When The Night Comes
Oi!
Desculpeeeeem pela demora, eu sei k tinha prometido o 5º cap no sabado, so k a Meimi nao aparecia e era a vez dela de postar, e entretanto recebo a noticia k a minha net ia ficar com n sei o k (mais alguem ai odeia a netcabo?)! De modo k foram so imprevistos!!! A Meimi agr vai de ferias e so regressa no fim de agosto, ate la eu vou postar o cap 6 e 7 e talvez o 8 (1 por semana) e kd ela voltar sou eu k me vou embora! (e nestas alturas k da jeito ter os capitulos adiantados!!) Alem disso vou passar a vir ao pc mesmo so para postar por ixo n vos poder responder!!
Era so pa vos informar disto... ja agora... toda a gente sabe quem e o chefe né?? acho que ta meio obvio...
BEIJOOOS!
Desculpeeeeem pela demora, eu sei k tinha prometido o 5º cap no sabado, so k a Meimi nao aparecia e era a vez dela de postar, e entretanto recebo a noticia k a minha net ia ficar com n sei o k (mais alguem ai odeia a netcabo?)! De modo k foram so imprevistos!!! A Meimi agr vai de ferias e so regressa no fim de agosto, ate la eu vou postar o cap 6 e 7 e talvez o 8 (1 por semana) e kd ela voltar sou eu k me vou embora! (e nestas alturas k da jeito ter os capitulos adiantados!!) Alem disso vou passar a vir ao pc mesmo so para postar por ixo n vos poder responder!!
Era so pa vos informar disto... ja agora... toda a gente sabe quem e o chefe né?? acho que ta meio obvio...
BEIJOOOS!
http://sm-portugal.coolbb.net/Outros-Assuntos-c1/Fanfics-gerais-f23/When-The-Night-Comes-t1834.htm
Assinatura linda&maravilhosa por dianuxka-chan :3
http://oosakura-himeoo.deviantart.com/
Passem por lá...
Olaaaaa!!
Aki vem mais um capitulo!
Este e ate agora o maior capitulo de todos e tb o mais dramático por ixo vao ter de ter alguma paciencia! mas finalmente descobre-se um poukxinho do passado de uma das protagonistas *nuvem negra*
Vou me mas é calar... espero k gostem =)
6º capítulo – Remembering the past (recordando o passado)
No capitulo anterior...
- Agora é a parte em que esta tipa entra dentro de casa... – Meimi acelera mais uma vez o vídeo e quando pára, vê-se a figura feminina surgir da parede com uma mochila extremamente brilhante.
Passa rente á câmara com o seu andar todo enrolado, e dá um ‘adeus’, antes de pular na árvore onde pouco tempo depois Sakura, Meimi e Tomoyo estariam a rever o plano.
*6º capítulo*
O rapaz e as outras duas raparigas ficam sem fala por alguns segundos...
- E o que eu queria perguntar era... – diz Meimi quebrando o silêncio. – Alguém sabe quem esta tipa é? Porque pelos vistos ela conhece-nos...
Todos pensam por alguns minutos, ainda com os nervos em franja, até que Sakura solta uma pequena exclamação.
- É aquela mulher do leilão!! Não se lembram quando nós fomos ao leilão onde seria comprada a caixa? No final, ela foi disputada por uma mulher e o Kupav... o russo dono da casa! Mas ele ofereceu tanto dinheiro por ela que a mulher acabou por não consegui-la. Não se lembram que a Tomoyo até comentou que ela parecia estar a tentar ouvir a nossa conversa?
- Ooooh sim!! É ela!! Mas... não faz sentido. Se ela tinha tanta facilidade em roubá-la, porque é que ia ao leilão e se arriscaria a pagar uma fortuna por aquele objecto?
- Só se... ela realmente soubesse que o russo a venceria nas questões monetárias... e fizesse isso para... vos sacar os planos ou assim. – sugere o chefe.
- Continua a não fazer sentido. – responde Tomoyo. – Porque é que ela haveria de nos provocar, se nem sequer nos conhece? E se pusermos a hipótese de ela realmente ter ido ao leilão com intenção de comprar a caixa e depois ter ouvido a nossa conversa acidentalmente, isso não explica o facto porque ela roubou o objecto duas horas antes de nós e ainda se deixou filmar!! Era muito mais lógico roubar com uns dias de antecedência e não deixar pistas!
- Concordo com a Tomoyo. – diz Sakura.
- Olhem... já é tarde, que tal irmos descansar e amanhã pensamos melhor nisto?
O chefe, Sakura e Meimi olham para Tomoyo alarmados. Será que estava doente ou assim?
- Tomoyo, já mediste a temperatura hoje? – pergunta Sakura tentando medir-lhe a febre.
- Oh, parem com as brincadeiras! Ás vezes temos que parar o trabalho para recuperar forças! – os restantes ainda ficam mais chocados, e Sakura afasta-se dela como se esta tivesse uma doença contagiosa.
- O que é que fizeste com a Tomoyo, criatura? – pergunta Meimi escondendo-se atrás do rapaz.
- Oh, vocês são mesmo crianças de vez em quando. – diz Tomoyo saindo da sala chateada. – Eu vou para o meu quarto! – grita a rapariga batendo com a porta da entrada.
- Acho que ela ficou um bocado transtornada.
- Uau Sakura, parabéns, és uma génia. – goza o chefe.
