A Lua e a Terra
E pronto, aqui fica mais um capítulo. Depois de o reler 50 vezes, lá achei que não havia mais nada para alterar. Até ficou grandinho. E desta vez, não acaba em sete mas em oito
Vá, espero mesmo que gostem. Eu gosto, o que é mau sinal, acreditem. Não me convencem do contrário. Enfim...
Aqui vai, espero que gostem:
Capítulo 36- Culpa
Nada importa. A escuridão, o silêncio. Não existem. Não na realidade. São apenas fantasmas do passado, condenados a assombrar cada instante de uma vida. Não existem. Ainda assim, estão lá. Ao nascer de cada dia, ao final de cada noite. Estão lá. A história repete-se, uma e outra vez, e tentar fugir dela não a irá alterar. E tentar alterá-la não a irá afastar. O passado persegue-nos como uma sombra, nem sempre visível mas, de alguma forma, continuamente presente. E nós pensamos que o podemos controlar, que somos donos dele, mestres da nossa vida e do nosso destino. Passado. Presente. Futuro. No fim, não há diferença.
E a escuridão retorna. E o silêncio brinda-nos com a sua presença.
Mais tarde, vem o medo.
E então, regressa a dor.
Assim, aprendemos a criar escudos. Sólidas paredes invisíveis que erguemos, numa inútil tentativa de afastar qualquer forma de dor. Acabamos por nos perder dentro de nós próprios, embriagados em terrores antigos, buscando loucamente por alguma saída. Sofremos novamente. Revivemos todos os acontecimentos que nos fizeram criar as barreiras impenetráveis.
Pois elas impedem tudo de entrar. Mas nada consegue sair.
E a dor continua. Apenas está dissimulada.
Viver torna-se mais suportável. Os dias que passam são sempre iguais, tudo se assemelha a um borrão numa folha de papel. Nada é claro, nada está focado. As horas continuam. Ao fim de um certo tempo, até a dor desapareceu. Perdemos a capacidade de sentir. Ou apenas a esquecemos.
Nada importa.
E assim se vive.
Por vezes, algumas pessoas conseguem ver através das paredes opacas. Por vezes, descobrem que ainda há uma réstia de humanidade por detrás de uns olhos gelados. E, por vezes, preocupam-se. E atravessam as protecções, mesmo sem as quebrar. E salvam uma vida.
Por vezes.
Está escuro. Não se ouve nada. Não se vê nada. Os pensamentos tornam-se gritos de angústia, as memórias cenas de terror. E estamos presos, tão presos. E caímos cada vez mais fundo. Estamos sós, perdidos num mundo de sombras. Precisamos de ajuda. E ela não vem. Não a merecemos.
Afastámo-la.
Temos de novo seis anos, e choramos por alguém cuja face não nos conseguimos recordar, enquanto nos dizem que estamos sozinhos no mundo. Temos dez anos, e as lágrimas caem porque sentimos falta de um toque que não sabemos reconhecer. Já temos treze anos, o choro queima a garganta, mas os olhos permanecem secos, pois as lágrimas há muito já secaram. Mas continuamos ansiar por ouvir uma voz com uma melodia fantasma. E temos quinze anos, as paredes estão erguidas, as lágrimas esquecidas, mas permanece a dor de uma infância vazia. E já temos dezassete anos, e já ninguém nos pode salvar, a dor é cada vez maior e está cada vez mais longe dos olhos do mundo, está a consumir-nos, está a dissolver cada fibra de sanidade, está a tornar-se insuportável, está escondida, ninguém a consegue ver, estamos sós, a dor está escondida... está escondida...
Alguém tenta penetrar as barreiras. Aproximamo-nos novamente do mundo real. Mas a superfície ainda se encontra tão longe. E o passado continua a assombrar-nos, as memórias desprovidas de imagens continuam a gritar, e já temos dezoito anos, mas continuamos presos... tão presos...
Frios, amargos, distantes. E a sofrer.
E para todos somos a pessoa perfeita. O modelo a seguir. Não cometemos falhas nem erros, não temos problemas. A distância que colocamos entre nós e o resto do mundo torna-se algo atraente. Então, abraçamos esse distorcido ideal de perfeição. Somos perfeitos.
E estamos presos.
Atingimos os dezanove anos. Profissionais na arte de representar, encarnámos os nossos disfarces, vivemos a nossa personagem. Esquecemo-nos de que o dia-a-dia era apenas uma peça, e caímos na sua história, tão mais fácil de viver. Somos perfeitos. E nada, ninguém consegue amolgar a nossa armadura de vácuo. E até conseguimos sorrir, até conseguimos dormir. Entre os pesadelos, quase somos capazes de descansar. Quase encontramos uma imitação da felicidade. Estamos a salvo. A nossa armadura é feita de terra e de céu, nada a consegue superar.
Até que em palco decide entrar um raio de sol e uma folha de papel.
E o mundo que criámos, aquele em que vivemos, aquele mundo que tanto tempo demorámos a construir e a proteger, aquele mundo perfeito, o nosso mundo... é então virado de pernas para o ar, devastado por cem furacões, arrancado dos seus alicerces e fragmentado em mil pedaços.
De um momento para o outro, todas as emoções que pensáramos ter esquecido começam, lentamente, a criar novos caminhos para dentro da nossa alma. As nossas protecções entram em alerta vermelho, todos os alarmes disparam.
Sentimos.
Passamos a habitar num constante turbilhão de emoções. Não as conseguimos separar, não as conseguimos entender. Assim, tão facilmente como respirar, passamos da raiva à dor, da tristeza a algo próximo da felicidade, de um insulto a um sorriso, de amizade a...
E aí pára todo e qualquer discernimento possível.
Fechamo-nos cada vez mais. Tentamos fugir das emoções, trancar os sentimentos. Tentamos, tentamos, tentamos.
É inútil.
Não sabemos quando, não sabemos como. Mas a nossa vida mudou. Graças a uma simples pessoa. A alguém que nunca deveria ter de lidar com os problemas de um ser como nós. Uma pessoa que nos alterou.
E nós afastámo-la, ridicularizámo-la em frente a todos. Gozámos com ela diariamente, sistematicamente. Uma pessoa que apenas nos queria ajudar. Que nos ajudou. E nós não lhe soubemos agradecer. Fugimos, tivemos medo.
Quando damos por nós, todo o nosso dia gira à volta de um fugaz vislumbre desse alguém. Alteramos todas as rotinas, acertamos todos os relógios. E sentimos a sua falta, quando não aparece. Quando chega a noite, já não nos sentimos tão vazios. Os pesadelos deixaram de ser tão aterradores.
Uma pessoa. Um simples ser humano.
Alguém que nunca merecemos.
Continuamos a tentar afastá-la. Como um animal assustado, receamos o desconhecido. Fugimos enquanto podemos, lutamos enquanto temos forças, desistimos quando se torna inútil. E sabemos o que fazer. Abraçamos o vazio, mas ele é ainda demasiado inconstante para ser enclausurado entre definições.
Usagi...
Por fim, é-nos dada uma oportunidade. Mais uma, entre as tantas que já recebemos. Mais uma injustiça do destino. Afinal, não merecemos nada. Mas, mesmo assim, é-nos dada essa oportunidade, essa luz ao fundo do túnel.
Usagi.
Somos felizes. E os dezanove anos de suplício nada significam. Ela está na nossa vida e nós amamo-la. Ela está na nossa vida. Ela entrou, não se vai embora. Ela ficou. Ficou mesmo.
Ela ficou.
Oh, deuses, ela ficou.
Não a merecemos. Nunca a mereceremos, e somos obrigados a conviver com esse conhecimento. Mas não importa. Ela está connosco. Ela está comigo.
Usako.
Sei, desde o primeiro instante, que nunca poderás permanecer comigo. És demasiado perfeita, demasiado pura para existires com um ser marcado, como eu. A escuridão habita no meu âmago e tu, eventualmente, acabarás por a descobrir.
Cheguei a pensar, em momentos de loucura, que ficarias para sempre. Ignorar a certeza da tua partida. Quis acreditar numa mentira, quis ser feliz. Mas não te mereço. Partirás. Partiste. E, quanta agonia me causa saber. Fui eu que te diz partir. Na realidade, fui eu que te parti. Despedacei-te o coração, sem direito de o fazer. Não eu. Ninguém. Mas, muito menos, eu.
Falhei.
Tive medo e falhei.
Tu ficaste.
E eu fiz-te partir.
