Duvidas de amor!
anokas2757 escreveu:" ... - Ai Bunny! És mesmo uma desmiolada. – disse Joana com os olhos brilhantes de emoção. – Tens de ter mais calma. Ele ainda só te deu uma rosa, isso não prova nada. Ai ai! Afinal o amor é um prato que se deve servir quente.
- Na verdade a frase correcta é “A vingança é um prato que se serve frio!”. – corrigiu Amy envergonhada. – Mas também não percebo onde se encaixa nesta situação.
- Pois pois! – disse Joana rapidamente. – Mas afinal o que diz esse bilhete? ... "
OMG, tenho que destacar esta parte, tá excelente a forma como descreves-te as acções da Joana, tá mesmo... UAU, ao imaginar a cena na minha cabeça fica altamente, é mesmo a forma da Joana agir, e descreves-te com promenores fantasticos, tás de parabens amiga

Mais um capitulo excelente, eu não sei onde vais buscar essa imaginação mas ui, a tua fanfic tá cada vez mais fixe e romantica

Já sabes o que quero certo? MAIS, QUERO MAIS

Capitulo 14
- Não sei se devo fazer isto! – pensou para si próprio. – E se alguém me vê e chama a policia? Havia de ser giro! Não tinha era graça nenhuma.
Já passavam das onze horas da noite e naquela rua não se via viva alma. Aquele era um dos bairros mais calmos de Tokyo e naquela hora da noite aquela casa estava completamente às escuras. Era uma casa enorme, de primeiro andar e com um grande jardim na frente, onde estava uma frondosa arvore no centro. Gonçalo estava em frente do portão principal, a pensar se devia continuar com o seu plano. Trespassou o portão, e depois de muito dificuldade por causa da hesitação chegou até ao tronco da árvore, transformou-se em Mascarado e começou a trepar a árvore. “Espero que mereça o esforço”, pensou ele, “Não é que ela não mereça, mas a verdade é que estão a faltar-me ideias!”. Chegou ao ramo mais próximo da janela e começou a estudar o local. “Agora compreendo como é que ela consegue sair de casa tão tarde quando há ataques!”, continuou ele com um sorriso nos lábios ao imaginar a namorada a sair apressada pela janela em direcção ao mesmo ramo onde se encontrava ele.
- Luna, achas mesmo que o plano está a resultar? – perguntou Bunny, que no momento estava deitada a conversar com a gata.
- Não sei Bunny! Mas se não estivesse ele não te tinha oferecido aquela rosa com o bilhete.Não achas?
- Deves ter razão! – concordou ela com ar sonhador. - Nunca mais chega a manhã para eu poder vê-lo. Ai Luna! Eu amo tanto o meu Gonçalinho.
TOC,TOC,TOC.
- Luna, é impressão minha ou está mesmo alguém a atirar pedras à minha janela? – perguntou ela agarrada à almofada. – Estou a ficar com tanto medo!
- Se eu fosse a ti ia lá ver! – encorajou Luna, que tinha acabado de descobrir o vulto do Mascarado em cima da arvore.
Então Bunny largou a enorme almofada branca, levantou-se da cama, vestiu o seu novo roupão cor de rosa e dirigiu-se à janela, mas sem a abrir.
- Que estranho, não vejo ninguém, Luna! - disse ela, olhando em direcção ao solo.
- Espreita melhor! A pessoa pode ter dado conta que a descobriste a pode ter-se escondido atrás da arvore. – gozou a gata.
Olhou com mais atenção para o chão, junto à árvore, mas continuou sem encontrar ninguém, foi subindo o seu olhar pelo tronco da árvore, cada vez mais curiosa com o que iria encontrar, até que chegou aos enormes ramos, foi então que o seu olhar alcançou ao vulto do homem e ela não queria acreditar no que estava a ver.
