A Mudança do Mundo-Crystal Tokio [capitulo 13, 1ª parte]
Isto está muito mau de comentarios...Eu vou postar o resto do capitulo 8 e depois vou parar de postar até isto melhorar... Acho que já há imensa confisão por causa das fics e não quero que a minha entre para a confusão que há, por isso vou parar de postar.
Vou continuar a escrever a fic até ao fim, ate porque me está a dar muito gozo escrevê-la e porque quero melhorar a minha escrita... Quando isto melhorar eu se calhar vou voltar a postar...Lamento muito e peço desculpa a todos os que seguem a minha fic...
Beijokitas
Vou continuar a escrever a fic até ao fim, ate porque me está a dar muito gozo escrevê-la e porque quero melhorar a minha escrita... Quando isto melhorar eu se calhar vou voltar a postar...Lamento muito e peço desculpa a todos os que seguem a minha fic...
Beijokitas

Obrigado Dumpling <3
J@n!nh@ escreveu:Isto está muito mau de comentarios...Eu vou postar o resto do capitulo 8 e depois vou parar de postar até isto melhorar... Acho que já há imensa confisão por causa das fics e não quero que a minha entre para a confusão que há, por isso vou parar de postar.
Vou continuar a escrever a fic até ao fim, ate porque me está a dar muito gozo escrevê-la e porque quero melhorar a minha escrita... Quando isto melhorar eu se calhar vou voltar a postar...Lamento muito e peço desculpa a todos os que seguem a minha fic...
Beijokitas
:='(: :xau: :g11:
okay sniff
entendo J@n!nh@,mas eu vou ficar muito ... triste por não poder ler tua fic agora,mas sei como é ,no meio desta confusão de lançamentos de fic's muitas outas ficam esquecidas¬¬
Então vou esperar pacientemente(e roendo todas minha unhas) tua fic
Então vou esperar pacientemente(e roendo todas minha unhas) tua fic

"O agradecimento silencioso não serve muito a ninguém." ( Gertrude Stein ) Por isto...Agradeço a todos pelo apoio e principalmente a Ruka-chan e a Jô-chan!
ღ Gaby-Br=^.^= ღ
Jú! 
Well, estou na aula de Psicologia Social
e finalmente consegui acabar a tua história. Ufa!
Tu contextualizas muito bem as situações. A tua creatividade e a tua doçura constroem momentos mágicos através da escrita.
Apenas tenho um ou dois reparos a fazer minha querida. Só te peço que tenhas mais atenção à pontuação. Para mim é a coisinha que tens de reparar, porque a tua história está muito boa minha querida! Beijinhó.

Well, estou na aula de Psicologia Social
e finalmente consegui acabar a tua história. Ufa!Tu contextualizas muito bem as situações. A tua creatividade e a tua doçura constroem momentos mágicos através da escrita.
Apenas tenho um ou dois reparos a fazer minha querida. Só te peço que tenhas mais atenção à pontuação. Para mim é a coisinha que tens de reparar, porque a tua história está muito boa minha querida! Beijinhó.

Oh lovely *-*
Gaby minha piquinina lamento muito ter de para um pouco, pode ser que durantes as minhas 5 semanas de exames as coisas melhorem um pouco e eu retomo a historia, entretanto amanha ainda vou postar o resto do capitulo 8 que está incompleto.
Que bom ter mais uma leitora, isso deixa sempre uma autora feliz XD. Obrigado Kelinha...
Querida Dii, muito obrigado or passares por cá, essa aula deve ser uma real seca
Ainda bem que gostast-te e obrigado pela dica, vou ter mais atenção à pontuação. Já sabe qualquer coisa que vejas incorrecta podes sempre dizer pois as tuas opiniões ou de qualquer outra pessoa são sempre bem vindas para melhorar.
Obrigado a todas e beijokitas
Que bom ter mais uma leitora, isso deixa sempre uma autora feliz XD. Obrigado Kelinha...
Querida Dii, muito obrigado or passares por cá, essa aula deve ser uma real seca
Ainda bem que gostast-te e obrigado pela dica, vou ter mais atenção à pontuação. Já sabe qualquer coisa que vejas incorrecta podes sempre dizer pois as tuas opiniões ou de qualquer outra pessoa são sempre bem vindas para melhorar.Obrigado a todas e beijokitas

Obrigado Dumpling <3
Lena_Dias escreveu:- Sim porque tu vais ser o primeiro a “caminhar para a forca” – Fernando estava ocupado com uma lista telefónica numa mão e um telefone noutra enquanto Mário supervisionava as chamadas que fazia, pareciam estar a ligar para antigos colegas e amigos do Gonçalo.
- Credo, não vou nada caminhar para a forca. Eu estou radiante com o casamento. A verdade é que estou tão nervoso que vocês não imaginam. – Confessou ligeiramente corado.
XDDDD esses rapazes têm uma mentalidade pouco evoluida :':
Lá isso é verdade, Rapazes!
Como sabes adorei tudo mas a parte em que a Haruka foge da Mariana, amei mesmo!XD
Beijocas
Fic:
- sailormoon eterna - mudança no destino
- sailormoon eterna - mudança no destino 2
http://culturaearte.forumeiros.com
- sailormoon eterna - mudança no destino
- sailormoon eterna - mudança no destino 2
http://culturaearte.forumeiros.com
Estava dificil de acabar mas consegui...Daqui a pouco posto o resto.
Capitulo 8 parte 3
Em casa de Maria
- O que fizeram vocês à Bunny que ela vem com cara de quem tem vontade de matar toda a gente? – Pergunta Joana espantada com a amiga.
- Fui eu que disse que ela não devia conduzir naquele estado e ela chateou-se e mandou-nos entrar todas no carro dela. Devias ver o olhar dela. Desde que engravidou que está com um feitio pior que o meu. – Haruka falava com Joana enquanto ajudava a preparar os vestidos para o dia seguinte. Ami, que estava no quarto ao lado a ouvir a conversa, porque as duas não estavam a falar propriamente baixo, vai ter com elas e explica-lhes.
- Meninas as mudanças de humor da Bunny devem-se à enorme quantidade de hormonas que ela agora tem no corpo por causa dos bebés. O Gonçalo contou-me que um dia foi encontrá-la a soluçar no chão do quarto porque estava insegura. É normal tudo isto. – Ficam todas de boca aberta a olhar para Ami.
- Só nos resta aturá-la.
- Joana não fales assim. Coitada já viste com o que ela tem de lidar agora. Vamos mas é voltar ao trabalho se não nunca mais acabamos. – Ami censurou Joana e voltaram as três ao que estavam a fazer.
A campainha da casa de Maria volta a tocar.
- Bolas que ninguém tem paz nesta casa hoje. – Reclama enquanto vai abrir a porta.
Luna entra à frente com Artemisa e com a pequena Diana que veio do futuro para ver o casamento, atrás deles vinham mais quatro pessoas e Maria ficou tão admirada quanto contente quando as viu.
- Maria o que se passa? Porque estás a gr… - Bunny calou-se ao chegar ao hall e deparar com os três luzes e a sua princesa. Correu a abraça-los.
- Pundinzinho como estás? Estava já cheio de saudades. – Cumprimentou Seya que retribuiu o abraço.
- Ficámos muito contentes pelo convite. Obrigado Bunny. – Agradeceu a Princesa.
- Podemos ajudar em alguma coisa? – Pergunta Yaten.
- Podem ir ter com os rapazes e divertirem-se um bocado, a Princesa fica aqui connosco a organizar as coisas. – Sugeriu Maria rapidamente. Bunny agarra no telemóvel e liga a Gonçalo a perguntar onde eles estão, depois de desligar pede aos três que a sigam que ela vai levá-los até ao café onde estão os rapazes.
Ao chegarem Bunny estaciona e sai do carro em direcção ao café seguida pelos três. Aproximam-se dos rapazes e Bunny dá um pequeno beijo a Gonçalo que de seguida olha para Seya um bocadinho apreensivo, Bunny nem nota.
- Portem-se bem e vejam lá o que lhe fazem, se não ainda me deixa plantada no altar. – Diz Bunny aos rapazes com um sorriso, faz-lhes adeus e afaste-se em direcção ao carro.
A manhã passou rapidamente e a tarde ainda mais depressa, quando deram por isso já eram horas de jantar, as raparigas arranjaram-se, incluindo Kakyuu e foram jantar a um restaurante. Os rapazes decidiram fazer uma jantarada na casa de Rui e depois saíram para um barzinho ali perto, ainda não eram horas de irem para a discoteca onde estava preparada uma surpresa para o Gonçalo.
Depois do jantar as meninas decidiram também ir a um barzinho, o que elas não sabiam é que era o mesmo bar onde os rapazes se encontravam, sentaram-se na esplanada, uma brisa fresca agitou os cabelos de Bunny, Haruka ao senti-la ficou inquieta. Não demorou nem 5 minutos e um estrondo ouviu-se no pátio do bar. As pessoas começaram a fugir ficando apenas as meninas naquele pátio, o fumo que tinha surgido juntamente com o estrondo começava agora a dissipar-se e podia ver-se uma mulher de cabelos compridos, vermelhos com um vestido completamente preto até aos pés, os seus olhos eram negros como uma noite sem luar.