Os pesadelos voltaram, os fantasmas continuam a gritar. Estou novamente preso. Preso dentro de mim mesmo e, desta vez, não consigo quebrar as paredes. Não está aqui ninguém para me ajudar, eu sou fraco. Não te tenho a ti, não me tenho a mim mesmo. Deixei tudo contigo, e não o lamento. Mas esgotei todas as formas de lutar. Estou perdido. Está escuro, estou só e as paredes estão a apertar. O espaço e o ar são cada vez menos. A melodia da inconsciência é cada vez mais doce. Desculpa.
Falhei.
Não sei onde estou. Não interessa. Não importa. Não sei diferenciar entre o negro da minha alma e a cor das paredes à minha volta. Não consigo distinguir os contornos do meu ser do pavimento que me suporta. Nunca me senti tão perdido. Tão sufocado. Como derradeiro castigo, mais teu do que meu, apenas sei que não posso ainda morrer. Mas não estou contigo. Não posso estar. Desculpa.
Agora, já não posso mudar as coisas.
Usagi.
Os segundos arrastavam-se lentamente. Um depois do outro, moviam-se, provocando um som lancinante de contínuos gritos de angústia. Não se ouvia nada. Tudo era imaginado. Ele tremia, tentando manter-se imóvel. Talvez assim os segundos fossem ainda mais lentos. Imóvel. Assim, o tempo pararia de lutar. Imóvel. Talvez os minutos começassem a abrandar. O tempo iria desistir e ceder. Iria andar para trás. E Mamoru poderia mudar as coisas.
Um som abafado chamou a sua atenção. Não se virou, não abriu os olhos. Nada indicava que se tivesse apercebido da alteração no ar. Ouviu passos. Controlou o impulso de se lavantar. Uma respiração perto dele. Parou o ténue levantar dos dedos da mão esquerda. Um riso descontrolado. Conteve a vontade de fugir. Uma dor excruciante. Reprimiu a necessidade de gritar. Alguém a suspirar o seu nome.
Tinha de permanecer quieto.
Nada o afectava. Estava adormecido, longe das sensações humanas. A dor não era nada, comparada à que já se acumulava dentro de si. Mas aquela voz... aquela memória... as lembranças de sofrimento que trazia... era quase demais para suportar. A raiva era tanta, o desejo de matar crescia, aproximava-se do limite do intolerável. Tinha que permanecer imóvel. Tinha de se dominar.Controlo. Tudo se baseava no controlo do corpo e da mente. Criar paredes mentais. Estava a salvo.
Os passos pararam, a respiração, os sons, as dores. Vencera o primeiro combate. Estava novamente só.
- Endymion.
Ou não.
Vá, espero mesmo que gostem. Eu gosto, o que é mau sinal, acreditem. Não me convencem do contrário. Enfim...
Aqui vai, espero que gostem:
Capítulo 36- Culpa
Nada importa. A escuridão, o silêncio. Não existem. Não na realidade. São apenas fantasmas do passado, condenados a assombrar cada instante de uma vida. Não existem. Ainda assim, estão lá. Ao nascer de cada dia, ao final de cada noite. Estão lá. A história repete-se, uma e outra vez, e tentar fugir dela não a irá alterar. E tentar alterá-la não a irá afastar. O passado persegue-nos como uma sombra, nem sempre visível mas, de alguma forma, continuamente presente. E nós pensamos que o podemos controlar, que somos donos dele, mestres da nossa vida e do nosso destino. Passado. Presente. Futuro. No fim, não há diferença.
E a escuridão retorna. E o silêncio brinda-nos com a sua presença.
Mais tarde, vem o medo.
E então, regressa a dor.
Assim, aprendemos a criar escudos. Sólidas paredes invisíveis que erguemos, numa inútil tentativa de afastar qualquer forma de dor. Acabamos por nos perder dentro de nós próprios, embriagados em terrores antigos, buscando loucamente por alguma saída. Sofremos novamente. Revivemos todos os acontecimentos que nos fizeram criar as barreiras impenetráveis.
Pois elas impedem tudo de entrar. Mas nada consegue sair.
E a dor continua. Apenas está dissimulada.
Viver torna-se mais suportável. Os dias que passam são sempre iguais, tudo se assemelha a um borrão numa folha de papel. Nada é claro, nada está focado. As horas continuam. Ao fim de um certo tempo, até a dor desapareceu. Perdemos a capacidade de sentir. Ou apenas a esquecemos.
Nada importa.
E assim se vive.
Por vezes, algumas pessoas conseguem ver através das paredes opacas. Por vezes, descobrem que ainda há uma réstia de humanidade por detrás de uns olhos gelados. E, por vezes, preocupam-se. E atravessam as protecções, mesmo sem as quebrar. E salvam uma vida.
Por vezes.
Está escuro. Não se ouve nada. Não se vê nada. Os pensamentos tornam-se gritos de angústia, as memórias cenas de terror. E estamos presos, tão presos. E caímos cada vez mais fundo. Estamos sós, perdidos num mundo de sombras. Precisamos de ajuda. E ela não vem. Não a merecemos.
Afastámo-la.
Temos de novo seis anos, e choramos por alguém cuja face não nos conseguimos recordar, enquanto nos dizem que estamos sozinhos no mundo. Temos dez anos, e as lágrimas caem porque sentimos falta de um toque que não sabemos reconhecer. Já temos treze anos, o choro queima a garganta, mas os olhos permanecem secos, pois as lágrimas há muito já secaram. Mas continuamos ansiar por ouvir uma voz com uma melodia fantasma. E temos quinze anos, as paredes estão erguidas, as lágrimas esquecidas, mas permanece a dor de uma infância vazia. E já temos dezassete anos, e já ninguém nos pode salvar, a dor é cada vez maior e está cada vez mais longe dos olhos do mundo, está a consumir-nos, está a dissolver cada fibra de sanidade, está a tornar-se insuportável, está escondida, ninguém a consegue ver, estamos sós, a dor está escondida... está escondida...
Alguém tenta penetrar as barreiras. Aproximamo-nos novamente do mundo real. Mas a superfície ainda se encontra tão longe. E o passado continua a assombrar-nos, as memórias desprovidas de imagens continuam a gritar, e já temos dezoito anos, mas continuamos presos... tão presos...
Frios, amargos, distantes. E a sofrer.
E para todos somos a pessoa perfeita. O modelo a seguir. Não cometemos falhas nem erros, não temos problemas. A distância que colocamos entre nós e o resto do mundo torna-se algo atraente. Então, abraçamos esse distorcido ideal de perfeição. Somos perfeitos.
E estamos presos.
Atingimos os dezanove anos. Profissionais na arte de representar, encarnámos os nossos disfarces, vivemos a nossa personagem. Esquecemo-nos de que o dia-a-dia era apenas uma peça, e caímos na sua história, tão mais fácil de viver. Somos perfeitos. E nada, ninguém consegue amolgar a nossa armadura de vácuo. E até conseguimos sorrir, até conseguimos dormir. Entre os pesadelos, quase somos capazes de descansar. Quase encontramos uma imitação da felicidade. Estamos a salvo. A nossa armadura é feita de terra e de céu, nada a consegue superar.
Até que em palco decide entrar um raio de sol e uma folha de papel.
E o mundo que criámos, aquele em que vivemos, aquele mundo que tanto tempo demorámos a construir e a proteger, aquele mundo perfeito, o nosso mundo... é então virado de pernas para o ar, devastado por cem furacões, arrancado dos seus alicerces e fragmentado em mil pedaços.
De um momento para o outro, todas as emoções que pensáramos ter esquecido começam, lentamente, a criar novos caminhos para dentro da nossa alma. As nossas protecções entram em alerta vermelho, todos os alarmes disparam.
Sentimos.
Passamos a habitar num constante turbilhão de emoções. Não as conseguimos separar, não as conseguimos entender. Assim, tão facilmente como respirar, passamos da raiva à dor, da tristeza a algo próximo da felicidade, de um insulto a um sorriso, de amizade a...
E aí pára todo e qualquer discernimento possível.
Fechamo-nos cada vez mais. Tentamos fugir das emoções, trancar os sentimentos. Tentamos, tentamos, tentamos.
É inútil.
Não sabemos quando, não sabemos como. Mas a nossa vida mudou. Graças a uma simples pessoa. A alguém que nunca deveria ter de lidar com os problemas de um ser como nós. Uma pessoa que nos alterou.
E nós afastámo-la, ridicularizámo-la em frente a todos. Gozámos com ela diariamente, sistematicamente. Uma pessoa que apenas nos queria ajudar. Que nos ajudou. E nós não lhe soubemos agradecer. Fugimos, tivemos medo.
