A Saga de Syllviane
Onee-chan, eu sei que andas ocupada e tal.. 
mas que tal um capítulo novo, hã?
Não era má ideia 

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Não era má ideia 
Gostas de mistérios, dramas, romance, acção, emoções e muito mais?
Então clica ali em baixo:

FanFic: Sombras do Passado (Capítulo 4 postado dia 19/02!)
Então clica ali em baixo:

FanFic: Sombras do Passado (Capítulo 4 postado dia 19/02!)
Bem, aqui está uma "surpresinha" para voces feita pla Samy e por mim (maior parte pela samy, eu apenas fiz o fundo o.o') *_* *hugs*
Eu dixe-lhe o fato, acessorios, e oh pah, ela parece que entrou na minha cabeça e tirou a imagem da Nicolle para o papel. Ficou mesmo brutal! A Samy desenhou, pintou e pos sombras, é uma artista! <3 Obrigada Samy!!!
Ah, voces por enquanto ainda nao vao perceber varios promenores da imagem, mas depois com o desenrolar da historia vao descobri-los.

Eu dixe-lhe o fato, acessorios, e oh pah, ela parece que entrou na minha cabeça e tirou a imagem da Nicolle para o papel. Ficou mesmo brutal! A Samy desenhou, pintou e pos sombras, é uma artista! <3 Obrigada Samy!!!
Ah, voces por enquanto ainda nao vao perceber varios promenores da imagem, mas depois com o desenrolar da historia vao descobri-los.

Chibi-Star escreveu:Bem, aqui está uma "surpresinha" para voces feita pla Samy e por mim (maior parte pela samy, eu apenas fiz o fundo o.o') *_* *hugs*Tá lindissima!!!
Eu dixe-lhe o fato, acessorios, e oh pah, ela parece que entrou na minha cabeça e tirou a imagem da Nicolle para o papel. Ficou mesmo brutal! A Samy desenhou, pintou e pos sombras, é uma artista! <3 Obrigada Samy!!!
Ah, voces por enquanto ainda nao vao perceber varios promenores da imagem, mas depois com o desenrolar da historia vao descobri-los.
Pessoal! Finalmente o raio do monitor já veio de compor (pelo menos foi o que me disseram ao telefone) isso significa que logo já vai haver mais capitulos!
E como os exames das especificas ja terminaram, ja tenho tempo para me dedicar por completo à historia
Assim sendo, hoje sou capaz de postar uns 3 capitulos inteiros como pedido de desculpa por ter demorado tanto tempo!
E como os exames das especificas ja terminaram, ja tenho tempo para me dedicar por completo à historia

Assim sendo, hoje sou capaz de postar uns 3 capitulos inteiros como pedido de desculpa por ter demorado tanto tempo!
Chibi-Star escreveu:Pessoal! Finalmente o raio do monitor já veio de compor (pelo menos foi o que me disseram ao telefone) isso significa que logo já vai haver mais capitulos!![]()
E como os exames das especificas ja terminaram, ja tenho tempo para me dedicar por completo à historia
Assim sendo, hoje sou capaz de postar uns 3 capitulos inteiros como pedido de desculpa por ter demorado tanto tempo!
(Finalmente o monitor está pronto
Tava a ver que os hommes tinham-no comido o.õ)Ahhhh!!! *cai*
A serio?
.o: *salta*Que emoção T^T
Capítulo 4
A chegada (Parte III)
-Então, és de cá? – Perguntou Nicolle, enquanto metia à boca uma enorme torrada com manteiga.
-Não, sou de Paris. E tu?
-Eu sou de Inglaterra! Estás cá de férias, é?
-Bem, não são bem férias, é uma história muito longa, e cómica também! –Respondeu-lhe Sabrina, bebendo um copo com leite com chocolate.
-Eu tenho o dia inteiro, por isso…-Todavia a conversa foi interrompida por um elevado barulho vindo da mala de Nicolle. O seu telemóvel começara a tocar. – Sim? …Agora? ...Tem mesmo que ser? …Ok! – Terminou ela enquanto guarda outra vez o seu telemóvel. – Sabrina desculpa, mas tenho que ir fazer umas coisas que o meu pai me está a pedir… - Disse ela triste. – Bem, voltaremos a ver-nos?