- Transformem-se já. – Ordenou Bunny.
Todas se transformaram e ficaram em posição defensiva de maneira a protegerem Bunny de algum ataque, não demorou muito até os rapazes, que estavam do outro lado do bar, virem ter com elas.
- Fernando pega no Mário e no Rui e vão-se embora, vocês não podem fazer nada, vão já. – Ordenou Rita e Fernando obedeceu sem pensar duas vezes.
Os três luzes já estavam transformados e Gonçalo também, de repente lembrou-se que Bunny estava grávida e que não devia lutar naquele estado. Vai até ela e agarra-lhe no braço.
- Tens de sair daqui Sailor Moon, não podes combater assim ainda te vais magoar.
- Desculpa mas eu não saio daqui. Vou vencer esta doida, não a quero a estragar a minha noite e muito menos o dia de amanha.
- Vocês não me vão vencer. Eu sou Caligena, a Rainha da escuridão, aquela que vai governar este mundo ao lado do Caos. – E solta um riso maquiavélico.
- Isso é o que vamos ver. – Haruka foi a primeira a atacar, seguida das outras guerreiras. Passou-se algum tempo e a batalha não estava a correr muito bem, as Navegantes estavam a ficar esgotadas, as Star Lights estavam feridas e a Princesa Kakyuu estava desmaiada no chão. A Navegante da Lua estava já com alguns arranhões assim como o Mascarado. No meio da confusão aparece Luna que consegue chegar perto da Navegante da Lua e fala com ela.
- Tu tens um enorme poder, se tu e o Gonçalo juntarem os poderes que estão a despertar conseguem derrotá-la. Utiliza o Cristal Prateado. Tu consegues Bunny eu acredito em ti.
Bunny apela ao poder do Cristal Prateado e mais uma vez se transforma na futura Rainha Serenidade, assim como Gonçalo se transforma no Rei Endymion. Ambos dão as mãos e olham um para o outro.
- A união faz a força. – Diz Bunny.
- Por ti, pelos nossos filhos, por este planeta, vamos conseguir vence-la. – Assim que Gonçalo diz isto, uma luz quente, já conhecida por todos, nasce dos dois, a Rainha agarra no seu ceptro a luz é cada vez mais brilhante. O ataque é direccionado a Caligena, que paira uns centímetros acima do chão até cair sem vida. O seu corpo desfaz-se como se fosse fumo negro. Bunny acaba por perder os sentidos, mas sem perder a sua tranformação , Gonçalo agarra nela e leva-a para casa.
Capitulo 8 parte 3
Em casa de Maria
- O que fizeram vocês à Bunny que ela vem com cara de quem tem vontade de matar toda a gente? – Pergunta Joana espantada com a amiga.
- Fui eu que disse que ela não devia conduzir naquele estado e ela chateou-se e mandou-nos entrar todas no carro dela. Devias ver o olhar dela. Desde que engravidou que está com um feitio pior que o meu. – Haruka falava com Joana enquanto ajudava a preparar os vestidos para o dia seguinte. Ami, que estava no quarto ao lado a ouvir a conversa, porque as duas não estavam a falar propriamente baixo, vai ter com elas e explica-lhes.
- Meninas as mudanças de humor da Bunny devem-se à enorme quantidade de hormonas que ela agora tem no corpo por causa dos bebés. O Gonçalo contou-me que um dia foi encontrá-la a soluçar no chão do quarto porque estava insegura. É normal tudo isto. – Ficam todas de boca aberta a olhar para Ami.
- Só nos resta aturá-la.
- Joana não fales assim. Coitada já viste com o que ela tem de lidar agora. Vamos mas é voltar ao trabalho se não nunca mais acabamos. – Ami censurou Joana e voltaram as três ao que estavam a fazer.
A campainha da casa de Maria volta a tocar.
- Bolas que ninguém tem paz nesta casa hoje. – Reclama enquanto vai abrir a porta.
Luna entra à frente com Artemisa e com a pequena Diana que veio do futuro para ver o casamento, atrás deles vinham mais quatro pessoas e Maria ficou tão admirada quanto contente quando as viu.
- Maria o que se passa? Porque estás a gr… - Bunny calou-se ao chegar ao hall e deparar com os três luzes e a sua princesa. Correu a abraça-los.
- Pundinzinho como estás? Estava já cheio de saudades. – Cumprimentou Seya que retribuiu o abraço.
- Ficámos muito contentes pelo convite. Obrigado Bunny. – Agradeceu a Princesa.
- Podemos ajudar em alguma coisa? – Pergunta Yaten.
- Podem ir ter com os rapazes e divertirem-se um bocado, a Princesa fica aqui connosco a organizar as coisas. – Sugeriu Maria rapidamente. Bunny agarra no telemóvel e liga a Gonçalo a perguntar onde eles estão, depois de desligar pede aos três que a sigam que ela vai levá-los até ao café onde estão os rapazes.
Ao chegarem Bunny estaciona e sai do carro em direcção ao café seguida pelos três. Aproximam-se dos rapazes e Bunny dá um pequeno beijo a Gonçalo que de seguida olha para Seya um bocadinho apreensivo, Bunny nem nota.
- Portem-se bem e vejam lá o que lhe fazem, se não ainda me deixa plantada no altar. – Diz Bunny aos rapazes com um sorriso, faz-lhes adeus e afaste-se em direcção ao carro.
A manhã passou rapidamente e a tarde ainda mais depressa, quando deram por isso já eram horas de jantar, as raparigas arranjaram-se, incluindo Kakyuu e foram jantar a um restaurante. Os rapazes decidiram fazer uma jantarada na casa de Rui e depois saíram para um barzinho ali perto, ainda não eram horas de irem para a discoteca onde estava preparada uma surpresa para o Gonçalo.
Depois do jantar as meninas decidiram também ir a um barzinho, o que elas não sabiam é que era o mesmo bar onde os rapazes se encontravam, sentaram-se na esplanada, uma brisa fresca agitou os cabelos de Bunny, Haruka ao senti-la ficou inquieta. Não demorou nem 5 minutos e um estrondo ouviu-se no pátio do bar. As pessoas começaram a fugir ficando apenas as meninas naquele pátio, o fumo que tinha surgido juntamente com o estrondo começava agora a dissipar-se e podia ver-se uma mulher de cabelos compridos, vermelhos com um vestido completamente preto até aos pés, os seus olhos eram negros como uma noite sem luar.
- Transformem-se já. – Ordenou Bunny.
Todas se transformaram e ficaram em posição defensiva de maneira a protegerem Bunny de algum ataque, não demorou muito até os rapazes, que estavam do outro lado do bar, virem ter com elas.
- Fernando pega no Mário e no Rui e vão-se embora, vocês não podem fazer nada, vão já. – Ordenou Rita e Fernando obedeceu sem pensar duas vezes.
Os três luzes já estavam transformados e Gonçalo também, de repente lembrou-se que Bunny estava grávida e que não devia lutar naquele estado. Vai até ela e agarra-lhe no braço.
- Tens de sair daqui Sailor Moon, não podes combater assim ainda te vais magoar.
- Desculpa mas eu não saio daqui. Vou vencer esta doida, não a quero a estragar a minha noite e muito menos o dia de amanha.
- Vocês não me vão vencer. Eu sou Caligena, a Rainha da escuridão, aquela que vai governar este mundo ao lado do Caos. – E solta um riso maquiavélico.
- Isso é o que vamos ver. – Haruka foi a primeira a atacar, seguida das outras guerreiras. Passou-se algum tempo e a batalha não estava a correr muito bem, as Navegantes estavam a ficar esgotadas, as Star Lights estavam feridas e a Princesa Kakyuu estava desmaiada no chão. A Navegante da Lua estava já com alguns arranhões assim como o Mascarado. No meio da confusão aparece Luna que consegue chegar perto da Navegante da Lua e fala com ela.
- Tu tens um enorme poder, se tu e o Gonçalo juntarem os poderes que estão a despertar conseguem derrotá-la. Utiliza o Cristal Prateado. Tu consegues Bunny eu acredito em ti.
Bunny apela ao poder do Cristal Prateado e mais uma vez se transforma na futura Rainha Serenidade, assim como Gonçalo se transforma no Rei Endymion. Ambos dão as mãos e olham um para o outro.
- A união faz a força. – Diz Bunny.
- Por ti, pelos nossos filhos, por este planeta, vamos conseguir vence-la. – Assim que Gonçalo diz isto, uma luz quente, já conhecida por todos, nasce dos dois, a Rainha agarra no seu ceptro a luz é cada vez mais brilhante. O ataque é direccionado a Caligena, que paira uns centímetros acima do chão até cair sem vida. O seu corpo desfaz-se como se fosse fumo negro. Bunny acaba por perder os sentidos, mas sem perder a sua tranformação , Gonçalo agarra nela e leva-a para casa.

Obrigado Dumpling <3
Joaaaaaniiinhaaaa !
