A Lua e a Terra
bem minha linda sarrah...acabei agora de devorar mais um capitulo da tua fic...
o que tenho a dizer..bem decerto ja sabes o que penso dos teus capitulos e este não é excepção!! mas de qualquer maneira vou dizer o que axo...
este capitulo está cheio de suspense, intriga...descreveste de tal modo o cenario e os sentimentos da usagi que me senti transportada para lá...cheguei a sentir akela mesma falta de ar dela...realmente, acho que tens um dom para a escrita...aproveita-o bem para nos continuares a deliciar com estes maravilhosos capitulos, por cada vez mais estou a adorar esta fic!!!
espero que te estejas ja a inspirar para escreveres mais um capitulozinho!!

o que tenho a dizer..bem decerto ja sabes o que penso dos teus capitulos e este não é excepção!! mas de qualquer maneira vou dizer o que axo...
este capitulo está cheio de suspense, intriga...descreveste de tal modo o cenario e os sentimentos da usagi que me senti transportada para lá...cheguei a sentir akela mesma falta de ar dela...realmente, acho que tens um dom para a escrita...aproveita-o bem para nos continuares a deliciar com estes maravilhosos capitulos, por cada vez mais estou a adorar esta fic!!!
espero que te estejas ja a inspirar para escreveres mais um capitulozinho!!

Antes de ir para o Alentejo, menina sarrah, quero dizer-lhe que vou a sua casa já amanhã só por causa daquilo que me disse ontem! Realmente, depois de ter lido o capítulo, fiquei com vontade de bater-te. Porque, como sempre, consegues superar-te a ti própria e brindar-nos com algo... Sublime? Fantástico? Não, não serve. Talvez tenha de criar outra palavra, algo mais forte, mais intenso, mais real.
A sensação que este capítulo nos brinda é, precisamente, a do respirar. Perdi a conta à quantidade de vezes que a minha inspiração ficou suspensa numa dúvida, numa ânsia, num desejo. Creio que este capítulo foi dos mais etéreos e, ao mesmo tempo, assombrosos que escreveste. Eu precisava de algo concreto e, ao mesmo tempo, não o queria. Queria prolongar todas as descrições iniciais e, ao mesmo tempo, saber a quem se referiam. E foi fantástica a forma como moldaste este capítulo, como conseguiste manter tudo envolto no negrume que descreveste até decidires levantar o pano. Ou, pelo menos, uma parte dele.
Não sei por onde começar,torna-se cada vez mais difícil escolher palavras que sejam justas o suficiente para com os teus capítulos. Senti a agonia da Usagi no início, a força dos seus pensamentos, a necessidade de conseguir. Esta Usagi é diferente daquela que conhecia e, no entanto, acho-a simplesmente... Fantástica. É que todas as descrições - os passos, as paredes, o negrume - todas elas foram... Incríveis. Era mais do que visualizar tudo, era mais do que isso. Era estarmos dentro da própria Usagi, a duvidarmos como ela, a agirmos como ela.
As frases curtas foram, como sempre, muito bem utilizadas, como as passadas daquele caminhar inóspito, intercaladas com os pensamentos, as dúvidas. Como se também fossem um passo, um objectivo, uma meta a cumprir. Achei assombrosa a forma como conseguiste introduzir a expressão "Cabeça de Serradura" num capítulo assim. Ficou excelente!
E, de seguida, a surpresa. Uma sala de luz. Não conseguia imaginar tanta luz num lugar que relembrava tanto o Inferno. Mas, por um lado, o excesso de luz cega-nos. Queima-nos. E adorei a ideia. Não sei como consegues imaginar coisas assim, tão bem criadas, tão bem inseridas em dado contexto. Inconscientemente, dei por mim a semicerrar os olhos, como se eu própria estivesse lá, no interior da Usagi. Como sempre, é incrível.
Se no início não compreendi logo que era a Usagi a narradora daquela viagem, confesso também que não esperava ver a Beryl logo ali. E avanço já para uma parte que achei, mais uma vez, muitíssimo bem imaginada. Uma Beryl que queima, que trespassa a Usagi com queimaduras, com fogo. Adorei esta parte, tanto que nem consigo descrever decentemente. E a raiva da Usagi, nada característica daquela personagem que nos habituámos a ver, mas que transmite uma componente tão real. A dor que ela sentia, o ódio. A vontade de destruir aquela que tão mal fez.
Redimir-se, a Usagi? Excelente ponto de vista. É excelente o facto de nos pores à prova com duas facetas distintas da mesma história. Quando vemos o vilão, temos a concepção que ele é o mau da fita e pronto. Quer destruir o mundo e, portanto, o herói tem todo o direito de intervir. Mas, neste caso, é como se fosse um conflito de interesses. Uma vingança. E quem é que tem, de facto, razão? Gosto imenso desta componente, é, pelo menos, a sensação que me fica.
E, sim, o final foi fantástico. Respirar, sem dúvida. A cada golfada de ar, gritava, em pensamento, "respira, Usagi." E cada frase parecia uma inspiração mais fraca. A dor da tortura que ela deve ter sentido por ouvir alguém dizer o que ela tanto temia; que o Mamoru não a amasse. Se o Mamoru tivesse dito que a amava, as coisas seriam tão diferentes. O mundo seria diferente. Mas não o disse. E, agora, tudo vai depender do desenrolar dos acontecimentos, algo que não faço a mínima ideia de como será, mas que espero ansiosamente para ver.
A minha dúvida é como chegou tudo a este ponto. Onde estão as outras? Onde está o Mamoru? O que é que aconteceu depois do final do último capítulo? Ficam no ar, à espera de uma resposta
Parabéns, sarrah, como sempre, consegues surpreender-me muito pela positiva. E deixo-te aqui 11111111117 ovos Kinders (o 7 tinha de lá estar, e a soma dos uns dá 10, 10 + 7, 17... Ah, ah, ah!
). Boas férias e muitos, muitos parabéns!
A sensação que este capítulo nos brinda é, precisamente, a do respirar. Perdi a conta à quantidade de vezes que a minha inspiração ficou suspensa numa dúvida, numa ânsia, num desejo. Creio que este capítulo foi dos mais etéreos e, ao mesmo tempo, assombrosos que escreveste. Eu precisava de algo concreto e, ao mesmo tempo, não o queria. Queria prolongar todas as descrições iniciais e, ao mesmo tempo, saber a quem se referiam. E foi fantástica a forma como moldaste este capítulo, como conseguiste manter tudo envolto no negrume que descreveste até decidires levantar o pano. Ou, pelo menos, uma parte dele.
Não sei por onde começar,torna-se cada vez mais difícil escolher palavras que sejam justas o suficiente para com os teus capítulos. Senti a agonia da Usagi no início, a força dos seus pensamentos, a necessidade de conseguir. Esta Usagi é diferente daquela que conhecia e, no entanto, acho-a simplesmente... Fantástica. É que todas as descrições - os passos, as paredes, o negrume - todas elas foram... Incríveis. Era mais do que visualizar tudo, era mais do que isso. Era estarmos dentro da própria Usagi, a duvidarmos como ela, a agirmos como ela.
As frases curtas foram, como sempre, muito bem utilizadas, como as passadas daquele caminhar inóspito, intercaladas com os pensamentos, as dúvidas. Como se também fossem um passo, um objectivo, uma meta a cumprir. Achei assombrosa a forma como conseguiste introduzir a expressão "Cabeça de Serradura" num capítulo assim. Ficou excelente!
E, de seguida, a surpresa. Uma sala de luz. Não conseguia imaginar tanta luz num lugar que relembrava tanto o Inferno. Mas, por um lado, o excesso de luz cega-nos. Queima-nos. E adorei a ideia. Não sei como consegues imaginar coisas assim, tão bem criadas, tão bem inseridas em dado contexto. Inconscientemente, dei por mim a semicerrar os olhos, como se eu própria estivesse lá, no interior da Usagi. Como sempre, é incrível.
Se no início não compreendi logo que era a Usagi a narradora daquela viagem, confesso também que não esperava ver a Beryl logo ali. E avanço já para uma parte que achei, mais uma vez, muitíssimo bem imaginada. Uma Beryl que queima, que trespassa a Usagi com queimaduras, com fogo. Adorei esta parte, tanto que nem consigo descrever decentemente. E a raiva da Usagi, nada característica daquela personagem que nos habituámos a ver, mas que transmite uma componente tão real. A dor que ela sentia, o ódio. A vontade de destruir aquela que tão mal fez.
Redimir-se, a Usagi? Excelente ponto de vista. É excelente o facto de nos pores à prova com duas facetas distintas da mesma história. Quando vemos o vilão, temos a concepção que ele é o mau da fita e pronto. Quer destruir o mundo e, portanto, o herói tem todo o direito de intervir. Mas, neste caso, é como se fosse um conflito de interesses. Uma vingança. E quem é que tem, de facto, razão? Gosto imenso desta componente, é, pelo menos, a sensação que me fica.
E, sim, o final foi fantástico. Respirar, sem dúvida. A cada golfada de ar, gritava, em pensamento, "respira, Usagi." E cada frase parecia uma inspiração mais fraca. A dor da tortura que ela deve ter sentido por ouvir alguém dizer o que ela tanto temia; que o Mamoru não a amasse. Se o Mamoru tivesse dito que a amava, as coisas seriam tão diferentes. O mundo seria diferente. Mas não o disse. E, agora, tudo vai depender do desenrolar dos acontecimentos, algo que não faço a mínima ideia de como será, mas que espero ansiosamente para ver.
A minha dúvida é como chegou tudo a este ponto. Onde estão as outras? Onde está o Mamoru? O que é que aconteceu depois do final do último capítulo? Ficam no ar, à espera de uma resposta

