Sailor Moon Portugal, A Navegante da Lua

A Lua e a Terra

#661
Olha sarrah... peço desculpa pela demora em comentar mas cá estou eu pra comentar....
O capitulo 32 já o li há 2/3 dias e devo dizer-te foi de todos o que mais gostei!
Gostei de todo ele, da forma como a imagem de Beryl entrou nas mentes das navegantes, do efeito que lhes causou, náusea e dor.
Gostei de teres mostrado uma Usagi mais Confiante e madura, uma líder capaz de enfrentar o perigo que está para vir,e o Mamo-chan... deve ter sido estranho lembrar-se de alguem que lhe fez tanto mal... alguém envolvido na destruição da sua vida e da de Serenidade...
E depois pronto A Minako... Adorei a ideia de a pores como a Deusa do amor, a maneira como entrou no coração da Beryl, e a dor que sentiu ao fazê-lo, Muito original e optimamente descrito!!
Minako demonstrou a sua faceta de guerreira mais experiente, aconselhou a Makoto, deu-lhe a noçõ de que tambem era necessária,
Gostei de cada uma das acções das navegantes, caracterizaste-as não só psicologicamente como explicitaste a sua importância na "missão"
Depois veio o capitulo 33.... não sei como... mas parecia que consegui sentira a dor de Usagi, a ânsia dela por paz,a necessidade que sentiu de se mostrar forte para que Mamoru não sofresse mais.
A sua busca por normalidade foi muito bem captada com esta frase
Não queria ser guerreira, nem princesa, nem pessoa
, conseguíste deixar-me submerso no novelo de emoções que percorreram ambos nos instantes seguintes...
Tive pena dela, pena por se ver obrigada a crescer tão depressa, pena por saber que as lutas não terminariam.
A ausência de palavras surge sempre num momento importante... foi isso que tornou ainda mais palpável o silencio que se abateu sobre eles...
Toda a pena que podia ter adquirido pela Beryl no capitulo anterior esvaiu-se quando ela invadiu a mente de Usagi... Baka de cabelo mal pintado e unhas falsas!
Fiquei muito curioso de saber o que teria atormentado tanto Minako, será algo ligado ao seu passado, terá a ver com a sua vida como Sailor V?
E depois veio a chuva.... e quando dei por ela o capitulo acabopu e eu fiquei na vontade...
Isto não se faz!
me deixa 1 kinder Joy e só dá mais kd puseres mais capitulos!
#662
ai, gosto tanto desta história!!! Surprised.o:

continua, adoro mesmo!!!


PS: kem kiser que visite a minha fic, é maior do que a outra que eu fiz e é um pouco + romélica!
lol, basta ir a fanfics gerais e de seguida a uma chamada "unidos pelo destino, unidos por todos"
espero que gostem!

bjinhus
as minhas fic's:
-Unidos pelo destino, unidos por todos!
-Angelical
Leiam, vale a pena! e nao se eskeçam de comentar! ^^
#663
Oi sarrah


Quando teremos a honra de mais um capítulo?????

____________________________________________

A outra realidade da Sailormoon

Actualizada a 08/07/2008

Lilypie Embarazada Ticker

Espero que tenham gostado deste capítulo. O próximo vais demorar uma pouco porque agora ando em avaliações.
Fico à espera de comentários. Beijinhos para todos!!!!!
#664
Tão tão linda a fic titi *-* espero mais capítulos em breve Wink
#665
Bem, não tinha visto que tinhas postado um novo capitulo... mas posso dizer que está lindo!!!! (como sempre..)

Coitada da Minako.... k prova que ela sofreu.... e agora o que vai acontecer?????? ai eu kero saber!!!
#666
*mim olha para o tópico encolhida*

Aiii, estou a sentir-me tão mal comigo própria!
Recebi aqui comentários que são o sonho de qualquer "escritor" (não estou certa que possa usar esta palavra... adiante) e não vim ainda aqui responder:Embaracoso':

Podia dar meia dúzia de justificações mas considero que agradecer devidamente às vossas palavras tem uma maior importância, portanto, com um pedido de desculpas, vou começar:

Kaoruzinha, disse-te "pessoalmente" no dia em que comentaste que fiquei completamente sem reacção face ao teu comentário. E, mesmo agora, continuo sem saber o que te devo dizer. É impossivel explicar, pelo menos por palavras, a imensa felicidade que o teu comentário me trouxe. Não sei se felicidade será a palavra certa, mas é o melhor que consigo encontrar. E agradeço-te, agradeço-te imenso. Mas parece ser tão pouco.

Não li a colecção que referiste (embora entretanto tenha descoberto o 1º livro na filinha dos livros oferecidos que ainda não tive tempo para ler), mas tenho a sorte de conhecer a sensação de que falas. E saber que eu, com a minha escrita, te causei essa sensação é.... nunca ganhei a lotaria, mas diria que a sensação deve ser idêntica.

