A Lua e a Terra
Aqui está. Demorou mas chegou. Espero que gostem.
Capitulo 17- Representar
Na manhã seguinte Usagi e Mamoru acordam ao mesmo tempo. Levantam-se e decidem ir assustar o outro. Usagi tinha em mente um salto para cima da cama de Mamoru e Mamoru... bem, talvez não um salto, mas qualquer coisa que a acordasse bem acordadinha.
Vão os dois pé-ante-pé até que se encontram no corredor, esbarram um contra o outro e desatam aos berros.
- Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii que susto- Gritava Usagi.
- Aiiii meus deus que me dá um ataque de coração!- Gritava também, embora num tom mais baixo e menos estridente, Mamoru.
E, como ja começava a ser habitual, começaram a rir-se. Afinal de contas, a brincadeira tinha corrido melhor do que esperavam. Usagi atira-se para os braços de Mamoru e dá-lhe um beijo apaixonado.
- Bom dia meu amor!
- Nem imaginas como me sabe bem ouvir isso.
- Ai isso é que imagino. De certeza que te sabe tão bem a ti como me sabe a mim dizê-lo.
- Ainda é melhor ouvir-te a dizer que gostas de dizer que me amas.
- Sabes que isso é um pouco confuso para a minha cabeça certo?
- Hum... pois. Simplifica assim: Amo-te. Melhor?
- Muito melhor.
Beijam-se novamente. Um beijo tão intenso como os anteriores. Talvez não tão intenso como o primeiro, mas quase.
- E se fôssemos ao Crown dar as boas novas ao Motoki?
- Tive uma ideia melhor Mamo-chan.
- Melhor?
- Sim, muitoooo melhor.
E Usagi conta-lhe o seu plano ao qual Mamoru responde com um sorriso malicioso. Vestem-se e vão tomar o pequeno almoço ao Crown. Quase sem se falarem pelo caminho, perdidos em pensamentos. Apenas trocas de olhares. Olhares cúmplices.
- Está calado Mamoru-baka, já não consigo ouvir a tua voz irritante nem mais um segundo! Já me chega!
Usagi gritava isto a Mamoru enquando entravam no Crown. Lá dentro estava um muito espantado Motoki que já tinha sabido as boas novas pela Ami. Ou assim pensava ele. Parecia que ela estava errada. Eles não namoravam e muito menos se davam bem. As coisas estavam iguais.
- Cabeça de Serradura eu não tenho culpa de ter que te aturar! Ainda uma pessoa tenta ajudar-te e tu gritas assim! É que isto só me acontece a mim! Já agora, vê lá o que vais pedir que eu não sou rico e tu estás demasiado gorda, portanto vê se te controlas.
Usagi começava a ficar vermelha de raiva. Ou não, só ela sabia que era por estar a conter o riso.
- És mesmo um idiota chapado Chiba. Para que tu saibas eu tenho um namorado e ele ama-me muito assim como sou. Tu dizes que sou gorda, feia, burra, comilona, trapalhona e dorminhoca. Ele acha-me perfeita.
- E quem é a pobre alma mentirosa ou cega?
- Queres mesmo saber Chiba?
Motoki já ia intetrrompê-los mas Usagi esticou a mão para ele não o fazer. Ela estava tão vermelha, parecia que ia rebentar. Mamoru não estava menos vermelho, tinha os óculos de sol fechados na mão esquerda a ponto de quase os esmagar.
- Sim, quero!
- De certeza seu intrometido? Queres mesmo, mas mesmo saber?
- Quero saber sim, tenho que avisar a polícia porque anda o louco à solta. Aproveitam e levam-te logo a ti também!
- Não preciso de te dizer, posso-te mostrar, ele está aqui.
- Aqui onde?
- Aqui.- Usagi põe a mão no peito de Mamoru e beija-o.
Motoki estava paralisado de olhos muito abertos. Aquele era um espectáculo que ele tinha esperado ver mas que não achava possível que se tornasse realidde. E agora ali estavam aqueles dois, os seus melhores amigos, juntos. A beijarem-se. Ela com os braços em torno do pescoço dele e ele a apertá-la firmemente. Felizes.
