Sailor Moon Portugal, A Navegante da Lua

When The Night Comes

#81
Oi!
Desculpeeeeem pela demora, eu sei k tinha prometido o 5º cap no sabado, so k a Meimi nao aparecia e era a vez dela de postar, e entretanto recebo a noticia k a minha net ia ficar com n sei o k (mais alguem ai odeia a netcabo?)! De modo k foram so imprevistos!!! A Meimi agr vai de ferias e so regressa no fim de agosto, ate la eu vou postar o cap 6 e 7 e talvez o 8 (1 por semana) e kd ela voltar sou eu k me vou embora! (e nestas alturas k da jeito ter os capitulos adiantados!!) Alem disso vou passar a vir ao pc mesmo so para postar por ixo n vos poder responder!!
Era so pa vos informar disto... ja agora... toda a gente sabe quem e o chefe né?? acho que ta meio obvio...
BEIJOOOS!
#83
ta lindo muitos parabens.......

*mi esperar anciosamente pelo proximo capitulo*

beijinhos~~



familia 4 elementos a familia mais louca de todas......

sou mana da dianuxka e da Ana c. ferreira, e sou mama da sar4hhh, kasei, dizzy22 e da neo queen serenity...
#84
Olaaaaa!!
Aki vem mais um capitulo!
Este e ate agora o maior capitulo de todos e tb o mais dramático por ixo vao ter de ter alguma paciencia! mas finalmente descobre-se um poukxinho do passado de uma das protagonistas *nuvem negra*
Vou me mas é calar... espero k gostem =)


6º capítulo – Remembering the past (recordando o passado)



No capitulo anterior...



- Agora é a parte em que esta tipa entra dentro de casa... – Meimi acelera mais uma vez o vídeo e quando pára, vê-se a figura feminina surgir da parede com uma mochila extremamente brilhante.

Passa rente á câmara com o seu andar todo enrolado, e dá um ‘adeus’, antes de pular na árvore onde pouco tempo depois Sakura, Meimi e Tomoyo estariam a rever o plano.



*6º capítulo*



O rapaz e as outras duas raparigas ficam sem fala por alguns segundos...



- E o que eu queria perguntar era... – diz Meimi quebrando o silêncio. – Alguém sabe quem esta tipa é? Porque pelos vistos ela conhece-nos...



Todos pensam por alguns minutos, ainda com os nervos em franja, até que Sakura solta uma pequena exclamação.



- É aquela mulher do leilão!! Não se lembram quando nós fomos ao leilão onde seria comprada a caixa? No final, ela foi disputada por uma mulher e o Kupav... o russo dono da casa! Mas ele ofereceu tanto dinheiro por ela que a mulher acabou por não consegui-la. Não se lembram que a Tomoyo até comentou que ela parecia estar a tentar ouvir a nossa conversa?

- Ooooh sim!! É ela!! Mas... não faz sentido. Se ela tinha tanta facilidade em roubá-la, porque é que ia ao leilão e se arriscaria a pagar uma fortuna por aquele objecto?

- Só se... ela realmente soubesse que o russo a venceria nas questões monetárias... e fizesse isso para... vos sacar os planos ou assim. – sugere o chefe.

- Continua a não fazer sentido. – responde Tomoyo. – Porque é que ela haveria de nos provocar, se nem sequer nos conhece? E se pusermos a hipótese de ela realmente ter ido ao leilão com intenção de comprar a caixa e depois ter ouvido a nossa conversa acidentalmente, isso não explica o facto porque ela roubou o objecto duas horas antes de nós e ainda se deixou filmar!! Era muito mais lógico roubar com uns dias de antecedência e não deixar pistas!

- Concordo com a Tomoyo. – diz Sakura.

- Olhem... já é tarde, que tal irmos descansar e amanhã pensamos melhor nisto?



O chefe, Sakura e Meimi olham para Tomoyo alarmados. Será que estava doente ou assim?



- Tomoyo, já mediste a temperatura hoje? – pergunta Sakura tentando medir-lhe a febre.

- Oh, parem com as brincadeiras! Ás vezes temos que parar o trabalho para recuperar forças! – os restantes ainda ficam mais chocados, e Sakura afasta-se dela como se esta tivesse uma doença contagiosa.

- O que é que fizeste com a Tomoyo, criatura? – pergunta Meimi escondendo-se atrás do rapaz.

- Oh, vocês são mesmo crianças de vez em quando. – diz Tomoyo saindo da sala chateada. – Eu vou para o meu quarto! – grita a rapariga batendo com a porta da entrada.