Acredita, por mais que gostasse de dizer que sim, não, não sou a Naoko.

Como consegues descrever os sentimentos das personagens de forma tão vívida que ultrapassam o próprio conceito de Usagi, Mamoru, Minako e assim sucessivamente? É incrível, mas é verdade. Tu dotas as personagens de uma componente extremamente real, como se fossem simplesmente... Pessoas. Pessoas com uma missão.


Pondo de parte o quão contente fiquei com estas frases, vou tentar responder. Porque, enquanto escrevo, é nisso que tento transformar as personagens. Pessoas. Pessoas que sentem como eu sinto. O que significa que, se eu não conseguir sentir o que estou a escrever, mais vale apagar. Faz algum sentido?

Não te posso dizer muito em relação ao que disseste sobre a Usagi e Mamoru, Beryl, Minako. Apenas porque não sei o que te dizer. Obrigada? Não me parece correcto, é demasiado vazio. Talvez o mais correcto fosse mesmo um abraço, que é o que me apetece dar-te desde que li o teu comentário pela primeira vez. Mas vivemos longe, por isso não o posso fazer Razz

Talvez te ache presunçosa? Só se fosse maluca! Fico é feliz por sentires o que dizes sentir. E tenho de te agradecer, por pouco que pareça. Obrigada.

Só te deixo passar esse "não disse nada de jeito... desculpa" porque.... porque! Atreve-te a dizer isso mais uma vez e levas com o teclado!

Mas agradeço, mais uma vez, o comentário lindooo e os ovos Kinder, claro Razz


Anokinhas! Não tens de pedir desculpa, mulher! Muito, muito obrigadaVery Happy É verdade, passamos por situações assim muitas vezes durante a vida. E é isso mesmo que quero retratar. Mas não queria que ficasses triste!
Sim, a Usagi é a Usagi no final de contas, acaba sempre por compreender os erros das amigas.

O próximo capítulo virá em breve, espero que corresponda às tuas espectativas.


Petit_sailer, ohhh, muito obrigadaVery Happy Escrevo como se fosse uma profissional? GOD, nem sei o que dizer! Obrigada!Fico muito contente por teres gostado. Brevemente, mais um capítulo virá. E, mais uma vez, obrigada!


_S.E.A_ Very Happy Ahah, conseguir ler seja o que for enquanto tentas perceber os disparates do Taradymion (aka rmmr) é obra!

Aiii, não sei o que te dizer! Cada vez tenho mais dificuldade em responder aos comentários, porque cada vez se torna mais difícil acreditar que eles são mesmo para mim.E agradecer não chega, um simples obrigada não demonstra o imenso significado que as vossas opiniões têm para mim. Embora pareça pouco, obrigada!Very Happy

Deste-me uma das maiores alegrias da minha vida ao dizeres que gostaste do titulo do capitulo! É que os titulos são o meu eterno problema, nunca me consigo decidir por um! Por isso, obrigadaaaaaaa!

No final... não posso responder a essa pergunta:P Por enquanto, por enquanto. Fico mesmo muito contente por saber que gostas deste novo rumo da história.

Não tens de pedir desculpa, ora essa! Obrigada pela caixa de música e pelos Kinder Joys

*mim põe a caixinha a tocar*


Chouzinhaaaaaa!!! A análise que fizeste aos capítulos, assim, tão bem elaborada, deve ter dado tanto trabalho! ObrigadaVery Happy Queria mesmo conseguir responder da mesma forma, mas estou a ficar sem tempo:Embaracoso': Por isso, peço imensa desculpa!

E a revelação por Rei... minha nossa! Surpreesa Very Happy A maldade e a bondade apenas passam por um fiozinho tênue.

Realmente é verdade, e é uma coisa que as pessoas têm tendência a esquecer. Por isso achei importante mostrar o lado mais humano de Beryl. Afinal, todos nós temos desgostos de amor. Ela apenas se decidiu vingar.Razz

Então a história está chegando ao fim... :g11: que penaaaa :g11: , mas como eles, espero por um próximo capítulo, nem que seja pra ler!

Hum.... realmente é verdade, a história está-se a aproximar do fim. Mas ainda há muita coisa por revelar. Talvez o final demore mais tempo do que estás a pensar Very Happy


Chouzinha, muito, muito, muito obrigadaVery Happy Não podes imaginar o quanto este teu comentário me deixou feliz. E peço desculpa, mais uma vez, por não lhe ter dado uma resposta à altura. Mas agradeço-te, do fundo do coração, cada uma das palavras. Obrigada.


rmmr! Oh, não tens de pedir desculpa, ora essa!Agora, vamos lá ver o que te posso dizer. É que, face a um comentário assim, uma pessoa fica sem palavras!
Começando pelo capitulo 32, fico muito contente por saber que foi o que mais gostaste. Very Happy Confesso que estava curiosa pela tua opinião em relação ao capítulo, mais concretamente, às partes referentes à Minako. Portanto, acredita, saber que gostaste deixa-me imensamente feliz!
Passando para o capítulo 33. Fiquei tão contente com o que escreveste! Porque eu queria (fica bem dizer queria? Whatever) mesmo que sentissem o que a Usagi sentiu. Queria tornar os sentimentos suficientemente reais para que essa sensação existisse. Por isso, podes imaginar o sorriso que o que disseste me causou.

