Desgostos do Coração
Mais uma vez, não queria fazer double-post, mas tem que ser para saberem que já tenho mais um capítulo feito. 
Bem, eu acho que este capítulo ficou um bocado confuso e esquisito, mas pronto, cá vai.
Espero que gostem.
Capítulo 9 – Dia de desgostos. Parte 1
Luna não havia percebido o porquê de Bunny lhe perguntar se era possível o futuro mudar, mas mesmo assim respondeu à pergunta da sua amiga, dizendo que tudo é possível e logo de seguida, perguntou-lhe o porquê dessa pergunta. Mas Bunny não lhe respondeu e virou o olhar para a janela.
-Sabes, é que o Seiya disse que o Gonçalo acabou comigo porque eu estou a ter um sentimento por alguém… - Começou a Bunny a falar, um pouco receosa. – Mas que tipo de sentimento é esse? E por quem?
Depois de acabar de falar, ela não aguentou e desatou a chorar, era de mais para ela, estar longe da pessoa que que sempre a protegeu e lhe dizerem que ela estava a ter um tipo de sentimentos por outra pessoa, que nem ela sabia. Luna ficou ainda mais preocupada com Bunny, a única coisa que disse foi que tudo irá acontecer como tem que ser. Bunny acabou por adormecer em cima dos cobertores. A Luna decidiu deixá-la ficar assim, ela estava confusa e um bocado de descanso fazia-lhe bem.
Uns minutos depois, Luna quis esclarecer o que se estava a passar. Como era normal, as raparigas estavam todas reunidas no templo e então ela também foi lá ter. Para seu espanto, quando lá chegou, também estavam lá Seiya, Taiki e Yaten. Ela disse que queria falar apenas com as guerreiras, mas Maria respondeu logo que eles também sabiam o que se passava. Depois de terem contado tudo a Luna, ela pediu para falar a sós com o Seiya e todos ficaram a olhar para a gata. Ele percebeu o porquê dela querer conversar e então levantou-se e foram os dois para fora do templo.
No quarto da Bunny…
Ela parecia estar a desesperar, estava a sonhar com algo que a perturbava bastante. O que ela via era a destruição, parecia ser Cristal Tóquio. Era uma vista horrível, ela não queria acreditar no que estava a ver. Até que certo momento, sente um aperto no peito e lembrou-se de procurar a sua filha. Ela correu até ao palácio, e quando lá chega, vê o que já tinha visto, tudo destruído. Aquilo era um pesadelo, não podia ser a realidade, até que ela acorda sobressaltada, gritando o nome:
-CHIBIUSA!!
A Bunny estava em pânico, não sabia o que fazer nem pensar. Apenas se lembrava do sonho que teve e desejava que aquilo não fosse acontecer. Ela sempre sonhou no dia em que Cristal Tóquio se fosse erguer e também de ter aquela linda menina nos seus braços. Ela não queria acreditar no que viu. Aquilo era mau de mais, era o terror...
Enquanto Bunny andava perdida nos seus pensamentos, a conversa entre Luna e Seiya ainda estava para começar. Foi então que Luna pediu para ele lhe contar tudo, mas sem ocultar nada. Seiya iniciou a conversa perguntando sobre o que Luna queria saber ao certo, ela respondeu-lhe que queria saber o que era isso dos sentimentos que Bunny estava a sentir, que tipo de sentimentos são e por quem. Ele sorriu e disse que a Bunny era muito especial para ele, e que ele ia cumprir a promessa que fez a Gonçalo. A gata, ainda meio confusa, voltou a perguntar o mesmo, e ele lá começou por explicar ao certo o que era o significado dos sentimentos.
-O Gonçalo inventou sim que gostava de outra pessoa para poder ir investigar o que se passava e aproveitar para estudar. Mas ele também me contou outra coisa, algo sobre o futuro, e pediu-me para não contar nada a ninguém, porque como já sabes, as pessoas não costumam saber o seu futuro. – Luna estava atenta a tudo que Seiya lhe contava, e confirmava tudo com a cabeça. – Ele quis ir sozinho porque sabia que ia ser perigoso. Mas queres saber que sentimentos é que a Bunny está a sentir não é? Pois bem… Sabes que e gosto muito dela não sabes? E o sentimento que ela sente, é o mesmo que eu sinto por ela. – Seiya estava a explicar tudo com calma, para que Luna percebesse. – É amor Luna…
-Então era por isso que a Bunnyzinha ficava mais alegre quando te via, e o Gonçalo não lhe dava muita atenção porque estava preocupado com o inimigo? – Perguntou Luna para ter a certeza de que era isso.
-Sim… - Respondeu Seiya. – Ele pediu-me para eu não contar a ninguém, apenas tentar fazer com que ela perceba isso, mas com calma. Eu estou muito preocupado tanto com ela, como com ele… Já faz muito tempo que ele não dá notícias… E não sei se deva contar isto à Bunny…
Seiya é interrompido pelo som do seu telemóvel, quando foi ver quem era, no ecrã dizia “Bunny”. Ele olhou para Luna e atendeu. Ouviu-a com muita atenção e disse-lhe que já ia ter com ela. Depois de desligar, olhou novamente para a gata e foram os dois ter com a Bunny, sem avisar ninguém. Pouco tempo depois, Joana e Yaten foram ver porque é que Seiya estava a demorar muito a conversar com Luna, e quando chegam lá fora, não vêem ninguém e ficam muito preocupados. Já estavam voltar para dentro do templo, quando são surpreendidos por uma rapariga esbelta, cabelos castanhos-escuros pelos ombros e olhos cor de avelã. Esta ignora que Joana estava presente, agarra Yaten pelo pescoço e espeta-lhe um beijo. Joana fica apavorada e cheia de raiva ao ver aquilo, sem se controlar, puxa a rapariga para trás e dá-lhe um grande estalo mandando-a embora, mas antes de ela se ir embora disse que voltava. E logo de seguida dá outro a Yaten por ele não ter sequer resistido àquela rapariga. Depois disto, ela foi-se embora, a correr, para Yaten não a conseguir alcançar, mas enquanto ela se virava de costas para ele, notou-se que dos olhos dela saiam lágrimas.
Yaten foi então sozinho para dentro do templo, com a mão na sua face, do lado em que Joana lhe bateu, estava bem vermelho. Ao entrar no templo, Rita perguntou o que se tinha passado, porque ouviram a Joana aos berros. Ele ainda um bocado confuso com o que tinha acontecido disse que quando eles foram ver se o Seiya demorava muito, apareceu uma miúda qualquer e que o agarra mesmo à frente da Joana, e depois disso, que Joana lhe tinha dado um grande estalo e que foi embora a correr. Todos ficaram abismados com o que ele disse, não sabiam o que pensar, se pensavam onde Seiya tinha ido ou na rapariga que apareceu do nada.
A Ami decidiu ir procurar a Joana, e como tal, Taiki foi com ela. As outras ficaram a pensar onde teria ido Seiya, não se lembraram de lhe ligar para saberem. Joana corria sem saber por onde andava, não se importava com isso, só queria estar longe da pessoa que a fez sofrer. Quando levantou o olhar, viu que estava num parque com um grande escorrega e baloiços. Joana sentiu que tinha errado, que não devia ter reagido daquela maneira. Sentou-se num dos baloiços que se “mexiam” ao sabor do vento e fitou o céu e pensar em como a sua vida tinha mudado.
Já Seiya e Luna estavam a chegar a casa da Bunny. Depois de lá terem chegado, foi a mãe dela que lhes abriu a porta, e tinha cara de preocupada. Eles foram até ao quarto de Bunny, e quando lá chegaram ficaram surpresos, ela não estava lá. Mas Luna lembra-se de um sítio onde ela poderia estar, e estava certa. A Bunny encontrava-se no quarto da Chibiusa, ela estava sentada na cama, agarrada à foto dela. Chorava, mas não era aquele choro de quando ela tinha as suas birras, mas sim de medo e preocupação. Eles não sabiam o que dizer nem fazer, mas Bunny quebrou logo aquele silêncio que pairava no ar.
-Seiya… Diz-me por favor o que é que eu estou a sentir? – Pediu ela, ainda com o olhar preso na fotografia.
=======
Capítulo Reescrito!!

Bem, eu acho que este capítulo ficou um bocado confuso e esquisito, mas pronto, cá vai.
Espero que gostem.

Capítulo 9 – Dia de desgostos. Parte 1
Luna não havia percebido o porquê de Bunny lhe perguntar se era possível o futuro mudar, mas mesmo assim respondeu à pergunta da sua amiga, dizendo que tudo é possível e logo de seguida, perguntou-lhe o porquê dessa pergunta. Mas Bunny não lhe respondeu e virou o olhar para a janela.
-Sabes, é que o Seiya disse que o Gonçalo acabou comigo porque eu estou a ter um sentimento por alguém… - Começou a Bunny a falar, um pouco receosa. – Mas que tipo de sentimento é esse? E por quem?
Depois de acabar de falar, ela não aguentou e desatou a chorar, era de mais para ela, estar longe da pessoa que que sempre a protegeu e lhe dizerem que ela estava a ter um tipo de sentimentos por outra pessoa, que nem ela sabia. Luna ficou ainda mais preocupada com Bunny, a única coisa que disse foi que tudo irá acontecer como tem que ser. Bunny acabou por adormecer em cima dos cobertores. A Luna decidiu deixá-la ficar assim, ela estava confusa e um bocado de descanso fazia-lhe bem.
