A Lua e a Terra
O teste de historia correu-me pessimamente mal. Lá vai o meu 5 à vida...
O prometido é devido. Passo à explicação da minha ansiedade em relação ao proximo capítulo (ainda não sei quando o vou por aqui)
O capítulo é baseado num sonho meu. Tão simples quanto isto :
: Além disso estou a gostar de o escrever. Por isso é que fico curiosa em saber a vossa opinião mais tarde.
Esta semana têm capítulo. Não sei quando mas em breve. Decididamente antes do fim de semana. Tenho cerca de metade já prontinho.
O prometido é devido. Passo à explicação da minha ansiedade em relação ao proximo capítulo (ainda não sei quando o vou por aqui)
O capítulo é baseado num sonho meu. Tão simples quanto isto :
: Além disso estou a gostar de o escrever. Por isso é que fico curiosa em saber a vossa opinião mais tarde.Esta semana têm capítulo. Não sei quando mas em breve. Decididamente antes do fim de semana. Tenho cerca de metade já prontinho.
epa.. adoro esta miuda...
então nas aulas de portugues...
so fazes coisas do genero:
a, e tal "... com a alcoviteira"
Sua maluca...
Mas adoro.t muito...
e esta fic...
lool
onde k ela ja n vai???

então nas aulas de portugues...
so fazes coisas do genero:
a, e tal "... com a alcoviteira"

Sua maluca...
Mas adoro.t muito...
e esta fic...
lool
onde k ela ja n vai???

“To be a star, you must shine your own light, follow your own path, and don't worry about the darkness, for that is when the stars shine brightest”
Capítulo 16- O que se passa comigo?
Encontra-o no patamar encostado à parece próxima dos elevadores. Silencioso. Estático. Parecia que não a via ou que a estava a ignorar. O seu olhar estava vazio. Na sua face estava gravada uma tremenda confusão e uma estranha dor. No seu coração as duas coisas misturavam-se.
Usagi avançava pé-ante-pé.
- Mamoru, o que se passa contigo?
Mamoru dá um pequeno salto, vira a cara para o outro lado e tenta levantar-se. Talvez por falta de apoio ou apenas pela proximidade de Usagi e pelo carinho que ela transmitia na voz cai. Fica deitado de barriga para baixo no chão. Não sabia como aquilo tinha acontecido, ninguem cai assim. Ninguem... tirando ele.
Usagi deita-se ao seu lado e volta a perguntar:
- Mamoru, o que se passa contigo?
Ela tinha uma voz tão doce. Era impossivel resistir àquela princesa. Parecia tão calma, tão diferente do habitual.
Mamoru olhou para ela, talvez por um segundo, uma hora ou até pela eternidade. Aos dois pareceu muito tempo, não demasiado, apenas o suficiente. Até que então responde...
- O que se passa comigo és tu.
Usagi estava parada, ainda deitada ao lado dele. O que ele tinha dito ainda estava a ser digerido por ela quando ele se começa a aproximar. Aproxima-se cada vez mais e mais. O coração de ambos batia a um ritmo alucinante. Aproximavam-se. Mais. Até que ambos fecham os olhos e os seus lábios se tocam.
Foi como se relâmpagos, água ou fogo, ou melhor, tudo junto percorresse os seus corpos naquele momento. Nunca nenhum deles se tinha sentido assim.
Nos primeiros segundos apenas os seus lábios se tocavam e, no momento em que Mamoru ia “perguntar” se a sua língua podia entrar no beijo a boca de Usagi abriu-se. Pareciam um só, a acção vinha antes do pensamento, era tudo perfeito.
Quem os visse iria pensar que tinham ficado colados pela boca, estavam a beijar-se há mais de um minutos, dava a ideia que não precisavam de ar. Que viviam pelo amor que nutriam um pelo outro.
Finalmente separaram-se em busca de ar. Em busca de compreensão também. Tinham a mente aos gritos de felicidade e o corpo dormente. Separaram-se apenas o suficiente para inspirarem algum ar, olharem um para o outro e sorrirem. Depois beijaram-se novamente, um beijo selvagem mas ao mesmo tempo suave. O beijo daqueles que se amam e que acabaram de o descobrir. O beijo de um amor que dura ha milénios.