- Vocês os dois têm de me explica porque é que raio tentaram pregar-me um ataque de coração!
- Ahah, desculpa Toki mas a Usako teve esta ideia e eu não pude deixar de a fazer. Achei hilariante. Só mesmo a minha Cabeça de Serradura preferida e perfeita. Acuso-me como o louco que a ama loucamente.
- Pois sim, vocês queriam era livrar-se de mim 30 anos mais cedo.
- Não maninho, nada disso. Então, o que é que me vais oferecer para comemorar o meu namoro aqui com o Chiba?
- Usagi... qual é o meu nome?
- Mamoru, meu querido.
- Bem, dois gelados de morango a sair!- Grita Motoki.
Capitulo 17- Representar
Na manhã seguinte Usagi e Mamoru acordam ao mesmo tempo. Levantam-se e decidem ir assustar o outro. Usagi tinha em mente um salto para cima da cama de Mamoru e Mamoru... bem, talvez não um salto, mas qualquer coisa que a acordasse bem acordadinha.
Vão os dois pé-ante-pé até que se encontram no corredor, esbarram um contra o outro e desatam aos berros.
- Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii que susto- Gritava Usagi.
- Aiiii meus deus que me dá um ataque de coração!- Gritava também, embora num tom mais baixo e menos estridente, Mamoru.
E, como ja começava a ser habitual, começaram a rir-se. Afinal de contas, a brincadeira tinha corrido melhor do que esperavam. Usagi atira-se para os braços de Mamoru e dá-lhe um beijo apaixonado.
- Bom dia meu amor!
- Nem imaginas como me sabe bem ouvir isso.
- Ai isso é que imagino. De certeza que te sabe tão bem a ti como me sabe a mim dizê-lo.
- Ainda é melhor ouvir-te a dizer que gostas de dizer que me amas.
- Sabes que isso é um pouco confuso para a minha cabeça certo?
- Hum... pois. Simplifica assim: Amo-te. Melhor?
- Muito melhor.
Beijam-se novamente. Um beijo tão intenso como os anteriores. Talvez não tão intenso como o primeiro, mas quase.
- E se fôssemos ao Crown dar as boas novas ao Motoki?
- Tive uma ideia melhor Mamo-chan.
- Melhor?
- Sim, muitoooo melhor.
E Usagi conta-lhe o seu plano ao qual Mamoru responde com um sorriso malicioso. Vestem-se e vão tomar o pequeno almoço ao Crown. Quase sem se falarem pelo caminho, perdidos em pensamentos. Apenas trocas de olhares. Olhares cúmplices.
..........
- Está calado Mamoru-baka, já não consigo ouvir a tua voz irritante nem mais um segundo! Já me chega!
Usagi gritava isto a Mamoru enquando entravam no Crown. Lá dentro estava um muito espantado Motoki que já tinha sabido as boas novas pela Ami. Ou assim pensava ele. Parecia que ela estava errada. Eles não namoravam e muito menos se davam bem. As coisas estavam iguais.
- Cabeça de Serradura eu não tenho culpa de ter que te aturar! Ainda uma pessoa tenta ajudar-te e tu gritas assim! É que isto só me acontece a mim! Já agora, vê lá o que vais pedir que eu não sou rico e tu estás demasiado gorda, portanto vê se te controlas.
Usagi começava a ficar vermelha de raiva. Ou não, só ela sabia que era por estar a conter o riso.
- És mesmo um idiota chapado Chiba. Para que tu saibas eu tenho um namorado e ele ama-me muito assim como sou. Tu dizes que sou gorda, feia, burra, comilona, trapalhona e dorminhoca. Ele acha-me perfeita.
- E quem é a pobre alma mentirosa ou cega?
- Queres mesmo saber Chiba?
Motoki já ia intetrrompê-los mas Usagi esticou a mão para ele não o fazer. Ela estava tão vermelha, parecia que ia rebentar. Mamoru não estava menos vermelho, tinha os óculos de sol fechados na mão esquerda a ponto de quase os esmagar.
