Fairy Tales - O início
lulumoon escreveu:Ah bom! ja nao falta muito para saber!
Agora atençao! COMENTEM ESTA FIC! a moça mereçe!
Tá tudo de ferias carago!
Deus :
: lulumoon, as coisas que fazes!| Spoiler: | |
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http://sm-portugal.coolbb.net/fanfics-gerais-f23/fairy-tales-o-incio-t4901.htm
[email protected] -->Meu MSN, adicionem à vontade!
Karen_95 escreveu:lulumoon escreveu:Ah bom! ja nao falta muito para saber!
Agora atençao! COMENTEM ESTA FIC! a moça mereçe!
Tá tudo de ferias carago!
Deus :: lulumoon, as coisas que fazes!
lol, eu tenho de fazer estas coisas ás vezes, é que parecendo que nao uma pessoa fica desmotivada por nao ter leitores, e a tua fic nao tem motivos para isso acontecer!

Desculpa se exagerei!
:
':
as minhas fic's:
-Unidos pelo destino, unidos por todos!
-Angelical
Leiam, vale a pena! e nao se eskeçam de comentar! ^^
-Unidos pelo destino, unidos por todos!
-Angelical
Leiam, vale a pena! e nao se eskeçam de comentar! ^^
O monstro tinha-se aproximado tanto dos dois sem que ninguém desse conta, que agarrou Ethan pela cintura e o levantou no ar. Foi aí que Karen passou a conseguir vê-lo...E assustou-se.
Aquela “coisa” era terrivelmente enorme. A cara má do polvo – ou da medusa, quem sabe – fazia alguém ir ao Inferno e voltar.
Ethan já se encontrava em plena agonia. Já não tinha só um tentáculo a agarrar-lhe a cintura; tinha muito mais que isso, prendendo todo o seu corpo. Pela primeira vez na vida, sentia-se como um limão a ser espremido. Era horrível!
Mas Karen não fazia coisa alguma. Nem conseguia, com o choque. Nunca vira alguém ser torturado daquela maneira. Nem um monstro tão horrendo como aquele. Não lhe vinha nada à mente, apenas assistia aquele terrível espectáculo.
- Karen...sai da...daqui,...é m-muito perigoso – gaguejou Ethan, tentando falar no meio de toda aquela confusão – Esconde-te...
Apesar do aviso, Karen não reagiu. Sentia-se perdida naquela terrível visão. Seria isso uma consequência de ser uma fada? Pensando bem, talvez tivesse sido aquela a coisa que a tinha agarrado e quase morto.
- Vais deixá-lo morrer?
Aquela voz...Karen já tinha ouvido aquela voz...
- Não te lembras de mim? Conhecemo-nos há menos de meia-hora.
“Hã?”
- Vê-se que não. Sou a tua alma, corpo!
- Hã?!- gritou histericamente Karen.
- Não precisas de gritar, pá! Podes simplesmente pensar que eu ouço-te na perfeição.
“ Desculpa? Mas co-como é que tu estás a falar comigo?”
- Ei, ouve, quando eu falo, ninguém ouve a não ser tu, okay?
“Hum, não! Este não é o momento oportuno.”
- Sim, estou a ver. O que vais fazer? O corpo é que manda.
“Ele disse para fugir, mas não o quero fazer. Não sei qual a melhor opção...”
- Queres deixá-lo morrer?
“Não!”
- Óptimo, porque ele salvou-te uma vez. Tu atiraste-te lá de cima para retribuir, não foi?
“Sim. Mas não sei o que fazer agora...”
- Fácil. Usas a tua magia.
Magia. Mas que magia. Não existia magia, nem nunca existiu. Estaria a enloquecer só por estar a ouvir a sua alma?
- Ei, ouve lá, estás a chamar-me de louca?
“É possível. E como queres que eu uso a magia?”
- Sei lá. Nunca usei magia antes. Acho que é só levantares a mão, gritares qualquer coisa e a cena desenrola-se.
“Deus, estou lixada...”
- Apre, depressa, vais deixar o pequeno morrer!
E era verdade. Ele esperniava menos e era visível estar a sofucar.
- Faz qualquer coisa!
“Disseste que era só gritar, não é?”
- Acho que sim.
“Então, estás de apoio comigo sobre o que estou a pensar?”
- Sim.
“Entendo. Se assim é...”
Luz.
Soul, the Return! lol!
É pá, cumpri o meu prazo. AOS 20:27 pm (açores) É o que dá levar o caderno pra praia. Faz-se pouco bronze. A partir daqui vai vos dar uma vontade incrivel de partir a Karen aos bocadinhos (ela é tão esssssssssss insensível (lia, não me mates, por favor. eu sei que era para apaixonares-te pelo joao rui, mas tive de dividir o gajo em bom e mau, para dar jeito. que dizes do ze paulo para koi?)
Já ouviram falar da expressão "dois em um"? Era só para saber.
Aquela “coisa” era terrivelmente enorme. A cara má do polvo – ou da medusa, quem sabe – fazia alguém ir ao Inferno e voltar.
Ethan já se encontrava em plena agonia. Já não tinha só um tentáculo a agarrar-lhe a cintura; tinha muito mais que isso, prendendo todo o seu corpo. Pela primeira vez na vida, sentia-se como um limão a ser espremido. Era horrível!
Mas Karen não fazia coisa alguma. Nem conseguia, com o choque. Nunca vira alguém ser torturado daquela maneira. Nem um monstro tão horrendo como aquele. Não lhe vinha nada à mente, apenas assistia aquele terrível espectáculo.
- Karen...sai da...daqui,...é m-muito perigoso – gaguejou Ethan, tentando falar no meio de toda aquela confusão – Esconde-te...
Apesar do aviso, Karen não reagiu. Sentia-se perdida naquela terrível visão. Seria isso uma consequência de ser uma fada? Pensando bem, talvez tivesse sido aquela a coisa que a tinha agarrado e quase morto.
- Vais deixá-lo morrer?
Aquela voz...Karen já tinha ouvido aquela voz...
- Não te lembras de mim? Conhecemo-nos há menos de meia-hora.
“Hã?”
- Vê-se que não. Sou a tua alma, corpo!
- Hã?!- gritou histericamente Karen.
- Não precisas de gritar, pá! Podes simplesmente pensar que eu ouço-te na perfeição.
“ Desculpa? Mas co-como é que tu estás a falar comigo?”
- Ei, ouve, quando eu falo, ninguém ouve a não ser tu, okay?
“Hum, não! Este não é o momento oportuno.”
- Sim, estou a ver. O que vais fazer? O corpo é que manda.
“Ele disse para fugir, mas não o quero fazer. Não sei qual a melhor opção...”
- Queres deixá-lo morrer?
“Não!”
- Óptimo, porque ele salvou-te uma vez. Tu atiraste-te lá de cima para retribuir, não foi?
“Sim. Mas não sei o que fazer agora...”
- Fácil. Usas a tua magia.
Magia. Mas que magia. Não existia magia, nem nunca existiu. Estaria a enloquecer só por estar a ouvir a sua alma?
- Ei, ouve lá, estás a chamar-me de louca?
“É possível. E como queres que eu uso a magia?”
- Sei lá. Nunca usei magia antes. Acho que é só levantares a mão, gritares qualquer coisa e a cena desenrola-se.
“Deus, estou lixada...”
- Apre, depressa, vais deixar o pequeno morrer!
E era verdade. Ele esperniava menos e era visível estar a sofucar.
- Faz qualquer coisa!
“Disseste que era só gritar, não é?”
- Acho que sim.
“Então, estás de apoio comigo sobre o que estou a pensar?”
- Sim.
“Entendo. Se assim é...”
Life Destruction
Luz.
Soul, the Return! lol!
É pá, cumpri o meu prazo. AOS 20:27 pm (açores) É o que dá levar o caderno pra praia. Faz-se pouco bronze. A partir daqui vai vos dar uma vontade incrivel de partir a Karen aos bocadinhos (ela é tão esssssssssss insensível (lia, não me mates, por favor. eu sei que era para apaixonares-te pelo joao rui, mas tive de dividir o gajo em bom e mau, para dar jeito. que dizes do ze paulo para koi?)
Já ouviram falar da expressão "dois em um"? Era só para saber.
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ah! O Ethan foi agarrado! Bixo mau!
Acho piada á karen a falar consigo mesmo! Ve-se mesmo que "ela" é ela! lol
Ok, ela tem magia, bom, muito bom, so resta saber se vai safar o rapaz! Esperemos que sim!
bjokas
Acho piada á karen a falar consigo mesmo! Ve-se mesmo que "ela" é ela! lol
Ok, ela tem magia, bom, muito bom, so resta saber se vai safar o rapaz! Esperemos que sim!