Parabéns, sarrah, como sempre, consegues surpreender-me muito pela positiva. E deixo-te aqui 11111111117 ovos Kinders (o 7 tinha de lá estar, e a soma dos uns dá 10, 10 + 7, 17... Ah, ah, ah!
). Boas férias e muitos, muitos parabéns!
Woow...
Tou sem palavras, ainda estou em choque.
Está magnífico! Sublime como a neptuno_avista disse! Não tenho palavras para descrever.
Cada palavra que escreveste, cada pequeno ponto, tudo! Fizeste-me sentir de uma forma tal o que se passava! As descrições...
A sério estou sem palavras! Adorei! O melhor de todos, eu pensava que já não conseguias fazer melhor e, afinal, enganei-me! Está lindo msm, desculpa não dizer mais nada mas é que não há como descrever o que senti! Senti o que a Usagi sentiu, tudo tão real e bem descrito...
*dá um saco de kinder joys à Sarrah*
Adorei! E o título está fantástico, mesmo perfeito para o capítulo. Até porque me deixaste quase sem ar de tão profundamente senti! Incrível... nunca tinha ficado sem palavras... fiquei. Até me sinto culpada, a Kaoru escreveu um testamento e eu nem consegui juntar umas palavrinhas...
Ainda me mandas para o hospital com tanta emoção!
Tou sem palavras, ainda estou em choque.
Está magnífico! Sublime como a neptuno_avista disse! Não tenho palavras para descrever.
Cada palavra que escreveste, cada pequeno ponto, tudo! Fizeste-me sentir de uma forma tal o que se passava! As descrições...
A sério estou sem palavras! Adorei! O melhor de todos, eu pensava que já não conseguias fazer melhor e, afinal, enganei-me! Está lindo msm, desculpa não dizer mais nada mas é que não há como descrever o que senti! Senti o que a Usagi sentiu, tudo tão real e bem descrito...
*dá um saco de kinder joys à Sarrah*
Adorei! E o título está fantástico, mesmo perfeito para o capítulo. Até porque me deixaste quase sem ar de tão profundamente senti! Incrível... nunca tinha ficado sem palavras... fiquei. Até me sinto culpada, a Kaoru escreveu um testamento e eu nem consegui juntar umas palavrinhas...
Ainda me mandas para o hospital com tanta emoção!

Um grande, grande obrigada pela sign e pelo avie Xaninha kida! ^^

Jovens escritores, nao resistem a chocolate? Especialmente Kinder? Então cuidado, o gang anda rondando
Está lindo!!!!!!!
Este capitulo está muito emocionante....
A tua escrita é demais......é fascinante......
Consegui sentir tudo o que escreveste......principalmente a dor da Usagi com as palavras da Beryl........
A Usagui tem de acreditar no amor do Mamoru............ela nao pode acreditar na Beryl.......
Estou ansiosa para saber o que vem a seguir......
Fico à espera do proximo capitulo....
Bjs

Este capitulo está muito emocionante....
A tua escrita é demais......é fascinante......
Consegui sentir tudo o que escreveste......principalmente a dor da Usagi com as palavras da Beryl........
A Usagui tem de acreditar no amor do Mamoru............ela nao pode acreditar na Beryl.......
Estou ansiosa para saber o que vem a seguir......
Fico à espera do proximo capitulo....
Bjs

Protegerei e lutarei por todos, nem que isso signifique a minha morte.......
Pára tudo que eu voltei!
Este foi, na minha opinião, o melhor capítulo. se calhar era das saudades, mas...hum... não me parece. A tua escrita cresceu. (sim, tenho plena noção de qe devo soar assim meio maluca) É como, quando nos acontece alguma coisa e evoluímos, no mesmo momento; parece que a tua escrita, que já era algo de superior, ainda se aprimorou mais e, eh pah, eu fiquei maravilhada com este capítulo. Por mais impróprio que seja para o coração ou até para o estomago (já que o meu deixaste num nó), gostei deste capítulo assim grande e impróprio para cardíacos.
Foi um bom ângulo, do umbigozinho da Usagi (até já me puseste a chamar Usagi à Bunny) e foi um capítulo pesado... quer dizer, "pesado" não é a palavra: intenso. Ya, intenso.
Enquanto estava a ler a minha respiração ficava como a dela (e isto por mais "menos" que pareça é, provavelmente, o maior elogio que te poderia fazer).
Continuo com a minha exigência: o Mamoru dizer-lhe que a ama. Não me importo (não é gosto, mas aceito) que mates a Usagi, parcial ou integralmente as Navegantes ou o Mamoru, porque compreendo que o final não seja completamente feliz (embora o preferisse, acho compreensível se optares por dar um final "incompleto" já qe a história de conto de fadas e "viveram felizes para sempre não tem nada. é uma história a sério, quer dizer, dentro dos limites). Disto não me importo, mas AI DE TI qe ele não lhe diga que a ama.
Bem, fiz um comentário completo, tentei dar-te a minha opinião sobre este capítulo qe, bem, superou todas as minhas elevadíssimas expectativas. Sarita, os meus sinceros PARABÉNS!!
Este foi o melhor capítulo de sempre. mmo o meu preferido
bjo blueeee (back from Cape Vert)
Este foi, na minha opinião, o melhor capítulo. se calhar era das saudades, mas...hum... não me parece. A tua escrita cresceu. (sim, tenho plena noção de qe devo soar assim meio maluca) É como, quando nos acontece alguma coisa e evoluímos, no mesmo momento; parece que a tua escrita, que já era algo de superior, ainda se aprimorou mais e, eh pah, eu fiquei maravilhada com este capítulo. Por mais impróprio que seja para o coração ou até para o estomago (já que o meu deixaste num nó), gostei deste capítulo assim grande e impróprio para cardíacos.
Foi um bom ângulo, do umbigozinho da Usagi (até já me puseste a chamar Usagi à Bunny) e foi um capítulo pesado... quer dizer, "pesado" não é a palavra: intenso. Ya, intenso.
Enquanto estava a ler a minha respiração ficava como a dela (e isto por mais "menos" que pareça é, provavelmente, o maior elogio que te poderia fazer).
Continuo com a minha exigência: o Mamoru dizer-lhe que a ama. Não me importo (não é gosto, mas aceito) que mates a Usagi, parcial ou integralmente as Navegantes ou o Mamoru, porque compreendo que o final não seja completamente feliz (embora o preferisse, acho compreensível se optares por dar um final "incompleto" já qe a história de conto de fadas e "viveram felizes para sempre não tem nada. é uma história a sério, quer dizer, dentro dos limites). Disto não me importo, mas AI DE TI qe ele não lhe diga que a ama.
Bem, fiz um comentário completo, tentei dar-te a minha opinião sobre este capítulo qe, bem, superou todas as minhas elevadíssimas expectativas. Sarita, os meus sinceros PARABÉNS!!
Este foi o melhor capítulo de sempre. mmo o meu preferido
bjo blueeee (back from Cape Vert)