Toda a pena que podia ter adquirido pela Beryl no capitulo anterior esvaiu-se quando ela invadiu a mente de Usagi... Baka de cabelo mal pintado e unhas falsas!

Aii homem, o que eu me ri com isto! Epá, a Beryl é a "má da fita", não podia mostrar apenas a faceta boazinha dela Razz
Quanto ao que atormentou a Minako... nada posso revelar Matreiro
Chantagista! Isso é chantagem! Agora só me deixares 1 kinder Joy. Achas justo? Deviam ser pelo menos dois, um por cada capítulo! Razz
Muito obrigada por todas as tuas palavras, rmmr. Muito, muito obrigada.


Oh Lulumoon, fico tão contente por teres gostado Very Happy Obrigada!!! Very Happy


Silva! Olá! Em breve, em breve! Não posso estabelecer uma data, mas penso que não faltará muito tempo. Uns dias, talvez uma semana... não sei. Very Happy


Obrigada, Sofia Very Happy Fico muito contente por gostares. E em breve mais capítulos virão!


Neptuno! Oh, obrigada! Very Happy Aiaiai, não posso responder já a isso Matreiro Mas vais saber brevemente. Não tarda nada está aqui mais um capitulozinho à espera.



Uffa, acabei. Mais uma vez, peço desculpa pela demora. Não voltará a acontecer!
Agora, novidades. Ainda não comecei a escrever o capítulo, embora já esteja a programar os acontecimentos. Mas, durante estes dias e, especialmente, depois do comentário da Chou, comecei a pensar no final que vou dar à fic. Não se assustem, ainda falta um bocado para esse final chegar. Mas, neste momento, acho que já sei, em linhas gerais, como vai ser.

E pronto, vou ver se começo a escrever o capítulo. Muito obrigada a todos e até um dia destes Very Happy

#667
sarrah escreveu:Kaoruzinha, disse-te "pessoalmente" no dia em que comentaste que fiquei completamente sem reacção face ao teu comentário. E, mesmo agora, continuo sem saber o que te devo dizer. É impossivel explicar, pelo menos por palavras, a imensa felicidade que o teu comentário me trouxe. Não sei se felicidade será a palavra certa, mas é o melhor que consigo encontrar. E agradeço-te, agradeço-te imenso. Mas parece ser tão pouco.

Não li a colecção que referiste (embora entretanto tenha descoberto o 1º livro na filinha dos livros oferecidos que ainda não tive tempo para ler), mas tenho a sorte de conhecer a sensação de que falas. E saber que eu, com a minha escrita, te causei essa sensação é.... nunca ganhei a lotaria, mas diria que a sensação deve ser idêntica.

Acredita, por mais que gostasse de dizer que sim, não, não sou a Naoko.

Como consegues descrever os sentimentos das personagens de forma tão vívida que ultrapassam o próprio conceito de Usagi, Mamoru, Minako e assim sucessivamente? É incrível, mas é verdade. Tu dotas as personagens de uma componente extremamente real, como se fossem simplesmente... Pessoas. Pessoas com uma missão.


Pondo de parte o quão contente fiquei com estas frases, vou tentar responder. Porque, enquanto escrevo, é nisso que tento transformar as personagens. Pessoas. Pessoas que sentem como eu sinto. O que significa que, se eu não conseguir sentir o que estou a escrever, mais vale apagar. Faz algum sentido?

Não te posso dizer muito em relação ao que disseste sobre a Usagi e Mamoru, Beryl, Minako. Apenas porque não sei o que te dizer. Obrigada? Não me parece correcto, é demasiado vazio. Talvez o mais correcto fosse mesmo um abraço, que é o que me apetece dar-te desde que li o teu comentário pela primeira vez. Mas vivemos longe, por isso não o posso fazer Razz

Talvez te ache presunçosa? Só se fosse maluca! Fico é feliz por sentires o que dizes sentir. E tenho de te agradecer, por pouco que pareça. Obrigada.

Só te deixo passar esse "não disse nada de jeito... desculpa" porque.... porque! Atreve-te a dizer isso mais uma vez e levas com o teclado!

Mas agradeço, mais uma vez, o comentário lindooo e os ovos Kinder, claro Razz

Não é pouco agradecer, nem é preciso, como sabes, porque só disse a verdade Smile A tua justificação para aquela minha citação só prova que tudo o que eu senti e sinto ao ler esta história é justificado por aquilo que te move, e eu admiro isso, de verdade!

