Sailor Moon Portugal, A Navegante da Lua

A Saga de Syllviane

#23
Tão lindooo Surprised.o:
Que engraçado, o nome "Miranda" é o ultimo nome do meu pai, e o meu, óbvio Matreiro (e tu sabias disso hem Cool).

Amei amei *-*
Coitada da Sabrina...
#24
Adorei a parte em que a Nanda penteia o cabelo à Sabrina e todas as palavras que ela lhe diz sobre a mãe! Foi uma cena envolvente, muito bonita!

E porquê não gostar dos nomes portugueses? Foi uma coisa que gostei bastante, teres inserido Portugal na tua história! Fiquei muito curiosa acerca do porquê da mãe da Sabrina ter estado cá ^_^

Parabéns pelo primeiro capítulo!
#27
Tao liiindo Surprised.o:

Adorei o capitulo (ou a primeira parte dele... Matreiro)
Gostei muito da cena em que a Nanda penteia o cabelo da Sabrina... e comovente Embaracoso

Quero mais Very Happy
"To be alive is to be loved. That's what my heart whispers to me"



Gostas de anjos? E de vampiros tambem? ----> Nas asas de um anjo
#28
Decidi começar a ler outra fic, sem ser a do Sammu... esta agrada-me Very Happy

thankes, *Kaoru : D


verde é verdocas , by lili 8D
#32
Chibi-Star escreveu:Pessoal em principio hoje ponho mais Matreiro

Que bom! Smile
Óh gémea Chibi-star, eu quero mesmo ler mais ham?!? RazzRazz
#34
Capítulo 1
O décimo sexto Outono (Parte II)


***

- NUNCA! NUNCAAA… NUNCAAAAAAAAAAAAAA!- Berrava uma jovem rapariga de seus 16 anos no meio de um enorme salão de chá. Um salão com decorações clássicas, mesas redondas com cadeiras esculpidas por grandes artistas, compridas cortinas de seda de tonalidade bege e delicados tapetes bordados à mão. – O quê? Onde estou? – Sussurrava para si a jovem, de longos cabelos loiros lisos, mas encaracolados nas pontas, olhos de cor azul-cristal e pele macia, ainda meia atordoada do sonho, ou melhor dizendo, pesadelo que acabara de ter.

-Mas o que é que aquela senhorita estava a fazer? Estava a dormir? Que falta de nível! Gostava de saber como é que uma pessoa destas pode estar aqui. Tens razão! Que horror. Estou chocada! – Comentavam várias senhoras de certa idade, enquanto olhavam escandalizadas para a pobre rapariga.

-Olha que acho que era melhor não falarem mal dela. – Ripostou outra senhora enquanto mexia a colher no seu chá.

-Sim, ela é a filha única do famoso médico que curou a Sua Alteza, A Rainha-Mãe. – Disse outra voz baixa.

-É verdade. Teve sorte de o seu pai ter sido escolhido para observar a Nossa Alteza. Mas ela tem maneiras tão rudes. Vocês viram só como ela se sentou na cadeira? Mas talvez seja melhor mudar de assunto! Sim, o chá ainda me cai mal. – E as vozes foram baixando o seu tom até alcançarem um silêncio profundo.

-A menina Nicolle está bem? – Disse uma carinhosa voz ao mesmo tempo que coloca a sua mão sobre o ombro da jovem.

-Sim, obrigada. Eu acho que vou lá fora apanhar um bocado de ar. – E a jovem levantou-se e dirigiu-se para a porta. Ela atravessa inúmeros corredores e escadarias até que chega à porta de saída da ala esquerda do Palácio de Buckingham. Dirige-se para um lugar do enorme jardim onde não tivesse turistas irritantes a falar um Inglês mais estranho e impercebível que existe à face da Terra.

- Nem acredito que adormeci lá na sala do chá. Se o meu pai e a Sua Alteza, A Rainha-Mãe, descobrem, ficarão muito desiludidos comigo. – Exclamou enquanto soltou um suspiro.

Nicolle pertencia à alta aristocracia. Vivia em Inglaterra, numa mansão dos arredores de Londres, desde que era pequena e seu pai era um médico privado mundialmente conhecido, que à uns anos atrás, diagnosticou precocemente uma doença em Sua Alteza e conseguiu cura-la a tempo, salvando-lhe a vida. Como ele já era bastante rico, como agradecimento, a Sua Alteza concedeu-lhe o título de aristocrata. E assim, Nicolle sempre foi criada como uma nobre, mas certas senhoras conservadoras do salão de chá teimam em embirrar com ela e em pôr-lhe defeitos, pois para elas, para se ser aristocrata tem que se ter sangue nobre.

-Gostava muito de saber o que um chá tem assim de tão especial. Aquilo é tão aborrecido! Desta vez até adormeci. Por vezes gostava de ser da média/baixa aristocracia só para não ser obrigada a ir a estes convívios.