http://sm-portugal.coolbb.net/fanfics-f13/princesa-azul-da-lua-t2071.htm
"O Fim da Trindade"
Minako e Apolo
Makoto e Cupido
Selene e Poseidon
e agora?
Vá, força, matem-me, esfolem-me, atirem-me de um penhasco. Eu mereço. Ainda não vim responder a nenhum comentário, não dei noticias durante muito tempo. Mas aqui estou, com um pedido de desculpas
E novidades e subornos.
Nota:As respostas aos comentários foram escritas há três semanas (excepto a resposta à blue), às três da manhã. Peço desculpa se não tiverem lógica nenhuma.
neptuno_avista, o teu comentário foi tão bom!
Eu estava aqui sentada, nervosa, com medo de que vocês não gostassem do capítulo... e, quando comentaste, pude relaxar. Obrigada pelas tuas palavras. Quanto às questões... não posso responder
Mas vais saber, mais à frente. Mais uma vez, obrigada. Ah, e eu tenho andado a escrever. Não tenho é tempo de vir aqui. :
':
Usako, quando li “devorar mais um capitulo”, senti que estava tudo dito. Foi o suficiente para me fazer sorrir. E agradeço-te por todo o restante comentário. É sempre bom saber que os meus capítulos têm o impacto desejado. Se estás a gostar da fic cada vez mais, vou trabalhar para que continues a sentir isso, até à última palavra.
E sim, já tenho umas quantas ideias para o próximo capítulo. Aliás, já tenho uns quantos capítulos programados, não que isso signifique algo, há sempre a possibilidade de surgir uma ideia nova. Mas o capítulo, desta vez, não deve demorar tanto a aparecer por aqui. *cof cof*
Kaoruzinha, já te disse, vem cá bater-me que eu não me importo nada.
Em troca, recebes um abraço. Eheh. Mas eu não te disse mentira nenhuma. Tinha realmente receio, não sabia como é que as pessoas iam reagir à mudança na escrita. Receios infundados, felizmente.
Sinceramente, não sei como te responder. Porque nem sei de onde é que este capitulo me saiu. Comecei a escrever uma coisa e saiu-me outra completamente oposta. E eu não sabia se gostava do resultado. Li, reli, apaguei, reescrevi, voltei a reler e postei. E continuava a não saber se gostava. Acho que ainda não sei.
Vou deixar muitos aspectos do teu comentário sem resposta, mas há um que não posso deixar de referir: a Beryl. Melhor dizendo, a interacção entre a Beryl e a Usagi, o vilão e o herói. É, tal como disseste, um conflito de interesses. E eu conheço a sensação de estar no lugar da Beryl. (Não que por isso ande por ai a matar pessoas) Sei como custa. Sei como dói. Por isso acho importante retratar o outro lado da história. O lado do vilão que nem sempre o foi. E que sofre, e que se sente traído, e que pensa que tem razão. E que, de certa forma, até tem. Mas está demasiado cego para ver que pode ter a razão menor. Demasiado envolvido na própria dor para ver a dor dos outros.
Ahh, e fico mesmo contente por teres gostado do final.
Penso que correspondeu exactamente ao que eu queria. A dor de não ser amada. As consequências de uma palavra a menos.
E, quanto às tuas perguntas... espero que algumas sejam respondidas no próximo capítulo. Ah, e 5417 vezes obrigada (e lá está o 7... e a soma dá 17 eheh
). Obrigadaaaaaaa.
_S.E.A_! Ahh, fiquei tão feliz com o teu comentário, com a tua reacção. Não tens de te sentir culpada por coisa nenhuma, por vezes não são necessárias palavras para demonstrar o que sentimos. Mesmo por internet. Aliás, esta pequena frase:
Incrível... nunca tinha ficado sem palavras... fiquei
E novidades e subornos.Nota:As respostas aos comentários foram escritas há três semanas (excepto a resposta à blue), às três da manhã. Peço desculpa se não tiverem lógica nenhuma.
neptuno_avista, o teu comentário foi tão bom!
Eu estava aqui sentada, nervosa, com medo de que vocês não gostassem do capítulo... e, quando comentaste, pude relaxar. Obrigada pelas tuas palavras. Quanto às questões... não posso responder
Mas vais saber, mais à frente. Mais uma vez, obrigada. Ah, e eu tenho andado a escrever. Não tenho é tempo de vir aqui. :
': Usako, quando li “devorar mais um capitulo”, senti que estava tudo dito. Foi o suficiente para me fazer sorrir. E agradeço-te por todo o restante comentário. É sempre bom saber que os meus capítulos têm o impacto desejado. Se estás a gostar da fic cada vez mais, vou trabalhar para que continues a sentir isso, até à última palavra.
E sim, já tenho umas quantas ideias para o próximo capítulo. Aliás, já tenho uns quantos capítulos programados, não que isso signifique algo, há sempre a possibilidade de surgir uma ideia nova. Mas o capítulo, desta vez, não deve demorar tanto a aparecer por aqui. *cof cof*Kaoruzinha, já te disse, vem cá bater-me que eu não me importo nada.
Em troca, recebes um abraço. Eheh. Mas eu não te disse mentira nenhuma. Tinha realmente receio, não sabia como é que as pessoas iam reagir à mudança na escrita. Receios infundados, felizmente.Sinceramente, não sei como te responder. Porque nem sei de onde é que este capitulo me saiu. Comecei a escrever uma coisa e saiu-me outra completamente oposta. E eu não sabia se gostava do resultado. Li, reli, apaguei, reescrevi, voltei a reler e postei. E continuava a não saber se gostava. Acho que ainda não sei.
Vou deixar muitos aspectos do teu comentário sem resposta, mas há um que não posso deixar de referir: a Beryl. Melhor dizendo, a interacção entre a Beryl e a Usagi, o vilão e o herói. É, tal como disseste, um conflito de interesses. E eu conheço a sensação de estar no lugar da Beryl. (Não que por isso ande por ai a matar pessoas) Sei como custa. Sei como dói. Por isso acho importante retratar o outro lado da história. O lado do vilão que nem sempre o foi. E que sofre, e que se sente traído, e que pensa que tem razão. E que, de certa forma, até tem. Mas está demasiado cego para ver que pode ter a razão menor. Demasiado envolvido na própria dor para ver a dor dos outros.
Ahh, e fico mesmo contente por teres gostado do final.
Penso que correspondeu exactamente ao que eu queria. A dor de não ser amada. As consequências de uma palavra a menos.E, quanto às tuas perguntas... espero que algumas sejam respondidas no próximo capítulo. Ah, e 5417 vezes obrigada (e lá está o 7... e a soma dá 17 eheh
). Obrigadaaaaaaa.
_S.E.A_! Ahh, fiquei tão feliz com o teu comentário, com a tua reacção. Não tens de te sentir culpada por coisa nenhuma, por vezes não são necessárias palavras para demonstrar o que sentimos. Mesmo por internet. Aliás, esta pequena frase:
Incrível... nunca tinha ficado sem palavras... fiquei
Diz tudo. Se o capitulo te provocou tal reacão, eu só tenho é que ficar feliz! Por isso, muito obrigada. Ainda fico mais contente por ter sido teu capitulo preferido. Como eu não sei se gosto muito dele... é sempre bom saber que os outros gostam. Fico a gostar mais um bocadinho dele. Obrigada.
Picky, ohh, obrigada! Fico contente por teres gostado, por te teres sentido com a Usagi. Pois é, ela tem de acreditar no Mamoru. Mas por vezes basta o “bichinho” da dúvida para esquecermos todas as nossas crenças. O proximo capítulo está quase a chegar.
Bluezinhaaa! Como fico contente com o teu comentário!
O teu capítulo preferido? A sério? Que bom! Como já disse anteriormente, eu não tenho a certeza se gosto ou não do capitulo... saber que é o teu preferido torna-o extremamente importante para mim. Improprio para cardíacos? Ahahah. Gostei, gostei. Um capitulo intenso. Ora bem, obrigada! Era isso mesmo que eu queria que ele fosse. Especialmente o final (e eu dou-lhe com o final, continuo a gostar tanto dele. Ahhh, já te rendeste à Usagi).
Ohh Bluezinha, agradeço muito o elogio. Não parece, de forma alguma “mais menos”. Obrigada.
Mais uma vez, muito, muito obrigada minha Bluezinha linda.