Apesar de vivermos longe, posso sentir essa tua vontade e agradeço muito, e podes contar com uma retribuição minha Smile Agora vou fugir dos teclados voadores e ficar ansiosamente à espera de um novo capítulo! Razz
#668
Sarrah , ontem decidi ler esta fic , pois vi que tinha uma nova mensagem .
Comecei a ler á 12:00 , com lentidão para poder absorver tudo , parei eram 2 e meia , pois os olhos ja me doiam.
Estou perplexa , segui toda a história na minha mente , cada passo, casa sentimento, cada lágrima eu vivia-a. Tens esse poder na escrita ! Descreves também os sentimentos que os proprios leitores os sentem !
Esta fanfic, é das melhores ! Amo!
Muitos parabéns!
#669
Wow..como é que é possível escreveres tão bem?! Estou simplesmente perplexa com a tua fic... Está tao bem estruturada e descreves tão bem o que as personagens sentem... Fazes-nos entrar na tua história e sentir o que elas sentem... Apenas ontem dei conta da fantastica fic que escreves e como vês hoje terminei e estou aqui a comentar..
Nem um dia demorei pa ler coisa que nunca aconteceu com outras fics. Estou simplesmente maravilhada com a forma como escreves e desenvolves a história.

Espero que não leves a mal o facto de não fazer enormes comentários mas não tenho esse hábito e o que digo em poucas palavras é realmente o que sinto e que tento transmitir..

Os meus Parabéns e força...Continua a escrever!!
#670
Saramoon, começo por te agradecer Very Happy Muito obrigada pelas tuas palavras, fico muito contente por te teres sentido assim. Agradeço-te por teres tido a paciência de ler 33 capítulos de um dia para o outro (pessoalmente, acho que eu não era capaz de tal proeza! Razz ) mas, acima de tudo, fico muito feliz por teres gostado. Muitíssimo obrigada Very Happy Espero que continues a ler e a gostar. Vou fazer o meu melhor para que tal aconteça Very Happy (Oh, e desculpa pela demora na resposta.)


Bunny, muito, muito obrigada! Very Happy É sempre bom ganhar uma nova leitora e fico mesmo muito contente por teres gostado da fic. Obrigada por tudo o que escreveste, significou muito. Todos os comentários significam muito, não interessa o tamanho que tenham. Por isso, acredita, não tinha nada para levar a mal. As tuas palavras chegam. Obrigada! Very Happy


E vou tentar começar hoje a escrever o novo capítulo. Tenho andado a adiar pois neste momento não tenho o Office no portátil, e não gosto tanto de escrever neste computador. Manias. Mas vou mesmo ter de o fazer aqui, visto que tão cedo não me arranjam o Office 2007. Já estou a falar demais.
Resumindo: Espero conseguir terminar o capítulo no máximo até domingo

#671
Olha me esta!! agora os escritores devem pensar que já podem ameaçar os fãs!!!! Eu vi, menina Sarrah, eu vi, tu a ameaçares a Kaoru!!!!! ai, ai, ai..... já deve pensar, deve....

e muito bem, olha k domingo, estarei aki a ver se tens o capitulo postado.... bjx
#672
Ahahahahahahahah
Ai neptuno, tu não imaginas, mas não imaginas mesmo o quanto me ri com o que acabaste de escrever!
*sarrah rebola pelo chão*
*sarrah faz uma cara séria*

O quê, a menina pensa que só os leitores é que podem fazer ameaças? Nã nã nã!! Quando os leitores dizem asneiras, os escritores também podem ameaçar! Ai ai ai

*sarrah não aguenta e desata novamente a rir*

Vá, vou ver se domingo tens mesmo um capítulo para ler.... para eu não ser ameaçada xD

#674
Ups, fui apanhada :Embaracoso':
Pois é, estou atrasada no que diz respeito ao capítulo (uma semana e um dia não é nada... ahm... não é?)
Tenho andado a tentar escrever mas não gosto do que escrevo... e apago... e começo do início...
O capítulo virá assim que possível. Peço imensa desculpa pela demora.

#675
Uma semana e um dia é pouco????????????????? Sarrah, põe-te a escrver senão levas com as facas e com toda a artilharia recentmnte adquirida!!!!!!
#676
Venho num pulinho rápido dizer que o capítulo já está pronto (falta-lhe o título xD). Vou só pedir a opinião dos meus "revisores", corrigir umas coisinhas e, daqui a pouco, venho postar. Peço desculpa pela demora.

#678
E prontoooo, está oficialmente terminado o capítulo 34. Mais uma vez, cresceu em tamanho xD Tinha que postar hoje, pois terça-feira vou para o Alentejo. Não sei se gosto do capítulo todo, mas fiquei muito contente com o final. Espero mesmo que gostem.Já sabem, se gostarem, digam, se não gostarem... digam também.
Sem mais demoras, aqui fica o capítulo.