Uns minutos depois, Luna quis esclarecer o que se estava a passar. Como era normal, as raparigas estavam todas reunidas no templo e então ela também foi lá ter. Para seu espanto, quando lá chegou, também estavam lá Seiya, Taiki e Yaten. Ela disse que queria falar apenas com as guerreiras, mas Maria respondeu logo que eles também sabiam o que se passava. Depois de terem contado tudo a Luna, ela pediu para falar a sós com o Seiya e todos ficaram a olhar para a gata. Ele percebeu o porquê dela querer conversar e então levantou-se e foram os dois para fora do templo.
No quarto da Bunny…
Ela parecia estar a desesperar, estava a sonhar com algo que a perturbava bastante. O que ela via era a destruição, parecia ser Cristal Tóquio. Era uma vista horrível, ela não queria acreditar no que estava a ver. Até que certo momento, sente um aperto no peito e lembrou-se de procurar a sua filha. Ela correu até ao palácio, e quando lá chega, vê o que já tinha visto, tudo destruído. Aquilo era um pesadelo, não podia ser a realidade, até que ela acorda sobressaltada, gritando o nome:
-CHIBIUSA!!
A Bunny estava em pânico, não sabia o que fazer nem pensar. Apenas se lembrava do sonho que teve e desejava que aquilo não fosse acontecer. Ela sempre sonhou no dia em que Cristal Tóquio se fosse erguer e também de ter aquela linda menina nos seus braços. Ela não queria acreditar no que viu. Aquilo era mau de mais, era o terror...
Enquanto Bunny andava perdida nos seus pensamentos, a conversa entre Luna e Seiya ainda estava para começar. Foi então que Luna pediu para ele lhe contar tudo, mas sem ocultar nada. Seiya iniciou a conversa perguntando sobre o que Luna queria saber ao certo, ela respondeu-lhe que queria saber o que era isso dos sentimentos que Bunny estava a sentir, que tipo de sentimentos são e por quem. Ele sorriu e disse que a Bunny era muito especial para ele, e que ele ia cumprir a promessa que fez a Gonçalo. A gata, ainda meio confusa, voltou a perguntar o mesmo, e ele lá começou por explicar ao certo o que era o significado dos sentimentos.
-O Gonçalo inventou sim que gostava de outra pessoa para poder ir investigar o que se passava e aproveitar para estudar. Mas ele também me contou outra coisa, algo sobre o futuro, e pediu-me para não contar nada a ninguém, porque como já sabes, as pessoas não costumam saber o seu futuro. – Luna estava atenta a tudo que Seiya lhe contava, e confirmava tudo com a cabeça. – Ele quis ir sozinho porque sabia que ia ser perigoso. Mas queres saber que sentimentos é que a Bunny está a sentir não é? Pois bem… Sabes que e gosto muito dela não sabes? E o sentimento que ela sente, é o mesmo que eu sinto por ela. – Seiya estava a explicar tudo com calma, para que Luna percebesse. – É amor Luna…
-Então era por isso que a Bunnyzinha ficava mais alegre quando te via, e o Gonçalo não lhe dava muita atenção porque estava preocupado com o inimigo? – Perguntou Luna para ter a certeza de que era isso.
-Sim… - Respondeu Seiya. – Ele pediu-me para eu não contar a ninguém, apenas tentar fazer com que ela perceba isso, mas com calma. Eu estou muito preocupado tanto com ela, como com ele… Já faz muito tempo que ele não dá notícias… E não sei se deva contar isto à Bunny…
Seiya é interrompido pelo som do seu telemóvel, quando foi ver quem era, no ecrã dizia “Bunny”. Ele olhou para Luna e atendeu. Ouviu-a com muita atenção e disse-lhe que já ia ter com ela. Depois de desligar, olhou novamente para a gata e foram os dois ter com a Bunny, sem avisar ninguém. Pouco tempo depois, Joana e Yaten foram ver porque é que Seiya estava a demorar muito a conversar com Luna, e quando chegam lá fora, não vêem ninguém e ficam muito preocupados. Já estavam voltar para dentro do templo, quando são surpreendidos por uma rapariga esbelta, cabelos castanhos-escuros pelos ombros e olhos cor de avelã. Esta ignora que Joana estava presente, agarra Yaten pelo pescoço e espeta-lhe um beijo. Joana fica apavorada e cheia de raiva ao ver aquilo, sem se controlar, puxa a rapariga para trás e dá-lhe um grande estalo mandando-a embora, mas antes de ela se ir embora disse que voltava. E logo de seguida dá outro a Yaten por ele não ter sequer resistido àquela rapariga. Depois disto, ela foi-se embora, a correr, para Yaten não a conseguir alcançar, mas enquanto ela se virava de costas para ele, notou-se que dos olhos dela saiam lágrimas.
Yaten foi então sozinho para dentro do templo, com a mão na sua face, do lado em que Joana lhe bateu, estava bem vermelho. Ao entrar no templo, Rita perguntou o que se tinha passado, porque ouviram a Joana aos berros. Ele ainda um bocado confuso com o que tinha acontecido disse que quando eles foram ver se o Seiya demorava muito, apareceu uma miúda qualquer e que o agarra mesmo à frente da Joana, e depois disso, que Joana lhe tinha dado um grande estalo e que foi embora a correr. Todos ficaram abismados com o que ele disse, não sabiam o que pensar, se pensavam onde Seiya tinha ido ou na rapariga que apareceu do nada.
A Ami decidiu ir procurar a Joana, e como tal, Taiki foi com ela. As outras ficaram a pensar onde teria ido Seiya, não se lembraram de lhe ligar para saberem. Joana corria sem saber por onde andava, não se importava com isso, só queria estar longe da pessoa que a fez sofrer. Quando levantou o olhar, viu que estava num parque com um grande escorrega e baloiços. Joana sentiu que tinha errado, que não devia ter reagido daquela maneira. Sentou-se num dos baloiços que se “mexiam” ao sabor do vento e fitou o céu e pensar em como a sua vida tinha mudado.
Já Seiya e Luna estavam a chegar a casa da Bunny. Depois de lá terem chegado, foi a mãe dela que lhes abriu a porta, e tinha cara de preocupada. Eles foram até ao quarto de Bunny, e quando lá chegaram ficaram surpresos, ela não estava lá. Mas Luna lembra-se de um sítio onde ela poderia estar, e estava certa. A Bunny encontrava-se no quarto da Chibiusa, ela estava sentada na cama, agarrada à foto dela. Chorava, mas não era aquele choro de quando ela tinha as suas birras, mas sim de medo e preocupação. Eles não sabiam o que dizer nem fazer, mas Bunny quebrou logo aquele silêncio que pairava no ar.
-Seiya… Diz-me por favor o que é que eu estou a sentir? – Pediu ela, ainda com o olhar preso na fotografia.
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Capítulo Reescrito!!


Fixeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee
Iupiiiiii vou ter mais uma fanfic para ler iupiiiiii
OBRIGADA TITINHA POR CONTINUARES A ESCREVER UMA DAS MINHAS AMADAS FANFICS....
AGORA SE QUIZERES UM ISPIRAÇÃO NÃO HESITES E PERGUNTA...
já li outra vez o capitulo e tá muito melhor! parabéns
Iupiiiiii vou ter mais uma fanfic para ler iupiiiiii
OBRIGADA TITINHA POR CONTINUARES A ESCREVER UMA DAS MINHAS AMADAS FANFICS....

AGORA SE QUIZERES UM ISPIRAÇÃO NÃO HESITES E PERGUNTA...
já li outra vez o capitulo e tá muito melhor! parabéns

'Há dois anos nesta comunidade fantástica' *-*
Já acabei de ler. :3
Tu escreves bem, apesar desse "problema" de baralhares um pouco as coisas, mas percebe-se e não há erros. Dou-te uma dica: em vez de descreveres o que eles disseram, porque é que não colocas diálogos e o que as personagens estão a sentir?
Por exemplo: "- Olá, Seiya! - Saudou Bunny, acenando-lhe com um enorme sorriso rasgado no rosto. Ele corou ao vê-la. Estava tão bonita... Aliás, ela estava sempre tão bonita, não havia como negar a sua beleza. - O que foi? Um dia tens de me explicar porque é que ficas tão corado. - Perante aquele resposta, Seiya só lhe apetecia fugir. Taiki e Yaten riram-se dele, argumentando "És mesmo idiota, Seiya".
Não sei se me percebeste. .__.
Mas em relação à tua história, está muito boa. Nem me acredito que a Beryl está de volta! >.<
Fico à espera de mais! ^-^ E, se precisares de alguma ajuda em relação ao texto, podes mandar-me MP que eu ajudo. :]
Beijinhos. *
Tu escreves bem, apesar desse "problema" de baralhares um pouco as coisas, mas percebe-se e não há erros. Dou-te uma dica: em vez de descreveres o que eles disseram, porque é que não colocas diálogos e o que as personagens estão a sentir?
Por exemplo: "- Olá, Seiya! - Saudou Bunny, acenando-lhe com um enorme sorriso rasgado no rosto. Ele corou ao vê-la. Estava tão bonita... Aliás, ela estava sempre tão bonita, não havia como negar a sua beleza. - O que foi? Um dia tens de me explicar porque é que ficas tão corado. - Perante aquele resposta, Seiya só lhe apetecia fugir. Taiki e Yaten riram-se dele, argumentando "És mesmo idiota, Seiya".
Não sei se me percebeste. .__.