- Ótario. – responde a rapariga pondo a língua de fora. – Se calhar ela estava mesmo cansada. – vê no relógio de pulso. – É uma da manhã, acho que também vou dormir. – espreguiça-se.
- É... acho que ‘tá na hora. – diz o rapaz. Meimi apercebe-se que continuava agarrada ás costas do seu chefe, no segundo a seguir dá um salto e põe-se a milhas, baixando a cabeça de modo a que a franja tapasse as bochechas coradas. Instala-se um silêncio incomodativo, apesar de Sakura não ter percebido o que se passara.
- Amanhã quem me tirar da cama antes do meio dia, vira cadáver no momento. – diz Sakura ameaçadoramente. Momentos depois dá de costas e sai da sala, quase tropeçando no caminho devido á carpete enrolada, o que faz Meimi rir e voltar a erguer a cara.
Os dois ficam sozinhos.
- Eu acho que também me vou embora... Amanhã temos muito trabalho... – profere Meimi num tom de voz baixo para o normal.
- Sim...
Antes de passar pela porta da sala, a ruiva ouve a voz do chefe. Congela automaticamente.
- Meimi?
- S-sim? – com muito esforço destrava o pescoço e olha para trás.
- Boa noite!! – responde o chefe animado, oferecendo-lhe um sorriso que faz a rapariga descongelar.
- Boa noite para ti também! – responde tentando trespassar alguma naturalidade.
Depois de bater com a porta de saída corre pelo corredor até chegar ao próprio quarto, onde se tranca. Lentamente deixa-se deslizar pela porta sentando-se no chão. Fica algum tempo nessa posição, entretida com os seus pensamentos e recordações.
No seu quarto, Tomoyo encontrava-se sentada em frente ao toucador, escovando os longos cabelos negros. Não fechara as janelas, deixando o frio gelado do Inverno russo encher-lhe o quarto. A jovem fecha os olhos e uma lágrima escorre pela face pálida.
*Flashback*
- Mas mãe...
- Não Tomoyo!! – grita uma mulher de cabelos castanhos escuros pelo queixo. – Estás proibida de o voltar a ver! Tu desrespeitaste-me!
- A mãe só está a fazer este escândalo todo porque ele não é rico, nem filho dos seus amiguinhos não é? – grita a rapariga ainda mais alto, esbracejando de fúria. – Eu sei muito bem o que quero da vida, e prefiro passá-la com um rapaz normal que eu amo do que numa mansão cheia de criados e rodeada de gente como você.
- Sabes o que queres da vida? Tens 16 anos, não passas de uma criança cheia de ilusões! Os homens são todos o mesmo! Devias saber isso!
- Só porque a mãe não soube escolher o homem, não quer dizer que eu não possa ser feliz! – grita Tomoyo com a voz tremida das lágrimas que lhe molhavam completamente o rosto.
- Não e ponto final! Esse David é uma má influência! Desde que o conheces andas cada vez mais rebelde!! Ouve o que te digo, és muito nova para pensar que o amas perdidamente!! Isso é uma paixoneta de adolescentes!
- Não lhe admito que diga mal dele! – aponta-lhe um dedo acusatório. – A senhora não é ninguém para julgar os outros!! Eu odeio-a, assim como toda a gente que a conhece! Apenas ficam todos mansinhos ao pé de si e fingem ser seus amigos por causa do dinheiro!! Parece que aqui a adolescente é a senhora! Lá por ter tido uma desilusão no passado, não tem o direito de me fazer sofrer e ser fria com toda a gente que a rodeia.
Antes mesmo de Tomoyo acabar, um som cortante invade o ar e esta sente os dedos longos da mãe cravados na bochecha.
- Sou tua mãe... tens de ter respeito. – diz com a respiração acelerada. A jovem permanecia com a cara virada, e lentamente levou a própria mão ao sítio que ainda ardia da chapada. A mulher assusta-se ao ver os olhos azuis da filha encararem-na cheios de ódio.
Sem mais uma palavra, Tomoyo abandona a sala de estar dirigindo-se ao seu quarto onde começou a despejar as roupas do seu armário para a mala de viajem.
- Não fico nem mais um segundo nesta casa. – disse para si mesma, secando com raiva as lágrimas que pareciam não querer para de cair.
*Fim de flashback*
A jovem levanta-se do toucador e atira-se á cama, contendo o choro com a almofada.
*flashback*
Tomoyo entra no prédio, carregada de sacos das compras. Decide ir verificar o correio, para poupar esse trabalho á amiga que decerto já devia ter chegado. Pousa os sacos e abre a caixa de onde tira algumas cartas, a maioria de contas para pagar. Uma delas chama a sua atenção, por estar endereçada com o seu nome. Demasiado curiosa para esperar e chegar a casa, rasga a abertura do envelope.
‘Querida Tomoyo...’
- É a letra do David...
‘ Não sei bem como te explicar isto sem te magoar, mas acho que precisavas de saber a verdade. Bom, antes de mais queria agradecer-te pelo que fizeste por mim. O facto de saber que tu enfrentastes a tua mãe por minha causa foi para mim uma honra, mas tenho que esclarecer uma coisa.
Lembraste da Nadia? Uma amiga da minha irmã que te apresentei á umas três semanas? Desde a primeira vez que a vi fiquei hipnotizado com a beleza dela, mas não liguei porque estava contigo, pensei que ia ser apenas passageiro...’
Tomoyo ficou em choque.