- Luna, diz-me que estou a sonhar?
- Então e queres que o sonho seja bom ou mau? – gozou Luna.
- Deixa-te de brincadeiras, Luna! Eu não estou a sonhar pois não? Ele está mesmo ali a olhar para mim, não está? – perguntou ela abrindo a janela.
- Bunny, já pensaste no pedido que eu fiz no cartão? – perguntou o rapaz aproximando-se mais quando a viu a abrir a janela.
- Não sei do que estás a falar, Mascarado! – disse ela fingindo-se de despercebida.
- Estou a falar de nós, do nosso presente!
- Continuo sem perceber, Mascarado! Eu nem sequer te conheço. – disse ela, agora com uma enorme vontade de rir.
- Por favor, Bunny, perdoa-me! – suplicou o rapaz, ao mesmo tempo que tirava a mascara. – Eu fui um estúpido! Olha, aceita esta rosa e pensa no que te disse, se for preciso gasto todas as minhas rosas até que me perdoes.
- Mentiroso! – gritou-lhe ela no fim de aceitar a rosa.
- Mentiroso? – perguntou Gonçalo confuso. – Tu sabes que te amo mais do que a minha própria vida, Bunny! Eu seria incapaz de te mentir propositadamente.
- És um mentiroso! – repetiu ela. – Tu sabes bem que as tuas rosas não se gastam!
TRAZ
O barulho da janela e a confusão de Gonçalo eram tão grandes que ele se desequilibrou da árvore. “Ai que eu caio!”, pensou ele antes de deixar de sentir o ramo debaixo dos seus pés.
PUM
E caiu no chão frio. Então pensou desanimado: “Gonçalo 1, Bunny 1!”
No quarto, Bunny estava de costas voltadas para a janela, com a rosa na mão, um enorme sorriso nos lábios e os olhos brilhantes.
“Muito bem!”,pensou ela, “Mais uma vez conseguiste, Gonçalo! Por muito que deseje não te consigo resistir! Gonçalo 2, Bunny 0!”
Espero que tenham gostado!
- Não sei se devo fazer isto! – pensou para si próprio. – E se alguém me vê e chama a policia? Havia de ser giro! Não tinha era graça nenhuma.
Já passavam das onze horas da noite e naquela rua não se via viva alma. Aquele era um dos bairros mais calmos de Tokyo e naquela hora da noite aquela casa estava completamente às escuras. Era uma casa enorme, de primeiro andar e com um grande jardim na frente, onde estava uma frondosa arvore no centro. Gonçalo estava em frente do portão principal, a pensar se devia continuar com o seu plano. Trespassou o portão, e depois de muito dificuldade por causa da hesitação chegou até ao tronco da árvore, transformou-se em Mascarado e começou a trepar a árvore. “Espero que mereça o esforço”, pensou ele, “Não é que ela não mereça, mas a verdade é que estão a faltar-me ideias!”. Chegou ao ramo mais próximo da janela e começou a estudar o local. “Agora compreendo como é que ela consegue sair de casa tão tarde quando há ataques!”, continuou ele com um sorriso nos lábios ao imaginar a namorada a sair apressada pela janela em direcção ao mesmo ramo onde se encontrava ele.
- Luna, achas mesmo que o plano está a resultar? – perguntou Bunny, que no momento estava deitada a conversar com a gata.
- Não sei Bunny! Mas se não estivesse ele não te tinha oferecido aquela rosa com o bilhete.Não achas?
- Deves ter razão! – concordou ela com ar sonhador. - Nunca mais chega a manhã para eu poder vê-lo. Ai Luna! Eu amo tanto o meu Gonçalinho.
TOC,TOC,TOC.
- Luna, é impressão minha ou está mesmo alguém a atirar pedras à minha janela? – perguntou ela agarrada à almofada. – Estou a ficar com tanto medo!
- Se eu fosse a ti ia lá ver! – encorajou Luna, que tinha acabado de descobrir o vulto do Mascarado em cima da arvore.