bjokas
as minhas fic's:
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Leiam, vale a pena! e nao se eskeçam de comentar! ^^
-Unidos pelo destino, unidos por todos!
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Leiam, vale a pena! e nao se eskeçam de comentar! ^^
lulumoon escreveu: so resta saber se vai safar o rapaz! Esperemos que sim!
Nã sei, da maneira que ela é ataca novamente mas desta vez acerta nele. Tambem nao posso dizer muito, fui eu que a criei.
P.S. - Esta foi a ultima parte do 5º cap, a seguir é o sexto (duh!!)
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esta muito gira. continua
Será que ela vai por fim usar os seus poderes de fada? espero para ver
Será que ela vai por fim usar os seus poderes de fada? espero para ver

a minha primeira fic "AS FILHAS DA LUA"passem na minha fic e comentem XD

Traços do destino
visitem o meu forum http://eterna-sailor-moon4.forumeiros.com/forum.htm

Traços do destino
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Capítulo 6 (1ª parte)
Jason Kitsura sentou-se na sua poltrona, enquanto lia as inovações que o seu primeiro-ministro pensava dar ao seu país, o que o entediava.
Deu mais um gole no chá, de seguida colocou a chávena na mesinha que estava ao seu lado. Passou a sua mão pelo cabelo cor-de-areia, o que era sinal de que necessitava de dormir umas boas horas.
Alguém bateu à porta. Jason suspirou e largou a primeira palavra que lhe veio à cabeça:
- Entre.
O som da velha porta a roçar na carpete quase furava-lhe os ouvidos. E o som de passos abafados.
- Vossa Majestade – começou a voz. Era uma voz feminina, uma pequena mulher vestida de mepregada. - está na hora de recolher do turno nocturno. Vossa Majestade precisa de mais alguma coisa?
- Não necessariamente. – respondeu, enquanto se levantava e se apressava a desligar o portátil. - Apenas diga à Monica que, se alguém do Governo ligar, diga que eu estou ocupado. Pelo menos até sábado. Acho que estou a precisar de uma folgazinha.
- Assim o farei. - disse, fazendo uma pequena vénia quanto o este passou por ela.
A luz do corredor cegava-o. Talvez por já estar habituado à escuridão da biblioteca. Mas o silêncio continua arrassador. Era como se aquele local fosse sem vida.
Parou em frente a uma porta, no fim do corredor. Já estava com a mão na maçaneta, mas houve algo que o fez voltar atrás. Abriu a porta com lentidão.
As cortinas transparentes balançavam sobre a janela aberta. Aquele sentimento de frescura deu-lhe um enorme arrepio pela espinha.
Mas o cheiro... O cheiro a canela que nunca mudava naquele quarto e espaçoso, mas tão espaçoso que era quase vazio.
Felizmente, ela já dormia. Dormia um sono de tal maneira leve que um minímo ruído poderia acordá-la.
Ele sentou-se lentamente sobre a cama, tocando o corpo adormecido. Sentiu a suavidade da sua pele, o seu perfume. Passou a mão pelo seu cabelo loiro encaracolado, descobrindo o pescoço. Beijo-o levemente.
- Jason?
Jason saltou com o tamanho susto que, por sorte, não caiu da cama.
- M-Mara – gaguejou. - Não estava com o intuito de acordar-te.
- Eu estava acordada – Mara sentou-se na cama, enquanto esfregava os olhos e bocejava de sono.
- Não me pareceu.
- E tu? O que estavas a fazer até esta hora?
- Trabalho.
- Estiveste todo este tempo fechado na biblioteca a trabalhar?! Fogo, não te deixam em paz nem um dia da semana!
- Pedi que não me chateassem até sábado. Sinto que estou a ficar velho depressa demais.
- O quê? Se estás a ficar velho, eu não fico atrás.
- És mais nova do que eu cinco anos...
- Estou a ficar velha na mesma!
Jason suspirou de desepero. Quando a mulher começava a falar, era difícil fazê-la calar e ele precisava de tomar um banho.
- O que foi? Estás com má cara. Parece que precisas de diversão!
- Não preciso de diversão, preciso de...
Foi interrompido por algo que parou na sua boca. Outra boca. E sentiu as suas costas a baterem no duro chão.
- O Ethan? - perguntou Mara. - Não o vejo desde manhã.
- Sei lá. Ele não é propriamente uma criança.
- Mas também não é propriamente um adulto...
Eh, devia ter posto o resto, mas havia alguém completamente desesperado para ler.
Primeira cena de beijo em toda a fic, hã? O problema é que não eram as pessoas esperadas...[Esta imagem já não existe]
P.S - Quem é que quer dar um nome pró primeiro ministro?
Novo Dia
Jason Kitsura sentou-se na sua poltrona, enquanto lia as inovações que o seu primeiro-ministro pensava dar ao seu país, o que o entediava.
Deu mais um gole no chá, de seguida colocou a chávena na mesinha que estava ao seu lado. Passou a sua mão pelo cabelo cor-de-areia, o que era sinal de que necessitava de dormir umas boas horas.
Alguém bateu à porta. Jason suspirou e largou a primeira palavra que lhe veio à cabeça:
- Entre.
O som da velha porta a roçar na carpete quase furava-lhe os ouvidos. E o som de passos abafados.
- Vossa Majestade – começou a voz. Era uma voz feminina, uma pequena mulher vestida de mepregada. - está na hora de recolher do turno nocturno. Vossa Majestade precisa de mais alguma coisa?
- Não necessariamente. – respondeu, enquanto se levantava e se apressava a desligar o portátil. - Apenas diga à Monica que, se alguém do Governo ligar, diga que eu estou ocupado. Pelo menos até sábado. Acho que estou a precisar de uma folgazinha.
- Assim o farei. - disse, fazendo uma pequena vénia quanto o este passou por ela.
A luz do corredor cegava-o. Talvez por já estar habituado à escuridão da biblioteca. Mas o silêncio continua arrassador. Era como se aquele local fosse sem vida.
Parou em frente a uma porta, no fim do corredor. Já estava com a mão na maçaneta, mas houve algo que o fez voltar atrás. Abriu a porta com lentidão.
As cortinas transparentes balançavam sobre a janela aberta. Aquele sentimento de frescura deu-lhe um enorme arrepio pela espinha.
Mas o cheiro... O cheiro a canela que nunca mudava naquele quarto e espaçoso, mas tão espaçoso que era quase vazio.
Felizmente, ela já dormia. Dormia um sono de tal maneira leve que um minímo ruído poderia acordá-la.
Ele sentou-se lentamente sobre a cama, tocando o corpo adormecido. Sentiu a suavidade da sua pele, o seu perfume. Passou a mão pelo seu cabelo loiro encaracolado, descobrindo o pescoço. Beijo-o levemente.
- Jason?
Jason saltou com o tamanho susto que, por sorte, não caiu da cama.
- M-Mara – gaguejou. - Não estava com o intuito de acordar-te.
- Eu estava acordada – Mara sentou-se na cama, enquanto esfregava os olhos e bocejava de sono.
- Não me pareceu.
- E tu? O que estavas a fazer até esta hora?
- Trabalho.
- Estiveste todo este tempo fechado na biblioteca a trabalhar?! Fogo, não te deixam em paz nem um dia da semana!
- Pedi que não me chateassem até sábado. Sinto que estou a ficar velho depressa demais.
- O quê? Se estás a ficar velho, eu não fico atrás.
- És mais nova do que eu cinco anos...
- Estou a ficar velha na mesma!
Jason suspirou de desepero. Quando a mulher começava a falar, era difícil fazê-la calar e ele precisava de tomar um banho.
- O que foi? Estás com má cara. Parece que precisas de diversão!
- Não preciso de diversão, preciso de...
Foi interrompido por algo que parou na sua boca. Outra boca. E sentiu as suas costas a baterem no duro chão.
- O Ethan? - perguntou Mara. - Não o vejo desde manhã.
- Sei lá. Ele não é propriamente uma criança.
- Mas também não é propriamente um adulto...
Eh, devia ter posto o resto, mas havia alguém completamente desesperado para ler.
Primeira cena de beijo em toda a fic, hã? O problema é que não eram as pessoas esperadas...[Esta imagem já não existe]
P.S - Quem é que quer dar um nome pró primeiro ministro?
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esta muito gira a tua fic. quero ler mais dela 
o nome para o primeiro ministro "Sócrates não por favor tudo menos esse, mas se for como ele já pode ser... lool"
e se fosse Roberto. gosto do nome

