Coração de Esperança
Gostei muito deste capitulo!
Estou como a JuJuKou... Como será a reação dela? Será que ela vai descobrir? Enfim...
Gostei muito de saber que o bebé da Bunny vai ser uma Ervilhinha!
Já o tinha lido ontem,mas só hoje pode vir aqui
Fico à espera do proximo! Beijinho!
Estou como a JuJuKou... Como será a reação dela? Será que ela vai descobrir? Enfim...
Gostei muito de saber que o bebé da Bunny vai ser uma Ervilhinha!
Já o tinha lido ontem,mas só hoje pode vir aqui
Fico à espera do proximo! Beijinho!


'Há dois anos nesta comunidade fantástica' *-*
miriam!!! Desculpa só vir comentar agora, mas só tive tempo para vir ler!
Como será que a Bunny vai reagir quando descobrir tudo? Ai ai, coitada! Já lhe chegava o desgosto do Gonçalo e agora vai ter que levar com a Susana outra vez? Estou a imaginar o próximo capítulo, vai haver "barulho"!! Cenas que eu gosto!
Fico à espera!
Como será que a Bunny vai reagir quando descobrir tudo? Ai ai, coitada! Já lhe chegava o desgosto do Gonçalo e agora vai ter que levar com a Susana outra vez? Estou a imaginar o próximo capítulo, vai haver "barulho"!! Cenas que eu gosto!

Fico à espera!


Bem aqui esta o meu próximo capitulo espero que gostem... como disse vem ai muita novidade. Quero ver esses comentários, sugestões e criticas
Beijinhos e bom natal pessoal...
Beijinhos e bom natal pessoal...15.Revelações Dolorosas
A solidão daquele apartamento era enorme, mas não era essa que o mais incomodava, mas sim o vazio que se estava a abrir no seu coração. Não estava feliz, nem agora que finalmente era um homem livre para se divertir como queria... faltava-lhe algo. Algo indispensável mas tão banal, como um sorriso.
Um sorriso honesto e cheio de sentimentos, o calor, o corpo, a alma, a alegria que Bunny lhe dera. E ele perdera! Sentia-se perdido, pois além de perder o seu primeiro amor, perdeu também um filho, não queria estar longe dela pelo menos naquela altura. Ele queria tanto acompanhar a gravidez, mas trocou tudo por uma vida de solteiro.
Mesmo já não estando com a Susana havia dias, não sentia a sua falta como antes…
Ao levantar-se, Gonçalo repara na rapariga loira deitada na sua cama, nua sobre os seus lençóis brancos e por momentos sentiu um aperto no peito, não era aquela a loira que ele queria na sua cama, e principalmente na sua vida! Sentiu raiva de si mesmo, dos seus desejos carnais serem tão fortes.
- Ei, acorda! São horas de ires embora. – Gritou Gonçalo, atirando-lhe o uniforme branco mas insípido de enfermeira para cima da cama.
Assustada com o seu tom rude, apressa-se a vestir-se. – Vamos juntos para o Hospital? – Inquiriu a jovem rapariga em tom receoso, enquanto apertava o último botão.
Gonçalo não respondeu, virou costas e deixou-a a falar sozinha. Caminhou em direcção ao telefone do corredor, com o amargo sentimento de que ninguém o compreendia. Sem amigos, pensou, enquanto discava para a única pessoa que julgava ainda sentir amor por ele.
- Susana vem ter comigo, quero almoçar contigo… preciso de te ver. – Apercebeu-se que o que acabara de proferir mais soara uma ordem vinda do exército, a qual ela rejeitou imediatamente. - Porque não podes vir!? Ainda estás na estreia no filme? – Ela tropeçava nas palavras tentando arranjar uma desculpa, mas como som de fundo uma voz familiar, a voz de Seiya que gritava com Taiki por andar de novo às compras com Bunny.
Gonçalo tocou-se com a realidade: Susana andava a encontrar-se com Seiya às escondidas. Devia ser ele o famoso artista que contracenava com ela.
Sentiu-se magoado pelas mentiras dela, mas não podia deixar de usar esse trunfo contra Seiya. Sentiu uma pontada de esperança que lhe alegrou o coração, precisava de mostrar a Bunny que Seiya não era o homem certo para ela! Sabia que aquilo era o suficiente para fazer tremer o romance deles. E Bunny não o ia perdoar...
Sorriu enquanto bebericava o café. – Ela vai voltar a ser minha, ou melhor… ela É minha!
Bunny, com um largo vestido branco, passeava de braço dado com Taiki pelas ruas mais movimentadas da cidade. Ninguém conseguia aturá-la tão bem como ele, que graças a ela encontrou outros interesses nas suas compras: o sorriso de Bunny!
- Ahh – Clamou histérica ao olhar para uma montra. - Temos de entrar nesta loja Taiki! Já viste aqueles sapatos azuis? São perfeitos!
Antes que ele pudesse responder, Bunny segura-o com toda a força empurrando-o para a sapataria mais cara. Taiki adorava a espontaneidade de Bunny, sentia-se feliz ao seu lado.
- São tão lindos, adoro! Que achas?
- São lindos, mas já viste o preço? O Seiya vai-nos matar. Por esse preço podíamos comprar roupa para um ano! – Exclamou assustado com o preço assinalado na etiqueta.
Desiludida pela falta de compreensão, Bunny decide utilizar a arma mais antiga das mulheres: lágrimas.
- Tu...és capaz de ter razão mas... eu gosto tanto! E eram só estes, depois eu prometo que não compro mais nada!
– Corou, enquanto pedinchava como uma criança.
- Tu matas-me Bunny! já sabes que não te consigo dizer que não... – Proferiu, tentando não encarar os seus grandes olhos brilhantes. – Vai indo para o carro enquanto eu pago, já lá vou ter.
Bunny sorriu, apressou-se a esperar junto ao carro enquanto admirava os seus novos sapatos. Nesse momento, ouve o seu telemóvel.
Ao olhar para o visor, o nome Gonçalo fez com que ela engolisse em seco. Nervosa, atende a chamada. -Sim?
- Olá Bunny, como estás?- Interrogou com voz suave.
- Bem... - Respondeu, ainda surpresa com o seu telefonema.
- Ainda bem, - Hesitou - precisava de falar contigo achas que dá para encontrarmo-nos? É importante.
- Gonçalo, eu… eu estou ocupada!
- Acho que te vai interessar... É sobre o Seiya. Descobri com quem ele te anda a trair... queres saber? – Perguntou com arrogância.
- Pára com isso! Não há nada que me digas que me vá fazer desconfiar dele.
- Então onde é que ele está agora?! Não sabes pois não? Mas eu posso-te mostrar onde está. Basta dirigires-te ao cinema. Depois quero saber se tenho ou não razão.
Bunny ficou confusa… que tinha o cinema a ver com ele? Ficou sem palavras.
- Lembras-te dos telefonemas misteriosos? Lá está a resposta que procuras.
Ela nem queria acreditar… sentiu um aperto no peito, mas não quis crer nele. Recordava-se das palavras dele, de que ia fazer de tudo para os separar… de certeza que era mais uma jogada. Desligou a chamada sem se despedir.
Ao chegar ao carro, Taiki nota Bunny muito séria, porém de olhar triste. Perguntou-lhe o que se passava mas não obteve resposta. A loira tinha milhares de dúvidas na sua cabeça, não ouvia nada do que Taiki dizia. Despediu-se à porta de casa com a desculpa de estar cansada e querer estar sozinha.
Mal fechou a porta, e antes de a sua companhia virar costas, chamou por Seiya. Mas como já desconfiava, não se encontrava em casa, sentou-se no sofá ainda a pensar na conversa com Gonçalo e até que ponto aquilo seria verdade ou não.