‘... mas não foi. Aos poucos comecei a apaixonar-me por ela e a pensar realmente no que sentia por ti. Cheguei á conclusão que tu foste apenas um deslumbramento meu. Ao rever as nossas discussões apercebi-me que és demasiado mimada para a nossa relação resultar. Não te culpo, a “mimadice” é algo característico de pessoas da tua classe social, e agora sinto-me meio ingénuo por não ter percebido isso antes. A verdade é que nos últimos meses até ouvir-te falar dos teus problemas ou do que quer que fosse aborrecia-me de tal modo que chegava a ser insuportável. Não espero que aceites que fiquemos amigos depois desta carta. Aposto que nunca mais me vais querer ver á frente, mas eu aceito isso, nós simplesmente não fomos feitos para estarmos juntos, e se não te dissesse isto estava iludir-te. Não sei se vais gostar de saber que eu e a Nádia estamos extremamente felizes, acho que agora é que percebi o que é amar realmente.
Parece que a tua mãe tinha razão, se calhar éramos mesmo demasiado novos para sabermos o que queríamos da vida. Só espero que tu encontres alguém especial também.
Tomoyo amachuca a carta e rasga-a aos pedacinhos. De seguida deixa-se cair sobre os joelhos, sem forças, entregando-se completamente ao choro. Aquele que seria o amor da sua vida, havia acabado de lhe mandar uma carta a dizer que a achava insuportável e mimada. Tinha sido traída.
Estranhou no outro dia vê-lo na pastelaria todo sorrisinhos com ela, nunca desviando a atenção dos olhos azuis de Nadia, mas achou que era apenas uma coincidência e que se tinham encontrado por mero acaso.
‘Estúpida Tomoyo, és uma estúpida...’ repetia a rapariga para si mesma, recriminando-se por não ter percebido antes.
*fim de flashback*
Na sua cabeça apenas surgiam perguntas dirigidas a si própria, perguntando-se o porquê de não ser suficientemente boa para aqueles que a rodeavam. Para aquelas de quem ela gostava. Talvez se fosse mais educada a mãe a trataria de forma diferente do que sempre fez durante toda a sua vida. Talvez se fosse mais bela não tinha sido trocada por uma simples de rapariga.
Agora essa mesma rapariga voltara. Sabia que tinha conseguido esconder o seu espanto no dia do leilão, mas ao vê-la na cassete, o choque tinha sido demasiado. O seu estratagema de confundir os colegas parecia ter resultado, mas no final tinha deitado tudo por água abaixo.
O passado que tanto se tinha esforçado para enterrar quando conheceu Sakura e Meimi, havia voltado para assombrá-la.
Tcharam! (é imprexao minha ou eu acabo smpr os capitulos com 'tcharam o.o? )
Vai ser moi je k vai trazer o prox cap. expcionalmente pk a Meimizinha continua em França (k sortudaaaaa TT.TT). Boas noticias e k ela tem duas paginas de ideias novas para a fic (e ela tem a letra minuscula, por ixo duas pags devem ser MUITAS ideias!)
Comentem!
Bye bye!!!!
Aki vem mais um capitulo!
Este e ate agora o maior capitulo de todos e tb o mais dramático por ixo vao ter de ter alguma paciencia! mas finalmente descobre-se um poukxinho do passado de uma das protagonistas *nuvem negra*
Vou me mas é calar... espero k gostem =)
6º capítulo – Remembering the past (recordando o passado)
No capitulo anterior...
- Agora é a parte em que esta tipa entra dentro de casa... – Meimi acelera mais uma vez o vídeo e quando pára, vê-se a figura feminina surgir da parede com uma mochila extremamente brilhante.
Passa rente á câmara com o seu andar todo enrolado, e dá um ‘adeus’, antes de pular na árvore onde pouco tempo depois Sakura, Meimi e Tomoyo estariam a rever o plano.
*6º capítulo*
O rapaz e as outras duas raparigas ficam sem fala por alguns segundos...
- E o que eu queria perguntar era... – diz Meimi quebrando o silêncio. – Alguém sabe quem esta tipa é? Porque pelos vistos ela conhece-nos...
Todos pensam por alguns minutos, ainda com os nervos em franja, até que Sakura solta uma pequena exclamação.
- É aquela mulher do leilão!! Não se lembram quando nós fomos ao leilão onde seria comprada a caixa? No final, ela foi disputada por uma mulher e o Kupav... o russo dono da casa! Mas ele ofereceu tanto dinheiro por ela que a mulher acabou por não consegui-la. Não se lembram que a Tomoyo até comentou que ela parecia estar a tentar ouvir a nossa conversa?
- Ooooh sim!! É ela!! Mas... não faz sentido. Se ela tinha tanta facilidade em roubá-la, porque é que ia ao leilão e se arriscaria a pagar uma fortuna por aquele objecto?
- Só se... ela realmente soubesse que o russo a venceria nas questões monetárias... e fizesse isso para... vos sacar os planos ou assim. – sugere o chefe.
- Continua a não fazer sentido. – responde Tomoyo. – Porque é que ela haveria de nos provocar, se nem sequer nos conhece? E se pusermos a hipótese de ela realmente ter ido ao leilão com intenção de comprar a caixa e depois ter ouvido a nossa conversa acidentalmente, isso não explica o facto porque ela roubou o objecto duas horas antes de nós e ainda se deixou filmar!! Era muito mais lógico roubar com uns dias de antecedência e não deixar pistas!
