When The Night Comes
Ai ai, tou tão emocionada! Chegamos ás 100 respostas 
Obrigada a todas vcs k comentaram a noxa fikezinha!
O proximo cap deve sair axim k voltar a comunicar com a Meimi!
beijoooooos a todas *.*

Obrigada a todas vcs k comentaram a noxa fikezinha!
O proximo cap deve sair axim k voltar a comunicar com a Meimi!
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http://sm-portugal.coolbb.net/Outros-Assuntos-c1/Fanfics-gerais-f23/When-The-Night-Comes-t1834.htm
Assinatura linda&maravilhosa por dianuxka-chan :3
http://oosakura-himeoo.deviantart.com/
Passem por lá...
n da pa tirar ^^U
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Passem por lá...
Obrigada!!
Aki vai o cap. 8!
8º Capítulo – Annoying Passengers(Passageiros irritantes)
No último capítulo…
- France Air Lines????
- Yap! Passagem para Paris! Só que não conseguimos ver a hora e o dia. – Diz Tomoyo.- Mas isso também não é um grande problema.
- Parece que a nossa ‘amiguinha’ vai fazer uma visitinha à Torre Eiffel. É melhor as senhoras começarem a fazer as malas, nós também temos um avião para apanhar!
8º Capítulo
Eram cerca de 15:00 quando estavam todos prontos e de malas feitas. Sakura estava especialmente feliz por se livrar daquela horrível empregada que a acordara não a deixando desfrutar do quentinho da sua cama. Sempre que pensava nisto ficava com sono, mas lembrando-se dos bilhetes de primeira classe que o chefe tinha arranjado sentia-se muito melhor. Seria uma viagem muito agradável e confortável podendo sempre aproveitar para pôr o sono em dia… Tomoyo estava cada vez mais preocupada com o facto de se ir encontrar com Nadia de novo, e por não conseguir dissuadir as amigas a ir até França e confrontarem-se com ela. Saíram do hotel e apanharam um táxi, o que foi relativamente difícil, visto que apenas as três jovens sabiam falar russo e apenas o chefe tentava chamar o táxi. De repente um táxi aproxima-se…
- питание! питание!
- Vá a um restaurante burro! Aqui não vais encontrar nada…
- Mas o que é que ele está para ali a dizer? Eu quero um Питание!
Depressa Meimi chega em socorro do chefe e diz rapidamente ao motorista antes que este se exaltasse…
- Desculpe, ele não sabe falar muito bem russo! O que ele queria dizer era que estamos a tentar arranjar um táxi para nos levar ao aeroporto!
-Porque é que não disse logo! Entrem…
-Muito obrigada – diz Meimi sorrindo – Entrem aqui antes que congelemos.
Os quatro rapidamente se instalaram dentro do bolorento táxi. Sakura ia no banco da frente e Tomoyo, Meimi e o chefe sentaram-se atrás.
-Meimi… - diz o chefe.
-S-Sim Júnior? - diz Meimi novamente congelando ao ouvir a voz do chefe dirigir-se a ela.
- Obrigada por me ajudares com o motorista…
- Onde é que andaste a estudar russo? Nalgum dicionário defeituoso? – Comenta Sakura quebrando o clima.
- Na verdade foi na ementa do hotel… – diz embaraçado – Eu não percebo nada de russo…
- Sim eu reparei… – diz Meimi querendo meter conversa – quando começaste a pedir comida ao motorista.
Ouvindo a conversa todos se riem deixando Asuka com as orelhas mais vermelhas que o habitual. Acontece que em vez de, como todas as outras pessoas, corar e ficar vermelho nas bochechas, Júnior ficava vermelho nas orelhas ( mesmo esquisito -_-` ).
- Por isso é que ele estava tão irritado comigo?
- Sim… era capaz por ser por causa disso…
- Então mas afinal o que é que o vosso amigo tem? Tem assim…algum atraso no cérebro ou qualquer coisa do género? - Diz o guarda intrometendo-se e não se preocupando minimamente com o facto de estar a ofender um passageiro. Assim como assim ele também não entendia nada de russo..
- Да! (significa sim em russo) O que é que ele disse mesmo?
Sakura e Meimi riem-se que nem perdidas, devido á falta de jeito para línguas do chefe.
A conversa continuou animada para as duas jovens e para o chefe ridicularizado, no entanto Tomoyo sentia-se cada vez mais perto do abismo. O que é que faria ela quando finalmente encontrassem Nádia, e quando a ouvisse gabar por lhe ter roubado o namorado de 2 anos em apenas uma semana? E o que diriam as suas amigas por ela nunca ter contado nada? Iriam elas compreender? Sabia que não podia comprometer uma missão daquela envergadura por puro egoísmo, ou pela cobardia de não querer enfrentar a rapariga que juntamente com David lhe tinham ‘enfeitado a testa’, mas tinha muita vontade de o fazer. Tinha a certeza que Meimi já se tinha apercebido que alguma coisa não estava bem, e até Sakura que era mais lenta nesse tipo de coisas já lhe tinha perguntado se ela se sentia bem. Felizmente a constipação viera na altura certa, e pelo menos servia para ela por as culpas do seu estado. O seu cérebro não conseguia deixar de martelar numa pergunta: ‘Será que o David e a Nádia ainda estavam juntos, quatro anos depois?’
- Tomoyooo… – diz Junior tocando-lhe no braço – ‘tás acordada?
- Hum… Sim…
- Sabes, eu respeito não te estares a rir de mim e isso…
-Rir? Do quê?
Meimi conta-lhe a história toda e todos se riem novamente excepto o chefe. Com toda esta conversa chegaram por fim ao aeroporto, para alívio de Asuka.
Todos entraram por aquelas enormes portas entusiasmados por irem até França. Embora estivessem muito ansiosos tiveram que esperar durante algum tempo antes de puder entrar para o avião…
-…E sabes, tenho montes de Barbies em casa… e há uma que tem um vestido de princesa…
-Ai que giro…-diz ironicamente Sakura para a miúda de seis anos que a estava a chatear – Porque que é que não vais brincar com os outros miúdos que estão ali ao virar da esquina?
-Está bem!! – Diz a miúda contente e vai se embora.