o nome para o primeiro ministro "Sócrates não por favor tudo menos esse, mas se for como ele já pode ser... lool"
e se fosse Roberto. gosto do nome
a minha primeira fic "AS FILHAS DA LUA"passem na minha fic e comentem XD

Traços do destino
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Monica escreveu:esta muito gira a tua fic. quero ler mais dela
o nome para o primeiro ministro "Sócrates não por favor tudo menos esse, mas se for como ele já pode ser... lool"
e se fosse Roberto. gosto do nome
Bem, este primeiro ministro é mais do tipo:
PM - *manda um mail pró rei* Um já está, só falta mais três mil.
Rei - *recebendo a mensagem* Por favor, mandem o homem prá **** que o *****!!
PM - O que será que faço esta semana? Hum. Crio mais lares pra idosos ou crio mais creches?
Rei - *suspira* Por favor, que não ele gaste mais nenhum cêntimo com construções desnecessárias!!
PM - Se fizer mais algum movimento, Sua majestade manda-me a carta de despedimento.
Rei * agarra um Death Note* - Agora não te safas desta!
PM - Espero que ele não tenha visto o anime...ai...como era...Def noite, não era?
Ele é mais ou menos assim :huhu:
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ai! Continuo sem saber se o Ethan ta Bom... de saude! 
Quem eram aqueles dois? os pais dele? humm... pareciam ter uma relaçao bonita apesar do trabalho exaustante!
'
Ora, um nome po ministro... Hummm... Nao faço ideia! Ele parece ser atencioso e distraido, mas tambem chato!
Nao sei... Tou sem ideias!
Mas tambem a escritora aki és tu! toca a puxar pela mona!
bjokas

Quem eram aqueles dois? os pais dele? humm... pareciam ter uma relaçao bonita apesar do trabalho exaustante!
'Ora, um nome po ministro... Hummm... Nao faço ideia! Ele parece ser atencioso e distraido, mas tambem chato!

Nao sei... Tou sem ideias!
Mas tambem a escritora aki és tu! toca a puxar pela mona!bjokas
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lulumoon escreveu:ai! Continuo sem saber se o Ethan ta Bom... de saude!
Quem eram aqueles dois? os pais dele? humm... pareciam ter uma relaçao bonita apesar do trabalho exaustante!'
Ora, um nome po ministro... Hummm... Nao faço ideia! Ele parece ser atencioso e distraido, mas tambem chato!
Nao sei... Tou sem ideias!Mas tambem a escritora aki és tu! toca a puxar pela mona!
bjokas
Não, não, não o Ethan não tá bom, ele É BOM!!!
Tou ainda a pensar fazer o nosso casamento pró final do ano. :g7:
Então, fogo de artificio do Ano Novo, bonito...
Há convites pra toda a gente!! Se for preciso, o ex. boss faz de padre! :g6:
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lol! que rapida a responder ao meu comentario! 
Tinha eu ido á minha fic escrever uma coisita e kuando vejo ja tava aki um post teu! lool por falar nisso, a menina tem de ir la dar uma espreitadela!
Ah, bom acredito k o Ethan seja!
E se houver casamento pelo menos ja tenho garantia que ele sai daqui vivo! lool
vou ja comprar o meu vestido pa cerimonia!

Tinha eu ido á minha fic escrever uma coisita e kuando vejo ja tava aki um post teu! lool por falar nisso, a menina tem de ir la dar uma espreitadela!

Ah, bom acredito k o Ethan seja!
E se houver casamento pelo menos ja tenho garantia que ele sai daqui vivo! loolvou ja comprar o meu vestido pa cerimonia!