- Concordo com a Tomoyo. – diz Sakura.
- Olhem... já é tarde, que tal irmos descansar e amanhã pensamos melhor nisto?
O chefe, Sakura e Meimi olham para Tomoyo alarmados. Será que estava doente ou assim?
- Tomoyo, já mediste a temperatura hoje? – pergunta Sakura tentando medir-lhe a febre.
- Oh, parem com as brincadeiras! Ás vezes temos que parar o trabalho para recuperar forças! – os restantes ainda ficam mais chocados, e Sakura afasta-se dela como se esta tivesse uma doença contagiosa.
- O que é que fizeste com a Tomoyo, criatura? – pergunta Meimi escondendo-se atrás do rapaz.
- Oh, vocês são mesmo crianças de vez em quando. – diz Tomoyo saindo da sala chateada. – Eu vou para o meu quarto! – grita a rapariga batendo com a porta da entrada.
- Acho que ela ficou um bocado transtornada.
- Uau Sakura, parabéns, és uma génia. – goza o chefe.
- Ótario. – responde a rapariga pondo a língua de fora. – Se calhar ela estava mesmo cansada. – vê no relógio de pulso. – É uma da manhã, acho que também vou dormir. – espreguiça-se.
- É... acho que ‘tá na hora. – diz o rapaz. Meimi apercebe-se que continuava agarrada ás costas do seu chefe, no segundo a seguir dá um salto e põe-se a milhas, baixando a cabeça de modo a que a franja tapasse as bochechas coradas. Instala-se um silêncio incomodativo, apesar de Sakura não ter percebido o que se passara.
- Amanhã quem me tirar da cama antes do meio dia, vira cadáver no momento. – diz Sakura ameaçadoramente. Momentos depois dá de costas e sai da sala, quase tropeçando no caminho devido á carpete enrolada, o que faz Meimi rir e voltar a erguer a cara.
Os dois ficam sozinhos.
- Eu acho que também me vou embora... Amanhã temos muito trabalho... – profere Meimi num tom de voz baixo para o normal.
- Sim...
Antes de passar pela porta da sala, a ruiva ouve a voz do chefe. Congela automaticamente.
- Meimi?
- S-sim? – com muito esforço destrava o pescoço e olha para trás.
- Boa noite!! – responde o chefe animado, oferecendo-lhe um sorriso que faz a rapariga descongelar.
- Boa noite para ti também! – responde tentando trespassar alguma naturalidade.
Depois de bater com a porta de saída corre pelo corredor até chegar ao próprio quarto, onde se tranca. Lentamente deixa-se deslizar pela porta sentando-se no chão. Fica algum tempo nessa posição, entretida com os seus pensamentos e recordações.
No seu quarto, Tomoyo encontrava-se sentada em frente ao toucador, escovando os longos cabelos negros. Não fechara as janelas, deixando o frio gelado do Inverno russo encher-lhe o quarto. A jovem fecha os olhos e uma lágrima escorre pela face pálida.
*Flashback*
- Mas mãe...
- Não Tomoyo!! – grita uma mulher de cabelos castanhos escuros pelo queixo. – Estás proibida de o voltar a ver! Tu desrespeitaste-me!
- A mãe só está a fazer este escândalo todo porque ele não é rico, nem filho dos seus amiguinhos não é? – grita a rapariga ainda mais alto, esbracejando de fúria. – Eu sei muito bem o que quero da vida, e prefiro passá-la com um rapaz normal que eu amo do que numa mansão cheia de criados e rodeada de gente como você.
- Sabes o que queres da vida? Tens 16 anos, não passas de uma criança cheia de ilusões! Os homens são todos o mesmo! Devias saber isso!
- Só porque a mãe não soube escolher o homem, não quer dizer que eu não possa ser feliz! – grita Tomoyo com a voz tremida das lágrimas que lhe molhavam completamente o rosto.
- Não e ponto final! Esse David é uma má influência! Desde que o conheces andas cada vez mais rebelde!! Ouve o que te digo, és muito nova para pensar que o amas perdidamente!! Isso é uma paixoneta de adolescentes!
- Não lhe admito que diga mal dele! – aponta-lhe um dedo acusatório. – A senhora não é ninguém para julgar os outros!! Eu odeio-a, assim como toda a gente que a conhece! Apenas ficam todos mansinhos ao pé de si e fingem ser seus amigos por causa do dinheiro!! Parece que aqui a adolescente é a senhora! Lá por ter tido uma desilusão no passado, não tem o direito de me fazer sofrer e ser fria com toda a gente que a rodeia.
Antes mesmo de Tomoyo acabar, um som cortante invade o ar e esta sente os dedos longos da mãe cravados na bochecha.
- Sou tua mãe... tens de ter respeito. – diz com a respiração acelerada. A jovem permanecia com a cara virada, e lentamente levou a própria mão ao sítio que ainda ardia da chapada. A mulher assusta-se ao ver os olhos azuis da filha encararem-na cheios de ódio.
Sem mais uma palavra, Tomoyo abandona a sala de estar dirigindo-se ao seu quarto onde começou a despejar as roupas do seu armário para a mala de viajem.
- Não fico nem mais um segundo nesta casa. – disse para si mesma, secando com raiva as lágrimas que pareciam não querer para de cair.
*Fim de flashback*
A jovem levanta-se do toucador e atira-se á cama, contendo o choro com a almofada.
