber a matéria.
A aula custava a passar. A matéria daquela aula parecia-lhe tão complicada e isso apenas a fazia desejar mais sair dali.
- E pronto, com isto, acabamos a matéria desta aula. Vou dar-vos o resto da aula para fazerem exercícios. Na próxima aula começamos com a matéria nova – disse o professor, enquanto escrevia no quadro negro as páginas dos exercícios. Pousou o giz e sentou-se em frente da secretária, a corrigir algumas fichas de outra turma.
Alguns alunos juntaram-se em grupos. Uns começaram de imediato a trabalhar, outros falavam e riam baixo, passando os olhos pelo manual.
Ayame abriu o manual e tentou fazer alguns exercícios, Conseguia fazer bem o início, mas depois ficava confusa. Era a matemática que tinha a nota mais baixa do seu leque de disciplinas.
Kyo olhou para o lado e reparou na frustração dela, que continuava sempre em volta do mesmo exercício, apagando-o e recomeçando. Sorriu e perguntou-lhe se ela queria ajuda.
Ayame espantou-se. Era mesmo o que ela necessitava. E vinda do melhor aluno da turma era ainda melhor.:
- Sim… Penso que sim… Obrigada!
Ele chegou-se para o seu lado e começou a explicar-lhe os exercícios.
Sem darem por si, o tempo pareceu voar. Até que a campainha tocou.
- … Vês? Basta usares coisas básicas para perceberes bem as contas - explicava ele. – Entendeste?
- Sim. Muito obrigada pela ajuda, a sério! – agradeceu ela, enquanto arrumavam os cadernos para irem para a aula seguinte. Graças a ele, compreendera bem a matéria e os exercícios. Sentia uma onda de confiança a invadi-la, algo que ela sabia que necessitava para melhorar.
A aula seguinte era culinária, uma disciplina que Ayame gostava bastante.
Pegou na mochila e dirigiu-se para a sala seguinte. Não era muito longe dali, mas parecia-lhe que ficava no infinito. Sentia os olhares todos postos em si e um nó na garganta teimava em fazê-la sentir-se pior. Era uma sensação horrível, que a sufocava. Naquele momento, qualquer lugar era melhor que aquele.

Acabei de ler este capitulo..
.o:
a Ayame é tao triste... tenho a sensação que o Kyo vai ajuda la a ser ultrapassar toda a dor...eles pareceram dar-se bem... eles vao apaixonar-se um pelo outro? parece me que sim... Agora estou anciosa pelo proximo capitulo!! :='(:
.o: a Ayame é tao triste... tenho a sensação que o Kyo vai ajuda la a ser ultrapassar toda a dor...eles pareceram dar-se bem... eles vao apaixonar-se um pelo outro? parece me que sim... Agora estou anciosa pelo proximo capitulo!! :='(:
Tenho andado bastante ausente... e vou continuar infelizmente Durante a semana torna-se muito complicado... por isso venho cá sobretudo ao fim-de-semana Vou ter saudades
LINDO!!
É a única palavra que consigo encontrar para descrever este capitulo!!
Tu escreves tão bem
.o:
A tua escrita envolve e é apelativa! Gosto disso
Em relação ao capitulo...
A Ayame... Quase que um nó se formou na minha garganta ao ler a primeira parte do capitulo. A maneira com ela se sente... Era como se estivesse a vê-la à minha frente, a ter aquela conversa com o irmão. E a maneira como o irmão tentou animá-la
.o: kawaii
.o:
Aquela memória dela... Notassea que amãe era uma optima pessoa, sempre com um sorriso para mostrar aos outros.
O Kyo... Opah! Também quero um pa mim!! Dás-me um?
Ele doi tão atencioso com a Ayame! Até parece que já vejo corações à volta daqueles dois!!
Adorei! Venerei! AMEI este capitulo!!
Fico à espera de mais!
É a única palavra que consigo encontrar para descrever este capitulo!!
Tu escreves tão bem
.o:A tua escrita envolve e é apelativa! Gosto disso

Em relação ao capitulo...
A Ayame... Quase que um nó se formou na minha garganta ao ler a primeira parte do capitulo. A maneira com ela se sente... Era como se estivesse a vê-la à minha frente, a ter aquela conversa com o irmão. E a maneira como o irmão tentou animá-la
.o: kawaii
.o:Aquela memória dela... Notassea que amãe era uma optima pessoa, sempre com um sorriso para mostrar aos outros.
O Kyo... Opah! Também quero um pa mim!! Dás-me um?

Ele doi tão atencioso com a Ayame! Até parece que já vejo corações à volta daqueles dois!!

Adorei! Venerei! AMEI este capitulo!!
Fico à espera de mais!


Paula escreveu:Acabei de ler este capitulo..Muito obrigada por teres lido!.o:
a
Ayame é tao triste... tenho a sensação que o Kyo vai ajuda la a ser
ultrapassar toda a dor...eles pareceram dar-se bem... eles vao
apaixonar-se um pelo outro? parece me que sim... Agora estou anciosa
pelo proximo capitulo!! :='(:
.o:Sim, eles são parecidos, por isso é que se começaram a dar... Agora é só esperar para ver o que acontece a seguir.

Angeless escreveu:Bem tive de andar pelo dicionário online para
perceber certas palavras bem, mas valeu a pena! Quero um Kyo para mim
<3 Adorei! Como de costumo escreves angelicalmente <3
edit: e isto tinha-me comido o post x'D
Lá estás tu com isso do escrever angelicamente... Obrigada pelo comentário!
.o:rmmr111 escreveu:Tá muito envolvente este capitulo... gosto comoMuito obrigada!
continuas a descrever a rotina dela com as "manias" dos Japoneses, o
cumprimento ao director de turma e assim... fico curioso por saber se
vai haver romance entre ela e o Kyo...
Está excelente (como era já de esperar)
.o:Eu, por acaso, gostei da ideia de meter as tradições japonesas na história, para ser um bocadinho diferente.

Likinhas escreveu:LINDO!!Muito obrigada por teres lido e gostado!
É a única palavra que consigo encontrar para descrever este capitulo!!
Tu escreves tão bem.o:
A tua escrita envolve e é apelativa! Gosto disso
Em relação ao capitulo...
A
Ayame... Quase que um nó se formou na minha garganta ao ler a primeira
parte do capitulo. A maneira com ela se sente... Era como se estivesse
a vê-la à minha frente, a ter aquela conversa com o irmão. E a maneira
como o irmão tentou animá-la.o: kawaii
.o:
Aquela memória dela... Notassea que amãe era uma optima pessoa, sempre com um sorriso para mostrar aos outros.
O Kyo... Opah! Também quero um pa mim!! Dás-me um?
Ele doi tão atencioso com a Ayame! Até parece que já vejo corações à volta daqueles dois!!
Adorei! Venerei! AMEI este capitulo!!
Fico à espera de mais!
.o:O Kyo é um rapaz misterioso, mas lindo, inteligente e com uma personalidade mesmo espectacular. Se não fossem os segredos dele (não digo nenhum, lá mais para a frente aparecem)...

E sim, a Yuri (a mãe da Ayame e do Hatsuharu) era uma pessoa daquelas frágeis, mas sempre com um sorriso na cara, sempre ali para os filhos. Uma pessoa com uma visão da vida diferente da que era suposto ter e é isso que faz dela uma pessoa excelente.

Mais uma vez, muito obrigada!
.o:
Tens de entrar para responderes neste tópico.




Reportar comentário
Escolhe o motivo da denúncia e acrescenta mais contexto se necessário.