Sakura resolve levantar-se e prepara-se para ir ter com Tomoyo que estava sentada a um canto sozinha, quando de repente aparece um rapazinho a chorar…
- EU QUERO A MINHA MÃE…
- Eu vou-te ajudar – disse Sakura fazendo a boa acção do dia.
- TU NÃO ÉS A MINHA MÃE!! A MINHA MÃE DISSE PARA EU NÃO FALAR COM ESTRANHOS…
- Então como queres encontrar a tua mãe?! Eu… – diz ironicamente.
- …Ainda por cima estranhos feios…
- O QUÊ? Calma… - inspira. - respira fundo… - expira. - E onde estava a tua mãe?
- ALI NO CAFÉ!! – diz o miúdo agarrando lhe na cara com as suas unhas afiadas e virando-a.
- OLHA LÁ SEU PIRRALHO… - Com isto Sakura põe o miúdo de novo a chorar e todas as pessoas olhavam para aquela cena – Pronto… pára lá com isso… eu dou-te um doce!!!
- Porquê, achas que sou algum puto?!
- Não… Longe de mim julgar isso!! – Diz Sakura rindo-se.
Com isto o miúdo dá lhe um pontapé nas canelas e desata a fugir deitando a língua de fora. A rapariga corre atrás dele para lhe dar uma coça sob os olhares desprezíveis das pessoas que se encontravam ali.
Quando o apanha, consegue tirar-lhe o chupa e dá um exemplo de maturidade ao miúdo, que agora esperneava…
-Na na na na na …
“Mas o que é aquilo…” diziam as pessoas que se assistiam á cena “…a roubar um doce a uma criança!”. Sakura resolve devolver o chupa á criança antes que fosse comida viva por aqueles olhares. Quando recebe o chupa o miúdo dá lhe um murro na barriga e foge para perto de Asuka e Meimi. E recomeça a sua lamúria…
-…E ela tentou bater-me…e tirou-me o chupa…- diz o miúdo fazendo passar-se por santo…
- Oh! Que barbaridade!! Sakura, como foste capaz? – diz Meimi com as mãos nas ancas e um olhar reprovador, enquanto ria interiormente. Uma Sakura despenteada, dorida e enraivecida olha espantada para a amiga.
- Não acredito que vocês acreditam neste fedelho! Ele bateu-me primeiro! Tenho marcas que o provam!!!!
- Ts ts ts…. Sinceramente… - completa o chefe, negando com a cabeça.
- Anda cá meu pirralhinho. – ameaçou Sakura arregaçando as mangas. Agarrou-lhe na gola da camisola e o puto desatou num berreiro histérico. – Olha que eu sou má…. – diz a rapariga sob o olhar aterrorizado da criança. Com uma mão retira a chave da estrela da gola. Fa-la levitar na palma da mão uns centímetros, dramatizando a situação com um olhar sinistro e assustador. O miúdo pára imediatamente de chorar e a sua expressão transforma-se em puro terror, ao ver a chavinha suspensa no ar e envolta numa bola de luz esquisita. Sakura larga-o, deliciando-se com o terror do puto, dando uma gargalhada maléfica.
- UMA BRUXAAAA! AAAAAAAAAAHH!!!! – desata a correr, olhando de vez em quando para trás para ver se não era seguido.
Meimi e Asuka assistem á cena com cara de quem tem vergonha de conhecer aquela sujeita que usava magia para assustar crianças inocentes de 10 anos. Sakura junta-se a eles com um sorriso mais do que triunfante.
- Viram só? Aquele já nunca mais me chateia. – diz a rapariga.
- Não tens vergonha?!
- Nem por isso! Quem se mete comigo leva com as consequências… - olha para a direcção onde o puto ele tinha fugido e encontra-o lá ao fundo agarrado ao vestido da mãe, a apontar para ela. Quando ele repara que está a ser observado por Sakura encolhe-se todo. – Ah pois é, ah pois é…
- Sakura cuidado com…
- Agora não Meimi… - Sakura não tem tempo e acabar pois um poste aparece ‘misteriosamente’ á sua frente fazendo a rapariga chocar com ele com alguma violência.
O miúdo ri-se, deita a língua de fora e segue a mãe. Sakura movida pela vergonha continua a subir as escadas. O chefe começa a distribuir entre elas os bilhetes para se sentarem. Meimi havia ficado ao lado de Asuka, enquanto que Sakura e Tomoyo rezavam para ficar juntas…
- Onde são os nossos lugarres? – Perguntaram as duas em francês.
- Deixem me ver os bilhetes… - Diz a hospedeira – a menina é ali! – Indica a Tomoyo o seu lugar apontando para o lado de um velho a babar-se.
- Mas porque é que isto só me acontece a mim… - Diz lamentando-se da sua sorte.
A única coisa que Sakura pensava era que por muito mau que fosse o seu lugar, não podia ser pior que o de Tomoyo. Porque ter de aturar com um velho a ressonar e a babar-se numa viagem de 10 horas, era demais para qualquer um…
- Acompanhe-me menina… – continua a hospedeira, chamando Sakura – Aquele é o seu lugar! Boa Viagem!
- Muito Obrigado! – Diz Sakura dirigindo-se para o lugar. Caminha sem prestar atenção á cadeira do lado, pois não conseguia para de olhar para o velho que estava ao lado de Tomoyo. Senta-se na cadeira do avião e relaxa. Pelo menos já não ia levar com aquele pirralho…
Suspira dá uma olhadela para ver quem era o seu ‘colega de viajem’…
- Nãaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaooooooooooooooo!
Aki vai o cap. 8!
8º Capítulo – Annoying Passengers(Passageiros irritantes)
No último capítulo…
- France Air Lines????
- Yap! Passagem para Paris! Só que não conseguimos ver a hora e o dia. – Diz Tomoyo.- Mas isso também não é um grande problema.
- Parece que a nossa ‘amiguinha’ vai fazer uma visitinha à Torre Eiffel. É melhor as senhoras começarem a fazer as malas, nós também temos um avião para apanhar!