*flashback*
Tomoyo entra no prédio, carregada de sacos das compras. Decide ir verificar o correio, para poupar esse trabalho á amiga que decerto já devia ter chegado. Pousa os sacos e abre a caixa de onde tira algumas cartas, a maioria de contas para pagar. Uma delas chama a sua atenção, por estar endereçada com o seu nome. Demasiado curiosa para esperar e chegar a casa, rasga a abertura do envelope.
‘Querida Tomoyo...’
- É a letra do David...
‘ Não sei bem como te explicar isto sem te magoar, mas acho que precisavas de saber a verdade. Bom, antes de mais queria agradecer-te pelo que fizeste por mim. O facto de saber que tu enfrentastes a tua mãe por minha causa foi para mim uma honra, mas tenho que esclarecer uma coisa.
Lembraste da Nadia? Uma amiga da minha irmã que te apresentei á umas três semanas? Desde a primeira vez que a vi fiquei hipnotizado com a beleza dela, mas não liguei porque estava contigo, pensei que ia ser apenas passageiro...’
Tomoyo ficou em choque.
‘... mas não foi. Aos poucos comecei a apaixonar-me por ela e a pensar realmente no que sentia por ti. Cheguei á conclusão que tu foste apenas um deslumbramento meu. Ao rever as nossas discussões apercebi-me que és demasiado mimada para a nossa relação resultar. Não te culpo, a “mimadice” é algo característico de pessoas da tua classe social, e agora sinto-me meio ingénuo por não ter percebido isso antes. A verdade é que nos últimos meses até ouvir-te falar dos teus problemas ou do que quer que fosse aborrecia-me de tal modo que chegava a ser insuportável. Não espero que aceites que fiquemos amigos depois desta carta. Aposto que nunca mais me vais querer ver á frente, mas eu aceito isso, nós simplesmente não fomos feitos para estarmos juntos, e se não te dissesse isto estava iludir-te. Não sei se vais gostar de saber que eu e a Nádia estamos extremamente felizes, acho que agora é que percebi o que é amar realmente.
Parece que a tua mãe tinha razão, se calhar éramos mesmo demasiado novos para sabermos o que queríamos da vida. Só espero que tu encontres alguém especial também.
Despeço-me, David.’
Tomoyo amachuca a carta e rasga-a aos pedacinhos. De seguida deixa-se cair sobre os joelhos, sem forças, entregando-se completamente ao choro. Aquele que seria o amor da sua vida, havia acabado de lhe mandar uma carta a dizer que a achava insuportável e mimada. Tinha sido traída.
Estranhou no outro dia vê-lo na pastelaria todo sorrisinhos com ela, nunca desviando a atenção dos olhos azuis de Nadia, mas achou que era apenas uma coincidência e que se tinham encontrado por mero acaso.
‘Estúpida Tomoyo, és uma estúpida...’ repetia a rapariga para si mesma, recriminando-se por não ter percebido antes.
*fim de flashback*
Na sua cabeça apenas surgiam perguntas dirigidas a si própria, perguntando-se o porquê de não ser suficientemente boa para aqueles que a rodeavam. Para aquelas de quem ela gostava. Talvez se fosse mais educada a mãe a trataria de forma diferente do que sempre fez durante toda a sua vida. Talvez se fosse mais bela não tinha sido trocada por uma simples de rapariga.
Agora essa mesma rapariga voltara. Sabia que tinha conseguido esconder o seu espanto no dia do leilão, mas ao vê-la na cassete, o choque tinha sido demasiado. O seu estratagema de confundir os colegas parecia ter resultado, mas no final tinha deitado tudo por água abaixo.
O passado que tanto se tinha esforçado para enterrar quando conheceu Sakura e Meimi, havia voltado para assombrá-la.
Tcharam! (é imprexao minha ou eu acabo smpr os capitulos com 'tcharam o.o? )
Vai ser moi je k vai trazer o prox cap. expcionalmente pk a Meimizinha continua em França (k sortudaaaaa TT.TT). Boas noticias e k ela tem duas paginas de ideias novas para a fic (e ela tem a letra minuscula, por ixo duas pags devem ser MUITAS ideias!)
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http://sm-portugal.coolbb.net/Outros-Assuntos-c1/Fanfics-gerais-f23/When-The-Night-Comes-t1834.htm
Assinatura linda&maravilhosa por dianuxka-chan :3
http://oosakura-himeoo.deviantart.com/
Passem por lá...
poxa O.O' Tu les rapido!!!
''''''
Nos as duas agradecemos xD!!
''''''Nos as duas agradecemos xD!!
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Passem por lá...
Ja dei a minha opiniao sobre eles n tua fic, mas n me importo de voltar a dizer!!
Tao suuuuuuuuper fixes!! Amo especialmente o fundo da axinatura!!!!
Tao suuuuuuuuper fixes!! Amo especialmente o fundo da axinatura!!!!
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Passem por lá...
Olá!! Estou finalmente de volta aqui ao fórum! E tenho aqui um capítulo novinho em folha... como a Sakurahime disse tenho milhões de ideias para a fic e montes de sítios para as nossas personagens visitarem...ups...é melhor calar me antes que a sara me bata... Bem aqui vai o novo cap:
7º Capitulo – Next Destiny: France!
O dia amanheceu escuro na cidade de Moscovo. Ainda não eram oito horas já funcionários do hotel percorriam a entrada com malas ou acompanhando clientes recém-chegados. Lá fora apenas os pássaros e um ou outro carro preenchiam a cidade.