Ligou a tv com esperança de se acalmar, esperando a chegada de Seiya.
Fez o seu habitual zapping, até que algo lhe chamou a atenção, uma publicidade sobre um filme em estreia que já era sucesso de bilheteira. Poucos minutos depois, começa um trailer com cenas românticas de beijos e de sexo. Até que paralisou ao reparar quem eram os actores.
Quando deu por si, tinha o rosto cheio de lágrimas. Há muito tempo que não chorava daquela maneira. Deitou-se no sofá. Sentia-se traída e magoada por alguém que lhe prometera nunca a fazer sofrer e ali estava ela a passar pelo mesmo que há meses atrás, por causa da mesma mulher… mas principalmente pelas mentiras que lhe foram contadas durante meses.
Inesperadamente ouviu a porta. Despachou-se a limpar a face, mas por mais que limpasse os seus olhos, não conseguia parar as lágrimas, eram mais fortes do que ela.
Seiya abre a porta com um enorme sorriso, dizendo com o que ela sentia ser ironia: - Querida, já cheguei!
O cantor vê Bunny de costas, sem reagir à sua piada. Ficou intrigado, não era dela… aproximou-se, colocando a mão sobre o ombro dela virando-a de frente para ele. Ela ainda tentava engolir as lágrimas mas, ao ver o seu sorriso cínico, explodiu. – Como foste capaz?
- Pudinzinho, que tens? Dói-te alguma coisa, a bebé está bem?- Perguntou, confuso pela reacção.
Bunny afasta-se chorando compulsivamente. Ao que Seiya a segue e a abraça, tentando acalmá-la desesperadamente. Sentiu mais raiva.
- Nunca pensei que me fizesses isto! Magoaste-me muito!
- Mas Bunny não te estou a compreender… Estavas tão bem, foste às compras com o Taiki compraste uns sapatos caríssimos, que ele já me contou e agora… porque é que estás assim? – Rondou-a confuso e preocupado.
Bunny empurra-o e pega no comando da televisão e ligando-a no canal onde tinha parado. Ainda se podiam ver excertos do filme e comentários dos actores.
Ele olhou no exacto momento em que se podia ver a beijar Susana. Magoada, Bunny virou a cara do ecrã: - Acho que isto explica muita coisa, Seiya. Eu disse-te que não queria que fizesses o filme! Sabes o que me aconteceu por causa dela! Se querias fazê-lo ainda contra minha vontade, tinhas sido sincero! Acho que é o mínimo.
- Bunny eu posso explicar...- Interrompeu ao reparar que a situação que tinha tentado evitar ao máximo estava agora exposta. E sabia tão bem que era impossível ela perdoar.
- Cala-te! Até quando Seiya?! Até quando pensavas que eu não ia descobrir? Tenho idiota escrito na testa? Ou julgas-me tão parva que não iria reparar mais tarde ou mais cedo?! Mas dou-te razão e faço-te uma vénia! Sabes porquê?! Porque pensei que eras diferente. Porque fizeste isto se sabias que me ias magoar? - Seiya não conseguia retorquir. - DIZ-ME! PORQUÊ!? PORQUE É QUE ME FIZESTE ISTO? NEM VENHAS COM A CONVERSA DE AMOR E RESPEITO!
- Bunny, eu amo-te! Nunca duvides disso, és a minha vida. Eu fiz isto para puder ter dinheiro para o nosso futuro.
- É?! Quem te ouvir há-de pensar que és pobre! – Disse ironicamente.
- Amor, se eu não fizesse este filme ia perder a reputação e com isso iriam chegar consequências que não me iam permitir manter esta casa e este estilo de vida, entendes?
- Não, não consigo entender o porque de me mentires No meio disto tudo, escolhes-te mentir em vez de me dares todas essas razões… se quisesses mesmo fazer este filme, tinhas-me dito que ias adiante. Não assim… não consigo estar ao lado de alguém que não confio.
- No que estás a pensar?- Receou a resposta.
- Vou sair daqui. Não quero mais estar contigo... por agora vou para casa do Gonçalo. – Sabia que isso o ia magoar e naquele momento era o que pretendia, que ele se sentisse tão mal como ela. – Ele é o pai da minha filha, sei que por agora me vai acolher.
- Não Bunny… por favor não me faças isso! - Suplicou.
- Tu é que pediste isto. Eu estava feliz ao teu lado mas agora vejo que não passavam de mentiras e sabes que, depois de tudo… é algo que não suporto. – Nisto, pega na mala que estava largada no sofá e dirige-se para a porta.
– Depois volto ou mando alguém para buscar as minhas coisas.
Seiya cai de joelhos no chão e implora-lhe que não o deixe. Mas a loira bate a porta sem olhar para trás deixando-o sozinho. Do outro lado chora e sente uma dor enorme enquanto ouve o pranto de Seiya que grita: - Não me deixes por favor… por favor, fica!
Bunny sentia um aperto no peito, mas não iria perdoar. Não sabia para onde ir, não queria ir para casa de Gonçalo nem para a de nenhuma das suas amigas, muito menos para junto de Taiki sabendo-o tão amigo de Seiya.
Começou a andar lentamente até sair da propriedade sem nunca olhar para trás.
Ao olhar para o outro lado da estrada, vê o carro preto de Gonçalo e a ele encostado, que parecia já estar à sua espera. Bunny sabia que ele estava ali para a buscar, pois muito provavelmente sabia o que ia acontecer...
Gonçalo sorriu-lhe, estendeu os braços numa tentativa de a reconfortar e esperou que ela corresse para os seus braços, o que não aconteceu.
Ainda do outro lado da estrada, sentiu uma tontura em sintonia com uma dor aguda no seu ventre que a fez gemer e cair inanimada no passeio mesmo na frente daqueles olhos azuis, enquanto recordava o que o médico dissera sobre não se puder enervar.
Gonçalo correu em seu auxílio, pousando-a imediatamente no seu colo. Preocupado, examinou-a e apercebeu-se que era um simples desmaio devido a tensão baixa. Instalou-a no seu carro e conduziu-a a alta velocidade para longe de casa do Seiya antes que este se desse conta.
Ao chegar ao luxuoso apartamento que antes pertencia a ambos, Gonçalo deita a loira sobre a cama, aconchegando-a nos lençóis. Esta, ainda desmaiada suspira lentamente, chamado a sua atenção para os lábios carnudos que ele, não conseguindo evitar, acabou por beijar com ternura, trazendo à tona milhares de recordações passadas.
Quando se deitou ao seu lado na cama contemplando o seu rosto e aconchegando a sua redonda barriguinha, Bunny abriu os olhos perante tanto aconchego e encontra o sorriso de Gonçalo junto a ela e, antes que ela pudesse reagir, ele beija-a terno: - Vamos esquecer o passado, a nossa vida começa agora!
::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::Um sorriso honesto e cheio de sentimentos, o calor, o corpo, a alma, a alegria que Bunny lhe dera. E ele perdera! Sentia-se perdido, pois além de perder o seu primeiro amor, perdeu também um filho, não queria estar longe dela pelo menos naquela altura. Ele queria tanto acompanhar a gravidez, mas trocou tudo por uma vida de solteiro.
Mesmo já não estando com a Susana havia dias, não sentia a sua falta como antes…
Ao levantar-se, Gonçalo repara na rapariga loira deitada na sua cama, nua sobre os seus lençóis brancos e por momentos sentiu um aperto no peito, não era aquela a loira que ele queria na sua cama, e principalmente na sua vida! Sentiu raiva de si mesmo, dos seus desejos carnais serem tão fortes.