Capítulo 34- Respirar





Passos incertos, agitados, quase receosos ecoavam nas paredes negras e invisíveis de uma sala que parecia não o ser. Uma névoa esbranquiçada cobria o ar em toda a sua extensão e, embora parecendo emanar uma qualquer luz sobrenatural, não iluminava em nada aquele espaço escuro. Ali, os sons tomavam uma dimensão assustadora, o mais frágil dos ruídos assemelhando-se ao ribombar de um trovão.

Parecia estar frio. Talvez fosse apenas a natureza tenebrosa do lugar a causadora do constante arrepio gelado que percorria a espinha. Podia ser a sensação de perigo iminente a provocar aquele gelo interior.


E os passos continuavam. Hesitantes.


Porque é que não havia uma luz? Porque não um objecto, um sinal a apontar a direcção a seguir? Naquele momento, até esbarrar contra uma parede parecia convidativo. Assim, o lugar passaria a ter limites, perderia aquela aura de imaterialidade. Haveria algo de palpável além do chão por baixo dos passos?

Continuar em frente. Por mais relativo que isso fosse. Continuar em frente. Um pé após o outro. Era a única opção, a única maneira de avançar, de manter a sanidade.


Pé direito, pé esquerdo.


Agora repetir.


Os sons tornavam-se cada vez mais altos. A respiração envolvia-se com os passos, criando uma sinfonia característica de um filme de terror. Mas tinha de permanecer a andar, assim como tinha de continuar a respirar.

Aos poucos, o som da respiração foi-se sobrepondo ao atroar da caminhada. Inalações curtas, ofegantes, irregulares. Assustadas. Como se o oxigénio não fosse o suficiente ou o medo estivesse a aumentar.

Seria mesmo a única pessoa naquele lugar? Os passos podiam não ser só seus, o eco que provocavam extendiam-se durante o que pareciam ser horas. Era impossível dizer se era uma pessoa ou centenas a provocar aquele som. As inspirações nada provavam, também. Estaria só?

Sentia-se só. Isso dizia tudo. Por mais seres que habitassem aquela área indefinida. Por mais olhos que espiassem os seus passos. Não interessavam. Eram inimigos. Eram todos inimigos.


Tinha que manter a mente focada num objectivo. Encontrar uma saída. Localizar os amigos. E lutar.


Sim, a luta era inevitável. Sentia-o, no mais fundo do seu ser. Um a um, todos iam lutar.


E todos iam perecer.


A menos que ela o pudesse evitar


Ia impedir a morte daqueles que amava. Com ou sem ajuda, com ou sem defesas. Talvez mesmo abdicando da sua vida, do seu futuro. Mas derrotaria Beryl. Permanentemente.

Se tinha tantas certezas, porque é que a sua respiração não estabilizava? Raios! Quando o medo era a último sentimento que queria demonstrar, era traida pelos seus pulmões incapazes! Qualquer pessoa que a ouvisse pensaria que estava ali uma rapariguinha com medo do desconhecido e não uma super-heroína a tentar salvar o mundo.


Analisando a realidade: Ela era, efectivamente, uma rapariguinha assustada.


Mas tinha que salvar o mundo. Não pedira nada, não escolhera o seu fado. Limitara-se, apenas, a fazer o que lhe diziam, a lutar pelo que lhe parecia ser correcto.

Como conseguiria, desta vez, ali, na escuridão, discernir a coisa certa a fazer?


Tinha a vida de todas as pessoas do mundo nas mãos. Sabia-o.


E nos seus dedos, só pesavam as vidas de cinco. Apenas essas interessavam. Mais ninguém.


Seria errado pensar assim? Sentir-se assim? Afinal, não estava a desejar a morte a ninguém. Não estava a suplicar pela própria vida. A única coisa que queria, que pedia, que precisava para lutar até ao último fôlego era uma certeza. Apenas tinha de saber que aqueles que mais amava viveriam. Seriam felizes.


Seria isso errado?


Tornar-se-ia um monstro por ter tais pensamentos? Igual a Beryl?


Estava a divagar. A sua mente afastava-se, cada vez mais, do objectivo principal. Que objectivo era esse?


Respira, Usagi. Respira. Acalma-te.


Continuava a andar. Possivelmente, nunca estivera parada. Embora a sua mente estivesse toldada por pensamentos distantes, o seu corpo registara a extrema necessidade de movimento. Talvez estivesse mais próxima da meta.


Fosse ela qual fosse.


Parou por um momento, não mais do que um segundo. Apenas para se concentrar nas coisas certas. O eco resultante da sua caminhada continuava a fazer-se ouvir. Mas a respiração estava mais regular.