Quanto à tua exigência... bem, não posso prometer nada. Para preservar o segredo, manter a expectativa, é verdade. Mas, acima de tudo, porque posso, de um momento para o outro, mudar de ideias. Eu tenho já quase tudo planeado (não revelo qual o rumo dos meus planos eheh) e vou tentar manter-me fiel a esse plano. Mas nunca se sabe. Posso fazer um final trágico, parcialmente feliz ou, muito simplesmente, um felizes para sempre. Todas as hipóteses estão em aberto porque eu consigo imaginar cada um dos três caminhos. Há sempre uma forma de fazer um felizes para sempre. Ou de terminar num banho de sangue (God, tanto também não!). Estou a falar demais. Logo se vê.
Eeee agora as novidades. Ou o suborno, como preferirem. Como eu sou uma pseudo-escritora que passa meses sem dizer nada, (e sinto-me tão mal com isso... ficar mais de um mês sem responder aos comentários que recebo...) sinto-me na obrigação de, quando finalmente venho responder, tentar emendar os meus erros. E isto resume-se a duas palavras muito simples e fáceis: Capítulo 35.
Pois é, passei um mês e meio calada que nem um rato mas não me esqueci do que tinha de fazer. Tenho o capítulo prontissimo. E detesto-o. Mas não deixa de estar pronto por causa disso.
Portanto... amanhã ou isso ele aparece por aqui.
Bem, aqui fica mais um capitulozito da fic. Penso que agora vou actualiza-la mais regularmente pois comecei as aulas e o que mais é que há para fazer em Inglês? (Gostava tanto de poder dizer o mesmo sobre geometria
)
Portanto, espero que gostem. Eu adorei escrever, detestei o resultado. Mas é sempre assim...
Capítulo 35- Água
Vapor de água elevava-se no ar, nascendo do que parecia nada ser, criando, nas suas subtis transformações, formas, símbolos e palavras de uma linguagem restrita, cujos significados permaneciam em perfeito sigilo. Tal idioma, perpetuamente interdito aos mortais, mantinha-se reservado às divindades celestiais criadoras do Universo, ainda incógnitas à civilização humana. Naqueles sinais fluidos, encontravam-se respostas a questões que nenhuma mente humana fora jamais capaz de conceber.
O espírito de Ami ansiava por desvendar tais significados ocultos, almejava ter acesso ao imenso conhecimento presente nos segredos daquela língua estranha. Mas todos os seus sentidos a alertavam para o perigo escondido nas sombras. Perigo esse mais importante e real. Tinha de se concentrar.
O ar, opressivamente húmido, encontrava-se cada vez mais cálido, cada vez vais sufocante. Gotas de suor percorriam já a longa queda até ao chão, onde se iriam unir à água gelada que pingava do tecto. As incómodas madeixas de cabelo azuis, já completamente ensopadas, colavam-se à pele da cara e do pescoço, contribuindo para o gradual aumento de temperatura. O pavimento invisível encontrava-se exageradamente escorregadio, transformando a tarefa de andar num qualquer desporto radical, onde um passo em falso terminaria na mais fatal das quedas.
Ami começava a ficar impaciente. O computador de Mercúrio nada lhe dizia. Não sabia onde se encontrava, se haveria alguma saída ou mesmo uma qualquer entrada. No ecrã, o resultado da sua análise ao compartimento luzia alegremente, aumentando a sua frustração.
Era apenas uma palavra.
Água.
Água! Isso já ela sabia, desde o momento em que tinha aberto os olhos naquele local, nem escuro nem claro. Só se via vapor! O maldito vapor de água que transformava o recinto numa autêntica sauna! Mas não podia ser tudo água! Uma divisão, independentemente do lugar e tamanho, tinha na sua constituição vários componentes. Madeira, metal, plástico, pedra. Qualquer coisa! Agora água? Não era lógico!
Lógica. A lógica tinha-a abandonado no momento em que se tornara Navegante. Todo aquele mundo de magia e misticismo viera revogar todas as suas crenças. Costumava acreditar que todas as respostas se encontravam nos livros. Passara a acreditar, a confiar cegamente no seu computador, a maior base de dados alguma vez criada. O computador de Mercúrio, a única prova de que todo aquele novo mundo era real. Agora, nem esse conforto subsistia. Encontrava-se sozinha e perdida no “Era uma vez”.
Há quanto tempo não acreditava em contos de fadas, em histórias de encantar. Mesmo na infância, tais crenças haviam-lhe sido negadas, desde o momento em que aprendera a ler. Até mesmo os sonhos eram
desprovidos de magia. Até mesmo a vida era isenta de sonhos.
Valeria a pena continuar?
Os músculos do corpo começavam a ficar doridos, depois de tanto tempo na mesma posição. Quanto tempo se teria passado desde que fora transportada para aquele lugar? Há quantas horas não se movia? Mas não havia motivo para se mover. O destino não chegaria mais depressa, o pesadelo não acabaria mais rapidamente. Por isso continuava ali, no meio de vapor. Pelo menos a água era segura.
Sentou-se no chão, apenas para mudar de posição. Estava frio. Gelado. As suas pernas nuas começaram instantaneamente a tremer face ao toque glacial. Mas Ami não pareceu reparar. A mudança de temperatura até era agradável.
A sua mente divagou até à memória do momento em que se tinha tornado guerreira. Navegante de Mercúrio. Sorriu. Mesmo que o final estivesse próximo, aqueles meros meses tinham sido preciosos. A sensação de ter amigos. Pessoas em quem verdadeiramente confiar...
Onde estariam as restantes navegantes? E Usagi? Mamoru? Estariam também sós, em ambientes desconhecidos, a temer a escuridão? Estariam juntos, a perguntar-se onde ela se encontrava? Estariam vivos?
Pára com isso, Ami. Está tudo bem.
Não podia evitar criar todos os possíveis cenários, todos os possíveis desfechos para aquela pequena aventura de salvar o mundo. Podiam vencer, ir para casa, viver felizes. Alguns podiam morrer, mas o final não deixaria de ser benéfico para a Terra. Ou podiam falhar. Repetir o passado. Morrer, a tentar practicar o bem. A fazer o que é certo.
E... se morressem? Se o mundo fosse governado por Beryl? Reencarnariam mais uma vez, para viverem sob medo constante? Lutariam, uma e outra vez, até reescrever o destino e, por fim, vencer?
Talvez não devesse estar sentada. Talvez fosse suposto levantar-se, encontrar as companheiras. Talvez, se fosse rápida o suficiente, inteligente o bastante, talvez conseguisse criar um plano que as levasse à vitória. Talvez não fosse necessário morrer. Talvez...
Porque tinha de ser tão inútil? Nem os seus poderes eram úteis em batalha! Era perfeitamente descartável, a única ajuda que podia prestar residia no seu computador! Se ao menos tivesse os poderes da Rei, para criar fogo e ver onde estava. Se partilhasse a força de Makoto, ou mesmo os ataques de Minako. Até as rosas de Mamoru eram mais eficazes do que os seus ataques. Rosas! Era mais débil que uma flor!
As amigas confiavam nela. A rapariga-génio que era sempre calma, ponderada, que sabia sempre o que fazer. Os seus poderes podiam ser mais defensivos do que ofensivos, mas a inteligência era o que realmente a fazia destacar-se. A tímida e adorável Ami. Que compreendia sempre tudo, que solucionava todos os problemas.
Não sabiam o quanto lhe custava não poder lutar nas batalhas. Frente a frente, combater os monstros. Não imaginavam o quão indefesa de sentia quando se encontrava só. E agora, estava mais só do que alguma vez se tinha sentido. Agora, se lutar se tornasse obrigatório, sabia que iria perder. Mas pelo menos que fosse só ela... no fim de contas, a sua vida não faria diferença.
Era apenas uma vida entre seis.
Não alteraria nada.
Fechou os olhos. Uma forte dor começava a alastrar pelo lado direito do seu crânio, pelo que se ajoelhou no chão, procurando encostar a cabeça quente ao solo frio. Ajudava. As gotículas de transpiração tornavam-se também frias, contribuindo para aliviar a dor.
A temperatura da divisão parecia estar a decrescer. Rapidamente, a sensação de calor desvaneceu-se por completo. Como prova de que tinha existido, apenas algumas gotas de suor remanesciam unidas à pele. Ainda de olhos fechados, Ami ergueu-se, usufruindo da alteração no ambiente.
De pálpebras firmemente cerradas, recusava-se a enfrentar o mundo. Não sabia o que tinha provocado a modificação no espaço à sua volta, não estava certa se queria descobrir. Uma acção tão simples como abrir os olhos tomara o peso de todo o seu futuro. Receava que, ao executar tal
gesto, fosse obrigada a encarar a morte.
Ainda não estava pronta para isso.
Não que tivesse exactamente medo de morrer. Não, nunca temera tal coisa. Apenas queria ter tempo para... recordar.
Dizem que toda a nossa vida nos passa à frente dos olhos quando estamos prestes a perecer. Ami encarava essas últimas imagens como a verdadeira dádiva dos deuses, como um último desejo concedido. Porque era uma oportunidade de reviver, ainda que fugazmente, todos os instantes de felicidade.
E eram essas imagens que ela queria recordar. Mas não num momento efémero, em que os sentimentos, certamente, se perderiam. Queria ter tempo de sentir de novo. De amar de novo. De perder de novo.
Mas... que memórias eram merecedoras de ser revividas? Como restringir uma vida inteira a uns escassos minutos e não sentir que faltava tudo? Como decidir?
Talvez não fizesse diferença. Se cada instante de vida é precioso, limitar-se-ia às coisas simples. A pensamentos, sentimentos, sensações, ao mais
básico dos instintos.
Simplesmente. Coisas simples.
Um abraço de mãe. Um sorriso genuíno. Um mergulho no mar, uma tempestade no Inverno. A primeira amizade. Usagi. Rei. Makoto. Minako. O seu planeta. Mercúrio. A sua lealdade. Princesa.
Ao menos, tinha algo valioso para recordar. Não eram apenas memórias vazias. Não eram apenas pessoas aleatórias, vislumbres de amigos inexistentes. Não. Eram muito mais.
Já vivera duas vidas. Breves, era certo. Mas não por isso menos reais, menos completas. Menos valiosas. Não se recordava de um único dia da sua precedente encarnação. Mas, através das memórias de Usagi, após horas indefinidas a analisar toda a informação disponível sobre o Milénio Prateado no seu computador, na busca incessante pela localização de Beryl, tinha assimilado algum conhecimento.
No passado, a sua missão consistira na protecção da princesa da Lua.
Morrera a tentar.
No presente, nada havia mudado.
Talvez fosse necessário repetir o passado para alterar o futuro. E se isso significava perder a vida a proteger Usagi, que assim fosse. A proteger. Não, somente, a tentar.
Já não importava o cenário que teria de enfrentar. Tinha que prosseguir, já não aguentava permanecer imóvel, vulnerável face ao mundo exterior. Tinha tido os seus minutos do passado. Era necessário apressar o futuro.
Estava pronta para enfrentar o Inferno.
Mas os seus olhos transportaram-na para o mais belo dos Paraísos.
)Portanto, espero que gostem. Eu adorei escrever, detestei o resultado. Mas é sempre assim...
Capítulo 35- Água
Vapor de água elevava-se no ar, nascendo do que parecia nada ser, criando, nas suas subtis transformações, formas, símbolos e palavras de uma linguagem restrita, cujos significados permaneciam em perfeito sigilo. Tal idioma, perpetuamente interdito aos mortais, mantinha-se reservado às divindades celestiais criadoras do Universo, ainda incógnitas à civilização humana. Naqueles sinais fluidos, encontravam-se respostas a questões que nenhuma mente humana fora jamais capaz de conceber.
O espírito de Ami ansiava por desvendar tais significados ocultos, almejava ter acesso ao imenso conhecimento presente nos segredos daquela língua estranha. Mas todos os seus sentidos a alertavam para o perigo escondido nas sombras. Perigo esse mais importante e real. Tinha de se concentrar.
O ar, opressivamente húmido, encontrava-se cada vez mais cálido, cada vez vais sufocante. Gotas de suor percorriam já a longa queda até ao chão, onde se iriam unir à água gelada que pingava do tecto. As incómodas madeixas de cabelo azuis, já completamente ensopadas, colavam-se à pele da cara e do pescoço, contribuindo para o gradual aumento de temperatura. O pavimento invisível encontrava-se exageradamente escorregadio, transformando a tarefa de andar num qualquer desporto radical, onde um passo em falso terminaria na mais fatal das quedas.
Ami começava a ficar impaciente. O computador de Mercúrio nada lhe dizia. Não sabia onde se encontrava, se haveria alguma saída ou mesmo uma qualquer entrada. No ecrã, o resultado da sua análise ao compartimento luzia alegremente, aumentando a sua frustração.
Era apenas uma palavra.
Água.
Água! Isso já ela sabia, desde o momento em que tinha aberto os olhos naquele local, nem escuro nem claro. Só se via vapor! O maldito vapor de água que transformava o recinto numa autêntica sauna! Mas não podia ser tudo água! Uma divisão, independentemente do lugar e tamanho, tinha na sua constituição vários componentes. Madeira, metal, plástico, pedra. Qualquer coisa! Agora água? Não era lógico!
Lógica. A lógica tinha-a abandonado no momento em que se tornara Navegante. Todo aquele mundo de magia e misticismo viera revogar todas as suas crenças. Costumava acreditar que todas as respostas se encontravam nos livros. Passara a acreditar, a confiar cegamente no seu computador, a maior base de dados alguma vez criada. O computador de Mercúrio, a única prova de que todo aquele novo mundo era real. Agora, nem esse conforto subsistia. Encontrava-se sozinha e perdida no “Era uma vez”.
Há quanto tempo não acreditava em contos de fadas, em histórias de encantar. Mesmo na infância, tais crenças haviam-lhe sido negadas, desde o momento em que aprendera a ler. Até mesmo os sonhos eram
desprovidos de magia. Até mesmo a vida era isenta de sonhos.
Valeria a pena continuar?
Os músculos do corpo começavam a ficar doridos, depois de tanto tempo na mesma posição. Quanto tempo se teria passado desde que fora transportada para aquele lugar? Há quantas horas não se movia? Mas não havia motivo para se mover. O destino não chegaria mais depressa, o pesadelo não acabaria mais rapidamente. Por isso continuava ali, no meio de vapor. Pelo menos a água era segura.
Sentou-se no chão, apenas para mudar de posição. Estava frio. Gelado. As suas pernas nuas começaram instantaneamente a tremer face ao toque glacial. Mas Ami não pareceu reparar. A mudança de temperatura até era agradável.
A sua mente divagou até à memória do momento em que se tinha tornado guerreira. Navegante de Mercúrio. Sorriu. Mesmo que o final estivesse próximo, aqueles meros meses tinham sido preciosos. A sensação de ter amigos. Pessoas em quem verdadeiramente confiar...
Onde estariam as restantes navegantes? E Usagi? Mamoru? Estariam também sós, em ambientes desconhecidos, a temer a escuridão? Estariam juntos, a perguntar-se onde ela se encontrava? Estariam vivos?
Pára com isso, Ami. Está tudo bem.
Não podia evitar criar todos os possíveis cenários, todos os possíveis desfechos para aquela pequena aventura de salvar o mundo. Podiam vencer, ir para casa, viver felizes. Alguns podiam morrer, mas o final não deixaria de ser benéfico para a Terra. Ou podiam falhar. Repetir o passado. Morrer, a tentar practicar o bem. A fazer o que é certo.
E... se morressem? Se o mundo fosse governado por Beryl? Reencarnariam mais uma vez, para viverem sob medo constante? Lutariam, uma e outra vez, até reescrever o destino e, por fim, vencer?
Talvez não devesse estar sentada. Talvez fosse suposto levantar-se, encontrar as companheiras. Talvez, se fosse rápida o suficiente, inteligente o bastante, talvez conseguisse criar um plano que as levasse à vitória. Talvez não fosse necessário morrer. Talvez...
Porque tinha de ser tão inútil? Nem os seus poderes eram úteis em batalha! Era perfeitamente descartável, a única ajuda que podia prestar residia no seu computador! Se ao menos tivesse os poderes da Rei, para criar fogo e ver onde estava. Se partilhasse a força de Makoto, ou mesmo os ataques de Minako. Até as rosas de Mamoru eram mais eficazes do que os seus ataques. Rosas! Era mais débil que uma flor!
As amigas confiavam nela. A rapariga-génio que era sempre calma, ponderada, que sabia sempre o que fazer. Os seus poderes podiam ser mais defensivos do que ofensivos, mas a inteligência era o que realmente a fazia destacar-se. A tímida e adorável Ami. Que compreendia sempre tudo, que solucionava todos os problemas.
Não sabiam o quanto lhe custava não poder lutar nas batalhas. Frente a frente, combater os monstros. Não imaginavam o quão indefesa de sentia quando se encontrava só. E agora, estava mais só do que alguma vez se tinha sentido. Agora, se lutar se tornasse obrigatório, sabia que iria perder. Mas pelo menos que fosse só ela... no fim de contas, a sua vida não faria diferença.
Era apenas uma vida entre seis.
Não alteraria nada.
Fechou os olhos. Uma forte dor começava a alastrar pelo lado direito do seu crânio, pelo que se ajoelhou no chão, procurando encostar a cabeça quente ao solo frio. Ajudava. As gotículas de transpiração tornavam-se também frias, contribuindo para aliviar a dor.
A temperatura da divisão parecia estar a decrescer. Rapidamente, a sensação de calor desvaneceu-se por completo. Como prova de que tinha existido, apenas algumas gotas de suor remanesciam unidas à pele. Ainda de olhos fechados, Ami ergueu-se, usufruindo da alteração no ambiente.
De pálpebras firmemente cerradas, recusava-se a enfrentar o mundo. Não sabia o que tinha provocado a modificação no espaço à sua volta, não estava certa se queria descobrir. Uma acção tão simples como abrir os olhos tomara o peso de todo o seu futuro. Receava que, ao executar tal
gesto, fosse obrigada a encarar a morte.
Ainda não estava pronta para isso.
Não que tivesse exactamente medo de morrer. Não, nunca temera tal coisa. Apenas queria ter tempo para... recordar.
Dizem que toda a nossa vida nos passa à frente dos olhos quando estamos prestes a perecer. Ami encarava essas últimas imagens como a verdadeira dádiva dos deuses, como um último desejo concedido. Porque era uma oportunidade de reviver, ainda que fugazmente, todos os instantes de felicidade.
E eram essas imagens que ela queria recordar. Mas não num momento efémero, em que os sentimentos, certamente, se perderiam. Queria ter tempo de sentir de novo. De amar de novo. De perder de novo.
Mas... que memórias eram merecedoras de ser revividas? Como restringir uma vida inteira a uns escassos minutos e não sentir que faltava tudo? Como decidir?
Talvez não fizesse diferença. Se cada instante de vida é precioso, limitar-se-ia às coisas simples. A pensamentos, sentimentos, sensações, ao mais
básico dos instintos.
Simplesmente. Coisas simples.
Um abraço de mãe. Um sorriso genuíno. Um mergulho no mar, uma tempestade no Inverno. A primeira amizade. Usagi. Rei. Makoto. Minako. O seu planeta. Mercúrio. A sua lealdade. Princesa.
Ao menos, tinha algo valioso para recordar. Não eram apenas memórias vazias. Não eram apenas pessoas aleatórias, vislumbres de amigos inexistentes. Não. Eram muito mais.
Já vivera duas vidas. Breves, era certo. Mas não por isso menos reais, menos completas. Menos valiosas. Não se recordava de um único dia da sua precedente encarnação. Mas, através das memórias de Usagi, após horas indefinidas a analisar toda a informação disponível sobre o Milénio Prateado no seu computador, na busca incessante pela localização de Beryl, tinha assimilado algum conhecimento.
No passado, a sua missão consistira na protecção da princesa da Lua.
Morrera a tentar.
No presente, nada havia mudado.
Talvez fosse necessário repetir o passado para alterar o futuro. E se isso significava perder a vida a proteger Usagi, que assim fosse. A proteger. Não, somente, a tentar.
Já não importava o cenário que teria de enfrentar. Tinha que prosseguir, já não aguentava permanecer imóvel, vulnerável face ao mundo exterior. Tinha tido os seus minutos do passado. Era necessário apressar o futuro.
Estava pronta para enfrentar o Inferno.
Mas os seus olhos transportaram-na para o mais belo dos Paraísos.
Pequenos veios de água fluiam, quais vasos sanguíneos, pelas paredes espelhadas de uma caverna composta por gelo. Na sua lenta descida desorientada mostravam ao mundo a contínua pulsação de vida, naquela gruta adormecida pelo tempo. Simples gotas de água que tentavam traçar a sua própria história, travando lutas incessantes contra a temperatura que as tentava cristalizar. Lutas desesperadas pela sobrevivência.
Numa abóboda que se erguia muito para lá do alcance humano, centenas de gotas; com as batalhas já travadas, com as vidas já perdidas; vigiavam atentamente todos os movimentos por Ami efectuados. Estalactites. Imponentes, majestosas. Rainhas naquele quarto de Cristal. Ameaças mudas que, sem precisarem de palavras, transmitiam perfeitamente a sua mensagem de perigo.
Estalagmites, suas irmãs em tamanho e opulência, delimitavam as bordas da gruta, impedindo qualquer tentativa de entrada ou saída do pequeno espaço. Em alguns pontos estratégicos, as presas superiores e inferiores do animal selvagem que velava pelas grutas fundiam-se em singulares pilares, suportanto o peso do gelo de forma mais uniforme, unindo o céu e a terra numa harmoniosa melodia.
O olhar de Ami percorreu toda a área da gruta incontáveis vezes. Observou cada pequeno detalhe nas paredes, o mais insignificante pormenor no tecto abobadado. Cada uma das formações de gelo era mais bela do que a anterior, mais interessante do que a próxima.
Mas nada se comparava ao chão.
O solo; gelado, como tudo naquela gruta; era extremamente liso e fiel como um espelho. Reflectia tão perfeitamente o espaço que o envolvia que acabava por enganar um caminhante desatento, iludindo-o a ponto de pensar estar a caminhar sobre centenas de punhais de gelo. Belo, mas perigoso.
A compreensão invadiu Ami com a violência de um temporal. Claro que o computador afirmava encontrar apenas água. A gruta era feita de gelo. Nada mais havia para encontrar. E mesmo a súbita alteração de temperatura. Era apenas o vapor a dissipar-se. Mais uma vez, água. Gelo.
Uma caverna de gelo.
Um sonho para a Navegante do planeta Mercúrio.
Mas, eventualmente, todos os sonhos se transformam em pesadelos.
E, quando sonhamos, ou quando pensamos que estamos a sonhar, há a tendência para esquecer que podemos estar em perigo. Perdemo-nos dentro da beleza que é o próprio sonho e tornamo-nos descuidados.
E foi assim que Ami perdeu.
Tudo.
Demasiado concentrada nas formas que a envolviam, não ouviu a respiração que se somou à sua. Não registou os passos que marcaram o chão perfeito, nem o sorriso de antecipação que assomou no rosto daquela que era, naquele momento, a sua pior inimiga.
A sua única inimiga.
Não, Ami encontrava-se demasiado absorta em pensamentos, demasiado longe do mundo terreno, demasiado imersa em sonhos. Por isso não ouviu nenhum dos sinais que lhe podiam ter dado uma vantagem.
Mas ouviu a voz cortante que proferiu o seu nome.
- Ami.
E, tal como tudo naquela gruta...
O seu sangue gelou.
Viu o reflexo no gelo à sua frente antes de ter sequer tempo de respirar. Reconheceu imediatamente as feições que vira pela primeira vez há uma vida atrás. Identificou a mulher por quem tão desesperadamente tinha procurado.
Esperava tudo. Humanos. Monstros. Feitiços.
Mas nunca imaginou que Beryl a viesse enfrentar.
Enfrentar? Doce eufemismo. Beryl não a vinha enfrentar, não vinha lutar. Pelo menos nunca numa luta justa. Não. Beryl vinha matá-la. Via-se no seu olhar.
E se alguém iria ter de lutar.
Seria Ami.
Lutar pela vida.
Tal como as gotas de água que estivera a analisar, lutava pela sobrevivência. Uma luta inútil contra o tempo, contra o inevitável.
Indefesa como água.
Tentou ser racional. Manter a calma. Tinha de ganhar tempo. Encontrar um plano, uma forma de escapar. Uma forma de vencer. Procurar uma saída daquela gaiola de gelo. Mas, para isso, tinha de distrair Beryl. A ponto de a conseguir enganar.
Lentamente, virou-se. Encarou a sua sorte, a sua sina. Beryl.
Os seus olhares cruzaram-se. E o inimigo sorriu.
- Ami. Ami, Ami, Ami. Esperava tão mais de ti. Julgava que ia encontrar alguma resistência da tua parte. És a Navegante de Mercúrio. Guerreira da água e da sabedoria. Onde é que se perderam tais características? Afinal, deixaste-te enganar tão facilmente. Quase tira a piada ao jogo. Quase.
- Lamento desiludir-te. Pelo menos não sou tão previsível como julgas. Mas tenho de admitir, caí na armadilha. Deixei-me maravilhar por esta gruta. Acabou por se tornar numa ratoeira. Vou ter de viver com isso. Agora, ilumina-me: como descobriste a minha identidade?
Continuar a falar. Responder-lhe. Procurar uma saída.
- Admira-me que não tenhas percebido. Foi, na realidade, bastante simples. Uma das tuas amiguinhas, a de Vénus, procurou informações sobre mim onde não devia. Acedeu a alguns dos meus segredos, é verdade. Nada de importante. Pouco conseguiu obter antes de eu me aperceber da sua presença. Mas eu obtive exactamente o que procurava. As vossas identidades. E agora, aqui estamos. Eu e tu. É óbvio que não ficarás aqui muito mais tempo. Tal como as tuas amigas.
- Elas... elas... tu já as... já...
- Se já as matei? Não minha querida, és a primeira. Justiça poética, no meu ponto de vista. O primeiro planeta do sistema solar. A primeira navegante a morrer. É justo. Não concordas?
Concordar? Era obrigada a concordar, não havia uma única forma de escapar a tal destino! Estava no interior de um cubo de gelo. Presa.
Beryl ria-se.
- Conta até três Ami. Vais morrer.
Um.
Morrer? Já? Mas como assim?
Dois.
Afinal não estava pronta. Queria viver. Queria saber onde estavam as amigas. Queria...
Três.
A gruta começou a derreter.
A uma velocidade assustadora, tudo começou a mudar. Os veios de água tornavam-se em rios. O chão transformou-se num lago. As paredes converteram-se em cascatas. Do tecto começou a chover.
- Tudo se resume a justiça, minha cara Ami. A tua princesa roubou-me o homem que eu amava. Eu vou tirar-lhe todas as pessoas que ela mais ama. Tu utilizas a água para teu benefício. Sentes-te segura nela. É, no fim de contas, o teu elemento. Por isso vais morrer às suas mãos. Tudo uma questão de justiça.
A água chegava-lhe já aos joelhos. Estranhamente, não sentia frio. Não se sentia molhada. Era como se nada tivesse mudado. Então percebeu.
- Achas mesmo que me consegues enganar com ilusões, Beryl? Poupa-me! Sou a guerreira da água, é verdade. Mas também da Sabedoria. Tu própria o afirmaste. Acreditas que uma simples ilusão me vai fazer desfalecer de medo para que me possas matar de uma outra forma? Estou desiludida. Esperava mais de ti.
Aquele truque barato providenciou-lhe a confiança que precisava. Sentia-se segura. Sentia até uma certa vontade de rir. Triste, infeliz Beryl. Julgava-se mais poderosa do que era na realidade. Uma ilusão. Ha!
A água estava prestes a engoli-la. Mais uns centimetros e estaria totalmente submersa. Não temia tal coisa. Sabia que era uma ilusão.
Então porque é que Beryl estava a sorrir?
Tal como esperava, a água nada a afectou quando encheu totalmente a gruta. Continuava a respirar na perfeição.
- Substimas-me, Ami. As ilusões nem sempre são o que parecem, tal como a realidade. Por isso, pergunto-te. Será que o que para ti é uma ilusão, será a realidade para mim? Ou, talvez, o oposto?
Um brilho estranho trespassou os olhos de Beryl. Sorriu. Ami abriu a boca para falar, inspirando profundamente.
E então aconteceu.
Água. Gelo. Dor. Frio. Terror. Falta de ar.
Respirou outra vez, não conseguindo evitar as exigências do corpo.
Ar. Não.
Água. Ácido.
Queimava a garganta, entorpecia os membros, invadia-lhe os ouvidos, congelava-lhe o olhar. Tentava convencer-se que se tratava apenas de um truque, outra ilusão. Era ar que lhe entrava nos pulmões, não água.
Mas a dor gelada que a invadia em cada inspiração dizia-lhe o contrário.
Ouvia Beryl a rir. Sentia-se a flutuar. Estava a afastar-se cada vez mais.
Doía. Doía tanto.
Então viu. Usagi. Parecia correr na sua direcção, mas ainda estava distante. Estranho. Parecia estar a dizer algo. Estava em pânico. Mas não estava molhada, não estava a nadar. Corria.
Ao seu lado, Beryl continuava a rir. Uma gargalhada louca.
Usagi corria e Ami queria correr também. Mas estava já longe.
Sim, a água era uma ilusão. Uma mentira. A mentira perfeita, a morte perfeita.
A realidade para si. Uma ilusão para Beryl. Uma ilusão para Usagi.
A realidade para si.
Ia mesmo morrer.
Estava a afogar-se.
Usagi estava a aproximar-se. Sentiu as suas mãos quentes a procurarem um bater de coração. Viu as lágrimas que lhe corriam no rosto, mesmo através da água que não a deixava viver.
Doía tanto.
Tentou falar. Dizer-lhe que estava tudo bem. Que ia ficar tudo bem.
Oh, como tentou. Mas, para poder falar, tinha que inspirar mais uma vez.
Sim, tentou dizer-lhe que estava tudo bem. Limpar-lhe as lágrimas do rosto.
Mas já era demasiado tarde.
Já não restava nenhum bater de coração.
Era tarde demais.
NÃO!!!!!!! COMO É POSSIVEL???? como é possivel a Ami morrer?? Como?? bem, valeu a pena a espera... embora tenha sido mt grande! é impressionante como consegues fazer o universo de cada navegante.. consegues criar um universo para cada uma delas.... e utilizas uma forma poética de o mostrar...
agr, kero mais.... senão as minhas fakinhas encomendadas do Tibete farão uma visita a tua casa...
agr, kero mais.... senão as minhas fakinhas encomendadas do Tibete farão uma visita a tua casa...

