A Lua e a Terra
*mim entra, lê os comentários e fica com lagriminha no canto do olho*
.o:
Muito, muito obrigada! Não imaginam o quanto a vossa compreensão é importante para mim.
Aos poucos, dá para ir organizando as ideias. E lá vai dando para escrever. Vou fazer os possiveis para ser rápida a escrever.
*mim limpa a lagrimazinha e sai com um grande sorriso*
.o: Muito, muito obrigada! Não imaginam o quanto a vossa compreensão é importante para mim.
Aos poucos, dá para ir organizando as ideias. E lá vai dando para escrever. Vou fazer os possiveis para ser rápida a escrever.
*mim limpa a lagrimazinha e sai com um grande sorriso*
Oh!!
.o: Eu estou a gstar tanto da tua fic! Ta mesmo mto Gira! Eu comecei agora a escrever a minha 1 fic e estou aki as aranhas, mas ha ha de ser nada! :
': Gstei mesmo mto! Continua 
.o: Eu estou a gstar tanto da tua fic! Ta mesmo mto Gira! Eu comecei agora a escrever a minha 1 fic e estou aki as aranhas, mas ha ha de ser nada! :
': Gstei mesmo mto! Continua 
**KitTty** Apenas Um SoNhO - FanFic Capitulo IX - Parte I ja postado a 16/08/2009
Kittty, muito obrigada
Fico muito contente por estares a gostar
Quanto à tua fic, claro que não há de ser nada, aliás, vai ser um grande sucesso, vais ver 
Novamente, mensagem para os leitores:
O capítulo não passa de amanhã! Saio do exame de matemática e venho para casa escrever. Ai de quem me tentar impedir!
Portanto, vão passando por aqui. Entre o final da tarde e o início da noite, o capítulo 33 estará pronto.
Até dizia qual é o titulo mas já sabem que esse é o meu eterno problema
Até amanhã
Fico muito contente por estares a gostar
Quanto à tua fic, claro que não há de ser nada, aliás, vai ser um grande sucesso, vais ver 
Novamente, mensagem para os leitores:
O capítulo não passa de amanhã! Saio do exame de matemática e venho para casa escrever. Ai de quem me tentar impedir!
Portanto, vão passando por aqui. Entre o final da tarde e o início da noite, o capítulo 33 estará pronto.
Até dizia qual é o titulo mas já sabem que esse é o meu eterno problema
Até amanhã
uuuuuh! capitulo novo hoje
ansiosamente a espera
(segredos nossos:
sabes, ninguem comentou o meu ult capitulo
)
ansiosamente a espera
(segredos nossos:
sabes, ninguem comentou o meu ult capitulo
)
http://sm-portugal.coolbb.net/fanfics-f13/princesa-azul-da-lua-t2071.htm
"O Fim da Trindade"
Minako e Apolo
Makoto e Cupido
Selene e Poseidon
e agora?
gostamos todos mto de ti, portanto nao correr perigo
e gosto imeeeeeeeeensiiiissssiiissisisisisisimo da tua fic, portanto espero mais um dia
e gosto imeeeeeeeeensiiiissssiiissisisisisisimo da tua fic, portanto espero mais um dia