Quando damos por nós, todo o nosso dia gira à volta de um fugaz vislumbre desse alguém. Alteramos todas as rotinas, acertamos todos os relógios. E sentimos a sua falta, quando não aparece. Quando chega a noite, já não nos sentimos tão vazios. Os pesadelos deixaram de ser tão aterradores.
Uma pessoa. Um simples ser humano.
Alguém que nunca merecemos.
Continuamos a tentar afastá-la. Como um animal assustado, receamos o desconhecido. Fugimos enquanto podemos, lutamos enquanto temos forças, desistimos quando se torna inútil. E sabemos o que fazer. Abraçamos o vazio, mas ele é ainda demasiado inconstante para ser enclausurado entre definições.
Usagi...
Por fim, é-nos dada uma oportunidade. Mais uma, entre as tantas que já recebemos. Mais uma injustiça do destino. Afinal, não merecemos nada. Mas, mesmo assim, é-nos dada essa oportunidade, essa luz ao fundo do túnel.
Usagi.
Somos felizes. E os dezanove anos de suplício nada significam. Ela está na nossa vida e nós amamo-la. Ela está na nossa vida. Ela entrou, não se vai embora. Ela ficou. Ficou mesmo.
Ela ficou.
Oh, deuses, ela ficou.
Não a merecemos. Nunca a mereceremos, e somos obrigados a conviver com esse conhecimento. Mas não importa. Ela está connosco. Ela está comigo.
Usako.
Sei, desde o primeiro instante, que nunca poderás permanecer comigo. És demasiado perfeita, demasiado pura para existires com um ser marcado, como eu. A escuridão habita no meu âmago e tu, eventualmente, acabarás por a descobrir.
Cheguei a pensar, em momentos de loucura, que ficarias para sempre. Ignorar a certeza da tua partida. Quis acreditar numa mentira, quis ser feliz. Mas não te mereço. Partirás. Partiste. E, quanta agonia me causa saber. Fui eu que te diz partir. Na realidade, fui eu que te parti. Despedacei-te o coração, sem direito de o fazer. Não eu. Ninguém. Mas, muito menos, eu.
Falhei.
Tive medo e falhei.
Tu ficaste.
E eu fiz-te partir.
Os pesadelos voltaram, os fantasmas continuam a gritar. Estou novamente preso. Preso dentro de mim mesmo e, desta vez, não consigo quebrar as paredes. Não está aqui ninguém para me ajudar, eu sou fraco. Não te tenho a ti, não me tenho a mim mesmo. Deixei tudo contigo, e não o lamento. Mas esgotei todas as formas de lutar. Estou perdido. Está escuro, estou só e as paredes estão a apertar. O espaço e o ar são cada vez menos. A melodia da inconsciência é cada vez mais doce. Desculpa.
Falhei.
Não sei onde estou. Não interessa. Não importa. Não sei diferenciar entre o negro da minha alma e a cor das paredes à minha volta. Não consigo distinguir os contornos do meu ser do pavimento que me suporta. Nunca me senti tão perdido. Tão sufocado. Como derradeiro castigo, mais teu do que meu, apenas sei que não posso ainda morrer. Mas não estou contigo. Não posso estar. Desculpa.
Agora, já não posso mudar as coisas.
Usagi.
Os segundos arrastavam-se lentamente. Um depois do outro, moviam-se, provocando um som lancinante de contínuos gritos de angústia. Não se ouvia nada. Tudo era imaginado. Ele tremia, tentando manter-se imóvel. Talvez assim os segundos fossem ainda mais lentos. Imóvel. Assim, o tempo pararia de lutar. Imóvel. Talvez os minutos começassem a abrandar. O tempo iria desistir e ceder. Iria andar para trás. E Mamoru poderia mudar as coisas.
Um som abafado chamou a sua atenção. Não se virou, não abriu os olhos. Nada indicava que se tivesse apercebido da alteração no ar. Ouviu passos. Controlou o impulso de se lavantar. Uma respiração perto dele. Parou o ténue levantar dos dedos da mão esquerda. Um riso descontrolado. Conteve a vontade de fugir. Uma dor excruciante. Reprimiu a necessidade de gritar. Alguém a suspirar o seu nome.
Tinha de permanecer quieto.
Nada o afectava. Estava adormecido, longe das sensações humanas. A dor não era nada, comparada à que já se acumulava dentro de si. Mas aquela voz... aquela memória... as lembranças de sofrimento que trazia... era quase demais para suportar. A raiva era tanta, o desejo de matar crescia, aproximava-se do limite do intolerável. Tinha que permanecer imóvel. Tinha de se dominar.Controlo. Tudo se baseava no controlo do corpo e da mente. Criar paredes mentais. Estava a salvo.
Os passos pararam, a respiração, os sons, as dores. Vencera o primeiro combate. Estava novamente só.
- Endymion.
Ou não.
Não havia como fugir, não havia como escapar. Sabia que, ao enfrentar a voz, ficaria cego pela raiva, magoado pelo passado, vulnerável pelo presente. Era o seu castigo. Era a única forma de ajudar Usagi. Iria matar Beryl, salvá-los a todos. E não sairia vivo.
Mas não tinha nada a perder.
Num instante, encontrava-se de pé, uma rosa vermelha na mão, os olhos bem abertos. E ali estava ela. Calma, serena. Indolentemente encostada à parede, fitando as longas unhas da mão direita. Parecia sorrir, com os cabelos vermelhos a taparem parte do rosto. Durante um bater de coração, quase parecia... bela. Depois, levantou o olhar directamente para o de Mamoru. E qualquer traço de beleza desapareceu.
Morte, gritos, dor. Mentiras, vingança, traição. Morte.
Morte, morte, morte.
E rios de sangue.
- Encontramo-nos novamente, Endymion. E nada mudou. Reconheces-me? Recordas as minhas feições? As nossas conversas? O nosso... passado?
Os seus olhos cairam. E era apenas uma mulher, vulnerável às injustiças do mundo. Mamoru recordava-se. Do brilho de vitória face ao sangue no chão. Do seu grito de prazer quando os viu a serem destruídos. Lembrava-se demasiado bem.
Os olhares dos dois voltaram a encontrar-se.
- Porque... porque não me respondes, Endymion? Talvez não te recordes. Talvez seja do nome. Preferes Mamoru? Eu sei que consegues falar. E vejo que não te sou uma estranha. Todos se lembram de mim. Porque não te lembrarias tu? Temes-me? Receias-me? Fala!
Os braços da mulher levantaram-se, num acto involuntário, a sua voz tornou-se mais aguda. Mamoru viu os vestígios de loucura. E, mesmo assim, não respondeu.
- Talvez tenhas vergonha. Talvez te tenhas apercebido do erro que cometeste e não tenhas coragem de o admitir. Talvez tenhas finalmente noção daquilo que perdeste, daquilo que podias ter ganho. Talvez saibas que eu te faria feliz, muito mais feliz. Terias tido tudo. Felicidade, amor, poder. Juntos, teríamos governado a Terra, a Lua. Quem sabe, o Universo. Responde-me, Mamoru! É vergonha? É pesar?
Com os dentes firmemente cerrados, não respondeu. À sua frente não estava uma mulher fragilizada. Estava o inimigo, um demónio preso num corpo humano.
- É ela, não é? Aquela princesinha. E se eu te disser que ela já não existe? Que já não nos pode separar? Ela não te merece, Mamoru. Não te entende. Apenas se aproveitou de ti, apenas estava contigo pela aparência. Achas que ela está a sofrer por não estar contigo? Claro que não. Está feliz. Não passa de uma miuda sem valor. Quantos outros homens achas que ela atraiu, mesmo enquanto estava contigo? Mas agora ela já não te pode fazer nada. Destruí-a. A tua princesinha. Está. Morta.
- Cala-te.
Cala-te, cala-te, cala-te!
- Custa, não custa? Dói? Também passa. Fiz-te um favor. Vais-te aperceber disso.
Cala-te.
- Mentes. Eu sei que estás a mentir. Ela está viva. Eu saberia... eu sentiria... mentes. Cala-te!
Não podia ser verdade.
- Pensa, Mamoru. Imagina as possibilidades. A libertação. Não a sentes já, a correr pelas tuas veias? Todas as ilusões que ela criou à tua volta foram já cortadas. Estás livre. És novamente dono do teu destino. Partilha-o comigo. Juntos, seremos felizes. E castigaremos todos aqueles que te fizeram sofrer. Um por um. Livra-te da memória de Usagi. Ela já não é nada. Já não caminha neste mundo.
- Não me consegues enganar. Sei que estás a mentir. Nada é mais forte do que o que sinto pela Usagi. E ninguém tem mais poder do que ela. Nunca a vencerias tão facilmente. Ela está viva, e tu apenas me queres iludir. Cala-te, Beryl. Não tens o direito de falar. Não sobre ela.