- Ei, acorda! São horas de ires embora. – Gritou Gonçalo, atirando-lhe o uniforme branco mas insípido de enfermeira para cima da cama.
Assustada com o seu tom rude, apressa-se a vestir-se. – Vamos juntos para o Hospital? – Inquiriu a jovem rapariga em tom receoso, enquanto apertava o último botão.
Gonçalo não respondeu, virou costas e deixou-a a falar sozinha. Caminhou em direcção ao telefone do corredor, com o amargo sentimento de que ninguém o compreendia. Sem amigos, pensou, enquanto discava para a única pessoa que julgava ainda sentir amor por ele.
- Susana vem ter comigo, quero almoçar contigo… preciso de te ver. – Apercebeu-se que o que acabara de proferir mais soara uma ordem vinda do exército, a qual ela rejeitou imediatamente. - Porque não podes vir!? Ainda estás na estreia no filme? – Ela tropeçava nas palavras tentando arranjar uma desculpa, mas como som de fundo uma voz familiar, a voz de Seiya que gritava com Taiki por andar de novo às compras com Bunny.
Gonçalo tocou-se com a realidade: Susana andava a encontrar-se com Seiya às escondidas. Devia ser ele o famoso artista que contracenava com ela.
Sentiu-se magoado pelas mentiras dela, mas não podia deixar de usar esse trunfo contra Seiya. Sentiu uma pontada de esperança que lhe alegrou o coração, precisava de mostrar a Bunny que Seiya não era o homem certo para ela! Sabia que aquilo era o suficiente para fazer tremer o romance deles. E Bunny não o ia perdoar...
Sorriu enquanto bebericava o café. – Ela vai voltar a ser minha, ou melhor… ela É minha!
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Bunny, com um largo vestido branco, passeava de braço dado com Taiki pelas ruas mais movimentadas da cidade. Ninguém conseguia aturá-la tão bem como ele, que graças a ela encontrou outros interesses nas suas compras: o sorriso de Bunny!
- Ahh – Clamou histérica ao olhar para uma montra. - Temos de entrar nesta loja Taiki! Já viste aqueles sapatos azuis? São perfeitos!
Antes que ele pudesse responder, Bunny segura-o com toda a força empurrando-o para a sapataria mais cara. Taiki adorava a espontaneidade de Bunny, sentia-se feliz ao seu lado.
- São tão lindos, adoro! Que achas?
- São lindos, mas já viste o preço? O Seiya vai-nos matar. Por esse preço podíamos comprar roupa para um ano! – Exclamou assustado com o preço assinalado na etiqueta.
Desiludida pela falta de compreensão, Bunny decide utilizar a arma mais antiga das mulheres: lágrimas.
- Tu...és capaz de ter razão mas... eu gosto tanto! E eram só estes, depois eu prometo que não compro mais nada!
– Corou, enquanto pedinchava como uma criança.
- Tu matas-me Bunny! já sabes que não te consigo dizer que não... – Proferiu, tentando não encarar os seus grandes olhos brilhantes. – Vai indo para o carro enquanto eu pago, já lá vou ter.
Bunny sorriu, apressou-se a esperar junto ao carro enquanto admirava os seus novos sapatos. Nesse momento, ouve o seu telemóvel.
Ao olhar para o visor, o nome Gonçalo fez com que ela engolisse em seco. Nervosa, atende a chamada. -Sim?
- Olá Bunny, como estás?- Interrogou com voz suave.
- Bem... - Respondeu, ainda surpresa com o seu telefonema.
- Ainda bem, - Hesitou - precisava de falar contigo achas que dá para encontrarmo-nos? É importante.
- Gonçalo, eu… eu estou ocupada!
- Acho que te vai interessar... É sobre o Seiya. Descobri com quem ele te anda a trair... queres saber? – Perguntou com arrogância.
- Pára com isso! Não há nada que me digas que me vá fazer desconfiar dele.
- Então onde é que ele está agora?! Não sabes pois não? Mas eu posso-te mostrar onde está. Basta dirigires-te ao cinema. Depois quero saber se tenho ou não razão.
Bunny ficou confusa… que tinha o cinema a ver com ele? Ficou sem palavras.
- Lembras-te dos telefonemas misteriosos? Lá está a resposta que procuras.
Ela nem queria acreditar… sentiu um aperto no peito, mas não quis crer nele. Recordava-se das palavras dele, de que ia fazer de tudo para os separar… de certeza que era mais uma jogada. Desligou a chamada sem se despedir.
Ao chegar ao carro, Taiki nota Bunny muito séria, porém de olhar triste. Perguntou-lhe o que se passava mas não obteve resposta. A loira tinha milhares de dúvidas na sua cabeça, não ouvia nada do que Taiki dizia. Despediu-se à porta de casa com a desculpa de estar cansada e querer estar sozinha.
Mal fechou a porta, e antes de a sua companhia virar costas, chamou por Seiya. Mas como já desconfiava, não se encontrava em casa, sentou-se no sofá ainda a pensar na conversa com Gonçalo e até que ponto aquilo seria verdade ou não.
Ligou a tv com esperança de se acalmar, esperando a chegada de Seiya.
Fez o seu habitual zapping, até que algo lhe chamou a atenção, uma publicidade sobre um filme em estreia que já era sucesso de bilheteira. Poucos minutos depois, começa um trailer com cenas românticas de beijos e de sexo. Até que paralisou ao reparar quem eram os actores.
Quando deu por si, tinha o rosto cheio de lágrimas. Há muito tempo que não chorava daquela maneira. Deitou-se no sofá. Sentia-se traída e magoada por alguém que lhe prometera nunca a fazer sofrer e ali estava ela a passar pelo mesmo que há meses atrás, por causa da mesma mulher… mas principalmente pelas mentiras que lhe foram contadas durante meses.
Inesperadamente ouviu a porta. Despachou-se a limpar a face, mas por mais que limpasse os seus olhos, não conseguia parar as lágrimas, eram mais fortes do que ela.
Seiya abre a porta com um enorme sorriso, dizendo com o que ela sentia ser ironia: - Querida, já cheguei!
O cantor vê Bunny de costas, sem reagir à sua piada. Ficou intrigado, não era dela… aproximou-se, colocando a mão sobre o ombro dela virando-a de frente para ele. Ela ainda tentava engolir as lágrimas mas, ao ver o seu sorriso cínico, explodiu. – Como foste capaz?
- Pudinzinho, que tens? Dói-te alguma coisa, a bebé está bem?- Perguntou, confuso pela reacção.
Bunny afasta-se chorando compulsivamente. Ao que Seiya a segue e a abraça, tentando acalmá-la desesperadamente. Sentiu mais raiva.
- Nunca pensei que me fizesses isto! Magoaste-me muito!
- Mas Bunny não te estou a compreender… Estavas tão bem, foste às compras com o Taiki compraste uns sapatos caríssimos, que ele já me contou e agora… porque é que estás assim? – Rondou-a confuso e preocupado.
Bunny empurra-o e pega no comando da televisão e ligando-a no canal onde tinha parado. Ainda se podiam ver excertos do filme e comentários dos actores.
Ele olhou no exacto momento em que se podia ver a beijar Susana. Magoada, Bunny virou a cara do ecrã: - Acho que isto explica muita coisa, Seiya. Eu disse-te que não queria que fizesses o filme! Sabes o que me aconteceu por causa dela! Se querias fazê-lo ainda contra minha vontade, tinhas sido sincero! Acho que é o mínimo.
- Bunny eu posso explicar...- Interrompeu ao reparar que a situação que tinha tentado evitar ao máximo estava agora exposta. E sabia tão bem que era impossível ela perdoar.