-Claro que sim! – Respondeu-lhe Sabrina esboçando um sorriso.
Nicolle abandonou a divisão a resmungar para si mesma, pensado que estava a ter o conversa tão interessante, e ao mesmo tempo estranha, e o seu pai tinha que a interromper. Tinha-lhe dito para daqui a meia hora estivesse na recepção do hotel para irem a um sítio e terem uma conversa. Então, Nicolle apressadamente subiu ao seu quarto para tomar um duche rápido e ir ter com o pai.
Ao entrar na sua casa de banho privativa, despiu a roupa, que caiu desordenadamente no chão enquanto esta entrava na banheira. Através da cortina corrida, podia observar-se a sua silhueta, uma silhueta bem definida, magra, alta e bem constituída.
-Mas que raio? – Pensou Nicolle surpreendida com a sua marca no peito. Ela desde pequena que tinha uma pequena cicatriz no peito, algo originário de uma queimadura segundo o seu pai, mas com o passar dos anos a marca mal se notava. Todavia, naquele dia a marca estava extremamente profunda, viva e nela se distinguia dois losangos, um deles com lados curvos, e uma curva que fazia lembrar a letra “S”. – Talvez tenha usado um creme cujo sou alérgica. – Comentou ela, tentando arranjar uma explicação lógica.
Passado meia hora, o seu pai já estava à sua espera na recepção do hotel.
-Vamos. – Anunciou ele, arrastando-a e metendo-a rapidamente dentro do seu carro que tinha acabado de chegar de Inglaterra.
A viajem foi silenciosa e misteriosa. Nicolle olhava pelo vidro do carro tentando fugir àquela atmosfera pesada.
-Olha … - começou o seu pai. – O ano lectivo acabou de começar aqui em Portugal, vens estudar para cá.
-Como? – Perguntou ela surpreendida. - Mas então nós não estávamos aqui por engano? Tu não odeias tanto Portugal? Então e os meus estudos para tornar-me numa aristocrata de maior classe e prestígio? Não tinhas dito que este pais não prestava? E então…
-PÁRA! Tanta pergunta. – Gritou-lhe ele. – Mudança de planos.
-Mas pai… porquê?
-Mais tarde explico-te, um dia. – Finalizou ele. Estacionou o carro e saiu, deixando Nicolle extremamente confusa.
-Vais ocultar? VAIS ESCONDER DE MIM COMO ESCONDES O VERDADEIRO PASSADO DA MÃE?! – Disse ela fria e arrogantemente para o pai, que ficou sem palavras e apenas virou a cara e continuou a andar.
-Tu… nunca irias perceber, e nem eu quero que percebas. O meu único propósito nesta vida é fazer-te feliz. Agora anda.
Nicolle não conseguiu conter uma enorme tristeza dentro de si. Ela queria e tinha o direito de saber, mas ao mesmo tempo tinha medo, pois o sempre que o seu pai falava do assunto, o seu rosto enchia-se de tristeza. Decidiu então esquecer o dramático comentário que tinha feito. De repente, deu por si em frente a um castelo!
-Uauuu…mas o que é isto? – Exclamou ela surpreendida. Estava à frente de um verdadeiro castelo, não era como alguns que ela via na cidade, todos espelhados e cheios da última tecnologia, este era um castelo antigo.
-Este é o Colégio Lágrima Prateada, onde irás estudar, a pedido de um grande “amiga” da tua mãe e minha. – Informou-a Afonso. – Pronta para entrar?
-Conheciam a minha mãe? – Perguntou ela com um brilho nos olhos.
-A directora pelo menos sim, agora vamos. Chega-te perto do portão.
Nicolle, sem perceber bem, obedeceu e chegou-se perto do enorme portão prateado e este imediatamente ao sentir a presença da rapariga abriu. Ela ficou extremamente espantada, sem saber o que fazer, dizer, pensar.