http://sm-portugal.coolbb.net/fanfics-f13/princesa-azul-da-lua-t2071.htm
"O Fim da Trindade"
Minako e Apolo
Makoto e Cupido
Selene e Poseidon
e agora?
Finalmente consegui! Acabei! Está grandito. Andam a crescer os capítulos. Sem mais demoras, aqui fica. Espero que gostem. Fico à espera das vossas opiniões. Eu, sinceramente, já não sei qual é a minha...
Capítulo 33- Tempo
Nada parecia ter mudado, aos olhos do mundo. Tudo aparentava permanecer idêntico ao que devia estar. Cada pessoa continuava a viver, a saborear a pálida existência em que habitava. Com a mente vazia, com os sonhos esquecidos. Ignorando que algo estava prestes a acontecer.
Seis pessoas sabiam que tudo estava diferente. Que algo ia mudar. E quatro procuravam respostas.
As outras duas apenas esperavam.
A qualquer pessoa que passasse na rua, o casal que permanecia sentado nas escadas do templo, passaria despercebido. Duas figuras, casualmente encostadas, a observarem a circulação nas ruas movimentadas. Não eram os primeiros a fazê-lo, não seriam os últimos. Mas algo não batia certo naquele quadro.
Ninguém deitava, nem um primeiro, nem um segundo olhar àquele casal. Porque ninguém passava na rua. Porque não se ouvia um som. Porque tudo estava deserto.
E era isso que demonstrava que algo iria acontecer. E foi assim que Usagi soube que o tempo se estava a esgotar.
Mas nada disse.
Permitiu a si própria mais um momento de paz. Como ser humano, cedeu à pressão do egoísmo.
Só mais um instante.
Por favor.
Olhou para o homem a seu lado. Sorriu, admirando a expressão que permanecia naquele rosto, seu conhecido. Mamoru tinha os olhos fechados, parecendo, quase, dormir. Não fosse a respiração desregulada, ela apostaria nisso mesmo. Mas não. Apenas estava perdido em pensamentos.
E, pensava Usagi, porque não deixá-lo permanecer livre, a pensar, apenas mais um pouco?
Custava tanto ser forte. Aparentar estar calma, ter um plano, saber o que fazer. Mas sentir-se perdida, por dentro. Tudo por um bem maior. Para transmitir confiança às navegantes. E para tentar convencer-se de que estava a agir correctamente.
E não apenas por raiva.
Ódio.
Ou vingança.
Assim, deixou-se relaxar. Descansar um pouco. Apenas alguns segundos. Sentia que estava acordada há tanto tempo. Não queria ser guerreira, nem princesa, nem pessoa. Apenas queria descansar. Mas tinha medo, tanto medo. Nunca se sabe o que acontece quando fechamos os olhos. A brisa pode mudar e, com ela, o mundo.
Os olhos de Mamoru abriram-se quando a pressão que Usagi exercia no seu ombro desapareceu. Incomodado pela falta daquele calor tão natural, obrigou-se a olhar para o lado. E o que viu assustou-o.
Usagi permanecia a seu lado, sentada nos degraus do templo. Tinha os cotovelos apoiados nos joelhos e, de olhos fechados, massajava as têmporas. Uma ruga de preocupação marcava-lhe a testa. Parecia tão pequena e tão frágil. Como se a mais leve brisa a pudesse arrastar para longe. Mas mostrava-se forte face à situação em que se encontravam. Demonstrava um conhecimento que os ultrapassava, uma determinação que os incentivava a prosseguir. Mas era ainda tão inocente.
Mamoru temia por ela. Temia que toda aquela informação fosse demais. Temia que o ódio e a raiva lhe toldassem o discernimento. Temia que as saudades lhe ferissem, bem fundo, o coração. E que os sentimentos impedissem a clareza dos pensamentos, quando a situação fosse crítica.
Ele temia porque a amava.
E era vendo-a ali, com a cabeça entre as mãos, que percebia que ela não era tão forte como se mostrava. Via que ela era, no fundo, ainda uma criança. Talvez não uma criança, mas uma jovem mulher que ainda está a dar os primeiros passos numa vida diferente. Uma mulher que precisa de um guia, de alguém que a abrace e lhe diga que está tudo bem, que vai correr tudo bem.
Sentindo-se observada, Usagi abandonou a posição em que se encontrava. Não poderia demonstrar fraqueza, a vida de todos dependia disso. Mas estava tão cansada.
Pelo canto do olho, viu que Mamoru a observava, preocupado. Sorriu ligeramente. Há coisas que não mudam, por mais milénios que passem. E Mamoru estava destinado a preocupar-se sempre com ela. A ser o seu guardião quando todas as armas tinham falhado. E era aí que começavam todas as dúvidas.
- A noite está calma.
A voz dele surpreendeu-a. Parecia desafiar todos os problemas.
Usagi sentiu que o tempo se escoava cada vez mais depressa.
- Sim. Está. É isso que me preocupa.
Já não podia voltar atrás. Tinha-lhe dito que algo não estava certo. Não que ele não o soubesse. Mas por vezes, pronunciar as coisas apenas apressa os acontecimentos.
- Usako, não sabemos o que vai acontecer a seguir. Não sabemos como vai ser o dia de amanhã. Mas não nos podemos preocupar tanto assim. Não podemos sofrer por antecipação.
O silêncio voltou a reinar entre os dois. Um silêncio confortável, que embala o corpo e a mente numa carícia suave. Que, ajudado pelo vento, esbate as preocupações, tornando os problemas mais suportáveis.
Usagi sentia ainda o peso do cansaço em cada pequeno movimento que efectuava. Inspirar. Expirar. Estava tão exausta. Pestanejar. Afastar os cabelos do rosto. Inspirar outra vez. Expirar. Custava tanto. Permanecer acordada parecia um esforço demasiado grande. Um fardo demasiado pesado para aguentar.
Sem aviso prévio, um corpo encostou-se ao seu. Uns braços fortes rodearam-lhe a cintura, forçando-a a levantar-se. Um calor intenso invadiu-a, e ela estava tão bem ali. Tão segura. Envolveu o pescoço da pessoa que a abraçava, apenas para permanecer, mais um pouco, escudada do mundo. Poderia ela descansar?
O aperto tornou-se mais forte, mais necessário, tão essencial como o ar. Os braços que a envolviam apertaram-lhe mais a cintura, colocando os dois corpos ainda mais próximos. Suscitando uma sensação de segurança tão forte, que criava uma doce ilusão de que nada no mundo a poderia magoar, nada a conseguiria atingir. E, tão subitamente como tinha começado, aquele calor começou a afastar-se.
Não, ainda não, por favor.
Só mais um pouco. Mais um segundo.
Não me soltes já. Ainda não estou pronta.
Mamoru, não te afastes.
Mas ele afastou-se, o abraço foi quebrado. O vento frio fustigou a pele, agora exposta aos elementos.
A segurança esvaiu-se como uma nota de música.
Ao distanciar-se de Usagi, Mamoru teve a sensação de estar a perder alguma coisa. Por isso, permaneceu a menos de um passo de distância. Por isso, não desviou o olhar do rosto da rapariga, esperando que os olhos dela encontrassem o caminho para os seus. Por isso, as suas mãos procuraram as delas, por isso os dedos dos dois se entrelaçaram, por isso o bater dos dois corações se confundiu no meio do silêncio omnisciente, que guardava todos os significados ocultos, escritos naqueles gestos.
E quando, ao fim de um curto espaço de tempo que, para ele, teve a duração de uma vida, os olhos dela finalmente se abriram , quando se encontraram, por fim, com os de dele, todas as emoções escondidas dentro de Usagi foram reveladas. Apenas por um olhar. Único e singular.
Foi aí que ele percebeu. Foi, quando os olhares se encontraram, que o conhecimento desabou como uma avalanche, roubando todo o ar dos pulmões. Mamoru entendeu, com medo a marcar-lhe as faces, que tinha desencadeado tudo. Apenas por ter quebrado o abraço. Entendeu que, quando soltara Usagi, algo mais se tinha libertado.
O tic-tac do relógio tinha-se tornado mais veloz.
- Mamoru, falta pouco tempo para a partida. Em breve teremos de lutar. Temos, com sorte, uma hora restante. Por isso, preciso saber. Preciso que me digas, apenas uma vez. Preciso de ter essa força, esse pilar para me apoiar. Preciso de ti, uma vez mais. Diz-me, por favor. Mas apenas se tiver significado. O resto, são só palavras.
Mas dizer o quê? Dizer que ia correr tudo bem? Mas quem pode dar essa certeza? Dizer que estaria com ela até ao fim? Seria uma promessa vã, uma promessa vazia, pois não se pode prever o futuro. Dizer que a amava? Sim, essa seria a resposta correcta. Mas de que forma? Como é que poderia explicar em palavras o quanto a amava, quando o próprio sentimento parecia grande demais para um homem só? Como mostrar algo que se sente no corpo, na mente, no coração, nas veias, algo que se torna tão vital como o respirar, um sentimento tão elementar como o instinto mas tão profundo como as águas do mar, como? Como transformar isso em palavras, como pronunciar um sentimento divino através das parcas palavras que o Homem inventou? Como é que o poderia fazer sem profanar a pureza do que sentia?
Tudo se resumia à mesma palavra, à mesma pergunta. Como.
Ele limitou-se a olhar para ela. Durante muito tempo. À procura das palavras certas, se é que elas existiam, em algum lugar da sua mente. Do seu coração. Tudo em silêncio. Talvez muito tenha sido dito, ali, naquele momento, sem necessidade de sons ou gestos. Talvez Usagi até entendesse o que ele queria dizer, o que estava escrito, em dialectos de luz e sombra, na profundeza dos seus olhos. Era possível.
Se o tempo o permitisse, ainda muito podia ser dito com ou sem o uso da voz.
E os lábios de Mamoru ainda se abriram, prontos para proferir a primeira palavra.
Mas o tempo, talvez o destino, não permitiu que o som se formasse.
Pois, nesse preciso instante, trovões criaram fendas no céu nocturno. O vento iniciou uma corrida desesperada, estilhaçando todo e qualquer som para além daquele por si provocado.
E o momento de Mamoru dizer a Usagi o quanto a amava, perdeu-se.
Os olhos de Usagi congelaram. Fixos no céu, agora negro. Negro e frio. Com todas as estrelas arrancadas, atiradas para segundo plano, incapazes de quebrar a escuridão. Pequenas e indefesas, como um espelho da própria Usagi.
Mas ela iria conseguir quebrar o negrume do céu, tal como os raios o partiam em pedaços.
Acreditava nisso.
- O tempo está no fim. Mais uns minutos e esgota-se. Rápido, vamos para dentro. Espero que elas tenham conseguido alguma informação. É crucial.
Entraram, vendo que já todas se encontravam na mesma sala. Mas Minako permanecia no seu canto, de olhos fechados, concentrada. Concentrada em si própria, procurando, dentro do seu corpo, algo que mais ninguém via.
