Futuro Desfeito
WEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE
Novo capitulo proximo!!!!!
*cathy cola-se ao ecâ mas lembra-se......tem de escrever tambem um novo capitulo*
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The Forgotten Sailors 2-> 11ºCapitulo
Sailor Moon:The Crystal Desire->Epilogo (completo)
Amor sobre o Gelo->20ºCapitulo
Chance of a Lifetime-> 2ºCapitulo
espero k pensem na ideia da chibi-star pk adoro fics em k a bunny fika gravida xD SIMPLESMENTE ADORO!
o resto da assinatura é a assinatura da minha maninha blue
A nova Princesa da Lua do Futuro nasceu... Protegida pela Lua, protectora da Vida.
blue e sailor chibi-moon, as manas juntas em "Princesa Azul da Lua"... Leiam e comentem...
4 capitulo publikado hj!! (2007/9/13)
Sailor Chibi-Moon escreveu:espero k pensem na ideia da chibi-star pk adoro fics em k a bunny fika gravidaSIMPLESMENTE ADORO!
Talvez sim, talvez não! Kem sabe!



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Jobem, achas que possuis a visão interior? Que consegues ver para "além do que se vê"? Então vai já ao "against vampiras", pede o teu formulário e põe essa visão à prova!(limitado ao stock existente)!
BunnyGirl. já é sábado
*moonzitah assobia...
*moonzitah assobia...
'Endymion..next time, we will reborn on the same planet, and we will be happy!'
By moonzitah at 2010-07-20
By moonzitah at 2010-07-20
Capítulo 6
Empregada: Majestade, o príncipe do Reino do Oculto encontra-se lá em baixo e deseja falar consigo.
Serenidade: Reino do Oculto? Nunca ouvi falar! De qualquer modo, leva-o até à sala de reuniões e pede-lhe para aguardar uns momentos que eu já desço.
Empregada: Às suas ordens, alteza.
Serenidade tentou esquecer os acontecimentos dessa tarde e compôs o seu ar mais sério. Após isto desceu até à sala de reuniões. Um vulto encontrava-se a observar as fotos que adornavam a sala.
Serenidade: Peço desculpa por tê-lo feito esperar.
Desconhecido (virando-se e tirando o carapuço que lhe tapava a cabeça):
Não há problema. A culpa foi minha por não avisar que vinha.
Serenidade tentou conter-se ao ver o aspecto do desconhecido. Ele era lindo! Cabelo negro, rebelde, a cair pelos ombros, olhos verdes brilhantes, alto, musculado e um sorriso simplesmente encantador.
Serenidade (corada): E o que o traz aqui, Sr....?
Desconhecido: Que indelicadeza a minha! Nem me apresentei! O meu nome é Hugo e, como já anunciei, sou o príncipe do Reino do Oculto. Muito prazer em conhecê-la finalmente.
Dizendo isso, ajoelhou-se e beijou suavemente a mão de Serenidade.
Serenidade (corando cada vez mais): Muito prazer. Eu sou a Rainha...
Hugo (interrompendo-a): Serenidade. Conheço-a, claro! A sua fama chega a todas as partes deste planeta. Sempre me disseram que este Reino era governado por alguém muito poderoso, mas as descrições não fazem juz à sua beleza.
Serenidade (completamente vermelha): Muito obrigada pelos elogios. É muito amável. Mas o que o traz aqui?
Hugo: Como já disse, a sua fama chega a todos os cantos do planeta. E, apesar do meu reino ser pequeno, somos bastante poderosos. Portanto, o meu pai enviou-me em nome dele para assinar um tratado de paz com Crystal Tokyo. Assim, se o nosso reino tiver problemas, este reino conceder-nos-á a sua ajuda e vice-versa.
Serenidade: Hummm... Gosto dessa proposta. Muito bem, então. Vamos assinar um acordo.
Nesse momento a porta abre-se. Era Bárbara.
Bárbara: Peço desculpa por interromper. Majestade, precisa de alguma coisa?
Serenidade: Não, obrigada. Bárbara, este é o príncipe Hugo, do reino do Oculto.
Bárbara (examinando Hugo de alto a baixo e dizendo depois com voz sensual): Ham... Muito prazer, alteza.