8º Capítulo
Eram cerca de 15:00 quando estavam todos prontos e de malas feitas. Sakura estava especialmente feliz por se livrar daquela horrível empregada que a acordara não a deixando desfrutar do quentinho da sua cama. Sempre que pensava nisto ficava com sono, mas lembrando-se dos bilhetes de primeira classe que o chefe tinha arranjado sentia-se muito melhor. Seria uma viagem muito agradável e confortável podendo sempre aproveitar para pôr o sono em dia… Tomoyo estava cada vez mais preocupada com o facto de se ir encontrar com Nadia de novo, e por não conseguir dissuadir as amigas a ir até França e confrontarem-se com ela. Saíram do hotel e apanharam um táxi, o que foi relativamente difícil, visto que apenas as três jovens sabiam falar russo e apenas o chefe tentava chamar o táxi. De repente um táxi aproxima-se…
- питание! питание!
- Vá a um restaurante burro! Aqui não vais encontrar nada…
- Mas o que é que ele está para ali a dizer? Eu quero um Питание!
Depressa Meimi chega em socorro do chefe e diz rapidamente ao motorista antes que este se exaltasse…
- Desculpe, ele não sabe falar muito bem russo! O que ele queria dizer era que estamos a tentar arranjar um táxi para nos levar ao aeroporto!
-Porque é que não disse logo! Entrem…
-Muito obrigada – diz Meimi sorrindo – Entrem aqui antes que congelemos.
Os quatro rapidamente se instalaram dentro do bolorento táxi. Sakura ia no banco da frente e Tomoyo, Meimi e o chefe sentaram-se atrás.
-Meimi… - diz o chefe.
-S-Sim Júnior? - diz Meimi novamente congelando ao ouvir a voz do chefe dirigir-se a ela.
- Obrigada por me ajudares com o motorista…
- Onde é que andaste a estudar russo? Nalgum dicionário defeituoso? – Comenta Sakura quebrando o clima.
- Na verdade foi na ementa do hotel… – diz embaraçado – Eu não percebo nada de russo…
- Sim eu reparei… – diz Meimi querendo meter conversa – quando começaste a pedir comida ao motorista.
Ouvindo a conversa todos se riem deixando Asuka com as orelhas mais vermelhas que o habitual. Acontece que em vez de, como todas as outras pessoas, corar e ficar vermelho nas bochechas, Júnior ficava vermelho nas orelhas ( mesmo esquisito -_-` ).
- Por isso é que ele estava tão irritado comigo?
- Sim… era capaz por ser por causa disso…
- Então mas afinal o que é que o vosso amigo tem? Tem assim…algum atraso no cérebro ou qualquer coisa do género? - Diz o guarda intrometendo-se e não se preocupando minimamente com o facto de estar a ofender um passageiro. Assim como assim ele também não entendia nada de russo..
- Да! (significa sim em russo) O que é que ele disse mesmo?
Sakura e Meimi riem-se que nem perdidas, devido á falta de jeito para línguas do chefe.
A conversa continuou animada para as duas jovens e para o chefe ridicularizado, no entanto Tomoyo sentia-se cada vez mais perto do abismo. O que é que faria ela quando finalmente encontrassem Nádia, e quando a ouvisse gabar por lhe ter roubado o namorado de 2 anos em apenas uma semana? E o que diriam as suas amigas por ela nunca ter contado nada? Iriam elas compreender? Sabia que não podia comprometer uma missão daquela envergadura por puro egoísmo, ou pela cobardia de não querer enfrentar a rapariga que juntamente com David lhe tinham ‘enfeitado a testa’, mas tinha muita vontade de o fazer. Tinha a certeza que Meimi já se tinha apercebido que alguma coisa não estava bem, e até Sakura que era mais lenta nesse tipo de coisas já lhe tinha perguntado se ela se sentia bem. Felizmente a constipação viera na altura certa, e pelo menos servia para ela por as culpas do seu estado. O seu cérebro não conseguia deixar de martelar numa pergunta: ‘Será que o David e a Nádia ainda estavam juntos, quatro anos depois?’
- Tomoyooo… – diz Junior tocando-lhe no braço – ‘tás acordada?
- Hum… Sim…
- Sabes, eu respeito não te estares a rir de mim e isso…
-Rir? Do quê?
Meimi conta-lhe a história toda e todos se riem novamente excepto o chefe. Com toda esta conversa chegaram por fim ao aeroporto, para alívio de Asuka.
Todos entraram por aquelas enormes portas entusiasmados por irem até França. Embora estivessem muito ansiosos tiveram que esperar durante algum tempo antes de puder entrar para o avião…
-…E sabes, tenho montes de Barbies em casa… e há uma que tem um vestido de princesa…
-Ai que giro…-diz ironicamente Sakura para a miúda de seis anos que a estava a chatear – Porque que é que não vais brincar com os outros miúdos que estão ali ao virar da esquina?
-Está bem!! – Diz a miúda contente e vai se embora.
Sakura resolve levantar-se e prepara-se para ir ter com Tomoyo que estava sentada a um canto sozinha, quando de repente aparece um rapazinho a chorar…
- EU QUERO A MINHA MÃE…
- Eu vou-te ajudar – disse Sakura fazendo a boa acção do dia.
- TU NÃO ÉS A MINHA MÃE!! A MINHA MÃE DISSE PARA EU NÃO FALAR COM ESTRANHOS…
- Então como queres encontrar a tua mãe?! Eu… – diz ironicamente.
- …Ainda por cima estranhos feios…
- O QUÊ? Calma… - inspira. - respira fundo… - expira. - E onde estava a tua mãe?
- ALI NO CAFÉ!! – diz o miúdo agarrando lhe na cara com as suas unhas afiadas e virando-a.
- OLHA LÁ SEU PIRRALHO… - Com isto Sakura põe o miúdo de novo a chorar e todas as pessoas olhavam para aquela cena – Pronto… pára lá com isso… eu dou-te um doce!!!
- Porquê, achas que sou algum puto?!
- Não… Longe de mim julgar isso!! – Diz Sakura rindo-se.
Com isto o miúdo dá lhe um pontapé nas canelas e desata a fugir deitando a língua de fora. A rapariga corre atrás dele para lhe dar uma coça sob os olhares desprezíveis das pessoas que se encontravam ali.