- Sim, quero!
- De certeza seu intrometido? Queres mesmo, mas mesmo saber?
- Quero saber sim, tenho que avisar a polícia porque anda o louco à solta. Aproveitam e levam-te logo a ti também!
- Não preciso de te dizer, posso-te mostrar, ele está aqui.
- Aqui onde?
- Aqui.- Usagi põe a mão no peito de Mamoru e beija-o.
Motoki estava paralisado de olhos muito abertos. Aquele era um espectáculo que ele tinha esperado ver mas que não achava possível que se tornasse realidde. E agora ali estavam aqueles dois, os seus melhores amigos, juntos. A beijarem-se. Ela com os braços em torno do pescoço dele e ele a apertá-la firmemente. Felizes.
- Vocês os dois têm de me explica porque é que raio tentaram pregar-me um ataque de coração!
- Ahah, desculpa Toki mas a Usako teve esta ideia e eu não pude deixar de a fazer. Achei hilariante. Só mesmo a minha Cabeça de Serradura preferida e perfeita. Acuso-me como o louco que a ama loucamente.
- Pois sim, vocês queriam era livrar-se de mim 30 anos mais cedo.
- Não maninho, nada disso. Então, o que é que me vais oferecer para comemorar o meu namoro aqui com o Chiba?
- Usagi... qual é o meu nome?
- Mamoru, meu querido.
- Bem, dois gelados de morango a sair!- Grita Motoki.
claro k gosto.....
ja deia mnh opiniao antes n e sarrah??
looool
adoro.t mt...
menina prevertida....
ja agr conto aki uma coisita sobre a sara em portugues, caso n saibam nos somos da mm turma e ela e a minha melhor amiga...
xDxD
em portugues etavamos a faxer a auto-avaliaçao kd eu me viro pa ela e ela diz:
eu eu vou pedir 6, km tu xDxD alias vou pedi z.'.'.'.'.
LOOL
pronto ja sei k ela m vai matar
bj adoro.t
ja deia mnh opiniao antes n e sarrah??
looool
adoro.t mt...
menina prevertida....
ja agr conto aki uma coisita sobre a sara em portugues, caso n saibam nos somos da mm turma e ela e a minha melhor amiga...
xDxD
em portugues etavamos a faxer a auto-avaliaçao kd eu me viro pa ela e ela diz:
eu eu vou pedir 6, km tu xDxD alias vou pedi z.'.'.'.'.
LOOL
pronto ja sei k ela m vai matar
bj adoro.t
“To be a star, you must shine your own light, follow your own path, and don't worry about the darkness, for that is when the stars shine brightest”
Capitulo 18- E tudo faz sentido
Usagi e Mamoru tinham passado grande parte do dia no Crown e, acabados de chegar a casa, sentaram-se no sofá para ver um filme.
Realmente viram o filme, sentiam-se tão cansados que não conseguiam fazer mais nada. Parecia que, naquela noite, tudo apontava para uma noite estranha. Usagi estava tensa, tinha um mau pressentimento. Um pressentimento que ela não conseguia classificar...
- Mamo-chan...
- Sim Usako?
- Acho que me vou deitar, não me sinto muito bem.
Usagi estava tonta, tinha as pálpebras pesadas e a mente enevoada. Mamoru não estava em melhor estado, até as palavras custavam a sair. Apesar de não se encontrar nas melhores condições, estava mais preocupado com a mulher de cabelos loiros sentada ao seu lado, encostada no seu peito. Conseguia perceber que ela não estava bem, sentia-a cansada e alerta ao mesmo tempo, descontraída e tensa, como que a tentar esconder algum segredo.
- Mas precisas de alguma coisa? É que se precisares eu arranjo, se não, acho que também me vou deitar, estou exausto.
- Não, eu fico bem, só preciso de dormir. A sério- respondeu-lhe ela ao ver o olhar na cara do namorado.- vai-te deitar.
- Tudo bem. Não sei o que se passa, mas estou realmente sem forças.
- Também eu. Não percebo realmente, o dia não teve nada de cansativo, foi até bastante divertido...
