A Lua e a Terra
Capítulo 3: Parvoíces e Lágrimas
- Usagi, Mamoru, ainda não me partiram o estabelecimento? Ainda não se mataram um ao outro nem assustaram clientes? Aliás, Mamoru, eu deixei-te aqui para os atenderes, não para os deixares à espera e muito menos para os expulsares com a ajuda da Usagi.
- Gomen Motoki. Não queria gritar tanto- balbucia a rapariga loira.
- Sim, desculpa-me por não ter cumprido a minha obrigação- diz Mamoru obviamente envergonhado.
- Ah meu amigo, nem tu imaginas como a cumpriste. Nem tu imaginas - com um sorriso enigmático Motoki vira-lhes costas e vai atender uns clientes.
Usagi caminhava lado a lado com Mamoru. Não o via sequer. Nem havia reparado que ele saíra com ela e que a acompanhava. E só reparou quando as suas amigas gritaram o seu nome em conjunto com o dele.
- Usagi! Mamoru! Juntos? A passear?- Exclamavam e perguntavam, respectivamente, Ami, Makoto, Minako e Rei.
- Olá meninas! Mas o que estão a dizer, eu não estou com o – olha para o lado- ahhhhhh o que estás a fazer aqui?
- Venho contigo desde o Crown, Cabeça de Serradura, simplesmente porque tens vindo pelo mesmo caminho que eu mas pensei que me estivesses só a ignorar e nunca que nem me tivesses visto. Estou a sentir-me invísivel! – diz Mamoru fingindo-se magoado
- O quê? Oh, desculpa, não era minha intençao... mas espera lá? Do que raio estou eu a pedir desculpa? Tu é que me estavas a seguir!- grita Usagi
- Estes dois são tão engraçados! Mas, como diz o ditado, “cada vaca no seu talho”- Disparata Mina
- Na verdade Mina, é “cada macaco no seu galho” mas não vejo como esta situação se adequa a ele...- corrige Ami, já mais por hábito do que por outra coisa
- Usagi, tenho uma receita nova para tu provares!- Diz Mako muito contente
- É melhor não, ela já está tão gorda que ainda rebenta- Conclui Rei, talvez com uma pontinha de ciumes de ver Usagi com Mamoru. Eles nunca tiveram realmente algo, mas...
- Meninas ja estou atrasada, disse à minha mãe que a ajudava a pintar o quarto. Nem te vou responder Rei. Beijinhos. Para ti não Chiba.- diz Usagi já a acenar com a mão.
- Para mim não porquê? O que é que eu sou menos que elas?
- Tu não mereces!- Gritou Usagi num tom brincalhão. O que ninguém viu foram as lágrimas nos seus olhos. Lágrimas que outrora teriam escorrido mas que ela agora fazia por manter.
-Mãe, cheguei!- Grita (novamente, será que a rapariga não fica afónica) uma Usagi sorridente.
- Filha o que estás a fazer em casa tão cedo? Só te esperava dentro de uma hora ou mais, nem te pedi para fazeres nada em casa!
- Estava cansada, tinha deveres para fazer... vou para o meu quarto, por favor não me incomodes.
Usagi corre escada acima novamente com lágrimas nos olhos. Não sabia porque chorava, não sabia porque aguentava o choro. Apenas queria estar sozinha e sem dar explicações. Antes de as dar aos outros teria de as descobrir.
Parou em frente ao quarto. Olhou para o espelho que tinha na porta e compôs o seu maior sorriso. As lágrimas tinham desaparecido na profundeza dos seus olhos azuis. Entrou.
-Luna! Minha querida gatinha! *tenho que dar um pouco de conversa antes de lhe pedir para sair do quarto*- dizia e pensava Usagi.
- U...Usagi? Tu estás bem? Querida gatinha? Desde quando é que sou a tua gatinha? Pior, desde quando é que sou querida?- Questionava uma surpresa Luna.
-Ai Luna, Luna. Estou bem disposta apenas. Olha, o Artémis está à tua espera. Porque não vais ter com ele?
- Está? Vou sim Usagi... tu ficas bem certo?
-Fico óptima, não teu preocupes.
E Luna sai. E Usagi fica só. Tranca a porta, a janela e fecha as cortinas. Põe música a tocar. Sente-se vazia. Triste. Insultada. Porquê?
- Ai meu deus como eu queria perceber. Porque é que todos me tratam assim? Chamam-me gorda, comilona, feia, dizem que nunca vou ter um namorado. Ainda se fosse só aquele idiota do Mamoru Chiba mas não, até a Rei, uma das minhas melhores amigas se não a melhor diz o mesmo.
