A Lua e a Terra
Capítulo 5- Dúvidas e água salgada.
Mamoru saiu do acrobe, entrou no seu carro e conduziu até casa. Falou ao porteiro, subiu no elevador e finalmente entou em casa. Bateu com a porta de entrada e com a de seu quarto. Um quarto frio e vazio. O único toque de calor naquele quarto era uma simples rosa vermelha. Caída no chão, como que atirada e esquecida, mas viva. Eternamente viva.
- Mas porque raio é que eu reagi assim. Não devo estar nos meus dias. Mas... ouvir a Usagi falar assim comigo, tão dura e fria, tão vazia de emoções... tal e qual este quarto, esta casa, a minha vida. Ficar chateado por ela me falar assim é uma coisa, agora chorar por causa disso? Devo estar a enlouquecer.
Ele levanta-se e vai para a cozinha, onde bebe um copo de água. Essa água estava a ficar salgada, pelo que teve que pegar outra. Mas o mesmo aconteceu.
- Mas porque é que estou a chorar?
Enquanto isso, no Crown Usagi pensava:
- Mas o que se terá passado com o Mamoru... ele estaria mesmo a chorar? Né, eu já estava era a ver coisas. É que só pode! E se eu fosse lá a casa ver como ele está? Parva Usagi, nem sabes onde ele mora nem te dás bem com ele. Que grande, enorme, imensa estupidez!
-Usagi...
-Usagi...
-USAGI!- Gritavam Mina, Mako, Ami e Rei.
- Meninas, estavam a falar? Quando chegaste Rei?- Diz Usagi ainda perdida em pensamentos.
- Agora mesmo... Usagi, onde vais?
- Tenho que falar com uma pessoa, até logo!- E dirige-se para Motoki.
- Maninho... tenho um estranho pedido para te fazer...
- Queres a morada do Mamoru? Claro, hás de precisar dela de qualquer forma, está aqui- e entraga-lhe um papel.
- Obrigada...
- Mas porque será qeu ele disse que eu iria precisar dela de qualquer das maneiras?- Questionava-se Usagi, já fora do salão.
..........
-É aqui... ainda bem que o porteiro me deixou entrar sem fazer perguntas.
Toc Toc Toc
Mamoru abre a porta e...
- Usagi?
- Sim Mamoru, sou eu... hum... posso entrar ou preferes falar aqui na porta?- Diz Usagi muito vermelha.
- Entra, entra, deixa-me só ir vestir qualquer coisa mais... apropriada.
Enquanto uma vermelhíssima Usagi se sentava no sofá da sala, um não menos vermelho Mamoru entrava no seu quarto. Ele tinha-lhe aberto a porta só de boxers! Mamoru veste uns calções (quase tão curtos como os próprios boxers) e uma T-shirt justa. Ter ou não vestido aquelas roupas ia dar quase ao mesmo. Ele dirige-se à sala e quando lá chega Usagi estava a olhar para a varanda.
Ela ainda não o tinha visto. Ele parou e ficou a observá-la, tão linda, pequena e perfeita. Suas bochechas ainda avermelhadas e com o sol a bater na cara e nos seus cabelos dourados. E aquelas pernas enormes!
De repente Usagi vira-se, estava a sentir-se observada. Olha e vê Mamoru, parado, simplesmente a olhar para ela. Cora novamente e observa-o. Lindo! Um corpo perfeito, o cabelo estava meio despenteado e os seus olhos azuis como o céu da meia noite estavam brilhantes como se a... chorar?
- Mamoru eu...
- Tu não querias ter falado como falaste e eu não queria ter saido como saí. Não interessa agora.
- Porque choras?
- Eu não estava a chorar, muito menos estou. Mas admito que fiquei triste, apenas não sei com o quê.
- Oh Mamo-chan!
Usagi atira-se para os seus braços a chorar. A chorar as lágrimas escondidas. Ele próprio sente que elas são diferentes de todas aquelas que ela ja tinha chorado antes. E sente-se especial. Ela tinha-lhe chamado Mamo-chan? Não interessava, ela não estava bem. Ele abraçou-a com todo o carinho que pôde transmitir naquele momento.