Mas em relação à tua história, está muito boa. Nem me acredito que a Beryl está de volta! >.<
Fico à espera de mais! ^-^ E, se precisares de alguma ajuda em relação ao texto, podes mandar-me MP que eu ajudo. :]
Beijinhos. *
Muito obrigada Bri, vou ter isso em conta!
É sempre bom ter opiniões de quem lê. E sim, claro que percebi o que disses-te.
A Beryl ainda vai fazer das suas, ou melhor, já começou.
Edit: Aqui vai a 2ª parte do capítulo 9. Espero que gostem!
Acho que está um pouco pequeno, mas queria parar por ali e pronto. Agora vou pensar no irá acontecer a seguir!
Capítulo 9 – Dia de desgostos. Parte 2
O Seiya olhou para Luna depois de Bunny lhe ter pedido para ele lhe dizer aquilo. Ela não estava bem, algo se tinha passado. Ele, com muito cuidado, foi se aproximando dela, quando já estava a poucos centímetros de distância da rapariga, ela abraçou-o com muita força e começou a chorar. Seiya apercebeu-se do estado dela, e com muita calma, agarrou-lhe a cara com as mãos para a poder olhar nos olhos. Limpou-lhe as lágrimas com as costas da mão sem nunca desviar o olhar. Ele não queria acabar com aquele momento, mas tinha que saber o que se passava com ela.
-Bunny, eu ainda não te posso responder a isso… - Disse Seiya terminando com aquele olhar. – Desculpa… - Depois olhou para Luna e lembrou-se de lhe perguntar o que tinha acontecido. – Agora diz-me, o que se passou para estares assim?
Ela voltou o seu olhar para a foto novamente, foi aí que a gata percebeu que algo de muito mau estava para acontecer. A Bunny contou-lhes o sonho que teve. Aquilo só podia ser um aviso. Seiya voltou a olhar para Bunny e deu-lhe um beijo suave na testa para a tentar acalmar.
-Eu agora tenho que ir embora Bun… Já se faz tarde. – Seiya já estava a caminho da porta do quarto, mas é travado por Bunny que lhe agarrou o braço.
-Não! Por favor… Fica comigo! – Nos olhos dela apenas se via tristeza, Seiya ficou admirado com a reacção dela. Ele queria ficar com ela, mas não sabia se era o melhor. Voltou-se para a Bunny e pegou nas suas mãos.
-É melhor não, precisas de descansar… - Ele não queria dizer aquelas palavras, mas sabia que se ficasse ali, que não ia aguentar e que acabava por lhe dizer o que sente. Bunny não suportou o que ele disse e num tom mais elevado proferiu:
-Eu não quero ficar sozinha! Eu preciso de ti! Comigo! – Ela estava a fazer tudo o que podia para não voltar a chorar. Seiya ao ouvir o que Bunny disse e ao ver o seu desespero, ficou contente e preocupado ao mesmo tempo. Não tardou em abraça-la com todas as suas forças. “Eu sempre estarei contigo…” Pensou ele, com uma enorme vontade de lhe dizer o que pensava.
Seiya decidiu ficar pelo menos até ela adormecer, mas quem tinha adormecido primeiro foi ele. Bunny já se sentia melhor, sentia-se protegida com Seiya ao seu lado. Como ele tinha adormecido numa cadeira, ela foi pedir ajuda ao seu pai para o levar para a cama dela. O pai de Bunny fez uma cara de quem não gostava da ideia. Mas ela disse que ia dormir para o quarto de Chibiusa, deixando o pai mais descansado.
Ami e Taiki ainda procuravam Joana. A noite já ia longa e não havia sinais dela. A Joana ainda estava naquele parque, ela observava as estrelas e pensava em Yaten e em como tinha sido injusta com ele. De repente, aparece-lhe um vulto à sua frente que ela reconhece.
-Que é que queres? – Perguntou a Joana ao mesmo tempo que se levantou do baloiço. Ela olhava para aquela pessoa de alto a baixo. – Responde! – Exclamou ela já metendo a mão ao bolso para tirar a sua caneta de transformação.
-Tem calma Navegante de Vénus, não precisas de te transformar. – Disse a pessoa que se encontrava à frente de Joana. Esta não queria acreditar no que tinha ouvido, como é que ela sabia que ela era uma Navegante? – Eu só te venho dar um aviso. – Aquela pessoa ia se aproximando de Joana e quando chegou perto dela sussurrou-lhe ao ouvido. – O teu queridinho vai ser meu! – Após tais palavras, Joana ficou sem saber o que pensar. Aquela rapariga que agarrou o Yaten sabia quem ela era, algo de muito estranho se passava ali.
Quando Joana voltou a si, olhou para todos os lados, mas ela já não se estava no parque. Pouco tempo depois, Ami e Taiki encontraram a Joana, e sem mais demoras levaram-na para casa sem lhe perguntarem o que quer que fosse, deixando o silêncio predominar durante todo o caminho.
Já era de manhã, e um novo dia de aulas ia começar. Bunny tinha acordado um bocado mais cedo para ir tomar um banho. Ela já se sentia melhor, mas mesmo assim, desejava que o que tinha sonhado não fosse acontecer. Quando ela sai do banho tem apenas uma toalha enrolada a ela e o cabelo solto. Ela tinha que ir ao seu quarto para ir buscar as suas roupas, mas o Seiya estava lá. “Ele ainda deve estar a dormir, por isso penso que não há problema.” Pensou ela ao mesmo tempo que abria a porta do quarto com muita calma para não o acordar. Por azar dela, quando estava a fechar uma gaveta de onde tinha tirado a sua roupa interior, fez barulho a mais e acordou Seiya. Ele ainda com cara de sono olhou para ela, depois de perceber que era a Bunny que lá estava, esfregou o olhos e voltou a olhar para ela. Começou a admirar o seu corpo, mesmo estando tapado com a toalha, era impossível não reparar. E depois olhou para o seu cabelo, era a primeira vez que a via com o cabelo solto. Num acto incontrolável, ele levantou-se e foi ter com ela. Afastou os fios de cabelo que teimavam em esconder os olhos lindos daquela rapariga e fitou-a.
Ambos olhavam-se intensamente. Estavam cada vez mais próximos. A Bunny, sem querer, largou as roupas que tinha nas mãos e, num impulso, colocou-as nos ombros de Seiya. Os seus lábios estavam a poucos centímetros de distância, o olhar mantinha-se. E quando eles dão por si, já tinham os seus lábios colados, num beijo suave e doce. Bunny queria continuar com aquele momento, mas estava confusa, e como tinha as suas mãos nos ombros de Seiya, aproveitou isso para o empurrar e travar aquele momento.
-Desculpa… - Foi a única coisa que ela conseguiu dizer depois de se conseguir afastar dele e ganhar um pouco de fôlego. Ela tentava arranjar uma desculpa para ter acabado com aquele beijo. – Tenho que me ir vestir senão chego atrasada à escola. – Ela olhou para o relógio do quarto, foi a única coisa que lhe veio à cabeça para poder sair dali. Seiya continuava sem saber o que dizer, apenas se lembrava do que tinha acabado de acontecer.
Num outra dimensão, estava Beryl no seu trono. Aquele espaço não passava de uma sala onde a escuridão reinava. Não havia nem um feixe de luz naquele local. Uma pessoa aparece instantaneamente à frente da rainha e faz-lhe uma vénia.
-Rainha Beryl, agradeço por me ter recrutado. – Saudou ela sem nunca tirar o olhar do chão. – Já comecei a fazer o que me pediu. Uma das Navegantes está a ficar desorientada e depois será bem fácil de acabar com ela, e ao mesmo tempo estou a recolher energia de um rapazinho.
-Muito bem Natallie. – Respondeu Beryl com um sorriso maléfico no rosto. – Vejo que estás a ser prestável. Mas aviso já que se falhares na missão, vais sofrer as consequências. – Proferiu ela apontando o seu ceptro contra uma rapariga de cabelos castanhos-escuros.
É sempre bom ter opiniões de quem lê. E sim, claro que percebi o que disses-te.
A Beryl ainda vai fazer das suas, ou melhor, já começou.

Edit: Aqui vai a 2ª parte do capítulo 9. Espero que gostem!
Acho que está um pouco pequeno, mas queria parar por ali e pronto. Agora vou pensar no irá acontecer a seguir!
Capítulo 9 – Dia de desgostos. Parte 2
O Seiya olhou para Luna depois de Bunny lhe ter pedido para ele lhe dizer aquilo. Ela não estava bem, algo se tinha passado. Ele, com muito cuidado, foi se aproximando dela, quando já estava a poucos centímetros de distância da rapariga, ela abraçou-o com muita força e começou a chorar. Seiya apercebeu-se do estado dela, e com muita calma, agarrou-lhe a cara com as mãos para a poder olhar nos olhos. Limpou-lhe as lágrimas com as costas da mão sem nunca desviar o olhar. Ele não queria acabar com aquele momento, mas tinha que saber o que se passava com ela.
-Bunny, eu ainda não te posso responder a isso… - Disse Seiya terminando com aquele olhar. – Desculpa… - Depois olhou para Luna e lembrou-se de lhe perguntar o que tinha acontecido. – Agora diz-me, o que se passou para estares assim?
Ela voltou o seu olhar para a foto novamente, foi aí que a gata percebeu que algo de muito mau estava para acontecer. A Bunny contou-lhes o sonho que teve. Aquilo só podia ser um aviso. Seiya voltou a olhar para Bunny e deu-lhe um beijo suave na testa para a tentar acalmar.