Usagi liga o computador. Abre-se a janela do messenger mas afinal, ela queria estar sozinha. Sem pensar começa a escrever um diferente e-mail. E uma diferente password. Quando dá por si tinha entrado como:
-Motoki? Mas porque raio é que eu me lembrei disto? Ele nunca mudou a pass em todos estes anos?
De repente alguém começa a falar com ela:
“Chiba, Mamoru says: Então Toki, já por aí? Não me digas que a Odango passou pela loja e te acabou com o stock? Ahah, não me admirava. Já sei que vais começar com um discurso de como ela é a tua irmanzinha e tal. Mas o que queres, ela é o meu passatempo preferido. Adoro vê-la irritada. Mas ela responde à letra, o que ainda dá mais pica. Mas espera lá, tu ainda não disseste uma única palavra... provavelmente deixaste novamente o pc ligado e entrou sozinho certo? Ai rapaz, só tu. Não te esqueças que dentro de dois dias vão escolher “aquilo”. E sabes que é surpresa. Nada de te descaires. Só espero que não me calhe a mim, era só o que me faltava aturá-la uma semana, 24 horas por dia. Ahah.Já estou a falar sozinho, bye Toki.”
- Então é assim? Seu estúpido, a próxima vez que te vir juro que te mato! Sempre a gozar, sempre a dizer mal, não sei como ha tantas raparigas interessadas em ti. Da proxima vez que te vir eu... eu...
E Usagi Tsukino chora. Chora durante uma hora, duas, três. Chora até ouvir miados na janela e batidas na porta. Chora até a sua mãe dizer: Usagi, o jantar está pronto dentro de meia hora. Ela chora. Chora e depois vai para a casa-de-banho. Onde lava a cara. E sai do quarto tão sorridente como sempre. Pois essa é a sua marca. Um sorriso na frente e uma lágrima escondida. Lágrimas ela solta facilmente, mas há sempre aquela que fica lá guardada. A mais dolorosa.
- Usagi, Mamoru, ainda não me partiram o estabelecimento? Ainda não se mataram um ao outro nem assustaram clientes? Aliás, Mamoru, eu deixei-te aqui para os atenderes, não para os deixares à espera e muito menos para os expulsares com a ajuda da Usagi.
- Gomen Motoki. Não queria gritar tanto- balbucia a rapariga loira.
- Sim, desculpa-me por não ter cumprido a minha obrigação- diz Mamoru obviamente envergonhado.
- Ah meu amigo, nem tu imaginas como a cumpriste. Nem tu imaginas - com um sorriso enigmático Motoki vira-lhes costas e vai atender uns clientes.
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Usagi caminhava lado a lado com Mamoru. Não o via sequer. Nem havia reparado que ele saíra com ela e que a acompanhava. E só reparou quando as suas amigas gritaram o seu nome em conjunto com o dele.
- Usagi! Mamoru! Juntos? A passear?- Exclamavam e perguntavam, respectivamente, Ami, Makoto, Minako e Rei.
- Olá meninas! Mas o que estão a dizer, eu não estou com o – olha para o lado- ahhhhhh o que estás a fazer aqui?
- Venho contigo desde o Crown, Cabeça de Serradura, simplesmente porque tens vindo pelo mesmo caminho que eu mas pensei que me estivesses só a ignorar e nunca que nem me tivesses visto. Estou a sentir-me invísivel! – diz Mamoru fingindo-se magoado
- O quê? Oh, desculpa, não era minha intençao... mas espera lá? Do que raio estou eu a pedir desculpa? Tu é que me estavas a seguir!- grita Usagi
- Estes dois são tão engraçados! Mas, como diz o ditado, “cada vaca no seu talho”- Disparata Mina
- Na verdade Mina, é “cada macaco no seu galho” mas não vejo como esta situação se adequa a ele...- corrige Ami, já mais por hábito do que por outra coisa
- Usagi, tenho uma receita nova para tu provares!- Diz Mako muito contente
- É melhor não, ela já está tão gorda que ainda rebenta- Conclui Rei, talvez com uma pontinha de ciumes de ver Usagi com Mamoru. Eles nunca tiveram realmente algo, mas...
- Meninas ja estou atrasada, disse à minha mãe que a ajudava a pintar o quarto. Nem te vou responder Rei. Beijinhos. Para ti não Chiba.- diz Usagi já a acenar com a mão.
- Para mim não porquê? O que é que eu sou menos que elas?