Pronto. É desta. É desta que vou aí bater-te. Espera só um bocadinho... *prepara o carro para começar a viagem* Ah, mas espera lá, primeiro vou comentar, senão esta mensagem nem chega a ti!
O que dizer sobre este capítulo... Em primeiro lugar, estava bastante ansiosa por saber como irias abordar a provável e possível morte das navegantes. Estava mesmo curiosa. Será que irias introduzir elementos como as D Girls? Achei que não, mas sinceramente não sabia o que esperar. Só que, com esta Beryl, tal me pareceu impossível. Esperava outra coisa, só não sabia bem o quê.
Mais uma vez, a tua escrita destaca-se. Já disse isto tantas vezes que corro o sério risco de me repetir (aliás, repito-me mesmo!). Mas desta vez vou apenas afirmar que continuas a surpreender-me a cada linha que escreves, palavra por palavra, tanto pelo conteúdo como pela forma como utilizas as letras, as vírgulas, os pontos, os parágrafos, enfim, tudo. É sempre um enorme prazer e deleite poder ler esta história. Pronto, tinha de o dizer! Acho que irei de certeza fazê-lo, é inevitável.
Uma coisa que não pude deixar de reparar foi a forma muito inteligente e perspicaz como utilizaste as principais características da Ami para criar toda a situação. Em primeiro lugar, começaste por falar na linguagem indecifrável, no conhecimento que ela desejava adquirir. Mesmo "à Ami". Todo o ambiente agia em conjunto com ela, quase como se fosse um prolongamento dela, dos seus desejos e medos. Foi muito inteligente por parte da Beryl.
Mais uma vez, tenho de reparar nesta Beryl (que tu comentaste depois do meu comentário). Ela não é apenas uma lacaia que faz tudo em nome do mal, comandada pela Metallia, mas sim uma mulher com raiva, cheia de vontade de punir quem a Usagi ama. E bastante inteligente, ao contrário do que eu a considerava no anime/manga.
Gostei muito de todas as dúvidas da Mercúrio, assim como o facto apontado de ela ser mais útil em termos defensivos do que ofensivos, o que é verdade. Deve ser algo difícil para ela, utilizar apenas o cérebro e não lutar ao nível das 3 companheiras. Todas estas dúvidas, expostas de modo tão... avassalador? Arrebatador, enfim, espantoso. Foi uma espiral de sentimentos que gostei imenso de ler. Todas as sensações, o solo gelado que a aliviava, as gotas, tantas gotas... Admirável!
Imaginei a gruta com tanta precisão, algo que às vezes custa ocorrer. Mas eu vi mesmo esta gruta, como se estivesse lá, a beleza do perigo, ou o perigo da beleza, como quiseres. A água realmente pode ser bastante perigosa. Mas o que realmente me espantou foi a forma como a navegante de Mercúrio, perdida e embalada nos seus sonhos, foi derrotada. Deve ter sido exactamente aquilo que a Beryl pretendia. Não existia outra forma melhor, tão bem feita. Quase como uma ilusão (senão uma ilusão mesmo, ainda estou para ver como foi exactamente quando virmos da perspectiva da Usagi, pressuponho). Foi das partes que mais gostei; realista, objectiva e, no entanto, dotada de grande profundidade.
Depois disto, aí vou eu de encontro a ti para te bater por um sacrilégio que disseste! Como não podes gostar deste capítulo?! Está fantástico! E fim da conversa!
Deixo-te, vejamos... 647 ovos Kinders (lá está a nossa soma e número da sorte da fanfic
) multiplicados por 5 vezes. Porque, sem dúvida, mereces!
O que dizer sobre este capítulo... Em primeiro lugar, estava bastante ansiosa por saber como irias abordar a provável e possível morte das navegantes. Estava mesmo curiosa. Será que irias introduzir elementos como as D Girls? Achei que não, mas sinceramente não sabia o que esperar. Só que, com esta Beryl, tal me pareceu impossível. Esperava outra coisa, só não sabia bem o quê.
Mais uma vez, a tua escrita destaca-se. Já disse isto tantas vezes que corro o sério risco de me repetir (aliás, repito-me mesmo!). Mas desta vez vou apenas afirmar que continuas a surpreender-me a cada linha que escreves, palavra por palavra, tanto pelo conteúdo como pela forma como utilizas as letras, as vírgulas, os pontos, os parágrafos, enfim, tudo. É sempre um enorme prazer e deleite poder ler esta história. Pronto, tinha de o dizer! Acho que irei de certeza fazê-lo, é inevitável.
Uma coisa que não pude deixar de reparar foi a forma muito inteligente e perspicaz como utilizaste as principais características da Ami para criar toda a situação. Em primeiro lugar, começaste por falar na linguagem indecifrável, no conhecimento que ela desejava adquirir. Mesmo "à Ami". Todo o ambiente agia em conjunto com ela, quase como se fosse um prolongamento dela, dos seus desejos e medos. Foi muito inteligente por parte da Beryl.
Mais uma vez, tenho de reparar nesta Beryl (que tu comentaste depois do meu comentário). Ela não é apenas uma lacaia que faz tudo em nome do mal, comandada pela Metallia, mas sim uma mulher com raiva, cheia de vontade de punir quem a Usagi ama. E bastante inteligente, ao contrário do que eu a considerava no anime/manga.
Gostei muito de todas as dúvidas da Mercúrio, assim como o facto apontado de ela ser mais útil em termos defensivos do que ofensivos, o que é verdade. Deve ser algo difícil para ela, utilizar apenas o cérebro e não lutar ao nível das 3 companheiras. Todas estas dúvidas, expostas de modo tão... avassalador? Arrebatador, enfim, espantoso. Foi uma espiral de sentimentos que gostei imenso de ler. Todas as sensações, o solo gelado que a aliviava, as gotas, tantas gotas... Admirável!
Imaginei a gruta com tanta precisão, algo que às vezes custa ocorrer. Mas eu vi mesmo esta gruta, como se estivesse lá, a beleza do perigo, ou o perigo da beleza, como quiseres. A água realmente pode ser bastante perigosa. Mas o que realmente me espantou foi a forma como a navegante de Mercúrio, perdida e embalada nos seus sonhos, foi derrotada. Deve ter sido exactamente aquilo que a Beryl pretendia. Não existia outra forma melhor, tão bem feita. Quase como uma ilusão (senão uma ilusão mesmo, ainda estou para ver como foi exactamente quando virmos da perspectiva da Usagi, pressuponho). Foi das partes que mais gostei; realista, objectiva e, no entanto, dotada de grande profundidade.
Depois disto, aí vou eu de encontro a ti para te bater por um sacrilégio que disseste! Como não podes gostar deste capítulo?! Está fantástico! E fim da conversa!