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lulumoon escreveu:
Ah, bom acredito k o Ethan seja!E se houver casamento pelo menos ja tenho garantia que ele sai daqui vivo! lool
Tive uma ideia melhor!:
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A karen vai mata-lo
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o primeiro ministro só pensa fazer com que o rei gaste dinheiro em coisas insignificantes. que mauzinho
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Monica escreveu:o primeiro ministro só pensa fazer com que o rei gaste dinheiro em coisas insignificantes. que mauzinho
Podemos dizer que é " uma sombrinha" de sócrates!
Oh, mas olha, os reis têm dinheiro
, mas é dinheiro!| Spoiler: | |
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Karen_95 escreveu:sim os reis tem muito dinheiro mas se o primeiro ministro começa a gasta lo grande e a francesa os Reis ficam na penúria e o primeiro menistro a rir-seMonica escreveu:o primeiro ministro só pensa fazer com que o rei gaste dinheiro em coisas insignificantes. que mauzinho
Podemos dizer que é " uma sombrinha" de sócrates!
Oh, mas olha, os reis têm dinheiro![]()
, mas é dinheiro!
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Queria postar o resto que falta este fim-de-semana, mas acho que vai ser um bocadinho impossível.
Mesmo assim, vou esforçar-me para continuar.
Mesmo assim, vou esforçar-me para continuar.
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Meninos e meninas (pronto, só meninas) aqui estás a tão (in)desejada segunda parte!!
Capítulo 6 (2ª parte)
07h35.
O barulho ensurdecedor ecoou. Novamente.
Karen enrolou-se nos lençois e mergulhou a cabeça na almofada.
- Dessa maneira vais sofucar, mulher!
- Hum, deixa-me dormir,...mãe...
Ei, espera! Aquela voz, apesar de lhe parecer familiar, não era a voz da sua progenitora. Voz de homem...
- Mãe? Espera aí, não me lembro de ter mudado de sexo.
Desta vez ela tivera a certeza.
Enfiou a cebça mais fundo na almofada. Porque é que ela tinha um cheiro diferente? E o colchão parecia-lhe demasiado mole e macio para ser o dela.
Ganhou coragem e sentou-se na cama, indiferente às dores que sentia pelo corpo. E teve a certeza que, se não fosse aquela mão a tapar-lhe a boca, teria soltado um grito que mataria alguém de susto e talvez acordasse algum morto. Apenas teve sorte.
- Não grites quando eu soltar-te, okay?
Ele foi retirando cautelosamente a mão da sua boca. - Espero não arrepender-me de ter feito isto.
- Jesus Cristo! - gaguejou ela.
- Bom dia também para ti.
- Rui?! M-Mas o que é-é que estás a-aqui a fazer? - o jovem de cabelos loiros parecia divertir-se com o seu espanto.
- Isso é pergunta que se faça? - retorquiu – Estás na minha cama, no meu quarto. Serve?
Ela olhou à sua volta. Seria aquilo um quarto? Bem, pelo menos teria de ser um dos grandes. Um dos mesmos grandes.
O espaço era coberto com tons bege. Dois armários,uma estante e uma secretária eram as únicas mobílias que se distinguiam das paredes. O que era mesmo incomum naquele quarto era uma mesa de centro ser rodeada por vários sofás creme.
- Uau.
- Pronto. Agora que já terminaste de admirar, podes muito bem vestir-te e dar o fora.
- O quê?!
- Mudar de roupa e sair? Estamos atrasados e se alguém desconfia que eu tenho uma mulher no meu quarto, eu fico metido em problemas, e dos graves.
- Huh, primeiro problema: eu não tenho roupa...
- E achas que eu não sou esperto o suficiente para ir "assaltar" o armário da minha irmã? - foi à beira da cama, onde começou a juntar peças de roupa, estendendo-as de seguida a Karen. - Toma.
- Tu fizeste isso?
- Sim. Tens a casa-de-banho livre. Vai trocar-te.
- Aonde fica?
- É a porta mais pequena.
E lá foi ela.
Comparada com o quarto, a casa de banho era um canto minúsculo. Karen colocou a pilha de roupa sobre a pedra do lavatório e começou a vasculhar o que tinha no "menú".
Um vestido amarelo com alças causou-lhe uma má primeira impressão. Se ela nunca gostara de roupa que lhe ficasse acima do joelho, aquela não seria excepção. Dobrou-o novamente e pôs de lado. Felizmente também havia meias e um par de sandálias. Mas, o pior de tudo: roupa interior!
O seu corpo gelou por completo com a "roupa" na mão. Aquilo era bem pior que o vestido curto.
Não que fosse mau ter roupa interior lavada. O que era mau era ele saber a cor da roupa.
Já ia com a mão na porta para protestar, quando algo a fez parar. Se mostrasse ingratidão, seria uma enorme falta de educação, especialmente para quem lhe arranjara roupa e deixara dormir na sua cama. Ele até fora bastante simpático com quem ele não conseguia manter uma conversa normal.
Karen voltou atrás e começou a despir a roupa que tinha vestida (que, ironicamente, era a mesma do dia anterior), tirou-a e vestiu a outra. Surpreendentemente, esta era do seu tamanho.
Depois, procurou um pente para puder pentear o cabelo. Lá encontrou um, mas era exageradamente pesado e decorado com enfeites dourados.
- Isto é...ouro? Não, não pode ser. - murmurou.
Saiu de lá com um ar menos pálido, talvez pelo contraste do vestido. Lá fora, Ethan arrumava qualquer coisa num saco.
- Ah, finalmente! Pensei que te tivesse dado alguma coisa na casa-de-banho e ficasses para lá morta. - disse ele, sorrindo. Estendeu-lhe o saco preto - Toma.
- O que é isto?
- Huh, bem, como temos Desporto hoje, pensei em arranjar-te o equipamento. Tem uns calções, uma T'shirt, ténis e umas coisas para tomares banho.
Karen levantou-lhe os seus olhos para os dele. Demonstravam tristeza e, por pouco, não estavam carregavam lágrimas.
- O que foi?
- Porque estás a fazer-me isto tudo? Já não foi o suficiente teres arranjado estas roupa e me deixar dormir aqui?
Ele parou de falar. Baixou ligeiramente a cabeça e deixou cair o saco.
- Apenas pensei que fosse o minímo que pudesse fazer por teres salvo a minha vida...- disse ele.
- Espera! E-Eu fiz isso?
- Ã-hã.
- Mas eu-eu pensei que não resultasse! Devia ser impossível. Achei que fosse só uma brincadeira e tal... - agarrou no saco e na sua mochila que, felizmente, estava na secretária. - Hum, como vou para a escola?
- Sais daqui e já estás lá.
- Okay. Bem, até logo e...obrigada... - saiu dali com o passo apressado, evitando olhar para trás. A porta fechou-se com um estrondo.
"A minha vida é uma brincadeira?"
"Uau."
Ela estava em frente da escola sem saber como chegou lá. Era mesmo «uau».
"Ele tinha razão, mas isto foi rápido demais."
Era melhor apressar o passo se não quisesse chegar atrasada à primeira aula. E também era melhor que ninguém reparasse nela. Aquela roupa chamaria demasiadas atenções.
O pátio principal e o ginásio eram separados por uma ponte de calcário, arranhada por outras que levavam até ao piso inferior. E até dava uma boa vista para baixo.
Havia imensas elevações de pós de pedra e basalto envernizados espelhados pelo recinto, o que ela achou serem bancos de pedra. Mas havia alunos que usavam esses bancos como pista de skate. Depois erguiam-se para os amigos, orgulhosos com o facto de conseguirem-se pôr em pé numa tábua com quatro rodas. E o pior de tudo: as roupas pretas naquela altura do ano, o cabelo que parecia não ser cortado à meses e a forma como se tratavam uns com os outros. Eram selvagens.