Um vislumbre de derrota na face do inimigo. Desapareceu.
- Sim, seu humano estúpido! Ela está viva! Aquela pobre criatura continua viva, algures perdida na escuridão. Inconsciente. Com vida, sim, mas já a saborear o aroma da derrota. Ela perdeu no momento em que me enfrentou. Foi tão fácil. Demasiado fácil. Tão simples que a morte seria para ela uma benção e não um castigo. Não é incrível o poder que as palavras têm sobre uma pessoa?
O que estava ela a falar?
- Que palavras, sua bruxa retorcida?
- Tem cuidado com o que dizes, Mamoru. As palavras detêm uma grande força. Podes lamentá-las mais tarde. E que palavras, perguntas tu? As tuas, meu querido. Aquelas que nunca chegaste a pronunciar. Quebraram aquela a que chamas o amor da tua vida. Roubaram-lhe o ar dos pulmões, a força dos membros, a capacidade de pensar. E que bela visão que foi, ver a queda da grande princesa da Lua. A agonia no seu olhar. O seu corpo esgotado a bater no chão. A sua derrota. A minha vitória.
Seria verdade? Não podia. Não tinha lógica. Usagi sabia mais do que isso. Aguentaria mais do que isso. Que diferença faziam algumas palavras deixadas por dizer? Ele amava-a. Ela sabia. Estaria assim tão insegura? Assim tão... quebrada? Por ele?
Reconhecia a verdade em cada palavra, em cada pensamento.
Porém, não se sentia capaz de enfrentar a realidade.
- Ela nunca se subjugaria a ti. Nunca.
Disso tinha a certeza.
- Talvez tenhas razão. Não importa. Não o fez. Não a mim. Subjugou-se a ti. À tua frieza. Aos teus medos e inseguranças. À tua indiferença. A ti. Foi tudo culpa tua. Tudo será culpa tua. Vê se compreendes, Mamoru: Tu serás o responsável pelo meu triunfo. O mundo que conheces irá definhar, as pessoas com que te preocupas irão sucumbir. Graças a ti, príncipe da Terra. Mais uma vez, falhaste a tua missão. Tornas as coisas ainda mais fáceis. Provocas as tuas próprias desgraças.
Não era verdade. Não era. Não podia ser. Não o permitiria. Nunca.
Usagi amava-o. Ele amava-a. Era o suficiente para salvar o mundo.
- Sabes o que sentimos ao sermos rejeitados por aquele que amamos? Imaginas o pavor, o desespero? O anseio por vingança? A sensação de vazio? Os estilhaços de vidro em que nos tornamos? Os fragmentos dilacerantes das recordações ,que se introduzem na nossa pele, na nossa mente, que nos aproximam a cada instante do caminho da demência? Esquecemos tudo. Toda e qualquer razão. Apenas a nossa dor permanece real, o resto são sonhos. Apenas ela interessa. Imaginas o que nos dispomos a fazer para a dor terminar? Tudo o que possamos realizar para atenuar o sofrimento parece pouco. Toda e qualquer forma de reduzir a dor é transformada numa obsessão. Fazemos tudo. Tudo, tudo, tudo! Já passaste por isso, Mamoru? Já estiveste nesse lugar? Já o sentiste? Eu já! E a tua princesa também. É exactamente o que ela está a sentir, ao longo de cada sílaba que articulo, ao longo de cada gesto que efectuas. É precisamente o que ela sente. E acredita, se eu sou culpada de um décimo do seu sofrimento, para ela, não é nada. Tu és a causa de tudo. A culpa. É tua!
Talvez, afinal, Beryl não estivesse a mentir. Conhecia aquele género de dor. Não idêntica, mas semelhante. Desespero ao ponto da loucura. Sentir-se-ia Usagi assim? A sua Usako? E tudo devido aos seus actos? À sua hesitação?
Sabia ser verdade. Recusava-se a aceitar.
- Continuas a tentar enganar-me. Já chega.
- Mas o que é que é necessário fazer para te mostar que não te estou a mentir? Acorda! Cresce! Enfrenta a realidade! Admite os teus erros! Arca com as consequências! Não sejas cobarde! Não me pintes como a vilã de forma a que te possas esconder por detrás das minhas palavras! Talvez seja, aos teus olhos, a inimiga. Mas admite, Mamoru, mais uma vez, a culpa é tua. Foram as tuas acções que levaram a isto. As tuas e as dela. Mas mais as tuas. Se a culpa é tua, porque não o é também a dor? Porque têm os outros de sofrer com as tuas decisões? Tu é que mereces sofrer! Mereces cada minuto de sofrimento que tiveste na vida! O culpado és tu! Tu! És sempre tu! Por isso não me culpes por me querer vingar, não me acuses de mentiras que não proferi! Foste tu que pediste tudo! Agora sofres, porque é isso que mereces. E a tua namoradinha sofre, porque foi isso que escolheu. E eu... eu já estou farta de sofrer! Agora, apenas observo a vossa dor. E talvez possa ser feliz.
Mamoru tremia. Não conseguia pensar, não conseguia chorar. Limitava-se a sentir. A sentir a dor de Usagi. A sentir o peso de tudo o que não tinha conseguido dizer. Lentamente, despiu-se de todas as armaduras. A rosa, que não se lembrava de ainda estar a segurar, tombou das suas mãos, que agora tapavam a cara. Os espinhos cravados na sua pele transbordaram sangue. O sangue manchou-lhe o rosto. As gotas escarlates tomaram o papel de lágrimas. Tremia. Estava só e tinha afastado a única pessoa que amava. Usako. Não merecia nada. Nada, salvo a dor que agora sentia. Beryl tinha razão. Oh, como tinha toda a razão. Ele era o culpado de tudo.
Se ao menos ainda pudesse salvar Usagi. Se ao menos pudesse dizer-lhe... se as palavras bastassem para explicar...
Se ainda houvesse algo que pudesse fazer. Algum preço a pagar. Alguma vida a trocar.
Sabia que Beryl ainda se encontrava consigo. Conhecia a direcção do seu olhar, a inclinação do seu sorriso. Quase conseguia vê-la. Quase conseguia imaginar o seu riso demente. Quase o ouvia ecoar no espaço escuro.
O que poderia fazer?
- O que posso eu... o que te posso dar... o que queres que faça em troca da vida de Usagi? Da promessa da sua vida. De que a vais deixar partir? Por favor, Beryl. Faço tudo.
- Pobre, pobre Mamoru. Custa, não custa? Eu sei. Por isso, estou disposta a perdoar-te. A salvar-te. Podes remediar os teus erros. Eu concedo-te todos os desejos. Com uma condição.
- O que... o que tenho de fazer?
- Junta-te a mim. Desta vez, segue o meu caminho. Juntos poderemos ser tanto. E esquecerás tudo. A dor, o passado. Eventualmente, até a Usagi. Esquecerás tudo. Só eu restarei.
Seria capaz?
- Eu.. eu não sei se... não consigo.
Nunca conseguiria.
- Tens tempo. Tens tempo para decidir. Para fazer a tua escolha. Tenho assuntos a tratar. Ainda há muito divertimento por aí. Faz a tua escolha. Quando estiveres pronto, ou quando a tua resposta for necessária, regressarei. No momento oportuno. Nunca antes disso. Escolhe bem, Mamoru. Endymion. Escolhe bem.
Passos começaram a afastar-se. Cada vez mais longe. Cada vez mais só. Já nada se ouvia, além da sua própria respiração irregular. Silêncio. Fantasmas. Uma escolha.
O seu corpo tremia descontroladamente. Sangue continuava a escorrer das suas mãos abertas. Tanto sangue. No chão, no seu rosto. Na consciência. Com um baque, os seus joelhos vergaram e bateram no pavimento. Deixou-se cair. Cedeu. Enrolado sobre si mesmo, apenas tinha noção dos joelhos e da testa contra o solo frio. Os seus braços movimentaram-se autonomamente, abraçando a cabeça, até então desprotegida. Dobrado sobre si mesmo, ainda sentia os violentos tremores do corpo.
- Desculpa-me, Usagi. Desculpa-me.
Cada vez mais violentos. Incontroláveis. Frequentes. Tremia.
- Eu amo-te. Eu amo-te, eu juro. Oh, eu amo-te, Usako. Tanto. Sempre. Prometo. Eu amo-te.
O seu peito ardia, a sua garganta queimava. Primeiro, irromperam os soluços, ecoando no espaço e na mente. Depois, vieram as lágrimas. Após quase dez anos, lágrimas brotaram do mais profundo sentimento de Mamoru. Do mais puro do seu ser.
Nasceram. Molharam-lhe os olhos. Caíram no chão.
Lavaram o sangue e a mágoa. Varreram os pensamentos. Esgotaram-no até à inconsciência.
Na escuridão, ecoou um amo-te.
Mas ninguém estava lá para o ouvir.
oh Mamoru...eu tambem te amo...vem a tua Usako...anda...