- Acho que ela ficou um bocado transtornada.

- Uau Sakura, parabéns, és uma génia. – goza o chefe.

- Ótario. – responde a rapariga pondo a língua de fora. – Se calhar ela estava mesmo cansada. – vê no relógio de pulso. – É uma da manhã, acho que também vou dormir. – espreguiça-se.

- É... acho que ‘tá na hora. – diz o rapaz. Meimi apercebe-se que continuava agarrada ás costas do seu chefe, no segundo a seguir dá um salto e põe-se a milhas, baixando a cabeça de modo a que a franja tapasse as bochechas coradas. Instala-se um silêncio incomodativo, apesar de Sakura não ter percebido o que se passara.

- Amanhã quem me tirar da cama antes do meio dia, vira cadáver no momento. – diz Sakura ameaçadoramente. Momentos depois dá de costas e sai da sala, quase tropeçando no caminho devido á carpete enrolada, o que faz Meimi rir e voltar a erguer a cara.



Os dois ficam sozinhos.



- Eu acho que também me vou embora... Amanhã temos muito trabalho... – profere Meimi num tom de voz baixo para o normal.

- Sim...



Antes de passar pela porta da sala, a ruiva ouve a voz do chefe. Congela automaticamente.



- Meimi?

- S-sim? – com muito esforço destrava o pescoço e olha para trás.

- Boa noite!! – responde o chefe animado, oferecendo-lhe um sorriso que faz a rapariga descongelar.

- Boa noite para ti também! – responde tentando trespassar alguma naturalidade.



Depois de bater com a porta de saída corre pelo corredor até chegar ao próprio quarto, onde se tranca. Lentamente deixa-se deslizar pela porta sentando-se no chão. Fica algum tempo nessa posição, entretida com os seus pensamentos e recordações.










No seu quarto, Tomoyo encontrava-se sentada em frente ao toucador, escovando os longos cabelos negros. Não fechara as janelas, deixando o frio gelado do Inverno russo encher-lhe o quarto. A jovem fecha os olhos e uma lágrima escorre pela face pálida.



*Flashback*



- Mas mãe...

- Não Tomoyo!! – grita uma mulher de cabelos castanhos escuros pelo queixo. – Estás proibida de o voltar a ver! Tu desrespeitaste-me!

- A mãe só está a fazer este escândalo todo porque ele não é rico, nem filho dos seus amiguinhos não é? – grita a rapariga ainda mais alto, esbracejando de fúria. – Eu sei muito bem o que quero da vida, e prefiro passá-la com um rapaz normal que eu amo do que numa mansão cheia de criados e rodeada de gente como você.

- Sabes o que queres da vida? Tens 16 anos, não passas de uma criança cheia de ilusões! Os homens são todos o mesmo! Devias saber isso!

- Só porque a mãe não soube escolher o homem, não quer dizer que eu não possa ser feliz! – grita Tomoyo com a voz tremida das lágrimas que lhe molhavam completamente o rosto.

- Não e ponto final! Esse David é uma má influência! Desde que o conheces andas cada vez mais rebelde!! Ouve o que te digo, és muito nova para pensar que o amas perdidamente!! Isso é uma paixoneta de adolescentes!

- Não lhe admito que diga mal dele! – aponta-lhe um dedo acusatório. – A senhora não é ninguém para julgar os outros!! Eu odeio-a, assim como toda a gente que a conhece! Apenas ficam todos mansinhos ao pé de si e fingem ser seus amigos por causa do dinheiro!! Parece que aqui a adolescente é a senhora! Lá por ter tido uma desilusão no passado, não tem o direito de me fazer sofrer e ser fria com toda a gente que a rodeia.



Antes mesmo de Tomoyo acabar, um som cortante invade o ar e esta sente os dedos longos da mãe cravados na bochecha.



- Sou tua mãe... tens de ter respeito. – diz com a respiração acelerada. A jovem permanecia com a cara virada, e lentamente levou a própria mão ao sítio que ainda ardia da chapada. A mulher assusta-se ao ver os olhos azuis da filha encararem-na cheios de ódio.



Sem mais uma palavra, Tomoyo abandona a sala de estar dirigindo-se ao seu quarto onde começou a despejar as roupas do seu armário para a mala de viajem.



- Não fico nem mais um segundo nesta casa. – disse para si mesma, secando com raiva as lágrimas que pareciam não querer para de cair.