No 7º andar do hotel, mais precisamente nos quartos 234 e 235, duas criaturas dormiam que nem pedras, sem sinais de acordarem nas próximas décadas.
Num outro quarto Tomoyo desperta, e a primeira coisa que sente é a garganta gelada, tão arranhada que até abrir a boca era doloroso. Logo que se viu ao espelho e tocou na própria pele deu-se conta que estava praticamente á beira de uma pneumonia. A causa era de certeza a janela que tinha ficado entreaberta durante a noite, infelizmente tinha-se deixado dormir e nem se apercebera que dormira toda a noite com aquele ‘frio da Rússia’ a ‘acolher-lhe’ o quarto. Pelos visto tinha um sono pesado, apesar de curto.
Espirrou e enrolou-se nos grossos cobertores, que estavam tão quentinhos que pareciam chamá-la para ficar lá deitada toda a amanhã. Passado algum tempo viu que não conseguia voltar a adormecer, e ao constatar as horas decidiu levantar-te e ignorar os chamamentos das mantas.
Dirigiu-se á casa de banho onde ligou o chuveiro, e tomou um banho de água que quase dava para fritar gente, para ver se conseguia despistar a constipação que parecia aproximar-se a toda a velocidade.
11:00h – Quarto de Sakura.
- Bom dia menina! – Berra alguém fazendo a rapariga revirar-se na cama.
Uma mulher com dimensões parecidas com as de uma bola de basket entra no quarto da rapariga, alegre que nem um passarinho.
- Hora de despertar! – Voltou a guinchar, abrindo totalmente os cortinados, deixando passar a luz do não-tão-radioso-sol. Sakura permaneceu imóvel, de cara enterrada na almofada. – Acorde menina!!!! – a empregada sacode-a, fazendo a rapariga murmurar alguma coisa incompreensível aos ouvidos da mulher.
- Vá… uf…. texugo… ronf…
– Vá lá não seja preguiçosa!!!! – Gritou a mulher com a sua voz estridente que parecia fazer comichão no interior do ouvidos. Pegou nos cobertores e depois de travar uma luta com a jovem adormecida pela sua posse, destapou-a completamente.
‘Esta sujeita sabe que sou eu que estou a pagar a minha estadia aqui e não o contrário?!’ foi o primeiro pensamento da recém acordada Sakura.
- ‘Tá frio… Dê cá isso! – disse retirando os cobertores ferozmente das mãos da empregada, que resiste.
- Desculpe madame, mas tenho ordens restritas para não a deixar dormir depois das 11h.
- Você sabe a que horas eu me deitei? Deixe-me dormir!
- O que você faz à noite não é da minha conta. – Sakura sente-se vagamente ofendida pela aquela insinuação. – Se os jovens fossem menos ás discotecas e a esses sítios mal frequentados o mundo não estava neste estado, já para não falar que acordavam a horas decentes. – A mulher reparou na cara de chocada da jovem e apressou-se a desculpar-se antes que esta apresentasse queixa. – Eu não queria dizer que a madame faz esse tipo de coisas, estava a apenas a comentar, a menina parece uma rapariga bastante…
- Sim sim já percebi…Só me faltava agora mais esta…
- Desculpe? – Perguntou a empregada não entendendo o que ela havia dito no final.
- Nada nada… obrigada por me acordar. – Diz Sakura cinicamente, vendo-se forçada a sentar-se na cama. A empregada solta um riso estridente.
- Ora essa! É o meu dever!! Deseja que lhe traga já o pequeno-almoço?
Sakura ponderou por momento. Ela tinha dito que alguém a tinha mandado acordar, isso queria dizer que provavelmente o chefe e as outras estariam á sua espera.
- Hum… deixe estar, eu depois peço.
- Como quiser! – Soltou mais um riso irritante de tão alegre que era e retirou-se numa marcha que mais parecia que andava aos saltinhos.
Sakura veste o robe e calça as pantufas quentinhas que tinha comprado mal chegara aquele país. Sem se preocupar com o facto de estar de pijama, abandona o quarto.
11:25h – Quarto de Meimi.
O amplo quarto estava aparentemente vazio. A cama feita com aspecto que nunca tinha sido tocada, armários fechados, silêncio total. Ou não total assim, uma vez que de vez em quando ouvia-se uma respiração leve vinda não se sabe de onde.
Alguém bate á porta, porém ninguém responde.
‘Será que ela já se levantou…?’ pensou a pessoa do outro da porta, ponderando por momentos. ‘Náááááá! Impossível!’
- Meimiiiii, dá para eu entrar? – Pergunta a voz de fora. Ninguém respondia. – Meimi estás aí?? – Destranca a porta movido pela curiosidade.
Quando vai para a abrir, sente um peso encostado á porta do outro lado. Faz força e abre a porta de rajada.
- Aii! – Meimi acorda de uma forma turbulenta, depois de sentir-se brutalmente empurrada.
Quando o rapaz entra no quarto depara-se no com Meimi estatelada no chão. Ao que parece ela tinha adormecido encostada á porta.
- Hum… estás bem?
- Dentro do possível… - responde Meimi enquanto se levanta, sentindo todos os ossinhos do corpo doridos e a estalar. Quando procura quem a tinha acordado espanta-se ao encontrar os olhos verdes escuros do seu chefe. – Hey! O que é que estás a fazer aqui?