Usagi ficou preocupada.
O tempo estava a terminar.
E Minako ainda não tinha cumprido a sua tarefa.
Assim, fez o que pôde, para a ajudar. Tentou dar-lhe o pouco tempo que tinha.
Mesmo que isso estragasse tudo.
- Meninas, preciso de toda a informação que arranjaram. Mas não há espaço para palavras. Não é seguro. Nada é seguro neste momento, o tempo lá fora prova-o. Não sei de que forma, mas Beryl soube que nós estávamos a planear atacar. Agora precisamos de a vencer com rapidez e esperteza. Concentrem-se no que descobriram. E olhem para mim. O resto, virá naturalmente.
Mas não veio. O conhecimento adquirido por cada uma delas não fluiu das suas mentes para a de Usagi. Porque algo a bloqueava. Algo que tinha um toque estranho, repulsivo, até. Algo marcado por raiva, ciúme, traição. Que tinha um estranho sabor a trevas.
A cabeça de Usagi pareceu rebentar com a súbida dor que alastrou como um gás pela sua mente. Um gás letal, marcado por assassínio. No meio da dor, Usagi sentiu-se suja por deixar algo assim tocar a sua mente.
Beryl tentava saber mais. Tentava invadir o santuário da mente, da alma e do espírito.
- Não te vou deixar entrar! Não consegues!
E uma voz fez-se ouvir na sala. Ou seria apenas ela a ouvi-la? Era tão alto, a dor era tão grande. A sala estava escura, ou estava ela no exterior? Não via nada. Apenas ouvia aquela voz e sentia dor.
- Não princesinha. Eu entro se quiser. Tentaste roubar-me informação. Pois bem, cometeste um erro. Eu senti. E agora, vais sofrer. Mais uma vez. O tempo acabou. Estou à tua espera.
A dor desapareceu, o mundo voltou a ficar claro. Ela voltou a ver formas e cores. E a voz desvanecera-se, Beryl retirara-se. Mas não sem um aviso.
- Cometemos um erro. Na batalha, cada um de nós terá de usar o conhecimento que adquiriu para combater. Na altura certa. Não é seguro falar. Cometemos um erro. E eu não sei qual foi.
- Usagi.
A voz tinha sido tão baixa. Usagi olhou para Mamoru, para Rei, Makoto e Ami. Nenhum deles parecera ter ouvido nada. De nenhuma das vezes. Estavam perplexos, sabendo que algo tinha ocorrido, mas sem o poderem alcançar.
- Usagi, desculpa.
Desta vez, todos ouviram. Todas as cabeças se viraram para o fundo da sala. E lá estava Minako, de pé, lágrimas a escorrerem livremente pela face. Os olhos brilhantes, assustados, tristes.
- Eu.. cometi um erro. A culpa foi toda minha. Beryl soube que nós a íamos atacar por minha culpa. Soube que tu eras a princesa por minha causa. E tudo porque eu não fui forte o suficiente. Mas eu não sabia, se eu soubesse, tinha arranjado forma de dar a volta. Eu juro...
As palavras morreram. Mais lágrimas caíram. Não eram lágrimas de arrependimento, nem de medo. Eram olhos de dor. Fosse o que fosse que Minako fizera, custara-lhe muito. Quase uma parte de si própria.
- Minako, o que aconteceu?
- Eu apenas... Usagi, eu entrei no coração da Beryl. Não me perguntes como, não o posso revelar. Tal como disseste, não é seguro falar. Mas, quando forçava minha entrada nos segredos dela, de alguma forma, vacilei, por um segundo. Estava fraca, tinha acabado de passar uma prova dura, mais dura do que qualquer outra, como Deusa do Amor. Foi como atravessar o coração com uma faca, devagar, centímetro por centímetro. E vacilei ao entrar no de Beryl, com medo dessa dor. Foi ai que ela se apercebeu da minha presença. Desculpa.
As lágrimas pararam. Ninguém tinha entendido totalmente a explicação. Que coração parecia ter sido atravessado por uma faca? Minako sorriu, ainda com os olhos brilhantes. Um sorriso triste, mas confiante.
- Temos uma vantagem. Eu tenho uma vantagem, pois Beryl não mais pode sentir a minha presença. É altura de atacar.
- Sim. - respondeu Usagi - O tempo acabou.
Olhou para cada uma das amigas, cada uma das navegantes. Só ela e Mamoru não estavam ainda transformados. Seriam capazes, os seis, de derrotar Beryl? Teriam mesmo uma vantagem?
Vamos lá para fora. Está na hora de partir.
Uma a uma, as navegantes saíram. Deixando-os aos dois sozinhos, destransformados, apenas Usagi e Mamoru. Nada mais. Ninguém mais.
- Usako...
Tudo o que ele desejava era recuperar aquele segundo, antes dos trovões rasgarem os céus, aquele segundo perdido em que lhe ia dizer que a amava. Numa palavra apenas, num simples toque, num único beijo. Apenas... queria tê-la uma vez mais, perto de si. Só uma. Apenas um momento.
E ela viu isso nos seus olhos. Naquele momento conseguiu ler o que ele queria. Mas era tarde demais.
- Não há tempo, Mamoru. Agora, é esperar pelo amanhã.
Avançou para o exterior. Já como Sailor Moon, seguida pelo Mascarado, dirigiu-se para a chuva que começara a cair no exacto instante em que tinha terminado de falar. Apagando o amanhã? Estavam prestes a descobrir.
Esperou até a chuva a molhar completamente. Então, o Cristal Prateado surgiu, nas suas mãos. Teria estado ali sempre? O vento, a chuva, os trovões pararam. O tempo parou. E, num raio de luz, as seis figuras desapareceram.
Apenas restaram palavras.
- Não há tempo Mamoru. Agora, é esperar pelo amanhã.
Capítulo 33- Tempo
Nada parecia ter mudado, aos olhos do mundo. Tudo aparentava permanecer idêntico ao que devia estar. Cada pessoa continuava a viver, a saborear a pálida existência em que habitava. Com a mente vazia, com os sonhos esquecidos. Ignorando que algo estava prestes a acontecer.
Seis pessoas sabiam que tudo estava diferente. Que algo ia mudar. E quatro procuravam respostas.
As outras duas apenas esperavam.
A qualquer pessoa que passasse na rua, o casal que permanecia sentado nas escadas do templo, passaria despercebido. Duas figuras, casualmente encostadas, a observarem a circulação nas ruas movimentadas. Não eram os primeiros a fazê-lo, não seriam os últimos. Mas algo não batia certo naquele quadro.
Ninguém deitava, nem um primeiro, nem um segundo olhar àquele casal. Porque ninguém passava na rua. Porque não se ouvia um som. Porque tudo estava deserto.
E era isso que demonstrava que algo iria acontecer. E foi assim que Usagi soube que o tempo se estava a esgotar.
Mas nada disse.
Permitiu a si própria mais um momento de paz. Como ser humano, cedeu à pressão do egoísmo.
Só mais um instante.
Por favor.
Olhou para o homem a seu lado. Sorriu, admirando a expressão que permanecia naquele rosto, seu conhecido. Mamoru tinha os olhos fechados, parecendo, quase, dormir. Não fosse a respiração desregulada, ela apostaria nisso mesmo. Mas não. Apenas estava perdido em pensamentos.
E, pensava Usagi, porque não deixá-lo permanecer livre, a pensar, apenas mais um pouco?
Custava tanto ser forte. Aparentar estar calma, ter um plano, saber o que fazer. Mas sentir-se perdida, por dentro. Tudo por um bem maior. Para transmitir confiança às navegantes. E para tentar convencer-se de que estava a agir correctamente.
E não apenas por raiva.
Ódio.
Ou vingança.
Assim, deixou-se relaxar. Descansar um pouco. Apenas alguns segundos. Sentia que estava acordada há tanto tempo. Não queria ser guerreira, nem princesa, nem pessoa. Apenas queria descansar. Mas tinha medo, tanto medo. Nunca se sabe o que acontece quando fechamos os olhos. A brisa pode mudar e, com ela, o mundo.
Os olhos de Mamoru abriram-se quando a pressão que Usagi exercia no seu ombro desapareceu. Incomodado pela falta daquele calor tão natural, obrigou-se a olhar para o lado. E o que viu assustou-o.
Usagi permanecia a seu lado, sentada nos degraus do templo. Tinha os cotovelos apoiados nos joelhos e, de olhos fechados, massajava as têmporas. Uma ruga de preocupação marcava-lhe a testa. Parecia tão pequena e tão frágil. Como se a mais leve brisa a pudesse arrastar para longe. Mas mostrava-se forte face à situação em que se encontravam. Demonstrava um conhecimento que os ultrapassava, uma determinação que os incentivava a prosseguir. Mas era ainda tão inocente.
Mamoru temia por ela. Temia que toda aquela informação fosse demais. Temia que o ódio e a raiva lhe toldassem o discernimento. Temia que as saudades lhe ferissem, bem fundo, o coração. E que os sentimentos impedissem a clareza dos pensamentos, quando a situação fosse crítica.
Ele temia porque a amava.
E era vendo-a ali, com a cabeça entre as mãos, que percebia que ela não era tão forte como se mostrava. Via que ela era, no fundo, ainda uma criança. Talvez não uma criança, mas uma jovem mulher que ainda está a dar os primeiros passos numa vida diferente. Uma mulher que precisa de um guia, de alguém que a abrace e lhe diga que está tudo bem, que vai correr tudo bem.
Sentindo-se observada, Usagi abandonou a posição em que se encontrava. Não poderia demonstrar fraqueza, a vida de todos dependia disso. Mas estava tão cansada.
Pelo canto do olho, viu que Mamoru a observava, preocupado. Sorriu ligeramente. Há coisas que não mudam, por mais milénios que passem. E Mamoru estava destinado a preocupar-se sempre com ela. A ser o seu guardião quando todas as armas tinham falhado. E era aí que começavam todas as dúvidas.
- A noite está calma.
A voz dele surpreendeu-a. Parecia desafiar todos os problemas.
Usagi sentiu que o tempo se escoava cada vez mais depressa.
- Sim. Está. É isso que me preocupa.
Já não podia voltar atrás. Tinha-lhe dito que algo não estava certo. Não que ele não o soubesse. Mas por vezes, pronunciar as coisas apenas apressa os acontecimentos.
- Usako, não sabemos o que vai acontecer a seguir. Não sabemos como vai ser o dia de amanhã. Mas não nos podemos preocupar tanto assim. Não podemos sofrer por antecipação.
O silêncio voltou a reinar entre os dois. Um silêncio confortável, que embala o corpo e a mente numa carícia suave. Que, ajudado pelo vento, esbate as preocupações, tornando os problemas mais suportáveis.
Usagi sentia ainda o peso do cansaço em cada pequeno movimento que efectuava. Inspirar. Expirar. Estava tão exausta. Pestanejar. Afastar os cabelos do rosto. Inspirar outra vez. Expirar. Custava tanto. Permanecer acordada parecia um esforço demasiado grande. Um fardo demasiado pesado para aguentar.