Se alguém visse aquele edifício por fora, pensava logo que só de gente rica e fina, mas por dentro era coberto de selvagens que não davam amor a nada.
Ela chegou a um campo de basquetebol coberto. Havia diversos grupos espalhados pelo campo, uns falando, outros jogando. Felizmente ainda ninguém dera pela sua presença.
Agarrou ainda mais forte o saco de ginástica na mão, imaginando a quantidade de roupa que teria de devolver a Rui. Ele fora demasiado simpático, e ela ainda reclamara.
"Egoísta..." - pensou. - "Sou tão tola!"
A campainha soou nos seus tímpanos, parecendo que os queria furar. No entanto, nenhum dos presentes se moveu, mas lançaram um olhar sobre a porta dos balneários.
- Karen...
O seu coração bateu mais forte quando lhe agarraram o ombro e a puxaram para trás.
- Por favor, não digas nada.
- Di-Diana? - custou-lhe dizer isto. A jovem de cabelos encarolados enrolou um pouco de cabelo no dedo antes de começar a falar novamente.
- Desculpa por aquilo no outro dia. Nem sei o que me deu para confiar na Valéria... - disse ela, com a voz trémula.
- Hã?! Espera, a culpa não foi tua!
- Eu sei que ficaste mal depois daquela cena, e agora ninguém te dá valor.
- Eu já te disse : a culpa não foi tua!
- FOI SIM! - Diana gritou. O grito ecoou por todo o recinto, e os alunos pairaram os seus olhares nelas. - Eu devia tê-la parado. O que ela disse não estava correcto. Eu tinha medo...
"Medo?".
- Eu tinha medo que ela me passasse a olhar de lado...MAS EU SOU TÃO ESTÚPIDA!!
"Oh, por favor, agora não!".
As lágrimas gordas de Diana rolaram na bochecha silenciosamente.
- Ei, Diana, acalma-te...
- Mas acalmar-me com o quê?!
A jovem de longos cabelos acastanhados e vestida de um ligeiro tom de rosa levantou o olhar para a que chorava e para a outra que a tentava acalmar.
"Por favor, cala-te!"
- Não valho coisa alguma...
"Cala-te!"
- ...sou tão...
O estrondo da mochila atirada ao chão e dos cadernos a chocarem uns com os outros causou o silêncio. O choro acabou naquele momento, e nos seguintes.
- Quando é que deixas de ser bebé?
Os murmúrios irritantes dos espectadores cessaram o silêncio:
- Isto decerto que é estupidez, mas o que se está a passar?
- Porquê aquela está a chorar?
- Sei lá!
- Bela cena antes de educação física!
- 'Tá calado!
Ela continuou:
- Achas que podes continuar a safar-te com desculpas e choros?
- Va...
- Isto é a vida real, tens de aprender a sobreviver.
- Valéria!
Diana gritou, interrompendo-a. Ela ficou boquiaberta, sem saber se devia continuar a falar ou agarrar nas suas coisas e sair dali.
- Já fiz a minha parte- continuou a Diana. - Agora faz a tua parte.
- A minha quê?
- Pede-lhe desculpa. Achas que ela merece ser tratada desta forma?
Karen pensou que o seu coração parara por segundos. Era mau ter duas mulheres com aquela agressividade a discutirem por ela.
- Ah, queres mandar em mim... Desculpa, mas não recebo ordens tuas. Aquilo que fiz foi só uma "limpeza" na minha dignidade.
- Dignidade? A TUA DIGNIDADE?! Só sabes preocupar-te com a tua dignidade?
Os murmúrios eram agora mais profundos. A raiva e a decisão tomou conta de Valéria. Como último recurso, esta foi até ao centro do campo, agarrou na sua mochila e saiu dali, atirando palvras para o ar de forma bruta:
- Isto NÃO VAI SER ASSIM! - a forma como ela sacudia a mochila nas costas assemelhava-se a quem queria atirá-la para alguém.
Diana fungou duas vezes antes de começar a falar. - Desculpa pelo que aconteceu.
"Desculpas... Para quê mais desculpas?"
- Hum...
- Okay, eu apenas tentei ajudar, mas acho que fiz pior.
- Di... Esquece isso...
Karen não voltar os olhos para ela; mantinha-se de costas para Diana.
- É impossível; não é algo que se possa esquecer de um momento para outro. - os que as rodeavam começaram a entrar em certas portas no limite do campo: os balneários. - É melhor entrarmos também.
Karen seguiu-a em silêncio. Preferia nõ acrescentar nenhum ponto ao discurso da outra, não fosse esta piorar e chorar novamente.
No balneário feminino conversava-se animadamente, mas quando elas duas entraram, as inúmeras vozes calaram-se. Karn pensou como decerto estariam a falar do acontecido anteriormente.
Arranjou um cantinho do banco e um cabide para colocar as suas coisas (um local bastante apertado).
Rezou para que conseguisse vestir o equipamento que Rui lhe destinara. E que não fosse algo demasiado "minúsculo".
Felizmente. Uma T'shirt e umas calças à meia-perna, sapatilhas e meias. Ela respirou de alívio. Podia retirar-lhe o "tarado" do nome.
Vestiu-se rapidamente, atou o seu cabelo num elástico (que também havia no saco) e saiu do balneário.
Com força, conseguiu conter um espirro. A humidade do ar, a temperatura e as nuvens negras que tinham ar de que iria chover, ou seja, era um tempo propício para apanhar uma constipação. Apesar do dia ainda indicar Verão, o tempo assemelhava-se a um misto de Outono e Inverno. Karen desejou que tivesse, ao menos, um casaquinho.
A primeira aula seria um mini-jogo de futebol contra a turma de Desporto, frequentada por uns tipos altos, valentões e com cara assustadora (só havia meia-dúzia de raparigas).
O jogo decorreria no campo de futebol, uma zona artificial ao ar livre, vedado por altos muros de ferro nos limites das balizas por erva natural e por pistas de corrida.
Sempre que colocavam o pé na relva artificial, saiam bolinhas negras semelhantes a formigas: era borracha, que impedia que o chão fosse abaixo com todo aquele peso em cima.
A professora (sim, uma professora) devia estar na casa dos vinte e poucos anos. Era bastante baixa, e usava o cabelo negro num carrapito no cima da cabeça. A primeira coisa que fez foi a chamada. Foi quando Karen reparou: o Rui não estava, para além de Valéria. Ela já era um caso normal; era bem possível que esta faltasse durante o resto do dia, mas ele... Karen tinha a certeza que Rui estava preparado para ir às aulas. Será que ela teria dito alguma coisa que o fizesse deixar de ir à escola durante aquele dia?
Abanou a cabeça com força. Ela não se lembrava do que lhe tinham dito, mas lembrava-se da altura em que ele lhe dissera que ela salvara a sua vida.
- Vá lá!, vá lá! - bramiu a professora, batendo com as palmas das mãos. - Comecem a fazer o aquecimento, desenferrujem essas pernas, que é para ver se ganhamos aqui aos "postes de luz" - apontou para os outros alunos, que já se encontravam a correr. Anda lá, dez minutos à volta do campo!
As reclamações não faltaram, principalmente vindas do grupo feminino, mas não tiveram outra forma se não correrem, algumas muito devagar, outras a andar.
Karen também começou a correr, um pouco afastada das outras. As pernas doridas pelo cansaço abrandavam o passo. Quando passava pela relva, ligeiramente molhada pelo orvalho matinal, soube-lhe bem. Relaxava-lhe os músculos.
No fim dos dez minutos (que pareceram durar uma eternidade!) era a altura de definir as posições de campo.