bem...tenho a dizer que foi um capitulo muito envolvente...realmente, uma grande dor que se faz transparecer daquelas palavra...ao mesmo tempo, uma amor profundo e muito sofrido que está agora a ser posto a prova...chegou a hora de lutarem pelo amor que os unes e que transcede a barreira do tempo...
é deveras impressionante as palavras que saem da caneta de uma menina como tu...nova...mas, que ao mesmo tempo, escrever com fervor e paixão, como se estivesse a viver, a sentir, realmente o que as personagens estão a sentir...e a viver intensamente enquanto lutam pela vida....

bem...tenho a dizer que foi um capitulo muito envolvente...realmente, uma grande dor que se faz transparecer daquelas palavra...ao mesmo tempo, uma amor profundo e muito sofrido que está agora a ser posto a prova...chegou a hora de lutarem pelo amor que os unes e que transcede a barreira do tempo...
é deveras impressionante as palavras que saem da caneta de uma menina como tu...nova...mas, que ao mesmo tempo, escrever com fervor e paixão, como se estivesse a viver, a sentir, realmente o que as personagens estão a sentir...e a viver intensamente enquanto lutam pela vida....
Deixem-me responder já aos vossos comentários antes que me esqueça e passe mais um mês 
Muito obrigada, pmpm65, fico muito contente por teres gostado
Usakozinha, é exactamente isso. Chegou a hora de lutarem. E é agora que vamos ver se eles têm força... ou se desistem. Agora é esperar e ver. E fico mesmo contente por saber que gostaste do capítulo
Oh, obrigadaaaa
Quando estou a escrever... é mais ou menos isso que eu tento, sentir o mesmo que as personagens, de forma a que seja mais fácil para mim traduzir esses sentimentos em palavras. Neste capítulo especialmente... bem, obrigada
Muito, muito obrigada 