Deixo-te, vejamos... 647 ovos Kinders (lá está a nossa soma e número da sorte da fanfic
) multiplicados por 5 vezes. Porque, sem dúvida, mereces!
Eu n gostei deste capítulo...
Eu ADOREI este capítulo!!! *.* Valeu a pena esperar, vale sempre a pena esperar quando o resultado é tão bom como este.
A tua escrita torna-se cada vez melhor a cada capítulo, se tal ainda é possível. A tua utilização das palavras, das pequenas frases, tudo contribui para deixar imenso suspense.
A forma como descreveste os sentimentos da Ami, a maneira como ela encarava as suas fraquezas, o desejo de reviver os momentos mais felizes da sua vida, a sua morte... Descreves tudo de uma maneira tão clara, tão real e sem te perderes em demasiados pormenores que podiam estragar o efeito. Bastam umas simples palavras bem aplicadas e produzes este efeito fantástico em mim. Deixas-me completamente hipnotizada e perdida, com um desejo de continuar a ler sem que o capítulo acabe.
Surpreendes-me sempre, a morte da Ami foi uma morte, se assim se pode dizer, perfeita. A forma como a Beryl usou o próprio elemento dela para a matar o facto de não ser real para ela mas sim para a Ami. Foi muito bem pensado! Espero poder ver esta última parte no ponto de vista da Usagi, para vermos como é que ela morreu pelos olhos de outra pessoa, embora ver a Ami morrer uma única vez já chegue.
A própria descrição da dor e da morte, a maneira como a Ami se deixou apanhar. A maneira como ela tentava manter-se racional e acreditar que não ia morrer. E o título, mais uma vez, perfeito. Simples e eficaz!
Está simplesmente fantástico! Adorei o capítulo, isto está cada vez mais incrível.
Olha não gostares deste capítulo... às vezes pergunto-me se esta gente tem prazer em levar porrada! XD (no gozo, claro)
Bem, lindo, lindo, lindo, 1767 vezes lindo. A Kaoru deu-te 647 ovos da kinder, eu dou-te 647 de outra coisa da kinder à tua escolha.
Eu ADOREI este capítulo!!! *.* Valeu a pena esperar, vale sempre a pena esperar quando o resultado é tão bom como este.
A tua escrita torna-se cada vez melhor a cada capítulo, se tal ainda é possível. A tua utilização das palavras, das pequenas frases, tudo contribui para deixar imenso suspense.
A forma como descreveste os sentimentos da Ami, a maneira como ela encarava as suas fraquezas, o desejo de reviver os momentos mais felizes da sua vida, a sua morte... Descreves tudo de uma maneira tão clara, tão real e sem te perderes em demasiados pormenores que podiam estragar o efeito. Bastam umas simples palavras bem aplicadas e produzes este efeito fantástico em mim. Deixas-me completamente hipnotizada e perdida, com um desejo de continuar a ler sem que o capítulo acabe.
Surpreendes-me sempre, a morte da Ami foi uma morte, se assim se pode dizer, perfeita. A forma como a Beryl usou o próprio elemento dela para a matar o facto de não ser real para ela mas sim para a Ami. Foi muito bem pensado! Espero poder ver esta última parte no ponto de vista da Usagi, para vermos como é que ela morreu pelos olhos de outra pessoa, embora ver a Ami morrer uma única vez já chegue.
A própria descrição da dor e da morte, a maneira como a Ami se deixou apanhar. A maneira como ela tentava manter-se racional e acreditar que não ia morrer. E o título, mais uma vez, perfeito. Simples e eficaz!
Está simplesmente fantástico! Adorei o capítulo, isto está cada vez mais incrível.
Olha não gostares deste capítulo... às vezes pergunto-me se esta gente tem prazer em levar porrada! XD (no gozo, claro)
Bem, lindo, lindo, lindo, 1767 vezes lindo. A Kaoru deu-te 647 ovos da kinder, eu dou-te 647 de outra coisa da kinder à tua escolha.