- Cala-te! Até quando Seiya?! Até quando pensavas que eu não ia descobrir? Tenho idiota escrito na testa? Ou julgas-me tão parva que não iria reparar mais tarde ou mais cedo?! Mas dou-te razão e faço-te uma vénia! Sabes porquê?! Porque pensei que eras diferente. Porque fizeste isto se sabias que me ias magoar? - Seiya não conseguia retorquir. - DIZ-ME! PORQUÊ!? PORQUE É QUE ME FIZESTE ISTO? NEM VENHAS COM A CONVERSA DE AMOR E RESPEITO!
- Bunny, eu amo-te! Nunca duvides disso, és a minha vida. Eu fiz isto para puder ter dinheiro para o nosso futuro.
- É?! Quem te ouvir há-de pensar que és pobre! – Disse ironicamente.
- Amor, se eu não fizesse este filme ia perder a reputação e com isso iriam chegar consequências que não me iam permitir manter esta casa e este estilo de vida, entendes?
- Não, não consigo entender o porque de me mentires No meio disto tudo, escolhes-te mentir em vez de me dares todas essas razões… se quisesses mesmo fazer este filme, tinhas-me dito que ias adiante. Não assim… não consigo estar ao lado de alguém que não confio.
- No que estás a pensar?- Receou a resposta.
- Vou sair daqui. Não quero mais estar contigo... por agora vou para casa do Gonçalo. – Sabia que isso o ia magoar e naquele momento era o que pretendia, que ele se sentisse tão mal como ela. – Ele é o pai da minha filha, sei que por agora me vai acolher.
- Não Bunny… por favor não me faças isso! - Suplicou.
- Tu é que pediste isto. Eu estava feliz ao teu lado mas agora vejo que não passavam de mentiras e sabes que, depois de tudo… é algo que não suporto. – Nisto, pega na mala que estava largada no sofá e dirige-se para a porta.
– Depois volto ou mando alguém para buscar as minhas coisas.
Seiya cai de joelhos no chão e implora-lhe que não o deixe. Mas a loira bate a porta sem olhar para trás deixando-o sozinho. Do outro lado chora e sente uma dor enorme enquanto ouve o pranto de Seiya que grita: - Não me deixes por favor… por favor, fica!
Bunny sentia um aperto no peito, mas não iria perdoar. Não sabia para onde ir, não queria ir para casa de Gonçalo nem para a de nenhuma das suas amigas, muito menos para junto de Taiki sabendo-o tão amigo de Seiya.
Começou a andar lentamente até sair da propriedade sem nunca olhar para trás.
Ao olhar para o outro lado da estrada, vê o carro preto de Gonçalo e a ele encostado, que parecia já estar à sua espera. Bunny sabia que ele estava ali para a buscar, pois muito provavelmente sabia o que ia acontecer...
Gonçalo sorriu-lhe, estendeu os braços numa tentativa de a reconfortar e esperou que ela corresse para os seus braços, o que não aconteceu.
Ainda do outro lado da estrada, sentiu uma tontura em sintonia com uma dor aguda no seu ventre que a fez gemer e cair inanimada no passeio mesmo na frente daqueles olhos azuis, enquanto recordava o que o médico dissera sobre não se puder enervar.
Gonçalo correu em seu auxílio, pousando-a imediatamente no seu colo. Preocupado, examinou-a e apercebeu-se que era um simples desmaio devido a tensão baixa. Instalou-a no seu carro e conduziu-a a alta velocidade para longe de casa do Seiya antes que este se desse conta.
Ao chegar ao luxuoso apartamento que antes pertencia a ambos, Gonçalo deita a loira sobre a cama, aconchegando-a nos lençóis. Esta, ainda desmaiada suspira lentamente, chamado a sua atenção para os lábios carnudos que ele, não conseguindo evitar, acabou por beijar com ternura, trazendo à tona milhares de recordações passadas.
Quando se deitou ao seu lado na cama contemplando o seu rosto e aconchegando a sua redonda barriguinha, Bunny abriu os olhos perante tanto aconchego e encontra o sorriso de Gonçalo junto a ela e, antes que ela pudesse reagir, ele beija-a terno: - Vamos esquecer o passado, a nossa vida começa agora!
Veja lá se aprenda menino Seiya!
Por um lado estou triste pela separação(ele era muito querido) mas por outro lado até estou contente por o Gonçalinho!
Mas já sei que o Gonçalo não vai ter grandes hipóteses...
Quando começei a ler a parte da Bunny a ter dores já estava a pensar o pior...Mas ainda bem que não foi nada
O que ira acontecer depois, "- Vamos esquecer o passado, a nossa vida começa agora"... Uú
Espero pelo Próximo!
Beijinho
Por um lado estou triste pela separação(ele era muito querido) mas por outro lado até estou contente por o Gonçalinho!
Mas já sei que o Gonçalo não vai ter grandes hipóteses...
Quando começei a ler a parte da Bunny a ter dores já estava a pensar o pior...Mas ainda bem que não foi nada
O que ira acontecer depois, "- Vamos esquecer o passado, a nossa vida começa agora"... Uú
Espero pelo Próximo!
Beijinho


'Há dois anos nesta comunidade fantástica' *-*
Oh Juju <3 depois de ler este capitulo ir ouvir aquele video é improprio para cardíacos...lol
O menino seiya andou a brincar demais saiu-lhe a sorte grande
Ohhh Bequinhas quem te disse que o Gonçalo nao vai ter hipótese... ele já tem lá na sua caminha a sua Bunny.
Mas para a semana já podem saber como vai ser o nascimento do bebe...e vai haver sangue...
e vai la estar o Gonçalo e Seiya, e mais nao digo mas ta forte.
Beijos e Bom ano*
O menino seiya andou a brincar demais saiu-lhe a sorte grande

Ohhh Bequinhas quem te disse que o Gonçalo nao vai ter hipótese... ele já tem lá na sua caminha a sua Bunny.
Mas para a semana já podem saber como vai ser o nascimento do bebe...e vai haver sangue...
e vai la estar o Gonçalo e Seiya, e mais nao digo mas ta forte.Beijos e Bom ano*
Tenho andado um pouco afasta, por causa desta época de festas e tudo mais, mas hoje tive um tempinho livre para vir ler as fanfics que ando a seguir atentamente, e quando reparei que havia novidades da tua, até dei um salto no sofá. Tive tanta pena do Seiya, mas era de esperar a reacção da Bunny, uma mulher odeia mentiras, ainda por cima que envolva a sujeita (para não escrever uma palavra feia) que nos roubou o marido. Mas o Gonçalo desceu ainda mais na minha consideração ao ter tal atitude, não foi correcto da parte dele. Vamos lá ver se a Bunny se deixa levar pela lábia do Gonçalo.
Estou ansiosa para ler a parte do nascimento eheh
Estou ansiosa para ler a parte do nascimento eheh

Aqui esta o capitulo que vos falei
espero que gostem...
Quero ver esses comentários!bjinhos e bom ano!
espero que gostem...Quero ver esses comentários!bjinhos e bom ano!
16.~Fica comigo~
Existem momentos que nunca poderão ser esquecidos que marcam a vida de qualquer mulher. Situações que ficam para sempre.
E Bunny tinha três especiais: O seu primeiro beijo, o dia do seu casamento e, claro, a sua gravidez, algo com que ela sempre sonhara, e que estava tão perto de se realizar… quase chegava a hora de ter o seu pedacinho de mel nos seus braços.
Mas o que mais a arrepiava era que tudo isso devia-se a ele: Gonçalo.