Muito obrigada, pmpm65, fico muito contente por teres gostado
Usakozinha, é exactamente isso. Chegou a hora de lutarem. E é agora que vamos ver se eles têm força... ou se desistem. Agora é esperar e ver. E fico mesmo contente por saber que gostaste do capítulo
Oh, obrigadaaaa
Quando estou a escrever... é mais ou menos isso que eu tento, sentir o mesmo que as personagens, de forma a que seja mais fácil para mim traduzir esses sentimentos em palavras. Neste capítulo especialmente... bem, obrigada
Muito, muito obrigada 
olá.. mais uma leitora
devo dizer que esta fic é das minha preferidas... o amor da usagi e do mamoru.. enfim, quase que choro..
estou ansiosa por mais capitulos.. realmente tens muito jeito para escrever
devo dizer que esta fic é das minha preferidas... o amor da usagi e do mamoru.. enfim, quase que choro..
estou ansiosa por mais capitulos.. realmente tens muito jeito para escrever

Espero por ti em cada segundo , porque tu és o meu mundo!

Se para salvares aqueles que amas, tivesses que recordar o passado que tanto receias... O que farias?
Visitem a minha 1ª Fic ----->The Four elements

Se para salvares aqueles que amas, tivesses que recordar o passado que tanto receias... O que farias?
Visitem a minha 1ª Fic ----->The Four elements
Mamo-chan!!! Eu sabia que no fundo não eras um bloco de gelo! Eu sabia!!! *SEA abraça Mamoru*
AAAAAAAAAAA!! Suteki!!!!!!!!!!!!!!!!!
.o: (suteki=lindo)
Tu consegues sempre exceder-te, quando eu penso que já não me consegues surpreender, que já não consegues fazer melhor ainda e afinal... consegues sempre!
O título, sem dúvida uma óptima escolha. Como uma simples palavra pode ter um significado tão grande e tão terrível...
Adorei esta forma de teres explorado o interior do Mamaru, isso é uma coisa que não é muito vista das fics e, meu...!, como é bom ver! O Mamo-chan ganha vida, deixa de ser aquele bloco de gelo que aparece apenas como o namorado da Usagi. É bom mudar de ponto de vista de vez em quando.
O príncipio, toda a tua conversa sobre a dor, sobre as barreiras que uma pessoa cria, tão verdadeiro, tão fantástico. Mesmo bem escrito, dá para sentir.
Essa parte fez-me lembrar imenso a Taiki, aquilo que eu idealizo da Taiki e sobretudo dela, quando perdeu a Kakyuu, o que ela se tornou... Mas eu tenho de chamar as Starlights ao barulho para tudo... N ligues... (e eu não quero comparar a minha querida Taiki ao Mamoru).
Depois a Beryl, tenho vindo a gostar muito mais dela, talvez o sera myu tenha ajudado, mas a tua fic também ajudou, sem dúvida. Podemos também entender o sentimento dela, a inveja, a tristeza... No fundo a primeira descrição também se pode aplicar para ela, ela também está afogada no passado, essa dor que se transformou em demência.
Mas voltemos ao Mamo-chan. Cada palavrinha para o descobrir, cada sentido, cada frase... Lindo! Conseguiste explorar uma das personagens menos exploradas no anime, e isso é muito bom. Toda a necessidade que ele tinha por afecto, o seu amor pela Usagi, a sua culpa. O derradeiro significado de uma palavra que não foi dita...
Está incrível, adorei cada palavrinha do capítulo e para tanta espera, bem que valeu a pena! Agora fico à espera de saber que decisão tomou o Mamo-chan (gosto tanto de o tratar assim
) e pelo desenvolver dos acontecimentos.
*deixa um cesto de ovos da kinder para a Sarrah*
AAAAAAAAAAA!! Suteki!!!!!!!!!!!!!!!!!
.o: (suteki=lindo)Tu consegues sempre exceder-te, quando eu penso que já não me consegues surpreender, que já não consegues fazer melhor ainda e afinal... consegues sempre!
O título, sem dúvida uma óptima escolha. Como uma simples palavra pode ter um significado tão grande e tão terrível...
Adorei esta forma de teres explorado o interior do Mamaru, isso é uma coisa que não é muito vista das fics e, meu...!, como é bom ver! O Mamo-chan ganha vida, deixa de ser aquele bloco de gelo que aparece apenas como o namorado da Usagi. É bom mudar de ponto de vista de vez em quando.
O príncipio, toda a tua conversa sobre a dor, sobre as barreiras que uma pessoa cria, tão verdadeiro, tão fantástico. Mesmo bem escrito, dá para sentir.
Essa parte fez-me lembrar imenso a Taiki, aquilo que eu idealizo da Taiki e sobretudo dela, quando perdeu a Kakyuu, o que ela se tornou... Mas eu tenho de chamar as Starlights ao barulho para tudo... N ligues... (e eu não quero comparar a minha querida Taiki ao Mamoru).
Depois a Beryl, tenho vindo a gostar muito mais dela, talvez o sera myu tenha ajudado, mas a tua fic também ajudou, sem dúvida. Podemos também entender o sentimento dela, a inveja, a tristeza... No fundo a primeira descrição também se pode aplicar para ela, ela também está afogada no passado, essa dor que se transformou em demência.
Mas voltemos ao Mamo-chan. Cada palavrinha para o descobrir, cada sentido, cada frase... Lindo! Conseguiste explorar uma das personagens menos exploradas no anime, e isso é muito bom. Toda a necessidade que ele tinha por afecto, o seu amor pela Usagi, a sua culpa. O derradeiro significado de uma palavra que não foi dita...
Está incrível, adorei cada palavrinha do capítulo e para tanta espera, bem que valeu a pena! Agora fico à espera de saber que decisão tomou o Mamo-chan (gosto tanto de o tratar assim
) e pelo desenvolver dos acontecimentos.*deixa um cesto de ovos da kinder para a Sarrah*

Um grande, grande obrigada pela sign e pelo avie Xaninha kida! ^^

Jovens escritores, nao resistem a chocolate? Especialmente Kinder? Então cuidado, o gang anda rondando
Ana_Santos, obrigadaaa
Não imaginas o quao fico feliz por saber isso
Mais capítulos virão em breve (espero eu
). Obrigada!
SEAzinhaa! Começo por te agradecer por me fazeres rir. Essa tua primeira frase foi hilariante
Parece sempre tão pouco dizer simplesmente Obrigada às lindas palavras que tu me diriges. Mas não conheço outra forma de te agradecer, de mostrar o quão importantes são as turas palavras. Obrigada.
Ahh, desta vez, o título foi a votos. Tinha uns quantos em mente, (eram 4 além deste, sei que tenho a folhinha algures por aí) mas este acabou por me parecer o mais acertado.
Não, o Mamoru não é um bloco de gelo! Coitadinho, lá dentro, até sofre bastante. Mas, como quero explicar um bocafinho melhor como foi escrever o capítulo do ponto de vista dele, deixa-me só saltar para a Beryl durante umas linhas.
Confesso, a Beryl está a tornar-se uma das minhas personagens preferidas. E sim, realmente tens razão, a descrição inicial poderia aplicar-se perfeitamente a ela. E aqui coloco uma questão: Já imaginaste o que poderia ter acontecido se os papéis se tivessem invertido e a Usagi estivesse no lugar da Beryl?
Back to Mamo-chan: Ao escrever o capítulo, tentei... entrar na cabeça do Mamoru. Afinal, como disseste, a personagem dele, normalmente, não é particularmente explorada. Por isso tentei imaginar-me no papel dele, desde o momento em que teve o acidente de automóvel. E assim escrever o capítulo. Talvez por isso, no final, possa dizer que gosto do capítulo. Porque, se pensar bem, acaba por reflectir um pouco de mim, no meio dos sentimentos do Mamoru. Ou a minha interpretação daquilo que ele sente. Qualquer coisa assim do género
Agradeço-te mais uma vez (ou mais umas 500) pelas palavras, pelos ovos, por tudo. Obrigada
Lolita, oh, muito obrigada
Espero então que continues a gostar dos capítulos que ainda tens para ler. Fico muito feliz por saber que estás a gostar! Obrigada! 
Não imaginas o quao fico feliz por saber isso
Mais capítulos virão em breve (espero eu
). Obrigada!SEAzinhaa! Começo por te agradecer por me fazeres rir. Essa tua primeira frase foi hilariante
Parece sempre tão pouco dizer simplesmente Obrigada às lindas palavras que tu me diriges. Mas não conheço outra forma de te agradecer, de mostrar o quão importantes são as turas palavras. Obrigada.
Ahh, desta vez, o título foi a votos. Tinha uns quantos em mente, (eram 4 além deste, sei que tenho a folhinha algures por aí) mas este acabou por me parecer o mais acertado.
Não, o Mamoru não é um bloco de gelo! Coitadinho, lá dentro, até sofre bastante. Mas, como quero explicar um bocafinho melhor como foi escrever o capítulo do ponto de vista dele, deixa-me só saltar para a Beryl durante umas linhas.
Confesso, a Beryl está a tornar-se uma das minhas personagens preferidas. E sim, realmente tens razão, a descrição inicial poderia aplicar-se perfeitamente a ela. E aqui coloco uma questão: Já imaginaste o que poderia ter acontecido se os papéis se tivessem invertido e a Usagi estivesse no lugar da Beryl?
Back to Mamo-chan: Ao escrever o capítulo, tentei... entrar na cabeça do Mamoru. Afinal, como disseste, a personagem dele, normalmente, não é particularmente explorada. Por isso tentei imaginar-me no papel dele, desde o momento em que teve o acidente de automóvel. E assim escrever o capítulo. Talvez por isso, no final, possa dizer que gosto do capítulo. Porque, se pensar bem, acaba por reflectir um pouco de mim, no meio dos sentimentos do Mamoru. Ou a minha interpretação daquilo que ele sente. Qualquer coisa assim do género
Agradeço-te mais uma vez (ou mais umas 500) pelas palavras, pelos ovos, por tudo. Obrigada
Lolita, oh, muito obrigada
Espero então que continues a gostar dos capítulos que ainda tens para ler. Fico muito feliz por saber que estás a gostar! Obrigada! 
TU MATASTE A AMI??? sua...!
não acredito
estou parva, só consigo pensar "esta míuda não existe!"
estive muito tempo sem vir ao forum (upsss) e vim mesmo só para ler a tua fic. Bem que posso dizer... Valeu a pena.
eu acho que, nao sei como, eles vão ficar juntos... porque tem de ser. pqe é assim. pqe é lindo e se tu o estragas nunca mais te falo.
hoje nao digo nada de jeito. hei de voltar para escrever imenso sobre o quanto adorei estes dois capítulos que acabei de ser e sobre o não aceitar que tenhas morto a Ami.
Sabes (isto é díficil de explicar), quando li algumas partes destes capítulos, fiquei com a sensação de que já choraste muito. devaneios meus. e dei-te um abraço (claro que nao literalmente)
um grande beijinho,
bluuuuue
PS: é bom escrever aqui! Até fiquei com vontade de ir escrever um capítulozinho
não acredito
estou parva, só consigo pensar "esta míuda não existe!"
estive muito tempo sem vir ao forum (upsss) e vim mesmo só para ler a tua fic. Bem que posso dizer... Valeu a pena.
eu acho que, nao sei como, eles vão ficar juntos... porque tem de ser. pqe é assim. pqe é lindo e se tu o estragas nunca mais te falo.
hoje nao digo nada de jeito. hei de voltar para escrever imenso sobre o quanto adorei estes dois capítulos que acabei de ser e sobre o não aceitar que tenhas morto a Ami.
Sabes (isto é díficil de explicar), quando li algumas partes destes capítulos, fiquei com a sensação de que já choraste muito. devaneios meus. e dei-te um abraço (claro que nao literalmente)
um grande beijinho,
bluuuuue
PS: é bom escrever aqui! Até fiquei com vontade de ir escrever um capítulozinho