Então Bunny largou a enorme almofada branca, levantou-se da cama, vestiu o seu novo roupão cor de rosa e dirigiu-se à janela, mas sem a abrir.
- Que estranho, não vejo ninguém, Luna! - disse ela, olhando em direcção ao solo.
- Espreita melhor! A pessoa pode ter dado conta que a descobriste a pode ter-se escondido atrás da arvore. – gozou a gata.
Olhou com mais atenção para o chão, junto à árvore, mas continuou sem encontrar ninguém, foi subindo o seu olhar pelo tronco da árvore, cada vez mais curiosa com o que iria encontrar, até que chegou aos enormes ramos, foi então que o seu olhar alcançou ao vulto do homem e ela não queria acreditar no que estava a ver.
- Luna, diz-me que estou a sonhar?
- Então e queres que o sonho seja bom ou mau? – gozou Luna.
- Deixa-te de brincadeiras, Luna! Eu não estou a sonhar pois não? Ele está mesmo ali a olhar para mim, não está? – perguntou ela abrindo a janela.
- Bunny, já pensaste no pedido que eu fiz no cartão? – perguntou o rapaz aproximando-se mais quando a viu a abrir a janela.
- Não sei do que estás a falar, Mascarado! – disse ela fingindo-se de despercebida.
- Estou a falar de nós, do nosso presente!
- Continuo sem perceber, Mascarado! Eu nem sequer te conheço. – disse ela, agora com uma enorme vontade de rir.
- Por favor, Bunny, perdoa-me! – suplicou o rapaz, ao mesmo tempo que tirava a mascara. – Eu fui um estúpido! Olha, aceita esta rosa e pensa no que te disse, se for preciso gasto todas as minhas rosas até que me perdoes.
- Mentiroso! – gritou-lhe ela no fim de aceitar a rosa.
- Mentiroso? – perguntou Gonçalo confuso. – Tu sabes que te amo mais do que a minha própria vida, Bunny! Eu seria incapaz de te mentir propositadamente.
- És um mentiroso! – repetiu ela. – Tu sabes bem que as tuas rosas não se gastam!
TRAZ
O barulho da janela e a confusão de Gonçalo eram tão grandes que ele se desequilibrou da árvore. “Ai que eu caio!”, pensou ele antes de deixar de sentir o ramo debaixo dos seus pés.
PUM
E caiu no chão frio. Então pensou desanimado: “Gonçalo 1, Bunny 1!”
No quarto, Bunny estava de costas voltadas para a janela, com a rosa na mão, um enorme sorriso nos lábios e os olhos brilhantes.
“Muito bem!”,pensou ela, “Mais uma vez conseguiste, Gonçalo! Por muito que deseje não te consigo resistir! Gonçalo 2, Bunny 0!”
Espero que tenham gostado!

Chegou finalmente---> Viagem ao futuro:Capitulo 1
Forum Evangelion
http://evangelion-pt.ativoforum.com/portal.htm
LOL, que cena, não posso lol 
Muito bom, nota 10 mesmo
Agora só o proximo capitulo nos dirá o resultado
Será que gonçalo vai parar ao hospital com a cabeça partida?
Será que ele se vai levantar todo energético (tipo á anime), salta novamente para a arvore, da arvore para a janela agarra em Bunny e beija-a?
Só o priximo capitulo nos dirá, por isso não o percam porque nós tambem não

Muito bom, nota 10 mesmo

Agora só o proximo capitulo nos dirá o resultado

Será que gonçalo vai parar ao hospital com a cabeça partida?
Será que ele se vai levantar todo energético (tipo á anime), salta novamente para a arvore, da arvore para a janela agarra em Bunny e beija-a?
Só o priximo capitulo nos dirá, por isso não o percam porque nós tambem não

Tens de entrar para responderes neste tópico.






*sailor s pensa alto, referindo-se à queda do gonçalo* tadinho do gonçalito......
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