Mesmo consciente disso, não era capaz de olhar para ele como antes… ele já não era o mesmo. Ou melhor… ela já não era a mesma! Desde que tinha deixado Seiya, dedicou-se à escrita, que se tornara para ela o seu maior conforto. Por um lado para esquecer a solidão que Gonçalo não conseguia ocupar por muito que se esforçasse e, por outro, a tristeza que Seiya lhe deixara no coração trazia-lhe uma certa inspiração.
Já fazia um mês que vivia com Gonçalo e, tal como ele queria, a partir do dia em que voltou para aquele apartamento, ela esforçava-se todos os dias para esquecer o passado e recomeçar tudo. Mas faltava algo… a alegria, a atracção e o amor. Sensações que apenas Seiya lhe demonstrara. A vida ao lado de Gonçalo era sempre cinzenta e igual, enquanto que há meses atrás era um arco-íris.
- Bunny vem-te deitar. – Interrompeu. Já deitado na cama, olhava para ela na secretária com o seu portátil à frente atenta a mais um capítulo do seu livro.
A verdade é que um terceiro motivo para Bunny se afogar na escrita era para afastar as investidas que Gonçalo fazia todas as noites, sem sucesso.
- Já vou. Estou mesmo a acabar... – Disse, deixando um ligeiro sorriso forçado para trás dos ombros. Ele respondeu com um piscar de olho.
Assim que ela repara nos olhos fechados de Gonçalo, levanta-se e deita-se na cama ao seu lado como habitualmente. Mas assim que se recosta, Gonçalo puxa-a para si envolvendo-a nos seus braços quentes. A enorme barriga de Bunny permanece no meio dos dois.
- Ai Gonçalo, olha a menina! Estás a sufocá-la.
- Oh Bunny… já te expliquei que ela não respira pelo umbigo! – Exclamou, sorrindo com a lembrança da última vez que lhe explicou que o umbigo não era um tubo respirador.
Antes que ela inventa-se outra das suas desculpas Gonçalo, segura o seu braço, beijando o ombro nu. O seu aroma natural deixou-o louco de desejo. Revirou os olhos e puxou o seu rosto para junto dele beijando-a violentamente, como se fosse a última vez, o facto era que já não aguentava mais estar com ela na mesma cama e não puder fazer dela a sua mulher de verdade, só se iria sentir bem quando elimina-se de vez qualquer vestígio de Seiya, tanto do seu corpo como do seu coração.
Mas Bunny não correspondeu ao seu beijo. Virou a cara e os lábios molhados de Gonçalo escorregaram e percorreram o pescoço da loira. Sentiu um arrepio, não de prazer, mas sim medo por estar a fechar uma porta para sempre, a porta e o espaço que era de Seiya. Não conseguiu evitar os avanços dele e, deitada na cama, adormeceu com os olhos cheios de lágrimas imaginando como Seiya e Susana estariam felizes juntos, um a consolar o outro, felizes e apaixonados como no filme.
Do outro lado da rua, em frente ao prédio alguém observava a janela do quarto, com uma enorme gabardine molhada. Quem passasse ali, podia notar os enormes olhos azuis de Seiya. Chorava sem parar, lamentando-se por nunca mais ter visto o seu raio de sol.
Há dias que Seiya ficava escondido à frente daquele apartamento esperando a oportunidade de ver, nem que fosse ao longe, a sua Bunnyzinha e a sua ervilhinha. Estava louco de preocupação, sentia a falta dela, sabia que se não a visse rapidamente morreria, a sua força vital estava a desaparecer rapidamente!
Permanecer no planeta Terra sem ela não tinha sentido. As lágrimas foram absorvidas pelo frio da noite... sozinho dizia o seu nome baixinho, tentado que os seus pensamentos fossem suficientes para a ver de novo.
- SEIYAAAA, não! Pára, fica comigo. Não me deixes. – Gritou Bunny em pânico ainda a dormir, imediatamente acordada brutamente por Gonçalo.
Bunny estava gelada, o pesadelo tinha sido horrível e deixara-a transtornada, mas pior… estava ali Gonçalo, que enervado saía da cama.
- Desculpa Gonçalo.- Implorou, vendo tristeza nos olhos de Gonçalo. Furioso, atira o despertador para o chão.
Cheio de raiva por não conseguir apagar a lembrança de Seiya, aproxima – se de Bunny: - Queres voltar para ele? Acha-lo melhor que eu?
Ao reparar no estado alterado de Gonçalo, Bunny não responde o que o deixa ainda mais enraivecido. Nisto, vira-lhe as costas e começa a vestir as suas calças de ganga, preparando-se para sair.
- Onde vais Gonçalo? É madrugada. – Disse preocupada.
- Deixa-me Bunny! Preciso de estar só… E tu também precisas pensar.
- Mas Gonçalo, não quero ficar sozinha. – Sussurrou ajoelhada na cama, com medo.
- Eu nunca te deixarei, podes ter a certeza. És minha– Sorriu.
O fechar violento da porta sentiu-se por todo o prédio. Tirou-lhe o sono, irrequieta, não conseguiu ficar mais na cama. Dirigiu.se à varanda do quarto, mesmo sentindo frio, precisava de respirar fundo. Preocupada com Gonçalo, resolveu ali ficar e esperar pelo seu regresso com uma manta sobre os ombros. Sentiu-se observada, mas nem ligou… devia ser só impressão dela. Ali ficou a olhar para o céu.
- Pudinzinho! – Exclamou uma voz triste e abafada das grades do portão.
Bunny nem queria acreditar no que os seus olhos viam… não podia ser ele! Não era ele, aquele homem mal vestido. Só podia ser fruto da sua imaginação. Porém, não queria ficar na dúvida e depressa correu até ao portão do apartamento. Ao longe viu um homem, com lama nas botas, com uma barba enorme e ligeiramente fraco.
- Não pode ser ele.
- Seiya? – Perguntou, duvidando das semelhanças ao aproximar-se das grades.
- Pudinzinho, sou eu. – Respondeu.
Do outro lado das grades, Bunny não queria acreditar que aquele era Seiya. Mais se assemelhava a um mendigo digno de pena. Ao abrir o portão, Bunny tira-lhe o cabelo molhado e sujo do rosto e ao ver os seus grandes e marcantes olhos sabia que era ele. Sentiu um aperto no peito uma mistura de alegria com raiva.
- Que fazes aqui? Porque estás assim?
- Perdoa-me... por favor!
- Seiya, não quero ter esta conversa agora, aqui fora… já falei o que tinha a falar. Agora deixa-me em paz! Vai para casa.
- Eu amo-te tanto! E nada houve entre mim e a Susana. Se queres saber renunciei a tudo… ao meu sucesso, ao dinheiro, a tudo… por ti. – Declarou com os olhos molhados.
- Achas mesmo que vou acreditar nisso? Já me mentiste uma vez quem me diz que não estas outra vez a mentir?- Continuou, abrindo os braços que estavam encolhidos com o frio mostrando a sua enorme barriga que saiu do roupão. Seiya ajoelha-se no chão o seu ventre.
Bunny não sabia o que fazer. Tudo o que lhe passava pela cabeça era cair nos seus braços, acolhê-lo e tratar dele… mas não conseguia, estava magoada. Estar ali à porta do apartamento de Gonçalo não a deixava à vontade. Só pensava no que ele iria pensar ao vê-la ali, com ele.
Sentiu um enorme pontapé na sua barriga e Seiya sentiu-o no rosto. Sorriu, e chamou carinhosamente: - sou eu, ervilhinha. Estou aqui.
Bunny engoliu em seco, puxando as lágrimas, sentiu uma enorme contracção no seu ventre que a deixou preocupada, devia ser da emoção. Ela sabia que aquele último mês não tinha sido fácil e aquela agitação estava a deixá-la doida tanto psicologicamente como fisicamente.