-Eu agora tenho que ir embora Bun… Já se faz tarde. – Seiya já estava a caminho da porta do quarto, mas é travado por Bunny que lhe agarrou o braço.
-Não! Por favor… Fica comigo! – Nos olhos dela apenas se via tristeza, Seiya ficou admirado com a reacção dela. Ele queria ficar com ela, mas não sabia se era o melhor. Voltou-se para a Bunny e pegou nas suas mãos.
-É melhor não, precisas de descansar… - Ele não queria dizer aquelas palavras, mas sabia que se ficasse ali, que não ia aguentar e que acabava por lhe dizer o que sente. Bunny não suportou o que ele disse e num tom mais elevado proferiu:
-Eu não quero ficar sozinha! Eu preciso de ti! Comigo! – Ela estava a fazer tudo o que podia para não voltar a chorar. Seiya ao ouvir o que Bunny disse e ao ver o seu desespero, ficou contente e preocupado ao mesmo tempo. Não tardou em abraça-la com todas as suas forças. “Eu sempre estarei contigo…” Pensou ele, com uma enorme vontade de lhe dizer o que pensava.
Seiya decidiu ficar pelo menos até ela adormecer, mas quem tinha adormecido primeiro foi ele. Bunny já se sentia melhor, sentia-se protegida com Seiya ao seu lado. Como ele tinha adormecido numa cadeira, ela foi pedir ajuda ao seu pai para o levar para a cama dela. O pai de Bunny fez uma cara de quem não gostava da ideia. Mas ela disse que ia dormir para o quarto de Chibiusa, deixando o pai mais descansado.
Ami e Taiki ainda procuravam Joana. A noite já ia longa e não havia sinais dela. A Joana ainda estava naquele parque, ela observava as estrelas e pensava em Yaten e em como tinha sido injusta com ele. De repente, aparece-lhe um vulto à sua frente que ela reconhece.
-Que é que queres? – Perguntou a Joana ao mesmo tempo que se levantou do baloiço. Ela olhava para aquela pessoa de alto a baixo. – Responde! – Exclamou ela já metendo a mão ao bolso para tirar a sua caneta de transformação.
-Tem calma Navegante de Vénus, não precisas de te transformar. – Disse a pessoa que se encontrava à frente de Joana. Esta não queria acreditar no que tinha ouvido, como é que ela sabia que ela era uma Navegante? – Eu só te venho dar um aviso. – Aquela pessoa ia se aproximando de Joana e quando chegou perto dela sussurrou-lhe ao ouvido. – O teu queridinho vai ser meu! – Após tais palavras, Joana ficou sem saber o que pensar. Aquela rapariga que agarrou o Yaten sabia quem ela era, algo de muito estranho se passava ali.
Quando Joana voltou a si, olhou para todos os lados, mas ela já não se estava no parque. Pouco tempo depois, Ami e Taiki encontraram a Joana, e sem mais demoras levaram-na para casa sem lhe perguntarem o que quer que fosse, deixando o silêncio predominar durante todo o caminho.
Já era de manhã, e um novo dia de aulas ia começar. Bunny tinha acordado um bocado mais cedo para ir tomar um banho. Ela já se sentia melhor, mas mesmo assim, desejava que o que tinha sonhado não fosse acontecer. Quando ela sai do banho tem apenas uma toalha enrolada a ela e o cabelo solto. Ela tinha que ir ao seu quarto para ir buscar as suas roupas, mas o Seiya estava lá. “Ele ainda deve estar a dormir, por isso penso que não há problema.” Pensou ela ao mesmo tempo que abria a porta do quarto com muita calma para não o acordar. Por azar dela, quando estava a fechar uma gaveta de onde tinha tirado a sua roupa interior, fez barulho a mais e acordou Seiya. Ele ainda com cara de sono olhou para ela, depois de perceber que era a Bunny que lá estava, esfregou o olhos e voltou a olhar para ela. Começou a admirar o seu corpo, mesmo estando tapado com a toalha, era impossível não reparar. E depois olhou para o seu cabelo, era a primeira vez que a via com o cabelo solto. Num acto incontrolável, ele levantou-se e foi ter com ela. Afastou os fios de cabelo que teimavam em esconder os olhos lindos daquela rapariga e fitou-a.
Ambos olhavam-se intensamente. Estavam cada vez mais próximos. A Bunny, sem querer, largou as roupas que tinha nas mãos e, num impulso, colocou-as nos ombros de Seiya. Os seus lábios estavam a poucos centímetros de distância, o olhar mantinha-se. E quando eles dão por si, já tinham os seus lábios colados, num beijo suave e doce. Bunny queria continuar com aquele momento, mas estava confusa, e como tinha as suas mãos nos ombros de Seiya, aproveitou isso para o empurrar e travar aquele momento.
-Desculpa… - Foi a única coisa que ela conseguiu dizer depois de se conseguir afastar dele e ganhar um pouco de fôlego. Ela tentava arranjar uma desculpa para ter acabado com aquele beijo. – Tenho que me ir vestir senão chego atrasada à escola. – Ela olhou para o relógio do quarto, foi a única coisa que lhe veio à cabeça para poder sair dali. Seiya continuava sem saber o que dizer, apenas se lembrava do que tinha acabado de acontecer.
Num outra dimensão, estava Beryl no seu trono. Aquele espaço não passava de uma sala onde a escuridão reinava. Não havia nem um feixe de luz naquele local. Uma pessoa aparece instantaneamente à frente da rainha e faz-lhe uma vénia.
-Rainha Beryl, agradeço por me ter recrutado. – Saudou ela sem nunca tirar o olhar do chão. – Já comecei a fazer o que me pediu. Uma das Navegantes está a ficar desorientada e depois será bem fácil de acabar com ela, e ao mesmo tempo estou a recolher energia de um rapazinho.
-Muito bem Natallie. – Respondeu Beryl com um sorriso maléfico no rosto. – Vejo que estás a ser prestável. Mas aviso já que se falhares na missão, vais sofrer as consequências. – Proferiu ela apontando o seu ceptro contra uma rapariga de cabelos castanhos-escuros.

Ai que infelicidade! Ninguém cá veio. 
Bem... Como sempre, não queria fazer double-post, mas se não o fizer, ninguém sabe da existência do novo capítulo.
Espero que gostem! E também espero os comentários!
Capítulo 10 – O ataque surpresa começa a surtir efeito. Parte 1
Depois do que aconteceu entre Bunny e Seiya, ele foi até sua casa preparar-se para ir para a escola. Estava com receio de como iam ser as coisas agora entre eles. A Bunny após já se ter vestido, voltou ao seu quarto para falar com Seiya, mas quando lá entra, olha para todos os lados e não havia sinal dele. Desceu as escadas a correr, quase que caía e chegando à cozinha pergunta.
-Hum… Pai? – Chamou ela ao mesmo tempo que olhava para todos os lados à procura de alguém. – Sabes onde está o Seiya? – Ela puxou uma cadeira para se sentar, começou a comer e olhou para o seu pai.
-Por acaso até sei. – Respondeu o pai dela enquanto olhava para a tv. Virou a sua atenção para a filha e continuou. – Ele chegou aqui com cara de felicidade e preocupação ao mesmo tempo. Apenas me disse que tinha que ir para casa, por senão ia chegar atrasado às aulas. – Quando acabou de dizer tudo o que sabia de Seiya, voltou a sua atenção de novo para a tv.
Bunny acabou o pequeno-almoço e foi nas calmas para a escola, visto que ainda tinha tempo. No caminho encontra Joana, ela não ia alegre como todos os dias, muito pelo contrário. Bunny aproxima-se dela e tenta olhá-la nos olhos, foi quando reparou nas grandes olheiras que Joana tinha e que estava prestes a chorar.
-Joana? – Chamou Bunny para ver se a amiga lhe respondia. Segurando com as mãos na cara dela, continua a falar. – Posso saber porque estás assim? – Interrogou ao mesmo tempo que a fez parar, ela queria saber o que se passava, mas ao que parecia, Joana não queria falar. Ela apenas se limitou a tirar as mãos da Bunny da sua cara e esboçou-lhe um sorriso forçado, fazendo com que ela continuasse o caminho para a escola.
Na sala de Beryl, aparece Natallie acompanhada de outro elemento. Esta aproxima-se do trono e faz uma vénia à rainha. Beryl apenas ergue o queixo na direcção do elemento que se encontrava na sala e de seguida levanta-se na sua direcção.
-Quem és tu? – Perguntou Beryl após ter chegado perto dele e apontou-lhe o ceptro na sua direcção. Natallie ficou preocupada ao ver a acção de Beryl e logo a interrompeu, respondendo ela à questão.
-Ele é alguém que pode nos trazer a Navegante de Vénus, Majestade… - Enquanto explicava quem era ele e o que podia fazer, ia se aproximando dele. Um rapaz um pouco alto de cabelos curtos, castanhos-escuros e olhos também castanhos. Beryl concordou com o plano de Natallie e ordenou que ela o iniciasse.
Joana abrandou o passo, fazendo com que Bunny fosse à frente dela, e acabou por deixar de a ver. Ela queria estar sozinha, não queria falar com ninguém, apenas com Yaten. Então lembrou-se de lhe mandar uma mensagem a pedir para ele ir ter ao parque. Quando ela chegou ao parque, foi ter ao lago, o mesmo local onde ele esperou por ela naquele dia inesquecível. Passado apenas 10 minutos, ela começa a ouvir passos na sua direcção, não esperava que Yaten fosse assim tão rápido a lá chegar.