Sem aviso prévio, um corpo encostou-se ao seu. Uns braços fortes rodearam-lhe a cintura, forçando-a a levantar-se. Um calor intenso invadiu-a, e ela estava tão bem ali. Tão segura. Envolveu o pescoço da pessoa que a abraçava, apenas para permanecer, mais um pouco, escudada do mundo. Poderia ela descansar?
O aperto tornou-se mais forte, mais necessário, tão essencial como o ar. Os braços que a envolviam apertaram-lhe mais a cintura, colocando os dois corpos ainda mais próximos. Suscitando uma sensação de segurança tão forte, que criava uma doce ilusão de que nada no mundo a poderia magoar, nada a conseguiria atingir. E, tão subitamente como tinha começado, aquele calor começou a afastar-se.
Não, ainda não, por favor.
Só mais um pouco. Mais um segundo.
Não me soltes já. Ainda não estou pronta.
Mamoru, não te afastes.
Mas ele afastou-se, o abraço foi quebrado. O vento frio fustigou a pele, agora exposta aos elementos.
A segurança esvaiu-se como uma nota de música.
Ao distanciar-se de Usagi, Mamoru teve a sensação de estar a perder alguma coisa. Por isso, permaneceu a menos de um passo de distância. Por isso, não desviou o olhar do rosto da rapariga, esperando que os olhos dela encontrassem o caminho para os seus. Por isso, as suas mãos procuraram as delas, por isso os dedos dos dois se entrelaçaram, por isso o bater dos dois corações se confundiu no meio do silêncio omnisciente, que guardava todos os significados ocultos, escritos naqueles gestos.
E quando, ao fim de um curto espaço de tempo que, para ele, teve a duração de uma vida, os olhos dela finalmente se abriram , quando se encontraram, por fim, com os de dele, todas as emoções escondidas dentro de Usagi foram reveladas. Apenas por um olhar. Único e singular.
Foi aí que ele percebeu. Foi, quando os olhares se encontraram, que o conhecimento desabou como uma avalanche, roubando todo o ar dos pulmões. Mamoru entendeu, com medo a marcar-lhe as faces, que tinha desencadeado tudo. Apenas por ter quebrado o abraço. Entendeu que, quando soltara Usagi, algo mais se tinha libertado.
O tic-tac do relógio tinha-se tornado mais veloz.
- Mamoru, falta pouco tempo para a partida. Em breve teremos de lutar. Temos, com sorte, uma hora restante. Por isso, preciso saber. Preciso que me digas, apenas uma vez. Preciso de ter essa força, esse pilar para me apoiar. Preciso de ti, uma vez mais. Diz-me, por favor. Mas apenas se tiver significado. O resto, são só palavras.
Mas dizer o quê? Dizer que ia correr tudo bem? Mas quem pode dar essa certeza? Dizer que estaria com ela até ao fim? Seria uma promessa vã, uma promessa vazia, pois não se pode prever o futuro. Dizer que a amava? Sim, essa seria a resposta correcta. Mas de que forma? Como é que poderia explicar em palavras o quanto a amava, quando o próprio sentimento parecia grande demais para um homem só? Como mostrar algo que se sente no corpo, na mente, no coração, nas veias, algo que se torna tão vital como o respirar, um sentimento tão elementar como o instinto mas tão profundo como as águas do mar, como? Como transformar isso em palavras, como pronunciar um sentimento divino através das parcas palavras que o Homem inventou? Como é que o poderia fazer sem profanar a pureza do que sentia?
Tudo se resumia à mesma palavra, à mesma pergunta. Como.
Ele limitou-se a olhar para ela. Durante muito tempo. À procura das palavras certas, se é que elas existiam, em algum lugar da sua mente. Do seu coração. Tudo em silêncio. Talvez muito tenha sido dito, ali, naquele momento, sem necessidade de sons ou gestos. Talvez Usagi até entendesse o que ele queria dizer, o que estava escrito, em dialectos de luz e sombra, na profundeza dos seus olhos. Era possível.
Se o tempo o permitisse, ainda muito podia ser dito com ou sem o uso da voz.
E os lábios de Mamoru ainda se abriram, prontos para proferir a primeira palavra.
Mas o tempo, talvez o destino, não permitiu que o som se formasse.
Pois, nesse preciso instante, trovões criaram fendas no céu nocturno. O vento iniciou uma corrida desesperada, estilhaçando todo e qualquer som para além daquele por si provocado.
E o momento de Mamoru dizer a Usagi o quanto a amava, perdeu-se.
Os olhos de Usagi congelaram. Fixos no céu, agora negro. Negro e frio. Com todas as estrelas arrancadas, atiradas para segundo plano, incapazes de quebrar a escuridão. Pequenas e indefesas, como um espelho da própria Usagi.
Mas ela iria conseguir quebrar o negrume do céu, tal como os raios o partiam em pedaços.
Acreditava nisso.
- O tempo está no fim. Mais uns minutos e esgota-se. Rápido, vamos para dentro. Espero que elas tenham conseguido alguma informação. É crucial.
Entraram, vendo que já todas se encontravam na mesma sala. Mas Minako permanecia no seu canto, de olhos fechados, concentrada. Concentrada em si própria, procurando, dentro do seu corpo, algo que mais ninguém via.
Usagi ficou preocupada.
O tempo estava a terminar.
E Minako ainda não tinha cumprido a sua tarefa.
Assim, fez o que pôde, para a ajudar. Tentou dar-lhe o pouco tempo que tinha.
Mesmo que isso estragasse tudo.
- Meninas, preciso de toda a informação que arranjaram. Mas não há espaço para palavras. Não é seguro. Nada é seguro neste momento, o tempo lá fora prova-o. Não sei de que forma, mas Beryl soube que nós estávamos a planear atacar. Agora precisamos de a vencer com rapidez e esperteza. Concentrem-se no que descobriram. E olhem para mim. O resto, virá naturalmente.
Mas não veio. O conhecimento adquirido por cada uma delas não fluiu das suas mentes para a de Usagi. Porque algo a bloqueava. Algo que tinha um toque estranho, repulsivo, até. Algo marcado por raiva, ciúme, traição. Que tinha um estranho sabor a trevas.
A cabeça de Usagi pareceu rebentar com a súbida dor que alastrou como um gás pela sua mente. Um gás letal, marcado por assassínio. No meio da dor, Usagi sentiu-se suja por deixar algo assim tocar a sua mente.
Beryl tentava saber mais. Tentava invadir o santuário da mente, da alma e do espírito.
- Não te vou deixar entrar! Não consegues!
E uma voz fez-se ouvir na sala. Ou seria apenas ela a ouvi-la? Era tão alto, a dor era tão grande. A sala estava escura, ou estava ela no exterior? Não via nada. Apenas ouvia aquela voz e sentia dor.
- Não princesinha. Eu entro se quiser. Tentaste roubar-me informação. Pois bem, cometeste um erro. Eu senti. E agora, vais sofrer. Mais uma vez. O tempo acabou. Estou à tua espera.
A dor desapareceu, o mundo voltou a ficar claro. Ela voltou a ver formas e cores. E a voz desvanecera-se, Beryl retirara-se. Mas não sem um aviso.
- Cometemos um erro. Na batalha, cada um de nós terá de usar o conhecimento que adquiriu para combater. Na altura certa. Não é seguro falar. Cometemos um erro. E eu não sei qual foi.
- Usagi.
A voz tinha sido tão baixa. Usagi olhou para Mamoru, para Rei, Makoto e Ami. Nenhum deles parecera ter ouvido nada. De nenhuma das vezes. Estavam perplexos, sabendo que algo tinha ocorrido, mas sem o poderem alcançar.
- Usagi, desculpa.
Desta vez, todos ouviram. Todas as cabeças se viraram para o fundo da sala. E lá estava Minako, de pé, lágrimas a escorrerem livremente pela face. Os olhos brilhantes, assustados, tristes.
- Eu.. cometi um erro. A culpa foi toda minha. Beryl soube que nós a íamos atacar por minha culpa. Soube que tu eras a princesa por minha causa. E tudo porque eu não fui forte o suficiente. Mas eu não sabia, se eu soubesse, tinha arranjado forma de dar a volta. Eu juro...
As palavras morreram. Mais lágrimas caíram. Não eram lágrimas de arrependimento, nem de medo. Eram olhos de dor. Fosse o que fosse que Minako fizera, custara-lhe muito. Quase uma parte de si própria.
- Minako, o que aconteceu?
- Eu apenas... Usagi, eu entrei no coração da Beryl. Não me perguntes como, não o posso revelar. Tal como disseste, não é seguro falar. Mas, quando forçava minha entrada nos segredos dela, de alguma forma, vacilei, por um segundo. Estava fraca, tinha acabado de passar uma prova dura, mais dura do que qualquer outra, como Deusa do Amor. Foi como atravessar o coração com uma faca, devagar, centímetro por centímetro. E vacilei ao entrar no de Beryl, com medo dessa dor. Foi ai que ela se apercebeu da minha presença. Desculpa.
As lágrimas pararam. Ninguém tinha entendido totalmente a explicação. Que coração parecia ter sido atravessado por uma faca? Minako sorriu, ainda com os olhos brilhantes. Um sorriso triste, mas confiante.
- Temos uma vantagem. Eu tenho uma vantagem, pois Beryl não mais pode sentir a minha presença. É altura de atacar.
- Sim. - respondeu Usagi - O tempo acabou.
Olhou para cada uma das amigas, cada uma das navegantes. Só ela e Mamoru não estavam ainda transformados. Seriam capazes, os seis, de derrotar Beryl? Teriam mesmo uma vantagem?
Vamos lá para fora. Está na hora de partir.
Uma a uma, as navegantes saíram. Deixando-os aos dois sozinhos, destransformados, apenas Usagi e Mamoru. Nada mais. Ninguém mais.
- Usako...
Tudo o que ele desejava era recuperar aquele segundo, antes dos trovões rasgarem os céus, aquele segundo perdido em que lhe ia dizer que a amava. Numa palavra apenas, num simples toque, num único beijo. Apenas... queria tê-la uma vez mais, perto de si. Só uma. Apenas um momento.
E ela viu isso nos seus olhos. Naquele momento conseguiu ler o que ele queria. Mas era tarde demais.
- Não há tempo, Mamoru. Agora, é esperar pelo amanhã.
Avançou para o exterior. Já como Sailor Moon, seguida pelo Mascarado, dirigiu-se para a chuva que começara a cair no exacto instante em que tinha terminado de falar. Apagando o amanhã? Estavam prestes a descobrir.
Esperou até a chuva a molhar completamente. Então, o Cristal Prateado surgiu, nas suas mãos. Teria estado ali sempre? O vento, a chuva, os trovões pararam. O tempo parou. E, num raio de luz, as seis figuras desapareceram.
Apenas restaram palavras.
- Não há tempo Mamoru. Agora, é esperar pelo amanhã.
OH MEU DEUS! esta LINDOOOOOOOO!
Estou a adorar, a Fic esta simplesmente espectacular. adoro adoro adoro! :g1:
Valeu a pena esperar
Continua, continua... keremos mais!! olha a mordidela!!!!
Mtos bjinhos e mts furias criativas :dança:
Estou a adorar, a Fic esta simplesmente espectacular. adoro adoro adoro! :g1:
Valeu a pena esperar