- Vim chamar-te, não acreditas no que eu descobri quando pus o vídeo no computador!
- O quê?
11:30 – Quarto do chefe.
- Bom dia! – Disseram Tomoyo e Sakura ao verem Meimi chegar seguida do seu chefe.
- Bom dia!
Sakura sentada á frente do computador portátil, faz-lhe sinal para ela se aproximar.
- Vê só isto! – Meimi reparou que esta ainda tinha os olhos inchados e estava despenteada, sinal que não tinha acordado á muito tempo.
- Parece que temos uma pista! – Exclama Tomoyo com a voz rouca, enroscando-se no cobertor cor-de-rosa que tinha sobre os ombros.
- A sério? - Pergunta Meimi entusiasmada, sentando-se imediatamente ao lado de Sakura. O monitor do pc mostrava o vídeo que estiveram a ver a noite passada.
A rapariga de cabelos curtos carrega no play na cena que a misteriosa mulher dizia adeus e dava de costas para a câmara. No momento que ela se vira, clica no stop. Todos os olhos estavam fixos na imagem que estava no ecrã.
Sakura faz zoom na mala da rapariga, mais precisamente num bolso e isolou essa parte. Á medida que vai clicando nalgumas opções do programa para diminuir o desfocamento, as letras do papel que estava no bolso da mala ficam mais nítidas.
- Isso é… um bilhete de avião?!
- Ah hã! – Respondem os outros em coro. Meimi esforça-se para ler algumas das palavras que estavam no bilhete.
- France Air Lines????
- Yap! Passagem para Paris! Só que não conseguimos ver a hora e o dia. – Diz Tomoyo.- Mas isso também não é um grande problema.
- Parece que a nossa ‘amiguinha’ vai fazer uma visitinha à Torre Eiffel. É melhor as senhoras começarem a fazer as malas, nós também temos um avião para apanhar!
Pronto aqui está, e é só para dizer para estarem atentos pois esta história vai ter muitas reviravoltas... Ai ai que pena ter que me ter vindo embora de frança... (tantantantam...):(arte):
7º Capitulo – Next Destiny: France!
O dia amanheceu escuro na cidade de Moscovo. Ainda não eram oito horas já funcionários do hotel percorriam a entrada com malas ou acompanhando clientes recém-chegados. Lá fora apenas os pássaros e um ou outro carro preenchiam a cidade.
No 7º andar do hotel, mais precisamente nos quartos 234 e 235, duas criaturas dormiam que nem pedras, sem sinais de acordarem nas próximas décadas.
Num outro quarto Tomoyo desperta, e a primeira coisa que sente é a garganta gelada, tão arranhada que até abrir a boca era doloroso. Logo que se viu ao espelho e tocou na própria pele deu-se conta que estava praticamente á beira de uma pneumonia. A causa era de certeza a janela que tinha ficado entreaberta durante a noite, infelizmente tinha-se deixado dormir e nem se apercebera que dormira toda a noite com aquele ‘frio da Rússia’ a ‘acolher-lhe’ o quarto. Pelos visto tinha um sono pesado, apesar de curto.
Espirrou e enrolou-se nos grossos cobertores, que estavam tão quentinhos que pareciam chamá-la para ficar lá deitada toda a amanhã. Passado algum tempo viu que não conseguia voltar a adormecer, e ao constatar as horas decidiu levantar-te e ignorar os chamamentos das mantas.
Dirigiu-se á casa de banho onde ligou o chuveiro, e tomou um banho de água que quase dava para fritar gente, para ver se conseguia despistar a constipação que parecia aproximar-se a toda a velocidade.
11:00h – Quarto de Sakura.
- Bom dia menina! – Berra alguém fazendo a rapariga revirar-se na cama.
Uma mulher com dimensões parecidas com as de uma bola de basket entra no quarto da rapariga, alegre que nem um passarinho.
- Hora de despertar! – Voltou a guinchar, abrindo totalmente os cortinados, deixando passar a luz do não-tão-radioso-sol. Sakura permaneceu imóvel, de cara enterrada na almofada. – Acorde menina!!!! – a empregada sacode-a, fazendo a rapariga murmurar alguma coisa incompreensível aos ouvidos da mulher.
- Vá… uf…. texugo… ronf…
– Vá lá não seja preguiçosa!!!! – Gritou a mulher com a sua voz estridente que parecia fazer comichão no interior do ouvidos. Pegou nos cobertores e depois de travar uma luta com a jovem adormecida pela sua posse, destapou-a completamente.
‘Esta sujeita sabe que sou eu que estou a pagar a minha estadia aqui e não o contrário?!’ foi o primeiro pensamento da recém acordada Sakura.
- ‘Tá frio… Dê cá isso! – disse retirando os cobertores ferozmente das mãos da empregada, que resiste.
- Desculpe madame, mas tenho ordens restritas para não a deixar dormir depois das 11h.
- Você sabe a que horas eu me deitei? Deixe-me dormir!
- O que você faz à noite não é da minha conta. – Sakura sente-se vagamente ofendida pela aquela insinuação. – Se os jovens fossem menos ás discotecas e a esses sítios mal frequentados o mundo não estava neste estado, já para não falar que acordavam a horas decentes. – A mulher reparou na cara de chocada da jovem e apressou-se a desculpar-se antes que esta apresentasse queixa. – Eu não queria dizer que a madame faz esse tipo de coisas, estava a apenas a comentar, a menina parece uma rapariga bastante…
- Sim sim já percebi…Só me faltava agora mais esta…
- Desculpe? – Perguntou a empregada não entendendo o que ela havia dito no final.