http://sm-portugal.coolbb.net/fanfics-f13/princesa-azul-da-lua-t2071.htm
"O Fim da Trindade"
Minako e Apolo
Makoto e Cupido
Selene e Poseidon
e agora?
Bluezinhaaaa! Já tinha saudades tuas, mulher!
Ahm.... sim... eu matei a Ami.
Maaas, se analisarmos isto de um ponto de vista meio imaginário, quem a matou foi a Beryl e não eu. Certo?
Não foi fácil matar a Ami, tá?
Mas tinha de ser!
Ohhh, fico sempre tão contente quando, após passares quinhentos anos sem vir ao fórum, dizer que vieste só para ler a minha fic
.o:
Deixavas mesmo de me falar? A sério?
Oh bluezinha, ficarei muito contente se vieres recomentar os capítulos, mas acredita, o que disseste já foi excelente. Proporcionaste-me uma boa gargalhada, algo que andava mesmo a precisar. Obrigada.
Talvez, em parte, a tua sensação esteja correcta. Não vou dizer que seja isso mesmo mas... bem, aquilo que uma pessoa escreve tende um pouco a reflectir aquilo que essa pessoa sente ou já sentiu, não é? Acho que já referi aqui uma vez (se não estou em erro, à Kaoru) que já me encontrei na posição da Beryl. Talvez isso te diga muito, não?
De qualquer forma, agradeço o abraço não-literal
Como sempre, muito obrigada por tudo. Já sabes como a tua opinião é importante. Beijinhos.
P.S: Aproveita essa vontade e o facto de amanhã ser feriado e começa a escrever que eu tenho saudades de ler a tua fic!
Ahm.... sim... eu matei a Ami.
Maaas, se analisarmos isto de um ponto de vista meio imaginário, quem a matou foi a Beryl e não eu. Certo?
Não foi fácil matar a Ami, tá?
Mas tinha de ser!Ohhh, fico sempre tão contente quando, após passares quinhentos anos sem vir ao fórum, dizer que vieste só para ler a minha fic
.o: blue escreveu:eu acho que, nao sei como, eles vão ficar juntos... porque tem de ser. pqe é assim. pqe é lindo e se tu o estragas nunca mais te falo.
Deixavas mesmo de me falar? A sério?
Oh bluezinha, ficarei muito contente se vieres recomentar os capítulos, mas acredita, o que disseste já foi excelente. Proporcionaste-me uma boa gargalhada, algo que andava mesmo a precisar. Obrigada.
Talvez, em parte, a tua sensação esteja correcta. Não vou dizer que seja isso mesmo mas... bem, aquilo que uma pessoa escreve tende um pouco a reflectir aquilo que essa pessoa sente ou já sentiu, não é? Acho que já referi aqui uma vez (se não estou em erro, à Kaoru) que já me encontrei na posição da Beryl. Talvez isso te diga muito, não?
De qualquer forma, agradeço o abraço não-literal
Como sempre, muito obrigada por tudo. Já sabes como a tua opinião é importante. Beijinhos.
P.S: Aproveita essa vontade e o facto de amanhã ser feriado e começa a escrever que eu tenho saudades de ler a tua fic!
Oh Sarrah... :') Eu é que sinto que não há palavras para descrever o quão gosto da tua fic e deste capítulo.
Eu quando escrevo também entro dentro das personagens, aliás eu gosto de entrar dentro das mentes das personagens quando estou a ver animes e a ler (*pensa no Sirius, nas Starlights e em mais gente que a JK matou...*) e tal, por isso é que me chego tanto a elas. Mas tu, sem dúvida que fazes um excelente trabalho! É sempre bom quando pomos um bocadinho de nós, nem que seja daquilo que nós pensamos sobre a personagem, nas personagens.
E essa tua pergunta:
Bem interessante... Eu não sei, por mim diria que a Usagi é demasiado boazinha para fazer mal a alguém por amar a pessoa que ela também ama, ela até tem dificuldades em matar os inimigos que a magoaram e lhe mataram as amigas e isso... Mas nunca se sabe.
*SEA pondera*
Fico feliz que tenhas achado o meu comentário importante
Eu escrevo-os sempre do fundo do coração é bom saber que as pessoas gostam.
Eu quando escrevo também entro dentro das personagens, aliás eu gosto de entrar dentro das mentes das personagens quando estou a ver animes e a ler (*pensa no Sirius, nas Starlights e em mais gente que a JK matou...*) e tal, por isso é que me chego tanto a elas. Mas tu, sem dúvida que fazes um excelente trabalho! É sempre bom quando pomos um bocadinho de nós, nem que seja daquilo que nós pensamos sobre a personagem, nas personagens.
E essa tua pergunta:
Já imaginaste o que poderia ter acontecido se os papéis se tivessem invertido e a Usagi estivesse no lugar da Beryl?
Bem interessante... Eu não sei, por mim diria que a Usagi é demasiado boazinha para fazer mal a alguém por amar a pessoa que ela também ama, ela até tem dificuldades em matar os inimigos que a magoaram e lhe mataram as amigas e isso... Mas nunca se sabe.
*SEA pondera*
Fico feliz que tenhas achado o meu comentário importante
Eu escrevo-os sempre do fundo do coração é bom saber que as pessoas gostam.
Um grande, grande obrigada pela sign e pelo avie Xaninha kida! ^^

Jovens escritores, nao resistem a chocolate? Especialmente Kinder? Então cuidado, o gang anda rondando
quando é que vai haver um novo capitulo??? 