Quando o apanha, consegue tirar-lhe o chupa e dá um exemplo de maturidade ao miúdo, que agora esperneava…
-Na na na na na …
“Mas o que é aquilo…” diziam as pessoas que se assistiam á cena “…a roubar um doce a uma criança!”. Sakura resolve devolver o chupa á criança antes que fosse comida viva por aqueles olhares. Quando recebe o chupa o miúdo dá lhe um murro na barriga e foge para perto de Asuka e Meimi. E recomeça a sua lamúria…
-…E ela tentou bater-me…e tirou-me o chupa…- diz o miúdo fazendo passar-se por santo…
- Oh! Que barbaridade!! Sakura, como foste capaz? – diz Meimi com as mãos nas ancas e um olhar reprovador, enquanto ria interiormente. Uma Sakura despenteada, dorida e enraivecida olha espantada para a amiga.
- Não acredito que vocês acreditam neste fedelho! Ele bateu-me primeiro! Tenho marcas que o provam!!!!
- Ts ts ts…. Sinceramente… - completa o chefe, negando com a cabeça.
- Anda cá meu pirralhinho. – ameaçou Sakura arregaçando as mangas. Agarrou-lhe na gola da camisola e o puto desatou num berreiro histérico. – Olha que eu sou má…. – diz a rapariga sob o olhar aterrorizado da criança. Com uma mão retira a chave da estrela da gola. Fa-la levitar na palma da mão uns centímetros, dramatizando a situação com um olhar sinistro e assustador. O miúdo pára imediatamente de chorar e a sua expressão transforma-se em puro terror, ao ver a chavinha suspensa no ar e envolta numa bola de luz esquisita. Sakura larga-o, deliciando-se com o terror do puto, dando uma gargalhada maléfica.
- UMA BRUXAAAA! AAAAAAAAAAHH!!!! – desata a correr, olhando de vez em quando para trás para ver se não era seguido.
Meimi e Asuka assistem á cena com cara de quem tem vergonha de conhecer aquela sujeita que usava magia para assustar crianças inocentes de 10 anos. Sakura junta-se a eles com um sorriso mais do que triunfante.
- Viram só? Aquele já nunca mais me chateia. – diz a rapariga.
- Não tens vergonha?!
- Nem por isso! Quem se mete comigo leva com as consequências… - olha para a direcção onde o puto ele tinha fugido e encontra-o lá ao fundo agarrado ao vestido da mãe, a apontar para ela. Quando ele repara que está a ser observado por Sakura encolhe-se todo. – Ah pois é, ah pois é…
- Sakura cuidado com…
- Agora não Meimi… - Sakura não tem tempo e acabar pois um poste aparece ‘misteriosamente’ á sua frente fazendo a rapariga chocar com ele com alguma violência.
O miúdo ri-se, deita a língua de fora e segue a mãe. Sakura movida pela vergonha continua a subir as escadas. O chefe começa a distribuir entre elas os bilhetes para se sentarem. Meimi havia ficado ao lado de Asuka, enquanto que Sakura e Tomoyo rezavam para ficar juntas…
- Onde são os nossos lugarres? – Perguntaram as duas em francês.
- Deixem me ver os bilhetes… - Diz a hospedeira – a menina é ali! – Indica a Tomoyo o seu lugar apontando para o lado de um velho a babar-se.
- Mas porque é que isto só me acontece a mim… - Diz lamentando-se da sua sorte.
A única coisa que Sakura pensava era que por muito mau que fosse o seu lugar, não podia ser pior que o de Tomoyo. Porque ter de aturar com um velho a ressonar e a babar-se numa viagem de 10 horas, era demais para qualquer um…
- Acompanhe-me menina… – continua a hospedeira, chamando Sakura – Aquele é o seu lugar! Boa Viagem!
- Muito Obrigado! – Diz Sakura dirigindo-se para o lugar. Caminha sem prestar atenção á cadeira do lado, pois não conseguia para de olhar para o velho que estava ao lado de Tomoyo. Senta-se na cadeira do avião e relaxa. Pelo menos já não ia levar com aquele pirralho…
Suspira dá uma olhadela para ver quem era o seu ‘colega de viajem’…
- Nãaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaooooooooooooooo!
http://sm-portugal.coolbb.net/Outros-Assuntos-c1/Fanfics-gerais-f23/When-The-Night-Comes-t1834.htm
Assinatura linda&maravilhosa por dianuxka-chan :3
http://oosakura-himeoo.deviantart.com/
Passem por lá...
Aqui vai o 9º capítulo e desculpem os últimos atrasos mas com o começo da escola mal temos tempo para escrever os caps. Espero que gostem...
Capítulo 9 –
- Deixem me ver os bilhetes… - Diz a hospedeira – a menina é ali! – Indica a Tomoyo o seu lugar apontando para o lado de um velho a babar-se.
- Mas porque é que isto só me acontece a mim… - Diz lamentando-se da sua sorte.
A única coisa que Sakura pensava era que por muito mau que fosse o seu lugar, não podia ser pior que o de Tomoyo. Porque ter de aturar com um velho a ressonar e a babar-se numa viagem de 10 horas, era demais para qualquer um…
- Acompanhe-me menina… – continua a hospedeira, chamando Sakura – Aquele é o seu lugar! Boa Viagem!
- Muito Obrigado! – Diz Sakura dirigindo-se para o lugar. Caminha sem prestar atenção á cadeira do lado, pois não conseguia para de olhar para o velho que estava ao lado de Tomoyo. Senta-se na cadeira do avião e relaxa. Pelo menos já não ia levar com aquele pirralho…
Suspira dá uma olhadela para ver quem era o seu ‘colega de viajem’…
-Nãaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaoooooooooooooooooooo!!!!!!!!!
*cap.9*
- Vo-vocês sentem-se bem? – atreveu-se a perguntar Meimi. Desde que tinham saído do aeroporto que Tomoyo e Sakura não haviam proferido uma palavra. A face pálida de Tomoyo estava ainda mais branca do que o costume, com um ligeiro esverdeado a passar-lhe nas bochechas e profundas e roxas olheiras a cobrirem os olhos azuis. Sakura tinha inúmeros arranhões, movimentava-se com dificuldade e os cabelos estavam mais despenteados que o normal, podendo também notar-se um tique nervoso no olho esquerdo. As duas eram uma visão de traumas.
- Será que devemos dizer-lhes que já chegamos? – pergunta Meimi para Júnior, observando o fenómeno que ocorria nas duas jovens ao seu lado.