-Hahaha… - riu ela forçosamente. – Isto parece ser velho mas tem alta tecnologia de reconhecimento de corpos.
Afonso apenas olhou para ela com ar de reprovação e avançou ao seu lado.
***
Enquanto isso no hotel, Sabrina encontrava-se a subir a escadaria quando se cruzou com o seu pai e este pediu para terem uma conversa urgente. Ao chegarem ao quarto, Tiago certificou-se que não se encontrava ninguém no quarto, o que deixou Sabrina desconfiada em relação ao assunto que iriam tratar.
-Filha… - Começou Tiago, ao mesmo tempo que se sentou na enorme cama. – Tu à uns tempos disseste que querias ir estudar para fora, ainda queres?
-Estás a falar a sério?! Quer dizer, tão repentinamente? Tu sempre disseste que nunca querias que eu fosse, querias-me sempre ao pé de ti.– Retorquiu ela confusa.
-Pois, pensei melhor. É que uma grande “amiga” da tua mãe e minha mandou-me um convite para tu entrares no seu colégio privado, Colégio Lágrima Prateada.
-Eu quero! Será fantástico! Irei alargar a minha cultura e…
Mas Sabrina nem teve tempo de terminar, o seu pai já se tinha levantado e saído pela porta fora, apenas dizendo “Anda lá, vamos então!”. Sabrina obedeceu cada vez mais confusa e questionava-se o que estava a acontecer com o seu pai, ele não era assim.
***
Nicolle e o seu pai avançavam lado a lado pelo jardim do colégio. Era realmente um jardim lindíssimo, mas ao mesmo tempo exótico. No meio de inúmeras flores que Nicolle nunca tinha visto e esculturas realísticas de incontáveis deusas, ela sentia-se observada. Muitos jardineiros e empregadas que por ali passavam, olhavam estupefactos para ela, como se ela fosse algum tipo de deusa ou mito.
Chegaram à entrada e mal Afonso empurrou a porta com a maior destreza e superioridade como se fosse dono daquilo, uns quantos mordomos de fato e muitíssimo bem arranjados enunciaram em coro: “Seja bem-vinda de volta menina!”
-De volta? – Disse Nicolle virando-se para o pai o ar de quem quer uma explicação. Este rapidamente olhou para os mordomos com um olhar cortante e estes perceberam que tinham falado de mais.
-Anda vamos falar com a directora. – E ambos subiram pelas escadas principais do castelo. Escadas de madeira, já não muito seguras mas que, apesar disso traziam um sentimento quente a Nicolle. E quanto passavam por inúmeros compartimentos, ela passava a mão por quadros, molduras, paredes, mesas, cadeiras, corrimões e sentia uma enorme nostalgia que não conseguia explicar, como se já tivesse estado ali antes.
Finalmente chegaram ao topo de uma das torres. O nevoeiro que outrora rodeava o local, agora tinha-se dissipado.
-Não tenhas medo, abre a porta. – Encorajou o pai.
Nicolle pousou a mão na fechadura e rodou. A porta rangeu e abriu.
Do entro lado, sentada à frente de uma mesa já bastante desgastada, estava uma senhora já de alguma idade, com longos e finos cabelos brancos, rugas faciais bem profundas e um olhar tão ou mais doce que o mel. Ela levantou-se e dirigiu-se a Nicolle, trazendo uma pequena lágrima no canto do olho.
-Já nos conhecemos? – Gaguejou a jovem.
-Querida Nicolle, 16 anos passaram, cresceste, estás o reflexo dela… - Disse a senhora.
-Dela?
-Provavelmente nunca te falaram de mim, eu chamo-me Eruda, sou a directora deste colégio. Conheço os teus pais já à bastante tempo…
-Conheceu a minha mãe? Como ela era? O que ela gostava de fazer nos tempos livres? Tinha muitas amigas? Vivia onde? Quando conheceu o meu pai? Era feliz? Tinha…- Começou Nicolle a bombardear perguntar sobre a mãe para Eruda, não podia desperdiçar a oportunidade de falar abertamente da sua mãe, sem aqueles tabus que o seu pai lhe impunha. Todavia foi interrompida pelo olhar profundo de Eruda.