- Nada nada… obrigada por me acordar. – Diz Sakura cinicamente, vendo-se forçada a sentar-se na cama. A empregada solta um riso estridente.
- Ora essa! É o meu dever!! Deseja que lhe traga já o pequeno-almoço?
Sakura ponderou por momento. Ela tinha dito que alguém a tinha mandado acordar, isso queria dizer que provavelmente o chefe e as outras estariam á sua espera.
- Hum… deixe estar, eu depois peço.
- Como quiser! – Soltou mais um riso irritante de tão alegre que era e retirou-se numa marcha que mais parecia que andava aos saltinhos.
Sakura veste o robe e calça as pantufas quentinhas que tinha comprado mal chegara aquele país. Sem se preocupar com o facto de estar de pijama, abandona o quarto.
11:25h – Quarto de Meimi.
O amplo quarto estava aparentemente vazio. A cama feita com aspecto que nunca tinha sido tocada, armários fechados, silêncio total. Ou não total assim, uma vez que de vez em quando ouvia-se uma respiração leve vinda não se sabe de onde.
Alguém bate á porta, porém ninguém responde.
‘Será que ela já se levantou…?’ pensou a pessoa do outro da porta, ponderando por momentos. ‘Náááááá! Impossível!’
- Meimiiiii, dá para eu entrar? – Pergunta a voz de fora. Ninguém respondia. – Meimi estás aí?? – Destranca a porta movido pela curiosidade.
Quando vai para a abrir, sente um peso encostado á porta do outro lado. Faz força e abre a porta de rajada.
- Aii! – Meimi acorda de uma forma turbulenta, depois de sentir-se brutalmente empurrada.
Quando o rapaz entra no quarto depara-se no com Meimi estatelada no chão. Ao que parece ela tinha adormecido encostada á porta.
- Hum… estás bem?
- Dentro do possível… - responde Meimi enquanto se levanta, sentindo todos os ossinhos do corpo doridos e a estalar. Quando procura quem a tinha acordado espanta-se ao encontrar os olhos verdes escuros do seu chefe. – Hey! O que é que estás a fazer aqui?
- Vim chamar-te, não acreditas no que eu descobri quando pus o vídeo no computador!
- O quê?
11:30 – Quarto do chefe.
- Bom dia! – Disseram Tomoyo e Sakura ao verem Meimi chegar seguida do seu chefe.
- Bom dia!
Sakura sentada á frente do computador portátil, faz-lhe sinal para ela se aproximar.
- Vê só isto! – Meimi reparou que esta ainda tinha os olhos inchados e estava despenteada, sinal que não tinha acordado á muito tempo.
- Parece que temos uma pista! – Exclama Tomoyo com a voz rouca, enroscando-se no cobertor cor-de-rosa que tinha sobre os ombros.
- A sério? - Pergunta Meimi entusiasmada, sentando-se imediatamente ao lado de Sakura. O monitor do pc mostrava o vídeo que estiveram a ver a noite passada.
A rapariga de cabelos curtos carrega no play na cena que a misteriosa mulher dizia adeus e dava de costas para a câmara. No momento que ela se vira, clica no stop. Todos os olhos estavam fixos na imagem que estava no ecrã.
Sakura faz zoom na mala da rapariga, mais precisamente num bolso e isolou essa parte. Á medida que vai clicando nalgumas opções do programa para diminuir o desfocamento, as letras do papel que estava no bolso da mala ficam mais nítidas.
- Isso é… um bilhete de avião?!
- Ah hã! – Respondem os outros em coro. Meimi esforça-se para ler algumas das palavras que estavam no bilhete.
- France Air Lines????
- Yap! Passagem para Paris! Só que não conseguimos ver a hora e o dia. – Diz Tomoyo.- Mas isso também não é um grande problema.
- Parece que a nossa ‘amiguinha’ vai fazer uma visitinha à Torre Eiffel. É melhor as senhoras começarem a fazer as malas, nós também temos um avião para apanhar!
Pronto aqui está, e é só para dizer para estarem atentos pois esta história vai ter muitas reviravoltas... Ai ai que pena ter que me ter vindo embora de frança... (tantantantam...):(arte):

TWILIGHT - Coming soon...
Fã número 1 do Edward <3
^^
Brigada!
Sabes quem é o chefe nao sabes?
Sabes quem é o chefe nao sabes?
http://sm-portugal.coolbb.net/Outros-Assuntos-c1/Fanfics-gerais-f23/When-The-Night-Comes-t1834.htm
Assinatura linda&maravilhosa por dianuxka-chan :3
http://oosakura-himeoo.deviantart.com/
Passem por lá...
Aki ainda n é namorado!
http://sm-portugal.coolbb.net/Outros-Assuntos-c1/Fanfics-gerais-f23/When-The-Night-Comes-t1834.htm
Assinatura linda&maravilhosa por dianuxka-chan :3
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Passem por lá...
certo! fikei com medo k ng tivexe percebido
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'http://sm-portugal.coolbb.net/Outros-Assuntos-c1/Fanfics-gerais-f23/When-The-Night-Comes-t1834.htm
Assinatura linda&maravilhosa por dianuxka-chan :3
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Passem por lá...
Tens de entrar para responderes neste tópico.




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