- Tu não mereces!- Gritou Usagi num tom brincalhão. O que ninguém viu foram as lágrimas nos seus olhos. Lágrimas que outrora teriam escorrido mas que ela agora fazia por manter.
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-Mãe, cheguei!- Grita (novamente, será que a rapariga não fica afónica) uma Usagi sorridente.
- Filha o que estás a fazer em casa tão cedo? Só te esperava dentro de uma hora ou mais, nem te pedi para fazeres nada em casa!
- Estava cansada, tinha deveres para fazer... vou para o meu quarto, por favor não me incomodes.
Usagi corre escada acima novamente com lágrimas nos olhos. Não sabia porque chorava, não sabia porque aguentava o choro. Apenas queria estar sozinha e sem dar explicações. Antes de as dar aos outros teria de as descobrir.
Parou em frente ao quarto. Olhou para o espelho que tinha na porta e compôs o seu maior sorriso. As lágrimas tinham desaparecido na profundeza dos seus olhos azuis. Entrou.
-Luna! Minha querida gatinha! *tenho que dar um pouco de conversa antes de lhe pedir para sair do quarto*- dizia e pensava Usagi.
- U...Usagi? Tu estás bem? Querida gatinha? Desde quando é que sou a tua gatinha? Pior, desde quando é que sou querida?- Questionava uma surpresa Luna.
-Ai Luna, Luna. Estou bem disposta apenas. Olha, o Artémis está à tua espera. Porque não vais ter com ele?
- Está? Vou sim Usagi... tu ficas bem certo?
-Fico óptima, não teu preocupes.
E Luna sai. E Usagi fica só. Tranca a porta, a janela e fecha as cortinas. Põe música a tocar. Sente-se vazia. Triste. Insultada. Porquê?
- Ai meu deus como eu queria perceber. Porque é que todos me tratam assim? Chamam-me gorda, comilona, feia, dizem que nunca vou ter um namorado. Ainda se fosse só aquele idiota do Mamoru Chiba mas não, até a Rei, uma das minhas melhores amigas se não a melhor diz o mesmo.
Usagi liga o computador. Abre-se a janela do messenger mas afinal, ela queria estar sozinha. Sem pensar começa a escrever um diferente e-mail. E uma diferente password. Quando dá por si tinha entrado como:
-Motoki? Mas porque raio é que eu me lembrei disto? Ele nunca mudou a pass em todos estes anos?
De repente alguém começa a falar com ela:
“Chiba, Mamoru says: Então Toki, já por aí? Não me digas que a Odango passou pela loja e te acabou com o stock? Ahah, não me admirava. Já sei que vais começar com um discurso de como ela é a tua irmanzinha e tal. Mas o que queres, ela é o meu passatempo preferido. Adoro vê-la irritada. Mas ela responde à letra, o que ainda dá mais pica. Mas espera lá, tu ainda não disseste uma única palavra... provavelmente deixaste novamente o pc ligado e entrou sozinho certo? Ai rapaz, só tu. Não te esqueças que dentro de dois dias vão escolher “aquilo”. E sabes que é surpresa. Nada de te descaires. Só espero que não me calhe a mim, era só o que me faltava aturá-la uma semana, 24 horas por dia. Ahah.Já estou a falar sozinho, bye Toki.”
- Então é assim? Seu estúpido, a próxima vez que te vir juro que te mato! Sempre a gozar, sempre a dizer mal, não sei como ha tantas raparigas interessadas em ti. Da proxima vez que te vir eu... eu...
E Usagi Tsukino chora. Chora durante uma hora, duas, três. Chora até ouvir miados na janela e batidas na porta. Chora até a sua mãe dizer: Usagi, o jantar está pronto dentro de meia hora. Ela chora. Chora e depois vai para a casa-de-banho. Onde lava a cara. E sai do quarto tão sorridente como sempre. Pois essa é a sua marca. Um sorriso na frente e uma lágrima escondida. Lágrimas ela solta facilmente, mas há sempre aquela que fica lá guardada. A mais dolorosa.
Capítulo 4- Um castigo? Lágrimas? Uma estranha decisão?
No dia seguinte Usagi acorda cedo. Quem diz cedo diz... cinco minutos antes da hora normal de ela se levantar. O que não chega. Na casa dos Tsukino ouvem-se então os habituais gritos da manhã:
- Bom dia mãe, pai, Shingo. Estou atrasadaaaaa, onde está o meu almoço? Adeus!
4 minutos depois, já a avistar a escola...