Usagi levanta-se, dá-lhe um beijo de boa noite e entra no seu quarto. Definitivamente algo não estava bem. Algo de estranho iria acontecer.
Tinha-se passado apenas meia hora quando Usagi ouve o seu comunicador a tocar. Embora tivesse adormecido no instante em que se deitara por entre os lençóis, Usagi desperta rapidamente e pega no comunicador.
- Aqui Moon, onde está o monstro?
- Calma Moon, Aqui Júpiter. Monstro a atacar mesmo à porta do prédio onde tu vives agora, nem sei como não ouviste. Desce!
- Estou a ir!
Usagi sai de casa fazendo com que a porta não batesse, de forma a não acordar Mamoru. Seria um desastre se ele a visse. No elevador grita as famosas palavras:
- Pelo poder sagrado do prisma lunar!
Chega ao local de batalha ao mesmo tempo que Ami e Minako. Rei ja lá se encontrava, lutando ao lado da Maria.. Ainda estavam todas ilesas. O demónio era estranho, como os outros era humanóide mas parecia feito de ouro, prata e pedras preciosas. Os seus ataques poderiam ser mortíferos visto que lançava esses materiais às pessoas.
A primeira coisa que Usagi pensou foi que poderia ficar rica. Só depois gritou:
- Tu aí, demónio! Estava eu a tentar dormir num dos dias mais felizes da minha vida e tu vens importunar-me? Tu, a tentares estragar a felicidade de amar alguém? Eu sou uma bela guerreira que luta pelo amor e pela justiça. Sou a Sailor Moon e, em nome da Lua, vou castigar-te!
Em resposta recebe uma salva de cristais dos quais é obrigada a desviar-se.
- Mercúrio, qual é a situação?
- Alma de Fogo, arde!
A navegante de Marte bem tenta mas a sua Alma de Fogo nada faz ao demónio. As preciosidades de que é feito apenas adquirem um tom brilhante.
- Supremo Trovão!
- Raio Crescente!
Júpiter e Vénus atacam ao mesmo tempo mas os ataques não dão resultado.
-Rápido Mercúrio!- diziam todas.
- Sim, bem, Sailor Moon, acho que se eu e a Marte atacarmos ao mesmo tempo e tu usares a Tiara Lunar em seguida, conseguiremos vencê-lo.
- Para onde aponto?- pergunta Moon.
- Para a barriga, assim como nós. Vamos fazê-la partir-se!
Enquanto elas falavam o demónio tinha decidido atacar. Um Rubi pontiagudo ia directamente ao coração de Sailor Moon, ainda ningém se tinha apercebido mas alguém intercepta essa preciosa pedra. Mas não foi uma rosa. Foi alguém de carne e osso.
- Mascarado!- Gritou Sailor Moon.
Ele tinha a pedra espetada nas costas. Via-se que tinha dores, mas estava vivo. Pela rápida olhada dada por Mercúrio, não seria nada de grave.
- Vamos meninas, agora! Espuma de Sabão, espalha-te!
- Alma de Fogo, arde!
- Tiara Lunar, acção!
Os três ataques dirigidos à barriga do demónio conseguem mesmo destruí-lo. Mal lança a tiara, Sailor Moon corre para ao pé do seu querido Mascarado. Enquanto ela corria para ele, Sailor Vénus pega na sua máquina fotográfica. Aquele tinha ar de ser um momento Kodak.
- Mascarado, estás bem?
- Acho que sim, mas preciso que alguém me arranque essa porcaria das costas. Estranhamente foi, de todas as pedras que o demónio atirou, a única que não desapareceu.
Sailor Moon apressa-se a fazer o que ele lhe pediu. Depois deita a cabeça dele, já sem a cartola e com os cabelos pretos ao vento no seu colo e olha para os seus olhos azuis como o céu da meia noite. Esperem lá, azuis? Cabelos pretos? Porque é que aquele rosto lhe parecia tão familiar? Porque é que a cabeça dele nas pernas dela parecia tão natural?