Continua, continua... keremos mais!! olha a mordidela!!!!
Mtos bjinhos e mts furias criativas :dança:
**KitTty** Apenas Um SoNhO - FanFic Capitulo IX - Parte I ja postado a 16/08/2009
por que é que no fim da cada capítulo só consigo pensar "estou sem palavras"?
quero mudar os adjectivos "incrivel", "unica", "imperdivel"... mas descrevem.na tão bem...
A pobre Minako que só por ter hesitado um instante, por estar mto magoada, comprometeu tanto.
E a Bunny e o Gonçalo... tanta coisa por dizer, que ele queria, mas não conseguia de tanto que era... mas que ela precisava de ouvir. ESPERO BEM que haja uma 2ª oportunidade. Acho mesmo linda a forma como escreves o amor deles, que sem estarem lá todas as palavras, está lá mais do que tudo.
Este capítulo encheu-me as medidas. O meu estômago ficou apertado e as palavras parecia que dançavam...delírios meus. Esplêndido! (Consegui um novo adjectivo!)
Está mesmo excelente. Lindo, mas triste...
mas não se pára assim! a bluezinha tem problemas de coração!
BOA SORTE! continua a escrever assim porque, bem... não há palavras.
a história é absolutamente linda!
quero mudar os adjectivos "incrivel", "unica", "imperdivel"... mas descrevem.na tão bem...
A pobre Minako que só por ter hesitado um instante, por estar mto magoada, comprometeu tanto.
E a Bunny e o Gonçalo... tanta coisa por dizer, que ele queria, mas não conseguia de tanto que era... mas que ela precisava de ouvir. ESPERO BEM que haja uma 2ª oportunidade. Acho mesmo linda a forma como escreves o amor deles, que sem estarem lá todas as palavras, está lá mais do que tudo.
Este capítulo encheu-me as medidas. O meu estômago ficou apertado e as palavras parecia que dançavam...delírios meus. Esplêndido! (Consegui um novo adjectivo!)
Está mesmo excelente. Lindo, mas triste...
mas não se pára assim! a bluezinha tem problemas de coração!
BOA SORTE! continua a escrever assim porque, bem... não há palavras.
a história é absolutamente linda!