- Preciso de estar sozinha Seiya. – Disse tirando-lhe as mãos da sua cintura. – Não estou bem, vou para junto do Gonçalo. Adeus Seiya.
E, antes que pudesse responder, Seiya estava sozinho no passeio. Sabia que Gonçalo não estava em casa e que aquilo fora só uma desculpa para o deixar. Mas mesmo assim, estava feliz por poder tocá-la e saber que ela não tinha sido só um sonho bom mas sim uma realidade.
- Atende Gonçalo...Vá la.
Bunny tentava ligar aflita com as várias contracções que sentia… mas em vão. O telefone tocava e ninguém atendia. Tentou ligar para o número de emergência, mas o telemóvel desligou-se depois de tantos telefonemas para Gonçalo.
Desesperada ao ver a sua camisa de noite com sangue sabia que algo não estava bem. Só no fim do mês é que devia… mas tudo mostrava que era naquele momento que o bebé iria nascer.
Aflita e sozinha entrou em desespero, abriu a porta do corredor e gritou pedindo ajuda. Mas ninguém apareceu, com medo grita por Seiya. Este que ia afastando. Já a vários metros de casa sentiu o grito de Bunny no seu coração e desata a correr, saltando o portão principal do prédio e subindo prédio a dentro encontra Bunny no corredor aninhada com dores.
- Bunny, que tens? Que se passa?! - Gritou desesperado.
- Que bom que aqui estás, Seiya… É a bebé… vai nascer!
Seiya pega-a ao colo tentando levá-la para dentro de casa e deita-a na enorme cama de casal.
- Liga ao Gonçalo. Ele saberá o que fazer.
Seiya pega no telemóvel e tenta ligar para Gonçalo mas sem sucesso. Aflito com os gritos de dores de Bunny resolve ligar para Taiki, que era enfermeiro.
- Taiki, onde estás?! Por favor, vem depressa ter a casa do Gonçalo, a Bunny está a entrar em trabalho de parto e estou com ela sozinho não sei que fazer! – Disse rapidamente, deixando Taiki atordoado.
- Calma Seiya, eu ainda estou no trabalho, mas eu mando aí uma ambulância.
- Sim manda vir com urgência...
- AH –Gritou Bunny. – Seiya, vai nascer tens de fazer algo rápido!
Seiya correu até à cozinha tirando água quente para um balde, uma faca da cozinha e toalhas da casa-de-banho. Não sabia o que ia fazer com aquilo, estava em pânico e os gritos de Bunny não ajudavam.
Ao chegar, sente a mão de Bunny sobre a sua mão fria. – Eu confio em ti, tu és capaz, eu confio a minha vida e a da ervilhinha.
Seiya sentiu uma enorme força inexplicável sobre ele. Olhou por entre as pernas e viu uma pequena cabeça.
-Puxa, agora...- Gritou.
Ela puxou e puxou mas não conseguia fazer a bebé sair. Seiya, desesperado, sabia que a única forma era fazer um pequeno corte facilitando a saída da bebé.
Deu-lhe uma pequena almofada para ela morder, tentando-lhe aliviar a dor.
Mal tocou com a faca, Bunny desfalece com dores e, nesse momento, a bebé nasce chorando cheia de força.
Seiya ficou sem palavras e com as lágrimas nos olhos. Bunny, fraca,levantou a cabeça tentando ver a sua pequenina.
- Deixa ver a ervilhinha. – Pediu Bunny, esgotada.
Seiya coloca a pequena no colo de Bunny que desmaia de imediato, não arranjando forças para a segurar. Seiya sente-se numa total desorientação de imediato despertado pelo barulho da porta; impaciente, corre pensando que finalmente seria o seu pedido de auxílio.
Porém, nesse instante, vê um Gonçalo pálido, perplexo ao nota a sua presença, no seu corredor com as roupas e mãos cheias de sangue e imagina o pior. Ignorando tudo o que sente com aquela presença, corre até ao quarto.
Mal queria acreditar no que os seus olhos viam.
Continua...
:_:_:_:_:_:
E Bunny tinha três especiais: O seu primeiro beijo, o dia do seu casamento e, claro, a sua gravidez, algo com que ela sempre sonhara, e que estava tão perto de se realizar… quase chegava a hora de ter o seu pedacinho de mel nos seus braços.
Mas o que mais a arrepiava era que tudo isso devia-se a ele: Gonçalo.
Mesmo consciente disso, não era capaz de olhar para ele como antes… ele já não era o mesmo. Ou melhor… ela já não era a mesma! Desde que tinha deixado Seiya, dedicou-se à escrita, que se tornara para ela o seu maior conforto. Por um lado para esquecer a solidão que Gonçalo não conseguia ocupar por muito que se esforçasse e, por outro, a tristeza que Seiya lhe deixara no coração trazia-lhe uma certa inspiração.
Já fazia um mês que vivia com Gonçalo e, tal como ele queria, a partir do dia em que voltou para aquele apartamento, ela esforçava-se todos os dias para esquecer o passado e recomeçar tudo. Mas faltava algo… a alegria, a atracção e o amor. Sensações que apenas Seiya lhe demonstrara. A vida ao lado de Gonçalo era sempre cinzenta e igual, enquanto que há meses atrás era um arco-íris.
- Bunny vem-te deitar. – Interrompeu. Já deitado na cama, olhava para ela na secretária com o seu portátil à frente atenta a mais um capítulo do seu livro.
A verdade é que um terceiro motivo para Bunny se afogar na escrita era para afastar as investidas que Gonçalo fazia todas as noites, sem sucesso.
- Já vou. Estou mesmo a acabar... – Disse, deixando um ligeiro sorriso forçado para trás dos ombros. Ele respondeu com um piscar de olho.
Assim que ela repara nos olhos fechados de Gonçalo, levanta-se e deita-se na cama ao seu lado como habitualmente. Mas assim que se recosta, Gonçalo puxa-a para si envolvendo-a nos seus braços quentes. A enorme barriga de Bunny permanece no meio dos dois.
- Ai Gonçalo, olha a menina! Estás a sufocá-la.
- Oh Bunny… já te expliquei que ela não respira pelo umbigo! – Exclamou, sorrindo com a lembrança da última vez que lhe explicou que o umbigo não era um tubo respirador.
Antes que ela inventa-se outra das suas desculpas Gonçalo, segura o seu braço, beijando o ombro nu. O seu aroma natural deixou-o louco de desejo. Revirou os olhos e puxou o seu rosto para junto dele beijando-a violentamente, como se fosse a última vez, o facto era que já não aguentava mais estar com ela na mesma cama e não puder fazer dela a sua mulher de verdade, só se iria sentir bem quando elimina-se de vez qualquer vestígio de Seiya, tanto do seu corpo como do seu coração.
Mas Bunny não correspondeu ao seu beijo. Virou a cara e os lábios molhados de Gonçalo escorregaram e percorreram o pescoço da loira. Sentiu um arrepio, não de prazer, mas sim medo por estar a fechar uma porta para sempre, a porta e o espaço que era de Seiya. Não conseguiu evitar os avanços dele e, deitada na cama, adormeceu com os olhos cheios de lágrimas imaginando como Seiya e Susana estariam felizes juntos, um a consolar o outro, felizes e apaixonados como no filme.
Do outro lado da rua, em frente ao prédio alguém observava a janela do quarto, com uma enorme gabardine molhada. Quem passasse ali, podia notar os enormes olhos azuis de Seiya. Chorava sem parar, lamentando-se por nunca mais ter visto o seu raio de sol.
Há dias que Seiya ficava escondido à frente daquele apartamento esperando a oportunidade de ver, nem que fosse ao longe, a sua Bunnyzinha e a sua ervilhinha. Estava louco de preocupação, sentia a falta dela, sabia que se não a visse rapidamente morreria, a sua força vital estava a desaparecer rapidamente!