O jogo era divido em duas parte de trinta minutos; o primeiro conjunto (com cerca de nove jogadores em cada equipa) e o segundo com outros nove. Algumas raparigas ficaram de fora (é bem possível que estas refilariam se as escolhessem).
Karen não ia jogar naquela aula por decisão da professora. Ela agradecia-lhe silenciosamente. Na verdade, o seu corpo não ia aguentar muito mais esforço. Até era bem possível que possível que desmaiasse como nos dias anteriores ( já que não tinha jantado no dia anterior e muito menos tomado o pequeno-almoço nesse dia).
No final da primeira parte, o jogo estava bastante desregulado. Os altos e valentões levavam avante por cinco. Os outros ainda não tinham marcado golo algum.
O intervalo só duraria dez minutos. Era altura da primeira equipa descansar e de escolher os jogadores da segunda parte.
Diana (que já jogara) sentou-se perto de Karen com uma garrafa de água na mão, dando pequenos goles entre respirações sofucantes e muito suor.
Karen começou com um pequeno comentário:
- O jogo está a correr mal. Certo?
- Pior do que mal. Eles também podiam parar de crescer. Mal se consegue ver por onde se anda com eles à nossa frente. Vais jogar?
- Não... E também não sei se aguentaria.
- Hum, nem tu, nem ninguém. - deu um enorme golo na água, acabando com o resto da garrafa. Por pouco, não se engasgava e deitava a água toda fora.
- Toma calma.
Diana inspirou antes de continuar. - Não foi nada. Estava apenas aqui a pensar...
- No quê?
- Tem um rapaz da outra turma que não pára de olhar para ti. - apontou para uma zona na relva natural.
Ele estava sozinho no meio daquele parque verdejante. Bebendo água. Olhando-a fixamente.
Aquele cabelo acastanhado escuro; os olhos verde-água.
- Uh, arranjas qualquer um em três tempos! - gozou Diana.
- Não é nada disso! Com certeza ele está é a olhar para ti.
- Não vale a pena dizer o contrário. Eu sei para quem é que ele está a olhar... ó menina...
- Di...!
- Pelo que ouvi ele é novo aqui na escola como tu. E que tem um certo grau de parentesco com o Rui...
- Com o Rui?
- Usam os dois o mesmo apelido e não se podem ver à frente.
- Sabes...eu acho que tu às vezes dás mais corda aos ouvidos. Existe imensa gente nesta escola que tem o mesmo apelido e que não se aguentam, e não são parentes.
- Mas eles são parecidos...
- Sabes, vou acabar com esta conversa antes que alguém se magoe.
- E chama-se João... - Diana não estava a dar ouvidos a Karen. Esta atirou-lhe um olhar furioso. - O que foi?
- Não podes parar de falar deles por um bocadinho? É que os rapazes estão a dar-me a volta ao estômago...
- Okay, okay, eu calo-me. Apenas estava a mostrar-te como te consigo dar a volta.
- Hã?
- Mudaste de tom de voz cada vez que te ignorava. É inteligente, não é? Agora vou tomar banho, mudar de roupa e aturar o professor de Bio. Adeusinho. - levantou-se e começou a andar para o balneário. - Não vens?
- Como assim?
- Duh, a aula acabou!
Ela tinha razão. Todos os outros se estavam a afastar do campo com lentidão (talvez fosse um sinal do cansaço).
Ken, no outro lado do campo, deixara-se ficar. Observava todos os seus colegas afastarem-se para os balneários.
"Foi ela. Tenho a certeza. Ela salvou-o da morte..."
Quero muitos, mas mesmo muitos comentários. Hoje estou bastante desanimada, e quero algo que me anime! Ok, fazem-me esse favor?
P.S - Roupas de Homem 4ever!
Capítulo 6 (2ª parte)
Novo Dia
07h35.
O barulho ensurdecedor ecoou. Novamente.
Karen enrolou-se nos lençois e mergulhou a cabeça na almofada.
- Dessa maneira vais sofucar, mulher!
- Hum, deixa-me dormir,...mãe...
Ei, espera! Aquela voz, apesar de lhe parecer familiar, não era a voz da sua progenitora. Voz de homem...
- Mãe? Espera aí, não me lembro de ter mudado de sexo.
Desta vez ela tivera a certeza.
Enfiou a cebça mais fundo na almofada. Porque é que ela tinha um cheiro diferente? E o colchão parecia-lhe demasiado mole e macio para ser o dela.
Ganhou coragem e sentou-se na cama, indiferente às dores que sentia pelo corpo. E teve a certeza que, se não fosse aquela mão a tapar-lhe a boca, teria soltado um grito que mataria alguém de susto e talvez acordasse algum morto. Apenas teve sorte.
- Não grites quando eu soltar-te, okay?
Ele foi retirando cautelosamente a mão da sua boca. - Espero não arrepender-me de ter feito isto.
- Jesus Cristo! - gaguejou ela.
- Bom dia também para ti.
- Rui?! M-Mas o que é-é que estás a-aqui a fazer? - o jovem de cabelos loiros parecia divertir-se com o seu espanto.
- Isso é pergunta que se faça? - retorquiu – Estás na minha cama, no meu quarto. Serve?
Ela olhou à sua volta. Seria aquilo um quarto? Bem, pelo menos teria de ser um dos grandes. Um dos mesmos grandes.
O espaço era coberto com tons bege. Dois armários,uma estante e uma secretária eram as únicas mobílias que se distinguiam das paredes. O que era mesmo incomum naquele quarto era uma mesa de centro ser rodeada por vários sofás creme.
- Uau.
- Pronto. Agora que já terminaste de admirar, podes muito bem vestir-te e dar o fora.
- O quê?!
- Mudar de roupa e sair? Estamos atrasados e se alguém desconfia que eu tenho uma mulher no meu quarto, eu fico metido em problemas, e dos graves.
- Huh, primeiro problema: eu não tenho roupa...
- E achas que eu não sou esperto o suficiente para ir "assaltar" o armário da minha irmã? - foi à beira da cama, onde começou a juntar peças de roupa, estendendo-as de seguida a Karen. - Toma.
- Tu fizeste isso?
- Sim. Tens a casa-de-banho livre. Vai trocar-te.
- Aonde fica?
- É a porta mais pequena.
E lá foi ela.
Comparada com o quarto, a casa de banho era um canto minúsculo. Karen colocou a pilha de roupa sobre a pedra do lavatório e começou a vasculhar o que tinha no "menú".
Um vestido amarelo com alças causou-lhe uma má primeira impressão. Se ela nunca gostara de roupa que lhe ficasse acima do joelho, aquela não seria excepção. Dobrou-o novamente e pôs de lado. Felizmente também havia meias e um par de sandálias. Mas, o pior de tudo: roupa interior!
O seu corpo gelou por completo com a "roupa" na mão. Aquilo era bem pior que o vestido curto.
Não que fosse mau ter roupa interior lavada. O que era mau era ele saber a cor da roupa.
Já ia com a mão na porta para protestar, quando algo a fez parar. Se mostrasse ingratidão, seria uma enorme falta de educação, especialmente para quem lhe arranjara roupa e deixara dormir na sua cama. Ele até fora bastante simpático com quem ele não conseguia manter uma conversa normal.
Karen voltou atrás e começou a despir a roupa que tinha vestida (que, ironicamente, era a mesma do dia anterior), tirou-a e vestiu a outra. Surpreendentemente, esta era do seu tamanho.
Depois, procurou um pente para puder pentear o cabelo. Lá encontrou um, mas era exageradamente pesado e decorado com enfeites dourados.
- Isto é...ouro? Não, não pode ser. - murmurou.
Saiu de lá com um ar menos pálido, talvez pelo contraste do vestido. Lá fora, Ethan arrumava qualquer coisa num saco.