BUMP
-Auuuu, desculpe, estou atrasada, espero que não se tenha magoado, adeus!
- Tem lá calma Cabeça de Serradura! Não precisas de pedir desculpas ao caixote do lixo, pelo que eu sei ele ainda não te pode ouvir. Mas realmente a boa educação é sempre bem vinda.
- Chiba! Não tenho tempo para ti, adeus!
E novamente Usagi desata a correr. Mas desta vez Mamoru viu um brilho estranho nos olhos da rapariga. Um brilho diferente do habitual. Diferente até de quando ela chorava aquilo a que ele sempre chamava “lágrimas de crocodilo”. Um brilho de desespero.
-Desculpe professora! Desta vez só cheguei 3 minutos atrasada, por favor não me mande para o corredor nem me ponha de castigo!
- Oh, não se preocupe menina Tsukino. Há muito que percebi que os castigos não funcionam consigo. Tenho algo mais drástico para si. Algo que lhe trará responsabilidade. A menina vai...
- Por favor professora eu não quero votar a limpar todas as mesas do refeitorio!
- Não vai ter que fazer isso. De maneira nenhuma. Você vai...
- Por favoooor, não me obrigue a passar um dia na cantina a servir os meus colegas sem poder comer. Por favooor!
- Estou a tentar dizer-lhe que você vai ter que...
A conversa continuou assim durante muito tempo até que...
Triiiiiiiiiiiiiiiiiiimm
-Adeus professora, amanha diz-me o que vou ter que fazer!
Juntamente com Mina, Mako e Ami, Usagi sai da escola. Esqueceu completamente o castigo que iria receber e decidiu divertir-se. Hoje não se iria preocupar mais. Iria aproveitar. Ou assim pensava ela.
Dirigiam-se, como todos os dias, para o Crown. Falavam animadamente, riam, choravam, diziam disparates. Pareciam felizes. E eram-no até um certo ponto. O problema estava depois desse ponto.
Entraram. Todas disseram olá ao Motoki e ao Mamoru. Todas excepto Usagi que entrou, passou por eles e se foi sentar na mesa mais afastada possível. Não se apercebeu do quanto esse comportamento era estranho.
- Então, o que se passa com ela? Nem parece a Cabeça de Serradura habitual- inquiriu Mamoru
- Não sabemos, ela estava bem até entrar aqui- Dizem, confusas, as outras três.
-Vou lá perguntar à minha maninha o que se passa com ela!- diz Motoki, mas é agarrado pelo braço.
-Ai não vais não. Vou eu. Se ela me mandar embora é que vais tu.- Mamoru avança decidido, deixando os quatro pasmados a olhar para ele.
- Posso-me sentar Odango?- Pergunta e senta-se imediatamente ao lado dela, sem esperar pela resposta.
- Já o fizeste Chiba. O que queres?
- Saber o que se passa contigo, claro. Nem nos falaste. Nem me falaste ou me deixaste falar. Além disso esta manhã pareceu-me que estavas a chorar.
Usagi lembra-se de quando chocou com o caixote do lixo. Sim, vieram-lhe lágrimas aos olhos, mas foi quando ela ja se estava a ir embora, como pode ter ele visto?
- Eu a chorar? De quê, de ir contra o caixote do lixo? Andas a ver coisas Chiba. E desde quando tenho que te falar? Vim logo para aqui para não ter que falar contigo, aliás. Pensei que o Motoki viria e aí sim iria falar-lhe. Parece que estava errada.
- Então é assim? Detestas assim tanto a minha presença? Preocupo-me eu contigo por ver que estás em baixo e tu tratas-me assim. Até mais ver Odango..
Mamoru sai do salão de jogos, deixando, novamente, todos estupfactos. Nem parecia dele. Ninguém além de Usagi tinha visto o brilho de seus olhos. Um brilho idêntico ao que ele tinha visto nos olhos dela nessa mesma manhã. Um brilho da lágrimas contidas. Ela só não percebia o porquê delas, tal como não percebia o porquê das suas.
No dia seguinte Usagi acorda cedo. Quem diz cedo diz... cinco minutos antes da hora normal de ela se levantar. O que não chega. Na casa dos Tsukino ouvem-se então os habituais gritos da manhã:
- Bom dia mãe, pai, Shingo. Estou atrasadaaaaa, onde está o meu almoço? Adeus!
4 minutos depois, já a avistar a escola...
BUMP
-Auuuu, desculpe, estou atrasada, espero que não se tenha magoado, adeus!