Permanecer no planeta Terra sem ela não tinha sentido. As lágrimas foram absorvidas pelo frio da noite... sozinho dizia o seu nome baixinho, tentado que os seus pensamentos fossem suficientes para a ver de novo.
- SEIYAAAA, não! Pára, fica comigo. Não me deixes. – Gritou Bunny em pânico ainda a dormir, imediatamente acordada brutamente por Gonçalo.
Bunny estava gelada, o pesadelo tinha sido horrível e deixara-a transtornada, mas pior… estava ali Gonçalo, que enervado saía da cama.
- Desculpa Gonçalo.- Implorou, vendo tristeza nos olhos de Gonçalo. Furioso, atira o despertador para o chão.
Cheio de raiva por não conseguir apagar a lembrança de Seiya, aproxima – se de Bunny: - Queres voltar para ele? Acha-lo melhor que eu?
Ao reparar no estado alterado de Gonçalo, Bunny não responde o que o deixa ainda mais enraivecido. Nisto, vira-lhe as costas e começa a vestir as suas calças de ganga, preparando-se para sair.
- Onde vais Gonçalo? É madrugada. – Disse preocupada.
- Deixa-me Bunny! Preciso de estar só… E tu também precisas pensar.
- Mas Gonçalo, não quero ficar sozinha. – Sussurrou ajoelhada na cama, com medo.
- Eu nunca te deixarei, podes ter a certeza. És minha– Sorriu.
O fechar violento da porta sentiu-se por todo o prédio. Tirou-lhe o sono, irrequieta, não conseguiu ficar mais na cama. Dirigiu.se à varanda do quarto, mesmo sentindo frio, precisava de respirar fundo. Preocupada com Gonçalo, resolveu ali ficar e esperar pelo seu regresso com uma manta sobre os ombros. Sentiu-se observada, mas nem ligou… devia ser só impressão dela. Ali ficou a olhar para o céu.
- Pudinzinho! – Exclamou uma voz triste e abafada das grades do portão.
Bunny nem queria acreditar no que os seus olhos viam… não podia ser ele! Não era ele, aquele homem mal vestido. Só podia ser fruto da sua imaginação. Porém, não queria ficar na dúvida e depressa correu até ao portão do apartamento. Ao longe viu um homem, com lama nas botas, com uma barba enorme e ligeiramente fraco.
- Não pode ser ele.
- Seiya? – Perguntou, duvidando das semelhanças ao aproximar-se das grades.
- Pudinzinho, sou eu. – Respondeu.
Do outro lado das grades, Bunny não queria acreditar que aquele era Seiya. Mais se assemelhava a um mendigo digno de pena. Ao abrir o portão, Bunny tira-lhe o cabelo molhado e sujo do rosto e ao ver os seus grandes e marcantes olhos sabia que era ele. Sentiu um aperto no peito uma mistura de alegria com raiva.
- Que fazes aqui? Porque estás assim?
- Perdoa-me... por favor!
- Seiya, não quero ter esta conversa agora, aqui fora… já falei o que tinha a falar. Agora deixa-me em paz! Vai para casa.
- Eu amo-te tanto! E nada houve entre mim e a Susana. Se queres saber renunciei a tudo… ao meu sucesso, ao dinheiro, a tudo… por ti. – Declarou com os olhos molhados.
- Achas mesmo que vou acreditar nisso? Já me mentiste uma vez quem me diz que não estas outra vez a mentir?- Continuou, abrindo os braços que estavam encolhidos com o frio mostrando a sua enorme barriga que saiu do roupão. Seiya ajoelha-se no chão o seu ventre.
Bunny não sabia o que fazer. Tudo o que lhe passava pela cabeça era cair nos seus braços, acolhê-lo e tratar dele… mas não conseguia, estava magoada. Estar ali à porta do apartamento de Gonçalo não a deixava à vontade. Só pensava no que ele iria pensar ao vê-la ali, com ele.
Sentiu um enorme pontapé na sua barriga e Seiya sentiu-o no rosto. Sorriu, e chamou carinhosamente: - sou eu, ervilhinha. Estou aqui.
Bunny engoliu em seco, puxando as lágrimas, sentiu uma enorme contracção no seu ventre que a deixou preocupada, devia ser da emoção. Ela sabia que aquele último mês não tinha sido fácil e aquela agitação estava a deixá-la doida tanto psicologicamente como fisicamente.
- Preciso de estar sozinha Seiya. – Disse tirando-lhe as mãos da sua cintura. – Não estou bem, vou para junto do Gonçalo. Adeus Seiya.
E, antes que pudesse responder, Seiya estava sozinho no passeio. Sabia que Gonçalo não estava em casa e que aquilo fora só uma desculpa para o deixar. Mas mesmo assim, estava feliz por poder tocá-la e saber que ela não tinha sido só um sonho bom mas sim uma realidade.
- Atende Gonçalo...Vá la.
Bunny tentava ligar aflita com as várias contracções que sentia… mas em vão. O telefone tocava e ninguém atendia. Tentou ligar para o número de emergência, mas o telemóvel desligou-se depois de tantos telefonemas para Gonçalo.
Desesperada ao ver a sua camisa de noite com sangue sabia que algo não estava bem. Só no fim do mês é que devia… mas tudo mostrava que era naquele momento que o bebé iria nascer.
Aflita e sozinha entrou em desespero, abriu a porta do corredor e gritou pedindo ajuda. Mas ninguém apareceu, com medo grita por Seiya. Este que ia afastando. Já a vários metros de casa sentiu o grito de Bunny no seu coração e desata a correr, saltando o portão principal do prédio e subindo prédio a dentro encontra Bunny no corredor aninhada com dores.
- Bunny, que tens? Que se passa?! - Gritou desesperado.
- Que bom que aqui estás, Seiya… É a bebé… vai nascer!
Seiya pega-a ao colo tentando levá-la para dentro de casa e deita-a na enorme cama de casal.
- Liga ao Gonçalo. Ele saberá o que fazer.
Seiya pega no telemóvel e tenta ligar para Gonçalo mas sem sucesso. Aflito com os gritos de dores de Bunny resolve ligar para Taiki, que era enfermeiro.
- Taiki, onde estás?! Por favor, vem depressa ter a casa do Gonçalo, a Bunny está a entrar em trabalho de parto e estou com ela sozinho não sei que fazer! – Disse rapidamente, deixando Taiki atordoado.
- Calma Seiya, eu ainda estou no trabalho, mas eu mando aí uma ambulância.
- Sim manda vir com urgência...
- AH –Gritou Bunny. – Seiya, vai nascer tens de fazer algo rápido!
Seiya correu até à cozinha tirando água quente para um balde, uma faca da cozinha e toalhas da casa-de-banho. Não sabia o que ia fazer com aquilo, estava em pânico e os gritos de Bunny não ajudavam.
Ao chegar, sente a mão de Bunny sobre a sua mão fria. – Eu confio em ti, tu és capaz, eu confio a minha vida e a da ervilhinha.
Seiya sentiu uma enorme força inexplicável sobre ele. Olhou por entre as pernas e viu uma pequena cabeça.
-Puxa, agora...- Gritou.
Ela puxou e puxou mas não conseguia fazer a bebé sair. Seiya, desesperado, sabia que a única forma era fazer um pequeno corte facilitando a saída da bebé.
Deu-lhe uma pequena almofada para ela morder, tentando-lhe aliviar a dor.
Mal tocou com a faca, Bunny desfalece com dores e, nesse momento, a bebé nasce chorando cheia de força.