Óptimo.


Agora sim, ia começar o jogo.


Continuou a estranha jornada, guiada apenas pelos instintos. Como companheiros, restavam-lhe apenas as brumas que lhe impediam a visão e o chão negro que suportava os seus passos.


Então, algo mudou.


Sentiu o ar tornar-se mais leve, não que antes tivesse notado o seu peso.


A sala ficou, gradualmente, mais escura.


Restavam apenas farrapos de névoa e uma fraca imitação do eco que anteriormente lhe entupia os ouvidos. O chão parecia inclinar-se, obrigando-a a alterar o ritmo da passada.


A escuridão condensava-se. Mais e mais.


Estendeu os braços. As pontas dos seus dedos roçaram, muito levemente, em algo sólido.


Tinha vencido a primeira etapa.


Avançou mais um passo.


As palmas das suas mãos aderiram à superfície lisa, percorrendo toda a sua extensão.


Por um instante, o pânico invadiu-a. Era uma simples parede. Sem fendas, fechaduras ou falhas. Apenas uma parede, negra e lisa, que marcava o início da derrota.

Continuou à procura de algo. Uma maçaneta, uma frincha, uma elevação. Algum vestígio de um caminho para além daquela parede. Algum modo de prosseguir.


Foi necessário desistir para encontrar a resposta.


Após o que pareceram séculos de procura, a sua busca desenfreada cessou. Usagi deixou-se cair, impotente, no pavimento gelado. Abraçou as pernas, repousando a cabeça na parede onde nada havia. Encostou as costas à superfície gélida, combatendo as lágrimas que ameaçavam tombar. Mesmo que tudo tivesse acabado, não iria mostrar-se fraca.


Foi então que a parede se moveu, quase imperceptivelmente.


Usagi levantou-se, sobressaltada. Era tão óbvio.


Tinha tentado tudo. Menos empurrar.


E ainda se queixava ela quando lhe chamavam Cabeça de Serradura!


Agora, só restava saber o que iria encontrar por detrás daquela parede. Amigo ou inimigo? Luz ou escuridão? Vida ou morte?

Com o coração a bater desenfreadamente, empurrou a parede.


Uma vez.


Outra.


E outra.


Uma luz intensa invadiu a sala, escoando pela esguia abertura que tinha acabado de nascer. Mas Usagi não olhou para trás, não observou a imensidão da sala de onde tentava, tão desesperadamente, sair. Não reparou que o tecto se elevava muito além do alcance da vista, nem que as paredes, escuras como breu, se distanciavam uma da outra como os pólos Norte e Sul. Não presenciou a subtil transformação que a névoa sofreu, passando de um branco difuso para um cinza condensado, de um brilho invulgar para uma opacidade assustadora.


Não viu os olhos que observavam cada um dos seus passos.


Apenas empurrou. Uma e outra vez, usando toda a força que conservava dentro de si. Colocando todo o seu corpo, toda a sua mente, todas as suas reservas, naquele simples acto. Simplesmente. Empurrou.

Até que a abertura se tornou vasta o suficiente para que o seu corpo transpusesse o obstáculo. Então, avançou na direcção da luz. Ficou momentaneamente cega, encadeada pela estonteante claridade. Piscou os olhos, tentando afastar as estranhas e vagas formas, criadas pela súbita mudança de ambiente. Quando finalmente a sua vista retornou ao estado normal, pôde contemplar a nova visão que se abria à sua frente.


E viu luz.


Se a sala anterior parecia ser composta por trevas, esta nova divisão era formada por luz.

Uma luz brilhante, pura, límpida e cristalina, constituída por feixes luzidios que criavam teias resplandescentes, portadoras de uma beleza deslumbrante. Ainda assim, tornava-se difícil manter os olhos abertos, face à alvura do local.

Usagi encontrava-se ainda parada, no singelo vácuo entre os dois compartimentos. A luz atraía-a, fascinava-a, seduzia-a. Mas era portadora de vários riscos. Riscos esses que podiam ser demasiado definitivos. Fatais.


Tinha de seguir em frente. Certo?


Mas que outra opção tinha? Voltar para trás? Fugir? Não era viável. Aquele era o único caminho exequível. A única possibilidade que restava. Avançar.


Uma questão teimava em toldar-lhe o espírito.


Conseguiria a luz suportar o seu peso?


Afinal, não passavam de raios de luminusidade, completamente imateriais. Se Usagi desse um passo em frente poderia, muito bem cair, cair num vazio sem fim. Poderia estar a dar um passo para a morte.

Mesmo assim, avançou, de olhos fechados. Deu alguns passos, ainda com as pálpebras firmemente cerradas. Sentia-se a flutuar no ar e não a caminhar sobre ele. Achou que era seguro abrir os olhos.


E o mundo ficou negro.


#679


Usagi caía.