Tu provas aquilo que Eça disse há muito anos atrás. ' Não só do talento vive o Homem. '
Pois bem, para além do talento enorme que tens, tens um honestidade, humildade e vontade de conseguir sempre melhor que fazem e ti uma escritora tão singular. Melhoraste muito a pontuação. Que mais posso dizer para além de PERFEITA ?
Continua, querida e já sabes quando precisares estou nas MP.
Tu provas aquilo que Eça disse há muito anos atrás. ' Não só do talento vive o Homem. '
Pois bem, para além do talento enorme que tens, tens um honestidade, humildade e vontade de conseguir sempre melhor que fazem e ti uma escritora tão singular. Melhoraste muito a pontuação. Que mais posso dizer para além de PERFEITA ?
Continua, querida e já sabes quando precisares estou nas MP.

Oh lovely *-*
Dii muito obrigado...Fiquei mesmo muito contente com o teu comentario XD´
Obrigado também a ti Kelinha=D
Vou postar o resto...
Capitulo 8 parte 4
Era meia noite quando acordou, estavam todos no seu antigo quarto, as meninas com os respectivos namorados, os três luzes e Kakyuu e a sua família.
Gonçalo olhava para a lua lá fora, estava quase cheia, ele pensava na sua futura mulher que se encontrava deitada na cama sem reacção e pensava nos bebés que ela carregava, estariam bem?
Bunny acordou e chamou imediatamente por ele, fazendo-o despertar dos seus pensamentos, virou-se e quase correu para ela, abraçou-a.
- Estava tão preocupado. Como estás? Não é melhor chamar a mãe da Ami para te examinar? – Pergunta ainda assustado.
- Não é preciso, eu estou bem e os bebés também. Aliás eles estão bem melhor que eu, ainda são tão pequenos e já têm uma energia tão grande. – Bunny sentou-se na cama e abraçou Gonçalo, todas as pessoas que se encontravam no quarto saíram devagar e sem dizer uma palavra, aquele momento pertencia apenas a ambos.
- O que estás a dizer? – Perguntou enquanto a aconchegava nos seus braços.
- Eu não desmaiei por ter perdido as forças, desmaiei porque os dois pestinhas que carrego libertaram uma enorme quantidade de energia, sentiram que os pais corriam perigo e decidiram ajudar. – Dizia isto com um tom extremamente carinhoso, ainda os seus filhos não tinham nascido e ela já estava orgulhosa deles.
Gonçalo tinha os olhos abertos de espanto e beijou a barriga de Bunny.
Fernanda bateu à porta e entrou depois de Bunny lhe responder.
- Desculpem eu não queria interromper mas vocês amanha têm um casamento e se calhar era conveniente descansarem.
- Sim tem toda a razão. Eu também estou cansado depois de tudo o que aconteceu e a Bunny precisa de dormir ou amanha ainda chega mais atrasada do que é normal. – Disse Gonçalo sorrindo para ela. Deu-lhe um beijo de despedida e seguiu a Fernanda até à porta, os rapazes, incluindo Seya, Taiki e Yaten, seguiram-no. Iam dormir todos em casa de Gonçalo. As raparigas subiram até ao quarto de Bunny, iam dormir todas juntas de modo a mantê-la debaixo de olho e Fernanda foi dar as boas noites a Chico e acabou por se ir deitar também.
Bunny estava com dificuldade em dormir e o pesadelo voltou outra vez, o pesadelo em que os seus filhos eram atacados. Ela revirava-se na cama e choramingava e a única pessoa que assistia a isto tudo sem poder fazer nada era Rita, que ainda não tinha dormido nem um segundo desde que tinha posto os pés naquele quarto.
A manha chegou finalmente, com um calor agradável. As meninas já estavam todas de pé e Rita decidiu acordar Bunny.
- Bunny minha dorminhoca, não queres que o Gonçalo pense que desistis-te do casamento pois não? Então vá, toca a levantar que já são horas.
Bunny levantou-se de repente e correu para a casa de banho, Ami foi atrás delas pois já sabia o que se passava. Os nervos juntamente com os enjoos matinais provocados pela gravidez eram uma mistura péssima para o estômago. Se elas próprias já se sentiam enjoadas com os nervos, a desgraçada da Bunny deviam estar num estado lastimável.
Depois do enjoo passar, de tomar um banho e vestir qualquer coisa, Bunny foi tomar o pequenos almoço juntamente com as meninas. Não serviu de muito porque ela limitou-se a andar com a torrada às voltas no prato e a beber três golos de leite com chocolate, mas não foi a única, nenhumas das meninas comeu, nem Chico que agora andava para trás e para a frente.
- Pára Chico, estás a pôr-me mais nervosa do que já estou.
- Desculpa mana, mas é difícil para mim esta situação. – Chico olhava de vez em quando para Octávia que parecia a mais calma de todas, Bunny apanhou-o.
- Hum…Já sei o porquê dos teus nervos. Porque não falas um pouquinho com ela? Vocês até se dão bem.
- Bunny não sejas parva. Ela é uma das tuas guerreiras e eu sou um simples humano, achas mesmo que ela vai olhar para mim?
- Ainda hoje de manha quando desces-te as escadas o olhar dela estava vidrado em ti. E o que tem ela ser uma Navegante? A Rita, a Ami e a Maria também são Navegantes e os namorados delas não têm poder nenhum. É o destino que junta as pessoas Chico e não as suas diferenças ou igualdades.
Chico estava espantado a olhar para a irmã, que palavras tão sábias que ela acabara de dizer.
- Vá e agora vai-te despachar porque eu não quero deixar o Gonçalo à espera. – Pede ao irmão piscando-lhe o olho, entretanto o seu telemóvel toca com uma mensagem de Gonçalo, Bunny lê com um brilho nos olhos.
“Bom dia meu amor, espero que te sintas melhor e preparada para enfrentar este grande dia. Não estejas nervosa, vai correr tudo bem, eu estarei a teu lado. Amo-te.”
Depois de ler a mensagem, escrever qualquer coisa e envia a resposta de volta, só quando levanta o olhar do telemóvel é que repara que os olhos das suas amigas estão pregados nela.
- O que foi? Para além de não poder dormir na minha actual porque o meu noivo está lá, também não posso receber mensagens de bons dias enviadas por ele? – A gravidez deixava-a ligeiramente irritadiça e ainda ficava mais quando os nervos do casamento também estavam misturados no meio dos seus sentimentos.
A verdade é que Bunny não tinha controlo sob o que sentia, ora estava irritada, ora feliz, ora nervosa. No seu coração, mais do que na sua mente, os seus sentimentos misturavam-se dando lugar a uma enorme bola que ia crescendo à medida que o tempo avançava e Bunny estava tão confusa que não conseguia parar quieta nem um minuto.
Obrigado também a ti Kelinha=D
Vou postar o resto...
Capitulo 8 parte 4
Era meia noite quando acordou, estavam todos no seu antigo quarto, as meninas com os respectivos namorados, os três luzes e Kakyuu e a sua família.
Gonçalo olhava para a lua lá fora, estava quase cheia, ele pensava na sua futura mulher que se encontrava deitada na cama sem reacção e pensava nos bebés que ela carregava, estariam bem?
Bunny acordou e chamou imediatamente por ele, fazendo-o despertar dos seus pensamentos, virou-se e quase correu para ela, abraçou-a.
- Estava tão preocupado. Como estás? Não é melhor chamar a mãe da Ami para te examinar? – Pergunta ainda assustado.
- Não é preciso, eu estou bem e os bebés também. Aliás eles estão bem melhor que eu, ainda são tão pequenos e já têm uma energia tão grande. – Bunny sentou-se na cama e abraçou Gonçalo, todas as pessoas que se encontravam no quarto saíram devagar e sem dizer uma palavra, aquele momento pertencia apenas a ambos.
- O que estás a dizer? – Perguntou enquanto a aconchegava nos seus braços.
- Eu não desmaiei por ter perdido as forças, desmaiei porque os dois pestinhas que carrego libertaram uma enorme quantidade de energia, sentiram que os pais corriam perigo e decidiram ajudar. – Dizia isto com um tom extremamente carinhoso, ainda os seus filhos não tinham nascido e ela já estava orgulhosa deles.
Gonçalo tinha os olhos abertos de espanto e beijou a barriga de Bunny.
Fernanda bateu à porta e entrou depois de Bunny lhe responder.
- Desculpem eu não queria interromper mas vocês amanha têm um casamento e se calhar era conveniente descansarem.
- Sim tem toda a razão. Eu também estou cansado depois de tudo o que aconteceu e a Bunny precisa de dormir ou amanha ainda chega mais atrasada do que é normal. – Disse Gonçalo sorrindo para ela. Deu-lhe um beijo de despedida e seguiu a Fernanda até à porta, os rapazes, incluindo Seya, Taiki e Yaten, seguiram-no. Iam dormir todos em casa de Gonçalo. As raparigas subiram até ao quarto de Bunny, iam dormir todas juntas de modo a mantê-la debaixo de olho e Fernanda foi dar as boas noites a Chico e acabou por se ir deitar também.