Tudo isto Ami apanhou com a sua máquina fotográfica. Não queria invadir a privacidade deles, mas estava contente por o ter feito. Tinha sido a mais sortuda de todos. Tinha visto o primeiro dos beijos.
- Amo-te- sussurraram Usagi e Mamoru ao mesmo tempo. Depois riem.
- Amo-te Mamo-chan.
- E eu amo-te a ti Usako.
- Usako?- pergunta uma surpresa Usagi.
- Sim, porquê, não gostas?
- Adoro Mamo-chan, adoro.- e dá-lhe um rápido e suave beijo nos lábios.
Entram em casa. Entretanto Ami já tinha saído embora eles nem se tivessem apercebido de que ela tinha entrado.
- Mamoru...
- Sim meu amor.
- Percebi tudo.
- Tudo o quê?
- Percebi porque chorava quando chegava a casa. Percebi porque sentia que as lágrimas que chorava eram diferentes. Percebi o sonho que tive ontem. Percebi porque me senti tão mal. E percebi também porque discutia contigo todos os dias.
- Então e porquê?
- Chorava porque te amava. As lágrimas eram diferentes porque eras tu que as causavas. E ontem tive aquele sonho porque naquele momento tu beijavas outra pessoa. provavelmente a Kyoko. Sabia a alcool porque estavas bêbado. Senti-me mal porque a beijavas a ela e não a mim. E discutia todos os dias contigo porque te amo mais que a toda a gente na minha vida.
Neste momento, ambos tinham lágrimas nos olhos. Lágrimas nos olhos e um sorriso nos lábios.
- Eu sabia o significado do teu sonho, pelo menos em parte. Sabia que tinhas sonhado quando eu beijava a Kyoko mas não percebia porque te tinhas sentido mal com isso. Nunca te quis fazer chorar e no fundo sempre desejei fazer este “trabalho” contigo. Tudo isso porque te amava. Quem me dera ter-me apercebido disso antes daquela noite em que me senti como se estivesse a trair alguém. Antes de te fazer sofrer.
- Não foi assim tão mau. Ok, foi, foi horrível! Mas ficaste a saber que me amavas e eu, em parte, também. Apenas ignorava o que estava a sentir e o que tu sentias. Parece que estou a falar de algo que aconteceu ha muito tempo, embora tenha sido ontem. Significou tanto para mim teres-te deitado comigo quando me viste a chorar.
- Tive que o fazer, era meu dever. E desejava poder abraçar-te. Sabes, também sinto que falamos de algo que aconteceu ha muito tempo. Sinto que o nosso am or já existia. Sei agora que te amo desde o dia em que o teu teste acertou na minha cabeça.
Usagi beija-o. O dia fora perfeito.
- Tenho tanto sono Mamoru.
- Também eu, vamos dormir. Este dia foi cansativo, mas ao menos por bons motivos.
E foram dormir. Mamoru caiu na cama e adormeceu. Sonhou com a sua Usako, a sua coelhinha. Já Usagi sonhou com ele. Com o seu sapo que tinha virado príncipe.
Encontra-o no patamar encostado à parece próxima dos elevadores. Silencioso. Estático. Parecia que não a via ou que a estava a ignorar. O seu olhar estava vazio. Na sua face estava gravada uma tremenda confusão e uma estranha dor. No seu coração as duas coisas misturavam-se.
Usagi avançava pé-ante-pé.
- Mamoru, o que se passa contigo?
Mamoru dá um pequeno salto, vira a cara para o outro lado e tenta levantar-se. Talvez por falta de apoio ou apenas pela proximidade de Usagi e pelo carinho que ela transmitia na voz cai. Fica deitado de barriga para baixo no chão. Não sabia como aquilo tinha acontecido, ninguem cai assim. Ninguem... tirando ele.
Usagi deita-se ao seu lado e volta a perguntar:
- Mamoru, o que se passa contigo?
Ela tinha uma voz tão doce. Era impossivel resistir àquela princesa. Parecia tão calma, tão diferente do habitual.
Mamoru olhou para ela, talvez por um segundo, uma hora ou até pela eternidade. Aos dois pareceu muito tempo, não demasiado, apenas o suficiente. Até que então responde...
- O que se passa comigo és tu.