-Calma, tudo no seu tempo…
-Desculpe. – Disse ela virando o rosto para o chão.
-Não te preocupes, irás saber tudo…
-Bem não está com bastante para fazer cara Eruda. – Encenou Afonso, aterrorizado com a palavra “tudo” e temendo pela sua menina.
-À… claro. Então vemo-nos depois. Querida, só tenho uma coisinha a pedir-te…
-Diga. – Respondeu Nicolle esboçando um sorriso.
-Nunca permitas que o teu medo fique maior que a tua esperança, caso isso aconteça, o sonho irá terminará.
-Apesar de Nicolle não ter percebido bem as palavras dela despediu-se e saiu com o pai do seu gabinete.
Ao descerem as escadas cruzam-se com Albert que os informara que tinha acabado de colocar as malas de Nicolle no seu dormitório.
-Perdoa-me filha. – Desabafou Afonso.
-Porquê?
-Por não te contar muitas coisas, não te contar o que aconteceu no passado, o que está a acontecer no presente e o que acontecerá no futuro… Perdoa-me. Mas juro-te que um dia irás saber, mas agora é perigoso. Por favor, confia e mim. – Disse ele enquanto virou a cara para o lado para tentar não mostrar à filha um pai fraco que existia dentro dele.
-Não te preocupes, está tudo bem. – Respondeu ela enquanto o abraçava.
A chegada (Parte III)
-Então, és de cá? – Perguntou Nicolle, enquanto metia à boca uma enorme torrada com manteiga.
-Não, sou de Paris. E tu?
-Eu sou de Inglaterra! Estás cá de férias, é?
-Bem, não são bem férias, é uma história muito longa, e cómica também! –Respondeu-lhe Sabrina, bebendo um copo com leite com chocolate.
-Eu tenho o dia inteiro, por isso…-Todavia a conversa foi interrompida por um elevado barulho vindo da mala de Nicolle. O seu telemóvel começara a tocar. – Sim? …Agora? ...Tem mesmo que ser? …Ok! – Terminou ela enquanto guarda outra vez o seu telemóvel. – Sabrina desculpa, mas tenho que ir fazer umas coisas que o meu pai me está a pedir… - Disse ela triste. – Bem, voltaremos a ver-nos?
-Claro que sim! – Respondeu-lhe Sabrina esboçando um sorriso.
Nicolle abandonou a divisão a resmungar para si mesma, pensado que estava a ter o conversa tão interessante, e ao mesmo tempo estranha, e o seu pai tinha que a interromper. Tinha-lhe dito para daqui a meia hora estivesse na recepção do hotel para irem a um sítio e terem uma conversa. Então, Nicolle apressadamente subiu ao seu quarto para tomar um duche rápido e ir ter com o pai.
Ao entrar na sua casa de banho privativa, despiu a roupa, que caiu desordenadamente no chão enquanto esta entrava na banheira. Através da cortina corrida, podia observar-se a sua silhueta, uma silhueta bem definida, magra, alta e bem constituída.
-Mas que raio? – Pensou Nicolle surpreendida com a sua marca no peito. Ela desde pequena que tinha uma pequena cicatriz no peito, algo originário de uma queimadura segundo o seu pai, mas com o passar dos anos a marca mal se notava. Todavia, naquele dia a marca estava extremamente profunda, viva e nela se distinguia dois losangos, um deles com lados curvos, e uma curva que fazia lembrar a letra “S”. – Talvez tenha usado um creme cujo sou alérgica. – Comentou ela, tentando arranjar uma explicação lógica.
Passado meia hora, o seu pai já estava à sua espera na recepção do hotel.
-Vamos. – Anunciou ele, arrastando-a e metendo-a rapidamente dentro do seu carro que tinha acabado de chegar de Inglaterra.
A viajem foi silenciosa e misteriosa. Nicolle olhava pelo vidro do carro tentando fugir àquela atmosfera pesada.
-Olha … - começou o seu pai. – O ano lectivo acabou de começar aqui em Portugal, vens estudar para cá.