Bunny estava com dificuldade em dormir e o pesadelo voltou outra vez, o pesadelo em que os seus filhos eram atacados. Ela revirava-se na cama e choramingava e a única pessoa que assistia a isto tudo sem poder fazer nada era Rita, que ainda não tinha dormido nem um segundo desde que tinha posto os pés naquele quarto.
A manha chegou finalmente, com um calor agradável. As meninas já estavam todas de pé e Rita decidiu acordar Bunny.
- Bunny minha dorminhoca, não queres que o Gonçalo pense que desistis-te do casamento pois não? Então vá, toca a levantar que já são horas.
Bunny levantou-se de repente e correu para a casa de banho, Ami foi atrás delas pois já sabia o que se passava. Os nervos juntamente com os enjoos matinais provocados pela gravidez eram uma mistura péssima para o estômago. Se elas próprias já se sentiam enjoadas com os nervos, a desgraçada da Bunny deviam estar num estado lastimável.
Depois do enjoo passar, de tomar um banho e vestir qualquer coisa, Bunny foi tomar o pequenos almoço juntamente com as meninas. Não serviu de muito porque ela limitou-se a andar com a torrada às voltas no prato e a beber três golos de leite com chocolate, mas não foi a única, nenhumas das meninas comeu, nem Chico que agora andava para trás e para a frente.
- Pára Chico, estás a pôr-me mais nervosa do que já estou.
- Desculpa mana, mas é difícil para mim esta situação. – Chico olhava de vez em quando para Octávia que parecia a mais calma de todas, Bunny apanhou-o.
- Hum…Já sei o porquê dos teus nervos. Porque não falas um pouquinho com ela? Vocês até se dão bem.
- Bunny não sejas parva. Ela é uma das tuas guerreiras e eu sou um simples humano, achas mesmo que ela vai olhar para mim?
- Ainda hoje de manha quando desces-te as escadas o olhar dela estava vidrado em ti. E o que tem ela ser uma Navegante? A Rita, a Ami e a Maria também são Navegantes e os namorados delas não têm poder nenhum. É o destino que junta as pessoas Chico e não as suas diferenças ou igualdades.
Chico estava espantado a olhar para a irmã, que palavras tão sábias que ela acabara de dizer.
- Vá e agora vai-te despachar porque eu não quero deixar o Gonçalo à espera. – Pede ao irmão piscando-lhe o olho, entretanto o seu telemóvel toca com uma mensagem de Gonçalo, Bunny lê com um brilho nos olhos.
“Bom dia meu amor, espero que te sintas melhor e preparada para enfrentar este grande dia. Não estejas nervosa, vai correr tudo bem, eu estarei a teu lado. Amo-te.”
Depois de ler a mensagem, escrever qualquer coisa e envia a resposta de volta, só quando levanta o olhar do telemóvel é que repara que os olhos das suas amigas estão pregados nela.
- O que foi? Para além de não poder dormir na minha actual porque o meu noivo está lá, também não posso receber mensagens de bons dias enviadas por ele? – A gravidez deixava-a ligeiramente irritadiça e ainda ficava mais quando os nervos do casamento também estavam misturados no meio dos seus sentimentos.
A verdade é que Bunny não tinha controlo sob o que sentia, ora estava irritada, ora feliz, ora nervosa. No seu coração, mais do que na sua mente, os seus sentimentos misturavam-se dando lugar a uma enorme bola que ia crescendo à medida que o tempo avançava e Bunny estava tão confusa que não conseguia parar quieta nem um minuto.

Obrigado Dumpling <3
- Vamos lá para cima, a Mariana contratou uma óptima cabeleireira amiga dela e daqui a pouco está aí para te arranjar o cabelo. – Haruka agarra-a gentilmente pelo braço e encaminha-a para o quarto.
A casa estava uma autentica confusão, as meninas andavam de um lado para o outro meio vestidas meio despidas, a Haruka tentava acalmar Bunny que estava agora no quarto com Anne Marie a tentar vesti-la, o que não estava fácil porque ela não conseguia para de tremer com os nervos. Ao fim de um par de horas, o que até foi pouco, já estavam todas vestidas e foram descendo a escada uma a uma. A Ami foi a primeira, trazia um bonito vestido azul brilhante em estilo cai-cai, justo ao seu corpo, trazia um gancho em forma de flor também azul a adornar o seu cabelo, tinha uns brincos ligeiramente compridos e um colar com uma flor igual à do seu cabelo.
A segunda a descer as escadas foi Rita, com um bonito top de alças finas, vermelho e com uma barra negra que ia de uma ponta a outra, uma saia abaixo do joelhos com uma barra semelhante. Calçava umas bonitas sandálias negras, tinha o cabelo entrançado e nas orelhas trazia um par de brincos pequenos e brilhantes da mesma cor do vestido.
Maria, a terceira a descer, para espanto de todos trazia o seu cabelo solto, mas as suas orelhas vinham como sempre adornadas com rosas. O seu vestido era verde escuro, com uma alça a passar por detrás do seu pescoço, tinha uma saia comprida com um pouco de volume, as costas do vestido faziam um laço deixando um pouco da pele ligeiramente morena de Maria à mostra.
A ultima das damas de honor foi Joana que tinha um vestido em vários tons de laranja e amarelo, era um tecido bastante leve e esvoaçante e ficava-lhe ligeiramente acima do joelho. Os seus cabelos loiros estavam adornados com uma pequena borboleta laranja em vez de um laço, que condizia com os brincos.
A noiva desceu uns minutos depois das damas de honor acompanhada pela madrinha, deslumbrante, todas as caras se viraram para Bunny que descia as escadas acompanhada de Haruka. O padrinho dela também já se encontrava lá em casa, mas ninguém sabia ainda quem era.
Mariana já se encontrava no meio da confusão de gente que inundava a casa de Bunny e acaba por esbarrar com Seya.
- O que estás aqui a fazer? Pensei que os rapazes fossem com o Gonçalo para o templo. – Pergunta Mariana admirada enquanto dá uma dentada num pequeno bolo de coco.
- Eu sou o padrinho da Bunny! – Reponde Seya com um enorme sorriso.
- Ai ai, a Haruka não vai gostar mesmo nada de estar a teu lado durante a cerimónia. Acho melhor não te chegares muito ao pé dela porque ainda acabamos por ter também um funeral. – Mariana agarra outra miniatura e mete-a toda na boca.
Seya deambula pela sala e acaba por encontrar Bunny que fala animadamente com alguém que ele não conhecia de lado nenhum, certamente um primo seu ou algo parecido, aproxima-se dela e pede-lhe para falarem os dois. Bunny pede licença e sai com ele do meio da confusão.
- Pundinzinho tu não contas-te a ninguém que eu sou o teu padrinho de casamento? – Pergunta olhando muito serio para ela.
- Contei ao Gonçalo, e deixa-me dizer-te que ele não reagiu muito bem à noticia. Imagina se contasse à Haruka. Ela rejeitava logo, ou matava-me. – Bunny não olhava Seya no olhos, ela sabia que devia ter contado a todos ou pelo menos à sua madrinha. Mas ela receava que Haruka não asseita-se. Agora já não havia nada a fazer. Bunny só desejava que os dois não se matassem no altar.
Ficaram então a conversar mais um pouco até a mãe vir chamá-la.
- Está na hora minha querida. – Esticou-lhe a mão e Bunny agarrou-a, levantou os olhos e olhou para a sua mãe. Tinha lágrimas nos olhos, estava feliz porque a sua filha em breve seria uma mulher casada, mas ao mesmo tempo estava triste porque Bunny era a alegria daquela casa. Nunca mais a ouviria gritar a dizer que estava atrasada, nem ouviria as discussões dela com Chico.
Saíram de casa e entraram nos respectivos carros, a hora estava a chegar, Bunny cada vez tremia mais, quanto mais se aproximavam do Templo Hikawa mais ela tremia. Ela ia no meio dos pais, e ambos seguraram nas mãos dela para a acalmar.
- Credo rapariga! Pára de tremer, ainda te dá uma coisinha má. –Responde o pai já assustado ao ver que Bunny está a ficar pálida e sem reacção. A mãe virou-a para si, agarrou-lhe nos ombros e abanou-a.
- Recompõe-te. O Gonçalo está à tua espera, estamos mesmo a chegar. Se não te recompões rapidamente não consegues ir até ao altar. – Mais uns minutos e chegaram. Sairam todas dos carros, mas os pais estavam a ter uma enorme dificuldade em tirar Bunny de dentro do seu. As meninas decidiram intervir.
- Anda lá, salta daí. Se fosse eu já tinha saído daí à séculos. – Diz Joana a puxar pela mão da amiga.
- Se fosses tu já tinhas era saltado para o colo do noivo com medo que ele fugisse. – Goza Maria ao mesmo tempo que tenta ajudar Joana a puxar Bunny. Todos riem e Joana pára o que está a fazer para deitar um olhar furioso à amiga.
De repente uma nuvem de fumo rosa aparece no ar, todas olham espantadas para ver o que vai sair dali, uma pequena carta sai da espiral de fumo rosa e Ami consegue apanhá-la ainda no ar.
- Vem dirigida a ti Bunny. – Diz ao olhar para o nome que lá vem. Bunny finalmente reage.