- Hum… - olha-as receoso da possível reacção que teriam se fossem acordadas do seu ‘transe’ actual’. – Deixa lá… elas devem seguir-nos…
- É… tens razão… - respondeu Meimi saindo do táxi acompanhada pelo chefe. – A última vez que as vi antes de o avião descolar, a Tomoyo estava com um velho a gritar qualquer coisa sobre ‘não se babe para cima de mim!’ e a Sakura armava um histerismo com alguém que eu não conseguia ver o topo da cabeça porque era demasiado baixo para o assento. As hospedeiras chegaram a ameaçar pô-las na rua!
- Num… avião?
- Exacto…
- Nem toda a gente teve a nossa sorte não foi? – comenta o chefe sem se aperceber realmente do que tinha dito.
- Hum… ah… p-pois…
- Eu queria dizer que foi uma sorte termos ficado ao lado de gente que conhecemos e… - diz o rapaz demasiado embaraçado para se conseguir desculpar em condições.
- Vamos fazer as reservas do hotel. – diz Meimi pegando nas suas malas e avançando rapidamente para a entrada giratória do hotel, rezando para que as suas bochechas coradas passassem despercebidas.
O clima de França era bastante diferente do da Rússia, apesar de também estar a atravessar um Inverno rigoroso. As nuvens cinzentas movimentavam-se calmamente ao sabor do vento não muito forte. Dezenas de pessoas regressavam estafadas dos respectivos empregos, ansiosas para desfrutar do fim-de-semana que vinha por aí enchendo as ruas numa típica tarde francesa. Os recém chegados quase podiam jurar que sentiam o aroma de croassaints a pairar no ar.
- Quatro quartos individuais por favor. Em nome de Asuka Júnior, Tomoyo Daidouji, Meimi Haneoka e Sakura Kinomoto.
- O tempo de estadia? – perguntou a jovem empregada com uma aparência bastante simpática.
- Hum… não sabemos bem.
- Muito bem. – preencheu um papéizinhos e entrega 4 cartões a Asuka, que pelos vistos seriam as chaves para os quartos. – Aqui tem as chaves, o meu colega acompanhar-vos-á aos respectivos quartos. Tenham uma boa estadia no ‘Hotel Amour’.
- Obrigado.
Dois brutamontes agarram em todas as malas como se fossem repletas de algodão e um homem baixinho e bastante lingrinhas faz indicação para o seguirem.
Os sete entram no amplo elevador e um senhor já de idade com a farda do hotel pergunta-lhes o andar.
Ficam aproximadamente um minuto mergulhados naquele silêncio incomodativo até se ouvir o ‘tlim’ que anunciava que tinham chegado ao piso certo. O homem atarracado faz sinal para os respectivos quartos de cada um e os outros dois pousam as malas lá dentro. Meimi espera que estes se retirem para se dirigir a Júnior.
- Nós não devíamos ter identidades novas aqui em França? É que registaste os quartos com os nossos nomes reais!
- Desculpa, com esta confusão toda acabei por não ter tempo de pensar nisso. Relaxa, acho que ninguém nosso conhecido mora em França, não devemos ter problemas.
- Espero bem que tenhas razão. Vou ajudar a Sakura e a Tomoyo a instalarem-se… - olhou para as raparigas que trocavam palavras de agonia uma com a outra e pensou como seria difícil o seu trabalho. Olhou para o relógio de pulso e constatou que eram apenas 5 horas. – Encontramo-nos todos daqui a uma hora e meia á porta do quarto da Tomoyo ok?
- Tudo bem. – o rapaz entra no quarto.
– Até logo então. – a rapariga dá de costas para o chefe e dirige-se para as suas ‘pacientes’.
18:30h – Porta do quarto 205
- Acho melhor dividirmo-nos para a procurar… - diz Tomoyo que estava como nova depois de 4 comprimidos para o enjoo e um banho de emersão. – Eu trouxe os auriculares para se precisarmos de comunicar. – retira discretamente uns auscultadores da bolsa azul com detalhes pretos que trazia.
- Oláááááá! – Sakura chega.
- Estou a ver que também já recuperaste! – diz Meimi satisfeita. Sakura convida os amigos a entrarem dentro do seu quarto e aponta para a porta.
- Logo vi… É uma boa terapia…
Na parte de dentro da porta um poster da foto do miúdo do aeroporto jazia pendurado, completamente furado, com bigode, dentes podres e um par de chifres e óculos horríveis. No chão aquelas setinhas de fazer tiro ao alvo amontoavam-se debaixo da mesa.
- Como é que arranjaste aquilo? – pergunta Tomoyo.
Sakura faz de conta que não ouve e sai do quarto.
18:40h – Entrada do Hotel
- Temos que nos separar… mas também não nos vamos separar demasiado para o caso de precisarmos de ajuda e tal…. – Tomoyo distribui os auriculares.
- Começamos por onde? – pergunta a ruiva.
- Por hoje inspeccionamos apenas esta área, amanhã começamos a entrar mesmo em acção.
- Mas isto está repleto de pessoas… - diz Sakura olhando em redor. Paris já era movimentada, ainda para mais numa sexta-feira e num dos pontos mais turísticos da cidade, com a Torre Eiffel ali mesmo ao lado.
- É por isso que temos de ter cuidado! Eu vou para aquela zona. – aponta para norte, onde havia um cruzamento. – Tu Meimi podes ir para a zona dos jardins da torre e a Sakura vai para a zona dos restaurantes. O boss fica aí numa esplanada.
- Hey, porque é que eu nunca posso fazer coisas fixes também?
- Porque és o boss, ninguém quer que tu te magoes não é? – diz Tomoyo irónica.
- Hunf!
Ao longe, uma sombra observa os jovens. “Vocês estão a fazer exactamente o que eu quero…” Dá um pequeno sorriso e volta a misturar-se na multidão.
Enquanto Asuka discutia, Sakura e Meimi olham subitamente uma para a outra. Algo com um poder enorme havia dado sinal de vida. Tomoyo sente-se meio estranha.
- Sentiste isto?? – pergunta Sakura alarmada.
- Sim!
Tantantan...quem será que elas percentiram?
Capítulo 9 –
- Deixem me ver os bilhetes… - Diz a hospedeira – a menina é ali! – Indica a Tomoyo o seu lugar apontando para o lado de um velho a babar-se.