http://sm-portugal.coolbb.net/fanfics-f13/princesa-azul-da-lua-t2071.htm
"O Fim da Trindade"
Minako e Apolo
Makoto e Cupido
Selene e Poseidon
e agora?
As três meninas que estiveram horas à espera que eu acabasse de escrever
.o: Obrigadaaa
Kittty, ohhh, fico tão contente por estares a gostar
Uhh, eu não quero ser mordida, não não!
Acredita, também quero que as furias criativas continuem, facilitam muito
Obrigadaaaa
Usako, ahh, ainda bem que gostaste
Soube a pouco? Ai mulher, quantas páginas são necessárias para ficares satisfeita?
Mas é bom que tenha sabido a pouco, significa que gostaste. Obrigadaaaaaa
bluezinha!! Só conseguires pensar "estou sem palavras", por si, é excelente. E não precisas de procurar novos adjectivos, eu já fico tão contente com esses!
Quase nem acredito que são para mim!
Esperas bem que eles tenham uma 2a oportunidade? Mas o que é isso, a menina já anda a exigir?
As tuas palavrinhas bonitas significam tanto! Obrigada!
Claro que se acaba assim! É tão giro
O teu coração aguenta.
Obrigada, bluezinha. Eu é que perco todas as palavras quando chega a altura de te agradecer. Obrigada.
.o: ObrigadaaaKittty, ohhh, fico tão contente por estares a gostar
Uhh, eu não quero ser mordida, não não!
Acredita, também quero que as furias criativas continuem, facilitam muito
ObrigadaaaaUsako, ahh, ainda bem que gostaste
Soube a pouco? Ai mulher, quantas páginas são necessárias para ficares satisfeita?
Mas é bom que tenha sabido a pouco, significa que gostaste. Obrigadaaaaaabluezinha!! Só conseguires pensar "estou sem palavras", por si, é excelente. E não precisas de procurar novos adjectivos, eu já fico tão contente com esses!
Quase nem acredito que são para mim!Esperas bem que eles tenham uma 2a oportunidade? Mas o que é isso, a menina já anda a exigir?