-Como? – Perguntou ela surpreendida. - Mas então nós não estávamos aqui por engano? Tu não odeias tanto Portugal? Então e os meus estudos para tornar-me numa aristocrata de maior classe e prestígio? Não tinhas dito que este pais não prestava? E então…
-PÁRA! Tanta pergunta. – Gritou-lhe ele. – Mudança de planos.
-Mas pai… porquê?
-Mais tarde explico-te, um dia. – Finalizou ele. Estacionou o carro e saiu, deixando Nicolle extremamente confusa.
-Vais ocultar? VAIS ESCONDER DE MIM COMO ESCONDES O VERDADEIRO PASSADO DA MÃE?! – Disse ela fria e arrogantemente para o pai, que ficou sem palavras e apenas virou a cara e continuou a andar.
-Tu… nunca irias perceber, e nem eu quero que percebas. O meu único propósito nesta vida é fazer-te feliz. Agora anda.
Nicolle não conseguiu conter uma enorme tristeza dentro de si. Ela queria e tinha o direito de saber, mas ao mesmo tempo tinha medo, pois o sempre que o seu pai falava do assunto, o seu rosto enchia-se de tristeza. Decidiu então esquecer o dramático comentário que tinha feito. De repente, deu por si em frente a um castelo!
-Uauuu…mas o que é isto? – Exclamou ela surpreendida. Estava à frente de um verdadeiro castelo, não era como alguns que ela via na cidade, todos espelhados e cheios da última tecnologia, este era um castelo antigo.
-Este é o Colégio Lágrima Prateada, onde irás estudar, a pedido de um grande “amiga” da tua mãe e minha. – Informou-a Afonso. – Pronta para entrar?
-Conheciam a minha mãe? – Perguntou ela com um brilho nos olhos.
-A directora pelo menos sim, agora vamos. Chega-te perto do portão.
Nicolle, sem perceber bem, obedeceu e chegou-se perto do enorme portão prateado e este imediatamente ao sentir a presença da rapariga abriu. Ela ficou extremamente espantada, sem saber o que fazer, dizer, pensar.
-Hahaha… - riu ela forçosamente. – Isto parece ser velho mas tem alta tecnologia de reconhecimento de corpos.
Afonso apenas olhou para ela com ar de reprovação e avançou ao seu lado.
***
Enquanto isso no hotel, Sabrina encontrava-se a subir a escadaria quando se cruzou com o seu pai e este pediu para terem uma conversa urgente. Ao chegarem ao quarto, Tiago certificou-se que não se encontrava ninguém no quarto, o que deixou Sabrina desconfiada em relação ao assunto que iriam tratar.
-Filha… - Começou Tiago, ao mesmo tempo que se sentou na enorme cama. – Tu à uns tempos disseste que querias ir estudar para fora, ainda queres?
-Estás a falar a sério?! Quer dizer, tão repentinamente? Tu sempre disseste que nunca querias que eu fosse, querias-me sempre ao pé de ti.– Retorquiu ela confusa.
-Pois, pensei melhor. É que uma grande “amiga” da tua mãe e minha mandou-me um convite para tu entrares no seu colégio privado, Colégio Lágrima Prateada.
-Eu quero! Será fantástico! Irei alargar a minha cultura e…
Mas Sabrina nem teve tempo de terminar, o seu pai já se tinha levantado e saído pela porta fora, apenas dizendo “Anda lá, vamos então!”. Sabrina obedeceu cada vez mais confusa e questionava-se o que estava a acontecer com o seu pai, ele não era assim.
***
Nicolle e o seu pai avançavam lado a lado pelo jardim do colégio. Era realmente um jardim lindíssimo, mas ao mesmo tempo exótico. No meio de inúmeras flores que Nicolle nunca tinha visto e esculturas realísticas de incontáveis deusas, ela sentia-se observada. Muitos jardineiros e empregadas que por ali passavam, olhavam estupefactos para ela, como se ela fosse algum tipo de deusa ou mito.
Chegaram à entrada e mal Afonso empurrou a porta com a maior destreza e superioridade como se fosse dono daquilo, uns quantos mordomos de fato e muitíssimo bem arranjados enunciaram em coro: “Seja bem-vinda de volta menina!”