- Mas porque é que isto só me acontece a mim… - Diz lamentando-se da sua sorte.
A única coisa que Sakura pensava era que por muito mau que fosse o seu lugar, não podia ser pior que o de Tomoyo. Porque ter de aturar com um velho a ressonar e a babar-se numa viagem de 10 horas, era demais para qualquer um…
- Acompanhe-me menina… – continua a hospedeira, chamando Sakura – Aquele é o seu lugar! Boa Viagem!
- Muito Obrigado! – Diz Sakura dirigindo-se para o lugar. Caminha sem prestar atenção á cadeira do lado, pois não conseguia para de olhar para o velho que estava ao lado de Tomoyo. Senta-se na cadeira do avião e relaxa. Pelo menos já não ia levar com aquele pirralho…
Suspira dá uma olhadela para ver quem era o seu ‘colega de viajem’…
-Nãaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaoooooooooooooooooooo!!!!!!!!!
*cap.9*
- Vo-vocês sentem-se bem? – atreveu-se a perguntar Meimi. Desde que tinham saído do aeroporto que Tomoyo e Sakura não haviam proferido uma palavra. A face pálida de Tomoyo estava ainda mais branca do que o costume, com um ligeiro esverdeado a passar-lhe nas bochechas e profundas e roxas olheiras a cobrirem os olhos azuis. Sakura tinha inúmeros arranhões, movimentava-se com dificuldade e os cabelos estavam mais despenteados que o normal, podendo também notar-se um tique nervoso no olho esquerdo. As duas eram uma visão de traumas.
- Será que devemos dizer-lhes que já chegamos? – pergunta Meimi para Júnior, observando o fenómeno que ocorria nas duas jovens ao seu lado.
- Hum… - olha-as receoso da possível reacção que teriam se fossem acordadas do seu ‘transe’ actual’. – Deixa lá… elas devem seguir-nos…
- É… tens razão… - respondeu Meimi saindo do táxi acompanhada pelo chefe. – A última vez que as vi antes de o avião descolar, a Tomoyo estava com um velho a gritar qualquer coisa sobre ‘não se babe para cima de mim!’ e a Sakura armava um histerismo com alguém que eu não conseguia ver o topo da cabeça porque era demasiado baixo para o assento. As hospedeiras chegaram a ameaçar pô-las na rua!
- Num… avião?
- Exacto…
- Nem toda a gente teve a nossa sorte não foi? – comenta o chefe sem se aperceber realmente do que tinha dito.
- Hum… ah… p-pois…
- Eu queria dizer que foi uma sorte termos ficado ao lado de gente que conhecemos e… - diz o rapaz demasiado embaraçado para se conseguir desculpar em condições.
- Vamos fazer as reservas do hotel. – diz Meimi pegando nas suas malas e avançando rapidamente para a entrada giratória do hotel, rezando para que as suas bochechas coradas passassem despercebidas.
O clima de França era bastante diferente do da Rússia, apesar de também estar a atravessar um Inverno rigoroso. As nuvens cinzentas movimentavam-se calmamente ao sabor do vento não muito forte. Dezenas de pessoas regressavam estafadas dos respectivos empregos, ansiosas para desfrutar do fim-de-semana que vinha por aí enchendo as ruas numa típica tarde francesa. Os recém chegados quase podiam jurar que sentiam o aroma de croassaints a pairar no ar.
- Quatro quartos individuais por favor. Em nome de Asuka Júnior, Tomoyo Daidouji, Meimi Haneoka e Sakura Kinomoto.
- O tempo de estadia? – perguntou a jovem empregada com uma aparência bastante simpática.
- Hum… não sabemos bem.
- Muito bem. – preencheu um papéizinhos e entrega 4 cartões a Asuka, que pelos vistos seriam as chaves para os quartos. – Aqui tem as chaves, o meu colega acompanhar-vos-á aos respectivos quartos. Tenham uma boa estadia no ‘Hotel Amour’.
- Obrigado.
Dois brutamontes agarram em todas as malas como se fossem repletas de algodão e um homem baixinho e bastante lingrinhas faz indicação para o seguirem.
Os sete entram no amplo elevador e um senhor já de idade com a farda do hotel pergunta-lhes o andar.
Ficam aproximadamente um minuto mergulhados naquele silêncio incomodativo até se ouvir o ‘tlim’ que anunciava que tinham chegado ao piso certo. O homem atarracado faz sinal para os respectivos quartos de cada um e os outros dois pousam as malas lá dentro. Meimi espera que estes se retirem para se dirigir a Júnior.
- Nós não devíamos ter identidades novas aqui em França? É que registaste os quartos com os nossos nomes reais!
- Desculpa, com esta confusão toda acabei por não ter tempo de pensar nisso. Relaxa, acho que ninguém nosso conhecido mora em França, não devemos ter problemas.
- Espero bem que tenhas razão. Vou ajudar a Sakura e a Tomoyo a instalarem-se… - olhou para as raparigas que trocavam palavras de agonia uma com a outra e pensou como seria difícil o seu trabalho. Olhou para o relógio de pulso e constatou que eram apenas 5 horas. – Encontramo-nos todos daqui a uma hora e meia á porta do quarto da Tomoyo ok?
- Tudo bem. – o rapaz entra no quarto.
– Até logo então. – a rapariga dá de costas para o chefe e dirige-se para as suas ‘pacientes’.
18:30h – Porta do quarto 205
- Acho melhor dividirmo-nos para a procurar… - diz Tomoyo que estava como nova depois de 4 comprimidos para o enjoo e um banho de emersão. – Eu trouxe os auriculares para se precisarmos de comunicar. – retira discretamente uns auscultadores da bolsa azul com detalhes pretos que trazia.
- Oláááááá! – Sakura chega.
- Estou a ver que também já recuperaste! – diz Meimi satisfeita. Sakura convida os amigos a entrarem dentro do seu quarto e aponta para a porta.
- Logo vi… É uma boa terapia…
Na parte de dentro da porta um poster da foto do miúdo do aeroporto jazia pendurado, completamente furado, com bigode, dentes podres e um par de chifres e óculos horríveis. No chão aquelas setinhas de fazer tiro ao alvo amontoavam-se debaixo da mesa.
- Como é que arranjaste aquilo? – pergunta Tomoyo.