Afundava-se, cada vez mais, no interior da própria mente, onde era seguro.

Mas aquela última imagem, aquele derradeiro vislumbre da realidade impedia-a de alcançar a total inconsciência.


Vira a luz transformar-se em fogo.


Vira um rosto, tão estranhamente familiar, embora há muito esquecido.


E vira o arco-íris. Quão deslocado parecera, no meio do Inferno. Como o último riacho corrente, numa planície gelada. Um suspiro de felicidade. Fora a última coisa que vira antes da dor. Antes da queda. Antes da noite eterna.


Seria isto a morte?


A queda tinha findado. Todos os escudos, todas as defesas que o seu subconsciente tinha criado sucumbiram à dor. Se a dor era real ou uma mórbida criação da sua mente, desconhecia. Apenas queria que parasse. Afinal, estava morta. E a morte, supostamente, era indolor.

Ainda não devia estar mesmo morta. Já não escutava o ruído do coração, nem o ar a invadir os pulmões. Aquela devia ser a última estância, a última sensação real antes do desfecho. Conseguia tolerar a dor. Era apenas física.

- Princesa.

Oh, doce injustiça. Estava a delirar. Não podia, simplesmente, extinguir-se? Tinha que passar pela provação de ouvir aquela voz uma última vez? Não bastava a dor física? Não era o suficiente?

- Princesa, acorda.

Tinha de saber que não o voltaria a ver? Que não o voltaria a ouvir? Que ele nunca lhe diria... nunca...

- Princesa!


Já não era a mesma voz...


- Acorda Princesinha de um raio! Não tenho a vida toda! Acorda!

Não conhecia realmente aquela nova fala. Não era melodiosa e quente como a anterior. Não era querida e amada. Era uma voz rude, irritada, raivosa e, acima de tudo, impaciente. Mas não era totalmente desconhecida. Tinha o quê de uma memória que tentamos esquecer.


Além disso, esta era uma voz feminina.


Ouviu um som diferente, distante, mas próximo. E a sua face ardeu, com a súbita dor. Levou as mãos ao rosto, num gesto involuntário, para cobrir a área dorida.


Portanto, não estava morta. Os mortos não se movem.


Forçou as pálpebras a abrir, os olhos a focar. Estava ainda no mesmo local, mas as luzes estavam apagadas. Apagadas? Devia ser impossível apagar as luzes numa sala feita de luz. Mas era isso que parecia ter acontecido.

Não que não houvesse luz. Apenas parecia... congelada, talvez. Não era tão brilhante, era como se algo a estivesse a filtrar. Apagada seria mesmo a palavra certa.


Excelente, Usagi. Enlouqueceste de vez.


Tinha ainda a cara entre as mãos. A dor na bochecha esquerda subsistia. Agora entendia o que a causara. Tinha levado um estalo. Au.

Então lembrou-se da voz que a tentara acordar. Voltou-se. Ali, a dois ou três passos de distância, estava o ser contra o qual viera lutar. Beryl.

Foi invadida por uma raiva cega. Uma repentina vontade de atacar. De fazer Beryl sofrer, tal como ela tinha sofrido quando descobrira a verdade. Quando soubera que aquela mulher tinha morto o seu povo. Que lhe tinha roubado a oportunidade de ser feliz.


Pois bem. Desta vez não seria assim.


Atacou. Qual animal selvagem, num salto, tentou derrubar a figura abominada. Apenas caiu, em direcção à luz que se abriu, num clarão imenso, no momento em que a tocou. As mãos e as pernas nuas foram sujeitas ao contacto fantasma.


Queimava.


Não era suposto queimar.


Gritou. Mais devido ao choque do que à dor. Naquele momento, todos os sentimentos contraditórios dentro de si bloqueavam a dor que, certamente, acompanhava a sensação de queimadura. E mesmo essa não passava disso, uma sensação.


Levantou-se, com a fúria a desfigurar-lhe as feições. Atacou novamente.


Embateu, de novo, em fogo sólido. Desta vez, sentiu tanto a força do embate como o calor abrasador que a percorreu. Notou as lágrimas que ameaçavam rebentar do peito, mas engoliu-as terminantemente. Levantou-se, observando as mãos e pernas, agora de um vermelho-vivo. O seu olhar regressou a Beryl.

Esta ria-se. Um riso gracioso, triunfante, vitorioso. Os seus olhos brilhavam ao ver a pele queimada da heroína.

- Foi divertido, Princesa. Agora, vais-me deixar falar ou vais continuar a tentar morrer uma morte lenta e dolorosa? Sabes que cada vez que tocares no chão, a temperatura vai aumentar, não sabes?


Usagi nada disse. Apenas avançou. Caiu. Gritou.