-De volta? – Disse Nicolle virando-se para o pai o ar de quem quer uma explicação. Este rapidamente olhou para os mordomos com um olhar cortante e estes perceberam que tinham falado de mais.
-Anda vamos falar com a directora. – E ambos subiram pelas escadas principais do castelo. Escadas de madeira, já não muito seguras mas que, apesar disso traziam um sentimento quente a Nicolle. E quanto passavam por inúmeros compartimentos, ela passava a mão por quadros, molduras, paredes, mesas, cadeiras, corrimões e sentia uma enorme nostalgia que não conseguia explicar, como se já tivesse estado ali antes.
Finalmente chegaram ao topo de uma das torres. O nevoeiro que outrora rodeava o local, agora tinha-se dissipado.
-Não tenhas medo, abre a porta. – Encorajou o pai.
Nicolle pousou a mão na fechadura e rodou. A porta rangeu e abriu.
Do entro lado, sentada à frente de uma mesa já bastante desgastada, estava uma senhora já de alguma idade, com longos e finos cabelos brancos, rugas faciais bem profundas e um olhar tão ou mais doce que o mel. Ela levantou-se e dirigiu-se a Nicolle, trazendo uma pequena lágrima no canto do olho.
-Já nos conhecemos? – Gaguejou a jovem.
-Querida Nicolle, 16 anos passaram, cresceste, estás o reflexo dela… - Disse a senhora.
-Dela?
-Provavelmente nunca te falaram de mim, eu chamo-me Eruda, sou a directora deste colégio. Conheço os teus pais já à bastante tempo…
-Conheceu a minha mãe? Como ela era? O que ela gostava de fazer nos tempos livres? Tinha muitas amigas? Vivia onde? Quando conheceu o meu pai? Era feliz? Tinha…- Começou Nicolle a bombardear perguntar sobre a mãe para Eruda, não podia desperdiçar a oportunidade de falar abertamente da sua mãe, sem aqueles tabus que o seu pai lhe impunha. Todavia foi interrompida pelo olhar profundo de Eruda.
-Calma, tudo no seu tempo…
-Desculpe. – Disse ela virando o rosto para o chão.
-Não te preocupes, irás saber tudo…
-Bem não está com bastante para fazer cara Eruda. – Encenou Afonso, aterrorizado com a palavra “tudo” e temendo pela sua menina.
-À… claro. Então vemo-nos depois. Querida, só tenho uma coisinha a pedir-te…
-Diga. – Respondeu Nicolle esboçando um sorriso.
-Nunca permitas que o teu medo fique maior que a tua esperança, caso isso aconteça, o sonho irá terminará.
-Apesar de Nicolle não ter percebido bem as palavras dela despediu-se e saiu com o pai do seu gabinete.
Ao descerem as escadas cruzam-se com Albert que os informara que tinha acabado de colocar as malas de Nicolle no seu dormitório.
-Perdoa-me filha. – Desabafou Afonso.
-Porquê?
-Por não te contar muitas coisas, não te contar o que aconteceu no passado, o que está a acontecer no presente e o que acontecerá no futuro… Perdoa-me. Mas juro-te que um dia irás saber, mas agora é perigoso. Por favor, confia e mim. – Disse ele enquanto virou a cara para o lado para tentar não mostrar à filha um pai fraco que existia dentro dele.
-Não te preocupes, está tudo bem. – Respondeu ela enquanto o abraçava.
Capítulo 4
A chegada (Parte IV)
-Não te preocupes, está tudo bem. – Respondeu ela enquanto o abraçava.
-Bem, eu vou ter que voltar para e Inglaterra tratar de uns assuntos importantes, mas não te preocupes, sabes que alguma coisa e numa hora ponho-me cá!
-Claro. Não te preocupes, eu gostei desta ideia de ficar aqui.
-Não te afastes de Eruda…- Sussurrou-lhe ele ao ouvido, deu-lhe mais um abraço e abandonou o local.