Sakura faz de conta que não ouve e sai do quarto.
18:40h – Entrada do Hotel
- Temos que nos separar… mas também não nos vamos separar demasiado para o caso de precisarmos de ajuda e tal…. – Tomoyo distribui os auriculares.
- Começamos por onde? – pergunta a ruiva.
- Por hoje inspeccionamos apenas esta área, amanhã começamos a entrar mesmo em acção.
- Mas isto está repleto de pessoas… - diz Sakura olhando em redor. Paris já era movimentada, ainda para mais numa sexta-feira e num dos pontos mais turísticos da cidade, com a Torre Eiffel ali mesmo ao lado.
- É por isso que temos de ter cuidado! Eu vou para aquela zona. – aponta para norte, onde havia um cruzamento. – Tu Meimi podes ir para a zona dos jardins da torre e a Sakura vai para a zona dos restaurantes. O boss fica aí numa esplanada.
- Hey, porque é que eu nunca posso fazer coisas fixes também?
- Porque és o boss, ninguém quer que tu te magoes não é? – diz Tomoyo irónica.
- Hunf!
Ao longe, uma sombra observa os jovens. “Vocês estão a fazer exactamente o que eu quero…” Dá um pequeno sorriso e volta a misturar-se na multidão.
Enquanto Asuka discutia, Sakura e Meimi olham subitamente uma para a outra. Algo com um poder enorme havia dado sinal de vida. Tomoyo sente-se meio estranha.
- Sentiste isto?? – pergunta Sakura alarmada.
- Sim!
Tantantan...quem será que elas percentiram?


TWILIGHT - Coming soon...
Fã número 1 do Edward <3
^^
Ola! O capitulo 10 era suposto vir hoje, mas como nao consigo falar com a Meimi tera de vir provavelmente amanha!!
Como que em 'comemoraçao' do decimo capitulo, vai haver muitas surpresas, novas personagens e estará divido em duas partes para deixar mais suspense no ar huahahaha.... Por isso ate amanha!
Como que em 'comemoraçao' do decimo capitulo, vai haver muitas surpresas, novas personagens e estará divido em duas partes para deixar mais suspense no ar huahahaha.... Por isso ate amanha!

http://sm-portugal.coolbb.net/Outros-Assuntos-c1/Fanfics-gerais-f23/When-The-Night-Comes-t1834.htm
Assinatura linda&maravilhosa por dianuxka-chan :3
http://oosakura-himeoo.deviantart.com/
Passem por lá...
Cap. 10 – The race, parte 1 (a corrida)
No capitulo anterior...
Ao longe, uma sombra observa os jovens. “Vocês estão a fazer exactamente o que eu quero…” Dá um pequeno sorriso e volta a misturar-se na multidão.
Enquanto Asuka discutia, Sakura e Meimi olham subitamente uma para a outra. Algo com um poder enorme havia dado sinal de vida. Tomoyo sente-se meio estranha.
- Sentiste isto?? – pergunta Sakura alarmada.
- Sim!
Capitulo 10-
- Sentir o quê? – pergunta Júnior. – Oh, já estou a imaginar o filme! Vá, gabem-se de serem as únicas a ‘persentir’ coisas, oh todas poderosas e-
Enquanto Júnior discutia consigo mesmo, Sakura e Meimi concentram-se, para descobrirem de onde viria tamanha força,
- Vem dali! – exclamam em conjunto, virando-se subitamente para trás.
- É a presença da t...
- Vamos!
Sakura toma a dianteira e começa a correr pela multidão, seguindo o instinto para encontrar a fonte de energia, que certamente pertenceria à sua ladra rival. Segundos depois, a magia atenua-se, até ficar mínima. Assim era impossível localizar o que quer que fosse.
- Bolas!
- Olhem! – grita Tomoyo. As duas jovens seguem a direcção que esta apontava e deparam-se com uma figura feminina a correr, ás cotoveladas á multidão.
- É ela! – exclama Meimi. - Eu vou segui-la por cima, tratem disso aí em baixo! – diz a rapariga, saltando para uma varanda e desaparecendo para o telhado, com uma agilidade incomum.
Sakura invoca o bastão sob os protestos de Tomoyo, que gritava para serem discretas.
- Corrida! – grita, ao lançar uma carta ao ar. Logo uma força apodera-se das suas pernas, e a rapariga retorna a sua perseguição, mas numa velocidade três vezes superior.
As duas jovens desaparecem do alcance visual de Tomoyo, que volta para o pé do chefe a bufar de consternação.
- Era a mulher do vídeo? – pergunta o rapaz alarmado.
- Sim! Que irresponsáveis, para além de fazerem magia em público, ainda berram umas para as outras! – o seu tom muda de irritado para preocupado, enquanto olha para o sítio de onde as jovens tinha desaparecido. - Só espero que consigam apanhá-la e não se metam em sarilhos!
- Meimi, perdi-a! Consegues vê-la? – pergunta Sakura pelo intercomunicador.
- Sim! Ela está a ir para a zona dos restaurantes! Vou usar os balões para tentar chegar mais perto, acho que ela já nos topou quando usámos magia!
“1, 2, 3!” grita Meimi, fazendo dois gigantescos balões rosa sair da sua cartola.
“Isso meninas... venham atrás de mim...”
- Ok! Mas sê discreta, ou a Tomoyo ainda nos crucifica quando nos apanhar.
- Ai podem crer que crucifico! – guinchou uma voz feminina alterada, no outro lado da linha.
- Ups... não sabia que estavas a ouvir Tomoyo.
- Calem-se e concentrem-se!
- Já a vejo! – diz Sakura. – Está a entrar naquela rua cheia de candeeiros!
- Sim, estou a vê-la. Olha o arco do triunfo!
- Concentrem-se! – pediu Tomoyo exasperada.
‘Agora não me escapas!’ pensou Sakura confiante, aumentando consideravelmente a velocidade e levando a carta ao limite. O número de pessoas diminuía gradualmente, o que facilitava o seu trabalho. Quando era avistada, facilmente se tornava ‘fruto da imaginação’, o que a fez agradecer a Deus o facto de os franceses terem alucinações frequentemente. Deu entrada numa enorme e ampla rua, marcada por dezenas de postes erguidos sem aparente ordem. ‘Oh não...’