Começa a retirar a máscara que tapava os seus olhos. Lentamente, sentindo arrepios quando os seus dedos roçavam a pele dele, arrepios que apenas uma pessoa em todo o mundo lhe causava. O Mascarado ainda levanta a mão mas baixa-a em seguida. Confiava nela. Sailor Moon mantinha os olhos fechados enquanto retirava a máscara. Quando finalmente a segurava em suas mãos, abriu-os.
- Mamoru?
- Hum... sim mas... eu continuo sem saber quem tu és...
Sailor Moon destransforma-se.
- Usagi? Agora tudo faz sentido.
- Pensei que tudo fazia sentido ontem.
- Também eu, mas parece que é agora.
Sorriem e beijam-se. Um beijo que não é perdido pela máquina fotográfica que as navegantes levavam consigo para todo o lado agora. Parecia que Mina tinha razão ao pensar que aquele momento merecia ser fotografado. Era um momento único, o momento em que eles tomavam total conhecimento de quem eram. Nenhum segredo iria impedir que eles se amassem.
- Vamos subir meu amor?
- Vamos. Amanhã é um longo dia. Amanhã é o quinto dia.
E, sem se despedirem das Navegantes que continuavam a observá-los, entraram no prédio. Tudo estava perfeito. O que pode ser mais perfeito do que duas pessoas apaixonadas?
Usagi e Mamoru tinham passado grande parte do dia no Crown e, acabados de chegar a casa, sentaram-se no sofá para ver um filme.
Realmente viram o filme, sentiam-se tão cansados que não conseguiam fazer mais nada. Parecia que, naquela noite, tudo apontava para uma noite estranha. Usagi estava tensa, tinha um mau pressentimento. Um pressentimento que ela não conseguia classificar...
- Mamo-chan...
- Sim Usako?
- Acho que me vou deitar, não me sinto muito bem.
Usagi estava tonta, tinha as pálpebras pesadas e a mente enevoada. Mamoru não estava em melhor estado, até as palavras custavam a sair. Apesar de não se encontrar nas melhores condições, estava mais preocupado com a mulher de cabelos loiros sentada ao seu lado, encostada no seu peito. Conseguia perceber que ela não estava bem, sentia-a cansada e alerta ao mesmo tempo, descontraída e tensa, como que a tentar esconder algum segredo.
- Mas precisas de alguma coisa? É que se precisares eu arranjo, se não, acho que também me vou deitar, estou exausto.
- Não, eu fico bem, só preciso de dormir. A sério- respondeu-lhe ela ao ver o olhar na cara do namorado.- vai-te deitar.
- Tudo bem. Não sei o que se passa, mas estou realmente sem forças.
- Também eu. Não percebo realmente, o dia não teve nada de cansativo, foi até bastante divertido...
Usagi levanta-se, dá-lhe um beijo de boa noite e entra no seu quarto. Definitivamente algo não estava bem. Algo de estranho iria acontecer.
..........
Tinha-se passado apenas meia hora quando Usagi ouve o seu comunicador a tocar. Embora tivesse adormecido no instante em que se deitara por entre os lençóis, Usagi desperta rapidamente e pega no comunicador.
- Aqui Moon, onde está o monstro?
- Calma Moon, Aqui Júpiter. Monstro a atacar mesmo à porta do prédio onde tu vives agora, nem sei como não ouviste. Desce!
- Estou a ir!
Usagi sai de casa fazendo com que a porta não batesse, de forma a não acordar Mamoru. Seria um desastre se ele a visse. No elevador grita as famosas palavras:
- Pelo poder sagrado do prisma lunar!
Chega ao local de batalha ao mesmo tempo que Ami e Minako. Rei ja lá se encontrava, lutando ao lado da Maria.. Ainda estavam todas ilesas. O demónio era estranho, como os outros era humanóide mas parecia feito de ouro, prata e pedras preciosas. Os seus ataques poderiam ser mortíferos visto que lançava esses materiais às pessoas.