- A sério, Princesinha, por mais divertido que seja ver-te sofrer, devias parar de te mutilar. Ou o teu sentimento de culpa é tão grande que, como forma de te redimires, achaste por bem destruir-te a ti própria? Se assim é, vai em frente. Não é tão agradável como o final que te tinha destinado, mas continua a ser bastante satisfatório.

As palavras pareceram começar a fazer sentido na mente de Usagi. A sua expressão de raiva foi, gradualmente, sustituída por uma de confusão. O que é que aquela mentecapta queria dizer com aquilo?

- Como assim... redimir-me? Que sentimento de culpa?

Beryl olhou para Usagi, verdadeiramente surpreendida. Seria possível que, nesta encarnação, a princesa fosse ainda mais fraca de espírito do que na vida anterior?

- Não é óbvio? Há uma vida atrás, roubaste-me o homem que amava e ainda te bamboleaste desse facto, bem à frente dos meus olhos. Alguma parte de ti deve sentir remorsos, não?


Usagi não respondeu.


Observaram-se durante uns momentos. Avaliando-se mutuamente. A tensão no ar era cada vez mais perceptível. Usagi moveu-se, ligeiramente. Foi quanto bastou para Beryl retornar a rir.

- Ias tentar atacar-me outra vez, não ias? Trevas, és mesmo burra. Ainda não percebeste que eu não estou mesmo aqui? Achavas mesmo que ia ser tão fácil? Eu vinha ter contigo, lutavas, vencias. Ou talvez pensasses que ias perder e, por isso, querias que o confronto fosse prematuro. Ainda estavas a ponderar implorar pela tua vida, não? Pelas vidas dos teus amigos, mais provavelmente. Acertei? Não precisas de dizer nada, vê-se tudo nos teus olhos. Esses teus malditos olhos azuis. Posso dar-te boas notícias... ou más, depende do teu ponto de vista. Não vais morrer já.

- Então porque é que estás aqui?

- Estou aqui para te avisar, Princesa. Vamos antes dizer... para te dar a conhecer um vislumbre do teu futuro. Não que ele seja muito longo. Quando eu desaparecer, esta sala também deixará de existir. Serás transportada para um corredor, onde serás confrontada com uma escolha. Ouve bem, estou a ser simpática. Quanto melhor me ouvires, mais tempo ganhas. Vais ver as tuas amigas morrer, uma a uma, sem poderes intervir. Por fim, ou talvez no início, ainda não me decidi, vais ver o Endymion uma última vez.

- As Navegantes ainda estão vivas? E o Mascarado também?

- Sim, não ouviste nada do que te disse? Vais vê-lo uma última vez, encara-o como um favor da minha parte. Qualquer coisa como a concretização do teu último desejo. Claro que nunca saberás se é realmente ele ou apenas uma ilusão. Não te vais poder aproximar. Não lhe vais poder tocar ou mesmo falar com ele. Começa a mentalizar-te. Ele nunca te dirá que te ama.


O ar saiu dos pulmões de Usagi com tanta rapidez e facilidade como o sangue lhe abandonou o rosto. Ela tinha imaginado aquelas palavras. Eram todas fruto da sua imaginação demente. Beryl não podia saber. Não era possível.


O ar que tão facilmente tinha saído, recusava-se a voltar a entrar nos pulmões.


- Olha para ti, prestes a desfalecer por algo tão insignificante. Era assim tão importante para ti? Ele dizer que te amava? Não ama, Princesa. Nunca amou. Por isso é que não o disse, naquele momento. Por isso é que tu não o deixaste dizer-to, apenas minutos depois. Inconscientemente, tu sempre soubeste. Sim, talvez ele te tenha amado no passado. Mas agora? Agora não passa de uma obrigação, de um espectro do sentimento.


Não havia ar.


Mamoru não a amava.


Não conseguia respirar.


- Vais vê-lo subjugar-se a mim. E, por fim, vais lutar. Vais morrer a tentar salvar a Terra. Vais morrer, com a dor da morte das tuas amigas e do homem que amas a estilhaçar-te o coração. Vais morrer partida. Fragmentada. Quebrada. Completamente inútil. Mas vais lutar até não haver réstia de vida dentro de ti. E eu vou apreciar cada instante.


Lutava silenciosamente por oxigénio. Os pulmões permaneciam fechados.


- Vais morrer completamente destruída.


A visão começão a ficar enublada.


Ar.


- Vais morrer vazia. Completa e totalmente vazia.


As formas começavam a esbater-se.


Precisava de oxigénio.


- Vais morrer como eu vivo.


Beryl e a sala desapareceram.


Precisava respirar.


Os pulmões recusaram-se a abrir.


Usagi desmaiou para a inconsciência.


#680
Estou muda..... não sei o qu dizer.... tua escrita está sublime... fico encantada com ela...
e coitada da Usagi..... isto não pode ficar assim..... ela tem que acrditar que o Mamoru a ama!!! Ela sabe disso!! porque é que ela está a acreditar na Beryl???

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