-Foste rápido! – Exclamou Joana ao mesmo tempo que se virava com um sorriso nos lábios. Mas o seu sorriso desaparece mal ela se vira. – Que estás aqui a fazer? Que é que queres? – Perguntou ela com frieza na voz. Ela não queria falar com ninguém, ainda por cima com ele.
-Não posso dar um passeio pelo parque? – Questionou quem tinha acabado de lá chegar. Pousou a sua mão no ombro de Joana e aproximou a sua cara da dela. – Tu sabes o que eu quero, querida Joana… Quero-te a ti! – Mal acabou de falar, tapou-lhe a boca e agarrou-a, desaparecendo do parque instantaneamente.
Yaten estava a chegar ao local marcado por Joana quando se sente a perder forças, mas depressa se recompõe. Chega perto do lago e não a vê lá. Olhou para todos os lados, para os bancos de jardim e para as árvores e não a encontrava, foi então que o seu olhar se encontrou com o chão, onde viu um laço vermelho caído. Pegou nele e reconheceu-o, era o laço da Joana. Ele entrou em pânico e correu pelo parque todo e não havia sinal dela, apenas o laço junto ao lago. Meteu a mão ao bolso e tirou de lá o seu telemóvel. Mandou mensagens para ela e não recebia resposta, ligou para ela e a chamada foi rejeitada, ele voltou a tentar e o telemóvel dela já estava desligado.
A Bunny estava a chegar à escola e na entrada encontrava-se Seiya. Ela correu até ele e num impulso abraçou-o. Seiya ficou a olhar para ela e esboçou um sorriso, correspondendo ao abraço recebido. Bunny ia começar a dizer qualquer coisa a Seiya só que é interrompida por Yaten que acaba de chegar estafado. Eles ao olhar para o estado do rapaz tentaram acalmá-lo para poderem saber o que se tinha passado. Esperaram cerca de 5 minutos para Yaten se manter estável e conseguir falar.
-A Joana… - Foi a única coisa que ele conseguiu dizer. Encostou-se à parede da entrada da escola e olhou o céu. – Ela pediu-me para ir ter ao parque porque queria falar comigo, mas quando lá cheguei… - Lágrimas queriam descer pelo resto de Yaten, mas ele conseguiu evitá-las a muito custo. – Só vi isto. – Ele tinha tirado o laço de Joana do bolso, que estava junto com o seu telemóvel.
Seiya e Bunny ficaram incrédulos. Até que Bunny se lembrou do estado em que Joana estava quando a encontrou a caminho da escola, algo se tinha passado, mas ela não queria falar. Quando Bunny ia para lhes dizer isso, Yaten quase cai no chão desmaiado, mas Seiya consegue segurá-lo a tempo.
-Por favor Bun, diz ao professor que eu vou faltar por motivos familiares. Algo se passa com o Yaten e eu tenho que ver o que é. – Seiya deu um suave beijo na face de Bunny e apoia Yaten nos seus ombros para levá-lo para casa. - Eu sei que queres falar comigo, mas deixamos isso para depois.
Num quarto escuro, parecido com a sala de Beryl, encontrava-se Joana, amarrada a uma cama. Ela estava inconsciente e alguém a observava, sentado num cadeirão à espera que ela acordasse. De repente, ouve alguém na direcção dele, era Natallie. Aproximou-se do rapaz e beijou-o ardentemente, mas foram interrompidos por uns gemidos vindos da cama. Joana estava a acordar.
O rapaz aproximou-se da cama, enquanto Natallie sentou-se no cadeirão. Joana foi abrindo os olhos aos poucos, habituando-se à escuridão que a rodeava. Quando se tentou levantar reparou que estava presa. Tinha os braços e as pernas presas, fazendo um “X”. Olhou para o seu lado e viu aquele que a levou até àquele lugar.
-Te… Teófilo? – Murmurou Joana enquanto lágrimas ameaçavam escorrer pela sua face.
=======
Se encontrarem algum erro ou frase mal construída avisem, é que desta vez esqueci-me de reler o capítulo antes de o colocar aqui.

Bem... Como sempre, não queria fazer double-post, mas se não o fizer, ninguém sabe da existência do novo capítulo.
Espero que gostem! E também espero os comentários!

Capítulo 10 – O ataque surpresa começa a surtir efeito. Parte 1
Depois do que aconteceu entre Bunny e Seiya, ele foi até sua casa preparar-se para ir para a escola. Estava com receio de como iam ser as coisas agora entre eles. A Bunny após já se ter vestido, voltou ao seu quarto para falar com Seiya, mas quando lá entra, olha para todos os lados e não havia sinal dele. Desceu as escadas a correr, quase que caía e chegando à cozinha pergunta.
-Hum… Pai? – Chamou ela ao mesmo tempo que olhava para todos os lados à procura de alguém. – Sabes onde está o Seiya? – Ela puxou uma cadeira para se sentar, começou a comer e olhou para o seu pai.
-Por acaso até sei. – Respondeu o pai dela enquanto olhava para a tv. Virou a sua atenção para a filha e continuou. – Ele chegou aqui com cara de felicidade e preocupação ao mesmo tempo. Apenas me disse que tinha que ir para casa, por senão ia chegar atrasado às aulas. – Quando acabou de dizer tudo o que sabia de Seiya, voltou a sua atenção de novo para a tv.
Bunny acabou o pequeno-almoço e foi nas calmas para a escola, visto que ainda tinha tempo. No caminho encontra Joana, ela não ia alegre como todos os dias, muito pelo contrário. Bunny aproxima-se dela e tenta olhá-la nos olhos, foi quando reparou nas grandes olheiras que Joana tinha e que estava prestes a chorar.
-Joana? – Chamou Bunny para ver se a amiga lhe respondia. Segurando com as mãos na cara dela, continua a falar. – Posso saber porque estás assim? – Interrogou ao mesmo tempo que a fez parar, ela queria saber o que se passava, mas ao que parecia, Joana não queria falar. Ela apenas se limitou a tirar as mãos da Bunny da sua cara e esboçou-lhe um sorriso forçado, fazendo com que ela continuasse o caminho para a escola.
Na sala de Beryl, aparece Natallie acompanhada de outro elemento. Esta aproxima-se do trono e faz uma vénia à rainha. Beryl apenas ergue o queixo na direcção do elemento que se encontrava na sala e de seguida levanta-se na sua direcção.
-Quem és tu? – Perguntou Beryl após ter chegado perto dele e apontou-lhe o ceptro na sua direcção. Natallie ficou preocupada ao ver a acção de Beryl e logo a interrompeu, respondendo ela à questão.
-Ele é alguém que pode nos trazer a Navegante de Vénus, Majestade… - Enquanto explicava quem era ele e o que podia fazer, ia se aproximando dele. Um rapaz um pouco alto de cabelos curtos, castanhos-escuros e olhos também castanhos. Beryl concordou com o plano de Natallie e ordenou que ela o iniciasse.
Joana abrandou o passo, fazendo com que Bunny fosse à frente dela, e acabou por deixar de a ver. Ela queria estar sozinha, não queria falar com ninguém, apenas com Yaten. Então lembrou-se de lhe mandar uma mensagem a pedir para ele ir ter ao parque. Quando ela chegou ao parque, foi ter ao lago, o mesmo local onde ele esperou por ela naquele dia inesquecível. Passado apenas 10 minutos, ela começa a ouvir passos na sua direcção, não esperava que Yaten fosse assim tão rápido a lá chegar.
-Foste rápido! – Exclamou Joana ao mesmo tempo que se virava com um sorriso nos lábios. Mas o seu sorriso desaparece mal ela se vira. – Que estás aqui a fazer? Que é que queres? – Perguntou ela com frieza na voz. Ela não queria falar com ninguém, ainda por cima com ele.
-Não posso dar um passeio pelo parque? – Questionou quem tinha acabado de lá chegar. Pousou a sua mão no ombro de Joana e aproximou a sua cara da dela. – Tu sabes o que eu quero, querida Joana… Quero-te a ti! – Mal acabou de falar, tapou-lhe a boca e agarrou-a, desaparecendo do parque instantaneamente.
Yaten estava a chegar ao local marcado por Joana quando se sente a perder forças, mas depressa se recompõe. Chega perto do lago e não a vê lá. Olhou para todos os lados, para os bancos de jardim e para as árvores e não a encontrava, foi então que o seu olhar se encontrou com o chão, onde viu um laço vermelho caído. Pegou nele e reconheceu-o, era o laço da Joana. Ele entrou em pânico e correu pelo parque todo e não havia sinal dela, apenas o laço junto ao lago. Meteu a mão ao bolso e tirou de lá o seu telemóvel. Mandou mensagens para ela e não recebia resposta, ligou para ela e a chamada foi rejeitada, ele voltou a tentar e o telemóvel dela já estava desligado.
A Bunny estava a chegar à escola e na entrada encontrava-se Seiya. Ela correu até ele e num impulso abraçou-o. Seiya ficou a olhar para ela e esboçou um sorriso, correspondendo ao abraço recebido. Bunny ia começar a dizer qualquer coisa a Seiya só que é interrompida por Yaten que acaba de chegar estafado. Eles ao olhar para o estado do rapaz tentaram acalmá-lo para poderem saber o que se tinha passado. Esperaram cerca de 5 minutos para Yaten se manter estável e conseguir falar.