A primeira coisa que Usagi pensou foi que poderia ficar rica. Só depois gritou:
- Tu aí, demónio! Estava eu a tentar dormir num dos dias mais felizes da minha vida e tu vens importunar-me? Tu, a tentares estragar a felicidade de amar alguém? Eu sou uma bela guerreira que luta pelo amor e pela justiça. Sou a Sailor Moon e, em nome da Lua, vou castigar-te!
Em resposta recebe uma salva de cristais dos quais é obrigada a desviar-se.
- Mercúrio, qual é a situação?
- Alma de Fogo, arde!
A navegante de Marte bem tenta mas a sua Alma de Fogo nada faz ao demónio. As preciosidades de que é feito apenas adquirem um tom brilhante.
- Supremo Trovão!
- Raio Crescente!
Júpiter e Vénus atacam ao mesmo tempo mas os ataques não dão resultado.
-Rápido Mercúrio!- diziam todas.
- Sim, bem, Sailor Moon, acho que se eu e a Marte atacarmos ao mesmo tempo e tu usares a Tiara Lunar em seguida, conseguiremos vencê-lo.
- Para onde aponto?- pergunta Moon.
- Para a barriga, assim como nós. Vamos fazê-la partir-se!
Enquanto elas falavam o demónio tinha decidido atacar. Um Rubi pontiagudo ia directamente ao coração de Sailor Moon, ainda ningém se tinha apercebido mas alguém intercepta essa preciosa pedra. Mas não foi uma rosa. Foi alguém de carne e osso.
- Mascarado!- Gritou Sailor Moon.
Ele tinha a pedra espetada nas costas. Via-se que tinha dores, mas estava vivo. Pela rápida olhada dada por Mercúrio, não seria nada de grave.
- Vamos meninas, agora! Espuma de Sabão, espalha-te!
- Alma de Fogo, arde!
- Tiara Lunar, acção!
Os três ataques dirigidos à barriga do demónio conseguem mesmo destruí-lo. Mal lança a tiara, Sailor Moon corre para ao pé do seu querido Mascarado. Enquanto ela corria para ele, Sailor Vénus pega na sua máquina fotográfica. Aquele tinha ar de ser um momento Kodak.
- Mascarado, estás bem?
- Acho que sim, mas preciso que alguém me arranque essa porcaria das costas. Estranhamente foi, de todas as pedras que o demónio atirou, a única que não desapareceu.
Sailor Moon apressa-se a fazer o que ele lhe pediu. Depois deita a cabeça dele, já sem a cartola e com os cabelos pretos ao vento no seu colo e olha para os seus olhos azuis como o céu da meia noite. Esperem lá, azuis? Cabelos pretos? Porque é que aquele rosto lhe parecia tão familiar? Porque é que a cabeça dele nas pernas dela parecia tão natural?
Começa a retirar a máscara que tapava os seus olhos. Lentamente, sentindo arrepios quando os seus dedos roçavam a pele dele, arrepios que apenas uma pessoa em todo o mundo lhe causava. O Mascarado ainda levanta a mão mas baixa-a em seguida. Confiava nela. Sailor Moon mantinha os olhos fechados enquanto retirava a máscara. Quando finalmente a segurava em suas mãos, abriu-os.
- Mamoru?
- Hum... sim mas... eu continuo sem saber quem tu és...
Sailor Moon destransforma-se.
- Usagi? Agora tudo faz sentido.
- Pensei que tudo fazia sentido ontem.
- Também eu, mas parece que é agora.
Sorriem e beijam-se. Um beijo que não é perdido pela máquina fotográfica que as navegantes levavam consigo para todo o lado agora. Parecia que Mina tinha razão ao pensar que aquele momento merecia ser fotografado. Era um momento único, o momento em que eles tomavam total conhecimento de quem eram. Nenhum segredo iria impedir que eles se amassem.
- Vamos subir meu amor?
- Vamos. Amanhã é um longo dia. Amanhã é o quinto dia.
E, sem se despedirem das Navegantes que continuavam a observá-los, entraram no prédio. Tudo estava perfeito. O que pode ser mais perfeito do que duas pessoas apaixonadas?
Tens de entrar para responderes neste tópico.

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