- Ah, finalmente! Pensei que te tivesse dado alguma coisa na casa-de-banho e ficasses para lá morta. - disse ele, sorrindo. Estendeu-lhe o saco preto - Toma.
- O que é isto?
- Huh, bem, como temos Desporto hoje, pensei em arranjar-te o equipamento. Tem uns calções, uma T'shirt, ténis e umas coisas para tomares banho.
Karen levantou-lhe os seus olhos para os dele. Demonstravam tristeza e, por pouco, não estavam carregavam lágrimas.
- O que foi?
- Porque estás a fazer-me isto tudo? Já não foi o suficiente teres arranjado estas roupa e me deixar dormir aqui?
Ele parou de falar. Baixou ligeiramente a cabeça e deixou cair o saco.
- Apenas pensei que fosse o minímo que pudesse fazer por teres salvo a minha vida...- disse ele.
- Espera! E-Eu fiz isso?
- Ã-hã.
- Mas eu-eu pensei que não resultasse! Devia ser impossível. Achei que fosse só uma brincadeira e tal... - agarrou no saco e na sua mochila que, felizmente, estava na secretária. - Hum, como vou para a escola?
- Sais daqui e já estás lá.
- Okay. Bem, até logo e...obrigada... - saiu dali com o passo apressado, evitando olhar para trás. A porta fechou-se com um estrondo.
"A minha vida é uma brincadeira?"
***************
"Uau."
Ela estava em frente da escola sem saber como chegou lá. Era mesmo «uau».
"Ele tinha razão, mas isto foi rápido demais."
Era melhor apressar o passo se não quisesse chegar atrasada à primeira aula. E também era melhor que ninguém reparasse nela. Aquela roupa chamaria demasiadas atenções.
O pátio principal e o ginásio eram separados por uma ponte de calcário, arranhada por outras que levavam até ao piso inferior. E até dava uma boa vista para baixo.
Havia imensas elevações de pós de pedra e basalto envernizados espelhados pelo recinto, o que ela achou serem bancos de pedra. Mas havia alunos que usavam esses bancos como pista de skate. Depois erguiam-se para os amigos, orgulhosos com o facto de conseguirem-se pôr em pé numa tábua com quatro rodas. E o pior de tudo: as roupas pretas naquela altura do ano, o cabelo que parecia não ser cortado à meses e a forma como se tratavam uns com os outros. Eram selvagens.
Se alguém visse aquele edifício por fora, pensava logo que só de gente rica e fina, mas por dentro era coberto de selvagens que não davam amor a nada.
Ela chegou a um campo de basquetebol coberto. Havia diversos grupos espalhados pelo campo, uns falando, outros jogando. Felizmente ainda ninguém dera pela sua presença.
Agarrou ainda mais forte o saco de ginástica na mão, imaginando a quantidade de roupa que teria de devolver a Rui. Ele fora demasiado simpático, e ela ainda reclamara.
"Egoísta..." - pensou. - "Sou tão tola!"
A campainha soou nos seus tímpanos, parecendo que os queria furar. No entanto, nenhum dos presentes se moveu, mas lançaram um olhar sobre a porta dos balneários.
- Karen...
O seu coração bateu mais forte quando lhe agarraram o ombro e a puxaram para trás.
- Por favor, não digas nada.
- Di-Diana? - custou-lhe dizer isto. A jovem de cabelos encarolados enrolou um pouco de cabelo no dedo antes de começar a falar novamente.
- Desculpa por aquilo no outro dia. Nem sei o que me deu para confiar na Valéria... - disse ela, com a voz trémula.
- Hã?! Espera, a culpa não foi tua!
- Eu sei que ficaste mal depois daquela cena, e agora ninguém te dá valor.
- Eu já te disse : a culpa não foi tua!
- FOI SIM! - Diana gritou. O grito ecoou por todo o recinto, e os alunos pairaram os seus olhares nelas. - Eu devia tê-la parado. O que ela disse não estava correcto. Eu tinha medo...
"Medo?".
- Eu tinha medo que ela me passasse a olhar de lado...MAS EU SOU TÃO ESTÚPIDA!!
"Oh, por favor, agora não!".
As lágrimas gordas de Diana rolaram na bochecha silenciosamente.
- Ei, Diana, acalma-te...
- Mas acalmar-me com o quê?!
A jovem de longos cabelos acastanhados e vestida de um ligeiro tom de rosa levantou o olhar para a que chorava e para a outra que a tentava acalmar.
"Por favor, cala-te!"
- Não valho coisa alguma...
"Cala-te!"
- ...sou tão...
O estrondo da mochila atirada ao chão e dos cadernos a chocarem uns com os outros causou o silêncio. O choro acabou naquele momento, e nos seguintes.
- Quando é que deixas de ser bebé?
Os murmúrios irritantes dos espectadores cessaram o silêncio:
- Isto decerto que é estupidez, mas o que se está a passar?
- Porquê aquela está a chorar?
- Sei lá!
- Bela cena antes de educação física!
- 'Tá calado!
Ela continuou:
- Achas que podes continuar a safar-te com desculpas e choros?
- Va...
- Isto é a vida real, tens de aprender a sobreviver.
- Valéria!
Diana gritou, interrompendo-a. Ela ficou boquiaberta, sem saber se devia continuar a falar ou agarrar nas suas coisas e sair dali.
- Já fiz a minha parte- continuou a Diana. - Agora faz a tua parte.
- A minha quê?
- Pede-lhe desculpa. Achas que ela merece ser tratada desta forma?
Karen pensou que o seu coração parara por segundos. Era mau ter duas mulheres com aquela agressividade a discutirem por ela.
- Ah, queres mandar em mim... Desculpa, mas não recebo ordens tuas. Aquilo que fiz foi só uma "limpeza" na minha dignidade.
- Dignidade? A TUA DIGNIDADE?! Só sabes preocupar-te com a tua dignidade?
Os murmúrios eram agora mais profundos. A raiva e a decisão tomou conta de Valéria. Como último recurso, esta foi até ao centro do campo, agarrou na sua mochila e saiu dali, atirando palvras para o ar de forma bruta:
- Isto NÃO VAI SER ASSIM! - a forma como ela sacudia a mochila nas costas assemelhava-se a quem queria atirá-la para alguém.
Diana fungou duas vezes antes de começar a falar. - Desculpa pelo que aconteceu.
"Desculpas... Para quê mais desculpas?"
- Hum...
- Okay, eu apenas tentei ajudar, mas acho que fiz pior.
- Di... Esquece isso...
Karen não voltar os olhos para ela; mantinha-se de costas para Diana.
- É impossível; não é algo que se possa esquecer de um momento para outro. - os que as rodeavam começaram a entrar em certas portas no limite do campo: os balneários. - É melhor entrarmos também.
Karen seguiu-a em silêncio. Preferia nõ acrescentar nenhum ponto ao discurso da outra, não fosse esta piorar e chorar novamente.
No balneário feminino conversava-se animadamente, mas quando elas duas entraram, as inúmeras vozes calaram-se. Karn pensou como decerto estariam a falar do acontecido anteriormente.
Arranjou um cantinho do banco e um cabide para colocar as suas coisas (um local bastante apertado).
Rezou para que conseguisse vestir o equipamento que Rui lhe destinara. E que não fosse algo demasiado "minúsculo".
Felizmente. Uma T'shirt e umas calças à meia-perna, sapatilhas e meias. Ela respirou de alívio. Podia retirar-lhe o "tarado" do nome.
Vestiu-se rapidamente, atou o seu cabelo num elástico (que também havia no saco) e saiu do balneário.
Com força, conseguiu conter um espirro. A humidade do ar, a temperatura e as nuvens negras que tinham ar de que iria chover, ou seja, era um tempo propício para apanhar uma constipação. Apesar do dia ainda indicar Verão, o tempo assemelhava-se a um misto de Outono e Inverno. Karen desejou que tivesse, ao menos, um casaquinho.