*Fim de flashback*



A jovem levanta-se do toucador e atira-se á cama, contendo o choro com a almofada.



*flashback*



Tomoyo entra no prédio, carregada de sacos das compras. Decide ir verificar o correio, para poupar esse trabalho á amiga que decerto já devia ter chegado. Pousa os sacos e abre a caixa de onde tira algumas cartas, a maioria de contas para pagar. Uma delas chama a sua atenção, por estar endereçada com o seu nome. Demasiado curiosa para esperar e chegar a casa, rasga a abertura do envelope.





Querida Tomoyo...’



- É a letra do David...



‘ Não sei bem como te explicar isto sem te magoar, mas acho que precisavas de saber a verdade. Bom, antes de mais queria agradecer-te pelo que fizeste por mim. O facto de saber que tu enfrentastes a tua mãe por minha causa foi para mim uma honra, mas tenho que esclarecer uma coisa.

Lembraste da Nadia? Uma amiga da minha irmã que te apresentei á umas três semanas? Desde a primeira vez que a vi fiquei hipnotizado com a beleza dela, mas não liguei porque estava contigo, pensei que ia ser apenas passageiro...’



Tomoyo ficou em choque.



‘... mas não foi. Aos poucos comecei a apaixonar-me por ela e a pensar realmente no que sentia por ti. Cheguei á conclusão que tu foste apenas um deslumbramento meu. Ao rever as nossas discussões apercebi-me que és demasiado mimada para a nossa relação resultar. Não te culpo, a “mimadice” é algo característico de pessoas da tua classe social, e agora sinto-me meio ingénuo por não ter percebido isso antes. A verdade é que nos últimos meses até ouvir-te falar dos teus problemas ou do que quer que fosse aborrecia-me de tal modo que chegava a ser insuportável. Não espero que aceites que fiquemos amigos depois desta carta. Aposto que nunca mais me vais querer ver á frente, mas eu aceito isso, nós simplesmente não fomos feitos para estarmos juntos, e se não te dissesse isto estava iludir-te. Não sei se vais gostar de saber que eu e a Nádia estamos extremamente felizes, acho que agora é que percebi o que é amar realmente.

Parece que a tua mãe tinha razão, se calhar éramos mesmo demasiado novos para sabermos o que queríamos da vida. Só espero que tu encontres alguém especial também.



Despeço-me, David.’


Tomoyo amachuca a carta e rasga-a aos pedacinhos. De seguida deixa-se cair sobre os joelhos, sem forças, entregando-se completamente ao choro. Aquele que seria o amor da sua vida, havia acabado de lhe mandar uma carta a dizer que a achava insuportável e mimada. Tinha sido traída.

Estranhou no outro dia vê-lo na pastelaria todo sorrisinhos com ela, nunca desviando a atenção dos olhos azuis de Nadia, mas achou que era apenas uma coincidência e que se tinham encontrado por mero acaso.

Estúpida Tomoyo, és uma estúpida...’ repetia a rapariga para si mesma, recriminando-se por não ter percebido antes.



*fim de flashback*



Na sua cabeça apenas surgiam perguntas dirigidas a si própria, perguntando-se o porquê de não ser suficientemente boa para aqueles que a rodeavam. Para aquelas de quem ela gostava. Talvez se fosse mais educada a mãe a trataria de forma diferente do que sempre fez durante toda a sua vida. Talvez se fosse mais bela não tinha sido trocada por uma simples de rapariga.

Agora essa mesma rapariga voltara. Sabia que tinha conseguido esconder o seu espanto no dia do leilão, mas ao vê-la na cassete, o choque tinha sido demasiado. O seu estratagema de confundir os colegas parecia ter resultado, mas no final tinha deitado tudo por água abaixo.

O passado que tanto se tinha esforçado para enterrar quando conheceu Sakura e Meimi, havia voltado para assombrá-la.

Tcharam! (é imprexao minha ou eu acabo smpr os capitulos com 'tcharam o.o? )
Vai ser moi je k vai trazer o prox cap. expcionalmente pk a Meimizinha continua em França (k sortudaaaaa TT.TT). Boas noticias e k ela tem duas paginas de ideias novas para a fic (e ela tem a letra minuscula, por ixo duas pags devem ser MUITAS ideias!)
Comentem!
Bye bye!!!!
#87
de nada Embaracoso

P.S. k axas da nha nova assin e du meu novo ava?
#89
Olá!! Estou finalmente de volta aqui ao fórum! E tenho aqui um capítulo novinho em folha... como a Sakurahime disse tenho milhões de ideias para a fic e montes de sítios para as nossas personagens visitarem...ups...é melhor calar me antes que a sara me bata... Bem aqui vai o novo cap:


7º Capitulo – Next Destiny: France!