-A Joana… - Foi a única coisa que ele conseguiu dizer. Encostou-se à parede da entrada da escola e olhou o céu. – Ela pediu-me para ir ter ao parque porque queria falar comigo, mas quando lá cheguei… - Lágrimas queriam descer pelo resto de Yaten, mas ele conseguiu evitá-las a muito custo. – Só vi isto. – Ele tinha tirado o laço de Joana do bolso, que estava junto com o seu telemóvel.
Seiya e Bunny ficaram incrédulos. Até que Bunny se lembrou do estado em que Joana estava quando a encontrou a caminho da escola, algo se tinha passado, mas ela não queria falar. Quando Bunny ia para lhes dizer isso, Yaten quase cai no chão desmaiado, mas Seiya consegue segurá-lo a tempo.
-Por favor Bun, diz ao professor que eu vou faltar por motivos familiares. Algo se passa com o Yaten e eu tenho que ver o que é. – Seiya deu um suave beijo na face de Bunny e apoia Yaten nos seus ombros para levá-lo para casa. - Eu sei que queres falar comigo, mas deixamos isso para depois.
Num quarto escuro, parecido com a sala de Beryl, encontrava-se Joana, amarrada a uma cama. Ela estava inconsciente e alguém a observava, sentado num cadeirão à espera que ela acordasse. De repente, ouve alguém na direcção dele, era Natallie. Aproximou-se do rapaz e beijou-o ardentemente, mas foram interrompidos por uns gemidos vindos da cama. Joana estava a acordar.
O rapaz aproximou-se da cama, enquanto Natallie sentou-se no cadeirão. Joana foi abrindo os olhos aos poucos, habituando-se à escuridão que a rodeava. Quando se tentou levantar reparou que estava presa. Tinha os braços e as pernas presas, fazendo um “X”. Olhou para o seu lado e viu aquele que a levou até àquele lugar.
-Te… Teófilo? – Murmurou Joana enquanto lágrimas ameaçavam escorrer pela sua face.
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Se encontrarem algum erro ou frase mal construída avisem, é que desta vez esqueci-me de reler o capítulo antes de o colocar aqui.


Peço desculpa, não vi que tinhas editado o post.
Coitadita da Joana! .___. Maldita Natallie e Beryl e... quem é esse Teófilo?
A propósito, achei a cena do beijo entre a Bunny e o Seiya muito fofinha! *_______* Só não gosto é do facto de a Joana ter sido raptada e o Yaten estar mal por causa disso! Maldita Beryl. :c
Mais, mais.
Beijinhos. *
Coitadita da Joana! .___. Maldita Natallie e Beryl e... quem é esse Teófilo?
A propósito, achei a cena do beijo entre a Bunny e o Seiya muito fofinha! *_______* Só não gosto é do facto de a Joana ter sido raptada e o Yaten estar mal por causa disso! Maldita Beryl. :c
Mais, mais.

Beijinhos. *
Ora bem... Eu vou ser a nº1 dos double-posts.
Mas se não o fizer, não se sabe que há um novo capítulo. >.<
Espero que não esteja confuso, como costuma ser!
Boa leitura!
Capítulo 10 – O ataque surpresa começa a surtir efeito. Parte 2
Na casa dos Três Luzes, Seiya tinha acabado de chegar com Yaten apoiado nos seus ombros. Com a ajuda de Taiki, Seiya levou o irmão para o seu quarto e deitou-o na cama. Taiki aproximou-se para ver o que se passava e após uns 15 minutos, olhou para Seiya com um ar de preocupado.
-Isto não é nada bom… - Taiki levantou-se e foi em direcção a Seiya. – Lembras-te o que se passou contigo, quando estavas em casa da Bunny? – Questionou ele enquanto saía do quarto.
-Tu estás a querer dizer que ele está… - Seiya não queria acreditar no que estava a ouvir, até que é interrompido por Taiki que acaba, confirmando o que ele dizia.
-Sim… Ele está a ficar sem energia. – Terminou ele, cabisbaixa. – Não podemos fazer nada, porque ele é um caso diferente do que se passou contigo. O Yaten não tem nada a faze-lo perder energia como tu tinhas. – Acabou por sair do quarto de Yaten, desiludido por não o poder ajudar.
No quarto onde estava Joana, ela desesperava. Queria sair dali, mas não podia por estar presa. Teófilo, o rapaz que levou Joana para aquele lugar, estava cada vez mais próximo dela. Natallie já tinha abandonado o quarto, deixando eles os dois sozinhos. Ele aproximou o seu rosto do de Joana e murmurou algo do género “Vais ser só minha!”. Ela entrou em pânico e, novamente, começou a contorcer-se para o tentar evitar, mas qualquer movimento era em vão.
Ele começou a beijar Joana ferozmente, ela tentava resistir, nunca cedendo. Pouco depois ele deslizou os seus lábios até ao pescoço dela, ignorando sempre a rejeição dela. Continuou a descer, chegando ao peito, em que no momento, ele arranca-lhe as roupas como se nada fosse. Não perdendo tempo, fez o que Joana mais temia. Ela agora só sentia medo e nojo de si mesma. Lágrimas escorriam pelo seu rosto, a sua pele estava pálida e sentia-se fraca. O rapaz continuava o seu trabalho sujo, nunca se importando com o que ela dizia. Ele estava dentro dela a satisfazer-se de prazeres enquanto Joana apenas implorava.
-Não! Pára por favor… - Murmurou Joana já quase sem forças e acabou por ficar inconsciente pouco tempo depois.
No quarto de Yaten, ele estava a despertar do desmaio que teve. Foi abrindo os olhos aos poucos e tentando se lembrar do que se tinha passado. Foi então que ele meteu a mão ao bolso e tirou de lá o laço da Joana. Sentou-se na beira da cama a observar o laço dela e uma lágrima começava a aparecer, uma lágrima de preocupação, saudade e dor. Seiya que tinha saído do quarto para ir comer qualquer coisa, entra e vê Yaten acordado. Vai ter com ele, e senta-se ao seu lado e antes de lhe dizer o que quer que fosse, observa-o. Ele estava com um ar cansado e isso notava-se a léguas. O Yaten tentou se manter de pé, mas quando se estava a tentar equilibrar, rapidamente ia caindo no chão, se não fosse o Seiya a segurá-lo.
As aulas já tinham acabado, e Bunny tinha avisado as outras que Joana desapareceu e que Yaten estava estranho. Elas foram todas juntas até à casa dos rapazes e quem as atendeu foi Taiki e não estava com boa cara. Antes de ele dizer para elas subirem até ao quarto de Yaten, quis lhes contar o que se passava com ele. A Ami deve ter percebido logo o que era. Eles acomodaram-se todos na sala e esperaram que Taiki explica-se tudo.
-Mas não há maneira de parar com isso? Como foi com o Seiya? – Perguntou Bunny bastante preocupada com a situação, enquanto Taiki se dirigia até à janela da sala. Ele acenou com a cabeça de maneira negativa sem nunca olhar para ela.
-Penso que a única maneira de acabar com isto é destruir quem o meteu assim. – Respondeu Rita com ódio no rosto, as outras concordaram, mas não sabiam quem é que tinha causado tal coisa.
Foram então ver como estava o Yaten. Maria bateu à porta do quarto para saber se podiam entrar e quem respondeu foi Seiya. Elas entraram e olharam para Yaten que estava deitado na cama e nas suas mãos estava o laço de Joana. Bunny aproximou-se dele e sentou-se na berma da cama. Colocou a mão nas dele e esboçou-lhe um pequeno sorriso para o confortar. Até que, Rita lembra-se de algo que a deixa pensativa.
-Meninas… - Murmurou ela enquanto olhava para Yaten. – Estou com um pressentimento que isto tudo tem a ver com a noite anterior. Aquela rapariga… - Mal Rita acabou de falar na rapariga que apareceu do nada na noite passada, olharam todos para ela ainda mais preocupados, excepto Bunny e Seiya que não sabiam do que Rita estava a falar. Ela ao reparar nas caras deles contou-lhes o que tinha acontecido.
Estiveram todos a pensar em alguma maneira de acabar com aquilo, mas de nada se lembravam. Certo momento, Bunny foi ter com Seiya e perguntou-lhe se podia falar com ela. Ele saiu do quarto e ela foi atrás dele. Foram os dois até à sala, onde de momento não estava ninguém. Bunny foi até à janela, e sem olhar para Seiya começou a falar.
-O-o que eu q-queria falar contigo é sobre… - Bunny gaguejava enquanto falava e nunca virava a sua cara para Seiya pois sabia que estava corada de vergonha. – Bem… sobre… oqueaconteceuemminhacasa! – Ela “disparou” as palavras todas seguidas que quase não se entendia o que disse. Seiya sorriu com a atrapalhação dela e aproximou-se. Virou-a para si, o que a fez corar ainda mais. Com um gesto pediu para ela continuar a dizer o que queria. – Não sei se vais responder à pergunta que te vou fazer. – Murmurou ela ainda sem olhar para Seiya. Ele não dizia nada porque sabia que se o fizesse, ela era bem capaz de perder a coragem para falar. Ela olhou fixamente para os olhos dele que a observavam e continuou. – Aquele sentimento de que me falas-te, tem a ver com o que aconteceu? – Ela estava séria desta vez, e dava para se notar um brilho nos seus olhos.