Seiya ficou sem palavras e com as lágrimas nos olhos. Bunny, fraca,levantou a cabeça tentando ver a sua pequenina.
- Deixa ver a ervilhinha. – Pediu Bunny, esgotada.
Seiya coloca a pequena no colo de Bunny que desmaia de imediato, não arranjando forças para a segurar. Seiya sente-se numa total desorientação de imediato despertado pelo barulho da porta; impaciente, corre pensando que finalmente seria o seu pedido de auxílio.
Porém, nesse instante, vê um Gonçalo pálido, perplexo ao nota a sua presença, no seu corredor com as roupas e mãos cheias de sangue e imagina o pior. Ignorando tudo o que sente com aquela presença, corre até ao quarto.
Mal queria acreditar no que os seus olhos viam.
Continua...
:_:_:_:_:_:
Porque é que acaba tudo em suspense? T_____T
Achei muito bem que a Bunny tivesse recorrido ao Seiya (o que mostra que o Gonçalo não quer mesmo saber dela e__e) e fiquei surpreendida com a cena do parto. Nunca achei que seria o Seiya a fazê-lo!
Apesar de ser pequeno, achei que foi um dos melhores capítulos da fanfic. Todas as cenas me surpreenderam. Continua assim, espero pelo próximo capítulo
Achei muito bem que a Bunny tivesse recorrido ao Seiya (o que mostra que o Gonçalo não quer mesmo saber dela e__e) e fiquei surpreendida com a cena do parto. Nunca achei que seria o Seiya a fazê-lo!
Apesar de ser pequeno, achei que foi um dos melhores capítulos da fanfic. Todas as cenas me surpreenderam. Continua assim, espero pelo próximo capítulo

Ainda estou sem palavras, o que acabei de ler está maravilhoso, eu a esta hora já não consigo fazer comentários de jeito, mas posso te dizer que estou cada vez mais ansiosa para o próximo capítulo e que estou muitissimo contente por ter sido o Seiya a fazer o parto, quando falaste que este capítulo seria emocionante, estava longe de imaginar que seria ele a fazer o parto, está cinco estrelas mesmo, só te posso dizer para continuares a presentear o pessoal com o teu talento. Parabéns 

Meu Deus...Que capítulo...
Tal como a JujuKou, acho que foi um dos melhores capítulo da fic...
Este Gonçalo não tem cabeça...Tou a ficar triste com ele
Finalmente nasceu a ervilhinha, foi muito bonito ver o Seiya a fazer o parto a Bunny
Tão querido com a Bunny 
Espero que a Bunny recupere do parto, pois tem a pequena ervilhinha a sua espera!
O que é que o Gonçalo andou a fazer?
Fico á espera do próximo capítulo... Obrigada por me avisares que já tinhas postado,és uma quida! <3
BEIJINHOS*
Tal como a JujuKou, acho que foi um dos melhores capítulo da fic...
Este Gonçalo não tem cabeça...Tou a ficar triste com ele
Finalmente nasceu a ervilhinha, foi muito bonito ver o Seiya a fazer o parto a Bunny
Tão querido com a Bunny 
Espero que a Bunny recupere do parto, pois tem a pequena ervilhinha a sua espera!
O que é que o Gonçalo andou a fazer?
Fico á espera do próximo capítulo... Obrigada por me avisares que já tinhas postado,és uma quida! <3
BEIJINHOS*

'Há dois anos nesta comunidade fantástica' *-*
Ainda bem que gostaram, o Gonçalo vai a caça depois trama-se... e claro que nao havia mais ninguem mais indicado para fazer o parto do que Seiya, agora vamos ver se a Bunny acorda e como será, se vai continuar com o Gonçalo ou vai voltar po Seiya...
Mas o proximo capitulo vai demorar um pouco pois a faculdade nao me larga e estou cheia de trabalhos, mesmo já estando feito o proximo capitulo ainda nao o vou postar pois ainda nao foi revisto, mas assim que estiver pronto eu aviso!
Beijinhos e obrigado por continuarem a seguirem nao se vao arrepender prometo

Mas o proximo capitulo vai demorar um pouco pois a faculdade nao me larga e estou cheia de trabalhos, mesmo já estando feito o proximo capitulo ainda nao o vou postar pois ainda nao foi revisto, mas assim que estiver pronto eu aviso!
Beijinhos e obrigado por continuarem a seguirem nao se vao arrepender prometo
Ai! Tu queres me matar? Como é possível parares num momento destes? O.O
Estou tão curiosa para saber o que vai acontecer... E como será que o Gonçalo se vai comportar devido ao Seiya estar em casa dele? ai ai.. >.<
Fico à espera do próximo capítulo!
Que o meu vai demorar que ando sem imaginação nenhum!
Kiss!
Estou tão curiosa para saber o que vai acontecer... E como será que o Gonçalo se vai comportar devido ao Seiya estar em casa dele? ai ai.. >.<
Fico à espera do próximo capítulo!
Que o meu vai demorar que ando sem imaginação nenhum!Kiss!


eu vou fazer-te o mesmo pedido que fiz à HarukaTenohPT, porque com a falta de tempo, nao ando a conseguir acompanhar as fics. Permites.me q copie a tua fic para o word, p levar p casa para depois poder ler calmamente no conforto do meu lar, e ler tudo de seguida? e que eu chego a levar horas a ler uma fic, e preciso de estar concentrada nela, e online nao o consigo fazer XD

さよならできずに, 立ち止まったままの僕と一緒に...
Sinceramente achei as partes iniciais esquisitas, pois não fui capaz adaptar essa personalidade ao Gonçalo e muito menos à Susana. A história dos dois é tão intensa que é estranho ver como o Gonçalo abandonou a Usagi para ir ter com Plutão.
Esta parte final foi muito boa, em que o Seiya abandona tudo por causa da namorada. Honestamente acho que a culpa de tudo isto foi dele, já que ele não contou a verdade.
Mas enfim esta parte final foi tão arrepiante, que parto mais peculiar.
Go on, viciou-me esta fic!
Esta parte final foi muito boa, em que o Seiya abandona tudo por causa da namorada. Honestamente acho que a culpa de tudo isto foi dele, já que ele não contou a verdade.
Mas enfim esta parte final foi tão arrepiante, que parto mais peculiar.
Go on, viciou-me esta fic!
Oh Tinoco tas o vontade copia a historia, mas depois quero um comentario teu sobre a minha fic... 
Eu tambem sou assim como tu só concentrada é que consigo ler... mas tas a vontade.
Erva: Essa é a tua interpretação da historia...mas eu sempre achei a Plutão meio "manhosa" sempre sozinha e com alguma inveja da historia deles os dois(Bunny e Gonçalo), gosto dela para vilã das minhas fics, quanto ao Gonçalo porque nao torna-lo o mauzinho da fita, e com sou uma fã do Seiya tinha de lhe dar algum protagonismo... Mas ainda bem que gostas te e conseguir ter mais um leitor, espero postar o proximo capitulo no inicio da semana ( pois com os exames nao é facil)
Obrigado pessoal* bjs

Eu tambem sou assim como tu só concentrada é que consigo ler... mas tas a vontade.
Erva: Essa é a tua interpretação da historia...mas eu sempre achei a Plutão meio "manhosa" sempre sozinha e com alguma inveja da historia deles os dois(Bunny e Gonçalo), gosto dela para vilã das minhas fics, quanto ao Gonçalo porque nao torna-lo o mauzinho da fita, e com sou uma fã do Seiya tinha de lhe dar algum protagonismo... Mas ainda bem que gostas te e conseguir ter mais um leitor, espero postar o proximo capitulo no inicio da semana ( pois com os exames nao é facil)
Obrigado pessoal* bjs
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