Um grande, grande obrigada pela sign e pelo avie Xaninha kida! ^^

Jovens escritores, nao resistem a chocolate? Especialmente Kinder? Então cuidado, o gang anda rondando
*Sarrah sopra o pó*
*Sarrah espirra*
Gente, tenho umas quantas coisas para vir aqui dizer. Mas, antes de mais, as respostas aos vossos comentários, que são sempre a parte mais importante:
neptuno_avista: Alguém tinha de morrer (Não gosto muito do som desta frase...). A morte da Ami já estava pensada desde... bem, talvez desde o dia em que acabei o capitulo 34. E tentei encontrar uma morte... não digo fácil, porque não o foi. Mas a morte... certa, talvez.
Ahh, ainda bem que a espera valeu a pena... é verdade, foi longa. Peço desculpa por isso. Mas fico contente por teres gostado do capítulo. Obrigada
*Sarrah mantém um olho nas facas encomendadas do Tibete*
Kaoruzinhaa! Vens cá bater-me?
*olha em volta à procura de um escudo* eheh
Pensei muito em relação à morte... da Ami (não revelo nada em relação aos seguintes capitulos e a possiveis mortes). Sabia que ela tinha de morrer, nunca tive dúvidas em relação a isso. Mas estava indecisa. Quem é que a matava? Seguia a linha original ou, tal como tenho vindo a fazer, mudava totalmente a história? Acabei por me decidir pela segunda hipótese. Pelo menos por enquanto.
Mais uma vez, porque nunca são demasiadas, agradeço as tuas palavra sem relação à minha forma de escrever. Obrigada!
Este capítulo foi muito bem programado. Já o tinha em mente há algum tempo, portanto queria que ele ficasse o mais semelhante possível à minha ideia inicial. Queria que o capítulo... transpirasse a Ami (isto não parece nada bem
). Por isso, tentei colocar-me na pele das personagens, mais propriamente, da Ami e da Beryl. Eu já tinha decidido que a Ami ia morrer, mas queria que a morte dela fosse algo... inesperada. Mas bem planeada, com lógica. De forma a que não fosse apenas uma morte sem significado.
A gruta! O trabalho que essa gruta me deu! É que eu tinha-a na cabeça, com todos os pormenores e cantinhos, o que a tornou ainda mais dificil de descrever.
Fico à espera que me venhas cá bater
Muito obrigada pelos ovos, pelo comentário por tudo. 1617 vezes, porque o sete tem mesmo de lá estar
_S.E.A_! Ohh, muito obrigada! Eu tentei tornar o capítulo o mais semelhante possível à visão que tinha na minha mente. Acho que não o consegui, talvez por isso não goste do resultado. Mas não detesto completamente o capitulo!
E não gosto de levar porrada! eheh
Tentei ao máximo que a morte da Ami fosse... vamos chamar-lhe inteligente. Achei que devia isso à personagem, afinal, tendo em conta aquilo que a caracteriza, nunca seria fácil enganá-la. Por isso... bem, fco mesmo feliz por teres gostado.
Agradeço-te muito. 1767 vezes. E são poucas.
pmpm65, muito, muito obrigada! Não imaginas o quão me deixas feliz por dizeres que esta á uma das tuas fics preferidas. Obrigada! E claro que a vou continuar, assim que conseguir
P.S. Sei que não tenho o direito de me queixar mas... este capítulo teve tão poucos comentários. Mas bons, e isso é que interessa, e o tempo está curto para todos.
Agora que o importante já está resolvido... as más notícias.
Já devem ter reparado (ou talvez não... mas isso também não interessa) que eu agora não ando muito por aqui. Sim, venho ao fórum todos os dias, ler umas coisinhas, tentando manter-me minimamente actualizada. Mas não tenho participado (nada, mesmo). Porquê? Falta de tempo.
A mudança de escola, a mudança de horário, a mudança de amigos. Tudo isto afectou o tempo que posso dispensar para o fórum e, essencialmente, para a fic. O 10º ano não é fácil (em termos de adaptação... mas não me posso queixar) e a área que escolhi rouba-me muito tempo (para os curiosos, estou em Artes).
Por isso... peço desculpa. Não me esqueci da fic, não me esqueci dos leitores, não me esqueci do fórum. Posso não ter um capitulo pronto para vos trazer, mas já o comecei, já tenho uma ideia da forma como lhe vou dar continuidade. A fic fez um ano há um mês, e nem tive tempo para vir aqui deixar um comentário ou um capítulo (apenas pela piada).
Mais uma vez, peço desculpa. E agradeço a todos aqueles que acompanham a fic, com esperança que continuem a acompanhar. Assim que possível, aparecerá aqui um capítulo. Posso adiantar que, de momento, é aquele que mais estou a gostar de escrever, e cujo resultado mais me está a agradar.
Obrigada
*Sarrah espirra*
Gente, tenho umas quantas coisas para vir aqui dizer. Mas, antes de mais, as respostas aos vossos comentários, que são sempre a parte mais importante:
neptuno_avista: Alguém tinha de morrer (Não gosto muito do som desta frase...). A morte da Ami já estava pensada desde... bem, talvez desde o dia em que acabei o capitulo 34. E tentei encontrar uma morte... não digo fácil, porque não o foi. Mas a morte... certa, talvez.
Ahh, ainda bem que a espera valeu a pena... é verdade, foi longa. Peço desculpa por isso. Mas fico contente por teres gostado do capítulo. Obrigada
*Sarrah mantém um olho nas facas encomendadas do Tibete*
Kaoruzinhaa! Vens cá bater-me?
*olha em volta à procura de um escudo* ehehPensei muito em relação à morte... da Ami (não revelo nada em relação aos seguintes capitulos e a possiveis mortes). Sabia que ela tinha de morrer, nunca tive dúvidas em relação a isso. Mas estava indecisa. Quem é que a matava? Seguia a linha original ou, tal como tenho vindo a fazer, mudava totalmente a história? Acabei por me decidir pela segunda hipótese. Pelo menos por enquanto.
Mais uma vez, porque nunca são demasiadas, agradeço as tuas palavra sem relação à minha forma de escrever. Obrigada!
Este capítulo foi muito bem programado. Já o tinha em mente há algum tempo, portanto queria que ele ficasse o mais semelhante possível à minha ideia inicial. Queria que o capítulo... transpirasse a Ami (isto não parece nada bem
). Por isso, tentei colocar-me na pele das personagens, mais propriamente, da Ami e da Beryl. Eu já tinha decidido que a Ami ia morrer, mas queria que a morte dela fosse algo... inesperada. Mas bem planeada, com lógica. De forma a que não fosse apenas uma morte sem significado.A gruta! O trabalho que essa gruta me deu! É que eu tinha-a na cabeça, com todos os pormenores e cantinhos, o que a tornou ainda mais dificil de descrever.
Fico à espera que me venhas cá bater
Muito obrigada pelos ovos, pelo comentário por tudo. 1617 vezes, porque o sete tem mesmo de lá estar
_S.E.A_! Ohh, muito obrigada! Eu tentei tornar o capítulo o mais semelhante possível à visão que tinha na minha mente. Acho que não o consegui, talvez por isso não goste do resultado. Mas não detesto completamente o capitulo!
E não gosto de levar porrada! ehehTentei ao máximo que a morte da Ami fosse... vamos chamar-lhe inteligente. Achei que devia isso à personagem, afinal, tendo em conta aquilo que a caracteriza, nunca seria fácil enganá-la. Por isso... bem, fco mesmo feliz por teres gostado.
Agradeço-te muito. 1767 vezes. E são poucas.
pmpm65, muito, muito obrigada! Não imaginas o quão me deixas feliz por dizeres que esta á uma das tuas fics preferidas. Obrigada! E claro que a vou continuar, assim que conseguir
P.S. Sei que não tenho o direito de me queixar mas... este capítulo teve tão poucos comentários. Mas bons, e isso é que interessa, e o tempo está curto para todos.
Agora que o importante já está resolvido... as más notícias.
Já devem ter reparado (ou talvez não... mas isso também não interessa) que eu agora não ando muito por aqui. Sim, venho ao fórum todos os dias, ler umas coisinhas, tentando manter-me minimamente actualizada. Mas não tenho participado (nada, mesmo). Porquê? Falta de tempo.
A mudança de escola, a mudança de horário, a mudança de amigos. Tudo isto afectou o tempo que posso dispensar para o fórum e, essencialmente, para a fic. O 10º ano não é fácil (em termos de adaptação... mas não me posso queixar) e a área que escolhi rouba-me muito tempo (para os curiosos, estou em Artes).
Por isso... peço desculpa. Não me esqueci da fic, não me esqueci dos leitores, não me esqueci do fórum. Posso não ter um capitulo pronto para vos trazer, mas já o comecei, já tenho uma ideia da forma como lhe vou dar continuidade. A fic fez um ano há um mês, e nem tive tempo para vir aqui deixar um comentário ou um capítulo (apenas pela piada).
Mais uma vez, peço desculpa. E agradeço a todos aqueles que acompanham a fic, com esperança que continuem a acompanhar. Assim que possível, aparecerá aqui um capítulo. Posso adiantar que, de momento, é aquele que mais estou a gostar de escrever, e cujo resultado mais me está a agradar.
Obrigada