O dia amanheceu escuro na cidade de Moscovo. Ainda não eram oito horas já funcionários do hotel percorriam a entrada com malas ou acompanhando clientes recém-chegados. Lá fora apenas os pássaros e um ou outro carro preenchiam a cidade.

No 7º andar do hotel, mais precisamente nos quartos 234 e 235, duas criaturas dormiam que nem pedras, sem sinais de acordarem nas próximas décadas.

Num outro quarto Tomoyo desperta, e a primeira coisa que sente é a garganta gelada, tão arranhada que até abrir a boca era doloroso. Logo que se viu ao espelho e tocou na própria pele deu-se conta que estava praticamente á beira de uma pneumonia. A causa era de certeza a janela que tinha ficado entreaberta durante a noite, infelizmente tinha-se deixado dormir e nem se apercebera que dormira toda a noite com aquele ‘frio da Rússia’ a ‘acolher-lhe’ o quarto. Pelos visto tinha um sono pesado, apesar de curto.

Espirrou e enrolou-se nos grossos cobertores, que estavam tão quentinhos que pareciam chamá-la para ficar lá deitada toda a amanhã. Passado algum tempo viu que não conseguia voltar a adormecer, e ao constatar as horas decidiu levantar-te e ignorar os chamamentos das mantas.

Dirigiu-se á casa de banho onde ligou o chuveiro, e tomou um banho de água que quase dava para fritar gente, para ver se conseguia despistar a constipação que parecia aproximar-se a toda a velocidade.





11:00h – Quarto de Sakura.



- Bom dia menina! – Berra alguém fazendo a rapariga revirar-se na cama.



Uma mulher com dimensões parecidas com as de uma bola de basket entra no quarto da rapariga, alegre que nem um passarinho.



- Hora de despertar! – Voltou a guinchar, abrindo totalmente os cortinados, deixando passar a luz do não-tão-radioso-sol. Sakura permaneceu imóvel, de cara enterrada na almofada. – Acorde menina!!!! – a empregada sacode-a, fazendo a rapariga murmurar alguma coisa incompreensível aos ouvidos da mulher.



- Vá… uf…. texugo… ronf…



Vá lá não seja preguiçosa!!!! – Gritou a mulher com a sua voz estridente que parecia fazer comichão no interior do ouvidos. Pegou nos cobertores e depois de travar uma luta com a jovem adormecida pela sua posse, destapou-a completamente.



‘Esta sujeita sabe que sou eu que estou a pagar a minha estadia aqui e não o contrário?!’ foi o primeiro pensamento da recém acordada Sakura.



- ‘Tá frio… Dê cá isso! – disse retirando os cobertores ferozmente das mãos da empregada, que resiste.



- Desculpe madame, mas tenho ordens restritas para não a deixar dormir depois das 11h.



- Você sabe a que horas eu me deitei? Deixe-me dormir!



- O que você faz à noite não é da minha conta. – Sakura sente-se vagamente ofendida pela aquela insinuação. – Se os jovens fossem menos ás discotecas e a esses sítios mal frequentados o mundo não estava neste estado, já para não falar que acordavam a horas decentes. – A mulher reparou na cara de chocada da jovem e apressou-se a desculpar-se antes que esta apresentasse queixa. – Eu não queria dizer que a madame faz esse tipo de coisas, estava a apenas a comentar, a menina parece uma rapariga bastante…



- Sim sim já percebi…Só me faltava agora mais esta…



- Desculpe? – Perguntou a empregada não entendendo o que ela havia dito no final.



- Nada nada… obrigada por me acordar. – Diz Sakura cinicamente, vendo-se forçada a sentar-se na cama. A empregada solta um riso estridente.



- Ora essa! É o meu dever!! Deseja que lhe traga já o pequeno-almoço?



Sakura ponderou por momento. Ela tinha dito que alguém a tinha mandado acordar, isso queria dizer que provavelmente o chefe e as outras estariam á sua espera.



- Hum… deixe estar, eu depois peço.



- Como quiser! – Soltou mais um riso irritante de tão alegre que era e retirou-se numa marcha que mais parecia que andava aos saltinhos.