Nicolle levantou-se e dirigiu-se para o parque de estacionamento onde estava o seu motorista, entro da sua limusina.

-Albert, por favor, leva-me para casa. – Disse ela.

-Já? Hoje ainda é cedo. Já acabou o convívio menina? – Perguntou o motorista.

-Bem, ainda não acabou, mas hoje aconteceu um pequeno contra-tempo…

-Como assim?

-Bem, eu adormeci…

- Não de me diga menina! – Rindo baixinho.

-Então…sabes bem como é…

-Deixe lá, não se preocupe com isso agora.

Podia dizer-se que Albert era das pessoas em que Nicolle mais confiava e se abria. Ele era o motorista da sua família já à bastante tempo. Desde pequena que ela se lembra dele, de o ter sempre ao seu lado, pois ele era mais que um motorista qualquer. Como seu pai sempre foi um homem muito ocupado, Albert sempre brincava com ela e fazia muitas vezes de ama, já que Nicolle adorava pregar partidas às amas que o seu pai lhe arranjava.

-E então menina, já recebeu muitas prendas? – Começou ele a meter conversa para a animar.

-Bem, ainda não fui ver, estou com um bocado de medo.

-Medo?

-Sim, o ano passado encheram o meu quarto cheio de prendas e quando eu abri a porta, uma enorme onda de presentes inundou a casa inteira. E como se não bastasse, ouve uma falha na bateria dos robots, assim tiveram que ir todos os empregados arrumar aquela confusão toda.

-Pois foi, já não me estava a lembrar! – Exclamou ao mesmo tempo que solta várias gargalhadas. – Bem, eu hoje, no seu décimo sexto aniversário, vou oferece-lhe algo muito especial. Tenho estado estas últimas semanas a pensar se será correcto oferece-lhe o que lhe vou oferecer, mas seja o que Deus quiser... – E calou-se, ficando com um ar de pensativo.

Um arrepio apoderou-se de Nicolle, ela não sabia porque, mas aquelas palavras tinham-na deixado um bocado abalada.
Passado alguns minutos, os dois chegaram à mansão Castelo Duarte.
Iam subindo os andares da enorme vivenda, e nenhum deles se atrevia a abrir a boca. Nicolle estava tão curiosa que achou melhor não dizer nada, não ia Albert arrepender-se de lhe oferecer o tal presente tão misterioso. Finalmente chegaram ao último piso – o escuro e sombrio sótão.

-Então foi aqui que escondeste o meu presente? Nunca me lembraria de o vir procurar aqui. – Disse Nicolle com tom de brincadeira para tentar aliviar o ambiente.

Todavia, Albert não lhe respondeu, estava sério, pensativo, ela nunca o tinha visto assim antes.
De repente ele parou em frente de um enorme baú coberto de pó.

“Será isto correcto? O que será que o Sr. Dr. Castelo Duarte irá pensar?” – Pensou ele.

E tirou do bolso uma chave meia enferrujada que introduziu no cadeado do baú. Este abriu e levantou uma grande quantidade de pó, fazendo Nicolle espirrar.
Mexeu e remexeu no conteúdo do baú, até que tirou de dentro uma fotografia muito velha e suja.

-Aqui está. – Dando a Nicolle a tal fotografia.

-Mas…esta sou eu…? – Gaguejou Nicolle.

-Não, é a sua mãe…

-O QUE DIZES? – Gritou ela escandalizada.

-Sua mãe, acho que a menina já é grande o suficiente para… - Mas o seu discurso foi interrompido, pois Nicolle tinha acabado de cair no chão e desmaiado de tanta emoção. Foi a primeira fez que ela via uma fotografia da sua mãe. Esta tinha morrido quando Nicolle tinha apenas dois meses e seu pai teimava em mudar sempre de assunto quando se falava da sua mãe. Foi, também, a primeira vez que alguém lhe começou a falar livremente de sua mãe. E apesar de desmaiada, uma lágrima escorre pela face de Nicolle.
#35
esta lindo Chibi-star!!!

vejo que tambem nao se abrem muito a Nicolle para falar da sua mae!
no fundo as duas raparigas tem historias parecidas...

gostei muito do capitulo!
continua!
#37
Lindissimo, Chibi Star Embaracoso

Adorei <3

thankes, *Kaoru : D


verde é verdocas , by lili 8D
#40
Este capítulo está muito giro! Como disse a Likinhas, no fundo, elas têm duas histórias semelhantes. Cá para mim, o fio que as une é suportado pelas duas mães, deve haver algum mistério que as envolva.

A Nicolle parece engraçada, e gostei muito do Albert! Imaginei-o logo como uma espécie de mordomo/motorista todo simpático. E aquelas mulherzinhas! Até que consigo imaginá-las, todas "pomposas".

Mais uma vez, gostei bastante do capítulo e, mais uma vez, fico ansiosamente à espera do seguinte. Parabéns Embaracoso

Editado pela última vez em

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