Hugo (frio): Igualmente.
Bárbara (sem tirar os olhos de Hugo): Bem, se não precisam de mim, vou retirar-me. Com licença.
Serenidade: Se necessitarmos de alguma coisa eu mando chamar-te.
Após esta ter saído, um silêncio constrangedor abateu-se sobre eles. Até que Hugo resolve manifestar os seus pensamentos.
Hugo: Rainha, eu sei que não tenho autoridade nem intimidade suficiente para dizer isto. Mas tenha cuidado com esta Bárbara. Ela não é boa pessoa, sinto uma aura maléfica à volta dela.
Serenidade lembrou-se novamente das palavras de Endymion. Tem cuidado com a Bárbara. Ela é muito perigosa! Com todos os acontecimentos dessa tarde, esquecera-se de a vigiar.
Serenidade: Engraçado. Não é a primeira pessoa a dizer-me isso. Tenho que confirmar. Entretanto, creio que pretende ficar alguns dias no reino, certo? Para cumprirmos todos os protocolos e assinarmos toda as papelada necessária para o Tratado entre os nossos reinos. Já tem onde ficar?
Hugo: Infelizmente, ainda não. Assim que cheguei a Crystal Tokyo dirigi-me para o palácio, portanto ainda não tive tempo de tratar disso.
Serenidade: Então está decidido. Fica aqui no Palácio.
Hugo: Não, não. Não quero incomodar. De maneira nenhuma.
Serenidade: Não incomoda nada. Será um prazer.
Hugo (sorrindo): Sendo assim, aceito.
Serenidade (retribuindo o sorriso): Então vou pedir às empregadas que lhe preparem um quarto. Entretanto, tenho que resolver assuntos pendentes. Sinta-se à vontade para explorar o palácio.
Hugo: Muito obrigada pela hospitalidade.
Serenidade: Ora essa, não tem nada que agradecer.
Dito isto, saiu da sala e dirigiu-se para a sala de controlo. Queria confirmar o que se tinha passado. Chegando lá, pediu para ver o vídeo de segurança do dia em que Endymion tinha estado no palácio. Procurava uma hora em particular. Quando a encontrou, ficou estática, não querendo acreditar no que estava a ouvir.
Bárbara: E achas que ela vai acreditar em ti? Pobre coitado! Aquela tonta pensa que nós somos amigas, nunca vais conseguir provar nada.
Serenidade (furiosa): Aquela... Aquela... Nem tenho palavras para a insultar! Como é que pude ser tão parva? Aquela falsa fingiu ser minha amiga e afinal esteve a gozar comigo este tempo todo. Mas eu vou vingar-me. Ela nem sabe o que a espera.
Dirigiu-se então a um dos guardas do castelo.
Serenidade: Por favor, mande chamá-la!
E foi o capítulo 6! Hope you like it! Quem será a personagem misteriosa que s Serenidade mandou chamar? uhhh! Esperem para ver!
Empregada: Majestade, o príncipe do Reino do Oculto encontra-se lá em baixo e deseja falar consigo.
Serenidade: Reino do Oculto? Nunca ouvi falar! De qualquer modo, leva-o até à sala de reuniões e pede-lhe para aguardar uns momentos que eu já desço.
Empregada: Às suas ordens, alteza.
Serenidade tentou esquecer os acontecimentos dessa tarde e compôs o seu ar mais sério. Após isto desceu até à sala de reuniões. Um vulto encontrava-se a observar as fotos que adornavam a sala.
Serenidade: Peço desculpa por tê-lo feito esperar.
Desconhecido (virando-se e tirando o carapuço que lhe tapava a cabeça):
Não há problema. A culpa foi minha por não avisar que vinha.
Serenidade tentou conter-se ao ver o aspecto do desconhecido. Ele era lindo! Cabelo negro, rebelde, a cair pelos ombros, olhos verdes brilhantes, alto, musculado e um sorriso simplesmente encantador.
Serenidade (corada): E o que o traz aqui, Sr....?
Desconhecido: Que indelicadeza a minha! Nem me apresentei! O meu nome é Hugo e, como já anunciei, sou o príncipe do Reino do Oculto. Muito prazer em conhecê-la finalmente.
Dizendo isso, ajoelhou-se e beijou suavemente a mão de Serenidade.