Sabia que tudo teria que voltar ao normal. Assim que ela acabasse chamar-lhe-ia Cabeça de Serradura para ela se ir embora. Chocaria todos os dias contra ela. Depois disso, aconteceria o habitual. Mas neste momento tudo o que queria era abraçá-la.
Deu-lhe um beijo na bochecha, perto da orelha. Não ousava aproximar-se mais que isso da boca dela, mesmo que fosse ao pé do nariz ela poderia achar ofensivo.
- Mamoru... obrigada e desculpa, eu tenho que ir.
- Ok cabeça de serradura, assim ja não me molhas mais o sofá com as tuas lágrimas de crocodilo.
Ela saiu. Com muita mágoa no olhar mas sem lágrimas. Essas só cairam no tapete de entrada. Essas ele não viu. Mas uma lágrima ficou gravada numa rosa. Numa rosa que ele tinha mesmo em cima do tapete de entrada. Numa rosa que nunca murcharia nem deixaria aquela lágrima morrer. Numa rosa que marcaria o seu futuro. Juntos ou separados.
ate eu quase chorei...
mamoru baka
baka baka baka
continua...
ta tao lindo
mamoru baka
baka baka baka
continua...
ta tao lindo

Chegou finalmente---> Viagem ao futuro:Capitulo 1
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Capítulo 6- Mágoa, ciúmes e... um novo amor?
Quando Usagi saiu do prédio de Mamoru já não via. Não via nada, apenas ouvia as ultimas palavras que ele lhe dirigira. E eram mesmo as últimas, nem que ela tivesse de mudar o caminho para ir para a escola e deixar de ir ao Crown.
- Esqueci-me da conversa que ele tinha tido comigo. Isto é, com o Motoki... chorei eu por causa dele. Quer dizer, por causa do que ele me disse, nunca por ele. Eu odeio-o, odeio-o mesmo!
Dizia aquilo já aos berros. Na varanda estava Mamoru a olhar para ela. Uma lágrima escorreu pela sua face. Ela gritava que o odiava, tinha sido a única coisa que tinha ouvido. Ela odiava-o e com razão. Mas também, quem se interessa? Ele também não a considerava propriamente a sua melhor amiga, ela era só uma maneira de passar o dia de forma menos dolorosa.
Mas... ele tinha-a feito chorar. Ela chorara no seu ombro e ele ainda a fizera chorar mais, quando o que ele mais queria era vê-la a rir-se. Ou mesmo com raiva, mas nunca a chorar, pois as lágrimas não combinavam com Usagi Tsukino. Ela era o sorriso.
- Tenho que ir para casa, só não me lembro como chegar lá e não sei como vou ver o caminho...
-Usagi! Usa! Queres boleia?- Um rapaz alto e moreno, de olhos verdes chamava-a. Mamoru reparou e congelou.
- Akira! Sim, obrigada- Usagi pôs o capacete e subiu para a mota do amigo. Antes de partir olhou para cima, viu Mamoru e abraçou-se mais a Akira.
- Segura-te bem!
- Sim, eu não vou cair, és um bom condutor- olhou novamente para cima, ja lá não estava ninguém.
Partiram. Usagi ainda pensou ter ouvido o seu nome a ser gritado por alguém, mas devia ter sido imaginação.
- Juro que mato aquele rapaz de olhos verdes!- Resmunga Mamoru, a entrar novamente no seu prédio.
-Entregue! Sã e salva.- Ria Usagi em frente à porta de sua casa.
-Sim, não fui muito depressa certo? Porque estavas a chorar Usa? Era teu namorado o rapaz na varanda? Chatearam-se?
- Namorado? Nunca, eu odeio-o, as lágrimas eram de raiva. Obrigada por me teres trazido a casa Aki.
- Usa... não queres sair comigo esta noite?