As tuas palavrinhas bonitas significam tanto! Obrigada!
Claro que se acaba assim! É tão giro
O teu coração aguenta.
Obrigada, bluezinha. Eu é que perco todas as palavras quando chega a altura de te agradecer. Obrigada.


Não tenho palavras! A tua escrita fica cada vez mais envolvente e fascinante à medida que os capitulos vão avançando. E depois chegamos ao fim do capitulo e ficamos desanimados porque não há mais, porque não vamos saber o que vai acontecer a seguir. E só nos resta esperar, esperar por um novo capitulo, que virá num dia incerto, numa hora desconhecida.
Mas eu não quero esperar! Quero ler mais AGORA!

O capitulo... Lindo como todos os outros. A deixar transparecer tantos sentimentos, sentimentos que estavam escondidos no interior de cada uma das personagens.
Estás de parabéns Sarrah, por este maravilhoso capitulo!

Likinhas! OMG, obrigadaaa
Sem palavras fico eu, ao ler o que tu me escreves! GOD! Fico tão, tão contente com as tuas palavras! Obrigada
Ahhh a menina não quer esperar? Isto realmente, uma pessoa desespera para conseguir acabar um capítulo, posta e já lhe pedem mais? Achas bem?
Agora não pode ser, tenho que pensar muito ainda. Mas se esperares duas semaninhas talvez... hum...
Muito obrigada. Muito obrigada mesmo! Por todas as palavras.
picky, obrigada! Fico muito contente por teres gostado!
Quando estou a escrever, especialmente capítulos assim, à base de sentimentos, o meu principal objectivo é passar esses mesmos sentimentos para quem lê. Portanto mais feliz fico, por tu o teres sentido. Obrigada
O próximo virá em breve.
Sem palavras fico eu, ao ler o que tu me escreves! GOD! Fico tão, tão contente com as tuas palavras! Obrigada
Ahhh a menina não quer esperar? Isto realmente, uma pessoa desespera para conseguir acabar um capítulo, posta e já lhe pedem mais? Achas bem?
Agora não pode ser, tenho que pensar muito ainda. Mas se esperares duas semaninhas talvez... hum...
Muito obrigada. Muito obrigada mesmo! Por todas as palavras.
picky, obrigada! Fico muito contente por teres gostado!
Quando estou a escrever, especialmente capítulos assim, à base de sentimentos, o meu principal objectivo é passar esses mesmos sentimentos para quem lê. Portanto mais feliz fico, por tu o teres sentido. Obrigada
O próximo virá em breve.
Minha querida sarrah, dizes que os capítulos andam a crescer... Mas, na minha opinião, tenho de acrescentar algo com muita sinceridade (e olha que eu hoje já escrevi tanto, vou tentar dizer mesmo tudo o que penso
), que é o facto de que a qualidade, se é possível, cresce ainda mais. Não há um capítulo que não me surpreendas, embora consigas surpreender-me de várias formas. Hoje, fizeste-o de uma forma diferente, devo dizer.
Eu sei que provavelmente o comentário vai ficar muito grande, mas espero que me perdoes por isso
E também pelas muitas coisas que provavelmente vão parecer que nada têm a ver com a tua história. Mas, e no entanto, para mim estão relacionadas. Bem, sem mais demoras, vamos a isso!
Nos últimos tempos, tenho lido uns livros da colecção "Crepúsculo". Tenho estado completamente enbrenhada nestes livros porque, como já disse algumas vezes, me suscitam diferentes sentimentos; amor, perda, distância, enfim, muitos que podia aqui nomear. A verdade é que a cada capítulo que passa esses sentimentos aumentam, causam-me uma sensação no estômago, como se eu própria estivesse a vivê-los, e creio que isso é uma grande chave da escritora, um trunfo que faz com que os seus livros vendam tão bem pelo mundo fora.
Porque é que estou para aqui a dizer isto, estarás tu a pensar! Pois bem, é porque, ao ler este teu capítulo, senti exactamente o mesmo, embora com a distinção que a tua escrita, e posso assegurá-lo sem qualquer espécie de dúvida, é muito melhor. Porque ao ler todos os variados sentimentos que este capítulo transmitiu senti o meu estômago embalado por uma sensação rítmica que me fez ler sem parar, que me fez ver no lugar da Usagi e do Mamoru. Para mim, isso é fantástico. Poucos foram os livros que me causaram esta sensação, por isso, fico muito feliz que isso tenha acontecido aqui. E queria, em primeiro lugar, agradecer-te por isso!
Quanto ao capítulo em si (só agora é que cheguei ao cerne da questão
), o que posso dizer? Sinceramente, hoje faltam-me as palavras. Não sei como, mas a tua escrita apela-me imenso, algo que não é fácil acontecer, confesso. Posso contar pelos dedos da minha mão esquerda os escritores que me transmitiram essa sensação. E tu consegues, o que me deixa muito feliz, como já disse.
Tens a certeza que não és a própria Naoko em pessoa? Como consegues descrever os sentimentos das personagens de forma tão vívida que ultrapassam o próprio conceito de Usagi, Mamoru, Minako e assim sucessivamente? É incrível, mas é verdade. Tu dotas as personagens de uma componente extremamente real, como se fossem simplesmente... Pessoas. Pessoas com uma missão. (eu já disse isto? Céus, estou com uma enorme sensação de déjà vu... E sinto que já disse isto do déjà vu antes... Pronto, estou a delirar!)
As tuas frases curtas, soltas. As palavras. É incrível. Mas vou avançar, pois podia alongar-me imenso aqui e tenho de prosseguir!
A ligação da Usagi e do Mamoru e aquilo que, de certa forma, os repele. Adoro simplesmente a Usagi que descreves. E aquilo que ela queria ouvir; o momento que, de certa forma, não veio, que foi interrompido. Juro que, neste momento, queria transmitir aquilo que julgo ter compreendido no meu interior, mas há qualquer coisa que me está a impedir. Talvez a percepção que não consiga, na totalidade. Só a própria Beryl; a melhor e maior Beryl que já li na vida. A invasão que tanto falas, a Usagi a sentir-se suja. A insegurança. O fio fino que concebe esta teia de sentimentos e uniões e distanciamentos. O Mamoru; a Usagi. E depois só o Mamoru. E só a Usagi. É fantástico, fenomenal.
E a Minako. A forma como descreveste a faca e o coração. Parece que consigo compreender totalmente as personagens, como se visse as suas mentes e os seus corações. E a percepção neste capítulo foi tão grande, foi de tal forma imensa que me está a impedir de concentrar na totalidade. Confesso que estou com dificuldades em criar este comentário, parece que estou perdida nas minhas próprias palavras.
Não quero que julgues que digo que é "fantástico" só por dizer; não, sem dúvida que não. Talvez até me aches presunçosa o suficiente para achar que consigo sentir o que querias dizer, algo que é difícil. Talvez esteja mesmo a ser... Mas não podia mentir; é isso que de facto sinto. E de tal forma que estou mesmo "abalada". Mas é uma sensação muito boa, porque é dos melhores capítulos que já li, igualando ou mesmo superando o anterior, coisa que achava quase impossível. Mas tu não deixas de me surpreender e eu fico cada vez mais espantada com esta maravilhosa concepção que tu criaste.
Alonguei-me demaisado e não disse nada de jeito... Desculpa! E deixo-te aqui todo o meu stock de Kinders que tinha para ti; agora vou para o contrabando arranjar mais
), que é o facto de que a qualidade, se é possível, cresce ainda mais. Não há um capítulo que não me surpreendas, embora consigas surpreender-me de várias formas. Hoje, fizeste-o de uma forma diferente, devo dizer.Eu sei que provavelmente o comentário vai ficar muito grande, mas espero que me perdoes por isso
E também pelas muitas coisas que provavelmente vão parecer que nada têm a ver com a tua história. Mas, e no entanto, para mim estão relacionadas. Bem, sem mais demoras, vamos a isso!Nos últimos tempos, tenho lido uns livros da colecção "Crepúsculo". Tenho estado completamente enbrenhada nestes livros porque, como já disse algumas vezes, me suscitam diferentes sentimentos; amor, perda, distância, enfim, muitos que podia aqui nomear. A verdade é que a cada capítulo que passa esses sentimentos aumentam, causam-me uma sensação no estômago, como se eu própria estivesse a vivê-los, e creio que isso é uma grande chave da escritora, um trunfo que faz com que os seus livros vendam tão bem pelo mundo fora.
Porque é que estou para aqui a dizer isto, estarás tu a pensar! Pois bem, é porque, ao ler este teu capítulo, senti exactamente o mesmo, embora com a distinção que a tua escrita, e posso assegurá-lo sem qualquer espécie de dúvida, é muito melhor. Porque ao ler todos os variados sentimentos que este capítulo transmitiu senti o meu estômago embalado por uma sensação rítmica que me fez ler sem parar, que me fez ver no lugar da Usagi e do Mamoru. Para mim, isso é fantástico. Poucos foram os livros que me causaram esta sensação, por isso, fico muito feliz que isso tenha acontecido aqui. E queria, em primeiro lugar, agradecer-te por isso!
Quanto ao capítulo em si (só agora é que cheguei ao cerne da questão
), o que posso dizer? Sinceramente, hoje faltam-me as palavras. Não sei como, mas a tua escrita apela-me imenso, algo que não é fácil acontecer, confesso. Posso contar pelos dedos da minha mão esquerda os escritores que me transmitiram essa sensação. E tu consegues, o que me deixa muito feliz, como já disse.Tens a certeza que não és a própria Naoko em pessoa? Como consegues descrever os sentimentos das personagens de forma tão vívida que ultrapassam o próprio conceito de Usagi, Mamoru, Minako e assim sucessivamente? É incrível, mas é verdade. Tu dotas as personagens de uma componente extremamente real, como se fossem simplesmente... Pessoas. Pessoas com uma missão. (eu já disse isto? Céus, estou com uma enorme sensação de déjà vu... E sinto que já disse isto do déjà vu antes... Pronto, estou a delirar!)
As tuas frases curtas, soltas. As palavras. É incrível. Mas vou avançar, pois podia alongar-me imenso aqui e tenho de prosseguir!
A ligação da Usagi e do Mamoru e aquilo que, de certa forma, os repele. Adoro simplesmente a Usagi que descreves. E aquilo que ela queria ouvir; o momento que, de certa forma, não veio, que foi interrompido. Juro que, neste momento, queria transmitir aquilo que julgo ter compreendido no meu interior, mas há qualquer coisa que me está a impedir. Talvez a percepção que não consiga, na totalidade. Só a própria Beryl; a melhor e maior Beryl que já li na vida. A invasão que tanto falas, a Usagi a sentir-se suja. A insegurança. O fio fino que concebe esta teia de sentimentos e uniões e distanciamentos. O Mamoru; a Usagi. E depois só o Mamoru. E só a Usagi. É fantástico, fenomenal.
E a Minako. A forma como descreveste a faca e o coração. Parece que consigo compreender totalmente as personagens, como se visse as suas mentes e os seus corações. E a percepção neste capítulo foi tão grande, foi de tal forma imensa que me está a impedir de concentrar na totalidade. Confesso que estou com dificuldades em criar este comentário, parece que estou perdida nas minhas próprias palavras.
Não quero que julgues que digo que é "fantástico" só por dizer; não, sem dúvida que não. Talvez até me aches presunçosa o suficiente para achar que consigo sentir o que querias dizer, algo que é difícil. Talvez esteja mesmo a ser... Mas não podia mentir; é isso que de facto sinto. E de tal forma que estou mesmo "abalada". Mas é uma sensação muito boa, porque é dos melhores capítulos que já li, igualando ou mesmo superando o anterior, coisa que achava quase impossível. Mas tu não deixas de me surpreender e eu fico cada vez mais espantada com esta maravilhosa concepção que tu criaste.
Alonguei-me demaisado e não disse nada de jeito... Desculpa! E deixo-te aqui todo o meu stock de Kinders que tinha para ti; agora vou para o contrabando arranjar mais