- Vem dirigida a mim? – Pega na carta e abre-a espantada. – É da Chibiusa. – Diz esboçando um enorme sorriso.
- Lê para todos. – Pede Rita curiosa.
- “Querida Bunny, parabéns pelo casamento. Espero que corra tudo bem neste dia tão especial para todos nós. Queria pedir-te que mandasses algumas fotos pela Diana, porque a minha mãe perdeu o albúm de casamento e eu não pude ver nem uma. Por favor não faças o mesmo. A mãe espera que não estejas tão nervosa quanto ela esteve. Não deve servir de nada, visto serem a mesma pessoa mas pronto, aqui fica o recado. Mando um beijinho para todas elas e para o Gonçalo. Espero que sejas feliz…Quer dizer, sei que vais ser feliz =)
Ps: Obrigado aos dois pela companhia…Ainda bem que modificaram o futuro, assim já não me sinto tão só.” – Bunny acabou de ler a carta com lágrimas a espreitarem dos seus olhos.
- Que queria ela dizer com “obrigado pela companhia”? – Pergunta Joana confusa.
- És mesmo loira rapariga. – Reponde Artemisa que tinha acabado de chegar juntamente com Luna e Diana.
- A Chibiusa está a agradecer por eles os dois terem modificado o futuro, e por lhe darem um irmão, ou irmã… - Explica Luna.
Joana olha para todos com ar confuso e só segundos depois é que se lembra que Bunny está grávida de gémeos. Todos se fartam de rir assim que ela se apercebe.
- Está na hora minha querida. – O pai agarra-lhe na mão e Bunny deixa-se guiar por ele até ao cimo das escadas do templo.
A casa estava uma autentica confusão, as meninas andavam de um lado para o outro meio vestidas meio despidas, a Haruka tentava acalmar Bunny que estava agora no quarto com Anne Marie a tentar vesti-la, o que não estava fácil porque ela não conseguia para de tremer com os nervos. Ao fim de um par de horas, o que até foi pouco, já estavam todas vestidas e foram descendo a escada uma a uma. A Ami foi a primeira, trazia um bonito vestido azul brilhante em estilo cai-cai, justo ao seu corpo, trazia um gancho em forma de flor também azul a adornar o seu cabelo, tinha uns brincos ligeiramente compridos e um colar com uma flor igual à do seu cabelo.
A segunda a descer as escadas foi Rita, com um bonito top de alças finas, vermelho e com uma barra negra que ia de uma ponta a outra, uma saia abaixo do joelhos com uma barra semelhante. Calçava umas bonitas sandálias negras, tinha o cabelo entrançado e nas orelhas trazia um par de brincos pequenos e brilhantes da mesma cor do vestido.
Maria, a terceira a descer, para espanto de todos trazia o seu cabelo solto, mas as suas orelhas vinham como sempre adornadas com rosas. O seu vestido era verde escuro, com uma alça a passar por detrás do seu pescoço, tinha uma saia comprida com um pouco de volume, as costas do vestido faziam um laço deixando um pouco da pele ligeiramente morena de Maria à mostra.
A ultima das damas de honor foi Joana que tinha um vestido em vários tons de laranja e amarelo, era um tecido bastante leve e esvoaçante e ficava-lhe ligeiramente acima do joelho. Os seus cabelos loiros estavam adornados com uma pequena borboleta laranja em vez de um laço, que condizia com os brincos.
A noiva desceu uns minutos depois das damas de honor acompanhada pela madrinha, deslumbrante, todas as caras se viraram para Bunny que descia as escadas acompanhada de Haruka. O padrinho dela também já se encontrava lá em casa, mas ninguém sabia ainda quem era.
Mariana já se encontrava no meio da confusão de gente que inundava a casa de Bunny e acaba por esbarrar com Seya.
- O que estás aqui a fazer? Pensei que os rapazes fossem com o Gonçalo para o templo. – Pergunta Mariana admirada enquanto dá uma dentada num pequeno bolo de coco.
- Eu sou o padrinho da Bunny! – Reponde Seya com um enorme sorriso.
- Ai ai, a Haruka não vai gostar mesmo nada de estar a teu lado durante a cerimónia. Acho melhor não te chegares muito ao pé dela porque ainda acabamos por ter também um funeral. – Mariana agarra outra miniatura e mete-a toda na boca.
Seya deambula pela sala e acaba por encontrar Bunny que fala animadamente com alguém que ele não conhecia de lado nenhum, certamente um primo seu ou algo parecido, aproxima-se dela e pede-lhe para falarem os dois. Bunny pede licença e sai com ele do meio da confusão.
- Pundinzinho tu não contas-te a ninguém que eu sou o teu padrinho de casamento? – Pergunta olhando muito serio para ela.
- Contei ao Gonçalo, e deixa-me dizer-te que ele não reagiu muito bem à noticia. Imagina se contasse à Haruka. Ela rejeitava logo, ou matava-me. – Bunny não olhava Seya no olhos, ela sabia que devia ter contado a todos ou pelo menos à sua madrinha. Mas ela receava que Haruka não asseita-se. Agora já não havia nada a fazer. Bunny só desejava que os dois não se matassem no altar.
Ficaram então a conversar mais um pouco até a mãe vir chamá-la.
- Está na hora minha querida. – Esticou-lhe a mão e Bunny agarrou-a, levantou os olhos e olhou para a sua mãe. Tinha lágrimas nos olhos, estava feliz porque a sua filha em breve seria uma mulher casada, mas ao mesmo tempo estava triste porque Bunny era a alegria daquela casa. Nunca mais a ouviria gritar a dizer que estava atrasada, nem ouviria as discussões dela com Chico.
Saíram de casa e entraram nos respectivos carros, a hora estava a chegar, Bunny cada vez tremia mais, quanto mais se aproximavam do Templo Hikawa mais ela tremia. Ela ia no meio dos pais, e ambos seguraram nas mãos dela para a acalmar.
- Credo rapariga! Pára de tremer, ainda te dá uma coisinha má. –Responde o pai já assustado ao ver que Bunny está a ficar pálida e sem reacção. A mãe virou-a para si, agarrou-lhe nos ombros e abanou-a.
- Recompõe-te. O Gonçalo está à tua espera, estamos mesmo a chegar. Se não te recompões rapidamente não consegues ir até ao altar. – Mais uns minutos e chegaram. Sairam todas dos carros, mas os pais estavam a ter uma enorme dificuldade em tirar Bunny de dentro do seu. As meninas decidiram intervir.
- Anda lá, salta daí. Se fosse eu já tinha saído daí à séculos. – Diz Joana a puxar pela mão da amiga.
- Se fosses tu já tinhas era saltado para o colo do noivo com medo que ele fugisse. – Goza Maria ao mesmo tempo que tenta ajudar Joana a puxar Bunny. Todos riem e Joana pára o que está a fazer para deitar um olhar furioso à amiga.
De repente uma nuvem de fumo rosa aparece no ar, todas olham espantadas para ver o que vai sair dali, uma pequena carta sai da espiral de fumo rosa e Ami consegue apanhá-la ainda no ar.
- Vem dirigida a ti Bunny. – Diz ao olhar para o nome que lá vem. Bunny finalmente reage.
- Vem dirigida a mim? – Pega na carta e abre-a espantada. – É da Chibiusa. – Diz esboçando um enorme sorriso.
- Lê para todos. – Pede Rita curiosa.
- “Querida Bunny, parabéns pelo casamento. Espero que corra tudo bem neste dia tão especial para todos nós. Queria pedir-te que mandasses algumas fotos pela Diana, porque a minha mãe perdeu o albúm de casamento e eu não pude ver nem uma. Por favor não faças o mesmo. A mãe espera que não estejas tão nervosa quanto ela esteve. Não deve servir de nada, visto serem a mesma pessoa mas pronto, aqui fica o recado. Mando um beijinho para todas elas e para o Gonçalo. Espero que sejas feliz…Quer dizer, sei que vais ser feliz =)
Ps: Obrigado aos dois pela companhia…Ainda bem que modificaram o futuro, assim já não me sinto tão só.” – Bunny acabou de ler a carta com lágrimas a espreitarem dos seus olhos.
- Que queria ela dizer com “obrigado pela companhia”? – Pergunta Joana confusa.
- És mesmo loira rapariga. – Reponde Artemisa que tinha acabado de chegar juntamente com Luna e Diana.
- A Chibiusa está a agradecer por eles os dois terem modificado o futuro, e por lhe darem um irmão, ou irmã… - Explica Luna.
Joana olha para todos com ar confuso e só segundos depois é que se lembra que Bunny está grávida de gémeos. Todos se fartam de rir assim que ela se apercebe.
- Está na hora minha querida. – O pai agarra-lhe na mão e Bunny deixa-se guiar por ele até ao cimo das escadas do templo.

Obrigado Dumpling <3
Ela chegou ao alto da escadaria do Templo e o seu olhar percorreu toda a extensão do pátio. Estava lindo, uma passadeira de flores brancas e rosa estendia-se à sua frente, de cada um dos lados os seus amigos e a sua família estavam de pé e olhavam agora para ela. Ao longo da passadeira de flores estavam dispostas algumas colunas não muito altas com flores semelhantes àquelas que estavam espalhadas na passadeira, no centro de cada coluna estavam gravadas uma Lua e a Terra entrelaçadas, semelhantes ao colar que luna lhe tinha oferecido.