Espero por ti em cada segundo , porque tu és o meu mundo!

Se para salvares aqueles que amas, tivesses que recordar o passado que tanto receias... O que farias?
Visitem a minha 1ª Fic ----->The Four elements

Se para salvares aqueles que amas, tivesses que recordar o passado que tanto receias... O que farias?
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Pois é SEAzinha, a Usagi é realmente demasiado boazinha. Mas por outro lado... e voltamos a entrar no mundo das suposições... se a Usagi estivesse no lugar da Beryl, sem amigas, sem a pessoa que ama, sem... nada... será que não desejaria também vingança?
Tal como tu, não sei, é dificil imaginar a Usagi... má. Mas talvez fosse possível...
neptuno_avista! Já te disse (acho eu
) que os teus comentários são mais do que o suficiente. Agradeço-os do fundo do coração. Dizes-me muito por poucas palavras e consegues sempre colocar-me um sorriso no rosto
Muito obrigada.
Assim que acabarem os testes, retomarei a escrita, claro.
pmpm65 a Ana_Santos (para não me estar a repetir, é mais fácil responder às duas de uma vez só), Já andava a planear dar-vos uma prendinha de Natal, sim. Vai ter é mesmo de ser de Natal (não digo dia 25, que nesse dia não estou cá eu nem ninguém
). Ainda não comecei o capítulo, nem sequer pensei muito nele, devido à falta de tempo e à época final de testes.
Respondendo, efectivamente, à vossa pergunta: Na próxima semana devo começar a escrever. Dependendo das ideias e do tempo... espero conseguir postar um capitulo antes do Natal. Talvez no fim de semana em que começam as férias, mas não posso prometer nada. Vão passando por aqui que eu vou tentando dar novidades
(Por sinal, este ultimo comentário é dirigido a todas as pessoas que acompanham a fic
)
Tal como tu, não sei, é dificil imaginar a Usagi... má. Mas talvez fosse possível...
neptuno_avista! Já te disse (acho eu
) que os teus comentários são mais do que o suficiente. Agradeço-os do fundo do coração. Dizes-me muito por poucas palavras e consegues sempre colocar-me um sorriso no rosto
Muito obrigada. Assim que acabarem os testes, retomarei a escrita, claro.
pmpm65 a Ana_Santos (para não me estar a repetir, é mais fácil responder às duas de uma vez só), Já andava a planear dar-vos uma prendinha de Natal, sim. Vai ter é mesmo de ser de Natal (não digo dia 25, que nesse dia não estou cá eu nem ninguém
). Ainda não comecei o capítulo, nem sequer pensei muito nele, devido à falta de tempo e à época final de testes.Respondendo, efectivamente, à vossa pergunta: Na próxima semana devo começar a escrever. Dependendo das ideias e do tempo... espero conseguir postar um capitulo antes do Natal. Talvez no fim de semana em que começam as férias, mas não posso prometer nada. Vão passando por aqui que eu vou tentando dar novidades
(Por sinal, este ultimo comentário é dirigido a todas as pessoas que acompanham a fic
)
mas que fixe!! mais uma prendinha de natal!!! 
mal posso esperar

mal posso esperar
Espero por ti em cada segundo , porque tu és o meu mundo!

Se para salvares aqueles que amas, tivesses que recordar o passado que tanto receias... O que farias?
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Se para salvares aqueles que amas, tivesses que recordar o passado que tanto receias... O que farias?
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OMG.......fiquei sem palavras........está lindo, lindo, lindo, lindo.......
Cada momento descrito, cada palavra proferida.........é como eu estivesse a ver tudo passado diante dos meus olhos......é mesmo lindo.....
O que uma palavra pode fazer-nos........uma duvida que pode mudar tudo......
Apesar dessa duvida acho que a Usagi irá conseguir enfrentar o que irá vir........E acho que se o Mamoru se juntar à Beryl só vai fazer a Usagi acreditar que ele não a ama, que o amor deles nao era verdadeiro e aí sim a Usagi pode ir abaixo e o fim pode ser tragico........
E por fim ele se juntar à Beryl irá realizar o desejo dela......a Beryl com aquelas palavras quis quebra-lo para ele sentir se perdido e confuso e rendido, ela sabe tambem que ele a ama e que por isso ele a protegeria com a sua propria vida.....ele já o fez no passado e desta vez não seria diferente.....
Ele tem que acreditar no amor, na força e na esperança da Usagi....
Quanto à Beryl até compreendo-a, aquele odio e inveja que ela tem, fez com que ela se transforma-se má, mas o que a torna cada vez mais pior é o facto da obsessão que ela tem pelo Endymion, essa obsessão fez com que ela fica-se louca e tornar-se no demonio que é hoje.
Espero que o Mamoru nao se junte à Beryl e que pense no amor que a Usagi sente por ele......esta luta provará o amor deles e eles têm que continuar acreditar nos seus sentimentos e nos sentimentos do outro......têm de acreditar no poder do amor e não deixarem-se enfraquecer logo no primeiro obstaculo que aparece......além disso desta luta tambem dependerá o futuro do planeta Terra.....
Fico à espera do proximo capitulo.....
Bjs

Cada momento descrito, cada palavra proferida.........é como eu estivesse a ver tudo passado diante dos meus olhos......é mesmo lindo.....
O que uma palavra pode fazer-nos........uma duvida que pode mudar tudo......
Apesar dessa duvida acho que a Usagi irá conseguir enfrentar o que irá vir........E acho que se o Mamoru se juntar à Beryl só vai fazer a Usagi acreditar que ele não a ama, que o amor deles nao era verdadeiro e aí sim a Usagi pode ir abaixo e o fim pode ser tragico........
E por fim ele se juntar à Beryl irá realizar o desejo dela......a Beryl com aquelas palavras quis quebra-lo para ele sentir se perdido e confuso e rendido, ela sabe tambem que ele a ama e que por isso ele a protegeria com a sua propria vida.....ele já o fez no passado e desta vez não seria diferente.....
Ele tem que acreditar no amor, na força e na esperança da Usagi....
Quanto à Beryl até compreendo-a, aquele odio e inveja que ela tem, fez com que ela se transforma-se má, mas o que a torna cada vez mais pior é o facto da obsessão que ela tem pelo Endymion, essa obsessão fez com que ela fica-se louca e tornar-se no demonio que é hoje.
Espero que o Mamoru nao se junte à Beryl e que pense no amor que a Usagi sente por ele......esta luta provará o amor deles e eles têm que continuar acreditar nos seus sentimentos e nos sentimentos do outro......têm de acreditar no poder do amor e não deixarem-se enfraquecer logo no primeiro obstaculo que aparece......além disso desta luta tambem dependerá o futuro do planeta Terra.....
Fico à espera do proximo capitulo.....
Bjs

Protegerei e lutarei por todos, nem que isso signifique a minha morte.......
Tens de entrar para responderes neste tópico.




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