ja tinha lido o novo capitulo no mesmo dia em que o postaste, mas infelizmente parece que cada vez tenho menos tempo...desculpa!
entao vamos lá, antes de mais queria dar-te os parabens, como sempre está espectacular a forma como descreves tudo o que te rodeia e isso é de louvar.
fiquei muito triste de o mamoru nao ter dito aquilo que realmente sentia quando pôde...é uma das coisas que acontece com muita frequencia em muitas situaçoes das nossas vidas, ou entao quando consegues dizer nao acertas nas palavras e és entendida de forma errada.
tive muita pena da minako, todo aquele sentimento de culpa que estava a corroe-la e finalmente confessou o que se tinha passado e a razao pela qual a beryl sabia que iria ser atacado, mas a usagi é uma boa amiga e compreendeu-a...afinal errar é humano.
espero que toda aquela batalha corra bem e que no fim mamoru consigo entao dizer lhe aquilo que lhe vai na alma.
fico á espera do proximo capitulo,que acredito que seja tao bom ou melhor ainda que este...
entao vamos lá, antes de mais queria dar-te os parabens, como sempre está espectacular a forma como descreves tudo o que te rodeia e isso é de louvar.
fiquei muito triste de o mamoru nao ter dito aquilo que realmente sentia quando pôde...é uma das coisas que acontece com muita frequencia em muitas situaçoes das nossas vidas, ou entao quando consegues dizer nao acertas nas palavras e és entendida de forma errada.
tive muita pena da minako, todo aquele sentimento de culpa que estava a corroe-la e finalmente confessou o que se tinha passado e a razao pela qual a beryl sabia que iria ser atacado, mas a usagi é uma boa amiga e compreendeu-a...afinal errar é humano.
espero que toda aquela batalha corra bem e que no fim mamoru consigo entao dizer lhe aquilo que lhe vai na alma.
fico á espera do proximo capitulo,que acredito que seja tao bom ou melhor ainda que este...

Chegou finalmente---> Viagem ao futuro:Capitulo 1
Forum Evangelion
http://evangelion-pt.ativoforum.com/portal.htm
Sarrah, eu estou sem palavras. O capítulo foi assim meio lido aos soluços, no meio do disparate com o Rmm, (ainda n me disseste kual o nome dele), e finalmente o acabei de ler.
A cada capítulo que escreves nota-se uma mundança, com se crescesses e isso é mt bom
. Cada vez escreves e descreves melhor, os sentimentos e o ambiente da história. De uma forma tão clara e intensa que deixa uma pessoa sem fôlego. É simplesmente bonito de mais para conseguir descrever! Cada capítulo que passa deixa com vontade de mais. Fica a saber a pouco...
O amor da Usagi e do Mamoru, os pensamentos deste sobre o que ele sentia pela Usagi, aquele momento deve ter sido o que mais gostei na história. A Usagi precisava de certezas e não as conseguiu. Toda a força que ela aparentava ter, os pensamentos em relação a isso. Tão bem descritos, tão bonitos, deixam uma pessoa com vontade de ler mais.
Adorei a forma como começaste o capítulo, fantástica mesmo, deixa uma pessoa logo ambientada ao "mood" das personagens. Acho que o título do capítulo se adequa muito bem: simples e claro. Eu n sou mt de falar dos títulos mas acho que este ficou msm mt bem.
E no final. O que será que a Minako terá sofrido? Outra parte de tirar o fôlego, aquele confronto com a Beryl. Estás a levar a história para um rumo completamente diferente do original e gosto muito mais disto assim.
É como se estivesse a visualizar tudo com as tuas descrições. O ambiente é tão envolvente e faz-nos sentir.
Adorei o capítulo. Gomen pelo atraso, mas eu tenho isto a dizer para me avisar no caso de um novo comentário. Só que não avisou! --'
Então toma: "dá um embrulhinho com uma caixa de música com uma imagem da Serenity e do Endymion e 5 kinder joys*
A cada capítulo que escreves nota-se uma mundança, com se crescesses e isso é mt bom
. Cada vez escreves e descreves melhor, os sentimentos e o ambiente da história. De uma forma tão clara e intensa que deixa uma pessoa sem fôlego. É simplesmente bonito de mais para conseguir descrever! Cada capítulo que passa deixa com vontade de mais. Fica a saber a pouco...O amor da Usagi e do Mamoru, os pensamentos deste sobre o que ele sentia pela Usagi, aquele momento deve ter sido o que mais gostei na história. A Usagi precisava de certezas e não as conseguiu. Toda a força que ela aparentava ter, os pensamentos em relação a isso. Tão bem descritos, tão bonitos, deixam uma pessoa com vontade de ler mais.
Adorei a forma como começaste o capítulo, fantástica mesmo, deixa uma pessoa logo ambientada ao "mood" das personagens. Acho que o título do capítulo se adequa muito bem: simples e claro. Eu n sou mt de falar dos títulos mas acho que este ficou msm mt bem.
E no final. O que será que a Minako terá sofrido? Outra parte de tirar o fôlego, aquele confronto com a Beryl. Estás a levar a história para um rumo completamente diferente do original e gosto muito mais disto assim.
É como se estivesse a visualizar tudo com as tuas descrições. O ambiente é tão envolvente e faz-nos sentir.Adorei o capítulo. Gomen pelo atraso, mas eu tenho isto a dizer para me avisar no caso de um novo comentário. Só que não avisou! --'
Então toma: "dá um embrulhinho com uma caixa de música com uma imagem da Serenity e do Endymion e 5 kinder joys*


Um grande, grande obrigada pela sign e pelo avie Xaninha kida! ^^

Jovens escritores, nao resistem a chocolate? Especialmente Kinder? Então cuidado, o gang anda rondando
Olá mestra sarrah!
Finalmente arranjei um tempinho pra me atualizar na fic! Estava com saudades!
Vamos lá!
O capítulo 30, que aflição! Tic tac tic tac piuíííííí…
Ela sabia.
Como deusa do amor tinha que saber.
Sabia desde o momento em que tinha visto Usagi e Mamoru juntos. Desde que tinha visto a forte ligação entre eles.
O problema... era que ainda não tinha conhecimento que sabia.
Finalmente arranjei um tempinho pra me atualizar na fic! Estava com saudades!
Vamos lá!

O capítulo 30, que aflição! Tic tac tic tac piuíííííí…
Ela sabia.
Como deusa do amor tinha que saber.
Sabia desde o momento em que tinha visto Usagi e Mamoru juntos. Desde que tinha visto a forte ligação entre eles.
O problema... era que ainda não tinha conhecimento que sabia.
Nossa! Que interessante esse trecho, muitas vezes as pessoas se pegam em sorrisos ou em tristezas aparentes, mas no fundo sabem o que ocorre. Muito bom!
- Dói-me a barrigaaa! - Gritava Rei, a rebolar pelo chão.

Presente do Brancus- Visitem www.imagevisiondesign.com

Semi-ausente até março

Moon Revenge- exerto do volume 2 publicado 02/01
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