Os seu olhos percorreram novamente a passadeira e mesmo no fim, num altar coberto de bonitas flores brancas, por cima do qual choviam pequenas flores cor de rosa de uma grande cerejeira que se encontrava mesmo atrás, ali de pé ainda virado de costas para ela, encontrava-se aquele que ela tanto desejava alcançar. Deixara de tremer assim que Gonçalo se virou lentamente e pousou nela aqueles grandes olhos azuis e profundo. Talvez pela beleza da mulher que amava ou pela felicidade que aquele dia lhe trazia, ou pelas duas coisas, Gonçalo deixou escapar uma pequena lágrima que caiu dos seus olhos cor de mar. Bunny percorreu aquele caminho que lhe parecia agora extremamente longo, apetecia-lhe correr para os braços daquele belo homem que mantinha o olhar fixo no dela, mas conteve-se e seguiu o ritmo. Finalmente chegou, o seu pai agarrou-lhe na mão e pousou-a em cima da mão estendida de Gonçalo, agora não havia mais nada nem ninguém que pudesse separar aquele laço e ambos sabiam que nem mesmo a morte os separaria.
A cerimónia decorreu normalmente, uma cerimónia simples, igual a qualquer outra, cheia de lágrimas, parecia ser longa demais para dizer apenas uma simples palavra: Sim.
Finalmente chegou o momento tão desejado, o momento em que ambos disseram o sim. Virados um para o outro fizeram os seus votos jurando amor eterno, os grande olhos de Bunny estavam marejados de água o que a impedia de ver os outros olhos azuis mais escuros e brilhantes que olhavam os seus.
Octávia aproximou-se e duas pequenas alianças de ouro foram colocadas no dedo anelar esquerdo de cada um, eram alianças diferentes, brilhantes, na de Bunny estava gravada uma pequena esfera semelhante à Terra e na de Gonçalo um quarto crescente.
Ele levantou a cabeça e olhou para Bunny.
- Para sempre teu. – Sussurrou num murmúrio semelhante ao som do vento.
- Para sempre tua. – A voz de Bunny estava a falhar devido à abundante quantidade de lágrimas que fugiam rapidamente dos seus olhos. Gonçalo agarrou a sua cintura, puxou-a gentilmente para si e beijou-a intensamente, uma luz branca e brilhante envolveu os dois, uma luz quente igual à de Bunny quando libertava a sua energia, estavam a ser abençoados pela Lua. Aquela bênção marcava o inicio da formação do novo Milénio Prateado, aquele era o primeiro dia de um reino que unia a Terra e a Lua num só e trazia a paz ao universo.
A cerimónia acabou e Bunny, ainda nos braços do seu marido olhou em volta, as suas amigas estavam prontas para lhe atirar uma chuva de arroz e pétalas, a sua mãe chorava agarrada ao pai e Chico estava muito sorridente, viu Susana e Mário aproximarem-se e lembrou-se dos seus padrinhos, de novo percorreu o pátio com o olhar e avistou-os a conversarem animadamente não muito longe dali. Sentiu-se aliviada, ao menos tinham ambos sobrevivido à cerimonia e estavam finalmente a portar-se como meninos crescidos que eram.
Ao sentirem-se observados, Haruka e Seiya tomaram uma posição ligeiramente defensiva, pararam bruscamente a sua animada conversa e foram juntar-se aos restantes para também eles não perderem o gozo de atirar o arroz aos noivos.
Bunny e Gonçalo avançaram pela passadeira florida de braço dado, sobre eles caiu uma chuva de arroz e pétalas de rosa perfumadas, os braços protectores dele tentaram protegê-la daquela chuva, não que magoasse, mas já era o hábito que fazia com que Gonçalo a protegesse sempre e parecia que o ia fazer eternamente. Luna, Artemisa e Diana apreciavam tudo de longe, era difícil estarem tão próximos de todas aquelas pessoas que consideram família e falar com elas e dar-lhes os parabéns, seria bastante estranho se algum deles o fizesse.
Foram tiradas milhares de fotos a todos, Bunny e Gonçalo queriam todos os momentos registados para enviarem para a pequena Chibiusa que esperava ansiosamente no futuro.
O copo de água foi também no pátio do Templo, como não tinham muitos convidados era fácil caberem lá todos. Depois do almoço, de beijos e mais fotos para cá e para lá, Bunny levantou-se, passou a mão carinhosamente pelos cabelos do marido e dirigiu-se para dentro do Templo.
No quarto de Rita estavam Luna, Artemisa e Diana com vários pratos cheios de comida à frente.
- Sempre o mesmo trambolho, comer é contigo. – Gozou Bunny ao observar Luna.
- Bem que mereço. Aturei-te tanto tempo que o mínimo que isto é o mínimo que me podes oferecer, comida. – Respondeu-lhe Luna com uma piscadela.
- Parabéns sua alteza. O casamento foi magnifico. – Felicitou Diana entre duas dentadas de frango.
- Diana não me trates por alteza, ainda sou simplesmente a Bunny. – A Gatinha corou (se é que isso é possível visto ela já ser de um ligeiro tom de rosa) – E tu Artemisa, não dizes nada? – Perguntou Bunny a olhar para ela com alguma curiosidade.
- Desculpa Bunny. Parabéns pelo casamento, sei que vão ser muito felizes. – Baixou a cabeça e voltou a comer. Bunny agradeceu e saiu, ao sair pareceu-lhe ver um pequeno brilho nos olhos de Artemisa.
“Que estranho, a Artemisa está sempre tão alegre e tem cá a Diana e tudo, porque estará a chorar?” – Bunny caminhava entretida com os seus pensamentos, sem olhar para o caminho… BUM!!!
- BUNNY! Será que não aprendes a olhar por onde anda? – Rita ajudava-a agora a levantar.
- Desculpa Rita. Não te magoas-te pois não?
- Não. Mas tu podias ter-te magoado. Vê lá se ao menos olhas em frente. Não podes ser tão distraída, olha que estás grávida e estes tombos podem fazer mal aos bebés. – Repreendeu Rita. Bunny acenou com a cabeça e olhou para a amiga.
- Onde é que vais? – Perguntou curiosa como sempre.
- Vou procurar o Fernando. Aquela peste bebeu demais ao almoço e desapareceu não sei para onde. – Acabou de dizer isto, fez um aceno a Bunny com a mão e foi procurar Fernando.
Bunny voltou para a festa, estava na hora da valsa, Gonçalo Puxou-a e agarrou-a pela cintura com uma enorme destreza. Ambos pareciam voar sobre a pista de dança improvisada ao som do violino de Mariana, os presentes assistiam com espanto, desde quando Bunny dançava tão bem?
Mais pares se juntaram a eles, incluindo um que deixou Bunny atónita: Seiya e Haruka. A valsa continuou, a noiva dançou com o pai, com o irmão, com o padrinho, com Mário e com todos os restantes rapazes que lá se encontravam.
As horas corriam depressa, chegou a altura de partir o bolo e Gonçalo acabou por levar com uma fatia cheia de creme na cara, foi o riso total, Bunny levou com uma logo de seguida, mais risos, era a tradição e a vingança.
Depois de muitas brincadeiras feitas ao casal de noivos, muitas conversas, risos e fotos, os pombinhos decidiram que era hora de ir para casa.
- Nem penses que te vais embora sem atirares o ramo. – Disse Joana com ar de chateada, já tinha bebido um pouquinho de mais e estava ligeiramente alegre. Bunny olhou para ela e esboçou um sorriso, mais uns copos e ninguém conseguia dar conta dela.
- Meninas preparem-se. A noiva vai atirar o ramo. – Gritou Joana. Todas as raparigas solteiras se juntaram a ela, todas menos uma, mas ninguém parecia dar pela sua falta ou pela falta do seu par.
Os seu olhos percorreram novamente a passadeira e mesmo no fim, num altar coberto de bonitas flores brancas, por cima do qual choviam pequenas flores cor de rosa de uma grande cerejeira que se encontrava mesmo atrás, ali de pé ainda virado de costas para ela, encontrava-se aquele que ela tanto desejava alcançar. Deixara de tremer assim que Gonçalo se virou lentamente e pousou nela aqueles grandes olhos azuis e profundo. Talvez pela beleza da mulher que amava ou pela felicidade que aquele dia lhe trazia, ou pelas duas coisas, Gonçalo deixou escapar uma pequena lágrima que caiu dos seus olhos cor de mar. Bunny percorreu aquele caminho que lhe parecia agora extremamente longo, apetecia-lhe correr para os braços daquele belo homem que mantinha o olhar fixo no dela, mas conteve-se e seguiu o ritmo. Finalmente chegou, o seu pai agarrou-lhe na mão e pousou-a em cima da mão estendida de Gonçalo, agora não havia mais nada nem ninguém que pudesse separar aquele laço e ambos sabiam que nem mesmo a morte os separaria.