A primeira aula seria um mini-jogo de futebol contra a turma de Desporto, frequentada por uns tipos altos, valentões e com cara assustadora (só havia meia-dúzia de raparigas).
O jogo decorreria no campo de futebol, uma zona artificial ao ar livre, vedado por altos muros de ferro nos limites das balizas por erva natural e por pistas de corrida.
Sempre que colocavam o pé na relva artificial, saiam bolinhas negras semelhantes a formigas: era borracha, que impedia que o chão fosse abaixo com todo aquele peso em cima.
A professora (sim, uma professora) devia estar na casa dos vinte e poucos anos. Era bastante baixa, e usava o cabelo negro num carrapito no cima da cabeça. A primeira coisa que fez foi a chamada. Foi quando Karen reparou: o Rui não estava, para além de Valéria. Ela já era um caso normal; era bem possível que esta faltasse durante o resto do dia, mas ele... Karen tinha a certeza que Rui estava preparado para ir às aulas. Será que ela teria dito alguma coisa que o fizesse deixar de ir à escola durante aquele dia?
Abanou a cabeça com força. Ela não se lembrava do que lhe tinham dito, mas lembrava-se da altura em que ele lhe dissera que ela salvara a sua vida.
- Vá lá!, vá lá! - bramiu a professora, batendo com as palmas das mãos. - Comecem a fazer o aquecimento, desenferrujem essas pernas, que é para ver se ganhamos aqui aos "postes de luz" - apontou para os outros alunos, que já se encontravam a correr. Anda lá, dez minutos à volta do campo!
As reclamações não faltaram, principalmente vindas do grupo feminino, mas não tiveram outra forma se não correrem, algumas muito devagar, outras a andar.
Karen também começou a correr, um pouco afastada das outras. As pernas doridas pelo cansaço abrandavam o passo. Quando passava pela relva, ligeiramente molhada pelo orvalho matinal, soube-lhe bem. Relaxava-lhe os músculos.
No fim dos dez minutos (que pareceram durar uma eternidade!) era a altura de definir as posições de campo.
O jogo era divido em duas parte de trinta minutos; o primeiro conjunto (com cerca de nove jogadores em cada equipa) e o segundo com outros nove. Algumas raparigas ficaram de fora (é bem possível que estas refilariam se as escolhessem).
Karen não ia jogar naquela aula por decisão da professora. Ela agradecia-lhe silenciosamente. Na verdade, o seu corpo não ia aguentar muito mais esforço. Até era bem possível que possível que desmaiasse como nos dias anteriores ( já que não tinha jantado no dia anterior e muito menos tomado o pequeno-almoço nesse dia).
No final da primeira parte, o jogo estava bastante desregulado. Os altos e valentões levavam avante por cinco. Os outros ainda não tinham marcado golo algum.
O intervalo só duraria dez minutos. Era altura da primeira equipa descansar e de escolher os jogadores da segunda parte.
Diana (que já jogara) sentou-se perto de Karen com uma garrafa de água na mão, dando pequenos goles entre respirações sofucantes e muito suor.
Karen começou com um pequeno comentário:
- O jogo está a correr mal. Certo?
- Pior do que mal. Eles também podiam parar de crescer. Mal se consegue ver por onde se anda com eles à nossa frente. Vais jogar?
- Não... E também não sei se aguentaria.
- Hum, nem tu, nem ninguém. - deu um enorme golo na água, acabando com o resto da garrafa. Por pouco, não se engasgava e deitava a água toda fora.
- Toma calma.
Diana inspirou antes de continuar. - Não foi nada. Estava apenas aqui a pensar...
- No quê?
- Tem um rapaz da outra turma que não pára de olhar para ti. - apontou para uma zona na relva natural.
Ele estava sozinho no meio daquele parque verdejante. Bebendo água. Olhando-a fixamente.
Aquele cabelo acastanhado escuro; os olhos verde-água.
- Uh, arranjas qualquer um em três tempos! - gozou Diana.
- Não é nada disso! Com certeza ele está é a olhar para ti.
- Não vale a pena dizer o contrário. Eu sei para quem é que ele está a olhar... ó menina...
- Di...!
- Pelo que ouvi ele é novo aqui na escola como tu. E que tem um certo grau de parentesco com o Rui...
- Com o Rui?
- Usam os dois o mesmo apelido e não se podem ver à frente.
- Sabes...eu acho que tu às vezes dás mais corda aos ouvidos. Existe imensa gente nesta escola que tem o mesmo apelido e que não se aguentam, e não são parentes.
- Mas eles são parecidos...
- Sabes, vou acabar com esta conversa antes que alguém se magoe.
- E chama-se João... - Diana não estava a dar ouvidos a Karen. Esta atirou-lhe um olhar furioso. - O que foi?
- Não podes parar de falar deles por um bocadinho? É que os rapazes estão a dar-me a volta ao estômago...
- Okay, okay, eu calo-me. Apenas estava a mostrar-te como te consigo dar a volta.
- Hã?
- Mudaste de tom de voz cada vez que te ignorava. É inteligente, não é? Agora vou tomar banho, mudar de roupa e aturar o professor de Bio. Adeusinho. - levantou-se e começou a andar para o balneário. - Não vens?
- Como assim?
- Duh, a aula acabou!
Ela tinha razão. Todos os outros se estavam a afastar do campo com lentidão (talvez fosse um sinal do cansaço).
Ken, no outro lado do campo, deixara-se ficar. Observava todos os seus colegas afastarem-se para os balneários.
"Foi ela. Tenho a certeza. Ela salvou-o da morte..."
Quero muitos, mas mesmo muitos comentários. Hoje estou bastante desanimada, e quero algo que me anime! Ok, fazem-me esse favor?
P.S - Roupas de Homem 4ever!
| Spoiler: | |
![]() |
http://sm-portugal.coolbb.net/fanfics-gerais-f23/fairy-tales-o-incio-t4901.htm
[email protected] -->Meu MSN, adicionem à vontade!
mais um fantastico capitulo! 
Adoro as descriçoes que fazes dos pensamentos dos personagens, sobretudo os da karen!
Ai a roupa interior! xi, realmente nao deve ser muito comodo um rapaz saber o que é que uma rapariga esta a usar por baixo!
Imagina que o Rui se armava em tarado e lhe dava uma tanguinha!
Lol, ao menos o moço ate é decente, senao metia-a a fazer educaçao fisica com uma camisola pelo umbigo e unas calçoes super minusculos! 
A valeria é mazinha!
E a Diana é chorona! lol, tou a brincar! 
Agora uma coisa que me ta a fazer comichao no nariz! pk é que o Ken/joao se da mal com o Rui/Ethan?
Veremos no proximo capitulo!
bjokas

Adoro as descriçoes que fazes dos pensamentos dos personagens, sobretudo os da karen!
Ai a roupa interior! xi, realmente nao deve ser muito comodo um rapaz saber o que é que uma rapariga esta a usar por baixo!
Imagina que o Rui se armava em tarado e lhe dava uma tanguinha!
Lol, ao menos o moço ate é decente, senao metia-a a fazer educaçao fisica com uma camisola pelo umbigo e unas calçoes super minusculos! 
A valeria é mazinha!
E a Diana é chorona! lol, tou a brincar! 
Agora uma coisa que me ta a fazer comichao no nariz! pk é que o Ken/joao se da mal com o Rui/Ethan?
Veremos no proximo capitulo!

bjokas
as minhas fic's:
-Unidos pelo destino, unidos por todos!
-Angelical
Leiam, vale a pena! e nao se eskeçam de comentar! ^^
-Unidos pelo destino, unidos por todos!
-Angelical
Leiam, vale a pena! e nao se eskeçam de comentar! ^^
Tens de entrar para responderes neste tópico.

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