‘Agora não me escapas!’ sorriu malvadamente Meimi, voando mesmo em cima da cabeça da inimiga agarrada aos seus balões. Ouviu mais uma criança gritar “Ovni!” e a apontar na sua direcção, suspirou. Teve vontade de esbracejar e dizer que era só uns balõezinhos largados de uma festa, mas suspeitou que isso não fosse boa ideia. Quase perdeu o rasto da mulher ao ficar a admirar o arco do triunfo, quando se aproximava do monumento. Mas aí algo aconteceu.
Sem aviso prévio, a cartola de Meimi desaparece num puff, e esta sente uma tontura.
‘Agora vejam lá os meus truques...’ sussurrou a mulher dando um sorriso sinistro, mas continuando a sua corrida.
- Tou mesmo quase lá! – diz Sakura pelo intercomunicador. – Meimi, já não te vejo, onde estás?
- Aconteceu uma coisa estranha Sakura! – grita Meimi aterrorizada. Algo não estava bem. Segundos depois ouve-se duas grandes explosões e um grito ao longe.
O intercomunicador da rapariga desliga-se.
*Fim da 1ªa parte do 10º capitulo*
Uiiiii, o k se paxara??
Comentem please!!!
No capitulo anterior...
Ao longe, uma sombra observa os jovens. “Vocês estão a fazer exactamente o que eu quero…” Dá um pequeno sorriso e volta a misturar-se na multidão.
Enquanto Asuka discutia, Sakura e Meimi olham subitamente uma para a outra. Algo com um poder enorme havia dado sinal de vida. Tomoyo sente-se meio estranha.
- Sentiste isto?? – pergunta Sakura alarmada.
- Sim!
Capitulo 10-
- Sentir o quê? – pergunta Júnior. – Oh, já estou a imaginar o filme! Vá, gabem-se de serem as únicas a ‘persentir’ coisas, oh todas poderosas e-
Enquanto Júnior discutia consigo mesmo, Sakura e Meimi concentram-se, para descobrirem de onde viria tamanha força,
- Vem dali! – exclamam em conjunto, virando-se subitamente para trás.
- É a presença da t...
- Vamos!
Sakura toma a dianteira e começa a correr pela multidão, seguindo o instinto para encontrar a fonte de energia, que certamente pertenceria à sua ladra rival. Segundos depois, a magia atenua-se, até ficar mínima. Assim era impossível localizar o que quer que fosse.
- Bolas!
- Olhem! – grita Tomoyo. As duas jovens seguem a direcção que esta apontava e deparam-se com uma figura feminina a correr, ás cotoveladas á multidão.
- É ela! – exclama Meimi. - Eu vou segui-la por cima, tratem disso aí em baixo! – diz a rapariga, saltando para uma varanda e desaparecendo para o telhado, com uma agilidade incomum.
Sakura invoca o bastão sob os protestos de Tomoyo, que gritava para serem discretas.
- Corrida! – grita, ao lançar uma carta ao ar. Logo uma força apodera-se das suas pernas, e a rapariga retorna a sua perseguição, mas numa velocidade três vezes superior.
As duas jovens desaparecem do alcance visual de Tomoyo, que volta para o pé do chefe a bufar de consternação.
- Era a mulher do vídeo? – pergunta o rapaz alarmado.
- Sim! Que irresponsáveis, para além de fazerem magia em público, ainda berram umas para as outras! – o seu tom muda de irritado para preocupado, enquanto olha para o sítio de onde as jovens tinha desaparecido. - Só espero que consigam apanhá-la e não se metam em sarilhos!
- Meimi, perdi-a! Consegues vê-la? – pergunta Sakura pelo intercomunicador.
- Sim! Ela está a ir para a zona dos restaurantes! Vou usar os balões para tentar chegar mais perto, acho que ela já nos topou quando usámos magia!
“1, 2, 3!” grita Meimi, fazendo dois gigantescos balões rosa sair da sua cartola.
“Isso meninas... venham atrás de mim...”
- Ok! Mas sê discreta, ou a Tomoyo ainda nos crucifica quando nos apanhar.
- Ai podem crer que crucifico! – guinchou uma voz feminina alterada, no outro lado da linha.
- Ups... não sabia que estavas a ouvir Tomoyo.
- Calem-se e concentrem-se!
- Já a vejo! – diz Sakura. – Está a entrar naquela rua cheia de candeeiros!
- Sim, estou a vê-la. Olha o arco do triunfo!
- Concentrem-se! – pediu Tomoyo exasperada.
‘Agora não me escapas!’ pensou Sakura confiante, aumentando consideravelmente a velocidade e levando a carta ao limite. O número de pessoas diminuía gradualmente, o que facilitava o seu trabalho. Quando era avistada, facilmente se tornava ‘fruto da imaginação’, o que a fez agradecer a Deus o facto de os franceses terem alucinações frequentemente. Deu entrada numa enorme e ampla rua, marcada por dezenas de postes erguidos sem aparente ordem. ‘Oh não...’
‘Agora não me escapas!’ sorriu malvadamente Meimi, voando mesmo em cima da cabeça da inimiga agarrada aos seus balões. Ouviu mais uma criança gritar “Ovni!” e a apontar na sua direcção, suspirou. Teve vontade de esbracejar e dizer que era só uns balõezinhos largados de uma festa, mas suspeitou que isso não fosse boa ideia. Quase perdeu o rasto da mulher ao ficar a admirar o arco do triunfo, quando se aproximava do monumento. Mas aí algo aconteceu.
Sem aviso prévio, a cartola de Meimi desaparece num puff, e esta sente uma tontura.
‘Agora vejam lá os meus truques...’ sussurrou a mulher dando um sorriso sinistro, mas continuando a sua corrida.
- Tou mesmo quase lá! – diz Sakura pelo intercomunicador. – Meimi, já não te vejo, onde estás?
- Aconteceu uma coisa estranha Sakura! – grita Meimi aterrorizada. Algo não estava bem. Segundos depois ouve-se duas grandes explosões e um grito ao longe.
O intercomunicador da rapariga desliga-se.
*Fim da 1ªa parte do 10º capitulo*
Uiiiii, o k se paxara??
Comentem please!!!
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Passem por lá...
Obrigadaaaa 

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Passem por lá...
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