A cerimónia decorreu normalmente, uma cerimónia simples, igual a qualquer outra, cheia de lágrimas, parecia ser longa demais para dizer apenas uma simples palavra: Sim.
Finalmente chegou o momento tão desejado, o momento em que ambos disseram o sim. Virados um para o outro fizeram os seus votos jurando amor eterno, os grande olhos de Bunny estavam marejados de água o que a impedia de ver os outros olhos azuis mais escuros e brilhantes que olhavam os seus.
Octávia aproximou-se e duas pequenas alianças de ouro foram colocadas no dedo anelar esquerdo de cada um, eram alianças diferentes, brilhantes, na de Bunny estava gravada uma pequena esfera semelhante à Terra e na de Gonçalo um quarto crescente.
Ele levantou a cabeça e olhou para Bunny.
- Para sempre teu. – Sussurrou num murmúrio semelhante ao som do vento.
- Para sempre tua. – A voz de Bunny estava a falhar devido à abundante quantidade de lágrimas que fugiam rapidamente dos seus olhos. Gonçalo agarrou a sua cintura, puxou-a gentilmente para si e beijou-a intensamente, uma luz branca e brilhante envolveu os dois, uma luz quente igual à de Bunny quando libertava a sua energia, estavam a ser abençoados pela Lua. Aquela bênção marcava o inicio da formação do novo Milénio Prateado, aquele era o primeiro dia de um reino que unia a Terra e a Lua num só e trazia a paz ao universo.
A cerimónia acabou e Bunny, ainda nos braços do seu marido olhou em volta, as suas amigas estavam prontas para lhe atirar uma chuva de arroz e pétalas, a sua mãe chorava agarrada ao pai e Chico estava muito sorridente, viu Susana e Mário aproximarem-se e lembrou-se dos seus padrinhos, de novo percorreu o pátio com o olhar e avistou-os a conversarem animadamente não muito longe dali. Sentiu-se aliviada, ao menos tinham ambos sobrevivido à cerimonia e estavam finalmente a portar-se como meninos crescidos que eram.
Ao sentirem-se observados, Haruka e Seiya tomaram uma posição ligeiramente defensiva, pararam bruscamente a sua animada conversa e foram juntar-se aos restantes para também eles não perderem o gozo de atirar o arroz aos noivos.
Bunny e Gonçalo avançaram pela passadeira florida de braço dado, sobre eles caiu uma chuva de arroz e pétalas de rosa perfumadas, os braços protectores dele tentaram protegê-la daquela chuva, não que magoasse, mas já era o hábito que fazia com que Gonçalo a protegesse sempre e parecia que o ia fazer eternamente. Luna, Artemisa e Diana apreciavam tudo de longe, era difícil estarem tão próximos de todas aquelas pessoas que consideram família e falar com elas e dar-lhes os parabéns, seria bastante estranho se algum deles o fizesse.
Foram tiradas milhares de fotos a todos, Bunny e Gonçalo queriam todos os momentos registados para enviarem para a pequena Chibiusa que esperava ansiosamente no futuro.
O copo de água foi também no pátio do Templo, como não tinham muitos convidados era fácil caberem lá todos. Depois do almoço, de beijos e mais fotos para cá e para lá, Bunny levantou-se, passou a mão carinhosamente pelos cabelos do marido e dirigiu-se para dentro do Templo.
No quarto de Rita estavam Luna, Artemisa e Diana com vários pratos cheios de comida à frente.
- Sempre o mesmo trambolho, comer é contigo. – Gozou Bunny ao observar Luna.
- Bem que mereço. Aturei-te tanto tempo que o mínimo que isto é o mínimo que me podes oferecer, comida. – Respondeu-lhe Luna com uma piscadela.
- Parabéns sua alteza. O casamento foi magnifico. – Felicitou Diana entre duas dentadas de frango.
- Diana não me trates por alteza, ainda sou simplesmente a Bunny. – A Gatinha corou (se é que isso é possível visto ela já ser de um ligeiro tom de rosa) – E tu Artemisa, não dizes nada? – Perguntou Bunny a olhar para ela com alguma curiosidade.
- Desculpa Bunny. Parabéns pelo casamento, sei que vão ser muito felizes. – Baixou a cabeça e voltou a comer. Bunny agradeceu e saiu, ao sair pareceu-lhe ver um pequeno brilho nos olhos de Artemisa.
“Que estranho, a Artemisa está sempre tão alegre e tem cá a Diana e tudo, porque estará a chorar?” – Bunny caminhava entretida com os seus pensamentos, sem olhar para o caminho… BUM!!!
- BUNNY! Será que não aprendes a olhar por onde anda? – Rita ajudava-a agora a levantar.
- Desculpa Rita. Não te magoas-te pois não?
- Não. Mas tu podias ter-te magoado. Vê lá se ao menos olhas em frente. Não podes ser tão distraída, olha que estás grávida e estes tombos podem fazer mal aos bebés. – Repreendeu Rita. Bunny acenou com a cabeça e olhou para a amiga.
- Onde é que vais? – Perguntou curiosa como sempre.
- Vou procurar o Fernando. Aquela peste bebeu demais ao almoço e desapareceu não sei para onde. – Acabou de dizer isto, fez um aceno a Bunny com a mão e foi procurar Fernando.
Bunny voltou para a festa, estava na hora da valsa, Gonçalo Puxou-a e agarrou-a pela cintura com uma enorme destreza. Ambos pareciam voar sobre a pista de dança improvisada ao som do violino de Mariana, os presentes assistiam com espanto, desde quando Bunny dançava tão bem?
Mais pares se juntaram a eles, incluindo um que deixou Bunny atónita: Seiya e Haruka. A valsa continuou, a noiva dançou com o pai, com o irmão, com o padrinho, com Mário e com todos os restantes rapazes que lá se encontravam.
As horas corriam depressa, chegou a altura de partir o bolo e Gonçalo acabou por levar com uma fatia cheia de creme na cara, foi o riso total, Bunny levou com uma logo de seguida, mais risos, era a tradição e a vingança.
Depois de muitas brincadeiras feitas ao casal de noivos, muitas conversas, risos e fotos, os pombinhos decidiram que era hora de ir para casa.
- Nem penses que te vais embora sem atirares o ramo. – Disse Joana com ar de chateada, já tinha bebido um pouquinho de mais e estava ligeiramente alegre. Bunny olhou para ela e esboçou um sorriso, mais uns copos e ninguém conseguia dar conta dela.
- Meninas preparem-se. A noiva vai atirar o ramo. – Gritou Joana. Todas as raparigas solteiras se juntaram a ela, todas menos uma, mas ninguém parecia dar pela sua falta ou pela falta do seu par.

Obrigado Dumpling <3
A noiva virou-se de costas para o pequeno grupo de raparigas que estavam agora aos saltinhos, incluindo Ami. Atirou o ramo e…BUM…
Depois de todas as raparigas dispersarem Bunny vê Rita e Joana deitadas no chão. Olhou em volta à procura de quem tinha apanhado o ramo e descobre Maria completamente vermelha dos pés à cabeça a olhar para o ramo que estava nas suas mãos. Bunny avança até ela e começam as duas a falar, enquanto isso, Fernanda foi buscar gelo para Joana e Rita que parecia que se queriam matar.
- Quem manda saltares para a minha frente? Não tinhas mais espaço, não? – Gritou Joana com um olhar furioso para Rita.
- Cala-te sua loira oxigenada. Por acaso estás a chamar-me gorda? – Reclama Rita já com fumo a sair-lhe pelas orelhas.
- Vejam lá mas é se calam a boca as duas. – Fernanda deu com um saco de gelo na cabeça de cada uma e as duas acabaram por se calar.
Bunny continuava a sua animada conversa com Maria que já tinha regressado à sua cor normal, até que Gonçalo chegou ao pé das duas, seguido por Mário. Agarrou na mão da sua mulher e sorriu para ela, arrastou-a devagar para longe dos dois. Mário abraçou Maria e deu-lhe um beijo apaixonado, em seguida segredou-lhe algo ao ouvido, ela sorriu e respondeu que sim com a cabeça. Os dois afastam-se da festa de mãos dadas.
Os recém-casados já iam a caminho de casa, quando chegaram perto da entrada do apartamento nem repararam nas duas pessoas que acabavam de sair de lá. Chegaram ao apartamento e Bunny já ia a passar pela porta quando Gonçalo a parou.
- As tradições são para se cumprir minha menina… - Pegou nela ao colo e entraram ambos em casa. Dirigiram-se ao quarto e quando lá chegaram quase caíram de espanto. Estava lindo, a cama estava coberta por pétalas de rosa vermelhas, havia velas espalhadas por todo o quarto e uma Luna cheia brilhante aparecia através das cortinas semi-transparentes da porta da varanda. Um cheiro a cereja misturado com um leve aroma a rosas pairava subtilmente no ar. Gonçalo pousou-a gentilmente na cama, Bunny puxou-o para sim e começou a beijá-lo. Os dois enrolam-se na cama e entre pétalas de rosa e peças de roupa perdidas conseguem finalmente livrar-se das suas roupas cerimoniais. Assim, banhados pela Lua cheia, deram inicio à sua longa noite de núpcias.