Seiya ficou a admirar os olhos azuis dela antes de lhe responder à pergunta. Ele percebeu que nos seus olhos estava um brilho de esperança perante a resposta e sorriu. Com a sua mão segurou o queixo dela e aproximou o seu rosto do dela. – Finalmente percebes-te! – Sussurrou-lhe ao ouvido, o que a fez arrepiar. E sem mais demoras, beijaram-se novamente. Um beijo calmo e suave, que ambos esperavam por repetir.
Na sala do trono onde estava a rainha Beryl, apareceu Teófilo, o mais recente dos servos dela. Beryl estava a dar ordens ao rapaz, enquanto isso, Natallie aparece no quarto onde estava Joana presa. Ela estava exausta, sem forças. Natallie aproxima-se da cama e começa a desprender Joana, esta fica surpresa com o acto da rapariga e antes que pudesse perguntar alguma coisa, ela adiantou-se.
-Só te estou a fazer isto porque não gosto de te ver com o Teófilo. – Murmurou ela entre dentes. – E queres mais uma dica? Se quiseres salvar o teu queridinho, a única maneira de quebrar o “feitiço” que lhe está a roubar energia, é passá-lo para ti. Tu irás saber o que fazer no momento. – Ela dizia isto tudo enquanto tirava as correntes que prendiam Joana. Quando acabou, deu-lhe a sua caneta de transformação para que ela pudesse ir embora. – Agora vai! Antes que alguém te veja.
Joana não hesitou, transformou-se e saiu daquele local que ela queria esquecer, principalmente do que aconteceu. Antes de ir ter com Yaten, passou por casa para poder tomar um banho e pensar em como passaria o feitiço para ela. Ela ficou mais aliviada por saber que Artemis não estava lá. Depois de sair do banho, vestiu umas roupas lavadas, porque antes, se não fosse as roupas de Navegante, ela não tinha nada para vestir. Pegou num papel branco e numa caneta e escreveu qualquer coisa e colocou-o no bolso. Voltou a transformar-se e seguiu em direcção a casa de Yaten.
Quando lá chegou, saltou de árvore em árvore, à volta da casa dele para saber onde ele estava. Até que chegou perto do quarto dele. Escondeu-se entre a ramagem da árvore para que ninguém a visse. Estavam lá todos, menos Seiya e Bunny que ela tinha visto os dois na sala. Esperou que todos saíssem do quarto para ela ir lá. Viu Rita a sair e esperou pelo resto, que não demorou muito até ouvirem um berro da Rita vindo do fundo das escadas.
-BUNNY? QUE VEM A SER ISTO?! – Rita viu Bunny e Seiya agarrados e aos beijos. Ficou contente, mas como gostava de implicar com ela, fez quase um escândalo, para sorte de Joana, que fez com que todos saíssem do quarto de Yaten para ver o que se passava.
Joana, ou melhor, Vénus, aproveitou o momento, e entrou no quarto. Yaten, nesse momento, abriu os olhos porque tinha sentido uma fragrância no ar que lhe era familiar, foi quando fitou a Navegante de Vénus a olhar para ele. Tentou se levantar para ir ter com ela, mas as forças já eram poucas e não conseguiu. Vénus não aguentou ver o estado dele, e deixou uma solitária lágrima escorrer-lhe pelo rosto. Aproximou-se dele e deu-lhe um beijo, um daqueles como se fosse o último. Yaten sentiu uma sensação estranha quando eles se beijavam, parecia que se estavam a despedir. E quando se separam, uma energia maligna abandona o corpo de Yaten e entra no da Navegante. Ela deu-lhe um papel para as mãos e outra lágrima apareceu.
Ela foi até à janela e desapareceu num instante, deixando Yaten a olhar para o exterior. Depois ele baixou o olhar até às suas mãos e viu o papel que ela lhe tinha deixado. Desdobrou-o e começou a ler o que estava escrito. “Yaten, desculpa não te falar pessoalmente sobre isto, mas eu não ia aguentar. Eu tenho que me afastar de vocês, o inimigo sabe a minha verdadeira identidade, não te vou dizer como sabem, é melhor assim. Já te tirei o feitiço que a Natallie te tinha colocado, passando-o para mim, não te preocupes comigo, o poder de Navegante irá me ajudar a não ficar sem forças durante muito tempo. Eu vou-me afastar de vocês todos para não correrem perigo, comigo por perto. Não deves imaginar como isto me custa, mas é o melhor. Espero que não me odeies… E não te esqueças que estou a fazer isto porque vos adoro. Com muito amor, Joana.” Ele nunca foi de demonstrar os seus sentimentos, mas quando acabou de ler o que estava naquele papel, lágrimas lhe desciam pela face. Ele levantou-se, como se nada lhe tivesse acontecido, e foi até ao WC para lavar a cara e disfarçar as lágrimas. Ouviu um burburinho vindo da sala e foi lá, para ver o que era. Quando ele chega a meio das escadas, todos se calaram e olharam para ele. Ele começou a analisar o que se passava na sala e viu Seiya e Bunny abraçados perto da janela e os outros todos à volta deles.
-Que foi? Para que é que estão a olhar para mim assim? – Perguntou Yaten de uma forma rude, ele não queria que eles soubessem como ele se sentia de verdade. – Sim, eu estou bem, não precisam de me olhar assim, e não se preocupem que não estou a perder mais energia e também não se preocupem com a Joana que ela está bem. – Ele afirmou tudo isto com frieza na voz e quando acabou, atirou o papel para cima da mesa da sala. Quem foi buscar o papel foi Maria que depois de o ler ficou bastante séria.
Joana já tinha voltado a casa e estava agora a fazer as malas, só que chega lá Artemis. Ele fica estupefacto a ver o que Joana estava a fazer e por a ver ali depois do seu desaparecimento. Até que ele reparou no olhar de Joana, estava sem brilho, algo se tinha passado. Joana ainda não tinha reparado que o gato já estava em casa e continuava a fazer as malas. Artemis continuou a analisar o estado de Joana, e quando passa o seu olhar pelos pulsos e pelos tornozelos da rapariga, vê vários ferimentos.
-Joana? O que te aconteceu? Que estás a fazer? – Perguntou Artemis, à espera que Joana lhe explicasse o porquê daqueles ferimentos.
Joana olhou para o gato branco que estava no seu quarto e disse. – Eu vou embora Artemis. Queres vir comigo ou preferes ficar com as outras?
Mas se não o fizer, não se sabe que há um novo capítulo. >.<Espero que não esteja confuso, como costuma ser!
Boa leitura!

Capítulo 10 – O ataque surpresa começa a surtir efeito. Parte 2
Na casa dos Três Luzes, Seiya tinha acabado de chegar com Yaten apoiado nos seus ombros. Com a ajuda de Taiki, Seiya levou o irmão para o seu quarto e deitou-o na cama. Taiki aproximou-se para ver o que se passava e após uns 15 minutos, olhou para Seiya com um ar de preocupado.
-Isto não é nada bom… - Taiki levantou-se e foi em direcção a Seiya. – Lembras-te o que se passou contigo, quando estavas em casa da Bunny? – Questionou ele enquanto saía do quarto.
-Tu estás a querer dizer que ele está… - Seiya não queria acreditar no que estava a ouvir, até que é interrompido por Taiki que acaba, confirmando o que ele dizia.
-Sim… Ele está a ficar sem energia. – Terminou ele, cabisbaixa. – Não podemos fazer nada, porque ele é um caso diferente do que se passou contigo. O Yaten não tem nada a faze-lo perder energia como tu tinhas. – Acabou por sair do quarto de Yaten, desiludido por não o poder ajudar.
No quarto onde estava Joana, ela desesperava. Queria sair dali, mas não podia por estar presa. Teófilo, o rapaz que levou Joana para aquele lugar, estava cada vez mais próximo dela. Natallie já tinha abandonado o quarto, deixando eles os dois sozinhos. Ele aproximou o seu rosto do de Joana e murmurou algo do género “Vais ser só minha!”. Ela entrou em pânico e, novamente, começou a contorcer-se para o tentar evitar, mas qualquer movimento era em vão.
Ele começou a beijar Joana ferozmente, ela tentava resistir, nunca cedendo. Pouco depois ele deslizou os seus lábios até ao pescoço dela, ignorando sempre a rejeição dela. Continuou a descer, chegando ao peito, em que no momento, ele arranca-lhe as roupas como se nada fosse. Não perdendo tempo, fez o que Joana mais temia. Ela agora só sentia medo e nojo de si mesma. Lágrimas escorriam pelo seu rosto, a sua pele estava pálida e sentia-se fraca. O rapaz continuava o seu trabalho sujo, nunca se importando com o que ela dizia. Ele estava dentro dela a satisfazer-se de prazeres enquanto Joana apenas implorava.
-Não! Pára por favor… - Murmurou Joana já quase sem forças e acabou por ficar inconsciente pouco tempo depois.
No quarto de Yaten, ele estava a despertar do desmaio que teve. Foi abrindo os olhos aos poucos e tentando se lembrar do que se tinha passado. Foi então que ele meteu a mão ao bolso e tirou de lá o laço da Joana. Sentou-se na beira da cama a observar o laço dela e uma lágrima começava a aparecer, uma lágrima de preocupação, saudade e dor. Seiya que tinha saído do quarto para ir comer qualquer coisa, entra e vê Yaten acordado. Vai ter com ele, e senta-se ao seu lado e antes de lhe dizer o que quer que fosse, observa-o. Ele estava com um ar cansado e isso notava-se a léguas. O Yaten tentou se manter de pé, mas quando se estava a tentar equilibrar, rapidamente ia caindo no chão, se não fosse o Seiya a segurá-lo.