Usagi pensou. O seu primeiro beijo já tinha sido dado ao seu querido Mascarado. Não havia problema nenhum em sair com o Aki. E provaria ao Mamoru que ela não tinha tanta dificuldade assim em arranjar namorado.
- Sim, eu vou. Pegas-me aqui às nove?- Tinha que ser rápida, eram seis e meia.
- Okey Usa, até logo- e deu-lhe um beijo na bochecha, tentou dar perto da orelha mas ela desviou a cara e acabou a dar mais proximo da boca dela. Tinha uma pele tão macia.
Usagi corou e entrou em casa. Dirigiu-se para o quarto após avisar a mãe que ia sair às nove. Pôs água a correr na banheira, deixando encher até acima. Despiu-se e entrou na água quente. Novamente chorou até a água se tornar um pouco mais salgada. Mas continuava sem saber porque chorava.
Quando saiu do banho, olhou para o relógio e...
-Ai, já são 19:20! Tenho que me despachar!
- Quando entrei em casa vi aquela lágrima. Umá solitária, leve e perfeita lágrima numa das minhas rosas, que eu esquecia pela casa. Podia ter sido um erro deixar aquela ali, ela podia ter descoberto. Mas não descobriu e deixou aquela marca.
- Não acredito ainda em quão forte ela foi. Juro que só me apetecia atirar-me pela janela enquanto lhe dizia aquelas palavras. Custou-me tanto, tanto como me está a custar ver neste momento aquela lágrima na minha rosa.
- Não vi uma única lágrima em seus olhos quando ela se levantou e olhou para mim. Apenas mágoa quando lhe disse as tais palavras. Também não vi lágrimas quando ela se levantou, nem quando se virou para fechar a porta. Nem as vi na varanda, quando ela falava com o miudo. Apenas esta. E esta é preciosa agora. Porque foi a única.
Mamoru saiu novamente de casa. Tinha um pressentimento que hoje iria encontrar Usagi novamente e queria ver o que ela iria fazer.
Vagueou durante horas. Eram nove e meia quando a viu pela primeira vez acompanhada. Faltavam 10 minutos para as onze quando...
- Estava a ser tudo tão perfeito. A companhia, tudo! Até que o vi. Vi-o 3 vezes nessa noite. Na primeira ignorei, olhei disfarçadamente para o relógio, era nove e meia. A segunda vez... nunca poderia ter-lhe dito nada, estava muito ocupada por assim dizer. Na terceira... foi já tão perto de minha casa... depois de entrar espreitei pela janelinha da casa de banho e vi-o encostado ao muro.
-Quem é ele? Chiba, Mamoru, claro. O insensível. Não percebi foi o olhar dele. Os seus olhos estavam tristes.
Quando Usagi saiu do prédio de Mamoru já não via. Não via nada, apenas ouvia as ultimas palavras que ele lhe dirigira. E eram mesmo as últimas, nem que ela tivesse de mudar o caminho para ir para a escola e deixar de ir ao Crown.
- Esqueci-me da conversa que ele tinha tido comigo. Isto é, com o Motoki... chorei eu por causa dele. Quer dizer, por causa do que ele me disse, nunca por ele. Eu odeio-o, odeio-o mesmo!
Dizia aquilo já aos berros. Na varanda estava Mamoru a olhar para ela. Uma lágrima escorreu pela sua face. Ela gritava que o odiava, tinha sido a única coisa que tinha ouvido. Ela odiava-o e com razão. Mas também, quem se interessa? Ele também não a considerava propriamente a sua melhor amiga, ela era só uma maneira de passar o dia de forma menos dolorosa.
Mas... ele tinha-a feito chorar. Ela chorara no seu ombro e ele ainda a fizera chorar mais, quando o que ele mais queria era vê-la a rir-se. Ou mesmo com raiva, mas nunca a chorar, pois as lágrimas não combinavam com Usagi Tsukino. Ela era o sorriso.
- Tenho que ir para casa, só não me lembro como chegar lá e não sei como vou ver o caminho...