sarrah escreveu:Kaoruzinhaa! Vens cá bater-me?*olha em volta à procura de um escudo* eheh
Pensei muito em relação à morte... da Ami (não revelo nada em relação aos seguintes capitulos e a possiveis mortes). Sabia que ela tinha de morrer, nunca tive dúvidas em relação a isso. Mas estava indecisa. Quem é que a matava? Seguia a linha original ou, tal como tenho vindo a fazer, mudava totalmente a história? Acabei por me decidir pela segunda hipótese. Pelo menos por enquanto.
Mais uma vez, porque nunca são demasiadas, agradeço as tuas palavra sem relação à minha forma de escrever. Obrigada!![]()
Este capítulo foi muito bem programado. Já o tinha em mente há algum tempo, portanto queria que ele ficasse o mais semelhante possível à minha ideia inicial. Queria que o capítulo... transpirasse a Ami (isto não parece nada bem). Por isso, tentei colocar-me na pele das personagens, mais propriamente, da Ami e da Beryl. Eu já tinha decidido que a Ami ia morrer, mas queria que a morte dela fosse algo... inesperada. Mas bem planeada, com lógica. De forma a que não fosse apenas uma morte sem significado.
A gruta! O trabalho que essa gruta me deu! É que eu tinha-a na cabeça, com todos os pormenores e cantinhos, o que a tornou ainda mais dificil de descrever.
Fico à espera que me venhas cá baterMuito obrigada pelos ovos, pelo comentário por tudo. 1617 vezes, porque o sete tem mesmo de lá estar
E "transpirou" mesmo a Ami
Ainda me lembro da sensação que tive quando o li pela primeira vez e, como disse, parecia mesmo que podíamos ver tudo através dos olhos da personagem 
sarrah escreveu:
Agora que o importante já está resolvido... as más notícias.
Já devem ter reparado (ou talvez não... mas isso também não interessa) que eu agora não ando muito por aqui. Sim, venho ao fórum todos os dias, ler umas coisinhas, tentando manter-me minimamente actualizada. Mas não tenho participado (nada, mesmo). Porquê? Falta de tempo.
A mudança de escola, a mudança de horário, a mudança de amigos. Tudo isto afectou o tempo que posso dispensar para o fórum e, essencialmente, para a fic. O 10º ano não é fácil (em termos de adaptação... mas não me posso queixar) e a área que escolhi rouba-me muito tempo (para os curiosos, estou em Artes).
Por isso... peço desculpa. Não me esqueci da fic, não me esqueci dos leitores, não me esqueci do fórum. Posso não ter um capitulo pronto para vos trazer, mas já o comecei, já tenho uma ideia da forma como lhe vou dar continuidade. A fic fez um ano há um mês, e nem tive tempo para vir aqui deixar um comentário ou um capítulo (apenas pela piada).
Mais uma vez, peço desculpa. E agradeço a todos aqueles que acompanham a fic, com esperança que continuem a acompanhar. Assim que possível, aparecerá aqui um capítulo. Posso adiantar que, de momento, é aquele que mais estou a gostar de escrever, e cujo resultado mais me está a agradar.
Obrigada
Não precisas de pedir desculpa, sarrah! Nós compreendemos perfeitamente, e nem imaginas o quão te compreendo... Também entrei numa nova fase (nova escola, nova cidade, quase tudo de novo) e o tempo escasseia tanto que às vezes dou por mim a desejar que o dia tivesse mais 24 horas do que realmente tem. Nesta fase, desejo-te muita sorte na adaptação e na tua área (Artes, que giro!
). Quando colocares um novo capítulo, cá estarei eu para o ler com todo o gosto e dedicação que me for possível! 
E parabéns por um ano desta maravilhosa e incrível história!
Oh Sarah... não te preocupes
Nós compreendemos o que se passa e estamos sempre aqui de braços abertos se precisares de desabafar.
Desejo-te mt sorte na adaptação, vais ver que em breve já estás adaptada.
E quando o capítulo poder ver, pode! Enquanto não poder... esperamos, mas não tens de ficar preocupada
Nós compreendemos o que se passa e estamos sempre aqui de braços abertos se precisares de desabafar.Desejo-te mt sorte na adaptação, vais ver que em breve já estás adaptada.
E quando o capítulo poder ver, pode! Enquanto não poder... esperamos, mas não tens de ficar preocupada

Um grande, grande obrigada pela sign e pelo avie Xaninha kida! ^^

Jovens escritores, nao resistem a chocolate? Especialmente Kinder? Então cuidado, o gang anda rondando
Primeiro, quero agradecer as vossas palavras. Como sempre, significam muito
Muito, mesmo. Obrigada.
Gente, trago novidades.
Após... ahm... 11 dias, o capítulo 36 está... a modos que pronto.
Então é assim... vamos ver se consigo relatar exactamente o problema essencial deste capitulozinho.
Estão a ver como eu nunca gosto do resultado dos capitulos que escrevo? Como acho sempre que não são aquilo que eu queria transmitir?
Pois bem... neste capitulo... isso não acontece. Gosto do resultado. Gosto do capitulo todo. Continuo a achar que poderia estar muito melhor mas... pronto, desta vez fiquei contente. Estão a ver o problema? Daqui não pode sair coisa boa.
Mesmo tendo o capitulo terminado, ainda me falta rever muita coisa... muita coisa mesmo (mas já tenho o titulo escolhido, o que é também uma novidade). Por isso...
Daqui a uns dias devem ter o capítulo aqui.
Muito, mesmo. Obrigada.Gente, trago novidades.
Após... ahm... 11 dias, o capítulo 36 está... a modos que pronto.
Então é assim... vamos ver se consigo relatar exactamente o problema essencial deste capitulozinho.
Estão a ver como eu nunca gosto do resultado dos capitulos que escrevo? Como acho sempre que não são aquilo que eu queria transmitir?
Pois bem... neste capitulo... isso não acontece. Gosto do resultado. Gosto do capitulo todo. Continuo a achar que poderia estar muito melhor mas... pronto, desta vez fiquei contente. Estão a ver o problema? Daqui não pode sair coisa boa.
Mesmo tendo o capitulo terminado, ainda me falta rever muita coisa... muita coisa mesmo (mas já tenho o titulo escolhido, o que é também uma novidade). Por isso...
Daqui a uns dias devem ter o capítulo aqui.

Oh mulher, se tu gostas do capítulo é bom sinal. É sinal que ainda está melhor do que os outros (se isso é possível eu não sei, eles já são tão bons).
Fico então à espera do capítulo muito ansiosamente!
*dá um ovo da kinder para encorajar*
Fico então à espera do capítulo muito ansiosamente!

*dá um ovo da kinder para encorajar*

Um grande, grande obrigada pela sign e pelo avie Xaninha kida! ^^

Jovens escritores, nao resistem a chocolate? Especialmente Kinder? Então cuidado, o gang anda rondando
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