-Menina, - Falou Albert, tentando confortar Nicolle. – Não fique triste, limpe essa lágrima que vai escorrer pela sua doce face.
Nicolle fê-lo, estava feliz pois ia entrar num mundo novo, algo a despertar novas aventuras, mas ao ver o pai abandonar o local deixou a sua parte fraca vir ao de cima.
Já dentro do carro e longe do campo de visão de alguém, Afonso deixou cair a cabeça sobre o volante e começou a soluçar e chorar como tinha chorado à 16 anos atrás. O pensamento que todos os seus esforços não tinham valido de muito começaram a invadir a sua cabeça.
***
-Já chegamos pai? – Perguntou Sabrina curiosamente.
-Sim. – Disse ele enquanto estacionava o carro. – Pronta? – Perguntou ele enquanto esboçou um sorriso falso.
-Pai… quando estás tristes não precisas de fingir um sorriso…
-Sabrina… - e lágrimas começaram a correr-lhe pela cara sem ele as conseguir controlar. – Perdoa-me! Mas o melhor para ti é…
-Sim, eu já percebi que atrás disto tudo está algo muito chocante e frágil, por isso eu acredito em ti, por de trás dessa mascara eu consigo ver a dor que sentes. Pai, eu amo-te para sempre! – Declarou ela ao mesmo tempo que se esticou para o abraçar.
Passado uns momentos ambos saíram do carro e entraram no colégio. Se antes os empregados e jardineiros estavam estupefactos, agora eles estavam aterrorizados, como se o apocalipse estivesse a chegar. Ao chegarem à porta, Tiago deu um passo para trás e disse:
-Desculpa mas eu não consigo entrar aí…perdoa-me filha, tenho motivos…
-Não precisas de te justificar. – E sorriu. – A Nanda também acabou de chegar.
Sabrina olhou em frente e de um só passo abriu a porta, a porta que lhe iria revelar o seu passado.
***
-Então, é agora não é? – Perguntou uma mulher dentro duma gruta escura e fria.
-Sim, trá-lo aqui à minha presença agora. – Ordenou um homem já de meia-idade.
A mulher de longos cabelos pretos cacheados olhou para trás e murmurou algumas palavras de uma língua estranha e um jovem rapaz dos seus 16 anos aproximou-se dela com cuidado. Seus olhos eram como dois enormes diamantes, um cinzento ofuscante que combinava com os seus cabelos prateados e meios despenteados.
-Aproxima-te de mim rapaz. – Disse o homem. – Está na hora de vingares a tua mãe, estás pronto?!
-Sim senhor! Estou pronto até para morrer por a minha causa. – Respondeu-lhe o jovem.
-Está bem então. O desejo do descendente eu irei cumprir, para depois em meu próprio sonho investir, Passado, Presente, Futuro quebrai as leis do espaço-tempo e deixai-o partir. – E levantou ligeiramente o pulso e o jovem criando um remoinho negro à do rapaz, enviando-o para longe dali.
-Nem acredito que criou uma rima toda pomposa para…- riu a mulher maliciosamente.
A chegada (Parte IV)
-Não te preocupes, está tudo bem. – Respondeu ela enquanto o abraçava.
-Bem, eu vou ter que voltar para e Inglaterra tratar de uns assuntos importantes, mas não te preocupes, sabes que alguma coisa e numa hora ponho-me cá!
-Claro. Não te preocupes, eu gostei desta ideia de ficar aqui.
-Não te afastes de Eruda…- Sussurrou-lhe ele ao ouvido, deu-lhe mais um abraço e abandonou o local.
-Menina, - Falou Albert, tentando confortar Nicolle. – Não fique triste, limpe essa lágrima que vai escorrer pela sua doce face.
Nicolle fê-lo, estava feliz pois ia entrar num mundo novo, algo a despertar novas aventuras, mas ao ver o pai abandonar o local deixou a sua parte fraca vir ao de cima.
Já dentro do carro e longe do campo de visão de alguém, Afonso deixou cair a cabeça sobre o volante e começou a soluçar e chorar como tinha chorado à 16 anos atrás. O pensamento que todos os seus esforços não tinham valido de muito começaram a invadir a sua cabeça.