Usagi estava parada, ainda deitada ao lado dele. O que ele tinha dito ainda estava a ser digerido por ela quando ele se começa a aproximar. Aproxima-se cada vez mais e mais. O coração de ambos batia a um ritmo alucinante. Aproximavam-se. Mais. Até que ambos fecham os olhos e os seus lábios se tocam.
Foi como se relâmpagos, água ou fogo, ou melhor, tudo junto percorresse os seus corpos naquele momento. Nunca nenhum deles se tinha sentido assim.
Nos primeiros segundos apenas os seus lábios se tocavam e, no momento em que Mamoru ia “perguntar” se a sua língua podia entrar no beijo a boca de Usagi abriu-se. Pareciam um só, a acção vinha antes do pensamento, era tudo perfeito.
Quem os visse iria pensar que tinham ficado colados pela boca, estavam a beijar-se há mais de um minutos, dava a ideia que não precisavam de ar. Que viviam pelo amor que nutriam um pelo outro.
Finalmente separaram-se em busca de ar. Em busca de compreensão também. Tinham a mente aos gritos de felicidade e o corpo dormente. Separaram-se apenas o suficiente para inspirarem algum ar, olharem um para o outro e sorrirem. Depois beijaram-se novamente, um beijo selvagem mas ao mesmo tempo suave. O beijo daqueles que se amam e que acabaram de o descobrir. O beijo de um amor que dura ha milénios.
Tudo isto Ami apanhou com a sua máquina fotográfica. Não queria invadir a privacidade deles, mas estava contente por o ter feito. Tinha sido a mais sortuda de todos. Tinha visto o primeiro dos beijos.
- Amo-te- sussurraram Usagi e Mamoru ao mesmo tempo. Depois riem.
- Amo-te Mamo-chan.
- E eu amo-te a ti Usako.
- Usako?- pergunta uma surpresa Usagi.
- Sim, porquê, não gostas?
- Adoro Mamo-chan, adoro.- e dá-lhe um rápido e suave beijo nos lábios.
..........
Entram em casa. Entretanto Ami já tinha saído embora eles nem se tivessem apercebido de que ela tinha entrado.
- Mamoru...
- Sim meu amor.
- Percebi tudo.
- Tudo o quê?
- Percebi porque chorava quando chegava a casa. Percebi porque sentia que as lágrimas que chorava eram diferentes. Percebi o sonho que tive ontem. Percebi porque me senti tão mal. E percebi também porque discutia contigo todos os dias.
- Então e porquê?
- Chorava porque te amava. As lágrimas eram diferentes porque eras tu que as causavas. E ontem tive aquele sonho porque naquele momento tu beijavas outra pessoa. provavelmente a Kyoko. Sabia a alcool porque estavas bêbado. Senti-me mal porque a beijavas a ela e não a mim. E discutia todos os dias contigo porque te amo mais que a toda a gente na minha vida.
Neste momento, ambos tinham lágrimas nos olhos. Lágrimas nos olhos e um sorriso nos lábios.
- Eu sabia o significado do teu sonho, pelo menos em parte. Sabia que tinhas sonhado quando eu beijava a Kyoko mas não percebia porque te tinhas sentido mal com isso. Nunca te quis fazer chorar e no fundo sempre desejei fazer este “trabalho” contigo. Tudo isso porque te amava. Quem me dera ter-me apercebido disso antes daquela noite em que me senti como se estivesse a trair alguém. Antes de te fazer sofrer.
- Não foi assim tão mau. Ok, foi, foi horrível! Mas ficaste a saber que me amavas e eu, em parte, também. Apenas ignorava o que estava a sentir e o que tu sentias. Parece que estou a falar de algo que aconteceu ha muito tempo, embora tenha sido ontem. Significou tanto para mim teres-te deitado comigo quando me viste a chorar.
- Tive que o fazer, era meu dever. E desejava poder abraçar-te. Sabes, também sinto que falamos de algo que aconteceu ha muito tempo. Sinto que o nosso am or já existia. Sei agora que te amo desde o dia em que o teu teste acertou na minha cabeça.
Usagi beija-o. O dia fora perfeito.
- Tenho tanto sono Mamoru.
- Também eu, vamos dormir. Este dia foi cansativo, mas ao menos por bons motivos.
E foram dormir. Mamoru caiu na cama e adormeceu. Sonhou com a sua Usako, a sua coelhinha. Já Usagi sonhou com ele. Com o seu sapo que tinha virado príncipe.
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