- Tem lá calma Cabeça de Serradura! Não precisas de pedir desculpas ao caixote do lixo, pelo que eu sei ele ainda não te pode ouvir. Mas realmente a boa educação é sempre bem vinda.
- Chiba! Não tenho tempo para ti, adeus!
E novamente Usagi desata a correr. Mas desta vez Mamoru viu um brilho estranho nos olhos da rapariga. Um brilho diferente do habitual. Diferente até de quando ela chorava aquilo a que ele sempre chamava “lágrimas de crocodilo”. Um brilho de desespero.
..........
-Desculpe professora! Desta vez só cheguei 3 minutos atrasada, por favor não me mande para o corredor nem me ponha de castigo!
- Oh, não se preocupe menina Tsukino. Há muito que percebi que os castigos não funcionam consigo. Tenho algo mais drástico para si. Algo que lhe trará responsabilidade. A menina vai...
- Por favor professora eu não quero votar a limpar todas as mesas do refeitorio!
- Não vai ter que fazer isso. De maneira nenhuma. Você vai...
- Por favoooor, não me obrigue a passar um dia na cantina a servir os meus colegas sem poder comer. Por favooor!
- Estou a tentar dizer-lhe que você vai ter que...
A conversa continuou assim durante muito tempo até que...
Triiiiiiiiiiiiiiiiiiimm
-Adeus professora, amanha diz-me o que vou ter que fazer!
Juntamente com Mina, Mako e Ami, Usagi sai da escola. Esqueceu completamente o castigo que iria receber e decidiu divertir-se. Hoje não se iria preocupar mais. Iria aproveitar. Ou assim pensava ela.
..........
Dirigiam-se, como todos os dias, para o Crown. Falavam animadamente, riam, choravam, diziam disparates. Pareciam felizes. E eram-no até um certo ponto. O problema estava depois desse ponto.
Entraram. Todas disseram olá ao Motoki e ao Mamoru. Todas excepto Usagi que entrou, passou por eles e se foi sentar na mesa mais afastada possível. Não se apercebeu do quanto esse comportamento era estranho.
- Então, o que se passa com ela? Nem parece a Cabeça de Serradura habitual- inquiriu Mamoru
- Não sabemos, ela estava bem até entrar aqui- Dizem, confusas, as outras três.
-Vou lá perguntar à minha maninha o que se passa com ela!- diz Motoki, mas é agarrado pelo braço.
-Ai não vais não. Vou eu. Se ela me mandar embora é que vais tu.- Mamoru avança decidido, deixando os quatro pasmados a olhar para ele.
- Posso-me sentar Odango?- Pergunta e senta-se imediatamente ao lado dela, sem esperar pela resposta.
- Já o fizeste Chiba. O que queres?
- Saber o que se passa contigo, claro. Nem nos falaste. Nem me falaste ou me deixaste falar. Além disso esta manhã pareceu-me que estavas a chorar.
Usagi lembra-se de quando chocou com o caixote do lixo. Sim, vieram-lhe lágrimas aos olhos, mas foi quando ela ja se estava a ir embora, como pode ter ele visto?
- Eu a chorar? De quê, de ir contra o caixote do lixo? Andas a ver coisas Chiba. E desde quando tenho que te falar? Vim logo para aqui para não ter que falar contigo, aliás. Pensei que o Motoki viria e aí sim iria falar-lhe. Parece que estava errada.
- Então é assim? Detestas assim tanto a minha presença? Preocupo-me eu contigo por ver que estás em baixo e tu tratas-me assim. Até mais ver Odango..
Mamoru sai do salão de jogos, deixando, novamente, todos estupfactos. Nem parecia dele. Ninguém além de Usagi tinha visto o brilho de seus olhos. Um brilho idêntico ao que ele tinha visto nos olhos dela nessa mesma manhã. Um brilho da lágrimas contidas. Ela só não percebia o porquê delas, tal como não percebia o porquê das suas.
sarrah minha querida (olha para mim a dar graxa), vais por o proximo mais logo,nao vais?
é q tá tao lindo...
fiquei ansiosa por saber o que vai acontecer a seguir
por favorrrrrrrrrrrrrrrrrrr
é q tá tao lindo...
fiquei ansiosa por saber o que vai acontecer a seguir
por favorrrrrrrrrrrrrrrrrrr

Chegou finalmente---> Viagem ao futuro:Capitulo 1
Forum Evangelion
http://evangelion-pt.ativoforum.com/portal.htm
Tens de entrar para responderes neste tópico.








akele mamoro chiba -_-''
.o:


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