Sakura veste o robe e calça as pantufas quentinhas que tinha comprado mal chegara aquele país. Sem se preocupar com o facto de estar de pijama, abandona o quarto.



11:25h – Quarto de Meimi.



O amplo quarto estava aparentemente vazio. A cama feita com aspecto que nunca tinha sido tocada, armários fechados, silêncio total. Ou não total assim, uma vez que de vez em quando ouvia-se uma respiração leve vinda não se sabe de onde.

Alguém bate á porta, porém ninguém responde.



‘Será que ela já se levantou…?’ pensou a pessoa do outro da porta, ponderando por momentos. ‘Náááááá! Impossível!’



- Meimiiiii, dá para eu entrar? – Pergunta a voz de fora. Ninguém respondia. – Meimi estás aí?? – Destranca a porta movido pela curiosidade.



Quando vai para a abrir, sente um peso encostado á porta do outro lado. Faz força e abre a porta de rajada.



- Aii! – Meimi acorda de uma forma turbulenta, depois de sentir-se brutalmente empurrada.

Quando o rapaz entra no quarto depara-se no com Meimi estatelada no chão. Ao que parece ela tinha adormecido encostada á porta.



- Hum… estás bem?



- Dentro do possível… - responde Meimi enquanto se levanta, sentindo todos os ossinhos do corpo doridos e a estalar. Quando procura quem a tinha acordado espanta-se ao encontrar os olhos verdes escuros do seu chefe. – Hey! O que é que estás a fazer aqui?



- Vim chamar-te, não acreditas no que eu descobri quando pus o vídeo no computador!



- O quê?





11:30 – Quarto do chefe.



- Bom dia! – Disseram Tomoyo e Sakura ao verem Meimi chegar seguida do seu chefe.



- Bom dia!



Sakura sentada á frente do computador portátil, faz-lhe sinal para ela se aproximar.



- Vê só isto! – Meimi reparou que esta ainda tinha os olhos inchados e estava despenteada, sinal que não tinha acordado á muito tempo.



- Parece que temos uma pista! – Exclama Tomoyo com a voz rouca, enroscando-se no cobertor cor-de-rosa que tinha sobre os ombros.



- A sério? - Pergunta Meimi entusiasmada, sentando-se imediatamente ao lado de Sakura. O monitor do pc mostrava o vídeo que estiveram a ver a noite passada.



A rapariga de cabelos curtos carrega no play na cena que a misteriosa mulher dizia adeus e dava de costas para a câmara. No momento que ela se vira, clica no stop. Todos os olhos estavam fixos na imagem que estava no ecrã.

Sakura faz zoom na mala da rapariga, mais precisamente num bolso e isolou essa parte. Á medida que vai clicando nalgumas opções do programa para diminuir o desfocamento, as letras do papel que estava no bolso da mala ficam mais nítidas.



- Isso é… um bilhete de avião?!



- Ah hã! – Respondem os outros em coro. Meimi esforça-se para ler algumas das palavras que estavam no bilhete.



- France Air Lines????



- Yap! Passagem para Paris! Só que não conseguimos ver a hora e o dia. – Diz Tomoyo.- Mas isso também não é um grande problema.



- Parece que a nossa ‘amiguinha’ vai fazer uma visitinha à Torre Eiffel. É melhor as senhoras começarem a fazer as malas, nós também temos um avião para apanhar!


Pronto aqui está, e é só para dizer para estarem atentos pois esta história vai ter muitas reviravoltas... Ai ai que pena ter que me ter vindo embora de frança... (tantantantam...):(arte):


TWILIGHT - Coming soon...

Fã número 1 do Edward <3

^^
#96
Ai ai! é mesmo o namorado da meimi... Surprised.o: Surprised.o: Surprised.o:


TWILIGHT - Coming soon...

Fã número 1 do Edward <3

^^
#97
Acabei de ler os 7 capitulos e gostei muito acho que tá super fofo!!! Quando postam mais capitulos??'
#98
Muito obrigada pelos elogios!! Em principio esta semana postaremos mais um!


TWILIGHT - Coming soon...

Fã número 1 do Edward <3

^^
#99
ta muito bom, parabéns;)

I never got my letter to Hogwarts...so I'm moving to Forks to live with the Cullens.xD
#100
Muito obrigado!! Em principio vou ser a postar o próximo capítulo pk a SakuraHime também está de férias agora...Embaracoso


TWILIGHT - Coming soon...

Fã número 1 do Edward <3

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