Serenidade (corando cada vez mais): Muito prazer. Eu sou a Rainha...
Hugo (interrompendo-a): Serenidade. Conheço-a, claro! A sua fama chega a todas as partes deste planeta. Sempre me disseram que este Reino era governado por alguém muito poderoso, mas as descrições não fazem juz à sua beleza.
Serenidade (completamente vermelha): Muito obrigada pelos elogios. É muito amável. Mas o que o traz aqui?
Hugo: Como já disse, a sua fama chega a todos os cantos do planeta. E, apesar do meu reino ser pequeno, somos bastante poderosos. Portanto, o meu pai enviou-me em nome dele para assinar um tratado de paz com Crystal Tokyo. Assim, se o nosso reino tiver problemas, este reino conceder-nos-á a sua ajuda e vice-versa.
Serenidade: Hummm... Gosto dessa proposta. Muito bem, então. Vamos assinar um acordo.
Nesse momento a porta abre-se. Era Bárbara.
Bárbara: Peço desculpa por interromper. Majestade, precisa de alguma coisa?
Serenidade: Não, obrigada. Bárbara, este é o príncipe Hugo, do reino do Oculto.
Bárbara (examinando Hugo de alto a baixo e dizendo depois com voz sensual): Ham... Muito prazer, alteza.
Hugo (frio): Igualmente.
Bárbara (sem tirar os olhos de Hugo): Bem, se não precisam de mim, vou retirar-me. Com licença.
Serenidade: Se necessitarmos de alguma coisa eu mando chamar-te.
Após esta ter saído, um silêncio constrangedor abateu-se sobre eles. Até que Hugo resolve manifestar os seus pensamentos.
Hugo: Rainha, eu sei que não tenho autoridade nem intimidade suficiente para dizer isto. Mas tenha cuidado com esta Bárbara. Ela não é boa pessoa, sinto uma aura maléfica à volta dela.
Serenidade lembrou-se novamente das palavras de Endymion. Tem cuidado com a Bárbara. Ela é muito perigosa! Com todos os acontecimentos dessa tarde, esquecera-se de a vigiar.
Serenidade: Engraçado. Não é a primeira pessoa a dizer-me isso. Tenho que confirmar. Entretanto, creio que pretende ficar alguns dias no reino, certo? Para cumprirmos todos os protocolos e assinarmos toda as papelada necessária para o Tratado entre os nossos reinos. Já tem onde ficar?
Hugo: Infelizmente, ainda não. Assim que cheguei a Crystal Tokyo dirigi-me para o palácio, portanto ainda não tive tempo de tratar disso.
Serenidade: Então está decidido. Fica aqui no Palácio.
Hugo: Não, não. Não quero incomodar. De maneira nenhuma.
Serenidade: Não incomoda nada. Será um prazer.
Hugo (sorrindo): Sendo assim, aceito.
Serenidade (retribuindo o sorriso): Então vou pedir às empregadas que lhe preparem um quarto. Entretanto, tenho que resolver assuntos pendentes. Sinta-se à vontade para explorar o palácio.
Hugo: Muito obrigada pela hospitalidade.
Serenidade: Ora essa, não tem nada que agradecer.
Dito isto, saiu da sala e dirigiu-se para a sala de controlo. Queria confirmar o que se tinha passado. Chegando lá, pediu para ver o vídeo de segurança do dia em que Endymion tinha estado no palácio. Procurava uma hora em particular. Quando a encontrou, ficou estática, não querendo acreditar no que estava a ouvir.
Bárbara: E achas que ela vai acreditar em ti? Pobre coitado! Aquela tonta pensa que nós somos amigas, nunca vais conseguir provar nada.
Serenidade (furiosa): Aquela... Aquela... Nem tenho palavras para a insultar! Como é que pude ser tão parva? Aquela falsa fingiu ser minha amiga e afinal esteve a gozar comigo este tempo todo. Mas eu vou vingar-me. Ela nem sabe o que a espera.
Dirigiu-se então a um dos guardas do castelo.
Serenidade: Por favor, mande chamá-la!
E foi o capítulo 6! Hope you like it! Quem será a personagem misteriosa que s Serenidade mandou chamar? uhhh! Esperem para ver!



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