***
-Já chegamos pai? – Perguntou Sabrina curiosamente.
-Sim. – Disse ele enquanto estacionava o carro. – Pronta? – Perguntou ele enquanto esboçou um sorriso falso.
-Pai… quando estás tristes não precisas de fingir um sorriso…
-Sabrina… - e lágrimas começaram a correr-lhe pela cara sem ele as conseguir controlar. – Perdoa-me! Mas o melhor para ti é…
-Sim, eu já percebi que atrás disto tudo está algo muito chocante e frágil, por isso eu acredito em ti, por de trás dessa mascara eu consigo ver a dor que sentes. Pai, eu amo-te para sempre! – Declarou ela ao mesmo tempo que se esticou para o abraçar.
Passado uns momentos ambos saíram do carro e entraram no colégio. Se antes os empregados e jardineiros estavam estupefactos, agora eles estavam aterrorizados, como se o apocalipse estivesse a chegar. Ao chegarem à porta, Tiago deu um passo para trás e disse:
-Desculpa mas eu não consigo entrar aí…perdoa-me filha, tenho motivos…
-Não precisas de te justificar. – E sorriu. – A Nanda também acabou de chegar.
Sabrina olhou em frente e de um só passo abriu a porta, a porta que lhe iria revelar o seu passado.
***
-Então, é agora não é? – Perguntou uma mulher dentro duma gruta escura e fria.
-Sim, trá-lo aqui à minha presença agora. – Ordenou um homem já de meia-idade.
A mulher de longos cabelos pretos cacheados olhou para trás e murmurou algumas palavras de uma língua estranha e um jovem rapaz dos seus 16 anos aproximou-se dela com cuidado. Seus olhos eram como dois enormes diamantes, um cinzento ofuscante que combinava com os seus cabelos prateados e meios despenteados.
-Aproxima-te de mim rapaz. – Disse o homem. – Está na hora de vingares a tua mãe, estás pronto?!
-Sim senhor! Estou pronto até para morrer por a minha causa. – Respondeu-lhe o jovem.
-Está bem então. O desejo do descendente eu irei cumprir, para depois em meu próprio sonho investir, Passado, Presente, Futuro quebrai as leis do espaço-tempo e deixai-o partir. – E levantou ligeiramente o pulso e o jovem criando um remoinho negro à do rapaz, enviando-o para longe dali.
-Nem acredito que criou uma rima toda pomposa para…- riu a mulher maliciosamente.
A primeira a comentar este capítulo, uau 
Está, como sempre, lindo, adoro a maneira como descreves os locais, transportas-nos directamente para lá
Bem, agora estou a ficar cada vez mais curiosa com esta história.. O encontro das duas, e essa escola.. para onde elas vão estudar, mete água no bico XDD
Acabo por aqui, pois eu e os testamentos não nos damos bem XD
Sabes que eu adoro a tua fic <33

Está, como sempre, lindo, adoro a maneira como descreves os locais, transportas-nos directamente para lá

Bem, agora estou a ficar cada vez mais curiosa com esta história.. O encontro das duas, e essa escola.. para onde elas vão estudar, mete água no bico XDD
Acabo por aqui, pois eu e os testamentos não nos damos bem XD
Sabes que eu adoro a tua fic <33

thankes, *Kaoru : D

verde é verdocas , by lili 8D
-Nunca permitas que o teu medo fique maior que a tua esperança, caso isso aconteça, o sonho irá terminará.
Tens aqui um errito... XD
Mas tirando isso... OMG! Adorei o capítulo
.o: E ainda dizes tu que não está muito bem..! Andas doida, só pode..

Vão estudar na mesma escola..
Apesar de já ter uma ideia do passado das mães delas, estou anciosa para saber tudo também
.o:Gostas de mistérios, dramas, romance, acção, emoções e muito mais?
Então clica ali em baixo:

FanFic: Sombras do Passado (Capítulo 4 postado dia 19/02!)
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FanFic: Sombras do Passado (Capítulo 4 postado dia 19/02!)
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