O mundo estava em paz esta noite, a Lua parecia abençoar aquele tão desejado casamento que dentro em breve ditaria o destino de todas as pessoas daquele Planeta. Um matrimónio sagrado entre a Terra e a Lua, um laço inquebrável. Aquelas duas pessoas que estavam agora nos braços uma da outra, sabiam que dentro de um mês iriam marcar a diferença. Delas e do amor que nutriam um pelo outro iria depender a paz mundial e universal.
Longe dali, no parque da cidade, o mesmo par que escapara do casamento e que há algum tempo tinha saído da casa de Bunny e Gonçalo, travava agora uma preocupante conversa.
- Eu não gosto nada de ti e sabes que só mesmo em casos graves te pediria ajuda. – Um vulto esguio que parecia usar um esvoaçante vestido falava com outro vulto um pouco mais alto, dava para perceber que se tratava de uma rapariga e de um rapaz.
- Eu sei que não gostas muito de mim, no entanto aceitas-te vir comigo preparar as coisas em casa dos noivos e agora estás aqui. – Respondeu-lhe o rapaz esperançado.
- Mas isso não tem nada a ver, queria ajudar-te e agora já não me apetece voltar para a festa. Bem, o que estava a dizer antes da tua interrupção era que precisamos da vossa ajuda, a Bunny está grávida e não vamos pedir-lhe que lute. A batalha aproxima-se e precisamos de mais força.
- Conhecendo a Bunny como a conheço vais ter de a amarrar muito bem, caso contrário ela vai lutar ao vosso lado. Mas claro que ajudamos. Podem contar com os 4.
- Obrigado! – A rapariga sentia-se muito cansada e preocupada, aproximou-se dele e encostou a cabeça ao seu peito. Mesmo não gostando dele e achando aquilo uma autentica loucura ela achou que aquele rapaz forte lhe transmitia alguma protecção.
O rapaz abraçou-a e beijou-lhe suavemente a testa. Não percebia como é que uma pessoa que o odiava tanto suportava estar abraçada a ela, mas não se queixou e deixou-se ficar assim.
A rapariga pensou porque raio ainda não quebrara aquele abraço, o que ela não queria admitir é que se sentia muito bem assim, abraçada a ele e não queria que aquele abraço se quebra-se, queria que durasse para sempre.
Este capitulo está gigante...Mas pronto...
Dedico este capitulo à minha querida Dii, à Dumplingzinha e à Celia...Obrigado por tudo minhas amigas.
Dedico também à Kelinha, a mais nova leitura da minha fic XD
Beijokitas a todas
Depois de todas as raparigas dispersarem Bunny vê Rita e Joana deitadas no chão. Olhou em volta à procura de quem tinha apanhado o ramo e descobre Maria completamente vermelha dos pés à cabeça a olhar para o ramo que estava nas suas mãos. Bunny avança até ela e começam as duas a falar, enquanto isso, Fernanda foi buscar gelo para Joana e Rita que parecia que se queriam matar.
- Quem manda saltares para a minha frente? Não tinhas mais espaço, não? – Gritou Joana com um olhar furioso para Rita.
- Cala-te sua loira oxigenada. Por acaso estás a chamar-me gorda? – Reclama Rita já com fumo a sair-lhe pelas orelhas.
- Vejam lá mas é se calam a boca as duas. – Fernanda deu com um saco de gelo na cabeça de cada uma e as duas acabaram por se calar.
Bunny continuava a sua animada conversa com Maria que já tinha regressado à sua cor normal, até que Gonçalo chegou ao pé das duas, seguido por Mário. Agarrou na mão da sua mulher e sorriu para ela, arrastou-a devagar para longe dos dois. Mário abraçou Maria e deu-lhe um beijo apaixonado, em seguida segredou-lhe algo ao ouvido, ela sorriu e respondeu que sim com a cabeça. Os dois afastam-se da festa de mãos dadas.
Os recém-casados já iam a caminho de casa, quando chegaram perto da entrada do apartamento nem repararam nas duas pessoas que acabavam de sair de lá. Chegaram ao apartamento e Bunny já ia a passar pela porta quando Gonçalo a parou.
- As tradições são para se cumprir minha menina… - Pegou nela ao colo e entraram ambos em casa. Dirigiram-se ao quarto e quando lá chegaram quase caíram de espanto. Estava lindo, a cama estava coberta por pétalas de rosa vermelhas, havia velas espalhadas por todo o quarto e uma Luna cheia brilhante aparecia através das cortinas semi-transparentes da porta da varanda. Um cheiro a cereja misturado com um leve aroma a rosas pairava subtilmente no ar. Gonçalo pousou-a gentilmente na cama, Bunny puxou-o para sim e começou a beijá-lo. Os dois enrolam-se na cama e entre pétalas de rosa e peças de roupa perdidas conseguem finalmente livrar-se das suas roupas cerimoniais. Assim, banhados pela Lua cheia, deram inicio à sua longa noite de núpcias.
O mundo estava em paz esta noite, a Lua parecia abençoar aquele tão desejado casamento que dentro em breve ditaria o destino de todas as pessoas daquele Planeta. Um matrimónio sagrado entre a Terra e a Lua, um laço inquebrável. Aquelas duas pessoas que estavam agora nos braços uma da outra, sabiam que dentro de um mês iriam marcar a diferença. Delas e do amor que nutriam um pelo outro iria depender a paz mundial e universal.
Longe dali, no parque da cidade, o mesmo par que escapara do casamento e que há algum tempo tinha saído da casa de Bunny e Gonçalo, travava agora uma preocupante conversa.
- Eu não gosto nada de ti e sabes que só mesmo em casos graves te pediria ajuda. – Um vulto esguio que parecia usar um esvoaçante vestido falava com outro vulto um pouco mais alto, dava para perceber que se tratava de uma rapariga e de um rapaz.
- Eu sei que não gostas muito de mim, no entanto aceitas-te vir comigo preparar as coisas em casa dos noivos e agora estás aqui. – Respondeu-lhe o rapaz esperançado.
- Mas isso não tem nada a ver, queria ajudar-te e agora já não me apetece voltar para a festa. Bem, o que estava a dizer antes da tua interrupção era que precisamos da vossa ajuda, a Bunny está grávida e não vamos pedir-lhe que lute. A batalha aproxima-se e precisamos de mais força.
- Conhecendo a Bunny como a conheço vais ter de a amarrar muito bem, caso contrário ela vai lutar ao vosso lado. Mas claro que ajudamos. Podem contar com os 4.
- Obrigado! – A rapariga sentia-se muito cansada e preocupada, aproximou-se dele e encostou a cabeça ao seu peito. Mesmo não gostando dele e achando aquilo uma autentica loucura ela achou que aquele rapaz forte lhe transmitia alguma protecção.
O rapaz abraçou-a e beijou-lhe suavemente a testa. Não percebia como é que uma pessoa que o odiava tanto suportava estar abraçada a ela, mas não se queixou e deixou-se ficar assim.
A rapariga pensou porque raio ainda não quebrara aquele abraço, o que ela não queria admitir é que se sentia muito bem assim, abraçada a ele e não queria que aquele abraço se quebra-se, queria que durasse para sempre.
Este capitulo está gigante...Mas pronto...
Dedico este capitulo à minha querida Dii, à Dumplingzinha e à Celia...Obrigado por tudo minhas amigas.
Dedico também à Kelinha, a mais nova leitura da minha fic XD
Beijokitas a todas

Obrigado Dumpling <3
Bem...demorei a ler isto tudo, mas o capitulo está de parabens.
Cada ves escreves melhor, descreves-te tudo até ao ultimo promenor.
Sei que agora vai demorar até ao proximo capitulo...
Cada ves escreves melhor, descreves-te tudo até ao ultimo promenor.
Sei que agora vai demorar até ao proximo capitulo...
Obrigada, adorei o presente!
O meu Fórum!
http://inuyashaportugal.forumeiros.com/forum.htm
A minha primeira fic: "O Mistério da Rosa"
Amei estes textos minha querida J@ninh@!
Parabens! Lindo mesmo
já te disse que és winda winda e muito winda?
Pois, agora já te disse!
Parabens mais uma vez! Quero mais
,
Parabens! Lindo mesmo
já te disse que és winda winda e muito winda?
Pois, agora já te disse!
Parabens mais uma vez! Quero mais
,
Não tens que a agradecer! Estamos cá para isso ... ajudamo-nos umas as outras XD
Apesar de extenso o capitulo está de mais.
Beijocas!!!!!!!
Porta te bem mal XD
Apesar de extenso o capitulo está de mais.
Beijocas!!!!!!!
Porta te bem mal XD
Fic:
- sailormoon eterna - mudança no destino
- sailormoon eterna - mudança no destino 2
http://culturaearte.forumeiros.com
- sailormoon eterna - mudança no destino
- sailormoon eterna - mudança no destino 2
http://culturaearte.forumeiros.com
Tens de entrar para responderes neste tópico.


Reportar comentário
Escolhe o motivo da denúncia e acrescenta mais contexto se necessário.