As aulas já tinham acabado, e Bunny tinha avisado as outras que Joana desapareceu e que Yaten estava estranho. Elas foram todas juntas até à casa dos rapazes e quem as atendeu foi Taiki e não estava com boa cara. Antes de ele dizer para elas subirem até ao quarto de Yaten, quis lhes contar o que se passava com ele. A Ami deve ter percebido logo o que era. Eles acomodaram-se todos na sala e esperaram que Taiki explica-se tudo.
-Mas não há maneira de parar com isso? Como foi com o Seiya? – Perguntou Bunny bastante preocupada com a situação, enquanto Taiki se dirigia até à janela da sala. Ele acenou com a cabeça de maneira negativa sem nunca olhar para ela.
-Penso que a única maneira de acabar com isto é destruir quem o meteu assim. – Respondeu Rita com ódio no rosto, as outras concordaram, mas não sabiam quem é que tinha causado tal coisa.
Foram então ver como estava o Yaten. Maria bateu à porta do quarto para saber se podiam entrar e quem respondeu foi Seiya. Elas entraram e olharam para Yaten que estava deitado na cama e nas suas mãos estava o laço de Joana. Bunny aproximou-se dele e sentou-se na berma da cama. Colocou a mão nas dele e esboçou-lhe um pequeno sorriso para o confortar. Até que, Rita lembra-se de algo que a deixa pensativa.
-Meninas… - Murmurou ela enquanto olhava para Yaten. – Estou com um pressentimento que isto tudo tem a ver com a noite anterior. Aquela rapariga… - Mal Rita acabou de falar na rapariga que apareceu do nada na noite passada, olharam todos para ela ainda mais preocupados, excepto Bunny e Seiya que não sabiam do que Rita estava a falar. Ela ao reparar nas caras deles contou-lhes o que tinha acontecido.
Estiveram todos a pensar em alguma maneira de acabar com aquilo, mas de nada se lembravam. Certo momento, Bunny foi ter com Seiya e perguntou-lhe se podia falar com ela. Ele saiu do quarto e ela foi atrás dele. Foram os dois até à sala, onde de momento não estava ninguém. Bunny foi até à janela, e sem olhar para Seiya começou a falar.
-O-o que eu q-queria falar contigo é sobre… - Bunny gaguejava enquanto falava e nunca virava a sua cara para Seiya pois sabia que estava corada de vergonha. – Bem… sobre… oqueaconteceuemminhacasa! – Ela “disparou” as palavras todas seguidas que quase não se entendia o que disse. Seiya sorriu com a atrapalhação dela e aproximou-se. Virou-a para si, o que a fez corar ainda mais. Com um gesto pediu para ela continuar a dizer o que queria. – Não sei se vais responder à pergunta que te vou fazer. – Murmurou ela ainda sem olhar para Seiya. Ele não dizia nada porque sabia que se o fizesse, ela era bem capaz de perder a coragem para falar. Ela olhou fixamente para os olhos dele que a observavam e continuou. – Aquele sentimento de que me falas-te, tem a ver com o que aconteceu? – Ela estava séria desta vez, e dava para se notar um brilho nos seus olhos.
Seiya ficou a admirar os olhos azuis dela antes de lhe responder à pergunta. Ele percebeu que nos seus olhos estava um brilho de esperança perante a resposta e sorriu. Com a sua mão segurou o queixo dela e aproximou o seu rosto do dela. – Finalmente percebes-te! – Sussurrou-lhe ao ouvido, o que a fez arrepiar. E sem mais demoras, beijaram-se novamente. Um beijo calmo e suave, que ambos esperavam por repetir.
Na sala do trono onde estava a rainha Beryl, apareceu Teófilo, o mais recente dos servos dela. Beryl estava a dar ordens ao rapaz, enquanto isso, Natallie aparece no quarto onde estava Joana presa. Ela estava exausta, sem forças. Natallie aproxima-se da cama e começa a desprender Joana, esta fica surpresa com o acto da rapariga e antes que pudesse perguntar alguma coisa, ela adiantou-se.
-Só te estou a fazer isto porque não gosto de te ver com o Teófilo. – Murmurou ela entre dentes. – E queres mais uma dica? Se quiseres salvar o teu queridinho, a única maneira de quebrar o “feitiço” que lhe está a roubar energia, é passá-lo para ti. Tu irás saber o que fazer no momento. – Ela dizia isto tudo enquanto tirava as correntes que prendiam Joana. Quando acabou, deu-lhe a sua caneta de transformação para que ela pudesse ir embora. – Agora vai! Antes que alguém te veja.
Joana não hesitou, transformou-se e saiu daquele local que ela queria esquecer, principalmente do que aconteceu. Antes de ir ter com Yaten, passou por casa para poder tomar um banho e pensar em como passaria o feitiço para ela. Ela ficou mais aliviada por saber que Artemis não estava lá. Depois de sair do banho, vestiu umas roupas lavadas, porque antes, se não fosse as roupas de Navegante, ela não tinha nada para vestir. Pegou num papel branco e numa caneta e escreveu qualquer coisa e colocou-o no bolso. Voltou a transformar-se e seguiu em direcção a casa de Yaten.
Quando lá chegou, saltou de árvore em árvore, à volta da casa dele para saber onde ele estava. Até que chegou perto do quarto dele. Escondeu-se entre a ramagem da árvore para que ninguém a visse. Estavam lá todos, menos Seiya e Bunny que ela tinha visto os dois na sala. Esperou que todos saíssem do quarto para ela ir lá. Viu Rita a sair e esperou pelo resto, que não demorou muito até ouvirem um berro da Rita vindo do fundo das escadas.
-BUNNY? QUE VEM A SER ISTO?! – Rita viu Bunny e Seiya agarrados e aos beijos. Ficou contente, mas como gostava de implicar com ela, fez quase um escândalo, para sorte de Joana, que fez com que todos saíssem do quarto de Yaten para ver o que se passava.
Joana, ou melhor, Vénus, aproveitou o momento, e entrou no quarto. Yaten, nesse momento, abriu os olhos porque tinha sentido uma fragrância no ar que lhe era familiar, foi quando fitou a Navegante de Vénus a olhar para ele. Tentou se levantar para ir ter com ela, mas as forças já eram poucas e não conseguiu. Vénus não aguentou ver o estado dele, e deixou uma solitária lágrima escorrer-lhe pelo rosto. Aproximou-se dele e deu-lhe um beijo, um daqueles como se fosse o último. Yaten sentiu uma sensação estranha quando eles se beijavam, parecia que se estavam a despedir. E quando se separam, uma energia maligna abandona o corpo de Yaten e entra no da Navegante. Ela deu-lhe um papel para as mãos e outra lágrima apareceu.
Ela foi até à janela e desapareceu num instante, deixando Yaten a olhar para o exterior. Depois ele baixou o olhar até às suas mãos e viu o papel que ela lhe tinha deixado. Desdobrou-o e começou a ler o que estava escrito. “Yaten, desculpa não te falar pessoalmente sobre isto, mas eu não ia aguentar. Eu tenho que me afastar de vocês, o inimigo sabe a minha verdadeira identidade, não te vou dizer como sabem, é melhor assim. Já te tirei o feitiço que a Natallie te tinha colocado, passando-o para mim, não te preocupes comigo, o poder de Navegante irá me ajudar a não ficar sem forças durante muito tempo. Eu vou-me afastar de vocês todos para não correrem perigo, comigo por perto. Não deves imaginar como isto me custa, mas é o melhor. Espero que não me odeies… E não te esqueças que estou a fazer isto porque vos adoro. Com muito amor, Joana.” Ele nunca foi de demonstrar os seus sentimentos, mas quando acabou de ler o que estava naquele papel, lágrimas lhe desciam pela face. Ele levantou-se, como se nada lhe tivesse acontecido, e foi até ao WC para lavar a cara e disfarçar as lágrimas. Ouviu um burburinho vindo da sala e foi lá, para ver o que era. Quando ele chega a meio das escadas, todos se calaram e olharam para ele. Ele começou a analisar o que se passava na sala e viu Seiya e Bunny abraçados perto da janela e os outros todos à volta deles.
-Que foi? Para que é que estão a olhar para mim assim? – Perguntou Yaten de uma forma rude, ele não queria que eles soubessem como ele se sentia de verdade. – Sim, eu estou bem, não precisam de me olhar assim, e não se preocupem que não estou a perder mais energia e também não se preocupem com a Joana que ela está bem. – Ele afirmou tudo isto com frieza na voz e quando acabou, atirou o papel para cima da mesa da sala. Quem foi buscar o papel foi Maria que depois de o ler ficou bastante séria.
Joana já tinha voltado a casa e estava agora a fazer as malas, só que chega lá Artemis. Ele fica estupefacto a ver o que Joana estava a fazer e por a ver ali depois do seu desaparecimento. Até que ele reparou no olhar de Joana, estava sem brilho, algo se tinha passado. Joana ainda não tinha reparado que o gato já estava em casa e continuava a fazer as malas. Artemis continuou a analisar o estado de Joana, e quando passa o seu olhar pelos pulsos e pelos tornozelos da rapariga, vê vários ferimentos.
-Joana? O que te aconteceu? Que estás a fazer? – Perguntou Artemis, à espera que Joana lhe explicasse o porquê daqueles ferimentos.
Joana olhou para o gato branco que estava no seu quarto e disse. – Eu vou embora Artemis. Queres vir comigo ou preferes ficar com as outras?

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