-Usagi! Usa! Queres boleia?- Um rapaz alto e moreno, de olhos verdes chamava-a. Mamoru reparou e congelou.
- Akira! Sim, obrigada- Usagi pôs o capacete e subiu para a mota do amigo. Antes de partir olhou para cima, viu Mamoru e abraçou-se mais a Akira.
- Segura-te bem!
- Sim, eu não vou cair, és um bom condutor- olhou novamente para cima, ja lá não estava ninguém.
Partiram. Usagi ainda pensou ter ouvido o seu nome a ser gritado por alguém, mas devia ter sido imaginação.
- Juro que mato aquele rapaz de olhos verdes!- Resmunga Mamoru, a entrar novamente no seu prédio.
..........
-Entregue! Sã e salva.- Ria Usagi em frente à porta de sua casa.
-Sim, não fui muito depressa certo? Porque estavas a chorar Usa? Era teu namorado o rapaz na varanda? Chatearam-se?
- Namorado? Nunca, eu odeio-o, as lágrimas eram de raiva. Obrigada por me teres trazido a casa Aki.
- Usa... não queres sair comigo esta noite?
Usagi pensou. O seu primeiro beijo já tinha sido dado ao seu querido Mascarado. Não havia problema nenhum em sair com o Aki. E provaria ao Mamoru que ela não tinha tanta dificuldade assim em arranjar namorado.
- Sim, eu vou. Pegas-me aqui às nove?- Tinha que ser rápida, eram seis e meia.
- Okey Usa, até logo- e deu-lhe um beijo na bochecha, tentou dar perto da orelha mas ela desviou a cara e acabou a dar mais proximo da boca dela. Tinha uma pele tão macia.
Usagi corou e entrou em casa. Dirigiu-se para o quarto após avisar a mãe que ia sair às nove. Pôs água a correr na banheira, deixando encher até acima. Despiu-se e entrou na água quente. Novamente chorou até a água se tornar um pouco mais salgada. Mas continuava sem saber porque chorava.
Quando saiu do banho, olhou para o relógio e...
-Ai, já são 19:20! Tenho que me despachar!
..........Mamoru..........
- Quando entrei em casa vi aquela lágrima. Umá solitária, leve e perfeita lágrima numa das minhas rosas, que eu esquecia pela casa. Podia ter sido um erro deixar aquela ali, ela podia ter descoberto. Mas não descobriu e deixou aquela marca.
- Não acredito ainda em quão forte ela foi. Juro que só me apetecia atirar-me pela janela enquanto lhe dizia aquelas palavras. Custou-me tanto, tanto como me está a custar ver neste momento aquela lágrima na minha rosa.
- Não vi uma única lágrima em seus olhos quando ela se levantou e olhou para mim. Apenas mágoa quando lhe disse as tais palavras. Também não vi lágrimas quando ela se levantou, nem quando se virou para fechar a porta. Nem as vi na varanda, quando ela falava com o miudo. Apenas esta. E esta é preciosa agora. Porque foi a única.
Mamoru saiu novamente de casa. Tinha um pressentimento que hoje iria encontrar Usagi novamente e queria ver o que ela iria fazer.
Vagueou durante horas. Eram nove e meia quando a viu pela primeira vez acompanhada. Faltavam 10 minutos para as onze quando...
..........Usagi..........
- Estava a ser tudo tão perfeito. A companhia, tudo! Até que o vi. Vi-o 3 vezes nessa noite. Na primeira ignorei, olhei disfarçadamente para o relógio, era nove e meia. A segunda vez... nunca poderia ter-lhe dito nada, estava muito ocupada por assim dizer. Na terceira... foi já tão perto de minha casa... depois de entrar espreitei pela janelinha da casa de banho e vi-o encostado ao muro.
-Quem é ele? Chiba, Mamoru, claro. O insensível. Não percebi foi o olhar dele. Os seus olhos estavam tristes.
Tens de entrar para responderes neste tópico.



.o: é o que tenho a dizer!! 




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